Transei com o Padrasto da minha amiga


No mês de julho minha amiga Ciça me convidou para passar o fim de semana com ela e a família em Gramado, que apesar de ser inverno estava muito quente. Bom, fomos de carro, eu, ela ,sua mãe e seu padrasto, ambos com seus 50 anos, ele bem enxuto pra idade, já grisalho, alto e de porte atlético.

Chegamos a noite e logo nos instalamos em sua casa num condomínio fechado. Tudo corria bem, porém durante a madrugada, acordei para ir ao banheiro e ao passar na frente da porta do quarto de casal, ouvi gemidos e já pensei na sacanagem que estava rolando, bom, fui até o banheiro dei aquela mijada básica e quando sai notei que os gemidos haviam parado, acho que eles ouviram o barulho da descarga e ficaram quietos, muito sem vergonha, fiz barulho da porta de nosso quarto fechando, mas deixei entreaberta e como imaginava os gemidos reiniciaram

Com um frio na barriga fui até a porta e na cara de pau dei uma espiada na fechadura e quase cai sentada com o que vi, seu Armando deitado e dona Célia abaixada em cima com o pau atolado no rabo, era um pau imenso, entrando e saindo do cu dela, ela subia deixando apenas a cabeça e logo sentava enfiando tudo até as bolas, minha xota encharcou na hora, como hipnotizada fiquei ali olhando, minutos depois, vi seu Armando começar a respirar mais forte e pude ver seu pau começar a pulsar dentro do cu de sua esposa como se estivesse bombeando.

Dona Célia sentou e enterrou tudo e ficou rebolando de leve levando seu marido a loucura, em seguida empinou a bunda e quando o pau já a meia bomba sai de dentro dela, pude ver porra escorrer pelas suas pernas, quase gozei, vi que ela levantou e então fui correndo para o quarto. Não preciso dizer que não consegui dormir direito só relembrando das cenas que havia presenciado, minha xota pegava fogo e estava molhada de tesão.

Na manhã seguinte, eram uma 9 da manhã, levantei fui tomar um banho e meio dormindo, abri a porta do banheiro e para meu desespero, encontro seu Armando mijando, vi de novo aquele pau maravilhoso, que mesmo mole era enorme, ele apenas me olhou com ar de espanto e disse "opa", dei uma risada meio sem graça, pedi desculpas e voltei pro quarto para aguardar. Bom, tomei meu banho e desci para tomar café, na mesa todos riam, Dna Célia com cara de quem deu a noite toda e por ai a fora.

Papo vai, papo vem, notava umas olhadas do seu Armando para minha bunda, como estava calor, estava apenas de camiseta e um shortinho de coton, e como estava calor, minha bunda e buceta ficavam bem marcadas. Vi que ele estava ficando bem interessado e como estava com um puta tesão, com cuidado é claro, resolvi provocar a fera. Dna Célia então disse que iria até uma cidade próxima para buscar umas encomendas de roupas que tinha feito para Ciça e ela teria que ir para experimentar, Ciça me convidou mas vendo uma oportunidade disse que não tinha dormido bem e que iria ficar um pouco em repouso.

Seu Armando me deu uma olhada daquelas que dizem "To de sacando". Finalmente Ciça e sua mãe pegaram o carro e foram para seu destino, foi que eu bastou para mim partir para o ataque, resolvi provocar o coroa e ver até onde ele resistia. Ele sentado na sala, apenas de bermuda e camiseta lendo jornal.

Com a desculpa de olhar os CDs, me abaixei e fiquei de quatro, claro que antes, dei aquela puxadinha estratégica na bermuda para que enterrasse tudo na bunda e deixasse minha buceta marcada, fiz questão de ficar virada para ele. Pelo reflexo do vidro da estante vi que ele olhava fixo para minha bunda e ajeitando o pau dentro da bermuda, quando vi que já estava bem excitado, me virei na cara de pau e perguntei se estava tudo bem, ele meio sem jeito e gaguejando respondeu que sim, colocando o jornal no colo para que eu não visse o volume na sua bermuda, me virei e empinei mais a bunda e desta vez abrindo minhas pernas para que ficasse bem visível a bermuda enterrada da minha buceta

Pelo espelho vi que ele fez uma cara de espanto e se levantou disfarçando seu pau duro dentro da bermuda, dai sem olhar falei que se quisesse poderia ajudá-lo com a situação, e ele pagando para ver perguntou como, me virei e sem me levantar do tapete, me aproximei e sem vergonha alguma, baixei sua bermuda libertando seu pau que estava duríssimo, era lindo, nunca tinha visto um assim, era comprido e grosso, as veias saltadas, circuncidado, tinha um cabeção roxo e lustroso, todo melado, suas bolas eram enormes

Fiz questão de pegar, me coloquei de joelhos, peguei seu pau, não conseguia fechar minha mão de tão grosso, e abrindo ao máximo minha boca enfiei-o até encostar na minha garganta, ele deu um gemido e segurou minha cabeça e começou a me fuder a boca, eu sentia o gosto do seu pau e seu liquido escorrendo pela minha garganta. Com uma das mãos eu me masturbava por cima do short, seu pau pulsava de tanto tesão.

Ele então me levantou e pediu para que subíssemos, pois não queria correr riscos de sermos pegos, fomos para o closet do quarto que tinha uma janela onde ele poderia ver caso sua esposa e filha voltassem. No closet tinha uma poltrona e ele já sem bermudas começou a baixar a minha me deixando peladinha, tirou minha camiseta, ficou olhando meus peitinhos e chupou um de cada vez, sentou-me na cadeira, colocando minhas pernas apoiadas e me deixando toda abertinha, ele então ficou olhando minha bucetinha depilada e começou a me chupar, enfiando sua língua na minha buceta, senti sua língua quente fazendo voltas dentro de mim, tirava e ficava mordiscando meu grelo, quase me fazendo gozar.

Me olhava e dizia que minha buceta era maravilhosa e enfiava a língua novamente, senti que sua língua descia cada vez mais, tocando de leve meu cu, então ele levanta minhas pernas e chupa meu cu, senti sua língua abrindo caminha e entrando, minha nossa, senti a vista escurecer e gozei, meu corpo tremia e escorria meu gozo pela buceta, ele lambeu e me chupou todinha agora com um dedo enfiado no meu rabinho.

Olha, já tinha ouvido falar que trepar com homens mais velhos era uma loucura, mas não levava fé, adorei estar enganada. Seu Armando então, segurando seu pau, encostou na entrada da minha buceta, pedi para ir com calma, pois poderia me machucar, ele com muita calma foi metendo devagar e logo senti a cabeça entrar, senti uma dorzinha, mas o tesão era maior, então ele começou a enfiar mais, senti aquele pau me alargando, meu corpo se arrepiou todo, ele então ficou parado só beijando meus peitos e minha boca e com muita maestria enfiando mais.

Senti que seu pau tinha entrado até onde dava e então ele começou a meter e tirar bem devagar aumentando as vezes e diminuindo, olhei e vi aquele mastro entrando e saindo de minha xota que estava arreganhada ao máximo para recebê-lo, Seu Armando respirava forte, sentindo que ele poderia gozar, pedi para que comesse meu cuzinho, porem com o mesmo cuidado que teve com minha xota.

Ele então me colocou de quatro na cadeira e começou a esfregar seu pau melado ao tempo que enfiava 1 dedo, 2 dedos e quando enfiou 3 dedos, ele girava dentro de mim alargando meu rabo, logo em seguida, senti ele enfiar a língua no meu cu novamente, deixando bem lambuzado, encostou a cabeça do pau e foi forçando, metendo e tirando aos poucos e cada vez entrando mais, foi difícil mas conseguiu meter a cabeça, senti que meu cu estava se rasgando, pois a dor era terrível, logo senti seu pau entrando mais, meu cu ardia, sentia meu cu dilatando e engolindo seu pau até que senti suas bolas baterem na minha buceta, senti que já estava larga e pedi para que me comesse com vontade

Ele então começou a fuder, sentia seu pau entrando e saindo num ritmo que não agüentei e gozei, senti meu cu apertar seu pau que não agüentando mais disse que iria gozar, dai falei, goza no meu cuzinho, enche meu rabinho de porra, vem goza, não demorou e senti seu pau fazer o mesmo que eu tinha visto, ele inchou dentro de mim e senti sua porra me queimar por dentro, seu pau tinha espasmos e a cada um deles eu sentia jatos de porra sendo despejados dentro de mim, ele parou, deixando seu pau dentro de mim, eu fiquei sentindo seu pau pulsando e para provocar, eu contraia meu cu como se quisesse chupar o que restava de porra ainda.

Senti seu pau sair, estava todo melado, me ajoelhei e ainda consegui beber as ultimas gotas, ele me beijou e disse que ainda não acreditava, dei uma risada e disse que não via a hora de repetir, ele foi se lavar e eu corri para o banheiro, pois senti que meu cu estava tão largo que a porra estava escorrendo, me sentei no vaso e fiz força expelindo a porra entre peidinhos, ao olhar notei que tinha um pouco de sangue até, tomei um banho e desci, fiquei com meu rabo ardendo por 2 dias, mas foi ótimo.

Dona Célia e Ciça voltaram no meio da tarde e nem desconfiaram de nada. Já seu Armando e eu, combinamos de nos encontrar com mais calma e desta vez vamos trepar por horas, pois quero curtir aquele pau com calma, quero que ele goze na minha boca e que goze na minha buceta, pois adorei sentir aquele pau gozando dentro do meu cu. 

Beijos a todos

Conto erótico recebido por email

No Retorno da Balada


Tenho 26 anos e boa aparência com 1,75 de altura, 70 kg bem distribuídos, olhos e cabelos castanhos. E o fato que passo a narrar aconteceu em um período que havia brigado e terminado com minha namorada. Para extravasar um pouco a cabeça decidi ir sozinho em um bar tomar umas cervejas. O local que escolhi era agradável e tocava musica ao vivo. Acabei ficando por lá até as 03:00 da manhã. Apesar de ter umas garotas me dando bola, não fiquei com ninguém e achei que já estava na hora de ir embora, pois estava meio bêbado.

Peguei meu carro e a umas duas quadras do bar vi um rapaz de uns 20 anos andando sozinho na rua. Passei por ele e vi que era um vizinho que morava em um prédio ao lado do meu. Encostei próximo ao meio fio e dei uma rézinha. No inicio ele fico meio assustado, mas quando me reconheceu deu um sorriso. Ofereci carona e ele entrou no carro, quando o fez percebi que ele estava bem alcoolizado e conversando percebi sua voz alterada. O rapazinho devia ter bebido todas naquela noite.

Conduzi o carro até seu prédio e quando parei na frente ele me perguntou se eu poderia levá-lo até a porta do seu apartamento, pois estava sozinho e muito bêbado. Temia por não conseguir chegar até lá ou por algum vizinho vê-lo naquele estado. Em dois, seria mais fácil disfarçar e ele poderia apóiar-se em mim.

Como sou homem e já aprontei várias dessas de chegar travadaço em casa, resolvi ajudá-lo e atender o seu pedido. Entramos no prédio, subimos pelo elevador  comigo o segurando e ele conseguiu abrir a porta do seu apartamento. Missão cumprida, já estava me preparando para virar as costas e ir embora quando ele pegou minha mão e dirigiu até o cacete dele. Levei um susto, mas não tirei a mão, curioso por verificar se ele tinha sentido algum tipo de tesão por estar próximo a mim, apoiando seu corpo junto ao meu. Seu pau estava duro como pedra.

- Você já transou com outro homem? Já sentiu outro pau? – Perguntou o rapaz

Sem me dar tempo de responder sua pergunta ele dirigiu minha mão até sua bunda e disse em seguida.

- E uma bundinha? Você já comeu outro macho?

