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Os Pés do Priminho


Li uma história contada sobre o ocorrido com um primo de um leitor, e resolvi contar também uma ocorrida ha algum tempo atrás, quando eu tinha mais ou menos uns 18 ou19 anos. Nessa época, Juliano, meu primo, deveria ter uns 18 ou quase 19 anos.

Era alto (para a sua idade), magro, muito bonito e tinhas uns pés sempre eles deliciosos, morenos, bem macios (sinal de que andava pouco descalço), muito bem cuidados e tamanho 40, acho eu. Eu era tarado naqueles pés, e sempre que ele ia ate minha casa, ou eu até a dele, eu dava um jeito de ficar me esfregando naqueles pezinhos.

Ele nunca desconfiava, pois poucos são aqueles que sabem que pode existir alguém interessado nos seus pés. Depois de me esfregar e acaricia-los um pouco, corria para o banheiro, e acabava numa deliciosa e solitária masturbação. Um dia eu estava sozinho em casa, a tarde, e ele apareceu para nos visitar. Apesar de nunca haver passado pela minha cabeça transar ou fazer alguma sacanagem com um primo, naquele dia me deu uma coisa diferente.

Comecei amostrar para ele umas revistas de mulher pelada que eu tinha, e logo o coloquei deitado no sofá, enquanto esfregava meu pau duro ainda dentro do calção, naquela bundinha nova. Ele nada falava, e logo tirei meu pau para fora, mostrando para ele. Ele ficou admirado, dizendo que era grande e tal. Pedi para ele pegar, e ele desajeitadamente segurou meu cacete, enquanto eu ensinava a tocar uma punheta.

Pedi para ver o pau dele, e ele tirou para fora. Era pequeno, não havia sido operado tinha aquela pelezinha sobre a cabeça, e tinha alguns poucos pentelhos nascendo na virilha. Cai de boca e notei que ele estava durinho, sendo que no final saiu um liquidozinho incolor, mostrando que ele havia gozado.

Ficamos nessa sacanagem ate o final da tarde, sendo que coloquei meu pau na sua boca, para ele chupar, o que ele fez desajeitadamente algumas vezes. Tempos depois, eu havia me mudado, e ele apareceu para nova visita. Presumi que ele gostara do que havia ocorrido, pois ele apareceu numa hora que sabia que eu estaria sozinho.

Mostrei para ele mais umas revistas, e disse que curtia muito os pezinhos de mulheres, que me davam muito tesão. Falei que era difícil arranjar mulheres que deixassem eu curtir seus pes, e pedi para que ele me mostrasse os dele velhos conhecidos meus. Quando ele tirou o tênis e a meia, segurei seus pés na altura do meu rosto, e passei a sentir aquele delicioso aroma que exalava do meio de seus dedinhos.

Fiquei lambendo aquela sola macia e deliciosa, enquanto batia uma punheta para aliviar o tesão. Depois de gozar, mandei ele tirar a roupa e dei uma gostosa chupada, ate que meu tabaco endureceu novamente e fizemos um 69, o que nos deixou cheios de tesao. Nunca houve penetração. Apenas ele me masturbava, ou eu a ele, e ficávamos nos roçando.

Muitas vezes ele me procurou, e apenas ele batia punheta para mim. Muitas vezes gozei me esfregando na sua bunda, deixando-a cheia de porra, toda melada. Acho que foi o primeiro pau que chupei para valer, apesar de não ser grande nem grosso ele mal entrara na adolescência. Seus pés sempre me deixavam louco, e ele sabia disso.

Curtimos aquilo por um bom tempo nosso segredo de primos, ate que o tempo nos separou. Hoje ainda me punheto, as vezes, lembrando daquilo tudo. Ele hoje esta casado, mora perto da minha casa, num bairro próximo, mas nunca mais o vi faz mais de 5 anos que não o vejo. Estou louco para encontra-lo e, quem sabe, relembrar os bons tempos. Fico curioso para saber com estará aquele cacete delicioso, e também aqueles pés. Se encontra-lo e rolar algo de novo, eu conto. 

Sei que pode parecer estranho para vocês eu curtir os pés de homens. Na verdade, curto de homens e de mulheres sou casado ha 4 anos. Mas sempre gostei, desde pequeno, e nunca soube o por que. Achei que era anormal pelo menos por gostar de pés de homens, pois de mulheres eu tive um amigo que também gostava. Ate que descobri, na web, que existem milhares como eu...

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Conto Erótico Gay: Metida no Golzinho

Meu nome é Rafael, isto aconteceu mais ou menos há uns dois meses, quando eu voltava da escola com uns amigos. Quando fui abordado por um puta negão de cerca de 1,90m, ele me perguntou com um olhar estranho onde ficava um certo riozinho perto dali. Percebendo o porquê da pergunta eu falei que o levaria até lá, quando entrei no carro vi que ele estava com um shortinho muito pequeno e colado em suas pernas muito grossas. Não resisti e fui logo perguntando se ele queria me comer.

Para minha surpresa o cara também era viado igual a mim.

-Meu Deus- gritei assustado com o tamanho daquele caralho.

Sem mentira tinha uns 27 cm, e eu queria aquilo tudo dentro do meu cú. A primeira coisa que fiz foi agarrar aquilo tudo com se fosse um doce, ou melhor, era bem mais gostoso do que um doce. Comecei a chupar aquilo até engolir tudinho e chegar ao saco que também era grande.

O cara não gozava em minha boca de jeito nenhum, percebi que ele queria mesmo meu cú. Logo virei a bunda para ele e abaixei minhas calças. Aquilo foi uma loucura 27 cm de puro prazer todinho no meu rabo. Não agüentei e comecei a morder o banco do carro de tanta dor que eu sentia, mas o tesão que também fazia parte da história compensava tudo.

Enfim chegamos ao tal riozinho onde mais dois companheiros dele estavam esperando para fazer aquela suruba. Nossa como fiquei feliz em saber que seria enrabado por mais dois pretos de caralho grande. O primeiro chegou sem cerimônia ,foi logo arrancado o pinto para fora e me mandando chupar, eu com toda educação, atendi ao pedido satisfazendo tanto ele com eu. Enquanto os outros dois faziam um troca-troca selvagem do nosso lado.

Depois disso houve uma troca de parceiros, e eu fui arrombado mais uma vez, só que desta vez por um caralho maior ainda. Devia ter uns 30 cm , aquilo acabou com meu rabo que ficou o resto da semana ardendo. Quando encontrei meus amigos de novo que estavam na escola junto comigo, falei que o tal rapaz tinha me levado para comer uma mulher muito gostosa, em todas as posições possíveis, principalmente de quatro.

Na verdade eu não menti para eles só mudei um pouquinho porque em vez de comer eu fui comido.

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Ménage - Realizando as Taras de um Casal

Iniciei na arte do ménage há pouco tempo e já tive várias experiências prazerosas. Uma delas foi com um casal muito legal que conheci através de uma casa especializada em troca de casais aqui na nossa cidade. Quinta-feira, solteiros podem ir sozinhos e foi nesta oportunidade que tive a felicidade de encontrá-los.

Antes de iniciar a narração de minha aventura devo dizer que desde a minha adolescência sempre fui louco por bundinhas. Não importava se era de homem ou mulher, ficava de pau duro só de vê-las e imaginar um cuzinho rosado entre as nádegas suculentas. Acabei ficando viciado e em todas as relações procuro colocar no cuzinho das garotas que arranjo por ai.

Voltando ao relato, o casal formado por Márcio e Natália eram muito fogosos e, no clube onde nos conhecemos, já me contaram algumas de suas fantasias que me comprometi em realizá-las em uma próxima oportunidade. No clube apenas bebemos, conversamos muito e trocamos confidências. Acredito que a afinidade foi recíproca, pois não demorou muito e eles me ligaram para marcar direto em um motel.

Assim que chegamos nos servimos de um wisky e Natalia já foi se despindo mostrando toda a exuberância do seu corpinho loiro e mignom. Ela era linda e um tesãozinho de mulher, usava uma calcinha preta fio dental e um sutiã super ousado. Assim que a vi daquele jeito meu cacete ficou duríssimo e também tirei a roupa. Marcio ficou só observando quando Natália se ajoelhou aos meus pés e foi enfiando meu cacete na boca. Ela o chupava com sofreguidão, lambendo toda a extensão, cuspindo na cabeça e tornando a engolir de novo o deixando bem babado.

A chupeta da loira Natália era demais e não resisti enchendo sua boquinha com minha porra. Com longos jatos, urrei de prazer enquanto ela engolia o liquido branco e cremoso em grandes goles. Ela o chupou até deixá-lo limpinho. Olhei para o Márcio que estava com o pau de fora se masturbando, reforçando seu lado voyeur.

Então coloquei Natália na cama, que ficou de pernas abertas me olhando de forma marota. Ela tinha uma bucetinha com pêlos castanhos claros bem aparados e lábios vaginais salientes. Nesse instante Natalia olhou para o marido e disse:

- Tá vendo tudo meu corninho? Tá vendo a bucetinha de sua mulher quer vai ser comida por outro macho?

Aquilo pareceu excitá-lo ainda mais e Márcio ejaculou sozinho, se masturbando com a cena. Natalia pediu para que eu me deitasse na cama de barriga para cima e veio por cima de mim ajeitando sua buceta úmida sobre o meu cacete. Senti como ela era apertadinha quando lentamente foi sentando em cima de mim até eu estar totalmente dentro dela.

- Que delicia de cacete! – disse ela rebolando em cima de mim e começando a me cavalgar com maestria. Ficou assim por alguns minutos até gozar gemendo alto e se contorcendo toda.

Não saciada Natalia, desencaixou meu pau e começou a chupá-lo novamente. Então disse ao seu marido:

- Vem meu corninho, vem para cá! Sei que você também está louco para chupar este cacetão gostoso. Lembra das vezes que chupava o pau do seu funcionário no estoque da loja? Vem logo...

Márcio sorriu e veio em minha direção. Em nossas conversas anteriores já havia me explicado que também gostava de um cacete e eu não me opus aos seus desejos. Então ficaram os dois se revezando em me chupar. Márcio parecia uma putinha me lambendo as bolas e o pau. Achei aquilo maravilhoso. Ter o casal dividindo meu cacete.

