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O Síndico da Suruba

A reunião de condomínio estava chatíssima até adentrar o recinto a nova vizinha do 3O6, uma quarentona fantástica, num vestidinho folgado, deixando à mostra as laterais de peitos ainda firmes. Até o síndico, o Jonas, ficou abalado, confundiu datas e trocou números, depois de levantar da cadeira e oferecê-la à ilustre proprietária. Ao reclamar de um problema no encanamento, ela quase viu uma legião de respeitados senhores se transformar em bombeiros prontos a segurarem o cano e ao mesmo tempo, apagar o fogo naquele verão nordestino.

Olhando bem para a estranha, a mulher do síndico, dona Ana, parecia já entender tudo, só manjando, vendo uns com a mão no pau, a maioria sem prestar mais atenção em nada. Como a maioria dos assuntos da pauta já tinha se esgotado, Jonas deu por encerrado os trabalhos.

O pessoal foi saindo e sobraram umas seis pessoas: o casal de síndicos, eu, meus vizinhos recém-casados e a quarentona boazuda, que se chamava Vânia. Ficamos conversando animados sobre os mais variados assuntos. Na verdade, os homens sustentavam a conversa de olho em Vânia, interessados em deixá-la bem à vontade.

Atenciosa, Ana convidou a todos para beber um drinque na cobertura onde moravam. O calor estava forte e o convite foi aceito naturalmente. Muito animada, parecendo velha moradora do prédio, Vânia disse no elevador que gostava de aproveitar ao máximo a vida e disse:

— Isso me faz esquecer que fui viúva um dia, e emendou. — Não existe nada pior para uma mulher jovem do que a viuvez.

Nunca tinha comido viúvas e, confesso, não passava pela cabeça traçar uma. Mas aquela estava me tentando. O mesmo devia estar passando pela mente de Jonas e Tobias, o recém-casado. A propósito, a mulher dele, Rita, era um pitéu, prato para se comer com a pimenta do lado. As perninhas roliças ficavam à vontade no shortinho que usava, realçando o bronzeado.

Na cobertura dos síndicos, uma hora depois, o clima ficou mais leve ainda com os drinques que Ana preparava e as piadas contadas por Jonas. Àquela altura, notei que a anfitriã estava arrastando a asa para Tobias, enquanto Jonas ia mostrar o apartamento a Rita. Só me sobrava a boazuda, que não parava de falar, cruzando e descruzando as pernas.

O jazz que vinha do aparelho de som dava um clima gostoso à coisa. Ana e Tobias preparavam drinques juntinhos, trocando receitas e, pelo que pude ver, roçando as pernas dentro do barzinho. Jonas e Rita não voltavam nunca e aquilo me intrigava. Tinha cheiro de sexo no ar.

Convidei Vânia para irmos à varanda apreciar a paisagem e aproveitei para tentar encontrar os dois sumidos. Foi quando ouvi gemidos baixinhos vindos da janela de um dos banheiros. Só podia ser o sacana do Jonas comendo Rita, obrigando-a a pagar um boquete como taxa - extra do condomínio. Notei que Vânia também ouvia os gemidos e parecia mais excitada:

— Que calor, hein?

Já que a festa estava começando, não neguei fogo. Agarrei a quarentona por baixo do vestidinho e peguei firme, direto na calcinha, arrancando-a com um só puxão.

— Nossa, que disposição, balbuciou, roçando o rosto na minha barba e abrindo a minha calça.

Em busca do conforto de um quarto, arrastei-a para dentro do apartamento. Ao passar pela sala, pude ver Ana levando na bundinha, nas mãos do felizardo Tobias, ainda dentro do bar. Na certa, usava algum licor como lubrificante...

Encontramos um quarto aberto e entramos. Depois de botar a camisinha e colocar o tronco na gruta de Vânia, percebi que estava na mesma suíte onde Jonas e Rita transavam. Os gemidos agora eram mais altos, rivalizando com os nossos. Vânia era mais gostosa do que aparentava, com uma mexida fantástica, abrindo e fechando as pernas aceleradamente.

Estava tão concentrado no que fazia que acabei me esquecendo dos outros dois. Só lembrei ao ver Jonas de boca nos peitos de Vânia e sentir a língua de Rita lambendo minha bunda. Os quatro pareciam bichos, sem travas. Claro que nossos ruídos despertaram o interesse de Ana e Tobias, que chegaram no quarto peladões e querendo mais foda.

Não sei quem, talvez Jonas ou Tobias, desligou a luz. O quarto ficou no breu total. Ali, ninguém era de ninguém... Uma boca logo veio procurar o meu pau, enquanto eu chupava a xoxota de Ana, raspadinha e bem apertada. Pelo que eu ouvia, Vânia estava sendo ensanduichada por Jonas e Tobias, uivando de prazer, falando frases desconexas e, de vez em quando, o nome do marido. O carrossel não parou aí. Depois, foi a vez de Jonas comer Ana, como de hábito, e eu meter em Rita, a mais assanhada de todas, apesar daquela sua carinha de esposa fiel. Aliás, enquanto tomávamos banho, ela deu também para Tobias, o maridão.

Foi uma noite daquelas. Agora, mesmo continuando chatas, não perco uma reunião de condomínio. Só por saber que ela é o aperitivo de uma suruba a seis.

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Suruba Após As Compras

Vida de casado tem cada uma! E para torná-la mais leve é que passo a contar minha experiência de corno ativo neste conto erótico. Há dois meses levei a patroa, Carla, às compras. Ela reclamara na véspera que ultimamente eu andava pastoso, sem aquele furor dos primeiros anos de casado. Carla, ao contrário, dizia-se mais fogosa com o passar dos dias. O calor na rechonchuda aumentava a cada ausência minha.

Em verdade deixava o serviço no Centro e ficava por lá, enchendo a cara nos botecos. Chegava em casa embriagado sem forças até para encarar o prato de sopa que Carla deixava em cima do fogão. Ao entrar no quarto, minha mulher fazia cara feia — se isso era possível naquele rostinho de anjo, — mas mesmo assim exigia que eu cumprisse minhas obrigações. Sem sucesso, não tinha jeito de o pinto empinar.

Ao entrarmos no supermercado para as compras do mês, Carla ainda se queixava das constantes broxadas, mas logo fechou o bico. Na seção de bebidas importadas um rapaz chamou-lhe a atenção enquanto eu passava a examinar os rótulos de vinhos. Com o rabo de olho vi quando o rapaz, com cara de boliviano, entregou um cartão a Carla. A sorte é que eu ainda não bebera a primeira do dia.

Diante da prateleira de massas senti as mãos da patroa trêmulas e geladas ao me entregar o pacote de macarrão para colocar no carrinho. O que diz o cartão? Indaguei. Ela se fez de boba mas, com mais um pouco de insistência, entregou: É um convite para uma noite de swing. Bom, muito bom. -Pensei com minha ressaca. Vamos juntos, emendei.

Carla desistiu das compras no ato. Tenho que me produzir então, disse apressada sem a menor cerimônia. Nunca pensei em dividir aquela buceta com outro marmanjo, mas seria melhor assim. Era a solução para não ganhar chifres e ficar chupando o próprio dedo.

Prontos para partir rumo a tal suruba ainda perguntei a Carla se não ficaria arrependida depois. Respondeu que não e me aplicou um beijão cinematográfico, deixando meu caralho petrificado. Pensei em desistir da festa e comê-la ali mesmo na cozinha de casa. Mais prática, Carla se ajoelhou e iniciou um demorado boquete, tirando o leite que tantas vezes negara àquela boca carnuda. Engoliu uma parte da porção mágica e usou a outra como creme para a pele do rostinho bonito.

