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A Insaciável

No final de janeiro, fui com minha namoradinha a uma festa na Floresta, um bairro classe média aqui de Belo Horizonte Sei que acabei me excedendo na bebida e amarrei o maior porre. Susete minha garota, resolveu me levar para sua casa, onde eu ficaria até melhorar. Proibindo-me de pegar no volante, ela guiou o carro até Cidade Jardim, chegando a porta de sua residência, apoiando-me em seu ombro, entrei na sua casa.

Ela tez com que me sentasse no sofá da sala, enquanto me fazia um café bem forte e amargo. Pediu que não fizesse barulho, pois os pais estavam dormindo. Assim que terminou de falar, surgiu na sala sua irmã Ana. Eu já a conhecia, mas fiquei surpreso ao vê-la coberta por um transparente baby doll que me deixava ver as formas perfeitas de seu corpo adorável.

Susete pediu que ela me fizesse companhia enquanto fervia a água e conseguia um comprimido para eu tomar. O meu estado não era dos melhores, eu via Ana meio desfocada e sentia um mal-estar horrível. Ela, carinhosamente sentou-se ao meu lado no sofá e colocou uma almofada sob a minha cabeça. Mesmo zonzo, eu conseguia ver, e não parava de olhar para suas pemas bem-feitas, sua vulva coberta por uma minúscula calcinha, que deixava a mostra parte de seus pêlos.

Seus seios também não escapavam ao meu olhar e se ofereciam tenros debaixo daquele tecido levíssimo Uma porção de coisas passava por minha cabeça Entre elas, a vontade de pegar Ana e trepar com ela ali mesmo na sala, porém, a chegada de Susete dissipou todas aquelas idéias de bêbado. Tomei o café e minha namorada voltou á cozinha para buscar o comprimido. Ana, levantando-se, foi até o aparelho de televisão e o ligou.

Quando se abaixou, deixou a vista sua bundinha arrebitada e carnuda. Apesar de estar com os reflexos entorpecidos, meu membro latejou sob a roupa. Ela, com o corpo ainda levemente curvado, virou-se para mim, proporcionando-me a visão de seus seios fartos e bem delineados, com mamilos pontudos e róseos. Susete me faz tomar o remédio e novamente me recostei no sofá. Um filme de bangue bangue gritava no vídeo e eu quase morria com o barulho detestável dos tiros.

Aos poucos fui melhorando. O mal estar passou e com ele a dor de cabeça. Susete pediu-me licença para tomar um banho e mais uma vez fiquei a sós com Ana. Assim que sua irmã saiu da sala, ela veio em minha direção e sentou-se ao meu lado. Num movimento instintivo, passei a mão em tomo de sua cabeça e a encostei em meu peito.

Ela um pouco surpresa, levantou-se e aí trocamos um olhar tern, que acabou encorajando-me a beija-la. Nossas bocas se colaram sem pressa e nos entregamos a um beijo longo, molhado e gostoso. Assim que ouvimos barulho no corredor, nos separamos e logo Susete chegou a sala, com uma toalha em volta do corpo. Acenou que esperássemos, pois iria vestir uma roupa. Mais alguns minutos e minha garota voltou. Eu, alegando ter melhorado, disse que ia embora. Mas Susete argumentou que eu não deveria ir, que podia dormir aquela noite em sua casa.

Simulei hesitar, fiz que não, porém ela insistiu, ajudada por Ana. Claro, acabei ficando. Enquanto Susete foi arrumar um quarto para mim, tentei dar uma sarrada em Ana, mas ela se esquivou, dizendo que era cedo para tal coisa. Beijou-me e foi se deitar. Deitado, não consegui dormir. A imagem do corpo de Ana não me saia da cabeça.

Meia hora, creio, se passou e ouvi barulho na maçaneta da porta. Em segundos ela se abriu e Ana entrou. Fez sinal para que não fizesse barulho. Só de cueca, me levantei e fui ao seu encontro. Nem precisamos de palavras, nos abraçamos apertado. Meu pênis  automaticamente endureceu e parte dele ficou para fora da cueca, atingindo as coxas de Ana.

Seus seios se comprimiram contra meu peito e nossas línguas famintas novamente se encontraram. Ela pediu-me para não fazer barulho, pois sua irmã poderia acordar. Concordei e logo minhas mãos apertaram suas nádegas e foram abaixando a sumaria calcinha que mal lhe cobria o sexo. Por sua vez, sem perda de tempo, ela desceu sua mão até o meu sexo, agarrando-o com volúpia.

Meus dedos lhes atingiram o interior da vagina, arrancando-lhe gemidos de prazer. A cada movimento deles, ela vibrava mais. Devagar, fomos nos chegando até a cama e lentamente nos deitamos. Sem parar os movimentos sobre seu clitóris embrasado, esperei que ela tirasse o baby doll, ficando inteiramente nua. Um perfume silvestre se desprendia daquele corpo fresco, jovem. Agradecida, Ana apertava forte meu pênis, que latejava em sua mão.

Nossos beijos eram dados com sofreguidão e ela já me pedia para penetra-la. Atirei minha cueca ao acaso e meu pênis se arremessou contra a abertura de sua vagina. Um empurrãozinho e a glande entrou. Ana estremeceu, engoliu um gemido e pediu-me para enfiar. Fui, devagar. Seus olhos estavam fechados, e a boca entreaberta não continha os gritos -abafados - daquela fêmea alucinada. Acelerei os movimentos e um grito mais alto fugiu de sua boca.

Ela suspirou, gemeu, disse coisas que eu não conseguia entender. Seu corpo se grudou ao meu e sua boca mordeu meu ombro. Anunciou com a voz quebrada que estava gozando. Chorando convulsamente, pediu-me que gozasse; queria sentir meu esperma quente em suas entranhas. Em movimentos ágeis, gozei, despejando-lhe que me pedira. Ela afrouxou os braços em tomo de meu peito e relaxou. Poucos minutos depois de nos separarmos, aquela potra insaciável já queria mais. Enxugou-se com o lençol e, puxando-me, fez com que minha cabeça fosse encontrar seu sexo.

Comecei a chupa-la. Minha língua se agitou sobre seu clitóris, que se tomou intumescido dentro de minha boca. Ela, suspirando, curtia deliciosamente aquela caricia. Escorreguei a língua do clitóris e saboreei os sucos que se desprendiam de sua vagina. Ela, ao mesmo tempo que arfava, mexia ritmadamente sua pélvis contra minha boca. Um pouco mais e ela puxou meu corpo para cima e com uma das mãos guiou meu pênis  já ereto para sua gruta. Bem lubrificada, não tive dificuldades para penetra-la e, em três firmes movimentos, estava todinho dentro dela.

Suas pemas, suspensas no ar, acompanhavam os meus movimentos até que se entrelaçaram em tomo do meu corpo - ela estava começando a gozar. Não parei de me movimentar dentro daquela mulher. Obtive absoluto controle da ejaculação e fiz com que chegasse a vários orgasmos. Tive um certo receio de - a qualquer momento - Susete, ou quem quer que fosse, ouvir os gemidos, o palavreado de Ana. Só muito depois, rodando com ela na cama em posições as mais acrobáticas, é que me permiti o gozo, que aconteceu aos solavancos, tal era a minha excitação.

Acendi um cigarro e conversamos um pouco. Disse-lhe que estava com sede e ela foi até a geladeira e me trouxe água. Bebi. Voltamos ao papo - sobre a primeira vez dela - e novamente nos acariciamos. Ana, com a voz mais tema deste mundo, disse-me que queria que eu fizesse algo com ela. incentivei-a a levar adiante e então pediu-me para ejacular em seu rosto.

A principio não entendi direito, mas ela me fez calar. e iniciou uma deliciosa chupada em meu membro. Sua boca quente e escolada logo realizou o grande milagre e meu pênis, em poucos segundos, endureceu. Deitada de costas, comigo ajoelhado sobre a parte superior de seu corpo, prosseguiu a falação. Pelas minhas expressões de prazer ela ia controlando meu orgasmo, que se prolongou por alguns minutos. Mais um pouco e comecei a ejacular, o que a fez tirar meu instrumento de sua boca, colocando-o a altura de seu rosto.

Em golfadas, meu sêmen atingiu seus olhos, nariz e boca, Ela o apertava e me agradecia o favor que lhe fizera. Imaginei, feliz, que tantas vezes que ela quisesse poderia abusar destes meus favores. Cuidei de tomar um banho - rápido - e quando voltei para a cama não encontrei mais Ana. Era inútil qualquer tentativa de procura-la. Mas o sono não demorou a pintar e dormi como um anjo. No outro dia, sai bem cedo. Susete me levou a porta e marcamos um encontro para mais tarde, na faculdade. Quanto ao que ocorrera durante aquela noite, ela não se tocou de nada.

