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Tadinha de Mim II

Eu e Jussara somos grandes amigas. Ela é bem baianinha, cabelos castanhos enroladinhos, tipo Daniela. Eu, ao contrario, sou tipo fininho, super branca, cabelos negros, 1,68 e 5O kg. Nós duas sempre atraímos muitos olhares gulosos. Foi conversando muito que penetramos na intimidade uma da outra, e onde ela me declarou suas preferências e desejos sexuais, entre as quais se destacava o sexo anal.

Acabei confessando a ela, depois de uma noite onde tinha bebido um pouco, que eu também não só adorava sexo anal, como gostava de fazer sexo com dois ao mesmo tempo. Ela ficou boquiaberta, se excitou toda e perguntou se já tinha feito isso mesmo, que ela só tinha visto em filme, e que no fundo morria de vontade de experimentar mas tinha medo e não tinha mesmo cara de propor isso a ninguém.

Falei para ela que sendo ela tão minha amiga, não teria grilo algum de levá-la para fazer isso com meus dois amantes, sem comprometê-la pois eles não a conheciam, mas eram caras super legais e finos. Vi seus olhinhos brilhando como de criança falando de brinquedo novo, mas ela dizia não ter coragem para tanto. Numa sexta feira a noite a chamei para sair comigo, Renato e Danilo, meus amantes, sem dizer a ela que eram eles meus algozes, e fomos jantar fora.

O papo foi ótimo e não falamos de sacanagem, só de assuntos culturais. Depois Renato nos chamou para o seu apartamento para ouvir uns CDs e quando chegamos cochichei no seu ouvido são eles dois. Ela corou na hora e vi que ficou apreensiva pois não estava esperando, já que sempre saíamos com outras pessoas. Comecei a dançar com Renato, e em minutos já estávamos nos beijando com ele acariciando minha bunda. Renato, ouvindo minhas ordens, foi lentamente subindo meu vestido, mostrando minha bundinha nua (tinha tirado a calcinha).

Jussara continuava sentada de boca aberta. Tirei a camisa de Renato, depois abri sua calça, e ele puxou meu vestido me deixando nua enquanto eu dançava suavemente. Peguei seu cacete duro de 23 cm e me abaixei para mamá-lo. Danilo, como eu ordenara, só olhava também sentado agora junto a Jussara e acariciando seu corpo e cabelos. Renato deitou no tapete e eu o cavalguei por cima, subindo e descendo cada vez mais forte, me exibindo da melhor forma possível para minha amiga. Depois me levantei, fui até ela, e sem dizer uma palavra a levantei do sofá e comecei a tirar seu vestido dizendo que sua chance tinha chegado.

Ela chegou a tentar esboçar uma reação, mas Danilo a abraçou por trás beijando sua nuca e orelhas que eu sabia serem seus pontos fracos e ela foi cedendo às minha mãos e ficando nua. Não resisti a abracei encostando nossos corpos e seios. Renato, que estava nu a abraçou por trás. Eu segurei suas nádegas e as abri, deixando sua bucetinha pronta para ser penetrada por trás. Renato entendeu o recado e meteu de uma vez, fazendo-a revirar os olhos e soltar um gemido gutural profundo. Danilo tirou a roupa e veio por trás de mim com sua verga imensa (quem se lembra do outro episódio, tem apenas 28,5 cm).

Daí caímos os quatro no sofá e foi uma deliciosa troca de visões e enfiadas vigorosas. Depois de bem melado, Danilo, como sempre, enfiou na minha bunda, já acostumada ao seu cacetão, no que chamei Renato para completar o serviço. Ele então mergulhou na minha xoxota, me fazendo gozar imediatamente com as duas piconas navegando dentro do meu corpinho indefeso. Jussara, abestalhada, nos alisava olhava fixamente para os dois paus me penetrando simultaneamente, dizendo que eu era louca de agüentar aquilo, que não acreditava no que estava vendo, e eu dizia para ela tua vez vai chegar, bandida.

Senti a esporrada de Renato na minha buceta e entrei em outra convulsão de gozo. Me largaram quase desfalecida e partiram para cima de Jussara, que levou um susto ao ver o tamanho da pica do Danilo mas já era tarde, pois eles a colocaram em cima do monstro e Danilo comeu sua bucetinha com gosto. Jussara gemia e soluçava quase chorando sentada sobre o monstro, que dizia ser a maior trolha da sua vida.

Ela foi se abaixando e deitando sobre Danilo, no que eu subi em suas costas e abri novamente sua bunda, desta vez oferecendo seu cuzinho ao Renato. Passei a mão na minha buceta melada e passei no cuzinho de Jussara preparando-a para ser enrabada. Ela não podia se mexer e tentava fugir, mas Danilo segurou seus pulsos, eu a escancarei com as mãos e Renato completou o sacrifício metendo no seu cú lentamente.
Ela chorava de dor e prazer e disse para mim que tinha mentido para mim, e que nunca tinha dado o cú, que era tudo cena, mas agora era tarde, pois tinha uma baita pica entalada até o talo em seu rabo além do outro que se regalava na sua xota. Ela dizia que estava sendo arrombada e que se vingaria, me obrigando a fazer um Fist Fucking.

Perguntei o que era aquilo, mas não tive resposta. Na verdade ela gozou até quase desmaiar. Dormimos um pouco e fomos para o banho para reanimar o corpo. Quando saí do banho encontrei os três com cara de cúmplices. Ela disse que era a minha vez, que se eu não sabia o que era Fist Fucking ia aprender da forma mais difícil. Sorri achando que era brincadeira, pois qualquer coisa que fizessem eu poderia tirar de letra, mas não foi bem assim.

Eles tinham até preparado o ambiente, com meia luz, som de Enya e umas almofadas no chão. Danilo se deitou com o pau em riste e me fizeram sentar em cima. Ele pegou meu rosto e me beijou. Recostei meu corpo e senti mãos suaves e oleosas abrindo minha bunda. Eram as mãos de Jussara, cheias de creme, me massageando e iniciando uma penetração anal com seus dedos.

Achei que apenas seria enrabada outra vez, e não entendia a novidade, já que eu tinha dado a pouco para Danilo que era bem maior que Renato, mas a mão de Jussara continuava lá, colocando creme, massageando meu cuzinho, e me penetrando primeiro com o dedo indicador, depois dois, entraram três dedos e comecei a estranhar, aí ela me enfiou o mindinho.

Percebi sua intenção macabra e foi a vez de Renato me imobilizar e impedir minha fuga. Senti que o polegar também me penetrava e me alargava toda. Vieram os nós dos dedos que entraram com alguma dificuldade, me arreganhando toda. Jussara, com toda a delicadeza de uma fêmea, ia me invadindo até que percebi que entrara até o punho, mas ela, oleosa, continuava me entubando. Renato metia o pausão na minha boca, forçando até minha garganta e me impedindo de gritar.

Pela estreita membrana interna senti a mão de Jussara de dentro do meu cú espalmando e apertando o cacete de Danilo dentro da minha buceta. Vi pelo espelho, que eles haviam colocado especialmente para me aterrorizar, que ela havia enfiado quase o antebraço inteiro na minha bunda, o que, apesar de sua constituição física feminina delicada, equivalia a um caralho maior e mais grosso que a de Danilo. Era como se eu tivesse duas super picas dentro de mim, sendo que uma com cinco dedinhos serelepes e mexilhões.

Eu chorava e gemia ao mesmo tempo, sendo o gozo mais forte, louco demorado, explosivo e arrasador de toda a minha vida. Eles me fizeram ter uma série de gozos convulsivos e quase mortais e me largaram morta sobre as almofadas. Foi essa a vingança endiabrada de Jussara, me fazendo o Fist Fucking até o fim. Mas juro que nem eu tenho coragem de repetir a façanha, pois fiquei um bom tempo sentando de ladinho depois.

 Conto erótico recebido por email - Autora Anônima

Outro conto enviado por essa usuária: Tadinha de Mim

Amor de Vira Lata

Apesar de eu ser uma mulher super feminina, sempre dirigi meus anúncios em busca de mulheres. Acabava recebendo muitos e-mails de homens, mas nunca me deixei cair em tentação. Achava que com mulheres,não estaria traindo meu marido. Até que um dia recebi uma carta de Atibaia, de um maluco que dizia querer sofrer em minhas mãos. O jeito como ele se oferecia para ser meu escravo sexual deu-me um tesão gigantesco. Por isso respondi e mandei o número de meu telefone, não sem uma pontada de receio. Devo confessar que estava curiosíssima para conhecer um pau diferente.

Dias depois ele me ligou. Nos encontramo em um lugar discreto, conversamos e acabamos nos entendendo. A caminho do motel Jorge falou-me sobre suas loucas fantasias. Disse que gostava de ser tratado como um vira-lata, que sentia prazer em ser maltratado por uma mulher dominadora. À medida que nos aproximávamos do vamos ver meu tesão ficava maior.

Chegamos e subimos para o quarto. Imediatamente mandei o Jorge tomar um banho. Enquanto esperava, preparava os apetrechos que ele mesmo havia fornecido. Quando voltou totalmente nu,coloquei-lhe numa coleira, amarrei a corrente na maçaneta da porta e mandei que ficasse quieto. Tomei um banho demorado e, ao sair, encontrei-o de quatro aguardando pacientemente, como um cachorrinho treinado. Se tivesse rabo, acho que o teria abanado para mim.

Fiz tudo como Jorge queria coisa que me provocou enorme prazer. Passei a dar-lhe as mais absurdas o humilhantes ordens. Apliquei-lhe chicotadas para valer. E ele obedecia cegamente, sem reclamar. Chegava a uivar de tesão e lambia minhas mãos e meus pés agradecidamente. Estar ali, com um cacete desconhecido à minha disposição, era algo realmente fascinante e eu já não agüentava mais de vontade de sentir aquele caralho dentro de mim (e, digo de passagem, meu escravo era muito bem-dotado). Jorge chupou-me demoradamente. Não cheguei a gozar, mas ele sim. Deixei que esporrasse nos meus seios, coisa que aprecio muito. Em seguida, ele lambeu a própria porra deixando-me brilhante de saliva e enlouquecida de desejo.

