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O Hóspede Tarado

Meu nome é Camila, a história a seguir se passa quando eu era mais nova e tinha 18 anos. Sou baixa (1,56 cm), não sou magra, mas sou gostosa (é o que dizem), meus cabelos castanho-claros, ondulados, chamam atenção por seu comprimento chegando até a cintura, meus olhos são castanho-escuro, os seios são bem fartos (sutiã tamanho 50), uma bunda bem chamativa, a pele bem branca e a bucetinha sempre raspadinha e cheirosinha.

Início de dezembro. Logo no terceiro dia de férias meu pai me avisou que um amigo se hospedaria em nossa casa por 5 dias e que chegaria no dia seguinte. Papai queria alguns favores profissionais desse amigo e pediu que eu o tratasse da melhor maneira possível, me avisando que ele era um pouco chato e metido. Pensei que não seria tão difícil agradar e conviver com alguém por cinco dias, mas estava enganada.

No dia seguinte a cozinheira faltou e fui fazer o almoço enquanto papai o buscava no aeroporto. Estava na cozinha com uma saia preta, rodada, bem curta, uma blusa branca bem decotada, avental e pés descalços. Ao ouvi-los chegar fui até a sala para cumprimentar o hospede.

Dr. Eduardo Andrade era um homem alto, magro, branco, usava óculos, seus olhos negros passavam frieza para quem os encarava, cabelos negros, roupa elegante, nariz empinado e pouco mais de 35 anos. Não chegava a ser feio num primeiro instante, mas seus modos o tornavam intragavelmente feio.

Papai estava de costas, ao bar, preparando um drink. Fui em sua direção, ele me olhou de cima a baixo com nojo, mas mantive a cabeça ereta e falei :

- Ola doutor, é um prazer conhecê-lo. E fui em sua direção estendendo minha mão que ele deixou ao ar dizendo com superioridade:

- Ora Augusto, você deveria escolher melhor e dar menos liberdade aos seus criados, essa gentinha tem cada uma. - Papai sem graça e com raiva ao mesmo tempo me abraçou para espanto de seu colega e falou rispidamente:

-Essa é Camila, minha filha, que na ausência da cozinheira da casa foi preparar a refeição para recebê-lo.

Sem dar a mínima para o engano ele apenas disse “Ah, sim, mas nesse trajes eu poderia confundi-la não só com uma empregada”. Olhei para meu pai que nada disse, estava indignada com aquele homem insinuando que eu me vestia como uma prostituta, voltei a cozinha espumando de ódio.

Servi o almoço para os dois, mas não fiquei a mesa com eles, nos dias que se seguiram fiz o máximo de esforço para não cruzar com aquele homem nojento, mas era inevitável e tudo que ele fazia ou dizia era de um conteúdo de estrema estupidez.

No quarto dia eu decidi me banhar na banheira de ofurô que tínhamos perto da piscina no terraço. Como a banheira era num elevado construído acima da piscina eu podia ver tudo que ocorria no terraço, mas ninguém poderia me ver ali.

Fiquei lá durante alguns minutos até ouvir um gritinho e algumas vozes, e um barulho. Ajoelhei-me no local onde se fica sentado na banheira e fui olhar lá em baixo. A cena era atordoante e ao mesmo tempo excitante. Eduardo estava prensando Lurdes (a empregada) na parede de costas para ele, estava com o pau para fora da calça e levantava a saia do uniforme dela, ela tentava se libertar, mas ele era mais forte, arrancou sua calcinha e enfiou o pau na bunda dela, pela dificuldade e pela expressão no rosto dela devia estar metendo em seu cuzinho.

Ele tapava a boca dela com uma mão, com a outra apertava ferozmente seus peitos, mordia a orelha dela e metia muito forte nela, socava a rola com brutalidade, ela se debatia, mas de nada adiantava.
Como eu estava apoiada de mau jeito escorreguei na banheira fazendo muito barulho de água batendo. Ele levantou a cabeça e pensou durante alguns segundos, mas depois continuou, agarrou Lurdes e a jogou no chão, colocou-a de quatro e mandou ver no rabo dela, ela tentou gritar e ele tampou a boca dela com a mão, depois a puxou virando-a de frente para ele e deu um tapa em seu rosto, meteu mais uma vez o pau gozou dentro dela, gemendo bem alto. Falou algo em seu ouvido e ela fez que sim com a cabeça, saiu correndo e desceu as escadas que davam acesso ao resto da casa.

Esperava que ele fosse embora, mas ele que estava apenas com o pau mole balançando para fora da calça social tirou a camisa e o resto da roupa ali, ficando pelado na beira da piscina, acendeu um cigarro e ficava olhando para onde eu estava, pensativo. Quando seu cigarro terminou, ele veio em direção a banheira, o medo me invadiu, subiu as escadas e ao chegar à beira me viu e sorriu maliciosamente. Me levantei tentando sair da água, mas ele me empurrou de volta e fez menção de entrar. Subi no banco da banheira e olhei para baixo, ele me olhava nos olhos e fez que não com a cabeça, como se dissesse “não faça isso”.

Não pensei duas vezes e pulei, cai na piscina e nadei até a borda mais próxima, ele ainda descia as escadas, subi correndo e tentei alcançar a porta da escada, ele foi mais rápido e apareceu na minha frente me encurralando no canto da porta. “LURDES, PAAAI” eu gritei e ele começou a gargalhar

- Não tem mais ninguém em casa, grita vai, grita que eu adoro. - Ele se aproximou me prensando na parede

- Você ta adorando! Você é uma puta exibicionista que quer um macho para acabar com teu fogo.

Ele cheirava meu pescoço, passava a mão na minha xotinha molhada por baixo do biquíni. Veio me beijando e por um segundo eu correspondi, depois lembrando da situação mordi seus lábios bem forte, ele gritou e me deu um tapa que estalou meu rosto, eu cuspi em sua cara

- Adoro rebeldia. – Disse ele arreganhando a parte de cima do meu biquíni e mordendo meus peitos. Ele mamava e mordia ferozmente. Eu estava totalmente presa e ele roçava a pica dura em minha xotinha por cima do biquíni.

Ele se encaixou em minhas pernas e afastou meu biquíni, me agarrando pelos peitos começou a meter tudo em mim bem forte. Sua expressão era animalesca. A sensação de um pau entrando bem forte em mim sempre meu deixava louca e aos poucos fui cedendo, rebolava e gemia em seu pau. Ele sorria “Ta gostando é puta?” e socava mais forte.

Ele tirou o pau da minha xotinha e me virou de costas na parede e como Lurdes meteu seu pau em meu cu sem dó. Socava tudo em mim e eu quase desmaiei de tanta pica que estava recebendo, após alguns minutos ele deu uma estocada bem funda e ficou me mandando rebolar, me dava tapas na bunda e chamava de puta toda hora.

Me abaixou e colocou o pau na minha boca, minha cabeça estava prensada na parede e ele começou a foder minha boca bem fundo, eu engasgava e perdia o ar, rezando para terminar logo ate que senti os jatos de porra em minha garganta.

No dia seguinte ele foi embora bem cedo e procurei Lurdes para conversar, ela me disse que não fez nada porque no fundo tinha gostado, a muito tempo que o marido dela não a comia e ela bem ou mal sentia-se mulher, perguntei-lhe da humilhação e ela sorrindo me respondeu:

- Pergunte ao seu pai se ele não conseguiu o favor que queria.

Eu fiquei sem entender nada. Depois de um tempo fiquei sabendo que o Dr. Eduardo também tinha comido a cozinheira lá de casa e a faxineira do vizinho. Meu pai estava feliz com o trabalho e resolvi ficar na minha.

Espero que gostem e comentem

Conto erótico recebido por email - Camila "A Aluninha"

Tarada Aprisionada por Três

Como eu queria. Ser seqüestrada por um rapaz com cara de mau, levada para o cativeiro e descobrir que lá seria obrigada saciar os seus mais íntimos desejos e claro com a participação de mais dois de seus parceiros.

Queria que tudo fosse preparado como um ritual, onde a oferenda fosse eu. Totalmente nua, velas espalhadas por todo local, os caras de mau me olhando como quem quer me devorar. A luz se apaga, ficam apenas as velas acesas, estou à espera não sei do quê. O meu raptor começa a me dar as ordens.

1º) - Deite-se. - Eu obedeço.
2º) - Agora relaxe e deixe o resto conosco.

Sinto a presença dos três se aproximando do meu corpo. Começo a sentir o toque deles em mim. Um começa a dar pequenas mordidinhas nas minhas coxas, outro passa a língua delicadamente em meus seios, o outro mais atrevido coloca seu dedo contra minha buceta. Ai estou começando a me excitar. Eles começam a querer tudo mais rápido e de forma mais violenta. Sem querer estão me matando de tesão.

Sinto uma boca chupar o bico do meu seio com força. Agora não é apenas um dedo, aos poucos ele penetra, um, dois, três e começa a fazer movimentos rápidos. O outro me lambe completamente, muitas vezes me sugando. Agora me viram de quatro. A brincadeira finalmente vai começar. Sinto um pau quente e duro entrar na minha boca. Aproximadamente 22 cm, minha boca não consegue alcançar todo, mas chupo com vontade. Nesse momento outro cacete ainda maior e duro feito uma tora roçando em meu rabinho.

O outro capanga desliza por baixo do meu corpo e sinto uma verdadeira arma, calibre 38 se é que pode existir, roçando minha bucetinha. Pensei, hoje literalmente estou fudida. Chupo aquele caralho delicioso, enquanto sinto minha buceta sendo invadida por esse cacete absurdo, enquanto na parte de trás meu rabinho está piscando para ser fudida também.

Estou sendo penetrada por três ao mesmo tempo, tudo o que eu sempre quis. Deixei todos os meus tabus de lado e me entreguei como uma vagabunda, puta mesmo a aqueles deuses maravilhosos. O que estava com o caralho na minha boca gozou tanto que quase engasguei. Mas os outros dois estavam me fodendo de todo quanto é jeito, pela frente por trás, gozavam em cima de mim, me faziam chupar de novo e foda-se, melhor dizendo, fodam-me.

