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Vendo-a Gemer e Gozar

Blog de Contos Eróticos
Desde que nos conhecemos que estamos planejando uma festinha sacana, e depois de dois anos fomos a um hotel em Porto Seguro, e conseguimos realizar nossa fantasia, que era de sexo com um desconhecido.

No bar da piscina do hotel, depois de chegarmos da praia e já ter tomado umas cervejas e muito sol, ficamos aproveitando o final de tarde. Começamos a falar da fantasia e Márcia me confessou que naquele dia estava com fogo para trepar feito louca, e decidimos que iria ser ali mesmo que iríamos começar a caçada.

Havia duas mesas com alguns casais e solteiros, animados, bebendo e um dos caras começou a olhar Márcia mais insistente quando ela passava de biquíni, alias um fio dental bem sacana. O cara já estava inclusive a meia bomba e dava para ver sob a sunga.

Fomos para uma mesa mais reservada e pedi ao garçom que chamasse o rapaz até lá. Ele chegou meio desconfiado e fomos direto ao ponto. “Cara, estamos querendo uma fantasia, e você está com tesão na minha mulher, você quer subir um pouco até nosso quarto?” O cara ficou meio atrapalhado, mas concordou e subimos direto.
No elevador mesmo Márcia começou a agarrar o cara e deixá-lo louco. Entremos no quarto e expliquei, queria apenas olhar e deixar eles se divertirem, mas ele teria que mostrar que ia valer a pena.

Márcia foi para o chuveiro, tirar a areia da praia e voltou apenas de toalha, mito gostosa. Me sentei na poltrona e comecei a ver ela preparar um uísque para eles outro para mim. O cara que se chama Jorge tirou a camisa e ficou apenas de sunga, recostado na cama e Márcia perguntou o que ele queria primeiro, uma boa chupada ou queria chupar a bucetinha. E já foi se encostando engatinhando de quatro nua e linda. Jorge me perguntou, posso foder mesmo sua mulher? Claro, quero ver a gozada mais louca dela agora. Quer ver ela gemer no pau de um desconhecido? Vou arrebentar esta bucetinha e ela vai adorar. Márcia chamou logo o cara para a língua embaixo, se abriu toda e puxou a cabeça dele para a buceta.

Márcia gemia muito gostoso e rebolava, esfregando a cara dele na buceta. O cara tirou a sunga e começou a bater uma punheta enquanto chupava ela, mais alguns minutos e ela se virou de quatro para chupar o pau dele recostado na cama. Eu já estava quase gozando de ver, imagine Jorge. A suspeita da sunga se confirmou, Jorge que cabeção de pau você tem! E lambia e mordia aí eu também entrei e comecei a chupar a bucetinha e o rabinho dela de quatro.

Márcia que estava tontinha sentou na cacetão e encaixou até a metade de uma vez, deu um gemido “putz, vai me arrombar toda esta picona”, mais continou a rebolar e meter.

Me afastei e fiquei olhando a brincadeira. Ela se virou e foi sentando no pau, de costas para Jorge, que pode ver de perto aquela bunda gostosa e bronzeadinha. Márcia tem uma bunda linda, depiladinha e um cuzinho rosa que é um negócio de louco. Dedinho do cú, polegar esfregando, adivinha o que aconteceu. Ela tirou da buceta e se jogou de quatro pedindo:

-Fode meu cu de um jeito bem sacana, mas mete tudo. Jorge deu uma lambidinha na entradinha, botou um dedinho, acostumou e foi enterrando. Márcia rebolava e gemia feito um bicho, enquanto esfregava o grelinho e dava uma gozada linda.

- Fode esta bunda seu viado, mete tudo no meu cú... Foi o bastante para Jorge também derramar o leite nas costas dela e se largar.

Pedi a ele para tomar uma ducha e ir embora. Voltei para a cama com Márcia e fomos continuar a festa, ela estava totalmente larga na buceta e no cú, aquele pau arrombou minha mulherzinha toda e eu meti na bundinha mais uma vez e deixei meu leitinho quente lá no fundo, eu posso.

Conto erotico recebido por email by Márcia e eu

Minhas Colegas Safadas

Blog de Contos Eróticos
Eu estava cheio de serviço aquela semana, por isso resolvi chegar bem mais cedo que o normal na quinta-feira. Como de costume, Ângela (nome fictício, é claro), a recepcionista do andar, já estava lá. Como fazia algum calor, ela estava sensualmente vestida com uma calça de lycra preta colada ao seu corpo, e um top minúsculo de alcinhas sob uma blusinha transparente.

Ângela é uma garota deliciosa, 1,70m de altura, 55kg, peitos volumosos mas firmes, uma bunda de dar inveja a muita garota da Playboy, redondinha e arrebitada. Sempre tive um tesão especial por aquela mulher, especialmente quando ela vinha com roupas provocantes e seus longos cabelos negros soltos até a cintura. Vistosa, ela provocava qualquer homem apenas ao passar com aquele corpão de violão.

Bem, cheguei, cumprimentei-a como de costume e me tranquei em minha sala, pois não queria ser incomodado. Mas a visão daquela escultura logo ao chegar me provocou. Ao sentar em minha mesa, fiquei pensando em como seria ter aquela mulher maravilhosa em minhas mãos nem que fosse por alguns instantes.

Nisso, sentindo sinais de vida em meu membro, quase que instintivamente - afinal, eu estava sozinho em minha sala -, comecei a acariciar meu amigo de trepadas por sobre a calça. Nisto, repentinamente, entra Ângela em minha sala, sem bater, me pegando de surpresa com a "arma" na mão. Na hora eu não sabia o que fazer, se dava uma bronca por ter entrado assim, ou se me escondia debaixo da mesa de vergonha.

Notei que ela também ficou meio sem jeito, pediu desculpas por ter entrado assim, mas tinha esquecido de me entregar um envelope assim que cheguei. Eu disse que tudo bem, que eu é que devia me desculpar. Mas ela, nitidamente com dificuldade de tirar os olhos do volume que se pronunciava sob minha calça, disse que estava tudo bem, que ela não havia visto nada, e foi virando as costas, quando de repente, num tom deliciosamente malicioso completou :

-Por enquanto...

Na hora não me contive, tive um ímpeto de pular a agarrá-la ali mesmo, mas me fiz de desentendido, embora já tivesse percebido algumas vezes os olhares sorrateiros que ela jogava sobre mim quando eu passava pela recepção. Perguntei a ela o que ela queria dizer com aquilo. Ela voltou-se, fechou a porta e se aproximou de mim. Senti o calor de seu corpo de fêmea exalando um delicioso perfume de jasmim, e ela aproximou seus lábios dos meus.

Esperei ela tomar a atitude e, quando aqueles lábios vermelhos e carnudos se colaram aos meus, imediatamente a agarrei pela nuca e cintura, levantei-me e a virei por sobre a mesa, e sorvi cada momento daquele beijo, apertando loucamente meus lábios contra os dela, enroscando nossas línguas numa dança lasciva e sensual, ao mesmo tempo em que apertava meu corpo contra o dela.

Ainda nos beijando, desci uma mão até sua bunda, enquanto que com a outra agarrei um de seus seios. Ela estremeceu, gemeu gostoso, e aí eu voltei à realidade, percebi que se continuássemos aquilo, alguém poderia chegar e nos pegar naquela "festa". Parei o beijo mas, ainda agarrando sua bundinha, disse que se ela quisesse continuar, era só me dizer, mas deveria ser em outra hora, em outro lugar, sem ninguém saber, pois sou casado.

Ela arfava de tesão, dava pra perceber os bicos de seus seios intumescidos sob o top, e disse que ela estava ansiando por este dia, apesar de ser noiva. Disse que sempre que eu passava por ela, vivia imaginando como seria me ter na cama, possuindo-a como fêmea. Foi como ter aberto as portas do Paraíso.

Aquela potranca sensual também nutria por mim os mesmos desejos, e aquela "coincidência" da manhã foi a senha para liberarmos nossos instintos. Combinamos então de irmos almoçar juntos, mas ela queria que fosse na casa dela. Ela mora sozinha com mais uma amiga, e a amiga não estaria na hora do almoço em casa. É lógico que ela seria o prato principal.

É desnecessário também dizer que até a hora do almoço foi um tremendo sacrifício me concentrar no trabalho. Ao meio dia, combinamos de nos encontrar no estacionamento. Fui seguindo seu carro até sua casa, na verdade um prédio em Moema. Ela não entrou no estacionamento, paramos os carros defronte o prédio e entramos juntos. O calor estava mais intenso e ela já havia tirado a blusinha, ficando apenas com o pequeno top e a calça apertadinha que delineava, além de sua espetacular bunda, uma buceta de dar água na boca.

Começamos a sarração no elevador mesmo, enquanto subíamos até seu apartamento. Beijávamos, sugávamos os lábios um do outro, eu beijava sua nuca, seu pescoço, enquanto massageava seus seios e sua bundinha. Ela, por sua vez, apertava seu corpo contra o meu, se esfregando contra meu membro, a esta altura já explodindo dentro da calça.

Chegamos e imediatamente entramos para o seu quarto. A cama de casal estava ainda desarrumada, com seu delicioso cheiro impregnado nos lençóis. O tesão era demais, e fomos imediatamente tirando a roupa um do outro, numa mistura de pressa, tesão incontido, gemidos, beijos e lambidas em cada parte do corpo que se descobria.

Ao libertar seus seios, fiquei como que hipnotizado por aquela visão. Jamais tinha visto seios tão fartos e firmes ao mesmo tempo. Ao tirar sua calça e, depois, a minúscula calcinha enterrada, fiquei maravilhado ao descobrir, diante de mim, aquela buceta cheirosa, coberta por um pequeno tufo de pelos negros delicadamente depilados, cobrindo apenas o púbis.

Fiquei imaginando o tamanho dos biquínis que ela usava, e da sanha dos homens vendo-a passar na praia exibindo aquele corpo de deusa. E fiquei mais tarado ainda, ao perceber que aquela musa estava todinha diante de mim, pronta pra se entregar. Ela por sua vez, soltou um gemido sufocado ao libertar meu membro, que se apresentou latejante, com a cabeça vermelha e brilhante apontando pra ela.