Conto erotico recebido por email by Márcio de São Paulo

Minha Cunhadinha

Eu sou casado e tenho 21 anos, mas o que irei contar aconteceu ano passado, eu me chamo Rodrigo e tenho 1,75 de altura, olhos verdes, cabelos castanhos curtos e sou fofinho. Eu e Cláudia (Minha esposa) éramos muito naturalistas, andávamos nus pela casa, até que um dia o telefone tocou e a Cláudia atendeu e me disse que a irmãzinha dela (18 anos) iria passar alguns dias na nossa casa devido a uma briga dos seus pais.

Até ai, normal, pois eu a via como uma irmã, prima, e nunca tive pensamentos maliciosos dela. Bom, ela veio na nossa casa lá por volta das O6 horas da tarde e não imaginava que nos andávamos pelados pela casa então resolvemos nos vestir, quando eu a vi, caiu o meu queixo. Com 1,70 de altura, cabelos castanho claros, liso e a altura dos ombros seios pequenos e empinados, bundinha saliente e empinada, um tesão, mas ainda não pensava em come-la.

O dia passou e a Cláudia e eu zoávamos muito, ela dizia a Suelen (minha cunhadinha) que eu tinha amado ela, estava a fim de beijá-la e tal. De noite Cláudia tinha que fazer um trabalho para a faculdade e tinha que viajar e iria voltar 2 dias depois, como ela ia só com umas amigas eu fique tranqüilo, e disse para eu cuidar da Sú (era como nós a chamávamos) e disse para ela.

— Cuidado com ele, quando acorda já pensa em fazer sexo.

A Sú tinha ficado vermelha e eu falei baixinha para a Cláudia parar de fazer essas brincadeiras com a menina, pois ela pode pensar mal de mim...

A noite seguiu tranqüila, eu e a Sú ficamos conversando e percebi que ela era muito cabeça, manjava bastante de várias coisas e ficamos conversando até umas 11 h. e ela disse que estava com fome, ai eu resolvi fazer a janta, resultado: arroz mingau, feijão queimado e bife torrado, até que ela disse,

— Vamos pedir uma pizza.

Nós resolvemos ir comprar a pizza, pois ai alugaríamos uns filmes etc. Compramos a pizza e quando eu perguntei para ela o que ela iria beber ela disse:

— O mesmo que você, eu perguntei se os pais dela a deixavam beber, ela abaixou a cabeça e disse que não, eu fique chateado e disse que como os pais dela não estão por perto ela poderia tomar o que quiser..., então, fomos até a locadora e alugamos uns filmes e eu peguei um pornô, pois eu não iria agüentar 2 dias sem a Cláudia...

Chegando em casa, a Sú preparou a mesa enquanto eu tomava banho, e quando tomo banho eu largo a porta aberta, pois tem box de vidro no banheiro e se a alguém quisesse fazer as necessidades podia entrar, mas aquela noite estava quente e eu tomei banho frio e o vidro não ficou embaçado, pouco tempo depois a Sú entra no banheiro para mijar e quando ela viu o meu membro arregalou os olhos e ficou vermelha, eu percebi ela no banheiro, virei imediatamente, ela se explicou e eu disse que tudo bem, ela se sentou no vaso. Não sei se por tesão ou curiosidade olhei para ela estava que estava arriando as calças e vi a sua xoxotinha. E que xoxota! Ela percebeu que eu estava olhando e se virou de costas, pude então ver sua bundinha,.

Fico de pau duro só de lembrar... Ela acabou o que tinha que fazer e eu fui me trocar, quando eu sai ela estava meio alterada, parecia bêbada. Nós comemos e ela desmaiou no sofá, então a carreguei para o meu quarto e a coloquei na minha cama. Depois fui para a sala, comecei a beber e dormi no sofá . De manhãzinha fui tomar um banho, pois estava cheio de porra no meu pau e achei que fosse por causa do filme pornô, me sequei e sai do banheiro pelado, por que tinha esquecido da Sú. Quando eu entro na cozinha encontro ela sentada tomando um copo de leite, nuazinha também, essa cena me deixou de pau duro na hora e eu não tive reação, ai ela me disse:

— Caramba você já acorda de pau duro, bem que a Cláudia tinha Razão.

Nisso ela derramou o leite de propósito bem nos seus peitinhos, e o leite escorreu até a sua xoxotinha e ela falou para eu pegar algo para ela se limpar ai eu não pensei duas vezes, fui lá e comecei a mamar aqueles peitinhos , lambendo sua barriga até chegar na sua xoxota e ela gemeu.

— Finalmente eu vou sentir o seu caralho na minha bucetinha, pois na minha boca de madrugada foi ótimo.

Ai quando eu ouvi isso fiquei doido, a beijei na boca e carreguei-a até o meu quarto. A joguei na cama e ela me disse.:

— Vem aqui meu macho, sacie a sede da sua fêmea.

Eu parti para cima dela e comecei a tentar enfiar na sua bucetinha, ela começou a urrar de prazer rebolando até que ela me empurrou e ficou de quatro e disse:

— Na bucetinha eu posso engravidar, meta no meu cuzinho, me possua por inteiro.

Quando eu ouvi isso acabei gozando tudo na rodinha dela e a mandei chupar a minha pica até eu ficar em ponto de bala, quando eu estava quase gozando a pus de quatro e a rodinha dela ainda estava melada de porra. Dei uma penetratinha na bucetinha para lubrificar e fui colocando minha pica devagarzinho no seu cuzinho, sem agüentar mais enfiei tudo de uma vez, ela soltou um grito e eu dei uma parada ai ela disse:

— Continua seu puto, come sua putinha.

Eu não agüentei, fui estocando socando em um vai e vem frenético, até que nós gozamos juntos e voltamos a dormir abraçados e ansiosos por outra foda daquelas

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

Enrabando a Cunhadinha Revoltada

Isso aconteceu alguns anos atrás e obviamente os nomes das pessoas e dos lugares foram mudados. Quando casei meus sogros estavam de mudança para o interior onde ele assumiria um cargo de gerente de uma filial da firma onde trabalhava. Como era outubro e sua filha caçula, Márcia, tinha de terminar o ano letivo ela ficou conosco. Antes de viajar meu sogro me agradeceu por hospedar sua filha logo nos primeiros dias de casado e disse que eu poderia tomar as atitudes que fossem necessárias para a educação dela.

As coisas foram transcorrendo normalmente, ela era muito prestimosa e educada (meu sogro era muito rígido na educação das filhas) mas uma coisa começou a me irritar. Nosso apartamento era pequeno e só havia um banheiro e como eu chegava por último em casa, era o último a tomar banho. E sempre encontrava o banheiro na maior bagunça, com água para todo lado, obra da minha pequena cunhada.

Mais de uma vez reclamei, dei umas broncas e até de castigo a deixei, mas nada resolvia. Um dia cheguei muito nervoso e ao me deparar com o estado do banheiro perdi a paciência. Fui até seu quarto para dar mais uma bronca e a encontrei só de toalha, secando o cabelo. Reclamei, esbravejei enquanto ela parecia nem me ouvir. Quando perguntei se não tina nada a dizer ela simplesmente me respondeu com um palavrão.

Perdi as estribeiras, quase cego de raiva, a puxei pelo braço, coloquei-a de bruços nos meus joelhos, ergui-lhe a toalha e dei-lhe umas boas palmadas naquele traseiro. Ela ainda não havia colocado as calcinhas e ainda por cima estava meio molhada. Deve ter doido muito, ela chorava e esperneava e só parei quando seu traseiro estava bem vermelho. Após este incidente fiquei até preocupado com minha reação mas ela foi extremamente eficaz. Nunca mais tive problemas de para encontrar o banheiro limpo, nunca mais ouvi palavrões e nem minha esposa, que a tudo presenciou e nem meu sogro, depois que eu mesmo lhe contei, fizeram qualquer censura à minha atitude.

Depois disso ela foi morar com seu pai e nós só nos víamos em reuniões de família. Bom, nove anos depois meu sogro novamente pediu para eu hospedá-la pois ela havia entrado na faculdade e estava procurando uma pensão ou república para morar. Sem qualquer problema disse que ela poderia vir. A esta altura já morávamos num apartamento maior e banheiro não seria problema, pois havia dois e mais um na área de serviço.

Quando ela chegou minha esposa ainda não havia subido do litoral com as crianças, por isso a instalei num quarto que havíamos transformado em escritório, dei-lhe uma chave do apartamento e falei que no dia seguinte, sábado, eu desceria até o litoral para buscá-los. Depois que ela arrumou suas coisas e trocou de roupa, colocando uma camiseta regata e um shortinho minúsculo é que eu percebi o quanto ela havia crescido. No dia seguinte, voltei para almoçar em casa para em seguida descer para o litoral.

