Mostrando postagens com marcador Lésbicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lésbicas. Mostrar todas as postagens

Conheci a Bianca na Balada


Meu nome é Bruna, tenho 21 aninhos, sou gaúcha, porém atualmente moro no Rio de Janeiro, sou loira com 1.68 de altura, magra, corpinho malhado de muita academia e pele bronzeada, pois amo praia.

Comecei a curtir garotas quando tinha 17 e desde então n parei mais. O fato que vou narrar ocorreu quando eu tinha 18, até então eu tinha namorado uma guria mais o nosso namoro n acabou bem e eu tava muito mal, foi quando eu conheci a Bianca, ela mudou a minha vida e me tornou essa safada que eu sou hoje na cama rsrs. A Bia é uma garota de programa mais na época eu n sabia, e mesmo depois quando soube continuei tendo um tórrido romance com ela, vou contar como a conheci e como foi esse 1º encontro inesquecível.

Nessa época eu ainda era meio inexperiente e inocente, havia perdido a virgindade há pouco tempo com a minha ex e só havia transado com ela até então. Como eu estava muito mal pelo término desse namoro, uma amiga, tentando me animar me convenceu a ir ao niver de um playboyzinho enjoado que seria numa boate muito badalada. Eu n estava a fim de ir mais como ela ficou insistindo acabei cedendo.

Chegando lá o jeito foi encher a cara pra tentar se divertir um pouco e esquecer os problemas já bem altinha fui pra pista dançar com a minha amiga, logo vários caras começaram a aparecer nos cantando, eu dispensava todos, a minha amiga acabou se interessando por um e ficou lá se agarrando com ele e eu continuei curtindo e dançando sozinha, os caras continuavam a se aproximar mais eu travava logo de me afastar, até que assim do nada sinto alguém me enconchando por trás já ia virar pra xingar o atrevido mais uma mão segura a minha cintura e uma voz muito sensual no meu ouvido diz:

- Vira não linda, deixa eu te sentir mais um pouco. - pronto desarmei né, apesar da curiosidade em virar e ver quem era aquela guria com aquela voz tão gostosa acabei atendendo ao seu pedido deixando ela me encoxar gostoso do jeito que estava fazendo enquanto dançávamos.

Fora isso eu podia sentir sua respiração bem próxima a minha nuca e às vezes ela dava uma mordida bem de leve no meu pescoço me deixando toda arrepiada. n demorou muito para que a nossa dança sensual chamasse a atenção dos rapazes, que ficaram feito urubus em volta da gente. Ela então pegou a minha mão e saiu me puxando para um canto mais reservado e sem muita iluminação.

No caminho a única coisa que eu tinha reparado é que ela era um pouco mais alta que eu e que também era loira mais quando paramos e ela me encostou na parede e colando seu corpo junto ao meu me olhou nos olhos, nossa eu quase pirei de tão linda que ela era mais o que mais me chamava a atenção em seu rosto eram seus lábios carnudos e vermelhos.

Fiquei morrendo de vontade de senti-los, sugá-los e morde-los. Ela n me fez esperar muito e já foi invadindo a minha boca com a sua língua ágil e experiente me tomando num beijo cheio de desejo ela explorava todos os cantos da minha boca e então ela prendeu a minha língua entre seus lábios e começou a sugá-la como se fosse devorá-la, no final jogou minha cabeça para traz e deu uma lambida do meu pescoço até o queixo parando na minha boca mordendo de leve o meu lábio inferior puxando-o um pouco para si.

Nossa aquilo me deixou morrendo de tesão, nunca ninguém havia me beijado daquele jeito. Ela se aproximou do meu ouvido com aquela voz deliciosa dizendo:

- Aposto que está toda molhada.

Nem respondi, a guria foi se ajoelhando e começou a morder, lamber e arranhar as minhas coxas e foi subindo o meu vestido e eu fui ficando cada vez mais sem reação. ela afastou um pouco mais as minhas pernas e então começou a lamber a minha virilha enquanto suas mãos apertavam com força a minha bunada.. n resisti e comecei a soltar os meus primeiros gemidinhos, aquela guria estava me fazendo perder a noção de tudo.

Ela então deu uma lambida bem lenta e provocante por cima da minha calcinha passando por toda a sua extensão. Aquilo fez meus joelhos até fraquejarem e quase que n paro em pé se ela n me segura. Nem com a minha ex que eu amei muito eu havia ficado tão excitada assim. Como eu estava com uma calcinha bem fininha e minúscula que era pra n marcar o vestido que era bem colado no corpo.

Ela nem teve dificuldades e me pegando de surpresa rasgou e arrancou a minha calcinha. Aquele gesto me deixou ainda mais com excitação e n segurei outra vez o gemidinho que teimou em sair. Ela começou a passar o dedo pela minha abertura. E com a unha arranhava de leve o meu clitóris.

Nessa altura eu já estava bem molhada e me contorcia cada vez mais com as suas carícias. Ela pegou uma das minhas pernas colocando-a sobre seu ombro e foi se aproximando do meu sexo parecendo que queria aspirar todo cheiro que exalava dele. E eu sentia a sua respiração ali quase dentro de mim e ela respirava bem forte parecendo querer me provocar ainda mais.

Eu já n estava agüentando tanta tortura. Parece até que ela leu o meu pensamento, pois segundos depois ela caiu de boca na minha bucetinha sem dó. Me sugando, me chupando, me devorando inteira. Ela começava bem devagar, com carícias leves, passando a língua todinha de cima pra baixo. Depois ela se concentrava no meu grelinho, o prendia entre seus lábios e o sugava com força e quando ela fazia isso eu gemia feito uma puta pra ela. Então ela parava e o lambia bem devagar em movimentos circulares. Eu já totalmente fora de mim comecei a rebolar freneticamente de encontro à língua dela.

Então ela se posicionou um pouco melhor. Me abriu ainda mais e enquanto massageava o meu clitóris com os dedos, passou a me foder com a língua, enfiou ela todinha em mim e começou num vai e vem gostoso demais. Eu já estava quase gozando e gritava feito uma doida, ainda bem que a musica rolava bem alta. Ela parou de meter com a língua e voltou a sugar o meu grelinho e ficou com dois dedos acariciando a minha entradinha e sem eu esperar meteu de uma vez só e bem fundo até a minha bucetinha engolir eles todinhos. Só aquela invasão me fez quase gozar.

Então ela começou a estocar num ritmo lento e depois foi aumentando ela n parava de me chupar também. E eu já n agüentando mais segurei bem forte em seus cabelos apertando mesmo. Nesse instante ela meteu ainda mais rápido e forte e quando meu corpo começou a estremecer todinho ela tirou os dedos de mim e voltou a me invadir com a sua língua, lambendo todo o meu gozo, bebendo tudinho e me deixando limpinha outra vez.

Nessa hora parece que eu voltei um pouco à realidade sabe e dei de cara com um rapaz se masturbando feito louco assistindo aquela cena toda, na hora entrei quase em desespero e fui falando pra ela do cara e ela na maior calma do mundo foi baixando o meu vestido, a calcinha já era mesmo por que ela rasgou né, e foi se levantando esfregando bem o seu corpo em mim enquanto subia. Foi lambendo meu pescoço até chegar a minha boca e meu deu um beijo de perder o fôlego e depois falando no meu ouvido enquanto mordia de leve a minha orelha:

-Sente o teu gosto que delícia.

Só aquilo já estava me deixando excitada de novo mais dai me lembrei do rapaz e ele ainda n tinha saído do lugar e falei outra vez pra ela que tínhamos companhia. Ela olhou por alguns instantes pro rapaz depois virou pra mim e com um sorriso malicioso estampado no rosto disse:

- Parece que apreciaram o nosso showzinho.

Nem deu pra responder por queela me deu outro daqueles beijos que me faziam perder os sentidos, então ela pegou minha mão outra vez e saiu me puxando pra fora da boate. Bom é claro que a noite não terminou por aí, assim que saímos da boate ela me levou para o ap dela, chegando lá eu tive uma das melhores transas da minha vida em que fui completamente dominada por ela, mas isso eu relato no próximo conto.

Conto erótico recebido por email - autora anônima

Minha Amiguinha Putinha.

Eu ainda era novinha na época e decidi fazer um trabalho com uma amiga minha. Vou chamá-la de Camila. Ela era realmente linda. Tinha lábios carnudos e feições angelicais. Cabelo loiro, mais ou menos 1.62... Era magra, tinha um quadril largo e bunda grande. Os seios eram médios, marcando que estavam crescidos. Eu não ficava atrás. Já tinha seios formados como hoje, cintura fininha também, cabelos pretos, bunda empinada.

