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Minha Namorada Com Outro Pela 1° Vez.


Meu nome é Marcio e de minha namorada é Ana. Ela é muito bonita, nada de exagero, uma delicia, mas é normal, baixinha, uma bunda redondinha, peitinho pequeno e um rosto lindo.

Fui seu 1° namorado, quando começamos a namorar eu tinha 17 e ela 16 anos, não demorou muito e começamos a transar, mas tudo normal, depois de uns quatro anos de namoro consegui um trabalho em São José do Rio Preto – SP, cidade perto da que morávamos, então me mudei e aluguei um AP, com pouco tempo ela também conseguiu um trabalho e se mudou, enfim começamos a morar juntos.

Fazíamos sexo praticamente todos os dias, e cada dia ficava mais quente a coisa, ela começou a se soltar e fazer de tudo comigo na cama, chupava, metia de todas as formas, mandava eu goza na boca dela, comer seu cuzinho e gozar dentro dele, começou a se transformar em uma putinha em nosso AP.

No dia de seu aniversario, em junho do ano passado, saímos pra um barzinho (Zero Grau, quem é de Rio Preto conhece) e depois fomos pra um motel, estava metendo nela e na televisão passando dois caras comendo uma loirinha, como ela também é loira, na hora me veio ela na cabeça dando pra eles, estava comendo o seu cuzinho com ela de quatro, na televisão mostrava a loirinha de quatro com uma cara comendo o cu dela e o outro com a pica em sua boca.

Coloquei meu dedo em sua boca e falei baixinho no seu ouvido, imagina que meu dedo é aquela pica do filme, pra minha surpresa ela começou a chupar meu dedo e falar que adoraria dois varas só pra ela, nessa hora fiquei doido de tesão e notei que ela mais ainda.

Depois de uns 5 min. fudendo o cuzinho dela, e ela falando que queria outra pica na buceta ou na boca, não aguentei e gozei, ela deitou na cama abriu a bunda e falou:
- Imagina se fosse à porra daquele cara do filme, como eu já tinha gozado falei pra ela:
- Não você é só minha. - então ela falou:

- O que você acha? Estou brincando, nunca faria isso.

Tomamos banho e fomos embora, depois desse dia todas as nossas transas fantasiávamos ela dando pra dois homens, mas sempre na cama, depois não tocava mais no assunto. 

Um amigo nosso chamado Marcelo, nos convidou para ir até uma chácara que ele havia alugado pra passar o fim de semana, fomos no sábado bem cedo para aproveitar bastante. Levamos roupa no caso de precisar posar lá, pois é um pouco longe da cidade, chegamos lá não tinha muita gente não, o Marcelo com a namorada e mais alguns amigos nossos, a maioria casal.

Por voltas das 13hs, depois de varias cervejas e algumas doses, fomos para piscina, a Ana (minha namorada) colocou um biquíni vermelho q ela tem, o biquíni é bem pequeno, não chega ser um fio dental, mas é bem curtinho na bunda, ficamos na piscina quase todos. Um entrava, ficava um pouco e saia para pegar cervejas, e assim ficamos o dia todo. Em dado momento minha namorada deitou – se na beira da piscina, colocou a calcinha no rego e ficou tomando sol, mas até então normal, pois ela sempre faz isso para marca ficar menor.

Por volta das 16hs chegou um amigo do Marcelo sozinho, nos cumprimentou e já deu uma olhada na bunda da Ana. Depois foi buscar cerveja, eu como já estava meio alterado por causa da bebida, falei pra ela:

-Mor, você viu como o amigo do Marcelo olhou pra sua bunda? Ela falou:

- Se acha? Nem me olhou.

Então ele veio, entrou na piscina também e começamos a conversar. Ele se chamava Caio, muito gente boa, papo vai papo vem, eu percebi que ele não parava de olhar pra Ana. Minha pica estava ficando dura, então a Ana se levantou e foi pra cozinha buscar uma bebida, ele não parou de olhar pra bunda dela na minha frente e por incrível que pareça estava adorando aquela situação. 

Por volta das 20hs todos começaram a ir embora, falamos para o pessoal ficar e dormir na chácara, mas ninguém quis, disseram que voltavam no outro dia. Exceto Caio, que disse que não tinha nada para fazer em casa, então ficaria lá com a gente. 

Ficamos na varanda conversando e tomando cerveja, então minha namorada foi até a cozinha buscar um vinho, nessa hora ela ainda estava com a parte de baixo do biquíni e com uma camiseta, mais uma vez o Caio ficou secando aquela bunda gostosa dela. Quando ela voltou foi colocar o vinho na mesa e virou a bunda pra mim, vi que ela tinha colocado a calcinha no rego novamente, comecei a perceber que ela estava querendo provocar o Caio. 

Na hora minha pica ficou muito dura, continuamos a beber e ,depois dela ter tomado quase a garrafa toda de vinho, começou a ficar soltinha: toda hora dava uma desculpa e se levantava, passava se esfregando em mim e se mostrando para o Caio. 

Conversa vai ,conversa vem, começamos a falar de namoro, sexo e tal. Quando Caio perguntou se agente brigava muito ou se nos dávamos bem, falei pra ele que não brigávamos muito, só coisa normal de casal. Então a Ana olhou para ele e fala: 

- Nós nos damos muito bem, principalmente na cama. 

Todos riram um pouco e ficou aquele clima de tesão no ar, o Caio se levantou e foi ao banheiro, olhei pra ela e falei: 

- Amor você tá muito safadinha hoje hein? Então ela falou:

- Hoje não, eu sou safada, sua safadinha. Nisso meu pau ficou uma pilha, ela veio sentou de frente no meu colo e começo a me beijar e eu já mandei a mão na bunda dela. 

O Caio abriu a porta do banheiro, tentei tirar ela de cima de mim e ela não saiu, falou no meu ouvido baixinho para esperar ele chegar que ela sairia. Quando ele chegou onde estávamos ela se levantou e sentou no meu colo, mas de frente para ele, então ele disse: 

-Gente estou atrapalhando alguma coisa? Falei:

-Nada, fica tranquilo! Só estávamos matando a saudade um pouco, hoje ficamos o dia todo sem nos beijar. 

Mais uma vez a Ana solta uma:- Sem beijar e sem meter. 

O Caio ficou sem graça e falou assim: - Isso é complicado, já faz uns dois meses que não sei oque é isso... todos rimos e continuamos a conversa. 

Como a Ana estava sentada no meu colo, mas de frente para ele, Caio não parava de olhar no meio das pernas dela. Entre um copo de vinho, cerveja e outro ela começou a rebolar no meu pau e conversar com ele, abriu as pernas e ficou esfregando a buceta no meu pau, nisso Caio que estava de sunga, também não fez questão de deixar a mostra que estava de pau duro. 

Meu tesão estava a mil, o Caiu meio sem graça se levantou e foi no banheiro de novo, e mostrou aquela pica enorme e dura por dentro da sunga. Minha namorada falou assim: 

- Mor quero meter aqui, na frente do Caio, vamos? Olhei pra ela e falei:
- Você quer dar pra ele também? Ela disse: Não só mostrar para ele como você mete gostoso.
Falei: você vai ter coragem de fazer isso? Ela: Não sei, espera ele chegar que veremos. 

Caio voltou, se sentou em nossa frente de novo, a Ana ainda sentada no meu colo. 

Coloquei a mão na sua bucetinha e tirei a calcinha um pouco de lado para ele ver... Ele meio sem jeito, olhava e virava o rosto, a Ana olhou pra ele e falou assim: 

-Caio fecha o olho um pouco.
Ele: Por que?
Ela: - Para eu poder sentar no pau do meu namorado que esta muito duro.
Não acreditei no que estava ouvindo.
Ele: Pode sentar não ligo, faz de conta que não estou aqui. 

Então ela tirou a calcinha de lado, sentou bem gostoso no meu pau e ficou assim por algum tempo, se levantou tirou toda o roupa e sentou de novo, e ficou olhando pro Caio com aquela cara de safada. 

Então o Caio tirou o pau para fora e começou a bater uma punheta, ela então se levantou, ficou de quatro na mesa e pediu para eu comer ela. Comecei a fude-la na mesa enquanto o Caio olhava e batia uma... De repente ele se levanta, vem perto da gente e fala :

- Não posso comer essa buceta gostosa um pouco também não? Eu olhei para ele e falei :
-Depende dela, se ela quiser... Antes dele falar qualquer coisa para ela, ela saiu da posição que estava, foi pro lado dele, começou a beija-lo e chupa-lo todo. Então o colocou sentado em uma cadeira da área e começou a chupar a pica dele. Não acreditei no que estava vendo, mas o tesão era maior que qualquer racionalidade naquela hora. 

Fui por trás dela e comecei a meter naquela xaninha toda molhada enquanto ela chupava a pica do Caio. Logo ela se levantou e sentou no pau dele, e começou a chupar minha pica, não estava aguentando de tesão, saiu dali, sentei em uma cadeira e fiquei só olhando ela sentada no pau dele. 

Ela saiu de cima, foi para mesa novamente e ficou deitada de costas, então ela falou para mim: - Amor posso dar o cu pra ele? Eu: -Se você quiser... Ela olhou para ele e falou: -Vem comer meu cu bem forte, vem? 

Ele grudou bem forte no cabelo dela, deu uma cuspida na cabeça da pica e foi colocando no cuzinho dela, foi bem de vagarzinho no começo, depois começou a fude-la bem forte, até que não aguentou e encheu o cu dela de porra. 