Já refeitos de nossa brincadeirinha fomos à festa querendo muito mais. O local combinado era a cobertura de um prédio cheia de vidros e plantas. Na recepção o tipo boliviano pegou Carla pela mão e disse que gostaria de apresentá-la a uns amigos. Uma moça, também com traços de índia, me pegou pelo braço dizendo que faria o mesmo. Que farra! Todas as mulheres estavam à vontade, copos na mão e sacanagens na cabeça. Adriana, a moça que me recebeu, conhecia todas elas. Vamos para o quarto do segundo andar, gostosão, convidou-me. Em pouco tempo, já estava na quinta dose e nem recordava mais que chegara ali com Carla.

Só lembrei da patroa ao passar por uma saleta de mãos dadas com Adriana. Lá estava Carla com o tipo boliviano, um tal de Chico. Estavam os dois no maior amasso, ele estocava aquela xoxota ali mesmo, em cima de uma mesa. Pensei que aquilo poderia me deixar puto da vida, mas fiquei com o maior tesão pela Adriana. Carreguei-a até o outro andar, como havia proposto, e nem esperei que tirasse a roupa.

Fui quase rasgando tudo. Não parecia que tinha passado por uma fase broxante na minha vida. Aliás, isso era tudo que não estava, meu cacete ficou duro como há muito tempo eu não conseguia. Queria foder Adriana todinha, esquecendo que minha mulher estava trepando com outro ali embaixo.

Adriana começava o meu segundo boquete do dia, quando uma cena aumentou minha excitação. Duas gatas entraram no cômodo onde estávamos, completamente nuas e cheias de amor para dar. A princípio, pensei que fosse essa tal história de lesbian chic, mas que nada. Gulosas, começaram a me morder nas orelhas, pescoço, bagos, nuca e pernas.

Gozei na boquinha de Adriana num só jato. Aí foi a vez de uma das anônimas adotar meu caralho com mãos hábeis de massagista oriental. A outra veio por trás e começou a beijar minha bunda. Adriana presenciava tudo, de pernas abertas e dedos no grelinho.

Logo o mastro começou a hastear minha bandeira, com as duas moças iniciando um delicioso rodízio de bucetas no meu colo. Uma mais apertadinha que a outra, mas igualmente molhadinhas. Não querendo perder a farra, Adriana me deitou e esfregou a chavasca na minha boca. A língua entrava e saía daquela gruta com fúria e acabei gozando dentro de uma das duas sem saber em qual delas. Quase ao mesmo tempo, Adriana gritava de prazer:

-Morde meu grelo, enfia tudo, rasga minha xota!

Coisa de louco. O cheiro de sexo dominava o ambiente, mas ainda deu para sentir um perfume conhecido no ar. Quando levantei a cabeça, encontrei Carla na soleira da porta, com ar extasiado e olhos fogosos. Sentindo a senha, as três partiram para outra pica, nos deixando sozinhos. Nem abrimos a boca, em poucos segundos, estávamos agachados. Eu por trás, enrabando minha patroa e escrava, que se deliciava a cada cravada. Desde aquela noite, não perdemos uma festinha promovida pelo Chico e a Adriana, afinal tão bem casados quanto nós.

Conto erotico enviado por email - by Gozador

Carnaval da Putaria

No domingo de carnaval rolou uma transa muito legal que eu vou contar agora pra vocês. Eu tava no calçadão do posto com a minha mina e comecei a dar um amasso nela então pintou o tesao e nós fomos para areia, bem perto do mar. Ela ainda vai fazer 20 anos, mas já é bem putinha, quando eu a conheci ela não era mais cabaço e eu já fudi ela até na orelha, mas pros outros ela se faz de inocente, a mãe dela pensa que ela nunca deu, imagina.

Então nós fomos para junto daquelas canoas de pesca e eu disse que tava tudo limpo, então eu botei o pau pra fora e mandei ela pagar um boquete pra começar. Ela baixou a minha bermuda e a cueca indo abocanhar meu cacete que já estava muito duro e pingando. Eu nem pedi para ela tirar a roupa, pois disse que primeiro queria gozar na boca dela.

Ela mamou legal e eu nem demorei para começar esporrar na cara e na boca dela, pois ela curte muito beber a minha porra. A putinha gemia com a mão enfiada dentro do short, ela estava gozando no dedo. Então, de repente, ouvi um barulho atrás da canoa e dei um pulo para ver o que era e agarrei um cara que na hora nem deu para ver direito, pois estava escuro, mas depois vi que era um rapazinho que devia ter a idade da minha mina.

Ele começou a chorar e pedir para eu o deixar ir embora, mas eu vi que ele estava com o pau de fora da calça durinho. Então eu perguntei se ele estava se masturbando as custas da gente seu e se ele imaginava que era a sua pica na boca dela. Vendo que eu estava muito bravo ele se ajoelhou na areia e quase esfregou a cara no meu pau, pedindo para que eu não batesse nele e que não falaria o que viu para ninguém.

Então eu olhei direito pra ele, o boy até que era bonitinho, lourinho e de olhos claros. Neste instante começou a me dar tesao de botar ele na putaria, então eu falei para mina dar um tempo que eu iria ensinar aquele puto a não ficar olhando as sacanagens dos outros. Pedi que ela me esperasse na calçada.

Ela perguntou preocupada seu eu iria dar porrada nele e eu mandei ela me obedecer, pois se eu não fizesse algo ele iria sair por aí contando que a viu chupando minha piroca Então ela foi andando para o calçadão e eu falei paro moleque que agora ele que ficaria no lugar dela chupando meu caralho. Ele implorou pedindo para que eu o deixasse ir embora. Eu então segurei o queixo dele, fazendo-o abrir a boca e fui enfiando o cacete adentro. Falei para ele que se me chupasse legal que eu o liberaria e, disse também para ele tirar a roupa, pois pelado não ia poder fugir.

Vendo que não tinha alternativas ele obedeceu e tirou a roupa para iniciar a chupada no meu pau. Ele estava mamando muito gostoso e eu perguntei se ele já havia chupado um bocado de caralho. Ele só disse que sim com a cabeça e pôs as duas mãos atrás das minhas coxas para me puxar junto a ele. Eu sentia a cabeça do pau lá no fundo da garganta dele e já estava quase gozando, então o segurei pelos cabelos e comecei a fuder a boca dele com mais forçadizendo:

- Toma meu putinho, eu vou esporrar na tua boca, tu bebe a porra toda. E comecei a gozar esporrando ainda mais do que na boca da mina.

Quando eu acabei de gozar levei o viadinho para dentro de uma canoa e deitei no fundo puxando a cabeça dele para junto dos meus pentelhos. Ele ficou só me lambendo, então eu disse que o pau já ia ficar duro de novo e para ele chupar com bastante saliva que eu ia fuder o cú dele. Ele se assustou e me disse que no cú era cabaço. Então eu perguntei se ele preferia chupar de novo porque eu não queria machucar ele, pois meu pau é um bocado grosso, mas ele falou que se a minha mina agüentava ele também agüentaria, pediu somente que eu metesse devagar.

Aí é que eu fiquei muito doidão, mordi a orelha dele o chamei de meu putinho. Ele disse que era sim e então eu não resisti: tapei a boca dele e soquei o caralho até o talo de uma vez só. O carinha até que tentou se safar, mas eu tava montadão nele e disse:

- Agüenta firme que logo para de doer e tu vai gozar que nem a minha mina goza quando eu a enrabo, eu vou destapar a tua boca e se tu gritar eu te encho de porrada.