E novamente encontrei Márcia usando a mesma camiseta e o mesmo shortinho do dia anterior. É lógico que algumas bobagens passaram pela minha cabeça, mas voltei a realidade quando minha esposa telefonou. Falei que iria descansar um pouco após o almoço e logo desceria. Chamei Márcia para ir junto, mas ela recusou dizendo que estava cansada da viagem e que gostaria de arrumar melhor suas coisas. Tudo bem, almocei e fui tirar uma pestana. Acordei com umas batidas na porta e ouvi Márcia me chamar.

— O chuveiro do banheiro não está funcionando, posso tomar banho no seu? Ela me perguntou.
— Claro, fique a vontade.

Fui para a cozinha tomar um café, fumei um cigarro e ela logo me avisou que havia terminado. Qual não foi minha surpresa quando, ao entrar no banheiro encontrei a mesma bagunça de anos atrás e pior, as marcas de pé molhado por todo o carpete do quarto. Foi demais, fui até seu quarto disposto a arranjar briga. Ao chegar comecei a esbravejar que ela já era uma mulher crescida, que ninguém a aceitaria numa república com aqueles modos e tudo quanto era lição de moral que me veio a cabeça.

Ela simplesmente respondeu que não era mais criança e me disse o mesmo palavrão de quando tinha 11 anos. Fiquei mais p da vida ainda e lhe disse que não teria pudor de lhe dar umas palmadas outra vez.

— Duvido, disse ela, você não é homem para isso.

Era a deixa que me faltava. Novamente peguei-a pelo braço, coloquei-a deitada no meu colo. Muito mais forte agora, tive de segurar seu braço torcido para trás e deixar as suas pernas presas entre as minhas. E ela pulava, dizendo que iria contar tudo para o pai e para minha esposa. Nem ouvi, rapidamente levantei-lhe a toalha e abaixei suas calcinhas. Cada palmada que lhe dava fazia sua bunda ficar cada vez mais rosada e depois vermelha.

Quando a raiva foi passando é que comecei a notar sua nudez. No começo ela procurou proteger sua intimidade, mas agora eu tinha uma ampla visão da sua bucetinha e de seu pequeno e rosado ânus. De repente percebi que seus gemidos de dor passaram a ser de prazer e ela começou a se esfregar na mina perna. Pronto, bastou para que uma ereção se apresentasse com todo o vigor, forçando o meu calção e a sua barriguinha. A cada tapa eu passava a mão pelas suas nádegas, acariciando e batendo, até que resolvi passar a mão pela sua pequena bucetinha.

Que surpresa, estava completamente molhada, parei de bater e fiquei brincando com aquela flor úmida e quente. Ela rapidamente gozou e ficou ali, submissa, como que esperando uma ordem minha. Continuei a acariciá-la, hora na bucetinha, ora no cuzinho. Mantendo aquele clima de submissão, a fiz descer do meu colo, ficando de joelhos a minha frente. Puxei meu pau para fora do shorts e mandei-a chupar. Foi incrível, aquela situação havia me deixado com um tesão imenso, tão grande que rapidamente a fiz parar e a levei para cama.

Quando a deitei ouvi um pequeno uii quando sua bunda encontrou o lençol e não perdi mais tempo, coloquei meu pau direto na sua bucetinha e entrei de uma vez só. Acho que nem que tivesse sido feita sob encomenda nos encaixaríamos tão bem, num instante estávamos gozando, ela pela segunda vez. Depois daquela moleza pós-gozo é que eu vi seu rosto cheio de lágrimas e o quanto deveria ter doido aquela surra.

Ela logo se virou de bruços e eu pude realmente notar o estrago que eu fiz. Sua bunda apresentava um vermelho forte contratando com o branco da sua pele. Fiquei com remorsos, fui ao banheiro, peguei um creme da minha mulher e fui cuidar daquele traseiro maravilhoso e vermelho deitado em minha cama. Comecei a aplicar e a cada vez que eu encostava na sua bunda ouvia um pequeno gemido de dor.

Fui aplicando cada vez mais creme até que estava aplicando sobre o seu pequeno anelzinho que começou a piscar. Nova ereção, pudera, era uma cena que só vendo para saber o tesão que dá. O sentimento de culpa sumiu rapidamente e já que eu havia feito aquele estrago do lado de fora por que não terminar o serviço e dar uma surra no lado de dentro também?

Com ela deitada de bruços, ajoelhei-me de modo que ela ficou entre minhas pernas e meu cacete bem na porta da sua bundinha, uma pequena lubrificada no cuzinho, outra no cacete e quando fui colocar veio um não bem forte. Em vez de quebrar o tesão aquele não só serviu para me atiçar ainda mais e, de um golpe só, enterrei tudo. Provavelmente metade do prédio ouviu o grito que ela deu, e começou a tentar me tirar de cima dela.

Ela tentou sair de baixo de mim, mas com todo o meu peso em cima das suas pernas e segurando o seu quadril com as mãos ela não tinha muitas opções. A cada estocada minha ela gemia, a cada estocada que ainda por cima tocava na sua bundinha toda dolorida ela gemia duas vezes. Gozei tão forte que a minha porra deve ter chegado até na sua boca. Dormimos rapidamente e ao acordar vi a cama vazia, o banheiro arrumado e fui encontrá-la no seu quarto.

Foi ai que ela me disse que desde criança alimentava aquela fantasia e esta foi a chance de realizá-la, mas nunca iria me perdoar por ter lhe comido o rabo. Fui buscar minha esposa e ela rapidamente achou outro lugar para morar. Ainda veio almoçar algumas vezes em casa e me tratava amistosa mas friamente. Acho que perdi uma boa chance de dar vazão a algumas fantasias, mas a lembrança de ter enrabado aquela bundinha depois de ter lhe dado umas boas palmadas é inesquecível. 

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Cunhadinha

Á uns meses atrás minha cunhadinha, que chamarei de Bia, completou 18 anos. No sábado seguinte ao seu aniversário ela queria ir a uma festa na casa de alguns colegas, porém a festa deveria ir até tarde e seus pais não queriam que ela dormisse na casa de uma amiga. Por coincidência, eu estava passando férias com minha mulher e minha filha na casa do meu sogro, pois me mudara da cidade havia algum tempo, e Bia me pediu então que eu e minha mulher fossemos com ela para a festa, para que pudéssemos trazei-la de volta no final.

Como não tinha nada melhor para fazer, aceitei, mas minha mulher não quis ir. Para satisfazer a irmã, ela insistiu que eu acompanhasse Bia à festa e se eu não quisesse ficar deveria ir, mais tarde, buscá-la. Meio sem jeito, acabei concordando. Preparei-me para a festa e saímos por volta das 8 da noite. No caminho da festa ela reclamava da falta de liberdade.

Chegamos a festa e eu entrei com ela. Naturalmente, senti-me totalmente deslocado, pois não conhecia ninguém e a idade das outras pessoas me deixavam totalmente por fora das conversas, pois os assuntos giravam em torno de escola, namorados, e coisas do gênero. Para não ficar ancorando na minha cunhada, dei uma disfarçada e fui para o carro dormir. Mas nem bem havia me acomodado, Bia apareceu. Fiquei sem graça, pois não queria que ela percebesse e se sentisse mal por eu estar ali apenas por causa dela, no entanto ela chegou ao carro, sentou-se no carona e começou a conversar, me dizendo que a festa não estava nada daquilo que ela esperava, e perguntou se eu não me incomodava da gente ir a algum outro lugar, pois era tão difícil ela sair que ela não queria voltar tão cedo para casa.

Fiquei com dó e tive então uma idéia. Liguei para a casa dos pais dela e menti para minha esposa que a Bia estava adorando a festa e que eu iria ficar até que ela quisesse ir embora e que ela tranqüilizasse meus sogros. Depois disto, voltei para o carro e disse para Bia:

— Vou lhe dar um presente de aniversário.

Agora você tem 8 horas de liberdade somente suas para você fazer apenas o que você quiser. Ninguém vai saber de mim o que acontecer nestas horas e eu serei seu motorista particular. Onde você gostaria de ir primeiro? Bia pensou um pouco e pediu para irmos a uma danceteria. Chegamos a danceteria e dançamos por umas duas horas. Como um passarinho que ganhou a liberdade, ela não sabia o que fazer com ela.

Queria ir a todos os lugares ao mesmo tempo, assim, fomos em seguida para uma lanchonete, um barzinho, e outros points da garotada que ela só conhecia de nome. Por volta da meia noite eu já estava arrependido do presente que eu havia dado, mas não tinha mais jeito de voltar atrás. Estávamos de novo no carro e perguntei resignado:

— Para onde agora?