Ele saiu de cima dela e foi para o banheiro, ela olhou pra mim e falou assim: Amor, vamos para o quarto agora para você terminar de fuder sua puta, só o Caio não deu conta não. 

Fomos para o quarto, ela colocou a mão na bunda, soltou a porra dele e passou em seus peitos, se deitou e falou assim: - Vem amor, vem sentir o cheiro de outro macho. 

O tesão era tanto que fui e cai de boca nos seu peitos, chupei ela todinha, sua buceta toda fudida e seu cu todo cheio de porra do Caio, então comecei a fuder sua buceta, fiquei metendo no seu cu e na buceta, depois de uns 20 minutos ela gozou. Eu meti mais um pouco e enchi sua buceta de porra.
Caímos na cama os dois exaustos, olhei para ela e falei: - 

- Amor, você é muito vagabunda! Que loucura fizemos... Ela olhou para mim e falou:
- Amor foi só uma fantasia que realizamos, não muda em nada o amor que tenho por você, você é e sempre vai ser o homem da minha vida, nos beijamos bastante, levantamos e tomamos um banho. 

Voltamos para fora, o Caio estava sentado fumando um cigarro. Olhei para ele e falei: - Caio, isso foi só uma aventura nossa, espero que não saia daqui. Ele falou para eu ficar tranquilo, que por ele ninguém saberia nunca. 

Isso já se passou há uns três meses, nunca mais fizemos nada parecido, mas em todas as nossas transas lembramos do acontecido e gozamos muito juntos. 

Não programamos nada com outra pessoa ainda, mas se acontecer casualmente igual com o Caio, vai ser ótimo. 

Abraço A todos. 

Casalmrp@hotmail.com.br

Conto Erótico - Cantada Irresistível

Blog de Contos Eróticos
Gosto muito de trepar e nunca tive dificuldade em arrumar uma boa cama quando precisava ou desejava. No inicio deste ano, estava sem trabalhar e participei de uma dinâmica para uma vaga em uma boa empresa aqui na região, para uma vaga na área de marketing e vendas. Na ante sala acabei trocando umas palavras com um executivo da empresa que fez questão de se apresentar para o grupo de candidatos e candidatas de uma forma simpática, o cara é bem charmosão e educado, o tipo de cara que uma mulher até resiste a primeira cantada, mas na segunda não tem chance, acaba caindo na rede.

Fiz a minha dinâmica e fiquei entre os quatro finalistas para a vaga que teria uma entrevista com ele. Pelos contatos do CV, onde havia meu celular, ele acabou me ligando antes da tal entrevista me convidando para um café num shopping próximo a sede da empresa, achei estranho, mas já imaginava o que iria ser o assunto. Marcamos e lá estava eu, com meus 23 aninhos, gostosa, perfumada e olhar de onça vendo o jantar.

Quando cheguei ele me elogiou, pelo desempenho na dinâmica e pela minha apresentação ali naquele momento, e eu estava mesmo muito bem. Unhas e cabelo do dia, blusinha elegante e um jeans de marca, comportado, mas revelador. Sentamos e ele mandou a primeira fuzilada:

- Carlinha, você tão jovem está preparada para conviver com a pressão da área de vendas? - Respondi que já havia enfrentado áreas bastante exigentes e não estava amedrontada pelo desafio. Então ele mandou a segunda:

- Você sabe que em vendas, muitas vezes mulheres, bonitas como você, precisam ser mais hábeis que o normal ou acabam perdendo negócios importantes, como você vê esta situação?- Tentei dar uma de boba e falar da minha formação acadêmica quando ele interrompeu.

- Não é isto, estou falando se um cliente te chamar para um almoço ou um uísque, para assinar o contrato, como é que você faz? Você topa e fecha o negócio ou amarela e perde tudo? Caramba, ele foi mais que direto. Perguntei se aquele café já era um destes eventos e ele sorriu maliciosamente, balançando a cabeça com um não, mas com os olhos dizendo que sim.

Complementei minha resposta, dizendo que poderia usar meu charme para ajudar os negócios, mas não o meu corpo, a não ser que a situação me envolvesse muito, e sorri, passando a língua entre os dentes e ainda perguntei “meu dente sujou de batom?”. O cara me puxou e tacou um beijão na boca que eu quase gozo. “Nossa chefe, você não perde tempo. Adorei.” Eu gosto muito disto em você, respondeu ele. Vamos sair daqui? Tenho que continuar com você em outro lugar. Fomos para o estacionamento do shopping, deixei meu carro e fui no dele para um motel, carrão de sucesso, som bacana, banco de couro, e eu já ficando meladinha com a situação. Mãozinha na coxa, passadinha de dedo entre os seios, e novamente eu já estava tremendo toda. “Este cara sabe foder uma mulher” pensei comigo.

Chegamos ao motel e ele abriu um pro-secco italiano, maravilhoso, me puxou na cantinho e começou a me amassar toda, aperta a bunda, encocha com força, arranca a blusa e eu já estava apalpando o cacete dele por cima da calça. Bom cacete, duro e grande. Me virei de costas para ele me abraçar e eu esfregar minha bunda naquele pau gostoso. Eu sei o poder que a minha bunda exerce sobre os homens, e com ele não foi diferente.

Ele abriu a minha blusa, tirou meu sutiã e abaixou o meu jeans, fiquei somente de calcinha preta e safada. Rebola, geme, esfrega e ele também já sem nada, pulamos na cama para eu receber a melhor e mais maravilhosa chupada que já tive. Já com meia garrafa de pro-secco no juízo, um empregão pela frente e um chefe no meio das pernas, me entreguei totalmente a luxuria e ao tesão. Gemia feito uma gata no cio e estava mesmo muito boa aquela brincadeira.

Adoro lambida na bunda, me virei de quatro e nem precisou pedir para ele entender, dedinhos esfregando meu grelo e língua varrendo meu cú e buceta de cima abaixo, eu rebolava e adorava aquela coisa doida. Tinha feito depilação total há 3 dias e estava uma coisa linda aquele parque de diversões adulto.

Já havia quase seis meses que eu não fazia anal, porque um namorado não gostava, vê se pode!! E o outro era muito grosso e eu não conseguia. Mas o descaradinho do futuro chefe, veio me abrindo com um dedo, depois dois dedos, depois três dedos e muita sacanagem no ouvido e pimba, encostou o cacete na minha bucetinha, enterrou devagar e muito gostoso com os três dedos na minha bunda. Um pau duro e largo foi me arreganhando toda, e eu adorando, eu sempre gostei de pau grosso e ele era na medida.

Menos de dez estocadas daquela pica na minha buceta e eu já estava derramando melzinho pelas coxas, gozei muito gostoso e ele percebeu que meu cuzinho piscava, arrancou da frente e começou a encostar na portinha do fundo. Cuzinho depilado, pau duro, e pro secco na cabeça, adivinhem o que aconteceu. Foi ficando gostoso e entrando e lá estava ele todo enterrado no meu rabo, o pau dele deve ter uns 20 centímetros e largo. De quatro eu olhava para ele e via o prazer que ele também estava tendo, vendo minha bunda linda engolindo ele quase todinho sem reclamar. Encostei a cabeça no travesseiro, empinei mais um pouco a bunda e mandei a frase venenosa:

-Fode meu rabo com vontade, seu viado, me come porra... - O cara enlouqueceu e quase me acaba com as pregas todas, meteu tudo e me apertou na cama de um jeito que achei que ia virar uma bolacha. Eu olhava para traz e pedia:

- Soca esta pau, caralho, enche meu cú de porra... - Pronto ... Eu já estava no domínio, e o futuro chefe se derreteu dentro de mim. Gozou lá dentro e se desmanchou nas minhas costas. Ficou um pouco paradinho, tirou o menino da casinha escura e sorriu mansinho.

-Tá contratada linda.

Tempinho depois fomos para uma ducha, e ele ficou admirando meus seios, rosadinhos e firmes, parece que tem silicone, mas são naturais. Mais uns beijinhos e ele me fez pagar um boquete no chuveiro. Ficou durinho de novo e fomos para a cama novamente. Desta vez, ele já estava meio sem bala e eu de fogo, aí foi a minha vez de maltratar o danado.

Sentei sobre ele e fiquei esfregando aquela picona grossa no meu grelo. Deixando ele beijar meus seios e falando sacanagem. Tava tão bom que encaixei o brinquedo na buceta e me soltei. Uiiii, mais outra gozadinha gostosa e já estava 2x1 para a menina...

Resumo da festa, já estou na empresa, sou uma das melhores da equipe de vendas, preciso dar uma saidinha técnica com um cliente.

Conto erotico recebido por email by Louka

Remédio na Academia - Parte I


Tava revendo os contos que enviei para este blog e percebi que mandei a parte 2 de meu conto e a parte 1 ainda não tinha mandado , segue então a primeira parte. Beijinhos para quem ler...

Depois de viajar por uma semana com meus pais para o Nordeste, voltei com uma vontade quase incontrolável de transar, de ser possuída novamente. As aulas já tinham começado, então a liberdade em casa sumiu e ficou mais difícil arranjar alguma coisa. Mesmo no colégio, a maioria dos meus "amigos" estava esticando as férias na primeira semana, impossibilitando uma aventurazinha na saída.

Na sexta-feira, como a aula tinha acabado mais cedo, resolvi passar na academia. Foi bater os olhos naqueles corpos esculturais e sentir um fogo subir de entre as pernas. Eram umas seis e meia. Eu tinha exagerado um pouco na viagem, então fui conversar com um dos professores, Válter, mulatão de 1,80 e tantos e mais de trinta anos.