Então eu tirei a mão da boca dele e fui descendo até o pintinho dele que tava murcho, eu passei a mão no saquinho e comecei a fazer carinho enquanto ele chorava baixinho. Eu disse que estava com muito tesão nele e para ele relaxar. Comecei a tirar o pau do cú dele e botar de novo bem devagarinho e ele foi parando de chorar enquanto seu pinto ia ficando duro, então eu comecei a punhetar ele com força por que já tava quase gozando.

Então eu falei que iria gozar e comecei a esporrar no cú dele. Ele também começou a gemer e dizer que estava gozando esporrando no chão do barco do pescador. Quando acabamos de gozar eu sentei no banco do barco e ele ficou ajoelhando chupando meu pau, eu comi ele mais uma vez e disse que tinha de ir embora mas para ele aparecer no dia seguinte na mesma hora. Ele concordou e perguntou se eu não queria trazer minha mina para ver a putaria. Caralho, o filho da puta era bem safado mesmo.

Na segunda-feira eu levei a mina, ela não queria ir, mas foi e ele tava lá. Assim que me viu foi tirando a roupa, ele tinha levado um lençol de casal para forrar a areia e pediu pra chupar a buceta da minha mina. Eu a mandei tirar a roupa e eu também tirei. Então eu a mandei deitar de barriga para cima bem arreganhada e soquei a cara do viado na buceta dela, o cara começou a chupar o grelo e a puta se torcendo toda de tesão dizendo:- Mete essa língua toda na minha buceta. -E o viadinho se punhetando eu não agüentei mais ficar só olhando e fui por trás dele e soquei o caralho duma tacada só no cú dele. Ele nem tirou a boca da buceta da mina e começou a rebolar pedindo que eu metesse tudo. A mina começou a berrar de tanto tesão e logo nós três gozamos juntos. Puta que pariu, nessa noite a gente gozou demais.

Então eu perguntei para ele se já havia comido uma mulher, ele disse que não e eu perguntei se ele queria fuder a minha namorada. Ele disse sim, mas que aquela noite seu pau não ficaria mais duro aí eu marquei com ele para terça feira e que neste dia um meteria na buceta e outro no cú da putinha. No dia marcado, quando chegamos o viadinho já estava esperando, mas isso é outra história...

By Carioca por email

Contos Eróticos: Sexo a Exaustão

Recentemente estive em Recife, terra da maior parte dos tarados dessa Internet Brasileira, e claro, conheço umas cinco pessoas de lá, e tenho uma amiga com quem tenho dividido sempre minhas experiências, e que tem feito o mesmo por mim.

Eu me encontrei com ela no primeiro dia, lá conversamos animadamente a respeito de trivialidades e no dia seguinte tínhamos uma festa armada por ela que me garantiu que satisfaria a nós duas. Era uma chácara não muito afastada da cidade, fui logo após o trabalho com a Sandra, minha amiga, e também com Anderson outro conhecido nosso.

Fizemos farra durante umas horas por lá e por volta da meia noite Sandra me arrastou para um quarto com o tal Anderson junto. Chegando lá começamos a nos despir rapidamente e em poucos minutos tinha o pau dele em minha boca, chupando gostosamente. Sandra saiu para buscar mais gente e voltou com outros 3 meninos, que nem tinha visto lá ainda.

Depois de uns minutos ela tinha sob controle dois deles e outro me chupava os seios (Anderson, já com camisinha começava a penetração) eu estava com muito tesão pois aquela semana toda não tinha feito nada esperando por esse dia, e estava muito ansiosa posso dizer.

Mal tinha tempo de ver o que a devassa da Sandra estava fazendo, mas olhei quando eu ouvi ela dizendo uns palavrões e sentando sobre uma pica muito grossa . O pau do cara brilhava denunciando o tesão de minha amiga, ela continuava a masturbar o outro cara

Foi quando senti Anderson acelerar e gemer mais forte anunciando que não demoraria a gozar. O cara que me chupava os seios e que estava assistindo também começou e me foder e colocou com muita força provocando um grito meu, já que seu pau não era dos menores também. Pedi para que fosse mais devagar mas rapidamente ele entrava e saia. Em pouco tempo o cara que era masturbado por minha amiga despejou toda sua porra sobre meu corpo sendo seguido pelo que me penetrava que gozou quantidade enorme de líquido sobre meus seios e barriga.

Eu já tinha alcançado três orgasmos ao menos e estava próxima de outro, quando o menino que estava antes entre as pernas de Sandra colocando outra camisinha chegou perto e eu, ainda de costas na cama, guiei sua pica deliciosamente grossa à minha grutinha, pedi que fosse devagar, pois não gosto de nada forte demais ou com muita pressa, ele atendeu e eu sentia aquele pau quente me alargando devagar.

Era ótimo esta sensação que logo me fez gozar no instante que senti as mãos de Sandra sobre meus seios esfregando-os. Ela por sua vez foi empurrada e de quatro naquela cama tinha agora uma pica a frente enquanto o outro procedia a penetração que pude logo saber que era anal. Sandra gemia muito e ela já havia me contado que gostava muito de sexo anal .

Mas logo eu já não podia mais notar nada ao meu lado pois o dono daquela pica deliciosa me açoitava e me fazia chegar perto de outro orgasmo louco . Gozei, ele também caindo sobre mim quase sem forças. Sandra recebeu alguns jatos de gozo na face, produzidas pelo pau gostoso, de Anderson e caiu também quando o cara que estava sobre ela deixou seu peso sobre ela.

Em pouco tempo quase refeita, fui tomar um banho para me limpar um pouco e descansar daquela foda.Ao entrar no banheiro vi que algumas pessoas que estavam de fora de nossa festinha seminus, deviam ser uns 18 a 19 ao todo,

Não tive tempo de contar pois antes de poder sequer admirar algo me agarraram e sem poder ver quem era eu fui arrastada e encurralada contra uma parede de meia altura, minha saia foi levantada e pude sentir somente o bruto colocando um pau muito quente na entrada de minha bucetinha e com um primeiro e lento golpe foi até o fundo, me empurrando as carnes também.

Delícia, ele me mantinha com o rosto para frente e não pude ver quem era até quando o senti estremecer atrás de mim e me virando vi que era Anderson que, tirando o pau de dentro de mim e retirando a camisinha esporrou em minhas pernas .

Antes de terminar de subir as escadas de volta à casa fui segura novamente, de frente dessa vez, por um outro tarado que ainda não tinha visto me dizendo que sabia que eu era uma tarada de marca maior e que ia me mostrar algo.

Fomos a um dos quartos, eu quase arrastada, e ele me fez ficar de joelhos e chupar um pau grosso e de tamanho respeitável. Depois tive que colocar uma camisinha com a boca, o que provocou risadas no rapaz devido a minha falta de habilidade

Em minutos ele estava entre minhas pernas me chupando e fazendo eu ter outro orgasmo. Entrou em mim devagar e logo já estava estocando rapidamente enquanto esfregava os dedos em meu clitóris, acelerando o ritmo de novo e anunciando que iria gozar me fez gozar também.

Eu não tive tempo de levantar e já tinha outro corpo sobre o meu, já não entendia nada, e minha bucetinha estava já dolorida, mas ainda fui castigada por um e mais outro! No fim já não sabia mais quantos haviam transado comigo, não sendo demais, mas devido ao meu estado de excitação tinha gozos mais rápidos o que me desnorteou um pouco . Acordei ainda grogue as 3:30 e fui ao banheiro zonza, tomei outro banho demorando um pouco.

Quando saí notei que quase todos já haviam voltado e achando minha amiga (na, provavelmente, única cama que não estava molhada de gozo) dormi perto dela, sentindo minha grutinha muito quente ainda.

Dia seguinte não conseguia sequer pensar em sexo e pelo que me lembre uma das únicas vezes que isso me aconteceu, depois Sandra ficou me fazendo gozações, dizendo que finalmente eu ,um tremenda putinha, tinha achado o suficiente, até você não deu conta de tanto macho.

