Três Não é Demais

Tudo começou quando voltávamos, eu e minha mulher, Anita , de uma festa de aniversário. Era tarde da noite e o nosso carro começou a falhar. Ficamos apreensivos, pois estávamos atravessando uma região um tanto deserta e de fama pouco recomendável.

Uma centena de metros á frente o carro parou nos deixando a mercê da sorte. Os poucos motoristas que passavam ignoravam nossos acenos e afastavam-se velozmente. Foi quando notamos a aproximação de três rapazes. Olhei para Anita e disse-lhe entre dentes:

-Estamos fritos.

Mas para nossa surpresa um dos rapazes perguntou o que estava acontecendo e ofereceu-se para ajudar. Começamos então a empurrar o carro para fora da estrada, pois, segundo o rapaz, a uns duzentos metros dali, morava um parente que entendia de mecânica. Já fora da estrada o carro não ofereceria nenhum perigo.

Foi então que os rapazes conversaram conosco e nos pareceram pessoas de bem. Anita confessou-me estar excitada e, como sabia ser eu um liberal, insinuou a possibilidade de transar com aqueles três homens, aliás uma velha fantasia sua. Os rapazes inteligentes sacaram de imediato às intenções de minha mulher, mas aguardaram o meu sinal verde.

Chamando o que julguei mais velho, devia ter uns 23 anos, coloquei para ele a situação. Ele ficou meio desconfiado, mas eu disse que se tranqüilizasse, que ninguém saberia do lance e, afinal de contas, eles só teriam a ganhar, pois minha mulher é simplesmente ótima. Convencidos, não perderam tempo, partiram para a ação. Aproximando-se da minha mulher começaram a despi-la. Anita olhava-me como se tivesse checando as minhas reações.

Eles, loucos de tesão, não se dava ao trabalho de abrir os zíperes e botões, simplesmente iam rasgando as suas roupas, desnudando por completo seu maravilhoso corpo, corpo que fazia de mim um homem invejado. Por ela não gostar de praia, seu corpo não tem marcas de biquíni, sendo absolutamente claro. E a sua pele tem a maciez e a textura de um pêssego maduro.

Os rapazes eram basicamente semelhantes: todos mulatos com idades que variavam de 19 a 23 anos. Apenas um detalhe se destacava: o tamanho do membro do mais alto deles. Eu sempre achei que essas histórias de superdotados, de membros descomunais, era pura ficção. Mas o pênis daquele cara era de causar inveja e medo. Anita procurava o meu olhar como quem diz: "Sinto muito", enquanto os três abraçavam-na ao mesmo tempo.

Sua boca, seus olhos, nariz, pescoço, orelhas e nuca eram percorridos por três línguas sequiosas. Todo o seu corpo:peitos, barriga, bunda, coxas, costas, vulva - eram explorados, invadidos, acariciados e bolinados pelos sátiros que aquela altura encontravam-se completamente nus. Um deles agachou-se à sua frente e passou a lamber e a chupar a sua xoxota. A expressão no rosto de Anita não era mais de susto e sim de prazer. Isso me deixou um tanto enciumado, mas tudo bem. Fazia parte.

Um outro homem tomou a sua cabeça entre as mãos, forçando a curvar-se para a frente, e colocou o pau em sua boca. Ela não se fez de rogada e passou a saborear aquele cacete escuro, como se fosse um picolé de chocolate. Mais uma surpresa para mim. Não sabia que ela chupava com tanta maestria. Percebi estarrecido, que o terceiro, justamente o de membro enorme, preparava-se para penetrar em seu cuzinho.

Estávamos casados há um ano e ainda não tivera coragem para pedir-lhe tal presente. Tinha medo ofende-la. E naquela hora seu rabo ia ser deflorado por um desconhecido. Vi quando ele cuspiu na mão e em seguida lubrificou com sua saliva a abertura de sua bundinha. Depois apontou a enorme cabeça na direção do buraquinho de minha mulher.

Segurando firmemente suas ancas, empurrou. O corpo dela contraiu-se, ela tentou gritar, mas o que estava com o membro em sua boca impediu. O membro então começou a entrar e sair de seu cú, em movimentos regulares, cada vez mais rápidos. Ela rebolava e gemia, jogando sua bunda de encontro ao falo do mulato, enquanto ele gozava. Ela também atingiu o êxtase. O que estava agachado à sua frente, deitou-se de costas, puxando-a sobre si, fazendo com que ela o cavalgasse.

Os outros dois postaram-se de cada lado, colocando seus membros para que minha mulher os chupasse. Ela, entretanto não se fixou em nenhum dos dois, em virtude dos movimentos frenéticos que empreendia, tal uma amazona enlouquecida. Ela urrava, gritava, pedia mais e mais, e desvairada, anunciava que estava gozando. Eu estava louco com aquela cena. A mulher que eu amava e respeitava havia se transformado em uma messalina ávida de sexo, satisfazendo simultaneamente três machos.

Apesar da ponta de ciúmes - não sei mais o que sentia - aquilo me dava prazer. E, não me contendo, acabei me masturbando. Após um breve descanso, onde os quatro trocavam carícias deitados na relva, o líder do grupo levantou-se, puxou Anita pela mão e trouxe-a para junto do carro. Deitou-se de costas sobre o capô com seu membro avantajado apontado para o alto. Ela nem precisou de voz de comando. Subiu no rapaz de modo que o mastro se encaixasse na xoxotinha apertadinha.

Quando estava totalmente dentro, ela deitou-se sobre ele, enquanto os outros dois se aproximavam. Um deles passou a enfiar seu pau no cu de Anita e o outro lhe colocou o cacete na boca. Estavam a menos de um metro de mim. Eu chegava a sentir o cheiro de sexo e suor dos quatro. Em dado momento, Anita olhou-me de disse qualquer coisa - e mais uma vez gozaram num turbilhão de gritos.

Ao longo da madrugada, as posições foram se invertendo, de modo que cada um dos três rapazes gozasse todos os prazeres que o corpo de minha mulher oferecia. Por fim, eu me masturbava sem reserva nem remorsos. O dia já clareava quando os três forma embora, não sem antes prometerem uma visita. Conseguimos uma carona e mandei apanhar o carro. Hoje cada vez que entro no automóvel me lembro daquela noite.

Brincando de Casinha com o Caseiro

Eu e meu marido temos um sítio no interior de Minas Gerais. Todo final de semana, nós viajamos para lá. Somos casados há sete anos e temos um casal de filhos. Como compramos a propriedade há pouco tempo, vou sempre para lá na sexta-feira e meu marido segue com as crianças no sábado.

Vou arrumando as coisas que ainda faltam para que tudo corra bem. Recentemente, querendo diminuir minhas tarefas, meu marido contratou um caseiro para morar e cuidar dos animais. Ele é um jovem sorridente e muito prestativo, que me ajuda na jardinagem e nos serviços da casa.

Casei virgem e vim de uma família muito tradicional. Nunca nem pensei em trair meu marido. Mas, uma vez, fui para o sítio, na quinta-feira à noite, e cheguei de surpresa. Encontrei meu caseiro nu e bêbado, dormindo no chão da varanda, perto da porta de entrada.

Me assustei com aquilo, mas não tinha jeito. Tinha que tirá-lo dali para entrar em casa. Tentei acordá-lo, mas não consegui. Então, arrastei-o para dentro de casa e fiquei com aquele homem todo nu, não sabendo o que fazer. Quando tentei colocá-lo numa cama, caí em cima dele, quase de cara naquele membro.

Ao encostar naquela coisa quente, grande e meio engorda, me excitei. Nunca tinha visto coisa igual àquilo! Comecei a apalpá-lo devagar e peguei naquela coisa, que foi crescendo na minha mão. Ficou todo duro e eu fiquei molhadinha.

Perdi toda a pose e abocanhei aquele pintão. Comecei a chupá-lo como um sorvete de chocolate. De repente, ele gozou na minha boca e eu sorvi toda a porra, engolindo com prazer. Ainda meio zonzo, me puxou para cima do corpo dele e começou a chupar meu pescoço e meus peitinhos. Estava mais excitada, louca por mais um round.

O pau voltou a crescer, roçando minhas coxas em busca do meu sexo. Estava com medo de receber aquela estrovenga superdotada e tentei ganhar tempo, fazendo carinho naquele peito cabeludo.

De repente, senti um dedo grosso, acostumado a mexer na terra, entrar no meu cuzinho. Veio rasgando! Aquilo doeu e me excitou ao mesmo tempo. A buceta meladinha agora queria pau, por maior que fosse. Me contorci, tentando me encaixar naquela pica. O homem ainda estava bêbado e não conseguiria fazer aquilo sozinho.

Quando consegui, enfim, comecei a cavalgá-lo com a habilidade de uma amazonas. Àquela altura, nem ligava mais para o bafo do caseiro, queria era gozar. E muito! Pensei no meu marido cheirosinho e sonhei que estava fazendo aquilo com ele. Mesmo sabendo que o pinto dele não dava metade daquele.

Não demorei a gozar, com as unhas arranhando o peito cabeludo do macho. Depois, fui tomar um banho quente, querendo me livrar da culpa da traição. Em pouco tempo, porém, estava pensando no caralhão do caseiro e dei início a uma siririca bem relaxante.

Na manhã seguinte, o homem não estava mais na cama. Encontrei-o cuidando da grama, com uma cara envergonhada. Olhei para a enxada que ele segurava e lembrei logo do tamanho do instrumento do rapaz. A boca encheu dágua! No almoço, comeria caseiro ao molho madeira. Com certeza, seria muito melhor do que o temperado com vinho da noite anterior.

Tudo Aconteceu Quando Viajei

Tudo aconteceu quando eu viajei para uma cidade próxima da minha, mais ou menos 03h de distância, para passar o final de semana e participar de uma festa que estava acontecendo na cidade, estava junto comigo um amigo.

Lá chegando ficamos na casa de outro amigo que mora na cidade, tomamos um banho e saímos para dar uma volta, nos três. Quando passamos em frente ao Tiro de Guerra daquela cidade, uns soldados do exército estavam fazendo exercícios no pátio, parei o carro e ficamos olhando, meu amigo que mora na cidade conhecia um deles e ele veio até nós para bater um papo, logo em seguida vieram mais outros.

Estávamos conversando, quando um deles perguntou se nós não queríamos voltar a noite, pois não teria nenhum oficial lá. Assim foi combinado e assim voltamos. Quando chegamos por volta das 24:00h encontramos dois guardinhas de plantão, que logo nos reconheceram, um deles era alto mais ou menos 1,90m branco, com um corpo muito bonito o outro já era menor mais ou menos 1,70m, foi esse mais baixo que entrou e chamou os outros, de repente surgiram uns 30 soldados que estavam servindo o exercito, fiquei com medo e liguei o carro já querendo sair dali, mas, meus amigos pediram para que ficasse e fiquei.

