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Minha Namorada Com Outro Pela 1° Vez.


Meu nome é Marcio e de minha namorada é Ana. Ela é muito bonita, nada de exagero, uma delicia, mas é normal, baixinha, uma bunda redondinha, peitinho pequeno e um rosto lindo.

Fui seu 1° namorado, quando começamos a namorar eu tinha 17 e ela 16 anos, não demorou muito e começamos a transar, mas tudo normal, depois de uns quatro anos de namoro consegui um trabalho em São José do Rio Preto – SP, cidade perto da que morávamos, então me mudei e aluguei um AP, com pouco tempo ela também conseguiu um trabalho e se mudou, enfim começamos a morar juntos.

Fazíamos sexo praticamente todos os dias, e cada dia ficava mais quente a coisa, ela começou a se soltar e fazer de tudo comigo na cama, chupava, metia de todas as formas, mandava eu goza na boca dela, comer seu cuzinho e gozar dentro dele, começou a se transformar em uma putinha em nosso AP.

No dia de seu aniversario, em junho do ano passado, saímos pra um barzinho (Zero Grau, quem é de Rio Preto conhece) e depois fomos pra um motel, estava metendo nela e na televisão passando dois caras comendo uma loirinha, como ela também é loira, na hora me veio ela na cabeça dando pra eles, estava comendo o seu cuzinho com ela de quatro, na televisão mostrava a loirinha de quatro com uma cara comendo o cu dela e o outro com a pica em sua boca.

Coloquei meu dedo em sua boca e falei baixinho no seu ouvido, imagina que meu dedo é aquela pica do filme, pra minha surpresa ela começou a chupar meu dedo e falar que adoraria dois varas só pra ela, nessa hora fiquei doido de tesão e notei que ela mais ainda.

Depois de uns 5 min. fudendo o cuzinho dela, e ela falando que queria outra pica na buceta ou na boca, não aguentei e gozei, ela deitou na cama abriu a bunda e falou:
- Imagina se fosse à porra daquele cara do filme, como eu já tinha gozado falei pra ela:
- Não você é só minha. - então ela falou:

- O que você acha? Estou brincando, nunca faria isso.

Tomamos banho e fomos embora, depois desse dia todas as nossas transas fantasiávamos ela dando pra dois homens, mas sempre na cama, depois não tocava mais no assunto. 

Um amigo nosso chamado Marcelo, nos convidou para ir até uma chácara que ele havia alugado pra passar o fim de semana, fomos no sábado bem cedo para aproveitar bastante. Levamos roupa no caso de precisar posar lá, pois é um pouco longe da cidade, chegamos lá não tinha muita gente não, o Marcelo com a namorada e mais alguns amigos nossos, a maioria casal.

Por voltas das 13hs, depois de varias cervejas e algumas doses, fomos para piscina, a Ana (minha namorada) colocou um biquíni vermelho q ela tem, o biquíni é bem pequeno, não chega ser um fio dental, mas é bem curtinho na bunda, ficamos na piscina quase todos. Um entrava, ficava um pouco e saia para pegar cervejas, e assim ficamos o dia todo. Em dado momento minha namorada deitou – se na beira da piscina, colocou a calcinha no rego e ficou tomando sol, mas até então normal, pois ela sempre faz isso para marca ficar menor.

Por volta das 16hs chegou um amigo do Marcelo sozinho, nos cumprimentou e já deu uma olhada na bunda da Ana. Depois foi buscar cerveja, eu como já estava meio alterado por causa da bebida, falei pra ela:

-Mor, você viu como o amigo do Marcelo olhou pra sua bunda? Ela falou:

- Se acha? Nem me olhou.

Então ele veio, entrou na piscina também e começamos a conversar. Ele se chamava Caio, muito gente boa, papo vai papo vem, eu percebi que ele não parava de olhar pra Ana. Minha pica estava ficando dura, então a Ana se levantou e foi pra cozinha buscar uma bebida, ele não parou de olhar pra bunda dela na minha frente e por incrível que pareça estava adorando aquela situação. 

Por volta das 20hs todos começaram a ir embora, falamos para o pessoal ficar e dormir na chácara, mas ninguém quis, disseram que voltavam no outro dia. Exceto Caio, que disse que não tinha nada para fazer em casa, então ficaria lá com a gente. 