Sua bunda era durinha e volumosa, senti meu pau endurecer e ainda paralisado com a surpresa fui puxado para dentro de seu apartamento. O rapazinho era decidido! Entrou, fechou a porta e me jogou contra ela vindo beijar minha boca. Nunca havia beijado outro homem, mas não opus resistência. Sua mão veio encontrar meu pau e descobriu que eu também estava duro. Disse então:

- Olha só! Você já tá preparado com a vara em pé.

Então ele se ajoelhou e abaixou minha calça fazendo meu pau saltar aos seus olhos. Sua boca envolveu a cabecinha e ele passou a me chupar com muita habilidade. Nem minha namorada me chupava desta forma., com tanta vontade. Sua mão apertava minhas bolas em uma massagem gostosa, meu pau estava até doendo de tão duro e latejante.

Com a mão que me acariciava as bolas ele foi procurando meu ânus e passou a pressioná-lo, me dando um prazer diferente. Como não reclamei de ser acariciado daquela forma, o rapaz se sentiu autorizado a prosseguir e colocou a ponta do indicador dentro do meu cuzinho. Aos poucos foi forçando e seu dedo  entrou inteiro em mim. Aquilo era incrível! Sua boca me chupava e seu dedo me penetrava me dando um prazer maravilhoso. Sentia até meu ânus latejar e piscar em volta do seu dedo.

Então ele parou de chupar e me conduziu a até o sofá, sentei e ele tirou minhas calças. Sua língua passou a deslizar sobre meu pau, minhas bolas e foi descendo até encontrar aquela região que fica entre o ânus e as bolas. Ali ele fez me ir as alturas, não imaginava que esta é uma área tão sensível. Meu pau babava de tanto tesão. Com as minhas pernas em seu ombro ele desceu com a língua e passou a lamber meu cuzinho. Era incrível, mas eu sentia meu ânus piscar de tesão. Ele vendo que eu estava no ponto, colocou uma camisinha eu seu pau sem eu perceber, e veio subindo, beijando a barriga e meu peito até que senti a cabeça do seu pau morna tocar meu cuzinho que estava todo babado e piscando de tesão.

Fiquei meio ressabiado, pois nunca havia dado a bundinha, mas a sensação estava tão boa... Ele forçou um pouco e senti seu pau entrar um pouquinho. Ele forçou mais um pouco e uma dorzinha me invadiu quando seu pau deslizou para dentro de mim. Agora não tinha mais jeito. Ele já havia me penetrado. Eu estava comido e meu cuzinho não era mais virgem.

O cara sabia meter em outro macho, pois esperou um pouco para eu me acostumar com a dor enquanto passava sua língua no meu pescoço e peito, até que passou a meter lentamente, aumentando o ritmo e me fazendo gemer. Assim ele foi fazendo bem gostoso até gozar deliciosamente. Eu ainda não tinha gozado e sabendo disso ele voltou a me chupar, me fazendo encher sua boca com minha porra que ele conseguiu engolir tudo sem deixar escapar uma gota.

Depois de ter gozado e ter minha bundinha comida, uma sensação de arrependimento me invadia. O que eu tinha feito? E minha namorada? Puxa... Eu a amava... Como eu consegui dar a bunda para outro homem tendo uma mulher daquelas ao meu lado?

Vesti minha roupa e corri para casa. Tomei um banho antes de ir deitar e senti o cu ardendo por ter sido comido pela primeira vez. Decidi que no dia seguinte, sem falta, iria ligar para minha namorada e pedir para voltar. Eu precisava me sentir mais homem novamente...

Conto erótico by Marcos – recebido por email

Dando na volta da festa

Olá pessoal, este é meu primeiro conto. Sou gaúcha, loirinha, 1:65, 54kg, bundinha arrebitada, seios durinhos, bucetinha e rabinho depilados.O que vou contar ocorreu semana passada quando voltávamos de uma festa em um Sitio aqui perto de Porto Alegre.

Estávamos em 5 num carro, 3 amigas e 2 amigos, porem na volta, já eram umas 4h, decidimos ir embora e quando o cara que passei a noite disse q estava precisando de carona. Como o sitio é afastado, concordamos. Como não tinha lugar, acabei indo no colo de Marcos, esse era seu nome, um moreno, surfista que sempre fico nas festas, até então só nos amassos.

Como temos que percorrer 80km, logo no inicio da viagem senti sua mão boba nas minhas pernas, pois estava de mini-saia, só de provocação, abri de leve e logo senti sua mão tocar minha xota por cima da calcinha, nossa, fiquei molhada na hora, tava loca pra dar mas não tinha como, foi quando tive a idéia de pedir para ir ao banheiro, Cláudio, que estava dirigindo, parou num posto, fui até o banheiro, dei uma bela mijada e propositalmente fiquei sem calcinha, voltei para o carro e ao entrar, virei de bunda para marcos mostrando, pois minhas amigas, bêbadas já estavam no quarto sono.

Seguimos viagem, logo senti sua mão novamente, agora mais agressiva, senti seus dedos alisando minha buceta que já estava encharcada e volta e meia seu dedo descia até meu cu que piscava de tesão. Senti que ele tentava abrir sua calça e com a desculpa de fala com Cláudio que dirigia, me curvei para frente.

Foi o que bastou, senti seu pau roçando minha buceta e quando senti que a cabeça tinha entrado, sentei bem devagar, minha nossa, seu pau era imenso, fiquei rebolando indo no embalo dos movimentos do carro, Marcos me segura com força pela cintura e enfiava fundo.

Me levantei mais uma vez e com a mão posicionei na entrada do meu cu, comecei a sentar e senti aquele cabeção entrar, me sentia sendo rasgada, seu pau foi entrando cm a cm me alargando, meu cu pegava fogo.

Logo estava com tudo aquilo enfiado no rabo, tinha que me controlar para não gritar, no balanço do carro aquele pau entrava e saia do meu rabo me levando a loucura, senti então Marcos me segurar com força, enfiou fundo, senti seu pau inchar e logo o calor da sua porra me inundando o cu, que delicia, não agüentei e gozei com a mão na boca, tive que me controlar. Ficamos ali paradinhos, senti seu pau amolecer aos poucos dentro de mim e logo sair, me sentia toda melada, pois escorria porra do meu cu.

Descemos na frente do meu prédio, nos despedimos e combinamos de nos encontrar no outro dia. Chegando em casa, tomei um banho e ao olhar no espelho, meu cu estava enorme. Antes de dormir, ainda bati uma siririca gostosa pensando na aventura.

Beijos a todos

Conto erótico recebido por email - autora anônima

Iniciando por Trás

Minha vida sexual começou precocemente graças à ousadia de uma empregada doméstica muito arteira. Tinha meus 18 anos de idade, quando espiei enquanto Maria tomava banho e ela me apanhou em flagrante e ameaçou de contar ao meu padrasto. Meu padrasto era muito severo e costumava me espancar sob o mínimo pretexto, a idéia de que ela me delataria me deixou apavorada de maneira que lhe implorei que não o fizesse e lhe prometi que faria qualquer coisa desde que não contasse nada a ele.

- Qualquer coisa? Ela perguntou com um meio sorriso nos lábios.
- Qualquer coisa. Repeti eu.
- Tá bem. Depois do jantar a gente conversa.

No fim do dia após o jantar, quando meu padrasto já havia subido para dormir (morávamos num sobrado) ,ela entrou no meu quarto e disse que vinha cobrar a minha dívida. Ela me mandou tirar as calças, o que recusei muito assustado, mas ela se pôs a gritar e eu com medo que meu padrasto ouvisse mais que depressa tirei as calças e fiquei pelado da cintura pra baixo, pois eu não usava cueca para dormir.

Ela segurou meu pinto e deu uns puxões fortes e doloridos, depois me deitou em seu colo de barriga para baixo. Em seguida começou a dar tapas na minha bunda. Eu quis gritar, mas o medo do meu padrasto era maior do que a dor que eu estava sentindo.

Ela não estava apenas me surrando, ela também estava me fazendo carícias. Dava dois ou três tapas e depois passava a mão suavemente por toda a minha bundinha de menino, sempre descendo os dedos pelo meu rego e acariciando o meu cuzinho.

Não demorou muito e ela estava enfiando bem fundo o dedo indicador dentro do meu cú. No começo isso incomodava, mas depois comecei a sentir um certo prazer e me relaxei um pouco mais. Ela se cansou logo de mexer na minha bunda e me virando de frente começou a alisar e beijar meu pau. Em seguida começou a chupar meu membro, ao mesmo tempo em que continuava a enfiar os dedos no meu cú.

Tanto inventou, tanto fez que acabei gozando em cima das pernas dela. Ela riu muito da minha atrapalhação e depois tirou rapidinho a calcinha, esfregou ela no meu rosto e depois puxou minha mão até sua buceta. Para mim tudo aquilo era maravilhoso e inusitado e eu estava com muita curiosidade e tesão.

Comecei devagarzinho, com muita hesitação a alisar os seus pelos pubianos e a passar os dedos pelos lábios da sua xoxota. Começou a sair um líquido que era meio gosmento, mas tinha um cheiro muito bom. Não demorou muito e ela me segurou pelos cabelos e me forçou a encostar a cara na buceta dela - isso me assustou muito, eu estava apavorado, mas ela ria muito e gritava:

- Chupa seu filho da puta; chupa minha periquita, lambe, lambe, eu quero que você limpe ela toda com sua língua. No começo eu tentei resistir porque tinha nojo, devido à minha inexperiência, mas acabei gostando da coisa e ela gozou na minha cara. Nem bem ela gozou já me empurrou, se levantou e foi embora dizendo:

- Amanhã eu volto para comer o teu cuzinho. Nem consegui dormir direito aquela noite, fiquei pensando em tudo que tinha acontecido e me lembrando que ela tinha enfiado os dedos no meu cú, pensei:

- Será que eu sou viado? Eu nunca havia sentido tesão pelos outros meninos, como podia sentir prazer com o dedo dela em minha bunda? Embalado por esses pensamentos aterradores, dormi e no dia seguinte, contei o caso para meus colegas da escola, (como se tivesse acontecido com um primo meu) e todos ficaram muito excitados.

Foi aí que eles me contaram que todo adulto chupava bucetas e que isso era considerado a maior sacanagem. Sentindo-me o maior dos sacanas e bastante excitado, mal vi à hora dela voltar ao meu quarto nessa noite. Tudo se repetiu mais ou menos como na noite anterior, só que no sentido contrário, comecei chupando e acabei levando tapas na bunda. Só que na hora dos tapas, aconteceu uma coisa nova.

Ela tirou debaixo do travesseiro uma cenoura fina e comprida, enfiou dentro da boca para molhá-la com saliva e depois foi enfiando devagarzinho no meu cú, enquanto me chupava. Nessa noite ao dormir eu estava apavorado, tinha gostado da história da cenoura, sentia o maior tesão no cú e achava que estava virando viado.

Durante a aula, no dia seguinte olhei para os garotos mais bonitos da classe, pensando como seria comê-los e ser comido por eles, mas não conseguia nem imaginar isso, sentia o maior nojo e não conseguia sentir tesão por eles, mas a idéia de ser comido pelas meninas da classe me excitava muito e eu ficava sonhando com o cair da noite. Nessa noite a sacanagem continuou, e eu estava louco de vontade de enfiar meu cacete na buceta dela e ela disse que deixaria se eu deixasse ela enfiar um pepino na minha bunda.

Ela mostrou o pepino, não era muito grande e eu acabei concordando - para falar a verdade eu fiz uma cara contrariado como se ela tivesse a abusar de mim, mas no fundo, no fundo, bem lá no fundo do meu cú, eu estava morrendo de vontade.