Realmente eu nunca imaginaria a resposta que ouvi:

— Sabe Nando, não me leve a mal, mas eu tenho uma curiosidade imensa de conhecer um motel, saber como é por dentro. Minhas amigas descrevem os que conheceram e eu fico só imaginando. Eu nunca poderia pedir a um namorado ou colega para me mostrar um, porque eles iriam pensar que eu quero outras coisas, e eu tenho apenas curiosidade de saber como é. Eu tenho muita amizade com você, e já que você me deu este presente, será que você me levaria para conhecer um? Fiquei assustado, mas pensei comigo mesmo, que mal há nisso? Perguntei se havia um em especial que ela gostaria de conhecer e ela disse que não.

Como se tratava de um presente, toquei então para um dos motéis que eu conhecia e sabia ser um dos melhores da cidade. Chegamos na portaria do motel e só então me lembrei de perguntar se ela havia trazido seus documentos. Felizmente sim. Entreguei nossos documentos na portaria e fomos para uma das suítes melhores, com piscina aquecida, hidromassagem, sauna, etc. Parei o carro na garagem e notei que ela observava tudo com a curiosidade de uma criança. Fechei a porta da garagem, indiquei a escada que subia para a suíte e disse:

— Suba e fique o quanto você quiser. Eu fico te esperando aqui para não deixar você acanhada.

Ela então me disse que não ficaria acanhada comigo e me pediu que eu subisse com ela, pois ela não conhecia nada e gostaria que eu mostrasse para ela. Subimos então para a suíte. Ao abrir a porta, ela soltou um oh ao ver o luxo da sala de jantar junto a porta. Entramos e ela viu a piscina. Eu mostrei para ela os controles onde ligava a cascata e abria o teto solar. Ela estava cada vez mais curiosa. Ela começou a andar pela suíte, experimentando cada botão que encontrava. Ela viu a hidro e perguntou como funcionava.

Mostrei os botões e os frascos de banho de espuma e ela perguntou inocentemente se podia ligar. Respondi que sim e abri os registros para encher a banheira. Quando a banheira encheu, coloquei os banhos de espuma e liguei a bomba. Logo a banheira estava coberta de espuma. Ela então me disse que gostaria de entrar na banheira. Disse a ela que ficasse a vontade, que eu ficaria no quarto esperando. Saí do banheiro e fui para a beira da piscina. Tirei os sapatos, sentei-me na beirada e fiquei com os pés dentro da água.

Neste momento, olhei para o lado e descobri que havia um vidro entre o banheiro e a piscina e quando olhava para ele, Bia apareceu do outro lado, totalmente nua, e entrou na banheira. Antes que ela percebesse, saí de onde estava e voltei para o quarto. Inevitavelmente, aquela visão me deixou excitado. Bia já era uma mulher feita, com os seios durinhos, pernas roliças, uma xoxota peluda e a bundinha com a marquinha do biquíni. Para apagar o meu fogo, tirei minha roupa e corri para a piscina, mergulhando de uma só vez.

Nem pensei no vidro entre a piscina e o banheiro, que neste momento havia sido descoberto pela Bia, que me viu passar pelado em direção a piscina. Fiquei dentro da água esperando o fogo apagar, mas a água fria não era o bastante para tirar da minha cabeça aquela rápida cena da minha cunhadinha nua. Fiquei mergulhando de um lado para o outro da piscina tentando esquecer aquilo, quando ouvi o barulho de alguém pulando na água.

Imaginem meu susto ao voltar a tona e dar de cara com Bia nua dentro da água também. Fiquei parado de frente para ela, a poucos centímetros. Olhamo-nos olhos e nem trocamos palavras. Abracei-a e a beijei longamente, ao que fui correspondido. Durante o beijo, minhas mãos deslizaram pelas suas costas e alcançaram a bundinha que acariciei delicadamente. Nossos corpos ficaram colados e ela podia sentir minha vara durinha contra sua barriga. Não resistindo, desci minha boca pelo seu pescoço e alcancei o bico durinho de um seio que comecei a lamber e chupar com cuidado. Ela suspirava de um tesão que nunca havia sentido antes.

Eu resolvi então dar-lhe um orgasmo completo e mergulhando na água, fui lambendo seu corpo até chegar à xoxotinha. Percebi que ela tremia e que meu fôlego não seria suficiente para fazê-la gozar ali. Voltei até a sua boca e beijei-a novamente. Peguei a sua mão e puxei-a delicadamente para fora da piscina. Sem trocarmos qualquer palavra, fomos para o quarto e deitamos na cama lado a lado. Virei-me para ela e beijei-a novamente, enquanto minha mão massageava um seio. Desci lentamente minha mão para a xoxota e minha boca tomou seu lugar no seio.

Bia arfava sem dizer nenhuma palavra. Fui então virando o corpo na cama e descendo com minha boca até chegar à sua xoxota que passei a lamber do grelinho até a grutinha. Ela tremia com a aproximação do orgasmo. Neste momento senti sua mão segurando minha vara e tentando me masturbar, e eu percebi que mesmo nisso ela não tinha nenhuma experiência, provavelmente aprendera a teoria com as amigas.

Sem parar de lambê-la, segurei a mão dela e ajudei-a a pegar o jeito da coisa. Comecei então a dar estocadas com a língua na grutinha. Ela me puxou pelo pescoço para cima dela e minha vara, como que atraída, encaixou-se bem na porta da grutinha. Ela me beijou e sussurrou:

— Eu quero. Naquela situação, não pensei em nada, comecei a empurrar a vara, pressionando a entrada da grutinha, que apesar de completamente molhada, ainda era virgem, o que tornava quase impossível a penetração.

Continuei pressionando sem forçar e senti então a cabeça começando a entrar. Ela gemia e tive medo de machucá-la. Puxei um dos travesseiros e pus embaixo da bundinha dela. Com isto, a vara começou a escorregar lentamente para dentro e senti quando o hímen se rompeu. Neste momento ela já não gemia mais e voltou a tremer de tesão. Aos poucos, a vara entrou toda e senti meu saco batendo no cuzinho dela. Comecei então um vaivém curto e lento para não machucá-la e ela me pediu quase gozando:

— Mais rápido!

Aumentei o ritmo das bombadas e ela finalmente gozou enquanto eu tirava o pinto para fora e gozava abundantemente sobre seu umbigo. Ela ainda suspirava quando saí de cima dela e deitei-me ao seu lado. Após alguns minutos, ela deitou meio sobre mim e me beijou. Disse que não havia planejado aquilo e que não esperava que isto pudesse acontecer, mas que não estava arrependida. Fomos para o chuveiro e tomamos um banho. Enquanto estávamos ensaboando um ao outro, minha vara acordou novamente e ela brincou:

— Ele fica sempre assim?

Ela saiu do chuveiro para pegar o xampu e notei como a bundinha dela era certinha, redondinha. Quando ela voltou, pedi para ela ficar de quatro ali no chuveiro. Como ela continuasse excitada, ela concordou e abaixou, de costas para mim. Passei o sabonete na cabecinha da vara e encostei no cuzinho dela, esperando alguma reação em contrário, que não aconteceu. Animado, empurrei a cabecinha que arrancou-lhe um gemido quando entrou. Pensei em tirar, mas ela cortou-me dizendo:

— Quero que você goze dentro de mim.

Continuei então empurrando lentamente, até que consegui colocar tudo. Não foram precisas muitas bombadas para que eu gozasse dentro daquele cuzinho apertadinho. Acabamos então o nosso banho e fomos para o quarto nos vestir, pois já eram quase 5:00 h da manhã. Antes, porém de eu me vestir ela veio até mim e sem eu esperar disse:

— Já que começamos, eu quero experimentar tudo e abocanhou meu pinto meio mole.
Apesar de sua inexperiência ela conseguiu me excitar novamente e antes que eu gozasse, pedi:

— Me deixe pôr mais um pouquinho na sua xoxota.

Ela concordou e eu coloquei-a de quatro (minha posição preferida) e encaixando na grutinha, coloquei a cabecinha para em seguida tirar e gozar pela última vez em cima do seu cuzinho. Nos lavamos novamente, nos vestimos e saímos do motel. No caminho de casa, combinamos uma estória comum sobre a festa e como eu adormecera no carro. Chegamos em casa como dois amigos e assim vem sendo desde então. Nunca mais tocamos no assunto e continuamos como cunhados sem nenhuma culpa ou remorso.

Conto erótico enviado por email – usuário anônimo

Que Venha Minha Cunhadinha

Fato verídico em 1998: Tenho 25 anos, sou casado pela segunda vez, agora com uma garota de 19 anos que inclusive, está grávida de duas menininhas... Há uns s meses tivemos que mudar para perto da casa da minha sogra, por causa das clínicas serem mais próximas e ficar mais fácil o acompanhamento pré-natal.

Minha esposa tem duas irmãs: Patrícia, gêmea com ela e Aline, 18 anos. Eu sempre me dei muito bem com todas elas. Após algumas semanas da mudança, comecei a receber telefonemas anônimos em meu trabalho e até comentava com minha esposa. Depois de um tempo, notei que sempre que eu chegava em casa, minha cunhada mais nova, a Aline, estava lá.

