Mostrando postagens com marcador Coroas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coroas. Mostrar todas as postagens

Rebolei no Pau de um Tiozinho na Sauna

Rebolei Pau de um Tiozinho na Sauna
Ola gente! Meu nome é Natalia tenho 23 anos e o que vou relatar aqui é real eu tinha 19 anos. Foi assim:

Eu e minha mãe freqüentamos um clube, geralmente vamos aos domingos porque sábado tenho preguiça de acordar cedo. Mas este clube quase não tem quase ninguém, minha mãe tem este convênio por ser funcionária da prefeitura e por lá é muito chato e por isso não vai muita gente).

Eu particularmente vou para tomar sol e nadar tranqüila. Até mesmo porque quando eu estava com esta idade eu tinha um corpo consideravelmente gostoso, e geralmente em clubes lotados isso dá trabalho, porque os garotos sempre davam um jeitinho de me encoxar na piscina ou endurecer o pênis e passar perto de mim para exibir ele duro dentro da sunga (que da pra ver bastante).

Tenho cabelo cumprido, seios grandinhos e fartos durinhos, com bicos apontados pra cima, bundinha empinada e saliente, magra, boca carnuda e coxas grossas. Naquele dia estava um calor imenso de tal jeito que resolvi nadar um pouco enquanto minha mãe dormia debaixo de um guarda sol. Eu estava de tanguinha e meu biquíni era vermelho, a peça de cima agarrava meus seios deixando-os bem juntinhos e empinados, quase pulando para fora do decote. A peça de baixo é bem justinha, mas não é fio dental, porém mesmo assim entrava no meu reguinho, pois minha bundinha engolia o biquíni e minha xota é estufadinha e lisa. Meu biquíni marcava minha bucetinha, por isso a todo momento eu esticava pra não ficar entrando.

O sol estava bem forte e eu já tinha tirado os óculos, então resolvi tirar a tanga e pular na piscina. Fui correndo e mergulhei de olhos fechados sem pensar, então quando emergi me levantei e abri os olhos foi quando percebi que estava sem a parte de cima do biquíni e na minha frente um homem de uns quarenta anos mais ou menos. Foi tão repentino que demorei a me dar conta de que estava de frente para ele com os meus seios a mostra, pois a água batia um pouco acima da minha cintura.

Então de imediato eu envolvi meu braço cobrindo meus biquinhos que estavam durinhos e salientes. Ele muito sem jeito me falou que ia procurar o biquíni para mim, enquanto eu tapava meus bicos com a palma da mão, mas aquilo foi me deixando excitada. Fiquei pensando: será que ele ficou com o pau duro? O que será que ele achou dos meus melões? Finalmente ele achou e me trouxe o biquíni, então eu já assanhada com a situação, tirei as mãos dos seios deixando a mostra novamente (para provocar) coloquei meu biquíni na frente dele e dei aquela olhada na sunga dele, mas estava debaixo d’água e não dava pra ver direito. Então sai da Piscina.

Eu estava com tesão e resolvi ir para a sauna feminina aonde eu poderia me masturbar, pois não havia ninguém... Entrei na sauna, afastei o biquíni para o lado e pus meus seios de fora, que delícia! Aquelas gotas no meu corpo descendo nos meu seios, eu esfregava minha bucetinha que já estava molhadinha de tesão. Com as pernas bem abertas coloquei meu dedinho indicador e o dedo do meio na buceta e me mandei ver pensando em como seria o cacete daquele homem..

Foi quando escutei um barulho na porta, rapidamente coloquei meu biquíni de volta e guardei meus seios de volta para dentro do biquíni. Era ele! O tiozinho se sentou e ficou ali na maior cara de pau. Eu disse a ele que ali era a sauna feminina, mas com a maior safadeza ele me falou que sabia, mas como o clube estava vazio ele veio me fazer companhia. Eu disse a ele que tudo bem ..

Ele puxava conversa como desculpa para ficar secando minha bucetinha e meus seios, até que uma hora ele faz a pergunta sacana de homens com intenções a parte.

- .Você é virgem?

Eu disse que não, mas para não morrer o assunto eu falei que transava com meu EX todos os dias, mas como se fosse uma conversa comum entre amigos. Então ele com olhar meio baixo me disse que tinha saudades do seu tempo de moleque quando era bem viril.

Eu perguntei como assim? Ele falou que o pênis dele não levantava tão bem assim. Então eu já querendo dar pra ele de todo jeito eu falei pra ele que comigo não existia “Pau mole". Com ar de desafio o tiozinho me disse que ele seria o meu primeiro. Eu com mais tesão ainda desafiei ele dizendo que poderia deixar o cacete dele bem durinho. Ele aceitou...

Então me ajoelhei na frente dele e coloquei o seu pau para fora da sunga, puxei aquela pele para deixar a cabeça a mostra, me abaixei ainda mais e dei uma chupadinha beeem molhadinha deixando uma babinha escorrer. Olhei pra ele com a carinha mais safada que eu tinha e voltei a mamar, chupando com vontade.

Chupei segurando o pau dele para a cabeça não escapar da minha boca e quando senti o pau dele estava inchando dentro da minha boca, aumentado cada vez mais. Foi quando o pau dele escapou da minha boca em uma sugada que dei. Fez até barulhinho de rolha, foi quando me deparei com aquele cacete duro grande, cabeçudo e grosso.

Ele estava duro e pulsando na minha mão. Neste momento eu segurava o seu caralho e batia ele na palma da minha outra mão dizendo:

- Fiz ficar duro, agora vou querer sentar. – Ele somente sorriu provavelmente desejando isto tanto quanto eu.

Então coloquei uma coxa ao lado dele e a outra no outro lado, ficando de joelhos em cima dele, com o seu pau duro mirando em minha xoxota. Tirei meu biquíni liberando meus peitos e desamarrei a parte de baixo ficando peladinha em cima dele. Então segurei a base do seu cacete e mirei na minha bucetinha e fui descendo, sentia cada centímetro do cacete duro e pulsante na minha bucetinha.

Eu pulava em cima daquele caralho e punha o dedinho na boca fazendo cara de safada gemendo igual uma putinha, rebolando no seu pau duro. Meus seios balançavam no ritmo das estocadas, as metidas faziam o barulho do quadril dele batendo no vão das minhas pernas( Poc!Poc!Poc!) e o pau entrando e saindo... Foi quando eu gozei cavalgando nele,eu gemia e dizia a ele para meter gostoso e que eu queria beber o seu leitinho.

Ele meio gaguejando disse que iria Gozar. Rapidamente eu desatei do caralho dele e peguei bem firme começando a mamar bem gostoso quando senti a primeira jorrada na minha goela, foi tão forte que tirei o caralho dele da boca na hora e levei outra na cara melando todo meu rosto e depois outra no pescoço. Larguei o seu pau e ele respingou o resto nos meus seios.

Eu estava toda melada de gozo quentinho . Então me limpei e sai da sauna. Acordei minha mãe se não ela ficava ali e conversamos um pouco, eu ele e minha mãe. Ela nem deveria imaginar que sua filhinha tinha acabado de transar bem gostoso

Conto Erótico recebido por email – by Estudante Sapeca

Fui Comida Dentro da Balada - Parte 2


Por vergonha ou para me fazer de difícil e não ver o velho que me comeu dentro da casa noturna que começava a freqüentar fiquei sem ir até lá no final de semana seguinte. Passado uns dias de minha transa não agüentei e contei para minha amiga Cristiane o que havia acontecido sem revelar muitos detalhes pois ainda sentia vergonha por dar para aquele coroa....... diante de minha confissão, me olhando com os olhos surpresos ela acabou me contando que estava apaixonada pelo segurança que vi ela abraçada naquela noite. 

Ele tinha vinte e cinco anos e era casado mas ficava com várias meninas na casa o que a fazia ter ciúmes dele. Constantemente ele ligava e pedia que ela fosse mais cedo para encontrá-lo mas sempre recusava pois tinha medo de se envolver ainda mais e acabar sofrendo.

A Cristiane , minha companheira de baladas , era muito bonita, morena clara com cabelos levemente ondulados um pouco abaixo do ombro, olhos castanhos e com bonita um corpo torneado, com seios maiores que o meu e uma bunda enorme. Quando saíamos juntas fazemos o maior sucesso com os garotos que babam quando passamos. Adoramos dançar dance music e funk de um jeito bem provocante e sensual e ver a cara de bobo que os garotos fazem... hahaha......

Incentivada ( e talvez excitada ) pelo que eu havia contado , me convidou para ir com ela mais cedo no próximo domingo antes da abertura da casa encontrar o seu amigo pois como estávamos em duas não daria para rolar mais nada e nós duas estaríamos seguras.

Conforme combinado , no próximo domingo, lá estávamos eu e minha amiga tocando a campainha do lugar. A Cristiane havia ligado antes e avisado que nós iríamos aparecer Estava com um frio na barriga pois as lembranças da última vez que estive ali estavam bem frescas na minha cabeça. Na verdade tinha gostado de transar naquela situação. Será que nesta noite encontraria o gerente? Como eu me sentiria? Teria vergonha? Nojo ? Ou com tesão? Logo o segurança apareceu e abriu o portão.. De um modo muito descontraído ele me cumprimentou com um beijinho no rosto e nos conduziu para dentro da casa noturna.

Fomos até o bar e pegamos algumas cervejas , minha amiga ficou abraçada com ele e conversávamos animadamente quando ouvimos o som de uma buzina. O segurança explicou que iria receber umas caixas de bebidas e que precisaria ir até o estoque para que o motorista descarregasse os engradados. Para não ficarmos sozinhas fomos com ela até o estoque.

Quando o segurança abriu a porta para receber a mercadoria ... que surpresa! O gerente estava com uma caminhonete e algumas caixas de bebidas destiladas na mão. Fiquei meio boba com a surpresa...... não esperava encontrá-lo daquele jeito..... ele me cumprimentou com um sorriso safado , acenou para minha amiga e colocou em um canto as caixas que carregava. O segurança pegou o resto das caixas na caminhonete , entrou e trancou novamente a porta. Que situação!!!!

- Chefe , vou com a Cristiane levar estas caixas até o bar..... cuida bem da nossa amiga...... disse o segurança pegando uma caixa e levando minha amiga pelo braço....

Ela me olhou com os olhos assustados....parecia que queria pedir socorro... ser salva...... mas que situação! Como fomos burras! Eles já deviam ter combinado tudo!!!! Armado para ficamos deste jeito....Abismada vi como que em câmara lenta minha amiga sendo levada para o bar ficando eu e o gerente sozinhos no estoque......... poderíamos ser estupradas sozinhas ali, aqueles caras podiam fazer o que queriam com a gente e ninguém poderia nos salvar....éramos um banquete para aqueles caras... duas meninas novinhas totalmente a mercê para que fizessem o que queriam com a gente.. pensei comigo mesma... será que ela agüentaria aquele homem de dois metros de altura? Não ia nem adiantar gritar.... lá da rua ninguém nos ouviria...aaahhh.... mas que se foda..... ela não disse que era apaixonada por ele? 