Ele deu uma geral no meu corpo e disse que não havia nada demais, que eu podia fazer os mesmos exercícios de sempre. Pedi sua ajuda para o aquecimento e ele, muito educado, me atendeu prontamente. Ao sentir aqueles braços fortes dando apoio as minhas pernas, imaginei como seria uma aulinha particular.

A cada movimento, me fazia de desajeitada e me jogava no seu corpo, ora no tórax enorme, ora me agarrando à cintura malhada. Mas Válter parecia um religioso, continuava pacientemente orientando meu aquecimento. Decidi ser mais direta. Quando Válter pediu que eu esticasse bem uma perna para trás, fingi escorregar e caí... Para não me esborrachar, segurei firme nas coxas do professor e, de leve, rocei meu rosto no volume respeitável sob o short colante.

Dei um sorrisinho amarelo e disse que meu joelho doía. Acho que nesse instante ele perdeu o controle. Agitado, pegou minha mão e me conduziu a uma espécie de enfermaria. Depois que entramos, ele encostou a porta e perguntou porque eu estava daquele jeito, pois me conhecia há uns dois anos e sabia que eu não era estabanada.

Enrolei-o, dizendo que deviam ter sido as férias, a comida, a falta de atividade. Eu continuava mexendo no joelho, fingindo que estava machucada, arrebitando bastante a bunda quando inclinava para a frente. Vi que debaixo do short de Válter havia vida, e como. Na última provocação, enfiei os dedinhos na bunda para desencravar a calcinha, num movimento beeem lento.

Finalmente, Válter se deu conta das minhas intenções e disse: "Quer uma massagem no joelho?" Ele trancou a porta, mandou que eu deitasse na maca e começou a acariciar meu joelho. Logo subiu pelas coxas, chegando à virilha e, provavelmente, sentindo o calor que minha xaninha emanava.

Seu rosto se contorcia de tesão e seu pau parecia querer pular do shortinho apertado. Eu apenas mordia os lábios, calada e esperando o passo seguinte. Válter, suando de excitação (e por causa da sala abafada), puxou meu short e me deixou peladinha da cintura para baixo.

Ele dizia que eu era gostosa, que tinha provocado demais, que era impossível resistir. Depois, separou minhas pernas e meteu a cabeça entre elas, se lambuzando na minha boceta encharcada. Sua boca passeava, mordiscando meus lábios; sua língua se enfiava na minha vagina louca para ser penetrada, quente e vigorosa.

Válter ficou debruçado ali pelo menos uns dez minutos, me deixando nervosa, angustiada. Eu sentia um prazer incrível, mas a necessidade de tomar uma pirocada só crescia. Quando ele levantou a cabeça, metade da sua cara estava melada, do nariz ao queixo. Carregava um sorriso e seus olhos faíscavam, mirando a entrada da minha bocetinha.

Eu fechei as pernas e fiz com que ele subisse na maca também. Não havia espaço e os ferros da armação rangiam, parecia que tudo ia desabar. Mesmo assim ele surgiu em cima de mim, atolando sua boca no meu pescoço, chupando e lambendo, enquanto encostava seu tesouro na minha vulva.

Sua língua parecia ferver... Válter foi descendo e passou a morder meus peitos, por cima do top. Meus mamilos estavam tão endurecidos e projetados que ele não precisava se esforçar muito para mordiscá-los. Tomada pelo tesão, estiquei o braço, até agarrar o pau escondido, pressionando-o com força. Válter soltou um grunhido e se colocou de cabeça para baixo, metendo o cacete na minha boca.

Eu abocanhava aquele colosso por sobre o short mesmo, tentando visualizá-lo na minha mente. E Válter se deliciava novamente na minha entradinha. Eu já havia quase rasgado seu short quando murmurei, em meio a arfadas, que precisava ver aquela ferramenta. Se controlando, Válter desceu da maca e começou a abaixar o short vagarosamente. De repente, saltou um caralho gigante, lustroso na ponta, cheio de veias saltadas...

Continua...

Remédio Na Academia - Parte II

Não Aguentei o Tesão e Peguei Ela na Faculdade

Confraria dos Contos

Era fim de tarde, a noite já se levantava no campus da faculdade onde estudava aquela garota, a qual tinha visto há algum tempo, mas não consegui esquecer nem um detalhe do seu corpo moreno, dos seus cabelos escorridos, de um andar cativante, de um olhar penetrante, do jeito doce de falar com os lábios maravilhoso.

Era grande o espaço envolto da faculdade, mas eu já não agüentava a ausência da visão daquelas curvas, daquela formas arredondadas, tudo aguçava a minha imaginação e o desejo me tomava a razão, pois estava incontrolado para estar perto dela e um dia nossos olhares se cruzarem e no fogo da paixão ela se derramar em meus braços.

Naquele dia estava um clima gostoso, era um fim de tarde de calor, no entanto a brisa soprava os corpos, ao olhar de lado avistei-a vinha saltitante toda vestida de branco com o seu jaleco cumprido, escondendo todo o seu corpo esculturado, todo aquele pecado que só aumentava a cada pensamento e o desejo de tomá-la sobre os meus braços sedentos, me atirar sobre o seu desejo amenizando o meu fogo.

Ela quase do meu lado, eu não fiz por onde esconder o desejo que tomava conta do meu corpo, apenas mostrei em gestos tentando induzi-la a sentir a mesma vontade e da mesma maneira querer tomar o meu corpo em seus braços e enfeitiçar o meu desejo e travar-me em volta das suas pernas lindas e torneadas que se mostravam quando entre passos o jaleco se abria.

Ela percebeu que eu olhava e a devorava como lobo faminto atrás da sua presa, mas a minha fome era tão somente pelo desejo de sentir o seu cheiro e provocar o seu sussurro onde transportaria para o mais profunda desejo de ser possuída e de sentir muito prazer, ela então se entregou ao desejo e deixou que eu a seguisse até que os amigos que estavam com ela se afastassem e ela me conduziu até um espécie de estábulo que havia no campus da faculdade.

Como estávamos em um horário sem aula no campus a movimento era pequeno, então como fogo em gasolina nos encontramos e a essa altura eu já não me agüentava de tanto tesão ela da mesma forma foi logo com a mão e de forma avassaladora pegou o meu membro com tanta força como quem queria arrancar, por cima da calça, em seguida desabotoa a calça e sem esperar ela desse e como os seus lábios, macios e sua boca leve e umedecida começou a chupar o meu membro enlouquecida.

Eu apenas me entregava àquela sensação de prazer inesquecível, mas suavemente puxei para junto do meu corpo e comecei a beijá-la e deixava em êxtase comecei a percorrer o seu corpo com as mãos apertando deixando a cada momento em mais delírios ela afasta as pernas uma da outra me convidando a sentir o seu desejo, passei a mão por baixo da sair que usava por baixo daquele jaleco e sentiu a sua calcinha umedecida, mas quando encostei a mão ela não segurou um grito de extremo prazer.

Desabotoei o seu jaleco derrubei junto com a sua blusa e sobrou um sutiem protegendo aqueles peitos médios e pontiagudos de excitação, puxei por seu sutiam e comecei a passar a ponta da língua sucessivas vezes, até que não mais agüentando tirei e passei a chupá-los um pouco um e um pouco outro e ela segurava o meu membro fazendo o gesto de punheta para que aumentasse o me tesão.

Não agüentando mais e sentindo que ela também não agüentava mais ser provocada tirei a sua saia e ficou com aquela calcinha branca de renda transparente, eu a deitei numa bancada e puxei de lado a sua calcinha comecei a chupar e líquido do seu prazer que umedecia a cada vez mais os grandes lábios da sua xoxota, que a cada passada de língua mais umedecia e ela de lábios selados e olhos fechados se contorcia de prazer.

Então tirei a sua calcinha ela levantou da bancada e apenas segurou de frente agachando ficando de quatro, eu comecei a chupar a sua xoxota um pouco mais, depois deitei-me e ela troce o seu corpo sobre o meu quando no meia nove trocávamos prazer sucessivos, eu não agüentei e dizendo que gozaria ela não me deixou e tirando a boca do meu membro, enquanto eu continuava a massagear o seu clitóris endurecido com a língua, até que percebi que entrou em descontrole e gemendo alto e falando que gostoso, subitamente levantou e sentou sobre o meu membro num orgasmo enlouquecido, eu também logo senti que gozaria e em movimentos de busca do infinito o fogo tomou conta dos nossos corpos até nos entregar e orgasmo nos derrubar.

O nosso tempo corria no saltear do relógio e já não restava tanto tempo não poderíamos perder tempo, pois o momento era único e não poderia ser desperdiçado, ela logo procuro reanimar o meu membro que de tanto desejo logo estava ereto e seguimos nos consumido em todas as posições por mais umas duas horas até que abatidos pelo cansaço, remarcamos outras vezes e continuamos a matar o desejo que a cada dia aumenta e torna insustentável em todos os lugares que nos encontramos.

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

Festa que Acabou em Festa


Quando minha namorada Nicole me contou que escreveu um conto sobre o nosso namoro, nem acreditei! Vim correndo aqui ver, e adorei que ela ainda guarda na lembrança os bons e safados momentos que passamos juntos.

Nossa, quanta saudade disso. Mas quem sabe ela se toca que realmente eu a amo e volta pra mim? Aguardem novidades, eu informarei tudo aqui pra vocês. Bom, deixa eu me apresentar: Meu nome é Mauro, tenho atualmente 21 anos, e hoje moro junto dos meus pais para São Paulo.