Alucinada de tesão Natália ficou de quatro e pediu para que eu metesse na sua buceta. Comecei a fuder a loirinha enquanto Márcio, embaixo dela, lambia sua buceta e minhas bolas. Não agüentei mais e anunciei que iria gozar. Ele tirou meu pau de dentro da sua esposa e fez com que eu gozasse em todo sou rosto. Natalia gozou em seguida e Márcio gozou com sua esposa chupando o seu pau. A safadinha ainda lambeu todo o rosto do marido limpando a porra que escorria pela sua face.

Após esse encontro ainda nos encontramos mais algumas vezes, até ele ser transferido para São Paulo. Em outra oportunidade realizei a fantasia de Natalia que era ver seu marido ser fodido por outro macho, mas isso conto em outro relato.

Conto erótico by Sérgio

Minha Primeira Vez

Eu estava mesmo a fim de perder a virgindade naquele verão. Tinha sabido que havia umas saunas em São Paulo onde seria possível encontrar belos homens disponíveis e discretos. Mas eu nunca pensei que seria tão delicioso como foi.

A sauna ficava numa rua central de São Paulo e me hospedei em um hotel mais ou menos perto de lá. Para me preparar e tomar coragem comprei umas revistas gays e me masturbei sonhando com o grande momento... Mas a realidade foi melhor que o sonho. Quando estava ainda meio zonzo no salão de repouso da sauna, em meio aquela quantidade de homens lindos e suas maravilhosas máquinas, um homem me chamou a atenção.

Estava de pé, masturbando um pau já ereto e me chamava para entrar para o banho turco. Eu meio sem querer (mas é claro que queria) fui entrando com ele. Ele era muito bonito - o tipo cinematográfico: alto, olhos verdes, e muito gostoso. Eu não vacilei em atender a seu chamado por um instinto... Feminino. E também não me fiz de rogado ao sarro que ele começou a fazer em mim, roçando aquele maravilhoso pau nas minhas coxas.

Eu nunca tinha sentido o pau de outro homem em mim. E era demais, muito melhor do que havia imaginado. Nos beijamos longamente na boca e eu queria logo sentir aquele pau entrando dentro de mim. Foi o que ele fez em seguida. Veio por trás de mim e me penetrou com cuidado e carinho, mas com muita tesão. Eu quase desmaiei. Afinal estávamos num banho turco, apenas com uma luz negra e muita, mas muita fumaça. Adorei aquela sensação deliciosa que pela primeira vez sentia com um homem de verdade me comendo.

Nada de objetos ou vibradores, mas um grande e gostoso pau me penetrando, sem nenhuma dor, só prazer. A dor veio quando um outro homem, de cor, resolveu entrar de gaiato na festa. Estávamos em um local público e o cara achou que eu era de todos ali. Para falar a verdade, como eu estava a fim de dar e aquela loucura toda me deixava louco de tesão - DOIS homens querendo me comer era bom demais!

Mas o cara começou a dar uma de sádico e começou a exagerar na penetração. Aí o meu parceiro o afastou, coisa que adorei, pois além de estar me realizando como fêmea, meu macho ainda me defendia de um sacana! Era demais para a primeira vez.

Nesse momento, resolvi sair, alegando que não estava me sentindo bem. Mas era apenas a surpresa de tanta coisa boa assim de repente. O meu parceiro me acompanhou e me convidou para uma sala prive. Vacilei um tempo, mas resolvi ir lá. Foi uma delicia. Eu e um homem a sós finalmente. Iniciamos naquela posição anterior, ele me penetrando por trás, mas passamos logo para uma posição que até hoje adoro - sentado no pau do homem, ele me acariciava os mamilos e me masturbava.

O vaivém do pau me penetrando, aquele cheiro de eucalipto no ar, aquele homem lindo me comendo. Começou a crescer cada vez mais meu prazer, que vinham em ondas de baixo pra cima e me lançavam num mundo de prazeres imensos nunca antes sentidos e gozados. Era aquilo que eu almejava há anos, e estava acontecendo ali naquela sauna, de uma forma esplendida. Eu rebolava, fazia ele me acariciar os mamilos, e me exultava de me sentir uma verdadeira fêmea nos braços daquele homem. Fechei os olhos para melhor sentir aquele prazer e logo explodi em um gozo maravilhoso, que vinha de dentro de mim me engolfando numa nuvem brilhante de gozo e alegria.

Mas aquela transa foi tão gostosa, e tão surpreendente que reagi de maneira totalmente besta. Tão logo gozei, me levantei, e sem olhar muito para o meu parceiro, me despedi e saí rapidamente da sala prive. Nem mesmo retribui a ele aquele inesquecível prazer que ele havia me dado...

Até hoje eu relembro com um misto de alegria e pesar esta minha primeira transa com outro homem. Porque perdi a oportunidade de ter um amante gostoso como ninguém e até hoje não encontrei alguém igual. Este fato ocorreu em fevereiro e se o meu parceiro me reconhecer nestas memórias, eu gostaria de receber sua resposta aqui. Não vou deixar e-mail, mas prometo entrar em contato com aquele que até hoje sonho ter transas iguais ou mais gostosas que essa. E é lógico, com outros com boas intenções... 

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

O Desabrochar de Valeska

Há 5 anos atrás, mais precisamente quando tinha 18 anos, tive minha primeira experiência sexual, foi inesquecível.

Tudo começou quando fomos viajar, eu e minha família, para nossa casa de praia no Guarujá. Íamos passar o verão inteiro, mas como surgiram alguns compromissos na empresa de meu pai, ele resolveu antecipar o retorno para São Paulo, voltaram com ele minha mãe e minhas irmãs, resolvi ficar, pois estava fazendo vários dias de sol e eu não queria perder o final de semana. Era quarta- feira, meu pai concordou que eu ficasse até a segunda seguinte, quando mandaria nosso motorista me buscar.

Eu, na época usava cabelos compridos, tinha aproximadamente 1,68 de altura, era loiro, olhos verdes, e não tinha o corpo bem definido como os outros rapazes da minha idade. Já há algum tempo vinha tendo vontades que me eram estranhas até então, queria me vestir de mulher para poder desfilar para as outras pessoas, sempre que podia usava as roupas das minhas irmãs, mas nunca tivera coragem de sair de casa. Foi nessa ocasião que surgiu pela primeira vez Valeska.

Já tinha tudo planejado quando eles partiram, fui numa loja de lingeries e com meu dinheiro comprei um conjuntinho lindo de calcinha e soutiens, de rendinhas e seda branca,. Passei por uma perfumaria e comprei um batom e alguma maquiagem, apesar de ter uma pele de fazer inveja eu não queria sair sem estar perfeita,

Passei por várias lojas de roupas femininas até achar uma que eu gostasse, entrei na loja e fui atendida por uma balconista, muito simpática por sinal, e pedi para ver mini-saias, ela me perguntou se era para mim, eu respondi que sim, foi somente ai que reparei que as pessoas que haviam me atendido não repararam que eu era um menino, talvez porque eu estava usando uma bermuda pequena e uma camiseta grande, depois de experimentar varias roupas achei uma que me agradou, era uma mini-saia de seda amarelinha toda rodadinha (uma gracinha), e uma blusinha também de seda branca, passei por uma loja de sapatos e comprei uma sandália de salto que combinasse com as roupas que havia comprado.

Pronto estava tudo preparado para a grande noite, lá pelas 7 da noite tomei um banho, tinha passado água oxigenada nos meus pelinhos da perna para que sumissem no meu lindo bronzeado, depilei minha virilha, minhas axilas, para que tudo fosse perfeito, passei uma hora me maquiando, fiz uma maquiagem bem leve, passei o batom vermelho que havia comprado e coloquei as roupas, gente fiquei surpresa com o resultado, realmente fiquei uma gracinha,

Coloquei 2 esponjinhas para fazer os peitinhos, e um lacinho amarelo para prender meus cabelos, tinha na época as duas orelhas furadas, aproveitei e coloquei um par de brincos com a figura de cavalos marinhos, que tenho até hoje e fui até o espelho verificar o resultado, gente, fiquei linda. Às 8:30 horas da noite surgiu pela primeira vez, Valeska. Que prazer indescritível! Passei pelo calçadão da praia e fui cantada por vários gatos, que sensação gostosa à de sentir a saínha roçando pelas pernas, a lingerie colada no corpo

Os meninos não paravam de mexer comigo me chamavam de loirinha gostosa, de tesão, foi incrível. Lá pelas 22:00 h passando por uma av. beira mar cruzei com um gato que mudou minha vida, ele era alto, loiro tipo surfista e forte, estava usando um bermuda justa e pude observar que ele tinha um belo volume entre as pernas. Ele, percebendo meus olhares, veio em minha direção. Gente, eu gelei por dentro e fiquei toda arrepiada por fora, meu cuzinho não parava de piscar,

Ele se aproximou e começamos a conversar. Ele se chamava Eduardo e era realmente lindo. Resolvi arriscar, pensei que se tivesse de perder o cabaço teria que ser com ele. Até então ele não havia percebido que eu era um menino e me convidou para passearmos pelas areias da praia. Após algum tempo ele me abraçou de uma forma viril, mas gentil, e me deu um demorado beijo na boca. Nunca senti tanto tesão por alguém, resolvi arriscar e contei para ele toda a verdade, pensei que ia levar umas porradas, mas o que aconteceu foi que ele disse, já que estamos aqui e você é uma gracinha, tudo bem eu vou te desvirginar do mesmo jeito.