Um dia, no meu trabalho, atendi o telefone e era ela. Dizia que estava apaixonada por mim, não agüentava mais e queria me beijar... Fiquei meio abismado, pois eu a via como uma criancinha, apesar dela não ter aparência de 18 anos; tem uns peitinhos pequenos e uma bundinha arrebitadinha. É de se dizer: uma verdadeira ninfetinha.

Tratei logo de dizer que não era para ela me ligar para falar esse tipo de coisa, pois eu iria conversar com o pai dela. Mas a tentação continuou. Ela me ligava todos os dias e às vezes eu até mandava dizer que não estava e quando eu chegava em casa ela estava lá, no quarto do computador, me provocando.

Certa vez ela me ligou e eu tentei intimidá-la para ver se saía fora. Quando ela veio com o papo de beijinho eu falei que se ela estivesse a fim, teria que ser serviço completo, eu não queria ficar de beijinho com ninguém! Intimidei nada, ela falou que topava...

A partir daí ficava pensando se eu realmente tinha coragem, onde eu poderia me dar mal, se eu estava perdendo o juízo e etc. Uma tarde de sábado, comecei a assar uma carninha e tomar uma gelada lá em casa e a baguncinha se estendeu até a noite, então foram alguns amigos, amigas, minhas cunhadas e mais algumas meninas para lá para conversar e dançar. Aline só ficava me secando e eu estava já meio tomado.

Fui pegar outra cerveja na geladeira e quando percebi já estávamos nos beijando. Passei a mão em seus peitinhos, fui descendo até as coxas até que passei o dedo por baixo de sua calcinha e senti aquela bucetinha novinha, pequenininha, cabeludinha e molhadinha...

Meu pau já estava a mil por hora! Me afastei dela, pois alguém poderia ver e então sugeri que ela dormisse lá em casa no quarto do computador, onde tem uma cama de solteiro. Ela topou e quando todos se foram ela disse para meus sogros que iria dormir lá mesmo.

Deitei com minha esposa e quando ela já estava dormindo profundamente me levantei bem devagar e fui até o outro quarto. Aline estava deitada me esperando peladinha. Já cheguei de pau duro e sem roupa e na escuridão da madrugada, peguei-a pela nuca e apontei meu pau em sua boca.

A menina começou a pagar um boquete com certa inexperiência, mas, uma delícia; não gozei pois, quando bebo, demoro muito a gozar. Deitamos na cama e comecei a lamber sua bucetinha, fazendo-a "gemer sem sentir dor" e então percebi como era pequena.

Perguntei se ela era virgem e ela afirmou que sim. Coloquei meu pau na portinha e fui empurrando aos poucos. Ela gemia e sussurrava em meu ouvido que estava doendo. E eu respondia:

"não era isso que você queria, não ficou no meu pé mais de um mês ...?".

Fui enfiando devagar, até que já estava tudo dentro daquela grutinha apertada. Ela gemia, rebolava, me apertava e pedia para foder mais e mais ... Deitei-me de costa e pedi que ela cavalgasse. Quando já estávamos "conectados" novamente e ela mexendo em cima de mim fui surpreendido pela voz de minha esposa me chamando:

Maurício... Maurício... ... e abriu a porta do quarto! "Puta que pariu", pensei. Minha esposa me pegou comendo a irmã mais nova dela.

Deixei Aline lá e fui atrás da minha esposa. Ela chorava muito e estava muito nervosa, fiquei até preocupado com as nenês. Convenci minha esposa que era porque eu estava bêbado e porque sua irmã já estava me seduzindo há muito tempo...

Ela disse que queria esquecer aquilo, pois jamais queria me perder e não iria contar nada à ninguém. Ufa! Voltei ao quarto da Aline, com o pretexto de que iria falar para ela não me incomodar mais e que sua irmã não contaria o que viu. Aproveitei para dar mais um beijo nela e combinar nosso encontro para o verdadeiro "descabaçamento"...

Voltei ao meu quarto e para fazer a média, comecei a comer minha esposa pela buceta e depois que ela gozou, comecei a lamber seu cuzinho e meti a vara. Finalmente gozei e dormi, depois de tanta tesão e tensão... No outro dia minha cunhadinha foi embora e para minha esposa, tudo ficou só naquilo mesmo, só que hoje, quando escrevo esse relato acabei de deixar minha cunhadinha perto da escola dela depois de uma ida ao motel.

Cunhada Safada

Meu nome não interessa, mas as pessoas me chamam de Mê. Eu tinha 24 anos quando o que eu vou contar aconteceu. Eu tenho 1,60m de altura e peso 52 kg, olhos azuis e cabelo loiro, cumprido. Um corpinho muito ajeitado e na maioria das vezes muito tinida.

Morava em SP com a minha irmã e meu cunhado. Meu cunhado é um cara muito simpático e atraente, sempre me tratou com muito carinho e nunca "avançou o sinal". Eu que sempre fui assediada pelos meus amigos achava todo aquele respeito perturbador e estava convencida que ele fazia forças para resistir (cá entre nós, sou muito mais gostosa que a minha irmã).

Um dia saí do banho e fui para o meu quarto me trocar. Notei pelo espelho do armário que alguem me observava pelo buraco da fechadura. Eu estava de costas para a porta e peladinha. Só podia ser o meu cunhado que estava para chegar em casa há qualquer momento.

Liguei o som e comecei a passar creme no corpo inteiro. Afastei as pernas e expus o meu cuzinho e xaninha bem na direção da porta. Virei de frente para porta e comecei a dançar da forma mais sensual possível, morrendo de tesão por estar sendo observada "secretamente" pelo meu cunhadinho gostoso.

A minha buceta estava completamente encharcada de tanto tesão. Encostei no armário e comecei a tocar uma siririca de frente para a porta, tomando o cuidado de não olhar diretamente para o buraco da fechadura. Percebia que o meu voyeur continuava ali. Quando estava quase gozando decidi olhar fixamente para o buraco da fechadura e aí notei que a sombra desapareceu rapidamente.

Imaginei que o meu cunhado estava morrendo de tesão e imaginando se eu sabia que ele estava ali. Troquei de roupa e fui para sala, onde encontrei-o assistindo tv quase ofegante. Perguntei como havia sido o dia dele e comentei que havia tomado um banho delicioso. Ele comentou que a minha irmã chegaria tarde e que éramos só os dois para jantar e sugeriu que pedíssemos algo por telefone. Eu sugeri que ele fosse tomar um banho primeiro.

Assim que ele entrou no banheiro, despi-me por inteiro e pensei "'e hoje ou nunca". Entrei no banheiro e abri a porta do box. Meu cunhadinho arregalou os olhos e pediu para eu sair. Eu disse que percebi que ele me olhava pelo buraco da fechadura e sabia que ele estava morrendo de tesão. Ele estendeu a mão e me puxou para dentro.

Fiquei de joelhos e imediatamente botei aquele cacete duríssimo na boca. Mamei até ele gozar na minha boquinha, o que deve ter demorado uns 60 segundos, tamanho o tesão do meu cunhado durante a sessão preliminar. Ele então ficou de joelhos, coloquei uma das minhas pernas sobre o ombro dele e ele chupou a minha xaninha durante uns 10 minutos. Foi a melhor chu petinha da minha vida, tinha a impressão que ele estava me comendo com a linguá.

Saímos do chuveiro e fomos pra minha cama onde continuamos um 69 até ele ficar de pau duro novamente. Ele disse que queria começar pelo meu cuzinho e depois de lubrificar o seu pau com a minha vaselina, enterrou a sua pica no meu rabinho, de devagarinho, com muita classe, ele enfiou o pau inteiro. Eu até perdi a voz e só pedia para ele não parar. Gozei feito uma louca.

Ele me virou de frente para ele e veio por cima, dessa vez botou na minha xoxotinha melada, e meteu sem parar até gozar pela segunda vez. Eu gozei inúmeras vezes, como nunca havia gozado antes. Acabamos adormecendo e fomos acordados pela campainha, era a delivery do nosso jantar.

Minha irmã chegou em seguida e foi a nossa sorte o entregador ter chegado um pouco antes. Depois desse dia repetimos a dose várias vezes. Como a minha irmã sai cedo para o trabalho, diversas vezes fui acordada pelo meu cunhado chupando a minha buceta.

Passei a dormir pelada para facilitar a surpresa. Uma outra noite fui até o quarto deles e enquanto a minha irmã dormia fiz um boquete no meu cunhado até ele gozar. Ele não se conforma com a minha audácia, mas quando o assunto é sexo eu gosto mesmo do que é para proibido.