Ficamos na varanda conversando e tomando cerveja, então minha namorada foi até a cozinha buscar um vinho, nessa hora ela ainda estava com a parte de baixo do biquíni e com uma camiseta, mais uma vez o Caio ficou secando aquela bunda gostosa dela. Quando ela voltou foi colocar o vinho na mesa e virou a bunda pra mim, vi que ela tinha colocado a calcinha no rego novamente, comecei a perceber que ela estava querendo provocar o Caio. 

Na hora minha pica ficou muito dura, continuamos a beber e ,depois dela ter tomado quase a garrafa toda de vinho, começou a ficar soltinha: toda hora dava uma desculpa e se levantava, passava se esfregando em mim e se mostrando para o Caio. 

Conversa vai ,conversa vem, começamos a falar de namoro, sexo e tal. Quando Caio perguntou se agente brigava muito ou se nos dávamos bem, falei pra ele que não brigávamos muito, só coisa normal de casal. Então a Ana olhou para ele e fala: 

- Nós nos damos muito bem, principalmente na cama. 

Todos riram um pouco e ficou aquele clima de tesão no ar, o Caio se levantou e foi ao banheiro, olhei pra ela e falei: 

- Amor você tá muito safadinha hoje hein? Então ela falou:

- Hoje não, eu sou safada, sua safadinha. Nisso meu pau ficou uma pilha, ela veio sentou de frente no meu colo e começo a me beijar e eu já mandei a mão na bunda dela. 

O Caio abriu a porta do banheiro, tentei tirar ela de cima de mim e ela não saiu, falou no meu ouvido baixinho para esperar ele chegar que ela sairia. Quando ele chegou onde estávamos ela se levantou e sentou no meu colo, mas de frente para ele, então ele disse: 

-Gente estou atrapalhando alguma coisa? Falei:

-Nada, fica tranquilo! Só estávamos matando a saudade um pouco, hoje ficamos o dia todo sem nos beijar. 

Mais uma vez a Ana solta uma:- Sem beijar e sem meter. 

O Caio ficou sem graça e falou assim: - Isso é complicado, já faz uns dois meses que não sei oque é isso... todos rimos e continuamos a conversa. 

Como a Ana estava sentada no meu colo, mas de frente para ele, Caio não parava de olhar no meio das pernas dela. Entre um copo de vinho, cerveja e outro ela começou a rebolar no meu pau e conversar com ele, abriu as pernas e ficou esfregando a buceta no meu pau, nisso Caio que estava de sunga, também não fez questão de deixar a mostra que estava de pau duro. 

Meu tesão estava a mil, o Caiu meio sem graça se levantou e foi no banheiro de novo, e mostrou aquela pica enorme e dura por dentro da sunga. Minha namorada falou assim: 

- Mor quero meter aqui, na frente do Caio, vamos? Olhei pra ela e falei:
- Você quer dar pra ele também? Ela disse: Não só mostrar para ele como você mete gostoso.
Falei: você vai ter coragem de fazer isso? Ela: Não sei, espera ele chegar que veremos. 

Caio voltou, se sentou em nossa frente de novo, a Ana ainda sentada no meu colo. 

Coloquei a mão na sua bucetinha e tirei a calcinha um pouco de lado para ele ver... Ele meio sem jeito, olhava e virava o rosto, a Ana olhou pra ele e falou assim: 

-Caio fecha o olho um pouco.
Ele: Por que?
Ela: - Para eu poder sentar no pau do meu namorado que esta muito duro.
Não acreditei no que estava ouvindo.
Ele: Pode sentar não ligo, faz de conta que não estou aqui. 

Então ela tirou a calcinha de lado, sentou bem gostoso no meu pau e ficou assim por algum tempo, se levantou tirou toda o roupa e sentou de novo, e ficou olhando pro Caio com aquela cara de safada. 

