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O Ataque da "Barbie"

Fazer terapia sexual é um saco. Mas a coisa pode piorar se toda a sua família souber que você está fazendo. Como eu disse no conto anterior sei de outras primas que estão fazendo, mas desconheço quem são. As mães delas souberam manter segredo. Mas minha mãe, essa não soube ficar calada. Eu descobri isso na noite de Réveillon de 2010, quando toda minha família (ou grande parte dela) se reuniu no sítio de minha tia, o mesmo que descrevi em um conto anterior.

E descobri por causa do comportamento de alguns primos e até tios que puxavam conversa comigo, entravam no assunto, e logo virava uma cantada tipo “se você está sentindo falta, eu posso fazer o que ele fazia, e ainda melhor”. Foi horrível. Uma noite que deveria ser alegre estava um terror para mim. E foi aí que ele entrou na minha vida.

Ivan é filho de um amigo da família que, de vez em quando, participam de nossas festas. Ele é um pouco mais velho do que eu, não é feio e é muito educado. Já havia me paquerado algumas vezes, mas eu cortava logo. Naquela noite de Ano-Novo eu estava tão triste que acabei cedendo às conversas dele e começamos a namorar. Na verdade, conversamos mais que namoramos, já que eu queria alguém para levantar meu astral.

Depois de muitas horas de papo-furado nos beijamos e eu percebi que ele não tentara nem mesmo um abraço mais audacioso. Então decidi que Ivan seria meu “agente regulador”, ou seja, meu namoro com ele seria direito, equilibrado, comportado. Afinal, ele é namorado da Mayara e não mais um homem da Garota Suburbana. E deu certo. Ou quase. Já estamos em março de 2010 e até agora nem mesmo colocar as mãos em meus seios, ainda que por cima da blusa, ele sequer tentou.

Talvez tenha sido esse seu maior erro. No início deste mês de março íamos ao cinema quando o carro dele furou o pneu. Na troca, Ivan se sujou todo e passamos na casa dele para que tomasse outro banho e colocasse outra roupa. No começo, pensei que fosse uma desculpa para irmos a casa dele, e tal. Mas não. Como sempre, ele estava sendo puro e sincero. Ao entrarmos na casa dele, seu irmão mais velho estava na sala vento TV. Fomos apresentados e Ivan pediu para que Alberto “fizesse sala” para mim enquanto ele se aprontava de novo.

Alto, bonito, corpo bombado, cabelo tipo escovinha e cavanhaque de traços finos. O jeito manso de falar e os trejeitos não deixavam dúvidas de que Alberto era uma Barbie, um gay moderno. Assim que ficamos a sós, Alberto puxou conversa. Elogiou meu vestidinho tipo “tomara-que-caia” de estampas coloridas.

- O Ivan é um bom sujeito, não é? – perguntou-me ele.
- Sim, claro, respondi
- Ideal para namorar moças de família, certo? Ele não chega junto, não tenta passar a mão, não encoxa... – e riu.

Eu não sabia o que responder, acho até que fiquei com um sorriso idiota no rosto. O cara é doido?

- Você é moça de família, certo? Digo, você é virgem, certo? – Eu congelei. Achei que fosse uma piada. Alberto sentou ao meu lado e respirou fundo, como se buscasse algum odor familiar e sorriu – Sim, você é virgem, posso sentir o cheiro do seu cabaço!

Algo dentro da minha calcinha se mexeu. Meu coração acelerou. Eu não conseguia falar nada. Do fundo do corredor, Ivan anunciou que iria tomar banho. Quis dizer para ele me levar junto, a voz não saiu.

- Não precisa ficar assim, eu sou muito bom com cheiros, sabe? – E Alberto sentou-se ao meu lado, bem próximo, para falar baixo: “Seu cheiro é forte, marcante. Você até é virgem, meu bem, mas é uma cachorrona!” – E sorriu, como se tivesse me dado uma boa notícia. Eu continuei com minha cara de babaca.

- Mas você é muita areia para o caminhão do Ivan, não acha? Olha seu rosto, meu bem. Que coisa mais linda, instigante – e alisava meu rosto enquanto falava. “Olha essa boca, carnuda, linda... Desde pequena é assim?” Eu afirmei, com a cabeça. Alberto passava os dedos em minha boca. “Então desde nova você deve pagar muito boquete, não é? Homem não resiste à menina com bocão carnudo” e riu-se de novo.

Ele tinha dentes lindos e perfeitos. Mas, que conversa era aquela? Boquete? Sim, desde nova minha boca recebe, chupa e mama picas. Mas eu não disse isso para ele. Suas mãos já desciam para meus seios e eu quase fiquei sem respirar.

- Que seios lindos! São verdadeiros? Ou é silicone? – Eu murmurei “verdadeiros”. Alberto fez uma cara de espanto e, simplesmente, “libertou” meus seios puxando meu tomara-que-caia. “Olha como são grandes e redondos e firmes! Que audácia a sua ter seios assim, garota!”

E alisava, apertava, amassava meus seios. Seus dedos seguraram meus mamilos, esfregando os biquinhos. Eu comecei a ficar zonza, algo que sem ar.

-Eles devem ter crescido cedo, ainda novinha, não é?” Eu balancei a cabeça confirmando. “Então desde novinha você deixa os garotos mamarem nestes seios, não é? Por isso eles são tão certinhos!”

Não consegui responder, mas me lembrei que sim, que eu “amamentei” desde cedo. Meus seios provocavam desejo nos garotos, mas inveja nas meninas. Lembro de uma que perguntou o que eu fazia para ter seios destacados já com 11 anos. Eu disse que era por que deixava os meninos chuparem eles.

Ela adotou a idéia e acho que todos os garotos da escola mamaram nela. Não sei se adiantou, nunca mais a vi, mas se não deu certo ela deve me odiar até hoje. Ou não, sabe-se lá... As mãos de Alberto já estavam nas minhas pernas, que ele elogiava, enquanto subia por minhas coxas, que ele enaltecia, mas eu já não conseguia manter um pensamento no lugar. Sem disfarçar, ele me forçou a inclinar o corpo para poder pegar na minha bunda, e, claro, disse que era um lindo rabo. Eu me recostei de lado no sofá enquanto Alberto continuava me vistoriando como se eu fosse uma vaca premiada.

Para minha surpresa, seus dedos entraram por baixo de minha calcinha e desfilaram pelo meu rego até que chegaram ao meu buraquinho. Meu coração disparou e eu arregalei os olhos, encarando Alberto. Com o dedo ele alisava o olhinho, numa suave pressão. Meu esfíncter deu uma forte piscada. Acho que de alegria. Alberto sorriu e sussurrou:

- Meu bem, uma cachorrona com um corpão desses tem hormônios explodindo. Por isso seu cheiro é tão forte, tão fêmea... Que inveja! Mas uma cachorra que preserva a virgindade apesar da explosão de hormônios pedindo sexo, paga um preço por isso, querida... E aposto que o seu preço foi isto aqui... – E pressionou meu cuzinho, que deu outra forte piscada, como se confirmasse a teoria de Alberto – Sabe o que é mais triste? – continuou ele – É que meu irmão não sabe, não entende, e não vai te ajudar em nada!

E tirou os dedos e as mãos, se afastando de mim. Eu continuei recostada no sofá, em estado de choque. Ou coisa parecida. A porta do banheiro se abriu e Alberto fez um gesto para eu me recompor.

- Ivan, disse Alberto quando o irmão chegou na sala, todo cheiroso e bem arrumado, - Quero oferecer um lanche para sua linda namorada, mas não tem tomate para eu fazer meu suco especial! Por favor, vá ao mercado comprar alguns.

Ivan argumentou que íamos ao cinema, mas Alberto fez um escândalo, dizendo que tinha sessão o dia inteiro e queria fazer um lanche com o suco especial dele que eu, certamente, iria amar, lamber os beiços e pedir mais. Vencido, Ivan foi, cheio de recomendações sobre o que comprar, pois Alberto incluiu outros itens para poder caprichar no lanche. Fomos para a cozinha e Alberto me piscou o olho e disse:

-“Viu como ele é ingênuo? Nem conferiu o que tinha e o que não tinha....

Ele mexeu em alguns itens, colocou sobre uma bancada e me chamou para irmos ao escritório. Para minha surpresa, quando chegamos lá, Alberto me segurou pelos braços e me fez sentar num móvel baixo, encostado na parede. Levantou meu vestido e elogiou minha calcinha de renda fina. Abriu minhas pernas e começou a cheirar minha xota, ainda que por cima da calcinha. “Você é muito cheirosa”, ele repetia. Com os dedos, afastou a calcinha e enfiou o nariz na minha racha, fungando fortemente.

-Muito cheirosa”, dizia, “E que lapa de buceta, querida!

Logo, Alberto passou a me dar fortes linguadas, que me fizeram tremer. E me chupava com força, me deixando muito molhada. Então ele se levantou, colocou a pica para fora e começou a esfregá-la em minha xota, por cima da calcinha. Aí ele mais uma vez libertou meus seios, me trouxe o mais possível para perto de seu corpo, e começamos a tirar um sarro violento, quente, animal. O móvel sacudia tanto que achei que ele fosse quebrar.

Alberto urrou feito um louco e se afastou de mim, segurando a piroca na minha direção. Jatos de porra atingiram minha buceta, que estava exposta, pois a renda tinha se rasgado toda. Exposta e avermelhada, inchada de tanta ralação. Alberto, então, caiu de boca na minha xota de novo, lambendo e sugando a própria porra. Com a boca cheia, ele veio me beijar e eu tentei fugir. Mas ele segurou minha boca com força e eu cedi, recebendo o que sobrou daquele leite quente, que ambos engolimos.

Arfando, Alberto sorriu para mim e disse:

-“Vá para o banheiro e se ajeite, cachorra. Não se esqueça de lavar a boca”.

Saímos juntos do quarto nesse momento Alberto apontou um tipo de pilastra na parede do corredor e sussurrou: “Ta vendo esta pilastra, cachorra? Da próxima vez que você vier aqui, vou te apoiar nela, de costas, inclinada, e comer seu cuzinho, ok? Já foi enrabada por uma Barbie? Então se prepare, será uma experiência inesquecível!!!” E foi para a cozinha, preparar o lanche.

Ivan chegou tempos depois, já estávamos com tudo pronto, só faltando os ingredientes para finalizar. Depois, fomos ao cinema. Durante a sessão eu pensava que, se Ivan tentasse me alisar, teria espaço livre, pois a calcinha estava toda rasgada, mesmo. Isso não aconteceu. Em casa, tive que me livrar daquela calcinha para não levantar perguntas de minha mãe.

Ivan era mesmo um ingênuo, perfeito para Mayara. Mas a Garota Suburbana estava mesmo era pensando naquela tal pilastra, em se inclinar e esperar o “ataque da Barbie” para descobrir se seria inesquecível mesmo...

Conto erótico recebido por email - by Mayara

Depilação entre Amigas

Quem acompanha meus contos, sabe quem e como é a: Mazé, minha esposa; Olívia, minha enteada; e Paulinha colega de trabalho de Olívia. Paulinha era virgem anal (Até em 28/05 veja em: No Motel com Paulinha), mas Olívia achava que a iniciação anal de Paulinha ainda estava por acontecer, na presença dela; combinamos várias vezes que nunca dava certo. 