Verdade. Mas foi uma ótima noite, o suficiente para satisfazer até a mais tarada e privada de sexo das mulheres ...

By Curiosa – por email

Carnaval dos Meus Sonhos

Aquele ano haveria de ser diferente. Isso eu havia jurado a mim mesma. Nada mais de passar o carnaval no campo com as crianças, tirando água do poço e comendo pão dormindo. Nada mais também de levar as meninas para aquela praia selvagem e agüentar os mosquitos.

E isso tudo enquanto meu marido gazeteava na Capital, usufruindo (isso sim!) férias de minha pessoa. Os homens gostam de aproveitar as férias dos filhos para ficarem livres de suas caras-metades por algum tempo. Talvez até fosse bom umas férias mútuas, não fossem as meninas. Umas pentelhas. Não me davam sossego.

Viviam no meu pé o tempo todo. Queriam fazer tudo o que eu fazia. Ainda bem que sempre fui esperta. Lembro-me de uma vez na praia, que pra poder dar para aquele mulatão bonito eu tive de ir até quase o alto mar. A nado! Pra depois entrar no botinho dele, mas foi tudo tão apressado, olhando as meninas ao longe, que nem deu gosto.

Não. Aquele carnaval iria ser diferente. A santa sogrinha adoecera (ainda bem!) E o maridinho querido havia viajado com as crianças. Para tomarem a bênção, talvez pela última vez, da vovozinha ( iche!) Seria a minha vez então. Mas eu iria pregar uma peça em todo o mundo. Preparei uma fantasia de gatão e, como sou alta, esbelta, até um pouco ossuda, não foi difícil passar por homem.

Pus uma roupa fechada até em cima e uma máscara, com bigodes e tudo. E lá fui para o baile. Foi um carnaval inesquecível. Tomei logo uma atitude masculina e ao chegar me dirigi ao bar, pedindo uma cerveja. Sentei com as pernas abertas (ufa, que fogo!) e me pus a examinar o ambiente. Quantas gatinhas!

Eu nunca havia tido uma experiência com mulher. Seria o caso de experimentar? Passou perto de mim uma garota de bumbum arrebitado e seios fogosos. Passei a mão no peitinho dela e ela gostou. Estremeceu-se toda. Deu-me uma piscadinha e disse:

— Que gato mais bonito! Vamos fazer uma ninhada?

Saí atrás dela no cordão e continuei a alisar seus seios e seu traseiro. Era macia. Um floco de espuma, redondinha, cheia de carninhas doces. Que gostosinha! Tive vontade de rolar com ela no chão e esfregar minha xoxota na dela, de beijá-la, de acariciá-la... Enfiei a mão em seu minúsculo sutiã e apertei o biquinho, durinho.

Com o dedo, fiz movimentos circulares em seu mamilo, e ela se contraiu de prazer. Agarrei seu seio com a mão, como se fosse uma bola de borracha; ela se largou toda. Como as mulheres são gostosas! Por isso que meu marido era tão safadão. Pensei em meus próprios seios, pequenos, miúdos mesmo, sem aquela maciez de espuma.

Fui empurrando a menina para um canto e logo enfiei a mão por dentro de sua minúscula calcinha lantejoulada. Encontrei sua caixinha molhada. Passei a alisar seu clitóris, primeiro devagar, depois aumentando os movimentos, primeiro circulares, depois para cima e para baixo, e de um lado para outro.

Senti seu grelinho duro, e então introduzi dois dedos em sua vagina. Que quentinho! Ela gozou, ali, em pé mesmo, e me encharcou a mão. Então ela procurou o meu instrumento para me dar retorno e, claro, que não encontrou. Daí subiu sua delicada mãozinha para meu busto e pareceu surpreender-se. Foi aí que me lascou:

— Gatão de meia pataca! Ainda prefiro meu marido!

E saiu dançando na pista me deixando na mão. Fiquei morrendo de vontade, mais ela não me ligou mais. Então foi para perto de uma coluna e fiz uma siririca. Ai, ai, carnaval dos meus sonhos!

Continuei a rodopiar pelo salão. Foi quando vir aquele morenão vestido de Tarzan, com uma tanga que deixava à mostra todo seu aparato. Eta, pedaço de homem! Fui me chegando para perto dele e me agarrei em sua cintura. Sentir seu corpo suado, com cheiro de macho. Fique excitadíssima.

Daí ele se virou de frente para me e me fez virar para o outro lado. Saímos dançando, eu na frente, ele grudado em minhas ancas. Sentir seu sexo duro em meu bumbum. Ele me empurrava com seu cacete, e eu dançava bem devagarzinho, para ele empurrar mais. Daí ele foi me levando para fora do salão, onde havia um belo terraço, cheio de plantas. Era uma noite bonita, quente, de céu limpo. Então ele falou:

— Vem gatão, vem meu gatinho, que eu quero comer seu rabinho.

Eu nada respondi, para ele não descobrir o meu embuste. E ele foi me levando para uns arbustos e me deitou no chão, de bruços. Fiquei bem quietinha. Aí o meu Tarzan mostrou que era um selvagem mesmo. Desceu minhas calças e, sem perceber nada, nhact! Enfiou-me todo o seu calibre no bumbum e urrou como estivesse em plena selva, Eta, égua! Ao sentir o violento cacete, gozei no ato. Ele me deixou toda molhada de seu leite quente e disse:

— Rapazinho mais gostoso! Quero te encontra de novo! Mostra-me teu rostinho, quero te curtir!
Então eu só levantei um pouco a mascara para ele me beijar. Senti sua língua invadir-me a goela! Que beijo de arromba! Ficamos a nos enfiar a língua, um dentro da boca do outro, um tempão.

Mais daí ele se excitou e quis de novo. Então me virei e sentir de novo aquele vigoroso cacete a dilatar meu anelzinho. Dei vários arrancos para trás, para que entrasse tudo, tudo. Mas daí ele procurou meu aparato para uma massagem, e encontrou um xoxota. Teve a maior decepção! Eu resolvi falar:

— Já dei o que você queria?

Ele se mostrou furioso. Deu-me um tabefe na cara e foi-se embora. Que mundo incompreensível! Resolvi então assumir a minha própria individualidade. Tirei a mascara. Tirei a blusa. Fiquei só de frente única. Fui ao banheiro e me maquiei toda. Eu estava em ponto de bala!

Foi daí que encontrei aquele casal. Sair sozinha dançando pelo salão e os dois quando me viram vieram ao meu encontro. A moça me segurou os seios e o rapaz apertou me xoxota. Depois os dois me viraram, ela esfregou a xoxota em meu bumbum e ele se pôs a mamar em meus seios, ali mesmo na pista.

Sugeri que aquele não era o melhor lugar para uma suruba. E eles resolveram me levar para o Aptº. deles. Assim que chegamos ficamos todos nus. A moça era loura, muito bonita e atraente; os pêlos de seu púbis eram clarinhos. Ele era moreno claro, um belo cacete tamanho família, corpo peludo, um pouco atarracado.

Fomos os três para a cama, que era larga e confortável. A moça disse ambos haviam gostado muito de mim, e que era de uma pessoa assim que precisavam para realizar as suas fantasias. Contou que eram recém-casados, mas logo acharam que faltava alguma coisa para completar a sua felicidade. E eu me propus desde logo a ser aquela alguma coisa...

A moça me pegou de frente e começou a roçar seus mamilos nos meus, e a me beijar com seus lábios carnudos e sensuais. Logo também me empernou com suas coxas roliças, e passou a roçar firmemente sua xoxota com a minha. Enquanto isso, o rapaz veio por detrás e começou a roçar seu peito peludo em minhas costas, algo de enlouquecer!

