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Fantasia Real

Se você não está sozinho agora e nem vai poder ficar, deixe pra ler esta mensagem mais tarde, com o quarto trancado. Hoje, quando terminei de ler sua mensagem, eu não me sujei e nem fiquei molhada, fiquei completamente excitada. Eu havia acabado de sair da piscina, ainda estava com o corpo quente do sol e após a leitura, o calor no meu corpo se tornou insuportável me obrigando a ir direto tomar uma ducha.

Optei por uma ducha morna. Eu o sentia bem próximo de mim. Você havia conseguido expressar com muita naturalidade e clareza, todo o tesão que estava guardado em você, e isto me contagiou. Me dirigi ao banheiro completamente excitada, apaixonada e saudosa do homem amado e do corpo másculo e forte que fode como ninguém.

Entrei no banheiro com o corpo mole e afogueado, tranquei a porta e me dirigi ao box. Abri o torneira e deixei que a água caísse lentamente sobre meu corpo na esperança de que eu fosse esfriar, mas como já disse, eu o sentia muito próximo e não pude evitar o que vou narrar a seguir. A água caia morna sobre mim de uma forma gostosa.

Escorrendo da minha cabeça para os meus ombros, as minhas costas, chegando até a marquinha branca que o biquíni havia deixado na minha bundinha e depois escorria pelas minhas coxas abaixo. Isto me deixou ainda mais excitada. Resolvi então deixar que ela escorresse por sobre o meu rosto e do rosto, ela rumou para os meus seios descendo pela barriga e chegando inocentemente na minha bucetinha que a esta altura já estava alagada e dolorida de tanto tesão, de tanto desejo.

Eu estava desesperada, queria você, precisava de você. Fechei os olhos e comecei a imagina-lo ali, naquele box comigo. Comecei a tocar os meus seios como se fosse você que o fizesse. Apertando primeiro o biquinho e depois ele todinho. Podia sentir a sua mão me tocando e a cada toque seu me sentia mais relaxada.

Você me tocava de uma maneira tão carinhosa e faminta que eu mal podia resistir. Então, com os olhos ainda fechados e a mente totalmente aberta, deixei a imaginação correr solta. A medida que você me tocava, eu já podia toca-lo também. Beijei primeiro sua boca e enquanto sua mão acariciava os meus seios a minha depois de um abraço apertado já descia vagarosamente pelo seu corpo até chegar no enorme volume que já explodia sunga afora.

Apertei carinhosamente o seu pau enquanto minha boca descia da sua para sugar o seu peito. Podia ouvir o seu gemido de prazer quando lhe tirei a sunga e abocanhei seu pau. Primeiro só a cabecinha e em seguida ele todinho já estava em minha boca. Não sei como, mas a esta altura você já estava deitado no chão e eu, sem tirar a boca do seu pau escorreguei meu corpo por sobre o seu até encaixar minha bucetinha na sua boca.

Você, com a ponta da língua a provou em volta, lambendo como se fosse um sorvete. Aquilo pareceu deixa-lo enlouquecido, pois logo, e com uma certa fúria, meteu a língua nas minhas entranhas como se quisesse sugar tudo que havia dentro de mim e eu já sem forcas para resistir deixei jorrar o meu primeiro gozo daquela transa na sua boca e quanto mais eu gozava, mais você chupava e novamente explodi em sua boca.

Resolvi soltar o seu pau e retornar com a boca para o seu peito e subindo novamente para os seus lábios enquanto agora, o masturbava com as minhas mãos. Agachada sobre você, fazia com que seu pau escorregasse de um lado para o outro, na minha buceta molhada. Minha língua não parava, eu estava faminta de você, estava sedenta de sexo.

Lambia o seu rosto, beijava a sua boca e sugava com força o seu peito, lhe arrancando gemidos cada vez mais roucos, enquanto minha mão não parava de roçar seu pau na minha bucetinha. Você implorava para me penetrar e minha buceta implorava para ser penetrada, então, sentei-me no seu pau como nunca o havia feito antes e naquele vai e vem frenético, explodimos juntos num gozo que nos levou quase alem da lua. (Eu já havia me masturbado até gozar, mas ainda queria mais. Então continuei em meus devaneios).

Levantamo-nos do chão e resolvemos tomar banho, estávamos exaustos e felizes. Eu esfregava a mim e você a si próprio, até que meu sabonete caiu e tive que abaixar para pega-lo, foi então, que você resolveu esfregar as minhas costas para mim em troca de que depois eu esfregasse as suas. Peguei o sabonete do chão com a bucetinha queimando novamente de tesão.

Não quis olhar para o seu pau, pois sabia que você estava exausto, então resolvi neste momento, para ver se eu relaxava, esfregar as suas costas. Fui para trás de você e comecei o ritual de esfregar o sabão, mas olhando aquelas costas largas e musculosas, não me contive e num ímpeto o abracei por traz. Deixei que meu corpo nu tocasse por inteiro o seu e como quem não quer nada comecei a roçar os meus seus em você enquanto brincava com meus dedos no teu peito e nos teus lábios.

Eu o abraçava forte e me esfregava em você deixado sem querer, claras as minhas intenções, Foi então, que você repentinamente se voltou para mim e num impulso quase instintivo tomou meus seios em sua boca apertando-os e sugando-os tão forazmente que pensei que desta vez você os fosse devorar.

Foi ai, que percebi que sua exaustão já não mais existia e seu pau, já mais duro do que um mastro, aguardava ansioso o toque de minhas mãos com a certeza de que o boquete viria na mesma seqüência. Virei-me, depois de quase enlouquece-lo com minha boca no seu pau, de costas para você. Você lambia a minha nuca enquanto eu, com a mão para traz ainda o masturbava.

Você me chupava a nuca entremeando com pequenas mordidinhas e uma respiração quente que já estava me deixando quase sem fôlego. Mais uma vez virávamos de frente um para o outro e nos beijávamos e nos esfregávamos. Você num determinado momento levantou uma da minhas pernas e mais uma vez sugou o mais intimo do meu ser, indo e vindo com a língua da minha vagina ao meu cuzinho me deixando cada vez mais extasiada.

