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Os Pés do Priminho


Li uma história contada sobre o ocorrido com um primo de um leitor, e resolvi contar também uma ocorrida ha algum tempo atrás, quando eu tinha mais ou menos uns 18 ou19 anos. Nessa época, Juliano, meu primo, deveria ter uns 18 ou quase 19 anos.

Era alto (para a sua idade), magro, muito bonito e tinhas uns pés sempre eles deliciosos, morenos, bem macios (sinal de que andava pouco descalço), muito bem cuidados e tamanho 40, acho eu. Eu era tarado naqueles pés, e sempre que ele ia ate minha casa, ou eu até a dele, eu dava um jeito de ficar me esfregando naqueles pezinhos.

Ele nunca desconfiava, pois poucos são aqueles que sabem que pode existir alguém interessado nos seus pés. Depois de me esfregar e acaricia-los um pouco, corria para o banheiro, e acabava numa deliciosa e solitária masturbação. Um dia eu estava sozinho em casa, a tarde, e ele apareceu para nos visitar. Apesar de nunca haver passado pela minha cabeça transar ou fazer alguma sacanagem com um primo, naquele dia me deu uma coisa diferente.

Comecei amostrar para ele umas revistas de mulher pelada que eu tinha, e logo o coloquei deitado no sofá, enquanto esfregava meu pau duro ainda dentro do calção, naquela bundinha nova. Ele nada falava, e logo tirei meu pau para fora, mostrando para ele. Ele ficou admirado, dizendo que era grande e tal. Pedi para ele pegar, e ele desajeitadamente segurou meu cacete, enquanto eu ensinava a tocar uma punheta.

Pedi para ver o pau dele, e ele tirou para fora. Era pequeno, não havia sido operado tinha aquela pelezinha sobre a cabeça, e tinha alguns poucos pentelhos nascendo na virilha. Cai de boca e notei que ele estava durinho, sendo que no final saiu um liquidozinho incolor, mostrando que ele havia gozado.

Ficamos nessa sacanagem ate o final da tarde, sendo que coloquei meu pau na sua boca, para ele chupar, o que ele fez desajeitadamente algumas vezes. Tempos depois, eu havia me mudado, e ele apareceu para nova visita. Presumi que ele gostara do que havia ocorrido, pois ele apareceu numa hora que sabia que eu estaria sozinho.

Mostrei para ele mais umas revistas, e disse que curtia muito os pezinhos de mulheres, que me davam muito tesão. Falei que era difícil arranjar mulheres que deixassem eu curtir seus pes, e pedi para que ele me mostrasse os dele velhos conhecidos meus. Quando ele tirou o tênis e a meia, segurei seus pés na altura do meu rosto, e passei a sentir aquele delicioso aroma que exalava do meio de seus dedinhos.

Fiquei lambendo aquela sola macia e deliciosa, enquanto batia uma punheta para aliviar o tesão. Depois de gozar, mandei ele tirar a roupa e dei uma gostosa chupada, ate que meu tabaco endureceu novamente e fizemos um 69, o que nos deixou cheios de tesao. Nunca houve penetração. Apenas ele me masturbava, ou eu a ele, e ficávamos nos roçando.

Muitas vezes ele me procurou, e apenas ele batia punheta para mim. Muitas vezes gozei me esfregando na sua bunda, deixando-a cheia de porra, toda melada. Acho que foi o primeiro pau que chupei para valer, apesar de não ser grande nem grosso ele mal entrara na adolescência. Seus pés sempre me deixavam louco, e ele sabia disso.

Curtimos aquilo por um bom tempo nosso segredo de primos, ate que o tempo nos separou. Hoje ainda me punheto, as vezes, lembrando daquilo tudo. Ele hoje esta casado, mora perto da minha casa, num bairro próximo, mas nunca mais o vi faz mais de 5 anos que não o vejo. Estou louco para encontra-lo e, quem sabe, relembrar os bons tempos. Fico curioso para saber com estará aquele cacete delicioso, e também aqueles pés. Se encontra-lo e rolar algo de novo, eu conto. 

Sei que pode parecer estranho para vocês eu curtir os pés de homens. Na verdade, curto de homens e de mulheres sou casado ha 4 anos. Mas sempre gostei, desde pequeno, e nunca soube o por que. Achei que era anormal pelo menos por gostar de pés de homens, pois de mulheres eu tive um amigo que também gostava. Ate que descobri, na web, que existem milhares como eu...

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Tarada Aprisionada por Três

Como eu queria. Ser seqüestrada por um rapaz com cara de mau, levada para o cativeiro e descobrir que lá seria obrigada saciar os seus mais íntimos desejos e claro com a participação de mais dois de seus parceiros.

Queria que tudo fosse preparado como um ritual, onde a oferenda fosse eu. Totalmente nua, velas espalhadas por todo local, os caras de mau me olhando como quem quer me devorar. A luz se apaga, ficam apenas as velas acesas, estou à espera não sei do quê. O meu raptor começa a me dar as ordens.

1º) - Deite-se. - Eu obedeço.
2º) - Agora relaxe e deixe o resto conosco.

Sinto a presença dos três se aproximando do meu corpo. Começo a sentir o toque deles em mim. Um começa a dar pequenas mordidinhas nas minhas coxas, outro passa a língua delicadamente em meus seios, o outro mais atrevido coloca seu dedo contra minha buceta. Ai estou começando a me excitar. Eles começam a querer tudo mais rápido e de forma mais violenta. Sem querer estão me matando de tesão.

Sinto uma boca chupar o bico do meu seio com força. Agora não é apenas um dedo, aos poucos ele penetra, um, dois, três e começa a fazer movimentos rápidos. O outro me lambe completamente, muitas vezes me sugando. Agora me viram de quatro. A brincadeira finalmente vai começar. Sinto um pau quente e duro entrar na minha boca. Aproximadamente 22 cm, minha boca não consegue alcançar todo, mas chupo com vontade. Nesse momento outro cacete ainda maior e duro feito uma tora roçando em meu rabinho.

O outro capanga desliza por baixo do meu corpo e sinto uma verdadeira arma, calibre 38 se é que pode existir, roçando minha bucetinha. Pensei, hoje literalmente estou fudida. Chupo aquele caralho delicioso, enquanto sinto minha buceta sendo invadida por esse cacete absurdo, enquanto na parte de trás meu rabinho está piscando para ser fudida também.

Estou sendo penetrada por três ao mesmo tempo, tudo o que eu sempre quis. Deixei todos os meus tabus de lado e me entreguei como uma vagabunda, puta mesmo a aqueles deuses maravilhosos. O que estava com o caralho na minha boca gozou tanto que quase engasguei. Mas os outros dois estavam me fodendo de todo quanto é jeito, pela frente por trás, gozavam em cima de mim, me faziam chupar de novo e foda-se, melhor dizendo, fodam-me.

Depois de saciados, para minha surpresa, entra no local um homem de mais ou menos 1,95 de altura totalmente nu. Já pude ver o tamanho daquele caralho. Mais um para me comer. Só que agora eles queriam ficar olhado e batendo uma punheta. O animal me olhou fixamente e disse que agora eu ia conhecer um caralho de verdade.

Sem me dar tempo algum me puxou já abrindo minhas pernas e enfiou sua língua totalmente dentro da minha buceta. Que língua enorme, ele ficava rodando ela e me sugando. Gozei em sua boca. Em seguida anunciou, ela está pronta. Me virou de quatro e enfiou toda aquela tora dentro da minha bucetinha que já estava enorme.

Colocava tão forte que eu quase perdia os sentidos, foi então que ele tirou da buceta para enfiar no meu rabo, eu não agüentaria tamanho estrago. Ainda bem que ele também concordou e convidou um dos rapazes para ajudá-lo a fazer um sanduíche, ele me comendo pela frente, eu no meio e o outro me fudendo por trás. Foi um delírio, ainda mais quando eu olhava para os outros dois cheios de desejo em me possuírem de novo. 

E assim foram, todos os dias durante minha estadia no cativeiro.

Que pena... Eu Acordei!

Conto erótico recebido por email – by Sonhadora...

Esconde - Esconde

Meu nome é Sandra, tenho 38 anos, 1,69 m de altura e sou casada. Tenho peitinhos pequenininhos, que cabem inteirinhos na boca, coxas grossas, e uma bunda arrebitada, lisinha e redondinha. Dizem que sou gostosa. Costumo usar saias e vestidos, bem curtinhos, e quando ando na rua, sempre ouço muitas gracinhas. Me chamam de tesão, gostosa, tesuda. Outros mais tarados e com menos educação, dizem: que bundão; queria chupar esses peitinhos gostosos; adoraria meter nesse bundão. Fico toda envergonhada, mas ao mesmo tempo, morro de tesão.

E em vez de passar a usar roupas mais discretas, cada vez coloco roupas mais ousadas. Escrever assim, está me deixando tão excitada, que minha bucetinha está toda meladinha de tesão. Tem duas coisas em sexo, muito especiais para mim, e que adoro fazer.

A primeira é chupar pica. Desde garotinha, que adoro fazer um boquete. Lembro bem! Os garotos sempre me convidavam para brincar de esconder. Eu devia ter uns quatorze anos, e modéstia à parte, era a menina mais gostosa da turma. Sempre um deles, se escondia junto comigo, e durante o tempo em que permanecíamos escondidos, eu mamava deliciosamente a piroca de cada um deles.

Isso nunca contei para ninguém. Mas eles sabiam entre eles. Com uns dezesseis anos comecei a namorar meu marido. Ele era muito tímido, e só depois de alguns anos, é que ele começou a segurar meus peitinhos. Um dia, não agüentando mais aquela falta de atitude, enquanto estávamos sentados na varanda lá de casa, coloquei a mão sobre sua pica, e durante uma conversa, fiquei alisando-a por cima da calça.