Os soldados pularam o muro dos fundos e meus 2 amigos foram para lá e eu não quis ir, estava com medo, fiquei no carro junto ao portão e com o soldado mais alto que não podia deixar o posto vazio, ficamos conversando. Mais ou menos uma hora e meia depois meus amigos não voltavam e eu via sempre os caras pulando o muro e depois voltando se revezando.

Resolvi ir lá para ver o que estava acontecendo, foi quando tomei o maior susto de toda minha vida: meus dois amigos estavam de joelhos e envolta de cada um tinha uns seis soldados com as fardas abertas e eles estavam chupando os seis de vez .Quando um deles gozava subia para cima do muro e assim descia mais um, fiquei meio chocado com a cena e chamei meus amigos para ir embora, no que não fui atendido e ainda escutei dos carinhas que estavam em cima do muro para me juntar a eles pois só os dois não estavam dando conta, eu falei que não que não era acostumado com aquilo e que queria mesmo era o soldado da portaria que vou chamar de Arilson.

Eles então começaram a falar para o Arilson sair e dar conta do recado junto a mim. Ele saiu, entrou no carro, mas não rolou nada. Mais uma meia hora se passou e finalmente consegui abrir a calça dele e pegar no seu pau que era enorme, deveria medir uns 20 cm. Mais tarde vim a saber por ele que tinha 23cm, não muito grosso, mas com um saco enorme com as bolas grandes e lisinho do jeito que gosto. E seu pau é daqueles que não fica duro igual pedra, fica grande e macio.

Quando estava para colocar aquilo tudo na boca um dos meus amigos, aquele da minha cidade, enfiou a cabeça dentro do carro e chupou antes de mim. Dei um esporro o qual foi seguido pelo Arilson, saindo logo em seguida. Marcamos algo para o outro dia já que meus amigos tinham acabado com um batalhão inteiro. Eles tinha no corpo aquele perfume de porra, de tanto que gozaram nas bocas deles, eu senti nojo.

No outro dia liguei para o quartel e me avisaram que Arilson tinha ido para casa pois era seu dia de folga, pensei, fui enganado pelo cara. Mas estava disposto a ter minha primeira experiência anal, perguntei para o cara que me atendeu e ele me ensinou mais ou menos onde o Arilson morava.

Era em um lugar bem afastado do centro da cidade. Peguei o carro e fui até lá, quando cheguei no bairro perguntei ao primeiro que vi se sabia onde ele morava no qual fui informado que era na outra esquina. Fui até lá e encontrei um senhor na porta o qual perguntei se o Arilson estava. O senhor entrou para chamá-lo e quando o Arilson saiu e me viu ficou branco com o susto, mas veio falar comigo. Marcamos para sair mais a noite.

Voltei no horário combinado e quando cheguei ele já estava na frente junto com um cara mais velho, seu irmão, que nos acompanhou na nossa saída. Quando passamos perto de um bar dentro do seu bairro ainda parei e sugeri que tomássemos umas cervejas, já que o irmão mais velho estava junto.

Fui ao banheiro e chamei ele para ir junto, lá perguntei qual o motivo da presença do seu irmão, Arilson me falou que tinha comentado com o irmão o que tinha acontecido durante a noite anterior e ele quis vir junto para fazermos sexo a três. Completou dizendo que o pau do irmão era maior do que o dele.

Isso me deixou puto e com medo, disse a Arilson que eu nunca tinha dado a bunda e ele seria o primeiro. Arilson me compreendeu e dispensou o irmão que não gostou me fazendo prometer que no outro dia sairíamos juntos. Arilson e eu fomos para a casa do meu amigo entramos no quarto que era o meu. Tranquei a porta sem antes pegar uma garrafa de vinho branco que tinha reservado antes na geladeira e muitas camisinhas.

Começamos a tirar nossas roupas e beber o vinho, eu sempre fingia que bebia e ele tomou o vinho quase todo, partimos para a transa afinal. Arilson me deitou de costas com a bunda para cima, abriu e enfiou a língua dentro. Foi a primeira vez que alguém estava fazendo aquilo comigo, fiquei todo arrepiado. Depois foi subindo com a língua até eu sentir seu pau no meio da minha bunda, aquilo me deixou desesperado e com medo.

Ele notou e começou a falar coisas no meu ouvido, que não iria doer pois ele tinha muita experiência em comer cuzinhos virgens, que só no exercito já tinha comido uns seis carinhas e que era para eu relaxar. Só que não consegui relaxar porra nenhuma. Me virei e fiquei com o meu pau, que tem uns 19 cm junto, com o dele.

Comecei a bater uma punheta nos dois paus juntos, ele gostou, peguei sua mão e levei até lá. Ele pegou e apertou primeiro, depois os dois juntos e depois só o meu. Isso foi a dica que eu queria para poder avançar em cima dele, parti para dar um beijo em sua boca, mas Arilson não deixou. Falou que não beijava na boca de homem, dei mais vinho a ele e com muita resistência e promessas que não iria contar para ninguém, nem mesmo meus amigos ele me beijou. Depois do primeiro não me lembro mais quantos foram.

Arilson já estava alto de tanto vinho e eu também, então ele deitou com o pau para cima colocou uma camisinha e pediu para que eu sentasse em cima que assim era mais fácil de entrar, e assim o fiz.

Quando entrou parecia que uma lança de ferro quente tinha entrado rasgando tudo pela frente, quis fugir, mas ele era bem mais forte que eu devido aos exercícios que fazia no exercito, me segurou até eu me acostumar com aquilo tudo e começou a se mexer em baixo de mim, gostei. Ele percebendo que eu já estava mais acostumado com seu pau no meu cu, tirou de dentro sem mais nem menos e falou:

-Agora você vai ser comido do meu jeito. - disse me virando e colocando-me de quatro para em seguida lamber bem meu cuzinho que ardia ainda da primeira invasão.

Com uma cusparada bem no meio do meu cu e pegando seu pau colocou com força no meu cuzinho que fazia um barulho delicioso. Arilson então começou o que foi até hoje a melhor foda da minha vida e já se passaram 3 anos desde o ocorrido. Eu dei bem gostoso para aquele homem de 18 anos que estava servindo o exército. Arilson me comeu de todas as formas, me dava beijos deliciosos, batia punheta no meu pau duro, até dava umas lambidinhas nele de vez enquanto.

Foi nessa sacanagem toda que gozamos pela primeira vez, juntos os dois, nós estávamos na posição de frango assado, ele tirou seu pau do meu cu, retirou a camisinha e gozou na minha cara e barriga me lambuzando todo. Depois se deitou ao meu lado eu passei a mão na porra que era muita e enfiei um dedo em sua boca, ele chupou deliciosamente depois me deu um longo beijo.

Eu queria mais, fiquei de pau duro novamente, comecei a chupar seu pau que mesmo mole era muito grande, mas nada dele dar sinais de vida, foi ai que eu levantei suas pernas e comecei a chupar seu cuzinho, ele gemia de prazer. Fui subindo, chupando sua barriga e depois seus peitos. Sempre segurando suas pernas para cima, foi quando senti meu pau na entrada do seu cu, que piscava muito. Tentei invadir aquele pedaço de carne quentinha, mas não consegui, ele parou, desceu as pernas, me deu um beijo e pediu para levá-lo embora, que amanhã teria mais e com o irmão dele junto.

E assim foi a minha primeira vez, eu já com 22 anos e o Arilson com seus 18 anos recém completados. E ai vocês me perguntam e transa do outro dia junto com irmão de Arilson? - Foi ótima, mas essa conto em outra oportunidade.

Enviado por email – autor anônimo

Corrida ao Guarujá

Eu estava com meu táxi rodando pelos lados de Santo Amaro. Foi quando aquela morena deu sinal para eu parar. De perto, ela era uma perdição. Esta livre pra fazer uma viagenzinha comigo?Ela me perguntou. Sem pensar duas vezes, respondi que sim.

A viagem era para o Guarujá. Combinamos o preço, ela entrou no carro e explicou que teria de passar em casa para pegar a bagagem. Carregamos o que tinha para levar, ela embarcou novamente e deu as ordens.

Podemos ir. Isto me surpreendeu, pois eu imaginava que iria mais gente no carro. O marido, a mãe, a tia, sei lá. Não é muito comum uma pessoa desacompanhada fazer uma viagem de táxi. Por mim eu estava gostando.

Durante a viagem começamos a conversar, ela contou que estava de férias do trabalho e que vinha com o noivo para o Guarujá, mas tinha havido um problema com o pai dele e ele tivera que viajar para Minas. Só chegaria ao Guarujá no domingo.

Estávamos numa quarta-feira e chegamos ao destino já umas sete da noite. Descarreguei o carro e ela pagou a corrida. O jeito era ir embora, que eu não tinha mais nada pra fazer por ali. Mas eu estava com uma tremenda sede. Pedi um copo dágua.

Que sede abençoada! Se não fosse ela talvez a morena não tivesse me convidado para entrar nem me oferecido uma cerveja. Entrei pela cozinha, ela me serviu um copo e encheu outro para ela - Para te fazer companhia, disse. Só entãoi me toquei que a mulher já estava na minha

Ela tomava um gole de cerveja e me dava aquelas encaradas de fazer tremer por dentro. - Você é casado? Ela perguntou. Respondi que não, que era desquitado Se ela pergunta é porque esta interessada, pensei.

Ela me olhava de alto a baixo e me media como que avaliando o material. Modéstia a parte, eu não sou mal como macho. Não sou nenhum atleta mas tenho um bom corpo, e as mulheres não costumam se queixar. A cerveja foi embora e eu estava louco de vontade de tomar outra e de ir ficando.

Ela abriu uma segunda e me serviu. Nestas alturas não dava mais para esconder o tesão que aquela mulher me dava. Ela desceu os olhos e percebeu o que tinha causado. Subiu os olhos e me olhou na cara molhando os lábios, me fazendo imaginar como seria se ela estivesse passando aquela lingüinha no meu membro.

-Mas por que é que voce perguntou se sou casado? Eu quis saber Ela deu uma risadinha e desconversou:

-Por nada, é só para saber.

E acabou me convidando paia ficar pelo menos uns dois dias.

Nem dei resposta, parti para cima dela com um beijo demorado, ela foi me puxando para o quarto, eu agarrava aquele traseiro espetacular que ela tinha e suspendia por cima do meu membro, esfregando. Nos ainda de roupa e tudo.

Depois ela se ajoelhou e, me libertando da cueca, abocanhou meu sexo, que parecia querer engolir. Arranquei a roupa dela, atirei-a na cama e dei-lhe um tremendo banho de língua. Ela tremia todinha por dentro e por fora. Rolava de um lado para o outro dizendo palavras proibidas.

Ficou enlouquecida quando a virei na cama e comecei também a chupar-lhe energicamente o clitóris, com o dedo metido no seu anus. Aquilo piscava mais do que pisca - alerta. Quando senti que ela ia gozar na minha boca, decidi enfiar-lhe o membro.