Então o Caio tirou o pau para fora e começou a bater uma punheta, ela então se levantou, ficou de quatro na mesa e pediu para eu comer ela. Comecei a fude-la na mesa enquanto o Caio olhava e batia uma... De repente ele se levanta, vem perto da gente e fala :

- Não posso comer essa buceta gostosa um pouco também não? Eu olhei para ele e falei :
-Depende dela, se ela quiser... Antes dele falar qualquer coisa para ela, ela saiu da posição que estava, foi pro lado dele, começou a beija-lo e chupa-lo todo. Então o colocou sentado em uma cadeira da área e começou a chupar a pica dele. Não acreditei no que estava vendo, mas o tesão era maior que qualquer racionalidade naquela hora. 

Fui por trás dela e comecei a meter naquela xaninha toda molhada enquanto ela chupava a pica do Caio. Logo ela se levantou e sentou no pau dele, e começou a chupar minha pica, não estava aguentando de tesão, saiu dali, sentei em uma cadeira e fiquei só olhando ela sentada no pau dele. 

Ela saiu de cima, foi para mesa novamente e ficou deitada de costas, então ela falou para mim: - Amor posso dar o cu pra ele? Eu: -Se você quiser... Ela olhou para ele e falou: -Vem comer meu cu bem forte, vem? 

Ele grudou bem forte no cabelo dela, deu uma cuspida na cabeça da pica e foi colocando no cuzinho dela, foi bem de vagarzinho no começo, depois começou a fude-la bem forte, até que não aguentou e encheu o cu dela de porra. 

Ele saiu de cima dela e foi para o banheiro, ela olhou pra mim e falou assim: Amor, vamos para o quarto agora para você terminar de fuder sua puta, só o Caio não deu conta não. 

Fomos para o quarto, ela colocou a mão na bunda, soltou a porra dele e passou em seus peitos, se deitou e falou assim: - Vem amor, vem sentir o cheiro de outro macho. 

O tesão era tanto que fui e cai de boca nos seu peitos, chupei ela todinha, sua buceta toda fudida e seu cu todo cheio de porra do Caio, então comecei a fuder sua buceta, fiquei metendo no seu cu e na buceta, depois de uns 20 minutos ela gozou. Eu meti mais um pouco e enchi sua buceta de porra.
Caímos na cama os dois exaustos, olhei para ela e falei: - 

- Amor, você é muito vagabunda! Que loucura fizemos... Ela olhou para mim e falou:
- Amor foi só uma fantasia que realizamos, não muda em nada o amor que tenho por você, você é e sempre vai ser o homem da minha vida, nos beijamos bastante, levantamos e tomamos um banho. 

Voltamos para fora, o Caio estava sentado fumando um cigarro. Olhei para ele e falei: - Caio, isso foi só uma aventura nossa, espero que não saia daqui. Ele falou para eu ficar tranquilo, que por ele ninguém saberia nunca. 

Isso já se passou há uns três meses, nunca mais fizemos nada parecido, mas em todas as nossas transas lembramos do acontecido e gozamos muito juntos. 

Não programamos nada com outra pessoa ainda, mas se acontecer casualmente igual com o Caio, vai ser ótimo. 

Abraço A todos. 

Casalmrp@hotmail.com.br

A Festa na Multinacional

Papeando com um grande amigo na praia meio deserta outro dia, quando são poucos os freqüentadores não tendo sol, escutei uma história das mais estranhas. Inclusive ele disse que ia me contar uma coisa muito secreta, porque confiava totalmente em mim e essa história estava até tirando o sono dele, razão pela qual queria saber minha opinião a respeito do que ia me narrar. Já super curioso com o que seria, fiquei atento ouvindo.

Otávio, que é o nome dele, é casado com uma moça bem bacana em todos os sentidos, de nome Maria. Ele me disse que uma certa noite, ainda cedo, lá pelas sete horas, o diretor da multinacional onde a esposa trabalha tinha convidado alguns chefes de setores, homens e mulheres, e ele também (que sempre sai de seu emprego e vai buscar a mulher no dela), para tomarem umas bebidas num bar da moda, bem perto da empresa.

Isto faz parte da filosofia das grandes empresas, para motivarem seus funcionários num contato mais direto entre chefias e demais empregados. Como sempre nessas reuniões de colegas e chefes, o pessoal vai bebendo, bebendo, enquanto fala do trabalho, e alguns bebem mais do que podem. Foi assim que um dos tais chefes bebeu tanto que ficou caído numa mesa grande, criando um certo constrangimento para a turma diante dos olhares dos outros fregueses.