Virei-me novamente de costas para você e deixei que me abraçasse por traz. Senti o volume enorme do seu pau por entre as minha coxas chegando com a cabecinha até a minha bucetinha, então ajoelhei-me ao chão, trazendo-o carinhosamente comigo, abaixei-me um pouquinho para frente para facilitar a penetração e você sem perder tempo enfiou seu pau na minha buceta que o deixou totalmente molhado então começou a brincar esfregando o enorme mastro da buceta ao cuzinho até ver que tudo já estava totalmente lubrificado.

Eu já estava excitadissima e você não queria mais me deixar implorar, então, vagarosamente, mas com firmeza adentrou o meu cuzinho enquanto eu com meus dedos voltava a penetrar minha buceta numa masturbação suave e eficiente pois no instante em que voltei meu rosto para beijar seus lábios explodi mais uma vez no mais delicioso gozo e olhando nos seus olhos com minha boca ainda na sua , pude ver que você explodia junto comigo, só que desta vez, no buraquinho apertado do meu cuzinho. Foi realmente maravilhoso.

Terminamos de tomar banho. Tudo parecia tão real. Masturbei-me duas vezes no banheiro e quando cheguei ao quarto para me vestir, vi a cama tão arrumadinha e meu corpo estava tão fresquinho e feliz que tranquei-me e deitada na cama masturbei-me novamente. Cara, nunca fiz isto com tanta eficiência como hoje.

É incrível como é fácil gozar quando estou, ou finjo que estou com você. Agora, devo confessar que depois de escrever este relato, estou com a bucetinha novamente implorando por sexo, com aquela dorzinha gostosa e a sensação de que esta abrindo e fechando como se estivesse piscando. Mais uma vez, vou dar a ela, o que ela esta pedindo e vou gozar pra você, com você.

Te AMO.

O que acharam?

Conto erotico enviado por email - autor anônimo

Eu Não Podia Mais Trair Meu Marido. Rumo a Central.

Não há mesmo jeito. Parece que eu acabo atraindo esses acontecimentos. Deve ser por que no fundo eu gosto mesmo. O que vocês acham? Aquele caso com os internautas só serviu para atiçar em mim a velha chama. Senti que ficou faltando alguma coisa. E assim, em casa à toa, começo a querer passar da imaginação a ação e pronto, acontece.

E sempre acontece alguma coisa inusitada, imprevista, o que me enlouquece ainda mais. E em um dia desses eu aqui em casa relembrando, relembrando. Quando vi, estava em frente ao enorme espelho que meu marido colocou no quarto só de calcinha e sutiã e pensei: por quê não dar umas voltas por aí para me excitar com os olhares pidões, com os assovios, etc?

Desta vez coloquei uma saia com uma abertura bem generosa na lateral e saí. Os olhares vinham e iam e eu não sabia ainda para onde estava indo. Eram umas dezoito horas quando vi passar um desses ônibus superlotados em direção ao subúrbio. Entrei em um deles cujo letreiro indicava CENTRAL. Muitos olhares se viraram em minha direção, inclusive os da trocadora que tinha um jeitão meio másculo. Fui me espremendo, espremendo até que alcancei mais ou menos o meio do ônibus.

Logo dois homens que não vi os rostos se aproximaram e foram se encostando a mim, um encostou bem atrás de mim e outro na lateral, justamente na abertura de minha saia. Bom, era aquilo que eu queria, mas fiquei temerosa porque muitas pessoas nos olhavam. Comecei a achar que não foi uma boa idéia e me mexi com intenção de descer. O que estava bem atrás pensou que eu me mexia com a intenção de excitá-lo e colocou o braço entre o meu pescoço e meu ombro, se apoiando com a mão na lateral do ônibus e falou baixinho,

Que loucura de mulher você, heim? Vai pra central?

Estava com medo e um tanto envergonhada, continuei muda. Mas já estava molhada com aquela coisa se esfregando e crescendo atrás de mim. Ele continuava o movimento e percebeu que eu apesar de muda e quieta, estava gostando da coisa. A essa altura eu me sentia toda quente, meu corpo levemente suado, a calcinha entrando mais com a ajuda do suor, a saia levemente levantada pelo roçar do homem e paralisada para que as pessoas não percebessem que eu estava querendo mais.

Só quando eles começaram a conversar para disfarçar foi que eu percebi que eles se conheciam. Hoje tava tranqüilo no banco né Geraldo? Falou o que estava atrás. É, se todo dia fosse assim. Respondeu o outro. O ônibus foi enchendo mais e cada vez nós ficávamos mais no meio e distante da visão dos outros. Percebi que o de trás se desencostava e pensei que ele saltaria; mas não, foi para me tocar com a mão que estava livre.

Sua mão começou suspendendo vagarosamente a parte de trás de minha saia, entre minhas coxas e foi subindo bem lentamente. Eu não tinha idéia de onde aquilo poderia chegar, mas estava excitadíssima para me opor. Parecendo virar-se para o outro o ouvi murmurar, Olha só. Pude sentir o suspiro profundo do outro, o que parecia chamar-se Geraldo, percorrendo minhas costas.

Ele se virou um pouco mais dando a impressão que fazia uma espécie de parede para que o seu amigo pudesse atuar sem que nos vissem. Eu já estava completamente extasiada pela situação. Aquela situação de luxúria fazia com que eu não sentisse o resto do mundo. Aos poucos fui me entregando cada vez mais. O que fazia a parede encostou a mão esquerda espalmada na parte direita da minha nádega, apertou levemente e desceu com um dos dedos onde minha calcinha estava enfiada, até tocar por baixo e encontrar a entrada da minha bucetinha completamente ensopada.

Fez um movimento de que queria entrar com o dedo e eu instintivamente abri um pouco as pernas e ele iniciou um movimento de vai-e-vem com o dedo dentro da minha bucetinha. O de trás puxou suavemente meu braço esquerdo querendo que descesse com minha mão que segurava o ferro de cima do ônibus.