Sua fendinha era tão apertada paia o meu calibre que ela urrava de dor e gosto. Mas estava tão molhadinha que consegui entrar todo, entrar e sair muitas vezes até gozarmos juntinhos, numa explosão tão gostosa que nunca vou esquecer. Tomamos mais uma cerveja e só então nos apresentamos.

Ela se chamava Angélica, e eu disse que me chamava Hélio. Ficamos conversando deitados no chão, ela de bruços, e logo eu estava outra vez em ponto de bala, beijando aquele corpinho todo, desta vez a retaguarda, sem desprezar nada, desde o calcanhar até o pescocinho, com direito a retomo.

Beijei a espinha dorsal inteirinha até o cóccix e ali estacionei, Umedeci bem com a língua aquele ânus carnudo e quando ela percebeu já estava agasalhando meu mastro no traseirinho. Ela gemia e gritava: Meu macho, me rasga, sou toda sua, faz tudo que você quiser. Só fui embora no domingo, mesmo assim porque não tinha outro jeito. Nunca mais a vi mas continuo taxista e tô sempre na praça.

Enviado por email - por Contos Eróticos de um Taxista

Minha Diretora

Embora pertença a uma família de posses, eu tinha vontade de trabalhar como professora, para preencher um dos aspectos da minha vidinha um tanto vazia, aos vinte e cinco anos de idade. Os elogios, a paparicação e o trato que os rapazes que saiam comigo costumavam me dar, me chamando de boazuda, tesuda, gostosa etc., não estavam satisfazendo nem a minha vaidade.

Deixando a modéstia de lado, sei que sou um pedaço de mulher, uma mulher para quatrocentos talheres, e talvez por isso o assédio dos homens não só não estivesse me fazendo a cabeça como também passando das medidas. Era demais, não tinha novidade na coisa.

Eu tinha mesmo era que trabalhar e dar um outro sentido å minha vida. 0 lado afetivo também deixava muito a desejar - eu não estava querendo ser apenas desejada, queria ser amada também. Soube por intermédio de amigos que havia uma vaga em certa escola particular e lá fui eu toda perfumada e bem vestida, as nove horas da manha, me apresentar.

A diretora era uma balzaquiana com seus prováveis trinta e oito anos, charmosíssima e alinhada Me recebeu tão bem e foi tão atenciosa que fiquei admirada e surpresa, primeiro porque as mulheres não costumam ir com a minha cara e, segundo, que, com essa falta de emprego que ha por ai, não te mandam nem sentar pra não criar expectativas inúteis.

Sentada diante dela em seu gabinete no colégio eu me sentia atravessada pelo olhar perscrutador da dona Neide, devassando não só o meu corpo como também a minha alma. Um pequeno inquérito sobre os meus antecedentes - formação escolar, aplicação - e depois outro sobre as minhas preferências e gostos pessoais, sobre o meu modo de ser etc., e o olhar me queimando distraidamente as pernas, o pescoço, ela era toda ouvidos para o que eu dizia, parecia medir, avaliar, saborear palavra por palavra.

Ela era carinhosa, mas terrivelmente invasora, controladora ou curiosa, não sei. Sei que aquele dia sai dali com um medo vago daquela mulher tão envolvente e dominadora, diante de quem eu me sentia uma garotinha idiota e sem nenhuma vivência. Ela me fizera falar, me abrir, e não abrira um milímetro da intimidade dela.

No dia seguinte imaginei que eu estava pondo chifres em cabeça de cavalo, e fui a hora certa para a casa dela fazer um teste, segundo havíamos combinado Ela estava com muito trabalho no colégio, me disse, e ali não lhe dariam sossego um instante.

Logo que cheguei e dei com ela vestida com um short e uma blusinha, pude ver como ela era portadora de tremendos predicados físicos os quais não davam para perceber naquelas roupas austeras que usava no colégio. Estava sem os óculos e soltara os cabelos arruivados que escorriam sobre o colo e os ombros cobertos de sardas.

Para mim, que sou morena, cabelos e olhos pretos, um tipo assim arruivada é algo para se admirar, como aquilo que é muito diferente da gente. Apesar da estatura média, posso dizer que se tratava de um mulherão. Mas antes que eu pudesse tecer todas estas considerações a respeito da dona Neide, ela já tinha me recebido com um abraço, de corpo inteiro, apertando-me contra o seu corpo e me beijando demoradamente no rosto.

Fiquei sem saber como agir, como me colocar, vermelha como um pimentão. Ela ignorando meu constrangimento e me deixando ainda mais confusa, me pos sentada no sofá da sala e sentou-se ao meu lado bem pertinho. Eu podia sentir a respiração dela bafejando o meu rosto, e achava estranha aquela proximidade, mas não conseguia me mover.

Então ela começou a falar de coisas corriqueiras que nada tinham a ver com o que estava para se passar, da sua profissão, do seu cotidiano no colégio, e ao mesmo tempo me tocava primeiro os cabelos, ajeitando-os. Depois o rosto, elogiando a perfeição das linhas e acariciando-o, suas pernas já roçavam as minhas, ali seria o momento de me levantar e ir embora sem dizer nada, mas eu estava paralisada, ela tinha me colhido em sua teia como uma aranha colhe um pequeno inseto para devorar.

Mas eu ainda não tinha consciência total disso e, apesar de intrigada e, mais do que isso, assustada, me entregava ao fascínio que ela exercia sobre mim. Ela tinha uma sensibilidade, uma percepção total de tudo isso e, mesmo sabendo que eu não era uma iniciada, sem grande esforço chegou aonde queria chegar colou sua boca na minha e me beijou demoradamente, e eu correspondi entreabrindo os lábios.

Foi o sinal verde para ela agarrar os meus seios e percorrer as minhas pernas com a língua. Eu estava a sua mercê e ela sabia disto, tanto que não falou mais. Puxou-me pela mão e levou-me para o quarto. Sem pressa tirou minha roupa e me deitou sobre a cama, apenas de calcinha.

Da roupa dela ela se desvencilhou rapidamente para se estirar ao meu lado. Afogueada, me puxou contra ela, me beijou a boca novamente, esfregou os seios nos meus seios e começou a me acariciar o corpo inteiro. Nestas alturas eu estava com um tesão enorme, ela beijava minha boca, meu rosto, lambia minhas orelhas, meus ouvidos, percorria com a língua meus ombros, minha nuca, para só então fazer o que eu já estava louca que fizesse lamber e chupar as meus mamilos.

E com que categoria! Ela sabia o que estava fazendo. Seus lábios foram descendo úmidos e quentes pelo meu umbigo, deram a volta em tomo do meu sexo e foram roçar e lamber as minhas coxas, ai, meu Deus! Só de me lembrar estou aqui ardendo de desejo ,eu estava totalmente entregue aquela mulher que me colocava em estado de alucinação sexual.

Deixei que ela me tirasse o biquíni, totalmente passiva e entregue, esperando os desígnios de quem estava me fazendo sentir tanto desejo. Meu desejo era o desejo dela. Ela se abraçou as minhas coxas e repousou o rosto sobre o negrume dos meus pelos.

Minhas pernas se abriram e eu provei a delicia daqueles lábios, língua e roçar de dentes percorrendo o meu sexo latejante, cheio de desejos Subi as nuvens. Com a língua ela me produzia uma sensação fantástica de prazer e volúpia.

Me sugava com ardor como se quisesse beber (e bebia) o leite que escorria de mim, e depois a língua corria de um lado para outro feito louca, me fazendo estremecer do ultimo fio de cabelo até as plantas dos pés - não havia uma parte do meu corpo e da minha peie que não se eletrizasse, que não fizesse parte do gozo que senti dali a instantes gozei eu, gozaram meus cabelos, meus seios, meus dentes, minha língua, tudo meu gozou e continuou gozando enquanto ela ia parando lentamente, saboreando uma vez mais a abundância do liquido que escorria de mim, ela também a gemer de gozo, isso sem que eu a tocasse, pois era assim que gostava de gozar a minha querida diretora, para quem já faz um mês que trabalho.

Sonho ou Estupro?

Meu sonho era ter uma transa simulando um estupro. Eu pedia muito ao meu noivo, mas ele sempre recusava. Mas em uma certa tarde, como todas as outras, eu estava vendo um filme na sala que passava na TV, quando ele chegou com cara de furioso, estava com algum problema e eu nem arrisquei perguntar o porque. Ele estava completamente fora de si e quando me viu, me chamou de puta, vadia e se sentou no meu lado no sofá.

Eu estranhei e fiquei olhando pra ele, nem deu tempo de falar nada ele me pegou pelos braços e me levou para o quarto. Trancou-me lá e foi buscar uma corda, brutalmente ele me amarrou na cama, braços e pernas de uma forma que se eu me mexesse, machucaria. Rasgou minha roupa e lascou um beijo, eu tentei afastá-lo com a cabeça, mas era impossível, pois ele era muito forte.

Eu fechava a boca, mas ele enfiava a língua com tudo. Eu estava odiando aquilo, pois nunca havia beijado de uma forma tão bruta eu xinguei muito. Não parava de dizer para ele parar, que não estava afim de fazer hoje. Ele ouvindo isso se revoltou e me deu um tapa no rosto, fiquei meio estonteada e nem percebi que ele já estava completamente nu. Eu não sentia prazer.

Ele se levantou na cama e colocou seu pau perto da minha boca, eu já imaginava o que ele queria mas resisti, ele abriu minha boca e c colocou todo seu pau ele estava querendo comer minha boca ficou tirando e colocando seu pau rápido sentado em cima de mim eu não pensava em ter prazer só pensava em sair daquela enrascada.

Tentei morder mas conforme eu mordia, ele soltava gemidos de prazer então fiquei totalmente imóvel e mesmo assim ele gozou soltando muita porra na minha boca. Cuspi o quanto deu e ele não satisfeito, deu um tapa na minha buceta ardeu muito, começou a chupar com força, enfiando a língua, eu não pude proibir porque ele havia amarrado minhas pernas uma de cada lado da cama, ficando totalmente escancarada.

Comecei a me contorcer ate que ele conseguiu me fazer soltar um gemido de prazer, acho que gozei um pouco, ele começou a rir alto enquanto se masturbava. Seu pau estava duro e ele se deitou em cima de mim, colocando seu pau na entrada da minha buceta molhadinha. Ele sorriu e eu implorei quase chorando para q não fizesse nada comigo pois tinha desistido do sonho.

Ele riu muito .e sem dó colocou seu pau na entradinha e enfiou aquela tora de uns 20cm sem dó na minha buceta chorei muito senti prazer e soltei alguns gemidos ele gostou e começou a fazer movimentos fortes e rápidos ele estava completamente fora de si.

