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Iniciando por Trás

Minha vida sexual começou precocemente graças à ousadia de uma empregada doméstica muito arteira. Tinha meus 18 anos de idade, quando espiei enquanto Maria tomava banho e ela me apanhou em flagrante e ameaçou de contar ao meu padrasto. Meu padrasto era muito severo e costumava me espancar sob o mínimo pretexto, a idéia de que ela me delataria me deixou apavorada de maneira que lhe implorei que não o fizesse e lhe prometi que faria qualquer coisa desde que não contasse nada a ele.

- Qualquer coisa? Ela perguntou com um meio sorriso nos lábios.
- Qualquer coisa. Repeti eu.
- Tá bem. Depois do jantar a gente conversa.

No fim do dia após o jantar, quando meu padrasto já havia subido para dormir (morávamos num sobrado) ,ela entrou no meu quarto e disse que vinha cobrar a minha dívida. Ela me mandou tirar as calças, o que recusei muito assustado, mas ela se pôs a gritar e eu com medo que meu padrasto ouvisse mais que depressa tirei as calças e fiquei pelado da cintura pra baixo, pois eu não usava cueca para dormir.

Ela segurou meu pinto e deu uns puxões fortes e doloridos, depois me deitou em seu colo de barriga para baixo. Em seguida começou a dar tapas na minha bunda. Eu quis gritar, mas o medo do meu padrasto era maior do que a dor que eu estava sentindo.

Ela não estava apenas me surrando, ela também estava me fazendo carícias. Dava dois ou três tapas e depois passava a mão suavemente por toda a minha bundinha de menino, sempre descendo os dedos pelo meu rego e acariciando o meu cuzinho.

Não demorou muito e ela estava enfiando bem fundo o dedo indicador dentro do meu cú. No começo isso incomodava, mas depois comecei a sentir um certo prazer e me relaxei um pouco mais. Ela se cansou logo de mexer na minha bunda e me virando de frente começou a alisar e beijar meu pau. Em seguida começou a chupar meu membro, ao mesmo tempo em que continuava a enfiar os dedos no meu cú.

Tanto inventou, tanto fez que acabei gozando em cima das pernas dela. Ela riu muito da minha atrapalhação e depois tirou rapidinho a calcinha, esfregou ela no meu rosto e depois puxou minha mão até sua buceta. Para mim tudo aquilo era maravilhoso e inusitado e eu estava com muita curiosidade e tesão.

Comecei devagarzinho, com muita hesitação a alisar os seus pelos pubianos e a passar os dedos pelos lábios da sua xoxota. Começou a sair um líquido que era meio gosmento, mas tinha um cheiro muito bom. Não demorou muito e ela me segurou pelos cabelos e me forçou a encostar a cara na buceta dela - isso me assustou muito, eu estava apavorado, mas ela ria muito e gritava:

- Chupa seu filho da puta; chupa minha periquita, lambe, lambe, eu quero que você limpe ela toda com sua língua. No começo eu tentei resistir porque tinha nojo, devido à minha inexperiência, mas acabei gostando da coisa e ela gozou na minha cara. Nem bem ela gozou já me empurrou, se levantou e foi embora dizendo:

- Amanhã eu volto para comer o teu cuzinho. Nem consegui dormir direito aquela noite, fiquei pensando em tudo que tinha acontecido e me lembrando que ela tinha enfiado os dedos no meu cú, pensei:

- Será que eu sou viado? Eu nunca havia sentido tesão pelos outros meninos, como podia sentir prazer com o dedo dela em minha bunda? Embalado por esses pensamentos aterradores, dormi e no dia seguinte, contei o caso para meus colegas da escola, (como se tivesse acontecido com um primo meu) e todos ficaram muito excitados.

Foi aí que eles me contaram que todo adulto chupava bucetas e que isso era considerado a maior sacanagem. Sentindo-me o maior dos sacanas e bastante excitado, mal vi à hora dela voltar ao meu quarto nessa noite. Tudo se repetiu mais ou menos como na noite anterior, só que no sentido contrário, comecei chupando e acabei levando tapas na bunda. Só que na hora dos tapas, aconteceu uma coisa nova.

Ela tirou debaixo do travesseiro uma cenoura fina e comprida, enfiou dentro da boca para molhá-la com saliva e depois foi enfiando devagarzinho no meu cú, enquanto me chupava. Nessa noite ao dormir eu estava apavorado, tinha gostado da história da cenoura, sentia o maior tesão no cú e achava que estava virando viado.

Durante a aula, no dia seguinte olhei para os garotos mais bonitos da classe, pensando como seria comê-los e ser comido por eles, mas não conseguia nem imaginar isso, sentia o maior nojo e não conseguia sentir tesão por eles, mas a idéia de ser comido pelas meninas da classe me excitava muito e eu ficava sonhando com o cair da noite. Nessa noite a sacanagem continuou, e eu estava louco de vontade de enfiar meu cacete na buceta dela e ela disse que deixaria se eu deixasse ela enfiar um pepino na minha bunda.

Ela mostrou o pepino, não era muito grande e eu acabei concordando - para falar a verdade eu fiz uma cara contrariado como se ela tivesse a abusar de mim, mas no fundo, no fundo, bem lá no fundo do meu cú, eu estava morrendo de vontade.

Fizemos um meia nove, comigo por cima e enquanto eu chupava a buceta dela, ela chupava o meu pau ao mesmo tempo em que enfiava o pepino na minha bunda. Aquela foi a primeira vez em minha vida que comi uma buceta e depois disso eu me sentia um homem importante e o mais sacana dentre os meus colegas de escola.

Nossa sessão de sacanagem quase todas as noites, durou cerca de seis meses e foi ficando cada vez mais divertida, mas essas diversões tinham um preço cada vez mais alto, pois todas as noites ela comia a minha bunda e cada vez trazia um negócio maior para enfiar nela. Foram salsichas, bananas, nabos, chuchus, salames e até mesmo invólucros de perfumes e desodorantes que tivessem a ponta redonda e fossem cilíndricos, lembrando um pinto.

Mas o que é bom dura pouco e ela acabou saindo de casa de meu padrasto, sem jamais contar que eu a espiei no banheiro. Os anos foram se passando e hoje sou um homem feito, com 35 anos de idade, mas ainda gosto de ser enrabado por uma mulher fogosa que goste de fazer sexo comigo.

Conto erotico recebido por email - autor anônimo

O Amante Perfeito

Quando minha mãe se casou pela segunda vez, além de um padrasto ganhei um tio-torto, 18 anos mais velho que eu. Minha infância era feliz e minha relação com o novo tio não era nem próxima nem distante: ele simplesmente ignorava a minha existência. Fui crescendo e passei a olha-lo com olhar comprido de namorar moço bonito, até me transformar numa bela moça, o que, claro, não iria passar despercebido pelas pessoas mais indiferentes, que tivessem me visto crescer. Logo arranjei um na morado e fui perdendo os meus jeitos de donzela.

Isso teria me deixado muito feliz, não fosse o meu descabaçador casado e pai de quatro filhos. Agora que já passou tanto tempo acho até engraçado, mas na época fiquei francamente decepcionada, descrente dos homens, e fui chorar no ombro do tio Toni, que se mostrou muito compreensivo e amigo, com palavras apenas, pois me lembro que em dado momento, em que ia me dando um braço, me afastou bruscamente, arranjou uma desculpa qualquer e foi embora.

Depois desse episódio, vivi bem uns dois anos sem pensar em namorado nem em transar, até que comecei a entrar num cio que não estava dando mais para agüentar. Eu acordava de noite morrendo de desejo e não adiantava me masturbar que não passava: era pior ainda. Eu andava com vontade de subir pelas paredes Precisava fazer sexo e não sabia com quem. Ou sabia? A imagem do Toni sempre pintava nas minhas fantasias. Mas nunca pensei que pudesse me atrever. Mas pude, e quando vi estava defronte ao apartamento dele, tocando a campainha.

- Não vai me mandar entrar?

Perguntei para Toni, que me atendeu com uma cara de quem não estava entendendo o que uma moça como eu estava querendo aquela hora. Deviam ser umas dez da noite No apartamento de um homem sozinho! Aconteceu alguma coisa? Tudo bem na sua casa? - Ele quis saber.

Eu disse que não era nada disso, estava tudo bem. E fui entrando antes que me arrependesse. Minhas pernas começaram a tremer e eu disse de supetão, porque do contrario não conseguiria:

- Eu vim aqui porque quero ir pra cama com você.

Disse assim de cara. Ele ficou surpreso, abobado, levou um tempo para me agarrar  com o rosto afogueado e me beijou a boca com sofreguidão. Só depois começou a me fazer roçar com os peitinhos no seu tórax; ele ficou enlouquecido pois eram quentinhos e macios como pães-de-ló recém-saidos do forno.

Apertou com força e eu deixei, sem medo de que ele pudesse estragar os meus troféus tamanho tesão eu tinha. O Toni era muito mais gostoso do que eu tinha imaginado, ainda mais assim pegando fogo, com a pele macia do rosto se esfregando na minha, com os lábios roçando de mansinho meu pescoço e mordiscando, lambendo e descendo para a minha cintura Os seios esperando ansiosos, ele maltratando meu desejo, assim de propósito para ficar mais gostoso.

Minha blusa no chão. Ele rodeando minha cintura, meu dorso, e finalmente chupando os bicos eriçados dos meus seios, eu sentindo um prazer infinito, de ser o Toni a estar me chupando os seios, de ver meu tio, tão sério e tão distante, ali ajoelhado diante de mim, me tirando a roupa. bestificado com o que estava acontecendo. Ali no hall de entrada mesmo, ele me tirou a saia e depois a calcinha, lambeu o meu umbigo, meus pêlos, e depois enfiou a língua pontuda na minha fenda até sentir o meu brotinho endurecer.