Marcamos para 18/05, segunda passada, na casa de Olívia as 16:00h, Olívia havia me entregue cópia das chaves da casa dela. Cheguei as 14:00h, elas não me viram chegar, aproximei-me do quarto e vi Olívia despida ajoelhada na cama forrada por um lençol e Paulinha também despida, deitada e sendo depilada por Olívia, aquilo me deixou excitadíssimo, fiquei de pau duro. Elas comentavam que estavam ansiosas e que as horas não passavam, Paulinha disse estar excitada com a depilação e a manipulação da Olívia em sua vagina, continuei observando, até que ao me ver, Paulinha assustou-se e tentou cobrir-se, assustando também a Olívia. Sorri e disse:

- Podem continuar. Não sabia que era tão excitante assistir a uma depilação. Olha como estou... Olívia respondeu que sim, principalmente quando movem seu clitóris de um lado para o outro; Paulinha disse que depende de quem a está depilando, aquela era uma das situações em que estava excitadíssima. 

Aproximei-me para ver melhor, Paulinha ficou meio encabulada, mas deixou que Olívia continuasse. Não me contive levei um dedo até ao minúsculo grelo de Paulinha e pressionei, ela contraiu-se toda, Olívia reclamou tirando minha mão e pedindo para eu não atrapalhar. Deixei Paulinha e fui com a mão para a boceta de Olívia que estava com a perna direita ajoelhada e a esquerda curvada, encontrei seu grelo, e com a mão direita massageei seu peito, ela pediu para parar, insisti e introduzi um dedo na vagina. Ela estava toda melada e perguntei:

- Tu já gozou, foi?
- Não.
- Tu ficou meladinha assim só por que está mexendo com a Paulinha é?

Ela não respondeu. Enfiei o resto do dedo, e vi que a Paulinha estava com a cabeça fora da cama assistindo a tudo. Retirei o dedo de dentro de Olívia, me virei para Paulinha, dei um beijinho na boca dela, ela fechou os olhos e enfiei o dedo com o liquido da Olívia na boca dela. Ela quis tirar, não deixei. Depôs que chupou ela disse nunca ter sentido o sabor de outra, que era diferente, Olívia assistia a tudo fazendo a depilação na boceta da Paulinha. Olhei para Olívia e pedi:

- Deixa tirar mais pouquinho?

Olívia abriu as pernas para receber meu dedo, enfiei dois e levei para Paulinha chupá-los, abocanhei seus peitos chupando-os alternadamente. Paulinha começou a rebolar sua pélvis, propus a Olívia que chupasse Paulinha, ela se recusou, mas introduziu um dedo nela. Insisti para que Olívia chupasse o grelinho, ela ficou receosa, retirei meus dedos da Paulinha, segurei a mão de Olívia e tirei seus dedos da boceta de Paula e fiz Olívia chupar; Paulinha viu aquilo e pediu:

- Chupa minha boceta que depois eu chupo a tua. Completei dizendo.
- Chupa onde tu gostas de ser chupada. É bom ir treinando, assim quando for com tua mãe tu vai saber o que fazer.
- Mas tu não perde tempo mesmo. Não é? Seu sacana!

Segurei a cabeça dela e fui baixando-a devagarzinho até a xaninha. Ela lambeu de leve a procura do grelo de Paulinha, passou a dedilhar e meter o dedo na Paulinha, que já estava com cara de puta, mamei seus peitos, mordiquei seus mamilos, ela puxou-me pela gravata e pediu:

- Deixa ver teu cacete.

Retirei minha roupa, abri as pernas e ajoelhei-me na cama deixando-a entre minhas pernas, baixei salivei seus peitos e coloquei meu caralho entre seus peitos e comecei fodê-los. Olívia veio mamou os peitos, os mamilos da Paulinha; meu cassete cuspiu entre os peitos da Paula, me punhetou, chupou e lambeu meu caralho; esfregou nos peitos e mamilos da Paulinha, colocou entre eles e voltou a chupar os peitos da Paula e a se masturbar ao mesmo tempo, Eu estava em ponto de gozo, mas me segurei para não gozar ainda, quando Paulinha começou a gozar, Pegou os cabelos da Olívia e puxou-a para um beijo de língua, não agüentei, levantei e terminei-me masturbando em cima delas, que, pararam com o beijo para receber meu sêmen em suas faces e bocas.

A Paulinha tinha gozado, mas a Olívia ainda não. Ela quase me derruba ao subir em cima da Paulinha e colocar a buceta em cima da cara dela para ser chupada; continuei me masturbando e derramando o resto do esperma nas costas da Olívia que escorreu até o tórax da Paulinha; coloquei meu caralho entre a bunda da Oliva e os peitos da Paulinha. Olívia é escandalosa, começou a gritar que ia gozar falando:

- Toma sua vaca, tu não disse que é gostoso! Então bebe meu gozo, sua lésbica. Chupa minha buceta, bebe meu gozo, sua vagabunda. Eu sabia que tu gostavas de chupar uma mulher.

Eu assistia aquilo tudo chupando o pescoço, metendo a língua no ouvido e tentando beijar a boca de Olívia que não deixava. Paulinha estava admirada. Quando Olívia terminou, arriou seu corpo para o lado e para traz levando o meu com seu peso. Ficamos os três alguns minutos sem falarmos nada um com o outro, até que comentei:

- Se soubesse que era tão bom transar com vocês e se não fosse a Mazé, teria tentado há anos. Faz tempo que vocês se curtem? Paulinha logo rebateu:
- Não! Nunca tinha feito isto com ela, nem com nenhuma outra! Quero que ela me diga de onde ela tirou essa historia que sou lésbica e de que ela sabia que eu gostava de mulher.

Olívia se explicou dizendo que nada mais era que: Tesão de momento é o mesmo que ele (eu) quando nos chama de puta, cadela, prostituta ou vagabunda. Concordei com Olívia. Paulinha se conformou e Olívia completou sorrindo:

- Mas se eu soubesse que era tão bom assim, já teria dado pra ti há muito tempo. Paula remendou:
- E eu que sou Lésbica. Sorrimos os três.

Fui ao banheiro me lavar, Olívia me acompanhou e deixei-a usar o chuveiro enquanto eu urinava, ela voltou à cama e fui me lavar. Quando volto, Olívia estava do lado de dentro da cama de costas para Paulinha que acariciava suas costas e bumbum enquanto conversavam. Perguntei o que falavam. Oliva respondeu que comentavam sobre o que acabara de acontecer e que tinha sido excelente Talvez me deixassem de fora algumas vezes. Sorriram a valer.

Propus que me convidassem como platéia, pois adoraria ver elas duas mulheres transarem, não gosto de sapatões metidos a homens. Iremos pensar no caso, foi o que me responderam. As safadas sorriram. Deitei-me entre as duas passando por cima da Paulinha que segurou meu membro, ficou punhetando e comentou com a Olívia:

- Tua mãe tem muita sorte; encontrar um pau deste que nunca amolece! E perguntou:
- Tu já o viu mole?
- Isto é um tarado mulher. Tu já viu algum tarado mole?
- Quer dizer que vocês também são taradas?! Vocês me falaram que se masturbam todos os dias e muitas vezes após terem transado.
- há isto acontece quando o cara não me satisfaz. Paulinha emenda:
- Ou quando passo mais de uma semana sem trepar. Ai tenho que botar algo na boceta pra gozar.
- Falar nisto cadê teu consolo Olívia? Vamos usar agora?!

Ela levantou e foi ao guarda roupas, enquanto isto, deitado mesmo, virei para Paulinha fiquei mamando o peitinho direito de Paulinha. Ela segurava como quem segura para um bebe mamar. Retirou, procurou posição e me deu o esquerdo, ela espremia e eu chupava; enchia minha boca com eles. Que mamada gostosa, aquela!

- Era assim que eu botava minha filha para dormir enquanto assistia TV. Falei que não queria dormir. Foi à hora que Olívia sentou na cama e ficou observando a mamada, ela curvou seu corpo por trás da Paulinha, pegou o outro peito para mamar, fiquei cara a cara com Olívia, eu observava sem tirar a mama da boca, Olívia me olhou e comentou:

- O bico dos peitos dela é grande não é? São maiores que os meus?
- São. E são tão gostosos quanto os teus.

Paulinha curvava o pescoço para nos ver mamando nela, agora ela segurava os dois peitos para serem chupados, ao mesmo tempo em que começava a contorcer sua pélvis. Olívia levou a mão para a buceta da Paulinha e ficou dedilhando até meter um dos dedos e depois me dar para chupá-lo, meteu novamente e levou para si. Era lindo vê-la chupando o dedo que acabara de sair da gruta da Paulinha, vi que Paulinha também se excitara com aquela visão, desci meu corpo até achar sua gruta, Olívia continuou mamando Paulinha e com a mão direita abriu os lábios vaginais da Paulinha para eu chupar o grelinho.

Após alguns minutos, Olívia desce seu corpo e chega à bunda da Paulinha; vi por entre as pernas da Paula, que Olívia tinha introduzido um dedo na boceta dela. Meteu mais um e com a cabeça por cima do quadril da Paula, me olhou e levou seus dedos para eu chupar. (que mulher safada! que puta experiente! como ela aprendeu rápido! que dedos deliciosos... Até pouco tempo, mal sabia o papai mamãe).

Baixou sua cabeça e notei que Paulinha ficou a jogar seu traseiro para traz impossibilitando-me de chupa sua boceta. Levantei a cabeça, fiquei masturbando seu grelo e olhei o que Olívia estava fazendo. A Danada estava metendo a língua no cuzinho da Paulinha, peguei o consolo 24X8, que estava jogado na cama, atrás da Paulinha e tentei introduzir em sua boceta, estava difícil, pois, quando ela empinava a bunda para receber a língua da Olívia, suas pernas se fechavam; cuspi no consolo e fiquei masturbando-a. Olhei para Olívia e pedi:

- Lubrifica e alarga o cuzinho dela pra mim! Meu cassete, não agüenta mais de tanto tesão, está melando toda tua cama.
- Agüenta ai, que quando tiver no ponto eu te chamo.
Deixei Paulinha com o consolo entre as pernas e fui para traz da Oliva fiz – mesmo que ela fazia com a Paulinha, meti a língua e chupei seu cuzinho gostoso. Ela rebolava gostoso, Paulinha falou:
- Até mês passado eu mal sabia o que era gozar, Mal gemia enquanto transava. Agora estou com uma vontade louca de gritar. Gozo só em ver as putarias de vocês.

Ela se contorcia jogando a bunda para Olívia, masturbando-se com o consolo entre suas pernas. Pôs o braço fora da cama, pegou meu caralho, espalhou o lubrificante natural pela cabeça dele, e começou a me masturbar. Eu não ia agüentar muito tempo; posicionei-me atrás de Olívia que não para de chupar o cu da Paulinha, levei meu caralho até seu botãozinho e meti a cabeça do meu pau, senti quando passou pelo músculo anal.