Depois de descansarmos um pouquinho recomeçamos de um modo diferente. Coloquei um cinto com um belo pênis de borracha e comi o traseiro de Jorge até a exaustão. Eu tinha bastante experiência em usar essa tipo de acessório, mas apenas com mulheres. Meu marido jamais aceitaria tal coisa. Aquilo era, portanto, novidade para mim. Adorei! Veio então a coisa que tanto desejava e nunca tivera coragem de realizar. Sentir finalmente aquele cacetão enorme e grosso dentro de mim. E enquanto eu gemia de prazer na ponta de sua vara, curtindo a sensação de trair meu esposo, Jorge urrava de felicidade com as bordoadas que eu dava na sua cara. Gozei feito uma cachoeira e fui inundada de porra. 

Obrigada, Jorge de Atibaia. Agora, sempre que transo com meu marido, o tesão é muito maior. Graças a você, aprendi coisas diferentes. Um grande abraço.

Conto erotico recebido por email - By Lady Dominadora

Chupar Não Engravida

Caros leitores deste blog, não tenho pretensão de contar incríveis e até inacreditáveis fantasias sexuais. O que me proponho narrar é uma picante historia visando provar que quando duas pessoas realmente se amam não deve haver limites nem frescura entre elas.

Namoro ha dois anos com uma prima de segundo grau que é uma tremenda gata de 1,70m, 54 kg, olhos sedutoramente castanhos e um corpo sinuosamente delicioso: coxas grossas, bumbum lisinho, seios capazes de iluminar a escuridão com uma capacidade de dez velas e uma buceta (ela prefere que eu chame de periquita) capaz de causar queimaduras de primeiro grau. Tenho 19 anos e, embora creia que os leitores não estão interessados em meus dotes físicos, ai vão: 1,72m e 65 kg. Sou moreno e tenho uma pica que ela adora chupar.

Tudo aconteceu quando fomos, junto com a família dela, visitar os avos em uma pequenina cidade. Uma bela manhã, seus pais foram a uma cidade vizinha e o irmão ainda dormia, pois tinha tomado um porre na noite anterior. No entanto, a irmã e as duas empregadas estavam acordadíssimas. Após um amasso na sala, ela pegou no meu pau e disse que estava morrendo de vontade de chupá-lo, mas que tinha medo. Eu perguntei o que a amedrontava tanto e ela disse, envergonhada, que tinha medo de engravidar caso eu gozasse em sua boca. Expliquei que era impossível engravidar assim e comecei a rir da inocente pergunta, enquanto ela ia ficando meio zangada.

Excitado com a indagação, voltei a beijá-la alucinadamente, no pescoço, boca e seios, por cima da blusa. Ela sussurrou que não agüentava mais e logo a seguir, enfiou um dedo na bucetinha por baixo dos shorts e colocou-o na minha boca. Ao sentir o gosto daquele embriagante mel tive vontade rasgar as nossas roupas e fazer amor ali mesmo. Éramos virgens e não agüentavamos mais aquela situação.

Propus a ela que fosse buscar minha maquina fotográfica para tirarmos algumas fotos no quintal. Ela topou e, em poucos minutos, os pés de goiaba, coco, murici, acerola e bananeira eram testemunhas, nos protegendo dos olhares dos curiosos. Mais segura ela me deu um beijo delicioso,segurando meu pau com tanta força que soltei um gemido.

Enfiei um dedo naquela bocetinha e ela estremeceu dentro dos shorts. Tirei o dedo dali e comecei a massagear o clitóris. Ela se contorcia, gemia e mordia minha orelha: Coloca os dois dedinhos. Ela estava completamente louca e tão subjugada de tesão que começou a gritar: Enfia, anda, enfia três, quatro, enfia a mão inteira, meu amor.

Andy, que sempre fora muito dócil, estava completamente fora de si, e eu, simples mortal, tentava dominar aquela deusa insana. Deusa do sexo que fazia tudo); chupava meu pau e roçava a xoxotinha nele, encaixando na minha cintura, balançando a bundinha no meu cacete. Depois, mordia meu pau e o masturbava em uma punheta descoordenada que me fez gozar alucinadamente. Assim que gozei, ela colocou meu pau na boca e o chupou com sofreguidão, querendo saborear o meu mel.

Após nos recuperarmos voltamos para a sala, pois alguém poderia desconfiar. Ficamos conversando bastante tempo até ela dizer: Minha boca quer tomar novamente a vitamina que jorra deste pau. Pedi que fossemos ao quintal novamente e ela recusou com medo do pessoal chegar. Foi ai que Andy fitou meus olhos e pediu que fosse até ao banheiro, me masturbasse, colocasse um pouco de sêmen em minha boca e retornasse para beijá-la.

Senhores ela é louca! No entanto sei que faria isso por mim, pois diversas vezes ela enfiava o dedo na xoxotinha molhada e depois o levava até minha boca para que sentisse o seu sabor. Tentei resistir, mas acabei atendendo o estranho pedido. Fui ao banheiro, bati uma punheta, coloquei o leite na boca e fui ao encontro dela. Andy me beijou alucinadamente, explorando todos os cantos com a sua ávida língua. Eu te amo, disse. Nos somos assim, um casal que realmente se ama e sofre, já que moramos em cidades diferentes.

Mas cremos que o amor supera tudo, ainda mais quando a mulher em questão é bonita, inteligente, humilde e completamente louca. Brevemente, narrarei aos leitores a nossa primeira noite de amor. Vale a pena.

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

Clitóris Majestoso

Sou médico há 2O anos e especialista na área de ginecologia, já vi tudo o que poderia ter visto em termos de órgão genital feminino, externa e internamente, desde anomalias com ou sem má formação até as mais perfeitas e lindas vaginas. Já vi sem pêlos, extremamente peludas, grandes, pequenas, com lábios de todas as formas imagináveis. Sou, portanto, um especialista no assunto e cada vez mais apaixonado por elas.

Há dois anos aproximadamente, fui chamado para, em caráter de semi-urgência, atender a uma paciente em sua casa. Débora morava em São Paulo, mas estava de férias na minha cidade e, ao cair de uma moto, passara a ter um pequeno sangramento vaginal. Tratava-se de uma mulher branca, linda de rosto e corpo, com 28 anos de idade, solteira, de bom padrão sócio-econômico, 1,65m, 55 kg, simpática e charmosíssima.

Como não poderia deixar de ser, ao abrir a porta de sua casa para receber-me, ela me chamou a atenção pelo seu lindo visual. Os cabelos castanhos claros e soltos combinavam com seu pijama de seda vinho que, na parte superior, mostrava parte dos seios e uma calcinha minúscula e provocante por baixo da calça comprida, fina e transparente.

Ao dizer-me que se encontrava sozinha em casa, pois seus pais estavam em São Paulo, perguntei em que lugar da casa poderia examiná-la para avaliar a dimensão do trauma e o tratamento necessário. Débora levou-me para um quarto de casal, muito bem decorado. Pedi-lhe que se despisse e se cobrisse com um lençol, enquanto eu a aguardada na sala, até que ficasse pronta.

Pouco depois, ela me chamou. Em vez de coberta pelo lençol, como lhe havia sugerido, Débora estava totalmente nua, cobrindo apenas sua genitália com a mão direita e parte do seu rosto, a região dos olhos, com o braço esquerdo. Ao ser surpreendido por aquele monumento, tive o corpo invadido por uma forte sensação de calor.

Meu pau levantou na hora e, por mais que tentasse me controlar, não consegui dominar meu tesão. Fiquei paralisado a sua frente, sem nada dizer, até que ela afastou o braço que lhe cobria o rosto e, sorrindo para mim, pediu que me aproximasse dela. Sentei-me na cama, ao lado dela, e pedi que ficasse tranqüila relaxada.

Disse que o exame seria totalmente indolor. Era necessário apenas que dobrasse totalmente os joelhos e abrisse bem as pernas, em posição transversal à cama. Com movimentos lentos e sutis, Débora posicionou-se na posição que lhe sugeri com os joelhos flexionados, mas ainda com as pernas fechadas. A esta altura já não havia mais espaço para meu pau dentro da cueca, de tão duro e volumoso.

Sentei-me numa cadeira em frente dela e abri carinhosamente suas pernas, separando os joelhos, com o olhar fixo, ansioso em ver sua buceta. Com as pernas semi-abertas, já pude notar que Débora estava totalmente molhada, inclusive na parte interna de suas coxas. Os pentelhos escuros e fartos estavam brilhando.

Quando a abertura das pernas se completou, outra onda de calor se apossou de mim quando me vi diante de um belo e majestoso clitóris totalmente duro e exposto. Media cerca de 4 cm de comprimento por 1,5 cm de diâmetro. Sem que disséssemos absolutamente nada, de parte a parte, separei delicadamente os polpudos lábios para examinar se havia algum ferimento.

Examinei o interior da vagina e constatei que o ferimento foi leve e não sangrava mais. Disse a ela que havia uma minúscula laceração da mucosa que em 24 horas estaria totalmente cicatrizada. Mais tranqüila, ela passou a apertar fortemente meu antebraço esquerdo com sua mão direita e a esfregar sua mão esquerda em seu ventre e púbis, em movimentos lentos e vigorosos.

Acariciava os longos pêlos e vez por outra, passava a ponta dos dedos e a região palmar em seu gigantesco grelo e enfiava ainda os dedos indicador e médio na buceta, totalmente encharcada. Não resisti mais àquela cena, àquele clima de erotismo que aumentava cada vez mais. Ajoelhei-me no chão e comecei a chupar aquela xoxota, dando-lhe um banho de língua dentro e fora, de alto a baixo, até abocanhar aquele grelo monumental.