Eu tinha um namorado na época, mas não mantinha relações sexuais com ele. Sempre que podia ele me pedia pra chupar o seu cacete, eu fazia, mas não me acostumava a gostar daquilo, apesar de ser heterossexual. Mas quando ele queria me chupar eu dizia que não. Achava melhor só depois de mais tempo de namoro e sempre conseguia contornar.

Nesse dia fui almoçar na casa de Camila. Depois do almoço fomos fazer o trabalho. Antes disso ela disse que ia tomar um banho e começou a tirar a roupa na minha frente pra entrar no banheiro. Quando eu vi aquilo fiquei muito excitada. Fiquei assustada porque eu sabia que era hetero, mas fiquei na minha. Certamente Camila deveria ter notado como eu a olhei, pois entrou no banheiro rindo maliciosamente.

Ao sair do chuveiro e começar a se enxugar, tirou a toalha e ficou se apalpando. Me chamou até lá.

- Olha só amiga, como eu já tenho muito peito.

Eu dei uma olhada generosa, e falei contente:

- É sim, são belos seios.
- Quero ver os seus.

Quando ela falou isso, tomei um susto. Não deveria ser muito ruim mostrar os seios... Amigas fazem isso pra comparar o tamanho. Mas a voz de Camila insinuava algo mais. Então, sem nenhuma malícia, tirei a blusa. Camila olhou provocante, e perguntou se podia tocar. Eu consenti. Ela deu pequenos toques, e depois apalpou-me os mamilos. Sem me dar conta eu me excitei um pouco. Ela disse:

- Já tenho pêlo na buceta quer ver?

Camila não esperou manha resposta. Pegou minha mão e passou de leve em sua buceta. Senti ela molhadinha. Tirei a mão rapidamente e saí do banheiro. Ela me encarou;

- Já estou ficando uma bela moça não é?

Aquilo me perturbava, mas concordei e acenei positivamente com a cabeça, dando um largo sorriso. De repente Camila sentou numa cadeira á minha frente, abriu as pernas e começou a acariciar sua buceta.

- Quando eu quero diversão eu faço assim ó...

Ela mostrava o que fazia, apontando pra buceta com os olhos e massageando os lábios e o grelinho loucamente. Olhei perplexa e muito excitada... Camila começou a me chamar com o dedinho. Assustada, me dirigi á porta. Em vão, estava trancada. Antes que eu pudesse fazer alguma coisa, ela pôs a mão dentro do meu short, e começou a tocar minha buceta por cima da calcinha. Senti uma onda de calor passando por todo o meu corpo. Queria me livrar, mas estava cheia de tesão.

Ela foi mais ousada e meteu a mão por dentro da calcinha também. Me puxou até a cama e fez uma siririca louca em mim. Eu gemia baixinho pra ninguém ouvir. Ela esfregava e apertava meu grelinho. Ao mesmo tempo, colocava um dedinho devagar na minha buceta. logo passava de novo as mãos nela, bem rápido, e me deixava sem fôlego
.
Pedia pra ela parar sem forças de tanto tesão, mas era inútil, se eu falava ela fazia bem mais forte. Tirou meu short, e passou a língua pela minha virilha. Quando senti aquela língua molhadinha no meu grelinho, explodi... Dei um grito e ninguém ouviu.

A casa era grande, era a minha sorte. Rebolava naquela língua que ia de pouquinho em pouquinho engolindo meu gozo.Eu empurrava a cabeça dela contra a minha buceta, e ela esfregava o rosto lá. Gozei mil vezes, e delirei. .Quando não agüentava mais, sentei. Ela me encarou e perguntou cheia de malícia:

- Gostou?

Meio que com raiva a deitei com força na cama... Ela já estava nua, pois a toalha tinha ficado na cadeira. Abri as suas pernas, e meti-lhe a língua de uma forma que a fiz tremer e gritar.
Ela esperneava, e eu segurava as pernas pra que elas não me acertassem. Quando ela fazia menção de querer fechá-las eu as abria ainda mais e dizia:

- Não faz isso eu quero gozar, ai ai ai vai vai vai.

E eu só provocava. De repente quando a vi vermelha de tanto tesão, chupei o grelho de uma forma que ela gritou e chorou ao mesmo tempo gozando na minha cara, bebi tudo. Era salgadinho, ótimo!
Meti dois dedos de uma vez , o que pode parecer pouco mais a estraçalhou já que era virgem. Chorava e chorava, pedia pra parar, mas eu não quis.Eu gritava:

- Toma isso vadia gostosa, toma.

E socava os dedos várias vezes repetidas até que ela me empurrou mais ainda... dizendo:

- Por favor, eu não agüento mais, pára!

Ela se contorcia de tanto prazer, mas dizia que ia explodir porque não agüentava mais o tesão. Gozava muito na minha cara e eu lambia. Pra terminar peguei um objeto cilíndrico que estava ali perto , e sem pensar duas vezes meti. Dessa vez gritava:

- Vai, mete porra

Sem pensar nenhuma vez eu tirava e colocava o objeto que parecia um porta lápis forrado á borracha, algo assim. Estava tão molhada, que o objeto voava pra dentro de sua xana, escorregava pelas minhas mãos. Quando vi que a sua xaninha já tava ficando roxa de tanta socada, eu parei. Ela se deitou e fechou os olhos ofegando e quase dormindo. A cutuquei...

- Não dorme putinha...

Com muito esforço ela sentou-se na cama, e disse que quase morreu... choramingou, disse que tava doendo muito, mas que não era mesmo pra eu ter parado.
Foi ai que de repente ela sentou no meu colo, encaixando-se na minha cintura e grudando a buceta dela com a minha. Começou a esfregar nosso grelinhos! Que maravilha. Fazia movimentos com o quadril, esfregava, eu gemia de tesão por causa daquele contato de atrito. Quando eu gozei ela finalmente parou., fui tomar um banho , e quando voltei ela já estava dormindo na cama de tão cansada.

A acordei pra que ela ao menos vestisse um pijama, pois estava nua e qualquer uma iria estranhar, ela toda aberta na cama sem roupa alguma e suada. Ela levantou e foi tomar um banho, mas antes que eu saísse do quarto beijou o cantinho da minha boca. Minha mãe já me esperava no carro lá fora  Pois eu havia telefonado, tive de ser rápida... Pedi que ela não dissesse á ninguém, e ela concordou. Saí daquele quarto bastante satisfeita.

Conto erótico recebido por email – autora anônima

Transei com Minha Melhor Amiga

Ola Pessoal, hoje acordei um pouco mais tarde, pois só tinha as ultimas aulas. Lá estava eu deitada na minha cama, nua debaixo dos cobertores, fiquei curtindo a preguiça e brincando com minha xoxota, a brincadeira evoluiu e cabei gozando gostoso. Levantei-me, tomei um banho e fui pra minha aula. Na saída encontrei umas amigas e uma delas. Juliana me convidou para almoçar na sua casa, como não tinha nada pra fazer acabei aceitando.

Terminado o almoço, rumamos para minha casa para aprontarmos um trabalho de matemática, pois como fico sozinha o dia inteiro, fica melhor aproveitar o silencio para estudar. Chegamos lá, Ju ficou na sala enquanto fui trocar de roupa.

Estava no meu quarto só de calcinha, fio dental, quando vejo Ju parada na porta me olhando com uma cara muito safada, ele chegou mais perto e disse que me achava muito gostosa, dei uma risada e tirei minha calcinha e foi ai que levei um susto, quando me curvei senti sua mão na minha bunda e descendo até meu cu terminando por chegar na minha buceta, nossa, me arrepiei toda, me levantei e olhei para ela, ela chegou mais perto e começou a me beijar na boca, sua língua procurava a minha, senti sua mão na minha buceta e a outra tocar no meu seio, fiquei molhada na hora.

Decidi entrar na brincadeira e comecei a despir minha amiga enquanto sentia seus dedos já entrarem e saírem da minha buceta, logo estávamos nuazinhas, sua bucetinha com poucos pelos fechadinha, ela me deitou de costas na cama, ajoelhou-se, levantou minhas pernas e começou a me chupar, que delicia, sua língua entrava fundo na minha buceta, mordiscava meu grelo quase me levando ao gozo, dai ela parava, vinha e me beijava, eu podia sentir o cheiro e o gosto da minha buceta na sua boca.