Quando senti que a rola tinha ficado durona, abri sua calça, e abocanhei a piroca dele. Ele ficou espantado com a minha reação, mas acho que eu estava mamando tão gostoso, que não teve coragem de me deter. Como há muito tempo não fazia aquilo, fiquei cheia de tesão, com o cacete dele na boca. E ele, acho que nunca tinha sido chupado, pois tremia dos pés a cabeça.

Quando estava quase gozando, puxou minha cabeça, para que eu tirasse a pica da boca, mas continuei engolindo ela inteirinha, até sentir os jatos de pôrra quentinha, esguicharem na minha garganta. Bebi cada gota, depois quis beijá-lo, mas ele não permitiu. Fiquei imaginando se você gostaria que eu começasse lambendo seu saco.

Sugar carinhosamente uma bola depois a outra. Ir lambendo lentamente, da base até a cabeçorra vermelha, com a língua bem durinha serpenteando de um lado para o outro, sobre seu caralho. Quando chegar à cabeça, gosto de lamber como se fosse um picolé. Bem devagarzinho, para a língua ir escorregando lentamente na superfície sedosa da pele da chapeleta.

Então, no momento que você já estiver morrendo de tesão, quando sua pica começar a soltar aquele leitinho lubrificante, que vai saindo gostoso, lambuzo a pica inteira com ele, e coloco a inteira dentro da boca. Não sei se consigo fazer isso com a sua rola. Mas com certeza, tentarei engoli-la, inteirinha.

Quero sentir essa pica latejando de tesão, toda enterrada na minha boquinha. Aí, começo a mamar, subindo e descendo minha cabeça, enterrando tudo e tirando, lambendo a chapeleta, e voltando a abocanhar tudinho. Você gemendo de prazer, a pica latejando, e de repente, enchendo minha boquinha de leite quente e viscoso, que eu deixarei escorrer pelo canto de meus lábios, para voltar a engoli-la e sorver o leitinho que escorreu.

Quando a pica estiver sequinha, e limpinha, terminei meu boquete, e se você quiser, adorarei beijá-lo demoradamente, sentir sua língua invadindo minha boca. Meu marido costumava dizer, que eu chupo melhor que qualquer puta. Não sei se é verdade. Mas me dá o maior tesão fazer um boquete gostoso. Você gosta de ser chupado? Sai muito esperma, quando você goza? Você gosta de chupar uma bucetinha? Eu adoro ser chupada, lambida, mordiscada.

Adoraria que um dia, alguém me chupasse e ao mesmo tempo, enfiasse um dedo no meu cuzinho. Eu vi isso em um filme, e desde então sinto a maior vontade fazer igual. Deve ser uma delícia! Digo isso, porque, a segunda coisa que mais gosto, com relação ao sexo, é dar minha bundinha. Engraçado!

Quando eu era adolescente, algumas amigas me diziam que tinham dado a bundinha. Eu dizia que jamais faria tal coisa. Que deveria doer muito. De tanto ouvir falar, fiquei curiosa, e um dia, pedi para meu marido para fazer. No princípio doeu um pouco, e eu pedi para ele parar. Desisti na primeira vez.

Passados alguns meses, saímos com um casal de amigos, e quando fui ao toalete com essa amiga, ela me contou que adorava transar sexo anal. Falou que gozava mais intensamente, quando dava a bunda para seu marido. Disse ainda, que nunca tinha praticado essa forma de sexo anteriormente. Somente depois que casou. Ao voltarmos para casa, novamente pedi para que ele tentasse. Dessa vez não só eu fui enrabada, como daí para frente, eu queria sempre mais.

É lógico que meu cuzinho só conhece a pica dele. Mas acho que se você for carinhoso, e tiver bastante experiência em sexo anal, poderia tentar me enrabar. Eu tenho certeza que vai doer, na primeira vez, mas eu tenho tanto tesão quando estou dando a bundinha, que posso suportar a dor inicial. Porque com certeza, quando a dor passar, vou gozar como louca, com essa pica tirando de vez todas minhas preguinhas.

Gosto de ficar de quatro, e ir rebolando e forçando minha bunda para trás. Sentir a cabeça ir entrando lentamente. Quando essa cabeçorra entrar um pouquinho, você tem que me prometer, que vai ficar paradinho, até que a dor se vá. Quando meu cúzinho se acostumar, então volto a rebolar bem devagarinho, quando a cabeça entrar toda, aí você pode empurrar tudinho, e me comer como um cachorrinho, que fode a cadela no cio.

Será que você vai me machucar? Se você meter gostoso eu vou adorar ficar olhando no espelho, os seus movimentos de macho, fazendo entrar e sair essa pica do meu cúzinho. A rola latejando, meu rabinho mordiscando o intruso, que vai se alojando, e quando entrar tudinho, vou adorar sentir o balanço do saco, roçando na minha bucetinha, me deixando louca de tesão. Ai! Eu gozo tanto que às vezes penso que vou desmaiar.

E não é necessário qualquer manipulação no meu grelinho, ou na minha xoxotinha, não. Eu gozo pelo cúzinho mesmo. Só preciso do movimento da pica, se atritando, mexendo no fundo do meu rabo, para me deixar subindo pelas paredes de tanto tesão. Mas com tudo isso, espero que esse seja o fechamento. Porque antes disso, quero sentir essa tora toda enterrada na minha xoxotinha. Estou torcendo para você ser um macho bem viril, para meter gostoso na minha buceta, sentir esse pau me alargando, abrindo minha xaninha.

Pois eu tenho necessidade de ser fodida com desejo, com furor, com vontade. Estou querendo variar. Não quero uma trepada insossa, sem agressividade, sem tara, sem tesão, como as que dou com meu marido. Quero que você me rasgue, me coloque do avesso, me chupe, me coma, me estupre. Você acha que pode fazer assim? Uma outra vontade que tenho, é poder trepar com dois homens ao mesmo tempo.

Estou louca para virar recheio de sanduíche. Um dia vou falar à respeito desse meu desejo lá em casa. Daqui a algum tempo, acho que consigo fazer a cabeça do meu marido. Se eu não conseguir com ele, você me ajuda? Apesar de todas minhas palavras, de tudo que eu disse, quero que saiba que ainda amo meu marido.

Se algo ocorrer algum dia, vai ser puro tesão, fantasia, sexo. É que aqui nessa carta, me sinto à vontade para falar coisas, que jamais teria coragem de dizer abertamente. Parece uma espécie de magia. Como se eu tivesse certeza, que escrevendo, tudo isso será um segredo inviolável. Tenho tantas fantasias, que resolvi colocar algumas em prática, e torná-las aventuras e não fantasias.

Algumas já realizei, mas nunca chegaram ao ponto de uma trepada. No próximo e-mail escrevo contando o que fiz. Foram mais exibicionismos meu, mas que no final, me renderam masturbações maravilhosas, de gozar até quase desfalecer. Se você achar que vale a pena, me escreva novamente.

Prometo que manterei o maior sigilo sobre tudo, mesmo porque, talvez eu necessite mais de sigilo que você. Se for possível me envie algumas fotos suas. Se você quiser, no meu próximo e-mail, enviarei mais uma foto minha para você. Também queria dizer que se um dia você vier ao Rio, gostaria muito de recebê-lo, aqui em nosso apartamento. Não se preocupe com meu marido. Eu invento alguma coisa para justificar a sua visita.

Beijos!

Conto erótico recebido por email - By Sandra

Raptado Pela Estrela Pornô

Silvana era uma gata que todos comiam com os olhos, mas ninguém conseguia chegar junto. Arisca, ela inteligentemente saía da reta sem magoar, deixando todo mundo de pau na mão. Freqüentadora de um barzinho da moda na Lapa, onde vou também sempre que possível, fui apresentado a ela pelo dono do lugar, que era meu amigo.

Percebendo meu jeito despachado, ela ficou perto de mim. Tomamos alguns drinques e, por volta de uma da manhã, pagamos a conta e me ofereci para levá-la em casa. Ela não aceitou porque estava de carro também. Propus então que déssemos uma esticadinha na noite, deixando um dos carros na minha casa.

Deixei o meu e logo que entrei no carro dela, Silvana me deu um super beijo e me pediu para realizar uma fantasia: queria que eu colocasse uma venda nos olhos para que tivesse a sensação de que estava me seqüestrando. Achei esquisito, mas tudo bem. Em nome de uma boa trepada fazemos qualquer negócio.

Já de olhos fechados deixei-me levar. Às vezes ela apoiava a mão direita em minhas pernas tocando de leve no meu pau que estava ficando em ponto de bala com aquela brincadeira toda. Achei que fôssemos para um motel, mas me enganei. A brincadeira teria um outro cenário.

Ela só tirou a venda na garagem do prédio dela. Subimos nos agarrando no próprio elevador. Silvana morava na cobertura com uma linda vista e direito a piscina. Logo estávamos nos deliciando com duas taças de vinho bem gelado. Silvana me confidenciou que tinha pensado em fazer arte comigo há muito tempo, desde a primeira vez que tinha me encontrado no tal boteco.

Mas as fantasias estavam apenas começando. Silvana pegou uma filmadora e me pediu para filmá-la enquanto se despia. Ser estrela por um dia é o máximo, brincou. Depois, deitada na cama em diversas posições, eu continuava gravando tudo até que ela começou a bater uma siririca. De pernas abertas os dedinhos iam e vinham numa velocidade impressionante sobre o clitóris.

Meu pau já latejava de tão duro e ela, verificando o volume que se formava dentro da minha calça, pediu para armar a câmera no tripé e me juntar a ela com volúpia. Enquanto me beijava, Silvana foi tirando minha roupa e cueca e avistou meu cacete. Sem pestanejar, caiu de boca chupando minha pica e meu saco. Virando-se, ela conseguiu encaixar a xoxotinha bem no meu rosto. Caí de língua, fazendo-a gemer e delirar de prazer.