Fizemos um meia nove, comigo por cima e enquanto eu chupava a buceta dela, ela chupava o meu pau ao mesmo tempo em que enfiava o pepino na minha bunda. Aquela foi a primeira vez em minha vida que comi uma buceta e depois disso eu me sentia um homem importante e o mais sacana dentre os meus colegas de escola.

Nossa sessão de sacanagem quase todas as noites, durou cerca de seis meses e foi ficando cada vez mais divertida, mas essas diversões tinham um preço cada vez mais alto, pois todas as noites ela comia a minha bunda e cada vez trazia um negócio maior para enfiar nela. Foram salsichas, bananas, nabos, chuchus, salames e até mesmo invólucros de perfumes e desodorantes que tivessem a ponta redonda e fossem cilíndricos, lembrando um pinto.

Mas o que é bom dura pouco e ela acabou saindo de casa de meu padrasto, sem jamais contar que eu a espiei no banheiro. Os anos foram se passando e hoje sou um homem feito, com 35 anos de idade, mas ainda gosto de ser enrabado por uma mulher fogosa que goste de fazer sexo comigo.

Conto erotico recebido por email - autor anônimo

Transei com Minha Melhor Amiga

Ola Pessoal, hoje acordei um pouco mais tarde, pois só tinha as ultimas aulas. Lá estava eu deitada na minha cama, nua debaixo dos cobertores, fiquei curtindo a preguiça e brincando com minha xoxota, a brincadeira evoluiu e cabei gozando gostoso. Levantei-me, tomei um banho e fui pra minha aula. Na saída encontrei umas amigas e uma delas. Juliana me convidou para almoçar na sua casa, como não tinha nada pra fazer acabei aceitando.

Terminado o almoço, rumamos para minha casa para aprontarmos um trabalho de matemática, pois como fico sozinha o dia inteiro, fica melhor aproveitar o silencio para estudar. Chegamos lá, Ju ficou na sala enquanto fui trocar de roupa.

Estava no meu quarto só de calcinha, fio dental, quando vejo Ju parada na porta me olhando com uma cara muito safada, ele chegou mais perto e disse que me achava muito gostosa, dei uma risada e tirei minha calcinha e foi ai que levei um susto, quando me curvei senti sua mão na minha bunda e descendo até meu cu terminando por chegar na minha buceta, nossa, me arrepiei toda, me levantei e olhei para ela, ela chegou mais perto e começou a me beijar na boca, sua língua procurava a minha, senti sua mão na minha buceta e a outra tocar no meu seio, fiquei molhada na hora.

Decidi entrar na brincadeira e comecei a despir minha amiga enquanto sentia seus dedos já entrarem e saírem da minha buceta, logo estávamos nuazinhas, sua bucetinha com poucos pelos fechadinha, ela me deitou de costas na cama, ajoelhou-se, levantou minhas pernas e começou a me chupar, que delicia, sua língua entrava fundo na minha buceta, mordiscava meu grelo quase me levando ao gozo, dai ela parava, vinha e me beijava, eu podia sentir o cheiro e o gosto da minha buceta na sua boca.

Ju descia novamente, levantava minha pernas e desta vez primeiro ficava chupando meu cu por alguns minutos e logo em seguida sentia sua língua penetrar meu rabinho ao mesmo tempo que seus dedos entravam e saiam da minha buceta, não agüentando mais gozei forte, dei um gemido alto e me contorci toda em cima da cama, que loucura, ela me beijou novamente e deitou ao meu lado, me virei e comecei a chupar seus peitinhos e fui descendo pela sua barriga chegando até sua xota, comecei a brincar com minha língua no seu grelo,

Ju se abriu toda, escancarando sua xota, me coloquei no meio de suas pernas, afastei os lábios da sua buceta com os dedos e comecei a chupá-la, enfiava minha língua sentindo o gostinho do seu liquido que saia.

Pedi então para que ficasse de 4, empinando bem a bunda, Abri suas nádegas deixando seu cuzinho pronto para receber minha língua, enfiei o mais fundo que pude arrancando um gemido abafado, Ju rebolava como uma doida. Fui até minha gaveta e peguei meu vibrador, uma replica perfeita de um pau de 22cmx5, meu amigo de todas as horas, passei um pouco de creme e voltei para cama,

Comecei então a enfiar na sua buceta, ju deu um grito e logo estava tudo dentro dela, Ju estremecia de tesão, sua buceta pingava, enquanto enfiava o vibrador nela, enfiava minha língua no seu rabo. De repente ela pede para que eu enfie no seu cu, tirei o vibrador todo melado de sua buceta e então comecei a forçar a entrada do seu cu que foi se abrindo e engolindo tudo.

Ju berrava com a cabeça enfiada no travesseiro, logo estava tudo dentro e iniciei o movimento de vai e vem Ju não agüentou e gozou, sua buceta escorria o gozo, o qual lambi tudo, tirei o vibrador do seu rabo que ficou piscando, Ju deitou ainda com a respiração ofegante, deitei ao seu lado e ficamos abraçadinhas curtindo o tesão.

Depois de algum tempo, tomamos uma ducha e finalmente fomos fazer o trabalho. Hoje ela vem dormir aqui depois de uma festa, portanto, já imaginem que vai rolar, só vou ter que tomar cuidado com minha mãe que tem o sono leve, hehehe.

Beijos a todos

Conto erotico recebido por email - autor anônimo

Como Virei uma Garota de Programa


Para começar, meu nome é Suzy, tenho 18 anos, 1:74, 65 kg, corpinho malhado, ex-modelo, solteira, loira e olhos azuis, estudo comércio exterior. Neste primeiro relato vou contar como tudo começou como decidi virar Garota de Programa.

Tudo começou no ano passado, e ao contrário de muitas do ramo, minha família é de classe média alta e bem conhecida em SP, portanto, não foram problemas financeiros. Meio do ano, recebi uma proposta de estagio em uma grande empresa e fui para a entrevista, fiz testes e aprovada, no dia seguinte fui chamada e o recrutador me disse que o Diretor queria me conhecer e conversar comigo pessoalmente, fui até outro andar onde fiquei aguardando por quase 40 min, era uma sala luxuosa e bem confortável.

Já estava quase desistindo quando a secretária me informou de que poderia entrar, abriu a porta e ao entrar na sala fui apresentada ao Sr. Guzo, tinha lá seus 50 anos, cabelos grisalhos, baixinho e meio gordinho. Conversamos sobre vários assuntos, contei a história da minha vida quando veio uma pergunta bem capciosa, ele perguntou se eu era capaz de fazer qualquer coisa por aquele estágio, como estava me lixando, resolvi chutar o balde, e respondi diretamente:

-Por esta vaga nunca, mas por algo mais interessante posso pensar. - ele engoliu seco e perguntou
- O que seria mais interessante? - Dei uma cruzada de pernas e respondi
-Adoro Surpresas, ele deu um sorriso e perguntou se eu tinha namorado coisa e tal, respondi que não.

Ele então partiu para o ataque, e perguntou se eu não aceitaria jantar com ele, respondi que sim e perguntei maldosamente se ele iria só, pois vi a aliança de casado, ele meio sem jeito disse que sim, sua esposa não gostava muito de sair. Combinamos o horário e o lugar e fui embora. À noite, coloquei apenas um vestido bem leve, pois estava abafado e decidi por não usar calcinha, estava a fim de aprontar mesmo.

Chamei um táxi e rumei para o restaurante, Lá estava Sr. Guzo, me aguardando, nos cumprimentamos e não pude deixar de notar que ele havia me comido com os olhos. Quem nos olhava achava que era pai e filha por causa de nossa diferença de idade, pedimos vinho, nossa comida, jantamos e bebemos 2 garrafas de vinho, já estava alta, foi então que ele perguntou se eu queria ir para casa, foi ai que dei o cheque mate e falei que quem decidia e mandava na noite era ele, eu acompanharia onde ele quisesse ir, ele me olhou e disse que era perigoso eu dizer isso e eu respondi com outra pergunta: Perigoso para quem?

Ele riu meio preocupado. Levantamos e saímos, estava recostada no banco quando me dei conta que estava chegando a um hotel de luxo, descemos, e já havia um funcionário do hotel nos aguardando com a chave da melhor suíte, subimos calados juntos com o funcionário que nos deixou a porta de uma suíte suntuosa, entramos e então ele me convidou para subir ao terraço, chegamos lá e já havia uma garrafa de champanhe dentro de um balde a beira de uma Hidro já em funcionamento.

Convidei-o para entrar, ele meio sem jeito e nitidamente nervoso concordou, disse que ia ao banheiro e já voltava, enquanto ele foi, tirei meu vestido, ficando nuazinha e entrei naquela água maravilhosa, ele então volta com um roupão e quase para a me ver nua dentro da banheira, pedi então que entrasse, ele então chegou até a borda, ficou me admirando, virou de costas e tirou o roupão, olha até que para um cara de 50 ele estava muito bem, pois ao contrario do que imaginava, sua bunda era bem durinha, porém a surpresa veio quando ele virou, seu pau era enorme, mesmo mole, era grosso e cabeçudo, fiquei molhadinha só de olhar.

Ele entrou e eu nem pensei, cheguei perto e comecei a beijá-lo e com a mão por baixo corri sua perna até encontrar aquele gigante adormecido, quando encontrei, segurei-o com delicadeza e senti ele crescer, Guzo suspira e então me beija na boca, sua língua procurava a minha, comecei a punhetar e logo estava duríssimo, era enorme e grosso, pedi então que sentasse na borda, ele subiu e aquele mastro surgiu da água, não resisti e abocanhei que tesão que eu estava, além de fazer tempo que não trepava eu nunca tinha transado com alguém que tinha idade do meu pai, chupei gostoso, seu pau latejava dentro da minha boca, Guzo me chamava de safada e eu mordiscava de leve seu pau como punição.

Levantei da água e molhados mesmo fomos para uma cama enorme de casal que havia do lado, ele me deitou de costas e começou a chupar minha buceta que estava lisinha, sua língua entrava gostoso, ele chupava meu grelo, enfiava os dedos, eu estava encharcada, ele então segurando meus joelhos por baixo, ergue meu corpo e começa a chupar meu cuzinho, ai eu quase gozei, pois adoro que chupem meu rabo, e ele fazia com maestria e a experiência de anos de vida, ele viu que eu estava gostando, me virou de bruços e abrindo minhas nádegas com as mãos senti sua língua penetrar no meu cu, quase gozei, pois estava com dois dedos dentro da minha buceta.

Guzo praticamente comeu meu cu com a língua por vários minutos, eu já não agüentava mais, ele então ergueu minha cintura e senti seu pau encostar na entradinha da minha buceta, senti a cabeça abrir caminho, minha buceta foi se alargando e engolindo aquele pau, ele foi enfiando até o fim, o senti latejando dentro de mim, que tesão, ele então me segurou pela cintura e começou a me fuder bem devagar, seu pau deslizava gostoso, eu me arrepiava toda de tanto tesão, senti então ele colocar um dedo no meu cu e com a outra mão massageava meu grelo, não agüentei e gozei, dei um grito abafado na cama, meu corpo estremeceu todo, minhas pernas tremiam.

Então ele acelerou e nem ao menos tinha acabado de gozar, senti que ia gozar e explodi em gozo novamente, aquele homem estava me matando, pedi então que deitasse, ele deitou e montei nele, encaixei o pau na minha buceta e comecei a cavalgar, ele acariciava e apertava meus peitos, beliscava meus mamilos, era um mestre, pois a maioria dos caras que eu havia transado eram afobados e gozavam rápido de mais, muitas vezes me deixando na mão, Guzo não, continuava ali, duro.