Gente, nunca amei um homem como aquele, ele me levou para o apartamento que ele estava dividindo com outros rapazes, que na hora estava vazio, e começamos a nos amar. Ele me deu um beijo demorado, começou a lamber minhas orelhas, fiquei toda tesuda, comecei a alisar aquele cacete maravilhoso , ele parou de me beijar e me mandou que ajoelhasse, tirou aquele falo maravilhoso para fora,

Nunca chupei um pau tão gostoso, lambia as bolas, os pêlos, subia devagarinho até chegar à cabeça, colocava tudo na boca e sugava com tesão. Ele tinha 21 cm de cacete (eu medi com uma régua), que pau enorme e gostoso, ele me fez parar e pediu que eu desfilasse para ele. Comecei a roçar minha bundinha no cacete dele que levantou minha saínha, abaixou minha calcinha e enfiou o dedo no meu cuzinho, que naquela hora não agüentava mais de vontade de sentar gostoso. Ele enfiava o dedo até o fim e tirava, que delícia, me levou para sua cama com o dedo enfiado no meu cuzinho, me obrigou a ficar de quatro e passou margarina por toda a extensão daquele cacete maravilhoso,

Eu já estava gemendo de tanto tesão, ele encostou no meu cuzinho e foi empurrando devagarinho, nunca senti tanta dor e tesão ao mesmo tempo, ele ia empurrando amorosamente devagarinho, e eu ia sentido ele entrar por dentro. Após algum tempo ele conseguiu colocar tudinho dentro de mim, eu já não sentia dor, só prazer de ser comida por um homem com tanto carinho. Ele bombava com vigor dentro de mim e eu rebolava feito um cadela no cio, ele gozou com jatos fortes e eu, quase ao mesmo tempo, gozei também sem me tocar.

Ficamos transando até os amigos dele aparecerem, ele me levou embora, pois como ele mesmo disse, aquela não era hora de uma menina andar sozinha, fomos abraçado até perto de minha casa, quando chegamos próximo ele me deu um gostoso beijo, me chamou de sua putinha e me convidou para irmos à praia juntos no dia seguinte. No outro dia corri comprar um biquíni para mim e fui à praia com ele, usei uma fita adesiva para esconder meu pênis e fui para praia de biquíni. Ficamos com a galera dele o dia inteiro e à noite nós transávamos na minha casa.

Tenho até hoje varias fotos com meu gato e sempre que posso saio com ele. Tudo o que está escrito è a mais pura verdade. 

Conto recebido por email by Valeska

Geórgia, Meu Amante de Batom

Conheci Geórgia num show de uma famosa dupla sertaneja no Vale do Anhagabaú. Era um daqueles shows imensos, ao ar livre e de graça, onde normalmente há um monte de tumultos. Assim que bati os olhos nela, percebi logo que era um travesti. E daqueles bem bonitões.

Meu nome é Adalberto, tenho 5O anos, e desde garotão que sinto uma atração muito grande por outros homens. De uns tempos pra cá, passei a sentir atração também por travestis que m grande escala sabem fazer um homem delirar de prazer.

O show corria animado, com o povão cantando e dançando junto com os artistas e eu de olho na Geórgia. A cada empurra-empurra que acontecia, eu aproveitava a oportunidade para me aproximar mais dela. Até que num determinado momento eu cheguei a ficar lado a lado com ela e sempre que o público fazia uma onda eu me encostava-se a ela. É claro que Geórgia percebeu minha intenção e não se fez de rogada, começou também a se esfregar em mim.

Quando o show terminou, tanto eu quanto ela, estávamos de pau duro. Convidei-a para tomar alguma coisa gelada, pois estava fazendo muito calor e ela aceitou. Fomos a um barzinho ali nas imediações e aí eu sugeri que fôssemos até minha casa, onde poderíamos ficar mais à vontade. Ela sorriu maliciosamente e respondeu que estava mesmo precisando ficar bem à vontade.

Chegamos em casa rapidinho, pois eu também moro nas imediações do Vale do Anhagabaú, e assim que entramos mal deu tempo de fechar a porta e Geórgia foi logo me pegando por trás e dizendo que estava sentindo que eu estava precisando de um macho. Nem tive tempo de responder, pois ela abaixou minha roupa, eu estava vestindo calça de elástico, levantou sua saia, enfim, e me fez sentir sua pica grande e grossa no rabo.

Eu me sentia sendo currado por aquele travesti gostoso e másculo. Ela enterrou tudo de uma só vez, rasgando meu cu numa foda alucinante. Trepamos feito cães, ali na sala mesmo, sem nem ao menos tirar a roupa. Foi demais!

À medida que ela se movimentava, entrando e saindo do meu rabo, ia me chamando de cadelinha gostosa e eu ia me sentindo a própria. Ao mesmo tempo em que me fodia o cu, Geórgia ia me punhetando divinamente, com uma sabedoria de fazer inveja a qualquer um. Nem dá pra explicar a sensação que eu sentia enquanto estávamos trepando.

Aquele mulherão atrás de mim, gemendo e dizendo coisas obscenas, dotada de um caralho que devia ter uns 2O cm, com o saco a bater sem parar na minha bunda... Gozamos urrando feito bichos. Ela caiu sobre mim e ficamos alguns segundos deitados no chão da sala, com nossa respiração ofegante e com o coração querendo sair pela boca. Mas não estávamos satisfeitos e muito menos, saciados.

Se tem uma coisa que eu adoro, é ver um travesti como a Geórgia, de bom gosto e bem tratado, nu. O contraste do corpo de mulher com uma verga poderosa, me deixa sempre arrepiado de tesão. E Geórgia era linda demais.

Comecei a despi-la e, à medida que seu corpo ia ficando nu, meu cacete ia endurecendo e latejando de desejo. Comecei a mamar seus seios, redondos e firmes, e a lamber seu corpo lisinho de mulher, deixando-a também tão tesuda quanto eu. Quando enfim, ela ficou nua, e eu pude vê-la inteira com o cacete em riste, caí de boca naquela obra de arte que tremia diante de mim.

Fiz uma chupeta fenomenal, sentindo uma gula insaciável dentro de mim. Ela gozou na minha boca, gritando delícias de se ouvir numa hora como estas. Depois tomamos um demorado banho frio, bem relaxante, e fomos nus para cozinha, onde tomamos um lanche bem reforçado, para recuperamos nossas energias. Geórgia, mesmo com o cacete meio caído, estava deliciosamente linda.

Depois do lanche, ela pediu para dar um telefonema, e enquanto isso eu coloquei para tocar uma música bem romântica, pois eu estava muito a fim de me aninhar nos braços dela e dançar coladinho ao seu corpo que era bem mais forte e maior que o meu. Enquanto eu fantasiava me imaginando em seus braços, não pude deixar de ouvir que ela estava cancelando um compromisso para ficar comigo.

Fiquei envaidecido com aquilo e me dispus a tratá-la melhor ainda a partir daí. Assim que desligou o telefone, Geórgia veio toda carinhosa pro meu lado, enlaçando-me pela cintura e eu, feliz, abracei-me a ela cruzando meus braços ao redor do seu pescoço. Começamos a dançar e não demorou para estarmos esfregando nossos paus que começavam a nos incomodar entre as pernas.

Estávamos tesudos outra vez e ela me disse que agora queria fazer amor decentemente, em cima de uma cama. Fomos para o quarto abraçados e nos atiramos na minha cama que é bem macia e confortável. Geórgia se deitou sobre mim e me deu um banho de língua delicioso. Chupou meu cacete e depois se sentou em cima dele para uma cavalgada rápida e prazerosa. Deliramos de gozo e depois foi a minha vez de cavalgar em cima daquela linda mulher de pinto grande e gostoso.

Transamos a noite inteira e Geórgia só foi embora quando o sol raiou. A partir deste dia, de vez em quando a gente se encontra e eu adoro quando ela chega toda perfumada, maquiada e feminina. Gosto mais ainda de grudar minha boca na dela e tirar todo seu batom, lambuzando-me e deixando-a toda lambuzada. A gente sempre acaba rindo das manchas que deixamos em nossos rostos. Geórgia é meu amante eventual e com ele vivo momentos de intenso prazer.

Conto erótico recebido por email

Na Lavanderia

Meu nome é Carlos, tenho 26 anos e sou solteiro, gordinho e até que bonito. Sou solteiro apenas por constar, pois sou casado há 4 anos com um cara bem gostoso, o Ricardo. Ele tem 27 anos, o corpo perfeito, um rosto lindo e um sorriso que ilumina seu rosto. Apesar de sermos casados, moramos em casas diferentes, e como o Ricardo mora sozinho, eu o ajudo, de vez em quando, nas tarefas domésticas. Eu lavo a roupa dele, porque ele detesta fazer isso.

Sexta-feira eu sai para trabalhar, mas antes passei na casa dele para colocar umas roupas de molho, eu na volta eu lavaria para ele. Ele havia acabado de chegar e tinha aquele olhar safado de quem quer transar. Eu estava na lavanderia, que fica fora da casa, colocando algumas roupas na máquina. Ele veio por trás e me abraçou, pude sentir seu pau endurecendo, roçando na minha bunda, coloquei a mão e o pau ficou duro que nem uma rocha. Ficamos assim por um tempo ele me coçando e beijando.

O tesão explodiu e eu não resisti, era hora de ir trabalhar, mas eu tinha que transar! Me abaixei, tirei o pau dele para fora e comecei a chupar. Ele fica louco quando eu faço isso. Como ele estava de pé,  se apoiou na máquina de lavar e eu sentei num banquinho, chupei até ele ficar louco e tirar toda a roupa. Depois ele pediu para que eu tirasse a camisa, e alisou meus peitos, mas ele queria mais, pediu que eu botasse meu pau pra fora. Eu coloquei e ele agarrou meu membro na mesma hora, voltei a chupar seu pau, dando especial atenção as suas bolas, durinhas e gostosas.

Ele pediu que eu chupasse seu peito e eu passei a mamá-lo como se ele fosse uma mulherzinha. Eu continuava sentado no banco e ele sentou nas minhas pernas de forma que o biquinho do peito dele ficava na altura da minha boquinha. Chupei com sofreguidão, como se daquele par de peitos pudesse realmente sair leite. Enquanto eu chupava o peitinho dele, tocava também uma punheta naquele pau duro e gostoso.