Depois de saciados, para minha surpresa, entra no local um homem de mais ou menos 1,95 de altura totalmente nu. Já pude ver o tamanho daquele caralho. Mais um para me comer. Só que agora eles queriam ficar olhado e batendo uma punheta. O animal me olhou fixamente e disse que agora eu ia conhecer um caralho de verdade.

Sem me dar tempo algum me puxou já abrindo minhas pernas e enfiou sua língua totalmente dentro da minha buceta. Que língua enorme, ele ficava rodando ela e me sugando. Gozei em sua boca. Em seguida anunciou, ela está pronta. Me virou de quatro e enfiou toda aquela tora dentro da minha bucetinha que já estava enorme.

Colocava tão forte que eu quase perdia os sentidos, foi então que ele tirou da buceta para enfiar no meu rabo, eu não agüentaria tamanho estrago. Ainda bem que ele também concordou e convidou um dos rapazes para ajudá-lo a fazer um sanduíche, ele me comendo pela frente, eu no meio e o outro me fudendo por trás. Foi um delírio, ainda mais quando eu olhava para os outros dois cheios de desejo em me possuírem de novo. 

E assim foram, todos os dias durante minha estadia no cativeiro.

Que pena... Eu Acordei!

Conto erótico recebido por email – by Sonhadora...

Diário de Uma Donzela - Raptada, Aprisionada e Abusada

Não podia acreditar que isto estava acontecendo comigo. Sempre fui moça séria e sonhava em casar, ter filhos e constituir uma família decente, baseada nos bons costumes e na lei dos homens. Porém foi através desta última que vim para aqui. Malditas leis dos homens. Malditas dividas de jogos. Meu pai, jogador compulsivo, contraiu dividas de alto valor no mercado e devido a falta de pagamento o senhor, proprietário dos títulos de cobrança, solicitou que meu pai tivesse confiscado o que ele tinha de mais valor: eu, sua filha.

Estou com dezenove anos, sou bem magrinha e tenho cabelos ruivos compridos até a cintura, minha aparência é de uma garota mais nova do que realmente sou e por isso, sempre fui bastante assediada pelos rapazes, porém, devido aos últimos acontecimentos já não tenho mais esperança de conseguir realizar meu sonho de casamento. Quem ousaria me desposar depois de tudo isso?

Tudo aconteceu rápido. Os homens invadiram minha casa e me trouxeram para as propriedades do tal senhor. Um velho de uns cinqüenta anos, calvo e barrigudo. Isto aconteceu faz exatamente sete dias atrás e durante todas as noites que passei aqui, aprisionada neste quarto, o velho vem abusar de mim. Aproveitar-se de minha juventude e inocência (a esta altura já perdida). Antes de ser trazida para cá já havia percebido os olhares de cobiça do, agora, meu dono. Mas eu o repudiava e sentia até nojo dele, por achá-lo um velho tarado por olhar para uma moça com cara de menininha como eu. Mas as circunstancias me trouxeram até ele.

No primeiro dia assim que cheguei e fui presa neste quarto, três de suas empregadas vieram preparadas para me dar um banho. Arrancaram-me as roupas e lavaram todo meu corpo com esponjas e essências perfumadas, incluindo minhas partes intimas que nunca antes haviam sido tocadas. Na hora nem pensei que haveria algum tipo de maldade comigo, mas foi o que aconteceu.

Terminado o meu banho e vestida com uma camisola larga, sentei na beirada da cama ficando horas sozinha no escuro iluminada apenas pela luz fraca de velas.. Então a fechadura estalou e com um ranger de porta igual aos dos meus mais tenebrosos pesadelos sua sombra se projetou quarto adentro. Por um breve instante pensei que seria libertada, mas ele entrou todo esbaforido e enrolado em um roupão, visivelmente estava de banho tomado. Quando o vi chorei e pedi para que ele me deixasse ir embora e voltar para a minha família.

Sem expressar uma palavra ou se comover com meus lamentos o velho aproximou –se de mim e parou a minha frente. Ergui a cabeça com os olhos marejados de lagrimas e me assustei com sua expressão altiva. Ele tirou seu roupão aumentando ainda mais meus temores ao constatar a sua nudez .Seu corpo era todo peludo e grisalho, ele tinha uma barriga avantajada e quase obscena. Por baixo dela um pênis grosso e cabeçudo jazia inerte.

- Chupa! – Ordenou com sua voz grossa.

Coloquei as mãos no rosto e me debrucei sobre elas, ciente de qual seria o meu destino naquela noite. Perderia todas as minha virtudes.

- Eu disse para chupar! – Disse novamente, agarrando os meus longos cabelos e puxando minha cabeça de encontro ao seu falo.

Diante de minha resistência e empenho para me afastar daquela coisa flácida, ele usou sua força e esfregou meu rosto no seu pau e disse sem seguida:

- Se não fizer o que mando vou mandar chicoteá-la e jogar seu corpo para os porcos comerem.

Assustada e relutante passei a língua no seu membro. Passei a lambe-lo com o rosto molhado de lagrimas. E o que estava inerte começou a dar sinais que ainda estava vivo. O troço passou a crescer e levantar. Podia ver suas veias latejantes e a mágica que estava se iniciando. Aos poucos seu membro cresceu com minhas lambidas e ameaçadoramente se encontrou totalmente em estado da mais pura ereção. O velho gemia sem deixar de segurar os meus cabelos.

- Ahhh... Beija ele... Beija.....

Passei a dar beijos estranhando o gosto que aquilo deixava em minha boca.

- Agora chupa... Engole ele todo.... – dizia o velho tarado.

Eu sem opções o segurei pela primeira vez., olhei para aquela cabeçona roxa e brilhosa e coloquei na boca , tentando me ater somente a sua glande mas, com um movimento brusco ele forçou todo o seu pau para dentro de minha boca. Parecia que aquilo tinha ido até minha garganta, não agüentei e vomitei , melequei todo o seu pau e o restante despejei no chão...

- Sua porca vagabunda – Gritou me pegando pelos cabelos e me jogando na cama.

Usando todo a sua força subiu sobre mim me fazendo ficar com a cabeça entre suas pernas. Ofereceu seu saco para eu lamber e disse que se eu vomitasse de novo iria me arrepender. Passei a dar lambidas naquela carne enrugada enquanto ele se masturba e gemia.

- Vai minha virgenzinha... Vou te ensinar o que é um homem....

Em poucos instantes seu corpo estremeceu, ele gritou e mirou seu pau para o meu rosto. Um liquido branco e quente espirrou indo atingir minha testa, outro jato veio e grudou-se nas minhas bochechas.

-Que delicia... Sente... Sente a minha porra...

Finalmente... Já havia visto cavalos cruzarem e depois que o macho gemia ele relaxava, desencaixava da fêmea e ia embora satisfeito. Pensei que meu martírio naquela noite estava acabado. Ledo engano, o velho falou em seguida:

- Agora eu vou sentir o gosto da sua grutinha. – Disse saindo de cima de mim e indo até a altura de minhas coxas. Com força, abriu minha camisola e rasgou minha calcinha de algodão. Minha bucetinha depilada apareceu sobre seus olhos famintos.

 Que delicia... Toda peladinha, do jeito que eu gosto.

Sua língua quente e áspera encontrou a pele sensível da minha bucetinha umidificando com sua saliva, uma vez duas vezes, ele não parava de me lamber. Meus lábios vaginais já estavam molhados quando ele me tocou em algo que me causou uma sensação diferente, como se fosse uma pontada, um arrepio. Sua língua fazia movimentos circulares e as vezes tocava aquele local de novo. E de novo. Minha vagina passou a umedecer cada vez que o lugarzinho especial era tocado. Quando estava quase gostando e esquecendo o lugar que estava ele parou e encaixou aquele troco grosso na entrada da minha bucetinha.

Começou a fazer força e eu vi estrelas enquanto minha ultima virtude foi para os ares. Ao contrario de antes, não senti prazer nenhum enquanto era deflorada. Somente dor, e repugnância por esta sendo violada desta forma. Por sorte ele não se demorou muito mas para mim foi uma eternidade
Sentia meu sangue escorrer enquanto ele metia seu pau para dentro de mim. Com estocadas ritmadas ele me comia enquanto arfava em cima de mim. Em poucos movimentos ele gozou dizendo que era uma delicia comer uma virgenzinha. Senti ele espirrar dentro de mim e se corpo estremecer.

Saciado ele saiu de cima de mim e me deixou na cama com minhas dores e pensamentos. Chorei sozinha até adormecer derrotada e cansada. Não era mais donzela, não poderia mais ser uma mulher decente, estava jogada na vida. No lençol a marca de minha pureza que se fora anunciava minha vergonha.

Aqui encerro a narração da primeira parte do meu desafortunado martírio

A Gangue do Banheiro

Depois de anos morando em uma cidadezinha do interior estava indo para capital. Meu pai fora transferido devido uma promoção no trabalho e toda a família iria se mudar. De inicio fiquei meio triste por deixar minhas amigas e os lugares que conhecia tão bem, mas depois que me mudei uma espécie de euforia me dominou. Fiquei encantada com os prédios enormes e altos, ônibus coletivos tão compridos como carretas e parques muito bem conservados em meio à cidade como um oásis em uma selva de pedra. Diante de tantas novidades passei a adorar tudo e também estava ansiosa para começar as aulas e conhecer meu novo colégio.

Fui estudar em um colégio publico próximo a minha casa. Apesar de tímida fiz algumas amizades, mas a diferença entre nossos os universos, Eu uma garota do interior e elas da cidade grande me faziam sentir um peixe fora da água quando elas começavam a falar de coisas da cidade que eu não conhecia. Por isso, às vezes, gostava de ficar no recreio um pouco sozinha.

Em um destes dias, no intervalo do colégio, percebi cinco garotas em volta de uma menina baixinha e franzina, esta prestava atenção no que a mais alta falava e assim que a conversa delas terminou, a baixinha sorriu e foi para o banheiro feminino. Depois de um tempinho as garotas foram para lá também, ficando duas na porta. Achei aquilo estranho e, receosa de ir até lá, fiquei esperando para ver o que aconteceria, mas o sinal do colégio tocou, indicando que as aulas estariam recomeçando e, infelizmente, não pude esperar para saber o que aconteceu.

Depois deste dia comecei a reparar no grupo de meninas que sempre andavam juntas no intervalo. Às vezes elas esperavam alguma garota entrar no banheiro e iam atrás, enquanto três ficam lá dentro, duas ficam na porta impedindo outras de entrar.