Então ele afastou os lábios e começou a mamar aquela coisa dura até me fazer gozar Sem agüentar mais, ele me tomou nos braços e me carregou para o seu ninho, para me comer melhor, pois chegara o momento supremo de meter aquela doce maravilha em mim. Tive vontade de cantar uma opera, da mais pura alegria. O membro dele estava duro como algo, não vou dizer que não doeu pois eu era quase virgem, mas até a dor era gostosa. Ele ficou por cima de mim sem largar o peso todo, suspenso pelos braços.

E assim ele entrava e saia, me arrancando a cada vez uma sensação de precipício, o que me fazia gemer e grunhir; eu estava fora de mim. Não sentia a cama por debaixo do corpo, me sentia nas nuvens, ele gozava e continuava dentro sem arrefecer. Gozou desse jeito três vezes e eu, calculo, umas nove. No intervalo entre o primeiro e o segundo ato, eu e o Toni conversamos muito e ele me confessou que ha muito tempo me desejava como louco. Disse que queria me comer de cabeça pra baixo, de tudo quanto era jeito, que queria o meu anus. Me deu muito medo, mas concordei.

Afinal não poderia negar nada ao homem que estava amando com paixão. Fiquei de quatro na cama, ele passou vaselina no meu anus e no membro dele, da cabeça até a raiz, e empurrou no meu buraquinho virgem. Entrou fácil, fácil. Doeu horrivelmente, mas eu não queria que ele tirasse. Ele gozou muito lá dentro. Foi assim que partimos para o terceiro ato, onde ele me compensaria do sofrimento para me ensinar uma coisa que eu não tinha imaginado que pudesse ser tão bom: o meu primeiro sessenta-e-nove.

Pôs-me aquela fantástica peça, bem lavadinha, dentro da boca e começou a chupar com sofreguidão a minha 'bela-adormecida', que imediatamente se assanhou. Ter o membro dele na minha boca era uma delicia. Eu procurava acariciá-lo de todos os modos que sabia e imaginava, e de tanto passear a minha língua e sugar arranquei-lhe a seiva que me inundou a boca. Bebi ao mesmo tempo que gozava. Durante toda a noite Toni acabou mais umas seis vezes dentro de mim, mas antes dava-me uma chupada gostosa. Gozei demais naquela noite. Tio Toni é o amante perfeito. Para sempre....

Conto erotico recebido por email

Perdi a Virgindade do Rabinho com Meu Cunhado

Minha história começa no verão onde eu completaria meus dezessete anos. Passaríamos a temporada em nossa casa de praia e além de mim, minha irmã e meus pais, estava por lá também o namorado de minha irmã. Um rapaz de vinte e cinto anos, loiro e com os olhos verdes. Um macho que chamava a atenção por onde passava devido ao seu porte e sua beleza física. Minha irmã sabia como escolher um homem.

Eu também não ficava atrás. Possuo os olhos verdes, seios médios com bicos rijos e pontudos, bundinha empinada e pernas torneadas. Sabia que era gostosa e provocava meu cunhando circulando com um shortinho curto pela casa ou andando apenas com a toalha enrolada em meu corpo após o banho. Provocava tanto que podia notar o membro duro do meu cunhado sob sua bermuda folgada quando me via nestes trajes. Ele já devia estar em ponto de bala e louco para me comer.

Eu também estava louquinha de vontade de viajar por aquele corpinho que minha irmã já devia estar se deliciando, mas a oportunidade não surgia, pois durante o dia o casal dificilmente se separava e, apesar deles dormirem em quartos separados, desconfiava que andavam se visitando durante a calada da noite. E, em uma oportunidade, acabei comprovando minha teoria.

Eu estava deitada sem sono quando ouvi alguém andar pelo corredor de casa. Em seguida a porta do quarto ao meu lado rangeu e fiquei imaginando se era minha irmã que havia ido tomar água ou se era o meu cunhado que a visitava. Levantei nas pontas dos pés e espiei pela fechadura do quarto de minha irmã. Não conseguia ver nada devido a escuridão, mas ouvia meu cunhado gemendo.

- Para de fazer barulho... Alguém vai acordar – dizia minha irmã.
- Continua... Continua que eu to quase... Engole ele todo...

Ouvia aquilo e sentia meu corpo arder de desejo. Minha irmã o estava chupando! No mesmo instante imaginei aquele seu cacete duro sob a bermuda sendo lambido e sugado. Coloquei a mão em minha bucetinha por baixo da calcinha e senti meus dedos se molharem pela baba que não parava de sair. Que fogo eu estava!

Com um gemido mais forte percebi que ele estava gozando. Devia estar bom, pois ele demorou alguns segundos naquilo. Logo o ouvi dizer que queria mais.

- Me deixa colocar agora, deixa?
- Você tá louco! Daqui a pouco meus pais acordam! Volte para o seu quarto que amanhã a gente dá um jeito! Vamos fazer na praia...

Contrariado, o ouvi insistir um pouco mais até que ele se convenceu e ouvi ele vindo para a porta. Neste instante corri para a cozinha, enchi um copo de água para disfarçar e voltei rapidamente para o meu quarto a tempo de pega-lo no corredor.

- Oi Bruno, sem sono? Perguntei provocante. – ele vestia apenas um calção e seu forte tórax estava à mostra revelando seus músculos tão deliciosos.

- É... – disse meio sem graça. Eu ia pegar água...
- Mas a cozinha é para o outro lado – disse eu rindo e tomando um gole do meu copo... - Quer um pouco?

Ele percebendo minha risadinha maliciosa olhou para meu corpo e viu que eu estava com um pijama curtinho e sem sutiã por baixo da camiseta. Após me despir com os olhos disse em seguida.

- Um pouco da sua água ou de você?

Olhei para ele e perguntei:

- O que você acha?

Então ele veio para cima de mim beijando minha boca com vontade.

Senti o meu corpo estremecer e imediatamente coloquei a mão na sua vara. Ele já estava de pau duro que latejou em minha mão. Então o puxei para o meu quarto decidida a satisfazer os desejos que minha irmã não fora capaz ou não tivera coragem de fazê-lo.

Em meio à amassos alucinantes, confessei em seu ouvido que havia ouvido ele com minha irmã, então perguntei o que ele queria de minha irmã. Que eu faria a sua vontade. Então ele sussurrou no meu ouvido:

- Eu queria colocar no cuzinho dela. Você vai me deixar colocar no teu?

Uma pontada de medo percorreu meus pensamentos. Eu nunca tinha feito aquilo, mas não ia deixar meu cunhadinho na vontade de novo, ia provar que era mais safada que minha irmã. E submissa, respondi sua pergunta virando de costas e apoiando meus braços na cama. Fiquei com a bundinha levantada só esperando sua investida.

Ele, gentilmente, abaixou meu pijama e se ajoelhou passando a beijar minha bunda e lambendo meu reguinho. Sua mão foi acariciar minha bucetinha e descobriu como eu estava com vontade de transar.

- Olha só! Você já está prontinha... Louca de vontade de dar o rabinho.–

Minha buceta molhada deve te-lo deixado com um tesão enorme, pois ele passou um pouco de saliva no seu pau e no meu cu e já veio forçando a penetração. Percebemos que aquilo não ia ser tão fácil, pois apesar de fazer força seu pau não entrava. Fui auxiliando, fazendo força para abrir meu cuzinho até que a cabecinha entrou me fazendo soltar um gemido abafado. Ele forçou um pouco mais e não demorou a entrar inteiro dentro de mim.

- Nossa que cuzinho apertado. – dizia ele iniciando os movimentos de entra e sai lentamente.

Comecei a me masturbar enquanto ele metia. Tomávamos cuidado para não fazer barulho, afinal a maninha estava no quarto ao lado. Suas arremetidas não duraram muito, logo o senti espirrar seu leite dentro de mim. Eu continuei acariciando minha xota até gozar em seguida...

Nos beijamos e ele foi para seu quarto, prometendo que voltaria em outra noite para fazermos com mais tempo. Sua promessa foi cumprida e acabamos transando por cinco noites naquele verão e até hoje minha irmã nunca desconfiou de nada. Eles terminaram e eu acabei não o vendo mais. Em outra oportunidade posso contar mais alguma coisa...

Beijos da Isa Safadinha. Se vocês gostaram por favor comentem...

Conto erotico recebido por email

Dei a Bundinha mas Continuo Virgem

Na época eu era uma loirinha nova e virgem, mas não agüentava mais! Eu precisava transar! Todas as minhas amigas da escola já tinham feito e somente eu ficara para trás. Me sentia excluída, elas já sabiam o que era ser mulher e era ruim estar em uma roda onde a conversava rolava em torno de sexo e eu não tinha conhecimento do assunto. Estava me sentindo desenturmada. Elas comentavam sobre os garotos da escola e sobre os membros que se destacavam nas calças do agasalho. Ficava embaraçada e um pouco constrangida. Eu teria que fazer algo para não ser mais uma ET no meu grupo.

Em casa minha mãe conversava comigo sobre sexo desde cedo e fui instruída a transar somente quando achasse a “pessoa certa”, mas e se ela nunca aparecesse? E se somente depois dos vinte eu a encontrasse? Como casaria sem saber como era o sexo? Não podia esperar e ficar nesta duvida, nesta aflição. Então pensei em como poderia resolver este problema... Bom ... Sexo anal poderia ser a solucao. Vi na internet que várias garotas faziam isso para preservar a virgindade para um cara que realmente amasse.. Entao era isso!  Eu poderia dar o meu cuzinho .Dessa forma saberia o que era transar e a bucetinha ficaria reservada para o cara certo ( desde que ele não demorasse muito... rs....)