Não parava gozou muito dentro de mim mas mesmo assim não parava de se mexer eu não agüentava mais de tanto prazer e gozei Ele começou a dizer palavras grosseiras vendo que havia gozado melando todo seu pau. Ele viu secreção escorrendo nas minhas pernas e rapidamente levou a língua ate minha perna e lambeu tudo, mordeu minhas pernas, mordeu com força meus seios, na hora senti muita dor e não parava de gritar para parar ele ria muito e tirou as cordas.

Me senti aliviada pensando que havia terminado mas ele começou a lamber meu cuzinho eu não sei o que senti na hora, era medo misturado com prazer, ele me deixou de quatro, apontou seu pau pro meu cu e segurou minha barriga por trás. começou a roçar aquele pau duro ainda no meu cu forçou a entrada e chorei muito de dor, ele regaçou meu cu com uma estocada até o fundo, senti suas bolas tocando minha bunda e chorei muito ardia muito, sangrou.

Depois disso eu desmaiei e acordei na minha cama, limpinha e com dores no cu . Ele havia escrito um bilhete dizendo que se alguém tomasse conhecimento do ocorrido, eu seria estuprada pelos amigos dele. Ele só apareceu no outro dia, agindo como se nada tivesse ocorrido, eu como que continuando o sonho nunca falei sobre o assunto....

By Nanda - por email

Minha Experiência com Fisting Fucking

Minha experiência com fisting. By Sue. Conheci Fê num congresso de Marketing, em São Paulo, há alguns anos. O saguão do hotel onde se realizava o evento estava lotado e, como eu chegara tarde, acabei por sentar numa das últimas fileiras, ao lado de Fê. Com o passar do tempo e das palestras, acabamos por nos conhecer e nos tornamos grandes amigas.

Fomos almoçar juntas e, nos dias que se seguiram, não nos separamos mais. Como ela morava em São Paulo mesmo, acabou sendo minha cicerone. Levou-me à noite a alguns restaurantes legais e nisso fomos nos tornando íntimas. Numa das noites em que saímos, junto com outros congressistas, acabamos em um barzinho divertido com música ao vivo e com muita gente.

Aos poucos, muitos daqueles que nos acompanhavam foram embora para o hotel. E Fê pediu para que eu ficasse, pois me levaria depois. Acabamos ficando apenas nós duas e, com o vinho que estávamos bebendo, já conversávamos sobre tudo e, como já era de se esperar, sobre sexo e intimidades.

Fê me pareceu muito desinibida, com uma personalidade forte e muito determinada em suas decisões. Trabalhava em uma multinacional, num cargo de chefia e disse que era solteira por opção, com seus trinta e poucos anos, em ótima forma. Decidimos ir embora e no caminho convidou-me para conhecer seu apartamento.

Não vi nenhum problema, pois simpatizei muito com ela e aceitei o convite. No carro continuamos falando de sexo, namorados e coisas afins. E, num momento, ela confessou que já experimentara tudo em matéria de sexo.

Eu, surpresa, perguntei se era verdade. Ela confirmou com naturalidade. Chegou a confessar que já estivera na Alemanha e participara de um filme pornô hardcore. Intrigada perguntei o que era hardcore.

O que ela respondeu imediatamente dizendo que era um filme com sexo mais pesado, anal, fisting, dupla penetração e outras coisas. Eu estava incrédula, achando que ela estava brincando. Chegamos ao seu apto. e me surpreendi com o luxo, a beleza e o requinte. Era a cara dela. Fiz menção de comentar algo, mas fui interrompida com sua fala, dizendo que tudo fora trabalho de uma amiga arquiteta e decoradora.

Ela perguntou se eu queria mais um pouco de vinho, já que estávamos bebendo no bar. Eu aceitei. Ela me levou até a sala de vídeo. Colocou um filme e me deixou assistindo, enquanto disse que ia tomar banho. O filme era aquele em que ela tinha participado. Eram cenas que eu jamais tinha visto. Fiquei vidrada assistindo. Mas não a reconhecia em nenhuma cena. Quase todos os atores usavam máscaras.

Vi dupla penetração e até uma mulher enfiando toda a mão na vagina de outra. Um homem com um pau enorme fazendo sexo anal, que deixava a mulher com o ânus todo aberto. E, quando ele tirava o pau, outra mulher enfiava a língua lá dentro.

As mulheres gemiam. Nisso, após uns vinte minutos, Fê voltou e, me vendo petrificada assistindo, perguntou o que eu estava achando. Respondi que parecia uma loucura. Jamais tinha visto cenas assim. Ela serviu-se de um pouco de vinho também e começou a dar uma aula sobre sexo.

A cada pergunta, ela respondia imediatamente com uma naturalidade que me surpreendia. Eu perguntei onde estava ela no filme. Ela respondeu dizendo que era aquela que agüentou aquele enorme pau. Ou seja, ela era a gata do cuzinho arregaçado.

Comecei a perguntar muitas coisas. Ela foi dizendo que as atrizes faziam lavagem intestinal, usavam plugues anais para dilatar e bastante lubrificante, mas que não doía, era só um questão de se acostumar.

A essa altura eu não agüentava mais ver aquelas cenas, estava super excitada. Ela perguntou se eu nunca fizera sexo anal. Disse que não e sempre achava que seria dolorido. Fê, como uma doutora no assunto, chamou-me até o seu quarto e mostrou-me uma coleção de apetrechos de sexo, como vibradores, plugues anais, bolinhas tailandesas e de pompoarismo e outros.

Fiquei curiosa e perguntava tudo. Ela ria da minha ingenuidade e inexperiência. Mas eu estava gostando e acho que ela também. Até que ela pegou um plugue anal para dilatação, como ela disse, lubrificou e me deu, dizendo:

-Coloca em mim!

Seguindo suas ordens, vi ela tirar seu roupão, nua, com uma pela muito alva, uma linda bunda e toda depilada, abriu suas nádegas e eu introduzi o plugue.

-Viu, não doeu. Quer experimentar?

Já tonta de vinho e super excitada, disse que sim. Ela começou passando um pouco de gel lubrificante, massageando meu ânus, que me deu uma sensação muito gostosa. Logo depois, enfiou um pequeno plugue, menor do que eu colocara nela.

Aguardamos um tempo conversando, até que ela veio até mim, após uns vinte minutos, pedindo-me para ficar de quatro no sofá para ela tirar o plugue. Ela tirou devagar, e quase gozei, depois ela introduziu um outro maior e, enquanto introduzia, passou sua outra mão na minha vagina toda molhada.

Eu gemi e ela riu, dizendo: meu deus você está encharcada e isso é bom. Por mais incrível que parecesse, eu estava gostando do que fazíamos. Sem fôlego, sentei no sofá e percebi que ela estava trocando o plugue dela por outro maior. Devia ter uns 4 cm de diâmetro. Eu, pasma, perguntei se ela ia agüentar.

No que ela respondeu que já experimentara maiores. Passados mais uns vinte minutos, ela perguntou se eu queria experimentar uma sensação inédita. Qual? Perguntei. Então fica de quatro nessa poltrona, disse; Atendi. Ela pediu para eu relaxar. Foi tirando o plugue do meu cuzinho bem devagar. Eu apertava o plugue e ela dizia para eu relaxar o ânus.

Atendi. Ela ficou um pouco no vai-e-vem e eu quase gozei. Retirado o plugue, eu a olhei de relance e a vi lambendo o plugue que acabara de tirar de dentro de mim. Sem demora, ela com as suas hábeis mãos separou bem minhas nádegas, abriu bem meu cuzinho já arregaçado e introduziu sua língua quente e molhada bem fundo.

Meu Deus! Devo ter visto estrelas! Não me contive e gemi como nunca. Ela deve ter ficado ali brincando mais de meia hora. Eu devo ter gozado várias vezes. Foi maravilhoso ter aquela língua gostosa circulando dentro de mim. Ouvia ela gemer e dizer que era uma delícia meu cuzinho.

Quando ela parou, eu sentei e a olhei, sem vergonha alguma. Acho que era o vinho, ou a forma como me tratara. Ela perguntou:

- Quer saber como é o gosto? Não respondi, apenas a empurrei e repeti o que tinha me proporcionado. Fê, que já tinha o esfíncter mais relaxado, deixou seu cuzinho bem aberto e eu introduzi minha língua lá dentro e fundo, ouvindo seu gemido forte.

Adorei o gostinho salgado das paredes do seu reto. Ela ficou gemendo e dizendo que eu era maravilhosa. Pedindo para eu não parar. Jamais imaginei que ia fazer tal coisa. Mas perdi meus falsos pudores. Não via aquilo como uma perversão, mas alguém que queria prazer.

Após aquilo tudo, fomos para sua cama e fizemos 69, usamos vibradores de vários tipos, bolas tailandesas e, por fim, quando estávamos exaustas, apenas nos beijamos levemente. No dia seguinte, bem cedo, tomamos banho juntas, sem muita intimidade, como se a noite anterior não tivesse acontecido.

Mas, na hora de nos vestirmos, ela me alcançou um dos maiores plugueues anais que tinha, mais ou menos 4 cm de diâmetro, e pediu para que eu colocasse. Achei que era nela, mas ela disse que era para mim. Eu disse que não ia entrar.

Pediu para eu virar de quatro, lubrificou e enfiou. Doeu só um pouquinho. Mas passou. E ela disse que usaria o de 6 cm, o que eu não acreditei, mas a vi introduzindo tudo naturalmente. Ela disse:

-Pronto, ficaremos o dia todo com eles. Quero te mostrar outra coisa hoje à noite.

Me acostumei com o plugue logo em seguida e parecia que não tinha nada lá. Nossos casacos escondiam qualquer coisa. E o que é o corpo e como se adapta bem, comentei. Chegando à noite, saímos do seminário e fomos direto para o seu apartamento. Vêm, disse me puxando para o banheiro.

Você vai ter que forçar um pouco. Doeu um pouco, mas saiu. Ela disse que precisaríamos fazer uma lavagem intestinal para o que íamos fazer. Achei meio estranho, mas atendi. Tomamos banho e fomos para a sala de tevê e começamos a assistir um filme, era só com mulheres.

No início, nada de diferente, mas muito excitante, uma lambendo a buceta da outra. Até que começou algo que eu também jamais vira. Algumas mulheres começaram a introduzir a mão toda na vagina de outras e, em outras, no ânus. Fiquei, mais uma vez, petrificada e excitada, imaginando o que Fê queria fazer comigo.

A essa altura já estávamos bastante excitadas e muito juntinhas no sofá só assistindo. E num momento percebi os dedos ágeis de Fê na minha vagina toda molhada. Extasiada, perguntei o que ela ia fazer comigo. Vou te dar prazer, disse.

Apanhou um pouco de lubrificante que trouxera do quarto, lubrificou sua mão e primeiro introduziu alguns dedos na minha vagina. Primeiro um, dois, três, quatro, mas quando eu estava quase gozando ela parou e pediu para eu ficar de quatro.