Desconfiei até que ele havia tomado um Viagra, mas mais tarde descobri que não, com a mão eu segurava aquele pau todo melado e comecei a lubrificar meu cu, pois queria dar o cu aquela noite, sabia que ia doer, pois nunca tinha levado um daquele tamanho, cheguei para frente deixando seu pau sair de dentro de mim e perguntei se ele queria comer meu rabinho, ele apenas balançou a cabeça com a maior cara de safado, segurei seu pau e guiei até a portinha do meu rabo, comecei a sentar bem devagar, senti a cabeça passar e uma dor lacerante, fiquei parada, deixei meu cu se acostumar e iniciei novamente, o senti entrando, doía, senti vontade de cagar, me arrepiava, senti tudo, enfiei tudo, até sentir suas bolas na minha bunda, a dor foi cedendo e comecei a rebolar, Guzo ia à loucura.

Comecei a subir e descer aquele pau entrava e saia do meu rabo me levando a loucura, eu enfiava tudo e rebolava roçando meu grelo nos seus pentelhos, Guzo disse que não estava mais agüentando, que ia gozar, acelerei os movimentos e senti seu pau inchar dentro de mim, ficou mais grosso e pulsava, Guzo deu um gemido e então senti ele despejar sua porra quente dentro de mim...

Não agüentei e gozei junto com ele, não existe nada melhor do que gozar com um pau enfiado no rabo, cai por cima dele e ficamos ali paradinhos, com a respiração ofegante, seu pau pulsava dentro de mim, minha buceta se contraia toda e meu cu tentava engolir aquele pau, Guzo foi amolecendo aos poucos e então senti seu pau sair, senti sua porra escorrer pelas minhas pernas, eu estava toda mole.

Ficamos ali por alguns minutos e acabamos pegando no sono, acordamos, tomamos uma ducha bem romântica e fomos para nossas casas, foi então que ao sair do carro, ele abriu o Porta-objetos e meu deu um envelope, disse que era um presente e que abrisse somente depois que eu entrasse em casa, nos beijamos e eu subi para casa, chegando lá abri o envelope, quase tive um ataque, havia um cheque com um valor considerável, um Cartão de uma joalheria e um bilhete que dizia: descanse hoje, vá buscar seu outro presente e amanhã nos encontramos no escritório.

Infelizmente não como estagiária e sim como minha assessora. Trabalhei por seis meses para ele, mantivemos um caso durante este tempo e então decidi que era isso que eu gostava, de trepar e ganhar fazendo isso. Nos próximos relatos vou contar cada programa que fiz, inclusive com gente importante.

Bjs!!!

Conto erótico recebido por email

Violência Carinhosa


Gosto muito dos filmes do Max Hardcore. Ele trata as mulheres como verdadeiras putas, vadias e sujas, mas tudo é feito com o consentimento da safada que, geralmente, adora este tipo de transa. Certa vez, eu estava numa sala de bate-papo e conheci uma mulher de uns 30 anos. Trocamos algumas idéias e logo consegui que ela me desse seu telefone.

Naquela mesma noite nos ligamos e fomos fazendo um sexo pelo telefone maravilhoso. Gozamos juntos varias vezes e foi muito interessante, pois nunca tinha gozado com uma mulher desconhecida desta maneira. Uma das coisas que me chamou a atenção foi que ela chorava após o orgasmo. Achei super diferente e lhe perguntei o porquê dos seus prantos.

Ela me disse que há meses seu amante havia morrido e que achava que nunca iria poder gozar com outro cara. Ela teve a nítida impressão de estar se libertando do trauma que foi perder seu amado. Eu achei legal ser o protagonista daquilo tudo, mas queria que ela chorasse ao vivo, com minha rola na buceta dela. Nossas fantasias pelo telefone estavam bem quentes e isto apimentava cada vez mais nosso encontro que se realizaria.

Após alguns dias, combinamos de nos encontrar numa estação de metrô e ir algum hotel para foder gostoso. Eu não tinha muita noção de suas características físicas, pois ela não me dizia como era. Quando eu a encontrei, notei que sua aparência não era uma das mais atraentes para mim. Ela era muito gorda.

Fiquei um pouco decepcionado, mas achei que deveria encarar, pois ela era muito fogosa. Fomos ao hotel e logo fomos nos chupando. Eu tinha muitos preconceitos em relação às gordas. Achava que e buceta delas era suja, com gosto ruim, etc., mas tive uma surpresa muito agradável: ela tinha um gosto doce na chavasca que nunca mais achei em outra mulher. Também recebi dela a gulosa mais macia que uma mulher poderia me fazer.

Parecia que tinha a boca revestida de um veludo bem úmido e quente. Incrível! Não demorou muito e ela me pediu que a fodesse bem forte, que a fizesse chorar de novo e enchesse a buceta dela de porra. Admito que tive um pouco de dificuldade para foder aquela mulher, mas o tesão dela era algo que me fazia superar qualquer obstáculo.

Ela gritava, gemia, me chamava de seu macho, seu garanhão, tudo que uma mulher bem prostituta e vadia poderia dizer a um homem. Fui ficando cada vez mais fora de mim. Meu instinto sexual mais animal começou a florescer e foi neste momento que me passou pela cabeça fazer com ela as coisas que o Max Hardcore faz com suas putas. Enquanto metia minha rola nela, comecei a dar-lhe umas tapas na cara e chamá-la de tudo quanto é nome de mulher vagabunda.

Tive a nítida noção que eu estava lhe dando um castigo fodendo ela. Comecei a cuspir a rosto dela, bater, xingar, etc. Mandei ela se virar e ficar de quatro. Deu umas mordidas no cu dela que fizeram ela gritar. Mesmo assim, ela continuou oferecendo aquele rabo imenso para mim. Deitei-a com a cabeça pendurada para baixo e comecei a foder sua boca come se fosse o cu de uma égua. Ela engasgava, mas eu não parava.

Sentia prazer em vê-la sofrer. As tapas não paravam de enrubescer seu rosto e meus insultos cada vez mais deixavam ela com tesão. Só sei que depois de muito castigá-la, cuspi-la, humilhá-la eu resolvi encher sua perereca gorda e cabeluda com minha porra quente. Disse para ela: - Abre essa buceta pro seu macho sua puta imunda! Se é porra que você quer é porra que você vai ter, sua vadia imprestável! Logo se posicionou e fui metendo de tal maneira que sentisse dor. Mandei-a arranhar minhas costas. Enquanto isso, eu ia fodendo e mordendo bem forte seu pescoço e seus ombros.

Não demorou muito meu gozo veio. E veio abundante. Ela conseguiu gozar ao mesmo tempo e gritamos juntos. Depois de alguns segundos comecei a ouvir seu choro. Virei-me para ela e comecei a cuspir em seu rosto e chamá-la de puta, vagabunda, vadia. Também dava algumas tapas em sua cara. Mandei-a parar com essa porra de choro e que começasse chupar minha rola. Ela obedeceu na hora.

Ficamos nesse ritmo durante as três horas que ficamos ali. Foi muito bom poder tratar uma mulher com violência na cama, mas sempre respeitando os limites. Às vezes ela me pedia para maneirar em alguma coisa e eu atendia, mas aquilo que ela deixava à vontade, eu abusava. Hoje em dia eu me imagino fazendo isso com outras mulheres. Principalmente, as mulheres que parecem ser bem comportadas e santas no dia-a-dia. Geralmente as donas de casa têm esta aparência e são elas que me dão tesão.

As garotas mais novas de hoje não me atraem muito, pois elas já estão totalmente à mostra e isto corta um pouco da fantasia. Por isso, peço a vocês mulheres discretas, continuem assim durante o dia e pela noite, sejam as mais putas mulheres que seus amantes já conheceram.

Tenho um relacionamento com uma mulher e gosto muito dela. Acho que ela é a mulher com a qual quero ter algo realmente sério. Mas, com ela ainda não consegui me soltar o suficiente para poder praticar esta fantasia ou até mesmo ter uma transa bem prazerosa. Fico com receio de magoá-la. Talvez com aquela outra mulher, pelo fato de não ter nenhum vínculo afetivo, eu me soltei e deixei sair meu lado mais animal e obscuro. É uma ironia.

Talvez meu amor por ela esteja me impedindo de ser completo na cama. Talvez em meu subconsciente ela seja um anjo que não pode ser maltratado. Mas, acredito que com o tempo eu vá me soltando e possa fode-la do jeito que eu gosto de foder: COM VIOLÊNCIA CARINHOSA.

Conto erótico recebido por email - autor preferiu ser anônimo

Conto Erótico Gay - Dei para meu Funcionário


Meu nome é Paulo e sou gerente de setor em uma grande rede multinacional varejista, tenho filhos e sou separado. Tive várias mulheres, mas com meu amadurecimento descobri que eu gosto também de transar com outros homens. Já experimentei transar com travestis e homens da minha idade, porém nada me satisfaz mais que foder com um rapaz entre vinte e trinta anos. A virilidade e potência sexual desta faixa de idade são impressionantes.

Devido a minha profissão sempre tenho contato com garotos atraentes, alguns de outros setores, outros clientes da loja e também de funcionários que trabalham sobre o meu comando. Um destes admitido por minha gerenciadora há pouco tempo me chamava muita atenção. Ele era destes magros, mas com músculos bem definidos. Às vezes o observava realizando alguma atividade e sentia meu pênis endurecer imaginando se ele também curtiria transar com alguém do mesmo sexo.

Eu havia sido transferido há pouco tempo e morava sozinho, já havia feito algumas festinhas com umas garotas que trabalhavam na mesma empresa e um dia transei com uma travesti. Creio que uma das meninas que trabalhavam comigo me viu subindo em meu prédio com a boneca e espalhou na loja. Devido a isto corria por meu trabalho um papo que eu “cortava para os dois lados”.

Talvez sabendo desta fama ou percebendo algum olhar da minha pessoa o meu funcionário passou a me tratar de forma diferente. Me chamando de chefinho, dando tapinhas em meu ombro e virado um declarado puxa – saco. Lógico que isso mexia comigo fazendo eu ficar até de pau duro durante alguma de suas brincadeiras.

Um dia destes, assim como fiz sem nenhuma maldade com outros funcionários, o convidei para tomar umas cervejas, pois ele havia trabalhado até mais tarde e eu queria recompensar o seu empenho em realizar a tarefa que lhe foi concedida até o final. Ele aceitou e fomos para um posto de gasolina que ficava perto da loja.

Quando estávamos lá pela quarta ou quinta latinha já riamos de qualquer besteira que falávamos. Ela continuava com suas brincadeiras, dando tapinhas nas minhas costas e me abraçando, e uma hora não agüentando mais lhe disse que já estava de pau duro de tanto ele me abraçar. Nisto ele olhou para baixo, e sem cerimônia foi conferir se eu falava a verdade. Agarrando-me em um fio de sobriedade que ainda tinha olhei para os lados vendo se alguém estava vendo aquele rapaz de vinte e poucos anos segurando o meu pau. Para meu alivio onde estávamos com o carro cobria a visão de outras pessoas que por ali estavam.

Olhei para ele e lhe perguntei se queria ir para o meu apartamento o que ele concordou imediatamente. Chegando lá Ele já veio me beijando, mordendo meu pescoço e tirando meu pau para fora. Eu era masturbando enquanto ele me beijava, pensei o que ele curtiria: seria ativo, passivo ou flex como eu? Já estava tendo certeza que ele queria mesmo é dar o rabinho para mim quando tive minha bunda agarrada com força.

Com rapidez me virou para costas para ele e enquanto beijava minha nuca e me encoxava foi abrindo minha calca fazendo a cair até o chão. Sem aos menos eu tirar a camisa e gravata abaixou minha cueca e me fez sentir a ponta quente de seu pau pincelar minha bunda procurando se alojar entre minhas nádegas. Com um arrepio percorrendo meu corpo, senti a cabecinha cutucar meu cuzinho para em seguida, com uma leve pressão comecei a ser penetrado pelo meu funcionário.