Achei minha idéia incrível pois desde pequena descobri que eu tinha muito prazer quando encostava no meu ânus Na adolescência achava minha bundinha bonitinha. Ela era branca, empinada e bem redondinha. Ficava olhando no espelho e imaginava com seria ser comida ali. Como um pau poderia entrar naquele buraco tão fechadinho? Cheguei a me aventurar com um dedinho e achei a situação excitante. Parecia que estava fazendo alguma coisa proibida, que trilhava um caminho novo que me instigava cada vez mais.

Mas aí veio a minha maior duvida e preocupação: Quem seria o eleito para tirar minha virgindade e comer meu cuzinho? Teria que ser uma escolha bem feita! Não poderia ser um moleque que saísse contando para todo mundo que transou comigo e nem um garoto muito inexperiente. Também pensei que eu teria que disfarçar, me deixando seduzir para que minguem percebesse que a vontade de dar a bundinha era minha. Tinha que faze-lo pensar que a idéia de comer meu cuzinho era dele.

Pensei em quem poderia ser e achei a pessoa perfeita para isso. Ele era apaixonadinho por mim , dois anos mais velho e já haviamos ficado algumas vezes juntos. Seu nome era Tiago . Para concretizar meus desejos resolvi ligar para ele sabendo que seria convidada para nos vermos, dito e feito.

Fomos ao shopping e ficamos juntos de novo. Ele gostava mesmo de mim, dizia sempre que eu era linda e que queria namorar comigo. Mas eu não queria um namorado , queria apenas transar ,mas não poderia falar isso com ele. Ficamos juntos mais algumas vezes e começamos a nos provocar, um passando a mão no outro. Eu sentia seu pau duro roçando em mim enquanto nos beijavamos e ele , por ser um pouco mais velho, também deveria sentir que eu ficava excitada.

Um dia conversamos sobre sexo e disse a ele que tinha vontade de fazer mas não queria perder minha virgindade. Ele sorriu , baixou os olhos e disse:

- Mas tem algumas coisas que podemos fazer sem voce perder a virgindade
- Do que voce esta falando? Perguntei interessada.
- Bom... Tem sexo oral e... Também anal....

Sorri para ele e perguntei se ele conseguiria ficar só nisso , sem tentar colocar na minha xoxotinha.

Ele rapidamente disse que sim, respeitaria minha vontade e só colocaria na bundinha.

- Mas será que não vai doer – questionei
- Não, não. Se você quiser mesmo, eu arrumo um lubrificante e faço com cuidado.

Combinado todos os detalhes, acertamos que na próxima semana eu iria até sua casa. Eu quase morri de ansiedade, louca para que os dias passassem depressa. Em uma sexta-feira, exatamente as 15 hs da tarde eu estava entrando na casa de Tiago, ele logo me levou para o seu quarto. Estavamos sozinhos em casa e tudo poderia acontecer sem pressa. Nos beijamos e sem perder tempo ele começou a passar a mão por todo o meu corpo. Como é bom beijar sabendo que vai rolar alguma coisa a mais.

Ele apertava meus peitinhos e decidiu senti-los por baixo da roupa. A situação esava um pouco incômoda e eu tive que tirar minha camiseta. Rapidamente ele passou a sugar meus seios, passando a liígua e brincando com os biquinhos que estavam salientes. Nós dois respiravamos com dificuldade, tanto era o tesão que sentíamos.

Logo nossa roupas foram deixadas de lado e Tiago me deitou na cama fazendo eu abrir minhas pernas para ele. Então se posicionou com sua cabeça entre elas e passou a me chupar. Que delícia !Que lingua gostosa! Gozei com ele fazendo isso e Tiago, ávido por me penetrar e sabendo das minhas condições ,me virou e começou a lamber meu cuzinho com deliciosas linguadas quentes e molhadas. Eu já estava doida ,implorando para que ele me fodesse bem gostoso.

De quatro ele começou a forçar a cabeça do seu pau na entradinha de meu cu ,mas estava muito apertadinho e não entrava. Um lubrificante foi sacado do criado mudo e tive meu cuzinho lambuzado com seus dedos trémulos. O gel era geladinho e fazia cócegas no meu ânus quente Depois de ter o rabinho todo melecado. Ele espremeu o tubo por toda extensão de seu pau e  espalhou com mão. Eu olhava para trás acompanhando tudo o que ele fazia. Então ele mirou no meu cuzinho e forçou a cabecinha que entrou com alguma dificuldade. Sentia meu esfincter enforcar seu cacete. Acho que eu estava nervosa e ele percebeu isso pois murmurou no meu ouvido:

- Calma minha querida, agora que a cabecinha já entrou o resto vai deslizar para dentro traquilamente.. - Dizendo isso forçou mais um pouco e senti aquele troço entrar no meu rabo como se fosse um trem... Parecia que não acabava nunca. Senti um pouco de dor e soltei um grito. Vi estrelas e tentei fugir afastando minha bunda mas ele me puxou pelos quadris. Eu disse assustada:

-Tá doendo demais... Tira....Tira...

- Por favor não me pede isso.

- Aiiii – Eu rebolava e tentava desengatar dele mas o maldito me segurava com força pelos quadris

- Se eu tirar você não vai deixar eu colocar de novo.

Comecei a chorar baixinho e ele sussurrava no meu ouvido:

- Calma amorzinho, relaxa que a dor já passa – Disse mordiscando minha orelha.

Aos poucos tive a impressão que a dor diminuiu e eu fiquei mais calma. Percebendo isso, continuou a enfiar seu cacete dando umas pequenas pausas quando sentia que estava doendo muito. Ele se curvou e beijou minha boca de lado enquanto com uma de suas mãos estimulava o meu clitoris.

Ele me chamava de putinha gostosa e dizia que estava adorando foder meu rabo. Eu  ia para frente e para trás sentindo cada milimetro entrando e saindo do meu rabinho. Minha bunda batia nas coxas dele e seu pau deslizava macio para dentro de mim. As vezes eu segurava no seu saco e sentia suas bolas rijas. Para dar mais prazer eu apertava o cuzinho em torno do seu cacete pois assim li que era bom.  Mas cada vez que fazia isso a dor aumentaaa , mas eu pensei que deveria tornar a experiência mais prazeirosa possivel para ele e então disse com voz melosa.

- Vai... Come minha bundinha... Me fode... Que delícia!

Ele comecou a se empolgar e fazer com mais força, a cada estocada eu sentia minhas pregas sendo arrebentadas enquanto ela bombava rapidamente. Me senti uma putinha e pedi ainda mais, não que eu tivesse parado de sentir dor mas por que achei a situação muito excitante. Comecei a sentir um prazer intenso e gozei, gozei sem mesmo tocar na minha bucetinha. Decidi trocar de posição e deitei ele na cama. Mirei o seu pau no meu cuzinho e fui sentando devagarzinho. Que delicia era sentar naquele cacete. Assim eu podia controlar a velocidade e a profundidade que aquele cacete delicioso entrava em mim. Acabei esquecendo da dor e tentei somente me concentrar no prazer

Agora por cima eu cavalgava , sentando e descendo conforme queria, nesta posição senti algo quente deslizar por meu rabinho a cada estocada, mas continuei fazendo os movimentos de cima para baixo até que ele anunciou que estava gozando, com um gemido forte senti seu pau espirrar dentro de mim e parei de me mexer, fiquei apenas rebolando sem tira-lo de dentro

Ele ofegava e eu, mais relaxada, senti seu pau amolecer, desencaixei e vi que seu pau estava todo melecado de sangue, senti um pouco de vergonha mas ele não ligou muito para aquilo. Me deu um beijo no rosto e me convidou para um banho.

Embaixo do chuveiro nos beijamos e nos ensaboamos. Eu sentia o cuzinho arder e pude ver a água rosada descendo pelo ralo... Mas eu estava contente e uma sensação de felicidade invadia o meu peito. Agora eu sabia o que era transar, sabia o que é ter um homem me dando prazer e me penetrando... A virgindade da minha vagina? ah... esta ainda podia esperar mais um pouco, né?

Conto erótico recebido por email by Dai

Zé Me Come ?

Antes de inciar minha historia devo alerta-los que não se trata propriamente de um conto erótico, talvez e, se tudo der certo, possa ser considerada a introdução de um relato sexual. Meu nome é Juliana, Jú para os amigos, sou baixinha , 1,52 de altura, 40 kg, bundinha empinada e seios pequeninos. Junto com meu rosto angelical pareço ser mais nova do que realmente sou. Tenho1x anos e ainda sou virgem.

Converso bastante com minhas amigas sobre sexo e a primeira vez.  Algumas já tiveram sua estréia e outras ,como eu,  esperam o momento correto ou a oportunidade de virarmos mulher e realmente sabermos o que é ter uma relação sexual. Apesar de ainda não ter sido penetrada eu morro de vontade de fazer logo, a ansiedade sempre foi meu pior defeito , acho que só vou relaxar quando souber como é e satisfazer minha curiosidade.

Já faz algumas semanas que estou ficando com um garoto de minha idade. Ele é um gatinho ,possui os olhos azuis e é moreno claro. Sempre achei bonito pessoas com olhos azuis, pois são mais raros. Namoramos por aí e quando temos privacidade ficando sozinhos os beijos vão esquentando. Ele passa a mão nas minhas costas e as vezes aperta a minha bundinha. Isso me deixa louca de tesão e sento minha vagina umedecer, um calor me invade e a vontade de ficar nua e abraçada a ele é enorme...

Já havia lido sobre masturbação e como fazer de forma legal ,mas comecei com isso após ter esses beijos mais fortes com o Zé Carlos, meu ficante! Um dia, após ficamos juntos aqui em casa e ele ir embora,  fui para o banheiro e liguei o chuveiro, deslizei o sabonete pelo corpo imaginando ser as mãos de Zé, ensaboei minha bundinha e esfreguei meu cuzinho,depois coloquei um dos dedos no meu clitóris e uma sensação boa de prazer me incentivou a continuar.

