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Sexo com Amor

Abri os olhos: na minha frente uma bandeja com pãezinhos frescos, geléia, manteiga, queijo, presunto, frutas, café, leite e suco de laranja. Me espreguicei e dei um bom dia com um leve beijo na sua boca. Aceitei a refeição preparada com prazer, estava morrendo de fome devido a maratona que tivemos durante a noite. Taís era assim, doce, meiga e muito solícita. Sempre querendo agradar. Inclusive na cama. Neste assunto ela se revelava, transformando-se em uma máquina de prazer, uma atleta sexual que exauria as minhas forças. Terminei meu café da manhã, afastei a bandeja e fiquei olhando para ela.

Eu estava deitado na cama com os braços cruzados por trás da cabeça. Ela nua, de frente para o espelho, penteava os longos cabelos lisos ainda úmidos. Adorava olhar para o seu corpo, ver ela se vestir. Contemplava sua cintura fina, as covinhas acima dos quadris e aquela bunda branquinha. Ela sempre se demorava mais escovando os cabelos longos e lisos, repartidos ao meio. A primeira coisa que me chamou atenção nela foram eles. Os cuidados prosseguiam com a aplicação dos cremes, um para o corpo e outro para o rosto. Desodorante, um pouco de perfume no pulso e no pescoço, depois vinha a vestimenta das roupas.

A calcinha preta comportada, com rendas e lacinho cobrindo a bucetinha de lábios salientes e rosados. Os pelos claros com corte delicado. O bumbum farto e empinado preenchendo a lingerie, O tecido ocultando sua pele clara mas deixando em evidência suas formas. O sutiã da mesma cor alojando os seios médios e firmes com os bicos eriçados.

A blusinha era vestida com cuidado para não desmanchar os cabelos penteados. Ela ficava linda vestida assim: de calcinha e com uma blusinha. A calça jeans justa era colocada com uma reboladinha, para conseguir passar pelos quadris largos. Eu ria sempre que ela fazia isto. Adorava este seu ritual, pensava naquele corpo sendo coberto e escondido, mas que antes disso tinha sido todo meu.

- Você não vai se vestir? – me questionou com a voz meiga e gentil.

- Só se me der um beijo primeiro. – Me levantei e a abracei procurando seus lábios. Senti aquele cheirinho gostoso, de mulher recém saída do banho, toda perfumada. Ela se afastou me dizendo para eu parar senão não conseguiríamos sair dali.

- Sabe que é uma boa idéia? Podíamos passar o dia na cama. O que você acha?
- Você sabe que não podemos... disse ela saindo do quarto em direção a cozinha....

Sentei na cama e logo voltei a deitar. Calculei que poderia ficar ainda mais um pouquinho na cama.

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As lembranças acabam por envolver meus pensamentos e imagino como a vida por ser vivida. Quantas possibilidades temos em nossa frente e como nossas escolhas afetam os nossos caminhos. Principalmente na nossa juventude temos infinitas estradas para percorrer e nem sempre escolhemos as mais certas.

Lembro de quando tinha dez anos de idade e brincávamos todos juntos em um parque de minha cidade. De repente uma garota se aproximou e me fitando com aqueles olhos azuis profundos, colocou um papelzinho dobrado em minha mão se afastou rapidamente. Curioso , abri o papel e a mensagem dizia: ´Oi te acho muito bonito, quer namorar comigo?

Achei engraçado e fiquei um pouco envaidecido, mas naquela época o que eu gostava mesmo era de jogar bola e ,apesar de ter me aproximado mais de Raquel, a nossa relação não passou de darmos umas voltinhas de mãos dadas por aí. Mas este foi o dia que uma semente foi plantada no meu coração. Com o passar dos anos já na adolescência, descobri o amor quando a vi de biquíni no clube. Acostumado a vê-la com roupas largas brincando no meio dos meninos não podia imaginar quanto o seu corpo estava mudado.

Cabelos castanhos até a metade das costa e, olhos azuis. Os seios, bumbum e pernas todos com a medida certa. Um corpinho de violão que se escondia por trás de um jeito moleque. Estava com quinze anos e já era uma mulher feita. Depois deste dia tomei coragem e declarei o meu amor. Ela sorriu como um anjo e disse que também gostava muito de mim. Nos beijamos, acariciei seu rosto, coloquei meus dedos por entre os seus cabelos e a abracei forte. Ahhh ...Como eu a amava...