Ela ficou impressionada com o tamanho da coisa, dizendo que agora que viu como era gostoso, queria ser comida por todos os buracos pela minha ferramenta. E foi logo abocanhando o seu novo brinquedo. Ela chupava muito gostoso, foi um dos melhores boquetes que já tive. Enquanto enfiava ritmadamente todo o comprimento do pau em sua boca, e o tirava apertando-o com os lábios, passando a língua macia em torno dele inteirinho, ao mesmo tempo batia uma punheta pra mim com uma das mãos, e com a outra tocava uma intensa siririca em seu grelhinho.

Fiquei alucinado, comecei a mexer meu quadril ao ritmo de sua chupada, enquanto me inclinava para alcançar seus seios. Agarrei um deles e puxei seu braço que tocava a siririca, pegando sua mão. Levei seu dedo até minha boca, e pude sentir o cheiro delicioso daquela buceta perfumada, e o sabor de seu mel ao lamber seus dedos.

Soltei seu braço novamente e agora ela enfiou o dedo na buceta, até o fundo, e ficou mexendo ali como louca, enquanto sugava meu pau com mais força. Logo, ela começou a estremecer e se jogou sobre a cama, ainda com o dedo enfiado, e pude ver seu corpo se contorcer todo em espasmos durante seu gozo, que molhou sua buceta e sua mão.

Ela gemia feito louca, como se estivesse lhe faltando o ar. Eu não agüentei ver aquela cena tão excitante sem fazer parte dela, e pulei sobre seu corpo, encochando aquela xana enquanto mamava seus peitos vorazmente. Ela começou a se rebolar toda sob meu corpo, me chamava de tarado gostoso e pedia pra ser chamada de puta, devassa, vadia gostosa, cadelinha.

Eu fiz mais que isso, e disse que a foderia com gosto, pois ela era uma puta vagabunda, que se exibia toda pra mim no escritório, que ela queria mais é ser comida, lá mesmo, pelo meu caralho latejante. Misturadas a gemidos e gritos de tesão, nossas frases chulas e palavrões foram se tornando cada vez mais intensos e excitantes, e a ralação chegou a um pico de excitação que já não contínhamos mais. Virei-a bruscamente, deixando-a de quatro, puxando seu quadril pra perto da borda da cama.

Me postei de pé atrás daquela anca maravilhosa e comecei a chupá-la com vigor, lambendo desde seu cuzinho até seu grelinho. Ela gritava e se contorcia deliciosamente, pedindo pra ser fudida de uma vez por aquele mastro vigoroso que ela já havia preparado com sua boca. Resolvi aplacar seu desejo (e o meu também) e, numa única estocada, enfiei aquele monstro de prazer, duro como pedra em sua gruta, a esta altura toda lubrificada com o seu gozo e minha saliva.

Tive de forçar um pouco na entrada, mas isto fez aumentar ainda mais o nosso tesão. Gritamos feitos loucos ao sentir meu pau bater contra seu útero, as bolas pressionarem seu grelo, e começamos um frenético vai-e-vem, cada vez mais forte e rápido. Tanto eu forçava meu pau contra aquela buceta, quanto ela fazia o movimento ao contrário com seu quadril, aumentando ainda mais a sensação da penetração. Em poucos minutos, senti meu pau inchar de tal modo que o gozo veio intenso e abundante. A primeira jorrada a inundou e ela gritou pra que eu gozasse tudo, melando-a todinha, enquanto apertava seu grelinho contra minhas bolas.

Ao sentir as latejadas que engrossavam mais ainda meu caralho, ela se entregou a mais um gozo, dessa vez mais intenso que o primeiro. Senti sua pele se arrepiar toda, ela gritava, mordia os lençóis, se esfregava no colchão enquanto arrebitava a bundinha deliciosa. Aos poucos fomos nos restabelecendo e ela se virou pra me beijar mais uma vez com aqueles deliciosos lábios carnudos. Nisto ela levou um susto.

Atrás de nós, na porta de seu quarto, estava Paula, sua colega de apartamento. Paula também era uma gata, outra deliciosa morena, mas de cabelos curtinhos. Ela estava de mini-saia e o que vimos foi incrível. Ao chegar em casa, pois não ia mais ter aula à tarde aquele dia, nos pegou no início da foda. Ela começou a nos observar e tocar uma siririca, mas resolveu aplacar seu desejo com um vibrador que tinha guardado.

Foi exatamente assim que a vimos, agarrada ao batente da porta de Ângela, com a blusa levantada deixando os seios à mostra, e o vibrador enterrado na buça que já escorria gozo pelas pernas. Ao perceber nosso susto, ela disse que era pra continuarmos, pois ela já tinha feito isto antes quando Ângela estava com o noivo. Mas dessa vez ela queria participar.

Ângela não expressou nenhuma reclamação, o que me fez supor que elas já haviam dividido algum macho antes. Perguntei a elas se eram lésbicas, pois isso me broxaria imediatamente, pois não topo ver qualquer tipo de relação homo. Elas disseram que não, que cada uma queria apenas me sentir, queriam dividir um macho gostoso que as fodesse com vontade. Ângela já tinha tido sua parte de foda, mas Paula queria algo mais "vivo" que o vibrador dentro dela.

Elas me deitaram sobre a cama e Paula foi logo se sentando sobre meu quadril, esfregando sua buceta em meu pau, que logo começou a dar sinais de vida. Ângela por sua vez se ajoelhou sobre meu rosto, e queria ser chupada mais uma vez. Aquilo me deixou louco : ter duas gatas maravilhosas, quentes e sedentas, se satisfazendo e me satisfazendo por completo. Paula finalmente se encaixou em mim, sua buceta era macia e mais apertadinha que a de Ângela.

Ela começou a cavalgar deliciosamente, enquanto eu me entretia com as chupadas em Ângela. Enquanto o mexe-mexe ficava mais selvagem e gostoso, peguei o vibrador e resolvi satisfazer um dos desejos de Ângela : o de ter todos os seus buracos comidos. Segurei seus quadril com força e esfreguei o vibrador em seus sumos que escorriam abundantemente. Fui escorregando então a ponta em direção ao seu cuzinho. Ela percebeu minhas intenções mas tentou se esquivar, no que eu a segurei com mais força.

Então eu disse que se ela queria se sentir mesmo uma fêmea realizada, eu iria arrombar seu cuzinho enquanto chupasse seu grelinho. Ela resistiu um pouco, mas logo consegui enfiar o vibrador por aquele buraquinho rosado, que piscava feito louco num misto de dor e prazer, que logo deu lugar a este último apenas. Liguei o vibrador e senti ela dar pinotes ao se rebolar sentindo aquele tarado eletrônico remexendo dentro dela.

Enquanto isso, Paula ficava cada vez mais doida cavalgando em meu pau. Senti então que Paula, entre gemidos e gritinhos histéricos, gozava feito louca. Foi tanto gozo que escorreu pelo meu corpo, molhando até o lençol. Ela resolveu então ser egoísta, e disse que queria ter meu mastro enterrado no seu cu, como eu estava fazendo com o vibrador em Ângela. Para Ângela foi um alívio, pois finalmente deixei de sodomizá-la com aquela máquina.

Ela se levantou rápido e foi lavar o coisa no banheiro, enquanto eu virava Paula de bruços e começava a lubrificar seu cuzinho com seu próprio gozo, que ainda escorria de sua buceta. Quando começava a posicionar a cabeça na entradinha, Ângela retornou e se sentou à nossa frente, e disse que queria ver a amiga ser enrabada pela minha tora enquanto se masturbava com aquele "brinquedinho". Obediente, continuei meu trabalho forçando a entrada aos poucos, alargando cada vez mais aquele cuzinho delicioso.

Paula voltou a gemer, sentindo meu cacete lhe alargando o rego, mas estava adorando. Eu não sabia se me deliciava olhando para aquela bunda também gostosa voltada pra mim ou para a buceta de Ângela, toda arreganhada em minha direção com aquele vibrador entrando e saindo freneticamente.

Vendo Ângela se masturbando daquele jeito, eu me inspirava cada vez mais, e comecei a foder o cu de Paula no mesmo ritmo que Ângela se fodia. Meu pau já deslizava com mais facilidade naquela bunda laceada, saia e entrava rapidamente, fazendo Paula rebolar gostoso a cada enfiada. Ângela foi ficando mais excitada, eu também, e Paula então já não continha mais seus gritos.

Gozamos os três juntos, inundei a bundinha de Paula com meu leite quentinho, e Ângela tremia mais uma vez, segurando seu amante artificial com as duas mãos dentro dela. Vendo que o horário do almoço já estava acabando, eu e Ângela fomos tomar um banho enquanto Paula se refazia.

Ao sairmos, Paula ainda me deu um beijo maravilhoso, mostrando ter uma boca tão deliciosa quanto o de Ângela. Depois ainda pude ter Ângela mais algumas vezes, sozinha ou com a Paula novamente, assim como acabei trepando com Paula muitas vezes, uma vez inclusive quando Ângela estava com o noivo no apartamento, mas isto conto depois.

Conto erotico recebido por email - autor anônimo

A Festa

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Meus três amigos moram no mesmo condomínio, mas Tomás e Jota têm um apartamento separado, enquanto Binho mora com os pais. Na sexta-feira, Tomás deu uma festa e, claro, me convidou. Havia umas vinte pessoas, dançando e bebendo como é comum nessas ocasiões.

Depois de conhecer todo mundo, fiquei conversando com Jota na varanda vendo alguns casais se agarrando, logo senti um desejo de reviver nossos encontros anteriores. Perguntei se poderíamos ir para um quarto e Tomás respondeu que não, porque era cedo e seus pais poderiam passar lá para ver como estavam as coisas. Diante da negativa, continuamos conversando e bebendo.

A bebida me deixou apertada e, meio tonta, fui ao banheiro. Empurrei a porta, que estava encostada, e ao acender a luz dei de cara com um mulato mijando. Ele segurava uma geba amolecida, quase do mesmo tamanho que a do Tomás, com a diferença de parecer ainda mais grossa. Imediatamente ele botou o pau respingando dentro da calça e fez uma cara de envergonhado.

Pediu desculpas e passou por mim, fechando a porta. Eu baixei a tampa da privada e sentei, pensando naquela maravilha que tinha visto. Sem perceber, já estava com um dedinho enfiado na boceta, apenas massageando bem de leve o clitóris e executando penetrações delicadas. A brincadeira deve ter demorado, pois Jota foi me procurar.