Fiquei brincando com o dedo, fazendo movimentos em torno do meu grelinho e as vezes o apertando. Não sei quanto tempo fiquei fazendo isso, mas acho que gozei pois senti um prazer envolvendo meu corpo e explodindo em uma sensação de felicidade que não sei descrever direito. Só sei que foi muito bom e minhas pernas ficaram moles depois disso, uma preguicinha gostosa se espalhou pelo meu corpo.

Achei tudo maravilhoso e acabei viciando nisso, passei a fazer quase todos os dias que tinha encontros com o Zé. Passei então a deseja-lo cada vez mais dentro de mim...Até o dia que fiz uma loucura e segurei seu pinto por cima de sua bermuda. Ele estava duro! Já havia sentido aquela coisa roçar em mim por cima de nossas roupas ,mas não imaginava que era assim tao... duro!

Naquele dia me masturbei gostoso pensando no seu membro em minha mão , que delícia deveria  ser senti-lo em outros lugares. Imaginava tudo isso e ia a loucura. Agora sempre que ficamos, ele segura minha bundinha e eu seguro seu pau. Mas... a coisa não passa disso... o que acontece? Será que ele não me deseja como eu o desejo? Então por que ele fica de pau duro? O que acontece que ele não me come? Por que segura só na minha bunda e não tenta pegar nos meus peitos ou até mesmo na minha vagina? Sera que é por que meus seios não são tão grandes? Puxa... Não consigo entender o que se passa na cabeça dele... Ele não percebe que estou pronta para fazermos amor? O que posso fazer para convênce-lo?

Sei que a maioria das pessoas deve ler isso e me aconselhar a conversar com ele, mas isso afirmo com certeza que não vou faze-lo. Como vou dizer para ele me comer? Não , não tem como e eu não vou fazer... Não quero que a minha primeira vez seja marcada assim... Já imaginou eu pensar para a vida inteira que só fiz sexo por que pedi para que meu namorado o fizesse? Não , isso eu não vou querer...

Também não adianta alguém dizer que devo fazer algo, mas o que mais posso fazer? Já segurei no pau dele e isso é o meu máximo! Então estou em um beco sem saida e não sei o que fazer... ahhh Zé... porque voce não me come? Por favor zé me come?

Espero narrar na próxima vez que perdi minha virgindade, conselhos são bem vindos desde que não digam nada do que disse acima, tipo para conversar ou fazer algo que disse que não faria...Sei que esta história não deve ter excitado ninguém e também essa não era minha intenção. O que eu gostaria mesmo é que alguém me ajudasse a resolver esse problema....

Conto erótico recebido por email by Juliana

O Dia em Que eu Aprendi a Ser BI

Olá caros leitores deste blog, meu nome é Andréia tenho 18 anos e possuo um corpo de dar muita inveja a qualquer uma. Minha história começa na escola que eu estudava, tinha duas amigas: Débora e Franciele eu achava muito estranha a maneira que elas olhavam para mim, mas até ai eu pensava que era coisa da minha cabeça.

Costumava andar, viajar com elas até mesmo dormia na casa da Franciele e, às vezes quando ia dormir as três na casa da Fran, notava algo estranho. Percebia os olhares delas bem diferentes, parecia que elas tramavam alguma coisa. Certa vez comecei a reparar que elas puxavam umas brincadeiras meios estranhas, de ficar se agarrando ou então ficavam trocando de roupa e fazendo poses bem sensuais. Eu sempre fui mais acanhada e por isso procurava disfarçar dizendo que não queria brincar disso por que eu era muito envergonhada.

Até esse dia tudo ia bem, pelo menos eu não imaginava que aquela situação me deixava muito excitada. Eu que ainda era virgem tentava esquecer, mas aquilo não saia da minha cabeça, fiquei assim por uma semana pensando naquela imagem das minhas amigas se despindo e aquelas posições eróticas que elas faziam. Comecei a pensar nelas de outra maneira não mais como amigas, mas sim como seria estar de outras maneiras com elas.

A Fran na época tinha 19 anos, ela é loirinha, tem 1,70 de altura, 57 kg, olhos azuis, seios médios, uma bundinha linda e bem empinadinha e umas pernas lindas com coxas roliças. A Débora tinha 18 anos, era moreninha bronzeada de sol, tinha 1,65 de altura, 53 kg, olhos castanhos bem clarinhos, seios médios, uma bundinha fantástica e umas coxas bem grossinhas. Eu sou ruivinha, tenho 1,70 de altura, 55 kg, olhos verdes, seios nem pequenos nem grandes e um corpo bem definido, pois passo a maioria do meu tempo na academia.

Até ai tudo bem, na sexta a Fran me liga dizendo que seus pais iriam viajar e disse que não gostava de dormir sozinha por isso me pediu pra que eu fosse ir ficar com ela. Perguntou também se eu não me incomodaria em chamar a Débora. Aceitei o convite e assim que desligamos eu liguei para a Débora que aceitou a proposta de imediato. Combinei que iria passar na casa dela as 20h00min h.

Minha mãe no começo não queria deixar, mas depois ela acabou deixando e as 20:00 h pegamos a Débora em sua casa e fomos pra casa da Fran. Chegando lá nós fomos recebidas por nossa amiga vestida com uma mini-saia preta e uma blusinha branca bem transparente.

Não cheguei a estranhar nada porque ela estava em casa a Dé, bem sorridente, disse que tinha trazido um uma fita pra nós assistirmos, ela disse que tinha pego do seu irmão. A Fran logo foi para cozinha preparar alguma coisa para comermos. Enquanto isso eu fui arrumar as coisas que eu tinha levado.

Depois de uma meia hora a Fran me chamou para assistir a fita com ela e a Dé, terminei de arrumar as coisas e fui para ver o filme com elas. Quando a Dé colocou a fita não acreditei, era uma fita de sacanagem! Eu olhei espantada para elas e começaram a dar risadas, eu deveria estar vermelha de vergonha, mas tudo bem porque aquilo também me deixava muito excitada.

Ficamos as três no mesmo sofá assistindo o filme, a Fran sentou no meio, eu sentei no lado direito e a Dé sentou no lado esquerdo do sofá com as pernas no colo da Fran. A Dé resolveu pegar uma coberta e voltou a ficar na posição que ela estava anteriormente. Logo na primeira cena aparecem duas mulheres se chupando, se lambendo e eu ficando cada vez mais excitada. A Fran olhou pra mim e perguntou se eu nunca tinha visto aquilo e eu disse que não.

Então ela deu risada e me perguntou se eu sabia o que ela estava fazendo na Débora, eu disse que não, então ela pegou minha mão e colocou bem no meio das pernas da Débora e pude pela primeira vez sentir uma xaninha bem molhada na minha mão. Aquilo mexia com meus sentidos e eu continuei a passar minha mão naquela xaninha bem molhadinha. Como era quentinha, eu a sentia pulsando na minha mão.

Enquanto eu passava a mão na xaninha da Dé a Fran começou a abrir o zíper da minha calça e sua mão foi entrando nas minhas calças por baixo da calcinha. Aquilo me deixava louca! De repente a Dé levanta e vem em minha direção e começa a tirar minha roupa.

Em menos de um segundo nós estávamos completamente nuas, a Fran começou a me beijar enquanto a Dé abria minhas pernas e começava a chupar minha xaninha que já estava completamente molhada.

Ela me chupava cada vez mais, eu já não estava mais agüentando e gozei na boca dela. Foi uma sensação incrível que jamais tinha sentido. Assim que acabei de gozar senti meu corpo mole, mas eu queria mais. Então a Dé, percebendo que eu ainda estava excitada, enfiou um dedo na minha xaninha com tanta força que quase chorei de tanta dor.

A Fran não parava de me beijar e chupar meus seios. Ela chupava com tanta força que parecia que queria arrancar, eu estava delirando com aquela situação. Foi ai que a fran me mandou ficar de quatro enquanto a Dé foi ao quarto pegar algo que elas não me deixavam ver.

Eu estava ali de quatro, sem saber o que elas iriam fazer comigo, de repente sinto uma delas lambendo meu cuzinho. Eu fiquei apavorada, queria sair dali de qualquer maneira, mas elas me seguraram com força e me tranqüilizaram dizendo que não iriam fazer nada que eu não gostasse.

Neste momento senti a Fran enfiando o dedo no meu rabinho, ela começou a me chamar de putinha e enfiou seu dedo mais fundo, quando ela o tirou de dentro de mim pensei que a coisa tinha acabado, mas senti uma coisa dura invadindo o meu cuzinho. Era um tudo de creme que deveria ter uns 20 cm.

Ela tentava enfiar tudo, mas não dava porque eu era muito apertada, então a Dé disse que se eu deixasse entrar um pouco ela parariam. Concordei mas mesmo assim elas só estavam conseguindo colocar uns 5 cm. Até que, com força enfiou tudo dentro de mim com tanta violência que eu comecei a chorar. Eu estava com aquele tubo todo no meu rabinho que antes era virgem e agora estava todo arrombado.

Aos poucos fui gostando da sensação de ter aquilo enterradinho no meu rabo e comecei a gozar novamente enquanto era chupada e penetrada pelo tubo de crime. Esse foi só o começo de nossas aventuras que se repetiram inúmeras vezes.

Conto erótico recebido por email by Andréia

Minha Primeira Vez

Eu estava mesmo a fim de perder a virgindade naquele verão. Tinha sabido que havia umas saunas em São Paulo onde seria possível encontrar belos homens disponíveis e discretos. Mas eu nunca pensei que seria tão delicioso como foi.