Fiquei com medo de perder o apoio, embora louca para segurar aquela coisa dura, e retive o braço. Pode ficar tranqüila que a gente te dá apoio, pode soltar a mãozinha. Timidamente eu fui soltando minha mão e descendo lentamente meu braço esquerdo até segurar por cima da calça aquela coisa completamente dura. Suavemente ele pegou minha mãozinha e foi colocando devagarzinho por dentro da sua calça cujo sinto se encontrava afrouxado.

Com meus dedos eu fui abrindo caminho por dentro da cueca, por entre os pentelhos e segurei a carne do seu pau que latejava sem ser completamente envolvido pela minha mãozinha ávida e quente. Completamente alucinada, fiz o movimento de masturbá-lo quando ele me envolveu com o braço direito me puxando com um tranco para junto do seu corpo. Você é demais! Eu não sei se segundos, minutos; não sei, sei que viajei me movimentando lentamente, assim, com as pernas entreabertas, com a saia levantada na parte de trás, um dedo enfiado na minha bucetinha, com o braço esquerdo virado para trás, masturbando uma pica quente e dura por dentro de uma calça, dentro de um ônibus superlotado.

Acelerei os movimentos e percebi que o homem ia gozar. Goza. Pensei, mas não falei. O homem gozou babando na minha nuca. Nisso, veio um casal abrindo caminho, passando entre nós e me olhando com cara de censura, o que me conscientizou da situação. Envergonhada e me refazendo fui passando com rispidez sem olhar para trás, para nada, para ninguém e consegui descer.

Nem sequer olhei para o ônibus que partia, atravessei a rua e peguei um táxi retornando para casa. Ao chegar em casa transtornada, entrei no chuveiro e me masturbei gozando alucinadamente. Meu marido quando chegou em casa naquela noite, encontrou-me mais sedenta do que nunca. Que loucura eu posso mais tornar realidade?

Fantasias de Uma Noite de Verão



Eram dez horas da noite e eu estava sozinha em casa, deitada nua no meu quarto. Fazia tempo que não transava e já estava subindo pelas paredes. Sem namorado e saindo pouco as opções eram reduzidas. Não agüentava mais. A carência e falta de um corpo masculino me levavam a loucura. Fiquei imaginando os corpos sarados que havia visto em um filme antes de ir me deitar e um calorão subia pelo meu corpo. Minha vagina queimava como se estivesse em brasa e inconscientemente minha mão a tocou enquanto minha mente viajava...

Parecia cochilar quando um barulho me tirou de meu torpor. No escuro pressinto a presença de alguém no quarto e fico receosa. No mesmo instante, sinto uma língua tocando as minhas pernas. Lentamente, ela vai subindo pela parte interna até chegar nas minhas coxas. Com movimentos circulares e leves mordiscadas vou sendo levada à loucura. Um calafrio de tesão percorre o meu corpo tão carente, tão desejoso de um toque. Relaxo mais e aproveito a sensação que a sua língua deslizando pelas minhas carnes proporcionam.

Sua mão sobe pelas minhas pernas, até chegar na vagina molhada, por reflexo contorço meu corpo erguendo os meus quadris da cama como se estivesse oferecendo minha bucetinha para ele. Seus dedos acariciam o clitóris e me penetram suavemente apenas para serem retirados no mesmo instante. Imagino meu “torturador” os levando até a boca para experimentar o gosto de meu prazer.

Sinto sua língua tocar os lábios de minha vagina, os lambendo com delicadeza. De cima até embaixo. De um lado e depois do outro. Minhas mãos agarram o lençol enquanto meus gemidos e suspiros invadem o silêncio do quarto. Meu corpo suado estremece com ondas de arrepios. Minha vagina molhada explode em um gozo alucinante e grito de prazer enquanto sinto o corpo daquele estranho deslizar sobre o meu, subindo até se encaixar por entre minhas pernas. Sua boca alcança os meus lábios em um beijo molhado e provocante. A língua invade minha boca me tirando o ar. Seu pau encosta na minha bucetinha melada forçando a entrada e se alojando dentro de meu corpo. Mesmo bem lubrificada sinto como o seu cacete é enorme e ergo minhas pernas para auxiliar a sua penetração. Sua virilha encosta na minha. Beijo o seu pescoço e mordo a sua orelha elogiando o seu pau.

- Ah... Que delicia! Que pau delicioso...

Com as minhas pernas apoiadas nos seus ombros ele começa a se movimentar com força. Para dentro e para fora. O tamanho do seu pau e a violência das estocadas geram sons que rompem o silencio da noite. A cama rangendo, meus gemidos a cada entrada e a nossa respiração ofegante parecem música para mim. O contato com a sua pele quente, o suor por nossos corpos e o prazer que sinto abarrotam meu corpo e minha mente.

-Aiiiii... Vai... Me come gostoso! Me fode! – grito completamente desvairada enquanto gozo

Meu corpo se contorce e sinto um turbilhão se esvair de minha vagina. Meus fluídos e todo o meu tesão acumulado parecem explodir enquanto o seu pau estremece com jatos de porra quente se alojando na minha buceta. Fico curiosa em saber o que virá agora e minha resposta vem quando ele me vira de bruços na cama e sua boca encontra a minha bunda. Ele beija, lambe as nádegas e delicadamente as separa com as mãos. Sinto sua língua tocar o meu anelzinho. Nunca havia sentido tanto prazer.

- Ai, como isto é bom... Assim... Que delicia...

Meu cuzinho começa a piscar de tesão, a vontade de ser penetrada é imensa. Quero tê-lo inteiro dentro de mim, sentir os seus pentelhos baterem na minha bunda, ser dominada e subjugada. Não existe nada mais excitante do que ser penetrada de quatro.

O estranho me coloca na posição e a sua pica encosta na minha bunda. Pincelando o pau pelo meu cuzinho, começa a forçar a entrada. Dor... Agüento firme e peço alucinada.

- Vai, mete tudo. Me fode bem gostoso.