Eu queria que ele gozasse, então acelerei tanto a mamada como a punheta, pude sentir pelos movimentos do pau que ele ia gozar. Me abaixei e deixei que ele gozasse na minha boca. Engoli tudinho. Extenuados nos abraçamos e ele me beijou, buscando com sua língua ainda o sabor doce de sua porra. Ele quis me chupar, me fazer gozar, da mesma maneira que eu o fiz, mas eu tinha que trabalhar e só deixei que ele desse um beijinho no meu pau. Na volta do trabalho ele poderia me satisfazer, mas isto é outra estória.

Conto erótico recebido por email - Autor Anônimo

Sexo Também é para Macho

Tudo começou quando fui à casa de um amigo da faculdade,estudar geometria, seus pais haviam viajado e ele estava só. Assim que acabamos de rever toda a matéria para a prova, le sugeriu que alugássemos uns filmes pornôs e assim fizemos. Chegando de volta á sua casa fomos logo colocando o filme e para nossa surpresa o filme estava trocado e começou uma cena de dois caras transando.

Eu fiquei parado, mas disse a ele que deveria fazer parte do filme. Então adiantamos um pouco para ver se tratava mesmo de outro filme e se tratava! Era um filme de homens com homens, na mesma hora ele disse que droga, eu também concordei, mas disse para vermos até onde ia. Foi indo até que me dei conta que estava excitado e ele também, sem muita vergonha tirou seu cacete pela lateral do short e começou a se masturbar, eu para não ficar para trás fiz o mesmo.Quando demos por nós estávamos curtindo o filme e com um tesão tremendo, foi quando ele me perguntou na brincadeira se não queria chupar seu pau , eu perguntei o que ganharia com isso e sua resposta foi mais que rápida, o mesmo!

Só sei que quando menos esperava ele já estava propondo me penetrar, o que na mesma hora neguei, mas ele insistiu sussurrando ao meu ouvido, e como ele é um cara muito discreto falei que iria tentar apesar de nunca ter feito aquilo antes, ele me garantiu que nunca contaria a ninguém e que depois poderia fazer o mesmo com ele.

Então ele se levantou e foi até o banheiro pegou uma camisinha e um óleo e quando voltou senti um pouco de remorso de ter topado, mas como já havia prometido cumpri. Ajoelhei debruçado no sofá ,ele colocou a camisinha passou o óleo no meu cuzinho fazendo movimentos circulares com o dedo, como estava passando no filme, e introduziu primeiro um depois dois e depois três dedos, eu me masturbava ao mesmo tempo em que isso acontecia, e para minha surpresa meu pau continuava teso, até que a hora fatal chegou, senti seu pau tocar meu anus e gelei, mas agora já era, e ele foi enfiando lentamente, centímetro por centímetro, com inúmeras paradas para que eu me acostumasse com o invasor.

Quando senti que estava tudo, pois senti seu saco bater no meu, pedi para que fizesse igual no filme, e ele fez, começou um vai e vem devagar aumentando gradativamente a intensidade. Eu nesse momento sentia que meu pau já não estava tão teso devido à dor que sentia quando ele enfiava tudo, é foda, mas como no filme o carinha dava numa boa, pensei comigo: porque eu não? Ainda mais que o rapaz do filme não tinha pinta nenhuma de bicha, mas doía pacas, até que ele gozou. Aí eu disse a ele, agora sou eu e ele falou vamos dar um tempinho para o tesão voltar, o dele né?

Sendo assim propus que puséssemos o outro filme com garotas para levantar a moral dele e eu poder completar o serviço, quando percebi que ele já estava com tesão de novo, comecei a passar a mão na sua bunda e ele disse se não podia deixar para outro dia, eu disse que era sacanagem, então ele topou meio a contra gosto e logo meti uma camisinha passei o tal óleo e fiz o mesmo ritual dele, primeiro com os dedos e depois com meu cacete, mas percebi que ele não estava nem um pouco a fim, mesmo porque sou mais dotado na grossura do que ele o que dificultava a penetração, mas mesmo assim insisti, pois meu tesão era tanto que não media as conseqüências, e fui indo até gozar, apesar dos pedidos dele de parar, coisa que não consegui atender devido o tamanho do meu tesão.

No entanto nós dois gostamos dessa experiência, que graças a um filme trocado, veio a acontecer. Agora estamos procurando algum carinha, que como nós não tenha pinta de viado, mas que queira dar pra gente, com total sigilo. Se você estiver a fim é só dizer, nós somos dois garotões cursando a faculdade,e poderemos estudar juntos na casa desse meu amigo. Deixe o seu recado...

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

As Aventuras de Debbi

Mais uma vez surgia a oportunidade das ruas verem Debbi ao vivo e a cores, e mais uma vez a minha coragem para realizar essa vontade não permitia que Debbi fosse vista andando por aí. A verdade é que todas as vezes que as oportunidades surgiam para mim, eu não conseguia aproveitá-las e acabava em casa frustrada e morrendo de tesão sem ninguém para me satisfazer.

Mas já que não se pode viver sempre fugindo de seus desejos internos, eu havia decidido que na próxima vez eu iria sair vestida de mulherzinha custasse o que custasse. E não demorou nem 2 horas para acontecer um fato que me colocaria na maior aventura de Debbi nas ruas.

Por obra do destino, minha família resolvera viajar de última hora para o sítio e todos sabiam que eu tinha prova bimestral na segunda-feira pela manhã, ou seja, nem pensar em viajar, pois eu acabaria me distraindo e prejudicando meus estudos (até parece né? Eu nunca fui grande coisa como estudante).

8 horas da noite e eu estava sozinha em casa assistindo um filme e confesso que nem me passava na cabeça em sair de Debbi, pois estava até um pouco cansada, mas o filme que eu estava vendo era de universitários e não parava de passar cenas de meninas de torcidas uniformizadas com suas saínhas rodadas e seus corpinhos super bem moldados e, como eu morro de tesão por essas roupinhas, PRONTO! Comecei a ficar com o cuzinho piscando e falei pra mim mesma: É hoje, ou vai ou racha.

1O horas da noite eu estava entrando em meu carro (já dirigia e tinha carta viu?) com uma calça e camiseta para a sociedade, mas com minha roupinha predileta por baixo (daqui a pouco eu falo) e o resto dos acessórios na minha mochila de ginástica. Fiquei quase uma hora rodando por São Paulo para encontrar um lugar deserto, ou quase, e que não fosse tão perigoso para me trocar.

Quando encontrei o tal lugar (para quem conhece fica numa rua chamada Ubatuba na lateral do Estádio do Pacaembu) me troquei super rápido, tirando a calça, a camiseta e ficando com uma blusinha de seda branca um pouco transparente, sutiã branco, calcinha branca (tudo de rendinha e seda), uma mini-saia rodada amarelinha clara (uma gracinha), e uma sapatinho branco, além disso, coloquei uma peruca longa loira, passei batom, me maquiei e sai andando. Logo na saída um susto: um carro da polícia militar parou bem ao meu lado no farol e ficaram me olhando, mas deram risadinhas, sinal que eu estava enganando bem.

Rodei mais uma meia hora sendo um pouco paquerada, mas sem dar muita bola para não chamar a atenção, e percebi que estava ficando chato, pois não estava propriamente nas ruas, o que eu queria era sair, andar e sentir o mesmo que havia sentido da minha última vez que havia saído de Debbi. Resolvi parar o carro perto do centro e saí por aí. Foi fantástico, foi maravilhoso, nem sei descrever o que senti quando ganhei as ruas de novo.

Alguns carros buzinavam para chamar a minha atenção e outros caras a pé me cantavam, porém as coisas não eram tão iguais como da última vez, pois algumas pessoas percebiam que eu não era realmente uma garota, primeiro pela minha aparência já mais adulta, segundo porque o lugar que eu estava era de domínio de outras bonecas profissionais e não profissionais que sempre estavam por lá e terceiro porque uma garota não estaria lá àquela hora da noite e vestida tão chiquezinha como eu estava.

Depois de um tempinho entrei num barzinho de freqüência mista, ou seja, tinha de tudo: héteros, casais, lésbicas, gays e bonecas como eu (algumas eram um pouco diferentes, deu pra entender né?). Entrei, sentei numa mesa e pedi uma cerveja. Não demorou a aparecer um cara perguntando se podia me fazer companhia, como eu estava morrendo de tesão e nunca havia dado o rabinho resolvi arriscar. Ele era alto, um pouco musculoso, usava barba, cabelos grisalhos e aparentava ter uns 45 anos mais ou menos.

Conversamos bastante e ele sabia o que eu era é lógico, mas mesmo assim foi um papo muito legal. Lá pelas tantas após umas cervejinhas (pagas por ele que eu não sou boba né?) ele me convidou para ir ao seu apartamento que ficava ali perto. Eu estava com tesão, morrendo de vontade de dar e louca pra perder o cabacinho, mas ainda não havia perdido a minha sanidade mental e nem estava tão bêbada para aceitar  ir ao apartamento de um cara sem conhecê-lo. Dei uma desculpa qualquer e falei que preferira ficar por ali mesmo. Resolvi ir ao banheiro, pois estava tomando muita cerveja e por ser diurético já não me agüentava mais.

Por se tratar de um bar misto não haveria problema eu utilizar o banheiro masculino mesmo vestido de mulher, o que não podia era entrar no banheiro feminino, pois seria uma falta de respeito e  lá fui eu. Quando entrei resolvi utilizar o box por ser mais privativo e como eu estava de mulherzinha resolvi me sentar para fazer xixi (tá rindo de que? eu também achei engraçado, mas sou assim né? Fazer o que).

De repente a porta do box se abriu e para a minha surpresa era o meu querido amigo da mesa que disse: Se a gente não pode transar lá em casa, pelo menos você vai fazer uma chupetinha pra mim aqui e agora. Eu nem preciso dizer que gelei por dentro, por fora e esquentei no cuzinho né? Ele fechou a porta do box e abaixou as calças botando para fora um cacete que jamais havia visto tão gostoso e grande e se como eu era virgem no cuzinho, mas não na boquinha resolvi mandar ver.