Tenho 1.81m, 78k, olhos e cabelos castanhos. A Nicolle é tão safada, tão fogosa que teve uma vez que a chamei para ir a uma festa de um amigo meu num bar em Pinheiros. Passei na casa dela e ela estava maravilhosa - como de costume. Quando ela ler isto, com certeza vai pintar um sorriso maroto no rostinho dela. Estava de vestidinho preto de tubinho, uma meia preta nova e um sapato de salto. Super discreta e maravilhosa, com o cabelo todo arrumado.

Ia com certeza chamar a atenção de todos. No caminho, eu que ainda hoje não resisto ao seu encanto, fui tratando de passar as mãos nas suas coxas... Acariciá-la do jeito que ela mais adora. Ela entendendo minhas intenções abriu as suas pernas e deixou que eu notasse algo maravilhoso. Ela estava sem calcinha! Hummm embora com a meia por cima, dava pra sentir sua xoxota quente e com terceiras intenções pra cima de mim. Ela dizia. Você tá gostando do que tá sentindo? Pois é... Eu estou tão fácil de ser comida hoje... Eu não acreditava... Dei um jeito de colocar minha mão por dentro da meia calça dela e comecei a masturbar sua bucetinha... Com meus dois dedos.

Nicolle começou a se descontrolar. Ela segurava com força no apoio da porta do carro, se contorcia no banco enquanto eu enfiava 2 dedos com certa força e girava lá dentro, fazendo sua xoxota ficar muito quente e molhada. Peguei sua mão e fiz ela acariciar meu pau, a essa altura enorme. Tudo no meio do trânsito. Ela me masturbava tão rápido que fui forçado a abrir minha calça. O pinto tava doendo de tão duro e tive que botar pra fora...

Ela olhou pra mim com um jeito muito safado e disse: DIRIJA. Enquanto eu te torturo um pouco. Não é que ela se abaixou e começou a beijar meu pau, morder e chupar ele todinho enquanto eu dirigia? Adorava quando ela chupava meu pau enquanto eu dirigia. Naquela noite estava demais. Ela linda e maravilhosa, uma gata e totalmente safada. Eu não estava me controlando. Olhava pra baixo e só via aquela cabeça subindo e descendo... Gemendo devagarinho. Punha o cabelo dela de lado e conseguia ver ela abocanhando meu pinto, dando lambidinhas na cabeça e batendo ele no rosto todo.

Quase gozei na sua boca uma hora em que ela deu uma leve cuspidinha na cabeça do meu pau e esfregou-o no rosto todo! Pensei comigo que ela ia chegar na festa toda sem maquiagem, descabelada... Mas ela foi mais rápida e disse que não queria ir pra festa nenhuma. Queria ser fodida a noite toda no motel. Não pensei nem no meu amigo, virei o carro e fomos direto! Pegamos uma suíte com hidro, sauna, teto. Completinha... Mas não deu tempo nem de conhecer a suíte na entrada. Logo na porta, já agarrei ela pela cintura, fui subindo sua saia e mostrando suas coxas grossas e aquela bunda arrebitada, macia e empinadinha.

Tirei rapidamente sua meia e o seu vestido, mas mandei que ela ficasse ainda de sapatinho... Não deu outra! Joguei-a contra a parede e fiquei por trás... Forçando sua xoxota com meu pinto enorme. Agarrava suas tetas, apertava seus bicos e ela punha a cabeça pra trás, dizia para eu acabar com a sua buceta. Eu esfregava o pau por sua bunda toda... Roçava até na entradinha do cuzinho... E voltava a cabeça pra xoxota... Invadi sua vagina sem ser convidado. Mas ela o recebeu muito bem... Gritava, se empinava toda, esfregava as tetas contra a parede. Uma verdadeira putinha. Se empinava toda pra trás, dizia pra meter mais rápido. Eu dava tapas na sua bunda, puxava forte seu cabelo pra trás e metia o pau.

Bombava com força e estragava toda a sua xoxota loirinha, com o saco batendo nas suas coxas e fazendo aquele barulhinho maravilhoso. Dava estocadas na sua xoxota, perguntava se ela estava sentindo o meu caralho foder ela toda... Ela me respondia gemendo, me chamando de safado, e jogando a bunda toda pra trás.

Queria mais pinto! Agarrei-a pela cintura e a coloquei toda aberta deitada na cama... Segurei suas pernas na altura do meu ombro e voltei o pau pra onde era o lugar dele. Enfiava muito rápido. Fodi ela todinha com suas pernas totalmente separadas e levantadas. Fazia-a levantar um pouco sua cabeça e olhar para o meu pau escorregando fácil para dentro da sua buceta enorme e loira.

Dava pra ver sua xoxota toda arreganhada, vermelha e inchada de tanto bombar. Meu pau estava todo melado, sumia inteiro dentro da sua xoxota e eu metia olhando pra ela. Estava linda, com um sorriso e uma carinha de dor maravilhosa. Mas agüentando firme!

Agarrava nas suas tetas, dava puxões gostosos nos peitos redondos e nos bicos muito duros, e sentia-a gozar e soltar todo o seu líquido no meu pau. Era maravilhoso. O saco agora batendo na bunda dela muito forte. Tirava e punha o pau inteirinho de volta, com força. Sem nenhuma delicadeza...

Queria mesmo era estragar a buceta dela. Huummm e como fiz isso aquela noite! A Nicolle gozou umas 3 vezes toda arreganhada no meu pau, e eu puxando e batendo nas tetas redondas dela enquanto tirava e botava o pau todo da sua vagina encharcada. Quando eu estava prestes a gozar, tirei o pau todo e comecei a esfregá-lo nas suas coxas... Nos seus pentelhos loiros... Batia com o pinto na xoxota dela toda, na barriga, nas tetas... até que não agüentei mais e espirrei muito!!

Gozei feito um cavalo, saiam vários jatos de porra quente na xoxota dela toda, nas coxas, na barriga. Foi até nas tetas... Eu não parava de espirrar esperma! Foi maravilhoso... E ela toda arreganhada, gemendo, falando que minha porra era quente e que eu era um safado. Foi gostoso demais... Naquela noite, acho que o tempo parou.

Fizemos absolutamente de tudo com muita sacanagem, mas também com muito amor... Para vocês terem uma idéia, comi o cuzinho dela (uma delícia sem igual) de 4 dentro da sauna... Fiz ela mamar no meu pau até eu gozar no seu rosto todo dentro da hidro. Rolou até uma foda muito boa junto com a janta que pedimos no quarto.

Mas isso é papo para uma série de contos. Só sei que a Nicolle é um fodão, e eu ainda a amo. Acho que vou ligar pra ela. Até mais pessoal. 

Conto erótico recebido por email by Mauro

Minha Doce Vizinha e sua Bucetinha Marcada


Esse fato ocorreu quando eu tinha 18 anos. Os nomes foram trocados para evitar problemas. No meu prédio tinha uma garota, Carlinha. Ela tinha só 18 anos, mas já era um pequeno tesão. Embora fosse baixinha, tinha um corpinho lindo: bundinha empinada, peitinho começando a se desenvolver e uma bucetinha que não havia um homem que quando passasse por ela não olhasse. Tudo isso era reforçado pelas roupas que ela usava, uns shortinhos minúsculos, que deixavam a bucetinha marcada.

Os caras mais novos do prédio eram doidos para pegá-la, mas ela só deixava uma mão boba e nada mais. Eu sempre tinha tido vontade de pegá-la, e foi então que ela começou a dar mole para mim. Ela ficava sempre junto de mim, quando sentava junto sempre botava a perna sobre a minha, ficava naquelas brincadeirinhas que me deixavam cada vez mais louco.

No começo eu fiquei com receio, afinal tenho 29 anos, mas eu estava numa situação insustentável. Então resolvi partir para o ataque. Um dia nós estávamos conversando na entrada do prédio, quando ela disse que iria subir. Eu me despedi do resto do pessoal e fui subir com ela. Quando entramos no elevador, havia um monte de gente nele, e, no aperto, com ela na minha frente, a safada ficou encostando a bundinha em mim.

Meu pau ficou duro na hora. Assim que as outras pessoas desceram, faltavam dois andares para o dela, e então eu agi: dei um belo beijo nela. O andar dela passou, e o beijo não acabava. Ela beijava sem jeito, nunca tinha beijado, mas estava completamente entregue à mim. Eu estava sozinho em casa, meus pais estavam viajando, então fiz com que ela fosse para lá.

Ela era tão inocente mas ao mesmo tempo tão decidida que merecia ser comida com todo o carinho, pois não é todo dia que se encontra uma menina desse tipo: bonita, virgem e disposta a tudo. Nós começamos nos beijando no sofá, e com a mão comecei a percorrer o corpinho dela. Passava a mão pelos pequenos peitos, pelas pernas, pela bunda, e ela cada vez mais submissa. Então eu a virei de costas e comecei a beijar a sua nuca, e minha mão foi direto na sua bucetinha. Ela se arrepiou na hora, e eu resolvi tirar sua camisa.

Quando vi aqueles peitinhos fiquei doido: eram pequenos, mas com o mamilo rosado e os biquinhos completamente duros. Comecei a chupá-los, não conseguia parar, era realmente uma delícia. Enquanto chupava, minha mão tratou de tirar o short dela. Ela ainda estava de calcinha, então eu pedi para ela esperar um pouco enquanto eu ia pegar umas camisinhas no banheiro. Quando eu chego, ela já estava completamente nua. A visão daquela bucetinha, com aqueles poucos cabelinhos loiros, fez meu pau doer de tão duro.