Chupei e mordi alucinada e cadenciadamente o clitóris, enquanto Débora se contorcia em movimentos desordenados, entre gemidos e sussurros. Uma explosão de prazer levou Débora a inundar minha boca com jatos de gozo, que engoli totalmente. Débora sentou-se na cama e beijou-me na boca, demoradamente, para sentir todo o sabor de seu gozo, no nosso primeiro beijo. Foi quando, não mais agüentando ao tesão que tomava conta de mim, gozei como nunca tinha gozado, lambuzando-me todo, ensopando minha sunga e calça.

Meigamente, Débora pegou-me pelas mãos e, com um lindo sorriso nos lábios, deitou-me na cama, tirou minha roupa e passou a chupar meu pau, engolindo todo o resto da porra. Depois de deixá-lo limpo e novamente duro, ela sentou-se em cima dele, de frente para mim, mostrando-me aquele grelo lindo. Nessa posição, ela passou a movimentar-se lentamente, de cima para baixo, masturbando-se como se fosse um homem.

Débora gozou mais uma vez e ensopou minha barriga de líquidos. Ato seguinte, ela colocou em minha boca aquela piquinha deliciosa, que passei a chupá-la e lambe-lo, passo inicial para um delicioso 69 que nos levou a um gozo alucinante e simultâneo, em que ela engoliu tudo o que eu ainda tinha. Tanto eu quanto ela esquecemos completamente o mini trauma vulvar dela, não comentamos mais sobre isso, apenas sobre nosso próximo encontro.

Continuei a vê-la até julho de 1994, quando Débora foi para a Bélgica fazer mestrado em sociologia, sem definir data para volta. O que restou dela foi minha idolatria, verdadeira tara por mulheres greludas. Sem ela, espero encontrar uma outra que tenha clitóris avantajado ou para vivermos as delicias do sexo juntos.

Conto erótico recebido por email - by Junior (SP)

Experiências Molhadas

Sou um voyeur assumido, mas com um detalhe diferente: sempre fui fascinado por assistir garotas mijando. O fato que mudou minha maneira de ver as coisas aconteceu há alguns anos atrás, quando eu tinha 19 anos e ainda vivia com meus pais. Na casa ao lado da nossa, mudou-se um jovem casal, Kathy e Ricardo. Kathy era realmente muito gostosa, com cabelos longos e loiros, pernas esculturais e uma bunda apetitosa.

Nossa casa era um sobrado e meu quarto ficava no andar de cima, com a janela dando uma ampla visão do quintal de nossos vizinhos, onde eu freqüentemente espiava Kathy tomando sol enfiada em um biquíni enlouquecedor. Um certo dia, estava muito quente e eu estava atrás das persianas da minha janela observando Kathy em seu quintal. Ela estava usando um vestido curtinho bem soltinho e pendurava algumas roupas no seu varal.

Seus grandes seios, aparentemente livres do sutiã tremelicavam quando ela andava. Quando ela acabou seu serviço, correu em direção à porta de sua casa. Acontece que o vento havia batido a porta e trancado, de modo que ela não conseguiu abri-la. Kathy olhou ao redor para ver se ninguém estava olhando. Não tinha como ela me ver na minha janela, escondido com meu binóculo. Pelo jeito, Kathy estava muito apertada, precisando urinar.

Como não viu ninguém, ela se deslocou para um canto do quintal – para meu delírio, mais próximo de onde eu estava! A garota levantou seu vestido, agachou-se, abriu as pernas e puxou sua calcinha branca para o lado, expondo uma bela buceta totalmente coberta de pêlos castanho claros. Então, daquela xoxota deliciosa começou a sair um grosso filete dourado que espumou sobre a grama verde. Meu pau estava doendo de tão duro, não somente porque eu estava vendo sua cabeluda buceta, mas por aquele jato dourado que saia continuamente, sonoramente. Aquilo me dava um tesão como eu nunca havia sentido.

Ela realmente estava necessitada de urinar porque eu assisti àquele espetáculo por aproximadamente um minuto e então o mijo se transformou em dois finos filetes e cessou. Algumas gotas ainda saíram e só então Kathy se recompôs. Eu não agüentei mais, liberei meu cacete que estava duro como pedra e comecei a tocar uma gostosa punheta. Nem foi preciso muito, bastou arregaçar o pinto para gozar como um cavalo, nunca havia ejaculado tanto.

Não sei de onde veio tanta porra. Alguns minutos mais tarde, Kathy bateu na nossa porta para emprestar uma escada, assim ela poderia entrar em casa por uma janela que estava aberta. Cada vez que eu a via depois disso, eu sempre lembrava dela mijando em seu quintal. Eu repetia esta cena várias vezes em minha mente enquanto me punhetava. Alguns anos após este episódio, eu estava sozinho acampando em uma floresta no litoral paranaense quando encontrei um grupo de estudantes que também acampava por ali.

Eles haviam montado o acampamento e eu me juntei a eles e ficamos bebendo cerveja até tarde. Quando decidi ir embora, já era quase noite e eu montei minha barraca entre umas árvores próximo dali. Na manhã seguinte, eu fui acordado por vozes femininas que parecia estar bem próximo. Abri uma pequena fresta no zíper e espiei ao redor. Parecia que todos ainda estavam dormindo e eu também fiquei em silêncio, fingindo também dormir. Pela pequena abertura, notei dois pares de pernas há uns 5 metros de onde eu estava. Como elas estavam bem próximas e eu não queria abrir mais o zíper para não fazer barulho, não conseguia ver seus rostos, minha visão ia somente até duas cinturas. Mas isso já era suficiente!

Elas certificaram-se de que ninguém no acampamento estava fora de suas barracas, então uma delas que estava de frente para mim, abaixou seu short e a calcinha e agachou-se com as pernas abertas iniciando sua mijada matinal. Meus olhos fixaram-se em sua buceta de pêlos loiros e ralos. Os beiços grossos e rosados abriram-se quando ela começou a mijar. A urina saia com uma pressão incrível, espumando e escorrendo entre os arbustos.

Quando parecia que tinha acabado, saiu mais um jato forte e sonoro que foi diminuindo até sobrarem somente algumas gotas. Ela então tirou um maço de papéis do bolso do short e passou entre seus carnudos lábios, limpando as gotas de mijo. Então se levantou, recolocou o short e cedeu o lugar para a companheira que, de costas para mim, arriou seu short até o joelho e agachou-se. Quase tive um ataque quando vi suas brancas e pálidas nádegas separarem-se, revelando um rego inacreditavelmente cabeludo. Os pêlos castanhos preenchiam toda a extensão de sua racha, eu mal podia ver seu gracioso cuzinho, escondido atrás de todos aqueles pentelhos.

Enquanto eu pasmava no seu traseiro, um filetinho dourado começou a sair por entre aqueles pêlos marrons, tomando forma e transformando-se num jato tão largo que parecia um irrigador. É claro que eu tocava uma gostosa punheta enquanto assistia a este espetáculo e exatamente no momento que seu mijo cessou eu me acabei em porra. Ainda pude ver seus pentelhos molhados pelo mijo, até que ela os limpou da mesma maneira que sua amiga.

Ela levantou e recolocou aquela fantástica bunda dentro de seu short, indo embora para o outro lado do camping. Eu ainda toquei mais uma punheta para poder aliviar todo o tesão que senti vendo aquelas duas meninas mijonas. Se você nunca presenciou uma bela garota agachar-se e mijar, você está perdendo um grande e excitante espetáculo, que você jamais esquecerá. Se não conhece nenhuma garota que permita assisti-la enquanto ela dá sua mijadinha, basta apenas ter sorte de estar no lugar certo na hora certa. Gostaria de ver neste blog outros relatos de experiências semelhantes.

Conto erótico recebido por email ,by Robert = Curitiba (PR)

Florescer do Prazer

Bruna era uma amiga muito especial. Sempre que eu precisava (nas brigas com os namorados, nos problemas da faculdade, nos desentendimentos familiares), lá estava ela, ao meu lado, dando a maior força. Escutava minhas lamúrias com atenção e paciência, dizia-me coisas reconfortantes e me fazia cafuné. Sua presença na minha vida tornou-se cada vez mais assídua; seus carinhos começaram a ficar mais ousados. Entretanto, continuei escondendo dela minha tendência ao lesbianismo. Sabia que Bruna possuía a mesma inclinação , mas, manhosa como sou (prefiro dizer romântica) fazia-me de inocente e deixava ela abusar do meu corpo com suas carícias disfarçadas.

Estávamos perto dos exames de fim de ano da faculdade. Bruna e eu, é claro, passávamos quase todas as horas do dia e da noite juntas, estudando (nem sempre). O tesão foi crescendo até atingir um nível insuportável. Era impossível a gente se concentrar nos livros . Bruna olhava-me insistentemente, como se quisesse falar alguma coisa e não tivesse coragem.

Então, certa noite, num gesto natural, ela ergueu a mão e tocou meu rosto. Lentamente, nossas bocas foram se aproximando. Beijamo-nos loucamente, misturando nossas línguas, num frenesi de desejo. Senti suas mãos percorrerem todo o meu corpo, acariciando as partes que mais me dão tesão. Bruna começou a despir-me com calma, sem parar de me lamber e beijar. Meus seios pequenos e duros ficaram `a mostra , e ela mordiscou e chupou os biquinhos, levando-me à loucura. Foi fácil tirar minha mini-saia e minha calcinha fio-dental (só uso calcinhas minúsculas). Bruna colou a boca na minha buceta molhada e chupou como só uma mulher sabe fazer com outra mulher, pois conhece o corpo feminino melhor que qualquer homem.

Sua língua invadiu minhas entranhas, fazendo-me esquecer dos pintos de todos os namoradinhos que já tivera. Que delícia olhar para baixo e ver sua boca enterrada nos meus pêlos oxigenados! Gozei várias vezes no seu belo rosto. Depois, Bruna colocou-me de quatro, de forma que a minha bunda redonda e bem torneada, ficasse totalmente exposta. Cheguei a babar de prazer enquanto ela me chupava, lambia e mordia, ora na buceta, ora no cu, sem parar de me acariciar com as mãos.