Hoje moramos a milhares de quilômetros de distancia e ainda sonho com aquela trepada com o meu cunhado. Eu estou casada mas o meu marido nunca me comeu como o meu cunhado e espero logo poder repetir a dose.
Mê, a cunhada safada

Erotismo e Prazer no Vestibular

Eu trabalhava numa empresa em São Paulo quando fui transferido para a filial em Londrina, uma cidade do norte do Paraná. Solteiro, em pouco tempo conheci uma garota muito bonita, a Mariana. Passamos a namorar e, em menos de um ano, estava casado com ela. Minha vida conjugal com Mariana sempre foi muito boa, principalmente na cama, onde nosso entrosamento era perfeito.

Um motivo a mais para que nem pensasse em trair minha esposa. Até o dia em que, já morando em Curitiba, Mariana comentou que sua irmã mais nova ficaria em nosso apartamento por alguns dias para prestar vestibular. Não me importei com isso, afinal era minha cunhada que conheci ainda menina-moça, um tanto desajeitada, nos anos que morei em Londrina.

A Gisele que apareceu em nosso apartamento naquela noite chuvosa não era nem caricatura da imagem de adolescente que permanecera na minha lembrança. Ela havia se transformado numa linda e deliciosa moça. Os olhos continuavam azuis, mas os cabelos se tornaram mais loiros ainda e os seios haviam crescido além do que eu imaginava.

Mariana foi buscá-la na rodoviária e ambas chegaram ensopadas. Minha esposa sugeriu à irmã que tomasse um banho primeiro, mas Gisele disse que, preferia banhar-se depois, com mais calma. Enquanto Mariana estava no chuveiro, eu não conseguia tirar os olhos da blusa molhada de Gisele que, quase transparente, cristalizava os peitos durinhos e pontudos. Minha cunhada percebeu minha fixação pelos peitos dela, mas, em vez de se recolher num pudor de garota do Interior, a danadinha passou a expor ainda mais os seios. A minha sorte é que Mariana apareceu antes que eu cometesse qualquer loucura.

Aproveitando a ausência de Gisele, que havia ido ao banho, minha esposa passou a fazer comentários elogiando a irmã, uma menina boa e pura, segundo ela. Menina e pura, uma moça de 19 anos? Pensei comigo. Foi aí que senti que minha mulher era muito mais ingênua do que eu pensava e bem diferente da irmãzinha, como ficou claro quando Gisele voltou à sala depois do banho.

Ela reapareceu de short e numa ousada mini blusa que expunha parte dos seios e da barriga. Como as irmãs logo engataram um animado bate-papo pouco se importando comigo tive total liberdade para ficar apreciando a cunhadinha sem nenhum constrangimento. Além dos belos e apetitosos seios minha cunhadinha tinha um par de pernas que faria a felicidade e asseguraria o prazer de qualquer homem. E Gisele sabia dos dotes que tinha e da minha cobiça por eles.

- Pára de me olhar assim que já está dando na vista. - Disparou a safadinha aproveitando a ausência de Mariana, que foi momentaneamente à cozinha buscar chá e guloseimas.
- Como assim? Perguntei, dando uma de João-sem-braço.
- Você está me comendo com os olhos. A minha irmã vai perceber hein?? Repetiu, com um sorriso malicioso nos lábios.

Nem bem voltou, Mariana retirou-se novamente, desta vez para preparar o quarto da irmã. Embora com os olhos pregados na televisão, enquanto degustava alguns biscoitos, Gisele parecia preocupada em tentar-me. Sentada sobre uma almofada, estava com as pernas bem abertas para exibir os contornos da xoxota sob o short apertado. No intervalo entre um e outro segmento do filme, Gisele puxava uma rápida conversa comigo, com um ar malicioso e sedutor estampado no rosto.

O papo não tinha continuidade, ora conversava sobre o tempo, ora resvalava para comentários sobre o filme, ora para as lembranças de quando a conheci, no início da adolescência. A danada se insinuava, mas hesitava, parecia esperar alguma iniciativa de minha parte, que evitei, para não criar problemas.

- Você gosta de mim? Eu não vou te incomodar? Perguntou em dado momento, sem conseguir disfarçar a ansiedade que sentia. Nem tive tempo de responder, se é que havia necessidade de resposta, porque Mariana voltou à sala. Gisele disse que iria descansar e retirou-se, sem antes dar um beijo na irmã e em mim. "No cunhadinho", como disse.

Pouco depois, eu e Mariana também fomos ao quarto, onde transei com minha esposa pensando em Gisele. A trepada só me deixou com mais vontade de possuir aquela diabinha em botão. Meu desejo pela cunhadinha era tanta que eu não conseguia dormir, ao contrário de minha mulher, que ferrou no sono. Para não incomodá-la, saí do quarto, andei pelo corredor escuro e parei no quarto de hóspedes. Encostei meu ouvido à porta e não ouvi nada.

Tentei espiar pela fechadura e só vi escuridão. Respirei fundo e tomei coragem. Abri a porta do quarto e acendi a luz. A cama estava com o lençol revirado, mas nada de Gisele. Onde a danadinha se havia metido? Pensei. Saí do quarto e estava para descer as escadas quando vi a luminosidade por baixo da porta do banheiro. Encostei o rosto à porta e ouvi o ruído de páginas de revista. Seguiu-se um momento de silencio e, depois, uma série de gemidos.

Virei a maçaneta da porta e, para minha surpresa, ela estava aberta. Empurrei um pouco, o suficiente para olhar o que estava acontecendo. Não acreditei no que vi, a sensação era de que estava sonhando. Gisele, de pernas abertas, tocava uma siririca segurando uma revista pornográfica entre muitas que guardo no armário do banheiro. Fechei a porta sem que ela percebesse, dei um tempo e bati à porta.

- Quem é? Perguntou revelando surpresa e certo aborrecimento.
- Sou eu, o Maurício. - Respondi. Está tudo bem? completei sem obter resposta.

Esperei mais um tempo, a porta se abriu, sem que ela aparecesse. Coloquei a cabeça pelo vão da porta semi-aberta e tive outra visão encantadora. Gisele estava nua, com as mãos tapando os seios e a cabeça baixa, como se fosse a estátua de uma virgem. Um corpo escultural!

-Vem, cunhadinho, vem me beijar inteira. Vem! Convidou-me, sem nenhum constrangimento, a safadinha.

Tranquei a porta e fui ao encontro dela, sem saber como nem por onde começar as carícias. Ela me abraçou, aproximou sua boca da minha e nos grudamos num ardente beijo de língua, ao mesmo tempo que rocei o caralho na boceta todinha depilada.

Ajoelhei-me para chupá-la, o grelinho saltava, estimulado, todo durinho. Gemendo de prazer, Gisele apoiou-se na pia e empinou o traseiro, para ser possuída. Ajeitei-me, ela abriu as nádegas com as duas mãos e o pinto escorregou gostoso dentro da xoxota. Ela delirava com a sucessão de estocadas, mas disse que queria experimentar todas as posições, antes de gozar. Foi aí que me surgiu a idéia de colocá-la cavalgando o cacete.

Acomodei-me no vaso com o pau em riste e Gisele sentou-se nele, de costas para mim, de tal forma que eu pudesse acariciar os seios enquanto a fodia. No auge do tesão, a ponto de gozar, decidimos procurar um local confortável para chegar ao clímax. Seguimos para o quarto dela, onde voltei a chupar a xoxota, fizemos um 69 e fui em cima dela, encaixando-me na posição papai-mamãe. O prazer era tão forte que não consegui controlar o gozo. Esqueci-me dela e já estava saindo do quarto quando Gisele me pegou pelo braço.

- Eu ainda não gozei! Reclamou. E agora? O jeito foi satisfazê-la com a boca e a língua, uma experiência que ela adorou. Voltei ao meu quarto e encontrei minha mulher dormindo. Eu também dormi, sonhando com Gisele, que permaneceu além do tempo previsto em casa. Não perdemos uma noite nesse período. Torci para que ela fosse bem-sucedida no vestibular e viesse morar conosco, mas Gisele preferiu estudar em São Paulo.
Conto erótico recebido por email

Delícia de Cunhadinha



Adoro ler contos eróticos na net onde me delicio com experiências contadas por outras pessoas. Acho que o fato de ter tomado conhecimento de tais experiências estimulou-me a dividir esta aventura guardada em segredo durante anos

Na época em que começou história estava casado a pouco tempo e habitando a mesma pequena e simples casa de uma cidade do interior de São Paulo onde ainda moro. Minha mulher, Valquiria, não trabalha fora e é fogosa e ardente, de uma voracidade insaciável. Sempre chego tarde do trabalho e, por isso, preferimos fazer amor pela manha até nos sentirmos exaustos e saciados. Só então vou trabalhar. Como trabalho o dia inteiro, minha mulher sentia-se muito solitária e sem ninguém para conversar, salvo as visitas que lhe faziam sua irmã Julia, um brotinho de 18 aninhos.