Atendendo o meu pedido o seu pau entra tudo de uma vez e sinto uma pontada de dor intensa... Minhas pernas amolecem e penso até que vou desmaiar. Seu pau começa a mexer dentro de mim. Que delicia quando ele sai bem devagarzinho e entra com força. Não agüento mais... Enquanto sou penetrada vigorosamente toco o meu clitóris e gozo no mesmo instante. Rebolo, choro de dor e prazer completamente extasiada pela situação. Seu pau palpita dentro de mim e vibra gozando abundantemente. Caio para o lado esgotada e desfalecida. Deliciada pelas sensações que dominaram o meu corpo.

Seus lábios tocam os meus em um beijo carinhoso. Mesmo no escuro vejo o seu vulto sair pela porta de meu quarto. Sinto o corpo suado e relaxado. A minha bucetinha melada e meu cuzinho arrombado ardem prazerosamente. Fico imaginando como seria o seu rosto. Algum safado conhecido? Um delicioso estranho? Minha mente viaja em devaneios enquanto meus olhos pesam e adormeço profundamente...

Seria um sonho ou realidade?


By Camilinha - DevaneiosdeCamilinha.blogspot.com

Fui Pega a Força por Dois Caras


- O Corredor Parte III

Sorri para ela ao sair do quarto. Fechei a porta e me deparei com o corredor verde oliva. Estava novamente sozinha naquele lugar. O frio e a umidade do local grudaram-se na minha pele. O que mais poderia esperar? Estaria sonhando? Que surpresas me aguardavam nas outras portas? Olhei para todas que ainda não tinha entrado. Caminhei até uma delas e encostei o ouvido na porta... Nada! Não conseguia escutar nenhum ruído. Um pouco receosa coloquei a mão na maçaneta e a girei devagar, não querendo fazer barulho. Subitamente a porta se abriu com violência e fui puxada para dentro...

A porta se fechou e eu fiquei paralisada. Em minha frente um cara negro usando jeans, sem camisa e com mais um menos um metro e noventa de altura. Corpo forte e viril , barba por fazer. Ele gargalhava e estalava os dedos de suas mãos. Olhei para o ambiente em minha volta. As paredes eram de tijolos expostos sem pinturas, o chão era todo de cimento sem lajotas, olhei para o alto e pude ver as estrelas. Um latão com fogo dentro iluminava o local, uma mesa e umas ferramentas estavam em um canto. Sentando em uma das cadeiras um cara calvo apenas com um calção azul com listas brancas do lado se levantou caminhando em minha direção.

- Hoje tiramos a sorte grande. Olha só quem veio nos visitar . - disse o negão.

- Faz tempo que estava de olho nessa vadiazinha. Sempre a vejo indo para faculdade e nunca nos dá bola. Nem uma olhadinha ela dá. Menininha metida, filhinha de papai arrogante.

Um pavor tomou conta de mim. Eu tremia encostada a parede cobrindo minhas partes intimas com as mãos. Eu estava na frente de dois estranhos mal encarados completamente nua.

- Agora nos vamos ensinar uma liçãozinha a ela. - esbravejou o negão chegando mais perto e passando sua língua em meu pescoço. Senti seu cheiro de suor, cheiro de quem passou o dia trabalhando pesado.

-  Pare. Me deixa sair daqui. O que vocês querem?

A mão do negão desceu até os meus seios apertando com força. O cara calvo só assistia . Senti os dedos grossos de meu algoz acariciando minha buceta. Comecei a sentir um calor desconhecido. Não sabia o que estava acontecendo comigo e temia ser machucada por aqueles caras.

- Você tem o rosto muito bonito. Parece uma bonequinha. O negão continuava a me bolinar toda. Agora minha bunda era apertada com muita força.

- Vou te comer todinha , adorei sua pele macia. Sente o cacete do negão. - Disse conduzindo minha mão até o seu pau. Fiquei assustada com o tamanho . Imaginei que era enorme e meus medos se confirmaram quando ele tirou sua calça mostrando um membro enorme, grosso e com veias salientes. Seus pentelhos eram espessos e muito volumosos. Seu pau pulsava e já estava todo melado com sua porra branca.

- Agora você vai me chupar florzinha. E se não fizer direito vai levar porrada. Chupa meu tesãozinho.
Morrendo de medo não tive alternativa senão me abaixar sob os seus pés e pegar naquele pauzão imenso. Senti um cheiro forte e o engoli até o máximo que consegui, quase não cabia na minha boca de tão grosso. Lambia todo o membro enquanto ele gemia e puxava meus cabelos quase fazendo eu me afogar com sua rola.

- Chupa menina, chupa – o outro cara se masturbava olhando para nós.

O negão fechava os olhos e me xingava de putinha e cadela, até que falou:

- Agora eu vou foder essa buceta de patricinha. Vou te comer bem gostoso. Vou te fuder tanto que você não vai conseguir nem fechar as pernas.

Apesar das sensações estranhas que estava sentindo. Fiquei aterrorizada. Seu pau era muito grande eu não conseguiria agüentar ele dentro de mim.

- Espera.... não vou conseguir.... deixa eu só te chupar e ir embora. - implorei quase chorando.

Ele só sorriu e me levou até a mesa me deitando com a barriga para cima. Abaixou e colocou a cara entre minhas pernas e sua língua quente e grossa passou a acariciar minha bucetinha com vontade. Ele não se contentava em somente me lamber. Sua língua me penetrava e fazia movimentos tocando as paredes internas da vagina. Parecia um pequeno cacete me invadindo. Comecei a gemer e gostar da brincadeira. A vontade de ser comida começou a ficar incontrolável. O cara calvo não agüentando mais se aproximou de nós e me ofereceu seu pau para que eu o chupasse. Era menor que o outro mas estava muito duro. O abocanhei vorazmente.

Gozei na boca do meu torturador sentindo um prazer imenso. Gritei e gemia de tesão lambendo o saco do cara calvo quando senti o pinto grande e duro do negão encostando na minha bucetinha que latejava de vontade. Estava muito molhada mas mesmo assim o seu pau foi entrando com dificuldade. A cabeça era imensa e o negão forçava caminho entre os lábios de minha buceta. Gritei de dor quando ela passou. Implorei para que ele parasse e lágrimas encheram meus olhos .