Enquanto eu mordiscava o clitóris, ela pulava. Sem demorar, teve dois orgasmos. Antes que eu gozasse, virei-a e encaixei meu pinto na xana totalmente lubrificada. A cada estocada, me puxava para dentro e pedia para fodê-la bem gostoso. Silvana gozou novamente e, quando minha vez chegou, ela quis chupar para sorver meu esperma. Enchi a boca da gata de porra e, claro, ela não desperdiçou uma gota sequer.

Para relaxar, tomamos mais vinho e ficamos nus na piscina, brincando e nos acariciando. Quando voltamos para o quarto, pegamos a filmadora e resolvemos partir para o segundo ato de nosso filme erótico. Começamos com um sessenta-e-nove e, depois, com auxílio de lubrificante, coloquei-a de quatro e comi aquela linda bundinha apertada. Vai devagar com esse troço, não sou profissional, avisou. A princípio, ela reclamou um pouco da dor, mas logo se acostumou com meu membro enterrado no cuzinho e ficou rebolando e falando palavrões. Muito ágil, a mão dela dedilhava o badalinho e acariciava minhas bolas. Gozamos simultaneamente e fomos tomar outro banho.

Mais tarde, antes de ir embora, ela me pediu a saideira na base do sexo oral. Tudo devidamente filmado. Gozamos um na boca do outro. Uma delícia de buceta.

Em outras ocasiões, fizemos mais loucuras, desde aquela rapidinha na estrada até um ménage com Graça, uma amiga minha que convidei para curtir conosco. Mas essas histórias deixarei para escrever em outras ocasiões.

Conto erótico recebido por email - By Andarilho

Fantasia Real

Se você não está sozinho agora e nem vai poder ficar, deixe pra ler esta mensagem mais tarde, com o quarto trancado. Hoje, quando terminei de ler sua mensagem, eu não me sujei e nem fiquei molhada, fiquei completamente excitada. Eu havia acabado de sair da piscina, ainda estava com o corpo quente do sol e após a leitura, o calor no meu corpo se tornou insuportável me obrigando a ir direto tomar uma ducha.

Optei por uma ducha morna. Eu o sentia bem próximo de mim. Você havia conseguido expressar com muita naturalidade e clareza, todo o tesão que estava guardado em você, e isto me contagiou. Me dirigi ao banheiro completamente excitada, apaixonada e saudosa do homem amado e do corpo másculo e forte que fode como ninguém.

Entrei no banheiro com o corpo mole e afogueado, tranquei a porta e me dirigi ao box. Abri o torneira e deixei que a água caísse lentamente sobre meu corpo na esperança de que eu fosse esfriar, mas como já disse, eu o sentia muito próximo e não pude evitar o que vou narrar a seguir. A água caia morna sobre mim de uma forma gostosa.

Escorrendo da minha cabeça para os meus ombros, as minhas costas, chegando até a marquinha branca que o biquíni havia deixado na minha bundinha e depois escorria pelas minhas coxas abaixo. Isto me deixou ainda mais excitada. Resolvi então deixar que ela escorresse por sobre o meu rosto e do rosto, ela rumou para os meus seios descendo pela barriga e chegando inocentemente na minha bucetinha que a esta altura já estava alagada e dolorida de tanto tesão, de tanto desejo.

Eu estava desesperada, queria você, precisava de você. Fechei os olhos e comecei a imagina-lo ali, naquele box comigo. Comecei a tocar os meus seios como se fosse você que o fizesse. Apertando primeiro o biquinho e depois ele todinho. Podia sentir a sua mão me tocando e a cada toque seu me sentia mais relaxada.

Você me tocava de uma maneira tão carinhosa e faminta que eu mal podia resistir. Então, com os olhos ainda fechados e a mente totalmente aberta, deixei a imaginação correr solta. A medida que você me tocava, eu já podia toca-lo também. Beijei primeiro sua boca e enquanto sua mão acariciava os meus seios a minha depois de um abraço apertado já descia vagarosamente pelo seu corpo até chegar no enorme volume que já explodia sunga afora.

Apertei carinhosamente o seu pau enquanto minha boca descia da sua para sugar o seu peito. Podia ouvir o seu gemido de prazer quando lhe tirei a sunga e abocanhei seu pau. Primeiro só a cabecinha e em seguida ele todinho já estava em minha boca. Não sei como, mas a esta altura você já estava deitado no chão e eu, sem tirar a boca do seu pau escorreguei meu corpo por sobre o seu até encaixar minha bucetinha na sua boca.

Você, com a ponta da língua a provou em volta, lambendo como se fosse um sorvete. Aquilo pareceu deixa-lo enlouquecido, pois logo, e com uma certa fúria, meteu a língua nas minhas entranhas como se quisesse sugar tudo que havia dentro de mim e eu já sem forcas para resistir deixei jorrar o meu primeiro gozo daquela transa na sua boca e quanto mais eu gozava, mais você chupava e novamente explodi em sua boca.

Resolvi soltar o seu pau e retornar com a boca para o seu peito e subindo novamente para os seus lábios enquanto agora, o masturbava com as minhas mãos. Agachada sobre você, fazia com que seu pau escorregasse de um lado para o outro, na minha buceta molhada. Minha língua não parava, eu estava faminta de você, estava sedenta de sexo.

Lambia o seu rosto, beijava a sua boca e sugava com força o seu peito, lhe arrancando gemidos cada vez mais roucos, enquanto minha mão não parava de roçar seu pau na minha bucetinha. Você implorava para me penetrar e minha buceta implorava para ser penetrada, então, sentei-me no seu pau como nunca o havia feito antes e naquele vai e vem frenético, explodimos juntos num gozo que nos levou quase alem da lua. (Eu já havia me masturbado até gozar, mas ainda queria mais. Então continuei em meus devaneios).

Levantamo-nos do chão e resolvemos tomar banho, estávamos exaustos e felizes. Eu esfregava a mim e você a si próprio, até que meu sabonete caiu e tive que abaixar para pega-lo, foi então, que você resolveu esfregar as minhas costas para mim em troca de que depois eu esfregasse as suas. Peguei o sabonete do chão com a bucetinha queimando novamente de tesão.

Não quis olhar para o seu pau, pois sabia que você estava exausto, então resolvi neste momento, para ver se eu relaxava, esfregar as suas costas. Fui para trás de você e comecei o ritual de esfregar o sabão, mas olhando aquelas costas largas e musculosas, não me contive e num ímpeto o abracei por traz. Deixei que meu corpo nu tocasse por inteiro o seu e como quem não quer nada comecei a roçar os meus seus em você enquanto brincava com meus dedos no teu peito e nos teus lábios.

Eu o abraçava forte e me esfregava em você deixado sem querer, claras as minhas intenções, Foi então, que você repentinamente se voltou para mim e num impulso quase instintivo tomou meus seios em sua boca apertando-os e sugando-os tão forazmente que pensei que desta vez você os fosse devorar.

Foi ai, que percebi que sua exaustão já não mais existia e seu pau, já mais duro do que um mastro, aguardava ansioso o toque de minhas mãos com a certeza de que o boquete viria na mesma seqüência. Virei-me, depois de quase enlouquece-lo com minha boca no seu pau, de costas para você. Você lambia a minha nuca enquanto eu, com a mão para traz ainda o masturbava.

Você me chupava a nuca entremeando com pequenas mordidinhas e uma respiração quente que já estava me deixando quase sem fôlego. Mais uma vez virávamos de frente um para o outro e nos beijávamos e nos esfregávamos. Você num determinado momento levantou uma da minhas pernas e mais uma vez sugou o mais intimo do meu ser, indo e vindo com a língua da minha vagina ao meu cuzinho me deixando cada vez mais extasiada.

Virei-me novamente de costas para você e deixei que me abraçasse por traz. Senti o volume enorme do seu pau por entre as minha coxas chegando com a cabecinha até a minha bucetinha, então ajoelhei-me ao chão, trazendo-o carinhosamente comigo, abaixei-me um pouquinho para frente para facilitar a penetração e você sem perder tempo enfiou seu pau na minha buceta que o deixou totalmente molhado então começou a brincar esfregando o enorme mastro da buceta ao cuzinho até ver que tudo já estava totalmente lubrificado.

Eu já estava excitadissima e você não queria mais me deixar implorar, então, vagarosamente, mas com firmeza adentrou o meu cuzinho enquanto eu com meus dedos voltava a penetrar minha buceta numa masturbação suave e eficiente pois no instante em que voltei meu rosto para beijar seus lábios explodi mais uma vez no mais delicioso gozo e olhando nos seus olhos com minha boca ainda na sua , pude ver que você explodia junto comigo, só que desta vez, no buraquinho apertado do meu cuzinho. Foi realmente maravilhoso.

Terminamos de tomar banho. Tudo parecia tão real. Masturbei-me duas vezes no banheiro e quando cheguei ao quarto para me vestir, vi a cama tão arrumadinha e meu corpo estava tão fresquinho e feliz que tranquei-me e deitada na cama masturbei-me novamente. Cara, nunca fiz isto com tanta eficiência como hoje.

É incrível como é fácil gozar quando estou, ou finjo que estou com você. Agora, devo confessar que depois de escrever este relato, estou com a bucetinha novamente implorando por sexo, com aquela dorzinha gostosa e a sensação de que esta abrindo e fechando como se estivesse piscando. Mais uma vez, vou dar a ela, o que ela esta pedindo e vou gozar pra você, com você.

Te AMO.

O que acharam?

Conto erotico enviado por email - autor anônimo

Eu Não Podia Mais Trair Meu Marido. Rumo a Central.

Não há mesmo jeito. Parece que eu acabo atraindo esses acontecimentos. Deve ser por que no fundo eu gosto mesmo. O que vocês acham? Aquele caso com os internautas só serviu para atiçar em mim a velha chama. Senti que ficou faltando alguma coisa. E assim, em casa à toa, começo a querer passar da imaginação a ação e pronto, acontece.