Começamos a ficar mais íntimos, passávamos um bom tempo sozinhos vendo filmes em minha casa e logo tive vontade de conhecer mais o seu corpo. Em uma tarde, começamos a nos beijar e eu sentia todo aquele corpo sob minhas mãos, o calor da sua pele, a sua bundinha firme. Ela gemia e respirava com dificuldades. Meu pau doía de tão duro e sentia minha cueca melecada de tesão. Minhas mãos entraram por debaixo de sua camiseta e senti os seus seios rijos, os apertei e ela gemeu mais forte. Ela também passou a acariciar meu tórax me deixando ainda mais louco. Não agüentava mais e coloquei sua mão sob a minha bermuda. Assim que ela sentiu meu pau duro o segurou com força.
Sem me preocupar que estávamos no sofá da sala, tirei sua camiseta e passei a beijar o seu pescoço. Sua cabeça pendeu para o lado e ela aceitou o carinho, acho que devia estar com tanta vontade quanto eu. Guiado pelos instintos desci minhas mãos até o seu shorts e tentei abri-lo. Mas desta vez ela segurou minhas mãos.

 Não, espera. Pode chegar alguém... E eu ainda não estou preparada.
 Por favor... você sabe que eu te amo!
 Eu também te amo, mas ainda não estou preparada. Você consegue esperar mais um pouco?

Respondi afirmativo, porém não agüentava mais. Eu a amava e estava louco de desejo. Queria sentir o seu corpo e descobrir como era transar. Masturbação já não me satisfazia. Eu namorava uma garota linda e gostosa que me deixava cada vez mais louco de tesão e apaixonado.

Continuamos a namorar e sempre que estávamos sozinhos eu tentava avançar mais um passo, sempre nos agarrávamos e parecia sair faíscas. Mas ela continuava firme. Queria se sentir preparada. E eu tentava bravamente respeitar o máximo possível a sua posição.

Em outro dia os pais dela não estavam em casa, somente sua irmã mais nova estudava na sala. Fomos até o quarto de Raquel para ver uns cd´s e começamos a nos beijar. Ávido de tesão minhas mãos já passaram a acariciar aquele corpo lindo, tão conhecido de minhas mãos,, tão desejado pelo meu corpo. Apertei a sua bundinha , alisei a buceta por cima da bermuda e coloquei sua mão no meu cacete. Ela o apertava e o esfregava quando não agüentei mais e o tirei para fora. Ela se assustou um pouco e depois o segurou. Nossa! Quase gozei somente com o contato da sua mão. Continuamos a nos beijar e a fiz se abaixar empurrando seus ombros para baixo. Ela entendeu minha vontade e se ajoelhou aos meus pés. Com o pau na altura do seu rosto, olhou para cima e sorriu .

 Me chupa vai, me chupa ! Não agüento mais! Implorei rouco de tesão.

Então ela o olhou por um instante e sua boca agasalhou o meu pau. ! Nunca imaginei que pudesse ser tão bom! Sentia sua saliva morna, sua língua acariciando a cabeça do meu cacete. Os movimentos ainda inexperientes para dentro e para fora... Não agüentei... Enchi sua boca com toda a minha porra acumulada pelo o tesão que eu sentia.

Estranhando o gosto ela o tirou da boca e ficou apenas alisando. Apesar da gozada farta meu pau ainda estava duro. Então a puxei para perto de mim e tirei sua camiseta, já aninhando meu pau entre as suas pernas. Raquel também estava com tesão, podia sentir isso pela sua respiração. Tirei seu sutiã e os seios mais lindos do mundo apareceram na minha frente. Os beijei com paixão. Lambia e brincava com os bicos que estavam empinados, passava a língua na auréola rosada e apertava o outro com minhas mãos. Alucinada a coloquei na cama e fui beijando sua barriga. Tentei abrir o seu calção e desta vez não houve resistência. Ainda lembro da sua calcinha... Era branquinha e estava úmida na parte da frente demonstrando o seu desejo.