Meu coração disparou, quando eu imaginei o que ia acontecer. Mas fui, não podia parar agora. Ela lubrificou meu cuzinho e começou uma gostosa massagem no esfíncter. Introduziu um, depois dois, três dedos e fez um vai e vem gostoso, parava por uns instantes e colocava sua língua dentro de mim.

Acabei gozando e gemi alto. Ela parou fez um carinho na minha cabeça e perguntou o que eu tinha achado. Disse que ela era maluca, mas maravilhosa. Então agora é a sua vez. Deu-me uma luva preta, longa que ia ate meu ombro. Pediu para eu lubrificar os dedos com o gel e fazer uma massagem no seu cu. Tentei repetir o que ela me tinha feito.

Vi que meus dedos entravam facilmente, um, dois, três, quatro, todos. Num momento ela pediu para que eu fizesse um vai-e-vem e fosse forçando até entrar toda a mão. Eu estava atordoada com o que estava fazendo, mas obedeci.

Depois de alguns minutos, minha mão começou a entrar toda e eu fui colocando e tirando, num vai e vêm que a fez gozar e ela gemeu. Senti as contrações do seu esfíncter apertarem meus dedos. E, enquanto ela gozava, tirei a mão e enfiei minha língua num impulso de tanto prazer.

Acho que eu e ela gozamos juntas. Que experiência que estava tendo! Logo depois, ela me disse, num sussurro, que eu acabara de fazer um fisting fucking maravilhoso. Ficamos brincando juntas algumas horas e fomos dormir. A semana do seminário estava acabando e eu teria que ir embora.

Na sexta feira, Fê pediu para que eu ficasse no fim de semana, pois me mostraria algumas pessoas interessantes, que ia adorar conhecer. Titubeei, mas concordei. Não sabia o que estava  por vir, mas isso é história, para outro dia.

Perversão Máxima

O fato que passo a narrar agora, aconteceu em 1995, quando conheci Ellen através de um anúncio classificado erótico. Estava passando por alguns anúncios quando me deparei com um que dizia: Pervertida, recém chegada da Europa, a procura de homem de qualquer idade e raça, bem decidido, pervertido e sigiloso para viver mil loucuras extremas, e resolvi responder,.

Sempre fui meio pervertido, mas o que aprendi com esta mulher realmente me chocou no começo. Começamos a conversar através de cartas, trocamos telefones, até que marcamos um encontro. Quando chegou vi que Ellen era uma mulher deslumbrante, loira com 1,78m de altura 38 anos , coxas grossas, cintura bem definida e lindíssima. Eu não estava acreditando.

Ela me cumprimentou, sentou-se e pedimos um vinho. Ellen me disse que viveu 18 anos em Paris, trabalhava como representante de uma marca famosa de roupas e que estava de volta para iniciar aqui uma representação filial desta marca. E eu por minha vez, lhe disse que era engenheiro civil e trabalhava em uma construtora aqui da capital, estava com 31 anos na época, enfim trivialidades as quais já havíamos conversado via cartas e telefone.

Depois da primeira garrafa de vinho o papo já havia tomado um rumo mais descontraído e comecei a questionar a respeito de seu anúncio, ou seja, o que ela entendia ser perversão. Ela simplesmente me olhou e disse que se eu estivesse disposto ela me diria em seu apartamento, tomamos a segunda garrafa de vinho e fomos para seu apartamento.

Quando chegamos Ellen abriu a porta me puxou para dentro e me jogou no sofá para me dar um delicioso beijo. Levantou-se e abriu o sobretudo, estava vestida, para minha surpresa, apenas com um espartilho Jogou o sobretudo e investiu seu corpo sobre o meu com toda volúpia arrancando toda minha roupa e iniciando uma chupada no meu caralho com muita maestria.

Então disse para que eu não a tocasse ainda, então levantou-se deixando-me cada vez mais louco, e foi até a televisão. Ligou o vídeo e colocou uma fita a qual continha cenas de sexo muito fortes, mulheres com animais e muitas cenas de coprofagia. Assisti impassível e ela também pois exigiu que assistimos quietos, ao termino da fita que possuía apenas 15 minutos ela avançou novamente sobre mim e permitiu que eu fizesse o mesmo, em meio aquela volúpia

Ellen disse que não agüentava mais e pediu para que eu a possuísse, e foi o que eu fiz. Coloquei-a na posição de frango-assado e comecei a penetrá-la, aquela vagina totalmente úmida contraia-se a cada centímetro que eu avançava e Ellen totalmente desconcertada gemia, dizia palavras em francês e gozava sucessivamente, ate que em dado momento disse:

-Já fui torturada o suficiente, agora quero que coma meu cuzinho.

Dizendo isso levantou-se e me pediu que a acompanha-se. Saímos da sala e fomos até um quarto no fundo do apartamento, como se fosse um quarto de empregados, e qual não foi minha surpresa quando a porta se abriu. Haviam vários aparelhos estranhos, parecendo aparelhos de ginástica, uma câmera, um telão e uma cama redonda encapada com um tipo de lona plástica. Mais para o fundo um pequeno banheiro composto de um box com uma pequena hidromassagem e uma privada tipo turca ao lado.Ellen me puxou pelo braço para perto da cama e disse:

- Agora vamos começar com a nossa perversão.Me preparei desde que marcamos nosso encontro.

Dizendo isto colocou-se de quatro em cima da cama e mandou que eu a enrabasse sem dó. Diante daquela visão maravilhosa, não tive duvidas, fui ao seu encontro, Ellen possuía muita lubrificação vaginal, tanto que chegava a escorrer, penetrei sua vagina a fim de lubrificar o pau e comecei a penetração anal, devo salientar que possuo um membro considerado grande (22cm x 6,5cm) portanto comecei a forçar com .

Quando consegui introduzir a glande Ellen começou a gritar de prazer e jogou-se para trás fazendo com que meu membro entrasse de uma só vez, ela urrou como um animal e jogou-se para frente fazendo com que eu saísse de dentro dela, eu também senti muita dor pois era como se seu ânus já estivesse preenchido, ela sentou-se com expressão de dor e prazer e disse:

-Vou pegar um lubrificante senão não vou agüentar. Dizendo isto levantou-se foi até uma pequena bolsa onde pegou um frasco e uma seringa muito estranha, encheu-a com o liquido e me deu dizendo:

-Aplique no meu cuzinho. E virou-se, nesta hora vi que ela havia se borrado um pouco e olhei para o meu pau, ele estava coberto de fezes, fiz menção de ir lavá-lo e ela disse para que não fosse e mandou que eu lhe aplicasse o liquido, assim que apliquei ela se deitou e pediu para que eu deitasse em cima dela e esperasse ate que o suposto liquido fizesse efeito.

Depois de uns 10 minutos ela disse que já estava pronta novamente, coloquei-a de quatro e recomecei a penetração, e novamente ela urrou e jogou-se para trás, só que desta vez não senti nenhum obstáculo e ela também não pareceu sentir dor,

Ellen ao sentir meu membro em seu anus sofreu uma transformação radical, de mulher fina e elegante para uma mulher muito abaixo de ser considerada vulgar, com um vocabulário muito baixo devo dizer, comecei a fodê-la com lentidão e Ellen começou a dizer:

-Me fode seu filho da puta, olha que cu gostoso que eu tenho, já estou ate peidando de tesão, olha como eu peido gostoso no seu pau, me arranque bosta. Você gosta não gosta? Olha como eu me cago toda com este pintão no meu cu, me arromba, arranque bosta, eu to peidando, não estou agüentando vou me cagar toda!

E Ellen peidava freneticamente e a cada peido me lavava em fezes, mas eu já havia pegado o ritmo e não estava nem ligando para isto, nem para o cheiro nem para a sujeira, eu estava apreciando toda aquela perversão e as palavras de Ellen me deixavam com mais tesão ainda. Continuei fodendo e já não estava agüentado mais e gritei:

-Vou gozar!

Ellen ouvindo isto não se conteve e ficou mais tesuda ainda e gritava: - Vou gozar também! Quando Ellen sentiu que eu havia ejaculado ate a ultima gota jogou-se para frente retirando meu pau de seu cu e gritando de prazer,.

Assim que meu pau saiu começou a cagar-se e mijar-se gritando ainda mais alto de prazer, eu podia ver toda sua excitação a cada jorrada de fezes seguidas de contrações esfincterianas e peidos estrepitosos, isso deve ter durado mais ou menos uns dois minutos quando finalmente ela acabou deitou-se em cima de toda aquela sujeira com a cara de mulher mais satisfeita do mundo e me puxou para cima dela.

Confesso que passado a euforia e o tesão aquela situação começou a me incomodar, pois o cheiro era forte e sem contar que eu estava todo sujo, começamos a conversar sobre o que acabara de se passar, eu esperava que ela se sentisse envergonhada pelo que acabáramos de fazer mas pelo contrario só quem estava envergonhado era eu, ela então percebendo minha situação, iniciou a conversa sobre o fato, me colocando muito mais a vontade.

Ellen na verdade me segredou que nunca havia se sentido satisfeita nos moldes do sexo convencional e que ate tratamento já havia feito, pensando que era uma mulher frígida, que seu casamento terminara por isso e que quando viajou para a França foi tentando esquecer também este fato. Mas que quando chegou lá conheceu algumas pessoas e tomou conhecimento de um grupo de pessoas que costumavam patrocinar festas nas quais costumava-se praticar sexo pouco convencional, ou seja o sexo pervertido.

Eu estava me sentindo mal ali deitado foi quando disse a ela que iria tomar um banho e disse que ainda não havia acabado, dizendo isto tomou meu pau em suas mãos e com muita habilidade começou a me masturbar, quando ficou em ponto de bala ela levantou-se e disse:

-Não demoro! Foi ate a bolsa retirou um acessório e retornou introduzindo algo no anus dizendo:

-Preciso colocar este plug anal senão meu cuzinho vai ficar vazando! E riu, ela estava toda suja de fezes, pude ver bem, suas meias e seu espartilho estavam cobertas de fezes e eu ,a esta altura também estava, mas eu estava novamente excitado e isto não me incomodou, ela colocou-se de cócoras sobre mim e disse que iria me lavar para terminar. Nisso começou a mijar em cima do meu pau e limpá-lo com as mãos, senti sua urina quente e suas mãos com muita intensidade e isto me deixou mais tesudo ainda.

Quando terminou meu pau estava limpinho, foi quando ela começou a fazer uma chupetinha maravilhosa, gozei como nunca. Depois desta fomos tomar um banho, mas não acabou por ai , em outra oportunidade eu conto mais um pouco, ate lá!

2500 KM de Penetrações

Meu nome é Dário, tenho 33 anos, 1,78m, corpo malhado, loiro e olhos verdes, com a pele bem branca no momento, pois há muito não vou à praia, tenho uma ferramenta que sempre é elogiada, pela sua espessura e beleza.

Fui casado com uma mulher muito simpática, gostosíssima e inteligente, que só não deu certo devido ela ser de Pernambuco e eu do Rio de Janeiro, como não conseguiu emprego aqui no Rio, voltou para Pernambuco. Ai durou mais um ano e terminamos como amigos.