E sempre acontece alguma coisa inusitada, imprevista, o que me enlouquece ainda mais. E em um dia desses eu aqui em casa relembrando, relembrando. Quando vi, estava em frente ao enorme espelho que meu marido colocou no quarto só de calcinha e sutiã e pensei: por quê não dar umas voltas por aí para me excitar com os olhares pidões, com os assovios, etc?

Desta vez coloquei uma saia com uma abertura bem generosa na lateral e saí. Os olhares vinham e iam e eu não sabia ainda para onde estava indo. Eram umas dezoito horas quando vi passar um desses ônibus superlotados em direção ao subúrbio. Entrei em um deles cujo letreiro indicava CENTRAL. Muitos olhares se viraram em minha direção, inclusive os da trocadora que tinha um jeitão meio másculo. Fui me espremendo, espremendo até que alcancei mais ou menos o meio do ônibus.

Logo dois homens que não vi os rostos se aproximaram e foram se encostando a mim, um encostou bem atrás de mim e outro na lateral, justamente na abertura de minha saia. Bom, era aquilo que eu queria, mas fiquei temerosa porque muitas pessoas nos olhavam. Comecei a achar que não foi uma boa idéia e me mexi com intenção de descer. O que estava bem atrás pensou que eu me mexia com a intenção de excitá-lo e colocou o braço entre o meu pescoço e meu ombro, se apoiando com a mão na lateral do ônibus e falou baixinho,

Que loucura de mulher você, heim? Vai pra central?

Estava com medo e um tanto envergonhada, continuei muda. Mas já estava molhada com aquela coisa se esfregando e crescendo atrás de mim. Ele continuava o movimento e percebeu que eu apesar de muda e quieta, estava gostando da coisa. A essa altura eu me sentia toda quente, meu corpo levemente suado, a calcinha entrando mais com a ajuda do suor, a saia levemente levantada pelo roçar do homem e paralisada para que as pessoas não percebessem que eu estava querendo mais.

Só quando eles começaram a conversar para disfarçar foi que eu percebi que eles se conheciam. Hoje tava tranqüilo no banco né Geraldo? Falou o que estava atrás. É, se todo dia fosse assim. Respondeu o outro. O ônibus foi enchendo mais e cada vez nós ficávamos mais no meio e distante da visão dos outros. Percebi que o de trás se desencostava e pensei que ele saltaria; mas não, foi para me tocar com a mão que estava livre.

Sua mão começou suspendendo vagarosamente a parte de trás de minha saia, entre minhas coxas e foi subindo bem lentamente. Eu não tinha idéia de onde aquilo poderia chegar, mas estava excitadíssima para me opor. Parecendo virar-se para o outro o ouvi murmurar, Olha só. Pude sentir o suspiro profundo do outro, o que parecia chamar-se Geraldo, percorrendo minhas costas.

Ele se virou um pouco mais dando a impressão que fazia uma espécie de parede para que o seu amigo pudesse atuar sem que nos vissem. Eu já estava completamente extasiada pela situação. Aquela situação de luxúria fazia com que eu não sentisse o resto do mundo. Aos poucos fui me entregando cada vez mais. O que fazia a parede encostou a mão esquerda espalmada na parte direita da minha nádega, apertou levemente e desceu com um dos dedos onde minha calcinha estava enfiada, até tocar por baixo e encontrar a entrada da minha bucetinha completamente ensopada.

Fez um movimento de que queria entrar com o dedo e eu instintivamente abri um pouco as pernas e ele iniciou um movimento de vai-e-vem com o dedo dentro da minha bucetinha. O de trás puxou suavemente meu braço esquerdo querendo que descesse com minha mão que segurava o ferro de cima do ônibus.

Fiquei com medo de perder o apoio, embora louca para segurar aquela coisa dura, e retive o braço. Pode ficar tranqüila que a gente te dá apoio, pode soltar a mãozinha. Timidamente eu fui soltando minha mão e descendo lentamente meu braço esquerdo até segurar por cima da calça aquela coisa completamente dura. Suavemente ele pegou minha mãozinha e foi colocando devagarzinho por dentro da sua calça cujo sinto se encontrava afrouxado.

Com meus dedos eu fui abrindo caminho por dentro da cueca, por entre os pentelhos e segurei a carne do seu pau que latejava sem ser completamente envolvido pela minha mãozinha ávida e quente. Completamente alucinada, fiz o movimento de masturbá-lo quando ele me envolveu com o braço direito me puxando com um tranco para junto do seu corpo. Você é demais! Eu não sei se segundos, minutos; não sei, sei que viajei me movimentando lentamente, assim, com as pernas entreabertas, com a saia levantada na parte de trás, um dedo enfiado na minha bucetinha, com o braço esquerdo virado para trás, masturbando uma pica quente e dura por dentro de uma calça, dentro de um ônibus superlotado.

Acelerei os movimentos e percebi que o homem ia gozar. Goza. Pensei, mas não falei. O homem gozou babando na minha nuca. Nisso, veio um casal abrindo caminho, passando entre nós e me olhando com cara de censura, o que me conscientizou da situação. Envergonhada e me refazendo fui passando com rispidez sem olhar para trás, para nada, para ninguém e consegui descer.

Nem sequer olhei para o ônibus que partia, atravessei a rua e peguei um táxi retornando para casa. Ao chegar em casa transtornada, entrei no chuveiro e me masturbei gozando alucinadamente. Meu marido quando chegou em casa naquela noite, encontrou-me mais sedenta do que nunca. Que loucura eu posso mais tornar realidade?

Amor Dentário - Conto Erótico

Silvia. Se não me engano era esse o seu nome. Uma mulher experiente do alto de seus 35 anos, um monumento de mulher. Os seios duros e arrebitados como duas pêras maduras a espera de uma boca esfomeada. Suas pernas torneadas e morenas, como se vivesse na praia. Lábios vermelhos e carnudos esbarravam em dentes brancos e bem tratados. O seu rosto e seu corpo, jamais denunciaria o que Silvia passou em sua vida.Casada duas vezes, mãe de dois filhos, um em cada casamento, expulsa de casa aos 16 anos, quando se viu jogada no mundo e se casou com um caminhoneiro bêbado que a maltratava muito. Com ele teve um filho, Pedro.

Mas Silvia não agüentou muito tempo e caiu no mundo com Pedro no colo a procura de um amor, de alguém que tratasse essa bela mulher da forma que ela merecia. Como em um passe de mágica, o amor bateu na porta de Silvia. Ela encontrou Jonas, um empresário rico que não ligou para o passado da bela Silvia e casou com ela. Juntos, Jonas e Silvia viveram anos maravilhosos, tiveram mais uma filha, Raquel.Uma menina doce e bonita como a mãe.Pedro foi criado por Jonas como se fosse seu filho. Estudou em colégios caros na capital paulista e foi fazer faculdade na Inglaterra aonde se casou e só volta para o Brasil nas festas de fim de ano.

Mas, após 15 anos de felicidade, o mal bateu a porte de Silvia novamente. O seu marido, Jonas, faleceu subitamente vitima de um enfarte. Todos os bens do empresário estavam nas mãos de Silvia. A bela mulher agora cuidava dos negócios de seu ex-marido e de sua filha, Raquel, já adolescente com a idade de 18 anos.

E foi nessa época que conheci Silvia. Me chamo Fernando e tenho um consultório odontológico, bastante badalado na Av. paulista. Posso dizer que sou respeitado no meio e que venci na minha profissão. Silvia veio ao meu consultório em uma Sexta-feira chuvosa carregando ao seu lado Raquel. A mãe reclamava de uma dorzinha no siso e a filha veio apenas para fazer uma consulta de rotina. Pedi para Silvia entrar no consultório e me deparei com uma bela mulher a minha frente.

Trajando um vestido negro e com um decote bastante abusado, a bela mulher parecia realmente uma viúva alegre.Ela me explicou o que sentia e pedi para que sentasse na cadeira, que eu a examinaria. Silvia sentou-se, e seus lábios vermelhos foram se abrindo, se entregando todo para que eu pudesse vislumbrar aquele paraíso. Não conseguia pensar nos estudos que tive na faculdade e não conseguia prestar atenção naqueles dentes brancos e bem tratados. Apenas imaginava o meu pau dentro daquela boca, em uma deliciosa chupeta. Foi quando ouvi:

- É muito grave Doutor?
- Ah, acredito que não – respondi ainda meio tonto com a beleza de Silvia.

A bela mulher sorriu e percebeu o meu desejo sobre ela e os meus olhos percorrendo pelo seu corpo inteiro até parar naquele decote ousado que usava, novamente Silvia me perguntou:

- Os meus dentes ficam mais para cima – exclamou um tanto zangada . Me desculpei e prossegui com a consulta até que tive que me aproximar de sua boca e senti a sua respiração forte sobre o meu rosto.

Nesse momento toda a minha vida, a minha carreira não importava mais, joguei longe os aparelhos ortodônticos e a beijei como há muito tempo não beijava ninguém. Para a minha surpresa a bela empresária me respondeu da mesma maneira, com um beijo forte e ardente, onde nossas bocas se encontravam e nossas línguas se trombavam em um doce balanço como o mar. As coisas foram ficando quentes. E em poucos minutos já estávamos nus rolando pelo chão do consultório, minha boca já havia percorrido todo aquele corpo se deliciando com o mel que saia de sua buceta, uma coisa louca

Silvia pegou no meu membro, que já estava explodindo e começou a me masturbar em um ritmo desenfreado, até que colocou a cabeça do meu pau em sua boca e começou a sugá-lo e sugá-lo, aquela viúva me deixava complemente maluco. Peguei Silvia pela cintura e a virei de bruços, com a bundinha arrebitada virada para que eu pudesse desfrutar daquela gruta cheia de prazer, tentei penetrar Silvia em seu buraquinho, mas a bela mulher resistiu bravamente.