Ju descia novamente, levantava minha pernas e desta vez primeiro ficava chupando meu cu por alguns minutos e logo em seguida sentia sua língua penetrar meu rabinho ao mesmo tempo que seus dedos entravam e saiam da minha buceta, não agüentando mais gozei forte, dei um gemido alto e me contorci toda em cima da cama, que loucura, ela me beijou novamente e deitou ao meu lado, me virei e comecei a chupar seus peitinhos e fui descendo pela sua barriga chegando até sua xota, comecei a brincar com minha língua no seu grelo,

Ju se abriu toda, escancarando sua xota, me coloquei no meio de suas pernas, afastei os lábios da sua buceta com os dedos e comecei a chupá-la, enfiava minha língua sentindo o gostinho do seu liquido que saia.

Pedi então para que ficasse de 4, empinando bem a bunda, Abri suas nádegas deixando seu cuzinho pronto para receber minha língua, enfiei o mais fundo que pude arrancando um gemido abafado, Ju rebolava como uma doida. Fui até minha gaveta e peguei meu vibrador, uma replica perfeita de um pau de 22cmx5, meu amigo de todas as horas, passei um pouco de creme e voltei para cama,

Comecei então a enfiar na sua buceta, ju deu um grito e logo estava tudo dentro dela, Ju estremecia de tesão, sua buceta pingava, enquanto enfiava o vibrador nela, enfiava minha língua no seu rabo. De repente ela pede para que eu enfie no seu cu, tirei o vibrador todo melado de sua buceta e então comecei a forçar a entrada do seu cu que foi se abrindo e engolindo tudo.

Ju berrava com a cabeça enfiada no travesseiro, logo estava tudo dentro e iniciei o movimento de vai e vem Ju não agüentou e gozou, sua buceta escorria o gozo, o qual lambi tudo, tirei o vibrador do seu rabo que ficou piscando, Ju deitou ainda com a respiração ofegante, deitei ao seu lado e ficamos abraçadinhas curtindo o tesão.

Depois de algum tempo, tomamos uma ducha e finalmente fomos fazer o trabalho. Hoje ela vem dormir aqui depois de uma festa, portanto, já imaginem que vai rolar, só vou ter que tomar cuidado com minha mãe que tem o sono leve, hehehe.

Beijos a todos

Conto erotico recebido por email - autor anônimo

ELA Comeu e Tirou a Virgindade da minha Bundinha

Acho que a melhor forma de contar minha história é me descrever para auxiliar a imaginação de vocês ao ler as situações que estarei descrevendo daqui a pouquinho. Meu nome é Thalita, tenho 19 anos sou gaúcha da cidade de Canoas, tenho os cabelos loiros, 1,70 de altura, olhos azuis, bunda normal e seios médios. Minha pele é bem branquinha e meus cabelos vão até a minha cintura, faço faculdade a noite e malho quase todos os dias, por isso tenho o corpo bem definido.

Em um final de semana do mês passado fui até uma festa na casa de umas amigas em Novo Hambugo, como a cidade é um pouquinho longe e ficaria ruim pegar a federal de madrugada após beber ,combinamos que eu dormiria por lá mesmo. Na festa conheci uma amiga de minha amiga que estava muito doidona. Ela virava os copos de bebidas de um só gole, ria e brincava com todos os homens distribuindo selinhos para vários. Achei seu comportamento meio estranho. A festa acabou , o pessoal foi embora e mais três meninas dormiríamos ali na casa de minha amiga. Uma delas seria a tal da doidona que citei acima.

Como não havia tantas camas disponíveis tivemos que dividi-las entre nós, como garotas sempre dormem juntas também não vi problemas nisso. Tomei um banho , vesti uma camiseta e calcinha e fui deitar. A garota que distribuía selinhos na festa foi a garota que a dona da casa colocou para dormir comigo. Para minha sorte ela já estava bem mais sossegada e até sonolenta, pensei comigo mesma que ela não iria incomodar desde que não vomitasse em cima de mim.

Após uns 30 minutos deitada eu já estava cochilando quando percebi uma mão me alisando. Eu estava de lado, de costas para ela e senti sua mão passando pelo meu braço, contornando minha cintura até chegar nas minhas pernas. Eu não era mais virgem ,porém nunca tinha tido nada com outra mulher, fiquei quieta esperando qual seria sua próxima atitude.

Ela apertou minhas nádegas e chegando com seu corpo mais perto ao meu ,colocou sua mão sobre minha calcinha , a alisou um pouco e foi enfiando sua mão por baixo do elástico descobrindo meus poucos pêlos que tenho por ali. Aquilo estava mexendo comigo, eu realmente sentia tesão por ela me acariciar daquela forma. Um dos seus dedos encontrou meu clitóris e passou a pressiona-lo levemente.

Minha vagina já estava molhadinha e eu respirava pesadamente, então percebendo que eu estava acordada ela me virou para ela ,lambeu seus dedos e meu melzinho que havia neles. Seus lábios se aproximaram e beijaram minha boca, sua mão apertou meu seio e eu coloquei a minha  mão na xaninha dela. Ela estava nuazinha e sua buceta era toda depilada, com o meu contato ela gemeu e sussurrou no meu ouvido:

- Minha loira safadinha, eu quero te comer todinha! – dizendo isso ela se abaixou, tirou minha calcinha e enfiou a cara entre minhas pernas. Já havia sido chupada antes, mas o toque de uma mulher é infinitamente diferente de um homem. Sua língua passeava pela minha vaginha, fazia movimentos em torno do clitóris e o sugava com muito tesão.

Eu gemia e pressionava sua cabeça de encontro ao meu corpo, queri ela inteira dentro de mim e lamentava por ela não ter um pênis para me penetrar com força e rapidez. Suas caricias me deixavam cada vez mais louca e tive vontade de retribuir o prazer que ela me proporcionava, eu tinha necessidade de tocar seu corpo e fui me posicionando até ficamos na posição de sessenta e nove. Pela primeira vez tive senti o gosto de uma bucetinha na boca.

Era uma sensação incrível eu a chupava enquanto ela lambia meu grelinho , mordia, sugava e me penetrava com os dedos. Gozei várias vezes em sua boca e quando achei que já havia experimentado de tudo ela saiu da posição, me colocou de quatro e ficou alisando minha bundinha

- Nossa você tem uma bundinha muito gostosa. – disse ela beijando e lambendo meu cuzinho.Os namorados que já havia tido nunca tinham feito isso comigo e fiquei um pouco assustada quando senti um de seus dedos tentando penetrar o meu anelzinho apertado. Ela deveria ser muito experiente com essas coisas pois esqueci rapidamente o meu medo quando com um de seus dedos passou a me masturbar. Por isso quase não percebi que ela já tinha dois dedos enfiados no meu cuzinho. Ela me penetrava com eles ,fazendo movimentos para dentro e para fora enquanto acariciava o meu grelinho.

Gozei mais uma vez desta forma e outra com ela me chupando. Dormimos abraçadas e deste dia em diante descobri a delicia que é transar com outra mulher mudando a percepção que tenho sobre mim mesma .

Conto erótico by Thalita de Canoas – RS

Depilação entre Amigas

Quem acompanha meus contos, sabe quem e como é a: Mazé, minha esposa; Olívia, minha enteada; e Paulinha colega de trabalho de Olívia. Paulinha era virgem anal (Até em 28/05 veja em: No Motel com Paulinha), mas Olívia achava que a iniciação anal de Paulinha ainda estava por acontecer, na presença dela; combinamos várias vezes que nunca dava certo. 

Marcamos para 18/05, segunda passada, na casa de Olívia as 16:00h, Olívia havia me entregue cópia das chaves da casa dela. Cheguei as 14:00h, elas não me viram chegar, aproximei-me do quarto e vi Olívia despida ajoelhada na cama forrada por um lençol e Paulinha também despida, deitada e sendo depilada por Olívia, aquilo me deixou excitadíssimo, fiquei de pau duro. Elas comentavam que estavam ansiosas e que as horas não passavam, Paulinha disse estar excitada com a depilação e a manipulação da Olívia em sua vagina, continuei observando, até que ao me ver, Paulinha assustou-se e tentou cobrir-se, assustando também a Olívia. Sorri e disse:

- Podem continuar. Não sabia que era tão excitante assistir a uma depilação. Olha como estou... Olívia respondeu que sim, principalmente quando movem seu clitóris de um lado para o outro; Paulinha disse que depende de quem a está depilando, aquela era uma das situações em que estava excitadíssima. 