Perguntei para algumas colegas o que acontecia e elas ficaram caladas não revelando o que elas faziam lá dentro. Pensei que elas estavam assaltando as meninas, mas então, uma pontadinha de malicia me atingiu. Não era mais virgem e nem bobinha nesta área. Imaginei que talvez elas fossem lésbicas? Espiavam as meninas que entravam no banheiro? Nunca tinha tido relações com outra garota, mas achei excitante a idéia delas espiarem as meninas...

Continuei observando as garotas e descobri que o grupo era formado por : Ruth , uma morena –clara , magrinha , com sardas e corpo normal, mas bem feito, Raquel tinha os cabelos loiros e era bem alta para sua idade. Parecia uma atleta com um corpo forte e bem definido, Bruna era morena e muito bonita, tinha uns olhos verdes marcantes, Cíntia era mulatinha , dessas bem bundudinhas e Márcia era uma loirinha , com os cabelos acima do ombro, peitinhos pequenos e pernas grossas.

Em outros dias ficava prestando atenção nas garotas até que, depois de um feriado acabei esquecendo delas, pelo menos naquele instante. Tinha participado de um churrasco e bebido muito liquido no dia anterior, por isso estava louca para ir ao banheiro. Mal o sinal do intervalo tocou ,corri louca de vontade de me aliviar. Entrei em um dos box e sentei na privada satisfeita com a sensação de esvaziar minha bexiga. Já estava quase terminando e ouvi um barulho do lado de fora. Pensei que talvez fosse outra menina chegando ao banheiro quando o trinco do reservado onde estava estalou. Falei um:” - Tem genteeee” . Mas o trinco estalou de novo e com uma batida mais forte a porta se abriu quase acertando meu rosto.

Do lado de fora três meninas me olhavam com um sorriso sacana no rosto.

-Que é isto? Este box tá ocupado, procurem outro. - disse brava
-Nos queremos este mesmo. - disse uma delas.
-Mas você não pode esperar eu terminar ? Tem que abrir a porta deste jeito?
-Sim, a gente queria ver você mijando – falou a com sardas.

Procurei esconder minha vagina com a mão, enquanto percebi que as outras duas garotas não estavam ali. Será que montavam guarda na porta do banheiro?

-O que vocês querem comigo?
-Queremos você – disse a loira altona entrando no pequeno reservado. Me levantei para tentar fugir e a outra garota entrou para segurar o meu braço. As duas me puxaram para fora e me seguravam enquanto a morena dos olhos verdes se abaixou ficando na altura da minha buceta. Eu ainda estava com as calças arriadas e tentava fugir, mas elas eram mais fortes do que eu.
-Olha só que bucetinha bonitinha tem essa garota. - Disse a morena alisando minha vagina ainda úmida da urina que havia feito.
-Come logo ela – disse a loira que segurava meu braço.

Come logo ela? Essas garotas queriam mesmo transar comigo aqui? A força? – Pensei.

A morena alisou mais um pouco minha vagina e depois passou a beijar meus pelos pubianos.

-O que é isso? O que vocês vão fazer? - Perguntei me debatendo.

A loira então, colocou a mão na minha boca dizendo para eu ficar quietinha senão iria me encher de porrada. A situação apesar de parecer assustadora, passou a ficar excitante no momento que senti a língua da Bruna adentrar entre os meus lábios vaginas e tocar meu clitóris.

Minhas calças foram tiradas e uma de minhas pernas foi colocada no ombro de Bruna que me chupava gostoso. Quase sem querer gemi mostrando que aquilo estava gostoso.

-Olha só, a vagabundinha está gostando Bruna...

Bruna chupava mais gostoso que qualquer outro homem havia me chupado antes e o medo de ser estuprada pelas garotas me enchia de tesão. Descobri nesta hora como é excitante ser dominada.

-Deixa eu comer esta Gostosa Bruna, Deixa eu foder ela. - Disse a loirona altona.
-Então vai Raquel, mete nela gostoso. - Disse Bruna levantando-se.

Me comer? Como ela vai me comer – Pensei comigo enquanto a minha resposta ia sendo revelada. Do bolso de Raquel surgiu uma escova de cabelos com um cabo grosso que desceu até minha vagina. Ela brincou um pouco, fazendo movimentos circulares sobre meu clitóris até que a introduziu facilmente devido ao tesão que eu sentia.

As outras meninas, vendo que eu estava entregue, largaram meu braço e passaram a se masturbar enquanto Raquel me fodia, colocando e tirando a escova de dentro de mim. Bruna me virou de costas para ela e passou a lamber meu cuzinho. Que delicia que estava aquilo. Não demorou muito e eu já estava gozando com o cabo da escova atolado na minha buceta.

Ela continuou me comendo até todas elas gozarem, se masturbando e vendo eu ser fodida por Raquel. Esta ainda não satisfeita disse autoritária.

-Se ajoelha e me chupa.

Nunca tinha feito isso com outra garota, mas procurei fazê-lo, pois sabia que não teria como fugir dali. Passei a chupá-la do jeito que gosto de ser chupada e Raquel pareceu gostar, pois logo gozou puxando meus cabelos contra sua buceta.

-Que delicia. Essa cadelinha chupa gostoso mesmo...

Nesse instante uma das garotas do grupo das cinco entrou no banheiro e disse para elas se apressarem, pois tinha muitas garotas querendo entrar. Então as três se arrumaram e me disseram que se contasse algo do que havia acontecido para alguém iriam me furar. Ruth ainda me mostrou um canivete que tinha no bolso.

Bruna apertou minha bunda e falou que da próxima vez ela queria ser chupada.

Fiquei sozinha no banheiro pensando no que aconteceu... Por incrível que pareça Curti ser chupada e comida por aquelas garotas. Tinha adorado ser mais uma vitima da gangue do banheiro e torci para que acontecesse de novo. O que não demorou a ocorrer, mas isto eu conto em outra oportunidade...

Conto erótico recebido por email e escrito por Carol-PR

Enrabando a Cunhadinha Revoltada

Isso aconteceu alguns anos atrás e obviamente os nomes das pessoas e dos lugares foram mudados. Quando casei meus sogros estavam de mudança para o interior onde ele assumiria um cargo de gerente de uma filial da firma onde trabalhava. Como era outubro e sua filha caçula, Márcia, tinha de terminar o ano letivo ela ficou conosco. Antes de viajar meu sogro me agradeceu por hospedar sua filha logo nos primeiros dias de casado e disse que eu poderia tomar as atitudes que fossem necessárias para a educação dela.

As coisas foram transcorrendo normalmente, ela era muito prestimosa e educada (meu sogro era muito rígido na educação das filhas) mas uma coisa começou a me irritar. Nosso apartamento era pequeno e só havia um banheiro e como eu chegava por último em casa, era o último a tomar banho. E sempre encontrava o banheiro na maior bagunça, com água para todo lado, obra da minha pequena cunhada.

Mais de uma vez reclamei, dei umas broncas e até de castigo a deixei, mas nada resolvia. Um dia cheguei muito nervoso e ao me deparar com o estado do banheiro perdi a paciência. Fui até seu quarto para dar mais uma bronca e a encontrei só de toalha, secando o cabelo. Reclamei, esbravejei enquanto ela parecia nem me ouvir. Quando perguntei se não tina nada a dizer ela simplesmente me respondeu com um palavrão.

Perdi as estribeiras, quase cego de raiva, a puxei pelo braço, coloquei-a de bruços nos meus joelhos, ergui-lhe a toalha e dei-lhe umas boas palmadas naquele traseiro. Ela ainda não havia colocado as calcinhas e ainda por cima estava meio molhada. Deve ter doido muito, ela chorava e esperneava e só parei quando seu traseiro estava bem vermelho. Após este incidente fiquei até preocupado com minha reação mas ela foi extremamente eficaz. Nunca mais tive problemas de para encontrar o banheiro limpo, nunca mais ouvi palavrões e nem minha esposa, que a tudo presenciou e nem meu sogro, depois que eu mesmo lhe contei, fizeram qualquer censura à minha atitude.

Depois disso ela foi morar com seu pai e nós só nos víamos em reuniões de família. Bom, nove anos depois meu sogro novamente pediu para eu hospedá-la pois ela havia entrado na faculdade e estava procurando uma pensão ou república para morar. Sem qualquer problema disse que ela poderia vir. A esta altura já morávamos num apartamento maior e banheiro não seria problema, pois havia dois e mais um na área de serviço.

Quando ela chegou minha esposa ainda não havia subido do litoral com as crianças, por isso a instalei num quarto que havíamos transformado em escritório, dei-lhe uma chave do apartamento e falei que no dia seguinte, sábado, eu desceria até o litoral para buscá-los. Depois que ela arrumou suas coisas e trocou de roupa, colocando uma camiseta regata e um shortinho minúsculo é que eu percebi o quanto ela havia crescido. No dia seguinte, voltei para almoçar em casa para em seguida descer para o litoral.

E novamente encontrei Márcia usando a mesma camiseta e o mesmo shortinho do dia anterior. É lógico que algumas bobagens passaram pela minha cabeça, mas voltei a realidade quando minha esposa telefonou. Falei que iria descansar um pouco após o almoço e logo desceria. Chamei Márcia para ir junto, mas ela recusou dizendo que estava cansada da viagem e que gostaria de arrumar melhor suas coisas. Tudo bem, almocei e fui tirar uma pestana. Acordei com umas batidas na porta e ouvi Márcia me chamar.

— O chuveiro do banheiro não está funcionando, posso tomar banho no seu? Ela me perguntou.
— Claro, fique a vontade.

Fui para a cozinha tomar um café, fumei um cigarro e ela logo me avisou que havia terminado. Qual não foi minha surpresa quando, ao entrar no banheiro encontrei a mesma bagunça de anos atrás e pior, as marcas de pé molhado por todo o carpete do quarto. Foi demais, fui até seu quarto disposto a arranjar briga. Ao chegar comecei a esbravejar que ela já era uma mulher crescida, que ninguém a aceitaria numa república com aqueles modos e tudo quanto era lição de moral que me veio a cabeça.