E depois foi idéia dela vir aqui antes do funcionamento da casa... e alem do mais deveria me preocupar comigo pois enquanto pensava, paralisada com a situação o gerente já foi me abraçando , me apertando forte..... por cima de sua calça pude sentir que ele já estava de pau duro..... só de pensar no tamanho de seu pau comecei a ficar excitada..... ... filha da puta.... não acredito que estava nesta situação de novo..... com esse velho estúpido....

- Olha espera um pouco.... eu não sou assim.... da última vez foi sem querer...... disse meio gaguejando.....

- Ah o que é isso loirinha??? Eu sei bem que você curtiu a nossa transa!!!! E agora nos estamos aqui de novo... dessa vez vai ser ainda melhor.....

Com a sensação de medo e excitada com a lembrança de nosso último encontro vi o gerente abrir suas calças e tirar para fora aquele pauzão , cabeçudo e cheio de veias..... novamente ele me fez abaixar e conduziu seu pau até a minha boca..... agachada ali.... em meio as garrafas de bebidas... chupei com vontade.... erguia o seu pau e passava a língua em suas bolas..... chupava uma por uma .... passava a língua do saco até a cabeça de seu pau..... apesar do tamanho abocanhava aquela cabeçona e o sugava..... tava gostoso ouvir ele gemer daquele jeito....

- Aaaahhhhh. ..... como você chupa gostoso....... vai minha cadela .... me faz gozar ....... meu tesãozinho......

Como da ultima vez, usando uma certa brutalidade, ele me ergueu e me beijou com força....tirou minha blusinha e sutiã e depois foi a vez de minha calça ....eu não acreditava que estava acontecendo de novo.... aquele velho..... estúpido.... iria me comer.....Então ele me deitou no chão sujo e arrancou a minha calcinha..... passou a lamber minha bucetinha como um louco..... aquilo estava ficando gostoso...... a situação toda era excitante e a minha bucetinha já estava encharcada.....

-Huuuuuummmm...... que delicia...... me chupa .... me fode bem gostoso com esse pauzão..... disse contorcendo meu corpo pelo chão......que língua quente.... aaahhh......

Nisso ele me virou com a barriga para baixo e começou a passar a língua no meu cuzinho....que delicia..... ele mordia minhas nádegas e passava a língua no meu reguinho e ia até a bucetinha.... meu cuzinho piscava.....empolgado, começou a enfiar o dedo para dentro do meu anus.... e eu senti um pouco de dor....

- Para........ assim não.......... tá doendo........ eu nunca fiz isso.......o que você pensa que sou???.......

Então ele puxou o meu quadril me fazendo ficar de quatro e me segurou os seios falando no meu ouvido.....

- Então hoje eu vou tirar o cabaço do seu rabinho.... vou fuder ele bem gostoso.... você vai ver........

Sentia aquele pau enorme encostado na minha bundinha .....parecia que estava em brasa.... fiquei assustada..... aquele pau não conseguiria entrar no meu cuzinho... esse cara iria me rasgar toda.... ....que velho mais safado....

O gerente começou a passar o pau pelo meu reguinho e na bucetinha.... lubrificava o seu pau com o caldinho que escorria pelas minhas pernas......colocou a cabeça na porta do meu cuzinho...... um calafrio percorreu meu corpo..... um misto de excitação e medo de ser arrombada me dominava..... forçou um pouco..... doeu bastante e dei um gritinho........ aquilo não ia entrar.........ele passou o pau de novo na minha buceta para
deixa- lo mais molhado e tentou de novo..... me contrai toda e encolhi a bundinha.... não ia dar..... percebendo isso o velho se levantou e correu até uma salinha e trouxe um pote com ele.... passou o conteúdo no seu pau e um pouco no meu rabinho. Experiente e paciente me colocou de lado e tentou enfiar novamente.....

Com dificuldade meu cuzinho foi se abrindo e a cabeça mais lubrificada entrou..... senti pontadas de dor e soltei um gemido....... Tava doendo mas eu estava muito excitada!!!! Ele me segurou mais um pouco e foi enfiando o que faltava..... aaaaahhhhh

- Calma gatinha..... já vai entrar......affffffffffff........ ta sentindo ? Já entrou metade.........

- Aiiiiiiii , ta doendo....... como teu pau é grande!!!! Ahhhh.......

Logo o seu pau tava todo dentro de mim...... não acreditava que tinha entrado tudo....... saia até lágrimas dos meus olhos..... ele ficou um pouco parado esperando eu me acostumar com o tamanho e sem tirar o pau do meu cuzinho me colocou novamente de quatro e começou a bombar devagar........

Apesar da dor ... sentia um prazer que nunca havia sentido...... tava ficando gostoso....... huuuummmmm....... meu cuzinho doía mas começava a gostar de estar dando o rabo..... o velho safado percebendo isto começou a se mexer com maior rapidez e logo estava metendo em uma velocidade incrível...... o barulho de sua virilha batendo na minha bunda era alto... pensei que poderia ser ouvido até de fora da sala.... comecei a rebolar e gozei dando gritinhos de tesão aaahhhhh não sabia que dar o cú me faria gozar tão gostoso .... o caro foi ficando louco com meus gritos.....

- Vai minha putinha ...haaaaa..... goza.....rebola no meu pau.....mexe gostoso.... igual quando você dança....vai minha cadelinha......

Era um vai e vem alucinante , já tinha gozado, meu corpo suava, meu cuzinho ardia , eu não imaginava que seria assim.... ele foi socando o pau até explodir em um gozo enorme..... seu corpo estremecia...... senti que estava sendo inundada com muita porra.....

- Nossa que bundona gostosa você tem!!!! Cuzinho apertadinho.... Foi a melhor foda que já tive!!! ele disse se levantando e desta vez, sendo um pouco mais atencioso me puxou pela mão ...

- Venha .,.... tem um banheiro lá atrás... vamos nos lavar.....

Fui o seguindo até o banheiro e tomei um banho com ele para me recompor. Meu cuzinho ardia e sangrava um pouco.... mas que merda! Eu , bonita e assediada por vários garotos tinha dado meu cú para um malcriado, velho e bruto....

No resto da casa , estava tudo silencioso, meu cuzinho doia e imaginei se a minha amiga também tinha passado por um sacrifício igual ao meu , dolorido e delicioso...

Chegada Inesperada


Meu nome é Celina(fictício), essa história se passou na minha festa de aniversário, sou baixa 1,56m, tenho seios grandes,bem branca, cabelos longos batendo na cintura e castanhos, olhos castanhos. Um rosto bonito, coxas grossas, bunda grande, buceta sempre raspadinha e cheirosinha...

No segundo dia de festa após ter passado a noite com meu primo em segundo grau e ter tomado café no sítio com todos os convidados sem que obvio ninguém desconfiasse de nada, eu me preparava para ir a piscina com uns amigos quando um carro entra pela porteira, nossa fiquei muito feliz. Havia brigado com minha mãe uns dias antes da festa e ela tinha dito que não iria, quando a vi chegando com meu padrasto fiquei radiante, fazia muito tempo que não a via, a ultima vez tinha quase um ano e ele fazia mais de 3 anos que não via, pois os dois viajam muito e matem contato apenas pelo telefone.

Corri para abraçar minha mãe assim que o carro estacionou, perdi completamente a noção, por alguns segundos parecia uma criança que recebera um doce. Nos abraçamos durante longos segundos e depois fui cumprimentar Roberto, seu marido.

Nossa, eu era tão criança a ultima vez que o tinha visto que nem me lembrava o quanto era charmoso, bonito. Mas deve ser porque naquela época eu ainda não pensava nessas coisas.Um homem de 37 anos, pele branca, cabelos grisalhos, não muito alto, com as pernas torneadas. Abracei-o dando dois beijinhos no rosto e ele me disse que eu estava um mulher. Em seu ouvido sussurrei “Você nem sabe o quanto!”.

Senti que ele ficou corado, sem graça. E fui com mamãe até o meu quarto que era o único que estava vago, como eles não dormiriam lá não haveria problema. Eles jogaram as mochilas e minha mão foi ao banheiro colocar um biquíni. Eu que já estava de biquíni por baixo da roupa tirei-a ali mesmo na frente de meu padrasto que tentava conter os olhares, mas era praticamente impossível, seus olhos percorreram minhas coxas, minha virilha, meus seios onde parou por alguns segundos, e me virei levemente para que de lado ele pudesse observar minha bunda com o biquininho bem encravadinho.

Ele me desejava e não podia mais esconder, o volume em sua bermuda era evidente.Minha mão saiu do banheiro e desceu correndo dizendo que esqueceu o protetor no carro e que ia direto p a piscina, mandando Beto encontrá-la lá. Ele foi até o banheiro e saiu rapidamente só de sunga, eu muito esperta fingi que o biquíni tinha desamarrado para que ele pudesse amarra, ele sentou-se na cama e eu fiquei de costas na frente dele, empinando bem a bundinha, ele terminou de amarrar e tentou se levantar mas eu o empurrei de volta na cama, disse que precisava dele p passar o óleo nas minhas costas.

Fechei a porta com a chave.
- Ta fechando porque?
- Ahh Beto, para ninguém me ver de bundinha p cima passando óleo, eu tenho vergonha. - E fiz carinha de tímida.
- E de mim não tem vergonha?
- Não, você é como se fosse meu paizinho né? - fiz voz de criança e caminhei ate ele com o vidrinho de óleo na mão, me joguei na cama de bumbum p cima e ele começou a passar nos meus ombros, descendo pelas minhas costas e voltava p cima.

Eu podia sentir seu nervosismo em sua respiração.
- Nossa! - disse mordendo os lábios -Que mãos fortes, tá tão gostoso.
- Já chega né? Passei nas costas todas.
- Ainda falta uma parte. -E ele continuou passando.
- Pode descer, ou você acha que eu só bronzeio do biquíni p cima? - Ele passou as mão em minha polpinha, respirando fundo as vezes, descia por minhas coxas ate meus pezinhos.

Ele parou e falou que tinha acabado, eu levantei rápido me sentando em frente a ele na cama e segurando sua mão para que não se levantasse. Ele me olhou nos olhos

- O mais você quer guria? -Empurrei ele que estava sentado com pernas de chinês na cama fazendo-o se deitar e subi em cima dele, seu pau estava muito duro, senti latejando na minha bucetinha, ele tentou se levantar, quando jogou seu corpo para frente eu beijei sua boca, ele relutou no inicio mas se entregou

Nossas línguas brincavam em nossas bocas e eu dei uma reboladinha em seu pau, sentindo seu volume gostoso, ele enrolou meus cabelos em sua mão puxando minha cabeça para traz, beijava meu pescoço e me chamava de cadela, sua outra mão apertava meu peito com ferocidade, ate machucando um pouco, ele me jogou de costas para cima na cama e subiu em cima de mim. “Tem que ser rápido, se não sua mãe vem procurar a gente” “Então vem Beto”. Sentia seu pau duro pressionando minha bunda, ele afastou minha calcinha do biquíni p o lado e colocou o pau para fora, eu empinei um pouco a bunda e minha xotinha a essa altura melada sentiu a pica entrar bem devagar.