Aproximei-me para ver melhor, Paulinha ficou meio encabulada, mas deixou que Olívia continuasse. Não me contive levei um dedo até ao minúsculo grelo de Paulinha e pressionei, ela contraiu-se toda, Olívia reclamou tirando minha mão e pedindo para eu não atrapalhar. Deixei Paulinha e fui com a mão para a boceta de Olívia que estava com a perna direita ajoelhada e a esquerda curvada, encontrei seu grelo, e com a mão direita massageei seu peito, ela pediu para parar, insisti e introduzi um dedo na vagina. Ela estava toda melada e perguntei:

- Tu já gozou, foi?
- Não.
- Tu ficou meladinha assim só por que está mexendo com a Paulinha é?

Ela não respondeu. Enfiei o resto do dedo, e vi que a Paulinha estava com a cabeça fora da cama assistindo a tudo. Retirei o dedo de dentro de Olívia, me virei para Paulinha, dei um beijinho na boca dela, ela fechou os olhos e enfiei o dedo com o liquido da Olívia na boca dela. Ela quis tirar, não deixei. Depôs que chupou ela disse nunca ter sentido o sabor de outra, que era diferente, Olívia assistia a tudo fazendo a depilação na boceta da Paulinha. Olhei para Olívia e pedi:

- Deixa tirar mais pouquinho?

Olívia abriu as pernas para receber meu dedo, enfiei dois e levei para Paulinha chupá-los, abocanhei seus peitos chupando-os alternadamente. Paulinha começou a rebolar sua pélvis, propus a Olívia que chupasse Paulinha, ela se recusou, mas introduziu um dedo nela. Insisti para que Olívia chupasse o grelinho, ela ficou receosa, retirei meus dedos da Paulinha, segurei a mão de Olívia e tirei seus dedos da boceta de Paula e fiz Olívia chupar; Paulinha viu aquilo e pediu:

- Chupa minha boceta que depois eu chupo a tua. Completei dizendo.
- Chupa onde tu gostas de ser chupada. É bom ir treinando, assim quando for com tua mãe tu vai saber o que fazer.
- Mas tu não perde tempo mesmo. Não é? Seu sacana!

Segurei a cabeça dela e fui baixando-a devagarzinho até a xaninha. Ela lambeu de leve a procura do grelo de Paulinha, passou a dedilhar e meter o dedo na Paulinha, que já estava com cara de puta, mamei seus peitos, mordiquei seus mamilos, ela puxou-me pela gravata e pediu:

- Deixa ver teu cacete.

Retirei minha roupa, abri as pernas e ajoelhei-me na cama deixando-a entre minhas pernas, baixei salivei seus peitos e coloquei meu caralho entre seus peitos e comecei fodê-los. Olívia veio mamou os peitos, os mamilos da Paulinha; meu cassete cuspiu entre os peitos da Paula, me punhetou, chupou e lambeu meu caralho; esfregou nos peitos e mamilos da Paulinha, colocou entre eles e voltou a chupar os peitos da Paula e a se masturbar ao mesmo tempo, Eu estava em ponto de gozo, mas me segurei para não gozar ainda, quando Paulinha começou a gozar, Pegou os cabelos da Olívia e puxou-a para um beijo de língua, não agüentei, levantei e terminei-me masturbando em cima delas, que, pararam com o beijo para receber meu sêmen em suas faces e bocas.

A Paulinha tinha gozado, mas a Olívia ainda não. Ela quase me derruba ao subir em cima da Paulinha e colocar a buceta em cima da cara dela para ser chupada; continuei me masturbando e derramando o resto do esperma nas costas da Olívia que escorreu até o tórax da Paulinha; coloquei meu caralho entre a bunda da Oliva e os peitos da Paulinha. Olívia é escandalosa, começou a gritar que ia gozar falando:

- Toma sua vaca, tu não disse que é gostoso! Então bebe meu gozo, sua lésbica. Chupa minha buceta, bebe meu gozo, sua vagabunda. Eu sabia que tu gostavas de chupar uma mulher.

Eu assistia aquilo tudo chupando o pescoço, metendo a língua no ouvido e tentando beijar a boca de Olívia que não deixava. Paulinha estava admirada. Quando Olívia terminou, arriou seu corpo para o lado e para traz levando o meu com seu peso. Ficamos os três alguns minutos sem falarmos nada um com o outro, até que comentei:

- Se soubesse que era tão bom transar com vocês e se não fosse a Mazé, teria tentado há anos. Faz tempo que vocês se curtem? Paulinha logo rebateu:
- Não! Nunca tinha feito isto com ela, nem com nenhuma outra! Quero que ela me diga de onde ela tirou essa historia que sou lésbica e de que ela sabia que eu gostava de mulher.

Olívia se explicou dizendo que nada mais era que: Tesão de momento é o mesmo que ele (eu) quando nos chama de puta, cadela, prostituta ou vagabunda. Concordei com Olívia. Paulinha se conformou e Olívia completou sorrindo:

- Mas se eu soubesse que era tão bom assim, já teria dado pra ti há muito tempo. Paula remendou:
- E eu que sou Lésbica. Sorrimos os três.

Fui ao banheiro me lavar, Olívia me acompanhou e deixei-a usar o chuveiro enquanto eu urinava, ela voltou à cama e fui me lavar. Quando volto, Olívia estava do lado de dentro da cama de costas para Paulinha que acariciava suas costas e bumbum enquanto conversavam. Perguntei o que falavam. Oliva respondeu que comentavam sobre o que acabara de acontecer e que tinha sido excelente Talvez me deixassem de fora algumas vezes. Sorriram a valer.

Propus que me convidassem como platéia, pois adoraria ver elas duas mulheres transarem, não gosto de sapatões metidos a homens. Iremos pensar no caso, foi o que me responderam. As safadas sorriram. Deitei-me entre as duas passando por cima da Paulinha que segurou meu membro, ficou punhetando e comentou com a Olívia:

- Tua mãe tem muita sorte; encontrar um pau deste que nunca amolece! E perguntou:
- Tu já o viu mole?
- Isto é um tarado mulher. Tu já viu algum tarado mole?
- Quer dizer que vocês também são taradas?! Vocês me falaram que se masturbam todos os dias e muitas vezes após terem transado.
- há isto acontece quando o cara não me satisfaz. Paulinha emenda:
- Ou quando passo mais de uma semana sem trepar. Ai tenho que botar algo na boceta pra gozar.
- Falar nisto cadê teu consolo Olívia? Vamos usar agora?!

Ela levantou e foi ao guarda roupas, enquanto isto, deitado mesmo, virei para Paulinha fiquei mamando o peitinho direito de Paulinha. Ela segurava como quem segura para um bebe mamar. Retirou, procurou posição e me deu o esquerdo, ela espremia e eu chupava; enchia minha boca com eles. Que mamada gostosa, aquela!

- Era assim que eu botava minha filha para dormir enquanto assistia TV. Falei que não queria dormir. Foi à hora que Olívia sentou na cama e ficou observando a mamada, ela curvou seu corpo por trás da Paulinha, pegou o outro peito para mamar, fiquei cara a cara com Olívia, eu observava sem tirar a mama da boca, Olívia me olhou e comentou:

- O bico dos peitos dela é grande não é? São maiores que os meus?
- São. E são tão gostosos quanto os teus.

Paulinha curvava o pescoço para nos ver mamando nela, agora ela segurava os dois peitos para serem chupados, ao mesmo tempo em que começava a contorcer sua pélvis. Olívia levou a mão para a buceta da Paulinha e ficou dedilhando até meter um dos dedos e depois me dar para chupá-lo, meteu novamente e levou para si. Era lindo vê-la chupando o dedo que acabara de sair da gruta da Paulinha, vi que Paulinha também se excitara com aquela visão, desci meu corpo até achar sua gruta, Olívia continuou mamando Paulinha e com a mão direita abriu os lábios vaginais da Paulinha para eu chupar o grelinho.

Após alguns minutos, Olívia desce seu corpo e chega à bunda da Paulinha; vi por entre as pernas da Paula, que Olívia tinha introduzido um dedo na boceta dela. Meteu mais um e com a cabeça por cima do quadril da Paula, me olhou e levou seus dedos para eu chupar. (que mulher safada! que puta experiente! como ela aprendeu rápido! que dedos deliciosos... Até pouco tempo, mal sabia o papai mamãe).