Ela simplesmente respondeu que não era mais criança e me disse o mesmo palavrão de quando tinha 11 anos. Fiquei mais p da vida ainda e lhe disse que não teria pudor de lhe dar umas palmadas outra vez.

— Duvido, disse ela, você não é homem para isso.

Era a deixa que me faltava. Novamente peguei-a pelo braço, coloquei-a deitada no meu colo. Muito mais forte agora, tive de segurar seu braço torcido para trás e deixar as suas pernas presas entre as minhas. E ela pulava, dizendo que iria contar tudo para o pai e para minha esposa. Nem ouvi, rapidamente levantei-lhe a toalha e abaixei suas calcinhas. Cada palmada que lhe dava fazia sua bunda ficar cada vez mais rosada e depois vermelha.

Quando a raiva foi passando é que comecei a notar sua nudez. No começo ela procurou proteger sua intimidade, mas agora eu tinha uma ampla visão da sua bucetinha e de seu pequeno e rosado ânus. De repente percebi que seus gemidos de dor passaram a ser de prazer e ela começou a se esfregar na mina perna. Pronto, bastou para que uma ereção se apresentasse com todo o vigor, forçando o meu calção e a sua barriguinha. A cada tapa eu passava a mão pelas suas nádegas, acariciando e batendo, até que resolvi passar a mão pela sua pequena bucetinha.

Que surpresa, estava completamente molhada, parei de bater e fiquei brincando com aquela flor úmida e quente. Ela rapidamente gozou e ficou ali, submissa, como que esperando uma ordem minha. Continuei a acariciá-la, hora na bucetinha, ora no cuzinho. Mantendo aquele clima de submissão, a fiz descer do meu colo, ficando de joelhos a minha frente. Puxei meu pau para fora do shorts e mandei-a chupar. Foi incrível, aquela situação havia me deixado com um tesão imenso, tão grande que rapidamente a fiz parar e a levei para cama.

Quando a deitei ouvi um pequeno uii quando sua bunda encontrou o lençol e não perdi mais tempo, coloquei meu pau direto na sua bucetinha e entrei de uma vez só. Acho que nem que tivesse sido feita sob encomenda nos encaixaríamos tão bem, num instante estávamos gozando, ela pela segunda vez. Depois daquela moleza pós-gozo é que eu vi seu rosto cheio de lágrimas e o quanto deveria ter doido aquela surra.

Ela logo se virou de bruços e eu pude realmente notar o estrago que eu fiz. Sua bunda apresentava um vermelho forte contratando com o branco da sua pele. Fiquei com remorsos, fui ao banheiro, peguei um creme da minha mulher e fui cuidar daquele traseiro maravilhoso e vermelho deitado em minha cama. Comecei a aplicar e a cada vez que eu encostava na sua bunda ouvia um pequeno gemido de dor.

Fui aplicando cada vez mais creme até que estava aplicando sobre o seu pequeno anelzinho que começou a piscar. Nova ereção, pudera, era uma cena que só vendo para saber o tesão que dá. O sentimento de culpa sumiu rapidamente e já que eu havia feito aquele estrago do lado de fora por que não terminar o serviço e dar uma surra no lado de dentro também?

Com ela deitada de bruços, ajoelhei-me de modo que ela ficou entre minhas pernas e meu cacete bem na porta da sua bundinha, uma pequena lubrificada no cuzinho, outra no cacete e quando fui colocar veio um não bem forte. Em vez de quebrar o tesão aquele não só serviu para me atiçar ainda mais e, de um golpe só, enterrei tudo. Provavelmente metade do prédio ouviu o grito que ela deu, e começou a tentar me tirar de cima dela.

Ela tentou sair de baixo de mim, mas com todo o meu peso em cima das suas pernas e segurando o seu quadril com as mãos ela não tinha muitas opções. A cada estocada minha ela gemia, a cada estocada que ainda por cima tocava na sua bundinha toda dolorida ela gemia duas vezes. Gozei tão forte que a minha porra deve ter chegado até na sua boca. Dormimos rapidamente e ao acordar vi a cama vazia, o banheiro arrumado e fui encontrá-la no seu quarto.

Foi ai que ela me disse que desde criança alimentava aquela fantasia e esta foi a chance de realizá-la, mas nunca iria me perdoar por ter lhe comido o rabo. Fui buscar minha esposa e ela rapidamente achou outro lugar para morar. Ainda veio almoçar algumas vezes em casa e me tratava amistosa mas friamente. Acho que perdi uma boa chance de dar vazão a algumas fantasias, mas a lembrança de ter enrabado aquela bundinha depois de ter lhe dado umas boas palmadas é inesquecível. 

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Loirinha Bronzeada e Sozinha

Imaginem uma loirinha de 2O anos com um corpinho de 16. Era verão e eu estava muito bronzeada. Eu tinha uma vontade enorme de me mostrar e deixar os caras excitados. Na casa de praia de uma tia me vi sozinha por dois dias pois ela iria visitar uma amiga que estava em uma praia ao lado e eu ia ficar sob os cuidados de uma vizinha. Eu estava realmente excitada com aquela situação.

Era uma sexta feira e fazia muito calor por isso coloquei um biquíni de cordinha bem pequeno e apertado na pare de cima. Meus peitos são fartos só ficavam com os biquinhos tapados. Eu passei o dia inteiro tomando banho de sol e desfilando para dois pedreiros que concertavam o telhado do vizinho. Os caras já estavam loucos. Um deles era negro (o que me deixava mais excitada, ficava imaginando o pau negro dele na minha pele dourada e em meus seios) e tinha uns 35 anos o outro era branco, mas tinha o cabelo moreno.

Eu descobri que era tarada, pois eu tinha muito medo e nunca tinha transado realmente, não até o fim. Naquele dia eu passava a mão pelo meu corpo, fingindo que eles não estavam ali eu nem olhava para eles. De repente um deles veio pedir água para mim, ele estava suado e fazia questão de demonstrar que estava olhando para o meu corpo. Eu fui em direção à geladeira e deixei-o apreciar minha bundinha, quando me virei ele estava com a mão no pau e pediu para usar o banheiro, eu mostrei onde era e fiquei sentada perto tentando olhar, ele viu e começou a se masturbar, eu fiquei com medo, ele voltou para o trabalho.

Mas isso me deixou mais excitada, no final da manhã eu já estava tomando banho de sol com as cordinhas desamarradas e sem a parte de cima, quando chegou uma amiga minha e viu o que eu estava fazendo e entrou na jogada. Ela era mais piradinha do que eu e mostrava os peitos para quem quisesse ver. Não demorou muito e o cara negro desceu da escada e veio em nossa direção, ele estava só de bermuda e com o pau bem duro, pediu um copo de água e ficou olhado para os peitos da minha amiga, eu que estava com as cordinhas desamarradas segurei de um lado e pedi para ele amarrar do outro, ele me botou sentada no colo dele, eu senti o pau dele na minha bunda , ele amarrou , mas quando eu me levantei ele começou a pegar na minha bunda; eu fiquei louca de tesão e não me dei conta que estava no meio do pátio. Ele esfregou o pau na minha bunda e eu entrei assustada e chamei minha amiga que ficou só olhando.

Nós entramos e fomos para a parte dos fundos, onde abrimos a porta. No meio da sala ele sentou e ficou se masturbando, eu e ela ficamos olhando e meio sem saber o que fazer (eu tinha 20 anos, e ela tinha 18) nos sentamos em volta dele. Eu coloquei meus pés no pau dele e comecei a masturbá-lo, ela levantou-se e deu a bunda para ele chupar. Ele era um negrão e o contraste entre nossas cores me dava tesão. Cheguei mais perto para ver melhor seu pau e com as duas mãos o coloquei na boca, esfreguei em meus seios, na minha bunda... Ele queria que eu sentasse, mas eu tive medo. Minha amiga estava de quatro para ele e ele fodia ela com o dedo.

Foi a coisa mais excitante da minha vida. Ele queria a todo custo que nós déssemos para ele e nos chamava de putinhas. Disse que queria gozar e minha amiga começou a chupar seu pau junto comigo, nossas línguas se encontrava e o seu membro latejava. Ele gemia e nos xingava. Ela decidiu sentar na cara dele enquanto eu enfiava todo seu pau na boca, logo ele disse que ia gozar e fiquei esperando sua gozada dentro da minha boca que engoli tudo.Troquei de lugar com minha amiga e gozei também.

Nunca mais vou me esquecer do constrangimento que ficamos depois, fiquei deitada com as pernas moles enquanto ele botava a bermuda, minha amiga estava sentada e disse para ele ir embora, ele apontou para mim e disse que voltava no outro dia.. Mas essa é outra história tão excitante quanto esta.
Um beijão para todos vocês e obrigado se vocês publicarem essa história neste espaço. Sei que não sou escritora mas precisava compartilhar essa história. Por favor não publiquem meu email...

Conto erótico recebido por email – autora anônima

Meu Motorista me Comeu

Desde pequena fui sempre muito mimada. Minha vontade era lei dentro de casa. Meus pais, pessoas influentes e ricas na cidade em que morávamos, não mediam esforços para realizar as vontades de sua única filhinha. Eu, Sara.

Quando completei meus dezoito aninhos, já era uma linda mulher. Com cabelos castanhos até a cintura, peitos arrebitados e durinhos, uma bunda deliciosamente torneada e um rosto,modéstia a parte, perfeito! Eu sabia que era muito gostosa e utilizava os meus atributos para enlouquecer alguns dos empregados de papai, que talvez por puro medo, não se atreviam a chegar perto da filha do patrão.Até o dia em que Felipe veio trabalhar lá em casa.

Papai, insatisfeito com o trabalho do atual motorista, iniciou uma série de entrevistas procurando um candidato para o cargo, sem obter êxito. Como eu estava de férias da facul me ofereci para ajudá-lo. Enquanto tomávamos café, puxei assunto:

- Pai, estive pensando, acho que posso ajudá-lo a escolher o novo motorista. -Papai estranhou meu interesse.
- Ora Sara , eu não quero aborrecer a minha filhinha com algo tão chato.
- Papai, eu realmente quero ajudá-lo, o senhor tem tanto trabalho lá na fábrica.
- Minha linda, eu realmente estou bem atarefado, tem certeza que não vai atrapalhar as suas férias?
- De forma alguma! Será um prazer!
- Então está decidido. Você tem carta branca para escolher nosso novo motorista. Se precisar fazer algum teste a chave do carro está aqui.