Eu a levei para o meu quarto, e comecei a percorrer todo seu corpo com minha língua. Quando cheguei na buceta, comecei a lamber só por fora, o suficiente para arrancar gemidos dela. Mal enfiei a língua lá dentro, ela pareceu que ia enlouquecer: gemia, gemia alto, e eu caprichando cada vez mais nas lambidas.

Quando ela gozou, deu um grito que todas as pessoas do prédio devem ter ouvido. Eu parei, e ela continuou deitada no chão, meio que desfalecida. Então eu tirei minha bermuda, e embora eu não tenha nada extraordinário, o tamanho é normal, ela ficou meio assustada: a buceta dela era realmente apertadinha, seria difícil de entrar, mas ela estava realmente apaixonada, queria ir até o fim.

Eu coloquei a camisinha e comecei a pincelar na frente da buceta, tentei entrar, mas estava realmente apertado. Fui então bem devagar, a cabeça mal entrou ela começou a gritar dizendo que estava doendo, mas agora já era tarde: fui empurrando e quando vi já estava quase toda dentro. Fiquei parado por um tempinho para ela se acostumar e então comecei a movimentar. Quando eu começava a tirar, ela gemia, e então eu empurrava e ela gritava.

Ela não parava de gemer, devia estar doendo muito, mas em pouco tempo a dor virou puro prazer, e nós gozamos juntos. Eu então tirei meu pau e vi o sangue escorrendo no meio das pernas dela. Ela estava com os olhos cheios de lágrimas, numa mistura de dor, felicidade e prazer. Eu passei a beijá-la, mas logo ela deu sinal de querer mais. Eu perguntei se ela estava disposta a aprender tudo, e ela disse que faria qualquer coisa por mim.

Então eu botei ela de quatro e comecei a lamber a buceta e o cu. Minha língua passava pelos dois buracos, e aquele cuzinho não parava de piscar. Depois de bem lubrificado, comecei a tentar penetrá-lo. Estava difícil, mas pedi para ela rebolar, e depois que a cabeça entrou eu puxei ela de uma só vez. O grito que ela deu foi incrível, o sangue começou a escorrer, mas comecei a bombear, e ela não parava de gemer e falar umas coisas que não consegui entender. Ela estava doida, o prazer que ela estava tendo e me dando era algo incrível.

O meu pau saiu sem querer, e ela mudou de posição: sentou no meu pau, de costas para mim. Enquanto ela subia e descia, eu beijava seu pescoço e com minha mão fazia carícias na buceta. Meti dois dedos, depois três, e então ela gozou. Eu ainda não tinha gozado, então voltei para a buceta, dessa vez com ela de quatro. Metia sem parar, e ela sempre pedindo mais. Meti até o fim, meti tudo, e gozei. Já estava cansado, mas então ela pegou meu pau e passou a chupá-lo sem jeito, mas com muito tesão.

Em pouco tempo ela pegou o jeito. Como dessa vez eu estava sem camisinha, avisei que iria gozar, e foi aí que minha menina me surpreendeu: começou a chupar cada vez mais rápido e engoliu cada gota do meu gozo. Eu então a levei para o banheiro, e ficamos nos abraçando e trocando carícias. Ela disse que tinha que ir embora, pois estava ficando tarde, mas queria gozar mais uma vez. Eu a coloquei sobre o vaso, com as pernas para cima, e comecei a enfiar na bucetinha.

O volume de líquido que escorria da buceta era grande, ela, com os olhos fechados, dizia que queria dar para mim pelo resto da vida. Quando ela gozou, nos despedimos e prometi que passaríamos muitas noites iguais àquela.

Conto Erótico recebido por email - autor anônimo

Transa no Gabinete

Olá! É a primeira vez que escrevo aqui. O que vou contar é verídico e aconteceu em Abril do ano 2001 . Era mais um dia de trabalho, como todos os outros. Eu havia saído cedo de casa. Fui para a academia (estava um pouco fora de forma) e depois, como sempre, fui para o trabalho.

Começo às 11h00min h. É um Gabinete de um político da esfera municipal. Naquele dia, havia ficado sozinho pela parte da tarde. Lá pela 15h00min h, ela aparece: toda cheirosa, calça jeans bem apertadinha, decote insinuante (seus seios pareciam querer pular fora). Enfim, uma mulher pronta para matar.

Começamos a conversar. Ela estava atrás do político com o qual trabalho (sua mãe havia mandado-a para pegar alguns remédios). Começamos a conversar. Ela estava sentada em minha frente. Vez ou outra cruzava e descruzava as pernas, em um jogo de movimentos sensuais e insinuantes. Falamos de tudo: política, religião, futebol e... Sexo.

Descobri que ela havia perdido a virgindade recentemente (tinha apenas 18 anos). Com o tempo, ela soltou o cabelo, alegando estar com calor (pude perceber como era sensual). Queixava-se de dores nas costas. Sugeri que lhe fizesse uma massagem, e para minha surpresa, ela concordou. Comecei a alisar-lhe os cabelos. Minhas mãos desciam e subiam, em um movimento circular no seu pescoço e nas suas costas.

Ela baixou a alça direita da camisa. Tinha um ombro lindo. Comecei a alisá-la e percebi que ficava arrepiada com isso. Sugeri, falando ao pé do seu ouvido, que baixasse a outra alça. Sem hesitar, ela assim o fez. Agora, além de alisar-lhe os ombros, comecei a passar as mãos em seus seios. Eram do tamanho médio, do jeito que eu gostava.

Comecei a brincar com seus mamilos; ela fechou os olhos e começou a ofegar. Soltava gemidos de prazer. Nessa altura, já havia arriado toda a blusa; comecei então, a chupar-lhe os seios. Meu Deus, que cheiro gostoso, que pele macia. Passava a língua em movimentos circulares, isso a deixava louca de prazer. Interrompi por um instante a chupação, pois me lembrei que a porta estava aberta.

Quando voltei, deparei-me com uma cena maravilhosa: ela estava nuazinha. Seu corpo era escultural, perfeito. Ela empurrou-me na parede e começou a beijar feito uma louca. Passava a língua em todo o meu corpo (já estava sem a camisa, nessa hora). Abriu o meu zíper bem lentamente. Meu pau pulou, já latejando.

Sem hesitar, começou a chupá-lo. Passava a língua na cabeça, lambia o saco, metia tudo na boca. Quase perco as forças. Mas, em um movimento rápido, levantei-a e coloquei-a de costas para mim. Ele arrebitava a bunda, pressionando meu pau. Eu mesmo, forçando com as mãos, coloquei-a de quatro, apoiada em uma cadeira. Naquela posição, lambi aquela buceta gostosa cheirosa.

Ela queria gritar e eu não deixava por motivos óbvios (estávamos no meu trabalho). Lambia seu cuzinho; metia o dedo na buceta. Não agüentando mais, inclinei-a mais ainda. Com uma só estocada, enfia minha pica naquela xana gostosa. Ela ensaiou um gemido mais alto, ato que impedi puxando sua cabeça para trás e beijando-a. Botava e tirava daquela buceta, num movimento desvairado

. Não demoramos muito e, de repente, gozamos quase que juntos. Fiquei um tempo abraçando-a naquela mesma posição, sem tirar o cacete (que continuava duro), de dentro daquela buceta. Passados uns 10 minutos, ela começou a massagear meu pau novamente e sussurrou:

- Quero que coma meu cuzinho".

Mas essa é uma outra história. Até a próxima.

Marcella, Ruivinha Alucinante

Eu tinha 18 anos na época. Eu já suspeitava que minha ex-namorada, Marcela (+/- 1,65; magra; olhos verdes, um lindo cabelo ruivo, um par de peitos durinhos, corpo malhadinho e uma bundinha de enlouquecer), ainda sentia tesão por mim. (Esse havia sido um namoro só de beijos e amassos - ela era do tipo santinha). Um dia, nossa turma decidiu ir num karaokê.

Fomos em umas 15 pessoas, e a Mar estava lá. Por volta das 2h00 da manhã, eu estava meio bêbado e ela veio falar comigo. Começou perguntando de outras meninas, dando umas indiretas. Eu hesitei um pouco, pois já havia sido chifrado por ela (por isso o namoro acabou). Só que eu não agüentei, olhando para o seu lindo rosto, suas coxas numa calça jeans apertadinhas, não resisti e dei um beijo longuíssimo nela.

Depois de um tempo, perguntei se ela não queria dar uma volta. Ela topou (para minha surpresa) e fomos para o lado de fora do bar. Fomos até o estacionamento, que estava lotado. Ficamos nos beijando entre os carros um bom tempo, até que eu comecei a apertá-la com força, passando a mão nas suas bunda e nas suas coxas.

Ela pedia pra eu parar, mas era como se eu não ouvisse. Eu queria algo mais, e queria naquele momento. Foi quando eu pedi: posso chupar os seus peitos. Ela disse que não. Eu forcei a barra e ela acabou deixando. Levantei aquela camisetinha da KAS que ela usava até o pescoço. Tirei o sutiã e vi aqueles dois peitinhos apontando para mim.
,
Eu apertava e mordiscava as pontinhas ao mesmo tempo. A Marcella dava gemidinhos baixinhos, o que me excitava mais ainda. Comecei a me abaixar, beijando sua barriguinha, e então, abrindo sua calça jeans. Ela quis me parar, mas seu tesão era tanto que ela até me ajudou a abrir o zíper. Abaixei sua calcinha e comecei a brincar com a minha língua naquela bucetinha virgem!