Baixou sua cabeça e notei que Paulinha ficou a jogar seu traseiro para traz impossibilitando-me de chupa sua boceta. Levantei a cabeça, fiquei masturbando seu grelo e olhei o que Olívia estava fazendo. A Danada estava metendo a língua no cuzinho da Paulinha, peguei o consolo 24X8, que estava jogado na cama, atrás da Paulinha e tentei introduzir em sua boceta, estava difícil, pois, quando ela empinava a bunda para receber a língua da Olívia, suas pernas se fechavam; cuspi no consolo e fiquei masturbando-a. Olhei para Olívia e pedi:

- Lubrifica e alarga o cuzinho dela pra mim! Meu cassete, não agüenta mais de tanto tesão, está melando toda tua cama.
- Agüenta ai, que quando tiver no ponto eu te chamo.
Deixei Paulinha com o consolo entre as pernas e fui para traz da Oliva fiz – mesmo que ela fazia com a Paulinha, meti a língua e chupei seu cuzinho gostoso. Ela rebolava gostoso, Paulinha falou:
- Até mês passado eu mal sabia o que era gozar, Mal gemia enquanto transava. Agora estou com uma vontade louca de gritar. Gozo só em ver as putarias de vocês.

Ela se contorcia jogando a bunda para Olívia, masturbando-se com o consolo entre suas pernas. Pôs o braço fora da cama, pegou meu caralho, espalhou o lubrificante natural pela cabeça dele, e começou a me masturbar. Eu não ia agüentar muito tempo; posicionei-me atrás de Olívia que não para de chupar o cu da Paulinha, levei meu caralho até seu botãozinho e meti a cabeça do meu pau, senti quando passou pelo músculo anal.

Ela deu um gritinho, depois empurrou sua bunda de encontro a meu cassete; entrou tudo, ela ficou rebolando para os lados e para frente e para trás, isto ela sabia fazer bem: Dar o cu. Ela adora (pelo menos comigo, até agora só comi seu anus), dar o co. Paulinha não tirava os olhos de nossa transa, Olhei pra ela e falei:

- Está vendo como ela gosta? Eu não te disse que eu metia todinho no co dela?! Olha aqui, olha... Ta vendo como ela faz gostoooso? Depois vou fuder o teu do mesmo jeito. Vou te arrobar teu cuzinho. Vou te enrabar! Aaaiii! Não estou agüentando, vou gozar de nooovo! Ai que cuzinho gostoso, minha safada. Vou gozar no teu cú Olívia! Vou encher teu cuzinho de gala! Vou derramar meu esperma nas tuas tripas, Minha putiiinha. Aii minha cadela gostosa! Aaiiii, aiiii. Aiii gosta! Isto mastiga meu cassete com teu cu! Faz como tua mãe faz. Prende meu cassete com teu rabo!

- Goza no meu cuzinho goza, meu gostoso. Come tua cadela! Por isto que tu me pegou de quatro foi? Pra imaginar que sou tua cachorrinha é? Vem meu cachorro, enche o cuzinho da tua cadela com teu esperma! Pensei que tu ia esperar pra gozar no cu da cachorrinha da Paula. Mas goza no meu mesmo! Goza. Vem não vou desperdiçar nada. Quero teu gozo todo dentro de miiiim! Aaaiii... Aiiiii! Huuum, ai, aiiiii! Vem. Goza filho duma égua, Vou gozar tambeeeém. Aiii! goza comiiiigo.

Ela rebolava de um jeito tão frenético, que era impossível eu não gozar. Paulinha não era muito de gritaria, nem de falar sacanagens, mas já estava entrando na festa.

- Não para não Olívia, chupa meu cuzinho, chupa!

Oliva puxou-a de lado expondo sua xana, ela tirou o consolo de entre as pernas da Paulinha e caiu de boca na boceta dela. Paulinha que soltou uns gritinhos inibido, ouvi um grande estalo. Olhei e vi a mão da Olívia descendo de encontro às ancas da Paulinha e ordenando. Goza sua vaca, grita vaiii! Pode gritaaar puta disfarçada! Aaiiiiii Acho que estou gozando! Grita sua égua! Quero ouvir tu gritar. Deu outra tapa, agora com mais força. Paulinha gritou: Para. Para! Já estou gozaaando. Não bate mais não! Ai sua cadela. Se quer me chupar, chuuuupa! Aaiii! Huuumm, arf, arf, arf! Não me bate mais não! Sua vagabunda. Aaiiiii. Estou gozaaaando, sua porra.

Estoquei tão rápido e com tanta força para acompanhar o gozo delas, que numa desta estocada meu pênis saltou fora do cu da Olívia. Tentei meter novamente no cu dela, mas foi tarde demais. Gozei na entrada do anus; e para não gozar no chão, dirigi meu cassete para cima gozando na bunda dela. Paulinha não tirou os olhos do meu cassete que espirrou sêmen na bunda da Olívia, fiquei meio que de joelhos, botei na boca da Paulinha. Com nojo, ela quis rejeitar. Mas forcei e gozei boa parte em sua boca.

Olívia chupava o grelo e masturbava a Paulinha com a mão direita, com a esquerda masturbava a si mesma até seu espasmo final. Sentou no chão e escorou seu corpo na cama, assistiu o restante de meu gozo na boca e cara da Paula, que ficou com os cabelos todos melecado do esperma que escorria pelos cantos da boca.

Aquelas duas roubaram toda a energia de meu corpo, não agüentei o peso de meu corpo, e cai no colchão ao lado de Paulinha, que cuspindo, limpando os lábios e reclamando, que: estava com gosto de merda na boca. Sorrimos. Paulinha reclamou e pediu para que eu, nunca mais fizesse aquilo. E continuou:

- Quem já se viu tirar o pênis de dentro do cú de uma e meter na boca da outra? Ela realmente não tinha gostado. Mas bebeu o que pôde.
Olívia com respiração alterada falou:

Liga pra ela não Magão, depois ela se acostuma. Chupei o a bundinha dela e foi ótimo, eu também nunca tinha feito isto. Levantou e foi ao banheiro. Minha esposa chegou. Depois conto o resto. Vou contar também a foda com de ontem com ela. Aguardem.


 Roberto_monteiro@yahoo.com.br

Conto erótico recebido por email by Roberto

O Dia em Que eu Aprendi a Ser BI

Olá caros leitores deste blog, meu nome é Andréia tenho 18 anos e possuo um corpo de dar muita inveja a qualquer uma. Minha história começa na escola que eu estudava, tinha duas amigas: Débora e Franciele eu achava muito estranha a maneira que elas olhavam para mim, mas até ai eu pensava que era coisa da minha cabeça.

Costumava andar, viajar com elas até mesmo dormia na casa da Franciele e, às vezes quando ia dormir as três na casa da Fran, notava algo estranho. Percebia os olhares delas bem diferentes, parecia que elas tramavam alguma coisa. Certa vez comecei a reparar que elas puxavam umas brincadeiras meios estranhas, de ficar se agarrando ou então ficavam trocando de roupa e fazendo poses bem sensuais. Eu sempre fui mais acanhada e por isso procurava disfarçar dizendo que não queria brincar disso por que eu era muito envergonhada.

Até esse dia tudo ia bem, pelo menos eu não imaginava que aquela situação me deixava muito excitada. Eu que ainda era virgem tentava esquecer, mas aquilo não saia da minha cabeça, fiquei assim por uma semana pensando naquela imagem das minhas amigas se despindo e aquelas posições eróticas que elas faziam. Comecei a pensar nelas de outra maneira não mais como amigas, mas sim como seria estar de outras maneiras com elas.

A Fran na época tinha 19 anos, ela é loirinha, tem 1,70 de altura, 57 kg, olhos azuis, seios médios, uma bundinha linda e bem empinadinha e umas pernas lindas com coxas roliças. A Débora tinha 18 anos, era moreninha bronzeada de sol, tinha 1,65 de altura, 53 kg, olhos castanhos bem clarinhos, seios médios, uma bundinha fantástica e umas coxas bem grossinhas. Eu sou ruivinha, tenho 1,70 de altura, 55 kg, olhos verdes, seios nem pequenos nem grandes e um corpo bem definido, pois passo a maioria do meu tempo na academia.

Até ai tudo bem, na sexta a Fran me liga dizendo que seus pais iriam viajar e disse que não gostava de dormir sozinha por isso me pediu pra que eu fosse ir ficar com ela. Perguntou também se eu não me incomodaria em chamar a Débora. Aceitei o convite e assim que desligamos eu liguei para a Débora que aceitou a proposta de imediato. Combinei que iria passar na casa dela as 20h00min h.

Minha mãe no começo não queria deixar, mas depois ela acabou deixando e as 20:00 h pegamos a Débora em sua casa e fomos pra casa da Fran. Chegando lá nós fomos recebidas por nossa amiga vestida com uma mini-saia preta e uma blusinha branca bem transparente.