Completamente nua, deitada na sua cama, ela era a coisa mais linda que havia visto na minha vida. Sua bucetinha com pelos claros estava molhadinha. Lembro do prazer que senti quando passei minha mão lambuzando meus dedos pelos seus líquidos. Aquilo significava que ela me desejava tanto quanto eu a ela. Retribui o prazer que senti passando a língua nos lábios macios e rosados da sua vagina. Ela gemeu e mexeu o corpo na cama. Acariciei sua vagina explorando toda a sua extensão. A lambia, beijava e sugava loucamente sentindo o gosto da sua bucetinha. Com minha cabeça entre suas pernas, Raquel erguia seus quadris da cama enquanto gozava na minha boca me segurando pelos cabelos. Ela gemia muito. Fiquei orgulhoso daquilo! Não sabia que eu era capaz disso. De dar tanto prazer a uma mulher.

Subi até ela e pude ver seu rosto avermelhado. Ela suava e sorria com um semblante de satisfação. Meu pau se encaixou na altura da sua bucetinha e forcei tentando a penetração. Completamente lambuzada, meu pau acabou passando pelos lábios vaginais até encontrar uma certa resistência. Olhei para ela e a beijei forçando mais um pouco. Meu pau entrou e ela apertou minhas costas, visivelmente sentindo dor.

 Tá doendo muito? Perguntei, maravilhado com a sensação que sentia. Meu pau latejava e sentia a sua bucetinha macia, úmida e aquela temperatura morninha. Parecia que eu gozaria a qualquer instante.
 Tá... Mas dá para agüentar... Continua... Mais vai devagar...

Lentamente fui introduzindo todo o meu pau até sentí-lo inteiro dentro dela. Sua testa se franzia de dor e com o pau alojado em suas carnes beijei seus lábios, seu rosto, senti o perfume no seu pescoço e iniciei o movimento para dentro e para fora. Aquilo era demais! Quase sem querer fui aumentando a intensidade dos movimentos, sentia um calor dominar meu corpo e quanto mais sentia a proximidade do meu gozo mais aumentava a velocidade de minhas estocadas. Logo, minha virilha se batia com a dela com violência até eu gozar com gemidos de prazer. Suas mãos apertaram minhas costas e suas unhas se enfiaram na minha pele. Todo o meu corpo formigou, a sensação subiu pelas minhas pernas e estourou com minha porra que encheu sua bucetinha. Desabei sobre o seu corpo e fiquei abraçado a ela totalmente ofegante.

Passado alguns segundos levantei meu rosto e acariciei seus cabelos. Ela sorria com uma expressão cansada.

 Eu te amo. - Falei apaixonado

Ela sorriu e disse que também me amava. A abracei com força e decidi que ficaríamos juntos para sempre. Eu casaria com ela e teria filhos. Seriamos felizes!

Inebriados com nosso amor fomos surpreendidos por um barulho fora do quarto que me tirou de minhas fantasias. Rapidamente nos vestimos receosos de sermos pegos em flagrante. Sai do quarto e corri para a porta dos fundos enquanto ouvia seus pais entrarem pela porta da frente. Corri o mais rápido que pude e consegui fugir sem ninguém me ver. Estava radiante de felicidade. Agora eu era um homem. Sabia o que era transar. Meu coração transbordava de emoção. Estava repleto de amor. Raquel, minha primeira namorada, minha primeira mulher, o amor de minha vida.

Continuamos a namorar e ter relações sempre que possível, às vezes na sua casa, às vezes na minha. Na parte da tarde, dava uma passada na sua casa e a levava para passear ou íamos até a minha casa. Certo dia, entrei pelo portão de sua casa quando encontrei Letícia, a irmã mais nova de Raquel sentada em um banco e batendo uma bola no chão.

 Oi, sua irmã tá lá dentro?
 Não, ela deu uma saída com a mãe.
 Então tá. Diz para ela que mais tarde passo aqui. Virei minhas costas e já ia saindo quanto minha cunhadinha disse:
 Eu vi o que vocês fizeram outro dia.
 O que? - Olhei para ela curioso. O que ela tinha visto?
 Vocês transando! Eu ouvi um barulho e espiei pela porta. Você estava em cima dela.