Eu não agüentava mais e o puxei para dentro do banheiro. Nos beijamos deliciosamente, com as línguas se enroscando de maneira selvagem. Com uma mão eu apertava sua bunda e com a outra tentava desajeitadamente abrir sua calça. Percebendo minhas intenções, ele trancou a porta e se encostou nela. Eu me ajoelhei no chão frio e abaixei sua calça até os pés. Admirando o volume na cueca, imaginei a grandeza daquele membro escondido

Comecei a mordiscar por sobre o tecido fino, sentindo o cheiro masculino que exalava intensamente. Com a boceta inundada, finalmente abaixei a cueca e reencontrei o caralho grosso e cabeçudo de Jota. Abocanhei-o na hora, chupando vigorosamente. Eu escorregava meus lábios até a metade da pica, e depois voltava, num movimento delicioso.

Jota estava fervendo e seu pau endurecia na minha boca. Passei então a lamber a cabeça, tentando extrair algum líquido precioso dela. De vez em quando, Jota me presenteava com uma ou duas gotas de gosto forte e salgado... Ele elogiava meu boquete, pedindo que eu continuasse para sempre. Para levá-lo à loucura, soltei aquele mastro imponente e dirigi minha língua ao seu saco peludo.

Lambi aquela pele enrugada por um bom tempo, chupando os testículos vez por outra, fazendo as pernas de Jota bambearem. Assim que voltei ao seu cacete, ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca, empurrando a piroca até o fundo, me fazendo engasgar. Eu segurava sua bunda, e suplicava por uma esporrada abundante... Jota comeu minha boquinha um pouco mais e liberou seu sêmen, esguichando direto na garganta. Eu apertava seu pau para que não escapasse, mas a porra não acabava.

Quanto Jota tirou o cacete da minha boca, parte do seu gozo transbordou, escorrendo pelo queixo. Engoli o que consegui e com o dedo recuperei o que tentava fugir. Era uma delícia. Eu precisava ser possuída... Jota, porém, disse que alguém podia estranhar, que era melhor esperarmos. Saímos os dois, sem que ninguém percebesse e encontramos Tomás conversando com o negro do banheiro. Era tarde e, além de nós quatro e Binho, apenas mais dois casais e um cara sozinho continuavam na festa. No meio do papo, Tomás sorriu ironicamente para mim, como se soubesse o que eu e Jota havíamos feito.

Provavelmente pelo meu hálito, carregado com o cheiro da porra de Jota. Ziza, o mulatão, também ria. Sem mais nem menos, Tomás me tomou pelo braço e me levou para seu quarto. Fechando a porta, ele perguntou o que eu tinha feito com Jota. Eu respondi e acompanhei seu caralho se avolumando com a história. Logo eu estava com a boca naquela vara, tentando engolir o máximo de sua extensão. Tomás, entre gemidos, disse:

- Tira a roupa para mim...

Eu atendi seu desejo prontamente. Lentamente levantei a blusa, para provocá-lo. De costas, abaixei a calça, arrebitando bem a bunda, para que Tomás pudesse admirá-la. Para minha surpresa, senti sua cara se metendo entre minhas nádegas e em seguida sua língua roçando no meu anelzinho. Era de enlouquecer.

Desajeitadamente, subi na cama e, de quatro, empurrei o traseiro na boca de Tomás, que beijava magnificamente, enfiando a pontinha da língua no meu cuzinho de vez em quando. Excitadíssima, enfiei um dedo na vagina, tocando uma siririca maravilhosa. Eu estava de olhos fechados e mordendo os lábios. Tomás então interrompeu o que fazia e momentos depois senti a ponta da sua pica me cutucando.

Ainda bem que eu não via, senão teria ficado aterrorizada. Mesmo bem dilatada, demorei para aceitar a entrada daquela carreta. Na terceira tentativa, Tomás meteu com toda força e conseguiu empurrar a cabeça para dentro. Eu berrei...

Indiferente, ele começou a bombear, vigoroso, e somente meu dedinho na boceta compensava a dor. Eu rebolava tentando ajeitar, mas a piroca de Tomás era enorme, ocupava todos os espaços, dilacerava meu rabinho apertado. Levei uns cinco minutos para me acostumar. Então comecei a sentir o prazer de ter o ânus fodido por um homem bem-dotado. Ele estocava com violência, mas eu só sentia tesão... Minhas pregas se arrebentavam e eu murmurava:

-Isso, me fode com força... Arromba meu rabinho. Come sua putinha...

Senti seu cacete duro e latejante por mais cinco minutos inteiros, arregaçando meu reto. Até ele começar a gemer alto e enfiar o pau inteiro, me fazendo sentir as bolas no rego. Veio o gozo intenso, gostoso, de jatos poderosos. Meu cu foi inundado com o líquido viscoso, que escorreu quando Tomás saiu. Eu estava tão inebriada que me virei, com o rabo ardendo, e abocanhei seu pau melado. Pude ver a porta se abrindo. Entraram Jota e Ziza. Eu tomei um susto. Pensei logo que tinha virado uma puta mesmo e eles queriam me oferecer ao mulato bem-dotado. Vendo minha aflição, Jota falou:

-Acho que você já conheceu o Ziza, né?

Então ele segurou a calça de Ziza e com um puxão revelou aquele colosso que eu já tinha conhecido. Apesar do tesão que sentia, tremi de pensar que ele iria me comer. Enquanto eu admirava o membro gigantesco amolecido, Jota tirou sua própria roupa. Tomás estava quase gargalhando. Eu estava curiosa, vendo aqueles dois marmanjos bem dotados de pé. Jota, que estava atrás de Ziza, disse, rindo:

-Vocês são muito parecidos...

Nessa hora, ele abraçou o mulato por trás e encostou seu pau por baixo. Ziza fez uma cara de prazer. Eu não conseguia fechar a boca, aberta de surpresa. Jota estava prestes a comer um negão que tinha talvez o maior pênis que eu já vi! Ziza rebolava no pau lustroso de Jota, empurrando o quadril contra seu macho. Os dois estavam transando.

Aos poucos, o cacete de Ziza foi se erguendo, assumindo dimensões ainda mais incríveis. Senti água na boca e perguntei a Tomás se eu poderia participar daquilo. Diante da afirmativa eu desci da cama e me posicionei, de joelhos, na frente do mulato bicha. Seu pau era simplesmente lindo. Comecei pelo saco e fui subindo, lambendo a base, o tronco e chegando à cabeça, numa longa jornada. Então segurei firme o corpo e abocanhei apenas a cabeça, chupando e lambendo freneticamente. Senti o negão se contraindo todo, gemendo alto... Com uma voz grossa, dizia:

-Ai, que delícia... me fode todo... me chupa gostoso..

. Jota metia sua pica robusta com força e Ziza nem reclamava, apenas gemia de prazer. Eu sentia seu pau duro feito aço na minha mão, latejando sem parar. Jota anunciou o gozo e o mulatão enfiou tudo que conseguiu na minha boca. Naquela posição, ele recebeu as golfadas de Jota e, momentos depois, soltou seu próprio gozo na minha boquinha arrombada.

Era muita porra, grudenta e totalmente branca, que encheu minha boca. Babando o esperma, eu mantinha o pau na boca. Ziza amoleceu um pouco, mas não queria tirar o cacete, dizendo que eu chupava gostoso. Como seu membro era uma delícia, continuei mamando com prazer, até que endureceu de novo. Ele se deitou no chão, aquela vara parecendo alcançar o céu, e disse:

-Agora eu vou te mostrar meu outro lado.

Minha bucetinha encharcada não resistiu àquele chamado. Eu subi imediatamente ali e senti a pica escorregar até a metade, quando começou a encontrar resistências. Mas Ziza se mexia com habilidade, forçando gentilmente a entrada do resto. Mesmo assim, uma parte ficou de fora. Totalmente preenchida, vendo estrelas, iniciei a cavalgada daquele monumento.

O vai-e-vem era doloroso, mas ao mesmo tempo delicioso. A certa altura, não segurei os gritos: Puta merda! Me fode, seu tesudo. Enfia essa piroca todinha em mim... me mata de tesão! Olhei para a frente e Binho também tinha entrado no quarto. Foi instantâneo. Supliquei para que ele comesse meu cu, pois seu pau reduzido seria perfeito para me completar. Em instantes ele assumiu sua posição e atolou seu cacete em mim, me fazendo urrar de prazer. Ziza e Binho sincronizaram os movimentos e pareciam disputar o espaço por entre as minhas entranhas. Eu só gritava, gemia, murmurava... Gozei uma vez.

Eles não cansavam, continuavam estocando nos meus buracos sofridos. Gozei de novo. Eu estava fora de mim... Jota e Tomás observavam, mexendo nos seus membros. Depois de me foder muito, Ziza alcançou o orgasmo. Seu pau semi-rígido continuou me preenchendo, enquanto Binho arregaçava o que sobrara do meu rabinho. Como era sua primeira vez naquele dia, sua esporrada foi abundante... aliviando a dor no meu reto. Eles tinham me possuído tão deliciosamente que eu não queria deixá-los ir. Finalmente abandonada, olhei para Jota e Tomás e perguntei:

-E vocês dois, tem algo para me dar?

Com um sorriso sacana cheguei perto dos dois e passei a punheta-los. Jota gozou logo, no meu rosto. Tomás demorou mais e fez questão de encher minha boquinha novamente. Como prêmio, eu mamei seu pau por um bom tempo, até ficar totalmente mole. Exausta, assisti aos três pedindo um boquete para o Ziza. Na verdade, nós dois fizemos aqueles os três irmãozinhos gozarem mais uma vez. Acho que nunca tinha engolido tanta porra junta. E nem ficado com o cuzinho tão ardido e aberto

Conto erotico recebido por email - autora anônima

Ufa... Ainda estou Cansada

Depois de alguns meses sem namorado, reencontrei no shoping um casal dos tempos de balada, quando morei em SP, sentamos em um café e ficamos umas duas horas fofocando sobre aqueles tempos. Marcelo e Carla são muito simpáticos e ele sempre quis me comer, me cantou várias vezes e até já demos uns amassos, mas trepar mesmo nunca tinha rolado.