Desisti da minha tara pelo seu cuzinho e passei a investir em sua bucetinha já encharcada, foi quando penetrei forte em Silvia que gemeu com toda força. Tapei a sua boca com a minha mão, para que a sua filha e nem a minha secretária pudessem ouvir o som referente ao nosso amor que saia do consultório. Não deu certo, Silvia não parava de gemer. Novamente me esqueci do mundo e comecei a estocar o meu pau naquela bucetinha apertada até que gozei profundamente. Estávamos nos dois deitados sob o chão do meu local de trabalho, quando a porta se abriu e tomamos um susto, era Raquel, a filha de Silvia.

Meus olhos viam uma moça de 18 anos, com um sorriso maroto, os cabelos negros e lisos trajando um vestido rosa, a moça parecia ser uma adolescente muito comportada e ingênua. Parecia apenas. Ao me ver deitado nu ao lado de sua mãe, a jovem Raquel despiu-se do vestido, ficando apenas com uma calcinha de algodão, branca em minha frente. Os seus seios pequenos, os biquinhos rosados, a sua pele macia e o seu rosto de criança novamente me levaram a ereção.

Silvia percebeu o meu entusiasmo e começou a beijar a filha enquanto eu chupava aqueles seios de menina. A garota apenas apreciava e fechava os olhos, sentindo muito prazer, Até que desvencilhando da boca da mãe agarrou o meu pau e começou a chupar como se fosse um picolé. Silvia ria enquanto tirava a calcinha da filha que aprovava tudo com um olhar de tesão muito forte. A bucetinha de Raquel piscava em um ritmo frenético com a sua mãe chupando todo o seu grelo e quem se dava bem era eu, que era sugado por aquela boquinha virgem intensamente.

Agarrei Raquel em meus braços e ameacei penetrar naquele túnel de prazer, que sua mãe já tinha deixado todo molhado para min, mas, para minha surpresa, Silvia me pediu que não fizesse isso, que a penetrasse por trás, gostaria que a filha se casasse virgem. Era um pedido de seu ex-marido, Jonas. Consenti na hora o pedido de Silvia e virei a bundinha de Raquel para min enquanto a menina se apoiava na minha cadeira de dentista.

Preparei bem o buraquinho da garota e comecei a colocar a cabeçinha do meu pau, bem devagar, para que a bela menina não sentisse dor. Foi quando Silvia me empurrou e o meu pau entrou com tudo no cuzinho da menina, que até aquele momento não havia murmurado nada, mas não agüentou e soltou um grito cheio de dor e prazer. Passei a estocar meu pau no buraquinho de Raquel enquanto Silvia beijava a boca de sua filha e chupava os seios da menina.
Gozei de uma maneira mais intensa do que com Silvia, estava comendo o cú da filha da cliente que eu havia acabado de fazer sexo! Percebendo que eu tinha gozado, Silvia começou a se vestir e Raquel passou a fazer o mesmo. As duas se levantaram, abriram à porta do meu consultório e foram embora me deixando nu, sentado no chão de meu local de trabalho. Nunca mais ouvi falar de Silvia ele nunca mais veio ao consultório.

Tentei ligar inúmeras vezes para o telefone que tinha deixado para cadastro, mas ele, e o endereço de Silvia, não existiam. Minha vida continua solitária, me dedico cada vez mais ao trabalho quem sabe uma nova viúva e a sua filhinha desamparada não vem ao meu consultório para fazer uma obturação, por exemplo.

By Doutor po email

Sou Tarada por Policiais

Meu nome é Márcia, tenho 28 anos, sou casada e meço 1,55m. Sou um pouco gordinha, mas os homens acham-me muito sexy, talvez porque lhes agrada a forma como me visto: Gosto de usar saias justas, mas com grandes decotes a terminar na zona das coxas, meias ousadas, de renda e tops justos e cavados a realçar meus seios. Tenho o cabelo loiro, liso e longo. E mais uma particularidade: sou doida por policiais!

Tenho o maior tesão por policiais, de qualquer corporação, mas principalmente os rodoviários! Sempre que vejo um, sinto logo uma grande excitação. Não sei de onde vem esta minha tara, mas a verdade é que sempre que penso nisto, fico toda úmida. É óbvio que o meu marido nada sabe sobre esta minha fixação; porém, por várias vezes, enquanto ele me fode, eu me imagino sendo penetrada não por ele, mas sim por um policial fardado. Excitada com tanta fantasia, decidi mudar o rumo dos acontecimentos, e parafraseando uma colega minha: "Uma fantasia só o é até que aconteça!”. Por isso, decidi contar aqui o que me aconteceu algum tempo atrás. Vou tentar me relembrar de todos os detalhes:

Era um fim de tarde chuvosa de Inverno, em que eu saíra meio desorientada do trabalho, pois meu patrão, um velho imundo, havia me ameaçado dizendo que se eu não colocasse meu serviço em dia, se não parasse de fazer tanta confusão na entrega das mercadorias, me colocaria no olho da rua.
Eu ia a acelerar pela estrada deserta afora quando percebi uma luz azul a piscar e o som de uma sirene, mesmo atrás de mim. Notei que se tratava de uma moto da polícia e o agente fazia-me sinal obrigando-me a parar no acostamento. Pelo espelho retrovisor observei um imponente policial a deslocar-se em direção ao meu carro... Com certeza, iria multar-me!

Ele desceu da moto, caminhou em minha direção e enquanto caminhava, apreciei o volume naquele local do uniforme o qual eu tanto aprecio. Lembrei-me da figura de John Wayne em seus filmes de cowboys machões.

- Boa tarde! Ele saudou batendo a pala.
- Boa tarde! Respondi com a voz trêmula.
- A senhora está com pressa? Escarneceu com uma voz grave.
- Não, senhor agente. Descuidei-me um pouco! Respondi.
- Ah, descuidou-se? Deixe-me ver sua carteira de motorista, por favor!

Imediatamente procurei por meus papéis e gelei ao perceber que haviam ficado todos no escritório, junto com minha bolsa de mão. Meio sem graça, desculpei-me:

- Não sei como dizer-lhe, mas saí tão apressada do serviço que me esqueci da bolsinha onde carrego todos aqueles papéis e o dinheiro. Mas meu nome é Márcia.
- Quer dizer que estás a dirigir sem carteira de motorista? Sabes o que isso significa? Estás transigindo as leis de trânsito.

Não encontrava palavras para justificar meu erro, mesmo porque estava encantada com a figura daquele macho a censurar-me. Era moreno e entroncado. Devia medir 1,80m e tinha uma face bonita, não fosse uma grande cicatriz no lado esquerdo do rosto, o seu ar era um pouco sisudo, como eu gostava, aliás! Não tinha qualquer aliança e deveria ter uns 30 anos, mais ou menos. Fiquei louca por ele e toquei-lhe nas mãos robustas e fortes, quando ele se debruçou sobre a janela do carro.

- Vou ter de lhe passar uma multa por excesso de velocidade, Dona Márcia, proferiu.
Sorridente, conformada e confiante já, disse-lhe:

- Oh! Que bom! Pensei que irias multar-me também por estar com os faróis queimados!
Ele olhou-me, ou melhor, olhou meus seios e afirmou:
- Nesse caso, terei que multá-la por três motivos: dirigir em alta velocidade, sem os documentos e com os faróis queimados. As multas são bem pesadas.

Eu fiz um biquinho fingindo-me de entristecida ante aquela ameaça:

- Não há outra forma de resolvermos o assunto, senhor agente? Desafiei-o olhando diretamente em sua protuberante braguilha e dando uma pequena lambida nos lábios vermelha cereja.
- Que queres dizer com isso? Perguntou reparando bastante em mim.

O seu olhar percorreu-me o pescoço, a face e demorou-se no meu curto top, que fazia adivinhar umas tetas durinhas e alvas. Puxou o talão de multas e começou a folheá-lo, como se fosse uma arma apontada para mim.

- Por favor, já estou com tantas dívidas que faço qualquer coisa para não ser multada.
Minha voz era lamuriosa e eu não podia desviar meus olhos de sua braguilha enquanto me lamentava. E ele notou isso e não fez questão de esconder o volume crescendo naquele ponto.

- Tem certeza de que farias qualquer coisa mesmo?

E enquanto ele falava, guardou o talão de multas, segurou minha mão e verificou o anel de casada.

- Vejo aqui que a senhora é casada... Gosta de cornear teu marido?

Ao dizer isso, aproximou-se tanto da janela do carro que praticamente colocou sua mala estufada a minha disposição. Estava na altura de minha face, portanto não podia mais ver seu rosto. Notando que ninguém nos observava, já que a estrada era muito pouco movimentada, aproximei meu rosto de sua braguilha, procurando sentir o calor que poderia haver ali. Observei o cassetete de borracha preso ao lado de sua cintura e deu-me vontade de lambê-lo.

Suas mãos atravessaram a janela do carro e começaram a bolinar meus seios, praticamente tirando-os para fora do top.

- Gosta de chupar um caralho? Perguntou-me, enquanto bolinava meus seios apertando os biquinhos deles até fazer-me sentir um pouco de dor, mas muito tesão também.
- É o meu sonho,já sonhei diversas vezes que estava sendo alimentada por um policial bem grande através da janela de meu carro.
-Então. O que estás esperando? Acho que tenho o que você gosta. Podes começar.

Ao dizer isso, puxou o zíper das braguilhas que ficaram entreabertas e eu, respeitosamente meti minha mão lá dentro, encontrei muita dificuldade para trazê-lo para fora, porém ele me ajudou: um belo pênis que aumentava gradativamente de tamanho até ficar completamente curvado para cima! Duríssimo, com a cabeça coberta pelo prepúcio mais escuro.