Com suas duas mãos, acariciava também, ora os meus seios, ora os seios dela. Depois ele desceu as mãos e passou a bolinar nossas xoxotas, quase ao mesmo tempo, o que nos deixou ainda mais excitadas. Eu senti seu mastro crescer e procurar meu anelzinho. Relaxei o corpo para que ele pudesse se posicionar. E gozamos os três, juntos! Foi uma melação completa.

Então repousamos uns quinze minutos (já estava quase amanhecendo) e fomos tomar um belo banho de espuma em sua vasta banheira. Os dois me lavaram com todo o carinho, e, enquanto isso, me enfiavam o dedo na xoxota e me beliscavam os seios.Pronto! Eu já estava querendo começar tudo de novo. E começamos. Só que desta vez a moça quis assistir ao meu ato de amor com meu marido.Ele me massageou inteira e me deu um banho de língua.

A moça a tudo assistia e siriricava, acariciando-se a xoxota.Quando nos dois gozamos, eu passei a assistente. Eles fizeram amor de todas as maneiras, desde o papai-mamãe até o sessenta-e-nove. Fiquei excitada de ver tanto gozo. Então os dois, quando já haviam gozado, passaram a me dar prazer em conjunto, subindo e descendo as mãos, mordiscando meus seios, lambendo-os, friccionando-me o clitóris, beijando-me (uma verdadeira loucura!).

Quando me dei conta já eram nove horas da manhã. Então resolvi ir para casa, ver como estavam as coisas. E foi bom, pois meu marido me telefonou para dizer que minha sogrinha havia morrido. Fiz um ar muito triste, mas triste eu estava de ter de ir para lá e deixar meu casalzinho em pleno carnaval. Mas esta é uma história feliz.

Depois do enterro retornamos, eu, meu marido e as meninas. E eu logo telefonei ao meu casalzinho querido do carnaval.Todas as semanas, principalmente nos dias em que meu marido trabalhava à noite, nós três nos encontrávamos. Eu fiz o casalzinho mais feliz e o casalzinho é tudo o que me faltava.

Meu marido, com o luto, passou uma temporada muito desinteressado de sexo. E isso não me fez mal nenhum. Porque sexo, agora, é o que não falta para mim! Estou tão feliz que nem preciso esperar pelo próximo carnaval.


SUELY SANTANA - SÃO PAULO /SP.

A Virgem que Esquentou a Suruba

Eu tinha 18 anos e estava de férias no colégio. Nessa época, tinha duas amigas inseparáveis: Vera, do tipo mignom, morena e também com 18 anos, e Andréa, de 17, loura, um mulherão. Minha aparência é um tanto frágil, tenho cabelos negros compridos, despertando a curiosidade dos homens.

Mas, voltemos à história. Minhas duas amigas fizeram amizade com um casal de empresários de Petrópolis enquanto estavam de férias. Ele se chamava Paulo, tinha a pele morena, cabelos encaracolados e usava bigode. Silvia era mais alta do que ele, morena jambo, cabelos longos. Ambos tinham 37 anos.

Assim que começamos a nos divertir, convidaram Vera e Andréa para passarem uma semana na mansão deles. Eu, que sempre fui muito entrona, pedi para ir junto com eles. A casa era grande e luxuosa, com uma piscina linda. Nós três ficamos acomodadas, cada uma, em um quarto. No primeiro dia, houve churrasco, vôlei e banhos descontraídos de piscina.

Com toda essa atividade, resolvi dormir mais cedo, só que acabei perdendo o sono e fui para o quarto das minhas amigas. Levei um susto: elas não estavam lá. Saí da casa dos hóspedes em direção à principal, onde vi a luz acesa. Tentei entrar pela varanda, mas antes disso vi uma cena de completa orgia.

Fiquei excitada e permaneci escondida vendo Paulo deitado de costas enquanto Andréa cavalgava no mastro dele. Ao mesmo tempo, Silvia estava ajoelhada diante de Vera chupando-lhe os seios e enfiando dois dedos na vagina. Depois de uma espécie de orgasmo coletivo, eles descansaram. Já refeita, Silvia engatinhou na direção de Andréa e começou a percorrer o corpo dela com a língua, no momento em que Paulo passava a enrabar Vera.

Esta gritava de dor, mas não parava de rebolar. Silvia e Andréa iniciavam um sessenta-e-nove. Eu comecei a sentir medo e voltei para meu quarto. Depois, minhas amigas chegaram evitando fazer barulho para não me acordar. Comecei a me imaginar naquela orgia que nunca havia experimentado. Para reforçar minha timidez em relação ao sexo, as amigas não me contavam nada do que faziam.

Na noite seguinte, fiquei novamente espionando a suruba, escondida por trás da janela. No outro dia, o casal foi convidado para um churrasco na casa de outros amigos, Carlos e Sandra. E, à noite, eles também participavam da bacanal. Agora, eram seis numa alegre trepação. Vera chupava o pau de Carlos e Sandra passava a língua no cuzinho dela.

Paulo e Silvia faziam um verdadeiro sanduíche de Andréa, como se dançassem uma lambada erótica. De novo, assisti a tudo e fiquei pensando por que só eu não participava daquilo. Acho que, embora eu tenha os seios grandes e a bunda arrebitada, minha aparência é muito infantil. Para negar isso a mim mesma, resolvi entrar nessa orgia.

Só na véspera de irmos embora tomei coragem e fui até a casa principal só de camisola, mas não encontrei ninguém. Comecei a procurar por eles e ouvi barulhos vindos do vestiário da piscina. Percebi que todos se preparavam para mais uma suruba, respirei fundo e senti meu coração batér forte. Antes que eu desistisse novamente, tirei a camisola e entrei nua. Eles se espantaram e ficaram me olhando em silêncio.

Eu continuei parada até que Sandra se destacou do grupo e me tomou pela mão. Levou-me até o chuveiro, enquanto os outros fizeram um círculo em volta de mim. Revelei a todos que era virgem, para espanto geral. Mas logo o susto deu lugar à sacanagem. Sandra começou a acariciar meus seios e convidou os outros a me bolinarem.

Passei a sentir mãos por todo meu corpo — bunda, costas, coxas, vagina, barriga. Sandra se ajoelhou e meteu a cara entre minhas pernas; Andréa sugava meus seios; Vera passava a língua em minhas costas e Silvia também deslizava a língua quente no meu cuzinho. Depois, todos se afastaram de mim. Andréa foi até um canto, voltou com um consolo preso à cintura e começou a enrabar Sandra.

Nisso, Carlos me agarrou por trás e apertou meus seios com força, me mandando olhar para Sandra e Andréa, dizendo que ia fazer o mesmo comigo. Fiquei apavorada e tentei fugir, mas ele continuou me segurando com firmeza. Quando parei de me debatér, Carlos pôs a cabeça de seu pau na entrada do meu cuzinho e começou a me penetrar. Senti uma dor terrível e comecei a gritar.

Quando ele enterrou tudo, comecei a sentir calafrios e ele enfiou um dedo em minha vagina iniciando os movimentos de entra e sai. Pouco depois, senti o leite quente inundar minhas entranhas e tive o primeiro orgasmo da minha vida. Assim que Carlos retirou o pau lambuzado de minha bunda, foi a vez de Paulo me agarrar por trás e me enrabar também, depois de colocar a camisinha.

Embora o seu membro fosse menor, ele enfiava com mais violência, causando mais dor, me fazendo chorar. Mesmo assim, eu não pedia para parar, pois naquele instante encarei tudo como um desafio e rebolei. Ele e eu gozamos aos berros. Sandra pegou o consolo com Andréa e me tomou pelo braço, nos levando para um canto do vestiário atrás dos armários, onde ninguém nos via, e começou a chupar todo o meu corpo.