— Mija no meu rosto, pediu.

Mijei, e Bruna simplesmente entrou em delírio quando minha urina começou a escorrer pelo seu rosto.

Depois dessa noite, passamos a transar quase que diariamente. Tornamo-nos cada vez mais ousadas, fazendo nossas sacanagens até em locais públicos, nos banheiros dos bares (enquanto nossos namoradinhos esperavam inocentemente na mesa), atrás do muro da escola, no estacionamento do supermercado, nos becos da cidade. Enfim, virou uma zona!

Conto erótico recebido por email - autora anônima

A Ninfomaniaca do Metrô

Cansado de mais um dia de trabalho, apanhei o metrô, louco para chegar em casa. Procurei o vagão mais vazio, mas não encontrei um lugar para me sentar. Como se não bastasse o salário ridículo de professor estadual, tinha que viajar em pé, sem uma mulher mais apetitosa para sarrar...

Encostei-me na parede do trem e, enquanto ele corria pelos trilhos, esperava por uma vaga naqueles bancos duplos. Não demorou muito e uma senhora quase tão carrancuda quanto eu vagou dois lugares ao mesmo tempo. Esperei um pouco para o calor daquela bunduna desaparecer e me sentei. Reclinei a cabeça para o lado e fechei os olhos, relaxando. Na estação seguinte, uma oriental de cerca de 4O anos depositou as ancas ao meu lado. Fechei a cara e me virei para não ter que contemplá-la.

Estava devaneando sobre os compromissos da semana, quando senti uma perna se encostar na minha. Achei que era um acidente e afastei o corpo. Tentei voltar aos meus pensamentos mas não deu: a perna vizinha assanhava-se. Abri lentamente o olho e observei a situação. Novamente tentei me preocupar com a vida e veio outra investida. Nervoso, encarei a mulher, que continuava serena. O que queria aquela vagabunda? Será que teria aquele detalhe enviezado?

Aconteceu, então, a terceira encostada de perna e não me contive: Você tem realmente certeza de que quer fazer isso? Ela gaguejou alguma coisa e, para que depois dissesse não ter sido avisada, fui claro: Você vai se arrepender! A vadia não se abalou e parecia louca por uma foda ali mesmo.

Quando o metrô parou, simplesmente a arrastei para fora. Esperei calado que o trem retomasse a viagem e dei um tapa na cara dela. Não sabia que a japonesa era chegada a um sado-masoquismo. A mulher entrou em transe, estava gozando em pé. Fiz com que se sentasse num banco e, com certa violência, apertei os seios e os órgão sexuais dela. Gemeu feito louca! Colocou a língua para fora e deu a boca para ser beijada. Enquanto puxei com os dedos aquela nervosidade molhada, fiquei pensando com quem ela já teria saído e quantos cacetes já havia lambido nas últimas 24 horas.

Parecia incrível, mas a puta estava molhada até os joelhos. Era uma dessas mulheres com os hormônios funcionando a mil e que gozam como verdadeiras éguas. Arranquei a bolsa do braço da japonesa e, como um ladrão, mexi nas coisas que trazia. É uma delícia a sensação de invadir e a brincadeira estava apenas começando.

E quanto dinheiro tinha aquela piranha! Poderia ter apanhado tudo e dar um bico na bunda da galinha. Mas não, ela teria que possuir o desejo de me presentear quando estivesse sóbria. Todo sádico sabe que a grande vitória é conquistar a alma do escravo! Olhando melhor, até que não era de se jogar fora aquela lacraia da lascívia.

Pelos documentos, descobri que se chamava Hiroko. Meio tonta, conseguiu murmurar o endereço, pedindo que a arrombasse. Levei-a para casa e a possuí como uma gueixa. A boca sedenta chupava meu pau, mordendo cada artéria com insaciável tesão. Uma mão ocupava-se dos bagos, apertando-os, enquanto a outra arranhava minhas costas. Me fode sem pressa, estou toda aberta para essa pica gostosa, dizia. E, entre uma frase e outra, fiquei sabendo também que era casada, a puta.

Fiz de tudo com minha escrava: meti no cu, mijei na cara dela, chicoteei a bunda com um espanador improvisado e pratiquei o fist-fucking, colocando a mão inteira dentro da mulher. Mas a ninfomaníaca da Liberdade queria mais. E teve. Distribuí chupões pelo corpo dela e a fiz beber cada gotinha de meu sêmen de professor. Goza na minha cara, exigia a aluna aplicada.

Só sei que, até hoje, a passageira do metrô me serve como uma obediente mucama. Mas, como estou a fim de aumentar meu harém, aceito outras escravas submissas.

By Devasso - conto erotico enviado por email

Carnaval da Putaria

No domingo de carnaval rolou uma transa muito legal que eu vou contar agora pra vocês. Eu tava no calçadão do posto com a minha mina e comecei a dar um amasso nela então pintou o tesao e nós fomos para areia, bem perto do mar. Ela ainda vai fazer 20 anos, mas já é bem putinha, quando eu a conheci ela não era mais cabaço e eu já fudi ela até na orelha, mas pros outros ela se faz de inocente, a mãe dela pensa que ela nunca deu, imagina.

Então nós fomos para junto daquelas canoas de pesca e eu disse que tava tudo limpo, então eu botei o pau pra fora e mandei ela pagar um boquete pra começar. Ela baixou a minha bermuda e a cueca indo abocanhar meu cacete que já estava muito duro e pingando. Eu nem pedi para ela tirar a roupa, pois disse que primeiro queria gozar na boca dela.

Ela mamou legal e eu nem demorei para começar esporrar na cara e na boca dela, pois ela curte muito beber a minha porra. A putinha gemia com a mão enfiada dentro do short, ela estava gozando no dedo. Então, de repente, ouvi um barulho atrás da canoa e dei um pulo para ver o que era e agarrei um cara que na hora nem deu para ver direito, pois estava escuro, mas depois vi que era um rapazinho que devia ter a idade da minha mina.

Ele começou a chorar e pedir para eu o deixar ir embora, mas eu vi que ele estava com o pau de fora da calça durinho. Então eu perguntei se ele estava se masturbando as custas da gente seu e se ele imaginava que era a sua pica na boca dela. Vendo que eu estava muito bravo ele se ajoelhou na areia e quase esfregou a cara no meu pau, pedindo para que eu não batesse nele e que não falaria o que viu para ninguém.

Então eu olhei direito pra ele, o boy até que era bonitinho, lourinho e de olhos claros. Neste instante começou a me dar tesao de botar ele na putaria, então eu falei para mina dar um tempo que eu iria ensinar aquele puto a não ficar olhando as sacanagens dos outros. Pedi que ela me esperasse na calçada.

Ela perguntou preocupada seu eu iria dar porrada nele e eu mandei ela me obedecer, pois se eu não fizesse algo ele iria sair por aí contando que a viu chupando minha piroca Então ela foi andando para o calçadão e eu falei paro moleque que agora ele que ficaria no lugar dela chupando meu caralho. Ele implorou pedindo para que eu o deixasse ir embora. Eu então segurei o queixo dele, fazendo-o abrir a boca e fui enfiando o cacete adentro. Falei para ele que se me chupasse legal que eu o liberaria e, disse também para ele tirar a roupa, pois pelado não ia poder fugir.

Vendo que não tinha alternativas ele obedeceu e tirou a roupa para iniciar a chupada no meu pau. Ele estava mamando muito gostoso e eu perguntei se ele já havia chupado um bocado de caralho. Ele só disse que sim com a cabeça e pôs as duas mãos atrás das minhas coxas para me puxar junto a ele. Eu sentia a cabeça do pau lá no fundo da garganta dele e já estava quase gozando, então o segurei pelos cabelos e comecei a fuder a boca dele com mais forçadizendo:

- Toma meu putinho, eu vou esporrar na tua boca, tu bebe a porra toda. E comecei a gozar esporrando ainda mais do que na boca da mina.

Quando eu acabei de gozar levei o viadinho para dentro de uma canoa e deitei no fundo puxando a cabeça dele para junto dos meus pentelhos. Ele ficou só me lambendo, então eu disse que o pau já ia ficar duro de novo e para ele chupar com bastante saliva que eu ia fuder o cú dele. Ele se assustou e me disse que no cú era cabaço. Então eu perguntei se ele preferia chupar de novo porque eu não queria machucar ele, pois meu pau é um bocado grosso, mas ele falou que se a minha mina agüentava ele também agüentaria, pediu somente que eu metesse devagar.

Aí é que eu fiquei muito doidão, mordi a orelha dele o chamei de meu putinho. Ele disse que era sim e então eu não resisti: tapei a boca dele e soquei o caralho até o talo de uma vez só. O carinha até que tentou se safar, mas eu tava montadão nele e disse:

- Agüenta firme que logo para de doer e tu vai gozar que nem a minha mina goza quando eu a enrabo, eu vou destapar a tua boca e se tu gritar eu te encho de porrada.

Então eu tirei a mão da boca dele e fui descendo até o pintinho dele que tava murcho, eu passei a mão no saquinho e comecei a fazer carinho enquanto ele chorava baixinho. Eu disse que estava com muito tesão nele e para ele relaxar. Comecei a tirar o pau do cú dele e botar de novo bem devagarinho e ele foi parando de chorar enquanto seu pinto ia ficando duro, então eu comecei a punhetar ele com força por que já tava quase gozando.

Então eu falei que iria gozar e comecei a esporrar no cú dele. Ele também começou a gemer e dizer que estava gozando esporrando no chão do barco do pescador. Quando acabamos de gozar eu sentei no banco do barco e ele ficou ajoelhando chupando meu pau, eu comi ele mais uma vez e disse que tinha de ir embora mas para ele aparecer no dia seguinte na mesma hora. Ele concordou e perguntou se eu não queria trazer minha mina para ver a putaria. Caralho, o filho da puta era bem safado mesmo.