Lambi meus lábios de satisfação, pois meu marido era um nada comparado com aquela maravilha! Devia medir uns 22 centímetros, e sua grossura era impressionante principalmente na ponta! Ele aproximou-se mais ainda de modo que sua ferramenta toda ficou à minha disposição dentro carro. Eu cheirei aquela arma, embriaguei-me de seu odor tão másculo...

Enquanto meus seios eram manipulados por sua mão esperta, aproximei os lábios do cacetão e suguei a ponta dele, sentindo o sabor de macho. Gulosamente enfiei a cabeçona inteira dentro da boca e comecei a degustá-la. Incrível o resultado disso!

Imediatamente, a glande cresceu mais ainda tomando proporções assustadoras! Que caralho maravilhoso tinha aquele policial! Eu sequer conseguia abocanhar mais que a um terço dele! Mesmo assim, chupei-o longamente, aproveitando para masturbá-lo rapidamente antes que surgisse algum carro no horizonte.

Felizmente, isso não aconteceu e após vários minutos fazendo a boca percorrer todos os contornos, desde a base até a ponta úmida, sugar toda a gosma que saia dele, senti que o policial arquejava e se preparava para ejacular.

Ao mesmo tempo em que o chupava, meti minha mão esquerda dentro de minha calcinha e procurei me satisfazer também, ajoelhada sobre o banco do carro e já pensava em pedir-lhe emprestado o cassetete para metê-lo dentro de minha racha, mas me satisfiz com os dedos mesmo.

Logo após te-lo chupado por um bom tempo, começou a mover seu corpo e percebi que estava a fuder minha boca, o caralho a deslizar para dentro de meus lábios em velocidade crescente!!

Avisou-me que iria gozar e me preparei para receber os jatos de porra, e quando isso aconteceu, infelizmente, me atrapalhei toda e seu caralho escapou-me, suas esporradas atingindo meus seios e o interior do carro, o volante, o banco do passageiro, ficou tudo lambuzado! Ele olhou-me meio zangado e disse-me:

- Por que tirou a boca justamente quando eu gozava sua vaca? Veja só a melequeira eu fiz no teu interior do teu carro. Não gostas de porra?

Eu tentava me recompor atabalhoadamente, estava a me recuperar do orgasmo que tivera ao ver os jatos de esperma voando em todas as direções, mas ele segurou minha cabeça e fez-me lamber a porra que havia espirrado sobre o volante do carro.

Depois que eu já havia lambido quase tudo, segurou-me pelos cabelos e trouxe minha cabeça em direção ao seu caralho, ainda bem duro, mas todo lambuzado de esperma na ponta e ficou enfiando-o longamente em minha garganta até que quase vomitei devido ao esforço para engoli-lo inteiro.

Obrigou-me a limpá-lo completamente com os lábios e finalmente quando ele se afastou, pensei que estava tudo resolvido! Satisfeito, guardou aquela mangueira dentro das calças e beliscou-me a bochecha, dizendo que eu era uma grande chupadora e gostaria de “multar-me” novamente no dia seguinte. Porém na próxima vez eu teria que fazer a coisa completa...

Eu o agradeci pela compreensão, afinal havia me perdoado as multas, tentando sorrir, apesar dos olhos estarem ardendo devido aos jatos de mijo que haviam me atingido bem dentro deles.

Quando cheguei em casa, por sorte, meu marido não havia ainda voltado do serviço, de modo que tive tempo de lavar e secar o interior do carro e tomar uma refrescante ducha. Mas o problema é que a partir de amanhã, terei que procurar outra via para chegar ao local de trabalho...

Maldito e delicioso policial. Espero, um dia, encontrar outro patrulheiro com a mesma compleição física e com tesão de sobra.


By Márcia

Carnaval dos Meus Sonhos

Aquele ano haveria de ser diferente. Isso eu havia jurado a mim mesma. Nada mais de passar o carnaval no campo com as crianças, tirando água do poço e comendo pão dormindo. Nada mais também de levar as meninas para aquela praia selvagem e agüentar os mosquitos.

E isso tudo enquanto meu marido gazeteava na Capital, usufruindo (isso sim!) férias de minha pessoa. Os homens gostam de aproveitar as férias dos filhos para ficarem livres de suas caras-metades por algum tempo. Talvez até fosse bom umas férias mútuas, não fossem as meninas. Umas pentelhas. Não me davam sossego.

Viviam no meu pé o tempo todo. Queriam fazer tudo o que eu fazia. Ainda bem que sempre fui esperta. Lembro-me de uma vez na praia, que pra poder dar para aquele mulatão bonito eu tive de ir até quase o alto mar. A nado! Pra depois entrar no botinho dele, mas foi tudo tão apressado, olhando as meninas ao longe, que nem deu gosto.

Não. Aquele carnaval iria ser diferente. A santa sogrinha adoecera (ainda bem!) E o maridinho querido havia viajado com as crianças. Para tomarem a bênção, talvez pela última vez, da vovozinha ( iche!) Seria a minha vez então. Mas eu iria pregar uma peça em todo o mundo. Preparei uma fantasia de gatão e, como sou alta, esbelta, até um pouco ossuda, não foi difícil passar por homem.

Pus uma roupa fechada até em cima e uma máscara, com bigodes e tudo. E lá fui para o baile. Foi um carnaval inesquecível. Tomei logo uma atitude masculina e ao chegar me dirigi ao bar, pedindo uma cerveja. Sentei com as pernas abertas (ufa, que fogo!) e me pus a examinar o ambiente. Quantas gatinhas!

Eu nunca havia tido uma experiência com mulher. Seria o caso de experimentar? Passou perto de mim uma garota de bumbum arrebitado e seios fogosos. Passei a mão no peitinho dela e ela gostou. Estremeceu-se toda. Deu-me uma piscadinha e disse:

— Que gato mais bonito! Vamos fazer uma ninhada?

Saí atrás dela no cordão e continuei a alisar seus seios e seu traseiro. Era macia. Um floco de espuma, redondinha, cheia de carninhas doces. Que gostosinha! Tive vontade de rolar com ela no chão e esfregar minha xoxota na dela, de beijá-la, de acariciá-la... Enfiei a mão em seu minúsculo sutiã e apertei o biquinho, durinho.

Com o dedo, fiz movimentos circulares em seu mamilo, e ela se contraiu de prazer. Agarrei seu seio com a mão, como se fosse uma bola de borracha; ela se largou toda. Como as mulheres são gostosas! Por isso que meu marido era tão safadão. Pensei em meus próprios seios, pequenos, miúdos mesmo, sem aquela maciez de espuma.

Fui empurrando a menina para um canto e logo enfiei a mão por dentro de sua minúscula calcinha lantejoulada. Encontrei sua caixinha molhada. Passei a alisar seu clitóris, primeiro devagar, depois aumentando os movimentos, primeiro circulares, depois para cima e para baixo, e de um lado para outro.

Senti seu grelinho duro, e então introduzi dois dedos em sua vagina. Que quentinho! Ela gozou, ali, em pé mesmo, e me encharcou a mão. Então ela procurou o meu instrumento para me dar retorno e, claro, que não encontrou. Daí subiu sua delicada mãozinha para meu busto e pareceu surpreender-se. Foi aí que me lascou:

— Gatão de meia pataca! Ainda prefiro meu marido!

E saiu dançando na pista me deixando na mão. Fiquei morrendo de vontade, mais ela não me ligou mais. Então foi para perto de uma coluna e fiz uma siririca. Ai, ai, carnaval dos meus sonhos!

Continuei a rodopiar pelo salão. Foi quando vir aquele morenão vestido de Tarzan, com uma tanga que deixava à mostra todo seu aparato. Eta, pedaço de homem! Fui me chegando para perto dele e me agarrei em sua cintura. Sentir seu corpo suado, com cheiro de macho. Fique excitadíssima.

Daí ele se virou de frente para me e me fez virar para o outro lado. Saímos dançando, eu na frente, ele grudado em minhas ancas. Sentir seu sexo duro em meu bumbum. Ele me empurrava com seu cacete, e eu dançava bem devagarzinho, para ele empurrar mais. Daí ele foi me levando para fora do salão, onde havia um belo terraço, cheio de plantas. Era uma noite bonita, quente, de céu limpo. Então ele falou:

— Vem gatão, vem meu gatinho, que eu quero comer seu rabinho.

Eu nada respondi, para ele não descobrir o meu embuste. E ele foi me levando para uns arbustos e me deitou no chão, de bruços. Fiquei bem quietinha. Aí o meu Tarzan mostrou que era um selvagem mesmo. Desceu minhas calças e, sem perceber nada, nhact! Enfiou-me todo o seu calibre no bumbum e urrou como estivesse em plena selva, Eta, égua! Ao sentir o violento cacete, gozei no ato. Ele me deixou toda molhada de seu leite quente e disse:

— Rapazinho mais gostoso! Quero te encontra de novo! Mostra-me teu rostinho, quero te curtir!
Então eu só levantei um pouco a mascara para ele me beijar. Senti sua língua invadir-me a goela! Que beijo de arromba! Ficamos a nos enfiar a língua, um dentro da boca do outro, um tempão.

Mais daí ele se excitou e quis de novo. Então me virei e sentir de novo aquele vigoroso cacete a dilatar meu anelzinho. Dei vários arrancos para trás, para que entrasse tudo, tudo. Mas daí ele procurou meu aparato para uma massagem, e encontrou um xoxota. Teve a maior decepção! Eu resolvi falar:

— Já dei o que você queria?

Ele se mostrou furioso. Deu-me um tabefe na cara e foi-se embora. Que mundo incompreensível! Resolvi então assumir a minha própria individualidade. Tirei a mascara. Tirei a blusa. Fiquei só de frente única. Fui ao banheiro e me maquiei toda. Eu estava em ponto de bala!