Depois que gozei, ela prendeu o consolo e me colocou de quatro. Logo entendi o que ela queria e, como fosse um novo desafio, deixei que ela enrabasse minha pobre bundinha. Durante uns poucos minutos achei que ia desmaiar de dor, até porque ela não fez o movimento de entra e sai, deixou o consolo direto lá dentro, só tirando quando voltei a chorar.

Ela riu e me levou de volta à suruba. Quando cheguei, vi um colchonete de plástico estendido no chão. Carlos, com o membro em ponto de bala, e me mandou deitar. Assim que deitei, ele enfiou a cara entre minhas pernas ao máximo e deitou em cima. Quase tive uma síncope quando ele começou a penetrar minha vagina.

O membro duríssimo foi forçando passagem e parecia que ia me rasgar. Quando Carlos iniciou os movimentos de penetração, enlacei minhas pernas nas costas dele e comecei a mexer também. Para minha felicidade, ele só gozou uns vinte minutos depois, quando eu já estava no terceiro orgasmo, quase desfalecendo.

Carlos não agüentou o tranco e se jogou para o lado, adormecendo. Descansei alguns segundos e fiquei de pé, mas logo Paulo me agarrou por trás novamente. E dessa vez meteu na buceta com toda força. Vai mais devagar, pois quero gozar também, pedi. Ele diminuiu um pouco o ritmo e comecei a sentir prazer, ao mesmo tempo em que Sílvia e Sandra faziam um sanduíche em Andréa e Vera sugava o pau de Carlos, que continuava deitado, enfiando um dedo no cuzinho dela.

Quando Paulo gozou, me sentei no chão e fiquei olhando aquela suruba digna da corte de Calígula e não transei com mais ninguém. Por minha causa, nossa estada em Petrópolis foi estendida em mais uma semana e todos, nesse período, disputavam quem mais vezes transava comigo. A garotinha que chegou virgem e assustada, voltou para casa feliz e disposta a experimentar todos os prazeres que a vida pode oferecer.

By Pimentinha por email

Três Não é Demais

Tudo começou quando voltávamos, eu e minha mulher, Anita , de uma festa de aniversário. Era tarde da noite e o nosso carro começou a falhar. Ficamos apreensivos, pois estávamos atravessando uma região um tanto deserta e de fama pouco recomendável.

Uma centena de metros á frente o carro parou nos deixando a mercê da sorte. Os poucos motoristas que passavam ignoravam nossos acenos e afastavam-se velozmente. Foi quando notamos a aproximação de três rapazes. Olhei para Anita e disse-lhe entre dentes:

-Estamos fritos.

Mas para nossa surpresa um dos rapazes perguntou o que estava acontecendo e ofereceu-se para ajudar. Começamos então a empurrar o carro para fora da estrada, pois, segundo o rapaz, a uns duzentos metros dali, morava um parente que entendia de mecânica. Já fora da estrada o carro não ofereceria nenhum perigo.

Foi então que os rapazes conversaram conosco e nos pareceram pessoas de bem. Anita confessou-me estar excitada e, como sabia ser eu um liberal, insinuou a possibilidade de transar com aqueles três homens, aliás uma velha fantasia sua. Os rapazes inteligentes sacaram de imediato às intenções de minha mulher, mas aguardaram o meu sinal verde.

Chamando o que julguei mais velho, devia ter uns 23 anos, coloquei para ele a situação. Ele ficou meio desconfiado, mas eu disse que se tranqüilizasse, que ninguém saberia do lance e, afinal de contas, eles só teriam a ganhar, pois minha mulher é simplesmente ótima. Convencidos, não perderam tempo, partiram para a ação. Aproximando-se da minha mulher começaram a despi-la. Anita olhava-me como se tivesse checando as minhas reações.

Eles, loucos de tesão, não se dava ao trabalho de abrir os zíperes e botões, simplesmente iam rasgando as suas roupas, desnudando por completo seu maravilhoso corpo, corpo que fazia de mim um homem invejado. Por ela não gostar de praia, seu corpo não tem marcas de biquíni, sendo absolutamente claro. E a sua pele tem a maciez e a textura de um pêssego maduro.

Os rapazes eram basicamente semelhantes: todos mulatos com idades que variavam de 19 a 23 anos. Apenas um detalhe se destacava: o tamanho do membro do mais alto deles. Eu sempre achei que essas histórias de superdotados, de membros descomunais, era pura ficção. Mas o pênis daquele cara era de causar inveja e medo. Anita procurava o meu olhar como quem diz: "Sinto muito", enquanto os três abraçavam-na ao mesmo tempo.

Sua boca, seus olhos, nariz, pescoço, orelhas e nuca eram percorridos por três línguas sequiosas. Todo o seu corpo:peitos, barriga, bunda, coxas, costas, vulva - eram explorados, invadidos, acariciados e bolinados pelos sátiros que aquela altura encontravam-se completamente nus. Um deles agachou-se à sua frente e passou a lamber e a chupar a sua xoxota. A expressão no rosto de Anita não era mais de susto e sim de prazer. Isso me deixou um tanto enciumado, mas tudo bem. Fazia parte.

Um outro homem tomou a sua cabeça entre as mãos, forçando a curvar-se para a frente, e colocou o pau em sua boca. Ela não se fez de rogada e passou a saborear aquele cacete escuro, como se fosse um picolé de chocolate. Mais uma surpresa para mim. Não sabia que ela chupava com tanta maestria. Percebi estarrecido, que o terceiro, justamente o de membro enorme, preparava-se para penetrar em seu cuzinho.

Estávamos casados há um ano e ainda não tivera coragem para pedir-lhe tal presente. Tinha medo ofende-la. E naquela hora seu rabo ia ser deflorado por um desconhecido. Vi quando ele cuspiu na mão e em seguida lubrificou com sua saliva a abertura de sua bundinha. Depois apontou a enorme cabeça na direção do buraquinho de minha mulher.

Segurando firmemente suas ancas, empurrou. O corpo dela contraiu-se, ela tentou gritar, mas o que estava com o membro em sua boca impediu. O membro então começou a entrar e sair de seu cú, em movimentos regulares, cada vez mais rápidos. Ela rebolava e gemia, jogando sua bunda de encontro ao falo do mulato, enquanto ele gozava. Ela também atingiu o êxtase. O que estava agachado à sua frente, deitou-se de costas, puxando-a sobre si, fazendo com que ela o cavalgasse.

Os outros dois postaram-se de cada lado, colocando seus membros para que minha mulher os chupasse. Ela, entretanto não se fixou em nenhum dos dois, em virtude dos movimentos frenéticos que empreendia, tal uma amazona enlouquecida. Ela urrava, gritava, pedia mais e mais, e desvairada, anunciava que estava gozando. Eu estava louco com aquela cena. A mulher que eu amava e respeitava havia se transformado em uma messalina ávida de sexo, satisfazendo simultaneamente três machos.

Apesar da ponta de ciúmes - não sei mais o que sentia - aquilo me dava prazer. E, não me contendo, acabei me masturbando. Após um breve descanso, onde os quatro trocavam carícias deitados na relva, o líder do grupo levantou-se, puxou Anita pela mão e trouxe-a para junto do carro. Deitou-se de costas sobre o capô com seu membro avantajado apontado para o alto. Ela nem precisou de voz de comando. Subiu no rapaz de modo que o mastro se encaixasse na xoxotinha apertadinha.