Aí a esposa de meu amigo falou que como a empresa era em frente, ela e o marido iriam levar o bêbado para lá, onde lhe dariam bastante café, e Otávio disse mesmo que o colocaria no chuveiro, e se isso não bastasse, eles o deixariam dormindo num sofá.

O diretor e os demais funcionários disseram que isso seria ótimo, e o casal foi levando o bêbado, com certa dificuldade. Ele teria uns 56 anos, e era gordo, o que dificultava muito seu transporte para a empresa. Quase chegando à porta da firma, o bêbado deu uma certa melhorada e disse:

- Quem são vocês e para onde estão me levando?

A esposa de meu amigo disse que eram seus colegas de trabalho e iam tomar café, ao que ele disse:

- Que café. Eu quero é vodca.

A muito custo o casal conseguiu chegar à sala do bêbado e em pé, junto a duas mesas de trabalho, o bêbado, ainda tonto, abriu bem os olhos, piscando, e momentaneamente, conseguindo firmá-los, disse:

- Quando bebo eu fico com muito tesão e quero foder uma mulher.

Enquanto Otávio estava procurando a garrafa térmica com café, sua esposa se encostou à mesa de trabalho do bêbado, porque ele ficou em pé na sua frente, caindo por cima dela com todo o seu peso, e ela tentou ampará-lo, quase caindo ao chão os dois. E o bêbado continuou dizendo:

- Olha minha piroca tá dura.

Dizendo isso, botou o pau para fora, que verdadeiramente era imenso, e estava durão. Ato contínuo, o bêbado fixou bem os olhos na esposa de meu amigo e se projetou para cima dela, gritando:
- Você é mulher, vou te foder.

Devido ao seu peso, de uns 8O ou mais quilos, ele se jogou sobre Maria, empurrando-a, e ela, frágil, caiu de costas, inclinada sobre a mesa, ante o impacto do peso corporal, e ao mesmo tempo em que, surpresa e imobilizada, gritava pelo marido, o bêbado levantou seu vestido e com força abriu suas coxas, rasgando sua calcinha frágil, com a mulher berrando apavorada para o marido:

- Ai, depressa, ele vai me foder. Socorro. Otávio me acode.

O marido, vendo a cena, desesperado e surpreso, gritou:

- Espera aí, amor. Vou apanhar um ferro ou qualquer coisa e vou dar uma porrada na cabeça desse safado.

Só que enquanto ele procurava o tal objeto pesado o bêbado conseguiu com sua força descomunal, abrir a vagina da mulher, e foi forçando a enorme cabeça de sua pirocona na buceta de Maria. Quando Otávio chegou, com uma estatueta de bronze pesada para bater na cabeça do bêbado, gritando que tinha que bater com cuidado senão ele poderia matar o desgraçado, a esposa, já totalmente com o caralhão enfiado em sua buceta, sentiu algo gostoso com a estranha foda e suplicou:

- Não, Otávio, você pode matar ele. Ele já está me enfiando a piroca. Aiiii. Ela é muito grande e muito grossa. aiiii, ela já está entrando, nãooo. Meu aaamor, agora ele já me enfiou tudo. Eu tenho medo de você matar ele com esse peso. Espera e deixa-o gozar, depois ele nem vai saber o que me fez. Relaxa e deixa, porque daqui a pouco ele vai gozar; e depois ele está tão bêbado que amanhã não vai se lembrar de nada. Aiii. Que pirocão. Esse bêbado safado tem uma piroca enorme e muito grossa. Ela está começando a me deixar com muito tesão, amor. Na verdade estou até gozando. Aiiii, esse desgraçado é bom de foda. Ai, Otávio, meu amor. Vou gozar querido. Mete bêbado safado, você não quer me comer? Então fode, empurra toda essa pirocona e goza. Me fode toda, mete. aiii.