Não cheguei a estranhar nada porque ela estava em casa a Dé, bem sorridente, disse que tinha trazido um uma fita pra nós assistirmos, ela disse que tinha pego do seu irmão. A Fran logo foi para cozinha preparar alguma coisa para comermos. Enquanto isso eu fui arrumar as coisas que eu tinha levado.

Depois de uma meia hora a Fran me chamou para assistir a fita com ela e a Dé, terminei de arrumar as coisas e fui para ver o filme com elas. Quando a Dé colocou a fita não acreditei, era uma fita de sacanagem! Eu olhei espantada para elas e começaram a dar risadas, eu deveria estar vermelha de vergonha, mas tudo bem porque aquilo também me deixava muito excitada.

Ficamos as três no mesmo sofá assistindo o filme, a Fran sentou no meio, eu sentei no lado direito e a Dé sentou no lado esquerdo do sofá com as pernas no colo da Fran. A Dé resolveu pegar uma coberta e voltou a ficar na posição que ela estava anteriormente. Logo na primeira cena aparecem duas mulheres se chupando, se lambendo e eu ficando cada vez mais excitada. A Fran olhou pra mim e perguntou se eu nunca tinha visto aquilo e eu disse que não.

Então ela deu risada e me perguntou se eu sabia o que ela estava fazendo na Débora, eu disse que não, então ela pegou minha mão e colocou bem no meio das pernas da Débora e pude pela primeira vez sentir uma xaninha bem molhada na minha mão. Aquilo mexia com meus sentidos e eu continuei a passar minha mão naquela xaninha bem molhadinha. Como era quentinha, eu a sentia pulsando na minha mão.

Enquanto eu passava a mão na xaninha da Dé a Fran começou a abrir o zíper da minha calça e sua mão foi entrando nas minhas calças por baixo da calcinha. Aquilo me deixava louca! De repente a Dé levanta e vem em minha direção e começa a tirar minha roupa.

Em menos de um segundo nós estávamos completamente nuas, a Fran começou a me beijar enquanto a Dé abria minhas pernas e começava a chupar minha xaninha que já estava completamente molhada.

Ela me chupava cada vez mais, eu já não estava mais agüentando e gozei na boca dela. Foi uma sensação incrível que jamais tinha sentido. Assim que acabei de gozar senti meu corpo mole, mas eu queria mais. Então a Dé, percebendo que eu ainda estava excitada, enfiou um dedo na minha xaninha com tanta força que quase chorei de tanta dor.

A Fran não parava de me beijar e chupar meus seios. Ela chupava com tanta força que parecia que queria arrancar, eu estava delirando com aquela situação. Foi ai que a fran me mandou ficar de quatro enquanto a Dé foi ao quarto pegar algo que elas não me deixavam ver.

Eu estava ali de quatro, sem saber o que elas iriam fazer comigo, de repente sinto uma delas lambendo meu cuzinho. Eu fiquei apavorada, queria sair dali de qualquer maneira, mas elas me seguraram com força e me tranqüilizaram dizendo que não iriam fazer nada que eu não gostasse.

Neste momento senti a Fran enfiando o dedo no meu rabinho, ela começou a me chamar de putinha e enfiou seu dedo mais fundo, quando ela o tirou de dentro de mim pensei que a coisa tinha acabado, mas senti uma coisa dura invadindo o meu cuzinho. Era um tudo de creme que deveria ter uns 20 cm.

Ela tentava enfiar tudo, mas não dava porque eu era muito apertada, então a Dé disse que se eu deixasse entrar um pouco ela parariam. Concordei mas mesmo assim elas só estavam conseguindo colocar uns 5 cm. Até que, com força enfiou tudo dentro de mim com tanta violência que eu comecei a chorar. Eu estava com aquele tubo todo no meu rabinho que antes era virgem e agora estava todo arrombado.

Aos poucos fui gostando da sensação de ter aquilo enterradinho no meu rabo e comecei a gozar novamente enquanto era chupada e penetrada pelo tubo de crime. Esse foi só o começo de nossas aventuras que se repetiram inúmeras vezes.

Conto erótico recebido por email by Andréia

Quando Chupei a Boceta da Yara

No outro dia, após decepção com Rafaela, Yara veio falar comigo. Comendo-a com os olhos, louca de desejo, escutei-a dizer que Rafaela estava “puta” comigo por eu não ter ido à sua casa de manhã ajudá-la na pesquisa de Ciências.

— Ela não mereceu — justifiquei.

— E eu… será que mereço? — indagou ela.

— Acho que sim — respondi. — A gente vê isso depois da aula.

Por sorte, só tivemos as duas primeiras aulas, que foram ocupadas com a prova de Português. A bomba do poço que abastecia a escola havia queimado. E falta de água, numa região de clima quente, é um verdadeiro desastre. Por isso, cada um que terminava a prova era dispensado e eu aguardei no pátio a saída de Yara, que me acompanhou até meu quarto. Eram três horas. Eu ia fazer a pesquisa para ela. Na verdade, como eu não poderia acessar a internet naquele horário, eu ia ceder-lhe minha própria pesquisa, que estava quase pronta.

— Você fica sempre sozinha em casa? — perguntou ela enquanto eu ligava o computador.

Falei-lhe do horário de trabalho de titia, enfatizando o fato de que eu dispunha de tempo e muita liberdade dentro de casa. Principalmente em meu quarto.

— Que calor! — exclamou ela.

— Vou ligar o ar-condicionado, mas por que não toma um banho?

Ela pensou.

— É que eu não gosto de tomar banho e vestir a mesma roupa.

— Fica pelada.

— Você promete não me agarrar? — brincou ela.

— Ah! isso eu não posso prometer…

Quando ela saiu do banho, enrolada na toalha, sua monografia estava pronta e salva num CD. Seu único trabalho seria imprimi-lo.

— Você tem uma escova de dentes que eu possa usar? — pediu.

Eu tinha, sim; ela a usou. E enquanto eu tomava banho, ela tomou meu lugar frente ao computador.

— Você gosta de tirar foto de paca, hem! — notou ela, rindo, enquanto passava as minhas fotos preferidas. Eu me esquecera de tornar a ocultar a pasta com minhas fotos preferidas.

— Não apenas de tirar foto — soprei em seu ouvido abraçando-a por trás. 

Ela segurou minhas mãos. Eu sabia que ela me aceitaria, desde o momento em que pediu a escova de dentes. E ela aceitou meu beijo.

— Você já ficou com outra menina? — perguntei mordiscando-lhe a orelha.

— Não…

— E nunca teve vontade?

— Pra falar a verdade, já… mas nunca…

Mas nunca aparecera a ocasião.

— Aquele dia, lá em casa, não rolou mais nada porque você não quis — confessou ela ao final daquela tarde em que eu a conduzi à cama.

Sim, eu a conduzi à cama. E curti seu corpo. Lentamente. Deitando-me nua em cima dela, beijei seus lábios e rosto. Mordisquei as orelhas. Soprei levemente em seus ouvidos. Ela se arrepiou. Estimulei seus seios com a língua e com os dentes, beijei seu ventre, seu umbigo, suas coxas. Depois me posicionei entre suas pernas. Peluda e tesuda, a boceta me aguardava. Aproximei a boca, aspirei o leve cheiro de excitação. Olhei para o seu rosto, vi ansiedade, passei a língua por suas virilhas. Passei duas vezes. Três vezes. Ela abriu mais as pernas. Os pequenos lábios brilhavam, untados com seu líquido íntimo.

Então comecei a lamber.

— Ai, que gostoso…

Lambi bastante, passando a língua por toda a extensão de sua vulva, depois, com os dedos, abri os grandes lábios e me dediquei ao seu clitóris. Contorcendo-se de tesão, ela pegou o travesseiro para abafar os gemidos. Eu aspirei e lambi seu bombom incansavelmente, até que um longo grito, abafado pelo travesseiro, chegou aos meus ouvidos. Até esse dia, ela não sabia o que era o verdadeiro orgasmo.

(Adaptado do livro Érika 12 — www.editoraschoba.com.br)

Conto erótico recebido por email by Érika

Quando Chupei a Primeira Boceta

A primeira foi Kelly. Após muito tempo bicando as calcinhas de minhas colegas da sexta série, fantasiando e sonhando com o formato, o cheiro e o sabor do que havia por trás daquelas peças sensuais, chegou, finalmente, o meu dia.