Na segunda-feira eu levei a mina, ela não queria ir, mas foi e ele tava lá. Assim que me viu foi tirando a roupa, ele tinha levado um lençol de casal para forrar a areia e pediu pra chupar a buceta da minha mina. Eu a mandei tirar a roupa e eu também tirei. Então eu a mandei deitar de barriga para cima bem arreganhada e soquei a cara do viado na buceta dela, o cara começou a chupar o grelo e a puta se torcendo toda de tesão dizendo:- Mete essa língua toda na minha buceta. -E o viadinho se punhetando eu não agüentei mais ficar só olhando e fui por trás dele e soquei o caralho duma tacada só no cú dele. Ele nem tirou a boca da buceta da mina e começou a rebolar pedindo que eu metesse tudo. A mina começou a berrar de tanto tesão e logo nós três gozamos juntos. Puta que pariu, nessa noite a gente gozou demais.

Então eu perguntei para ele se já havia comido uma mulher, ele disse que não e eu perguntei se ele queria fuder a minha namorada. Ele disse sim, mas que aquela noite seu pau não ficaria mais duro aí eu marquei com ele para terça feira e que neste dia um meteria na buceta e outro no cú da putinha. No dia marcado, quando chegamos o viadinho já estava esperando, mas isso é outra história...

By Carioca por email

Minha Primeira Vez

Minha primeira e única transa com uma mulher até o ano passado, ocorreu em 1980, quando eu cursava o terceiro ano de odontologia. Foi num sábado à tarde, eu e Maria Teresa estávamos na república sozinhas. Todas as outras garotas haviam voltado para a casa e naquele fim de semana resolvemos ficar estudando para as provas da semana seguinte.

O calor era intenso e não tínhamos ar condicionado, o ventilador pouco adiantava. Ficamos só de calcinha e sutia, primeiro para nos sentirmos mais a vontade, depois para provocarmos os rapazes que moravam no prédio vizinho à nossa república, que com certeza estavam nos observando pelos binóculos.

Em dado momento Maria Tereza queixou-se dizendo que a alça do sutia estava machucando seu ombro devido sua pele estar queimada pelo sol que pegamos pela manhã, ela acabou tirando o sutia e pediu para que eu passasse creme Nívea em suas costas para aliviar a irritação. Sempre tive tesão por minha amiga, dormíamos no mesmo quarto e eu a via freqüentemente nua, porém jamais declarei minha tara, não sabia como seria recebida.

Comecei a espalhar o creme com muito cuidado para que as queimaduras não ardessem muito, estávamos no banheiro, ela sentada sobre a tampa do vaso sanitário com as costas voltadas para mim. Eu estava em pé me concentrando em seus ombros e no pescoço. Ela deu um pequeno gemido e segurou minha mão, cheguei a pensar que eu havia esbarrado em alguma parte mais sensível da queimadura.

Porém ela lentamente puxou minhas mãos em direção aos seus seios. Não pronunciamos uma palavra sequer, agarrei os dois seios e passei a massageá-los com o creme. Os mamilos imediatamente ficaram arrepiados e duros, ela gemia de tesão. Acabei tirando meu sutia para que ele não roçasse nas costas ardidas de Maria Tereza, agora os meus seios esbarravam em sua pele quente e escorregadia por causa do creme.

Fiquei completamente louca de tesão. Mesmo sentada ela se virou de frente para mim e abocanhou um de meus seios, sugava o mamilo como um bebê, enquanto suas mãos agarravam firmemente minhas nádegas. Não demorou muito e eu já me encontrava totalmente molhada, sua boca quente em meus seios me fazia gemer de prazer.

Suas mãos hábeis foram baixando minha calcinha, ela mantinha sua boca em meus seios, ora um ora outro. Quando minha calcinha estava nos joelhos ela levantou-se do vaso e se sentou no chão, sua língua invadiu minha vagina quente e escorregadia, depois seus lábios passaram a sugar meu clitóris e ao mesmo tempo seus dedos iam e vinham dentro de minha caverna.

Eu queria retribuir as carícias, mas, não conseguia, pois me encontrava em pé. Ela parecia conhecer meu corpo mais do que eu mesma, a cada instante tocava em pontos que me deixavam maluca. Um de seus dedos ficou forçando a entrada em meu ânus, que se contraia a cada sugada em meu clitóris. Eu mesmo massageava os meus seios, minhas pernas tremiam de tanto tesão, Maria Tereza friccionava as paredes superiores de minha vagina à procura do ponto G (estava na moda no começo dos anos 80 procurar o ponto descoberto pelo ginecologista Ernest Grafenberg).

Mal sabia ela que eu já havia tocado várias vezes em meu ponto G e cada vez que isso acontecia durante uma masturbação eu ejaculava fartamente, jorrando como se fosse um homem. Os dedos de uma de suas mãos se concentravam em minha vagina, os da outra mão depois de lambuzados de creme Nívea estavam enterrados em meu ânus que pulsava como um coração.

Não me contive e senti que estava para gozar, cheguei a avisá-la para tirar sua boca de perto da vagina para não ejacular em seu rosto, ela não me obedeceu e sugou ainda mais meu clitóris. Comecei a ejacular, parecia que eu estava urinando, o rosto de Maria Tereza ficou completamente molhado, sua boca tentava engolir tudo o que saia de minha vagina.

Minhas pernas tremiam, contrai os músculos das coxas e das nádegas, três de seus dedos estavam em meu ânus, mas, eu não sentia nenhuma dor ou desconforto, apesar de naquela época ser virgem atrás (essa virgindade só perdi no ano passado e não foi Marc, meu marido, o homem que me desvirginou o ânus). Aos poucos fui me sentando no vaso sanitário, eu não conseguia parar em pé.

Eu estava ofegante a respiração descompassada. Logo Maria Tereza se posicionou em pé ao meu lado, baixei sua calcinha até os pés e abocanhei sua vagina, era a primeira vez que eu sentia o gosto de uma mulher. O cheiro era indescritível e o sabor um tanto adocicado. Ela abriu bem as pernas e colocou um dos pés sobre o bidê, ficando com a vagina totalmente escancarada.

Não tive dúvidas em retribuir a penetração em seu ânus, lambuzei minha mão no creme e enfiei primeiro um dedo, depois mais um. Ela se contraia toda e não demorou muito senti sua libido aumentar até o gozo. Ela urrava de prazer, friccionei o quanto pude as paredes sua vagina e cheguei a localizar o tal ponto, mas ela não ejaculou como eu. Nos sentamos no chão e ficamos abraçadas por um bom tempo.

Não pronunciamos uma palavra sequer sobre o que havia acontecido entre nós. Meia hora depois acabamos indo para o chuveiro, nos ensaboamos mutuamente, senti vontade de fazer xixi e quando estava saindo do box para ir ao vaso ela segurou meu braço:

- Aonde você vai? - Fazer xixi, - respondi.

Ela me puxou de volta e aproximou sua vagina da minha dizendo que para eu fazer xixi ali mesmo. Fiquei um tanto sem jeito, mas acabei fazendo o que ela me pediu, primeiro tentei conter, mas em seguida desagüei tudo que podia. (Maria Tereza, descobri depois, era vidrada em urofilia, tinha tara em sentir alguém fazendo xixi em sua vagina e às vezes nos seios).

Enquanto eu fazia xixi ela roçava sua vagina contra a minha. Quando anoiteceu fomos até a única diversão na cidade, a chopperia da praça. Ficamos por lá até duas da manhã, voltamos para casa e nos deitamos na mesma cama, transamos a noite inteira. Nós éramos em seis na república, duas em cada suíte eu e ela repartíamos uma das suítes e quando íamos dormir acabávamos na mesma cama a partir desse dia.

A princípio tive medo em me tornar uma homossexual, mas com o tempo fui administrando a idéia e concluí que eu era uma bissexual. Tanto eu quanto ela tínhamos namorados (acabei me casando com Marc), eles moravam em uma outra república e nos encontrávamos na faculdade e duas ou três vezes por semana a noite.

As regras eram claras em nossa república, nada de homens nos quartos, mas regras sempre foram feitas para serem desrespeitadas, eu fingia que não via as outras garotas indo para os quartos com os namorados e elas fingiam que não me viam. Ficou mais ou menos estabelecido um calendário entre eu e Maria Tereza, as terças, quintas e sábados eu podia usar a suíte com Marc, as quartas, sextas e domingos ela podia ficar com o Júlio.

As taras de Maria Tereza sempre foram estranhas, além de xixi ela tinha uma outra que de certa forma me deixou com ciúme no início, mas depois acabei aceitando. Marc e eu ficávamos na sala ou no jardim até dez e meia ou onze da noite, quando estávamos a fim de transar eu ia até o quarto abria a janela e Marc entrava pela janela, depois que transávamos ele ia embora também pela janela.

Maria Tereza dava um tempo para a gente, ia até o quarto de uma das meninas enquanto nós dávamos uma rapidinha. Em troca do acobertamento, ela exigia que eu não tomasse banho depois de transar e vinha sugar o leite de Marc diretamente em minha vagina. Ela implorava para que eu fizesse anal com Marc para poder se deliciar também em meu ânus, mas isso era impossível, devido às dimensões nada comuns do meu namorado e agora marido.

Eu nunca falei para Maria Tereza sobre as dimensões de Marc, não queria despertar sua curiosidade e quem sabe perder o namorado, mas ele é enorme, tentamos fazer anal várias vezes, mas simplesmente, não entra. Só uma mulher conseguiu transar anal com Marc, mas isso é uma outra história. Eu nunca suguei Maria Tereza depois de uma transa com seu namorado, não curtia esse tipo de coisa e ela também nunca me forçou a nada.

Tomávamos banho juntas e invariavelmente eu acabava fazendo xixi em sua vagina e vez ou outra eu pedia para que ela fizesse em mim só para contentá-la. Ficamos juntas até a formatura, voltei para São Paulo e ela acabou indo morar em Campinas. Ela se casou e eu também, continuamos amigas, mas nunca mais transamos.