E assim falando Maria gozou adoidado na frente de Otávio, que estava perplexo, sem saber nem o que pensar parado, olhando a esposa foder. E o estranho mesmo é que com a cena o marido acabou por ficar de pau duro também, completamente excitado, vendo sua mulher sendo fodida bem na sua frente. O bêbado, terminando de foder, ficou caído no chão, e o casal ainda excitado com tudo achou melhor ir embora, antes que alguém da firma fosse até lá para ver porque eles estavam demorando. Voltando ao tal bar onde estava todo mundo da empresa, eles disseram que tinham dado café, mas o bêbado não melhorava, molharam sua cabeça, e mesmo assim ele ficou caído, e aí eles acharam melhor deixarem-no deitado num sofá. O diretor disse:

- Ótimo, porque mais tarde os seguranças vão chegar e depois eu telefono para eles da minha casa.

Vocês fizeram um bom serviço, muito obrigado mesmo.

Dizendo isso, o meu amigo, bem envergonhado, me disse:

- Puxa vida, em mesmo não estou me entendendo. Pode uma coisa dessas? Eu sei que minha mulher me ama e eu a amo também, mas o certo é que isso nos deixou bem tesudos, com a cena de minha esposa sendo fodida por aquele bêbado.
Eu respondi que em matéria de sexo tudo é possível, até o que a gente nem imagina.

Conto erótico recebido por email - by Marcelo

Cátia, Caco e o Corno.

Ano passado, aqui em Recife, recebi e hospedei no meu apartamento, na praia de Boa Viagem, um amigo que eu e minha mulher não víamos há muito tempo. Caco mora no Rio de Janeiro, veio a serviço ao Nordeste pelo curto prazo de dois dias e atendeu ao meu convite para que ficasse em minha casa.

Cátia, minha mulher, é uma fogosa potranca de 35 anos, morenaça e boazuda, capaz de virar a cabeça de qualquer homem ou mulher, de tão gostosa e tesuda. Somos casados há 18 anos e de uns quatro anos para cá, sei que ela tem dado uns pulinhos fora de casa e me colocado chifrinhos de vez em quando. Como eu também dou muitas escapadinhas, não ligo. Acho que essa prática estimula o casamento.Desconfiamos um do outro, mas nunca vimos nada, ou melhor, eu nunca vira até julho passado,quando surpreendi minha mulher e meu amigão Caco numa trepada alucinante em nosso próprio apartamento.

Naquela noite, lanchamos — eu, ela e Caco (nossos filhos estavam com os avós em João Pessoa). Ficamos na sala conversando e ouvindo uma musiquinha suave. Desde a chegada de Caco, notei que Cátia estava muito atenciosa com ele e mais saidinha nas conversas. Observei que as tiradas dela estavam maliciosas e picantes, sempre tendendo para sexo.

Cátia, extremamente provocante e sensual, estava com um short curtinho, tamancos altos, uma mini-blusa sem sutiã, maquilagem perfeita com olhos delineados e cabelos soltos e, propositalmente, jogava um charme para cima do nosso visitante. Caco devorava-a com o olhar e ela correspondia. Diante do flerte discreto que presenciei, desconfiei que aqueles dois fossem me colocar um belo par de chifres.

Às dez horas da noite, nos deitamos e fingi que tinha adormecido logo. Meia hora depois, percebi que Cátia se levantou e passei a segui-la. Como o nosso apartamento é duplex, fiquei nas escadas e no escuro, espreitando tudo que acontecia no andar de baixo. Minha mulher estava com uma camisola preta curtíssima que deixava as deslumbrantes pernas e coxas à mostra, tendo o sexo protegido apenas por uma mínima tanguinha. Ela se dirigiu até a cozinha como se fosse beber água. No momento em que Cátia servia-se de água no bebedor elétrico, Caco surgiu, nem bem sei de onde, e agarrou-a por trás. Meu amigo, que estava só de cueca, enlaçou-a pela cintura, encostando o pênis no bumbum e nas coxas de Cátia.

Ela largou o copo e arrepiou-se toda, jogando a cabeça para trás e chegando o corpo dela de encontro ao de Caco, roçando a bundinha no cacete dele. Cátia virou o rosto e com a boca procurou a língua dele. Beijaram-se e as mãos de Caco vieram para os lindos seios de minha esposa. Caco virou-a de frente e ambos encaixaram as coxas. Caco a pegava pelo magnífico traseiro, enquanto ela colocava os braços em volta do pescoço dele.