Estávamos no apartamento de cobertura do meu tio Hamilton. Giovana, de 1X anos, e Kelly, de 1X, se encontravam no banheiro quando entrei, a tempo de ver Kelly fazendo xixi acocorada no piso do boxe, fora do alcance da água. Estava pelada e depilada, mas o que me impressionou foi seu clitóris. Grande.

Mais tarde, ela estava sentada na espreguiçadeira ao lado da piscina, de topless, com os olhos fechados de modo sonhador. Não tive dúvidas. Agachando-me, pus na boca um de seus lindos peitinhos. Ela teve um sobressalto, abriu os olhos, eu me atirei à piscina. Pouco depois, ela se atirou também à água.

— Tô a fim de chupar tua xoxota — disse-lhe eu sem rodeios.

Era isso que eu queria. Eu estava que não aguentava mais de vontade de meter a boca numa boceta.

— Amanhã eu venho sozinha — prometeu ela.

Ela veio. Eram quinze horas. De posse de uma cópia da chave do apartamento, eu resolvera deixar tudo para a tarde. Desse modo, evitaria ter de improvisar o almoço. Era um dia de prolongamento do feriado da Independência, o que, para mim, dava na mesma, pois minha escola, como também outras da região, simplesmente ignorava os sábados letivos.

Vestida de saia azul e blusa branca com o desenho de um poodle, ela explicou, do alto dos sete centímetros a mais que lhe davam as sandálias de afivelar:

— Tive um trabalhão pra despistar a Giovana.

Ela tirou as sandálias.

— Tô a fim de tomar um banho na piscina — disse ela. — Mas não pude vestir o biquíni, senão a Giovana ia desconfiar. Vou mergulhar de calcinha mesmo.

Ocupada em aliviar a tensão da espera numa taça de vinho doce surrupiado da adega do titio, eu a vi tirar a blusa e a saia. Em seguida, ela se dirigiu à piscina. Acompanhei-a.

Ela se jogou na água, eu fiquei observando.

Ela saiu da água, com a calcinha branca colada ao sexo, e se esticou na espreguiçadeira. Peguei a taça de vinho e fui para perto dela.

Ela aceitou um gole e fechou os olhos. Eu me inclinei e chupei seus peitinhos.

Chupei mesmo, sem o temor de sermos surpreendidas. Eram uma delícia aqueles seios pequeninhos. Quando procurei seu beijo, ela não recusou; mas correspondeu um tanto friamente.

— Vou tomar um banho de chuveiro — disse ela levantando-se.

Eu já tinha ligado o condicionador de ar no quarto do Hamilton e preparado a cama com os lençóis que encontrei no roupeiro. O quarto, com as cortinas, fechadas, estava bem fresquinho. Eu estava decepcionada com a atitude de Kelly. Pela sua rapidez em aceitar meu convite, eu tinha imaginado bem diferente aquele encontro.

As coisas, porém, estavam demorando muito a acontecer. Com a sensação de estar perdendo terreno, liguei o televisor. Após uma espera angustiante, a sensação tomou forma de desilusão, ao vê-la entrar, vestida como quando chegara. Faltavam-lhe apenas as sandálias.

— Tenho que ir pra casa — desculpou-se ela.

Eu não poderia aceitar a derrota.

— Não vai, não! — retruquei agarrando-a pela cintura e derrubando-a na cama.

Ela se debateu um pouco, depois se aquietou. Eu levantei a frente de sua saia e tentei tirar a calcinha molhada. Ela se opôs, segurando-a firmemente.

— Não vou forçar a barra — disse eu, sentando-me a seu lado. — Só acho que, se você não queria, não devia ter vindo. Eu fiquei tão contente ontem, quando a gente conversou na piscina. Vou confessar uma coisa: faz tempo que eu tenho vontade de chupar uma xoxota…

— E nunca chupou? — interrompeu-me ela com vivo interesse.

— O máximo que rolou, até hoje, foi um ou dois beijinhos.

— Mentirosa! — disse ela mais descontraída. — Você já chupou meus peitinhos.

— É verdade — concordei. — E gostei muito.

— Também vou confessar uma coisa — disse ela. — Sabe a Giovana? A gente já se beija sempre. Outra colega da escola também.

É comum. As meninas se beijam. E, às vezes, as coisas vão mais longe. No caso de Kelly, que vivia sempre com tesão (como eu mesma constatei) e se masturbava com frequência (como ela confessou), o desejo de que as coisas fossem mais longe era uma constante. Mas seu desejo sempre encontrava obstáculos. Certa vez em que ela foi dormir na casa de Giovana, esta começou a beijá-la. Depois de muitos beijos, Giovana se pôs a chupar os seios de Kelly. Não era a primeira vez. Dominada pelo desejo e impulsionada pela curiosidade, Kelly baixou a calcinha e empurrou a cabeça de Giovana para baixo. A boca de Giovana chegou bem perto; mas se afastou. Depois disso, não aparecera outra oportunidade.

— Vamos dar um final feliz a essa história? — propus. — Faz de conta que eu sou a Giovana.

Logo estávamos as duas só de calcinha. Toda a tensão, ou vergonha, ou medo, que ela demonstrara no início havia desaparecido. Quando eu lhe beijei a boca, ela correspondeu com ardor; quando eu chupei os peitinhos, ela suspirou, baixou a calcinha até os joelhos e começou a empurrar minha cabeça, lentamente. E lentamente minha boca foi se aproximando daquela boceta que tinha me impressionado na véspera.

Que emoção!

O bom de uma coisa inacabada é que pode ser retomada a partir do ponto onde foi interrompida. Para dar melhor desempenho à interpretação, aproximei depois afastei a boca. Então, contorcendo-se, na agonia da espera, ela implorou, de olhos fechados:

— Chupa, por favor!

A partir daí, a história não tinha mais enredo. Segurando sua calcinha, eu a retirei completamente. Kelly abriu as pernas, eu me deitei entre elas e chupei sua boceta com avidez, com sofreguidão. E era uma delícia. Deslizando a língua pelos lados, pela fenda, indo e voltando, eu lhe mostrei o mundo maravilhoso que ela não conhecia.

— Ai! que gostoso… — suspirou ela.

Meus lábios envolveram seu grelo. Ela soltou um gemido. Sob o efeito de minhas lambidas e sucções, seu clitóris despertou, e inchou, e endureceu. E Kelly, surpresa com tanto prazer, gemeu e retesou o corpo para anunciar que estava tendo um orgasmo.

Era hora de parar.

Satisfeita da vida, apoiei a cabeça em sua coxa. Com o rosto bem próximo da primeira boceta que eu provava em minha vida lésbica, aspirando seu cheiro de excitação, senti sua mão vir afagar meus cabelos. De meu lado, molhei um dedo na boca e me pus a deslizá-lo delicadamente ao redor de seu clitóris.

— Gostou do meu pinguelo? — perguntou ela.

— Muito.

Feliz, muito feliz, eu lhe beijei a xoxota e comecei tudo de novo. Beijando, mordiscando, lambendo, aspirando, mostrei a Kelly todo o prazer que uma boca pode proporcionar. E seus gemidos, como música em meus ouvidos, foram prenúncio das muitas bocetas que eu ainda iria provar. Ao final, cansada de tanta emoção, adormeci.

(Adaptado do livro Érika 12 — www.editoraschoba.com.br)

Conto erótico recebido por email by Érika

Sozinhas

Minha amiga Raquel é um pouco (bastante) louca. Soube isto desde o momento que a conheci, mas ela se converteu na minha melhor amiga, pois é com ela que passo meus melhores momentos, me encanta suas loucuras.

Outro dia me chamou para me dizer que sábado à noite haveria uma reunião das suas, respondi que iria, suas reuniões são sempre colossais, me disse que tinha uma surpresa, mas não fui capaz de lhe arrancar mais nada.

No sábado me encontrei com todas nossas amigas na casa de Raquel, estavam Sonia, Loli, Andréa, Gemma e  Raquel. Como sempre nos sentamos e começamor a conversar e beber. Raquel havia acendido a lareira e o ambiente estava tão agradável que o tempo passou voando.

Apertaram a campainha, já  havia passado mais de 2 horas e estávamos um pouco zonzas devido a bebida. Raquel se levantou e voltou com a surpresa prometida, uma ruiva chamada Carla. Raquel propôs à todas que começássemos, deixamos a Carla na sala e fomos a um dos quartos. Ali tiramos a roupa e colocamos na cintura nossos pênis de borracha, logo voltamos à sala, Raquel foi nos apresentando uma a uma à convidada: o senhor Smith (o meu) , o senhor Roberto, o Senhor Hudson, o senhor Benson, o senhor Peers e o senhor McKlein (o da Raquel).