Depois meu dedo acompanhou a minha língua e ela gozou um monte. Foi quando eu tirei minha pica (que tinha uns 14 cm na época) totalmente dura, em ponto de bala. Ela começos a chupar, e sua inexperiência me excitava mais do que tudo. Ela fazia o vai vem com a minha ajuda segurando sua cabeça, quando senti que ia gozar e avisei-a.

Ela engoliu tudo, com medo de se sujar e que alguém descobrisse. Paramos por aí. Já havíamos sumido a mais de 1h30min, e não queríamos que ninguém pensasse nada. Entramos, ela foi para o banheiro feminino lavar o rosto. Esperei por ela e nos juntamos aos nossos amigos. Bebemos mais um pouco e continuamos nos beijando até de manhã.

Eu vou contar como fodi a Marcella inteira nos próximos contos!

Conto erótico recebido por email by Gen13

Bancária Safada


Olá sou o Tony, vou relatar algo que se passou comigo há 3 anos atrás. Certo dia fui ao banco em companhia de um amigo levantar um cheque, entramos na instituição e logo nos deparamos com a senhora que passo a tratar de Linda.

Veio logo ao nosso encontro para nos atender, pediu-me a identificação, olhou para mim deixando-me encabulado, e implicou com a minha idade, dizendo que era garoto. Depois de tanta conversa fui para outro balcão e notei que não tirava os olhos de mim. Peguei o dinheiro e, ao sair, ela nos travou na porta com conversas banais.

Meu amigo notou que ela queria alguma coisa e começou a fazer perguntas sobre a sua vida. Ela disse que vivia sozinha e que o namorado vivia em outra cidade e que só vinha de 3 em 3 meses, então combinamos um encontro para o mesmo dia, à noite. Fomos para a casa de Linda, encontramo-la sozinha, usava uma saia comprida que dava para perceber aquelas pernas grossas, peito de uma trintona que só de olhar já morria de tesão.

Depois de algum tempo o meu amigo nos deixou a sós e ficamos num papo desinteressado por uns 10 min. Praticamente eu não prestava atenção no que ela dizia, apenas me imaginava a chupar aqueles seios, a vontade que tinha de lamber a sua rata. Quando em determinado momento ela se levantou para observar não sei o quê, eu a acompanhei. Naquele momento os nossos rostos se cruzaram e eu de pronto avancei com um beijo e ela correspondeu.

Levei-a para o cadeirão, arranquei a sua blusa - ela já sem soutien - e comecei a chupar os seios. Ela gemia e gritava o meu nome, que acabara de saber através da minha identificação. Vi que era uma mulher muito carente, apertava-me chupava-me o pescoço, foi ai que rebentou a calcinha de tanto tesão. Comecei a chupar aquela rata gostosa, toda molhadinha e ela não parava de gemer, de dizer o meu nome.

Ai ela passou a mão na minha calça e notou que eu já estava pronto para tudo. Tirou meu mano da calça e começou a chupá-lo como uma esfomeada. Lambia-me as bolas e gritava de prazer. Foi assim que abri aquelas pernas e a penetrei. Ela gemeu de prazer, ficamos no vai-e-vem, ela gemendo, gritando de prazer com aquela cara de safada, carente. A fodi ate dizer chega, pedindo para me vir na sua cara. Desde esta data transamos como loucos, numa outra oportunidade contarei mais alguma coisa

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Ah, os domingos


A noite já estava por completa iniciada e a manhã se aproximava quando ele, bêbado de algum cocktail barato qualquer, atende o seu celular recebendo instruções. Um táxi vinha de algum lugar qualquer da cidade, que no dia seguinte teria a primeira segunda feira do ano, para buscá-lo e levá-lo até a casa da pessoa que era mais do que "seu tipo”. Ele, 18; ela, 36. Ela possuidora de uma beleza que jamais conseguira se instalar em meninas que ele costumava sair.

Elas agora pareciam tatuíras de areia perante o esplêndido nascer do sol solitário de praia. Tinha a alma em chamas e o corpo ardente como qualquer deusa fatal de mitologias quaisquer. O seu signo era sagitário e o seu espírito como o dele: vivo; queimando em sede por qualquer coisa. Ela já havia dito que nasceram um pro outro ou então se dariam muito bem ou foram postos ali para apavorar a todos.

Ele já quase sabia que era mesmo as três coisas que se sustentavam de maneira absurda. O eixo e o nexo ajustados para suas próprias naturezas. Jamais haveria como se repetir ou dançar aquela música se não fossem eles, os dois. Ele de signo de aquário, 18 anos e desajustado. Uma boca que a excitava e fazia lembrá-la de almofadinhas recheadas de mel como aquelas que encontramos em farmácias.

Era assim que a coisa se iniciava com um script perfeito. O script escrito noite passada que agora manchado por completo pelo vinho do escritor que ainda tinha em sua mente vagamente o que poderia acontecer, mas sem como mais saber de que forma seria. Cambaleante ele vai à rua sorridente esperar pelo táxi que o pega logo em seguida.

Ele jamais confiara em taxistas, eles eram sempre tão safados e tão fodidos como condutores. Chegando a seu destino aguardava sua bela que demorava tanto para aparecer entre o abrir daquele elevador. Dava pra se ver através da porta de vidro os numerais do elevador que agora desciam do 4º andar. Deslizava sobre sua alma algo como lava; lentamente o que parecia o ultimo quente queimar do que viria a se tornar rocha mais cedo ou mais tarde, inevitável.

Ela descera e o abraçara; um beijo sem compromisso um abraçar breve rumando de volta ao táxi que agora seguia para a casa de uma amiga dela. Ao subir, como sempre, ele escutava que não era assim tão bem vindo ali e que bancasse o que vinha bancando tão perfeitamente: o seu papel de tímido e reservado garoto vazio do condomínio.

Subiram e chegando a porta o barulho de uma cadeira que estava escorada e agora era retirada para que os visitantes adentrassem àquela situação toda. A garota não era tão menina assim e já tinha mais de 30 anos além do transparecer místico que o seu vestido floreado claramente em tons claros nos ditava. Ela reclamava de suas veias estarem dilatadas e aquilo foi o começo da paranóia toda.

A garota floreada sentava-se e falava, bebendo sua cerveja geladíssima, sobre parar com a coisa toda e misticismos, além de problemas de saúde que para ela pareciam fatais. Uma viciada em anfetaminas era ela. A Rita Lina tinha mais uma de suas raras moradas. Vou ao banheiro e quando retorno aquele velho som já me remete a grandiosidade do glamour sujo. Um inspirar breve e intenso. A cocaína estava na conversa. Não da garota floreada, que resolvera parar e falava da falta de sódio que seu corpo tinha.

Tento achar algumas cervejas na geladeira, mas por duas vezes parece algo impossível pra mim. Dou um teco; ou dois, ou mais. A musa reclama de sua dor no pescoço e a mística floreada diz que quer me ensinar uma massagem para fazer nela, já que ela mesma está com as veias todas dilatadas e não pode se arriscar a tal dano. Massoterapeuta a mística floreada dizia ser. Péssimo em aprender eu replicava. Inevitavelmente tive de beber algo gelado e era cerveja. Logo eu que fui tão preparado para um "Jagermaister" alemão. Depois de algumas conversas relacionadas à saúde a mística floreada parece se tranqüilizar.

Começa a falar mais alto, não ligando mais para o maldito síndico, além de adicionar uma trilha sonora acústica ao ambiente todo. Depois da paranóia ela diz que não vai parar coisa alguma e agora seria seu ultimo encontro tão próximo com a cocaína. Insistimos dizendo não, mas a "força de vontade é para poucos" como dizia sua bela musa. Ela cheira e nós sumimos na noite escura que já dá vazão ao diário sangrar matutino do sol.

Chegando no 4º andar ele aprecia a beleza daquela morada e diz que acha um tanto quanto belo aquele seu apartamento. Ela acrescenta ao copo longo com duas pedras de gelo a aguardente que compraram no posto a caminho dali. Eles deitavam-se naquele sofá que havia ali e mais parecia um belo divã para dois. Ou duas. Ela mostrava músicas que àquela altura era difícil de concentrar tendo em vista a mulher que estava tão próxima de seu corpo e alma, que ainda queimavam.

As musicas tiveram de ser ouvidas no dia seguinte e ele conseguiu se concentrar consideravelmente quando as escutou pela segunda vez; ato que provava sua lealdade que ninguém acreditava mais existir. Ele deslizava suas belas mãos lentamente por sua cintura chegando a sua pele tão macia, enquanto aproximava o nariz sentindo o cheiro mágico da pele feminina que fazia o um ser enlouquecido em êxtase com olhar bobo e desatento.

Ela acariciava seus cabelos curtos que mais parecia um moicano do que qualquer undercut; coisa que sempre a excitou: o aguerrido parecer que o moicano tinha. A música já não importa nem a ela que aceita seu corpo e sua boca de maneira magnânima. Os seus seios são os mais belos que ele já vira e o seu ser o fascinava como há muito coisa alguma havia feito. Uma relação de calibre 44. O seu corpo quase dourado combinado com seus cabelos davam-lhe a impressão de que precisaria mesmo seguir com a coisa toda.

Os dois transpareciam a singularidade da noite que começara tarde. Tarde demais. Acabam por deitados em uma cama de colchão macio enquanto ele tira as meias ela toma os seus anestésicos musculares já que sua coluna surra cada parte traseira de seu belo e Mefisto corpo. Acreditavam, mais do que nunca, no inacreditável que tanto batia em suas portas.