Eu estava boquiaberto e excitadíssimo com a cena. Nunca tinha visto Cátia tão sedenta e faminta por um macho. Cátia começou a alisar o pênis de Caco por cima da cueca com muito tesão e volúpia. Até que não agüentou mais e abaixou a cueca, liberando o membro para fora. De imediato, caiu de boca no pau de Caco e passou a chupá-lo com a habilidade de uma veterana. Mamava com os lábios para dentro, evitando que os dentes o machucassem e com a mão masturbava-o de vez em quando para dar-lhe maior ereção.

Caco, depois de algum tempo, levantou-a e puxou-a para a sala de tevê, onde se atiraram sobre vários almofadões. Caco tirou a camisola e a calcinha dela e lhe deu um banho de língua. Chupou-a e beijou-a toda, da cabeça aos pés, demorando nos seios e na vulva. Cátia gemia baixinho e eu, numa ereção doida, estava prestes a me masturbar.

O espetáculo era algo fascinante: meu melhor amigo e minha tesuda mulher comiam-se alucinadamente. O pior de tudo é que pela conversa dos dois percebi que estavam matando a saudade, depois de um ano separados. Já tinham sido amantes quando moramos em Manaus e no Rio. Como era a primeira vez que eu via Cátia trepando com outro homem, tudo era novidade e tesão para mim.

Depois, Caco a virou de bruços e enfiando o enorme cacete entre as coxas,passou a beijar-lhe as costas, nuca e pescoço. Em seguida, meu amigo puxou minha mulher pelos quadris, fez com que ela ficasse de joelhos sobre as almofadas para começar a penetrá-la por trás.

Com a mão esquerda na vulva, abriu o caminho e, com a direita, introduziu o pênis todinho nela. Caco ora puxava minha mulher pelas ancas, ora tracionava-a pelos ombros, fazendo com que o falo entrasse completamente nela. A cena era de uma beleza fenomenal: Cátia de quatro, apoiada nos braços e nos joelhos, com os belos cabelos negros nas costas, a bundinha empinada, levando rola por trás. Meu amigo era um sujeito também jovem, com 35 ano e os dois, muito bonitos, faziam um par deslumbrante.

Depois de uns dez minutos nessa posição, Caco foi por baixo e Cátia cavalgava, sentando na boneca. Beijavam-se na boca e, de vez em quando, ele a erguia e chupava-lhe os seios. Minha esposa gozou ruidosamente, gemendo, gritando e imprimindo um movimento de sobe e desce com os quadris impressionantes, tal a rapidez.

Ainda com Cátia meio anestesiada, meu amigo a virou e mandou ferro num sensacional papai-e-mamãe. As bocas se colaram, as línguas duelaram, a respiração ficou meio ofegante e ambos jogavam as regiões pubianas de encontro à do outro com uma velocidade impressionante. Não agüentei e corri ao banheiro para me masturbar.

Quando Cátia retornou à nossa cama, eu já estava lá e fingia dormir. Ela estava exausta e logo caiu em sono profundo. No dia seguinte, Caco foi comigo para a fábrica da multinacional em que trabalhamos, como se nada tivesse acontecido. Por volta das três horas da tarde, ele alegou que já tinha terminado a tarefa que o trouxera a Recife e me pediu que o levasse até o shopping, onde iria se encontrar com uma gata que conhecera no avião.

Levei-o e deixei-o na porta. Me escondi no meio dos carros do estacionamento, vi que a mulher era realmente uma gata, mas que Caco não a havia conhecido no vôo: era minha mulher, Cátia. Rapidamente, segui-os e vi quando entraram num motel para fazerem sabe-se lá que loucuras.

À noite, transaram novamente na sala de tevê e,no dia seguinte, Eu continuo aqui em Recife, levando e botando chifres. Ah, como é bom! Num outro dia, flagrei minha mulher saindo da academia de ginástica no carro dela, levando o professor. Segui-os. Sabe o que eu vi? Os dois foram namorar em Olinda dentro do carro e depois vi-os entrar num motel. Quanto chifre e quanta sacanagem!

Conto erótico recebido por email - By Marido Feliz

Fantasia entre Mulheres com Direito a Voyeur

Nunca pensei que fosse possível realizar minhas fantasias, pois me foi dada uma formação muito careta. Via estes contos e achava que eram inventados. Até que, após um dia de trabalho na agência, uma grande chuva impediu que eu e meus colegas fôssemos para casa.