A sauna ficava numa rua central de São Paulo e me hospedei em um hotel mais ou menos perto de lá. Para me preparar e tomar coragem comprei umas revistas gays e me masturbei sonhando com o grande momento... Mas a realidade foi melhor que o sonho. Quando estava ainda meio zonzo no salão de repouso da sauna, em meio aquela quantidade de homens lindos e suas maravilhosas máquinas, um homem me chamou a atenção.

Estava de pé, masturbando um pau já ereto e me chamava para entrar para o banho turco. Eu meio sem querer (mas é claro que queria) fui entrando com ele. Ele era muito bonito - o tipo cinematográfico: alto, olhos verdes, e muito gostoso. Eu não vacilei em atender a seu chamado por um instinto... Feminino. E também não me fiz de rogado ao sarro que ele começou a fazer em mim, roçando aquele maravilhoso pau nas minhas coxas.

Eu nunca tinha sentido o pau de outro homem em mim. E era demais, muito melhor do que havia imaginado. Nos beijamos longamente na boca e eu queria logo sentir aquele pau entrando dentro de mim. Foi o que ele fez em seguida. Veio por trás de mim e me penetrou com cuidado e carinho, mas com muita tesão. Eu quase desmaiei. Afinal estávamos num banho turco, apenas com uma luz negra e muita, mas muita fumaça. Adorei aquela sensação deliciosa que pela primeira vez sentia com um homem de verdade me comendo.

Nada de objetos ou vibradores, mas um grande e gostoso pau me penetrando, sem nenhuma dor, só prazer. A dor veio quando um outro homem, de cor, resolveu entrar de gaiato na festa. Estávamos em um local público e o cara achou que eu era de todos ali. Para falar a verdade, como eu estava a fim de dar e aquela loucura toda me deixava louco de tesão - DOIS homens querendo me comer era bom demais!

Mas o cara começou a dar uma de sádico e começou a exagerar na penetração. Aí o meu parceiro o afastou, coisa que adorei, pois além de estar me realizando como fêmea, meu macho ainda me defendia de um sacana! Era demais para a primeira vez.

Nesse momento, resolvi sair, alegando que não estava me sentindo bem. Mas era apenas a surpresa de tanta coisa boa assim de repente. O meu parceiro me acompanhou e me convidou para uma sala prive. Vacilei um tempo, mas resolvi ir lá. Foi uma delicia. Eu e um homem a sós finalmente. Iniciamos naquela posição anterior, ele me penetrando por trás, mas passamos logo para uma posição que até hoje adoro - sentado no pau do homem, ele me acariciava os mamilos e me masturbava.

O vaivém do pau me penetrando, aquele cheiro de eucalipto no ar, aquele homem lindo me comendo. Começou a crescer cada vez mais meu prazer, que vinham em ondas de baixo pra cima e me lançavam num mundo de prazeres imensos nunca antes sentidos e gozados. Era aquilo que eu almejava há anos, e estava acontecendo ali naquela sauna, de uma forma esplendida. Eu rebolava, fazia ele me acariciar os mamilos, e me exultava de me sentir uma verdadeira fêmea nos braços daquele homem. Fechei os olhos para melhor sentir aquele prazer e logo explodi em um gozo maravilhoso, que vinha de dentro de mim me engolfando numa nuvem brilhante de gozo e alegria.

Mas aquela transa foi tão gostosa, e tão surpreendente que reagi de maneira totalmente besta. Tão logo gozei, me levantei, e sem olhar muito para o meu parceiro, me despedi e saí rapidamente da sala prive. Nem mesmo retribui a ele aquele inesquecível prazer que ele havia me dado...

Até hoje eu relembro com um misto de alegria e pesar esta minha primeira transa com outro homem. Porque perdi a oportunidade de ter um amante gostoso como ninguém e até hoje não encontrei alguém igual. Este fato ocorreu em fevereiro e se o meu parceiro me reconhecer nestas memórias, eu gostaria de receber sua resposta aqui. Não vou deixar e-mail, mas prometo entrar em contato com aquele que até hoje sonho ter transas iguais ou mais gostosas que essa. E é lógico, com outros com boas intenções... 

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

A Neta da Dona Marta

Este relato é verdadeiro e seus nomes não foram trocados! Estava eu Juliano fazendo meus exercícios matinais normalmente num domingo! Pratico artes marciais e por isso treino todos os dias! Já totalmente tomado pelo suor e com os músculos contraídos retirei minha camisa só ficando com a calça do kimono!

Não percebi que havia uma pessoa me olhando, pois ao lado morava um casal velho e eu não conversava muito com eles! Praticando algumas voadoras de relance percebi ao girar uma pessoa me fitando! Só que quando olhei de novo esta tinha sumido!

O dia estava perfeito não tinha ninguém em casa, pois minha família tinha viajado para uma cidade próxima visitar uns parentes. Preparando o almoço sou interrompido por um chamado no portão. Fui ver quem era! Era a senhora Marta que morava ao lado. Dirigindo-me a ela não percebi que esta estava acompanhada!.Estando eu meio longe do portão ela já indagava:

-Por favor, filho posso usar seu telefone!

Eles não possuíam telefone e minha mãe os deixava usarem o nosso, então mandei que ela entrasse: -Entre dona Marta. Foi quando lembrei que a carne estava no fogo e estava quase queimando. Corri para cozinha.Depois de um breve tempo dona Marta entra..Eu a vejo entrando pelo vidro da cozinha .mas acompanhada por alguém.

.No momento pensei que fosse o senhor Felício, mas quando me viro. -Juliano esta é minha neta Samantha. Ela veio passar um tempo aqui enquanto eu e meu marido vamos viajar! Eu fiquei sem fala.

. -Bom dia Fabiano. Meu nome é Samantha da Silva!..
-Prazer. É ...Bem .O telefone está na sala pode entrar dona Marta!

Eu parecia um otário! Mas também podia a menina era um anjo. Com seus 16 anos e seu rosto angelical ,conseguiram conquistar meu coração de 17 anos. Ela era morena muito gata. E aparentava ser muito tímida. Depois de ficar reparando tanto nela até deixando ela envergonhada de tanto secá-la até que ela falou:

-Fabiano o que você estava fazendo?
-Cozinhando. por que? 
-Porque o que lá se fosse já era! -dizendo isto ela aponta para o fogão.

Olhando para ele percebo que meu almoço já era. 
-Pôde deixar eu arrumo isto para você.-dizendo isto ela começa a limpar o fogão.

Fazendo isto eu comecei a fita-la pois ela esta de costas e não tinha angulo melhor. Ela tinha uma bunda tão arrebitadinha tão gostosa que na hora que a vi o tesão tomou conta de mim! 

-Você é daqui?- perguntei a ela. 
-Sou, eu moro na vila. Nisto quando percebo dona Marta já havia acabado de ligar e já chamava Samantha para ir. Despedi-me das duas e as acompanhei até o portão. Percebi que ao fitá-la ela me retribuía com sorrisos lindos. Mais tarde, depois de improvisar uma comida, fui tomar um sol à beira da piscina. Quase dormindo acordo com uma voz angelical:

-Quem é a felizarda de tudo isto?-perguntou Samantha sentada em cima do muro trajando um vestido curto que realçava mais ainda seu corpo.

-Se você se refere a alguma namorada. A resposta é uma : de ninguém!-afirmando isso percebo que um leve sorriso brota nos belos lábios de Samantha!

-Você está sozinha?-pergunto-lhe já com segundas intenções.
-Não meus avós estão de saída daqui a pouco. Bom minha vó me disse que você acessa a internet é verdade?
-Bom eu acesso por quê?
-Eu sempre tive curiosidade em conhecer! Dizendo isto não esperei, mas uma palavra.
-Bom você quer conhecer mesmo?
-Quero! 
-Venha a minha casa às 8:00 horas que eu lhe mostrarei.

Ela com um grande sorriso agradeceu e confirmou sua presença.  Na hora combinada ela chega trajando um lindo vestido branco, muito bem produzida, cumprimenta-me e depois entra.

-Você vai sair depois daqui?
-Não por quê?
-Pois está linda.

Dizendo isso eu a deixo encabulada e vermelha. Eu estava trajando uma calça de moletom e uma camisa preta do Iron Maiden. Encostei a porta da cozinha, pois no bairro que moro todo cuidado é bem-vindo. Levei-a ao meu quarto coloquei uma cadeira ao meu lado e comecei a conectar na internet.

Depois de mostrar para ela alguns sites eu mostrei o bate papo. Entrei, conversei com algumas pessoas e depois a deixei acessar um pouco. 
-Bom vou entrar em outra sala. Tudo bem?-indaga Samantha com sua voz melodiosa. 
-Fique a vontade gata! 

E para meu espanto adivinhem em que sala ela entrou. Na sala de sexo. Eu não a impendi. Ela pediu-me umas explicações sobre os comandos e eu dei. Foi quando para demonstrar um comando precisei pegar o mouse ficando a poucos centímetros de seu rosto e aconteceu o que eu queria um beijo ardente e gostoso.

Foi quando percebi que ela armou tudo isto só para ficar comigo. Quando me dei por si ela estava sentada em meu colo de frente para mim com suas pernas se roçando com as minhas. Eu como sou um tarado, não deixei por menos comecei a acariciar sua bunda , que para retribuir ela pegou em meu pênis e começou a masturbá-lo..

Eu tomado pelo tesão retirei as alças de seu vestido e comecei a chupar seus seios que estavam duros de tesão. Depois se levantando e retirando completamente o vestido ficando somente de calcinha ela pediu que eu ficasse sentado, e eu obedecendo recebi um grande prêmio.

Ela pediu que eu fechasse meus olhos e quando senti seus lábios carnudos e gostosos chupando meu pênis não acreditei. Como aquela coisa celestial poderia esconder um demônio do prazer. Depois de literalmente mamar em meu pênis era minha vez de retribui e retirando sua calcinha comecei a chupar com gosto aquela bucetinha. Era uma delícia eu a fiz gozar só com a língua mesmo assim seu fulgor continuava.Foi então que ela me disse:

-Vou te contar uma coisa. Sou virgem!