Hoje moro sozinho na Cidade Maravilhosa. Numa das minhas viagens a Pernambuco, resolvi retornar de ônibus, pois gosto de ler e seria uma forma de ter um bom tempo dedicado a leitura. Como era véspera de carnaval, o ônibus estava muito vazio, com apenas oito pessoas e entre elas estava uma morena de 26 anos maravilhosa, com uma bunda durinha, grande e arrebitada, uns peitinhos pequeninos.

Ela estava com uma calça bailarina e um top colorido. Os cabelos anelados, compridos e uma boca carnuda que adorava beijar. Maravilhosa. Ela estava a duas cadeiras da minha e entre nós não havia ninguém. Peguei um livro para ler, tentando me concentrar na leitura. Na primeira parada, já era noite, desci para ir ao banheiro, e tomar um café, quando fui abordado pela mesma, querendo confirmar o meu nome, se era Dário, como falei que sim, ela me disse que tinha me visto na casa de um amigo em comum, onde é um centro de esportes de aventura, do qual eu escrevo para uma revista nacional.

Ai o papo fluiu, ela me falou que ia passar umas férias no Rio e que pretendia escalar alguns picos por lá, e eu já estava ficando com quintas intenções naquela linda e gostosa mulher. Foi quando a convidei para sentar ao meu lado. O papo sobre esportes fluiu até que ela ficou meio sonolenta e adormeceu.

Eu acabei adormecendo também, acho que por uns 15 min. Quando acordei eu estava deitado em seu ombro, olhei para ela e ela estava de olhos abertos e sorriu para mim, como sua boca estava bem próxima da minha, arrisquei um beijo, o que foi plenamente correspondido e intensificado numa guerra de línguas e chupões.

Comecei a beijar seu pescoço e massagear seus mamilos, que já estavam durinhos, foi quando ela procurou o meu pau e começou a massageá-lo, olhou nos meus olhos com um ar de espantada, me disse que queria vê-lo, me afastei e ela já colocou-o para fora e começou a chupá-lo.

Segurei o gozo, deitei-a na poltrona, pois o ônibus era semi-leito, chupei sua xana, que era bem depilada, até ela gozar na minha boca e me lambuzar com o seu mel, coloquei uma camisinha, que eu tinha na minha mochila, sentei na poltrona e mandei ela vir, por cima, me cavalgar de frente para mim, ela me cavalgando e eu beijando onde minha boca alcançava e massageava todo o seu corpo, apertava sua bunda e massageava o seu cuzinho carequinha.

Ficamos nessa posição até ela gozar duas vezes. Levantamos e fomos para as últimas cadeiras do ônibus, pois os passageiros estavam concentrados nas primeiras poltronas. Coloquei-a de quatro na última cadeira e comecei a lamber o seu cuzinho que não parava de piscar, quando encostei a cabeça do meu pau no seu botãozinho apertado ela reclamou e jogou seu corpo para frente, dizendo que meu pau era muito grosso e que ela não iria agüentar.

Convenci-a me deixar tentar, que pararia a qualquer momento, era só ela pedir. Coloquei-a de quatro novamente e comecei lambendo seu cuzinho, depois enfiei um dedo e lambia seu grelinho por trás, ao mesmo tempo, ela ia às nuvens, ela enfiava a cara na poltrona e empinava cada vez mais a bunda, se soltando por completo, eu mexia e remexia o dedo, minha língua não parava com lambidas e chupadas alternadas em sua vulva para secá-la.

Foi quando ela gemeu alguma coisa colocando uma perna e sua cabeça para baixo, como se fosse procurar alguma coisa embaixo da poltrona, deixando uma perna para cima e seu cuzinho a minha disposição. Ela insistiu no gemido, me aproximei e ela disse bem baixinho, “Arromba o meu cú com essa pica maravilhosa seu filho-da-puta, me preencha por completo, vai me arromba rápido que meu cú está querendo muito”.

Coloquei a cabeça e fui empurrando, mesmo totalmente lubrificada, foi difícil, mas ela agüentou firme, mordia a poltrona para não gritar. Quando a metade estava dentro, ela levantou a cabeça, me olhou com uma cara de coitada, depois deu um sorrisinho maroto e jogou a bunda para traz, engolindo tudo.

Comecei a bombar lentamente, depois aumentei as estocadas, ela desesperada mordia a poltrona, abria a boca como se estivesse gritando, se esfregava na poltrona e me proporcionou um gozo avassalador, onde eu gozei bombando o seu cú bem fundo.

Quando acabei ela estava desfigurada, pois gozamos juntos, a poltrona estava toda molhada com a sua seiva, pois o seu grelo ficou roçando o tecido do assento proporcionando-lhe, como ela disse, um tesão redobrado. Não parou por ai. Meu pau continuou duro, mas como ficamos com medo de termos acordado alguém, sentamos comportados.

Todavia o meu tesão ainda era grande, começamos a nos beijar e em minutos ela já estava me pagando uma gulosa e eu uma siririca nela. Gozamos de novo, onde ela não desperdiçou nenhuma gota. Foi ai que reparamos que já estava clareando e o ônibus estava parando, que ela estava apenas com o top, e assim mesmo levantado.

Ela vestiu a calça rapidamente e eu me recompus, já descemos como namorados, e durante toda a viagem transamos o tempo todo. Durante todo aquele dia, ficamos nos bolinando, quando estávamos acordados, e a noite, ela colocou uma saínha, uma mini-blusa sem nada por baixo e eu permaneci com uma calça de tactel nas mesmas condições. Comi seu cuzinho e xoxota novamente e fomos flagrados, mas essa eu conto depois. Obs: Essa é uma História verídica.

Conto enviado por email - autor solicitou anônimato

Poquer Surpresa

Na realidade, nunca gostei de jogos de baralho, mas minha mulher tem fascinação por pôquer, não que ela seja uma viciada em jogos, mas se diverte bastante e sempre recebemos casais de amigos nos finais de semana para fazermos uma rodada.

Quero esclarecer que temos um casamento muito feliz, sem filhos, e que a Marisa, é uma mulher de uma beleza exótica, tem os cabelos castanhos e cacheados, olhos cor de amêndoa, um rosto muito bonito, e um corpo perfeito, tudo no lugar certo.

Nossas relações sexuais são sem sombra de dúvidas, excelentes, e desfrutamos de muitos prazeres juntos. O temperamento da Marisa é tímido e recatado, embora na cama se revele uma verdadeira expert em matéria de sexo.

Fui seu primeiro namorado e o homem que teve o prazer de colocá-la no rol das desvirginadas. Mas, a vida nos oferece surpresas incríveis. Num desses sábados a noite, em que nada tínhamos planejado, fomos surpreendidos pela visita de um casal amigo nosso e mais três convidados.

Feitas as devidas apresentações, começamos a conversar, o casal Fernando e Júlia, conhecidos nossos de longa data nos apresentou o trio, Flávio, um homem de seus 30, 35 anos, bem apessoado e de conversa agradável, o Roberto, mais jovem, em torno de 23 anos era a síntese do garotão de praia, e com uma conversa de praias, surf, e muita gíria, e o terceiro o Milton, um jovem de seus 18 anos.

Para incrementar o papo, Marisa foi apanhar um litro de whisky e gelo. Fomos bebendo conversando, contando piadas, bebendo mais, e já na terceira garrafa, a Marisa, inefável como sempre nos convidou para uma rodadinha de pôquer.

Eu, como falei antes, não gosto e disse que iria assistir a um filme no vídeo e eles foram então para a copa e montaram a mesa. Já estava deitado no meu quarto vendo o inicio do filme quando a Marisa entra e me pergunta onde estão às fichas, eu disse que não sabia, procurou, procurou e terminou não encontrando e resolveu substituir as fichas por caroços de feijão.

O tempo passou e as risadas e gritos já estavam me incomodando, mas nada fiz. Apenas encostei a porta do quarto, mas mesmo assim dava para perceber tudo o que estavam conversando e o tema era sexo...

A Júlia se queixando em tom de brincadeira com o Fernando de que ele não estava muito animado ultimamente, etc, risadas.. E mais whisky. Pensei comigo mesmo: a Marisa não está habituada a beber tanto e amanhã deve ter uma ressaca violenta.

Levantei-me e fui até a cozinha para me servir de mais uma dose e fiquei observando um pouco o jogo. Percebi que o Fernando não tirava os olhos do decote da minha mulher que usava um vestidinho solto de algodão com um decote bastante generoso onde percebia-se claramente que estava sem sutiã.

Fiquei um pouco acabrunhando, mas nada falei em nome da boa amizade. Olhei para Marisa e percebi que já estava bastante alta, ria de qualquer comentário. A Júlia desistindo de jogar, pediu para usar o nosso quarto de hóspedes para descansar um pouco. Então restaram apenas a Marisa, o Júlio, o Flávio, o Roberto e o Milton que já estava bastante embriagado.

Voltei para o meu quarto e tentei me concentrar no filme, escutando os fragmentos das conversas. De repente a Marisa fala rindo muito que jogar sem fichas é muito ruim, e que os feijões davam muito trabalho para contar.

-Então o que você sugere? Pergunta Fernando
-Sei lá, diz Marisa rindo sempre. Foi quando o Milton com o cérebro embotado propõe: -Por que não apostamos nossas peças de roupas?

Apurei meus ouvidos para escutar o que responderiam, e para minha surpresa, a primeira a concordar com a nova modalidade foi a Marisa. Resmunguei comigo mesmo:

- Isto não vai terminar bem.
-Então comecemos! Falou o Fernando.

Fiquei com as antenas ligadas e me preparei para ir até lá iniciar uma discussão. Fui até a porta do quarto e notei de relance que a porta do quarto onde a Júlia dormia estava entreaberta. Curioso, fui até a porta e tive uma excitação instantânea. A Júlia dormia a sono solto e só de calcinhas, meu membro começou a latejar de tesão.

Nesse exato momento, ouvi a gritaria na copa: Tira tira tira. Fui observar um pouco distante e vi que Marisa tinha perdido a rodada e eles estavam exigindo que ela tirasse o vestido. Rindo sempre, Marisa se levantou e puxou o vestido por cima dos ombros, engoli em seco, e acho que todos eles também, quando os peitinhos de minha mulher ficaram expostos a três desconhecidos e ao Fernando.

Por incrível que pareça, devo admitir que a situação me atiçou mais ainda e resolvi me sentar onde estava, de onde poderia ver sem praticamente ser visto. O Fernando já tinha perdido a camisa e o Milton só estava de cuecas. Apenas o Roberto permanecia com suas roupas.

Vendo minha querida mulher só de calcinha no meio daqueles homens me excitou mais ainda, seus seios balançavam com sensualidade e percebi que ela estava muito excitada. E foi neste ponto que perdeu mais uma rodada. Tira, tira, tira gritavam.