Ela deu um gritinho, depois empurrou sua bunda de encontro a meu cassete; entrou tudo, ela ficou rebolando para os lados e para frente e para trás, isto ela sabia fazer bem: Dar o cu. Ela adora (pelo menos comigo, até agora só comi seu anus), dar o co. Paulinha não tirava os olhos de nossa transa, Olhei pra ela e falei:

- Está vendo como ela gosta? Eu não te disse que eu metia todinho no co dela?! Olha aqui, olha... Ta vendo como ela faz gostoooso? Depois vou fuder o teu do mesmo jeito. Vou te arrobar teu cuzinho. Vou te enrabar! Aaaiii! Não estou agüentando, vou gozar de nooovo! Ai que cuzinho gostoso, minha safada. Vou gozar no teu cú Olívia! Vou encher teu cuzinho de gala! Vou derramar meu esperma nas tuas tripas, Minha putiiinha. Aii minha cadela gostosa! Aaiiii, aiiii. Aiii gosta! Isto mastiga meu cassete com teu cu! Faz como tua mãe faz. Prende meu cassete com teu rabo!

- Goza no meu cuzinho goza, meu gostoso. Come tua cadela! Por isto que tu me pegou de quatro foi? Pra imaginar que sou tua cachorrinha é? Vem meu cachorro, enche o cuzinho da tua cadela com teu esperma! Pensei que tu ia esperar pra gozar no cu da cachorrinha da Paula. Mas goza no meu mesmo! Goza. Vem não vou desperdiçar nada. Quero teu gozo todo dentro de miiiim! Aaaiii... Aiiiii! Huuum, ai, aiiiii! Vem. Goza filho duma égua, Vou gozar tambeeeém. Aiii! goza comiiiigo.

Ela rebolava de um jeito tão frenético, que era impossível eu não gozar. Paulinha não era muito de gritaria, nem de falar sacanagens, mas já estava entrando na festa.

- Não para não Olívia, chupa meu cuzinho, chupa!

Oliva puxou-a de lado expondo sua xana, ela tirou o consolo de entre as pernas da Paulinha e caiu de boca na boceta dela. Paulinha que soltou uns gritinhos inibido, ouvi um grande estalo. Olhei e vi a mão da Olívia descendo de encontro às ancas da Paulinha e ordenando. Goza sua vaca, grita vaiii! Pode gritaaar puta disfarçada! Aaiiiiii Acho que estou gozando! Grita sua égua! Quero ouvir tu gritar. Deu outra tapa, agora com mais força. Paulinha gritou: Para. Para! Já estou gozaaando. Não bate mais não! Ai sua cadela. Se quer me chupar, chuuuupa! Aaiii! Huuumm, arf, arf, arf! Não me bate mais não! Sua vagabunda. Aaiiiii. Estou gozaaaando, sua porra.

Estoquei tão rápido e com tanta força para acompanhar o gozo delas, que numa desta estocada meu pênis saltou fora do cu da Olívia. Tentei meter novamente no cu dela, mas foi tarde demais. Gozei na entrada do anus; e para não gozar no chão, dirigi meu cassete para cima gozando na bunda dela. Paulinha não tirou os olhos do meu cassete que espirrou sêmen na bunda da Olívia, fiquei meio que de joelhos, botei na boca da Paulinha. Com nojo, ela quis rejeitar. Mas forcei e gozei boa parte em sua boca.

Olívia chupava o grelo e masturbava a Paulinha com a mão direita, com a esquerda masturbava a si mesma até seu espasmo final. Sentou no chão e escorou seu corpo na cama, assistiu o restante de meu gozo na boca e cara da Paula, que ficou com os cabelos todos melecado do esperma que escorria pelos cantos da boca.

Aquelas duas roubaram toda a energia de meu corpo, não agüentei o peso de meu corpo, e cai no colchão ao lado de Paulinha, que cuspindo, limpando os lábios e reclamando, que: estava com gosto de merda na boca. Sorrimos. Paulinha reclamou e pediu para que eu, nunca mais fizesse aquilo. E continuou:

- Quem já se viu tirar o pênis de dentro do cú de uma e meter na boca da outra? Ela realmente não tinha gostado. Mas bebeu o que pôde.
Olívia com respiração alterada falou:

Liga pra ela não Magão, depois ela se acostuma. Chupei o a bundinha dela e foi ótimo, eu também nunca tinha feito isto. Levantou e foi ao banheiro. Minha esposa chegou. Depois conto o resto. Vou contar também a foda com de ontem com ela. Aguardem.


 Roberto_monteiro@yahoo.com.br

Conto erótico recebido por email by Roberto

Viva o Graham Bell

Confraria dos Contos Eroticos
Tudo começou com telefone tocando. Estava assistindo TV de madrugada e o telefone tocou, atendi e do outro lado não falavam, embora fosse possível ouvir a respiração ofegante, assoprei no fone e como resposta uma risada feminina. Papo vai, papo vem, ela disse se chamar Rose, e que estava puta porque na primeira transa com o namorado tinha sofrido muito e não tinha gozado e perguntou se eu a faria gozar.

Claro que disse sim e dei meu telefone comercial para que me ligasse no dia seguinte, pois minha mulher poderia acordar. No dia seguinte ela ligou, então fiquei sabendo que morava em Curitiba e não no Rio como dissera antes, mas os telefonemas continuaram, até que um dia tive que ir a São Paulo e perguntei se ela não queria me encontrar lá, aceitou e nos encontraríamos no próximo final de semana.

Meu vôo atrasou e não a encontrei no aeroporto, fui para o hotel puto, certo de ter perdido a oportunidade de conhecê-la. Quando cheguei no hotel na recepção me informaram que minha esposa já havia chegado e que estava me esperando no quarto. Quando cheguei no quarto fui recebido com um grande abraço, tomei um banho e fomos jantar, bom restaurante, jantar regado a vinho para quebrar eventuais resistências futuras.

Tudo em vão, pois quando voltamos ao hotel, ela estava envergonhada e não quis tirar a roupa, começamos então uma sessão de beijos, abraços e caricias, sem querer forçar nada para não repetir o erro do, já ex-namorado, o máximo que se chegou foi ela ficar de calcinha e soutien e eu de cuecas para dormirmos. Ela retornou à Curitiba no dia seguinte e eu fui ao trabalho.

Logo providenciei uma viagem para Curitiba, ela não deixou nem que eu reservasse hotel, deixasse tudo por conta dela, só queria saber o horário que chegaria lá. Quando lá cheguei, ela estava ma esperando no aeroporto, tinha alugado um carro, e se mudado para o hotel onde ficaríamos por 3 dias.

Jantamos no hotel, e fomos para o quarto, onde tudo começou para valer, ela colocou musica e fez um strip de profissional, que maravilha, loira 1,7Om olhos castanhos peitinhos durinhos resultado de uma plástica, bundinha empinadinha, pernas roliças e grossas, uma deusa, nessa altura eu já estava de pau mais que duro e louco para entrar em funcionamento, me despi, levei-a para a cama e comecei a beijá-la de cima até embaixo, dei um banho de gato, terminando em sua perfumada e já úmida bucetinha com os pentelhinhos aparados bem baixinho, foi aí seu primeiro gozo, na minha linha que dançava ao redor de seu clitóris intumescido.

A partir daí, com a promessa cumprida, coloquei-a de quatro e pincelava sua bucetinha molhada com a cabeça do pau até que ela toda excitada pediu que parasse com a tortura e a comesse, colocando tudo de uma vez lá dentro, que ela já não agüentava mais, fui fundo, ela gozou antes de mim, aproveitei a posição e comecei a pincelar o pau no seu cuzinho, ela relutou em aceitar, então comecei a beijar sua bundinha e lamber seu cuzinho até colocar um dedo para que ela relaxasse.

Depois de uns 5 minutos de carinhos no seu cuzinho que já piscava de tanta vontade de ser penetrado, coloquei o pau na posição e fiz uma pequena pressão, lambuzado com estava a cabeça logo sumiu, um pequeno gemido me fez parar para que ela se acostumasse com o cacete no cú, mais uma pressão ele foi sumindo lá dentro até o saco bater na bucetinha, comecei a bombar até gozar, foi minha recompensa, meu primeiro gozo em uma bundinha deliciosa.

Foram três dias de muitas trepadas e muito gozo, mas tudo que é bom acaba, como ela não queria interferir em meu casamento, por mais que eu insistisse tudo terminou. Hoje procuro quem queira repetir comigo esses momentos de muito prazer.

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Deliciosa Vizinha

Passo a relatar aos leitores internautas deste blog uma aventura que tive recentemente com uma vizinha. Ela mora no mesmo bairro que eu, aqui em Piracicaba, interior de São Paulo, distante três casas da minha. Mara é casada, tem três filhos mas continua um tesão. Ela é loira e dona de um corpo tentador, com uma bundinha bem empinada e uma xoxota saliente. É sempre um tesão vê-la vestida com uma calça de lycra que deixa sua buceta saltada. É possível ver até a racha no meio das pernas. Além de tudo, Mara tem uma carinha de anjo que engana muita gente. Mas é uma tarada.

Nunca me insinuei para o lado dela, temendo qualquer tipo de problema com seu marido, que é muito amigo da minha família. Por isso fiquei curtindo um tesão platônico durante muito tempo, até que me chegou a boa noticia, calo menos para mim. Mara havia brigado com o marido, que juntou suas coisas e se mandou de casa. Foi o suficiente para eu começar a fantasiar mil coisas, achando que meu caminho estava livre. Toda vez que cruzava com ela pelas ruas, eu a cumprimentava com um olhar malicioso.

Mara fingia não ligar, mas sempre caprichava no rebolado e vestia-se cada vez mais com roupas provocantes. Isso me deixava louco. Certo dia, fiquei no meu trabalho até mais tarde para tirar o atraso de um feriado. Quando sai do escritório, fui até o ponto de ônibus para voltar para casa. Mesmo sendo um pouco tarde, tinha fila no ponto.

Fiquei ali esperando, lendo uma revista. Quando subi no ônibus, vi Mara sentada no banco dos fundos. Não tive dúvidas e fui me sentar ao lado dela. Mara estava linda como sempre, vestindo um saia curta que exibia boa parte de suas coxas grossas. Nos cumprimentamos e começamos a conversar, primeiramente sobre nosso trabalho. Eu não conseguia tirar os olhos daquelas pernas deliciosas. Minha pica começou a dar sinal de vida.

Tentei disfarçar, ajeitei a rola dentro da calça, mas ela percebeu meus movimentos. Mara olhou para mim e pude sacar que ela percebeu que meu pau estava duro. Fiquei meio constrangido, mas Mara surpreendeu-me com um sorriso malicioso, antes de voltar a abaixar os olhos até meu pau. Tentei controlar-me e retornar ao nosso papo, em que ela comentou estar mais à vontade depois de ter se separado do marido.

Apenas lamentou sentir-se muito carente, pois se considerava uma pessoa bastante romântica. Mara era atrevida e parecia disposta a me provocar. Cada vez que se referia a uma coisa mais picante, olhava para minha pica querendo perceber alguma reação. Pouco depois, ela se levantou dizendo que seu ponto se aproximava e complementando: Olha, se você quiser esticar um pouco mais a noite, passa lá em casa...

Normalmente, desceria junto com ela. Mas decidi esperar pelo ponto seguinte, apenas para disfarçar minha admiração. Fui até minha casa tomar um banho e trocar de roupa. Nem quis saber de jantar. Sai direto para a casa da Mara. Abri o portãozinho com todo o cuidado para não fazer barulho e bati à porta. Ouvi sua voz doce pedindo que entrasse, que a porta não estava trancada. Ao entrar, avistei Mara sentada no sofá da sala com as pernas cruzadas, vestindo apenas uma camiseta comprida. Ela fez sinal para que me sentasse ao seu lado.