Quando ouvi aquilo quase fiquei louco, uma virgem só pra mim beleza!

-Tratarei de você com carinho gata!

Dizendo isto começamos a fazer um delicioso meia-nove. Depois chegou a grande hora perfurar aquele cabaço delicioso. Acomodei-me na cama e pedi para ela sentar em meu pênis, ela fez sem demora. AHHHHHHHH!Delícia no começo ela estava meia morta, mas depois um vulcão tomou conta dela. Ela mexia alucinadamente e meu pênis estourava de tesão ela gemia e gostava muito!

Depois de um tempo gozei novamente, e ela pediu que trocássemos de posição e eu aceitei. Ela ficou de quatro e eu admirei aquela gruta do amor e então ela pediu que nos juntássemos de novo. E eu fiz sem demora.. A cama mexia gemidos de prazer ecoavam no ar. Depois de uma bela metida de quatro e me pediu, mas uma coisa que eu fizesse uma espanhola nela. Pois ela tinha assistido um filme e gostaria muito de realizar aquilo. Não recusei. E então me levantando comecei a bater uma deliciosa punheta nos belos seios de Samantha... Quando percebi que iria gozar avisei Samantha:

- Samantha. Não agüentarei irei gozar!

Dizendo isto, imaginei que ela pararia de movimentar seus seios e de chupar meu pênis. Mas foi ao contrário ela começou mais rapidamente e chupou mais fortemente meu pênis. Gozei. Ela chupou tudo . No dia seguinte continuamos, mas isso eu vos conto em outra ocasião.

Conto erotico recebido por email - Usuário Anônimo

Diário de Uma Donzela - Raptada, Aprisionada e Abusada

Não podia acreditar que isto estava acontecendo comigo. Sempre fui moça séria e sonhava em casar, ter filhos e constituir uma família decente, baseada nos bons costumes e na lei dos homens. Porém foi através desta última que vim para aqui. Malditas leis dos homens. Malditas dividas de jogos. Meu pai, jogador compulsivo, contraiu dividas de alto valor no mercado e devido a falta de pagamento o senhor, proprietário dos títulos de cobrança, solicitou que meu pai tivesse confiscado o que ele tinha de mais valor: eu, sua filha.

Estou com dezenove anos, sou bem magrinha e tenho cabelos ruivos compridos até a cintura, minha aparência é de uma garota mais nova do que realmente sou e por isso, sempre fui bastante assediada pelos rapazes, porém, devido aos últimos acontecimentos já não tenho mais esperança de conseguir realizar meu sonho de casamento. Quem ousaria me desposar depois de tudo isso?

Tudo aconteceu rápido. Os homens invadiram minha casa e me trouxeram para as propriedades do tal senhor. Um velho de uns cinqüenta anos, calvo e barrigudo. Isto aconteceu faz exatamente sete dias atrás e durante todas as noites que passei aqui, aprisionada neste quarto, o velho vem abusar de mim. Aproveitar-se de minha juventude e inocência (a esta altura já perdida). Antes de ser trazida para cá já havia percebido os olhares de cobiça do, agora, meu dono. Mas eu o repudiava e sentia até nojo dele, por achá-lo um velho tarado por olhar para uma moça com cara de menininha como eu. Mas as circunstancias me trouxeram até ele.

No primeiro dia assim que cheguei e fui presa neste quarto, três de suas empregadas vieram preparadas para me dar um banho. Arrancaram-me as roupas e lavaram todo meu corpo com esponjas e essências perfumadas, incluindo minhas partes intimas que nunca antes haviam sido tocadas. Na hora nem pensei que haveria algum tipo de maldade comigo, mas foi o que aconteceu.

Terminado o meu banho e vestida com uma camisola larga, sentei na beirada da cama ficando horas sozinha no escuro iluminada apenas pela luz fraca de velas.. Então a fechadura estalou e com um ranger de porta igual aos dos meus mais tenebrosos pesadelos sua sombra se projetou quarto adentro. Por um breve instante pensei que seria libertada, mas ele entrou todo esbaforido e enrolado em um roupão, visivelmente estava de banho tomado. Quando o vi chorei e pedi para que ele me deixasse ir embora e voltar para a minha família.

Sem expressar uma palavra ou se comover com meus lamentos o velho aproximou –se de mim e parou a minha frente. Ergui a cabeça com os olhos marejados de lagrimas e me assustei com sua expressão altiva. Ele tirou seu roupão aumentando ainda mais meus temores ao constatar a sua nudez .Seu corpo era todo peludo e grisalho, ele tinha uma barriga avantajada e quase obscena. Por baixo dela um pênis grosso e cabeçudo jazia inerte.

- Chupa! – Ordenou com sua voz grossa.

Coloquei as mãos no rosto e me debrucei sobre elas, ciente de qual seria o meu destino naquela noite. Perderia todas as minha virtudes.

- Eu disse para chupar! – Disse novamente, agarrando os meus longos cabelos e puxando minha cabeça de encontro ao seu falo.

Diante de minha resistência e empenho para me afastar daquela coisa flácida, ele usou sua força e esfregou meu rosto no seu pau e disse sem seguida:

- Se não fizer o que mando vou mandar chicoteá-la e jogar seu corpo para os porcos comerem.

Assustada e relutante passei a língua no seu membro. Passei a lambe-lo com o rosto molhado de lagrimas. E o que estava inerte começou a dar sinais que ainda estava vivo. O troço passou a crescer e levantar. Podia ver suas veias latejantes e a mágica que estava se iniciando. Aos poucos seu membro cresceu com minhas lambidas e ameaçadoramente se encontrou totalmente em estado da mais pura ereção. O velho gemia sem deixar de segurar os meus cabelos.

- Ahhh... Beija ele... Beija.....

Passei a dar beijos estranhando o gosto que aquilo deixava em minha boca.

- Agora chupa... Engole ele todo.... – dizia o velho tarado.

Eu sem opções o segurei pela primeira vez., olhei para aquela cabeçona roxa e brilhosa e coloquei na boca , tentando me ater somente a sua glande mas, com um movimento brusco ele forçou todo o seu pau para dentro de minha boca. Parecia que aquilo tinha ido até minha garganta, não agüentei e vomitei , melequei todo o seu pau e o restante despejei no chão...

- Sua porca vagabunda – Gritou me pegando pelos cabelos e me jogando na cama.

Usando todo a sua força subiu sobre mim me fazendo ficar com a cabeça entre suas pernas. Ofereceu seu saco para eu lamber e disse que se eu vomitasse de novo iria me arrepender. Passei a dar lambidas naquela carne enrugada enquanto ele se masturba e gemia.

- Vai minha virgenzinha... Vou te ensinar o que é um homem....

Em poucos instantes seu corpo estremeceu, ele gritou e mirou seu pau para o meu rosto. Um liquido branco e quente espirrou indo atingir minha testa, outro jato veio e grudou-se nas minhas bochechas.

-Que delicia... Sente... Sente a minha porra...

Finalmente... Já havia visto cavalos cruzarem e depois que o macho gemia ele relaxava, desencaixava da fêmea e ia embora satisfeito. Pensei que meu martírio naquela noite estava acabado. Ledo engano, o velho falou em seguida:

- Agora eu vou sentir o gosto da sua grutinha. – Disse saindo de cima de mim e indo até a altura de minhas coxas. Com força, abriu minha camisola e rasgou minha calcinha de algodão. Minha bucetinha depilada apareceu sobre seus olhos famintos.

 Que delicia... Toda peladinha, do jeito que eu gosto.

Sua língua quente e áspera encontrou a pele sensível da minha bucetinha umidificando com sua saliva, uma vez duas vezes, ele não parava de me lamber. Meus lábios vaginais já estavam molhados quando ele me tocou em algo que me causou uma sensação diferente, como se fosse uma pontada, um arrepio. Sua língua fazia movimentos circulares e as vezes tocava aquele local de novo. E de novo. Minha vagina passou a umedecer cada vez que o lugarzinho especial era tocado. Quando estava quase gostando e esquecendo o lugar que estava ele parou e encaixou aquele troco grosso na entrada da minha bucetinha.

Começou a fazer força e eu vi estrelas enquanto minha ultima virtude foi para os ares. Ao contrario de antes, não senti prazer nenhum enquanto era deflorada. Somente dor, e repugnância por esta sendo violada desta forma. Por sorte ele não se demorou muito mas para mim foi uma eternidade
Sentia meu sangue escorrer enquanto ele metia seu pau para dentro de mim. Com estocadas ritmadas ele me comia enquanto arfava em cima de mim. Em poucos movimentos ele gozou dizendo que era uma delicia comer uma virgenzinha. Senti ele espirrar dentro de mim e se corpo estremecer.

Saciado ele saiu de cima de mim e me deixou na cama com minhas dores e pensamentos. Chorei sozinha até adormecer derrotada e cansada. Não era mais donzela, não poderia mais ser uma mulher decente, estava jogada na vida. No lençol a marca de minha pureza que se fora anunciava minha vergonha.

Aqui encerro a narração da primeira parte do meu desafortunado martírio

O Desabrochar de Valeska

Há 5 anos atrás, mais precisamente quando tinha 18 anos, tive minha primeira experiência sexual, foi inesquecível.

Tudo começou quando fomos viajar, eu e minha família, para nossa casa de praia no Guarujá. Íamos passar o verão inteiro, mas como surgiram alguns compromissos na empresa de meu pai, ele resolveu antecipar o retorno para São Paulo, voltaram com ele minha mãe e minhas irmãs, resolvi ficar, pois estava fazendo vários dias de sol e eu não queria perder o final de semana. Era quarta- feira, meu pai concordou que eu ficasse até a segunda seguinte, quando mandaria nosso motorista me buscar.