Não sabia o que dizer... Seus olhos azuis como os de Raquel me fitavam com uma expressão estranha.

 Você... Contou para alguém?
 Não. Nem vou contar... Mas você tem que fazer uma coisa para mim. Vem comigo – Disse a garota entrando na casa.

Curioso, a segui até a sala e assim que entramos ela envolveu meu pescoço com os braços e me beijou com ardor. Não sabia o que fazer! A lingüinha da garota tentava invadir a minha boca e seus lábios acariciavam os meus sem parar.

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Nisto, quase dormindo novamente, sou acordado pela buzina no lado de fora da casa. Levantei em um pulo sentindo as lembranças esvaírem de meus pensamentos

- Tá pronto amor? Eles já chegaram – A voz veio do corredor.

Corri vestir minhas roupas. Não poderia me atrasar. Afinal poderia retornar em minhas lembranças em outra oportunidade...- Pensei terminando de colocar meus sapatos...

Culpado ou Inocente?



Quando tinha dezenove anos, casei-me com uma mulher de trinta e dois, de nome Kátia, conservadíssima apesar de ser mais velha do que eu, desquitada, tinha uma filha de nome Priscila , fruto do seu primeiro casamento. No princípio, a menina me travava muito mal, pois não queria que sua mãe tivesse outro homem, com esperança de reconciliação entre seus pais, mas com o tempo ela se acostumou com a idéia e nos tornamos bons amigos.

Como passar dos anos Priscila cresceu e se tornou o retrato da mãe, muito linda Há alguns meses atrás, aconteceu-me algo que me deixa com um sentimento de culpa e ao mesmo tempo muito feliz, veja porque. Estava eu deitado em meu quarto aproveitando meus últimos dias de férias, seminu assistindo um desfile da na TV enquanto tomava algumas cervejas e acariciava meu pau, quando que de repente, Priscila entra no quarto.

Acho que meu susto foi maior que o dela, pois eu imaginava que ela estava na aula de aeróbica. Ela olhou o volume entre minhas pernas que minha cueca mal conseguia esconder. Estático não sabia o que falar, apenas observava seus olhos subindo pelo meu corpo lentamente, sentia que ela saboreava a visão, até que seus olhos pararam fixos nos meus. Calada fechou a porta e saiu do quarto.M eu coração disparou, não sabia o que fazer.

Fiquei ali parado imaginando se deveria pedir ou não desculpas, pelo meu descuido. Como não encontrava uma solução, resolvi tirar a água do joelho, pois já havia tomado cervejas demais. Atrás da porta do banheiro percebi que o chuveiro estava ligado, mas como eu estava muito apertado e a porta estava entreaberta, resolvi entrar. Pelo vidro do boxe, via as curvas daquela criança que se tornou moça tão rápido.

Ela deixava a água escorrer em seu corpo como se ela estivesse acariciando suas curvas perfeitas. Levantei a tampa do vaso, com cuidado para que não fizesse barulho. Nisso Priscila abre a porta do boxe, ela não demonstrou nenhum espanto, apenas me olhou fundo nos olhos e fechou a porta vagarosamente até que a porta cobriu sua visão.

Voltei pro quarto sem saber o que pensar, milhares de coisas passavam por minha cabeça, deitei fechei os olhos e resolvi não pensar em nada. Cinco minutos depois, vejo a porta se abrir, Priscila embrulhada apenas numa toalha, caminhou lentamente em minha direção, parou ao lado da cama sem dizer nada, deixou a toalha cair, vi um corpo que confesso nunca havia visto antes, curvas perfeitas em uma pele morena com fortes marcas de biquíni, seus pelos pubianos eram ralos, fios dourados que podia se contar um a um.

Me sentei a beira da cama e a abracei, senti seu corpo ainda molhado e seus seios duros roçavam minha cabeça. Ela levantou meu rosto e me beijou, seus lábios macios e finos, me excitaram de tal forma que não suportei mais, puxei-a para a cama, não me preocupando com nada. Beijei seus seios com seus bicos rosados, fui descendo em direção ao seu umbigo, fundo como seu olhar observando minha jornada, cheguei então em sua bucetinha, não acreditei, um lacre que pude sentir na ponta da língua, chupei seu grelinho, até que ela gozasse.