Acabamos o papo e nos despedimos trocando telefones e tal. Quando cheguei em casa, fiquei lembrando de como tinha sido bom os amassos do passado e arrisquei uma ligada para ver se ele se manifestava novamente, sem a presença da Carla. Liguei e iniciamos um papo meio sem jeito, aí comentei que tinha achado ele muito bem, mais forte e bem bonito. Ele me retribuiu o elogio e me pediu para ligar uns trinta minutos depois. Não entendi por que, mas aceitei.

Logo uns quinze minutos ele me ligou, Marcinha, o que você vai fazer hoje à noite? Tenho uma balada que acho que você vai gostar. Hummm... Fiquei animada e cheia de tesão, pois já estava há uns quatro meses sem meter nada alem de meus próprios dedinhos na coitadinha e isto não era correto. Ele me disse que era uma festinha entre amigos mais chegados, e ao estilo picante.

Falei, Olha Marcelo, não sei não, como é este negócio? Aí ele me disse que seria uma festinha numa suíte de motel com outros 2 casais, todos pessoas de alto nível, e Carla também iria. Com esta declaração eu fiquei meio zonza, Ué! Ela também vai? Ele me disse que ela era bi e tinha me achado muito interessante e queria fazer uma brincadeira em grupo. Não respondi nada e desliguei completamente atordoada. Porra! Eu queria trepar com o cara, ele estava me oferecendo a mulher dele e mais outros casais... Fui tomar uma ducha e pensar.

Lá pelas 9:30 da noite Carla me ligou. Oi Marcinha, como é? Você não vem com a gente? Vai ser lindo e muito gostoso. Vem. Topei. Voltei para o banheiro, me depilei completamente e passei hidratante e parti para o abate. Calcinha preta, Blusinha soltinha sem sutiã e uma saia molinha que estava um arraso. Já sai de casa toda molhada de tesão. Como seriam os outros casais? E este negócio de ex-amigo, ficante e mulher... Nossa, estava ficando louca.

Cheguei no motel, informei que estava indo para a suíte, a portaria confirmou e eu entrei. Vaga para 4 carros na garagem e já haviam dois carros, quer dizer, a coisa já estava rolando.Subi e encontrei Carla brincando de pole dance no escurinho para Marcelo e um casal bem simpático, ele Cleber mais coroa e a mulher Bete uns 30 anos, malhada e bonita. Marcelo me recebeu logo com um uísque e um beijo na boca. Que bom que você veio você está linda e gostosa como sempre.

Sentei e fiquei olhando a performance de Carla, que tem pernas muito bonitas e uma bunda pequena e durinha com uma marquinha de fio dental bem sacana. Carlinha desceu da plataforma e me puxou de volta junto com Marcelo, ficamos em três no roça roça e esfrega esfrega, naquele escurinho. Hummm, Já estava quase pingando pela buceta de tanto tesão.

Marcelo tirou a roupa e ficou de cueca, já de pau duro se esfregando em mim. Bete subiu e começou a tirar a minha roupa, levantando a minha blusa e lambendo meus seios. Eu não acreditava, mas estava sendo comida por duas lobas safadas.

Cléber abriu o roupão e ficou e masturbando e olhando nossa farra, recostado na cama. Carla subiu na cama e de quatro foi engatinhando até ele e começou sua sessão de boquete, nua, louquinha e cheia de tesão. Acompanhei e comecei também em Marcelo. Hummm, quanto tempo sem mamar em ninguém, estava faminta. E ele tem um pau muito gostoso, grosso mas não muito grande.

Em menos de um minuto ele encheu a minha boca de leite e me deixou na mão. Tive que partir para Cleber e montei nele enterrando tudo até o fundo. É um pau grande também, mas ele sabia foder melhor. Apertava a minha bunda e beijava meus bicos como um tarado. Fui me estremecendo e veio a primeira gozada, urrando e socando na minha bucetinha faminta.

Sai de cima e fiquei deitada ao lado vendo as duas se comerem, beijos, lambidas, dedos e gemidos foram enchendo os meus ouvidos de tesão de novo. Marcelo começou a lamber meu cuzinho e esfregar o polegar na minha rodinha. Encostei a cabeça no travesseiro e empinei o rabo para rebolar e receber aquele carinho safado. Cléber encostou no meu ouvido e falou

Você deixa eu comer esta bundinha primeiro? Foi falando e se acomodando atrás. Marcelo veio para frente me dando o pau para chupar e Cleber começou a dedilhar meu cuzinho. Primeiro o polegar esfregando, depois enfiando devagar, depois colocou o dedo médio e o indicador até o meio. Fiquei rebolando e acostumando para receber o cacete. Senti ele tirar os dedos, passar o Ky no pau e no meu furinho, empurrando devagar para dentro. Nossa... Meu cú foi abrindo e ele travou a minha cintura com as mãos e desceu o pau até o fundo. Quase morri, sentindo minhas pregas se abrirem e o pau sumir dentro da minha bunda.

Marcelo que estava quase gozando não agüentou e me mandou mais leite na goela. Não sabia se mamava, rebolava ou gemia, mas estava maravilhoso dar o cú daquele jeito. Mais uns cinco minutos de bombadas e estava toda esfolada e pedindo para Cleber gozar logo ou sair de dentro. Senti as bombadas aumentarem o ritmo e a cabeçona ir inchando lá dentro pronta para derramar mais leite. Hummm ... Gozada na bunda... Parecia que minha bunda era uma varanda de tão larga que estava.

Fui para a ducha e voltei uns dez minutos depois, encontrei as duas loucas se beijando enquanto Marcelo metia em Bete. Me vesti, dei um beijo em todos e sai pedindo menos... Estava totalmente mole, meu cú ardendo e minha buceta toda olhada de porra e tesão. Cheguei em casa e dormi quase 10 horas seguidas. No dia seguinte marcamos outro café e fomo bater um papinho de novo...

Conto erótico recebido por email by Tarada sem freio

Pronto Socorro do Prazer

Era uma manhã de verão e o sol, às 8h, já ardia. Eu e o meu colega Renato íamos no carro do Hélio para o trabalho todos os dias, mas uma batida entre uma Kombi e um ônibus quebrou a nossa rotina. Em busca de socorro para os feridos, muitas pessoas corriam de um lado para o outro. Foi quando uma senhora nos pediu ajuda para sua neta, que estava desmaiada na calçada.

Fomos até lá e nos deparamos com uma bela adormecida capaz de encantar baixinhos e altinhos. Fiquei zonzo quando prestei mais atenção na garota. Ela estava de top e minissaia, deixando à mostra a calcinha branca, que contrastava com sua pele cor de jambo. Os cabelos longos e o belo par de seios davam um toque a mais. Esqueci de toda a confusão à minha volta e fiquei cheio de tesão: embora desmaiada, a gata parecia dormir como um anjo.

Acalmamos a avó da moça, dizendo que a levaríamos para o hospital. Com muito prazer, quase emendei. Colocamos a deusa deitada no banco de trás com todo o cuidado. Entrei também no carro e deixei as pernas dela sobre as minhas, enquanto Renato pousava a cabeça da moça em seu colo. Hélio foi para o volante e arrancou muito rápido, quase batendo em outro automóvel.

Notei que a menina não tinha ferimentos e parecia já estar despertando. Aquelas pernocas estavam em cima do meu pau, que começava a querer pular para uma brincadeirinha. Foi quando tive uma idéia - perversa, talvez - e mandei: Hélio desvia o caminho, quero comer essa tesuda antes de ir para o hospital. Porra, ô meu, estou com a mesma intenção, não agüento mais, devolveu ele.

Mas o viadinho do Renato ficou furioso e começou a reclamar alto, despertando a bela, que já nos agradecia por tê-la socorrido. Agindo em sintonia, Hélio freou o carro e eu tasquei um beijo na morena, que se chamava Taís. Incomodado, Renato levantou-se e saltou para a rua, enquanto eu tirava a calcinha dela, começando a masturbar aquele grelinho. Taís endoidou, abrindo mais as coxas e rebolando no ritmo da Vai Vai. Inclinado no banco da frente, Hélio chupava os peitos da nossa vítima.

O fusca começou a ficar pequeno para nós três à medida que a coisa esquentava. A garota gemia mais alto:

- Quero um caralho na minha boca, chega de dedo.

Coloquei-a de bruços e comecei a enfiar, enquanto o Hélio saía do carro para ficar de pé, do lado de fora. Ao mesmo tempo em que rebolava, Taís se arrastava para frente até alcançar o pau de Hélio e começar a mamá-lo. Que delícia! Aquela bucetinha quente engolia minha pica, ao mesmo tempo em que os lábios de Taís devoravam as bolas de Hélio. O gozo não demorou, farto para todos.

Nunca pensei que fosse tão bom sofrer um acidente, sussurrou. Caí de boca naquele corpaço, lambendo tudo que encontrava pela frente e, ao levar a língua àquela buceta meladinha, ouvi a moça pedir:

-Quero mais caralho, por favor.

Chamei o Hélio, mas ele tinha ido conversar com o Renatinho. Não neguei fogo, então: ofereci meu pau àqueles lábios de mel até ele ficar duro novamente.

Depois, saí do carro e fiquei admirando a bundinha linda de nossa princesa. Aliás, aquilo nem deveria ser chamado de bunda: era um monumento que convidava ao sexo.

-Como é, garanhão? Vai comer ou ficar olhando? Reclamou Taís.

Caí na real e vi que meu caralho realmente estava digno de um garanhão reprodutor. Passei saliva no bruto e dei uma cutucada. Ela foi para frente gemendo. Não perdoei e enterrei. Taís continuava a gemer, não sei se de dor ou de tesão, pois rebolou com mais rapidez e começou a gritar: Ai, ai, por favor, coloque um dedo na minha buceta, segure meus peitos, morda minha nuca, porque vou gozar. Fiz tudo que pedia, não sei se nessa ordem. A única ordem que notei foi senti-la gozando primeiro e eu depois.

Fomos interrompidos pelo chato do Renatinho:

-Porra, vocês são foda, vamos embora, já são quase nove horas.

Hélio assumiu novamente o volante da ambulância e partimos. Passamos pelo hospital e deixamos lá a nossa paciente, mais sadia do que nunca.