Chupei gostoso todo aquele pauzão começando pela cabeça e descendo bem devagar até os pentelhos e dando um belo trato nas bolas. Ora eu punha uma inteira na boca, ora outra para depois subir com lambidinhas por toda a extensão daquele falo maravilhoso que pulsava na minha mão e boca. Depois engoli tudo e ele empurrou a minha cabeça mais para dentro, eu sentia que iria sufocar, mas a minha vontade era tanta que nem me importei e continuei a chupar mais e mais. Meu cuzinho piscava e não agüentando mais pedi pra ele me comer ali mesmo.

Meu amante me virou e abaixou minha meia-calça, minha calcinha e lambeu meu cuzinho que já não agüentava mais de vontade de dar e sentar gostoso. Quando ele pós a cabecinha na portinha de meu rabinho, eu perdi a noção das coisas e abri o buraquinho com minhas mãos implorando pra ele me comer logo. A cabeça começou a entrar lentamente e quando já tinha uns 2 ou 3 centímetros dele dentro de mim, o segurança apareceu e nos expulsou de lá dizendo que se nós não pagássemos a conta e saíssemos imediatamente iria chamar a polícia.

Aproveitei enquanto o meu amigo pagava a conta debaixo das broncas do gerente e do segurança do local, para sair de fininho e correr para casa, pois não sou boba pra ficar e ver se eu iria me meter em alguma complicação.Quase foi desta vez que eu perdi o cabacinho. Cheguei em casa feliz por ter chupado um pau gostoso e feliz por ser tratada como mulher, mas com uma ponta de frustração por não ter dado o rabinho pela primeira vez. Ficaria para uma próxima oportunidade.

Conto erótico recebido por email – By Debbi

Meu Marido Comeu um Gay no Clube de Swing

Eu e meu marido sempre fomos muito liberais e abertos em relação ao sexo e devido a isto curtimos nosso casamento aproveitando todos os prazeres que a vida pode oferecer. Um dia destes combinamos de ir a um clube de swing ver o que rolava e quem sabe realizar alguma das fantasiamos que compartilhávamos.

Vesti um top justíssimo e uma mini sai jeans bem curtinha. Meu marido estava muito tímido, morrendo de vergonha de encontrar alguém conhecido ou do que poderia acontecer por ali. E eu , ao contrário estava me sentindo muito puta e safada por estar em um lugar como aquele que transpirava sexo. Paramos na pista de dança e eu dancei muito atiçando a vontade de meu marido. Provoquei tanto que ele acabou perdendo um pouco da timidez e sussurrou no meu ouvido para que eu tirasse minha calcinha. Imediatamente fui até o banheiro e a tirei, percebi que estava toda molhada e fui para a pista , de mini saia e sem nada por baixo.

Quando voltei percebi que tinha um carinha de uns vinte e poucos anos dançando perto de meu marido. Ele tinha um metro e setenta de altura, cabelos castanhos e era um pouco fortinho, devia malhar para se manter assim , tão gostosinho. Ainda sem me aproximar , notei que o rapaz não tirava os olhos de meu marido e o estava discretamente paquerando e ele, apesar de um pouco envergonhado , estava gostando da situação.

Cheguei perto do meu homem e continuei o provocando, até que ele não agüentou e colocou minha mão por baixo de minha saia. Senti seus dedos se lubrificarem com meus líquidos enquanto ele me fodia com os dedos. Gozei ali mesmo, no meio da pista de dance, neste instante o rapaz percebeu o que estava rolando e se aproximou puxando conversa.

Logo estávamos entrosados e fomos até um ambiente escuro que existia no local. Meu marido tirou o pau para fora e o rapaz, sem demorar, caiu de boca o engolindo com vontade. Aquilo me deixou louca e ergui minha saia virando de costas e pedindo para meu marido me comer ali mesmo pois desejava muito ter seu pau enterrado na minha xoxotinha.

Meu marido me comia enquanto eu começava a chupar o pau do rapaz viadinho. Que loucura. Após eu gozar gostoso com o cacete do meu marido pedi que ele metesse também no viadinho. Este sorriu e se apoiou na parede. Meu marido não queria e eu tive que convece-lo a fazer. Então se posicionou atrás do rapaz e sem dificuldades conseguiu introduzir o pau no cuzinho do viado. Acho que seu cuzinho já devia estar acostumado a levar rola. Pois nem no meu rabinho o pau de meu marido entra tão fácil.

A cena que eu acompanhava ali, a cores era fantástica, nem em meus sonhos mais sacanas podia imaginar algo igual. Um rapaz jovem , forte e de pau duro sendo enrabado pelo meu marido. Fiquei só os olhando enquanto acariciava minha bucetinha. Ele comia o viadinho com vontade , metendo com força na bundinha do gayzinho arrancando gemidos e suspiros.

Com uma última estocada meu marido gozou quase no mesmo instante que o viadinho que se masturbava enquanto era comido. Olhei para o sacana do meu marido e perguntei se ele queria me comer novamente e ele disse que sim, mas queria ir para nossa casa. Então nos despedimos de nosso novo amigo e fomos para casa ainda mais loucos de tesão. Desta vez, sozinhos, passamos a noite transando e lembrando dos nossos momentos no clube de swing.

Se você também curte fantasias e transas assim deixe seu recado por aqui, não pretendemos ter relações ao vivo, mas gostaríamos de trocar experiências.

Conto erótico recebido por email – By Casal liberal a procura...

Conto erótico : Ainda Não Entendi

Desde novinho gostava de roubar calcinhas da minha irmã para vestir e ficar me olhando no espelho. Isso me dava uma sensação gostosa. Pois apesar de novo me sentia bem. As vezes passava o dia inteiro com a dita cuja enterrada na bundinha. Eu tinha um amiguinho da minha idade, o Juninho, que sempre me chamava para o porão da sua casa. Agente ficava brincando de segurar o pinto do outro.

Era mais gostosinho ainda quando ele arriava a minha calcinha enfiava a sua língua no meu cuzinho. Depois ele me obrigava a chupar a seu pintinho. Assim a coisa foi caminhando até quando o Juninho se mudou. Porém a mania das calcinhas não parou. Até que um dia um colega da turma da travessa em que eu morava percebeu que eu estava de calcinha num dia que eu estava usando um short mais apertadinho. Ele me chamou num canto para confirmar.

Eu morri de vergonha dele e pedi pelo amor de Deus para não contar para ninguém. Foi aí que ele me chantageou, dizendo que só não contaria se eu deixasse ele me ver de calcinha. Como não tinha outra opção, fomos até a chácara que ficava perto de casa com o pretexto de pegar umas mangas no pé. O local tinha uma vegetação bem fechada o que dificultava agente ser descobertos. Não precisei nem tomar iniciativa, ele me pediu para ficar de costas para ele, e então começou a arriar o short bem devagarzinho ao mesmo tempo que beijava suavemente as minhas nádegas. Aquilo foi me dando um tesão, que eu nem sei explicar.

Quando dei por conta , eu estava ajoelhado aos seus pés já com a sua pica toda dentro minha boca. Eu mamava aquela pica com uma vontade que não queria tira-la da minha boca nem por um segundo. Senti então um jato de leite quente e grosso dentro da minha boca. Não sabia definir o gosto que tinha, queria cuspir fora, mas ele segurou firme a minha cabeça e obrigou a engolir toda a porra. No dia seguinte, só fiquei pensando naquela transa.

Para minha surpresa, ele me procurou e chamou para ir até a casa dele para ver um vídeo. Chegando lá, o puto tinha ido a locadora para pegar uma fita de vídeo pornô que se chamava Folias anais, fomos assistir no seu quarto e trancados. Mal entramos no quarto, ele já estava com o piru durinho, me pediu para chupar sua pica de novo , igual ao dia anterior. Eu não conversei, e engoli toda a rola novamente.

Só que agora eu engoli a sua porra por vontade própria. Me deu prazer. Começamos a assistir o filme juntinhos , e eu tocando uma punhetinha nele. Eu vendo aquelas penetrações anais ficava o cuzinho piscando de vontade, até que me virei de bruços e pedi para ele chupar o meu cuzinho. No inicio ele ficou meio sem ação, mas devagar ele foi beijando as minhas nádegas até chegar no cuzinho. Eu gemia de tesão ao mesmo tempo que me masturbava. Gozei sentindo aquela língua gostosa acariciando o meu cuzinho.

Foi uma sensação indescritível. Logo a pica dele estava dura novamente. Aí , partimos para a penetração. Pedi para ele deitar no chão, vim por cima dele e fui sentando devagarzinho na sua pica. Como doía. Quando dei por conta, já estava tudo dentro de mim, e aí a sensação de dor virou um puta prazer. Como eu rebolava em cima daquela pica gostosa.

Eu sempre imaginei que a minha primeira foda fosse ser assim. Pois lá em casa trabalhou uma empregada, que eu sempre a via no seu quarto transando com o seu namorado exatamente nesta posição. Eu sentia prazer em vê sentindo prazer. Bem , depois de um vai e vem gostoso e frenético, ele gozou forte dentro de mim. E deu para sentir direitinho o jorro da porra dentro de mim.

Nessa hora ele levantou o seu corpo, e meu beijou deliciosamente na boca. Foi aí que senti outra sensação maravilhosa na minha vida. Eu me senti uma verdadeira mulher, abraçada com seu macho e cheia da porra dele dentro do seu corpo. Foi demais. Até hoje agente transa. E eu não tenho coragem de me assumir. Tenho um corpo bonito, mas ficaria mais bonito ainda se eu tomasse hormônio. Mas não tenho coragem.

Já transei com meninas também, mas não sinto prazer. Quando elas vão gozar, o meu cuzinho começa a piscar, e da vontade de pedir para ela me penetrar. Não tem jeito, gosto é de dar pro meu macho gostoso. Sou apaixonado por ele. Tenho medo de perde-lo. O que faço gente ? Alguém já passou por isso ?

Conto erótico enviado por email by Curioso

Travesti Amador

Nunca fui muito das brincadeiras de menino. Sempre tive um corpo meio roliço, poucos músculos e quase nenhum pelo. Na época em que tudo aconteceu eu tinha 18 anos e minha irmã namorava um rapaz de 23, que eu já tinha reparado, olhava bastante para mim.