Quando o pau gostoso entrou todo em mim ele jogou seu corpo sobre o meu, sentia seu peso todo sobre o meu corpo se seu pau profundamente cravado em mim, ele começou um vai e vem aumentando rapidamente a velocidade, eu já gemia gostoso, e ele começou a bombar, puxou meus cabelos e beijava e mordia minha orelhina, me chamava de puta, safada e metia feito um animal em mim, anunciou que ia gozar e encheu minha xota de porra quente.

Ajeitou o pau na sunga e endireitou minha calcinha, me proibindo de ir limpar

-Quero que você fique gozadinha a festa toda e pode avisar p o seu pai que hoje você vai dormir na casa da mamãezinha ok?

Fiz que sim com a cabeça e ele me beijou mais uma vez, sai do quarto e ele saiu logo depois. Pensamos que ninguém havia reparado, mas eu tinha me esquecido de uma pessoa.

Senti meu braço sendo puxado p dentro de um dos quarto no primeiro andar, um barulho e minha cara estava ardendo, ate eu perceber de onda havia recebido o tapa levaram alguns segundos. Meu primo Olavo me olhava nos olhos visivelmente transtornado, “

- Porque você fez isso?
- Porque as putas merecem apanhar na cara
- Do que você ta falando?
- Do seu padrasto no seu quarto, os gemidos que eu ouvi quando cheguei perto da porta. Eu podia ouvir os barulhos lá fora, o almoço estava quase pronto e meu pai gritava tentando me encontrar, a musica rolava e meus amigos se divertiam e tudo isso podia ir por água a baixo se meu primo resolvesse contar p meu pai.

Me ajoelhei na sua frente e perguntei “O que você vai fazer?” “Eu devia estragar sua festa...” e continuou falando mas uma coisa me chamou atenção e não pude ouvir o resto, o volume que seu pau duro fazia em sua bermuda, ele havia ficado excitado ao ouvir meu padrasto me fuder, esta em pé na minha frente falando “... loucura me meter com uma criança...” e eu segurei suas pernas na minha frente, beijei seu pau por cima da calça

-O que você ta fazendo? continuei beijando, passei minha língua no volume e ele ficou ainda mais duro em meu rosto “Cachorra” Abri o velcro da bermuda e puxei para baixo junto com a sunga, aquela pica gostosa e cheia de veias pulou em meu rosto, eu segurei e lambi, ele tentou recuar mas caiu sentado no chão, eu engatinhei ate seu pau e comecei a chupá-lo com vontade, arrancando gemidos, massageei as bolas, chupei gostoso, dei o melhor de mim, ate sentir minha boca ser invadida por toda a porra quente dele, engoli tudinho e fiquei observando enquanto ele me olhava sem saber o que dizer.

Levantei e sai do quarto para achar meu pai. O resto do dia foi tranqüilo até a parte em que meu pai e meu padrasto discutiram a “importância de eu passar um tempo na casa da minha mãe”...Como meu pai tem minha guarda meus planos acabaram frustrados e fui p casa com ele, mas as férias estavam chegando e eu com certeza ia arrumar um modo de me aproximar mais deles.

Meu primo foi me visitar mais uma vez na minha casa e nos discutimos, acho que ele tava gostando de mim, sei lá, ai quando percebeu que num ia rolar nada serio falou que ia viajar e nunca mais voltou. Espero que tenham gostado

Beijos

Aluninha

O Hóspede Tarado

Meu nome é Camila, a história a seguir se passa quando eu era mais nova e tinha 18 anos. Sou baixa (1,56 cm), não sou magra, mas sou gostosa (é o que dizem), meus cabelos castanho-claros, ondulados, chamam atenção por seu comprimento chegando até a cintura, meus olhos são castanho-escuro, os seios são bem fartos (sutiã tamanho 50), uma bunda bem chamativa, a pele bem branca e a bucetinha sempre raspadinha e cheirosinha.

Início de dezembro. Logo no terceiro dia de férias meu pai me avisou que um amigo se hospedaria em nossa casa por 5 dias e que chegaria no dia seguinte. Papai queria alguns favores profissionais desse amigo e pediu que eu o tratasse da melhor maneira possível, me avisando que ele era um pouco chato e metido. Pensei que não seria tão difícil agradar e conviver com alguém por cinco dias, mas estava enganada.

No dia seguinte a cozinheira faltou e fui fazer o almoço enquanto papai o buscava no aeroporto. Estava na cozinha com uma saia preta, rodada, bem curta, uma blusa branca bem decotada, avental e pés descalços. Ao ouvi-los chegar fui até a sala para cumprimentar o hospede.

Dr. Eduardo Andrade era um homem alto, magro, branco, usava óculos, seus olhos negros passavam frieza para quem os encarava, cabelos negros, roupa elegante, nariz empinado e pouco mais de 35 anos. Não chegava a ser feio num primeiro instante, mas seus modos o tornavam intragavelmente feio.

Papai estava de costas, ao bar, preparando um drink. Fui em sua direção, ele me olhou de cima a baixo com nojo, mas mantive a cabeça ereta e falei :

- Ola doutor, é um prazer conhecê-lo. E fui em sua direção estendendo minha mão que ele deixou ao ar dizendo com superioridade:

- Ora Augusto, você deveria escolher melhor e dar menos liberdade aos seus criados, essa gentinha tem cada uma. - Papai sem graça e com raiva ao mesmo tempo me abraçou para espanto de seu colega e falou rispidamente:

-Essa é Camila, minha filha, que na ausência da cozinheira da casa foi preparar a refeição para recebê-lo.

Sem dar a mínima para o engano ele apenas disse “Ah, sim, mas nesse trajes eu poderia confundi-la não só com uma empregada”. Olhei para meu pai que nada disse, estava indignada com aquele homem insinuando que eu me vestia como uma prostituta, voltei a cozinha espumando de ódio.

Servi o almoço para os dois, mas não fiquei a mesa com eles, nos dias que se seguiram fiz o máximo de esforço para não cruzar com aquele homem nojento, mas era inevitável e tudo que ele fazia ou dizia era de um conteúdo de estrema estupidez.

No quarto dia eu decidi me banhar na banheira de ofurô que tínhamos perto da piscina no terraço. Como a banheira era num elevado construído acima da piscina eu podia ver tudo que ocorria no terraço, mas ninguém poderia me ver ali.

Fiquei lá durante alguns minutos até ouvir um gritinho e algumas vozes, e um barulho. Ajoelhei-me no local onde se fica sentado na banheira e fui olhar lá em baixo. A cena era atordoante e ao mesmo tempo excitante. Eduardo estava prensando Lurdes (a empregada) na parede de costas para ele, estava com o pau para fora da calça e levantava a saia do uniforme dela, ela tentava se libertar, mas ele era mais forte, arrancou sua calcinha e enfiou o pau na bunda dela, pela dificuldade e pela expressão no rosto dela devia estar metendo em seu cuzinho.

Ele tapava a boca dela com uma mão, com a outra apertava ferozmente seus peitos, mordia a orelha dela e metia muito forte nela, socava a rola com brutalidade, ela se debatia, mas de nada adiantava.
Como eu estava apoiada de mau jeito escorreguei na banheira fazendo muito barulho de água batendo. Ele levantou a cabeça e pensou durante alguns segundos, mas depois continuou, agarrou Lurdes e a jogou no chão, colocou-a de quatro e mandou ver no rabo dela, ela tentou gritar e ele tampou a boca dela com a mão, depois a puxou virando-a de frente para ele e deu um tapa em seu rosto, meteu mais uma vez o pau gozou dentro dela, gemendo bem alto. Falou algo em seu ouvido e ela fez que sim com a cabeça, saiu correndo e desceu as escadas que davam acesso ao resto da casa.

Esperava que ele fosse embora, mas ele que estava apenas com o pau mole balançando para fora da calça social tirou a camisa e o resto da roupa ali, ficando pelado na beira da piscina, acendeu um cigarro e ficava olhando para onde eu estava, pensativo. Quando seu cigarro terminou, ele veio em direção a banheira, o medo me invadiu, subiu as escadas e ao chegar à beira me viu e sorriu maliciosamente. Me levantei tentando sair da água, mas ele me empurrou de volta e fez menção de entrar. Subi no banco da banheira e olhei para baixo, ele me olhava nos olhos e fez que não com a cabeça, como se dissesse “não faça isso”.

Não pensei duas vezes e pulei, cai na piscina e nadei até a borda mais próxima, ele ainda descia as escadas, subi correndo e tentei alcançar a porta da escada, ele foi mais rápido e apareceu na minha frente me encurralando no canto da porta. “LURDES, PAAAI” eu gritei e ele começou a gargalhar

- Não tem mais ninguém em casa, grita vai, grita que eu adoro. - Ele se aproximou me prensando na parede

- Você ta adorando! Você é uma puta exibicionista que quer um macho para acabar com teu fogo.

Ele cheirava meu pescoço, passava a mão na minha xotinha molhada por baixo do biquíni. Veio me beijando e por um segundo eu correspondi, depois lembrando da situação mordi seus lábios bem forte, ele gritou e me deu um tapa que estalou meu rosto, eu cuspi em sua cara

- Adoro rebeldia. – Disse ele arreganhando a parte de cima do meu biquíni e mordendo meus peitos. Ele mamava e mordia ferozmente. Eu estava totalmente presa e ele roçava a pica dura em minha xotinha por cima do biquíni.

Ele se encaixou em minhas pernas e afastou meu biquíni, me agarrando pelos peitos começou a meter tudo em mim bem forte. Sua expressão era animalesca. A sensação de um pau entrando bem forte em mim sempre meu deixava louca e aos poucos fui cedendo, rebolava e gemia em seu pau. Ele sorria “Ta gostando é puta?” e socava mais forte.

Ele tirou o pau da minha xotinha e me virou de costas na parede e como Lurdes meteu seu pau em meu cu sem dó. Socava tudo em mim e eu quase desmaiei de tanta pica que estava recebendo, após alguns minutos ele deu uma estocada bem funda e ficou me mandando rebolar, me dava tapas na bunda e chamava de puta toda hora.

Me abaixou e colocou o pau na minha boca, minha cabeça estava prensada na parede e ele começou a foder minha boca bem fundo, eu engasgava e perdia o ar, rezando para terminar logo ate que senti os jatos de porra em minha garganta.

No dia seguinte ele foi embora bem cedo e procurei Lurdes para conversar, ela me disse que não fez nada porque no fundo tinha gostado, a muito tempo que o marido dela não a comia e ela bem ou mal sentia-se mulher, perguntei-lhe da humilhação e ela sorrindo me respondeu:

- Pergunte ao seu pai se ele não conseguiu o favor que queria.

Eu fiquei sem entender nada. Depois de um tempo fiquei sabendo que o Dr. Eduardo também tinha comido a cozinheira lá de casa e a faxineira do vizinho. Meu pai estava feliz com o trabalho e resolvi ficar na minha.