Prontamente a Marisa subiu na mesa e começou uma dança sensual e enfiou os dedos na parte lateral de sua calcinha e lentamente, começou a se despir por completo. Neste ínterim percebi que o Milton estava com a mão dentro da cueca se masturbando.

Enfim, estava feito, minha mulher completamente nua em cima da mesa da copa dançando para três machos ávidos, pois os olhares estavam carregados de sexo.

Vamos continuar pede Marisa. O Fernando, livrando-se do que restava de suas roupas disse: só se você der um beijinho na ponta de meu caralho. A Marisa olhou em volta, e desceu de onde estava completamente desvairada e começou a acariciar o pênis de Fernando que estava duríssimo. E, ajoelhando-se diante dele, iniciou um boquete que me deixou tão louco de excitação que comecei a me masturbar.

O Milton levantou e tirou a cueca. Pude perceber que tinha um pênis pequeno apesar de seus 18 anos. Masturbava-se furiosamente. O Roberto colocou o pênis para fora e entregou aos cuidados da minha mulher que abocanhou os dois. Milton se aproximou dela e começou a lamber sua bunda. O cheiro de sexo tomava conta do ar.

Júlio, mais ousado, deitou a Marisa na mesa e começou a penetrá-la na vagina enquanto ela com uma das mãos masturbava o Roberto e com a outra guiou o pênis de Milton para sua boca. Com alguns segundos de furiosa chupada o Milton derramou todo o seu esperma na garganta de minha mulher que engoliu tudo.

Marisa parecia fora de si, pedia: Me fodam seus merdas, me tratem como uma puta, enfiem essas picas em mim. O Roberto ficou por baixo dela e começou a penetrar no seu cuzinho, virgem para mim, e que acabou sendo deflorado por outro homem. Quando o Roberto enfiou o membro na íntegra no seu rabinho ela gemeu alto e o Fernando, não perdeu tempo em enfiar o seu na buceta já ensopada da minha mulher.

O Milton parecia que tinha desmaiado após gozar. Os movimentos foram se intensificando e Marisa começou a urrar de prazer, pedindo para ser tratada como uma vagabunda, o Fernando deu um tapa de leve no seu rosto e ela gemeu mais alto.

Percebendo isto, o Roberto batia-lhe nos seios enquanto estocava com seu membro o rabo de minha mulher. Fernando começou a bater no rosto de Marisa com mais força e ela pedia mais! Gozava feito uma cadela no cio. Roberto, já sem poder se conter, gozou na bunda de minha esposa e caiu para o lado sem tirar o membro.

Fernando acelerou os movimentos até atingir o orgasmo também, fora da vagina, inundado o corpo da Marisa de esperma, que o Milton, já desperto, começou a lamber. Enquanto segurava o pênis de Roberto retirou da bunda de minha mulher e começou a chupá-lo.

Eu que já me masturbava a algum tempo explodi. Fui para o quarto de hóspedes e me deitei ao lado da Júlia. O que aconteceu depois na copa eu não vi, pois precisei dedicar toda minha atenção à mulherzinha de meu amigo Fernando. Mas o que aconteceu entre nós devo narrar em outra oportunidade.


Enviado por email – autor anônimo

Puta já Nasce Feita

Meu nome é Patrícia e tenho 18 anos. Meu corpo está completo, baixinha com 1,59 de altura. O que mata os homens é que sou magrinha mas tenho uma bunda fora do comum. Meu quadril é bem grande, tenho umas coxas bem grossas e os seios grandes.

Minha mãe vive dizendo: ”Essa menina tá ficando uma puta completa, tudo dela é grande". Não gosto dessas meninas que ficam mentindo só pra dar mais prazer aos homens que lêem estas histórias na net. Eu digo: sou feínha de rosto.

Alem de tudo. Eu sou super arretada, só saio na rua pra arretar os homens. Visto uma bermudinha bem apertadinha, expondo meu rabão e uso um top que deixa meus seios balançando e qualquer homem de pau duro!

Outro dia, fui convidada pela minha mãe pra ir em um churrasco na casa de uma amiga dela, (minha mãe tem 39 anos e está divorciada do meu pai). Quando soube que ia ter piscina fui logo tratando de procurar meu biquíni de lacinho.

Aprontei-me todinha, e depois botei uma bermudinha com uma blusa pra ir. Chegando lá vi um monte de gato na piscina. Os amigos da amiga da minha mãe são entre 23 a 35 anos e na maioria só gato! Cheguei com minha mãe e fui apresentada para alguns, mas nem dei confiança. Falaram que eu podia ficar a vontade enquanto estavam preparando o churrasco

Então vi onde os caras estavam sentados e fiz só de sacanagem: fiquei de costas para eles para tirar minha roupa e entrar na piscina. Me abaixei para tirar a bermudinha e ainda arrebitei a bunda. Vi os caras irem à loucura e quando tirei a blusa, ajeitei um pouco o biquíni, os caras ficaram armados na hora.

Pulei na piscina e fiquei nadando, de repente todos estavam na piscina. Começaram a conversar em roda, a piscina era muito pequena eu estava num canto só mergulhando e a roda deles estava perto de mim. Estavam só sacando eles me tarando. Depois dois deles saíram para comer e minha mãe me chamou na borda da piscina disse que iria ficar mais um pouco.

Aí nesse momento dei por conta que estavam só eu e o Fernando na Piscina. Fiquei encostada da borda como se estivesse só pensando e ele chegou com um papo bobo dizendo algumas besteiras e depois perguntou se eu tinha namorado. Eu falei que não e ele disse assim:

-Como é que pode uma garota tão gostosa como você ficar sem namorado?

E depois ele perguntou se eu ficaria com ele, eu respondi que sim e nós nos beijamos. Depois de um tempo nos agarrando ele me convidou para ir até um lugar mais calmo lá atrás... Eu tava só sacando qual era a dele. Chegando lá ele me levou para o quarto da empregada da casa, mas como era domingo ela não estava. Começou me dando uns beijos e depois falou:

- Ia ser ótimo se você fosse como sua mãe. E eu perguntei : Como assim?

Então ele me contou que minha mãe fode com todos os caras que estavam lá. Que agüentava a pica de todos no rabo. Meus seios começaram a ficar durinhos. Ele foi me beijando e eu peguei a mão dele e coloquei na minha bunda. Quando ele percebeu o que eu realmente estava querendo foi descendo, beijando meu pescoço e tirando um lado no meu biquíni com os dentes. Quando ele viu as polpas da minha bunda minha saltarem, redondinhas ele deu uma lambida que eu viajei, depois lambeu o outro lado e disse assim.

-O Patrícia, você tem uma bunda muito gostosa e a gente não vai ter muito tempo, me deixa comer teu rabo logo?

Eu falei que sim e ele foi pegar alguma coisa não vi o que era. Enquanto isso tirei todo o biquíni e fiquei de quatro esperando. Então ele chegou com o pau na mão e um produto oleoso que passou no meu rabo e um pouco na cabeça do seu pau.

Quando ele tentou enfiar eu dei um gritinho. Tinha doído um pouco e pensei que ele fosse me rasgar. Mas mesmo eu gritando ele não tirou o seu pau e depois de uns 30 segundos a dor diminuiu e ele foi enfiando o resto. Eu comecei a rebolar enquanto ele delirava. Já tinha entrado tudo e eu senti sua barriga encostar na minha bunda.! Ele começou a foder meu cu colocando para dentro e para fora enquanto apertava meus seios com as mãos e depois mexendo no meu grelo.Ele Disse que ia gozar e eu falei para ele:

- Rápido, goza no meus peitos. Nos peitos.

Ele tirou o pau do meu cu e eu me sentei. Fiz uma espanhola para ele que esporrou com força. Nos limpamos e saímos de lá. Minha mãe tava vindo do outro quarto da casa com outros dois caras. Ela também já estava fudendo. Fui pra casa e de vez em quando o Fernando liga para me comer de novo.

Dois Homens e uma Mulher

Certa vez, em uma empresa em que trabalhei, conheci uma moça de mais ou menos uns 38 anos. Ela era muito bonita e madura, não sei, mas as mulheres mais velhas me atraem, ela era casa da e tinha dois filhos.

O tempo foi passando e nós fomos ficando amigos e cada vez mais íntimos, até que em uma de nossas conversas ela começou a reclamar do marido, apesar de não ser casado, dei alguns conselhos e ficou por isto mesmo.

Nossas conversas cada vez ficavam mais íntimas até que começamos a falar de sexo. Ela me falava o que fazia com o marido, o que não era nada de mais, e eu falava das minhas aventuras. Um certo dia ela me pediu para ir a sua casa para trocar um fusível, pois o marido havia ido viajar. Como ela morava perto da empresa e tinha muito medo de eletricidade resolveu me pedir.

Aceite ir lá de imediato, pois ela me deixava frequentemente excitado e em uma das vezes que eu estava excitado eu a peguei olhando para meu pau e eu achava que poderia rolar algo, pois desconfiava que ela se insinuava para mim.

Era uma sexta feira e os seus filhos não estavam, pois ela tinha os mandado para a sogra que morava no interior. Em alguns segundos troquei o fusível, em seguida ela me ofereceu uma bebida e ficamos conversando.

Como eu não tomava atitude ela sem mais nem menos se sentou do meu lado, pegou no meu pau, que já estava duro, pois nossas conversas estavam um pouco libidinosas, e me beijou. Ficamos nos acariciando, ela sem parar de me beijar abriu minha calça, tirou meu pau para fora e começou a chupá-lo.

Fiquei ali jogado na poltrona, com os olhos fechados enquanto ela me chupava, ate que quando eu senti que não ia agüentar mais pedi para ela parar, pois iria gozar em sua boca. Mas que nada! Ela chupou com mais vontade e gozei gostoso em sua boca. Ela deixou respingar em seus seios e espalhava por seu corpo com a mão.

Após gozar abri os olhos e vi que o marido dela nos olhava. Fiquei assustado e sem reação, mas o próprio marido me explicou que eles tinham armado tudo e que a mulher queria transar com dois homens ao mesmo tempo, mas ela não quis me contar, pois ficou com medo de me afugentar.

Mais tranqüilo disse que não queria que aquilo eu nunca tinha feito e que provavelmente eu nem conseguiria ter ereção, pois eu não gostava muito da idéia. Mas ela me pediu e implorou e depois de muito tempo conseguiu me fazer ficar olhando eles transarem. Me disse também que se na hora me desse vontade eu poderia entrar na festa, pois ela estaria me esperando com muita ansiedade.

Ela começou atirar a roupa: primeiro a camisa, que revelou um sutiã meia taça branco e transparente que dava para ver os bicos de seus seios, depois deixou a saia cair, ela estava com uma calcinha minúscula, ao tirá-lá vi que estava toda raspadinha e sua vagina era realmente muito carnuda e gostosa.