Papai parecia aliviado em me transferir aquela tarefa e eu estava excitadíssima! Era oportunidade perfeita para colocar alguns candidatos à prova! Com um beijo no rosto me despedi de meu pai e corri para o quarto para me "arrumar" para entrevista daquela manhã.

Assim que encostei a porta do quarto, meu reflexo no espelho, atrás de minha cama, sorriu para mim. Lentamente fui tirando minha roupa e me olhando no espelho. Eu estava linda! As longas tardes na piscina de minha casa haviam deixado a minha pele com um bronzeado irresistível.
Olhei para minha buceta, recém depilada e coloquei um de meus dedos na "portinha". Humm... Só de pensar no que estava para fazer a xota escorria. Fui para o chuveiro e durante o banho tive que me masturbar para aliviar a tensão e o tesão.

Escolhi um modelito bem sexy para receber meu candidato. Era um vestido que não deixava muito para a imaginação. Me olhei novamente no espelho e gostei do que vi. Estava cheirosa, gostosa e cheia de tesão. Desci para esperar o rapaz.A essa altura só estavam os empregados em casa. Papai já havia saído para a fábrica e mamãe para seu dia de beleza no salão. Encontrei nossa governanta na escada.

- Sofia, papai falou com você? Perguntei de forma bem inocente.

A empregada me olhou de cima abaixo, reparando em todos os detalhes de minha "produção" e já adivinhando minhas intenções em "ajudar" meu querido pai.

- Sim ,a senhorinha vai fazer as entrevistas nesta manhã?
- Isso mesmo Sofia. Assim que o primeiro chegar, mande-o direto para a biblioteca. Ahhh ... e eu não quero ser interrompida, entendeu?
- Perfeitamente senhora. – disse se retirando.
A campainha não demorou a tocar. Quando a porta da biblioteca se abriu eu estava sentada atrás de uma grande mesa de madeira que escondia parcialmente meu corpo. Sofia não demorou a sair. Parecia querer ficar longe dali o mais rápido possível. Sorri confiante e cumprimentei o rapaz.

- Bom dia! Qual o seu nome? – Perguntei
- Bom dia! É Felipe, senhora.
- Sente-se Felipe. Apontei a cadeira a minha frente e olhei fixamente para seu rosto.
- Sim senhora.
- O que veio fazer aqui Felipe? - E me levantei. O olhar de Felipe devorou meu corpo. Lentamente fui saindo detrás da mesa e me aproximando da cadeira onde ele estava.
- Eu... Bem... Vim me oferecer para a vaga de motorista.
- É? E você dirige há muito tempo? -Dizendo isso toquei levemente uma de suas mãos e pude sentir Felipe um pouco trêmulo:
- Está com frio, querido?
- Não... É que... Quero dizer... Sim, eu dirijo há algum tempo e não, eu não estou com frio.

Eu adorava aquele tipo de jogo. Me posicionei atrás de Felipe e sussurrei em seu ouvido:
- Senti você tremer.

Felipe inspirou profundamente. Meu perfume penetrou em suas narinas deixando-o meio tonto. Da posição em que eu estava pude reparar no volume de suas calças. Girei a cadeira e o virei de frente para mim.

- Perdeu a voz... Felipe?
- Por que você está fazendo isso? Apesar de estar começando a se excitar, Felipe estava confuso.
- Estou te testando... Algum problema? Sabe, olhando assim... Bem de perto... Você é bem interessante. -Disse enquanto meu olhar desceu de seu rosto para o volume que seu pau fazia sob a calça.

- Muito interessante - E lambi os lábios olhando fixamente para sua calça.
- Estás mexendo com fogo garota .

Neste momento Felipe não se segurou mais. Com ambas as mãos segurou a minha bunda e me forçou a sentar em seu colo. A frágil barreira criada pela minha calcinha, não impediu de sentir o calor de seu membro por debaixo das calças. Dei um grito e tentei me soltar.

- O que é isso? O que pensa que está fazendo? - E tentava me livrar daquelas mãos que seguravam meu corpo firmemente em direção a aquele pau duro que Felipe roçava na minha bucetinha molhada.
- Passando no teste. – disse ele se levantando comigo agarrada em seu colo e me jogando no sofá. O impacto fez com que meu vestido deixasse a mostra meus peitos.

- Linda - Murmurou ele.
- Pare com isso! Fique longe de mim!

A excitação estava dando lugar ao medo. Felipe não parecia disposto a parar. Ele segurava firmemente meus braços e falava com a boca bem próxima aos meus seios. Seu bafo quente deixava os mamilos arrepiados.

- Ué , pensei que era um teste.

Quando Felipe abocanhou um de meus peitos eu me contorci de prazer. Era a primeira vez que um empregado fazia aquilo. Já tinha ficado com alguns meninos do colégio, mas as carícias não passavam de beijos sem graça. Ia gritar novamente, mas me lembrei que não adiantaria. Sofia tinha recebido ordens minhas para não me interromper! Tentei falar com ele novamente.

- Felipe para. Meu pai vai te matar.

Felipe abocanhava os meus peitos, chupando com sofreguidão e estava ficando difícil até respirar. De repente, ele interrompeu a carícia e me olhou.

- Não vai me matar não. Ele vai me contratar como motorista sua putinha safada. E você, cachorra, vai me dar um bom salário. Está pensando que pode se oferecer desse jeito para um homem e querer sair na boa? Você vai adorar sair de carro comigo. E vai começar a pensar melhor antes de colocar um vestido desses.

Enquanto falava, Felipe colocou a mão por debaixo do vestido, afastando minha calcinha e massageando minha buceta molhada.

- Olha, só.Você tá meladinha!Que delícia! Eu vou comer você é agora!

Definitivamente eu não esperava por aquilo! Todos os outros empregados fugiam de medo do meu pai. Felipe nem parecia se importar. Os dedos dele massageavam meu grelo em um ritmo frenético! De repente, ele interrompeu a carícia para trocar os dedos por sua língua.Com um puxão, ele arrancou a minha calcinha, rasgando-a pelos lados. Fui uma loucura! Que boca. Eu já não gritava mais tentando fugir, estava gemendo de prazer.

- Puta... Safada... Goza na minha boca... Piranha... - e enfiava a língua em mim.
- Aiii... Felipe... Aiiiiii... Shhhhh... Que delícia... Hummmm.
- Vou comer sua buceta, sua puta ... - e me chupava mais.

Estava adorando ser chamada por aqueles nomes. Felipe se afastou do sofá e abriu as calças, colocando o pau pra fora.

- Que tal retribuir a chupada que eu te dei? Putinha...
- Felipe, eu não sei fazer isso... Precisamos parar... Eu...
- Ah, ah! Foda-se, garota! Para quem estava se oferecendo igual à uma puta quando eu cheguei ... Você pode ser a "riquinha" da cidade, mas não tem classe... É uma vadia... Gosta de humilhar seus empregados, não é? Hoje você vai aprender um pouco da vida.

E lá foi ele, esfregando o pau no meu rosto. Seu cheiro de homem encheu minhas narinas e abri a boca para recebê-lo. As palavras dele me atingiram. Eu realmente humilhava os outros e merecia um castigo. Só não esperava gostar tanto de ser castigada! Não demorei a pegar o jeito e logo Felipe começou a gemer.

- Tá vendo? Você já nasceu puta. Olha como já chupa direitinho. Isso,vai vagabunda ... Me chupa mais!

O pau de Felipe estava quente e pulsando na minha boca. Ele me puxava pelos cabelos em direção àquele pau grande e grosso. Cada vez que ele me xingava, eu me sentia mais ordinária e intensificava mais as minhas chupadas naquele que era o primeiro caralho que eu saboreava. Felipe tirou o pau de minha boca, se segurando para não gozar. Me colocou em pé e se sentou no sofá aonde eu estava.
- Aprende rápido, né sua puta? Quase me fez gozar na sua boquinha ... Mas quero te dar leite em outro lugar.
- Felipe... Eu... Eu realmente sou virgem!
- Cala boca sua puta. Seu cabaço não me interessa. Não vou comer sua buceta. Eu sei o que estou fazendo.

Senti um calor no meio da xota , precisava daquele homem dentro de mim. Justamente porque ele disse que não. Eu realmente era muito mimada. Me sentia uma puta nas mãos de Felipe.

Felipe me encaixou em cima de sua pica, mas não penetrou minha buceta. Ficou esfregando o pau ali até ficar completamente melado. A essa altura eu queria que ele metesse com tudo, mas ele se segurou. Sentir aquele pau na entrada da minha buceta me fez perder de vez o juízo.

- Me come logo Felipe! Pedi e ele riu.
- Tá implorando vagabunda?
- Sim, me come, vai!

Enquanto falava eu empurrava o corpo para baixo querendo que ele enfiasse o pau em mim. Felipe continuava me segurando e rindo.

- Vai me dar o emprego, vadia?
- Claro! O emprego é seu, mas enfia o pau em mim. Por favor...

Eu rebolava para ver se conseguia escorregar toda para sua pica, mas ele me segurava de um jeito que o pau só esticava meu cabaço, sem rompê-lo.

- Sua cadela... Eu tenho juízo e pelo menos uns dez anos a mais do que você.. Não vou tirar seu cabaço, mas vou te comer.

A essa altura, seu pau estava completamente melado com o caldo da minha buceta e não foi difícil encaixá-lo no meu cuzinho e meter de uma vez só. O grito que eu dei, com certeza foi escutado por todos os empregados da casa. Eu não estava preparada para aquilo! Doeu muito. Meu cuzinho também era virgem! Tentei sair de seu colo, mas Felipe não deixou.

- Já vai se acostumando com o tamanho vagabunda. -E enquanto me segurava abocanhou novamente meus peitos que estavam na sua cara.
- A dor já vai passar.

Ele tinha razão. Após alguns segundos eu não sentia mais a dor. Apenas seu membro pulsando no meu cu.

- Tá pronta? -Perguntou antes de começar a rebolar bem devagar.

Eu fechei os olhos e comecei a gemer. Senti o prazer em receber aquele macho me inundando. Felipe iniciou uma cavalgada lenta e a medida que a dor era totalmente substituída pelo prazer comecei a acompanhá-lo.