Espero que gostem e comentem

Conto erótico recebido por email - Camila "A Aluninha"

Um Coroa Muito, Muito meu Amigo

Certa vez eu e minha família para uma restinga aqui no Rio de Janeiro. Como militar, meu pai tem preferência para este tipo de lugar, que fica sob os cuidados da marinha  Ele resolveu levar, então um casal de amigos dele. Gente super legal. Ele já é um coroa de mais de 40 e a esposa dele até que é nova. Mas ele brincou muito com a gente, correu comigo, jogamos vôlei e tudo.

Um dia estávamos na praia e resolvemos fazer uma caminhada por uma trilha. No caminho todos foram desistindo menos nós dois. Aos 18 anos, eu nunca havia pensado nem em namoro, muito menos em homens mais velhos. Mas a conversa foi rolando, rolando e eu passei a admirar aquele sujeito, bem mais velho do que eu. Aquilo ficou na minha cabeça o dia todo a noite inteira.

No dia seguinte, fomos pra outra praia e eu comecei a torcer para ter outra trilha e percebi que queria que ele fosse comigo, mais ninguém. E foi o que fizemos, partimos para outra caminhada e eu torcendo pra todo mundo desistir de novo. Cheguei a ficar mal-humorada, ninguém entendendo nada... Até que, enfim, só nós dois continuamos a subir, procurando uma gruta que uma placa indicava, mas que nunca chegava. Os outros cansaram e voltaram.

Eu o desafiei e ele aceitou e fomos nós. No meio do caminho, comecei a puxar conversa e me surpreendi com meu próprio papo. Eu fiquei perguntando pra ele sobre namoradas dele, quando ele começou a namorar, se tinha problema de diferença de idade. Acho que aí ele percebeu, por que sorriu e disse que não tinha problema nenhum, que a menina tinha que ser bonita, inteligente e muito gente fina assim como eu!

Claro, fiquei toda vermelha. E sorri. E aí, nem acredito, eu disse que nem sabia beijar direito. Não sei como, não lembro direito, meus sentidos acho que piraram, pois minha boca falava e meu cérebro não pensava em nada... lembro que ele sorriu, disse que poderia me ensinar e eu então fiquei com as pernas bambas. Só me lembro daquelas mãos no meu rosto que ficava cada vez mais vermelho e aquela boca vindo na direção da minha.

Ele me chamou de "minha Lolita" e eu achei que ele tinha errado meu nome, mas ele me explicou que não. Que meu nome é inconfundível... E me beijou. Eu fiquei toda enrolada, não sabia beijar direito mesmo! Então ele, na maior paciência me ensinou. E foi aí que eu passei a adorar aquele cara! Ele não riu de mim, não debochou... Apenas me beijou várias vezes até que eu conseguisse trocar língua com língua, beijar com vontade mesmo.

Combinamos então que seríamos namoradinhos secretos. Eu, jamais poderia ser amante de um homem casado e com a idade de meu pai. Além disso, eu ainda queria ser criançona, não queria me preocupar com isso de homem e mulher. Mas adorei beijar tanto é que no meu Orkut eu coloquei essa comunidade de "amo beijar na boca" e ninguém entendia nada, porque eu não costumava beijar ninguém. Com o tempo, a gente se ligou através da internet, do Orkut e do MSN.

Eu adorava receber recados dele e respondia toda feliz. Quando a gente se via, geralmente lá em casa, nas festas de família, sempre dávamos um jeito de fugir e trocar beijinhos. Até que um dia ele apareceu na porta de minha faculdade, dizendo que veio me buscar. Entrei no carro dele e ele perguntou se eu queria ir pra casa e eu disse que não, que queria ficar um pouco com ele.

Mas por causa da minha idade, não dava pra sair com ele sem chamar a atenção. Acabou que eu sugeri lá em casa mesmo. Meus pais estavam em seus trabalhos, meu irmão na escola. Casa vazia durante, pelo menos, três horas. E fomos pra lá. Namoramos muito. Ele confessou que tinha muita tara em “gatas da faculdade” e que eu ficava ainda mais linda com a roupa que eu vestia.

Eu nem entendi o que era tara, mas quando ele explicou, me senti o máximo. Então nos beijamos de um jeito muito diferente. Muito, muito quente. E pela primeira vez eu senti aquele calor estranho no corpo e senti também um estranho volume na calça dele. E quando aquele volume encostou no meio de minhas pernas eu percebi que a coisa estava ficando séria. E disse pra ele “me ensina isso também".

Ele perguntou se eu tinha certeza, eu disse que sim e logo minha tarde virou uma loucura. Ele começou a me beijar por inteira. E foi uma seqüência de coisas novas pra mim. Pela primeira vez um homem me tocou o seios, pela primeira vez um homem me beijou os seios, pela primeira vez um homem me beijou o corpo todo, me fazendo tremer e arrepiar de medo e de algo que aprendi ser verdadeiro tesão, de que tanto ouvia falar entre as amigas.

Algo muito bom. Pela primeira vez um homem me deixou toda nua, me alisou o bumbum, beijando meu buraquinho o que me fez dar uns gritinhos escrotos, mas grito mesmo foi quando ele beijou minha xotinha. Ele dizia que ela era linda e deliciosa e eu dizia coisas sem pé nem cabeça. E passava a língua e chupava e me alisava toda. Então, pela primeira vez, eu vi um pau de um homem. Aquela coisa grande e roliça.

Ele pediu pra eu segurar e eu segurei. E fiz carinho. Então ele empurrou minha cabeça pra baixo e disse pra eu mamar ele, como se fosse um picolé. E pela primeira vez eu provei um pau.. Um pau de verdade na boca! Um homem de verdade me alisando por inteiro e dizendo que eu era uma gata maravilhosa, uma ninfeta fantástica, um sonho de qualquer homem.

Mas eu não queria qualquer. Queria ele! Perguntei se ele iria me fazer mulher e ele disse que não, que queria me preservar, queria que eu fosse ainda uma mulher maravilhosa. Então nos esfregamos muito, como se estivéssemos transando. Quando o pau dele encostou na minha xota eu senti me molhar ainda mais, senti que ela ficava ainda mais inchada e me dava muita vontade de gritar. Eu não entendia nada, mas sabia que era muito bom. Sabia que aquilo tudo era demais pra mim e que ninguém poderia saber mesmo. Mas eu queria mais, eu queria sentir aquela coisa que as amigas falavam.

Mas ele não queria de jeito nenhum, disse que eu iria me arrepender, que eu tinha que aproveitar mais minha vida, tinha que ser apaixonante. Então me lembrei de minha prima que dizia que dava a bundinha pro namorado pra poder continuar virgem. Ele riu. Isso dói muito, minha linda. Eu fiz biquinho, quase chorei. Mas chorei mesmo quando ele cedeu aos meus apelos e a minha chantagem emocional.

Apesar de todo carinho, de passar gel, creme e mais um monte de coisas, aquilo doeu mesmo. Derramei lágrimas enquanto sentia minha bunda rasgar e ele dizia morde o travesseiro e grita... Mas eu queria ficar o ouvindo gemer, ele dizer que eu era apertadinha, que meu cuzinho era delicioso, que eu era uma mulher maravilhosa e que me amava! Quando entrou tudo ele perguntou se eu agüentaria as bombadas.

Eu sentia tudo doer e tudo tremer. Achei q fosse desmaiar. Mas depois das primeiras bombadas eu não segurei e soltei um berro que acho que toda vizinhança ouviu. E fiquei enlouquecida, rebolava e dizia que aquilo era demais, era muito bom... Alguns minutos depois ele dizia que ia gozar, mas eu queria ver como era, como funcionava de verdade. Já tinha lido sobre o leite do homem, o esperma. Queria saber como era que saia, se era leite mesmo. Pela primeira vez tomei um banho de porra. No rosto e nos peitinhos. Depois namoramos mais e mais, com mais beijos e beijos. Naquela tarde, ele ainda me enrabou mais duas vezes. Numa delas me encheu de leite na bunda. Naquela tarde eu bebi leite quente direto na fonte e até engoli.

Naquela tarde eu gozei como uma mulher iniciando no sexo pode gozar, pois nem sabia que sensação era aquela e repeti mais e mais... Era um homem e uma menina – mulher brincando de uma brincadeira sem limites... Me apaixonei ainda mais. Sou uma mulher com dezoito anos apaixonada por um homem bem mais velho do que eu, que sabe que é amor impossível. Mas e daí? Ainda espero o dia em que ele me deflore. Meu cabacinho só pode ser dele, de ninguém mais.

Conto erótico recebido por email by Gata1992

Transei com o Padrasto da minha amiga


No mês de julho minha amiga Ciça me convidou para passar o fim de semana com ela e a família em Gramado, que apesar de ser inverno estava muito quente. Bom, fomos de carro, eu, ela ,sua mãe e seu padrasto, ambos com seus 50 anos, ele bem enxuto pra idade, já grisalho, alto e de porte atlético.

Chegamos a noite e logo nos instalamos em sua casa num condomínio fechado. Tudo corria bem, porém durante a madrugada, acordei para ir ao banheiro e ao passar na frente da porta do quarto de casal, ouvi gemidos e já pensei na sacanagem que estava rolando, bom, fui até o banheiro dei aquela mijada básica e quando sai notei que os gemidos haviam parado, acho que eles ouviram o barulho da descarga e ficaram quietos, muito sem vergonha, fiz barulho da porta de nosso quarto fechando, mas deixei entreaberta e como imaginava os gemidos reiniciaram

Com um frio na barriga fui até a porta e na cara de pau dei uma espiada na fechadura e quase cai sentada com o que vi, seu Armando deitado e dona Célia abaixada em cima com o pau atolado no rabo, era um pau imenso, entrando e saindo do cu dela, ela subia deixando apenas a cabeça e logo sentava enfiando tudo até as bolas, minha xota encharcou na hora, como hipnotizada fiquei ali olhando, minutos depois, vi seu Armando começar a respirar mais forte e pude ver seu pau começar a pulsar dentro do cu de sua esposa como se estivesse bombeando.

Dona Célia sentou e enterrou tudo e ficou rebolando de leve levando seu marido a loucura, em seguida empinou a bunda e quando o pau já a meia bomba sai de dentro dela, pude ver porra escorrer pelas suas pernas, quase gozei, vi que ela levantou e então fui correndo para o quarto. Não preciso dizer que não consegui dormir direito só relembrando das cenas que havia presenciado, minha xota pegava fogo e estava molhada de tesão.

Na manhã seguinte, eram uma 9 da manhã, levantei fui tomar um banho e meio dormindo, abri a porta do banheiro e para meu desespero, encontro seu Armando mijando, vi de novo aquele pau maravilhoso, que mesmo mole era enorme, ele apenas me olhou com ar de espanto e disse "opa", dei uma risada meio sem graça, pedi desculpas e voltei pro quarto para aguardar. Bom, tomei meu banho e desci para tomar café, na mesa todos riam, Dna Célia com cara de quem deu a noite toda e por ai a fora.