- Não se faz de falsa loirinha. Você gostou da minha chupada e vai adorar minha rola.

Me debati e tentei sair dali. Mas o cara calvo me segurou contra a mesa e o negão foi forçando seu pau me invadindo com aquela coisa enorme. Parecia que estava sendo rasgada. Seu cacete foi preenchendo todos os espaços da minha vagina e tive a impressão que estava chegando no meu útero. Berrei com muita dor e um prazer gigantesco me dominou quando senti seus pentelhos encontrarem a minha virilha. Não sei como, mas ele estava inteiro dentro de mim. Sentia minha buceta toda alargada, estava completamente arregaçada e a mercê daqueles caras. Lentamente ele começou a fazer movimentos para dentro e para fora. Meu corpo se levantava da mesa em cada estocada. Achei que ela fosse quebrar pois logo o negão metia com força violentamente. O prazer foi superando a dor e comecei a gostar de ser comida desta forma. Nunca tinha transado assim. Quando comecei a gemer o calvo disse:

- Loirinha agora eu vou comer teu rabinho.

- Não , não . - gritei apavorada . - Não vou conseguir agüentar os dois. O negão tirou seu pau de dentro de mim e me ergueu da mesa como se eu não pesasse nada. Deitou na mesa e me colocou sentada no seu cacete. Desta vez o pau entrou mais fácil. Acho que minha buceta estava arregaçada mesmo. De cócoras sobre seu cacete olhei para baixo e vi que sangue molhava os pentelhos do negão. Via tudo aquilo entrando em mim e não acreditava. O calvo chegou por trás e foi encostando seu pau na minha bundinha. Tremia de dor e tesão. O negão segurou meu corpo de encontro ao seu enquanto me fudia com força. O pênis do calvo foi entrando no meu cuzinho aumentado minha tortura. Pensei que ia desmaiar de dor. Sendo fudida por dois ao mesmo tempo pensei em estar realizando uma fantasia oculta por amarras morais. Era uma putinha e aos poucos estava gostando de virar sanduíche. Gozei como uma louca com um pau na buceta e outro no rabo. A foda pareceu durar uma eternidade. O primeiro a se satisfazer foi o negão que gozou em abundancia enchendo minha buceta com sua porra cremosa. Saímos da posição e o cara calvo disse que queria gozar na minha boca. De cócoras chupei seu cacete até sentir o gosto amargo de sua porra que lambuzou todo o meu rosto pois eu não conseguira engolir.

Deixada de lado fiquei no chão extasiada por ter sentido tanta dor e confesso que também sentira prazer. Jamais imaginara gozar tão gostoso. Sentia-me como uma puta por ter gostado daquilo. As sensações tinha sido indescritíveis. Recuperando minha consciência imaginei que teria de fugir dali. Não agüentaria outra foda com aqueles dois. Tinha que me mandar daquele lugar.

Não conseguia nem mesmo ficar em pé. Gatinhando sai do quarto deixando meus algozes rindo sarcasticamente.

- Já vai meu amor? Huahuah a - Perguntou o cara calvo

- Quando quiser pode voltar, sei que gostou de nossa aventura. - disse o negão categoricamente.

De volta ao corredor, a porta do quarto se fechou com uma batida. Em minha cabeça ainda podia ouvi-los gargalhando, se divertindo por terem currado a menininha , a loirinha tão desejada que nunca seria deles fora deste lugar maluco. Me encolhi no chão , sentada e abraçando meus joelhos, sentia um liquido quente escorrer da minha vagina e do cuzinho. Estava paralisada! Não tive nem a curiosidade de saber se o liquido era a porra de meus carrascos ou meu sangue esvaído pela violência de nossa transa. Apesar disso confesso que tinha gostado. O que estava acontecendo comigo? Nunca tinha sido assim e nunca tivera essas fantasias Essa não era eu. Acho que tudo era culpa deste lugar.

Olhei para o corredor verde oliva, a iluminação fraca iluminava as portas brancas e o frio começava a atingir meu corpo quente. Já havia entrado em três portas. Será que a saída se encontrava em uma das quatros faltantes? Ou será que tudo isso era um pesadelo e logo eu iria acordar no aconchego de minha cama? Não poderia ficar ali parada esperando a resposta. Depois de um tempo que pareceu uma eternidade me levantei. Parecia que estava melhor. Deveria abrir as outras portas, encontrar a minha saída...

Eu e Bruninha - Desejos Saciados



O Corredor Parte II

... respirava pesadamente encostada na parede. Teria que sair daquele lugar insano... Olhei para as outras portas. Uma delas tinha que ser a saída... Sentia a vagina ardida e a porra escorria pelas minhas pernas. Olhei para a porta a minha frente e pensei que esta poderia ser a saída...

...

O corredor estava muito frio e o meu corpo nu tremia. As paredes de um tom verde oliva eram iluminadas por uma luz tênue. Sete portas brancas completavam o ambiente. Em uma delas meu professor dormia desfalecido na cama. O que significava tudo aquilo? Encontrar o meu velho professor deste jeito? Transar até sentir a vagina arder? A vontade desvairada, a necessidade de sexo... Como havia parado naquele lugar? Tinha que sair dali...

Abri a primeira porta que estava na minha frente, desta vez mais receosa, olhei para dentro antes de entrar. O local parecia decorado por uma menina. Com paredes cor de rosa e bichinhos de pelúcia espalhados pelos cantos. Sentada sob as pernas, no centro do quarto, uma garota chorava copiosamente. Ela era loirinha e estava vestida com um roupão de figuras infantis. Compadecida fui até ela, talvez estivesse vivendo a mesma situação que eu. Abaixei-me ao seu lado e a abracei.

-Calma querida. Agora estamos juntas. Como é seu nome?

-Bruninha – disse me olhando com os olhos marejados de lágrimas.