Ela então me puxou de volta e me deitou por debaixo dela seguindo os mesmos passos que eu, lentamente foi descendo me beijando até que vi sua boquinha linda em torno do meu pau, parecia que ela estava com uma maça na boca, me chupando sem jeito, sua inexperiência me excitava ainda mais, eu olhei aquele rosto lindo com seus olhinhos azuis entre seu cabelos loiros, não resisti e gozei como nunca, ela apenas fechou seus olhos e deixou que a porra escorresse em seu rosto

Então limpou a porra do seu rosto com a toalha que estava no chão e voltou a me beijar, não demorou muito e meu pau já estava duro outra vez, ela então deu um beijinho na pontinha dele e sentou por cima dele vagarosamente e com os olhos fechados , uma nítida expressão de dor. Comecei então a chupar seus peitinhos e suas orelhas, senti ela toda molhada, foi quando senti seu lacre estourar, apenas a cabeça entrou, mas a dor era tanta que ela não agüentou e desceu de mim.

Com ela deitada comecei novamente a chupá-la, queria aproveitar cada segundo, como sua bucetinha era pequena precisei molhá-la mais com minha saliva, tive dúvidas em tentar novamente a introdução, mas resolvi tentar de novo. Ela fechou os olhos esperando a dor e eu lentamente fui colocando, a cada passo tirava o pau de dentro e o molhava com saliva para que sua dor não fosse insuportável, e quando ela percebeu eu já estava todo dentro dela, podia sentir os cabelinhos da sua bucetinha relar nos cabelos do meu pau, comecei a entrar e sair de dentro dela, laceando para que ela não sentisse dor, e pudesse gozar junto comigo.

Todo meu esforço valeu a pena! Ela gozou junto comigo num momento mágico, podia sentir o céu cair sobre mim, queria virar minha porra para morrer dentro dela, transamos mais duas vezes e ela gozou todas junto comigo, algo que confesso nunca havia vivido. Ela desmaiou em meus braços de tão cansada e eu dormi vendo seu rosto de felicidade.

Acordei vendo Kátia chorando e arrumando as malas, olhei pro lado e Priscila ainda estava na cama. Irada Kátia gritou o nome de Priscila, que acordou escondendo seus seios com o lençol. Priscila também arrumou as malas e partiu com a mãe. Achei que iria morrer de remorsos e ao mesmo tempo de saudades daquele corpinho lindo, eu que nunca havia me apaixonado antes agora estava louco por minha quase filha, bebia dia e noite tentando esquecer, só vi Kátia outra vez no fórum para assinar o desquite.

Mas um dia escuto a campanhia tocar, olho pelo olho mágico, só vejo um monte de malas, abro a porta e vejo Priscila mais linda do que nunca, olho mas não vejo sua mãe. Priscila pula em meus braços me perguntando se queria casar-me com ela. Antes que terminasse, disse que sim. Colocando as malas para dentro ela me pediu para ligar para sua mãe, avisar que estava tudo bem, mas ainda não deu tempo, porque fazem quatro dias que ela chegou e nos ainda estamos matando as saudades.

Quando Virei Mulher

Já fazia algum tempo que eu havia perdido a virgindade, fiquei com outros garotos mas sem transar. Estava com medo de ter uma experiência ruim e acabei me reservando. Ainda não tinha sentido vontade de transar novamente até conhecer o André. Moreno, pele branca, cabelos lisos sempre arrumados. Um corpo bonito, de homem. Com ombros largos e braços fortes . Ficar em seus braços devia dar a sensação de proteção, de segurança. André era o irmão mais velho de uma amiga. O conheci após começar a freqüentar a sua casa para estudar e fazer trabalhos escolares junto com sua irmã e outras colegas.

Certo dia estávamos fazendo um trabalho para escola na casa de minha amiga quando sai da sala para ir no banheiro. Ao passar por um quarto com a porta entreaberta, o vi pela primeira vez. Ele estava trocando de roupa . Cabelos molhados, chinelo no pé, somente de cueca. Pernas grossas e peludas, bumbum gostoso. Olhei meio sem querer e André virou para trás e me viu. Senti meu rosto esquentar e saí correndo para o banheiro.