Papo vai, papo vem, notava umas olhadas do seu Armando para minha bunda, como estava calor, estava apenas de camiseta e um shortinho de coton, e como estava calor, minha bunda e buceta ficavam bem marcadas. Vi que ele estava ficando bem interessado e como estava com um puta tesão, com cuidado é claro, resolvi provocar a fera. Dna Célia então disse que iria até uma cidade próxima para buscar umas encomendas de roupas que tinha feito para Ciça e ela teria que ir para experimentar, Ciça me convidou mas vendo uma oportunidade disse que não tinha dormido bem e que iria ficar um pouco em repouso.

Seu Armando me deu uma olhada daquelas que dizem "To de sacando". Finalmente Ciça e sua mãe pegaram o carro e foram para seu destino, foi que eu bastou para mim partir para o ataque, resolvi provocar o coroa e ver até onde ele resistia. Ele sentado na sala, apenas de bermuda e camiseta lendo jornal.

Com a desculpa de olhar os CDs, me abaixei e fiquei de quatro, claro que antes, dei aquela puxadinha estratégica na bermuda para que enterrasse tudo na bunda e deixasse minha buceta marcada, fiz questão de ficar virada para ele. Pelo reflexo do vidro da estante vi que ele olhava fixo para minha bunda e ajeitando o pau dentro da bermuda, quando vi que já estava bem excitado, me virei na cara de pau e perguntei se estava tudo bem, ele meio sem jeito e gaguejando respondeu que sim, colocando o jornal no colo para que eu não visse o volume na sua bermuda, me virei e empinei mais a bunda e desta vez abrindo minhas pernas para que ficasse bem visível a bermuda enterrada da minha buceta

Pelo espelho vi que ele fez uma cara de espanto e se levantou disfarçando seu pau duro dentro da bermuda, dai sem olhar falei que se quisesse poderia ajudá-lo com a situação, e ele pagando para ver perguntou como, me virei e sem me levantar do tapete, me aproximei e sem vergonha alguma, baixei sua bermuda libertando seu pau que estava duríssimo, era lindo, nunca tinha visto um assim, era comprido e grosso, as veias saltadas, circuncidado, tinha um cabeção roxo e lustroso, todo melado, suas bolas eram enormes

Fiz questão de pegar, me coloquei de joelhos, peguei seu pau, não conseguia fechar minha mão de tão grosso, e abrindo ao máximo minha boca enfiei-o até encostar na minha garganta, ele deu um gemido e segurou minha cabeça e começou a me fuder a boca, eu sentia o gosto do seu pau e seu liquido escorrendo pela minha garganta. Com uma das mãos eu me masturbava por cima do short, seu pau pulsava de tanto tesão.

Ele então me levantou e pediu para que subíssemos, pois não queria correr riscos de sermos pegos, fomos para o closet do quarto que tinha uma janela onde ele poderia ver caso sua esposa e filha voltassem. No closet tinha uma poltrona e ele já sem bermudas começou a baixar a minha me deixando peladinha, tirou minha camiseta, ficou olhando meus peitinhos e chupou um de cada vez, sentou-me na cadeira, colocando minhas pernas apoiadas e me deixando toda abertinha, ele então ficou olhando minha bucetinha depilada e começou a me chupar, enfiando sua língua na minha buceta, senti sua língua quente fazendo voltas dentro de mim, tirava e ficava mordiscando meu grelo, quase me fazendo gozar.

Me olhava e dizia que minha buceta era maravilhosa e enfiava a língua novamente, senti que sua língua descia cada vez mais, tocando de leve meu cu, então ele levanta minhas pernas e chupa meu cu, senti sua língua abrindo caminha e entrando, minha nossa, senti a vista escurecer e gozei, meu corpo tremia e escorria meu gozo pela buceta, ele lambeu e me chupou todinha agora com um dedo enfiado no meu rabinho.

Olha, já tinha ouvido falar que trepar com homens mais velhos era uma loucura, mas não levava fé, adorei estar enganada. Seu Armando então, segurando seu pau, encostou na entrada da minha buceta, pedi para ir com calma, pois poderia me machucar, ele com muita calma foi metendo devagar e logo senti a cabeça entrar, senti uma dorzinha, mas o tesão era maior, então ele começou a enfiar mais, senti aquele pau me alargando, meu corpo se arrepiou todo, ele então ficou parado só beijando meus peitos e minha boca e com muita maestria enfiando mais.

Senti que seu pau tinha entrado até onde dava e então ele começou a meter e tirar bem devagar aumentando as vezes e diminuindo, olhei e vi aquele mastro entrando e saindo de minha xota que estava arreganhada ao máximo para recebê-lo, Seu Armando respirava forte, sentindo que ele poderia gozar, pedi para que comesse meu cuzinho, porem com o mesmo cuidado que teve com minha xota.

Ele então me colocou de quatro na cadeira e começou a esfregar seu pau melado ao tempo que enfiava 1 dedo, 2 dedos e quando enfiou 3 dedos, ele girava dentro de mim alargando meu rabo, logo em seguida, senti ele enfiar a língua no meu cu novamente, deixando bem lambuzado, encostou a cabeça do pau e foi forçando, metendo e tirando aos poucos e cada vez entrando mais, foi difícil mas conseguiu meter a cabeça, senti que meu cu estava se rasgando, pois a dor era terrível, logo senti seu pau entrando mais, meu cu ardia, sentia meu cu dilatando e engolindo seu pau até que senti suas bolas baterem na minha buceta, senti que já estava larga e pedi para que me comesse com vontade

Ele então começou a fuder, sentia seu pau entrando e saindo num ritmo que não agüentei e gozei, senti meu cu apertar seu pau que não agüentando mais disse que iria gozar, dai falei, goza no meu cuzinho, enche meu rabinho de porra, vem goza, não demorou e senti seu pau fazer o mesmo que eu tinha visto, ele inchou dentro de mim e senti sua porra me queimar por dentro, seu pau tinha espasmos e a cada um deles eu sentia jatos de porra sendo despejados dentro de mim, ele parou, deixando seu pau dentro de mim, eu fiquei sentindo seu pau pulsando e para provocar, eu contraia meu cu como se quisesse chupar o que restava de porra ainda.

Senti seu pau sair, estava todo melado, me ajoelhei e ainda consegui beber as ultimas gotas, ele me beijou e disse que ainda não acreditava, dei uma risada e disse que não via a hora de repetir, ele foi se lavar e eu corri para o banheiro, pois senti que meu cu estava tão largo que a porra estava escorrendo, me sentei no vaso e fiz força expelindo a porra entre peidinhos, ao olhar notei que tinha um pouco de sangue até, tomei um banho e desci, fiquei com meu rabo ardendo por 2 dias, mas foi ótimo.

Dona Célia e Ciça voltaram no meio da tarde e nem desconfiaram de nada. Já seu Armando e eu, combinamos de nos encontrar com mais calma e desta vez vamos trepar por horas, pois quero curtir aquele pau com calma, quero que ele goze na minha boca e que goze na minha buceta, pois adorei sentir aquele pau gozando dentro do meu cu. 

Beijos a todos

Conto erótico recebido por email

Meu Coroa Safado

Sabadão de verão, calor acima dos trinta graus: a noite perfeita para sair e tomar umas cervejas. Combinei com uma amiga de ir para um barzinho tomar todas e lá dei sorte! Pois um carinha super gato e mais velho não parava de me encarar. Sabe esses homens com cara de homens? Sem brincadeira ele parecia o George Cloney de tão bonito.

Depois de nos olharmos por um tempo ele veio e perguntou se poderia sentar ao meu lado para conversarmos um pouco. Claro que permiti. Ele era muito legal e tinha um papo interessante. Logo minha amiga também encontrou um gatinho para conversar e eu acabei ficando com o coroa.

Ele tinha um beijo delicioso e demorado. Muito safado me perguntou se nós poderíamos sair dali e ir para um lugar mais reservado . Ahhh o velho papinho... Apesar de não ter o costume de fazer isto com freqüência aceitei o convite e fomos para o seu apartamento

Assim que entramos começamos a nos agarrar , trocando beijos alucinados. Meu corpo estava quente e fiquei bastante excitada com suas caricias. Sua mão começou a apertar minha bundinha e eu gemi gostando da sua “pegada”. Habilmente utilizando de seus recursos aprendidos ao longo da vida, ele também não deixou de encher a mão com um de meus seios. Assim eu era alisada por todos os lados. Percebendo minha excitação ele lascou a mão por cima da minha calça , apertando minha bucetinha que, a esta altura, já estava completamente encharcada.

Eu beijava e lambia seu pescoço, dava mordidinhas em sua orelha e então não resisti mais e sussurrei em seu ouvido:

- Me come, me come logo que tô morrendo de tesão.

Meu coroa foi me empurrando até o sofá de sua sala e me fez sentar ficando na altura do seu pau. Abaixei sua calça e um cacete grande e gostoso saltou para fora , era irresistível ficar na frente daquilo sem desejar enfiá-lo inteiro na boca. Pois então foi o que eu fiz, engoli aquela ferramenta o máximo que pude lhe arrancando gemidos de prazer . Eu o chupava e apertava suas bolas rijas. Seu pau já estava todo melecado e percebi que logo gozaria , para não desperdiçar aquele liquido precioso tratei logo de tirar minha roupa.

Ele ,me tratando como uma princesa me chupou dos pés a cabeça, que língua tinha aquele homem. Acariciava todas as partes que tenho tesão, meu pescoço, nuca, bico dos seios, parte interna das coxas e finalmente minha bucetinha ensopada. Gozei pela primeira vez somente com um leve toque de sua língua em meu clitóris, senti as paredes internas de minha vagina se contraírem e urrei de prazer com meu corpo flutuando em ondas de prazer.

Não agüentávamos mais e , comigo sentada no sofá ele levantou minhas pernas na altura de seus ombros e direcionou a cabecinha do seu pau para dentro de mim. Com força enterrou tudo de uma vez, seu pau deslizou e me preencheu completamente. Sua púbis encostava na minha e seus movimentos iniciaram de forma rápida , com arremetidas fortes e curta.

A sinfonia do sexo preenchia o som ambiente do lugar com os meus gemidos , nossas respirações aceleradas e o barulho de suas estocadas. Tava sendo comida por um macho de verdade! Decidi aproveitar ainda mais aquele homem e me coloquei na posição que mais gosto: de quatro. Me apoiei no encosto do sofá , ficando de costas para ele.

Foi só o tempo de seu pau encontrar minha bucetinha novamente para eu ir a loucura. Adorava transar assim e comecei a gozar novamente. Desta vez com seu pau dentro de mim, senti minha vagina o mastigando em contrações involuntárias. Ele não resistiu e anunciou que estava gozando.

A cada estocada ,sentia minha vagina se melecar com sua porra, ao final ela escorria pelas minhas pernas indicando a abundância e o prazer que ele também sentira. Terminado o ato, estava com as pernas tremendo e super cansada. Fomos para o seu quarto e dormimos abraçadinhos. Pela manhã fui embora e chegamos a nos encontrar outras vezes, mas devido ao seu trabalho ele acabou se mudando de cidade.

Nas minhas lembranças ficam somente as sensações inesquecíveis da primeira noite com meu coroa. Passem dias, meses e anos nunca esquecerei de como fui comida e o do quanto prazer senti naquela noite.