Teresa por email

Minha Experiência com Fisting Fucking

Minha experiência com fisting. By Sue. Conheci Fê num congresso de Marketing, em São Paulo, há alguns anos. O saguão do hotel onde se realizava o evento estava lotado e, como eu chegara tarde, acabei por sentar numa das últimas fileiras, ao lado de Fê. Com o passar do tempo e das palestras, acabamos por nos conhecer e nos tornamos grandes amigas.

Fomos almoçar juntas e, nos dias que se seguiram, não nos separamos mais. Como ela morava em São Paulo mesmo, acabou sendo minha cicerone. Levou-me à noite a alguns restaurantes legais e nisso fomos nos tornando íntimas. Numa das noites em que saímos, junto com outros congressistas, acabamos em um barzinho divertido com música ao vivo e com muita gente.

Aos poucos, muitos daqueles que nos acompanhavam foram embora para o hotel. E Fê pediu para que eu ficasse, pois me levaria depois. Acabamos ficando apenas nós duas e, com o vinho que estávamos bebendo, já conversávamos sobre tudo e, como já era de se esperar, sobre sexo e intimidades.

Fê me pareceu muito desinibida, com uma personalidade forte e muito determinada em suas decisões. Trabalhava em uma multinacional, num cargo de chefia e disse que era solteira por opção, com seus trinta e poucos anos, em ótima forma. Decidimos ir embora e no caminho convidou-me para conhecer seu apartamento.

Não vi nenhum problema, pois simpatizei muito com ela e aceitei o convite. No carro continuamos falando de sexo, namorados e coisas afins. E, num momento, ela confessou que já experimentara tudo em matéria de sexo.

Eu, surpresa, perguntei se era verdade. Ela confirmou com naturalidade. Chegou a confessar que já estivera na Alemanha e participara de um filme pornô hardcore. Intrigada perguntei o que era hardcore.

O que ela respondeu imediatamente dizendo que era um filme com sexo mais pesado, anal, fisting, dupla penetração e outras coisas. Eu estava incrédula, achando que ela estava brincando. Chegamos ao seu apto. e me surpreendi com o luxo, a beleza e o requinte. Era a cara dela. Fiz menção de comentar algo, mas fui interrompida com sua fala, dizendo que tudo fora trabalho de uma amiga arquiteta e decoradora.

Ela perguntou se eu queria mais um pouco de vinho, já que estávamos bebendo no bar. Eu aceitei. Ela me levou até a sala de vídeo. Colocou um filme e me deixou assistindo, enquanto disse que ia tomar banho. O filme era aquele em que ela tinha participado. Eram cenas que eu jamais tinha visto. Fiquei vidrada assistindo. Mas não a reconhecia em nenhuma cena. Quase todos os atores usavam máscaras.

Vi dupla penetração e até uma mulher enfiando toda a mão na vagina de outra. Um homem com um pau enorme fazendo sexo anal, que deixava a mulher com o ânus todo aberto. E, quando ele tirava o pau, outra mulher enfiava a língua lá dentro.

As mulheres gemiam. Nisso, após uns vinte minutos, Fê voltou e, me vendo petrificada assistindo, perguntou o que eu estava achando. Respondi que parecia uma loucura. Jamais tinha visto cenas assim. Ela serviu-se de um pouco de vinho também e começou a dar uma aula sobre sexo.

A cada pergunta, ela respondia imediatamente com uma naturalidade que me surpreendia. Eu perguntei onde estava ela no filme. Ela respondeu dizendo que era aquela que agüentou aquele enorme pau. Ou seja, ela era a gata do cuzinho arregaçado.

Comecei a perguntar muitas coisas. Ela foi dizendo que as atrizes faziam lavagem intestinal, usavam plugues anais para dilatar e bastante lubrificante, mas que não doía, era só um questão de se acostumar.

A essa altura eu não agüentava mais ver aquelas cenas, estava super excitada. Ela perguntou se eu nunca fizera sexo anal. Disse que não e sempre achava que seria dolorido. Fê, como uma doutora no assunto, chamou-me até o seu quarto e mostrou-me uma coleção de apetrechos de sexo, como vibradores, plugues anais, bolinhas tailandesas e de pompoarismo e outros.

Fiquei curiosa e perguntava tudo. Ela ria da minha ingenuidade e inexperiência. Mas eu estava gostando e acho que ela também. Até que ela pegou um plugue anal para dilatação, como ela disse, lubrificou e me deu, dizendo:

-Coloca em mim!

Seguindo suas ordens, vi ela tirar seu roupão, nua, com uma pela muito alva, uma linda bunda e toda depilada, abriu suas nádegas e eu introduzi o plugue.

-Viu, não doeu. Quer experimentar?

Já tonta de vinho e super excitada, disse que sim. Ela começou passando um pouco de gel lubrificante, massageando meu ânus, que me deu uma sensação muito gostosa. Logo depois, enfiou um pequeno plugue, menor do que eu colocara nela.

Aguardamos um tempo conversando, até que ela veio até mim, após uns vinte minutos, pedindo-me para ficar de quatro no sofá para ela tirar o plugue. Ela tirou devagar, e quase gozei, depois ela introduziu um outro maior e, enquanto introduzia, passou sua outra mão na minha vagina toda molhada.

Eu gemi e ela riu, dizendo: meu deus você está encharcada e isso é bom. Por mais incrível que parecesse, eu estava gostando do que fazíamos. Sem fôlego, sentei no sofá e percebi que ela estava trocando o plugue dela por outro maior. Devia ter uns 4 cm de diâmetro. Eu, pasma, perguntei se ela ia agüentar.

No que ela respondeu que já experimentara maiores. Passados mais uns vinte minutos, ela perguntou se eu queria experimentar uma sensação inédita. Qual? Perguntei. Então fica de quatro nessa poltrona, disse; Atendi. Ela pediu para eu relaxar. Foi tirando o plugue do meu cuzinho bem devagar. Eu apertava o plugue e ela dizia para eu relaxar o ânus.

Atendi. Ela ficou um pouco no vai-e-vem e eu quase gozei. Retirado o plugue, eu a olhei de relance e a vi lambendo o plugue que acabara de tirar de dentro de mim. Sem demora, ela com as suas hábeis mãos separou bem minhas nádegas, abriu bem meu cuzinho já arregaçado e introduziu sua língua quente e molhada bem fundo.

Meu Deus! Devo ter visto estrelas! Não me contive e gemi como nunca. Ela deve ter ficado ali brincando mais de meia hora. Eu devo ter gozado várias vezes. Foi maravilhoso ter aquela língua gostosa circulando dentro de mim. Ouvia ela gemer e dizer que era uma delícia meu cuzinho.

Quando ela parou, eu sentei e a olhei, sem vergonha alguma. Acho que era o vinho, ou a forma como me tratara. Ela perguntou:

- Quer saber como é o gosto? Não respondi, apenas a empurrei e repeti o que tinha me proporcionado. Fê, que já tinha o esfíncter mais relaxado, deixou seu cuzinho bem aberto e eu introduzi minha língua lá dentro e fundo, ouvindo seu gemido forte.

Adorei o gostinho salgado das paredes do seu reto. Ela ficou gemendo e dizendo que eu era maravilhosa. Pedindo para eu não parar. Jamais imaginei que ia fazer tal coisa. Mas perdi meus falsos pudores. Não via aquilo como uma perversão, mas alguém que queria prazer.

Após aquilo tudo, fomos para sua cama e fizemos 69, usamos vibradores de vários tipos, bolas tailandesas e, por fim, quando estávamos exaustas, apenas nos beijamos levemente. No dia seguinte, bem cedo, tomamos banho juntas, sem muita intimidade, como se a noite anterior não tivesse acontecido.

Mas, na hora de nos vestirmos, ela me alcançou um dos maiores plugueues anais que tinha, mais ou menos 4 cm de diâmetro, e pediu para que eu colocasse. Achei que era nela, mas ela disse que era para mim. Eu disse que não ia entrar.

Pediu para eu virar de quatro, lubrificou e enfiou. Doeu só um pouquinho. Mas passou. E ela disse que usaria o de 6 cm, o que eu não acreditei, mas a vi introduzindo tudo naturalmente. Ela disse:

-Pronto, ficaremos o dia todo com eles. Quero te mostrar outra coisa hoje à noite.

Me acostumei com o plugue logo em seguida e parecia que não tinha nada lá. Nossos casacos escondiam qualquer coisa. E o que é o corpo e como se adapta bem, comentei. Chegando à noite, saímos do seminário e fomos direto para o seu apartamento. Vêm, disse me puxando para o banheiro.

Você vai ter que forçar um pouco. Doeu um pouco, mas saiu. Ela disse que precisaríamos fazer uma lavagem intestinal para o que íamos fazer. Achei meio estranho, mas atendi. Tomamos banho e fomos para a sala de tevê e começamos a assistir um filme, era só com mulheres.

No início, nada de diferente, mas muito excitante, uma lambendo a buceta da outra. Até que começou algo que eu também jamais vira. Algumas mulheres começaram a introduzir a mão toda na vagina de outras e, em outras, no ânus. Fiquei, mais uma vez, petrificada e excitada, imaginando o que Fê queria fazer comigo.

A essa altura já estávamos bastante excitadas e muito juntinhas no sofá só assistindo. E num momento percebi os dedos ágeis de Fê na minha vagina toda molhada. Extasiada, perguntei o que ela ia fazer comigo. Vou te dar prazer, disse.

Apanhou um pouco de lubrificante que trouxera do quarto, lubrificou sua mão e primeiro introduziu alguns dedos na minha vagina. Primeiro um, dois, três, quatro, mas quando eu estava quase gozando ela parou e pediu para eu ficar de quatro.