Logo após eu voltar para sala, André ,já vestido, passou por nós e sorriu para mim antes de sair de casa. Depois deste dia confesso que sonhei com ele. Imaginando aquele garoto nu, sonhei que estava transando. Eu ficava de costas, ele me segurando firme, com aqueles braços apertando meu corpo em um abraço, o pau entrando e saindo da minha bucetinha, o barulho de sua pele batendo na minha, ele falando coisas obscenas no meu ouvido. Depois tirando o seu pau, fazendo eu ficar de frente e gozando nos meus seios.... Quando acordei, me masturbei pensando nisso...

Fantasiava transar com aquele gato, mas as dúvidas não deixavam os meus pensamentos. Como seria transar com ele? Seria rápido? Gostoso? Eu gozaria? Que tipo de rapaz ele era? Contaria vantagem para os amigos? Minha experiência anterior não tinha sido muito boa. Ainda não sabia o que era gozar com um homem. A curiosidade era imensa, porém tinha medo de me entregar a alguém. Decepção. Receio de não ser feliz na cama. A vontade de transar novamente, tentar de novo.

Em outra oportunidade encontrei André no clube, eu estava com as meninas na piscina, pegando um sol com meu biquíni amarelo, quando ele me viu. Seus olhos me devoraram . Tenho 1,65 de altura, 51 kg, pele branquinha, bronzeado leve, com poucos pelinhos alourados, bumbum arrebitado e seios pequenos. Sou loira com olhos claros. Os bicos dos meus seios estavam empinados, inchados, arrepiados com o vento meio frio. Ele se ligou neles e os olhou demoradamente. Fiquei roxa de vergonha e sorri embaraçada.

No final da tarde André se juntou a nós e, desembaraçado, conversava animadamente com todas as meninas do grupo, porém ,quando teve oportunidade falou , meio que me cantando como ele e seus amigos concordavam que eu era a mais bonita das amigas de sua irmã. Fiquei vermelha e agradeci o elogio.

Após este dia começamos a conversar pelo telefone, ele era divertido e falava muitas besteiras. Caras extrovertidos são assim, né? Falam sacanagem e se a pessoa se mostrar um pouquinho ofendida, logo eles vem com aquela: - Pô é brincadeira, leva a mal , não! - Mas , na verdade, eu me excitava e viajava com as coisas que ele falava.

Em uma de nossas conversas ele me disse:

- Nossa essas marquinhas de sol na sua pele branquinha são demais! E esse seu bumbum arrebitado, que delícia, heim?

Chamei ele de sem - vergonha e desconversei mas fiquei pensando nisto durante vários dias.

E os nossos papos foram ficando cada vez mais quentes até o dia que ele me convidou para o cinema. Fiquei excitada! Será que ia ficar com ele? André é lindo e bem humorado. E parecia que tinha uma “quedinha” por mim. Nos encontramos, beijinhos no rosto, conversas animadas na fila e no escurinho do cinema ele me envolveu o pescoço com os braços e puxou meu rosto em um beijo quente. Sua língua passeava por toda a minha boca e a nossa respiração estava acelerada. Por cima da camiseta ele tocou levemente um dos meios seios. Os bicos incharam e gemi na sua boca. Fazia tempo que não fazia nada com ninguém. Resisti. Garoto Atrevido! Tirei sua mão dos meus seios e voltamos a nos beijar. Não queria ser fácil mas foi duro de me segurar. Prometi para mim mesmo que em outra oportunidade eu deixava.

Nos finais de semanas seguintes continuamos a nos encontrar. Ficávamos, o tesão estava cada vez mais forte. Mãozinha aqui, mãozinha ali, mas não passava disso. Eu estava me segurando. Tinha medo de ser ruim como tinha sido minha relação com o Carlos. Será que com o André seria melhor? Ele despertava um tesão danado em mim e por várias vezes, após uns sarros gostosos, chegava em casa com a bucetinha molhada. Então ia para o chuveiro e dava uma aliviada me masturbando. Pensando em como seria bom transar com ele. Suas mãos pelo meu corpo, seus braços me apertando forte, sua respiração na minha nuca. O seu pau entrando com força na minha vagina. Que delicia devia ser transar com André!