Era uma adolescente muito bonita, seus cabelos dourados desciam pelos seus ombros e o seu corpo estava todo coberto pelo roupão amarelo. A garota soluçava de tanto chorar. Sua cabeça se apoiou no meu ombro e ela me abraçou forte. Suas mãos começaram a acariciar minhas costas nuas, da nuca até o início da minha bundinha. O carinho era alternado entre suas mãos e suas unhas que me arranhavam me dando arrepios... Achei aquilo estranho...

-Espera Bruninha... O que você esta fazendo?

Então ela tirou a cabeça de meus ombros e me olhou nos olhos... Seu olhar desceu até a minha boca e seus lábios carnudos colaram nos meus enquanto ela continuava a acariciar minhas costas. Uma de suas mãos entrou por baixo de meus cabelos e apertou minha nuca. Nossa!!! Nunca havia sido beijado desta maneira... Com esta paixão... Ela parecia adivinhar os meus pontos fracos... Despertei das sensações que ela me causava e a lucidez voltou a minha cabeça

-Bruninha... O que esta acontecendo? - falei enquanto me colocava em pé.

Ela ficou em pé novamente e pude notar que era um pouco mais baixa que eu. Seus olhos analisaram o meu corpo nu e um sorriso iluminou o seu rosto molhado de lágrimas.

-Eu tava triste por que estava sozinha. Estou louca para transar! - dizendo isso ela soltou seu roupão e um corpinho lindo apareceu por baixo dele. Ela estava nua! Seus peitinhos eram pequeninos e sua bucetinha estava completamente depilada. Duas mulheres nuas, uma de frente para outra, em um quarto de menina. Ela me olhava e o desejo transpirava pela sua pele. Seus olhos devoravam o meu corpo. Confesso que aquilo mexeu comigo... Tinha uma sensação de proibido... Mas ainda falei:

-Mas Bruninha… eu gosto de homem... Você tem que me ajudar a sair daqui...

-Você fala que gosta de homem por que nunca experimentou transar com uma mulher... - falou rapidamente avançando sobre mim. Sua boca encontrou a minha e um beijo quente me envolveu.

Nunca havia beijado ou transado com uma mulher, mas desde que me meti neste lugar não conseguia mais me controlar. Parecia que estava muito sensível ao sexo, meu corpo respondia a cada estimulo, a cada toque. A mãozinha da garota voltou a acariciar as minhas costas e sua língua brincava dentro da minha boca. Comecei a me excitar e respirar pesadamente.
Logo minha bundinha estava sendo deliciosamente apertada, um de seus dedos desceu pelo meu reguinho e foi acariciar o meu anus. Senti um arrepio enquanto o seu dedo tateava meu cuzinho em movimentos circulares. Apesar da idade aquela garotinha sabia o que estava fazendo. Sua boca desceu até os meus seios. Os bicos estavam rijos e sua língua os tilintava como se fossem pêndulos de um sino.

Minha bucetinha já estava encharcada e seus dedos se lambuzavam nos meus líquidos. Agora meu pescoço era beijado enquanto minha bucetinha era atacada por aquela mãozinha gostosa.

-Aiiii Bruninha... Que delicia... Continua... Continua...

Com muito jeito ela me fez deitar sobre o tapete. Aquilo tudo era uma loucura. Estava muito bom transar com a Bruninha. Sua boca ávida desceu pelos meus lábios, lamberam meus seios e sua língua umedeceu a minha barriga. Minha bucetinha latejava de tanto desejo, queria senti-la.

-Vai Bruninha... Me chupa... Me lambe todinha...

Meu delicioso martírio continuava. Sua língua acariciou os lábios da minha vagina e aquela área entre a buceta e o meu anus. Não estava mais aguentando... Percebendo isto fui penetrada gentilmente pela sua língua... No primeiro toque gozei violentamente. Meus fluidos desciam até sua boca em abundancia. Ela continuava me chupando... Agarrava seus cabelos e a xingava como uma doida. Então ela subiu sobre o meu corpo e me beijou a boca enquanto esfregava a sua bucetinha na minha. Desejei ardentemente que ela tivesse um pênis para me comer gostoso. Estava louca e a derrubei para o meu lado. Queria retribuir o prazer que ela havia me proporcionado e comecei a sugar os seus seios. Bruninha gemeu e falou excitada:

-Uiii que coisa boa...

Pela primeira vez experimentava transar com uma mulher e estava muito bom. Cheia de coragem desci até sua bucetinha e provei aquela carninha rosada. Nunca imaginei que chupar uma buceta seria tão bom. Bruninha gemia e erguia os quadris. Eu sugava o seu clitóris e a penetrava com o dedo indicador. Até que ela não aguentou mais e gozou na minha boca. Lambi tudo o que pude e deitei ao seu lado com a respiração acelerada.

Pensei que ela estava satisfeita, mas ainda queria mais... Sorrindo para mim me virou de costas e passou a beijar a minha bunda. Minhas nádegas foram separadas e meu cuzinho ficou exposto. Sua língua acariciou o meu anus que piscou ao seu toque. Os dedos hábeis penetraram a minha vagina e meu cuzinho era chupado com maestria

Enquanto estávamos nesta posição suas mãos procuraram um objeto que estava embaixo do tapete. Somente descobri o que era quando senti algo roçar nas minhas pernas. Olhei para trás e vi um enorme vibrador sendo lubrificado. Esperei ansiosa por aquele presente e logo o senti tocar o meu cuzinho. Lentamente foi sendo forçado e a cabecinha entrou. Soltei gritinhos de prazer

-Coloca... Mete este cacete inteirinho dentro de mim...

Aquele membro de borracha foi sendo enfiado dentro de mim até o final. E quando achei que não havia mais nada a esperar. Bruninha o ligou, fazendo o vibrar no meu rabinho. Arrepios de prazer me invadiram e minha garotinha se enfiou por debaixo de minhas pernas voltando a sugar a minha bucetinha. Não ia aguentar aquilo muito tempo. Aquela tortura era deliciosa demais. O cacete de borracha vibrava, entrava e saia de meu cuzinho. Meu gozo desta vez veio forte e achei que iria desmaiar. Minhas pernas amoleceram e tive o maior orgasmo de minha vida.