Confesso que também o achava um gato. Certo dia, ele chegou cedo lá em casa perguntando por minha irmã. Disse-lhe que ela havia saído e só retornaria à noite. Ele perguntou se eu estava sozinho. Respondi que sim e pediu para ficar e tomar um banho de piscina. Logicamente, deixei. Pediu-me, então, uma sunga emprestada e fomos para a piscina.

Lá ele não tirava os olhos de mim. Provocativamente, deitei-me de bruços. Notei que ele olhava fixamente para minhas costas. De repente, começou a elogiar meu corpo, perguntando se eu não tinha grilo em ter as formas meio femininas. Disse que não me importava com isso.

Ele se ofereceu para passar creme em minhas costas. Aceitei e durante uns cinco minutos ficamos calados, enquanto ele acariciava minhas costas, escorregando a mão, às vezes. Ele disse:

— Você se incomodaria de vestir um dos biquínis de sua irmã, pra eu ver?

Respondi que achava o pedido meio estranho. Ele insistiu e acabou me convencendo. Era a primeira vez que eu fazia aquilo. Fui para o quarto dela e resolvi me produzir. Escolhi um biquíni vermelhinho, bem cavado. Quando me olhei no espelho, me senti bem.

Tinha me descoberto! Vesti por cima do biquíni um shortinho amarelo, bem curtinho e calcei um par de sandálias de salto alto. O shortinho deixava de fora um belo pedaço de meu bumbum redondinho. Quando cheguei de volta à piscina, ele enlouqueceu. Me abraçou logo e começou a se esfregar em mim. Veio por trás de mim e eu rebolava bastante, para provocá-lo.

Logo ele estava duro como aço. Aquele enorme volume se apertando em minhas nádegas me deixou maluco. Ele tirou meu short e ficou admirando e elogiando meu corpo. Eu desfilei para ele, de um lado para o outro. Então comecei um strip-tease, bem lento e provocante. Ele foi à loucura. De repente me vi com seu membro na boca, sugando-o com prazer.

Ele me perguntou se eu era virgem. Respondi que sim e ele prometeu carinho. E cumpriu. Com paciência e prazer foi me dando as dicas necessárias para que eu pudesse me entregar para ele sem dor. Adorei quando o senti inteiro dentro de mim. Transamos a tarde inteira e, antes que minha irmã voltasse, ele foi embora.

Durante dois anos, fomos amantes. Fiz tudo que ele me pediu. Eu me produzia cada vez mais para dar-lhe prazer. Ele retribuía com carinho e seu membro delicioso em mim de todas as formas possíveis. Hoje tenho 22 anos e tive outros namorados. Adoro relatar minhas aventuras.

Conto erotico enviado por email by Travesti Amador

Cú de Bêbado Não tem Dono Mesmo – Fui comido por um rapaz?!?!?!

Preciso contar algo que me aconteceu, não sei se isto é realmente um conto erótico, mas com certeza é um relato sexual. Não por minha vontade, mas aconteceu e eu não tenho coragem de contar para ninguém. Se fossem vocês na minha situação o que fariam? Agiriam diferente de mim?
E em que porra de categoria eu encaixo este conto? Gay? Bissexual? Mas que caralho....
Segue a historia totalmente verídica...

Quase todos os finais de semana costumávamos nos reunir na casa de algum amigo para beber, fazer churrascos e às vezes cair na noitada, curtindo as baladas de minha cidade. Neste final de semana o local escolhido tinha sido a casa de meu amigo Fábio, pois seus pais tinham ido viajar e ele e seu irmão mais novo estavam sozinhos em casa.

Compramos as carnes, bebidas e desde cedo começamos a nos divertir enchendo a cara, falando besteiras e comentando sobre as mulheradas e sobre sexo. Logo Fábio ligou a tv e colocou um dvd pornô. Assistíamos e fazíamos torcida sobre a performance do ator principal. Marcinho, o irmão mais novo de Fábio ficou interessado e se juntou a nós.

Começamos a tirar sarro, dizendo que ele nunca tinha transando com uma mulher e coisas assim. Eu como estava mais bêbado fui o quem mais tirou sarro. Peguei no pé dele até que ele se enfezou e saiu dali emburrado.

Continuamos a beber e comer carne até que às duas da manhã a maioria já estava baqueada. Uns dormindo esparramados no sofá, no chão em cima das almofadas, todos por ali. Quando vi estava sozinho. Continuei bebendo mais um pouco até que não agüentei mais e procurei um lugar para deitar. Achei um quarto vazio e me esparramei na cama, dormindo em seguida.

Não sei quanto tempo depois, completamente embriagado pude sentir uma mão alisando minha perna. Logo ela subiu até a altura de minha bunda e pressionou minhas nádegas levemente. Não sabia se aquilo era efeito da bebida, seu eu estava dormindo ou se aquilo estava realmente acontecendo. Então mais uma mão começou a passar a mão em mim. Eu dormia de bruços e pude sentir quando com cuidado minha bermuda foi baixada... Mas o que estava acontecendo???

Meio tonto murmurei alguma coisa e fui respondido com um “Chiiiiii”, sussurrado. Senti minha bermuda ser completamente retirada e em seguida minha cueca foi abaixada... Daí então minha bunda começou a ser beijada e acariciada. Eu sentia cócegas e até que estava gostoso.

Minha bunda era beijada e lambida. A língua subia e brincava no meu reguinho enquanto minha bundinha era apertada. Em seguida minhas nádegas foram separadas e senti algo que nunca havia sentido. Uma sensação desconhecida para mim. A língua passou a acariciar o meu ânus. Minha cabeça rodava por causa da bebida e aquele carinho no rabo me fazia viajar. Se não estivesse tão bêbado talvez até ficasse de pau duro.

Eu suspirava com aquilo. A língua me acariciava o cuzinho inteiro e de vez em quando ameaçava me penetrar. Sentia aquela coisa úmida, quentinha e molinha brincar com meu cuzinho me arrancando gemidos. Imaginei até uma loira gostosa fazendo aquilo. Tava uma delicia. Eu bêbado, quase nem podendo me mexer, erguia os quadris para aproveitar aquele toque.

De repente o toque cessou e pude sentir algo quente e latejante encostando na minha bunda... O que era isso? Aquilo foi se aninhando, entrando pelas minhas nádegas até tocar meu cuzinho. Gemi, sentindo a temperatura morna tocando meu cuzinho que já estava sensível pelas lambidas. A coisa começou a forçar, tentando me invadir e a sensação que antes era boa começou a ficar dolorida e me dei conta do que estava acontecendo. Eu estava sendo comido. Estavam tentando me estuprar!!!

Sempre fui homem, sempre tive atração por mulheres e nunca imaginara dar a bunda para outro homem. Eu tinha que fazer alguma coisa. Tinha que sair daquela situação. Tentei me levantar, mas senti a cabeça rodando e não consegui fazer mais que erguer metade do meu tronco. A pessoa atrás de mim, então jogou seu corpo sobre o meu me prendendo embaixo dele. Resmunguei reclamando e tentando dizer para ele sair dali, que eu era homem, mas minha voz saia toda falhada. Forçava para sair debaixo dele, tentar desencaixar seu pau da entrada do meu cuzinho, mas eu estava muito bêbado e sem forças. O cara, então ajeitou com sua mão o pau e começou a forçar ainda mais. Sob o peso de seu corpo fui sentindo uma dor horrível, parecia que estava sendo arregaçado. Aquilo foi entrando lentamente me arrebentando todo. Poda sentir até algo quente escorrer de meu cuzinho e imaginei se era porra ou meu sangue.

A penetração horrível durou até sentir seus pelos tocarem sua bunda e minhas entranhas terminarem de alojar o seu cacete. Já era! Eu estava comido! O cara conseguira colocar até deixar somente as bolas de fora. Pressionando meu cu, tentava expulsa-lo de dentro de mim como se estivesse cagando mas não dava certo. Aquilo latejava e ardia dentro de mim.

Pude sentir um hálito quente na minha nuca antes de seu pau começar a sair lentamente de dentro de mim. Aquilo até que foi bom. Parecia que eu estava cagando e a sensação de expeli-lo foi boa. Mas antes dele sair por completo mudou de rumo e começou a entrar novamente. A dor voltava e meu cu ardia. Arfando na minha orelha o cara foi aumentando a velocidade de seus movimentos me castigando ainda mais. Se um dia alguém me disser que dar um cu é bom vou discordar, em pensamento é claro, na mesma hora.

Os movimentos ficaram rápidos e suas estocadas estalavam com o encontro de minha pele. Tentava sair dali, me movimentando para os lados, tentava falar, mas não conseguia fazer nada. O cara estava motivado em me comer. Os barulhos aumentavam em sintonia com minha dor. Pensei comigo mesmo: - To fudido! Além de estar perdendo minhas pregas logo aparece alguém para ver o que está acontecendo com essa barulheira. Preferi ficar quietinho e torcer para aquilo acabar logo. E amanhã o filho da puta ia se ver comigo! Aí do cara que estivesse me comendo, quando eu melhorasse ia enchê-lo de porrada.

Seu pau entrava e saia, me preenchendo, invadindo minhas entranhas, meu rabinho que até então só tinha experimentando a saída de coisas. Nunca nada tinha entrado ali antes. A dor ainda continuava. O cara mordia e lambia minha nuca me comendo feito doido.Logo o cara começou a falar: 

- Tá vendo agora como é bom levar no rabinho? Tá vendo quem é o cabação? Tá gostando? 

Filho da puta. Não conseguia nem pensar no que ele me falava. Minha cabeça rodava, meu rabo doía e eu estava enjoado e com vontade de vomitar.

Senti o corpo do cara tremer e aquilo espirrar dentro de mim. Meu cú já estava todo melecado de sangue e agora com porra. Seu pau latejava e o cara gemeu alto dizendo que meu cuzinho era muito gostoso e apertado... Saindo de cima de mim o cara ainda deu um tapinha na minha bunda, vestiu minhas roupas e me deixou ali. Bêbado, meio acordado, meio desmaiado e com o cu todo arregaçado e doído.