Numa dessas visitas minha mulher pediu a irmã para vir morar conosco. Não me opus pois achei que seria bom para ela ter com quem conversar e fazer compras. Minha cunhada dormiria no sofá da sala, sem trazer transtorno ao nosso relacionamento. Certa manhã, depois de fazer amor com minha mulher, fui tomar banho. Valquiria ficou na cama ainda embriagada pelo prazer. O banheiro ficava no fim do corredor, e, como a porta estava entreaberta, entrei sem bater. Julia saia do banho. Foi uma surpresa!

Ao ver-me, com um movimento rápido dos braços, cobriu os seios e o triângulo do amor. Sai do banheiro um pouco sem graça e nervoso com a cena, mas ao mesmo tempo excitado com seu corpinho tesudo. Imediatamente meu membro ficou duro e indisfarçável sob o short. A imagem do corpo novo e molhado ficou gravada em meus olhos. Seus seios, pequenos de mamilos róseos, brilhavam como uma flor orvalhada, pontiagudos, sobressaindo na pele clara. Seu corpo bem feito era uma escultura de carnes duras.

Ela saiu do banheiro e me encontrou no corredor. Pedi desculpa e ela deu apenas um sorriso maroto. Entrei no banheiro e me masturbei. O episódio passou sem maior importância. Nem cheguei a comentar com minha mulher por ter achado o caso banal e possível de ocorrer com qualquer pessoa.

Quando eu chegava tarde do trabalho às vezes minha mulher ainda estava acordada, mas dormia logo após assistir a ultima novela. Julia, ao contrario, ficava até altas horas da madrugada assistindo aos filmes da televisão em nosso quarto. Numa dessas vezes, depois do jantar, coloquei um short largo sem nada por baixo para ficar mais confortável.

Minha cunhadinha já estava sentada ao pé da cama como de habito. Deitei e fiquei assistindo ao filme. Em dado momento levantei uma das pernas e meu calção ficou meio levantado. Julia mudou de posição. Só então me dei conta de que ela olhava meu membro, que se mostrava por uma das pernas do meu calção, através do reflexo do espelho da penteadeira onde ficava a televisão.

Fiquei louco. Não era um acidente como quando a surpreendi no banheiro. Ela me olhava propositadamente. Minhas idéias andaram a mil. Senti o corpo tremer e uma excitação sem precedentes me invadir o corpo, circulando como meu sangue, cada vez mais rápido, fazendo com que meu membro fosse ficando duro, a pulsar e latejar por debaixo do meu short levantado.

Meu membro cresceu até a glande sair do meu calção. Julia estava com o olhar paralisado no espelho que mostrava também, nos seus olhos de menina, toda a malícia de mulher. Por vezes sua língua umedecia os lábios finos e vermelhos que ela mordia vagarosamente deixando transparecer todo o seu desejo despertado. Não me movia para evitar que isso desmanchasse a cena.

Valquiria dormia por trás de nós dois sem saber, nem por sonho, a batalha imaginaria que se travava entre mim e sua irmãzinha. Ficávamos naquela maravilhosa tortura de tesões até as duas da manhã quando a televisão saiu do ar. Julia se levantou. Nos olhamos, seus olhos me devoravam, penetravam em mim com um brilho sedutor de desejo. Desligou a televisão e fomos dormir. Fui trabalhar pensando no que ocorrera a noite.

Seu corpo e o episódio não me saiam da cabeça. Fiquei até com medo de alguém no serviço perceber a mudança. Dei uma desculpa ao meu patrão e voltei para casa mais cedo. Valquiria ainda estava acordada. Julia, mais gostosa do que nunca, vestia uma blusinha branca e um short que deixava transparecer as suas formas bem feitas com o triângulo estufado na frente.

Fomos todos assistir á televisão. Valquiria, como sempre, dormiu antes de terminar a novela. Eu e Julia ficamos a sós. Meu corpo tremia de excitação. Fiquei na mesma posição da noite anterior, só que puxei a ponta do meu short para deixar de fora a metade do meu membro que latejava suas veias grossas como um animal arisco. Julia, aos pés da cama, apoiou-se sobre o cotovelo e virou a cabeça em direção a seu ombro, como se com os dedos procurasse pequenos cravos.

Seu olhos fitavam meu membro, já em ponto de bala, numa expressão que parecia prestes a explodir de tesão. Valquiria dormia profundamente. Com a ponta dos dedos, puxei a perna do calção, deixando minha lança praticamente de fora. Era a medida do pecado, como o diabo gosta. Podia ver que Julia também já estava completamente alucinada.

Lentamente virou o corpo buscando uma posição melhor que pudesse acariciar meu membro. Suas mãos delicadas e finas, seus dedos longos e indecisos passaram a masturbar-me vagarosamente enquanto seu corpo, como uma serpente, deslizava sobre a cama até conseguir, num leve bote, abocanhar a presa. Era um sonho. Um delírio de sussurros silenciosos.

Ao mesmo tempo em que com a mão fazia suaves movimentos de vaivém, chupava-me deliciosamente. Sua língua úmida e quente deslizava sobre a chupeta até conseguir arrancar de mim um gozo tão alucinado que só tive tempo de levar a mão a boca para calar o grito de satisfação que explodiu dentro de mim. Julia mamou meu liquido até a ultima gota. Sentia me exausto pelo prazer que jamais alcançara com minha mulher. Embriagado de felicidade relaxei o corpo sobre a cama. Julia levantou-se sem barulho e foi para a sala.

No dia seguinte era sábado e eu não trabalhava. Valquiria acordou cedo e foi fazer compras com a mãe. Logo que saiu Julia levantou-se. Eu fingi que ainda dormia. Vi quando ela passou pela porta do quarto em direção ao banheiro, Imediatamente me desfiz do calção e tirei o lençol de cima, ficando nu, com o membro completamente duro. Percebi que, ao voltar do banheiro, Julia parou na porta do quarto e por instantes ficou a me olhar. Em seguida caminhou silenciosamente até a beira da cama, onde se sentou. Fiz que acordei.

Ela estava com uma camisola vermelha de tecido fino por onde eu podia ver dois lindos seios sustentando o tecido. Era hora de agradecer o magnífico prazer que ela me proporcionara. Puxei-a para mim e beijei-a. Fui beijando-a, vasculhando seu ouvido com minha língua, enquanto a livrava da camisola e da minúscula calcinha que usava.

Pus me de joelhos e passei a percorrer seu corpo com a língua, passando do ouvido para os seios tenros, onde fiquei bom tempo chupando e mordiscando os mamilos endurecidos de desejo. Julia soltava gemidos de satisfação enquanto suas mãos apertavam minha cabeça contra seu peito, como se quisesse enfiá-los inteiro dentro de minha boca. Deslizei mais para baixo. Julia delirava.

Abri suas pernas roliças, que deixaram descobrir a perfumada gruta rosada. Introduzi a língua em sua vagina apertadinha e molhada, fazendo Julia entrar em um louco delírio. Já não abafava mais os gemidos. Arfava e gemia sem medo. Trançou as pernas nas minhas costas e mexia deixando fluir com liberdade o gozo prolongado, enquanto eu sugava, completamente doido de tesão, aquele suco maravilhoso. Eu estava a ponto de explodir.

Mas Julia era virgem e eu não poderia desfrutar as delicias do seu triângulo. Ela, porém, queria que eu gozasse dentro. Puxou-me e me pos deitado ao seu lado. Em seguida passou a lamber-me o membro lubrificando-o com sua língua macia. Deitou se de bruços e pediu-me que metesse em seu rabinho.

Rolei para cima dela, que num movimento leve, empinou a bundinha para que eu tivesse melhor posição. Seu corpo de menina guardava dentro de si uma mulher sedutora. Acomodei meu pênis em suas nádegas rígidas e passei a introduzir no seu buraquinho apertado. Vagarosamente fui-me afundando. Senti meu grosso membro abrir caminho naquelas carnes, que se dilatavam guardando-me todo.Com maestria Julia ia rebolando e alterava movimentos lentos de vaivém, intercalados com suspiros de dor e prazer. Seus olhos fechados e suas feições traduziam a satisfação que sentia em ser possuída Aumentava o ritmo rebolando e fazendo galopar nossos corpos suados. Seus suspiros eram mais fortes quando eu mordia sua nuca.

Queria prolongar aquilo o maior tempo possível, até que não agüentei mais e gozei como nunca. Julia também alcançara o orgasmo e caímos cansados. Ficamos deitados por uns quinze minutos, em silencio. Em seguida levantei-me e fui tomar um banho, Julia voltou para a sala para descansar.

Varias vezes repetimos a cena nos meses que se seguiram, até que os pais de Valquiria se mudaram para o Estado do Paraná e Julia os acompanhou. Mas todos os anos, em suas férias do trabalho, Julia vem para São Paulo e fica em minha casa. E sempre conseguimos dar um jeito de reviver aqueles lindos momentos.