Conto erótico recebido por email by Rachel

A Tia da Camila

Todos os anos costumo passar as férias na casa de minha vó no litoral. Lá reunimos toda a família para comemorarmos as festas de final de ano. Devido sempre estar no litoral fiz diversos amigos e amigas aos longos dos anos das mais distantes cidades. É uma turma legal que costuma sair para beber, dançar e se divertir. Entre nós já rolou algumas pegações, sempre tem aquele papinho de fulano querer ficar com a ciclana e coisas assim, mas para mim o que acabou rolando foi com a tia de uma amiga minha.

Isso ocorreu de forma natural e não porque eu não goste de mulheres de minha idade ou porque a tia da minha amiga seja um tesão de mulher, meu interesse por ela surgiu acho que simplesmente pelo desafio de me aventurar com uma mulher mais velha e experiente. Em uma destas manhãs de verão nos reunimos na praia, ajeitei minha cadeira e fiquei olhando o movimento das mulheres andando pela areia. Como naquela hora ainda não havia muita coisa interessante por lá direcionei meus olhares para a tia da minha amiga Camila.

Ela já era uma coroa comparada a mim, possuía uma filha de dez anos que prometia ser muito bonita ,loira e com os olhos claros. Olhava para a mulher reparando em suas curvas e calculando se quando ela tinha uns 15, 20 anos era tão bela quanto sua filha prometia ser. Ela usava um biquíni azul e estava estendida de costas para o sol , se bronzeando. Eu estava a uma distância de uns 5 metros dela. Acho que acabei fixando muito meu olhar em seu corpo, pois de repente percebi que ela estava me olhando, sacando que eu não desviava a atenção sobre o seu corpo.

Fiquei um pouco envergonhado, afinal ela era mais velha e tia de minha amiga, e então desviei o olhar. Passado um tempinho voltei a olhar para ela que agora estava sentada em uma esteira conversando com uma amiga sua. Novamente fui notado, e ela olhou para mim dando um sorriso. Naquela hora não pude distinguir se por achar graça de um pirralho como eu a estar secando, por se sentir lisonjeada ou por algum tipo de interesse.

Tentei investigar muito sutilmente sobre a coroa fazendo perguntas para a sua sobrinha. Descobri que ela estava junto com uma irmã e a filha passando a temporada por ali e que seu marido só aparecia nos finais de semana. Como disse antes, ela não era nenhuma beldade, somente uma mulher loira e encorpada, bem mais alta que eu, típica descendente de alemã.

Percebi que um leve clima começou a rolar entre eu e a coroa, pois agora eu havia me acostumado a olhar para ela , seja para reparar no seu corpo ou para ver se ela estava me olhando. Quase sempre nossos olhares se encontravam e minha imaginação começou a rolar a mil por hora. Passei a me masturbar imaginando eu com aquele mulherão, ela toda peladinha em uma cama a minha disposição, pensei que beijaria seu corpo inteiro e então ela me mostraria sua experiência de mulher casada, chupando meu pau deliciosamente me fazendo gozar na sua boquinha e depois... Puxa, transar com uma mulher mais velha deveria ser ótimo mesmo – pensava comigo mesmo.

Fantasiava diversas situações quando aconteceu um fato determinante para a minha vida naquele verão. Um dia eu havia acordado um pouco mais tarde e fui para a praia, no caminho fui passando na casa do pessoal e todos já tinham ido. Quando passava na rua da coroa, distraído e pensando na noite anterior onde havíamos saído para beber, fui surpreendido pela minha musa saindo por seu portão e perguntando se eu poderia ajudá-la a trocar o chuveiro.

Não entendia e nem sei nada sobre esse assunto, mas não podia perder a oportunidade de conhecer o banheiro onde ela ficava peladinha tomando banho. Disse que poderia dar uma olhada e lá fui eu entrando na casa da coroa. Pelo que vi o lugar estava deserto e assim que entrei no banheiro a loira me perguntou se poderia esclarecer uma dúvida sua.

- Claro que sim – respondi.

Então ela perguntou, na lata, por que eu olhava tanto para ela... Fiquei sem graça e disse baixando os olhos que era por eu achá-la uma mulher bonita e em forma ( para não dizer gostosa). Ela achou graça e gargalhou, provavelmente lisonjeada pelas palavras de um adolescente que poderia estar fantasiando com diversas meninas da sua idade, mas a escolheu como musa.

- E quando você olha para meu corpo, como já vi você fazendo, o que pensa? – disse se aproximando de mim. Senti o pau endurecer neste instante me deixando com um tesão danado e mesmo assim tive vergonha de dizer-lhe meus desejos, acho até que meu rosto corou.

- E então... – continuou ela – o que você pensa quando me olha? – desta vez ela foi mais direta, tirando sua camiseta e me mostrando seu biquíni. Seus seios grandões estavam bem pertinho de mim e eu os olhei com muita vontade ,desejando tocá-los, fazê-los saltar do biquíni e beijá-los enquanto minha coroa gemia. Tremendo de tesão olhei para os olhos claros da loira e ela veio devagarzinho, colando seu rosto ao meu ,até que não agüentei e avancei sobre ela procurando beijar seus lábios.

Nossa... que loucura! Acho que a situação é que me deixava excitado daquela forma, eu na casa de uma mulher mais velha e casada, tia de minha amiga fazendo aquilo... Tinha dificuldade de respirar, devido a adrenalina que sentia e mesmo assim a apertei junto a mim passando minhas mãos pelo seus corpo. Passava a mão em suas costas, agarrava no seu cabelo com força e em dado momento puxei seu quadril de encontro ao meu a fazendo sentir a minha ereção.

Aquilo iniciou um fogaréu naquela mulher! Ela apertou meu tórax , desceu sua mão pela minha barriga e agarrou meu pau com vontade, sentindo o quanto eu estava duro, logo se ajoelhou, livrou-me da bermuda e passou a me sugar como nunca havia sido chupado antes. Que delicia... Pena que não consegui me segurar por muito tempo, pois o tesão que eu sentia era muito grande, então meu pau começou a esguichar longos jatos de porra na sua boquinha que continuo sugando, parecendo que queria tirar todos os líquidos do meu corpo.

Mesmo tendo gozado meu pau mantinha a ereção e então tratei logo de tirar a pouca roupa que a coroa tinha, rapidamente ela estava como nos meus sonhos : nuazinha diante de mim. Um mulherão de mais ou menos 1,80 cm de altura, com a uma buceta de pêlos loiros, aparados e umas marquinhas de sol deixando seu corpo uma tentação sem tamanho. Me abaixei aos seus pés e ela ficou com as costas apoiada na parede e com uma das pernas sobre meu ombro. Passei a enfiar a língua naquela grutinha rosada , rodeada por pelinhos loiros. Que tesão! Chupei, lambi e penetrei sua buceta com minha língua. Acredito que ela gozou na minha boca, pois os seus líquidos aumentaram junto com seus gemidos.

Não agüentando mais disse que queria meter na sua buceta gostosa. Ela deitou por ali mesmo, no chão do banheiro, e eu mirei meu pau para o meio de seus lábios vaginais. Forcei e meu pau deslizou inteiro para dentro como se tivesse sido sugado. Passei a meter com força e bem rápido, desta forma gozei uma vez. Paramos e continuamos novamente, me fazendo gozar pela terceira vez naquela manhã. E eu queria ainda mais, mas como poderia chegar alguém retornando da praia, ela resolveu parar e dizer que continuaríamos em outro dia.

Fui para minha casa nas nuvens , não acreditando no que eu acabara de fazer. Será que eu havia me saído bem? Eu gozei como nunca e tive um prazer maravilhoso, mas será que ela sentira a mesma coisa? – Pensava comigo mesmo. A resposta ocorreu nos encontros continuados que tivemos em outros dias. Ou eu havia me saído bem ou ela apenas curtia a aventura de transar com um homem mais novo. Depois desta temporada de verão acabei ficando ausente da praia , devido a um namoro que durou 4 anos e como nossas cidades ficam longe nunca mais a vi.

Hoje fazem uns 10 anos que este fato ocorreu, nesta época do ano, e imagino como ela deve estar... Será que continua gostosa?

Conto erótico recebido por email - autor Alexandre

Nada Melhor que Uma Coroa

Oi! Vou me chamar de LEO ( nome fictício). pois bem tenho 17 anos moro no rio de janeiro e sou tarado por coroa ..vou relatar um fato que ocorreu no meio desse ano quando sai com meus amigos para comemorar o meu aniversario chegando a uma choperia começamos a tomar umas e outras e de repente avistei um coroa que não era lá essas coisas, não era nem gostosa nem ruim, era no padrão certo. Trocamos olhares e de repente ela me chama até sua mesa na qual eu fui sem me fazer de rogado.

Chegando lá pediu para que eu me sentasse, começamos a conversar e ela me fez várias perguntas ate que eu, não agüentando mais, falei que estava doidinho para beijar aquela boca carnuda. Sua resposta foi que eu demorei em fazê-lo e logo estava atracado com ela. Logo perguntou se eu não gostaria de ir a um lugar mais aconchegante.

Fui até a mesa de meus amigos e avisei que talvez fosse para casa direto. Sai e fui até o carro dela, e fomos dar uma voltinha, paramos na praia, tomamos uma água de coco e ela falou que estava morrendo de tesão, então fomos para um motel

Eu não estava acreditando, seria o meu melhor presente de aniversário. Chegamos lá ,ela deitou-se na cama e comecei a despi-la. Dei um chá de língua como adoro fazer, beijei todas as partes do seu corpo e quando cheguei na sua xotinha fiquei maravilhado. Que xotinha gostosa. Chupei durante uma meia hora, ela já tinha gozado na minha boca e implorava para eu meter nela. Eu falei ainda não falta, o cuzinho chupei. Coloquei um dois três dedos no cuzinho dela, ela falava: - Vem meu macho! Mete em mim, não agüento mais de tesão.

Eu falei calma,,agora é a sua vez; Então ela agarrou meu pau e chupou até que eu gozei na sua cara. Depois de refeito fui fode-la e ainda dei mais um banho de língua na coroa. Ela ficou maluca e estava subindo pelas paredes. Coloquei ela de quatro e meti de uma vez na buça dela. Fiquei fodendo a xota dela durante uma meia hora.

Depois foi a vez do cuzinho. Fui colocando e quando entrou tudo olhei para ela e seus olhos brilhavam como pérola, dei um tempo com meu pau no fundo do cuzinho até que se acostumasse . Depois comecei bombando até que não agüentando mais gozei dentro do cuzinho dela. Descansamos e saímos do motel as 9:30 da manhã do dia seguinte.

Conto erótico recebido por email - autor preferiu se manter anônimo

Transei com o Coroa da Vendinha

Conheci Osvaldo quando fiz quinze anos. Ele trabalhava em uma vendinha, tinha uns quarenta anos era baixinho e barrigudo. Nada nele parecia atraente a uma mulher e eu nem pensava nele como homem, afinal para mim ele não passava de um coroa.