Eu, na época usava cabelos compridos, tinha aproximadamente 1,68 de altura, era loiro, olhos verdes, e não tinha o corpo bem definido como os outros rapazes da minha idade. Já há algum tempo vinha tendo vontades que me eram estranhas até então, queria me vestir de mulher para poder desfilar para as outras pessoas, sempre que podia usava as roupas das minhas irmãs, mas nunca tivera coragem de sair de casa. Foi nessa ocasião que surgiu pela primeira vez Valeska.

Já tinha tudo planejado quando eles partiram, fui numa loja de lingeries e com meu dinheiro comprei um conjuntinho lindo de calcinha e soutiens, de rendinhas e seda branca,. Passei por uma perfumaria e comprei um batom e alguma maquiagem, apesar de ter uma pele de fazer inveja eu não queria sair sem estar perfeita,

Passei por várias lojas de roupas femininas até achar uma que eu gostasse, entrei na loja e fui atendida por uma balconista, muito simpática por sinal, e pedi para ver mini-saias, ela me perguntou se era para mim, eu respondi que sim, foi somente ai que reparei que as pessoas que haviam me atendido não repararam que eu era um menino, talvez porque eu estava usando uma bermuda pequena e uma camiseta grande, depois de experimentar varias roupas achei uma que me agradou, era uma mini-saia de seda amarelinha toda rodadinha (uma gracinha), e uma blusinha também de seda branca, passei por uma loja de sapatos e comprei uma sandália de salto que combinasse com as roupas que havia comprado.

Pronto estava tudo preparado para a grande noite, lá pelas 7 da noite tomei um banho, tinha passado água oxigenada nos meus pelinhos da perna para que sumissem no meu lindo bronzeado, depilei minha virilha, minhas axilas, para que tudo fosse perfeito, passei uma hora me maquiando, fiz uma maquiagem bem leve, passei o batom vermelho que havia comprado e coloquei as roupas, gente fiquei surpresa com o resultado, realmente fiquei uma gracinha,

Coloquei 2 esponjinhas para fazer os peitinhos, e um lacinho amarelo para prender meus cabelos, tinha na época as duas orelhas furadas, aproveitei e coloquei um par de brincos com a figura de cavalos marinhos, que tenho até hoje e fui até o espelho verificar o resultado, gente, fiquei linda. Às 8:30 horas da noite surgiu pela primeira vez, Valeska. Que prazer indescritível! Passei pelo calçadão da praia e fui cantada por vários gatos, que sensação gostosa à de sentir a saínha roçando pelas pernas, a lingerie colada no corpo

Os meninos não paravam de mexer comigo me chamavam de loirinha gostosa, de tesão, foi incrível. Lá pelas 22:00 h passando por uma av. beira mar cruzei com um gato que mudou minha vida, ele era alto, loiro tipo surfista e forte, estava usando um bermuda justa e pude observar que ele tinha um belo volume entre as pernas. Ele, percebendo meus olhares, veio em minha direção. Gente, eu gelei por dentro e fiquei toda arrepiada por fora, meu cuzinho não parava de piscar,

Ele se aproximou e começamos a conversar. Ele se chamava Eduardo e era realmente lindo. Resolvi arriscar, pensei que se tivesse de perder o cabaço teria que ser com ele. Até então ele não havia percebido que eu era um menino e me convidou para passearmos pelas areias da praia. Após algum tempo ele me abraçou de uma forma viril, mas gentil, e me deu um demorado beijo na boca. Nunca senti tanto tesão por alguém, resolvi arriscar e contei para ele toda a verdade, pensei que ia levar umas porradas, mas o que aconteceu foi que ele disse, já que estamos aqui e você é uma gracinha, tudo bem eu vou te desvirginar do mesmo jeito.

Gente, nunca amei um homem como aquele, ele me levou para o apartamento que ele estava dividindo com outros rapazes, que na hora estava vazio, e começamos a nos amar. Ele me deu um beijo demorado, começou a lamber minhas orelhas, fiquei toda tesuda, comecei a alisar aquele cacete maravilhoso , ele parou de me beijar e me mandou que ajoelhasse, tirou aquele falo maravilhoso para fora,

Nunca chupei um pau tão gostoso, lambia as bolas, os pêlos, subia devagarinho até chegar à cabeça, colocava tudo na boca e sugava com tesão. Ele tinha 21 cm de cacete (eu medi com uma régua), que pau enorme e gostoso, ele me fez parar e pediu que eu desfilasse para ele. Comecei a roçar minha bundinha no cacete dele que levantou minha saínha, abaixou minha calcinha e enfiou o dedo no meu cuzinho, que naquela hora não agüentava mais de vontade de sentar gostoso. Ele enfiava o dedo até o fim e tirava, que delícia, me levou para sua cama com o dedo enfiado no meu cuzinho, me obrigou a ficar de quatro e passou margarina por toda a extensão daquele cacete maravilhoso,

Eu já estava gemendo de tanto tesão, ele encostou no meu cuzinho e foi empurrando devagarinho, nunca senti tanta dor e tesão ao mesmo tempo, ele ia empurrando amorosamente devagarinho, e eu ia sentido ele entrar por dentro. Após algum tempo ele conseguiu colocar tudinho dentro de mim, eu já não sentia dor, só prazer de ser comida por um homem com tanto carinho. Ele bombava com vigor dentro de mim e eu rebolava feito um cadela no cio, ele gozou com jatos fortes e eu, quase ao mesmo tempo, gozei também sem me tocar.

Ficamos transando até os amigos dele aparecerem, ele me levou embora, pois como ele mesmo disse, aquela não era hora de uma menina andar sozinha, fomos abraçado até perto de minha casa, quando chegamos próximo ele me deu um gostoso beijo, me chamou de sua putinha e me convidou para irmos à praia juntos no dia seguinte. No outro dia corri comprar um biquíni para mim e fui à praia com ele, usei uma fita adesiva para esconder meu pênis e fui para praia de biquíni. Ficamos com a galera dele o dia inteiro e à noite nós transávamos na minha casa.

Tenho até hoje varias fotos com meu gato e sempre que posso saio com ele. Tudo o que está escrito è a mais pura verdade. 

Conto recebido por email by Valeska

As Histórias da Angel

Meu nome é Angélica, mas meu apelido é Angel... Hoje tenho 19 anos e vou contar a minha história para vocês. Cresci ouvindo de minha mãe que sexo é a melhor coisa do mundo, ela mesmo dava para qualquer um a toda hora. Eu mesma nem conheci meu pai. Como minha mãe não tinha condições de me criar, me mandou para ser criada pelo irmão dela, que na época ainda era casado e sem filhos.

Saí de Minas com 18 anos e vim morar aqui para poder continuar a estudar. Meu tio, que estava com 54 anos na época, me tratava super-bem, me paparicava me comprando sempre roupas, sorvete, me levava ao cinema e etc. Eu achava que ele fazia isso por não ter tido filhos e ficava feliz. Eu só achava meio estranho, pois ele dizia que meninas não deviam usar sutiã, que isso era coisa para velhas com o peito caído.

E só me comprava camisetinhas brancas bem fininhas que praticamente mostravam tudo dos meus peitos. Eu ficava muito envergonhada, mas não podia fazer nada a não ser agradecer os presentes que ele me dava. Afinal eu tinha ido para casa dele só com um saco de supermercado com poucas roupas. A gente ia jantar e sempre quando a esposa dele estava na cozinha trazendo as comidas, ele ficava encarando meus seios com cara de tarado, que chegava a lamber os lábios. Eu sentia que ele ficava passando a mão no pau dele por debaixo da mesa.

Ficava tão envergonhada que os biquinhos dos meus peitos ficavam duros na hora piorando mais ainda minha vergonha. Quando minha tia chegava ele disfarçava mas sempre que podia olhava meus bicos duros roçando na camiseta com os movimentos que eu fazia para comer. Naquela noite, escutei minha tia brigando com ele. Chamava ele de velho safado, que as roupas que ele me comprava eram indecentes. Que a camiseta que eu estava no jantar era tão transparente que dava para ver até a cor dos meus bicos e etc. Lembrei da frase da minha mãe: Homens são todos uns tarados.

Uns meses depois meu tio se separou dela e foi aí que tudo começou a acontecer. Ficamos só eu e ele morando na casa. Ele passou a se atrever para cima de mim cada vez mais... Quando um dia eu voltei da escola, ele estava com um velho amigo dele na sala vendo um filme pornô. Eu não sabia o que fazia de tanta vergonha, só dei boa tarde e fui para o meu quarto. Ele veio atrás de mim e pediu para eu colocar uma daquelas camisetas e servir uma cerveja para eles.

Fiz o que ele me mandou e ao servir os dois quase comeram meus peitos com os olhos... Ao servir meu tio ele encostou o copo de cerveja de propósito num dos meus bicos que ficou logo duro pelo gelado. O calor estava insuportável e pedi se podia sair para tomar um banho. Meu tio me mandou sentar e assistir o filme com eles. Eu resisti e disse que não gostava daquilo. Ele se levantou e me sentou a força. Eu olhava o chão e ele me mandava ficar olhando o filme.

Depois de alguns minutos o escutei falando para o amigo dele: Olha só os biquinhos dela. Não são deliciosos? O amigo respondeu: E como camarada! E como! Já deu uma mamadinha neles? São tão durinhos que eu to doido para dar uma lambidinha... Meu coração começou a disparar de nervoso quando me olhei e vi que com o calor, minha blusa tinha ficado toda molhada e totalmente transparente. Era o mesmo que estar nua!