Cunhadinha Insaciável



No final de janeiro, fui com minha namoradinha a uma festa na Floresta, um bairro classe média aqui de Belo Horizonte Sei que acabei me excedendo na bebida e amarrei o maior porre. Susete minha garota, resolveu me levar para sua casa, onde eu ficaria até melhorar. Proibindo-me de pegar no volante, ela guiou o carro até Cidade Jardim .

Chegando a porta de sua residência, apoiando-me em seu ombro, entrei . Ela tez com que me sentasse no sofá da sala, enquanto me fazia um café bem forte e amargo. Pediu que não fizesse barulho, pois os pais estavam dormindo. Assim que terminou de falar, surgiu na sala sua irmã Ana. Eu já a conhecia, mas fiquei surpreso ao vê-la coberta por um transparente baby doll que me deixava ver as formas perfeitas de seu corpo adorável.

Susete pediu que ela me fizesse companhia enquanto fervia a água e conseguia um comprimido para eu tomar. O meu estado não era dos melhores eu via Ana meio desfocada e sentia um mal-estar horrível. Ela, carinhosamente sentou se ao meu lado no sofá e colocou uma almofada sob a minha cabeça. Mesmo zonzo, eu conseguia ver, e não parava de olhar para suas pernas bem-feitas, sua vulva coberta por uma minúscula calcinha, que deixava a mostra parte de seus pêlos. Seus seios também não escapavam ao meu olhar e se ofereciam tenros debaixo daquele tecido levíssimo.

Uma porção de coisas passava por minha cabeça,entre elas, a vontade de pegar Ana e trepar com ela ali mesmo, na sala. Porém, a chegada de Susete dissipou todas aquelas idéias de bêbado. Tomei o café e minha namorada voltou å cozinha para buscar o comprimido. Ana, levantando-se, foi até o aparelho de televisão e o ligou. Quando se abaixou, deixou a vista sua bundinha arrebitada e carnuda. Apesar de estar com os reflexos entorpecidos, meu membro latejou sob a roupa. Ela, com o corpo ainda levemente curvado, virou-se para mim, proporcionando-me a visão de seus seios fartos e bem delineados e de mamilos pontudos e róseos.

Susete me faz tomar o remédio e novamente me recostei no sofá. Um filme de bangue-bangue gritava no vídeo e eu quase morria com o barulho detestável dos tiros. Aos poucos fui melhorando. O mal estar passou e com ele a dor de cabeça. Susete pediu-me licença para tomar um banho e mais uma vez fiquei a sós com Ana.

Assim que sua irmã saiu da sala, ela veio em minha direção e sentou-se ao meu lado. Num movimento instintivo, passei a mão em tomo de sua cabeça e a encostei em meu peito. Ela, um pouco surpresa, levantou-se e ai trocamos um olhar terno, que acabou encorajando-me a beijá-la. Nossas bocas se colaram sem pressa e nos entregamos a um beijo longo, molhado e gostoso. Assim que ouvimos barulho no corredor, nos separamos e logo Susete chegou a sala, com uma toalha em volta do corpo. Acenou que esperássemos, pois iria vestir uma roupa. Mais alguns minutos e minha garota voltou.

Eu, alegando ter melhorado, disse que ia embora. Mas Susete argumentou que eu não deveria ir, que podia dormir aquela noite em sua casa. Simulei hesitar, fiz que não,. porém ela insistiu, ajudada por Ana. Claro, acabei ficando. Enquanto Susete foi arrumar um quarto para mim, tentei dar uma sarrada em Ana, mas ela se esquivou, dizendo que era cedo para tal coisa. Beijou-me e foi se deitar. Deitado, não consegui dormir. A imagem do corpo de Ana não me saia da cabeça. Meia hora  se passou e ouvi barulho na maçaneta da porta. Em segundos ela se abriu e Ana entrou. Fez sinal para que não fizesse barulho.

 Só de cueca, me levantei e fui ao seu encontro. Nem precisamos de palavras, nos abraçamos apertado. Meu pênis - que não é dos menores - automaticamente endureceu e parte dele ficou para fora da cueca, atingindo as coxas de Ana. Seus seios se comprimiram contra meu peito e nossas línguas famintas novamente se encontraram.

Ela pediu-me para não fazer barulho, pois sua irmã poderia acordar. Concordei e logo minhas mãos apertaram suas nádegas e foram abaixando a sumaria calcinha que mal lhe cobria o sexo. Por sua vez, sem perda de tempo, ela desceu sua mão até o meu sexo, agarrando-o com volúpia. Meus dedos lhes atingiram o interior da vagina, arrancando-Ihe gemidos de prazer. A cada movimento deles, ela vibrava mais. Devagar, fomos nos chegando até a cama e lentamente nos deitamos. Sem parar os movimentos sobre seu clitóris embrasado, esperei que ela tirasse o baby doll, ficando inteiramente nua.

Um perfume silvestre se desprendia daquele corpo fresco, jovem. Agradecida, Ana apertava forte meu pênis, que latejava em sua mão. Nossos beijos eram dados com sofreguidão e ela já me pedia para penetrá-la. Atirei minha cueca ao acaso e meu pênis se arremessou contra a abertura de sua vagina. Um empurrãozinho e a glande entrou. Ana estremeceu, engoliu um gemido e pediu-me para enfiar devagar. Seus olhos estavam fechados, e a boca entreaberta não continha os gritos -abafados - daquela fêmea alucinada. Acelerei os movimentos e um grito mais alto fugiu de sua boca. Ela suspirou, gemeu, disse coisas que eu não conseguia entender. Seu corpo se grudou ao meu e sua boca mordeu meu ombro. Anunciou com a voz quebrada que estava gozando. Chorando convulsamente, pediu-me que gozasse; queria sentir meu esperma quente em suas entranhas. Em movimentos ágeis, gozei, despejando-Ihe o que me pedira. Ela afrouxou os braços em tomo de meu peito e relaxou.

Poucos minutos depois de nos separarmos, aquela potra insaciável já queria mais. Enxugou-se com o lençol e, puxando-me, fez com que minha cabeça fosse encontrar seu sexo. Comecei a chupá-la. Minha língua se agitou sobre seu clitóris, que se tomou intumescido dentro de minha boca. Ela, suspirando, curtia deliciosamente aquela caricia. Escorreguei a língua do clitóris e saboreei os sucos que se desprendiam de sua vagina. Ela, ao mesmo tempo que arfava, mexia ritmadamente sua pélvis contra minha boca. Um pouco mais e ela puxou meu corpo para cima e com uma das mãos guiou meu pênis - já ereto para sua gruta. Bem lubrificada, não tive dificuldades para penetrá-la e, em três firmes movimentos, estava todinho dentro dela.

Suas pernas, suspensas no ar, acompanhavam os meus movimentos até que se entrelaçaram em tomo do meu corpo - ela estava começando a gozar. Não parei de me movimentar dentro daquela mulher. Obtive absoluto controle da ejaculação e fiz com que chegasse a vários orgasmos. Tive um certo receio de - a qualquer momento - Susete, ou quem quer que fosse, ouvir os gemidos, o palavreado de Ana. Só muito depois, rodando com ela na cama em posições as mais acrobáticas, é que me permiti o gozo, que aconteceu aos solavancos, tal era a minha excitação.

Acendi um cigarro e conversamos um pouco. Disse-Ihe que estava com sede e ela foi até a geladeira e me trouxe água. Bebi. Voltamos ao papo - sobre a primeira vez dela - e novamente nos acariciamos. Ana, com a voz mais terna deste mundo, disse-me que queria que eu fizesse algo com ela. Incentivei-a a levar adiante e então pediu-me para ejacular em seu rosto. A principio não entendi direito, mas ela me fez calar e iniciou uma deliciosa chupada em meu membro.

Sua boca quente e escolada logo realizou o grande milagre e meu pênis, em poucos segundos, endureceu. Deitada de costas, comigo ajoelhado sobre a parte superior de seu corpo, prosseguiu a falação. Pelas minhas expressões de prazer ela ia controlando meu orgasmo, que se prolongou por alguns minutos. Mais um pouco e comecei a ejacular, o que a fez tirar meu instrumento de sua boca, colocando-o a altura de seu rosto. Em golfadas, meu sêmen atingiu seus olhos, nariz e boca, Ela o apertava e me agradecia o favor que lhe fizera.

 Imaginei, feliz, que tantas vezes que ela quisesse poderia abusar destes meus favores. Cuidei de tomar um banho - rápido - e quando voltei para a cama não encontrei mais Ana. Era inútil qualquer tentativa de procurá-la. Mas o sono não demorou a pintar e dormi como um anjo. No outro dia, sai bem cedo. Susete me levou a porta e marcamos um encontro para mais tarde, na faculdade. Quanto ao que ocorrera durante aquela noite, ela não se tocou de nada.
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