Quando me ajeitei no sofá, Mara me abraçou com força e disse que não agüentava mais de tesão cor mim. Em tom de desabafo, comentou que não entendia como eu a secava tanto e nunca fazia nada. Expliquei que tinha muito medo de provocar uma crise em seu casamento e que respeitava o marido dela. Mas você não sente tesão por mim?, perguntou. Minha resposta foi agarrá-la e comecei a beijá-la freneticamente, mordendo seu lábios, sua língua e levantando a camiseta. Mara estava sem calcinha.

Levei minha mão diretamente para sua buceta, já totalmente molhada. Como parecia não trepar há algum tempo, Mara estava com um tesão muito grande. Para evitar que seus filhos despertassem com o barulho, ela me levou até seu quarto, onde uma cama enorme nos aguardava. Mara passou a me despir dizendo: Estou louca para ver seu pinto... Deixa eu ver como ele é... Quando meu pinto saltou a sua frente, duro como uma estaca, Mara só teve tempo de dizer que ele era grande e lindo. E caiu de boca nele.

Que loira incrível! Seu corpo era divino, suas pernas tinham cabelinhos loirinhos, sua bucetona, quase depilada, deixava à mostra os grandes lábios e o clitóris. Fiquei totalmente envolvido com aquela maravilhosa chupeta que ela me proporcionava. Mara mostrava grande experiência na arte da gulosa. Sua boca quente e habilidosa engolia-me inteiro; a língua, ágil, brincava em círculos na cabeça, suas mãos punhetavam e apertavam meu saco.

Mais um pouco eu gozaria naquela boca maravilhosa. Meu pinto começou a latejar e ela sacou que era hora de meter, porque senão eu acabava gozando. Mara se deitou e abriu as pernas. Mas, ao ver sua xoxota loira toda arregaçada, não me contive em levar minha língua até ela. Mara ficou alucinada com minha chupada e começou a rebolar na minha cara. Que buceta enorme, gordinha... Mara tinha um clitóris avantajado, durinho e exposto.

Eu a mordia, sugava e chupava com sofreguidão. Como eu estava perdidamente louco por aquela bucetona, ela sentiu que o jeito seria acabar na chupada mesmo. Mara pediu que virasse meu corpo e nos ajeitamos num 69. Desta vez ela me chupou ainda mais forte e profundo, mordiscando a cabeça do pau e fazendo um sobe-e-desce rápido. Não demorou muito e ambos gozamos juntos. Minha porra espirrava com força dentro da sua boca.

Mara engolia o que podia, mas, devido à grande quantidade, boa parte do meu leite se derramou pelos seus lábios, chegando a medicar seus seios. A gozada dela também inundou minha boca com um líquido salgadinho, mas perfumado. Meti um dedo em sua buceta e a senti latejando por causa do orgasmo. Quando decidi parar e dar um tempo para recuperar força, Mara sorriu e me provocou com malícia:

- O que é isso, vai arriar?

Achei que você estava louco para foder comigo... A provocação mexeu com meus brios. Juntei toda minha energia para dar continuidade à sacanagem. Primeiramente, Mara chupou meu pau fazendo-o ficar duro outra vez; depois, colocou-se de quatro e me ofereceu o bucetão. Não tinha como não me excitar. Ao ver aquela xoxota toda ensopada de tesão e arreganhada para receber minha rola, meti gostoso até o fundo e comecei a bombar com rapidez. Mara chegou rapidamente ao gozo e sua xoxota piscava na minha pica.


Mas, ao perceber aquela bunda deliciosa na minha frente, decidi variar um rouco. Puxei meu pau molhado com líquido vaginal, separei suas nádegas e mirei na porta de seu cuzinho. Ela se derreteu inteira e relaxou o anelzinho, aprovando a minha iniciativa. Quando sentiu a cabeça entrar, Mara deu um grito de dor e começou a rebolar. Perguntei se queria que eu tirasse, mas ela respondeu gritando que não. Não, não e não...

Quero sentir sua pica no fundo do meu rabo... Meti o mais fundo que podia e levei minha mão a sua buceta, enfiando dois dedos naquela gruta molhada. Com poucos movimentos de entra-e-sai acabei gozando junto com ela. Mara, aliás, disse que não gozava tanto assim nem com seu marido. Caímos desfalecidos na cama e acabamos adormecendo. Depois dessa noite, Mara e eu passamos a foder quase todos os dias durante dois meses.

Até que seu marido reapareceu, pediu perdão e Mara o aceitou de volta. Mas o final desta história não poderia ser melhor. Para vingar-se de muitas sacanagens do seu marido, Mara resolveu me manter como seu amante. E, às escondidas, até hoje nós nos encontramos para trepadas maravilhosas.

Conto erótico recebido por email by Alexandre

Pode Me Chamar de Putinha, Vadiazinha ou Sem - Vergonha

É isso mesmo! Pode me chamar de putinha, vadiazinha ou sem – vergonha que eu sei que sou mesmo e, dependendo da ocasião, até gosto de ser chamada assim. Como disse em meus contos anteriores sempre soube que gostava de sexo mais que as outras garotas e por isso me meti em tantas situações inusitadas que aos poucos vou contando por aqui.

Desta vez quero narrar duas situações ocorridas e relacionadas ocorridas comigo. De início a primeira vez que fui "obrigada" a ficar noiva aos dezoito anos. Nesta época havia arrumado um namoradinho e , lógico, transávamos feitos doidos em todos os lugares que fossem possíveis. Descobri que o risco de ser pega aumentava meu prazer. Então um dia fodíamos feito doidos nas escadas de emergência do prédio de meu apartamento.

Eu estava apoiada no corrimão das escadas e meu macho me comia socando na minha bucetinha por trás quando a porta de acesso abriu e o sindico nos pegou em flagrante. Sorri embaraçada e pensei que talvez o velhinho fosse querer participar, querer uma chupetinha ou algo parecido, mas acho que nem agüentava mais. Pois mandou nós nos vestirmos e me entregou na cara dura para os meus pais. Depois de ouvirmos uma bela bronca, eles decidiram que meu namorado deveria se transformar em meu noivo e, assim que possível, casássemos para eu não ficar “mal – falada”.Tadinhos, nem sabem a filha que tem.

Para não ter problemas e ganhar mais tempo seguimos a ordem de meus pais e noivamos , mas a minha vontade por sexo era imensa e não pensava em passar a vida inteira somente fodendo com ele. Acreditava que ainda tinha muito a conhecer neste campo. Nessa espoca eu estava com 18 anos.

Corroborando esta minha opinião, fiquei doidinha quando conheci um negão que havia se mudado para perto de minha casa. Ele era alto, com um metro e noventa ,mais ou menos ,e tinha um volume inacreditável no meio de suas pernas. Sempre pensei que era lenda essa coisa de negões pauzudos, ainda mais por que nunca tinha visto um, e por isso minha curiosidade era imensa.

Para minha sorte talvez nem precisasse me esforçar muito para esclarecer minhas duvidas pois o negão era daqueles bem safados. Sempre que passava por mim me cumprimentava sorrindo e mostrando dentes brancos e bem feitos. Então me secava de um jeito que eu quase molhava a calcinha. Sabe aquela olhada sacana, que parece tirar a roupa da gente?

E a oportunidade surgiu de um jeito diferente das outras vezes que transei, desta vez acho que nem ele planejou nada. Certa noite, la pelas 20 horas voltava da casa de meu noivo, que fica pertinho da minha casa , quando vejo um rapaz meio cambaleante andando próximo a minha rua. Nem fiquei assustada. Apenas me chamou a atenção quando ele baixou as calças e começou a urinar em uma árvore. Curiosa como eu ,só eu mesmo, fiquei olhando para ver se conseguia ver o pau do cara quando ele vira o rosto para o meu lado e vejo que era o meu negão. A vontade de ver seu pau aumentou ,mas ele rapidamente o guardou e sorriu para mim vindo em minha direção.

-Oi vizinha você pode me ajudar? - disse ele.

Curiosíssima , perguntei o que ele queria, então me pediu para eu ajuda-lo a ir até sua casa. Ansiosa por ver se a lenda do negão pauzudo era verdade. Deixei que ele apoiase em meu ombro e fui com ele até sua casa. Ele morava com uma irmã casada, que para minha sorte não estava em casa. Assim que entramos ele perguntou se eu queria beber alguma coisa. Aceitei e sentei no sofá enquanto ele me servia uma cerveja gelada. Não demorou muito e entusiasmado pela bebedeira ele já veio me beijando na boca. Cheguei a pensar no meu noivo, mas como estávamos nesta situação devido sermos pegos em flagrante ,achei que não tínhamos um compromisso sério entre nós , apenas um acordo para evitar a ira de meus pais.

Me entreguei ao seu beijo já pensando no pau daquele homem espremido na sua calça. O negão tarado logo começou a apertar meus seios e senti minha vagina se umedecer. Gemi entre os beijos que ele me dava sem parar e sua mãozona safada começou a apertar minhas pernas subindo até chegar na minha bucetinha. A curiosidade em ver seu pau só aumentava. Então ele tirou minha blusinha e começou a beijar meus seios por cima do sutiã.

Eu já estava ficando a mil quando decidi tomar controle da situação, mudei de posição e fiquei por cima dele lhe arrancando a camisa e beijando todo o seu corpo, rapidamente fui até suas calcas que lhe arranquei o deixando só de cueca. A "mala" estava de lado, podia ver que já estava duríssima, e tratei logo arrancá-la para fora e matar minha curiosidade.

Quando vi seu pau pude comprovar minhas suspeitas, realmente ele era o cara com o maior pau que havia visto. Passei a lambê-lo como se fosse um pirulito, tentei enfiá-lo na boca mas não conseguia  por mais que um terço do seu cacete na boca sem me afogar. Chupava cada centímetro e descia até suas bolas que envolvia com a boca e lhe dava chupões que o deixavam louco de tesão , ele dizia:

- Chupa minha cadelinha ,engole meus ovos, chupaaaa.

Sem enjôar de chupar aquele caralho preto, o fiz por uns bons minutos até que ele segurou meus cabelos e me puxou de encontrou aos seus lábios. Com sua língua invadindo minha boca e seu pau tocando a minha barriga devido a nossa diferença de altura. Fui sendo envolvida em uma sensação de excitamento que já conhecia bem.

Uma vontade deliciosa de ser penetrada pelo negão crescia a cada segundo ,acompanhada de um receio de ser machucada com aquela ferramenta descumunal. Beijando minha boca e passando para o meu pescoço ele foi me virando de costas, mordendo minha nuca e enchendo as mãos com meus seios.

Ele abaixou seu corpo até a cabeçona do seu pau tocar minha bucetinha por baixo. Ela estava quente como um ferro em brasa. Minha vagina não estava diferente e pingava como uma cachoeira de tanto tesão que eu sentia. Temerosa pelo seu cacetão e querendo auxiliar sua penetração apoei minhas mãos em meus joelhos ficando inclinada para frente. Ele começou a forçar e parecia que não conseguiria entrar. Senti lágrimas escorrerem pela minha face quando, com um tranco, a glande finalmente entrou. Parecia que ele tinha colocado o pulso fechado dentro de mim de tão grande que era o cabeção. Um pouco nervosa , senti ele forçando e deslizando totalmente para dentro de mim.