Mesmo meio bêbados como estávamos, ele não demorou a entrar inteiro dentro de mim. Eu coloquei as mãos nos joelhos, dobrando o corpo para auxiliar seus movimentos que foram ficando cada vez mais vigorosos. O garoto me comia com vontade socando sem dó no meu cuzinho, que felizmente já estava acostumado com paus até maiores do que o dele. Mas admito que ele era bom. Seus movimentos eram bem ritmados e ele gemia me deixando com tesão.

Ele gozou , enchendo meu rabinho com sua porra e então fomos para a cama. Aí sim pude me aproveitar melhor daquele corpinho. O deixei pelado e beijei todo o seu corpo. Chupei seu cacete que era uma delícia e atendendo ao seu pedido senti sobre ele, cavalgando seu mastro como um verdadeiro cavaleiro.

Sentia seu pau alisando e massageado minha próstata e achava tudo incrível. Dei de lado, de quatro e gozei com meu funcionário me comendo com minhas pernas sobre seu ombro na posição de frango assado. Somente sentindo seu pau dentro de mim, senti prazer e ejaculei sem tocar meu pau naquela posição...

Depois desta noite que passamos juntos viramos parceiros e frequentemente transamos com muito tesão. Sei que a empresa onde trabalho transfere periodicamente seus funcionários, mas enquanto estiver aqui e enquanto tiver prazer com meu novo amigo continuarei a receber suas visitas após o trabalho...

Conto erótico recebido por email by Paulo

Minha Prima e seus Dois Cabaços


A história que vou relatar aconteceu no final de 1992, quando eu tinha 18 anos. Eu precisava de notas boas para poder passar de ano na escola. Sabendo disso, minha prima, uma morena de idade igual a minha, 1,70m, pernas firmes, coxas roliças, bundinha arrebitada, peitos médios durinhos, boca carnuda e olhos cor de mel ofereceu-se para me dar aula à tarde em sua casa. Combinamos para o dia seguinte, logo depois do almoço.

A caminho de sua casa, parei numa banca de jornal e comprei uma edição de As Raspadinhas, revista pela qual sou louco e tenho coleção. O dia era de sorte e boas surpresas para mim. Meus tios e primos, com exceção da priminha, preparavam-se para uma viagem de visita a parentes em outra cidade.

Já de saída, eles me cumprimentaram e me disseram que Sandra estava a minha espera numa área arejada e com uma mesa no fundo da casa. Nos despedimos, entrei e encontrei minha prima. Ela vestia um shortinho minúsculo, que mostrava o começo de sua bundinha.

Sentada quando se virava de lado, via ainda parte de sua calcinha branca e alguns pentelhos. A mini-blusa folgada deixava quase a mostra seus lindos peitinhos. Eu não agüentava de tesão e, antes de mais nada, fui ao banheiro bater uma punheta em sua homenagem.

Ao voltar, ouvi gemidos e gritinhos de prazer. Aproximei-me sem fazer barulho e surpreendi a priminha com o biquinho do peito para fora da blusa e a mão na buceta. Sandra estava lendo uma historia da revista que eu havia comprado.

Ao me ver, cobriu o peito e perguntou ha quanto tempo eu a observava. Em vez de responder, perguntei-lhe por que havia interrompido a leitura e a siririca quando me viu.

Não sei... Li o relato de uma raspadinha e não consegui me controlar, respondeu-me, tentando disfarçar um tesão que também tomava conta de mim. Sentei ao seu lado, alisei seu cabelo e lhe fiz uma confissão: Sempre senti muito tesão por você. Continuei a acariciar seus cabelos, rosto e nos beijamos.

Que delicia foi sentir aquela língua batendo na minha. Passei minha mão por sua bunda, peitos e bucetinha melada. Estava começando uma outra punheta quando ela arrancou minha calca, fez sentar-me, ajoelhou-se a minha frente e meio sem jeito começou a chupar meu pau. Que gostoso

Ela engolia e beijava com carinho minha rola! Parava, segurava com firmeza, me batia punheta lentamente e voltava a abocanhá-la. Eu gemia de tesão! O gozo veio chegando, não segurei e enchi aquela boquinha de porra! Enquanto dava mos um tempo, tive uma idéia.

Sugeri-lhe que raspasse a sua bucetinha. Ela ficou indecisa. Levei-a para o banheiro, tirei sua blusa e comecei a chupar seus peitinhos. Abaixei, arranquei o shortinho e a calcinha, vi aquela maravilhosa bucetinha, cai nela de língua ate fazer minha prima gozar entre fortes gemidos. Em seguida, ela sentou-se na borda da hidromassagem e abriu bem as pernas.

No armário da parede, peguei creme de barbear, aparelho de barba, umedeci sua bucetinha, passei o creme no pelos e comecei a raspá-los bem devagarzinho. Quando terminei o trabalho, aquela bucetinha carequinha estava mais tesuda e gostosa do que a das revistas.

Meu pau ficou uma tora de tão duro, a cabeça latejava e eu não via à hora de foder aquela bucetinha raspadinha. Minha prima entrou na banheira vazia, ficou semi deitada, abriu as pernas, colocou uma em cada borda e convidou:

Vem... Vem estourar meu cabacinho!

Enfiei a cabeça do meu pau naquela buceta carequinha e o enterrei de uma só vez dentro dela. Minha prima soltou um grito e passou a mexer o quadril gostosamente! Que tesão! Entre gemidos loucos, ela apertava minhas costas e me beijava demoradamente.

Aumentei os movimentos da metida e ela gozou escandalosamente! Na hora do orgasmo tirei meu pau de dentro de sua bucetinha e jorrei toda minha porra em sua barriga. Que delicia! Meu pau não amolecia. Eu queria mais, minha vontade era de comer seu cuzinho. Pedi e ela ficou de quatro na banheira.

Passei creme em meu pau e chupei seu lindo botãozinho. Lambuzei seu roxinho de creme. Encostei meu cacete no buraquinho, mas havia resistência. Para abrir caminho, enfiei um e depois dois dedos em se u cuzinho. Voltei a encaixar ali meu pau e forcei para penetrá-la. Fui pressionando minha pica, que avançava com dificuldade.

Minha prima gritava. Que cuzinho apertado e quentinho! Não agüentei e gozei alucinadamente! Fizemos ainda um gostoso 6 no qual pude sentir e saborear o aroma daquela bucetinha em minha boca.

Muito sexo e nenhum estudo. Peguei meu material, nos despedimos e fui para minha casa no começo da noite, pensando apenas na sorte que tive de estourar duplamente o cabaço de uma buceta raspada e de um cuzinho justamente na minha primeira transa...

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Ufa... Ainda estou Cansada

Depois de alguns meses sem namorado, reencontrei no shoping um casal dos tempos de balada, quando morei em SP, sentamos em um café e ficamos umas duas horas fofocando sobre aqueles tempos. Marcelo e Carla são muito simpáticos e ele sempre quis me comer, me cantou várias vezes e até já demos uns amassos, mas trepar mesmo nunca tinha rolado.

Acabamos o papo e nos despedimos trocando telefones e tal. Quando cheguei em casa, fiquei lembrando de como tinha sido bom os amassos do passado e arrisquei uma ligada para ver se ele se manifestava novamente, sem a presença da Carla. Liguei e iniciamos um papo meio sem jeito, aí comentei que tinha achado ele muito bem, mais forte e bem bonito. Ele me retribuiu o elogio e me pediu para ligar uns trinta minutos depois. Não entendi por que, mas aceitei.

Logo uns quinze minutos ele me ligou, Marcinha, o que você vai fazer hoje à noite? Tenho uma balada que acho que você vai gostar. Hummm... Fiquei animada e cheia de tesão, pois já estava há uns quatro meses sem meter nada alem de meus próprios dedinhos na coitadinha e isto não era correto. Ele me disse que era uma festinha entre amigos mais chegados, e ao estilo picante.

Falei, Olha Marcelo, não sei não, como é este negócio? Aí ele me disse que seria uma festinha numa suíte de motel com outros 2 casais, todos pessoas de alto nível, e Carla também iria. Com esta declaração eu fiquei meio zonza, Ué! Ela também vai? Ele me disse que ela era bi e tinha me achado muito interessante e queria fazer uma brincadeira em grupo. Não respondi nada e desliguei completamente atordoada. Porra! Eu queria trepar com o cara, ele estava me oferecendo a mulher dele e mais outros casais... Fui tomar uma ducha e pensar.

Lá pelas 9:30 da noite Carla me ligou. Oi Marcinha, como é? Você não vem com a gente? Vai ser lindo e muito gostoso. Vem. Topei. Voltei para o banheiro, me depilei completamente e passei hidratante e parti para o abate. Calcinha preta, Blusinha soltinha sem sutiã e uma saia molinha que estava um arraso. Já sai de casa toda molhada de tesão. Como seriam os outros casais? E este negócio de ex-amigo, ficante e mulher... Nossa, estava ficando louca.

Cheguei no motel, informei que estava indo para a suíte, a portaria confirmou e eu entrei. Vaga para 4 carros na garagem e já haviam dois carros, quer dizer, a coisa já estava rolando.Subi e encontrei Carla brincando de pole dance no escurinho para Marcelo e um casal bem simpático, ele Cleber mais coroa e a mulher Bete uns 30 anos, malhada e bonita. Marcelo me recebeu logo com um uísque e um beijo na boca. Que bom que você veio você está linda e gostosa como sempre.

Sentei e fiquei olhando a performance de Carla, que tem pernas muito bonitas e uma bunda pequena e durinha com uma marquinha de fio dental bem sacana. Carlinha desceu da plataforma e me puxou de volta junto com Marcelo, ficamos em três no roça roça e esfrega esfrega, naquele escurinho. Hummm, Já estava quase pingando pela buceta de tanto tesão.

Marcelo tirou a roupa e ficou de cueca, já de pau duro se esfregando em mim. Bete subiu e começou a tirar a minha roupa, levantando a minha blusa e lambendo meus seios. Eu não acreditava, mas estava sendo comida por duas lobas safadas.

Cléber abriu o roupão e ficou e masturbando e olhando nossa farra, recostado na cama. Carla subiu na cama e de quatro foi engatinhando até ele e começou sua sessão de boquete, nua, louquinha e cheia de tesão. Acompanhei e comecei também em Marcelo. Hummm, quanto tempo sem mamar em ninguém, estava faminta. E ele tem um pau muito gostoso, grosso mas não muito grande.

Em menos de um minuto ele encheu a minha boca de leite e me deixou na mão. Tive que partir para Cleber e montei nele enterrando tudo até o fundo. É um pau grande também, mas ele sabia foder melhor. Apertava a minha bunda e beijava meus bicos como um tarado. Fui me estremecendo e veio a primeira gozada, urrando e socando na minha bucetinha faminta.

Sai de cima e fiquei deitada ao lado vendo as duas se comerem, beijos, lambidas, dedos e gemidos foram enchendo os meus ouvidos de tesão de novo. Marcelo começou a lamber meu cuzinho e esfregar o polegar na minha rodinha. Encostei a cabeça no travesseiro e empinei o rabo para rebolar e receber aquele carinho safado. Cléber encostou no meu ouvido e falou

Você deixa eu comer esta bundinha primeiro? Foi falando e se acomodando atrás. Marcelo veio para frente me dando o pau para chupar e Cleber começou a dedilhar meu cuzinho. Primeiro o polegar esfregando, depois enfiando devagar, depois colocou o dedo médio e o indicador até o meio. Fiquei rebolando e acostumando para receber o cacete. Senti ele tirar os dedos, passar o Ky no pau e no meu furinho, empurrando devagar para dentro. Nossa... Meu cú foi abrindo e ele travou a minha cintura com as mãos e desceu o pau até o fundo. Quase morri, sentindo minhas pregas se abrirem e o pau sumir dentro da minha bunda.