- Isso minha putinha. Rebola no meu pau. Vou te arrombar todinha minha gostosa..Que cuzinho apertado. Puta.
- Aiiii, tá bom. Vai - Eu já sentava com força naquela pica. Meus peitos subindo e descendo ao ritmo da nossa foda. Estava adorando dar o rabinho para ele.

- Vou te dar o que você tava querendo... Puta! - E tirou o pau de mim.

Me senti vazia e já ia reclamar quando percebi Felipe rindo da minha cara.
-É, vou comer muito esse cuzinho.

Dizendo isso, Felipe virou meu corpo me colocando de "quatro". Fiquei completamente aberta para recebê-lo. Aquela posição me deixava completamente exposta, mas não senti vergonha. Eu queria que ele continuasse a me comer. Desta vez, ele enfiou o pau bem devagar, mas logo em seguida começou a socar o pau até o fundo.

Com as mãos em minha cintura me puxava de encontro ao seu corpo. Não demorei a ter o meu primeiro orgasmo anal. Eu gemia igual uma cadela no cio. Aquele homem sabia muito bem como fuder uma mulher.

- Minha vez de gozar. Sua putaahhhh ....

Senti um jato de porra dentro do meu rabo. Sentir Felipe gozando me fez ter certeza de que ele seria meu motorista particular. Logo depois ele foi embora. Fui para o meu quarto tomar banho e esperar por meu pai. Meu cuzinho doía, mas eu estava feliz! Mais tarde, papai, acostumado com as minhas decisões, não se opôs a contratação de Felipe, mas estranhou quando informei o valor de seu salário.

- Sara... Estamos acostumados a pagar um salário menor aos nossos empregados. Existem gerentes na fábrica que não ganham o que está oferecendo a esse rapaz. Ele é somente um motorista.

- Papai, é o meu motorista. Ele merece, acredite.
- Tudo bem, Sara. Ele está contratado!

Por Nati Venturini

Cú de Bêbado Não tem Dono Mesmo – Fui comido por um rapaz?!?!?!

Preciso contar algo que me aconteceu, não sei se isto é realmente um conto erótico, mas com certeza é um relato sexual. Não por minha vontade, mas aconteceu e eu não tenho coragem de contar para ninguém. Se fossem vocês na minha situação o que fariam? Agiriam diferente de mim?
E em que porra de categoria eu encaixo este conto? Gay? Bissexual? Mas que caralho....
Segue a historia totalmente verídica...

Quase todos os finais de semana costumávamos nos reunir na casa de algum amigo para beber, fazer churrascos e às vezes cair na noitada, curtindo as baladas de minha cidade. Neste final de semana o local escolhido tinha sido a casa de meu amigo Fábio, pois seus pais tinham ido viajar e ele e seu irmão mais novo estavam sozinhos em casa.

Compramos as carnes, bebidas e desde cedo começamos a nos divertir enchendo a cara, falando besteiras e comentando sobre as mulheradas e sobre sexo. Logo Fábio ligou a tv e colocou um dvd pornô. Assistíamos e fazíamos torcida sobre a performance do ator principal. Marcinho, o irmão mais novo de Fábio ficou interessado e se juntou a nós.

Começamos a tirar sarro, dizendo que ele nunca tinha transando com uma mulher e coisas assim. Eu como estava mais bêbado fui o quem mais tirou sarro. Peguei no pé dele até que ele se enfezou e saiu dali emburrado.

Continuamos a beber e comer carne até que às duas da manhã a maioria já estava baqueada. Uns dormindo esparramados no sofá, no chão em cima das almofadas, todos por ali. Quando vi estava sozinho. Continuei bebendo mais um pouco até que não agüentei mais e procurei um lugar para deitar. Achei um quarto vazio e me esparramei na cama, dormindo em seguida.

Não sei quanto tempo depois, completamente embriagado pude sentir uma mão alisando minha perna. Logo ela subiu até a altura de minha bunda e pressionou minhas nádegas levemente. Não sabia se aquilo era efeito da bebida, seu eu estava dormindo ou se aquilo estava realmente acontecendo. Então mais uma mão começou a passar a mão em mim. Eu dormia de bruços e pude sentir quando com cuidado minha bermuda foi baixada... Mas o que estava acontecendo???

Meio tonto murmurei alguma coisa e fui respondido com um “Chiiiiii”, sussurrado. Senti minha bermuda ser completamente retirada e em seguida minha cueca foi abaixada... Daí então minha bunda começou a ser beijada e acariciada. Eu sentia cócegas e até que estava gostoso.

Minha bunda era beijada e lambida. A língua subia e brincava no meu reguinho enquanto minha bundinha era apertada. Em seguida minhas nádegas foram separadas e senti algo que nunca havia sentido. Uma sensação desconhecida para mim. A língua passou a acariciar o meu ânus. Minha cabeça rodava por causa da bebida e aquele carinho no rabo me fazia viajar. Se não estivesse tão bêbado talvez até ficasse de pau duro.

Eu suspirava com aquilo. A língua me acariciava o cuzinho inteiro e de vez em quando ameaçava me penetrar. Sentia aquela coisa úmida, quentinha e molinha brincar com meu cuzinho me arrancando gemidos. Imaginei até uma loira gostosa fazendo aquilo. Tava uma delicia. Eu bêbado, quase nem podendo me mexer, erguia os quadris para aproveitar aquele toque.

De repente o toque cessou e pude sentir algo quente e latejante encostando na minha bunda... O que era isso? Aquilo foi se aninhando, entrando pelas minhas nádegas até tocar meu cuzinho. Gemi, sentindo a temperatura morna tocando meu cuzinho que já estava sensível pelas lambidas. A coisa começou a forçar, tentando me invadir e a sensação que antes era boa começou a ficar dolorida e me dei conta do que estava acontecendo. Eu estava sendo comido. Estavam tentando me estuprar!!!

Sempre fui homem, sempre tive atração por mulheres e nunca imaginara dar a bunda para outro homem. Eu tinha que fazer alguma coisa. Tinha que sair daquela situação. Tentei me levantar, mas senti a cabeça rodando e não consegui fazer mais que erguer metade do meu tronco. A pessoa atrás de mim, então jogou seu corpo sobre o meu me prendendo embaixo dele. Resmunguei reclamando e tentando dizer para ele sair dali, que eu era homem, mas minha voz saia toda falhada. Forçava para sair debaixo dele, tentar desencaixar seu pau da entrada do meu cuzinho, mas eu estava muito bêbado e sem forças. O cara, então ajeitou com sua mão o pau e começou a forçar ainda mais. Sob o peso de seu corpo fui sentindo uma dor horrível, parecia que estava sendo arregaçado. Aquilo foi entrando lentamente me arrebentando todo. Poda sentir até algo quente escorrer de meu cuzinho e imaginei se era porra ou meu sangue.

A penetração horrível durou até sentir seus pelos tocarem sua bunda e minhas entranhas terminarem de alojar o seu cacete. Já era! Eu estava comido! O cara conseguira colocar até deixar somente as bolas de fora. Pressionando meu cu, tentava expulsa-lo de dentro de mim como se estivesse cagando mas não dava certo. Aquilo latejava e ardia dentro de mim.

Pude sentir um hálito quente na minha nuca antes de seu pau começar a sair lentamente de dentro de mim. Aquilo até que foi bom. Parecia que eu estava cagando e a sensação de expeli-lo foi boa. Mas antes dele sair por completo mudou de rumo e começou a entrar novamente. A dor voltava e meu cu ardia. Arfando na minha orelha o cara foi aumentando a velocidade de seus movimentos me castigando ainda mais. Se um dia alguém me disser que dar um cu é bom vou discordar, em pensamento é claro, na mesma hora.

Os movimentos ficaram rápidos e suas estocadas estalavam com o encontro de minha pele. Tentava sair dali, me movimentando para os lados, tentava falar, mas não conseguia fazer nada. O cara estava motivado em me comer. Os barulhos aumentavam em sintonia com minha dor. Pensei comigo mesmo: - To fudido! Além de estar perdendo minhas pregas logo aparece alguém para ver o que está acontecendo com essa barulheira. Preferi ficar quietinho e torcer para aquilo acabar logo. E amanhã o filho da puta ia se ver comigo! Aí do cara que estivesse me comendo, quando eu melhorasse ia enchê-lo de porrada.

Seu pau entrava e saia, me preenchendo, invadindo minhas entranhas, meu rabinho que até então só tinha experimentando a saída de coisas. Nunca nada tinha entrado ali antes. A dor ainda continuava. O cara mordia e lambia minha nuca me comendo feito doido.Logo o cara começou a falar: 

- Tá vendo agora como é bom levar no rabinho? Tá vendo quem é o cabação? Tá gostando? 

Filho da puta. Não conseguia nem pensar no que ele me falava. Minha cabeça rodava, meu rabo doía e eu estava enjoado e com vontade de vomitar.

Senti o corpo do cara tremer e aquilo espirrar dentro de mim. Meu cú já estava todo melecado de sangue e agora com porra. Seu pau latejava e o cara gemeu alto dizendo que meu cuzinho era muito gostoso e apertado... Saindo de cima de mim o cara ainda deu um tapinha na minha bunda, vestiu minhas roupas e me deixou ali. Bêbado, meio acordado, meio desmaiado e com o cu todo arregaçado e doído.

Dormi novamente sob o efeito da bebida e só acordei na tarde daquele dia quando o Fábio me chamou. Sentia uma dor de cabeça do caralho e fui até o banheiro imaginando se o que aconteceu era verdade. A dor e o papel que passei no rabo disseram que sim. Resolvi ficar quieto e não acusar ninguém. O que poderia falar? Perguntar para todos quem comeu meu rabo? Eu seria objeto de piadas para o resto de minha vida.

Voltei para casa, a dor passou depois de uns dias e ainda penso se foi o pau -no- cu do Marcinho que me comeu o rabo. Será que fui comido por aquele rapaz? Ahhh se eu descubro ele tá fudido!


By Anônimo - Enviado por email

O Sobrinho de Meu Amante

Sou casada ha três anos, mas meu marido nunca se preocupou muito comigo e, mesmo depois de uma crise séria em nosso casamento, não se emendou. Continuou com sua vida de aventuras e boêmia e isso fez com que eu lhe pagasse com a mesma moeda.