Quando estava totalmente dentro, ela deitou-se sobre ele, enquanto os outros dois se aproximavam. Um deles passou a enfiar seu pau no cu de Anita e o outro lhe colocou o cacete na boca. Estavam a menos de um metro de mim. Eu chegava a sentir o cheiro de sexo e suor dos quatro. Em dado momento, Anita olhou-me de disse qualquer coisa - e mais uma vez gozaram num turbilhão de gritos.

Ao longo da madrugada, as posições foram se invertendo, de modo que cada um dos três rapazes gozasse todos os prazeres que o corpo de minha mulher oferecia. Por fim, eu me masturbava sem reserva nem remorsos. O dia já clareava quando os três forma embora, não sem antes prometerem uma visita. Conseguimos uma carona e mandei apanhar o carro. Hoje cada vez que entro no automóvel me lembro daquela noite.

Poquer Surpresa

Na realidade, nunca gostei de jogos de baralho, mas minha mulher tem fascinação por pôquer, não que ela seja uma viciada em jogos, mas se diverte bastante e sempre recebemos casais de amigos nos finais de semana para fazermos uma rodada.

Quero esclarecer que temos um casamento muito feliz, sem filhos, e que a Marisa, é uma mulher de uma beleza exótica, tem os cabelos castanhos e cacheados, olhos cor de amêndoa, um rosto muito bonito, e um corpo perfeito, tudo no lugar certo.

Nossas relações sexuais são sem sombra de dúvidas, excelentes, e desfrutamos de muitos prazeres juntos. O temperamento da Marisa é tímido e recatado, embora na cama se revele uma verdadeira expert em matéria de sexo.

Fui seu primeiro namorado e o homem que teve o prazer de colocá-la no rol das desvirginadas. Mas, a vida nos oferece surpresas incríveis. Num desses sábados a noite, em que nada tínhamos planejado, fomos surpreendidos pela visita de um casal amigo nosso e mais três convidados.

Feitas as devidas apresentações, começamos a conversar, o casal Fernando e Júlia, conhecidos nossos de longa data nos apresentou o trio, Flávio, um homem de seus 30, 35 anos, bem apessoado e de conversa agradável, o Roberto, mais jovem, em torno de 23 anos era a síntese do garotão de praia, e com uma conversa de praias, surf, e muita gíria, e o terceiro o Milton, um jovem de seus 18 anos.

Para incrementar o papo, Marisa foi apanhar um litro de whisky e gelo. Fomos bebendo conversando, contando piadas, bebendo mais, e já na terceira garrafa, a Marisa, inefável como sempre nos convidou para uma rodadinha de pôquer.

Eu, como falei antes, não gosto e disse que iria assistir a um filme no vídeo e eles foram então para a copa e montaram a mesa. Já estava deitado no meu quarto vendo o inicio do filme quando a Marisa entra e me pergunta onde estão às fichas, eu disse que não sabia, procurou, procurou e terminou não encontrando e resolveu substituir as fichas por caroços de feijão.

O tempo passou e as risadas e gritos já estavam me incomodando, mas nada fiz. Apenas encostei a porta do quarto, mas mesmo assim dava para perceber tudo o que estavam conversando e o tema era sexo...

A Júlia se queixando em tom de brincadeira com o Fernando de que ele não estava muito animado ultimamente, etc, risadas.. E mais whisky. Pensei comigo mesmo: a Marisa não está habituada a beber tanto e amanhã deve ter uma ressaca violenta.

Levantei-me e fui até a cozinha para me servir de mais uma dose e fiquei observando um pouco o jogo. Percebi que o Fernando não tirava os olhos do decote da minha mulher que usava um vestidinho solto de algodão com um decote bastante generoso onde percebia-se claramente que estava sem sutiã.

Fiquei um pouco acabrunhando, mas nada falei em nome da boa amizade. Olhei para Marisa e percebi que já estava bastante alta, ria de qualquer comentário. A Júlia desistindo de jogar, pediu para usar o nosso quarto de hóspedes para descansar um pouco. Então restaram apenas a Marisa, o Júlio, o Flávio, o Roberto e o Milton que já estava bastante embriagado.

Voltei para o meu quarto e tentei me concentrar no filme, escutando os fragmentos das conversas. De repente a Marisa fala rindo muito que jogar sem fichas é muito ruim, e que os feijões davam muito trabalho para contar.

-Então o que você sugere? Pergunta Fernando
-Sei lá, diz Marisa rindo sempre. Foi quando o Milton com o cérebro embotado propõe: -Por que não apostamos nossas peças de roupas?

Apurei meus ouvidos para escutar o que responderiam, e para minha surpresa, a primeira a concordar com a nova modalidade foi a Marisa. Resmunguei comigo mesmo:

- Isto não vai terminar bem.
-Então comecemos! Falou o Fernando.

Fiquei com as antenas ligadas e me preparei para ir até lá iniciar uma discussão. Fui até a porta do quarto e notei de relance que a porta do quarto onde a Júlia dormia estava entreaberta. Curioso, fui até a porta e tive uma excitação instantânea. A Júlia dormia a sono solto e só de calcinhas, meu membro começou a latejar de tesão.

Nesse exato momento, ouvi a gritaria na copa: Tira tira tira. Fui observar um pouco distante e vi que Marisa tinha perdido a rodada e eles estavam exigindo que ela tirasse o vestido. Rindo sempre, Marisa se levantou e puxou o vestido por cima dos ombros, engoli em seco, e acho que todos eles também, quando os peitinhos de minha mulher ficaram expostos a três desconhecidos e ao Fernando.

Por incrível que pareça, devo admitir que a situação me atiçou mais ainda e resolvi me sentar onde estava, de onde poderia ver sem praticamente ser visto. O Fernando já tinha perdido a camisa e o Milton só estava de cuecas. Apenas o Roberto permanecia com suas roupas.

Vendo minha querida mulher só de calcinha no meio daqueles homens me excitou mais ainda, seus seios balançavam com sensualidade e percebi que ela estava muito excitada. E foi neste ponto que perdeu mais uma rodada. Tira, tira, tira gritavam.

Prontamente a Marisa subiu na mesa e começou uma dança sensual e enfiou os dedos na parte lateral de sua calcinha e lentamente, começou a se despir por completo. Neste ínterim percebi que o Milton estava com a mão dentro da cueca se masturbando.

Enfim, estava feito, minha mulher completamente nua em cima da mesa da copa dançando para três machos ávidos, pois os olhares estavam carregados de sexo.

Vamos continuar pede Marisa. O Fernando, livrando-se do que restava de suas roupas disse: só se você der um beijinho na ponta de meu caralho. A Marisa olhou em volta, e desceu de onde estava completamente desvairada e começou a acariciar o pênis de Fernando que estava duríssimo. E, ajoelhando-se diante dele, iniciou um boquete que me deixou tão louco de excitação que comecei a me masturbar.

O Milton levantou e tirou a cueca. Pude perceber que tinha um pênis pequeno apesar de seus 18 anos. Masturbava-se furiosamente. O Roberto colocou o pênis para fora e entregou aos cuidados da minha mulher que abocanhou os dois. Milton se aproximou dela e começou a lamber sua bunda. O cheiro de sexo tomava conta do ar.

Júlio, mais ousado, deitou a Marisa na mesa e começou a penetrá-la na vagina enquanto ela com uma das mãos masturbava o Roberto e com a outra guiou o pênis de Milton para sua boca. Com alguns segundos de furiosa chupada o Milton derramou todo o seu esperma na garganta de minha mulher que engoliu tudo.

Marisa parecia fora de si, pedia: Me fodam seus merdas, me tratem como uma puta, enfiem essas picas em mim. O Roberto ficou por baixo dela e começou a penetrar no seu cuzinho, virgem para mim, e que acabou sendo deflorado por outro homem. Quando o Roberto enfiou o membro na íntegra no seu rabinho ela gemeu alto e o Fernando, não perdeu tempo em enfiar o seu na buceta já ensopada da minha mulher.