Foi daí que encontrei aquele casal. Sair sozinha dançando pelo salão e os dois quando me viram vieram ao meu encontro. A moça me segurou os seios e o rapaz apertou me xoxota. Depois os dois me viraram, ela esfregou a xoxota em meu bumbum e ele se pôs a mamar em meus seios, ali mesmo na pista.

Sugeri que aquele não era o melhor lugar para uma suruba. E eles resolveram me levar para o Aptº. deles. Assim que chegamos ficamos todos nus. A moça era loura, muito bonita e atraente; os pêlos de seu púbis eram clarinhos. Ele era moreno claro, um belo cacete tamanho família, corpo peludo, um pouco atarracado.

Fomos os três para a cama, que era larga e confortável. A moça disse ambos haviam gostado muito de mim, e que era de uma pessoa assim que precisavam para realizar as suas fantasias. Contou que eram recém-casados, mas logo acharam que faltava alguma coisa para completar a sua felicidade. E eu me propus desde logo a ser aquela alguma coisa...

A moça me pegou de frente e começou a roçar seus mamilos nos meus, e a me beijar com seus lábios carnudos e sensuais. Logo também me empernou com suas coxas roliças, e passou a roçar firmemente sua xoxota com a minha. Enquanto isso, o rapaz veio por detrás e começou a roçar seu peito peludo em minhas costas, algo de enlouquecer!

Com suas duas mãos, acariciava também, ora os meus seios, ora os seios dela. Depois ele desceu as mãos e passou a bolinar nossas xoxotas, quase ao mesmo tempo, o que nos deixou ainda mais excitadas. Eu senti seu mastro crescer e procurar meu anelzinho. Relaxei o corpo para que ele pudesse se posicionar. E gozamos os três, juntos! Foi uma melação completa.

Então repousamos uns quinze minutos (já estava quase amanhecendo) e fomos tomar um belo banho de espuma em sua vasta banheira. Os dois me lavaram com todo o carinho, e, enquanto isso, me enfiavam o dedo na xoxota e me beliscavam os seios.Pronto! Eu já estava querendo começar tudo de novo. E começamos. Só que desta vez a moça quis assistir ao meu ato de amor com meu marido.Ele me massageou inteira e me deu um banho de língua.

A moça a tudo assistia e siriricava, acariciando-se a xoxota.Quando nos dois gozamos, eu passei a assistente. Eles fizeram amor de todas as maneiras, desde o papai-mamãe até o sessenta-e-nove. Fiquei excitada de ver tanto gozo. Então os dois, quando já haviam gozado, passaram a me dar prazer em conjunto, subindo e descendo as mãos, mordiscando meus seios, lambendo-os, friccionando-me o clitóris, beijando-me (uma verdadeira loucura!).

Quando me dei conta já eram nove horas da manhã. Então resolvi ir para casa, ver como estavam as coisas. E foi bom, pois meu marido me telefonou para dizer que minha sogrinha havia morrido. Fiz um ar muito triste, mas triste eu estava de ter de ir para lá e deixar meu casalzinho em pleno carnaval. Mas esta é uma história feliz.

Depois do enterro retornamos, eu, meu marido e as meninas. E eu logo telefonei ao meu casalzinho querido do carnaval.Todas as semanas, principalmente nos dias em que meu marido trabalhava à noite, nós três nos encontrávamos. Eu fiz o casalzinho mais feliz e o casalzinho é tudo o que me faltava.

Meu marido, com o luto, passou uma temporada muito desinteressado de sexo. E isso não me fez mal nenhum. Porque sexo, agora, é o que não falta para mim! Estou tão feliz que nem preciso esperar pelo próximo carnaval.


SUELY SANTANA - SÃO PAULO /SP.

Brincadeira com o Vibrador

Esse fato ocorreu em 2006. Estávamos eu e minha ex-noiva indo para Florianópolis, quando ela começou a me relatar os fatos ocorridos nos últimos dois meses, tempo este em que não nos vimos, pois eu havia retornado para SC. Durante a conversa, ela falou de uma amiga cujo marido estava fora do país e por lá ficaria nos próximos três anos trabalhando.

Essa amiga havia comprado um vibrador para tentar suprir a falta que o marido fazia e minha ex noiva a acompanhara até o Sex Shop para comprar o tal brinquedinho. E toda aquela conversa começou a me excitar bastante. Ao perguntar se o instrumento era interessante,ela disse que apenas segurou e ligou, mas que não havia experimentado. Falou que a amiga adorou o brinquedinho e que dava muito tesão. Aquilo foi o suficiente para me deixar excitadíssimo!

Ao perguntar se ela gostaria de ter um foi categórica: “eu adoraria!” Paramos no primeiro Sex Shop que encontramos e logo fomos escolher o seu futuro brinquedinho. Escolhera um com 23 centímetros, bem maior do que o meu pau com seus singelos 17 centímetros. Porém, a largura era a mesma.

Compramos ainda um creme lubrificante, que segundo a vendedora, aquecia os órgãos genitais, provocando grande tesão. Saímos da loja de artigos eróticos e fomos em busca de um motel, pois sempre sonhei em ver uma mulher se masturbando com um vibrador.

No caminho ela ia me provocando, dizendo que iria dar para o vibrador na minha ausência e que eu seria o seu corninho. Meu pau a essas alturas já estava duro, ainda mais depois dela retirar o brinquedinho da embalagem e ficar mexendo nele.

Ao chegarmos ao motel fomos logo para dentro do quarto feito dois malucos. Tiramos a roupa e logo começamos a nos beijar e acariciar. As coisas estavam esquentando. Quando tirei a sua calcinha pude notar uma buceta bastante molhada e sedenta por sexo.

Comecei a chupá-la com gosto, preparando o caminho para a festinha, que estava apenas começando. Não demorou e ela deu a primeira gozada na minha língua. Logo em seguida, tirei o brinquedinho de dentro da sua bolsa e disse que queria vê-la usando aquilo.

Sugeri que eu deveria meter o vibrador nela. Ao introduzir aquele pau de brinquedo em sua buceta, ela chegou a suspirar, dizendo que jamais havia tido algo tão grande dentro de si. Liguei na velocidade máxima e a danada fez uma cara de vadia como nunca havia feito durante a época que estivemos juntos.

Ao perguntar se estava bom ela disse que estava uma delícia e pediu que eu também colocasse o meu pau na sua boca. Não demorou e ela gozou novamente, dessa vez soltando fortes gritos que ecoavam dentro daquele quarto.

Ela foi então virando de lado e pedindo que eu passasse o lubrificante que havíamos comprado. Lambuzei a entrada daquele cuzinho com o lubrificante e fui logo metendo um dedo naquele rabinho gostoso.

Ela se contorcia e gemia de prazer. Tinha um pau de borracha de 23 centímetros metido em sua buceta e um dedo no seu cuzinho. Pediu então que eu metesse meu pau. Tive que me segurar para não gozar e estragar a brincadeira.

Fui metendo meu pau devagar. Ao sentir meus bagos batendo em sua bunda, deliciei-me ao sentir meu pau inteirinho dentro do seu cu, e ao mesmo tempo sentia a vibração do seu brinquedinho que estava fazendo misérias em sua bucetinha.

Em seguida, ela anunciou que iria gozar novamente. Pediu para que eu gozasse no seu cuzinho, junto com ela. Ao pedir isso não consegui mais segurar e larguei jatos de porra quente dentro daquele rabinho

Paramos daquele jeito, extasiados, e curtindo o momento mágico que acabara de acontecer. Durante aquela noite, tivemos ainda vários momentos de loucura.

Infelizmente, o relacionamento acabou. Ela tocou a sua vida em Minas Gerais e eu a minha em Santa Catarina. Sempre lembro com saudades daquela que foi uma das maiores loucuras que fiz em minha vida. Espero que ela esteja feliz onde estiver e usando muito o seu brinquedinho...

Por Cabeção via email


Minha Lolita

Esta éa a história de um homem de 50 anos apaixonado por uma jovem de 19 anos, envergonhado por pensamentos que o incitavam ao adultério e por, talvez , corromper uma moça ainda virgem.

É com vergonha, e felizmente oculto por um pseudônimo que conto uma aventura (será que posso chamá-la assim?) . É a historia de um desejo incontrolável de um homem maduro por uma jovem de 19 aninhos, mal saída da puberdade, e por isso vou chamar o objeto de minha paixão inconfessável de... Lolita.

Minha vizinha e minha loucura. Ela se aproximava sempre quando eu estava espichado na cadeira do papai, lendo o jornal da manhã. A intimidade de que eu gozava na casa permitia que me chamasse de tio, o que me agradava muito. A principio se limitava a umas poucas perguntas. Queria saber tudo sobre os programas da televisão, anúncios de cinemas.

Interrompia minha leitura para lhe dar atenção. Indagava-lhe sobre o cursinho pré-vestibular, os deveres de casa e da sala de aula, e sempre lhe pedia que me mostrasse o que estudava durante a semana. Ela falava dos colegas, dos professores, das lições, e eu procurava ajudá-la nos exercícios. E foi numa dessas aproximações que ela se acomodou nos meus joelhos, muito à vontade.

O short, curtinho, deixava suas coxinhas rosadas com as penugens á vista. Lolita era loirinha, os cabelos finos abaixo do pescoço, faces coradas, narizinho pequeno e a boca bem delineada que se abria num riso inocente. Uma gracinha, para quem eu era o tio em todas as horas, para mil e uma conversas, para uma ida ao cinema.

Tudo isso passou pela minha mente quando a vi sentada inocentemente no meu colo. Muito há vontade, mostrava-me os livros, os cadernos, e quando se levantava para apanhar algo, sentava-se com mais comodidade no meu colo. Era uma provocação involuntária aos quase 5O anos do tio. A incontrolável coisa dura que procurava conter, disfarçar fazia-lhe pressão nos tenros traseiros.