Antes nunca dava bola as piadinhas do diretor da empresa em que trabalho, porém o tempo e as contrariedades fizeram com que mudasse de idéia. Aceitei ir, numa Sexta feira, a casa do tal diretor para terminar uns trabalhos - o que eu sabia não ser verdade.

Ao final do expediente, acompanhei o Dr. Orlando até o seu apartamento, em Boa Viagem. A sala era aconchegante, e o sofá, de tão macio, fez com que meu corpo ao sentar-me se afundasse em sua espuma. Educado, Dr. Orlando me serviu um drinque e, indo a seu quarto, pediu-me que esperasse.

Voltou vestindo apenas um roupão e trazia papéis que alegou serem documentos confidenciais. Sentou-se ao meu lado e começou a desfolhar os papéis. Em dado momento, quando eu menos esperava, agarrou-me e beijou-me com desejo. Foi um beijo quente, molhado e longo.

Enquanto isso, sua mão sabida - por entre a saia e sobre a fina calcinha - já manipulava minha vagina. Suas caricias amoleceram-me toda a resistência de luta, e fui possuída ali mesmo, sobre o sofá. Meio sem jeito, ele gozou muito rapidamente. Gordo, sua barriga não permitiu uma penetração profunda e satisfatória.

Sei que saí de seu apartamento envergonhada, nervosa e excitada. Fora a primeira vez que outro homem tinha se aproveitado do meu corpo. Da segunda vez - em um motel - me entreguei sem qualquer oposição. O problema era a ejaculação precoce e sua barriga enorme que não lhe permitia penetrar por inteiro e fazer-me atingir o orgasmo.

Em uma terceira saída, eu própria procurei uma posição adequada para um relacionamento perfeito. Mas não adiantou nada. Mal ele entrava em mim, gozava, deixando-me a ver navios. Nosso relacionamento, de três meses, não me proporcionou mais que três insignificantes orgasmos, conseguidos com muito suor e concentração.

A falta de amor do meu marido e a total incompetência de meu amante faziam de mim, a cada dia, uma mulher louca de tesão. Mas a natureza sempre traz soluções para os problemas e, certa vez, indo à casa de Orlando, não a encontrei. Quem abriu a porta foi seu sobrinho Cláudio, um rapagão forte e muito bonito. Convidando-me a entrar, disse-me que seu tio ficou de voltar logo para casa e sugeriu que eu esperasse.

Peguei uma revista e sentada no sofá da sala, resolvi dar um tempo, lendo o Fórum. Alguns minutos se passaram e o telefone tocou. Era Orlando, avisando-me que não o veria naquela noite, pois estava envolvido numa reunião com a alta cúpula da empresa.

Chateada, preparei-me para sair, mas na porta fui impedida pelo rapaz. Ele, sem dizer palavra, apertou meu corpo contra o seu e fez com que eu sentisse, encostado a minha barriga, o volume descomunal de seu sexo. Assustada, quis me libertar, mas ele arrastou-me até o quarto.

Tentei gritar quando forcou-me a deitar na cama, mas ele me tapou a boca. Com a outra mão tirou-me a calcinha, jogando-a longe. Soltou minha boca e desabotoou sua calca, libertando seu membro de dimensões avantajadas.

Subiu meu vestido e com um dos joelhos empurrou minha coxa, forcando-me a abrir as pernas. Gritei de dor quando seu membro duro e grosso me penetrou. Entrou rápido, alojando-se no mais profundo de minhas entranhas.

Sem poder conter-me, comecei a gemer numa antecipação do gozo e deliciei-me com os movimentos firmes e profundos de seu vaivém. Excitada ao máximo, abracei-o, convulsa de prazer. Balbuciei um agora quando senti meu corpo vibrar por inteiro num louco orgasmo que eu jamais havia sentido. Com o meu corpo obriguei-o a acelerar os movimentos.

Uma derradeira convulsão e ele espirrou quente dentro de mim. Cláudio levantou-se e com um sorriso cínico disse-me: Foi bom. A beira da cama, tirou toda a roupa. Fascinada eu não tirava os olhos de seu membro potente, mesmo de cabeça baixa.

Ele, carinhosamente, se aproximou de mim e tirou minha roupa Fez elogios ao meu corpo e tirando-me o sutiã mamou feito criança em meus seios úmidos de desejo. Deitei-me e já senti, entre minhas pernas, seu membro novamente ereto. Submissa abri um pouco mais as coxas e lhe pedi que enfiasse mais devagar. Ele me atendeu e foi pondo devagarinho, num prazer indescritível.

E então num profundo e louco abraço carnal, chegamos - juntos - novamente ao gozo total. Eu tinha a sensação de viver um sonho, aquele homem, jovem sobre meu corpo. Pela hora eu tinha que deixá-lo Mas um beijo delicioso apagou nossa despedia e entre os lençóis, molhados de nossos sucos, me deixei ficar.

E a partir dai foi uma loucura. Cláudio chegou a me bater quando pensei em recusar o coito anal Chorando tive que me submeter dolorosamente a envergadura de seu pênis. Suas estocadas firmes rasgaram-me as carnes, mas também fizeram nascer em mim um tipo de gozo que jamais experimentara.

Gritei de prazer quando senti derramar por aquele lado de mim seu leite quente e viscoso. Mais tarde fomos para o chuveiro e, com uma habilidade invejável, debaixo da água fria, fez com que gozasse duas vezes sob o poder de sua língua.

Depois, sentando-me na banheira, com as pernas abertas, enfiou-se dentro de mim de uma só vez Urrei, chorei, apertei seu corpo e gozei loucamente, queria que o tempo parasse naqueles momentos deliciosos. Nos separamos. Já era tarde e seu tio Orlando estava para chegar Enquanto Cláudio permaneceu em Olinda não transei com o Dr. Orlando, e mantendo com ele - por causa de Cláudio - um relacionamento sem prazer, mas que me garante todos os anos - no mês de janeiro - transas maravilhosas. Sem Cláudio a minha vida não teria sentido.

By Casadinha Feliz - por email

Sonho ou Estupro?

Meu sonho era ter uma transa simulando um estupro. Eu pedia muito ao meu noivo, mas ele sempre recusava. Mas em uma certa tarde, como todas as outras, eu estava vendo um filme na sala que passava na TV, quando ele chegou com cara de furioso, estava com algum problema e eu nem arrisquei perguntar o porque. Ele estava completamente fora de si e quando me viu, me chamou de puta, vadia e se sentou no meu lado no sofá.

Eu estranhei e fiquei olhando pra ele, nem deu tempo de falar nada ele me pegou pelos braços e me levou para o quarto. Trancou-me lá e foi buscar uma corda, brutalmente ele me amarrou na cama, braços e pernas de uma forma que se eu me mexesse, machucaria. Rasgou minha roupa e lascou um beijo, eu tentei afastá-lo com a cabeça, mas era impossível, pois ele era muito forte.

Eu fechava a boca, mas ele enfiava a língua com tudo. Eu estava odiando aquilo, pois nunca havia beijado de uma forma tão bruta eu xinguei muito. Não parava de dizer para ele parar, que não estava afim de fazer hoje. Ele ouvindo isso se revoltou e me deu um tapa no rosto, fiquei meio estonteada e nem percebi que ele já estava completamente nu. Eu não sentia prazer.

Ele se levantou na cama e colocou seu pau perto da minha boca, eu já imaginava o que ele queria mas resisti, ele abriu minha boca e c colocou todo seu pau ele estava querendo comer minha boca ficou tirando e colocando seu pau rápido sentado em cima de mim eu não pensava em ter prazer só pensava em sair daquela enrascada.

Tentei morder mas conforme eu mordia, ele soltava gemidos de prazer então fiquei totalmente imóvel e mesmo assim ele gozou soltando muita porra na minha boca. Cuspi o quanto deu e ele não satisfeito, deu um tapa na minha buceta ardeu muito, começou a chupar com força, enfiando a língua, eu não pude proibir porque ele havia amarrado minhas pernas uma de cada lado da cama, ficando totalmente escancarada.

Comecei a me contorcer ate que ele conseguiu me fazer soltar um gemido de prazer, acho que gozei um pouco, ele começou a rir alto enquanto se masturbava. Seu pau estava duro e ele se deitou em cima de mim, colocando seu pau na entrada da minha buceta molhadinha. Ele sorriu e eu implorei quase chorando para q não fizesse nada comigo pois tinha desistido do sonho.

Ele riu muito .e sem dó colocou seu pau na entradinha e enfiou aquela tora de uns 20cm sem dó na minha buceta chorei muito senti prazer e soltei alguns gemidos ele gostou e começou a fazer movimentos fortes e rápidos ele estava completamente fora de si.

Não parava gozou muito dentro de mim mas mesmo assim não parava de se mexer eu não agüentava mais de tanto prazer e gozei Ele começou a dizer palavras grosseiras vendo que havia gozado melando todo seu pau. Ele viu secreção escorrendo nas minhas pernas e rapidamente levou a língua ate minha perna e lambeu tudo, mordeu minhas pernas, mordeu com força meus seios, na hora senti muita dor e não parava de gritar para parar ele ria muito e tirou as cordas.

Me senti aliviada pensando que havia terminado mas ele começou a lamber meu cuzinho eu não sei o que senti na hora, era medo misturado com prazer, ele me deixou de quatro, apontou seu pau pro meu cu e segurou minha barriga por trás. começou a roçar aquele pau duro ainda no meu cu forçou a entrada e chorei muito de dor, ele regaçou meu cu com uma estocada até o fundo, senti suas bolas tocando minha bunda e chorei muito ardia muito, sangrou.

Depois disso eu desmaiei e acordei na minha cama, limpinha e com dores no cu . Ele havia escrito um bilhete dizendo que se alguém tomasse conhecimento do ocorrido, eu seria estuprada pelos amigos dele. Ele só apareceu no outro dia, agindo como se nada tivesse ocorrido, eu como que continuando o sonho nunca falei sobre o assunto....

By Nanda - por email

Minha Mulher Me Traiu com um Estranho Mascarado

-M-mais um whisky...- Pediu um homem de uns trinta anos visivelmente alcoolizado
-Acho que o senhor já bebeu demais – Respondi de imediato.
-“Cê” acha que tô bêbado? Eu não tô bêbado porra nenhuma. Eu bebo pela minha mulher... minha mulher...