O Milton parecia que tinha desmaiado após gozar. Os movimentos foram se intensificando e Marisa começou a urrar de prazer, pedindo para ser tratada como uma vagabunda, o Fernando deu um tapa de leve no seu rosto e ela gemeu mais alto.

Percebendo isto, o Roberto batia-lhe nos seios enquanto estocava com seu membro o rabo de minha mulher. Fernando começou a bater no rosto de Marisa com mais força e ela pedia mais! Gozava feito uma cadela no cio. Roberto, já sem poder se conter, gozou na bunda de minha esposa e caiu para o lado sem tirar o membro.

Fernando acelerou os movimentos até atingir o orgasmo também, fora da vagina, inundado o corpo da Marisa de esperma, que o Milton, já desperto, começou a lamber. Enquanto segurava o pênis de Roberto retirou da bunda de minha mulher e começou a chupá-lo.

Eu que já me masturbava a algum tempo explodi. Fui para o quarto de hóspedes e me deitei ao lado da Júlia. O que aconteceu depois na copa eu não vi, pois precisei dedicar toda minha atenção à mulherzinha de meu amigo Fernando. Mas o que aconteceu entre nós devo narrar em outra oportunidade.


Enviado por email – autor anônimo

Pronta para a Visita

Sou uma morena, modéstia à parte, muito bonita e muito gostosa e tive a sorte de me casar com um homem maravilhoso que adora que eu fique mostrando meu lindo corpinho para que outros homens fiquem babando. Meu marido sempre me incentivou a usar microssaias, decotes generosos, tanguinhas minúsculas e outras formas de mostrar minhas belas coxas e meu corpinho de violão.

Eu nunca me faço de rogada e sempre que posso uso e abuso de minha sensualidade para mostrar meus atributos e envaidecer meu marido que fica louco de tesão toda vez que sou cantada por outros homens. Com o passar do tempo meu marido começou a demonstrar sua fantasia sexual que era de me ver transar com outro homem na frente dele, a princípio fiquei meio chocada com a idéia, porém as provocações dele passaram a criar em mim a mesma fantasia e passei a ver a idéia com outros olhos.

Depois de muito tempo aceitei a proposta, porém precisávamos achar algum homem de confiança capaz de realizar nossa fantasia com toda discrição, respeito e carinho. Imaginamos a transa com vários homens, amigos de meu marido, conhecidos, garotos de programa e estranhos, mas ninguém nos parecia de total confiança e não conseguimos ninguém.

Após muito tempo, se mudou para nossa vizinhança um velho amigo do meu marido. Depois de muitas provocações comecei a ver meu vizinho, que passarei a chamar de Sílvio, de outra forma. Afinal ele é um rapaz muito bonito, atraente, corpo atlético e, segundo meu marido, sempre teve fama de "comedor".

Pensei muito e acabei aceitando a idéia. Ricardo, meu marido, se encarregou de tudo, conversou com o Sílvio e marcou um encontro em nosso apartamento para realizarmos nossa fantasia. Chegado o dia tão esperado, coloquei a minha melhor e menor microssaia, uma delicada mini blusa que deixava minha barriguinha à mostra e por baixo apenas uma micro calcinha vermelha, usei o meu melhor perfume e fiz uma maquiagem perfeita, enfim, eu estava simplesmente um tesão de mulher, capaz de deixar qualquer modelo fotográfica com inveja.

Fiquei no quarto aguardando os acontecimentos e após alguns minutos o Ricardo entrou e me convidou para ir para a sala enquanto o Sílvio estava tomando um banho. Ficamos dançando coladinhos e eu podia sentir o pau de meu marido totalmente duro roçando minhas coxas.

Após algum tempo o Sílvio entrou na sala e meu marido o convidou para que ele passasse a dançar comigo o que ele prontamente atendeu e o Ricardo saiu da sala e nos deixou sozinhos. Sílvio me pegou pela cintura e passamos a dançar uma música lenta, eu podia sentir seu pau totalmente duro encostado em minha barriguinha.

Ele lentamente começou a acariciar meus cabelos e começou a beijar minha orelha e meu pescoço. Suas mãos começaram a acariciar todo meu corpo, ele passava sua mão em minha cintura, subia até meu seio e descia até encontrar minha barriguinha semi nua



Trocamos o primeiro beijo e pude sentir sua língua ardente roçando o céu de minha boca, confesso que não imaginei que meu vizinho fosse tão gostoso. Entreguei-me totalmente a ele após muitos beijos, comecei a acariciá-lo, abri o zíper de sua calça e pude sentir em minha mão seu pau enorme que mais parecia uma pedra de tão duro.

Ele tirou a minha saia e a minha blusa e me deixou somente de calcinha e passou a mamar em meus seios, a beijar minha barriguinha e a acariciar minha bucetinha. Fiz o mesmo com ele, tirei sua calça e camisa e deixei-o somente de cuecas, ele se sentou no sofá e eu me ajoelhei à sua frente e passei a dar pequenas mordidinhas em seu pau por sobre a cueca.

Ele já estava gemendo de prazer quando tirei totalmente sua cueca e pude ver aquele pau lindo todinho para mim, ele era lindo, muito maior e mais grosso do que o de meu marido. Meu marido? Onde ele está? Eu havia até me esquecido dele, mas não importa agora o que tinha que fazer era comer aquele homem lindo que estava à minha frente.

Passei a lambeu seu pau lentamente até recebê-lo totalmente em minha boca, meu deus que delícia, nunca havia sentido algo assim antes. Após algumas chupadas gostosas que foram retribuídas por meu lindo vizinho senti que meu marido tocou em minha cintura e enquanto eu chupava aquele pau gostoso ele colocou seu dedo em minha bucetinha totalmente molhada e nos convidou para irmos para a cama.

Não pensei duas vezes, peguei o Sílvio pela mão e levei-o comigo, eles me deitaram na cama e começaram a me dar um banho de língua, enquanto o Sílvio se deliciava com minha bucetinha o Ricardo chupava meus peitinhos e me beijava como louco, gozei em pouco tempo.

Tentando retribuir aos meus dois homens pedi para o Sílvio deitar-se na cama enquanto o Ricardo ficava nos olhando e se masturbando. Dei um banho de língua no Sílvio e sentei em cima de seu pau que lentamente foi sendo engolido pela minha bucetinha totalmente lubrificada.

Senti aquele pau grosso e gostoso entrar totalmente dentro de mim e me entreguei a ele em um beijo longo e gostoso. Ele penetrou por muito tempo enquanto o Ricardo aproveitou-se da situação e colocou seu pau na minha boca, que delicia meu Deus, não podia imaginar que fosse tão gostoso.

Transamos assim durante muito tempo, ora eu era penetrada pelo Ricardo e chupava o Sílvio e vice versa. Depois de já ter gozado sei lá quantas vezes, os dois me colocaram deitadinha na cama e cada um tratou de colocar o seu pau próximo à minha boca e me faziam chupar ora um ora outro.

Após algum tempo o Sílvio gozou em minha boca com um jato que nunca vi igual, além de inundar minha boquinha ele ainda conseguiu derramar boa parte de seu líquido em meus seios e o Ricardo veio em seguida e fez a mesma coisa, nunca vi tanta porra junta, mas foi uma delícia.

Transamos ainda outras vezes naquela noite e hoje, sempre que podemos repetimos a dose. Hoje minha fantasia e de meu marido está realizada, porém queremos realizá-la também com outros homens que tenham a mesma discrição e respeito que tem meu lindo vizinho, se você estiver interessado talvez você também possa fazer parte de nossas fantasias.

By Maridinho Corno – por Email
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