Dormi novamente sob o efeito da bebida e só acordei na tarde daquele dia quando o Fábio me chamou. Sentia uma dor de cabeça do caralho e fui até o banheiro imaginando se o que aconteceu era verdade. A dor e o papel que passei no rabo disseram que sim. Resolvi ficar quieto e não acusar ninguém. O que poderia falar? Perguntar para todos quem comeu meu rabo? Eu seria objeto de piadas para o resto de minha vida.

Voltei para casa, a dor passou depois de uns dias e ainda penso se foi o pau -no- cu do Marcinho que me comeu o rabo. Será que fui comido por aquele rapaz? Ahhh se eu descubro ele tá fudido!


By Anônimo - Enviado por email

Meus Três Sonhos

Olá a todos, o que vou contar aconteceu comigo há pouco tempo atrás, mas já era meu sonho ha muito tempo. Vamos do inicio: quando jovem eu havia tido algumas experiências com rapazes, mas como ativo e foi meio sem graça.

Hoje tenho 40 anos e sou casado com uma mulher especial de 30 anos 1,55 m 57 kg e muito atraente. Logo depois que conheci minha esposa, nas nossas transas sempre muito doidas, ela me confessou que adorava ver dois homens transando e me obrigou a confessar minhas antigas experiências.

A partir daí nossas transas começaram a ter um homem entre nós em pensamento, com isso ela foi reacendendo em mim os antigos desejos. Foi quando não agüentando mais decidimos que um amigo nosso, que embora tivesse namorada sempre teve um jeitinho delicado, seria a nossa vitima.

Uma noite após algumas cervejas em um bar começamos o ataque e dissemos a ele nossas fantasias. Ele tremia todo de excitação e tesão, porem nada aconteceu naquele dia e fomos todos para casa. A partir de então nossas conversas por telefone sempre acabavam neste assunto e num desses dias sem mais agüentar, nosso amigo disse que no sábado era seu aniversario e iríamos sair num grupo de amigos para comemorar e, depois disso, ele queria estar com a gente pois este seria seu presente de aniversario.

Para encurtar a história quando saímos do karaokê estávamos altos e cheios de tesão pois mal podíamos esperar chegar em casa. A partir daí comecei a beijar minha Linda (nome fictício) e ela a pegar no meu pau. Roberto (vamos chamá-lo assim) no banco de trás e de pica dura só observava e esperava sua vez a Linda caiu de boca na minha pica e os quinze minutos até em casa foram só sacanagem.

Quando chegamos já fomos tirando nossas roupas e ficamos somente de roupas íntimas. Foi quando minha mulher foi até o banheiro tomar um banho, ai ficamos só nos dois de cuecas, então não resisti e comecei a acariciar a pica do Rô. A principio por cima da cueca e logo depois estava com ela na mão e finalmente na boca.

Deliciava-me com aquela pica que era muito gostosa, eu chupava com prazer e sentia todo o gosto do tesão do meu homem na minha boca. Logo estávamos num delicioso 69 e foi quando Linda voltou e nos pegou naquela situação. Gostou tanto que começou a se tocar e logo estava melada.

Percebendo isto peguei a mão do Rô, pus na buceta da Linda e falei para ele sentir minha esposinha gostosa, então ele largou minha pica e caiu de boca na bucetinha da Linda. Ela rebolava e gemia como só ela consegue, enquanto isso eu matava minha sede com aquela deliciosa pica na boca.

A partir daí alternávamos eu e o Rô comendo minha mulher e chupando-nos um ao outro, mas o melhor estava por vir. Em certo momento eu e a Linda estávamos juntos chupando a pica do Rô então ela falou:

- Está na hora meu viadinho! Quero ver você com esta pica enterrada no cu.

Tremi. Porem, quem quer algo tem que ir para cima, então fui. Ele deitado com a pica ereta eu passei um creme nela e no meu cu e fui sentando nela. Meu cu, ainda virgem, a não ser pôr um consolo pequeno que minha mulher comprou para me comer, ia engolindo vagarosamente aquela coisa deliciosa ate que senti ela todinha dentro de mim. Estava delirante, rebolava feito doido e orgulhoso por agüentar aquele mastro que havia acabado de comer a minha esposa.

Nesta hora olhei para a Linda e ela estava com seu consolo amarrado na cintura e veio para o nosso lado. Se ajeitou atrás do Roberto e enfiou tudinho no seu cu que era pequeno e por isso não agüentou muito tempo, mas o suficiente para a Linda gozar como louca no cu dele.

Daí ele partiu para cima de mim talvez para descontar em mim sua dor, me colocou na posição de frango assado e enterrou sua rola inteirinha dentro de mim. Estocava com vontade e gosto. Foi quando me aconteceu algo incrível! Vejam a situação: eu deitado de costas com o Rô dentro de mim, cruzando minhas pernas na sua cintura e ele com o peso do seu corpo jogado sobre mim pressionando minha pica com a sua barriga. Me senti a própria puta e não agüentei mais e gozei muito como nunca.

Foram muito mais aquela noite e em outras noites, mas meu “cabacinho” quebrado e aquela gozada me deixaram muito feliz e agradeço ao meu amor por ter realizado meus três maiores sonhos, “comer minha mulher como homem, vê-la nos braços de outro como um corno e dar o cu como um viadinho”.

By Tesão Ardente – enviado por email

Tudo Aconteceu Quando Viajei

Tudo aconteceu quando eu viajei para uma cidade próxima da minha, mais ou menos 03h de distância, para passar o final de semana e participar de uma festa que estava acontecendo na cidade, estava junto comigo um amigo.

Lá chegando ficamos na casa de outro amigo que mora na cidade, tomamos um banho e saímos para dar uma volta, nos três. Quando passamos em frente ao Tiro de Guerra daquela cidade, uns soldados do exército estavam fazendo exercícios no pátio, parei o carro e ficamos olhando, meu amigo que mora na cidade conhecia um deles e ele veio até nós para bater um papo, logo em seguida vieram mais outros.

Estávamos conversando, quando um deles perguntou se nós não queríamos voltar a noite, pois não teria nenhum oficial lá. Assim foi combinado e assim voltamos. Quando chegamos por volta das 24:00h encontramos dois guardinhas de plantão, que logo nos reconheceram, um deles era alto mais ou menos 1,90m branco, com um corpo muito bonito o outro já era menor mais ou menos 1,70m, foi esse mais baixo que entrou e chamou os outros, de repente surgiram uns 30 soldados que estavam servindo o exercito, fiquei com medo e liguei o carro já querendo sair dali, mas, meus amigos pediram para que ficasse e fiquei.

Os soldados pularam o muro dos fundos e meus 2 amigos foram para lá e eu não quis ir, estava com medo, fiquei no carro junto ao portão e com o soldado mais alto que não podia deixar o posto vazio, ficamos conversando. Mais ou menos uma hora e meia depois meus amigos não voltavam e eu via sempre os caras pulando o muro e depois voltando se revezando.

Resolvi ir lá para ver o que estava acontecendo, foi quando tomei o maior susto de toda minha vida: meus dois amigos estavam de joelhos e envolta de cada um tinha uns seis soldados com as fardas abertas e eles estavam chupando os seis de vez .Quando um deles gozava subia para cima do muro e assim descia mais um, fiquei meio chocado com a cena e chamei meus amigos para ir embora, no que não fui atendido e ainda escutei dos carinhas que estavam em cima do muro para me juntar a eles pois só os dois não estavam dando conta, eu falei que não que não era acostumado com aquilo e que queria mesmo era o soldado da portaria que vou chamar de Arilson.

Eles então começaram a falar para o Arilson sair e dar conta do recado junto a mim. Ele saiu, entrou no carro, mas não rolou nada. Mais uma meia hora se passou e finalmente consegui abrir a calça dele e pegar no seu pau que era enorme, deveria medir uns 20 cm. Mais tarde vim a saber por ele que tinha 23cm, não muito grosso, mas com um saco enorme com as bolas grandes e lisinho do jeito que gosto. E seu pau é daqueles que não fica duro igual pedra, fica grande e macio.

Quando estava para colocar aquilo tudo na boca um dos meus amigos, aquele da minha cidade, enfiou a cabeça dentro do carro e chupou antes de mim. Dei um esporro o qual foi seguido pelo Arilson, saindo logo em seguida. Marcamos algo para o outro dia já que meus amigos tinham acabado com um batalhão inteiro. Eles tinha no corpo aquele perfume de porra, de tanto que gozaram nas bocas deles, eu senti nojo.

No outro dia liguei para o quartel e me avisaram que Arilson tinha ido para casa pois era seu dia de folga, pensei, fui enganado pelo cara. Mas estava disposto a ter minha primeira experiência anal, perguntei para o cara que me atendeu e ele me ensinou mais ou menos onde o Arilson morava.

Era em um lugar bem afastado do centro da cidade. Peguei o carro e fui até lá, quando cheguei no bairro perguntei ao primeiro que vi se sabia onde ele morava no qual fui informado que era na outra esquina. Fui até lá e encontrei um senhor na porta o qual perguntei se o Arilson estava. O senhor entrou para chamá-lo e quando o Arilson saiu e me viu ficou branco com o susto, mas veio falar comigo. Marcamos para sair mais a noite.

Voltei no horário combinado e quando cheguei ele já estava na frente junto com um cara mais velho, seu irmão, que nos acompanhou na nossa saída. Quando passamos perto de um bar dentro do seu bairro ainda parei e sugeri que tomássemos umas cervejas, já que o irmão mais velho estava junto.

Fui ao banheiro e chamei ele para ir junto, lá perguntei qual o motivo da presença do seu irmão, Arilson me falou que tinha comentado com o irmão o que tinha acontecido durante a noite anterior e ele quis vir junto para fazermos sexo a três. Completou dizendo que o pau do irmão era maior do que o dele.

Isso me deixou puto e com medo, disse a Arilson que eu nunca tinha dado a bunda e ele seria o primeiro. Arilson me compreendeu e dispensou o irmão que não gostou me fazendo prometer que no outro dia sairíamos juntos. Arilson e eu fomos para a casa do meu amigo entramos no quarto que era o meu. Tranquei a porta sem antes pegar uma garrafa de vinho branco que tinha reservado antes na geladeira e muitas camisinhas.