Marcelo que estava quase gozando não agüentou e me mandou mais leite na goela. Não sabia se mamava, rebolava ou gemia, mas estava maravilhoso dar o cú daquele jeito. Mais uns cinco minutos de bombadas e estava toda esfolada e pedindo para Cleber gozar logo ou sair de dentro. Senti as bombadas aumentarem o ritmo e a cabeçona ir inchando lá dentro pronta para derramar mais leite. Hummm ... Gozada na bunda... Parecia que minha bunda era uma varanda de tão larga que estava.

Fui para a ducha e voltei uns dez minutos depois, encontrei as duas loucas se beijando enquanto Marcelo metia em Bete. Me vesti, dei um beijo em todos e sai pedindo menos... Estava totalmente mole, meu cú ardendo e minha buceta toda olhada de porra e tesão. Cheguei em casa e dormi quase 10 horas seguidas. No dia seguinte marcamos outro café e fomo bater um papinho de novo...

Conto erótico recebido por email by Tarada sem freio

Minha Primeira Transa Bi

Meu nome é Marquinhos, tenho atualmente 31 anos e sou um bissexual mais para passivo. O relato que passo a narrar é sobre minha primeira vez com outro homem. Faz bastantes anos que não tenho uma relação deste tipo, pois tenho namorada e ela nada sabe deste meu passado.

Voltando para a minha história: Na época estava com 19 anos e a coisa aconteceu em uma temporada de verão no litoral onde minha família possui uma casa de verão. Eu estava sozinho tomando uma cerveja gelada em um quiosque a beira mar. O calor era intenso e o lugar estava cheio, eu me distraia olhando para as pessoas na praia quando um homem de uns 30 anos perguntou se poderia sentar-se comigo, pois as outras mesas estavam todas ocupadas.

Não me opus ao seu pedido e ele sentou-se na cadeira ao lado. Ele era um homem moreno claro, de 1,70 de altura, magro e usava bermudas, chinelos, óculos escuros e a camiseta estava pendurada em seu ombro. Tinha cara de ser extrovertido e gente – boa, começamos a conversar e logo estávamos dividindo as cervejas. Naturalmente, entre uma conversa entre homens, não podíamos deixar de falar sobre mulheres e sexo.

Então ele me disse que fazia tempo que não transava, pois sua esposa estava na sua cidade e por isso estava subindo pelas paredes, com um tesão enorme e não agüentava mais ficar na diversão solitária. Eu prestava atenção no que ele dizia até que ele me surpreendeu ao falar que para acabar com sua carência transaria até mesmo com outro homem.

Já embalado pela bebida e de pau duro com as coisas que ele me falava perguntei se ele gostava de ser chupado por outro homem. Ele confirmou com a cabeça e eu emendei dizendo que fazia tempo que eu tinha esta fantasia e nunca tinha realizado por não ter uma oportunidade de fazê-la com discrição. Ele sorriu, sorveu mais um gole da cerveja e me disse que poderíamos ir para a sua casa, pois estava sozinho e sua mulher só viria no final de semana com os filhos.

Fomos para lá e assim que entramos ele abaixou sua bermuda revelando um cacete duro e enorme, calculei mais de 18 centímetros, era grosso e tinha uma cabeça roxa e brilhosa. Eu já havia visto diversos filmes pornôs de transas entre homens, mas ver aquilo ao vivo, latejando de desejo por minha causa foi uma sensação incrível. Ajoelhei-me aos seus pés e iniciei a chupada, lambendo da cabeça as bolas. Acariciava seu saco e tentava colocar seu cacetão inteiro dentro da minha boca o que não conseguia fazer direito. Chupei com muita vontade até ele encher minha boca com sua porra.

Ele gemeu bastante quando gozou e a quantidade de esperma que ele ejaculou foi enorme. O homem era muito safado e ainda não satisfeito disse que queria comer meu cuzinho. Eu estava com um tesão incrível, com o pau duríssimo e aceitei seu pedido me colocando no sofá de quatro como se fosse uma putinha. Ele veio por trás e fez o maior arregaço na minha bunda. Lágrimas pingaram de meus olhos com a dor de ser comido pela primeira vez. Ele socava com força, batendo sua pele com força contra a minha. Eu me masturbava, enquanto era enrabado daquele jeito. Gozei duas vezes assim, com o seu pau atolado na minha bundinha e devo dizer que foram uns dos maiores orgasmos que já tive, até mesmo melhor de quando transava com minhas namoradinhas.

Depois de ele gozar novamente e eu dar para ele mais uma vez acabei tomando gosto pela coisa. Acho a relação com outro homem muito prazerosa, é uma aventura fazer isto, dá uma impressão de algo proibido e gostoso. Infelizmente o temor por não ser algo discreto me impede de fazer sexo desta forma com maior freqüência. Gostaria de encontrar outros homens da região de SC, de 25 a 35 anos com paus não muito grandes para esse tipo de relação: puro sexo e prazer, sem maiores envolvimentos.

Conto erótico by Marquinhos – recebido por email

Joana

O relato que venho a contar é um dos únicos que eu guardo com carinho, hoje com 42 anos me sinto um homem realizado emocionalmente e sexualmente, vamos ao que interessa: Em 1972, com a revolução sexual e dos tóxicos, eu vindo de uma família muito rigorosa, fui morar com meus avós no interior de Goiás, Multunópolis, vocês podem rir com um nome desses porque foi o que eu fiz quando soube que iria para aquele fim de mundo!

Não me esqueço do dia em que meus pais me levaram forçado para rodoviária. Eu pensava que minha vida estaria acabada, que nunca mais sentiria o gosto de uma xoxota paulista por entre meus lábios. Subi para o ônibus imaginando como seria cansativa a viagem, mas por minha surpresa, estava sentada ao meu lado talvez a mulher mais linda e gostosa que vi em toda minha vida. Joana era uma mulher madura, aquelas que parecem que tem tudo sobre controle, olhos verdes, cabelos longos e dourados, estatura mediana e uma bundinha... hum, nem gosto de lembrar..

Usava uma blusinha rosa que realçava o contorno de seus seios médios que tinham bicos salientes, sua saia era comprida, mas não deixava de realçar os contornos de suas pernas grossas e torneadas. Ao me sentar, senti no ar o cheiro de seu perfume que penetrou por minhas narinas (me deixando de pau duro), como eu estava com uma calça jeans apertada foi quase inevitável disfarçar a ereção, me deixando sem graça. Joana notando meu constrangimento puxou logo assunto durante a viagem.

Nesta parte do relato lembro a vocês que eu era um garoto inexperiente com apenas 18 anos de idade e Joana aparentava ter uns 32 anos. Conforme conversávamos, percebi que Joana me lançava um olhar penetrante e insinuante. No meio da conversa acidentalmente o meu braço esbarrou em seus seios que logo observei ficaram excitados, então percebi que os faróis estavam acesos para mim.

Com a desculpa de guardar minha carteira na mala, abaixei a cabeça e cautelosamente olhei por debaixo de sua saia, que por coincidência abriu mais as pernas proporcionando uma ampla visão de sua xoxota cheirosa que estava coberta apenas com uma tanguinha vermelha provocante que deixava alguns de seus pêlos pubianos aparecendo.

Ao me levantar, olhei profundamente para seus lindos olhos e ela me beijou com voracidade de uma tigresa indomável, como já era noite e percebendo que já da metade do ônibus já havia dormido, Joana disse para mim que estava morrendo de tesão desde do primeiro momento que me viu, pois seu marido não satisfazia seus desejos.

Então com muita agilidade, ela colocou a mão dentro de minha calça acariciando minhas bolas e subindo até a cabeça do meu cacetão que estava quase explodindo de tanta excitação, então abri meu zíper para liberar meu membro que foi tomado pela sua linda e grande boca em uma deliciosa e louca chupeta!

Joana tinha experiência no que fazia primeiro passava a língua em minha glande depois abocanhava com toda vontade do mundo, ao mesmo tempo fazia movimentos com as mãos simulando o vai e vêm alucinantes de uma xoxota. Seus movimentos me levaram a loucura a tal ponto que não pude mais segurar o gozo que explodiu em jatos fortes de porra em toda sua boca escorrendo pela sua face, quase desmaiei de tanto prazer... ! Então ela falou bem baixinho no meu ouvido:

Me faz gozar como você gozou...

Comecei acariciando suas coxas de uma forma muito especial, pois queria retribuir o que havia me feito. Quando cheguei lá, minha mão encheu com um volume estranho por entre suas pernas, foi quando ela me olhou e disse a pior frase de toda minha vida, um verdadeiro pesadelo:

-Agora pode me chamar de João.

Depois desse dia nunca mais tive relações com quem eu realmente não conhecia! Se você mulher quiser tirar o meu trauma de adolescência escreva para mim.

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

ELA Comeu e Tirou a Virgindade da minha Bundinha

Acho que a melhor forma de contar minha história é me descrever para auxiliar a imaginação de vocês ao ler as situações que estarei descrevendo daqui a pouquinho. Meu nome é Thalita, tenho 19 anos sou gaúcha da cidade de Canoas, tenho os cabelos loiros, 1,70 de altura, olhos azuis, bunda normal e seios médios. Minha pele é bem branquinha e meus cabelos vão até a minha cintura, faço faculdade a noite e malho quase todos os dias, por isso tenho o corpo bem definido.

Em um final de semana do mês passado fui até uma festa na casa de umas amigas em Novo Hambugo, como a cidade é um pouquinho longe e ficaria ruim pegar a federal de madrugada após beber ,combinamos que eu dormiria por lá mesmo. Na festa conheci uma amiga de minha amiga que estava muito doidona. Ela virava os copos de bebidas de um só gole, ria e brincava com todos os homens distribuindo selinhos para vários. Achei seu comportamento meio estranho. A festa acabou , o pessoal foi embora e mais três meninas dormiríamos ali na casa de minha amiga. Uma delas seria a tal da doidona que citei acima.

Como não havia tantas camas disponíveis tivemos que dividi-las entre nós, como garotas sempre dormem juntas também não vi problemas nisso. Tomei um banho , vesti uma camiseta e calcinha e fui deitar. A garota que distribuía selinhos na festa foi a garota que a dona da casa colocou para dormir comigo. Para minha sorte ela já estava bem mais sossegada e até sonolenta, pensei comigo mesma que ela não iria incomodar desde que não vomitasse em cima de mim.

Após uns 30 minutos deitada eu já estava cochilando quando percebi uma mão me alisando. Eu estava de lado, de costas para ela e senti sua mão passando pelo meu braço, contornando minha cintura até chegar nas minhas pernas. Eu não era mais virgem ,porém nunca tinha tido nada com outra mulher, fiquei quieta esperando qual seria sua próxima atitude.

Ela apertou minhas nádegas e chegando com seu corpo mais perto ao meu ,colocou sua mão sobre minha calcinha , a alisou um pouco e foi enfiando sua mão por baixo do elástico descobrindo meus poucos pêlos que tenho por ali. Aquilo estava mexendo comigo, eu realmente sentia tesão por ela me acariciar daquela forma. Um dos seus dedos encontrou meu clitóris e passou a pressiona-lo levemente.

Minha vagina já estava molhadinha e eu respirava pesadamente, então percebendo que eu estava acordada ela me virou para ela ,lambeu seus dedos e meu melzinho que havia neles. Seus lábios se aproximaram e beijaram minha boca, sua mão apertou meu seio e eu coloquei a minha  mão na xaninha dela. Ela estava nuazinha e sua buceta era toda depilada, com o meu contato ela gemeu e sussurrou no meu ouvido:

- Minha loira safadinha, eu quero te comer todinha! – dizendo isso ela se abaixou, tirou minha calcinha e enfiou a cara entre minhas pernas. Já havia sido chupada antes, mas o toque de uma mulher é infinitamente diferente de um homem. Sua língua passeava pela minha vaginha, fazia movimentos em torno do clitóris e o sugava com muito tesão.