Seus pêlos tocaram minha bunda, suas mãos apertavam meus seios e ele aguardava eu me recuperar um pouco da estocada que havia levado. Ele tinha consciência que seu cacete parecia de um jegue. Aos poucos foi fazendo movimentos lentos de dentro para fora. A sensação de ser preenchida desta forma era incrível. Pensei que a dor que sentia não poderia piorar, mas ele foi se empolgado cada vez mais.

Ele me puxava pelas ancas com muita força fazendo nossas carnes estalarem ao encontrar-se. Meu corpo inteiro suava, sentia o líquido escorrer pela vagina e minhas pernas estavam amortecidas. Quase não podia parar em pé enquanto era comida violentamente pelo rapaz. Tremores percorriam todo o meu corpo .

A violência de suas estocadas por trás eram tão fortes que quase chegavam a me erguer do chão. Eu começei a forçar, tentando sair daquela cilada, colocando meus quadris para frente, mas ele vinha me empurrando cada vez mais até me pressionar contra uma parede. Eu parecia aquelas cadelas no cio com o cachorro engatado atrás, com o pau do cara grudado dentro de mim. Pois por mais que eu tentasse fugir  ,indo para frente, ele vinha atrás com seu pau dentro de mim. Minha vagina ardia e pulsava em torno do seu cacete latejante que parecia queimar dentro de mim.

Nunca havia sido penetrada desta forma, nunca dei para um cara com um membro tão avantajado quanto aquele. Comecei a ter orgasmos simultâneos e intermitentes. Parecia que ia desfalecer quando o senti urrando e enchendo minha bucetinha com jatos quentes. Suas arremetidas continuavam, mesmo com ele esporrando, e logo fiquei toda melecada com nossos movimentos fazendo aqueles barulhos característico.

Como uma cobra saindo da toca, ele tirou seu pau descomunal de dentro de mim e o bateu nas minhas nádegas me chamando de putinha gostosa. Neste instante, não agüentei e me sentei recostada à parede. Parecia que eu havia disputado a corrida dos cem metros rasos, estava sem fôlego e toda amortecida.

Fiquei um tempo por ali e depois fui tomar um banho sozinha , em sua casa mesmo. Olhei para minha vagina e com a mão tentava verificar se ela tinha ficado maior, depois de alojar aquela “coisa”, mas não conseguia perceber nada, apenas uma ardência ao tocá-la. Notei também que ela estava inchada, com os lábios mais a mostra, como se estivesse assada. Realmente meu corpo havia sentido as conseqüências daquela transa louca.

Fui embora e fiquei uns dias toda doida e cheguei a fazer compressas com água morna colocadas sobre a minha pobre bucetinha. Será que meu noivo iria perceber que eu estava arreganhada? Eu estava arregaçada?

Apesar da transa ter sido gostosa e ter minha curiosidade em transar com um cara pauzudo como aquele pensei que transar com caras de paus medianos era melhor. Uma aventura aqui ou ali com um cara bem dotado até valia a pena, mas teria que ter um prazo grande entre elas.

Conto erótico by Cris.

Dei para Outro Cara por Raiva do meu Noivo

Não tenho a pretensão de ser escritora e conheço minhas limitações literárias, pretendo com este texto desabafar e fazer uma confissão anônima sobre alguns fatos de minha vida. Descobri o blog Confraria dos Contos através de uma amiga que o achou no google e, depois dela ler algumas historias por aqui que achou interessante me passou o link por email dizendo: leia as historias deste blog, talvez elas te inspirem...

Por que ela disse isto? Bom, ela é minha amiga intima e sabe de todas minhas aventuras sexuais. Que afinal não são muitas e nem muito picantes, acho que sou meio travadona em relação a sexo, acho que minha educação me deixou assim, pois sou filha de pais evangélicos apesar de eu não seguir esta religião.

Voltando a minha vida sexual devo dizer que nunca havia tido experiências excitantes, destas contadas por aqui, também nunca fiz sexo anal. Oral até faço, geralmente por pedido do meu parceiro, mas deixo claro que me avisem a hora de gozar, pois odeio o gosto que o esperma tem, então na hora H tiro a boca e finalizo o masturbando. Posições sexuais? Geralmente o tradicional papai-mamãe, às vezes de ladinho ou comigo por cima e raramente fico de quatro, pois acho esta posição muito submissa, coisa que não gosto de ser. Perdi minha virgindade aos dezenove anos, com um rapaz que era meu noivo, mas não chegamos a nos casar, pois acabei conhecendo um outro homem, relação esta que passo a narrar...

Sou ruiva, tenho olhos azuis, 1,72 de altura, pernas grossas, bunda e seios normais, e sou bem cinturada. Nesta época trabalhava como secretaria na área administrativa de uma grande loja de departamentos. E tinha um colega de trabalho, gerente de setor que vivia dando em cima de mim. Mandava bilhetinhos, me presenteava com alguns mimos e chegou até me dar flores. Ele me cercava de todas as maneiras possíveis e eu sempre resistia a suas investidas.

Até o dia em que tive uma briga feia com meu noivo, nunca tive confirmação, mas tenho certeza que ele me traia. E com o coração cheio de raiva, querendo me vingar dele, resolvi que naquele dia, caso meu colega de trabalho me assediasse iria me submeter as suas vontades. E foi o que aconteceu: Como sempre ele fez algumas brincadeirinhas, e me convidou para jantar no que aceitei de imediato.

Jantamos e enquanto conversávamos pensava no meu noivo me traindo, talvez com alguma vagabundinha do seu trabalho, e o ódio crescia dentro de mim. Pensei comigo mesma: se este cara tentar me comer eu dou. Não demorou muito para que ele perguntasse se eu queria ir para outro lugar. Fomos para uma rua cheia de moteis e vendo que eu não me opunha entrou no primeiro que passamos.

Chegando lá ele já veio me beijando e tirando minha roupa rapidamente. Logo estávamos nus, bebendo champanhe, abraçados ao som de uma musica romântica. Por incrível que pareça aquele clima me fazia lembrar do meu noivo e cada vez que pensava nele me dava mais raiva e livrava minha consciência de qualquer sentimento de culpa que eu pudesse sentir.

Então meu amigo me deitou na cama e beijou meus seios, sugando e passando a língua nos bicos que estãavam salientes. Logo sua boca encontrou minha vagina a passou a sugá-la gostoso. Já estava gozando pela segunda vez, somente sendo chupada quando ele vestiu uma camisinha e colocou seu pau na entrada da minha bucetinha.

Pensei comigo mesma, eu estava dando para meu segundo homem, um pau diferente daquele que tirou minha virgindade. Lentamente ele foi introduzindo dentro de mim até sentir sua virilha encontrar a minha. Com estocadas ritmadas ele me comia gostoso, minhas pernas enlaçavam sua cintura e eu tremia de prazer.

Com um gemido forte ele gozou, deitando ao meu lado. Mas eu ainda não estava satisfeita e passei a masturbá-lo até sentir que estava duro novamente. Sentei em cima dele e coloquei seu pau na minha vagina. Nesta posição eu controlava a penetração a conduzindo de um jeito que fosse mais prazeroso para mim. Assim gozei em cima de seu pau pela terceira vez naquela noite.

Aí então foi a minha vez de ficar exausta, simulando um cochilo pensei no que havia feito e achei que seria melhor terminar logo meu noivado. A fila tinha que andar. Cheguei ainda a sair outras vezes com meu colega de trabalho, mas a relação não amadureceu e acabei por terminar também nossas transas.

Conto erótico recebido por email - by Ana Paula

A Melhor

Ela namorava um grande amigo meu, sempre a achei gostosa, loira de olhos verdes e um corpaço ( que em vídeo de festa só dava a bunda dela), mas nunca tive esperanças. Até que numa noite encontrei-a na rua voltando do trabalho, ela parou e conversamos algum tempo. Me falou que seu relacionamento não ia bem e a prova é que ela voltava sozinha naquele dia. Nos despedimos, e não pensei em outra coisa o resto do dia.

No final de semana seguinte nos encontramos,junto com todos os nossos amigos, em uma festa de rua lá no Méier (RJ). Senti que Vânia (Pseudônimo) estava sempre perto de mim. Assim que pude perguntei pelo meu amigo e ela me respondeu rindo que ele não viria. Nesse instante começou uma apresentação de transformistas, todos viraram para o palco e ela na minha frente ficou de costas para mim. aos poucos foi chegando até que me encostou. ficou assim por algum tempo até que a toda hora virava o rosto para mim e ria, numa desta vezes perguntei o que era e ela fingindo não escutou me fez aproximar dela e  então me beijou.

Não podia ficar mais ali, muita gente já havia visto, mas não podia aloprar, puxei-a pelo braço e levei-a para uma canto entre os carros. Ao chegarmos ela me beijou já alisando o meu pau por cima da calça, e disse que sempre quis fazer isso e que queria me ensinar muitas coisas..  Não acreditava no que estava acontecendo, aquela gostosa , namorada do meu amigo, ali pegando no meu pau e fazendo carinha de safada.

Porra ! Não sou de ferro. Levei-a para o prédio onde eu morava, fomos então para o terraço. Nos beijávamos intensamente, parecia que queríamos engolir um ao outro. Baixei a alça do seu vestido e comecei a beijar seu pescoço, fui descendo até seus seios e ali fiquei por algum tempo lambendo e chupando aqueles lindos biquinhos rosados. Ela foi se sentando enquanto abria minha camisa e beijava meu peito, foi descendo até minha barriga.

Lambia em volta do meu umbigo e abria a minha calça. Colocou meu pau pra fora e beijou a cabeça, lambeu toda a base e foi até o saco, depois voltou e me engoliu quase todo. Eu Pirava vendo aquela boquinha linda escancarada com meu pau atolado dentro. Ela cobria a glande e a o mesmo tempo a lambia. Tirou a boca e punhetando meu pau, me mando sentar. Levantou a saia, afastou a calcinha, pegou o meu pau e foi encaminhando até sua bucetinha. Primeiro esfregou um pouco e depois foi sentando e deixou entrar.

Sua xota era quente e macia e de tão molhada escoria pela sua virilha. Ela subia e descia cheia de vontade. Eu a abraçava com uma mão e com a outra alisava, apertava e segurava a sua bunda, era um sonho, aquele mulherão me cavalgando e gemendo gostoso em cima de mim. Quando ela gozou desfaleceu sobre mim e eu levantei com ela ainda encaixada no meu talo. deitei-a no chão e a penetrei num gostoso papai e mamãe. Metia com força e ela pedia mais e gritava que queria gozar de novo só que junto comigo.

Eu que já estava preocupado com alguém ouvir acelerei o meus movimentos e gozei junto e dentro dela. Após o gozo ela me empurrou saiu de debaixo de mim e começou a mamar o meu pau de novo. Fez isso até deixá-lo bem limpinho. Eu que fiquei o tempo todo de pau duro quis trepar de novo, mas ela falou que estava com a buceta assada de tanto fuder. Reclamou brincando que eu demorei muito para gozar. 