Começamos a tirar nossas roupas e beber o vinho, eu sempre fingia que bebia e ele tomou o vinho quase todo, partimos para a transa afinal. Arilson me deitou de costas com a bunda para cima, abriu e enfiou a língua dentro. Foi a primeira vez que alguém estava fazendo aquilo comigo, fiquei todo arrepiado. Depois foi subindo com a língua até eu sentir seu pau no meio da minha bunda, aquilo me deixou desesperado e com medo.

Ele notou e começou a falar coisas no meu ouvido, que não iria doer pois ele tinha muita experiência em comer cuzinhos virgens, que só no exercito já tinha comido uns seis carinhas e que era para eu relaxar. Só que não consegui relaxar porra nenhuma. Me virei e fiquei com o meu pau, que tem uns 19 cm junto, com o dele.

Comecei a bater uma punheta nos dois paus juntos, ele gostou, peguei sua mão e levei até lá. Ele pegou e apertou primeiro, depois os dois juntos e depois só o meu. Isso foi a dica que eu queria para poder avançar em cima dele, parti para dar um beijo em sua boca, mas Arilson não deixou. Falou que não beijava na boca de homem, dei mais vinho a ele e com muita resistência e promessas que não iria contar para ninguém, nem mesmo meus amigos ele me beijou. Depois do primeiro não me lembro mais quantos foram.

Arilson já estava alto de tanto vinho e eu também, então ele deitou com o pau para cima colocou uma camisinha e pediu para que eu sentasse em cima que assim era mais fácil de entrar, e assim o fiz.

Quando entrou parecia que uma lança de ferro quente tinha entrado rasgando tudo pela frente, quis fugir, mas ele era bem mais forte que eu devido aos exercícios que fazia no exercito, me segurou até eu me acostumar com aquilo tudo e começou a se mexer em baixo de mim, gostei. Ele percebendo que eu já estava mais acostumado com seu pau no meu cu, tirou de dentro sem mais nem menos e falou:

-Agora você vai ser comido do meu jeito. - disse me virando e colocando-me de quatro para em seguida lamber bem meu cuzinho que ardia ainda da primeira invasão.

Com uma cusparada bem no meio do meu cu e pegando seu pau colocou com força no meu cuzinho que fazia um barulho delicioso. Arilson então começou o que foi até hoje a melhor foda da minha vida e já se passaram 3 anos desde o ocorrido. Eu dei bem gostoso para aquele homem de 18 anos que estava servindo o exército. Arilson me comeu de todas as formas, me dava beijos deliciosos, batia punheta no meu pau duro, até dava umas lambidinhas nele de vez enquanto.

Foi nessa sacanagem toda que gozamos pela primeira vez, juntos os dois, nós estávamos na posição de frango assado, ele tirou seu pau do meu cu, retirou a camisinha e gozou na minha cara e barriga me lambuzando todo. Depois se deitou ao meu lado eu passei a mão na porra que era muita e enfiei um dedo em sua boca, ele chupou deliciosamente depois me deu um longo beijo.

Eu queria mais, fiquei de pau duro novamente, comecei a chupar seu pau que mesmo mole era muito grande, mas nada dele dar sinais de vida, foi ai que eu levantei suas pernas e comecei a chupar seu cuzinho, ele gemia de prazer. Fui subindo, chupando sua barriga e depois seus peitos. Sempre segurando suas pernas para cima, foi quando senti meu pau na entrada do seu cu, que piscava muito. Tentei invadir aquele pedaço de carne quentinha, mas não consegui, ele parou, desceu as pernas, me deu um beijo e pediu para levá-lo embora, que amanhã teria mais e com o irmão dele junto.

E assim foi a minha primeira vez, eu já com 22 anos e o Arilson com seus 18 anos recém completados. E ai vocês me perguntam e transa do outro dia junto com irmão de Arilson? - Foi ótima, mas essa conto em outra oportunidade.

Enviado por email – autor anônimo

Proposta Muito Decente

Estes dias resolvi me inscrever no Adult Friend para realmente verificar se encontrava alguma situação real. Então fiz um perfil dirigido às mulheres lindas e fogosas. Recebi retorno de vários estados e entre eles havia um que me chamou a atenção. A mulher dizia ser casada, ter 27 anos, superdotada e insaciável. Seu marido era fazendeiro e adorava vê-la sendo possuída por outro homem. Dizia também que não tinha muito tempo para ficar trocando mensagens pela internet e que se eu estivesse interessado que entrasse em contato diretamente com eles.

Assim que recebi a mensagem com o numero do telefone, liguei para eles. Batemos um longo papo e eles me fizeram à proposta de me enviar um cheque que cobrisse as despesas de viagem, já que eles moravam em Goiás, onde eu poderia ficar uma semana na fazenda deles.

Assim que recebi o cheque, viajei. Na rodoviária, um motorista estava me esperando um café. Apos as apresentações, seguimos para a fazenda. Até ai, tudo normal. Logo que chegamos à fazenda, que ficava a menos de 100 km do Araguaia, fui ao banheiro para tomar uma ducha.

Quando sai, uma crioula me esperava na porta do banheiro. Perguntei pelo casal e ela respondeu que fossemos para o quarto e que ali me explicaria tudo. Ao chegarmos ao quarto, foi logo tirando a roupa e dizendo que eu ia transar com ela ali.

Quando vi a sua buceta e um enorme grelo, mais parecendo uma castanha-do-pará, fiquei sem entender nada, mas logo ela me tranqüilizou dizendo que estávamos sendo observados pelo tal casal e que, dependendo do meu desempenho com ela, transaria com eles.

E se eu não conseguisse despertar a tara deles, eu não os veria mais, voltaria naquele mesmo dia. Sabendo disso, pensei que tinha que agradar aquela crioula pra que ela me dissesse qual era a tara deles, para que eu pudesse transar com aquela gata gostosa.

Então a negra se aproximou de mim e começou a me beijar. Mas era uma negra de 1,78m de altura, de pernas longas e esguias, e eu nunca antes tinha trepado com negra.
Ela me ordenou que tirasse a roupa, enquanto massageava a sua xoxota. Logo o meu pênis ficou tão duro quanto funcionário de prefeitura e o grelão dela também ficou durinho e começou a escorrer um liquido pelas pernas.

Ela passava a língua no meu pau e dizia que era muito gostoso. Mas ela pegou um pênis artificial e introduziu na sua vagina e disse que eu ficasse batendo punheta e andando de um lado para o outro do quarto, enquanto ela ficava olhando. Depois me pediu que eu metesse meu pau em sua boca e que chupasse os seus peitos.

Ela começou a gritar tão alto que eu fiquei apavorado, pois não sabia o que fazer. Então ela fez desaparecer totalmente o consolo em sua xoxota e eu comecei a gozar em sua garganta. Em seguida, ela mandou que eu deitasse na cama, cobriu os meus olhos com o travesseiro e, de repente, mandou que eu o tirasse.

Então, eu vi a minha frente um casal: uma mu1her linda, alta, loira, olhos verdes e uma buceta do tamanho da Amazônia. Ela aparentava ter uns 25 anos e o rapaz mais ou menos a mesma idade. Ele tinha mais ou menos 1,80m de altura, era loiro também e tinha um pênis que mais parecia uma mandioca descascada de tão branco e fino.

A primeira impressão que tive foi que aqueles dois eram irmãos, pois eram muito parecidos. Ele me perguntou se eu estava bem, respondi que sim, só que não estava entendendo. Ele me explicou que o casal que tinha ido me esperar na rodoviária tinha sido pago por ele só para me levar até a fazenda porque caso a transa não se realizasse, eles não ficariam conhecidos.

Explicou que primeiro eles queriam ver o homem com quem vão transar e; se por acaso ele no 1hes agradasse, ele não os ficaria conhecendo Logo ele me ofereceu uma bebida importada e disse que eram do Rio Grande do Sul, da cidade de Canoas, e que estavam a fim de saciar suas taras comigo.

Ao dizer isso, pegou no meu pau, beijou-o e disse a Susy que tratasse de mim. Ela, então, me abraçou e disse que o Sílvio era louco por esperma e que eu tinha que ejacular na boca dele, depois de gozarmos juntos. E começou a me chupar lentamente. A negra, então, disse:

-Vamos fazer o triangulo do amor?

E pegou o Sílvio, deitou-o no carpete e sentou-se em cima do pênis dele, enquanto a loira se sentou sobre o rosto dele. As duas chupavam uma a língua da outra, o Sílvio chupa a loira e fodia a negra ao mesmo tempo e nessa situação eles ficaram, até que eu não agiientei mais e coloquei o meu pau entre a boca das duas, que me deram um verdadeiro banho.

Quando eu já estava para gozar, pois era uma gemedeira de todos os lados que estava me deixando louco, a loira pegou no meu pau e puxou o Sílvio para que o abocanhasse. Rapidamente inundei sua boca com meu esperma, que ele engoliu todo. Em seguida, coisas surpreendentes e se retirou.

Então, as duas e eu trepávamos até não podermos mais. No dia seguinte, repetimos tudo e assim todos os dias. No penúltimo dia, Sílvio me disse que sabia que eu estava a fim de trepar só com a Susy, que ele concordava, mas apenas durante o dia. Então, Susy e eu ficamos a sós e eu me deliciei com a melhor mina que já vi, que chamava carinhosamente de "montanha" por seu tamanho descomunal.

Na ultima noite, voltamos a fazer o triangulo do amor. Depois, o Sílvio mandou as duas saírem e abocanhou meu pau e sugou-o até eu ejacular em sua boca. Continuou com meu pau em sua boca por toda a noite e ao acordar, gozei, pela ultima vez, na boca dele.

Eu nunca tinha visto um homem que gostasse de esperma. Todo o esperma de todas as trepadas que dei foi para a boca dele! Mas achei legal e, quando os três me levaram de volta à rodoviária na hora da despedida Susy me entregou um cheque que me deixou pasmado pela importância. Mas Sílvio garantiu que não se tratava de premio e sim pelo custo da próxima viagem minha, que eles ficariam aguardando.

By Fogoso - Enviado por email
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