2:30 da manhã, fim de noite. O bar estava fechando e já fazia parte da rotina ter algum cliente bêbado que se recusava ir embora. Eles sempre queriam beber a noite toda e muitos gostavam de conversar e expor os dissabores de suas vidas, os motivos de suas bebedeiras. Depois de anos trabalhando neste ramo já havia ouvido as mais diversas histórias. Eu conhecia o ritual: deveria sentar ao lado do cliente, ouvir um pouco suas palavras, depois dar um tapinha nas suas costas e o encaminhar para casa ou então... Pega-lo pelo colarinho e jogá-lo logo para fora do bar. Porém preferi a primeira opção mesmo sem saber se o rapaz estava bebendo por estar triste ou alegre.

-Ta bom companheiro... O que tem sua mulher? Ela o traiu?

-Minha mulher... -Disse ele contando sua historia. Ela é totalmente frígida! Não tem mais vontade de transar comigo. No início do casamento era tudo perfeito. Transávamos como doidos todos os dias e éramos felizes na cama apesar dela não gostar de sexo anal ou oral. Acho que sua educação tinha sido muito rigorosa e ela achava errado mulheres fazerem estas coisas com um homem.

Com o passar dos anos, continuou ele, nossas transas foram esfriando e a quantidade de nossas relações foi reduzindo até chegarmos a situação de não nos tocarmos mais. Nosso casamento estava em crise e não demoraria para nos separarmos, mas eu ainda a amava.... Não podia aceitar perder aquela mulher. Sempre fui apaixonado por ela desde os tempos da faculdade. Ruiva, olhos azuis, 1,70 de altura e todas as curvas que uma mulher deve ter.

Sabia que nem eu nem minha mulher conseguiríamos viver sem sexo e uma iminente separação se anunciava. Até o dia em que uma situação mudou todo a nossa historia de vida, o nosso casamento.

Em uma noite em que minha esposa estava sozinha um vulto masculino se aproximou de nossa casa. O cara testou as janelas até encontrar uma aberta. Sem fazer muito esforço entrou pela sala invadindo a nossa casa. Aquela hora da noite, tudo estava escuro e minha esposa dormia profundamente em nosso quarto usando uma blusinha e calcinha preta. Como um cachorro que procura uma cadela no cio o invasor percorreu o corredor até chegar a porta onde ela estava. Com cuidado tocou a maçaneta e abriu a porta sem fazer nenhum barulho. Arregalou os olhos quando na penumbra viu a silhueta da bela ruiva que dormia de bruços mostrando uma bundinha empinada e convidativa. Avançou com cautela até a cama e acariciou aquelas nádegas suculentas quase com um, inesperado carinho, sua respiração ficou mais pesada demonstrando que aquilo o estava deixando excitado.

Minha esposa ressonava sem perceber o perigo ao seu lado. O invasor tocou suas costas e com a palma da mão segurou sua boca com a intenção de evitar algum futuro grito. Mostrando sua ousadia colocou a calcinha de lado e passou levemente seu dedo indicador no cuzinho de minha esposa que mesmo dormindo suspirou. Cada vez mais atrevido devido à excitação que aumentava a cada instante tentou penetrá-la com a ponta do dedo. Os olhos dela se abriram assustados, um terror a invadiu quando, mesmo na penumbra, percebeu o estranho com uma touca de motoqueiro cobrindo sua face. Olhou para o lado e não me encontrou. Então tentou gritar, mas foi contida pela mão que pressionava sua boca com força. Ela virou-se de barriga para cima e tentou levantar, mas o estranho se posicionou sobre o seu corpo a prendendo com o seu peso. Então minha esposa começou a lhe esmurrar as costas enquanto o olhava cada vez mais assustada. Neste instante o invasor tirou uma faca de sua cintura e falou com a voz rouca em seu ouvido:

-Xiii gatinha, fica calma. Eu quero apenas me divertir... Se você não se comportar eu vou te furar com esta faca e estragar esse corpinho lindo...

Minha esposa ainda tentou se debater um pouco mais tentando dizer que era casada, porém um tapa estalou no seu rosto tirando sangue de seus lábios.

-Escuta aqui sua vadia, não quero saber se você é casada. Se não se comportar eu vou te matar aqui mesmo. Você entendeu?

A pobre moça não teve alternativa a não ser concordar meneando positivamente com a cabeça. Com minha esposa soluçando embaixo do mascarado este resolveu apertar seus seios com vontade. Começou a dedilhar os mamilos rosados para em seguida os morder e os sugar com força, primeiro um seio e logo passando para o outro. A respiração da moça era intensa. A adrenalina pela situação estava a mil.

O mascarado chupava seus seios como um louco e sem demorar muito desceu sua boca pela barriga de minha esposa até chegar na altura de sua calcinha. Violentamente puxou com força rasgando sua peça íntima lhe arrancando um suspiro de dor. Com a visão daquela buceta branquinha de pelos vermelhos aparados o homem teve que parar por um instante para admira-la, pareceu até engolir saliva demonstrando sua vontade de chupá-la. Puxando sua mascara até a altura do seu nariz enfiou a cabeça na vulva de minha esposa mordendo os lábios vaginais, sugando o clitóris e introduzindo sua língua com ferocidade. Bucetinha cheirosa e bem cuidada! Talvez fizesse tempo que o mascarado não experimentasse algo tão delicioso, pois ficou bastante tempo ali. Sugando, mordendo e penetrando com a língua.

As coxas grossas de minha esposa foram colocadas por cima dos ombros do mascarado para deixá-lo mais a vontade e agora... Minha mulher sentia as primeiras reações de prazer por ser tocada de forma tão intensa. Mesmo com a situação violenta de medo, pode perceber que sua vagina se umidificava e um calorzinho começava a se espalhar pelo seu corpo. Não acreditava que poderia sentir prazer desta forma, mas era o que estava ocorrendo. A língua do mascarado era incansável, a chupando de um jeito, com uma vontade que homem nenhuma jamais tivera antes, também nunca permitira ser acariciada desta forma. Minha esposa mordeu os lábios inferiores e quase sem querer, a fazendo se espantar consigo mesmo disse baixinho:

-Chupa... Chupa gostoso... - o orgasmo parecia não demorar a chegar.

De imediato o estranho parou sua chupada e com força desferiu um tapa em seu rosto.

-Sua vagabunda! Piranha desgraçada! Você não tem vergonha de sentir prazer com um estranho? Sua vadia! Não pensa no seu marido?

Com a boca sangrando pelo golpe que levara e impressionada com o prazer estranho e intenso que estava sentindo minha esposa implorou ao mascarado...

-Olha... Pode me bater se quiser, mas é que eu nunca senti algo assim. Ninguém nunca fez isto comigo! Faz muito tempo que não transo com meu marido e jamais tive sensações tão intensas...

O mascarado pareceu se preparar para dar outro tapa, mas ela ainda falou:

-Eu quero que você me coma. Foda comigo bem gostoso.

Minha esposa nunca falara antes desta forma. Palavrões era algo que não constava em seu vocabulário. O estranho, então falou:

-Então tá sua vadia. Vou te foder de um jeito que o banana do seu marido nunca o fez.

Dizendo isto abaixou sua calça reelando um cacete já babando de excitação. Mirando a glande na entrada da bucetinha branca a penetrou de uma só vez fazendo minha esposa erguer os quadris, talvez por dor, talvez por prazer. Os pelos negros do mascarado contrastavam com os pelos vermelhos de minha esposa. O estranho socava com força colocando e tirando seu pau enquanto ela gemia e dizia :

-Aiiiii que delicia. Me fode! Me come que nem um macho... - os orgasmos dela pareciam vir em ondas que contraiam sua buceta fazendo uma massagem no pau daquele cara...

Não demorou para ele gozar retirando seu pau e espalhando sua porra pela barriga de minha esposa.

-Ahhh sua vadia gostosa... Piranha vagabunda... - O mascarado urrrava enquanto gozava...

Por um instante parecia que tudo havia acabado, mas o estranho segurou minha esposa pelos quadris e a virou repentinamente, a deixando com o rabo para cima. Com o pau gozado passou a cabeçona pelas nádegas dela que falou:

-Seu tarado safado! Tá querendo meter na minha bunda?

Sem dizer nada começou a enfiar sua pica no rabo de minha esposa, indo para dentro com alguma dificuldade. Mesmo com uma dor aguda , parecendo que um ferro em brasa penetrava em suas entranhas, a dilacerando, mutilando e machucando ela ainda murmurou completamente desvairada:

-Mete! Mete! Enfia essa vara no meu cuzinho... Meu marido nunca fez isso comigo.

O estranho não demorou a gozar novamente, desta vez, enchendo o rabinho de minha esposa com sua porra com tanta abundância que vazava escorrendo pelas suas pernas. Ela também acabou gozando com essa modalidade de sexo que nunca havia experimentado antes. E assim ele a penetrou por diversas vezes naquela noite. E, antes de ir embora, o mascarado ainda esbofeteou mais umas vezes a mulher a recriminando por ela ser tão vadia e prometendo voltar outro dia.


Fiquei admirado pela historia que escutara. Aquilo era tão violento e também tão... excitante...

-Mas como você sabe de tudo isso? Com tantos detalhes? - Perguntei curioso.
-Minha esposa me contou tudo assim que cheguei em casa naquele dia. Disse que me amava, mas não sentia mais desejo sexual por mim e que aquela transa tinha sido a melhor da sua vida. Nunca havia gozado assim. Disse, também, que gostaria de continuar casada.
-E o tarado? Apareceu novamente?
-Por várias noites ele apareceu em minha casa. Sempre se aproveitando de minhas ausências.
-Cara... E você conta tudo isso assim? Não vai avisar a policia ou matar esse cara? Não vai se separar da sua esposa?- perguntei exaltado
-Hehehehe – o cara surpreendentemente achou graça na minha pergunta.
-Você ainda não percebeu? –disse em seguida. O mascarado sou eu! Por várias noites eu visito minha esposa mascarado e transo de todas as formas que ela sempre me negou em todos os anos de nosso casamento. Minha esposa está me traindo comigo mesmo... Hehehehehe

By Alex por email

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