Ficamos poucos, pois a maior parte saiu antes da chuva. Resolvemos improvisar formas de dormir e ficou combinado que cada um ocuparia uma sala. Fiquei com a maior, uma amiga com outra sala e dois colegas na recepção, já que se ofereceram para ficar no pior cômodo. Como não estávamos preparadas, não tínhamos roupa para dormir e precisávamos das roupas para o dia seguinte. Minha colega muito assanhada foi tirando a roupa no meu quarto com a desculpa que queria falar comigo e passou pela recepção somente com as roupas intimas.

Fiquei com medo que este comportamento viesse a dar margem a má interpretação pelos meus colegas e que eles viessem a pensar que queríamos aproveitar para fazer uma noitada. Entretanto acredito que de forma subliminar foi a intenção de minha colega. Carlos e Marcelo eram muito atraentes e não seria uma má idéia. Porem, como chefe, eu não admitiria isso e ainda por cima nunca havia transado em três, quanto mais em quatro. Eles realmente não estavam mal intencionados, mas quando viram Mariza passar pela fresta da porta, ouvi um cochicho sobre a bunda dela, que era gostosa, mas que eles não imaginavam quanto.

Parei para pensar que eles tinham razão. Quando o silêncio se instalou pude ouvir os dois cochichando sobre sexo e Carlos falou que não agüentava ficar um dia sem dar uma e que não sabia como ia agüentar dormir uma noite ali. Marcelo sugeriu que ele fosse ao banheiro e se virasse na mão. Carlos falou que ia acabar tocando uma punheta quando todos dormissem, pois ele tinha insônia. Ouvi também ele dizer que ia ficar imaginando que estava comendo as duas (no caso eu e Mariza) ao que Marcelo respondeu que essa idéia tinha deixá-lo excitado também.

Disse ainda que minha forma autoritária o deixava pirado e que sabia que na cama eu ficava mansinha. Achei um absurdo o comentário, mas para todos os efeitos eu não teria que estar escutando aquela conversa. Continuaram falando quem eles comeriam primeiro. Imaginaram comer uma cada uma quando depois falaram que já que era imaginação poderiam comer as duas.

Essa historia foi me deixando excitada e resolvi entrar na onda instigando os rapazes. Como Mariza, tirei minha roupa e passei no corredor da recepção, fingindo que achava que eles estavam dormindo, apenas de calcinha e fingiria surpresa ao vê-los. Fiz então assim, ao passar semi nua e encontrá-los acordados levei a mão ao seios numa atitude pudica, bastante convincente e me dirigi ao banheiro.

No caminho pode ouvir Carlos falando que não imaginava que meus peitinhos eram tão tesudos. Marcelo disse que já sacava e que me comia com os olhos mas disfarçava por eu ser sua chefe. Ao ouvir o comentário me dei por satisfeita pois não acreditava ter coragem para passar deste ponto. Para minha surpresa, quando entro no banheiro fiquei muito constrangida com a cena de Mariza sentada no vaso sanitário de pernas abertas e uma mão acariciava o peitinho pulando e beliscando de um mamilo ao outro e com a outra passava o indicador já francamente viscoso no grelinho.

Ela ficou bastante sem graça, interrompendo sua masturbação e tentando disfarçar até que eu, para melhorar o clima, falei que todas as mulheres se masturbam, somente escondem das outras ao contrário dos homens e para exemplificar contei o que ouvi Marcelo sugerindo a Carlos. Mostrei como os homens lidam bem com a masturbação e que nisso eles faziam muito bem.

Neste momento ela me agradeceu o comentário e falou que havia ficado muito excitada de ter dois homens presos numa chuva por uma noite inteira. Para ser franca disse que também fiquei, mas que não levava jeito para estas coisas. Foi quando senti seus olhos femininos vidrados em meus seios, boca entreaberta e seguindo o olhar até minha bucetinha.

Confesso ter ficado molhada somente com seu olhar. Percebendo a minha reação, Mariza me pegou pela cintura encostando seu sexo no meu e disse que na verdade sentia atração por mulheres e achava que eu deveria sentir também, mas que da mesma forma tinha medo de ser confundida com lésbica, pois não passava de uma curiosidade.