Eu gemia e pressionava sua cabeça de encontro ao meu corpo, queri ela inteira dentro de mim e lamentava por ela não ter um pênis para me penetrar com força e rapidez. Suas caricias me deixavam cada vez mais louca e tive vontade de retribuir o prazer que ela me proporcionava, eu tinha necessidade de tocar seu corpo e fui me posicionando até ficamos na posição de sessenta e nove. Pela primeira vez tive senti o gosto de uma bucetinha na boca.

Era uma sensação incrível eu a chupava enquanto ela lambia meu grelinho , mordia, sugava e me penetrava com os dedos. Gozei várias vezes em sua boca e quando achei que já havia experimentado de tudo ela saiu da posição, me colocou de quatro e ficou alisando minha bundinha

- Nossa você tem uma bundinha muito gostosa. – disse ela beijando e lambendo meu cuzinho.Os namorados que já havia tido nunca tinham feito isso comigo e fiquei um pouco assustada quando senti um de seus dedos tentando penetrar o meu anelzinho apertado. Ela deveria ser muito experiente com essas coisas pois esqueci rapidamente o meu medo quando com um de seus dedos passou a me masturbar. Por isso quase não percebi que ela já tinha dois dedos enfiados no meu cuzinho. Ela me penetrava com eles ,fazendo movimentos para dentro e para fora enquanto acariciava o meu grelinho.

Gozei mais uma vez desta forma e outra com ela me chupando. Dormimos abraçadas e deste dia em diante descobri a delicia que é transar com outra mulher mudando a percepção que tenho sobre mim mesma .

Conto erótico by Thalita de Canoas – RS

A Bundinha Empinada do meu Aluno

Meu nome é Carlos, tenho quarenta anos e sou professor de faculdade. Sou casado, mas desde a adolescência também curto transar com outros homens, sempre como ativo. Adoro comer um cuzinho, socando com força e ouvido os gemidos de meus parceiros. Acho que comer o cu de outro homem dá uma sensação de poder, de dominação. É uma aventura muito boa.

Na minha profissão sempre tenho contato com várias mulheres e homens bonitos, mas para manter a reputação e não ter meu trabalho prejudicado evito ter maiores envolvimentos com meus alunos, mas no semestre passado ocorreu uma situação que me tirou do sério.

Desde o inicio das aulas percebi que um garoto estava me olhando de forma diferente, ele tinha dezenove anos e seu nome era Bruno. Insistentemente ele me secava com olhares penetrantes e não somente durante as aulas, nos intervalos e corredores ele me cumprimentava e me comia com os olhos. Um dia, entre as muitas que ele veio conversar comigo, não resisti e perguntei o motivo dele olhar tanto para mim. Na cara, sem vergonha nenhuma, ele me disse que queria dar para mim.

Sorri e disse que poderia resolver esta sua vontade. Combinamos de sair tomar uma cerveja na sexta – feira, pois este dia eu não teria aulas e ele faltaria as suas. Tudo acertado fiquei nervoso durante a semana. Pensei nos problemas que poderia ter caso descobrissem meu caso com um aluno e me consolei achando que deveria aproveitar a vida, pois já tenho quarenta anos e a velhice se aproxima.

No dia combinado a ansiedade me matava, eu chegava a tremer aguardando o que poderia acontecer com meu querido aluninho. Ele tinha 1,70 cm de altura, magro, cabelos castanhos, uma bundinha empinada e sem pêlos no corpo. Nos encontramos no bar e sentamos para beber cerveja, o papo foi rolando naturalmente e perguntei há quanto tempo ele curtia outro macho. Bruno contou que perdeu a virgindade de sua bundinha aos 14 anos com um amigo num delicioso troca-troca, depois deste dia percebeu que era uma delícia ter um homem comendo seu rabinho. Apesar disto sempre manteve as aparências. O moleque possui inclusive uma namorada, linda por sinal, e disse que se define como bissexual por que apesar de ser passivo também gosta de mulheres.

Já mais soltos devido à cerveja, riamos de alguma coisa que um de nós falou quando eu naturalmente apertei sua coxa. Ele ficou sério e olhou para mim, disse que estava morrendo de tesão e que desde que sentou no bar estava de pau duro e louco para me dar sua bundinha. Eu também não agüentava mais e fomos para um motel. Era noite e meu carro tem filme, por isso não temi ser pego, apenas quando entravamos no motel e conversava com a recepcionista  pelo interfone pensei que ela poderia ser alguma conhecida, porém era coisa de minha cabeça e nunca ninguém soube desta minha aventura.

Chegando ao quarto que escolhemos no motel pedi para que ele ficasse no carro até eu abaixar a porta da garagem. Assim que entramos no quarto e fechei a porta fui logo beijando meu aluninho, nosso tesão era incrível e nossas mãos percorriam um o corpo do outro. Tirei sua camisa e a minha, os beijos continuavam e eu apertava aquela bundinha gostosa e empinada não vendo a hora de meter meu cacete. Sem parar de beijar, abri sua calca e ela caiu a seus pés. Coloquei minhas mãos por baixo de sua cueca e apertei a bunda firme,  roçávamos nossos cacetes por cima de nossas roupas e ambos estavam duros.

Então ele se ajoelhou aos meus pés e puxou meu pau para fora das calças, logo eu estava nu a sua frente recebendo uma deliciosa chupada. O garotinho tinha experiência e fazia aquilo muito bem feito, me arrancando gemidos de prazer.

- Chupa meu tesãozinho, chupa! Lambe minhas bolas, vai... – eu dizia alucinado.

Ele me dava tratamento completo, lambia a cabecinha, toda a extensão do cacete, meu saco e minhas bolas. Anunciei que estava gozando e ele nem se importou, continuou chupando até eu encher sua boca com minha porra. Que delícia, fazia tempo que eu não gozava tão gostoso. Meu aluno continuou me sugando até não sobrar mais uma gotinha de porra no meu pau.

A aventura ainda não estava terminada! Eu ainda queria o prato principal: sua bundinha! O deitei de bruços na cama, já totalmente peladinho. Sua bunda empinada deixava a visão muito interessante e meu pau dava sinais de vida. Abri suas pernas e fui por cima dele , beijando aquela bundinha tão desejava, dando mordidinhas nas suas nádegas e deslizando minha língua até seu buraquinho. Eu contornava suas preguinhas as deixando úmidas e brilhantes, ele gemia e empinava ainda mais a bundinha. Fiquei brincando daquele jeito por um bom tempo até sentir que havia recuperado toda a minha potência. Meu pau latejava de tanto desejo.

Peguei na cômoda, colocados estrategicamente, a camisinha e o lubrificante para realizar a minha tara. Bem lubrificados, meu pau e seu cuzinho, coloquei a cabecinha pincelando meu pau no seu ânus. Fui introduzindo lentamente até me sentir deslizando para dentro daquele buraquinho quente e apertado. Comecei a socar, metendo e mordendo seu pescocinho. Ele só gemia abafado pelo seu rosto no lençol. Que tesão era comer outro macho.

Puxei e o coloquei de quatro para meter na posição que mais tenho tesão. Comia seu rabinho com força como se fosse um adolescente. O barulho de nossas carnes batendo, os sons da cama feitos pelos nossos movimentos e os seus gemidos foram à trilha sonora que coroaram meu orgasmo, gozei dentro da camisinha mesmo, sem ter tempo de tirá-la para gozar na sua bundinha branca. Gozei como nunca e este foi o primeiro de outros encontros que tive com meu aluno da bundinha empinada...

Conto erotico by Professor Safado

Depilação entre Amigas

Quem acompanha meus contos, sabe quem e como é a: Mazé, minha esposa; Olívia, minha enteada; e Paulinha colega de trabalho de Olívia. Paulinha era virgem anal (Até em 28/05 veja em: No Motel com Paulinha), mas Olívia achava que a iniciação anal de Paulinha ainda estava por acontecer, na presença dela; combinamos várias vezes que nunca dava certo. 

Marcamos para 18/05, segunda passada, na casa de Olívia as 16:00h, Olívia havia me entregue cópia das chaves da casa dela. Cheguei as 14:00h, elas não me viram chegar, aproximei-me do quarto e vi Olívia despida ajoelhada na cama forrada por um lençol e Paulinha também despida, deitada e sendo depilada por Olívia, aquilo me deixou excitadíssimo, fiquei de pau duro. Elas comentavam que estavam ansiosas e que as horas não passavam, Paulinha disse estar excitada com a depilação e a manipulação da Olívia em sua vagina, continuei observando, até que ao me ver, Paulinha assustou-se e tentou cobrir-se, assustando também a Olívia. Sorri e disse:

- Podem continuar. Não sabia que era tão excitante assistir a uma depilação. Olha como estou... Olívia respondeu que sim, principalmente quando movem seu clitóris de um lado para o outro; Paulinha disse que depende de quem a está depilando, aquela era uma das situações em que estava excitadíssima. 

Aproximei-me para ver melhor, Paulinha ficou meio encabulada, mas deixou que Olívia continuasse. Não me contive levei um dedo até ao minúsculo grelo de Paulinha e pressionei, ela contraiu-se toda, Olívia reclamou tirando minha mão e pedindo para eu não atrapalhar. Deixei Paulinha e fui com a mão para a boceta de Olívia que estava com a perna direita ajoelhada e a esquerda curvada, encontrei seu grelo, e com a mão direita massageei seu peito, ela pediu para parar, insisti e introduzi um dedo na vagina. Ela estava toda melada e perguntei:

- Tu já gozou, foi?
- Não.
- Tu ficou meladinha assim só por que está mexendo com a Paulinha é?

Ela não respondeu. Enfiei o resto do dedo, e vi que a Paulinha estava com a cabeça fora da cama assistindo a tudo. Retirei o dedo de dentro de Olívia, me virei para Paulinha, dei um beijinho na boca dela, ela fechou os olhos e enfiei o dedo com o liquido da Olívia na boca dela. Ela quis tirar, não deixei. Depôs que chupou ela disse nunca ter sentido o sabor de outra, que era diferente, Olívia assistia a tudo fazendo a depilação na boceta da Paulinha. Olhei para Olívia e pedi:

- Deixa tirar mais pouquinho?

Olívia abriu as pernas para receber meu dedo, enfiei dois e levei para Paulinha chupá-los, abocanhei seus peitos chupando-os alternadamente. Paulinha começou a rebolar sua pélvis, propus a Olívia que chupasse Paulinha, ela se recusou, mas introduziu um dedo nela. Insisti para que Olívia chupasse o grelinho, ela ficou receosa, retirei meus dedos da Paulinha, segurei a mão de Olívia e tirei seus dedos da boceta de Paula e fiz Olívia chupar; Paulinha viu aquilo e pediu:

- Chupa minha boceta que depois eu chupo a tua. Completei dizendo.
- Chupa onde tu gostas de ser chupada. É bom ir treinando, assim quando for com tua mãe tu vai saber o que fazer.
- Mas tu não perde tempo mesmo. Não é? Seu sacana!

Segurei a cabeça dela e fui baixando-a devagarzinho até a xaninha. Ela lambeu de leve a procura do grelo de Paulinha, passou a dedilhar e meter o dedo na Paulinha, que já estava com cara de puta, mamei seus peitos, mordiquei seus mamilos, ela puxou-me pela gravata e pediu:

- Deixa ver teu cacete.