Conto erótico recebido por email - autor preferiu permanecer anônimo

A Festinha

Os nomes das pessoas que participaram desta historia serão trocados para evitar constrangimentos. Tudo começou quando eu (Joe) e mais 3 amigos (Ross, Chandler e Richard) resolvemos visitar uma cidade próxima a nossa para curtirmos uma festinha com algumas garotas que havíamos conhecido na universidade de nossa cidade.

Ao chegarmos lá rodamos de carro um pouco até entrarmos no clima que a tequila estava nos proporcionando. Após muito rodarmos e as garrafas esvaziarem resolvemos parar em um barzinho da cidade para esperarmos as garotas e aumentar a expectativa. Depois de meia hora elas chegaram e nos chamaram para irmos à casa de uma delas , cujos pais haviam viajado. Lá chegando começamos a conversar e continuamos bebendo.

Literalmente fomos invadindo o bar da casa enquanto o tesão ia crescendo em nossas calças. De repente Chandler agarrou a dona da casa e começou a boliná-la na frente de todos nós, correndo suas mãos por todo o corpo dela. Não agüentando de tesão Ross agarrou a outra menina colocando sua mão sedenta de sexo dentro da calcinha dela acariciando sua vagina que já estava molhada e latejando.

Quando dei por mim, Richard já estava deitado no sofá tirando a camiseta da outra menina, que acariciava gentilmente seu pênis já rígido e latejante. Ao observar que algo já havia começado me atraquei com a bela morena de olhos azuis. Não agüentando de tesão coloquei a mão dela dentro de minha calça (pois não uso cueca ) para que ela me masturbasse enquanto beijava seus mamilos rosados , mordendo ferozmente sem dó.

Foi quando Chandler atirou a menina contra o balcão do bar arrancou violentamente a calcinha dela e já foi introduzindo seu membro já quase explodindo de tesão naquela buceta sedenta de sexo. Richard estava sentado no chão enquanto a guria que estava com ele sugava seu pinto vigorosamente e ele fazia caras de prazer intenso. Ross sentado no sofá derramava licor sobre os peitos com bicos duros e lambia impulsivamente enquanto ela cavalgava sobre ele.

Quando dei por mim, já estava totalmente nu sobre a vadiazinha com suas pernas arreganhadas para cima apoiadas em meus ombros para que ela sentisse as minhas bolas batendo em seu anus e ela sentia o canhão inteiro penetrando aquele campo de guerra já um tanto devastado de muitas batalhas. Richard , já um tanto bêbado jogou whisky sobre a buceta da ardente putinha que saiu aos berros , gritando de dor.

Ao ver a cena, Richard não resistiu, caiu de boca para não desperdiçar o whisky derramado. Ao sentir sua verga raspando em seus lábios, a vaquinha começou a lamber e dar leves mordidas enquanto chupava em uma sensação de alivio e prazer, foi um incrível 69. Chandler já louco para comer aquele cu que mais parecia um girassol pegou um batom que estava ao chão e enfiou naquele anus piscante para dar uma lubrificada, enfiando então sem dó ou arrependimento todo seu caralho de uma só vez.

A piranha gritava em um misto de dor e prazer , cavalgando como se estivesse em um rodeio. Eu, já alucinado e completamente torto da bebedeira fiz com que aquela puta adolescente sentasse sobre meu caralho com sua buceta quente e úmida e se abaixasse para que eu pudesse morder seus peitos que esfregavam em minha cara. Já com a putaria generalizada , gritos ecoavam por todos os lados, que putaria!

Depois de horas , já cansados e sem nem ao menos lembrarmos direito os nomes das piranhas , fomos embora( obviamente satisfeitos e levando alguns brindes do bar , afinal precisávamos de combustível para volta) e elas já tinham bebido muito da nossa porra. Isso aconteceu já faz algumas semanas, mas todos os dias pensamos em voltar àquela casa, refazer a viagem. e que viagem!

Conto erótico recebido por email - by Marcelo

Sozinhas

Minha amiga Raquel é um pouco (bastante) louca. Soube isto desde o momento que a conheci, mas ela se converteu na minha melhor amiga, pois é com ela que passo meus melhores momentos, me encanta suas loucuras.

Outro dia me chamou para me dizer que sábado à noite haveria uma reunião das suas, respondi que iria, suas reuniões são sempre colossais, me disse que tinha uma surpresa, mas não fui capaz de lhe arrancar mais nada.

No sábado me encontrei com todas nossas amigas na casa de Raquel, estavam Sonia, Loli, Andréa, Gemma e  Raquel. Como sempre nos sentamos e começamor a conversar e beber. Raquel havia acendido a lareira e o ambiente estava tão agradável que o tempo passou voando.

Apertaram a campainha, já  havia passado mais de 2 horas e estávamos um pouco zonzas devido a bebida. Raquel se levantou e voltou com a surpresa prometida, uma ruiva chamada Carla. Raquel propôs à todas que começássemos, deixamos a Carla na sala e fomos a um dos quartos. Ali tiramos a roupa e colocamos na cintura nossos pênis de borracha, logo voltamos à sala, Raquel foi nos apresentando uma a uma à convidada: o senhor Smith (o meu) , o senhor Roberto, o Senhor Hudson, o senhor Benson, o senhor Peers e o senhor McKlein (o da Raquel).

Carla tirou a roupa e em seguida se sentou na almofada, separou as pernas e se deitou nos esperando. Loli se aproximou e lentamente lhe meteu o senhor Hudson, com grande prazer para ambas, Sonia e Andréa, também se aproximaram para acariciar a Carla com a ponta de suas picas, esta em seguida meteu uma na boca e agarrou a outra para que não escapasse.

Gemma também decidiu unir-se e se sentou na almofada acariciando os peitos de Loli por trás, eu também ia me unir mas Raquel me agarrou e me  levou até seu quarto. Ali tirou o Sr. McKlein e se deitou na cama de barriga pra cima, separando muito as pernas, fiquei muito excitada porque gostava muito da Raquel e podia fode-la a vontade. Sem esperar mais me coloquei sobre ela e enfiei toda minha pica, Raquel gemia e gozava acariciando-me com as unhas as costas e o pescoço e eu me esforçando para meter e tirar o mais forte que podia o Sr. Smith. Ao final acabamos exaustas, Raquel levantou e voltou a colocar o Sr. McKlein. Eu esperava que viesse me penetrar mas não foi assim e voltamos à sala.

Agora Carla, Sonia e Andréa estavam fazendo um sanduíche, Sonia metia sua pica na buceta de Carla e Andréa metia a sua pelo cu dela, Gemma e Loli estavam junto delas, Gemma deitada lambendo a buceta de Loli que estava sentada sobre a cara de Gemma apertando-lhe as tetas.

Eu estava um pouco cansada e decidi não me unir ao grupo, sentei tranquilamente no sofá e acariciei lentamente meu clitóris, contemplando o espetáculo que minhas amigas ofereciam, aos poucos comecei a masturbar-me penetrando-me com os dedos e com outra mão acariciei o Sr. Smith de cima para baixo, como se fosse um homem se masturbando, me excitei muito e cheguei até a pensar que era hermafrodita e que ia gozar pelos dois órgãos de uma só vez.

Raquel se levantou e Carla se colocou entre suas pernas, quando se aproximou para chupar sua buça, Raquel se contorcia de prazer e assim continuou até que ela gozasse. Acordamos no dia seguinte todas lambuzadas, com ressaca e geladas porque tinha se apagado a lareira, nos vestimos , nos despedimos a esperar uma nova chamada de Raquel, minha melhor amiga.

Conto erótico recebido por email - By Amigona

Na Terra do Sol Nascente

Em meu trabalho acabei conhecendo um amigo de nome Paulinho. Cara legal, de 26 anos, mulherengo, e meio sabido demais com os amigos, daqueles que só querem levar vantagem. Mas, para farrear ele era bom de transa. Começamos a sair para paquerar e tivemos bons momentos, sem muita coisa a contar.

Mas um dia, no trabalho da irmã, ele conheceu três garotas do balacobaco, ou melhor, de fechar o comércio. O quê? Ainda não entendeu? Bem, garotas boas de tudo. E foi assim que ele telefonou para minha casa, lá pelas cinco horas da tarde, dizendo que ia levar para minha casa as tais três garotas para a gente se divertir. Quando elas chegaram, depois do alô, saímos para fazer umas compras extras no supermercado próximo, tipo cervejinhas e comida. Voltando, foi divertidíssima a farra de todo mundo na pequena cozinha, achando que éramos grandes mestres cucas.

Mas terminamos por conseguir fazer um jantar razoável, com um panelão de arroz cozido com pedaços de salsichas, repolho, cenoura, batata-inglesa, pimentão e pedaços de carne-seca. Segundo uma das cozinheiras, isso se chamava arroz-a-carreteiro. O que decididamente não era, porque eu gostava de comer o arroz-a-carreteiro em alguns restaurantes e os ingredientes não eram esses. No final bebemos mais do que cozinhamos.

E o alto som comia solto, até que já pelas 11 horas da noite alguns vizinhos reclamaram e, lógico, o som foi bem diminuído. Eu não queria nada de aborrecimentos com o síndico. Ficou tudo na base da boate, com muitos drinques e danças.

Depois de muita mão-boba, o Paulinho foi se deitar na cama de casal em meu quarto, com sua escolhida e uma amiga, japonesinha linda, porém muito tímida. Eu fiquei com a garota que logo que me conheceu não me largou mais. Só que ela era meio parada, sem graça, ou seja, não me atraía. Mas eu não queria arrumar problemas que só poderiam levar as três amigas a irem embora. Eu teria de ter muito tato na farra, senão, babau.

Sendo assim, me deitei no sofá da sala com Ângela, e depois de muita mão-boba ela mesma, sem eu pedir, tirou a calcinha e ficou só de blusa, acariciando meu pau, enquanto eu fazia festinhas em seu corpo. Como o meu entusiasmo pela garota não era muito, só esperei ela ficar no ponto e gozamos juntos. Não demorou muito para ela dormir, mesmo porque era quem mais tinha bebido.

Eu, sentindo que o Paulinho tinha ido ao banheiro, levantei-me, enquanto Ângela dormia, e sem fazer barulho fui até minha cama, onde estavam Margarida, garota de Paulinho, e a deliciosa e tímida japonesinha, Nikko. Ao meu oi elas, sorrindo, me responderam, e eu me deitei bem no meio delas. Senti que a japonesinha, que tinha jeitinho de virgem, não tinha sido tocada pelo meu amigo.