Ambos mostravam suas escritas em hora ou outra, em lugar ou outro e achavam que estavam se enriquecendo literariamente alem de qualquer outra forma; tirando de longe a questão financeira, é claro. Ele ainda tinha o sabor do Jagermaister ofertado pela musa que já havia dado presentes a ele como aquela noite e ainda camiseta, caneta e chaveiro. O logotipo contendo um veado e uma cruz cristianista o intrigava, mas ele ligou por pouco tempo; segundos.

Ela de calcinha preta apenas exibia seu belo corpo andando pra lá e pra cá pegando uma coisa ou outra até deitar-se e beijá-lo, abraçá-lo, enfeitiçá-lo, entre outras coisas. Ela conduzia a melodia toda facilmente logo após dizer que contava com algemas e armas em casa. Aquele dormir foi de longe o melhor em dupla. Em um movimento ou outro no meio da noite -ou dia- carícias e beijos breves eram lançados como se automáticos e inevitáveis.

Sonhavam com a noite passada ou, ao menos, ele. Um almoço e um beijo de despedida sem que tivessem tempo de escrever sobre aquilo tudo, mas, ele... Ele tinha agora uma caneta que usaria somente para escrever sobre aquela noite.

A dança toda parecia tão vulgar e artística que nem tão vulgar parecia, no meu ponto de vista. Era nossa segunda noite e ela descia pelo velho elevador com a sua mãe quase que carregada por um cão tamanho médio.

Lindo cão, por sinal; como todos são. Subíamos com uma certa tensão no ar e um desconforto de minha parte. Ela, gostosa como sempre vestindo uma espécie de baby doll cinza que deixava muito daquela pele toda dourada me excitar. Deitados assistíamos o Fantástico Senhor raposo. Bebíamos vodca e chá gelado.

Ela de costas e eu a acariciando. Entre um beijo e outro, os carinhos trocados pelos pés eram constantes e gostosos. Nossos pés se beijavam, entrelaçavam-se como se numa dança só deles. Neste mesmo dia eu estava passando à tarde com a menina que me comprava camisa social e lanches nestas empresas que todos falam mal por financiarem guerras (?!).

Ela trazia-me o lanche todo quando atendia ao celular e a mulherona me chamava para passar em sua casa. Eu não podia mais ser sutil e gentil com os corações femininos; elas mereciam cada podridão que tinha a dar e deveras ganhariam. Depois de algum tempo, a menina me levava em seu carro e chorava como lágrimas gélidas de cachoeiras em que alguém sempre acaba por gostar de nadar.

Alguém a pegaria como uma presa fácil e carente e ali se banharia em meio a lágrimas que eu a ofertava tão gentilmente. Naquela semana -ou uma após- eu estava realmente como que sedento por destruir esperanças femininas. Segunda, terça, quarta, quinta, sexta e sábado. Uma garota para cada dia para que eu não mais desse preferência ou apenas para notar alguma diferença que era assim tão difícil.Mas, havia entre elas ainda... A mulherona.

Ela se destacava de alguma forma ou outra. Fernanda, Jojo, Tati, Juli, Bruti, Vika e outros nomes que nem mesmo importam; Elas passam assim como que estrelas cadentes nos iluminando por segundos fazendo nos esperar outra logo em seguida que sempre acaba por vir. Afinal, agora elas já devem me odiar, mas bem não nego a minha natureza e a minha natureza não me nega. Sei que agora nem mesmo nos falamos, mas seria quase que engraçado reunir a todas...

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

A Viúva Arrependida


Sou Policial Militar de um grupo de patrulhamento tático especial e estava em ronda quando paramos em um semáforo. Ao nosso lado um carro de imediato me chamou a aténção, a motorista era loira e parecia ser muito bonita, ela retribuiu meu olhar de maneira mais curiosa do que outra coisa.

De imediato eu apanhei o rádio da viatura e pedi para a central os dados daquele veículo e na primeira oportunidade que tive, fui até um telefone público e fiz a ligação pra ela. Antes de mais nada perguntei seu estado civil e que se ela fosse casada eu desligaria o telefone e não ia incomodaria mais. Para meu espanto ela me disse que era viúva e tinha 40 anos. Ficamos trocando telefonemas por aproximadamente duas semanas até que um dia ela foi até o meu serviço me conhecer. Ela tinha se produzido toda e começamos a conversar um pouco, pois ela se mostrou frustrada, mas ela estava extremamente sexy, eu me enchi de tesão por aquela mulher de vestido longo, tão longo como seu talho que deixava ver uma pernas bem grossas e saradas, ela tinha um cabelo bonito e era muito gostosa.

Eu ligava para tentar encontrá-la, mas ela sempre me dizia a mesma coisa: vou a academia, se der para sair cedo te ligo, mas isso nunca acontecia. Até que em uma sexta feira eu me desentendi com minha namorada e liguei pra ela e perguntei:

- Você esta a fim de fazer uma loucurinha? - E ela me perguntou:
- Qual?

Eu falei vamos a porto alegre curtir a noite amanha a gente volta. Foi ai que veio minha surpresa ela disse:

- Vamos no meu ou no seu carro?

E 30 minutos mais tarde lá estava ela me pegando de carro, começamos a viagem conversando sobre tudo. No meio do caminho a convidei para jantar e ela aceitou, quando olhei para o relógio já era perto da meia noite então falei pra dormirmos ali e continuar a viagem amanhã. Ela disse que tudo bem, mas pediu se poderíamos ficar no mesmo quarto. Eu comecei a rir e ela falou, mas em camas separadas.

Chegamos ao hotel pedi duas camas e fomos pra o quarto, lá abri minha bolsa e peguei um calção para ir tomar banho quando ela perguntou como eu dormia e eu falei de cuecas, mas para te respeitar vou dormir de calção. Então ela disse que eu poderia dormir a vontade e eu sai do banheiro de cuecas e de pau bem duro, ela observou e foi para o banheiro saindo de lá com uma camisola tigrada e sem calcinha e deitou-se na cama ao lado. Quando eu a vi de pernas aberta não resisti e já cai de boca naquela bucetnha linda e cheirosa, ela se contorcia e gemia e eu muito louco fui chupando aquela buceta até sentir que ela estava se esvairindo em um gozo fenomenal em minha boca.

Então peguei minha mão coloquei em sua xana e depois meti em sua boca pra ela sentir seu doce veneno, ela me pediu e me implorou que colocasse meu pau grande em sua boca. Foi ai então que dei o que ela queria, ela chupava, mas não conseguia colocar meu pau todo dentro da boca de repente ela pegou minha mão e colocou em sua buceta toda encharcada e pediu que eu a penetrasse com toda a força, pois era assim que ela gostava , suas coxas eram maravilhosas. A noite toda eu olhava aquele cuzinho gostoso e tentava algumas investidas e, em um determinado momento, quando eu estava metendo nela de 4 olhando aquele cuzinho arrebitado, eu não me agüentei dei uma cuspida bem na bordinha e tirei de sua bucetinha a meti devagarzinho em seu cú com toda força. Foi ai que ela virou para trás e disse:

-Seu filho da puta você esta me arrebentando toda, mas agora que começou não ia para mais.

Depois de umas estocadas bem gostosas gozamos juntos a caímos em um sono profundo. Do hotel não continuamos a viagem e voltamos para casa. Duas horas depois de eu estar no meu apartamento ela me ligou, pensei que ela queria fuder mais, mas para minha surpresa ela ligou para dizer que tudo tinha sido uma fuga, pois havia brigado com o namorado e quando chegou em casa encontrara muitas flores com um pedido de desculpas mandado por ele e que foi muito bom, mas que esta extremamente arrependida de agir por impulso.

Mas já era tarde

Conto recebido por email autor anônimo

A Primeira Vez que Gostei de Dar

Já tinha feito sexo com alguns antigos namorados, mas sempre achei que faltava alguma coisa. Sempre tive o maior tesão por um visinho meu, mas nunca tive coragem de me insinuar, mas como tava na maior seca, louca pra dar uma trepada, decidi partir pra cima.Num certo dia coloquei uma saia jeans bem curtinha e uma blusinha cor de rosa sem sutiã e na primeira oportunidade puxei assunto e comecei a olhar pra ele de uma maneira diferente e convidei ele pra fazer um programa pra descontrair. Ele me perguntou:

- Que tipo de programa? Respondi:
- Só depende de você.

Isso foi suficiente,ele me convidou pra entrar no ap dele e ligou o dvd dizendo que ia colocar um filme. Como ele não era nada bobo o filme era pornô. Ele sentou no sofá, e apontou pro espaço vazio no lado dele e disse: senta aqui, senta! Sentei bem juntinha dele e ele logo partiu pra cima, colocou a mão no meio das minhas pernas me puxando pro lado dele.

Aquela mão foi explorando cada pedacinho, e quando o percebi já enfiava um dedo na minha bucetinha, que já tava explodindo como um vulcão de tão molhada. Ele ficou naquela provocação por um tempo, mordia minha orelha e dizia baixinho:

- Ta querendo dar minha mimosa? Não vai se arrepender de me provocar! Vou te comer todinha!

Fiquei louca com aquilo, eu tava louca pra dar pra ele, abri sua calça jeans e comecei a provocá-lo, ele se levantou rápido e tirou as calças e as cuecas deixando a mostra o maior pau que já vi, com uns 22 cm, fiquei louca e cai de boca naquele pau e fiz um boquete que ele jamais vai esquecer,lambi o saco dele, e mamei bastante naquele pau.