Conversamos um pouco e depois descemos até o meu apartamento, onde trepamos de novo, com um detalhe, meus pais estavam dormindo no quarto ao lado. Mas isso é coisa para outro relato. Na época tinha eu 15 anos e ela foi a segunda mulher da minha vida. Já se passaram 7 anos e já fazem 5 que não a vejo.

Conto erótico recebido por email - Autor anônimo.

Gerente de Vendas

Eu era funcionário de uma multinacional e a empresa possuía um quadro pequeno, na sua maioria mulheres, mas nenhuma se destacava pela beleza. Isso até o dia em que Rosana foi contratada para gerenciar uma área de vendas.

Que mulherão! Bonita de rosto e principalmente de corpo. Morena, cabelos longos e sempre muito bem penteados. Olhos castanhos irradiando um brilho contagiante, boca perfeita de lábios carnudos, seios pequenos, coxas grossas e um quadril que destacava a bunda mais bonita que já vi. Rosana era mulher para mais de 1.5OO talheres, como comentávamos entre os homens.

Sempre cortejada, ela sabia manter os afoitos a distância, fazendo-se respeitar. A aliança na mão esquerda revelava o estado civil, mas nunca julguei isso como impedimento para tentar uma aproximação. Como todos os homens da empresa, eu também cortejava Rosana, só que de uma maneira mais branda, sem excessos.

E verdade que a comia com os olhos, sobretudo quando ela não sabia que estava sendo observada. Quando cruzávamos pelo corredor, sempre virava para vê-la, balançando de forma sensual os quadris. Aquela bunda era o ponto forte e eu sonhava com o dia em que pudesse ao menos passar a mão naquele material todo.

Algumas vezes eu a acompanhava nas visitas que fazíamos e sempre ficava pensando numa forma de abordá-la. Sinceramente, nunca achei que uma mulher daquelas iria acabar na cama comigo. Tudo começou a mudar quando fizemos uma brincadeira de amigo secreto no final de ano. Havia uma caixa na copa onde eram deixados os bilhetes. E claro que mandei muitos e ela acabou descobrindo que era eu.

Mesmo assim a troca continuou. Isso serviu para nos aproximar mais e foi ai que encontrei uma Rosana que os outros não conheciam. Certo dia, numa de nossas saídas para visitar clientes, com a desculpa de mostrar a ela uma paisagem, toquei levemente sua coxa e deixei minha mão ali por alguns segundos.

Para minha surpresa, Rosana não manifestou nenhum gesto, sequer no olhar, para que eu retirasse a mão, que continuou ali pousada. Aquilo me demonstrou que poderia avançar mais e, alguns minutos depois, meus dedos já faziam movimentos de caricia sobre o fino tecido da saia curta. No CD-player do carro, tocava uma musica suave e aquilo foi criando um clima bem intimo. Minha mão desceu um pouco e pude tocar a pele dela, primeiro sem movimentar os dedos e depois fazendo leves movimentos circulares.

Do momento em que pousei minha mão até aquela carícia, conversávamos normalmente, como se aquele contato não estivesse ocorrendo. Auxiliado pelo câmbio hidramático, não precisava mais tirar minha mão da perna do mulherão e as caricias foram se tornando mais insinuantes. Passei direto pelo local que iríamos visitar e fui para uma estrada federal, onde havia motéis. Rosana entreabrira um pouco as pernas e minha mão avançou para baixo da saia

Ao sentir o calor morno que exalava dali, toquei a buceta por cima do tecido fino da tanguinha e a descobri completamente úmida. Rosana reclinara um pouco mais o banco e, de olhos fechados, curtia aquele toque, às vezes prendendo minha mão entre as coxas. Todos os meus sonhos estavam se materializando. A velocidade diminuiu e entramos num motel. Ao fechar a porta da suíte, abracei Rosana pela cintura e beijei a boca mais gostosa que toquei.

A língua se enroscava com a minha, enquanto minhas mãos finalmente acariciavam as coxas e o bumbum de Rosana, primeiro sobre a saia, depois por baixo. A tanguinha estava enfiada nas nádegas e aquilo me deixava completamente louco. Praticamente arrancamos as roupas um do outro. Meu pau estava duro como pedra e Rosana acariciava de cima a baixo, tocando as bolas.

Sem parar de fazer carinho naquele monumento, fui descendo e beijando cada milímetro daquele corpo ate chegar aos seios. Lambi e chupei, quase conseguindo enfiar tudo na boca. Minhas mãos já trabalhavam abaixo da cintura, percorrendo as coxas, pernas e bumbum. Enfiei minha língua no umbiguinho lindo e continuei descendo ate que chegasse nos primeiros pelos.

A tanguinha não foi tirada normalmente, mas arrebentada pela fina tira lateral. O cheiro que exalava daquela buceta era como o melhor dos perfumes e eu chupei tudo, enfiando a língua naquela gruta molhada. Rosana delirava, gemia, estava morrendo de tesão. Depois do banho de língua, virei-a de bruços e me deparei com aquela bunda que merecia um poema.

Como não sou poeta, limitei-me a beijar e a lamber. Rosana erguia o bumbum e mostrava o circulo rosado. Enfiei a língua na buceta e vim subindo ate chegar nele. Foi como se tivesse aplicado um choque nela. Depois de toda chupada, Rosana pegou novamente no meu pau e o levou a boca.

Começou lambendo a cabecinha e depois fez uma chupeta deliciosa, ao mesmo tempo em que virávamos ate chegar na posição sessenta-e-nove. Com ela por cima, podia lamber tudo, da buceta ao cuzinho. Quando Rosana gozou, ficou esfregando a rachinha no meu rosto e eu lhe dei fortes jatos de porra.

Passados alguns minutos, caímos na piscina e ficamos brincando, conversando e rindo. Logo estávamos novamente cheios de tesão e de volta a cama. Rosana queria vara e eu dei, enfiando tudo naquela buceta carnuda. A mulher era um vulcão e adorava sexo. Trocamos de posição diversas vezes, pude fode-la de todas as formas, fazendo-a gozar sem parar. Meu cacete entrava e saia enquanto meu dedo preparava outros caminhos.

Delirávamos de prazer. Novamente de bruços, Rosana erguia a bundinha, como pedindo para que eu a comesse. Não me fiz de bobo e esfreguei o pau naquele rabo, encaixando a cabecinha. Acho que levei uns cinco minutos para conseguir enfiar a cabeça, tudo com muito carinho. De quatro, a gata recebia o resto da vara gemendo, dizendo que era gostoso, pedindo que eu estocasse tudo.

Enfiei ate o talo naquele cu, sentindo as bolas baterem na bunda. Dedilhando a buceta, acariciando os seios, tirava e colocava novamente o pau. Entalada, gozamos juntinhos, estremecendo na cama. Depois desse dia, tivemos um relacionamento de uns seis meses, tempo em que fizemos de tudo, ate uma trepada fenomenal na sala da empresa, mas isso eu conto em outra oportunidade.

Conto erótico recebido por email - By Rogério

Uma Grande Loucura

Vale a pena, às vezes, se esquecer de tudo para viver uma grande loucura. Sou uma jovem de 2O anos, bonita, morena, dessas cor de jambo, tarada e insaciável. Esta historia aconteceu quando conheci Waldir, o dono de uma firma de representação onde comecei a trabalhar como vendedora. Desde o primeiro dia, achei Waldir atraente.

Ele era moreno, alto, bonito, musculoso, um tesão de homem! Isto logo me chamou a atenção. Tudo bem que eu já era comprometida. Mas estava cansada de ter um homem só e de saber que, ainda por cima, ele me traia com outras mulheres. Decidi que já era a hora de viver um pouquinho minhas fantasias. Waldir era doce, gostoso, sensual.

Nas duas primeiras semanas de trabalho, confesso que ele chegou a me perturbar. Às vezes, eu ia ao escritório ao fim do dia, mesmo sem ter nada para fazer, apenas para vê-lo e sentir aquele sedutor olhar sobre todo o meu corpo jovem. Alem de tudo, ele era muito carinhoso e isto foi criando um clima de liberdade entre nos, que culminou numa tarde ensolarada. Após um dia tumultuado, passei no escritório para ver Waldir.

Ele não estava, mas eu fui decidida a esperá-lo para conversarmos depois. Waldir não demorou e logo mandou a secretaria embora. Mal a garota desceu as escadas, trancou a porta e, depois de trocar um olhar profundo comigo, veio em minha direção e me abraçou. Eu estava suada, mas ainda assim me sentia mais sexy do que nunca. Lentamente, ele foi tirando minha roupa, deixando-me nua e a sua mercê.

Fez o mesmo com seus trajes e pude ver a beleza de um corpo bem trabalhado. Waldir me colocou no carpete e me deu um banho de língua maravilhoso. Chupou meu grelinho com gosto, me fazendo gemer de prazer. Antes que eu tivesse um desmaio, levantei e me ajoelhei na frente dele, começando a mamar aquele pau.

Já ansiava por sentir aquela coisa dentro de mim, quando vi que Waldir tinha sensibilidade suficiente para adivinhar meus desejos. Começou a me penetrar e aquele pauzão grosso foi rasgando a minha buceta apertada sem piedade. Mas eu, gulosa pra caramba, já imaginava como seria aquela coisa toda dentro do meu cuzinho.

Gozava só com a idéia. Waldir me comia com tesão. Enfiava o pau na minha xoxota e tirava, ao mesmo tempo colocava o dedo na minha bundinha, preenchendo-me por inteira. Que delicia! Que homem! Eu delirava. Foi então que ele disse que queria comer minha bundinha. Neguei a principio, afinal nunca tinha feito aquilo sem ser com meu namorado. E tinha um encontro com ele duas horas depois. Mas o tesão era tanto que não resisti.

Fiquei de quatro e deixei que Waldir me enrabasse. Doeu pacas e eu só consegui deixar até a metade. Depois de muita insistência, deixei que ele fizesse o trabalho totalmente.

Conto erótico recebido por email - autor anonimo

Consolo para a Mulher do Próximo

Quando morava em Curitiba, desfrutava os prazeres da vida noturna com meu amigo Marcos, um sujeito boa-pinta, bom de papo, mas muito grosseiro com as mulheres. Foi ao lado dele que conheci Tati, uma morena extremamente sensual, de boca carnuda e cintura fina. Infelizmente — ou felizmente — Marcos não soube cultivá-la e eu pude conhecê-la melhor, estudando uma forma de abordá-la.

Num domingo ensolarado, passava pela Avenida Batel e encontrei Tati desfilando no carro conversível. Logo vi que ela estava chateada e tomei a liberdade de convidá-la para um bate-papo. Ela logo topou e, no desabafo, disse que estava chateada porque Marcos era muito ciumento e a maltratara. Estava decidida a não procurá-lo mais e falava isso com lágrimas nos olhos. Foi aí que, para consolá-la, coloquei a cabeça de Tati no meu ombro e abracei. Limpei os olhos borrados da morena e tomei o rosto dela nas mãos para beijá-la.

Nossas línguas se embolaram num ritmo alucinante como querendo se achar a tempos. Puxei a cintura de Tati junto a meu corpo e a fiz sentir meu cacete duro como uma árvore. Recuperada, ela sorriu e perguntou o que eu desejava. Disse, então, que adoraria sentir a quentura do corpo dela e fui prontamente atendido.