Mas Margarida, que gostava de uma sacanagem, mostrando que Paulinho não a tinha contentado, virou-se de lado para mim completamente nua e começou a tirar a minha sunga. Eu, de barriga para cima, estava com meu pensamento e meu tesão completamente voltados para Nikko, deixando assim que Margarida pegasse minha piroca e fizesse com ela o que mais lhe apetecesse, enquanto minha mão apertava a macia mãozinha da japonesinha. Fechei os olhos e pensei que minha piroca estava sendo usada por Nikko e não por Margarida. Não demorou muito e Margarida, cheia de tesão, gemendo, veio por cima de mim e se enfiou todinha no meu pau, começando o vai e vem da foda.

Enquanto ela me usava, eu apertava cada vez mais a mãozinha de Nikko, até que, não agüentando mais de vontade, peguei o short da japonesinha e abrindo seu zíper enfiei com frenesi a mão por cima da sua pentelhada macia e morna. Comecei a fazer mil carinhos na bucetinha dela, e ela, toda trêmula, começou a rebolar na minha mão, gemendo, enquanto a outra, Margarida, gritava alto, gozando em cima de mim. Foi aí que Paulinho saiu do banheiro, meio caído, e vendo a cena de sua garota me fodendo, riu e disse:

- Oba, transa legal, hein? Foi bom porque agora eu só quero dormir um pouco. Estou com o fígado doendo muito. Bebi demais.

Assim falando, ele se deitou junto a Margarida, enquanto eu no meio da cama, fiquei virado para o lado da japonesinha, sempre com seus lindos olhos bem fechados. Até penso que ninguém notou meu início de sacanagem com Nikko. Já com o casal roncando ao meu lado, retornei ao ataque à meiga japonesinha. Puxei seu shortinho, de um tecido muito fino, e consegui tira-lo. Em seguida, muito trêmulo e nervoso, porque tinha ouvida falar bastante do amor das japonesinhas, mas nunca tinha comido nenhuma, não me contive, e tirando todas as minhas roupas fui para cima dela, colocando meu rosto em seu ventre macio, branquinho e perfumado.

Minha língua quase que completamente descontrolada invadiu aquele buraquinho delicioso e lambi, mordi, chupei, fiz de tudo que uma boca pode fazer em cima de um sexo. Nikko se retorcia toda, sempre gemendo baixinho. Até que me disse ao ouvido:

- Vamos para o banheiro.

Respondi tá e nos trancamos no banheiro. Como uma das minhas taras e foder com bastante luz, porque quero ver tudinho, tirei o sutiã da japonesinha e a coloquei reclinada sobre o vaso sanitário, com a tampa fechada, em sentido oblíquo. Ela, com uma vozinha baixa e aveludada disse que era virgem e não sabia por que até então ninguém a desejara.

Eu respondi que talvez por sua extrema beleza e suavidade, que tinham me deixado louco de tesão por ela. Até casar, disse a ela, se fosse seu desejo, eu casaria, com muito amor. Rindo com graça incomum, ela me revelou que Também não precisava chegar a tanto, bastando que a amasse, porque desde que abri a porta para ela e suas amigas ela havia simpatizado comigo. Isto dito abracei-a e beijei-a longamente, com muito ardor e mesmo paixão.

Foram muitos beijos cheios de amor e, lógico, de tesão, enquanto minhas mãos não paravam de acariciar aquele delicioso corpinho tão macio e tão branquinho de gueixa oriental. Depois de muitos carinhos, introduzi com suavidade um dedo em sua bucetinha e chupei demoradamente seus seios de ninfeta. Ela gemia de prazer, e aí achei que era o momento de descer minha boca suavemente e prazerosamente pelo seu ventre e, depois, demoradamente, até sua buceta, onde coloquei seu clitóris, ou grelinho, já durinho de tesão entre os meus dentes e com carinho o rodeava entremeando com lambidas e chupadas.

. Fazendo de tudo para não gozar, porque minha piroca parecia que ia estourar de tanto tesão, achei que era hora de mudar de sacanagem. Virei a japonesinha de costas para mim e enquanto começava a lamber aquelas deliciosas nádegas branquinhas, minhas mãos lhe davam palmadas, uma em cada nádega, não com muita força, mas o suficiente para avermelhar um pouco, sendo que Nikko gemia alto de prazer a cada palmada, mostrando que estava gostando e que isso lhe dava muito tesão. Finalmente introduzi minha língua no botãozinho rosado de sua bundinha, e ela começou a falar:

- Mais... Mais, por favor.

Depois de alguns minutos assim, eu lhe disse que sua bundinha já estava pronta para ser enrabada, e que assim ela não precisava perder a virgindade. Ela respondeu que eu fizesse o que me desse mais prazer, porque tudo a faria gozar, e muito. Com isso, peguei um creme especial perfumado e lubrifiquei bem a cabeça da minha piroca, e aí, devagarzinho, comecei a enrabá-la. Pouco a pouco a cabeça do pau foi entrando no seu cuzinho, com ela sempre gemendo de prazer, e eu com muito carinho, porque estava mesmo gostando da japonesinha, ia entrando... entrando naquela maravilhosa bundinha

Enquanto isso minha mão fazia mil massagens em seu ventre, e introduzi um dedo da outra mão na sua bucetinha, fazendo-a delirar de tesão. E minha piroca foi entrando macio... Macio, na sua bundinha, até que o saco encostou. Tinha entrado tudo! Ela estava com seu cuzinho todo penetrado. Começamos a cavalgar, cadenciando as reboladas da bunda de Nikko com minhas investidas de piroca. Parecia que tínhamos nascido um para o outro, tamanha era a sintonia de nossa foda.

Com muitos gemidos e sacudidas terminamos por explodir em gozo total. Éramos um verdadeiro vulcão de esperma. Uma loucura que todo mundo pelo menos um dia deveria sentir. Um fodão, na acepção da palavra. Em seguida, aproveitando o fato de estarmos no banheiro, uma boa chuveirada para os dois foi uma maravilha. Eu a ensaboei e ela me ensaboou. Mas de tanto nos ensaboarmos, estava eu ensaboando com muito carinho e mais tesão sua bucetinha, quando, sentindo um suspiro maior da japonesinha, olhei para ela, que segurava minha piroca toda ensaboada com muita doçura, e perguntei:

- O que foi?

Ela respondeu:

- Não é nada, não. Só que eu pensei... será que este não é o momento melhor, pois já que eu dei minha bundinha para o homem que eu quero, não é hora também de aproveitar e dar minha virgindade, minha bucetinha para ele?

Cheio de gratidão à minha deusinha japonesinha, pela sinceridade de seus sentimentos, lhe dei um gostoso beijo na boca e coloquei duas toalhas grandes de banho no chão. Em seguida ela deitou com a barriguinha para cima, e aí recomecei o banho de língua naquele corpinho delicioso. Mas quando eu estava chupando demoradamente sua bucetinha, Nikko me pediu para eu lhe dar minha piroca, porque ela também queria chupar como retribuição ao prazer que eu lhe estava proporcionando. Sopa no mel.

Numa foda, o parceiro sempre deve retribuir o carinho feito pelo outro. Foi assim que eu, cheio de vontade, ataquei com o célebre e delicioso 69, chupando e sendo chupado. A japonesinha era de uma maestria incrível, o que me deixava intrigado, porque eu como ninguém sabia de sua virgindade, não só; na bucetinha como na bundinha também. Enfim, coisas do Japão, talvez livros especializados expliquem com detalhes como isso acontece. O fato é que ela me chupava como poucas mulheres até hoje me chuparam.

Era de enlouquecer, de tanto tesão, o que me fez fazer de tudo para retribuir tanto carinho de Nikko. Finalmente achei que depois de tantas deliciosas chupadas de parte a parte, e tantos gemidos, chegara à hora de eu torná-la mulher. Coloquei-a sentada na beira da banheira, toda forrada com muitas toalhas, a maior parte do corpo virada para dentro, o que fazia sua bucetinha ficar bem mais saliente para mim na beirada, as coxas bem abertas e a bundinha apoiada, com que me dizendo:
- Me come logo, safado.

Segurando a piroca, com muito carinho comecei a abrir os grandes lábios da bucetinha. Empurrei só um pouquinho a cabeçona dura de tesão do cacete e parei, não empurrando mais e sim, com a ajuda da mão, rodando a cabeça na buceta para amaciá-la. Nikko estremecia toda, e eu jurava a mim mesmo que tinha que caprichar naquela foda, e muito, porque ela merecia. Enquanto isso um dedo da outra mão era introduzido na sua bundinha, para empurrar Nikko contra minha piroca. E foi assim que pouco a pouco fui metendo, centímetro por centímetro, a piroca na bucetinha virgem. Até que sentindo a resistência do hímen dei uma empurrada mais forte e... Pronto, a pica entrou todinha.

Foi um gozo indescritível, e muito prazeroso. Transamos quase três meses, depois choramos muito, quando ela disse que sua família ia voltar para o Japão, aonde ela ia se casar com um prometido, por acordo entre as duas famílias. Sofri muito e acredito que ela também. Aqui escrevendo paro um pouco e penso que ela pelo menos deve estar feliz na linda terra do Sol Nascente, junto com sua nova família. Boa sorte minha suave lembrança da linda mulher-criança.

Conto Erótico recebido por email - By Baladeiro

Torcedora Fanática

Esta historia aconteceu na cidade onde nasci. Eu jogava no time de futebol local quando conheci Alice, uma torcedora de 23 anos. Era uma morena muito gostosa de cabelos escuros lisos e olhar insinuante. Começamos a ter uma relação bem aberta, não namorávamos, só transávamos. Mas era com tanta freqüência que o meu rendimento nos jogos caiu.

Um dia, ela me revelou a maior fantasia sexual: trepar com um time inteiro de futebol, incluindo os reservas. Eu já desconfiava de que ela era ninfomaníaca e isso ficou na minha cabeça. Até que houve uma festinha do pessoal na casa do goleiro Geraldão. Havia uns 2O jogadores e todos tinham que levar alguma contribuição para a festa. Uns levaram comida, bebidas, revistas pornográficas e eu levei Alice. Ela estava com um shortinho colante preto e um top que realçava os fartos seios. Quando chegamos, todos ficaram pasmos com ela. O silencio tomou conta do recinto, até que ela disse:

— Quero transar com todos vocês.