Ele se afastou e sentou no sofá de novo, eu fui por cima, coloquei uma perna de cada lado e fui sentando naquele pau, que latejava de tanta ereção. Fui sentando de vagarinho e de repente tava com todo aquele pau dentro de mim. Ele ria e dizia senta vadia, senta no pau, que é isso que tu á querendo. Depois de cavalgar naquele pau e gozar gostoso, quase aos gritos, ele deu uma gargalhada e me disse, agora vamos parar de brincar, você vai ver o que é ser fudida.

Ele me colocou de quatro apoiada na guarda do sofá e enfiou com tudo na minha bucetinha, ele parecia que não cansava, e enfiou bem forte, eu sentia o saco dele batendo na minha bunda, ele metia sem piedade, puxava meu quadril pra trás e dizia: - Era isso que tu queria vadia??? Tava querendo pau. Comigo você vai ter pau, vai ter até pedir pra eu parar. Aquilo me deixou com mais tesão ainda e eu gritava de prazer e pedia mais e mais, isso parecia que irritava ele, ele puxava meus cabelos pra trás e metia mais e mais e mais.

Ele saiu de repente de dentro da minha bucetinha e começou a brincar só na portinha, arrastava aquele pau desde meu cuzinho até bem na frente, e fez isso muitas vezes, quando ele parou com aquele baita pau na entrada do meu cuzinho achei que ele queria só me provocar, eu nunca tinha dado meu cú e achei que ele iria falar alguma coisa se quisesse, mas ele me segurou forte pelo quadril e meteu de uma só vez aquele pau no meu cuzinho, tentei fugir, mas ele me segurava firme e metia mais e mais, foi uma dor terrível, ele me arrombou toda de uma só vez, eu gritava de dor, ele ria e dizia grita vadia, não era o que tu queria?

- Achou que eu ia me contentar só com a buceta? Eu sentia aquele pau desfazendo as minhas pregas e ele começou um movimento de vai e vem, e depois de alguns minutos a dor foi passando, e comecei a gostar daquilo, e ele foi metendo e metendo, e arrombando, me comendo todinha, eu gozei gostoso, sem parar com aquele pau entrando e saindo do meu cu. Ele voltou a meter na minha buceta e foi aumentando cada vez mais o ritmo, eu já tava toda assada, mas ele não parava, e me pegava cada vez mais, até que ele gozou dentro da minha buceta, me encheu de porra, que escorria pelas minhas pernas.

Depois disso nos atiramos no chão da sala e começamos a ver o filme pornô que tinha ficado esquecido. Foi uma trepada maravilhosa, finalmente achei um homem que me fizesse sentir realmente fudida, arrombada e acabada.

Conto erótico recebido por email by Lele

Na Cozinha de Um Bar

Sou nova neste negócio de contos eróticos, mas vou contar uma história que aconteceu comigo há alguns anos.

Estava de férias numa cidade que sempre visito e, ao passar perto de um barzinho bem badalado da cidade, encontrei velhos conhecidos, um deles um carinha que já tinha me comido. Sentei com eles e logo fui fazendo amizade com todo mundo, inclusive com umas meninas lésbicas que ficaram interessadas em mim. Eu usava uma calça jeans bem justa e uma blusa preta toda esvoaçante e que realçava bem meus seios. Sou bem branquinha e, como era verão, estava bronzeada de praia.

Não sigo o padrão top model, mas sou um mulherão e chamo muito a atenção desde novinha. Entre conversas e cervejas, o dono do bar foi se aproximando de mim e a conversa foi ficando interessante, mas em nenhum momento ele chegou a falar que queria me comer, embora eu percebesse isso nos olhares dele para mim.

Precisei ir em casa, perto dali, tomar um remédio, e prometi voltar. Voltei logo depois e ele ficou animado, me chamou pra sentar mais perto e, de repente, veio no meu ouvido e disse que tinha me achado muito gostosa e queria me dar uns amassos. Eu que já esperava aquilo, sorri pra ele e disse que teríamos que fazer aquilo discretamente, pois estávamos no bar dele e isso poderia causar impressões ruins no público.

Como eu não podia mais beber cerveja porque tinha tomado remédio, ele perguntou se eu não queria uma água e me chamou pra ir até a cozinha pegar. Entendi o recado e fui... Quando chegamos, começamos a nos beijar enlouquecidamente, ele metia a língua bem fundo na minha boca e se roçava todo em mim. Fiquei excitadíssima e fui me encostando na bancada da pia, afastando as pernas para ele se esfregar melhor. Ele desceu um lado da minha blusa e chupou um dos meus seios, depois fez o mesmo no outro, gemendo e me fazendo gemer também...

Peguei o pau dele e comecei a masturbar, ele dizia pra não parar, que estava muito bom, e continuava mamando e dizendo que meus peitos eram lindos e duros. Logo resolvemos mudar de posição, ele se entou numa cadeira e eu sentei em cima dele, com a blusa completamente abaixada e os seios livres para as chupadas dele.

Ele levava as duas mãos na minha bunda, me puxando contra seu pau duríssimo, e chupava minhas tetas deliciosamente, lambendo e mordendo os biquinhos. Ele saiu de cima da cadeira e falou pra eu sentar, e passou a esfregar o pau nos meus peitos molhados de saliva e com os bicos quase estourando de tanto tesão. Quando estávamos assim, entrou o outro carinha com quem eu já tinha transado, e vendo aquela cena, ele entrou, fechou a porta e parou do nosso lado, dizendo que eu era mesmo uma safadinha muito gostosa.

Tirou o pau e deu pra masturbar, enquanto o outro continuava esfregando o dele nos meus peitos. Masturbei o antigo com uma mão e,com a outra, peguei o pau do cara do bar e direcionei para minha boca. Ele adorou sentir meus lábios e língua no seu cacete, falava pra eu chupar mesmo que tava muito bom, e o outro que eu punhetava, ficou ainda mais excitado com aquilo, veio com a mão e abriu o zíper a minha calça, enfiando a mão por dentro da calcinha e acariciando, dizendo que meus pentelhinhos eram macios e quentes.

Levantei um pouco a bunda da cadeira, sem parar de chupar e masturbar, e ele puxou minha calça para baixo, tirando e me deixando só de calcinha. Disse pro outro olhar meu corpão gostoso e foi o que ele fez. Tirou o pau da minha boca e começo a me acariciar toda, dizendo que eu era linda e gostosa daquele jeito, só de calcinha. Acariciou minhas coxas e desceu para beijá-las, enquanto isso o outro enfiou o pau na minha boca.

Fiquei chupando enquanto tinha minhas coxas lambidas, mordiscadas e chupadas pelo dono do bar, que dizia que eu tinha um cheirinho delicioso e começou a afastar minha calcinha. Abri as pernas, mas não adiantou muito, o pedacinho de pano atrapalhava, então, novamente levantei um pouco a bunda e deixei ele arrancar minha calcinha, o que fez rapidamente, descendo pelas minhas pernas e beijando e lambendo meus pés.

Quando voltou, eu estava toda arreganhada e ele ficou louco, chupou meu grelo com muita vontade e começou a meter a língua na minha buceta. Estremeci, sentindo que gozaria, e foi o que aconteceu, gozei na boca dele, que ficou ainda mais doido de tesão. Entorpecida pelo orgasmo, parei de chupar o outro, que ficou olhando a cena: eu toda aberta, ofegante, a buceta melada de saliva e do meu melzinho delicioso, e o outro doido pra meter, e falou: "mete logo, aproveita que agora ela não vai mais resistir".

O dono do bar, então, olhou pra mim com um sorriso e um olhar safado e falou: "Agora eu vou foder você, sua puta". Começou a meter, primeiro de leve, depois mais rápido, e eu logo me recuperei, comecei a rebolar com o pau dele dentro de mim e ele logo gozou, me enchendo de porra. Mal saiu de dentro, virou pro amigo e disse:

-Agora é com você, que essa cadela já é sua mesmo.

Já fazia um tempo que aquele cara tinha me comido, mas quando ele colocou seu pau na entrada da minha xana, estava bem animado e eu fiquei doida, dizia pra ele me foder sem parar, me comer bem gostoso, e ele atendeu o pedido da sua putinha, fazendo um entra-e-sai frenético que me levou a mais um orgasmo, antes dele dizer pro outro que também ia gozar, tirar o pau e esporrar no meu corpo inteiro.

Então, o dono do bar pegou uma garrafa grande de água, abriu e começou a jogar em mim aos poucos, me esfregando com as mãos e dizendo que eu não poderia sair com cheiro de porra no corpo. Enquanto me lavava, beijava minha boca e apertava minhas tetas. Quando eu estava limpinha e toda molhada, me colocou de novo em cima da bancada da pia e de posicionou ao lado das minhas pernas.

Ficou chupando meus seios e acariciando meu pentelhos e minhas coxas. Logo abri as pernas e deixei que ele enfiasse dois dedos na minha buceta e massageasse meu grelo. Ele chamou o amigo e falou pra ele também sentir meu melzinho na boca, então, o amigo se agachou de frente pra mim, afastou os lábios da minha xana e começou a lamber, a chupar meu grelo e a me foder com a língua, enquanto ele chupava e mordia meus peitos e também massageava meu grelo.

Gozei feito uma cadela no cio com aqueles dois machos tesudos, bati uma punhetinha dupla pra eles gozarem e depois nos vestimos e voltamos normalmente pro bar, onde os clientes começavam a chegar e esperavam atendimento.

Conto erótico recebido por email  by Lú
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