-Aahhhh que delicia Bruninha... uuuiiiiiii.

Deitei ao seu lado e fiquei maravilhada. Transar estava cada vez melhor. Depois de uns dez minutos me levantei e decidi sair dali.

-Bruninha quer ir embora comigo?

-Não... Mas eu espero voltar a te ver.

Sorri para ela e sai do quarto. Fechei a porta e olhei para o corredor verde oliva. Estava novamente sozinha naquele lugar. O frio e a umidade do local grudaram-se na minha pele. O que mais poderia esperar? Estaria sonhando? Que surpresas me aguardavam nas outras portas? Olhei para todas que ainda não tinha entrado. Caminhei até uma delas e encostei o ouvido na porta. Nada! Não conseguia escutar nenhum ruído. Um pouco receosa coloquei a mão na maçaneta e a girei devagar, não querendo fazer barulho. Subitamente a porta se abriu com violência e fui puxada para dentro...

Quero Transar com Você...



Bom, eu nem sei como dizer direito. Me sinto um pouco tímida para falar sobre isto mas vou aproveitar esta oportunidade em conjunto com este arroubo de coragem e falar que estou completamente louca por você. Te desejei desde o primeiro dia quando te vi ali, passando por mim. Lembro bem como você estava vestido, do seu jeito de andar. O que mais me chamaram a atenção foram seus braços fortes, peludos, essa sua cara de homem e até ouso dizer da sua bundinha linda. Vejo sob a sua calça, coxas grossas e a protuberância que se forma no meio de suas pernas.

A primeira vez que vi esse volume confesso que deixei escapar um suspiro de excitação. Através desta visão, fico imaginando todo o seu tamanho. Se assim por cima calça já aparenta ser grande imagino você completamente nu com seu pau duro, ereto, dando pulinhos de excitação e com aquele liquido esbranquiçado escorrendo da cabeça.Penso em você o segurando firme, balançando, me provocando, fazendo aumentar ainda mais o meu desejo:

-Vem minha loira gostosa, meu tesão... Tá vendo isto aqui? Isto tudo é para você… To louco para te comer, te fuder bem gostoso. Quero você sentada no meu pau gemendo bem gostoso... Vem minha garotinha... Pega nele... Sente como esta duro...

Ficou louca de tesão e minha bucetinha arde como se estivesse em fogo, minha excitação é tanta que a umidade da minha vagina escorre pelas minhas pernas... Se fico assim, só por vê-lo passar e imaginá-lo nu o que aconteceria se finalmente ficássemos a sós? Acho que morreria de tesão... Gozaria como uma louca e te daria todo o prazer do mundo. Me ajoelharia aos seus pés e gastaria um bom tempo olhando fixamente para o seu cacete, gostaria de gravá-lo para sempre em minha memória, cada centímetro, cada veia latejante, a cor da cabeça , o formato de seus pelos, a textura da pele do seu pau, a temperatura.... Gostaria de acariciá-lo no saco, sentir suas bolas enquanto delicadamente envolveria a glande entre os meus lábios. Qual o gosto do seu pau? Imagino o engolindo lentamente, sem deixar de apertar suas bolas. Fazendo o movimento para dentro e para fora. Colocaria a mão no seu pau e o masturbaria enquanto lamberia a cabecinha. Desceria a língua pela extensão do seu pau até chegar no seu saco. Colocaria as bolas na minha boca, uma por uma. O deixaria inteiro molhado com minha saliva. Se você gemesse e falasse sacanagens isso me excitaria ainda mais...

Como posso ter fantasias tão intensas? Pensar em tantos detalhes só por te ver passar? O vejo todos os dias... Você nem imagina o desejo que desperta em mim... Ou será que desconfia? Lembro-me do dia em que você olhou em minha direção. Imediatamente abaixei os olhos... Fiquei pensando que de alguma forma você tivesse conseguido ouvir meus pensamentos, minhas fantasias, imaginei que todos meus sonhos com você tivessem sido descobertos... Morri de vergonha... Acho que o desencontro de nossos olhos talvez tenha sido interpretado como alguma forma de desinteresse. Será que você imaginou isso? Que desviei meu olhar por indiferença ? Ah se você soubesse... Que cada noite transamos sob as minhas diversas formas... Que entre quatro paredes não existiam limites para o nosso prazer... Dentro da minha cabeça é assim.

Em minhas fantasias imagino que após você gozar fartamente em minha boca eu continuo acariciá-lo até sentir seu pau completamente duro. Você me levanta e beija ardentemente os meus lábios. Neste mesmo instante o seu pau roça na minha buceta e um calafrio percorre minha espinha me deixando toda arrepiada. Suas mãos apertam vigorosamente a minha bundinha e seus dedos tocam o meu anus que pisca desejando o prelúdio de uma penetração, mas isso não acontece. Você quer mesmo é minha bucetinha... Talvez o cuzinho fique para sobremesa...

Sua mão passa a acariciar a minha vagina e seus dedos se lambuzam em meus líquidos... Isto o deixa completamente louco! Sinto isso pela sua respiração... Você fica ofegante e me joga na cama... Deitada de frente para você abro as pernas e faço uma carinha de pidona, envolvo minhas mãos em meus cabelos e empino os meus seios… a minha posição é totalmente submissa, me ofereço toda a você... Será que imagina quanto o desejo? O quanto quero senti - lo no meio de minhas pernas? Seu peso sobre mim, o calor da sua pele, seu suor... Tudo me excita. Tudo é um tremendo afrodisíaco!

-Agora vou te foder minha loirinha... Você vai sentir o que é ser comida por um homem de verdade, vai ver que é bem diferente daqueles moleques da sua idade. Adoro meninas novinhas...