Depois de algum tempo vi que eles passavam a mão no pau deles e eu então saí rápido e fui para o banheiro. Acho que fiquei a tarde toda por lá. Quando saí, vi que eles não estavam mais na casa e então comi alguma coisa, fiz o jantar e fui dormir. No meio da noite eu tomei um susto, pois quando acordei, vi meu tio em cima de mim, totalmente bêbado, puxando bem devagarzinho minha camiseta para cima.

Morrendo de pavor eu não abri mais os olhos e achei melhor fingir que dormia. Ele foi subindo, subindo até meus peitos ficarem todos para fora. Acendeu a luz do abajur da mesinha e falou:

-Estou seco para dar uma boa chupada nesses bicos e não passa de hoje. Se você não quiser voltar para a sua mãe fica QUIETINHA!

Começou então a pegar os bicos com os dedos, puxava eles para fora, devia molhá-los na saliva porque eu os sentia todos lambuzados. Apertava mais e mais e com dois dedos ele pegava na pontinha deles e puxava dizendo que queria ver eles bem durinhos para dar uma chupetinha. Uma sensação doida começou a tomar conta de mim. Eu não consigo descrever ela até hoje.

Foi uma mistura de nojo, asco, medo, mas eu percebi que estava achando muito gostoso. Nunca nenhum homem tinha nem passado a mão nos meus peitos. Só tinha dados uns beijos na boca de uns garotos da minha terra. E o pior de tudo é que a parte do corpo que mais sinto tesão é justamente nos biquinhos do meu peito. Quando eu me masturbava, sempre passava um pouquinho de óleo na pontinha deles e ficava passando a ponta dos dedos nos bicos até gozar. Ficava louca de tesão. Bem, depois de meus bicos estarem para lá de duros e salientes, ele passou só a pontinha da língua em movimentos rápidos.

Depois meteu a boca e mamou que nem bebê, sugava eles para fora como se quisesse que saísse leitinho deles. O nojo que eu senti foi virando tesão com o tempo. Até que ele de repente parava e ia embora. Eu abria os olhos e via a porra dele por todo o lençol. Isso foi praticamente toda a noite. Na véspera de eu fazer 19 anos, ele me ofereceu uma bebida no jantar e disse que era para eu ficar mais alegre.

Que eu ia dormir melhor e mais rápido, pois ele tinha um presente maravilhoso para mim, depois que a meia-noite entrasse. Eu bebi e até que gostei. Comecei a ficar meia zonza depois do terceiro copo e não me lembro de mais muita coisa. Só lembro de estar já na cama. Apaguei logo e não sei quanto tempo depois, acordei toda amarrada e nua! Ele disse que já estava há mais de meia hora ali fazendo de tudo comigo... Meus bicos do peito estavam tão duros, mas tão duros que ele deve ter mamado uma meia hora sem parar...

O safado percebeu que eu fico louca de tesão nos biquinhos e me excitava demais por aí... Como eu era virgem, ele fez de tudo comigo, mamou meus bicos, colocou a pica para fora e vi que era grossa e estava toda lambuzada. Passou ela na minha cara e me obrigou a chupar a cabeça... Me dava ordens: Mama a cabecinha... Isso. Passa a ponta da lingüinha no meu caralho. Isso sobrinha putinha ... Mama gostoso. Suga a cabeça e chupa bem...

Passou ela toda melada no meu peitinho. Pincelando cada bico. Arreganhou minhas pernas mais ainda e ficou horas mamando meu grelinho. Abria minha bucetinha e o grelinho pulava bem para fora e ele passava a ponta da língua nele para eu ver. Enfiava a língua na portinha, lambia lá por dentro. A frase da minha mãe veio de novo na minha cabeça.

E me vi ali, com o irmão da minha mãe, um velho de 55 anos em cima de mim me lambendo, mamando, me chupando toda e eu arreganhada... Minha buceta toda aberta para ele, meus bicos duríssimos pulavam pela minha respiração ofegante. Totalmente pelada e indefesa para aquele velho safado e tarado. E eu, já com 19 anos, adorando aquilo tudo que me deixava completamente maluca.

Meu corpo todo latejava e a idéia de ele ser bem mais velho que eu me deixava mais excitada. Comecei a me sentir uma putinha bem safada e percebi que ia querer aquilo todos os dias. Senti vontade de falar isso para ele, mas fiquei com medo. Ele gozou na minha boca e mandou-me engolir tudinho.

Depois me desamarrou, encostou as costas na cama, me encaixou no meio das pernas dele, e eu de costas para ele deitei no seu peito. Ele tinha trazido o espelho da cômoda para ficar bem em frente da gente. Mandou eu arreganhar as pernas para ver a bucetinha pelo espelho. Colocou uma porção de saliva nas mãos e começou a acariciar meus seios me mandando olhar pelo espelho para me excitar. Eu fiquei cheia de tesão com aquilo.

Mandou eu encher meu dedo com a saliva dele e começar a bolinar meu grelinho me masturbando. Perguntou se eu estava gostando e eu com medo disse que sim. Isso minha criancinha... Titio vai te fazer ficar louquinha todas as noites de tanto que você vai gozar. Esses biquinhos vão ficar maiores de tanta mamadinha...

Goza para o titio goza putinha safada. Tá gostando do titio fazer essas coisas todas com você? Claro que está. Antes de você acordar, titio mamou direto nesses biquinhos durinhos e você gemeu gostoso, titio ficou maluquinho e lambeu essa xoxotinha todinha. Tava molhadinha de tesão. Sabia que assim que coloquei os olhos em você titio ficou maluco? Vai se masturbando... Aquela velha só me atrapalhava.

Eu queria já ter feito isso há mais tempo em você sua putinha. Eu ficava maluco de ver toda hora esses peitinhos nas blusinhas que eu comprava. Eu fazia de propósito para poder ver esses biquinhos duros quase rasgando a camisetinha. Uhmm que vontade eu tinha de rasgar e cair de boca nesses bicos e mamar até cansar.

Amanhã a gente vai comprar umas camisolinhas brancas todas transparentes e você só vai usar isso para dormir, viu? Uns shortinhos bem curtinhos para por essas popinhas arrebitadas para fora e bem apertadinhos que eu quero ver marcar a rachinha da tua xoxotinha. Eu escutava tudo aquilo e ficava cada vez mais louca!

Me sentia uma putinha ninfeta bem safada doida para fazer tudo aquilo para deixar ele mais doido por mim. Até que eu gozava do corpo todo estremecer e ele me soltava para enfiar a língua toda dentro da minha xoxota e puxar o caldinho de lá de dentro e saborear com cara de tarado na minha frente. Isso passou a ser nossa rotina de todo dia.

Ele inventa tanta sacanagem gostosa de fazer que não tem como não ficar todo dia excitada. Eu respiro sexo e safadeza todos os momentos do dia... No início ele me obrigava a fazer as coisas, mas depois de algumas semanas, eu acabei ficando tarada e bem putinha ... Adoro as sacanagens que ele faz comigo.

Morro de tesão. Todo dia ele inventa uma putaria para fazer. Trás os amigos velhos dele, trás umas putinhas ninfetas da rua. Filma tudo e a gente faz sempre uma suruba bem gostosa. Um dia ele trouxe a Jack para morar com a gente que é uma piranhinha de rua. Ela tinha 19 anos. Ele me fazia mamar o grelo dela, ficarmos bastante tempo mamando os biquinhos uma da outra e ele batendo uma punheta olhando...

Ele é tarado em bicos de peito de meninas e como eu também sou, o tesão nosso é de endoidecer. Fico louca quando mamam meus bicos... Faço qualquer coisa! Uma noite, eu não agüentei de tesão, minha amiga putinha estava mamando num bico e meu tio mamando bem gostosinho o outro...

Quase pirei e foi nesse dia que meu tio tirou meu cabaço, da xotinha e do cu enquanto a Patrícia me chupava toda... Foi uma delícia! Eu jamais me acostumaria a ficar um dia sem uma sacanagem dessa. Fiquei com tara em homens bem mais velhos, garotas novinhas e lésbicas velhas também! Quanto mais o cara for velho mais me dá tesão...

Eles ficam babando quando pegam nos meus peitinhos e bundinha... Enfiam o dedo na minha xoxotinha, lambem meu grelo, meu cuzinho piscando. E alguns o pau nem sobe mais, mas meu tio me manda dar uma mamada para deixar eles felizes e eu dou uma chupetinha gostosa no pau deles... Ele me faz ficar pelada na janela, me mostrar para os outros. Me manda colocar uma camiseta bem transparente e sair com ele para passear na rua. Fica cheio de tesão vendo os caras olharem sedentos meus biquinhos.

Eles já ficam 24 horas do dia durinhos e bem arrebitadinhos. Ele toda hora que pode passa os dedos e aperta. Em todo lugar! Quando dá, ele levanta ou abaixa minha blusa e mordisca os bicos e dá uma chupada para eles ficarem mais durinhos para os outros verem. Inventa cada história, cada sacanagem que eu, mesmo já acostumada fico às vezes assustada, mas no fim eu deliro de tanto tesão. Já me levou numa boate de putaria e me fez tirar a roupa toda e dançar que nem uma puta sendo bolinada por uns 2O homens.

Vive levando mulheres lá em casa e faz com que elas façam de tudo comigo enquanto ele bate uma punhetinha. Leva garotinhas novinhas, velhos, gringos que ele conversa no meio da rua. Tudo que uma pessoa pode imaginar é pouco para o que a gente já fez. Eu tenho milhões de histórias para contar! Milhões! E adoro escrever sobre isso.

Quando achei este blog me excitei sabendo que deixarei outras pessoas excitadas lendo as coisas que acontecem comigo.  Vou escrever mais e aos poucos vou contando as minhas histórias. Gosto de falar sacanagens! Às vezes vou para os chats e me masturbo bem gostoso. Entro em chats de lésbicas e de homens bem mais velhos. Adoooro!

Conto Erótico recebido por email - By Angel
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