Retirei minha roupa, abri as pernas e ajoelhei-me na cama deixando-a entre minhas pernas, baixei salivei seus peitos e coloquei meu caralho entre seus peitos e comecei fodê-los. Olívia veio mamou os peitos, os mamilos da Paulinha; meu cassete cuspiu entre os peitos da Paula, me punhetou, chupou e lambeu meu caralho; esfregou nos peitos e mamilos da Paulinha, colocou entre eles e voltou a chupar os peitos da Paula e a se masturbar ao mesmo tempo, Eu estava em ponto de gozo, mas me segurei para não gozar ainda, quando Paulinha começou a gozar, Pegou os cabelos da Olívia e puxou-a para um beijo de língua, não agüentei, levantei e terminei-me masturbando em cima delas, que, pararam com o beijo para receber meu sêmen em suas faces e bocas.

A Paulinha tinha gozado, mas a Olívia ainda não. Ela quase me derruba ao subir em cima da Paulinha e colocar a buceta em cima da cara dela para ser chupada; continuei me masturbando e derramando o resto do esperma nas costas da Olívia que escorreu até o tórax da Paulinha; coloquei meu caralho entre a bunda da Oliva e os peitos da Paulinha. Olívia é escandalosa, começou a gritar que ia gozar falando:

- Toma sua vaca, tu não disse que é gostoso! Então bebe meu gozo, sua lésbica. Chupa minha buceta, bebe meu gozo, sua vagabunda. Eu sabia que tu gostavas de chupar uma mulher.

Eu assistia aquilo tudo chupando o pescoço, metendo a língua no ouvido e tentando beijar a boca de Olívia que não deixava. Paulinha estava admirada. Quando Olívia terminou, arriou seu corpo para o lado e para traz levando o meu com seu peso. Ficamos os três alguns minutos sem falarmos nada um com o outro, até que comentei:

- Se soubesse que era tão bom transar com vocês e se não fosse a Mazé, teria tentado há anos. Faz tempo que vocês se curtem? Paulinha logo rebateu:
- Não! Nunca tinha feito isto com ela, nem com nenhuma outra! Quero que ela me diga de onde ela tirou essa historia que sou lésbica e de que ela sabia que eu gostava de mulher.

Olívia se explicou dizendo que nada mais era que: Tesão de momento é o mesmo que ele (eu) quando nos chama de puta, cadela, prostituta ou vagabunda. Concordei com Olívia. Paulinha se conformou e Olívia completou sorrindo:

- Mas se eu soubesse que era tão bom assim, já teria dado pra ti há muito tempo. Paula remendou:
- E eu que sou Lésbica. Sorrimos os três.

Fui ao banheiro me lavar, Olívia me acompanhou e deixei-a usar o chuveiro enquanto eu urinava, ela voltou à cama e fui me lavar. Quando volto, Olívia estava do lado de dentro da cama de costas para Paulinha que acariciava suas costas e bumbum enquanto conversavam. Perguntei o que falavam. Oliva respondeu que comentavam sobre o que acabara de acontecer e que tinha sido excelente Talvez me deixassem de fora algumas vezes. Sorriram a valer.

Propus que me convidassem como platéia, pois adoraria ver elas duas mulheres transarem, não gosto de sapatões metidos a homens. Iremos pensar no caso, foi o que me responderam. As safadas sorriram. Deitei-me entre as duas passando por cima da Paulinha que segurou meu membro, ficou punhetando e comentou com a Olívia:

- Tua mãe tem muita sorte; encontrar um pau deste que nunca amolece! E perguntou:
- Tu já o viu mole?
- Isto é um tarado mulher. Tu já viu algum tarado mole?
- Quer dizer que vocês também são taradas?! Vocês me falaram que se masturbam todos os dias e muitas vezes após terem transado.
- há isto acontece quando o cara não me satisfaz. Paulinha emenda:
- Ou quando passo mais de uma semana sem trepar. Ai tenho que botar algo na boceta pra gozar.
- Falar nisto cadê teu consolo Olívia? Vamos usar agora?!

Ela levantou e foi ao guarda roupas, enquanto isto, deitado mesmo, virei para Paulinha fiquei mamando o peitinho direito de Paulinha. Ela segurava como quem segura para um bebe mamar. Retirou, procurou posição e me deu o esquerdo, ela espremia e eu chupava; enchia minha boca com eles. Que mamada gostosa, aquela!

- Era assim que eu botava minha filha para dormir enquanto assistia TV. Falei que não queria dormir. Foi à hora que Olívia sentou na cama e ficou observando a mamada, ela curvou seu corpo por trás da Paulinha, pegou o outro peito para mamar, fiquei cara a cara com Olívia, eu observava sem tirar a mama da boca, Olívia me olhou e comentou:

- O bico dos peitos dela é grande não é? São maiores que os meus?
- São. E são tão gostosos quanto os teus.

Paulinha curvava o pescoço para nos ver mamando nela, agora ela segurava os dois peitos para serem chupados, ao mesmo tempo em que começava a contorcer sua pélvis. Olívia levou a mão para a buceta da Paulinha e ficou dedilhando até meter um dos dedos e depois me dar para chupá-lo, meteu novamente e levou para si. Era lindo vê-la chupando o dedo que acabara de sair da gruta da Paulinha, vi que Paulinha também se excitara com aquela visão, desci meu corpo até achar sua gruta, Olívia continuou mamando Paulinha e com a mão direita abriu os lábios vaginais da Paulinha para eu chupar o grelinho.

Após alguns minutos, Olívia desce seu corpo e chega à bunda da Paulinha; vi por entre as pernas da Paula, que Olívia tinha introduzido um dedo na boceta dela. Meteu mais um e com a cabeça por cima do quadril da Paula, me olhou e levou seus dedos para eu chupar. (que mulher safada! que puta experiente! como ela aprendeu rápido! que dedos deliciosos... Até pouco tempo, mal sabia o papai mamãe).

Baixou sua cabeça e notei que Paulinha ficou a jogar seu traseiro para traz impossibilitando-me de chupa sua boceta. Levantei a cabeça, fiquei masturbando seu grelo e olhei o que Olívia estava fazendo. A Danada estava metendo a língua no cuzinho da Paulinha, peguei o consolo 24X8, que estava jogado na cama, atrás da Paulinha e tentei introduzir em sua boceta, estava difícil, pois, quando ela empinava a bunda para receber a língua da Olívia, suas pernas se fechavam; cuspi no consolo e fiquei masturbando-a. Olhei para Olívia e pedi:

- Lubrifica e alarga o cuzinho dela pra mim! Meu cassete, não agüenta mais de tanto tesão, está melando toda tua cama.
- Agüenta ai, que quando tiver no ponto eu te chamo.
Deixei Paulinha com o consolo entre as pernas e fui para traz da Oliva fiz – mesmo que ela fazia com a Paulinha, meti a língua e chupei seu cuzinho gostoso. Ela rebolava gostoso, Paulinha falou:
- Até mês passado eu mal sabia o que era gozar, Mal gemia enquanto transava. Agora estou com uma vontade louca de gritar. Gozo só em ver as putarias de vocês.

Ela se contorcia jogando a bunda para Olívia, masturbando-se com o consolo entre suas pernas. Pôs o braço fora da cama, pegou meu caralho, espalhou o lubrificante natural pela cabeça dele, e começou a me masturbar. Eu não ia agüentar muito tempo; posicionei-me atrás de Olívia que não para de chupar o cu da Paulinha, levei meu caralho até seu botãozinho e meti a cabeça do meu pau, senti quando passou pelo músculo anal.

Ela deu um gritinho, depois empurrou sua bunda de encontro a meu cassete; entrou tudo, ela ficou rebolando para os lados e para frente e para trás, isto ela sabia fazer bem: Dar o cu. Ela adora (pelo menos comigo, até agora só comi seu anus), dar o co. Paulinha não tirava os olhos de nossa transa, Olhei pra ela e falei:

- Está vendo como ela gosta? Eu não te disse que eu metia todinho no co dela?! Olha aqui, olha... Ta vendo como ela faz gostoooso? Depois vou fuder o teu do mesmo jeito. Vou te arrobar teu cuzinho. Vou te enrabar! Aaaiii! Não estou agüentando, vou gozar de nooovo! Ai que cuzinho gostoso, minha safada. Vou gozar no teu cú Olívia! Vou encher teu cuzinho de gala! Vou derramar meu esperma nas tuas tripas, Minha putiiinha. Aii minha cadela gostosa! Aaiiii, aiiii. Aiii gosta! Isto mastiga meu cassete com teu cu! Faz como tua mãe faz. Prende meu cassete com teu rabo!

- Goza no meu cuzinho goza, meu gostoso. Come tua cadela! Por isto que tu me pegou de quatro foi? Pra imaginar que sou tua cachorrinha é? Vem meu cachorro, enche o cuzinho da tua cadela com teu esperma! Pensei que tu ia esperar pra gozar no cu da cachorrinha da Paula. Mas goza no meu mesmo! Goza. Vem não vou desperdiçar nada. Quero teu gozo todo dentro de miiiim! Aaaiii... Aiiiii! Huuum, ai, aiiiii! Vem. Goza filho duma égua, Vou gozar tambeeeém. Aiii! goza comiiiigo.

Ela rebolava de um jeito tão frenético, que era impossível eu não gozar. Paulinha não era muito de gritaria, nem de falar sacanagens, mas já estava entrando na festa.

- Não para não Olívia, chupa meu cuzinho, chupa!

Oliva puxou-a de lado expondo sua xana, ela tirou o consolo de entre as pernas da Paulinha e caiu de boca na boceta dela. Paulinha que soltou uns gritinhos inibido, ouvi um grande estalo. Olhei e vi a mão da Olívia descendo de encontro às ancas da Paulinha e ordenando. Goza sua vaca, grita vaiii! Pode gritaaar puta disfarçada! Aaiiiiii Acho que estou gozando! Grita sua égua! Quero ouvir tu gritar. Deu outra tapa, agora com mais força. Paulinha gritou: Para. Para! Já estou gozaaando. Não bate mais não! Ai sua cadela. Se quer me chupar, chuuuupa! Aaiii! Huuumm, arf, arf, arf! Não me bate mais não! Sua vagabunda. Aaiiiii. Estou gozaaaando, sua porra.

Estoquei tão rápido e com tanta força para acompanhar o gozo delas, que numa desta estocada meu pênis saltou fora do cu da Olívia. Tentei meter novamente no cu dela, mas foi tarde demais. Gozei na entrada do anus; e para não gozar no chão, dirigi meu cassete para cima gozando na bunda dela. Paulinha não tirou os olhos do meu cassete que espirrou sêmen na bunda da Olívia, fiquei meio que de joelhos, botei na boca da Paulinha. Com nojo, ela quis rejeitar. Mas forcei e gozei boa parte em sua boca.

Olívia chupava o grelo e masturbava a Paulinha com a mão direita, com a esquerda masturbava a si mesma até seu espasmo final. Sentou no chão e escorou seu corpo na cama, assistiu o restante de meu gozo na boca e cara da Paula, que ficou com os cabelos todos melecado do esperma que escorria pelos cantos da boca.

Aquelas duas roubaram toda a energia de meu corpo, não agüentei o peso de meu corpo, e cai no colchão ao lado de Paulinha, que cuspindo, limpando os lábios e reclamando, que: estava com gosto de merda na boca. Sorrimos. Paulinha reclamou e pediu para que eu, nunca mais fizesse aquilo. E continuou:

- Quem já se viu tirar o pênis de dentro do cú de uma e meter na boca da outra? Ela realmente não tinha gostado. Mas bebeu o que pôde.
Olívia com respiração alterada falou:

Liga pra ela não Magão, depois ela se acostuma. Chupei o a bundinha dela e foi ótimo, eu também nunca tinha feito isto. Levantou e foi ao banheiro. Minha esposa chegou. Depois conto o resto. Vou contar também a foda com de ontem com ela. Aguardem.


 Roberto_monteiro@yahoo.com.br

Conto erótico recebido por email by Roberto
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