Ela fez todos aqueles homens tremerem e olharem para mim. Fiz um sinal positivo e eles carregaram-na para o quarto. Já estávamos todos muito embriagados quando ela tirou o top, mostrou os belos seios e disse que queria levar um banho de esperma. Todos estavam ao redor da cama e ela mandou todo mundo colocar o pau para fora. Eu, para poder ver melhor a cena, subi no guarda-roupa. Começou então a festa. Colocaram-na de quatro, arrancaram o shortinho e o primeiro penetrou na sua buceta molhada.

Outro colocou o pau na boca da tarada, enquanto os outros roçavam o cacete no corpo dela e tocavam punheta. Na hora de gozar, todos ejacularam sobre a deliciosa Alice. Eles se revezavam até que um deles resolveu meter o pau no cuzinho dela sem piedade. Ela deu um grito abafado, mas agüentou. Gozava com uma pica no cú, outra na buceta, outra na boca, uma em cada mão. Em varias posições com vários cacetes.

Ela tomava o banho que pediu e eles se revezavam dentro do corpo dela. E eu estava extasiado vendo aquela mulher toda lambuzada de esperma sendo estraçalhada pôr 19 homens que gozavam sobre o corpo da torcedora gulosa Até que o vigésimo homem entrou. Era o Geraldão. Ele entrou no quarto de pau duro e, quando Alice já estava quase desfalecida, sentiu a ponta do torpedo entrar no cú. Ela não tinha mais forças para gritar ou reagir. Geraldão socava lentamente aquela coisa monstruosa no rabo de Alice.

Ele começou um vaivém naquele corpo molhado e inconsciente enquanto todos olhavam silenciosos. Alice sangrava como se tivesse um corte profundo e o sangue se misturava com o lago de esperma sobre a cama. Geraldão virou o corpo de Alice, abriu-lhe as pernas e penetrou a buceta com força. Taradão, o goleiro apalpava e mordia os seios melados de Alice. Vendo aquele tronco enfurecido entrar e sair daquela xoxota, alguns dos rapazes ainda queriam brincar com Alice. Geraldão gozou, os rapazes possuíram aquele corpo e penetraram-na de vários modos.

Depois dessa suruba genial, Alice ficou esgotada no quarto. Fomos depois embora e, de vez em quando, encontro ela passeando pelo clube. Como continua fogosa, acho que tem vontade de repetir essa dose. Quem sabe, chega a vez da torcida?

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Orgia na Festa

Tudo começou quando eu (Caf-18 anos) e mais 3 amigos (Douglas-18, Daniel-16 e André-17) resolvemos sair de São Paulo para curtirmos uma festinha em Osasco. Chegamos lá e encontramos com algumas garotas que havíamos conhecido na escola de nossa cidade. Ao chegarmos lá, rodamos de carro um pouco até entrarmos no clima que a tequila estava nos proporcionando. Após muito rodarmos e as garrafas esvaziarem resolvemos parar em um barzinho da cidade para esperarmos as garotas e aumentar a expectativa.

Depois de meia hora elas chegaram e nos chamaram para irmos à casa de uma delas, cujos pais haviam viajado. Lá chegando começamos a conversar e continuamos bebendo. Literalmente fomos invadindo o bar da casa enquanto o tesão ia crescendo em nossas calças. De repente Douglas agarrou a dona da casa e começou a boliná-la na frente de todos nós, correndo suas mãos por todo o corpo dela. Não agüentando de tesão Daniel agarrou a outra menina colocando sua mão sedenta de sexo dentro da calcinha dela acariciando sua vagina que já estava molhada e latejando.

Quando dei por mim, André já estava deitado no sofá tirando a camiseta da outra menina, que acariciava gentilmente seu pênis já rígido e latejante. Ao observar que algo já havia começado me atraquei com a bela morena de olhos azuis. Não agüentando de tesão coloquei a mão dela dentro de minha calça (pois não uso cueca) para que ela me masturbasse enquanto beijava seus mamilos rosados, mordendo ferozmente sem dó.

Foi quando Douglas atirou a menina contra o balcão do bar arrancou violentamente a calcinha dela e já foi introduzindo seu membro já quase explodindo de tesão naquela buceta sedenta de sexo. Daniel estava sentado no chão enquanto a guria que estava com ele sugava seu pinto vigorosamente e ele fazia caras de prazer intenso. André sentado no sofá derramava licor sobre os peitos com bicos duros e lambia impulsivamente enquanto ela cavalgava sobre ele. Quando dei por mim, já estava totalmente nu sobre a vadiazinha com suas pernas arreganhadas para cima apoiadas em meus ombros para que ela sentisse as minhas bolas batendo em seu anus e ela sentia o canhão inteiro penetrando aquele campo de guerra já um tanto devastado de muitas batalhas.

Daniel, já um tanto bêbado jogou whisky sobre a buceta da ardente putinha que saiu aos berros, gritando de dor. Ao ver a cena, Douglas não resistiu, caiu de boca para não desperdiçar o whisky derramado. Ao sentir a verga raspando em seus lábios, a vaquinha começou a lamber e dar leves mordidas enquanto chupava em uma sensação de alivio e prazer, foi um incrível 69. André já louco para comer aquele cu que mais parecia um girassol pegou um batom que estava ao chão e enfiou naquele anus piscante para dar uma lubrificada, enfiando então sem dó ou arrependimento todo seu caralho de uma só vez.

A piranha gritava em um misto de dor e prazer, cavalgando como se estivesse em um rodeio. Eu, já alucinado e completamente torto da bebedeira fiz com que aquela puta adolescente sentasse sobre meu caralho de 14 centímetros com sua buceta quente e úmida e se abaixasse para que eu pudesse morder seus peitos que esfregavam em minha cara.

Ainda não satisfeito, eu fiz aquela bela garota ficar de quatro para que eu pudesse me divertir com seu cuzinho; dei várias lambidas para lubrificar aquele belo rabo e então penetrei fundo. Já com a putaria generalizada, gritos ecoavam por todos os lados, que putaria! Depois de horas, já cansados e sem nem ao menos lembrarmos direito os nomes das piranhas, fomos embora (obviamente satisfeitos e levando alguns brindes do bar, afinal precisávamos de combustível para volta) e elas já tinham bebido muito da nossa porra.

Isso aconteceu já faz 3 semanas, mas todos os dias pensamos em voltar àquela casa e refazer a viagem.

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

Na Passarela do Sexo

Todo mundo fala da concorrência acirrada entre as modelos, mas não posso reclamar. Desde que entrei no mundo das passarelas só tenho feito grandes amizades. Uma delas, na verdade, acabou virando um belo caso de amor. Marta era uma menina linda, em começo de carreira e cheia de sonhos. Mais experiente, me aproximei para ajudá-la dando dicas e apoio.

Nas viagens ficávamos sempre no mesmo quarto de hotel. Foi numa dessas oportunidades que não resisti e me declarei. A princípio Marta ficou assustada, mas depois entregou os pontos. Afinal, quem não gosta de carinho? E foi isso que eu dei, passando a língua por todo aquele corpaço cobiçado por tantos homens, enchendo ele de beijinhos.

Marta ficou arrepiada. Não sabia que ia ser tão bom, admitiu. Para dar mais molho à aventura, peguei um vinho no frigobar e derramei na rachinha dela, arrancando um gritinho gostoso da minha colega. Pedi para Marta ficar de bruços e molhei também o cuzinho dela. Isso é muito bom, repetiu, enquanto eu mordia a bundinha dela bem delicadamente.

Na hora em que minha língua entrou naquele buraquinho, Marta deu um pulo. Isso faz cócegas, reclamou ao mesmo tempo em que abria mais as pernas. Nunca tinha visto um cuzinho tão apertado e aproveitei a uvinha até o último caroço. Fiz a bichinha gozar só com a língua.

No fim de semana seguinte, convidei Marta para conhecer minha família em Angra dos Reis. Depois de um belo almoço, peguei a lancha e convidei-a para um passeio inesquecível. À medida que ia pilotando em direção à Ilha Grande sentia Marta mais à vontade, talvez pelas cervejas que levávamos a bordo ou porque já estava antecipando o prazer que a esperava.

— Isso aqui é lindo, elogiava a paisagem no momento em que uma mão boba passeava pela minha xoxotinha.

Ao chegarmos na Praia de Lopes Mendes, uma das mais desertas da Ilha, desembarcamos de mãos dadas já sem a parte de cima do biquíni. O dia lindo contribuía para o clima romântico. Peguei Marta por trás e comecei a morder aquela nuca cheirosa, deixando a gata em polvorosa. Deitamos na areia e começamos a nos beijar, roçando os peitinhos e as bucetinhas tão molhadas quanto o Atlântico. Dali para a transa, foram mais algumas braçadas.

Tudo ia muito bem até ouvir o barulho de uma lancha se aproximando. Não dei muita bola porque, àquela altura, Marta chupava minha xana com a competência de uma grande lésbica. Ao abrir os olhos encontrei dois rapazes fortes segurando suas pranchas e assistindo ao espetáculo de camarote.

Num piscar de olhos os dois já estavam lambendo meus peitos e alisando as costas de Marta, que ameaçou reagir, mas logo entrou na brincadeira. Iluminados pelo sol fizemos uma bela suruba. Marta me chupava, eu mamava a pica de um surfista enquanto o segundo metia na xoxota da minha amiga por trás. O caralho do camarada era enorme e mal cabia na minha boca acostumada a grelinhos bem menores. Fazia o trabalho e lembrava de que há muitos anos não provava uma pica cheia de nervos e dura como um martelo.

Quando aquela onda de porra inundou minha garganta, não tive outra alternativa do que mandar tudo para dentro, ouvindo Marta pedir para que o cara gozasse logo, pois ela já estava chegando lá. Que delícia, gritou, tirando a boca do meu grelo molhadinho.

Depois de gozarem, eles se afastaram rindo, prancha na mão a caminho do mar. Peguei Marta pela mão e fomos para a lancha, onde trocamos um beijo de cumplicidade e excitação. Queríamos mais e sabíamos disso. Passei a lamber o cuzinho de Marta, sentindo por tabela o gosto salgado do esperma do surfista.