Te vejo se mexer em câmara lenta, subindo sobre o meu corpo, sinto a glande apontar na entrada da minha bucetinha e lentamente os meus lábios vaginais se abrirem , acomodando este membro quente. Meu delírio se completa quando após momentos deliciosos, sentindo o seu pau deslizar para dentro do meu corpo, a sua virilha encontra a minha nos unindo e por segundos imagino que somos uma só pessoa. Juntos para todo o sempre. Na sua primeira estocada gozo alucinada de paixão e desejo. Vou aos céus e o meu corpo todo formiga, sinto como se houvesse uma explosão dentro de mim... Mas não me sinto saciada. O prazer intenso apenas me faz querer mais e mais. Aperto suas costas e cravo minhas unhas em sua pele dominada pelo frenesi que o primeiro orgasmo me proporciona. Minha buceta lateja mastigando o seu pau. Suas estocadas ficam mais rápidas e fortes. O som de nossos corpos se encontrando e o barulho de sua pica entrando e saindo de minha vagina molhada me deixam doida. Seu orgasmo vem de forma intensa. O seu cacete estoura como uma champagne dentro de mim trazendo diversos jatos de esperma que inundam minhas entranhas. Com a sua porra quentinha me preenchendo gozo novamente e o aperto enlaçando minhas pernas em seus quadris. Quero o inteiro dentro de mim... Desta vez parece que não vou me conter, acho que vou desmaiar. Como o prazer pode ser tão intenso? Tão forte? Sua voz sussurra no meu ouvido:

- Que delicia... Que tesão !!!! Você gostou mesmo de levar pica, né? E acho que quer mais, não quer?

Acho que deve estar pensando que sou meio louca, né? Ou talvez uma safada, promiscua... Mas não sou nada disso. Este desejo louco é apenas por você, só por você. Ainda não sei se o que sinto é paixão ou apenas tesão. Gostaria de descobrir junto com você. Mas para isso preciso da sua ajuda. Preciso que venha falar comigo, pois eu sou tímida e não tenho coragem de tomar a iniciativa e ir falar com você. Tenho tantas fantasias para realizar… Você pensa que sou apenas uma menina, mas não imagina o quanto sou mulher... Será que por ser mais velho você imagina que não temos chance juntos? Talvez pense que gosto de garotos de minha idade. Ah, se naquele dia eu sustentasse o seu olhar... Se meus olhos se encontrassem os seus e meus desejos fossem revelados… Se você soubesse de tudo. Viria falar comigo? Como interpretaria meus desejos? Me acharia uma putinha? Por que uma mulher não pode revelar seus desejos? Por que essa sociedade tão machista? Adoraria que fosse diferente...

Adoraria imaginar que adivinhando as minhas vontades você deslizasse por cima de mim e acariciasse minha vagina com sua língua, que meu clitóris fosse sugado enquanto os seus dedos me penetrassem. Gostaria de sentir meus lábios vaginais fossem lambidos e levemente mordidos. Queria gozar na sua boca e te fazer provar de meus líquidos. Penso em você orgulhoso por me fazer gozar tantas vezes... Fico excitada por imaginar seu desejo pelo meu corpo jovem e por sentir o que é transar com uma mulher nova e safada... Imagino sua língua descendo pela minha bucetinha e indo tocar meu anus... Acredito que ele piscaria e que meus gemidos o estimulariam a continuar. A sua língua iria fazer movimentos circulares e pressionaria minhas pregas como se estivesse querendo me penetrar, me preencher inteira. Você não agüentaria muito tempo os meus gemidos e a visão do meu corpo se contorcendo como resposta as suas caricias. Imagino o seu pau procurando e encontrando meu anus. Talvez a penetração não fosse tão fácil, Talvez toda a excitação demonstrada pelos líquidos que teimam por escorrer da minha buceta e molhar minhas pernas e meu cuzinho não fossem suficientes para facilitar a sua entrada. Imagino seu pau forçando, a dor que me atingiria ao sentir a cabeça entrar, os gritos de dor misturados com prazer. Todos os desejos enfim saciados, finalmente eu seria sua por completo. Você se esforçaria até cumprir o seu objetivo, até seu pau estar inteiro atolado na minha bundinha. Imagino suas estocadas começarem lentas , comedidas e logo os movimentos ficarem rápidos e fortes. Como se fosse um selvagem me comendo de quatro. Eu me sentiria como uma fêmea completamente submissa as suas vontades. Seu pau entrando e saindo… Talvez uma musica ao fundo, a cama rangendo e seu pau gritando através dos sons de suas estocadas, uma sinfonia do sexo finalizada com nossos gritos gozando quase ao mesmo tempo...

-Que bundinha maravilhosa... Tão redonda e cheinha... Que cuzinho apertado... Nunca comi uma mulher tão gostosa! Tão completa! Te quero mais vezes... Te quero sempre!

Depois de tantas gozadas eu e você deitaríamos lado a lado, adormeceríamos juntos, abraçados e satisfeitos pelos prazeres proporcionados por nossa transa.

Novamente eu te pergunto: Qual a sua reação ao saber disso? O que você sentiria? Que atitude iria tomar? Aprovaria minhas fantasias? Que tipo de cara seria você? Ficaria chocado ao saber que penso tudo isso ou ficaria excitado e desejaria realizar os meus desejos? Tantas duvidas... Tantas incertezas... Seria tão fácil se pudesse ler meus pensamentos, que me desejasse tanto quanto eu o desejo. Será que você me quer? Que não vem falar por que sou muito mais nova que você? Não sou mais menina agora já tenho um corpo de mulher...

Vou ficar te esperando... Te desejando... Esperando que venha falar comigo. Não se acanhe se eu baixar meus olhos. Não pense que é desinteresse. Apenas não quero parecer fácil. Não quero te causar uma má impressão. Desejo te conquistar e trazer para o mundo real todas as minhas fantasias. Você ainda vai ser meu, todo meu. Eu estarei esperando. Se não sabe quem eu sou olhe ao seu redor. Eu sou aquela garota que às vezes é surpreendida te olhando, baixando os olhos e fingindo indiferença. Sou aquela que talvez você nem imagina. Peço apenas que seja gentil. Que me trate bem e lhe darei tudo o que você quiser.

Estarei te observando atentamente...

Beijos carinhosos a você...
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