Em um final de semana fui até a sua casa, assistir um filme com sua irmã e outras amigas. Ainda não tinha o visto quando fui procurá-lo com a desculpa de ir no banheiro. Quando passei pelo seu quarto, ele saiu na porta e me puxou para dentro. O safado sabia que eu estava ali e só estava esperando uma oportunidade. Sentou na cama e me puxou para o seu colo me beijando como um louco. Começou a apertar meus peitos e eu deixei. Audacioso, abriu uns botões da minha blusa e colocou meus peitinhos para fora. Sugou um e acariciou outro. Ele os beijava, chupava.Que tesão! O calor ia dominando o meu corpo. Já sentia a minha bucetinha úmida, quente,latejando. Que medo de alguém nos ver! De repente, barulho fora do quarto!

Pulei de seu colo e arrumei minha roupa. Saí do quarto, não tinha ninguém no corredor. Fui para o banheiro, lavei o rosto e me recompus. Voltei para o filme mas não consegui prestar atenção em mais nada. Só pensava em como seria bom transar com André.

Durante dois meses ficamos de rolo, saíamos juntos sempre que possível. Nos encontramos no clube , André andava de mãos dadas comigo me mostrando para todos os seus amigos. Gostava disso. Quando troquei minha roupa e coloquei o biquíni, André me despiu com os olhos! Seus olhares e seu desejo por mim me deixavam perturbada, excitada e orgulhosa. Pulamos na piscina e ficamos brincando como crianças, jogando água um no outro. Mas como ele era safado logo dava um jeito de dar uma roçadinha nos meus peitos ou na minha bundinha e, quando sem querer, toquei no seu calção senti o seu pau duro. Fiquei com tesão! Continuamos brincando, até que ele me abraçou e beijou, apertando meu corpo contra a borda da piscina. Por mim eu daria para ele ali mesmo. Já não tinha mais dúvidas, os medos estavam desaparecendo. Mas como tinha mais gente próximos a nós, paramos com a brincadeira gostosa e decidimos ir embora.Não ia dar para continuar ali , daquele jeito.

Acho que ele também não agüentava mais de tesão pois nesta mesma semana me chamou para ir até a sua casa. Disse que estaríamos sozinhos e que gostaria de mostrar uns Box´s com umas séries de tv que havia comprado. Que desculpa! Sabia que ele ia tentar me comer.... e eu também queria isto!! Tomei um banho demorado, passei creme por todo meu corpo e coloquei meu perfume favorito . Arrumei os cabelos e vesti uma calcinha preta, contrastando com minha pele branquinha marcada por um leve bronzeado. Decidi ir sem sutiã. Coloquei um vestidinho preto e me olhei no espelho. Achei que estava linda! Com os cabelos loiros descendo pelas minhas costas, usava um sapato com salto que deixava minha bundinha ainda mais empinada. Neste dia eu iria transar com o André.

Chegando na sua casa o avistei no portão. Fomos direto para o seu quarto ver a tal coleção de dvd´s que estavam organizadas em uma estante. Fingi estar interessada por alguns e enquanto olhava os títulos ele me abraçou por trás e foi beijando minha orelha, meu pescoço. Forçei minha bunda para trás e comecei a rebolar. Senti o seu pau duríssimo pressionado contra a sua calça. Desta vez eu queria seduzir e ser seduzida. Queria gozar. Sentir um homem me chupando, passando a língua na minha bucetinha, estava louca de tesão.

Virei de frente para ele e vi o desejo estampado nos seus olhos. Gostava do jeito que ele me olhava. Beijei sua boca e fui passando a mão por seu corpo. Ele correspondia e apertava as minhas costas, minha bunda. Meus seios foram pressionados enquanto ele beijava o meu pescoço. Sussurrava no meu ouvido.

- Minha gostosa, meu tesão! Como você tá cheirosa! Aahhhh..... quanta vontade de te comer, de beijar esse seu corpo lindo.

Gemi como resposta. Suas mãos ergueram e tiraram o meu vestido. Fiquei apenas de calcinha e sapatos altos. Ele olhou para o meu corpo de cima até embaixo. Admirado, segurou a minha cintura e me apertou contra a parede. Beijava os meus seios, os apertava, as auréolas rosadas, o bico inchado. Minha pele se arrepiava a cada toque seu. Sentia minha bucetinha arder em brasa, encharcada, sedenta por sentir seu pau me preenchendo, me invadindo.