O anel rosado piscava a cada linguada, principalmente quando alternava a brincadeira com a xoxotinha.Na volta, enquanto pilotava a lancha, foi a vez de Marta me lamber, ajoelhada entre as minhas pernas. Me senti a própria comandante da nau dos loucos, com um leve gosto de porra na boca.

Conto erótico recebido por email – autora anônimo

Suruba na Ilha do Mel

Desta história que passo a narrar fui apenas coadjuvante e espectador. Há uns oito anos atrás fiz uma viagem com um amigo de faculdade para a paradisíaca Ilha do Mel, no Paraná. Passamos o feriado em um camping cheio de gatinhas e uma rapaziada jovem. Logo todo mundo se entrosou e fizemos muitas amizades maneiras. Porém nem eu nem meu colega conseguimos nos arrumar, pois o número de homens neste lugar é sempre maior que o de meninas.

No domingo praticamente todo mundo foi embora, mas nós resolvemos ficar e curtir um pouco mais a Ilha. O camping ficou quase vazio, com apenas 4 barracas, contando com a nossa. Duas eram ocupadas por um grupo de 7 universitários italianos que estavam viajando pela América do Sul. A outra era de duas garotas que estudavam educação física em Londrina.

A mais bonitinha delas tinha passado todo o feriado com um dos italianos. A outra, que se chamava Sandra, era meio feiosa, grandona. Talvez quando tinha seus 18 anos pode ter sido uma bela de uma raimunda, pois tinha um bundão, mas naquele tempo já estava meio passada. Os seios eram fartos, o que deu para conferir de perto pois no dia em que a Ilha estava vazia ela fez topless, provavelmente pra chamar a atenção de um dos outros gringos.

Ela não era do tipo de perder tempo, tinha dado pra dois caras no feriado. O segundo deles inclusive nos contou depois tudo em detalhes, dizendo que ela praticamente implorou para ele enrabá-la de quatro. No fim da tarde ficamos todo o grupo em roda ouvindo meu amigo tocar violão e depois ficamos batendo papo, bebendo e escutando música gravada.

Falávamos um pouco em portunhol, mas a maior parte do tempo nos entendíamos melhor em inglês. A Sandra não entendia nada de inglês, então quando falavam com ela eu e meu amigo que traduzíamos. Logo a outra garota e o namorado italiano se mandaram pra barraca.

Estávamos ouvindo uma fita minha que eu tinha gravado uns sambas. Inventamos pra Sandra que eles estavam pedindo pra ela dançar. Ela ficou fazendo um doce, mas depois aceitou e pra minha surpresa arrebentou, fazendo jus à fama de sensualidade da mulher brasileira. Rebolando, com a ponta do indicador na boca, ela se abaixava até ficar agachada, e subia novamente entre assobios e uivos de todos.

Percebi que ela adorava se sentir gostosa e desejada. Depois disso um italiano fez um elogio qualquer e o meu amigo já disparou que ele tinha achado ela um tesão. Eles falavam as coisas mais inocentes e gente pervertia tudo, dizendo que o cara falou que tinha ficado de pau duro, que o outro tava louco pra transar com ela, que a bunda dela era linda. Ela só ria, e os caras não entendiam nada. Aí fizemos o contrário, falamos pra eles que ela havia prometido dançar de novo peladinha se todos eles ficassem só de cuecas, que ela queria ver se eles ficavam excitados.

Um dos caras ficou meio de lado na porta da sua barraca e não entrou na brincadeira. Os outros fizeram a maior algazarra, e acabamos convencendo-a que eles queriam vê-la dançar sem roupa. Ela por fim tirou o short e ficou dançando de biquíni, enterrado no traseiro. Incentivada por todos tirou a parte de cima e ficou lá com os peitões balançando ao ritmo da música.

Ela estava super excitada, assim como os caras. Dava pra notar que ela estava se sentindo o máximo, desejada. Ainda mais porque dos 5 que estavam na sacanagem, 3 eram realmente bonitos. Um deles tinha um pau que pelo calção já chamava atenção pelo volume. Era pra ele que ela concentrava o espetáculo. Virou de costas e rebolando se aproximou até sentir o ferro lhe encostando na bunda.

Foi agarrada pela cintura e quando o cara alcançou os seios ela só fechou os olhinhos e suspirou. Eu e meu amigo só dávamos risada, a gringada estava alucinada! Depois de desvencilhar deste ela voltou para o meio da roda e sensualmente tirou a parte de baixo, ficando completamente nua! Se aproximou de um grandão de olhos azuis e foi fazendo aquele passo de mulata se agachando na frente do cara, que não agüentou e arrancou o pinto pra fora se masturbando a centímetros da cara dela.

Ela não resistiu e caiu de boca, chupando como um picolé. O joelho do cara até dobrou. Depois de alguns segundos ela passou para o próximo, desceu o calção dele e pagou outro boquete. Pela cara dele ela era bem entendida na arte. Todo mundo aplaudia e fazia a maior zona, dando gritos de incentivo. Todos os cinco a cercaram e ela ajoelhou no meio da roda, alternando chupadas em todos aqueles caralhos. Pegava um em cada mão e punha na boca, tentando engolir os dois ao mesmo tempo. Às vezes chupava um e batia uma punheta pra outros dois.

Os outros ficavam bolinando-a, apertando seus peitos, enfiando a mão na sua buceta, beijando seu pescoço, passando o pau na cara dela, faziam de tudo. Eu, meu amigo e o outro italiano que tinha saído de lado, um magrinho com cara de criança, ficamos só olhando. Quando a menina sentiu que aquele cara do pau maior estava ficando bastante excitado, ela começou a sugá-lo no maior frenesi.

Segurava a cacete com a mão, massageando-o enquanto chupava o saco. Em seguida subia com a língua por toda a extensão até a ponta, onde dava umas lambidas, engolia só a cabecinha e ficava sugando, ela sabia tudo!! Um cara se deitou por baixo dela e começou a chupar sua buceta, fazendo com que ela acelerasse os movimentos de entra-e-sai do pau em sua boca.

O cara não agüentou aquilo e esporrou na boca dela, que tentava acomodar aquela tora em espasmos. Foi seguido por um ao lado que se masturbava e na hora de gozar aproximou o caralho do rosto dela, lançando um jato espesso bem na bochecha e outro no queixo. Ela não deixou barato, chupou o cara sorvendo as últimas gotas de porra.

Outros dois assumiram a posição e deram as picas pra ela chupar. O último se ajeitou atrás dela e começou a enfiar o pau melado direto no rabo, tudo isso sem camisinha. Ela dava gritinhos enquanto a pica italiana ia abrindo caminho em seu rabinho. Seus gemidos só eram abafados quando um dos paus a sua frente era enterrado em sua garganta.

Ela era segurada pela cabeça, e forçada a não parar de chupar, mesmo com o outro fodendo com vontade seu cuzinho. Ela jogava a bunda para trás a cada estocada, fazendo aquela ferramenta branca entrar até as bolas encostarem em sua buceta. Um dos caras ejaculou rapidamente em sua boca, e com apenas um em cada extremidade ela pode prosseguir com mais facilidade até atingir junto com os dois seu orgasmo, anunciado entre berros:

-Ahhhh! Enfia bem fundo! Ai que tesão!!! Me come seu sacana, me faz gozar, não pára! O cara gozou lá dentro, e o sêmen escorria pela sua coxa. Mal ela terminou, o cara do cacetão a puxou para uns colchonetes que ele havia espalhado no chão. Ele se deitou e ela veio por cima, encaixando a pica na entrada da sua buceta melada e deixando ela entrar devagarinho.


O cara era bem dotado, mas ela não ficava devendo. Sua xoxota era enorme, com os lábios e os grelos bem salientes. Ela se depilava deixando apenas um fiozinho de pentelhos no centro. Ela aceitou facilmente a tora do rapaz e começou a cavalgá-lo bem devagar, trazendo o corpo pra cima até a ponta do pinto aparecer. Quando ele enfiava tudo novamente percebia-se no rosto dela uma expressão de prazer intenso. Ela rapidamente gozou de novo.

Aquele que tinha gozado batendo punheta já estava novamente em ponto de bala e se posicionou para comê-la por trás. Quando ela percebeu a intenção começou a murmurar gemendo:

-Eu não vou agüentar, ai, dois não

O cara como não entendia mesmo portguês foi acomodando a cabeça e forçando a entrada. Aceitando ela ficou balbuciando

-Ai que delícia, me fode seu italiano tarado, ai ai, que pica gostosa, adoro esse seu pau duro, come sua putinha brasileira.

Ela se remexia como uma verdadeira piranha, adorando receber dois paus ao mesmo tempo, ensanduichada no meio dos dois gringos que metiam com vigor em movimentos sincronizados. A cena era realmente um espetáculo. Reparei que meu amigo se masturbava, assim como um dos italianos.

Um outro só assistia, boquiaberto. Procurei pelo quinto e só então percebi que ele estava enrabando o magrinho que tinha deixado a roda no início da sacanagem. Ele era gay, então por isso não quis participar da suruba... Na posição de frango assado o amigo metia nele até o fundo, e pela empolgação dos dois percebi que estavam prestes a gozar.

Atraído por um gemido mais alto voltei meus olhos para os corpos no meio da roda. Sandra estava gozando pela enésima vez, com o rapaz embaixo dela sugando, lambendo e mordiscando seus seios. O outro por trás estava prestes a gozar e enfiava tudo de uma vez em movimentos acelerados. Gritava em italiano chamando a menina de puta.

Acabaram gozando os dois ao mesmo tempo, inundando todos os buraquinhos dela de porra. O cara ainda tirou da bunda e deu pra ela chupar. Pensei que ela iria ter nojo, mas com ela não tinha tempo quente, deixou o pau limpinho lambendo o resto de porra que escorria. Ela estava satisfeita e acabada, mas os caras queriam mais e foderam ela por mais de uma hora. Neste tempo gozaram várias vezes em sua bunda, sua buceta, sua cara e sua boca.

Ela adorava engolir porra, acabou me confessando no outro dia, quando ela não podia nem andar direito, estava toda arrombada. Estes italianos com certeza guardaram uma boa lembrança daqui e levaram uma ótima história pra contar para os amigos quando retornassem à Europa.

Autor anônimo enviado por email

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