Ela olhava-me nos olhos e eu me fazia de distraído enquanto apontava uma ou outra palavra no caderno. Lolita prosseguia acompanhando os gestos e a conversa, para desespero do tio, que estranhamente não a mandava sair e sentar-se noutro lugar ao lado da cadeira. Lolita acabou por se dar conta da coisa dura que a fustigava por trás, e parece que decidiu tirar a limpo suas incertezas.

Colocava a mão sobre minha perna, e entre um e outro comentário, aproximava a apalpadela do ponto critico, numa investigação deliberada e continua. Chegava a deitar-se sobre meu dorso a pretexto de um beijo agradecido na minha face. Nessas ocasiões a minha excitação aumentava, e foi assim que levei minha mão hás suas coxas numa caricia que não pude conter.

Minhas mãos medrosamente, mas com suavidade, deslizavam pelas suas coxas e subiam com audácia até próximo as suas nádegas. Quanto mais cedia a minha insensatez, mais minhas mãos se aventuravam na exploração daquela pele macia, que afagava o dorso por baixo da blusinha e ao mesmo tempo puxava o corpinho para um maior contato com a coisa dura, que ela procurava tocar com a mão, sem querer (querendo).

Nesses momentos Lolita ficava silenciosa, com os olhos arregalados, entregando-se ás caricias das minhas mãos, que tocavam seu busto . Não havia duvida de que eu era um canalha. Quando passava a excitação, sentia-me o ultimo dos homens, que usava a inocência de uma moça, sua natural curiosidade pelo sexo, para conduzi-la por caminhos pecaminosos. Meu Deus! Onde estava com a cabeça para só me dar conta dos meus atos quando Lolita se retirava, e aplacava meu desejo num orgasmo solitário?

Sempre prometia a mim mesmo que me controlaria na próxima vez e não permitiria que ela se sentasse no meu colo e nem a tocaria. Ela me parecia uma mulher inocente, vitima da minha mente doentia. Após cada visita de Lolita, eu me prometia que não voltaria a dar vazão a minha tara, que me levava a mordiscar-lhe o pescoço, beijar-lhe as espáduas, os braços.

Via-a abandonar os cadernos, os livros e aquietar-se, encolhendo os ombros, como a sentir cócegas. Minhas mãos infames percorriam seu corpo, das coxinhas ao tórax meio contraído, á barriguinha, descendo até encontrar suas nádegas sobre o short justo, que ainda não ousara desabotoar, mas forçava por penetrar com os dedos tensos, sentindo a quentura da carne juvenil.

A constância quase diária da presença de Lolita deixava-me totalmente perturbado, e era eu agora quem a chamava para sentar-se no meu colo com um simples gesto de dedo indicador. Ela inocentemente perguntava:

-Você vai me fazer massagem?

E eu novamente lançava-me á hedionda libidinagem. Sempre que sentia a iminência do prazer pecaminoso, um estranho receio assaltava-me e eu a afastava bruscamente. Ai ela se mostrava surpresa e eu fazia com que fosse embora. Foram dias de pavor e desconforto. Tentava acalmar minha culpa, interrogando-me: será que Lolita é tão inocente, tão ingênua, sem consciência das coisas que pratico por estar tomado de desejo pelo seu corpinho virgem? Será que com esta idade ela ainda era realmente virgem?

Não. Não podia ser que nos seus dezenove anos existisse maldade. E por que não? As moças nessa fase tem colegas da mesma idade ou mais velhas que lhes contam coisas proibidas. E, novamente, durante essas cogitações, jurava mais uma vez que a impediria de sentar no meu colo. Entretanto, bastava que surgisse á porta, risonha e saltitante, com os cadernos e lápis na mão, que me esquecia dos meus juramentos e, em pânico comigo mesmo, fazia como de costume.

Ela se aproximava beijando-me a face, e minhas mãos a faziam sentar-se sobre meu sexo, começando tudo de novo. Uma vez tentei levar minha boca aos seus lábios e ela se esquivou. Disse: Você não é meu namorado. E eu, tremulo, falei:

-Então vou ser de hoje em diante.

Mas Lolita não cedeu, resistiu sempre, como se soubesse do perigo de um beijo na boca. Permitia-me todas as caricias, mas desviava a boca e afastava minha mão quando tentava atingir com os dedos sua grutinha. Um dia, descontrolado, esperei-a e ela não veio. Lolita não apareceu nunca mais. Mudara-se, graças a Deus!

By Tiozinho por email

Amasso Gostoso no Ônibus

Acho que sempre fui meio saidinha e muito curiosa. Quando era novinha tinha que pegar o ônibus para a faculdade. Fora-se o tempo em que meus pais podiam me levar e buscar. Meus pais trabalhavam e não tinham tempo. No início, eu detestava mas depois fui me acostumando e por fim até já gostava de pegar.

Tinha paisagem, ruas e eu prestava atenção. Adorava tudo. Morávamos em um bairro bom e cheio de gente bonita. Alguns eram estudantes assim como eu que tinham que ir para a escola muito cedo. Porém, na maioria eram gente mais velha, homens e mulheres que iam cedo para o trabalho.

O ponto do meu ônibus ficava bem em frente da minha casa, porém longe do ponto final ou inicial. Dessa forma, acabava que eu o apanhava sempre cheio. A primeira vez que alguém ficou encostado em mim achei que era normal. Sentia o calor da pessoa e gostava. Às vezes olhava pra trás e via que era alguém mais velho que eu, ou até mesmo uma mulher. O que me importava era aquele calorzinho gostoso de inverno e um corpo quente encostando. Pela minha pouca idade não via nada.

Sentia às vezes alguém encostando com mais força, mas nunca ligava nada. Na verdade gostava e sempre tinha o mesmo cara. Entrava no ônibus cantando, sacaneando todo mundo e sentava perto de mim. Sempre o olhei. Ele levantava, brincava, cantava um Rap e sentava de novo e ficava me olhando. Eu sempre gostei de andar em pé no ônibus.

Ficava ali pendurada olhando para os lados, pelas janelas pra ver o ponto. Em duas semanas, ele começou a me olhar. Um dia levantou-se e ficou por trás de mim. Fiquei quieta, mas senti um calor muito grande. Ele se encostou em mim e senti seu calor. Por instinto, eu arredei para frente quase se encostando ao ombro do senhor que estava sentado.

Ou melhor, cheguei a encostar nele. Olhei para baixo e vi que ele era bonito parecido até mesmo com meu pai. Olhei para os lados, ninguém estava nos observando e o ônibus estava realmente muito cheio. Olhei para trás. Seu hálito queimava minhas costas. Suas mãos já estavam sobre as minhas. Quando cheguei para frente, ele se afastou um pouco.

Mas depois ele voltou a encostar bem de leve. Meu rosto começou a queimar e minhas perninhas ficaram meio bambas. Eu estava gostando. Acho que empinei um pouco o corpo para trás como que consentindo. Ele forçou e pude sentir aquele volume duro nas minhas nádegas, quase nas minhas costas e era quente.

Minhas mãos suavam. Elas estavam apoiadas nos bancos de forma que eu podia regular a pressão que fazia para trás. Senti que ele me pressionava e com o balançar do ônibus aquela coisa parecia passear no meu corpo. Ele descia um pouco, flexionando as pernas de forma que aquilo se encaixava bem no meio das minhas nádegas, depois ia para os lados.

Quase passei do ponto. Desci assustada e trêmula. Naquele dia as aulas demoraram a se acabar. Na volta procurei pela pessoa. Não estava lá. Na manhã seguinte acho que até cheguei mais cedo no ponto. Passou um ônibus, mas estava muito vazio e eu verifiquei, ele não estava lá. Dois ônibus depois eu o vi. Parecia que estava no mesmo lugar e abaixado me procurando. Nossos olhos se encontraram. Acho que fiquei vermelha feito um pimentão e os olhos dele brilharam muito. Quase sorriu.

Eu subi, passei pela roleta e me posicionei uns dois lugares depois dele, isso sem contar que ao passar por ele raspei minha perna nas coxas dele. Fiquei esperando. Se fosse impressão minha ele continuaria no lugar dele. Não demorou mais que 1 minuto e ele já estava bem por trás. Minhas mãos agora estavam em cima e não nos bancos.

Ele encostou a mão dele na minha e se aproximou. Senti seu calor. Quando encostou aquilo em mim parecia brasa. Ele estava sem nada, só pode. Eu estava com um vestido colegial e ele é muito fino. Sentia toda a saliência do seu pênis. A cabeça, que parecia enorme, encostando e forçando. Ele me empurrou com tanta força, porém lentamente, que fui me encostando-se ao ombro de um jovem que estava sentado.

Ele olhou para mim, acho que ceder o lugar. Dei-lhe um sorriso e pressionei mais. Seu ombro estava exatamente na minha perereca e era tudo que eu precisava naquele momento. Por trás eu sentia aquele membro forçando por sobre meu vestido esquentando minha alma e na frente eu me esfregava naquele garotinho de uns 18 anos.

Ele forçava o ombro para cima e o balançava para frente e para trás masturbando-me. As duas mãos de quem estava atrás agora estavam sobre minhas mãos e senti o rosto junto ao meu, sua respiração ofegante e seus movimentos para cima e para os lados. Senti que ele estava, minhas pernas começavam a bambear demais, um líquido escorria da minha vagina pelas minhas pernas.

Eu estava quase montando o ombro do rapazinho na minha frente.,tudo começou a ficar confuso, minhas pernas tremiam e tive o meu primeiro orgasmo. Meu corpo começou a ficar mole. Alguém se levantou e eu me sentei. Estava envergonhada. Olhei de relance para o rapazinho. Ele estava nas nuvens. Olhei para aquele que tinha começado tudo. Ele me olhava fixamente. Vi que sua calça estava molhada, ele havia ejaculado ali. Parecia que ele estava me despindo com os olhos. Me vi nua, com meus seios de limões e corpo de mulher completamente nua.

By Universitária – enviado por email.
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