Viúvo, fora casado por um longo tempo e do relacionamento sua esposa lhe deixara dois filhos, um de 19 anos e outro de 17. Assim como o pai também não tinham predicados que lhes fizessem interessantes aos olhares femininos.

Nesta época eu era praticamente uma viciada em doces, comia vários por dia, alternando entre torrones, doces de leite, doces de amendoim, chocolates e etc. Devido a esse meu vicio freqüentava com habitualidade a vendinha , pois ficava na minha rua e os doces eram baratinhos.Seu Osvaldo era um velho sozinho e às vezes, quando eu entrava no seu comércio o flagrava tomando uma pinguinha. Animado pelo álcool se atrevia a fazer alguns gracejos para mim.

- Aaahhh se eu fosse mais novo hein?

Quando ouvi suas gracinhas pela primeira vez fiquei um pouco assustada, afinal aquele cara tinha a idade para seu meu pai, mas aos poucos fui seduzida pelos “brindes” que ele me dava sempre que eu comprava um doce, às vezes umas balinhas, uma barrinha de chocolate, e por isso acabei nem ligando mais para as bobeiras que ele falava.

Comentei o que acontecia com uma vizinha, minha amiga de dezesseis anos, e ela me mostrou uma senhora toda empertigada que sempre passeava com seu cãozinho por ali.

- Ta vendo aquela mulher? Ela é amante do Osvaldo da vendinha. Todo final de tarde, assim que ele fecha as portas, ela adentra pelo portão ao lado e ficam fazendo safadezas em um quartinho que ele tem nos fundos.

Achei aquilo interessante e perguntei como ela sabia disso. Então me contou que seus pais pediram para ela comprar um quilo de açúcar para um bolo de chocolate e quando chegou na venda já estava fechada. Temendo não comer a guloseima naquela noite, entrou pelo portão lateral para pedir ao seu Osvaldo que lhe vendesse o açúcar, mas fora surpreendida pelos gemidos que vinham de um puxadinho.

Curiosa espiou pela ventarola de uma janela e viu a senhora debruçada sobre uns engradados de bebidas com o vestido erguido acima de seus quadris e o Osvaldo lhe arremetendo com força por trás. Imaginou que talvez o pênis dele fosse grande, pois a senhora gemia sem parar, não sabia se o que ela sentia era dor ou prazer. Em outra oportunidade, já não procurando produto algum para comprar, espiou novamente e com os olhos arregalados me contou que viu a senhora ajoelhada aos pés de Osvaldo, segurando com as duas mãos o pênis dele e chupando com vontade. Só parou quando a porra começou a vazar pelos cantos de seus lábios.

Naquela noite, fiquei rolando na cama antes de dormir, pensando na cena que minha amiga me descrevera. A boca da senhora chupando sem parar, levando estocadas por trás debruçada nos engradados de bebidas. Não sei por que, mas me masturbei pensando naquilo antes de adormecer.

Sabendo dos horários que os encontros aconteciam, decidi usar o exemplo de minha amiga e espiar da mesma forma o casal transando nos fundos do quartinho. E dito e feito. Entrei pela lateral do bar já pensando que se fosse pega diria que queria comprar algum produto. Mas não foi o que aconteceu. Assim que entrei alguns metros pelo corredorzinho já podia ouvir alguns barulhos e, por trás da janela, pude ver eles se beijando enquanto ele a bolinava toda. A senhora foi empurrada para uma mesa que ficava encostada na parede, ergueu o vestido, colocou a calcinha de lado e pude ver o Osvaldão a penetrando com força. Da onde eu estava não podia ver o pinto dele, só o rosto dela se contraindo a cada estocada. Eles ficaram assim por um longo tempo até que gozaram, se arrumaram e eu tive que sair correndo para não ser pega.

Daquele dia em diante já não era indiferente aos gracejos de Osvaldo.

- Se no meu tempo, tivesse uma vizinha loirinha e bonita assim eu não perdoava... – dizia ele.

Eu sentia uma quentura por dentro, acho que corava e saía pensando no pinto do seu Osvaldo. Será que aquela cara da senhora era de dor? Será que seu pinto era realmente grande? Tentava adivinhar o tamanho e olhava para as calças dele procurando avistar alguma coisa e ele então, acho que percebeu que alguma coisa mudara em mim. Seria meus olhares ou meu rosto corado? Como se tivesse sido incentivado passou a ser ainda mais atrevido.

- Nossa, esse seu vestidinho deixa seus peitinhos uma delicia heim?

Achei aquilo um absurdo! Como um coroa daqueles me falava uma coisa dessas? Saí da venda me sentindo toda tremula Como ele dirigia palavras tão grosseiras como aquelas a uma menina como eu? Que indecência! Imaginei o seu pinto duro e uma vontade louca me invadiu. Cheguei em casa e pensamentos lascivos tomaram conta de minha mente. Livrei-me das roupas e , deitada na cama com as pernas abertas, enfiei os dedos entre os lábios da minha vagina, Eles já estavam molhados e pegando fogo. O orgasmo veio intenso, me fazendo erguer os quadris da cama desejando que o pinto de Osvaldo desse uma última arremetida dentro de mim enquanto gozava.

No dia seguinte decidi que tinha que parar com aquilo, não agüentava mais fantasiar com o velho do Osvaldo. Juntei todos os meus trocados, tomei um banho me perfumando toda, coloquei um vestido que marcava meu corpo e fui para a venda.

- Boa tarde Osvaldo, eu quero um engradado de refrigerante. – Pedi a ele.
- Pois não garota, vou pegar um geladinho aqui para você...
- Não, eu quero um sem gelo, daquele lá de trás. – Disse apontando para o fundo do bar.

Ele me olhou com uma expressão curiosa, provavelmente adivinhando meus pensamentos libidinosos, e gritou para dentro da venda:

- Toninho, o Toninho, fica aqui na venda que eu vou até lá no estoque. – dizendo isto pediu para que eu lhe seguisse.

Assim que entramos no quartinho ele parou e ficou me olhando esperando algum sinal que liberasse sua investida. Neste momento me senti um pouco tímida e virei de costas para ele, que aproveitou e se aproximou me abraçando por trás. Pude sentir seu pau duro me cutucando as nádegas e lembrei dele transando naquele mesmo quartinho. Seus lábios passaram a beijar meu pescoço e joguei a cabeça para trás aproveitando aquele carinho gostoso enquanto procurava seu pau com a mão. O agarrei e me deu uma vontade louca de chupá-lo.

Então me abaixei e o tirei para fora. Seu membro estava pulsando e duro como pedra. Eu arregacei a pele que cobria seu cacete descobrindo uma cabeçona roxa e brilhante. Aproximei minha boca e senti um cheiro forte de suor, antes de engoli-lo pela metade. Com ele dentro da boca o acariciava com a língua enquanto mexia nas suas grandes bolas. Fiquei fazendo movimentos o colocando para dentro e para fora da minha boca até sentir que ele iria gozar. Tirei – o da boca segundos antes dele jorrar toda a sua porra que caiu ao meu lado.

Levantei-me, satisfeita e dando por encerrado a minha aventura sexual quando ele disse que queria retribuir o prazer que eu lhe proporcionara. Dizendo isto, me colocou em cima da velha mesa onde ele comia a senhora, ergueu meu vestido e colocou minha calcinha de lado. Não opus resistência, afinal uma chupada não serial tão mal.

Osvaldo, então, se abaixou e colocou sua cabeçona entre minhas pernas passando a língua nos meus pentelhos loiros. Minha vagina já expulsava a grande quantidade de líquidos que a excitação pela situação gerava.

- Que delicia, ela tá molhadinha, olha só.
- Fica quieto e chupa logo – Ordenei autoritária.

Sua língua espalhava a saliva por toda a extensão da minha bucetinha. Às vezes, ela tentava me penetrar, me fazendo senti-la em movimentos circulares nas paredes internas da minha vagina. Que loucura eu estava fazendo! Eu apertava sua cabeça desejando que ele entrasse todo dentro de mim. Quase não agüentei de tesão quando senti minhas pernas terem tremores involuntários que foram crescendo e subindo até explodirem em um orgasmo incrível e diferente de outros que eu já sentira. Osvaldo continuou me lambendo, até eu pedir para que ele parasse.

- Agora deixa eu meter nessa bucetinha, deixa? – Pediu o velho Osvaldo.
- Não , hoje não posso , tenho que ir para casa antes que alguém venha atrás de mim.

Dizendo isto ajeitei minhas roupas e fui embora correndo. Assustada comigo mesmo por ter me permitido transar com um cara como seu Osvaldo. Como eu dera para um cara mais velho e sem me sentir atraída fisicamente por ele? Com tantos gatinhos por ai... O que uma vontade reprimida não é capaz, né? Duro foi agüentar as insistências investidas dele querendo transar comigo de novo...

Conto erótico by Postadora

As Histórias da Angel

Meu nome é Angélica, mas meu apelido é Angel... Hoje tenho 19 anos e vou contar a minha história para vocês. Cresci ouvindo de minha mãe que sexo é a melhor coisa do mundo, ela mesmo dava para qualquer um a toda hora. Eu mesma nem conheci meu pai. Como minha mãe não tinha condições de me criar, me mandou para ser criada pelo irmão dela, que na época ainda era casado e sem filhos.

Saí de Minas com 18 anos e vim morar aqui para poder continuar a estudar. Meu tio, que estava com 54 anos na época, me tratava super-bem, me paparicava me comprando sempre roupas, sorvete, me levava ao cinema e etc. Eu achava que ele fazia isso por não ter tido filhos e ficava feliz. Eu só achava meio estranho, pois ele dizia que meninas não deviam usar sutiã, que isso era coisa para velhas com o peito caído.

E só me comprava camisetinhas brancas bem fininhas que praticamente mostravam tudo dos meus peitos. Eu ficava muito envergonhada, mas não podia fazer nada a não ser agradecer os presentes que ele me dava. Afinal eu tinha ido para casa dele só com um saco de supermercado com poucas roupas. A gente ia jantar e sempre quando a esposa dele estava na cozinha trazendo as comidas, ele ficava encarando meus seios com cara de tarado, que chegava a lamber os lábios. Eu sentia que ele ficava passando a mão no pau dele por debaixo da mesa.

Ficava tão envergonhada que os biquinhos dos meus peitos ficavam duros na hora piorando mais ainda minha vergonha. Quando minha tia chegava ele disfarçava mas sempre que podia olhava meus bicos duros roçando na camiseta com os movimentos que eu fazia para comer. Naquela noite, escutei minha tia brigando com ele. Chamava ele de velho safado, que as roupas que ele me comprava eram indecentes. Que a camiseta que eu estava no jantar era tão transparente que dava para ver até a cor dos meus bicos e etc. Lembrei da frase da minha mãe: Homens são todos uns tarados.

Uns meses depois meu tio se separou dela e foi aí que tudo começou a acontecer. Ficamos só eu e ele morando na casa. Ele passou a se atrever para cima de mim cada vez mais... Quando um dia eu voltei da escola, ele estava com um velho amigo dele na sala vendo um filme pornô. Eu não sabia o que fazia de tanta vergonha, só dei boa tarde e fui para o meu quarto. Ele veio atrás de mim e pediu para eu colocar uma daquelas camisetas e servir uma cerveja para eles.