Meu coração disparou, quando eu imaginei o que ia acontecer. Mas fui, não podia parar agora. Ela lubrificou meu cuzinho e começou uma gostosa massagem no esfíncter. Introduziu um, depois dois, três dedos e fez um vai e vem gostoso, parava por uns instantes e colocava sua língua dentro de mim.

Acabei gozando e gemi alto. Ela parou fez um carinho na minha cabeça e perguntou o que eu tinha achado. Disse que ela era maluca, mas maravilhosa. Então agora é a sua vez. Deu-me uma luva preta, longa que ia ate meu ombro. Pediu para eu lubrificar os dedos com o gel e fazer uma massagem no seu cu. Tentei repetir o que ela me tinha feito.

Vi que meus dedos entravam facilmente, um, dois, três, quatro, todos. Num momento ela pediu para que eu fizesse um vai-e-vem e fosse forçando até entrar toda a mão. Eu estava atordoada com o que estava fazendo, mas obedeci.

Depois de alguns minutos, minha mão começou a entrar toda e eu fui colocando e tirando, num vai e vêm que a fez gozar e ela gemeu. Senti as contrações do seu esfíncter apertarem meus dedos. E, enquanto ela gozava, tirei a mão e enfiei minha língua num impulso de tanto prazer.

Acho que eu e ela gozamos juntas. Que experiência que estava tendo! Logo depois, ela me disse, num sussurro, que eu acabara de fazer um fisting fucking maravilhoso. Ficamos brincando juntas algumas horas e fomos dormir. A semana do seminário estava acabando e eu teria que ir embora.

Na sexta feira, Fê pediu para que eu ficasse no fim de semana, pois me mostraria algumas pessoas interessantes, que ia adorar conhecer. Titubeei, mas concordei. Não sabia o que estava  por vir, mas isso é história, para outro dia.

Perversão Máxima

O fato que passo a narrar agora, aconteceu em 1995, quando conheci Ellen através de um anúncio classificado erótico. Estava passando por alguns anúncios quando me deparei com um que dizia: Pervertida, recém chegada da Europa, a procura de homem de qualquer idade e raça, bem decidido, pervertido e sigiloso para viver mil loucuras extremas, e resolvi responder,.

Sempre fui meio pervertido, mas o que aprendi com esta mulher realmente me chocou no começo. Começamos a conversar através de cartas, trocamos telefones, até que marcamos um encontro. Quando chegou vi que Ellen era uma mulher deslumbrante, loira com 1,78m de altura 38 anos , coxas grossas, cintura bem definida e lindíssima. Eu não estava acreditando.

Ela me cumprimentou, sentou-se e pedimos um vinho. Ellen me disse que viveu 18 anos em Paris, trabalhava como representante de uma marca famosa de roupas e que estava de volta para iniciar aqui uma representação filial desta marca. E eu por minha vez, lhe disse que era engenheiro civil e trabalhava em uma construtora aqui da capital, estava com 31 anos na época, enfim trivialidades as quais já havíamos conversado via cartas e telefone.

Depois da primeira garrafa de vinho o papo já havia tomado um rumo mais descontraído e comecei a questionar a respeito de seu anúncio, ou seja, o que ela entendia ser perversão. Ela simplesmente me olhou e disse que se eu estivesse disposto ela me diria em seu apartamento, tomamos a segunda garrafa de vinho e fomos para seu apartamento.

Quando chegamos Ellen abriu a porta me puxou para dentro e me jogou no sofá para me dar um delicioso beijo. Levantou-se e abriu o sobretudo, estava vestida, para minha surpresa, apenas com um espartilho Jogou o sobretudo e investiu seu corpo sobre o meu com toda volúpia arrancando toda minha roupa e iniciando uma chupada no meu caralho com muita maestria.

Então disse para que eu não a tocasse ainda, então levantou-se deixando-me cada vez mais louco, e foi até a televisão. Ligou o vídeo e colocou uma fita a qual continha cenas de sexo muito fortes, mulheres com animais e muitas cenas de coprofagia. Assisti impassível e ela também pois exigiu que assistimos quietos, ao termino da fita que possuía apenas 15 minutos ela avançou novamente sobre mim e permitiu que eu fizesse o mesmo, em meio aquela volúpia

Ellen disse que não agüentava mais e pediu para que eu a possuísse, e foi o que eu fiz. Coloquei-a na posição de frango-assado e comecei a penetrá-la, aquela vagina totalmente úmida contraia-se a cada centímetro que eu avançava e Ellen totalmente desconcertada gemia, dizia palavras em francês e gozava sucessivamente, ate que em dado momento disse:

-Já fui torturada o suficiente, agora quero que coma meu cuzinho.

Dizendo isso levantou-se e me pediu que a acompanha-se. Saímos da sala e fomos até um quarto no fundo do apartamento, como se fosse um quarto de empregados, e qual não foi minha surpresa quando a porta se abriu. Haviam vários aparelhos estranhos, parecendo aparelhos de ginástica, uma câmera, um telão e uma cama redonda encapada com um tipo de lona plástica. Mais para o fundo um pequeno banheiro composto de um box com uma pequena hidromassagem e uma privada tipo turca ao lado.Ellen me puxou pelo braço para perto da cama e disse:

- Agora vamos começar com a nossa perversão.Me preparei desde que marcamos nosso encontro.

Dizendo isto colocou-se de quatro em cima da cama e mandou que eu a enrabasse sem dó. Diante daquela visão maravilhosa, não tive duvidas, fui ao seu encontro, Ellen possuía muita lubrificação vaginal, tanto que chegava a escorrer, penetrei sua vagina a fim de lubrificar o pau e comecei a penetração anal, devo salientar que possuo um membro considerado grande (22cm x 6,5cm) portanto comecei a forçar com .

Quando consegui introduzir a glande Ellen começou a gritar de prazer e jogou-se para trás fazendo com que meu membro entrasse de uma só vez, ela urrou como um animal e jogou-se para frente fazendo com que eu saísse de dentro dela, eu também senti muita dor pois era como se seu ânus já estivesse preenchido, ela sentou-se com expressão de dor e prazer e disse:

-Vou pegar um lubrificante senão não vou agüentar. Dizendo isto levantou-se foi até uma pequena bolsa onde pegou um frasco e uma seringa muito estranha, encheu-a com o liquido e me deu dizendo:

-Aplique no meu cuzinho. E virou-se, nesta hora vi que ela havia se borrado um pouco e olhei para o meu pau, ele estava coberto de fezes, fiz menção de ir lavá-lo e ela disse para que não fosse e mandou que eu lhe aplicasse o liquido, assim que apliquei ela se deitou e pediu para que eu deitasse em cima dela e esperasse ate que o suposto liquido fizesse efeito.

Depois de uns 10 minutos ela disse que já estava pronta novamente, coloquei-a de quatro e recomecei a penetração, e novamente ela urrou e jogou-se para trás, só que desta vez não senti nenhum obstáculo e ela também não pareceu sentir dor,

Ellen ao sentir meu membro em seu anus sofreu uma transformação radical, de mulher fina e elegante para uma mulher muito abaixo de ser considerada vulgar, com um vocabulário muito baixo devo dizer, comecei a fodê-la com lentidão e Ellen começou a dizer:

-Me fode seu filho da puta, olha que cu gostoso que eu tenho, já estou ate peidando de tesão, olha como eu peido gostoso no seu pau, me arranque bosta. Você gosta não gosta? Olha como eu me cago toda com este pintão no meu cu, me arromba, arranque bosta, eu to peidando, não estou agüentando vou me cagar toda!

E Ellen peidava freneticamente e a cada peido me lavava em fezes, mas eu já havia pegado o ritmo e não estava nem ligando para isto, nem para o cheiro nem para a sujeira, eu estava apreciando toda aquela perversão e as palavras de Ellen me deixavam com mais tesão ainda. Continuei fodendo e já não estava agüentado mais e gritei:

-Vou gozar!

Ellen ouvindo isto não se conteve e ficou mais tesuda ainda e gritava: - Vou gozar também! Quando Ellen sentiu que eu havia ejaculado ate a ultima gota jogou-se para frente retirando meu pau de seu cu e gritando de prazer,.

Assim que meu pau saiu começou a cagar-se e mijar-se gritando ainda mais alto de prazer, eu podia ver toda sua excitação a cada jorrada de fezes seguidas de contrações esfincterianas e peidos estrepitosos, isso deve ter durado mais ou menos uns dois minutos quando finalmente ela acabou deitou-se em cima de toda aquela sujeira com a cara de mulher mais satisfeita do mundo e me puxou para cima dela.

Confesso que passado a euforia e o tesão aquela situação começou a me incomodar, pois o cheiro era forte e sem contar que eu estava todo sujo, começamos a conversar sobre o que acabara de se passar, eu esperava que ela se sentisse envergonhada pelo que acabáramos de fazer mas pelo contrario só quem estava envergonhado era eu, ela então percebendo minha situação, iniciou a conversa sobre o fato, me colocando muito mais a vontade.

Ellen na verdade me segredou que nunca havia se sentido satisfeita nos moldes do sexo convencional e que ate tratamento já havia feito, pensando que era uma mulher frígida, que seu casamento terminara por isso e que quando viajou para a França foi tentando esquecer também este fato. Mas que quando chegou lá conheceu algumas pessoas e tomou conhecimento de um grupo de pessoas que costumavam patrocinar festas nas quais costumava-se praticar sexo pouco convencional, ou seja o sexo pervertido.

Eu estava me sentindo mal ali deitado foi quando disse a ela que iria tomar um banho e disse que ainda não havia acabado, dizendo isto tomou meu pau em suas mãos e com muita habilidade começou a me masturbar, quando ficou em ponto de bala ela levantou-se e disse:

-Não demoro! Foi ate a bolsa retirou um acessório e retornou introduzindo algo no anus dizendo:

-Preciso colocar este plug anal senão meu cuzinho vai ficar vazando! E riu, ela estava toda suja de fezes, pude ver bem, suas meias e seu espartilho estavam cobertas de fezes e eu ,a esta altura também estava, mas eu estava novamente excitado e isto não me incomodou, ela colocou-se de cócoras sobre mim e disse que iria me lavar para terminar. Nisso começou a mijar em cima do meu pau e limpá-lo com as mãos, senti sua urina quente e suas mãos com muita intensidade e isto me deixou mais tesudo ainda.