Falei que sim e que naquele momento, toda a minha caretice estava indo abaixo substituída por um enorme tesão, agravado pelo contato de seu sexo. Não deu outra, nos enroscamos num beijo lento, sem língua, beijando e nos lambendo mutuamente no rosto e pescoço, como gostaríamos que os homens fizessem antes de partir para o pesado, depois de um beijo de língua bem molhado, Mariza foi descendo em direção aos meus peitos, que estavam durinhos e louco para serem chupados.

Neste instante me soltei de vez e ataquei seus peitos também, que eram grandes , duros e arrebitados e começando a esfregar uns nos outros. O meu pequeno em seu grande o seu grande no meu rosto e eu ia enfiando meus peitos em sua boca com vigor, na busca de sensação cada vez mais intensas.

Senti naquele momento sensação que nenhum homem poderia me dar. Peito macio no meu peito durinho num verdadeiro balé. Sutilmente percebi que nosso colegas perceberam e que estavam a espreita muito discretamente achado que nos não sabíamos. Isto me deu mais tesão, saber que o nosso prazer estava deixando eles doidos e quem sabe eles aprendessem a aula de como deixar uma mulher louca.

Estava louca realmente, pois aproveitei a chance única para soltar a franga para comer e ser comida por outra gata. Fui sugando seus peitos dourados, sua barriga, virei-a de bunda para mim, mordi seus glúteos, lambi sua área pré-anal, lambi seu cuzinho e enfiei um dedo lá e outro na bucetinha.

Senti que ela estava se aproximado do gozo pois estava bastante molhada e sem precisar tocar no seu grelinho este tremia sozinho anunciando o gozo próximo. Neste momento, somente no sexo com mulheres, a outra é capaz de perceber que precisa dar também na mesma intensidade e me fez deitar no chão agarrando minha buceta e chupando de forma ritmada sem ser rápida, curtindo, com a língua bem molhada.

Desta vez senti que ia gozar e pedi para enrolarmos um pouco mais. Foi apenas nesta hora que Mariza percebeu que éramos observadas e me falou ao ouvido para deixá-los de lado que iríamos ter a nossa transa até o fim. Aceitei, pois já estava no auge do meu tesão. Ela, como era experiente, me falou que gostava de sexo oral mas que esta não era a única forma para as mulheres gozarem. Isso era apenas uma preliminar.

Não entendi. Foi quando ela me faz sentar de pernas bem abertas no chão e meio reclinada e veio com determinação para cima de min. Pediu para eu colaborar segurando meus grandes lábios bem abertos expondo meu grelinho. Quando terminou a manobra vi que ela fez o mesmo e se dirigiu de frente para mim, com aquele montinho duro e estufado pedindo apenas que eu o lubrificasse com a língua para deslizar.

Ao que atendi prontamente com mais uma beijada naquele grelo rosinha e limpo, sem pêlos na bucetinha. Voltei para minha posição de costas, inclinada e com as pernas bem abertas e, num instante, Mariza encaixou sua xoxota na minha e senti seu grelo duro, molhado se atracando com vigor ao meu.

Somente quando os dois estavam íntimos e colados, soltamos os grandes lábios que os escondiam e nos entregamos a um abraço cheio de mãos, apertões e beliscões, beliscadas na bunda uma da outra, beijos de língua já bastante babados pelo descontrole total que nos encontrávamos e travamos um rec. - rec. dos grelinhos, roçando um no outro, com bastante ritmo como numa foda com um pau, mas sem sentir falta naquele momento, que resultou num tremor que vinha nos invadindo e progredindo deste para um orgasmo enorme, onde ao final, que foi simultâneo, salivávamos muito, babávamos e sentíamos nosso tremor ir se despedindo do corpo com grelinhos ainda duros e já quase cutucando um no outro, sendo ainda surpreendidas por ondas e tremores de nossos grelos.

Os rapazes intensificaram sua punheta e caíram sentados no corredor, fato que não foi registrado por nós. Aguardamos a moleza passar e, discretamente, fomos para nossos cômodos improvisados, fingindo que não sabíamos que tínhamos sido vistas por eles.

Enviado por email – autora não quis se identificar...
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