Fiz o que ele me mandou e ao servir os dois quase comeram meus peitos com os olhos... Ao servir meu tio ele encostou o copo de cerveja de propósito num dos meus bicos que ficou logo duro pelo gelado. O calor estava insuportável e pedi se podia sair para tomar um banho. Meu tio me mandou sentar e assistir o filme com eles. Eu resisti e disse que não gostava daquilo. Ele se levantou e me sentou a força. Eu olhava o chão e ele me mandava ficar olhando o filme.

Depois de alguns minutos o escutei falando para o amigo dele: Olha só os biquinhos dela. Não são deliciosos? O amigo respondeu: E como camarada! E como! Já deu uma mamadinha neles? São tão durinhos que eu to doido para dar uma lambidinha... Meu coração começou a disparar de nervoso quando me olhei e vi que com o calor, minha blusa tinha ficado toda molhada e totalmente transparente. Era o mesmo que estar nua!

Depois de algum tempo vi que eles passavam a mão no pau deles e eu então saí rápido e fui para o banheiro. Acho que fiquei a tarde toda por lá. Quando saí, vi que eles não estavam mais na casa e então comi alguma coisa, fiz o jantar e fui dormir. No meio da noite eu tomei um susto, pois quando acordei, vi meu tio em cima de mim, totalmente bêbado, puxando bem devagarzinho minha camiseta para cima.

Morrendo de pavor eu não abri mais os olhos e achei melhor fingir que dormia. Ele foi subindo, subindo até meus peitos ficarem todos para fora. Acendeu a luz do abajur da mesinha e falou:

-Estou seco para dar uma boa chupada nesses bicos e não passa de hoje. Se você não quiser voltar para a sua mãe fica QUIETINHA!

Começou então a pegar os bicos com os dedos, puxava eles para fora, devia molhá-los na saliva porque eu os sentia todos lambuzados. Apertava mais e mais e com dois dedos ele pegava na pontinha deles e puxava dizendo que queria ver eles bem durinhos para dar uma chupetinha. Uma sensação doida começou a tomar conta de mim. Eu não consigo descrever ela até hoje.

Foi uma mistura de nojo, asco, medo, mas eu percebi que estava achando muito gostoso. Nunca nenhum homem tinha nem passado a mão nos meus peitos. Só tinha dados uns beijos na boca de uns garotos da minha terra. E o pior de tudo é que a parte do corpo que mais sinto tesão é justamente nos biquinhos do meu peito. Quando eu me masturbava, sempre passava um pouquinho de óleo na pontinha deles e ficava passando a ponta dos dedos nos bicos até gozar. Ficava louca de tesão. Bem, depois de meus bicos estarem para lá de duros e salientes, ele passou só a pontinha da língua em movimentos rápidos.

Depois meteu a boca e mamou que nem bebê, sugava eles para fora como se quisesse que saísse leitinho deles. O nojo que eu senti foi virando tesão com o tempo. Até que ele de repente parava e ia embora. Eu abria os olhos e via a porra dele por todo o lençol. Isso foi praticamente toda a noite. Na véspera de eu fazer 19 anos, ele me ofereceu uma bebida no jantar e disse que era para eu ficar mais alegre.

Que eu ia dormir melhor e mais rápido, pois ele tinha um presente maravilhoso para mim, depois que a meia-noite entrasse. Eu bebi e até que gostei. Comecei a ficar meia zonza depois do terceiro copo e não me lembro de mais muita coisa. Só lembro de estar já na cama. Apaguei logo e não sei quanto tempo depois, acordei toda amarrada e nua! Ele disse que já estava há mais de meia hora ali fazendo de tudo comigo... Meus bicos do peito estavam tão duros, mas tão duros que ele deve ter mamado uma meia hora sem parar...

O safado percebeu que eu fico louca de tesão nos biquinhos e me excitava demais por aí... Como eu era virgem, ele fez de tudo comigo, mamou meus bicos, colocou a pica para fora e vi que era grossa e estava toda lambuzada. Passou ela na minha cara e me obrigou a chupar a cabeça... Me dava ordens: Mama a cabecinha... Isso. Passa a ponta da lingüinha no meu caralho. Isso sobrinha putinha ... Mama gostoso. Suga a cabeça e chupa bem...

Passou ela toda melada no meu peitinho. Pincelando cada bico. Arreganhou minhas pernas mais ainda e ficou horas mamando meu grelinho. Abria minha bucetinha e o grelinho pulava bem para fora e ele passava a ponta da língua nele para eu ver. Enfiava a língua na portinha, lambia lá por dentro. A frase da minha mãe veio de novo na minha cabeça.

E me vi ali, com o irmão da minha mãe, um velho de 55 anos em cima de mim me lambendo, mamando, me chupando toda e eu arreganhada... Minha buceta toda aberta para ele, meus bicos duríssimos pulavam pela minha respiração ofegante. Totalmente pelada e indefesa para aquele velho safado e tarado. E eu, já com 19 anos, adorando aquilo tudo que me deixava completamente maluca.

Meu corpo todo latejava e a idéia de ele ser bem mais velho que eu me deixava mais excitada. Comecei a me sentir uma putinha bem safada e percebi que ia querer aquilo todos os dias. Senti vontade de falar isso para ele, mas fiquei com medo. Ele gozou na minha boca e mandou-me engolir tudinho.

Depois me desamarrou, encostou as costas na cama, me encaixou no meio das pernas dele, e eu de costas para ele deitei no seu peito. Ele tinha trazido o espelho da cômoda para ficar bem em frente da gente. Mandou eu arreganhar as pernas para ver a bucetinha pelo espelho. Colocou uma porção de saliva nas mãos e começou a acariciar meus seios me mandando olhar pelo espelho para me excitar. Eu fiquei cheia de tesão com aquilo.

Mandou eu encher meu dedo com a saliva dele e começar a bolinar meu grelinho me masturbando. Perguntou se eu estava gostando e eu com medo disse que sim. Isso minha criancinha... Titio vai te fazer ficar louquinha todas as noites de tanto que você vai gozar. Esses biquinhos vão ficar maiores de tanta mamadinha...

Goza para o titio goza putinha safada. Tá gostando do titio fazer essas coisas todas com você? Claro que está. Antes de você acordar, titio mamou direto nesses biquinhos durinhos e você gemeu gostoso, titio ficou maluquinho e lambeu essa xoxotinha todinha. Tava molhadinha de tesão. Sabia que assim que coloquei os olhos em você titio ficou maluco? Vai se masturbando... Aquela velha só me atrapalhava.

Eu queria já ter feito isso há mais tempo em você sua putinha. Eu ficava maluco de ver toda hora esses peitinhos nas blusinhas que eu comprava. Eu fazia de propósito para poder ver esses biquinhos duros quase rasgando a camisetinha. Uhmm que vontade eu tinha de rasgar e cair de boca nesses bicos e mamar até cansar.

Amanhã a gente vai comprar umas camisolinhas brancas todas transparentes e você só vai usar isso para dormir, viu? Uns shortinhos bem curtinhos para por essas popinhas arrebitadas para fora e bem apertadinhos que eu quero ver marcar a rachinha da tua xoxotinha. Eu escutava tudo aquilo e ficava cada vez mais louca!

Me sentia uma putinha ninfeta bem safada doida para fazer tudo aquilo para deixar ele mais doido por mim. Até que eu gozava do corpo todo estremecer e ele me soltava para enfiar a língua toda dentro da minha xoxota e puxar o caldinho de lá de dentro e saborear com cara de tarado na minha frente. Isso passou a ser nossa rotina de todo dia.

Ele inventa tanta sacanagem gostosa de fazer que não tem como não ficar todo dia excitada. Eu respiro sexo e safadeza todos os momentos do dia... No início ele me obrigava a fazer as coisas, mas depois de algumas semanas, eu acabei ficando tarada e bem putinha ... Adoro as sacanagens que ele faz comigo.

Morro de tesão. Todo dia ele inventa uma putaria para fazer. Trás os amigos velhos dele, trás umas putinhas ninfetas da rua. Filma tudo e a gente faz sempre uma suruba bem gostosa. Um dia ele trouxe a Jack para morar com a gente que é uma piranhinha de rua. Ela tinha 19 anos. Ele me fazia mamar o grelo dela, ficarmos bastante tempo mamando os biquinhos uma da outra e ele batendo uma punheta olhando...

Ele é tarado em bicos de peito de meninas e como eu também sou, o tesão nosso é de endoidecer. Fico louca quando mamam meus bicos... Faço qualquer coisa! Uma noite, eu não agüentei de tesão, minha amiga putinha estava mamando num bico e meu tio mamando bem gostosinho o outro...

Quase pirei e foi nesse dia que meu tio tirou meu cabaço, da xotinha e do cu enquanto a Patrícia me chupava toda... Foi uma delícia! Eu jamais me acostumaria a ficar um dia sem uma sacanagem dessa. Fiquei com tara em homens bem mais velhos, garotas novinhas e lésbicas velhas também! Quanto mais o cara for velho mais me dá tesão...

Eles ficam babando quando pegam nos meus peitinhos e bundinha... Enfiam o dedo na minha xoxotinha, lambem meu grelo, meu cuzinho piscando. E alguns o pau nem sobe mais, mas meu tio me manda dar uma mamada para deixar eles felizes e eu dou uma chupetinha gostosa no pau deles... Ele me faz ficar pelada na janela, me mostrar para os outros. Me manda colocar uma camiseta bem transparente e sair com ele para passear na rua. Fica cheio de tesão vendo os caras olharem sedentos meus biquinhos.

Eles já ficam 24 horas do dia durinhos e bem arrebitadinhos. Ele toda hora que pode passa os dedos e aperta. Em todo lugar! Quando dá, ele levanta ou abaixa minha blusa e mordisca os bicos e dá uma chupada para eles ficarem mais durinhos para os outros verem. Inventa cada história, cada sacanagem que eu, mesmo já acostumada fico às vezes assustada, mas no fim eu deliro de tanto tesão. Já me levou numa boate de putaria e me fez tirar a roupa toda e dançar que nem uma puta sendo bolinada por uns 2O homens.

Vive levando mulheres lá em casa e faz com que elas façam de tudo comigo enquanto ele bate uma punhetinha. Leva garotinhas novinhas, velhos, gringos que ele conversa no meio da rua. Tudo que uma pessoa pode imaginar é pouco para o que a gente já fez. Eu tenho milhões de histórias para contar! Milhões! E adoro escrever sobre isso.

Quando achei este blog me excitei sabendo que deixarei outras pessoas excitadas lendo as coisas que acontecem comigo.  Vou escrever mais e aos poucos vou contando as minhas histórias. Gosto de falar sacanagens! Às vezes vou para os chats e me masturbo bem gostoso. Entro em chats de lésbicas e de homens bem mais velhos. Adoooro!

Conto Erótico recebido por email - By Angel
Protected by Copyscape Duplicate Content Penalty Protection