Quando percebi o marido já estava sem roupa e chupava os seios de sua mulher. O seu pau era realmente muito grande, ele sentou-se de frente para mim e ela se sentou por cima de frente para mim também. Ficando de costas para ele, abriu as pernas de um jeito muito sexy e com as mãos colocou o pau do marido na direção da sua buceta, começou a roçar e de repente se sentou com toda a forca. Era uma visão maravilhosa.

Já havia visto isto em filmes, mas não sabia que ao vivo era muito melhor, meu pau ficou muito duro e sem mais preconceitos, tirei a roupa. Quando me virei ela já estava em outra oposição, virada para ele. Como nos filmes molhei o meu pau com minha própria saliva e sem cerimônia coloquei em seu cuzinho, era apertado, mas quando consegui penetrá-la totalmente ficou melhor.

Ela ficou louca e eu pensei: já que estou na chuva vou me molhar. Comecei dar umas estocadas e fiquei com receio que ela mandasse parar, mas que nada. Cada vez ela pedia com mais forca, o marido por sua vez também dava as suas estocadas. Eu podia sentir o seu pau dentro do corpo dela, ate que não agüentando mais eles gozaram eu demorei um pouco mais, mas quando gozei ficamos grudados por um bom tempo.

Depois trocamos, senti que aquele pau havia feito um estrago, mas aquela mulher realmente sabia o que queria. Meu pau entrava e saia daquela buceta, e cada vez ela pedia com mais forca ate que gozamos de novo.

Depois a comi de novo, só que agora sozinho. Ela subia e descia sentada no meu pau, mas como ela já estava bem arrombada, resolvi colocar em seu cuzinho, que decepção! O cara já havia arrombou o cuzinho também. Mas mesmo assim gozei gostoso.

Em outro dia ela me disse que queria repetir e eu concordei, só que eu também queria comer duas ao mesmo tempo. Então ela disse que seria fácil, pois poderia chamaria as suas irmãs. Mas isso fica para outra história

Enxaqueca Providencial

Num dia destes, estando em minha sala de trabalho, fui repentinamente tomado pôr uma forte enxaqueca. Como nas outras vezes, fui em busca de um suco de laranja para melhorar. A caminho do bar, encontrei o meu colega Fábio, que fez questão de me acompanhar.

Ao passarmos pelo ponto de ônibus, vimos uma garota loura, de mais ou menos uns 19 anos, corpo perfeito, pernas roliças, seios empinadinhos, sob uma minissaia de fazer inveja às outras garotas. Eu e Fábio nos olhamos e percebemos que os nossos pensamentos coincidiam: afastamos a idéia do suco de laranja, eu esqueci a dor de cabeça e ficamos à sombra de uma árvore, admirando aquela garota, que, pelo material de estudo, ia ao cursinho pré-vestibular.

Resolvemos acompanhá-la e descobrir onde ela estudava. O ônibus estava cheio de estudantes. Recomendei ao Fábio que ficássemos perto dela, pois éramos dois e, provavelmente, ela também ficaria ao lado de alguma amiga, como é costume das vestibulandas.

Dito e feito: a garota logo iniciou um bate-papo com outra, ao meio do corredor do ônibus, chamando-a de Gigi. Prestei atenção na conversa e soube que a gata se chamava Gisele. Nós estávamos bem próximos a elas e notamos que vez pôr outra olhavam para trás e riam.

Aí, eu entrei em paranóia; como sou um homem de meia-idade e meu colega é um rapaz elegante, porte atlético, loiro, de olhos verdes, na plenitude de seus 21 anos, acreditei que tal disparidade estivesse causando risos. Mas não era nada disto.

Aproximamo-nos mais um pouco e aconteceu o inevitável: o contato com o corpo de Gisele, quando o ônibus lotou mais um pouco. A minha braguilha, ao roçar suas ancas, aumentou o meu grau de excitação, Olhei para o lado e vi Fábio, na mesma posição, roçando em Gigi. Propositadamente, a cada parada de ônibus, eu pressionava o meu pênis no traseiro de Gisele e ela parecia não se incomodar nem um pouco.

Notei que a conversa entre as duas tornava-se cada vez mais alegre. Acreditei que estivessem gostando e se excitando também. Em dado momento, sem que ninguém percebesse, Gisele virou-se de lado, passou os livros para o outro braço e, sutil e silenciosamente, deixou sua mão direita cair na altura do meu pênis.

De repente, com a ponta dos dedos, ela procurou alisar minha glande de leve. Fitei seu rosto e vi que ela mordia os lábios, excitada. O calor que se desprendia de seu corpo era febril. Gisele não resistiu e encheu a mão. Não foi possível suportar esta situação. Aproximei-me do seu ouvindo e indaguei se ela não gostaria de matar aula, junto comigo.

Com um simples aceno de cabelo, ela respondeu que sim. Tudo parecia liberado, naquela hora. Combinamos descer no próximo ponto. No entanto, havia o meu colega que já mostrava total entrosamento com a outra. Gisele fez um sinal de aprovação e deduzi que sua amiga nos acompanharia.

Descemos na Avenida Paulista e, como meu carro estava em frente à empresa, pegamos um táxi e fomos até lá. Então, sugeri que fôssemos até um terreno que tenho á beira da represa. No caminho, Gisele se postou ao meu lado e iniciou um verdadeiro interrogatório.

Notei que, embora ansiosa, ela estava um pouco receosa em manter um relacionamento mais íntimo com uma pessoa um pouco mais velha. Finalmente, chegamos ao Paraíso das Árvores, o meu terreno. Encostei o carro de tal forma que avistássemos a represa, cuja paisagem é maravilhosa.

Fabio e Gigi logo embrenharam-se naquele matagal. Ficamos a nós. Aquele ar puro e aquela paisagem proporcionavam um ambiente dos mais agradáveis e excitantes. Peguei Gisele pela mão e saímos a passar, trocando efusivos beijos e acalorados abraços, a todo o momento.

Olhei para o seu corpo e não acreditei ter tudo aquilo em minhas mãos. Sua pele parecia veludo, aquelas pernas cobertas de penugens louras, sua voz meiga e louca... Paramos e sentamos sob um eucalipto. Gisele abraçou-me fortemente e, num demorado beijo, senti minha língua ser tragada pôr sua boca.

Neste instante, ela mordeu meus lábios e unhou minhas costas. Meu corpo tremeu de excitação. Corri a mão pelo seu ventre e a senti toda arrepiada. Quando me aproximei de sua vulva, sob a calcinha, ela gemeu e, num bote certeiro, arrancou meu membro para fora da calça e, ao mesmo tempo em que o friccionava, chupava-o, deliciosamente.

Era insuportável aquela situação. Sua língua fina e quente deslizava no meu pênis latejante. Subia até a barriga, mordiscava os testículos e, quando chegava à glande, dava a cada sugada, arrancando de mim um gozo alucinante. Então, desvencilhei-me rapidamente da calça e da camisa.

Gisele parecia ter enlouquecido. Tirei a camiseta dela e alisei suas costas; toquei seus seios, cujos mamilos estavam pontiagudos. Mamei-os. Passava a língua e mordia aqueles biquinhos durinhos. Gisele gemia. Inesperadamente, ela se livrou da minissaia e da calcinha, ficando completamente linda, quer dizer, nua.

Então jogou-se sobre meu corpo e pediu que a apertasse. Ao passar a mão sobre sua vagina, a notei toda molhadinha. Quando toquei na parte superior de seus lábios vaginais, Gisele gritou: 'Não!' Com todo o cuidado, ajoelhei-me e abri suas pernas roliças e vislumbrei sua gruta rosada. Introduzi língua em sua vagina apertada, fazendo Gisele delirar.

Quando toquei em seu clitóris, pareceu desmaiar. Depois, refez-se e explicou-me que era virgem e não sabia pôr que guardava tantos tabus e preconceitos, 'parecem resquícios da educação familiar'. No entanto, ela acrescentou que o que gostava mesmo era de gozar.

Sugeri que fôssemos até a represa tomar um banho para aliviar aquela situação; afinal tínhamos tempo para saborear tudo. Ao entrarmos naquela água gelada, na altura do quadril, Gisele começou a brincar de fazer ondinhas, que sacudiam meu pênis e batiam na sua vagina, o que despertou nosso tesão.

Saímos correndo da água em direção ao carro. Deixei-a correr na minha frente, só para apreciar aquele belo traseiro. Aquelas nádegas balançando pareciam ter sido esculpidas pôr mãos de artista.

No meio do caminho, Gisele tropeçou e caiu. Fui ajudá-la, mas ela não aceitou: abocanhou meu membro e, como uma desvairada, em movimentos de vaivém, levou-me, outra vez, ao êxtase. Passei novamente a mão em sua grutinha, de onde saia um líquido opaco e viscoso.

Ao encostar o dedo médio em seu clitóris intumescido, Gisele arrancou o membro de sua boca e começou a rocá-lo naquela vagina em brasa. Tal era a força com que ela esfregava que chegou a esfolar meu pênis e a gozar várias vezes, continuadamente.

Como ao nosso lado havia um tronco deitado, Gisele sentou-se em cima dele e começou a 'cavalgá-lo’, friccionando aquela grutinha na madeira suja, enquanto pedia que eu me masturbasse e jorrasse sobre ela. Lambuzei-a todinha com meu esperma. Ela, então, lubrificou as mãos e virou-se de quatro, oferecendo-me o ânus.

Estranhamente, ela me contou que nunca havia dado a bundinha. Mas como tudo tem a primeira vez, pedi-lhe que relaxasse, pois aquele relacionamento não a prejudicaria em nada, apenas nos divertiríamos. Peguei o membro e fui introduzindo.

Quando a glande tocou na borda de seu ânus, Gisele regulou. Pedi que ficasse calma e procurasse relaxar. Para excitar mais, toquei em seu clitóris e comecei a massageá-lo. Aos poucos, fui introduzindo-lhe o pênis e, à medida que penetrava, Gisele movimentava-se freneticamente.

Aquele buraquinho era tão apertado que pensei não colocar mais que a metade do meu falo. Ao chegarmos ao climax, Gisele, repentinamente, parou de movimentar-se e passou a piscar o ânus sem parar. Seus olhos fechados e sua fisionomia tranqüila traduziam a satisfação.

Pegamos nossas roupas e fomos para o carro, ao encontro de Fábio e Gigi. Ao nos aproximarmos, olhei para o alto e avistei, em cima duma arvore, numa calcinha manchada de sangue. Pensei que Fábio houvesse cometido algum ato abusivo com Gigi.

Mas, quando perguntei aos dois o que havia acontecido, a moça me explicou que estava mestruada e Fábio, possesso pôr não ter aproveitado nada, pendurara a calcinha em cima da árvore e dormira. Depois, deixamos as gatinhas em casa e fomos bater o ponto no trabalho. Volta e meia, vou ao meu terreno com Gisele para reviver aqueles deliciosos momentos.

Enviado por email por Marcelo
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