Fomos para meu apartamento e, logo que chegamos, Tati jogou as roupas no chão. Ficou só de calcinha fio-dental, sutiã meia-taça, cinta-liga, sapatos de salto alto e um conjunto de cor preta que combinava com cabelos e olhos de cadelinha no cio. Peguei a morena no colo e a levei para o quarto, onde nos beijamos por aproximadamente cinco minutos. Desci a língua pelos ombros e mamei aqueles seios com volúpia monstruosa, chupando-os alternadamente. Em seguida, desci por aquela barriguinha deliciosa e tirei a calcinha com a boca.

Lambi a parte interna das coxas roliças, tomando o néctar que saía das entranhas de Tati, após algumas estocadas com a língua naquela cheirosa buceta. Coloquei-a de bruços com um travesseiro na altura do quadril, para facilitar meu trabalho, e fiquei chupando aquele rabinho. E que rabinho! Enfiei a língua o mais que pude no ânus de Tati, arrancando gemidos de prazer e fazendo com que implorasse para ser penetrada.

Quando ela estava quase chorando de tesão, virei-a de frente e me dediquei única e exclusivamente à buceta, que exalava um cheiro tesudo e delicioso. Passei a língua no clitóris, fazendo-a atingir o clímax inúmeras vezes, com Tati puxando os meus cabelos e forçando o rosto na buceta dela.

Saciada, disse que agora era a vez de ela fazer travessuras comigo. Com maestria e experiência, Tati colocou a cabeça do meu Bráulio na boca, se dedicando ora à pontinha, ora aos testículos. Eu pulava de tesão, pedindo que engolisse toda a pemba. Mas Tati dizia, com aquela voz rouca, que queria me torturar. Guarde a porra porque não quero perder uma gotinha sequer, pedia. Tati ficou de quatro, com as entranhas viradas para o espelho e engoliu de uma única vez meu pinto inteirinho. E fez com que, em curtíssimo tempo, jorrasse em quatro esguichadas muita porra. Tudo foi devidamente sorvido como prometera.

Após um breve descanso, estava novamente de cacete em riste devido às suas bolinações. Ela sentou e cavalgou em cima de mim como uma amazona, apertando meu peito, braços e pernas com as mãos. Vai puta, vagabunda e sem-vergonha, cavalga mais, gritava, pedindo para que não parasse de foder. Ela contraiu os músculos da vagina, estrangulou meu pinto e começou a ter orgasmos múltiplos e gritar palavras desconexas, fazendo com que eu gozasse e inundasse o túnel do amor de porra.

Logo após, para não desperdiçar nada de sua grutinha maravilhosa, Tati passou minha mão na sua gostosa buceta e depois a levou até a boquinha chupando meus dedos como se fossem um cacete. Desde então, passamos a nos relacionar quase que diariamente. Descobri que uma de suas maiores fantasias era foder dentro de carros. Passei a fazer isso sempre que íamos a boates e restaurantes. Tati adorava praticar tudo nos carros e só sossegava depois de engolir todo meu leite pegajoso.

Mesmo depois que retornei para São Paulo, nos encontramos em Curitiba outras vezes. É claro que sempre para transar em estacionamentos, fosse de dia ou à noite. Mas infelizmente perdi o contato com ela. A esperança é de que se ela ler este relato ,talvez se lembre de mim. Enquanto isso dedico honrosas punhetas a minha deusa. 

Conto erótico recebido por email - By Carlos

A Sobrinha do Meu Vizinho

Eu acabara de mudar para um apartamento que havia recém adquirido, e por casualidade dessa vida, mudou-se para o mesmo prédio um amigo que há muito não via, para minha surpresa trazia junto com a família uma sobrinha que iria passar uns tempos por lá.

Era um escândalo aquela gatinha de l9 aninhos, mas nada me passou pela cabeça com relação a ela, mas com o passar do tempo foram ficando mais íntimas as nossas famílias a ponto dela fazer amizade com a minha esposa e filhos pequenos. Certa ocasião ela perguntou-me onde trabalhava, e quando disse aonde ela retrucou dizendo que era perto do seu local de trabalho, quase sem querer, eu disse que qualquer dia poderíamos almoçar juntos, já que trabalhávamos tão perto.

Qual foi o meu susto quando, no dia seguinte, um colega foi me chamar dizendo que havia um avião no atendimento querendo falar comigo. Ora, não era outra pessoa senão aquela minha vizinha tão simpática. Aproveitei a oportunidade para chamá-la para almoçar, o que ela prontamente aceitou, e quanto ao local ela pediu que fosse qualquer um onde pudéssemos ir na minha moto, confessando que sempre desejou andar na garupa da minha reluzente 75O Four.

Quem não atenderia um pedido feito por uma linda mulher, e assim fomos parar no Rios, ali no Aterro do Flamengo, pois estava fazendo um dia muito agradável. No caminho começou uma verdadeira tortura, pois eu sentia seus seios pressionando minhas costas e suas mãos apoiadas nas minhas pernas enquanto pilotava com destino ao restaurante, já estava ficando com tesão, mas por sorte o paletó disfarçava.

Ao chegarmos ao Rios nos sentamo do lado de fora e ela disse que preferiria beliscar algo e tomar uns chopes do que almoçar, e assim o fizemos, depois de uns chopinhos eu que ainda estava um pouco confuso com a situação perguntei se ela não achava estranho estar ali com um vizinho casado e com mais de doze anos de diferença na idade.

A pergunta mais pareceu como uma senha para o início da sacanagem, ela chegou mais para perto e colocando a mão sobre minha perna disse que desde a primeira vez que me viu sentiu-se atraída por mim e tascou um beijo minha boca. Instintivamente correspondi e comecei ali mesmo a bolinação, já estava estourando de tesão quando disse que estávamos fazendo a coisa certa no local errado e sugeri que fossemos para um motel, o que ela concordou de imediato.

O caminho para o motel mais próximo foi outra loucura com ela na garupa enfiando as mãos por dentro das minhas calças e apertando a minha pica, só mesmo o meu anjo da guarda para fazer com eu não perdesse o controle da moto.

Entramos num motel que fica de frente para o Aterro do Flamengo, subimos céleres até a suíte já no melhor dos amassos, entre a porta da suíte e a cama foram ficando espalhadas pelo chão as nossas roupas, não tivemos sequer oportunidade de olhar a maravilhosa vista ou mesmo de fechar as cortinas, eu vasculhava cada centímetro do corpo daquela gatinha com as minhas mãos e língua, seu corpo exalava um leve odor de tesão, sua grutinha estava toda molhadinha, fui descendo pelo seu pescoço, seios durinhos os quais eu chupava e intercalava com umas leves mordidas enquanto ela gemia de prazer,

Continuei descendo pelo seu colo fazendo uma escala no umbigo até chegar aos seus pelinhos dourados e naquela bucetinha úmida e cheirosa, enquanto isto ela segurava o meu cacete com suas mãos macias e apertava com vigor gemia mais ainda e pedia que a chupasse, enfiei a minha língua naquela racha e comecei a mordiscar o seu grelinho, começamos então um delicioso sessenta e nove com ela por cima, ela já estava gozando na minha cara, descia aquele líquido denso de dentro da sua buceta, eu procurava não desperdiçar nada, um verdadeiro néctar dos deuses.

Quando senti que esta prestes a gozar, dei um jeito de sair daquela posição e passar para cima, ela já estava gozando pela segunda vez e rapidamente abri as suas pernas e enfiei a cabeça do meu pau na sua xaninha e comecei a penetrar bem devagar de modo que pudesse controlar a minha ejaculação, ela me apertava com os seus músculos vaginais de uma forma que eu nunca sentira com outra mulher, quando consegui enfiar toda a minha vara na sua buceta começamos um frenético movimento de vai e vem que culminou com um gozo alucinante, eu perdi totalmente o controle sobre mim.

Meu corpo vibrava de uma forma nunca antes experimentada, ela gritava como louca e apertava-me com as pernas contra o seu corpo e quase dilacerava o meu pau com os seus músculos internos, foi uma loucura indescritível. Passamos algum tempo para recuperar as forças, e sem que uma palavra fosse dada começamos a nos acariciar e recomeçamos tudo de novo, ficamos nesta sacanagem até perto da meia noite, só fudendo e gozando.

Muitas foram as vezes que saímos novamente, abusamos do risco de sermos descobertos, trepamos até mesmo na casa de máquinas da piscina do nosso prédio, bem perto das nossas famílias enquanto eles estavam curtindo um churrasco. Já se passaram muitos anos, foi em 1983, e até hoje quando passo por perto ou vejo aquela fêmea, que hoje é um mulherão, fico excitado, assim como estou no momento.

Reinei durante muito tempo naquela área, quase perdi a cabeça e joguei o casamento para o alto, mas por sorte não o fiz, pois com certeza hoje estaria fazendo parte da coleção de ex-maridos e de casamentos desfeitos que ela contabilizou, e se por um acaso eu puder encontrá-la novamente será apenas para transar e gozar sem qualquer compromisso! OUVIU?

Conto Erótico recebido por email – autor anônimo

Diário Íntimo de uma Mulher

O que vou contar aconteceu recentemente comigo e acho que é do interesse de todas as mulheres que estejam se aproximando da casa dos 4O e se preocupem com isso. Tenho 35 anos e estou casada há 17 com Acácio. Antes mesmo de me casar, já trabalhava na mesma firma onde estou até hoje. Tenho orgulho em dizer que entrei lá como aprendiz, fui me desenvolvendo profissionalmente e, nos últimos cinco anos, tenho sido secretária da presidência.

Começarei este relato por um rápida descrição minha e devo dizer que não me acho bonita. Mas sei que tenho um bom corpo, pois nunca me descuidei da ginástica. Como não tive filhos, as linhas do meu corpo permanecem impecáveis e meus seios são firmes, com grandes mamilos salientes. A barriguinha apenas se insinua e as cadeiras um pouco largas, mas sem qualquer indício de celulite. Tenho boas pernas, com coxas longas e bem torneadas. Minha boca é pequena e, recentemente, cortei os cabelos.

Acho que este novo corte melhorou ainda mais meu visual. Meu marido é um homem correto, mas sempre me considerei fria pois, em todos esses anos de casada, nunca tive um orgasmo, salvo alguns decorrentes de masturbação. Acácio e eu mantemos relações sexuais muito raramente, mas isso pouco importa, pois não sinto prazer em nossos contatos. Para mim, é como se nossa transa representasse apenas o cumprimento de um dever, para dar prazer a ele.

A rotina conjugal passou a ser quebrada, no entanto, por algo que está mudando minha vida, conforme vocês poderão perceber pelas anotações que fiz em meu diário íntimo e que as transcreverei exatamente como anotei no dia-a-dia. 5/jun/95 - O presidente da empresa não veio ao trabalho nesta segunda-feira. É a primeira vez que isso acontece e ficamos muito preocupados. Ele é excelente pessoa e trata todos os empregados com a máxima civilidade.

Por volta das 1O horas, ligaram de sua casa avisando-nos que ele sofrera um enfarte e, por ordem médica, está proibido de trabalhar por prazo indeterminado. 6/jun/95 - Seu filho mais velho, Bob, com cerca de 2O anos, apareceu logo cedo para trabalhar no lugar do pai. Ele é um rapaz muito bonito, esportivo, e até então não havia demonstrado nenhum interesse pela empresa, mesmo diante dos insistentes apelos do pai. Conversou comigo e disse que, mesmo a contragosto, ia assumir o lugar do pai e contava comigo para que pudesse fazer o melhor possível.