Quando terminou meu pau estava limpinho, foi quando ela começou a fazer uma chupetinha maravilhosa, gozei como nunca. Depois desta fomos tomar um banho, mas não acabou por ai , em outra oportunidade eu conto mais um pouco, ate lá!

A Obsessão de Esther

Há muito tempo, nos mais variados livros sobre sexo, venho procurando algo que se assemelhe à bizarra forma de satisfação praticada por Ester. Para muitos essa história parecerá extravagante. Mas a atuação dessa mulher levou-me a níveis de excitação inimagináveis.

Conheci Esther num desses barzinhos muitos freqüentados. Aproximou-se de mim e pediu que lhe acendesse o cigarro. Morena clara, entrando nos 30 anos, estrutura média, corpo bem-feito, tesudamente valorizado pela calça justa que usava e uma bundinha capaz de trazer as mais indecentes idéias à cabeça de qualquer cristão.

Não era uma mulher digna das páginas de revista era apenas uma mulher gostosa. E sem dúvida, aquela bundinha mexeu comigo, deixando imediatamente um verdadeiro alvoroço dentro de minhas calças. Acendi-lhe o cigarro e comecei a fazer-lhe perguntas. Esther era enfermeira, trabalhava no Hospital das Clínicas e estava em São Paulo há apenas seis meses.

Enquanto falava, sorria com um jeitinho todo especial que lhe dava um ar sacana e moleque. Isso e mais a visão daquele traseiro irresistível, empinadinho, fizeram com que meu membro crescesse tanto que abandonou os limites da cueca e ameaçou botar a cabeça para fora, através da cintura da calça.

Tentando esconder tal situação percebi que Esther não tirava os olhos da minha ereção e, de repente, ignorando todos à nossa volta, ela levou sua mão até o meio de minhas pernas e veio subindo desde meu saco até o ponto extremo de meu membro.

-Escolhi você por causa disso aqui.- Falou maciamente, enquanto dava um carinhoso aperto em meu pênis.

Senti um enorme calor percorrer meu corpo, mas controlei-me com todas as forças para não gozar nas calças. Afinal de contas, aquela frase mexeu com minha vaidade masculina, mas nem de longe podia imaginar porque ela havia dito aquilo. Combinamos um encontro para a noite seguinte.

-Acho que não vou agüentar e, pensando em você, sou capaz de me masturbar agora à noite. -Eu disse. Sua reação beirou a fúria:

-Se fizer isso não terei nada com você e não tente me enganar, pois se você se masturbar, eu saberei.

Não entendi seu comportamento, pensei tratar-se de algum preconceito com relação á masturbação. Mas com seu sorrisinho sacana tranqüilizou-me, enquanto voltava a acariciar meu membro:

-Guarde-se todo que, amanhã à noite, você será recompensado de uma forma absolutamente desconhecida e deliciosa.

Recebi o beijo mais desconcertante desse mundo como despedida. Anotei seu endereço e sai sem nada entender. A noite foi uma tortura. Minhas bolas estavam inchadas e completamente doloridas. A bundinha de Esther não me saia da cabeça. Por duas vezes levei a mão ao membro, mas algo me obrigava a respeitar a promessa que fizera. Transpirei feito um louco a noite toda.

Na noite seguinte, por volta das oito, lá estava eu tocando a campainha de seu apartamento. Uma breve claridade no olho-mágico e a porta se abriu. Esther estava completamente nua. Me fez entrar e foi andando pela sala, rebolando sensualmente aquele traseirinho que me havia hipnotizado na noite anterior.

Aquela bundinha carnuda era melhor do que eu imaginava. Atônito com tão bela visão, não consegui mover um músculo, além daquele que tenho entre as pernas e que, imediatamente, se manifestou alto como um poste. Como se estivesse num erótico ritual, Esther abriu um armário, pegou uma taça de cristal e sorrindo quase ordenou:

-Tire a roupa, pois quando eu voltar vou te mostrar um tratamento que não se aprende em escola de enfermagem.

Saiu para a cozinha balançando aquela bundinha para mim; a cada passo, uma reboladinha mais provocadora que a outra. Não sei como não rasguei as roupas, tamanha era minha excitação. Alguma coisa com Esther, com seu jeitinho, e não simplesmente com o seu delicioso corpo, estava me deixando alucinado.

Em pouco tempo ela voltou: taça de cristal em uma das mãos, o balde de gelo na outra e uma garrafa de champagne, que enfiou no vão das coxas! Eu ia começar a conhecer meu tipo sexual inesquecível... O descontrole tornou conta de mim. Fui em sua direção, deitei-a no carpete, mordi furiosamente seus seios e como encontrei sua vulva obstruída pela garrafa, enfiei imediatamente meu dedo médio naquele apertadinho e úmido orifício de seu ânus. Esther saiu debaixo de mim e afastou-me bruscamente:

-Calma garoto!

Tentei nova aproximação, mas a firmeza de seu sorriso não admitia contestações. Com movimentos sensuais, ela se levantou, lambeu todo o suco de sua vagina que lambuzava o gargalo da garrafa de champagne e numa apoteose estourou a rolha. Eu assistia a tudo em pé, no meio da sala, com dezenas de centímetros de ereção a minha frente, ofegando como um touro raivoso.

Esther abasteceu a taça até a metade com o líquido transparente e colocou a garrafa no balde de gelo. Depois, de joelhos veio em minha direção. Colocou a glande de meu membro no champagne gelado - Foi como se meu pênis houvesse sido mergulhado num lago elétrico, tocou a ponta da cabecinha congestionada de meu pênis na borda da taça e brindou com um sorriso nos olhos:'

-A minha saúde!

Numa investida abocanhou aquela enormidade em que havia se transformado meu falo. Senti a glande pressionando as paredes de sua garganta. A pastosidade morna de sua saliva transmitia um prazer indescritível. Não sei como, mas Esther ainda conseguia com a ponta da língua massagear e percorrer a costura da base de meu pênis, como se sua língua fosse aveludada.

Nunca havia sido chupado daquele jeito. Os lentos movimentos de vaivém que iniciou com a boca - tirando devagar até a pontinha e depois engolindo tudo - trouxeram cores brilhantes aos meus olhos apertados. Pressenti que iria gozar. Segurei sua cabeça, mas ela retirou minhas mãos - queria ficar livre.

Quando comecei a fazer movimentos, entrando e saindo de sua boca, Esther começou a me masturbar com a mão esquerda e a dizer:

-Vai queridinho, não segure... Solta, todo esse leitinho pra mim, solta!

Apertando mais os olhos, gozei e gritei alucinadamente, sentindo como se litros de esperma houvessem saído pelo meu pênis. Por um minuto transpirei descompassadamente, enquanto sentia a mão macia de Esther indo e vindo por toda a extensão de meu membro. Só depois abri os olhos e pude admirar o espetáculo inesquecível que Esther protagonizava. Embevecida, Esther olhava com fascinação para a cabeça quase roxa de meu pênis e com astúcia colhia as últimas gotas de meu sêmen na taça de cristal. Ela conseguiu colher toda minha ejaculação e uma brilhante camada de esperma boiava sobre o champagne.

Olhando para a taça, como que hipnotizada, coxas separadas ao máximo, ajoelhada no chão, começou a se masturbar freneticamente. Gemendo como louca, fazia sua mão entrar e sair de sua vagina. Quatro dedos sumiam por aquela (aparentemente) pequena abertura, que agora expelia uma bonita baba brilhante e generosa. Seus gemidos se tornaram mais intensos, num grito animal Esther gozou, quase desfalecendo.

Depois de lamber um a um os próprios dedos, Esther começou a beber o champagne da taça, habilmente evitando engolir o esperma, embora uma faixa branca, que ela logo lambeu com sua lasciva lingüinha, tivesse se formado em seu lábio superior. Olhou para mim, repuxou seus carnudos lábios e com voz sensual disse-me:

-Agora, a minha gozada maior. E com gestos rituais, despejou boca adentro, em goles estudadamente eróticos, todo o esperma que ficara na taça. No último gole Esther deu novo grito e não precisei adivinhar: era visível que havia gozado e desta vez bem mais furiosamente que a primeira.

Eu não podia acreditar no que via. Com a ponta do dedo, Esther ainda apanhou o esperma que ficara grudado na taça, levou-o à boca e chupou-o gostosamente. O espetáculo era extremamente erótico. Atirei-me sobre ela e com selvageria penetrei em todos os orifícios de seu corpo, desta vez generosamente ofertados por ela. Só uma regra ficou: sempre que percebia que ia gozar, Esther abocanhava meu pênis e bebia integralmente minhas ejaculações que foram três naquela noite. Sem dúvida, devidas a ela e sua extraordinária performance.

Depois da batalha, Esther me contou detalhes de sua parafilia. Esther adquirira um verdadeiro fascínio pelo contato direto com o esperma. Deliciava-se em passá-lo por toda extensão de seu corpo. Adorava engoli-lo em qualquer ocasião.

Muito antes do filme Calígula aparece por aqui, Esther mostrou-me o que eram banhos de espermas, que ela praticava sempre que podia. Esther reunia um bando de garotos que perambulava por sua rua, levava-se a seu apartamento e fazia com que gozassem sobre seu corpo.

Escondido no quarto, pelo buraco da fechadura, assisti uma dessas sessões. Nunca vi nada tão belo. Impossível descrever com precisão Esther gemendo e se lambuzando com todo aquele leite, engolindo o mais que podia, fazendo com que os que tivesse o pênis maior gozassem diretamente em sua boca. Alguns meses depois ela voltou para sua cidade e perdi o contato com ela. Agora só me resta morrer de inveja dos mineiros que estejam transando com Esther.

By Márcio por Email
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