Ele tirou sua camisa e calça. Suavemente me fez deitar na sua cama e tirou meus sapatos. Beijou meus pés e foi subindo pelas minhas pernas, lambendo a parte interna das coxas. Passou sua mão na minha bucetinha por cima da calcinha. Suspirei de tesão. Ele, sentindo a umidade, ficou louco e tirou minha calcinha. Meus poucos pêlos loiros, bem aparados ficaram expostos. Minha excitação era tanta que escorria até o meu cuzinho. Fazia tempo que eu esperava por isso.

Beijou minha vagina e passou a língua nos lábios subindo até o clitóris, fazia movimentos circulares e a sensação estava maravilhosa, sentia sua língua quente, macia, delicada, arrepios de prazer foram dominando meu corpo que se contorcia a cada toque, minhas pernas tremiam, sua boca passou a sugar, a abocanhar meu clitóris. Ele o chupava divinamente. Nunca havia sentido aquilo, nem mesmo quando me masturbava no chuveiro. As sensações foram aumentando e de repente o mundo desapareceu abaixo de mim, me senti flutuando, ondas de prazer dominavam todo o meu corpo, gemi alto, gritei e falei palavrões, deitada, ergui minhas costas e apertei sua cabeça contra a minha vagina, estava gozando!!!!!!! O que era aquilo? Minha bucetinha latejava, se contraia e sentia meu gozo escorrer pelas pernas. André continuou chupando, sentindo os meus líquidos, passando a língua por toda minha bucetinha. Minhas pernas estavam moles, tremiam.

Uma euforia me dominava, meu tesão não tinha acabado! Queria senti-lo dentro de mim. Queria mais! O puxei para cima e beijei sua boca. Troquei de posição e o coloquei por baixo, beijei sua barriga e arranquei a sua cueca. Seu pau era maior que o de Carlos e tinha uma cabeçona enorme. Passei a língua nela e por todo o seu pau. Queria retribuir o prazer que ele havia me proporcionado. Lambia suas bolas enquanto o masturbava. Ele pediu para eu parar.

- Espera, se continuar assim vou gozar na sua boca, quero gozar dentro de você!

Dito isto, se posicionou por cima de mim e colocou seu pau na entrada da minha bucetinha. Forçou e o seu pau foi entrando, devagarzinho, nunca tinha sentido a minha buceta tão molhada, tão lubrificada. Sua virilha encontrou a minha. Seus pêlos negros encontraram os meus loiros. Que sensação maravilhosa! Seu pau me preencheu completamente, minha pele se arrepiava de tesão. Ele começou a colocar para dentro e para fora. Eu apertava suas costas, o arranhava. O safado falava sacanagens no meu ouvido, mordia minha orelha. Me chamava de gostosa.

Logo, não agüentei mais e gozei de novo! Gozei de novo! Urrei de prazer, arranhei suas costas, minha buceta se contraiu apertando o seu pau e ele me acompanhou. Não agüentou mais e gozou dentro de mim, sentia a porra escorrendo pelas minhas pernas, ele continuava socando seu pau até que desabou sobre mim. Nossa respiração estava ofegante. Eu estava maravilhada! Nunca na vida podia ter imaginado como o prazer podia ser tão intenso. Como o sexo podia ser tão completo. Se antes havia dúvidas, agora não existia mais nada. Neste momento minha paixão virou amor. André tinha me transformado em mulher.

André me abraçou forte e contou sobre o seu amor por mim. Eu era correspondida. Desde o primeiro dia , sabia que eu seria sua namorada e que tudo entre nós seria perfeito.

Namoramos , transamos por diversas vezes e devido aos caminhos que o destino nos leva, acabei mudando de cidade. Mas André continua sendo inesquecível, o primeiro homem que me fez sentir mulher. O primeiro homem que me fez gozar.

Até a próxima pessoal...

By Camilinha - 
Litoral de S.C. , dezembro, 2008

Esta história é continuação do conto Minha Primeira Vez - Experiências de Mulher
O próximo conto desta autora é Perdendo a Virgindade da Minha Bundinha
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