É claro que o tranqüilizei assegurando-lhe minha total lealdade e colaboração. 7/jun/95 - Bob é um jovem inteligente e, rapidamente, tomou as rédeas da situação. No seu segundo dia de trabalho, já podemos sentir que a empresa tem comando. Mesmo atuando diferentemente, tem as mesmas características do pai e é tão firme quanto ele. Mas hoje ele me deixou encabulada, ao olhar-me de um jeito que chegou a me incomodar.

Já o surpreendi espiando meus seios pelo decote (pouco generoso). Percebi também que andou avaliando o balanço da minha bunda, enquanto eu caminhava à sua frente. Pode até ser impressão minha, coisa de mulher tola. Mas creio que ele me acha atraente. 8/jun/95 - Não estou enganada, o rapaz me deseja de fato. Eu o surpreendi com uma ereção, que ele tentou disfarçar. Bob usa calças justas e camisas pólo. Sua genitália fica o tempo todo marcada sob a calça, ostentando um enorme volume.

Não consigo afastar os olhos daquela região do corpo dele. A situação está constrangedora, pois ele também já notou minha fascinação por seu volume. 9/jun/95 - Meditei sobre o assunto e resolvi assumir a situação, arcando com as conseqüências. Se tiver de acontecer alguma coisa, que aconteça, pensei.

Fui trabalhar sem sutiã, vestindo apenas uma blusa leve, bem decotada, e uma saia curta. Bob passou a manhã inteira disfarçando a ereção que lhe provoquei. Após o almoço, eu estava curvada diante de um arquivo, procurando uma pasta, quando ele chegou por trás, abraçou-me e empinou seu corpo contra meu traseiro e suas mãos envolveram meus seios sobre a blusa.

Entreguei-me ao êxtase do momento e o enlacei pelas costas, apertando ainda mais seu corpo contra o meu, comprimindo assim aquele enorme pênis, rígido como uma barra de ferro, contra minhas nádegas. Curvei minha cabeça para trás sobre seu ombro e fui lambida, beijada, mordida e chupada no pescoço. Foi assim que, sem que qualquer outra parte do meu corpo fosse tocada, tive o primeiro orgasmo de minha vida pelo contato com um homem.

A coisa veio em ondas sucessivas, subiu pelas pernas, espinha dorsal e vísceras, afogando-me num mar de prazer. Gemi, gritei, minha visão ficou turva e tudo girou ao redor de mim numa excitação alucinante. Desmaiei nos braços dele. Não sei por quanto tempo. Quando acordei, estava no sofá e ele, aflito ao meu lado, massageava meu peito, fazendo-me cheirar uma loção de barba. Eu o tranqüilizei dizendo que tinha sido a emoção do meu primeiro orgasmo.

Agradeci-lhe por ter me proporcionado tal prazer, mas ficamos, os dois, muito perturbados. Nada mais falamos até o final do dia. lO e 11/jun/95 - Fim de semana passado no suplício da saudade e do desejo. 12/jun/95 - Fui cedo para o trabalho, ansiosa para reencontrar o homem que me proporcionara a delícia do primeiro orgasmo. Bob chegou às 9 horas e foi logo me avisando que sairíamos em seguida para visitar uma das filiais. Tão logo saímos da empresa, nos atracamos num demorado beijo e fomos direto para um motel, um lugar desconhecido para mim, até então. Bob foi logo tirando minha roupa, que consistia apenas em saia, blusa e calcinha, pois eu me vestira pela manhã certa de que aconteceria o inevitável nesse dia.

Tirei-lhe também a roupa e, por alguns instantes, ficamos nos admirando completamente nus. Eu não me cansava de admirar a maravilhosa ferramenta que, com certeza, me faria muito mais feliz do que já fizera. Bob pegou-me gentilmente no colo e conduziu-me até a larga e convidativa cama redonda. Lá, beijou-me todo o corpo, chupou meus mamilos e desceu até a vagina, demorando-se no clitóris, que, por sinal, eu o tenho bastante saliente. Agarrei seu pênis, incomparavelmente maior, tanto em comprimento quanto em grossura, que o do Acácio.

Jamais poderia sonhar que pudesse existir tal maravilha. A glande, alongada, sobressaía como que para coroar aquela estrovenga portentosa e tinha quase o dobro do diâmetro do próprio pênis. Grossas veias ornamentavam o corpo do obelisco de ferro em brasa. Beijei alucinadamente a maravilha que tinha nas mãos para retribuir os inúmeros orgasmos que alcançava com os carinhos do Robertinho, mas foi impossível. Minha boca era pequena demais para comportar tal monumento.

Mas fiz o possível, lambendo e alisando inteirinho o pênis, que pulsava, e desfrutei o prazer de ver brotar enorme quantidade de sêmen, que engoli de imediato, completamente realizada. Após um breve repouso, que passamos abraçados, nos acariciando, o membro do Robertinho voltou a ficar rígido, anunciando que ia me penetrar. Estava ansiosa para recebê-lo dentro de mim e, ao mesmo tempo, apavorada quanto ao estrago que poderia fazer na minha grutinha. Disse ao Bob que a minha experiência sexual até então tinha sido apenas com o pênis do meu marido, que não passava de uma minhoquinha, comparado com o dele, meu amante.

Mas que não abriria mão de ser possuída por ele. Bob assegurou carinhosamente que seria cuidadoso e que interromperia a penetração se eu não suportasse a dor. Ele comentou ainda que acreditava que eu estava pronta para recebê-lo por inteiro. E assim foi, embora muito mais difícil e mais doloroso do que fora meu desvirginamento. Bob suspendeu minhas pernas, abriu bem minhas coxas e lubrificou minha vagina e seu pênis. Encostou aquela enorme glande na entrada da minha grutinha e deu o primeiro empurrão.
A cabeça entrou ao som de um grito de dor que não consegui evitar. Mas aquilo me deixou eufórica e realizada, pois, se a cabeça, que era enorme, havia entrado, todo o resto me invadiria para me fazer feliz. Ele foi introduzindo a ferramenta pouco a pouco, provocando em mim orgasmos sucessivos, até que as bolas do saco bateram firmes no meu traseiro e a cabeçona do pau tocou nas profundezas do meu ser. Doía muito, mas eu continuava gozando sem parar. Que maravilha era poder sentir-se completamente preenchida por um macho poderoso como aquele que estava comigo!

Quando Robertinho teve seu primeiro orgasmo, seu esperma deve ter ido parar direto no meu útero, pois não havia espaço para acomodar uma única gota em minha gruta. Corro até o risco de ter engravidado, mas não estou me importando com isso, pois o que mais quero é ter um filho do homem que me possuiu com tanto vigor e, principalmente, por ser fruto do amor que estou sentindo por ele.

Passamos o resto do dia trocando carícias e descansando um pouco entre uma transa e outra. Perdi a conta de quantas foram. E pensar que eu me considerava uma mulher fria! Estou escrevendo esse diário em minha casa e me sinto completamente exausta e toda dolorida. Se o Acácio quiser transar comigo hoje, vai encontrar minha gruta tão larga que, fatalmente, descobrirá tudo. 13/jun/95 - Mais uma vez, passamos a tarde juntos num motel. É incrível, mas nunca estamos satisfeitos. Parecemos dois insaciáveis.

Perdi novamente a conta de quantas vezes transamos, mas, certamente, foram mais de quatro. Bob mostrou desejo de me possuir pelo ânus e, embora temerosa, concordei. Nada posso negar a um macho que me domina tão prazerosamente, pensei. Deitei-me de lado, ele lubrificou o pênis e meu anelzinho. Mas, para nossa frustração, foi impossível. Sua barra de ferro não conseguia avançar, de jeito nenhum, em meu rabinho. Mas tamanha era a vontade dele de me comer o traseiro que Bob gozou só de tentar me penetrar.

Pude sentí-lo se esfregando em minhas nádegas, acariciando e beijando minhas costas, gozando e me fazendo gozar também. Descobri que, além de não ser fria, sou do tipo de mulher que consegue orgasmos múltiplos facilmente, quando tocada por um homem de verdade. Mas Bob aparentemente não desistiu da intenção de comer o meu cuzinho. Disse que vai comprar três consolos, de tamanhos diferentes, e aos poucos alargar meu ânus. Concordei em fazer os exercícios, pois, tudo que o meu macho pedir, eu farei.

Estou loucamente apaixonada por ele. 14/jun/95 - Mais uma tarde inteira copulando com meu macho. Bob me entregou os três consolos e já experimentei o primeiro. Mesmo sendo o menor dos três, doeu horrores, mas, como o Robertinho estava, simultaneamente, me possuindo pela frente, consegui gozar intensamente, sem me incomodar com a dor. Foi maravilhoso!

Estou convencida de que a penetração anal pode ser dolorida, mas é ótima! 15/jun/95 - Estou convencida também de que eu e o Bob não conseguimos passar um dia sequer sem transar. Hoje, nosso encontro foi à noite e ainda melhor que os outros. Experimentamos o segundo consolo e, para minha felicidade, consegui suportar a dor. Bob gratificou-me com uma fenomenal penetração.

Cheguei em casa muito tarde e Acácio esperava por mim. Estou tão dolorida que modifiquei a forma de andar e de sentar. Meu marido desconfiou e, como não sei mentir, contei-lhe tudo sobre o Bob e eu. Acácio, a princípio, ficou chocado, mas depois, surpreendentemente, aceitou a situação. Disse que, se o que estava acontecendo me fazia feliz e realizada, eu poderia continuar.

Impôs apenas uma condição: os encontros deveriam acontecer em casa, porque ele queria assistir a tudo. Acácio prometeu ser discreto, pois não queria que o Bob soubesse. Fiquei surpresa, mas concordei. Só não sei como farei a proposta ao meu amante. 16/jun/95 - Hoje foi o dia de glória total com o Bob. Com o terceiro consolo, chamado destróier, ele penetrou todo o meu ânus. Houve alguma dificuldade, sim, mas tudo aconteceu sem grandes sofrimentos.

Depois de alargar meu cuzinho com o consolo, Robertinho me colocou de bruços, lubrificou bem seu membro e o introduziu em mim. Meu buraquinho, todo umedecido, recebeu pouco a pouco seu pau, que tem a glande muito maior que a do consolo. O início da penetração foi ainda dolorida, mas, assim que ele conseguiu alojar a cabeçona, o resto deslizou com relativa facilidade. Fui totalmente invadida por meu amante que, ao mesmo tempo, acariciava meu clitóris, mordia minha nuca e afagava meus seios.

Tive um orgasmo maravilhoso, tão prazeroso quanto o primeiro, que foi o que fez aflorar minha sexualidade. Meu amante sabe o que faz comigo, mesmo quando judia de mim. Ao gozar, ejaculou uma enorme quantidade de esperma dentro do meu ânus e derramou o restante sobre a cama. Foi uma tarde maravilhosa, em que nos realizamos plenamente. No caminho de volta ao escritório, contei-lhe sobre a descoberta de Acácio e sua proposta. Bob ficou de pensar e me responder depois.

Conto erótico recebido por email – By Su
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