Carla tirou a roupa e em seguida se sentou na almofada, separou as pernas e se deitou nos esperando. Loli se aproximou e lentamente lhe meteu o senhor Hudson, com grande prazer para ambas, Sonia e Andréa, também se aproximaram para acariciar a Carla com a ponta de suas picas, esta em seguida meteu uma na boca e agarrou a outra para que não escapasse.

Gemma também decidiu unir-se e se sentou na almofada acariciando os peitos de Loli por trás, eu também ia me unir mas Raquel me agarrou e me  levou até seu quarto. Ali tirou o Sr. McKlein e se deitou na cama de barriga pra cima, separando muito as pernas, fiquei muito excitada porque gostava muito da Raquel e podia fode-la a vontade. Sem esperar mais me coloquei sobre ela e enfiei toda minha pica, Raquel gemia e gozava acariciando-me com as unhas as costas e o pescoço e eu me esforçando para meter e tirar o mais forte que podia o Sr. Smith. Ao final acabamos exaustas, Raquel levantou e voltou a colocar o Sr. McKlein. Eu esperava que viesse me penetrar mas não foi assim e voltamos à sala.

Agora Carla, Sonia e Andréa estavam fazendo um sanduíche, Sonia metia sua pica na buceta de Carla e Andréa metia a sua pelo cu dela, Gemma e Loli estavam junto delas, Gemma deitada lambendo a buceta de Loli que estava sentada sobre a cara de Gemma apertando-lhe as tetas.

Eu estava um pouco cansada e decidi não me unir ao grupo, sentei tranquilamente no sofá e acariciei lentamente meu clitóris, contemplando o espetáculo que minhas amigas ofereciam, aos poucos comecei a masturbar-me penetrando-me com os dedos e com outra mão acariciei o Sr. Smith de cima para baixo, como se fosse um homem se masturbando, me excitei muito e cheguei até a pensar que era hermafrodita e que ia gozar pelos dois órgãos de uma só vez.

Raquel se levantou e Carla se colocou entre suas pernas, quando se aproximou para chupar sua buça, Raquel se contorcia de prazer e assim continuou até que ela gozasse. Acordamos no dia seguinte todas lambuzadas, com ressaca e geladas porque tinha se apagado a lareira, nos vestimos , nos despedimos a esperar uma nova chamada de Raquel, minha melhor amiga.

Conto erótico recebido por email - By Amigona

A Gangue do Banheiro

Depois de anos morando em uma cidadezinha do interior estava indo para capital. Meu pai fora transferido devido uma promoção no trabalho e toda a família iria se mudar. De inicio fiquei meio triste por deixar minhas amigas e os lugares que conhecia tão bem, mas depois que me mudei uma espécie de euforia me dominou. Fiquei encantada com os prédios enormes e altos, ônibus coletivos tão compridos como carretas e parques muito bem conservados em meio à cidade como um oásis em uma selva de pedra. Diante de tantas novidades passei a adorar tudo e também estava ansiosa para começar as aulas e conhecer meu novo colégio.

Fui estudar em um colégio publico próximo a minha casa. Apesar de tímida fiz algumas amizades, mas a diferença entre nossos os universos, Eu uma garota do interior e elas da cidade grande me faziam sentir um peixe fora da água quando elas começavam a falar de coisas da cidade que eu não conhecia. Por isso, às vezes, gostava de ficar no recreio um pouco sozinha.

Em um destes dias, no intervalo do colégio, percebi cinco garotas em volta de uma menina baixinha e franzina, esta prestava atenção no que a mais alta falava e assim que a conversa delas terminou, a baixinha sorriu e foi para o banheiro feminino. Depois de um tempinho as garotas foram para lá também, ficando duas na porta. Achei aquilo estranho e, receosa de ir até lá, fiquei esperando para ver o que aconteceria, mas o sinal do colégio tocou, indicando que as aulas estariam recomeçando e, infelizmente, não pude esperar para saber o que aconteceu.

Depois deste dia comecei a reparar no grupo de meninas que sempre andavam juntas no intervalo. Às vezes elas esperavam alguma garota entrar no banheiro e iam atrás, enquanto três ficam lá dentro, duas ficam na porta impedindo outras de entrar.

Perguntei para algumas colegas o que acontecia e elas ficaram caladas não revelando o que elas faziam lá dentro. Pensei que elas estavam assaltando as meninas, mas então, uma pontadinha de malicia me atingiu. Não era mais virgem e nem bobinha nesta área. Imaginei que talvez elas fossem lésbicas? Espiavam as meninas que entravam no banheiro? Nunca tinha tido relações com outra garota, mas achei excitante a idéia delas espiarem as meninas...

Continuei observando as garotas e descobri que o grupo era formado por : Ruth , uma morena –clara , magrinha , com sardas e corpo normal, mas bem feito, Raquel tinha os cabelos loiros e era bem alta para sua idade. Parecia uma atleta com um corpo forte e bem definido, Bruna era morena e muito bonita, tinha uns olhos verdes marcantes, Cíntia era mulatinha , dessas bem bundudinhas e Márcia era uma loirinha , com os cabelos acima do ombro, peitinhos pequenos e pernas grossas.

Em outros dias ficava prestando atenção nas garotas até que, depois de um feriado acabei esquecendo delas, pelo menos naquele instante. Tinha participado de um churrasco e bebido muito liquido no dia anterior, por isso estava louca para ir ao banheiro. Mal o sinal do intervalo tocou ,corri louca de vontade de me aliviar. Entrei em um dos box e sentei na privada satisfeita com a sensação de esvaziar minha bexiga. Já estava quase terminando e ouvi um barulho do lado de fora. Pensei que talvez fosse outra menina chegando ao banheiro quando o trinco do reservado onde estava estalou. Falei um:” - Tem genteeee” . Mas o trinco estalou de novo e com uma batida mais forte a porta se abriu quase acertando meu rosto.

Do lado de fora três meninas me olhavam com um sorriso sacana no rosto.

-Que é isto? Este box tá ocupado, procurem outro. - disse brava
-Nos queremos este mesmo. - disse uma delas.
-Mas você não pode esperar eu terminar ? Tem que abrir a porta deste jeito?
-Sim, a gente queria ver você mijando – falou a com sardas.

Procurei esconder minha vagina com a mão, enquanto percebi que as outras duas garotas não estavam ali. Será que montavam guarda na porta do banheiro?

-O que vocês querem comigo?
-Queremos você – disse a loira altona entrando no pequeno reservado. Me levantei para tentar fugir e a outra garota entrou para segurar o meu braço. As duas me puxaram para fora e me seguravam enquanto a morena dos olhos verdes se abaixou ficando na altura da minha buceta. Eu ainda estava com as calças arriadas e tentava fugir, mas elas eram mais fortes do que eu.
-Olha só que bucetinha bonitinha tem essa garota. - Disse a morena alisando minha vagina ainda úmida da urina que havia feito.
-Come logo ela – disse a loira que segurava meu braço.

Come logo ela? Essas garotas queriam mesmo transar comigo aqui? A força? – Pensei.

A morena alisou mais um pouco minha vagina e depois passou a beijar meus pelos pubianos.

-O que é isso? O que vocês vão fazer? - Perguntei me debatendo.

A loira então, colocou a mão na minha boca dizendo para eu ficar quietinha senão iria me encher de porrada. A situação apesar de parecer assustadora, passou a ficar excitante no momento que senti a língua da Bruna adentrar entre os meus lábios vaginas e tocar meu clitóris.

Minhas calças foram tiradas e uma de minhas pernas foi colocada no ombro de Bruna que me chupava gostoso. Quase sem querer gemi mostrando que aquilo estava gostoso.

-Olha só, a vagabundinha está gostando Bruna...

Bruna chupava mais gostoso que qualquer outro homem havia me chupado antes e o medo de ser estuprada pelas garotas me enchia de tesão. Descobri nesta hora como é excitante ser dominada.

-Deixa eu comer esta Gostosa Bruna, Deixa eu foder ela. - Disse a loirona altona.
-Então vai Raquel, mete nela gostoso. - Disse Bruna levantando-se.

Me comer? Como ela vai me comer – Pensei comigo enquanto a minha resposta ia sendo revelada. Do bolso de Raquel surgiu uma escova de cabelos com um cabo grosso que desceu até minha vagina. Ela brincou um pouco, fazendo movimentos circulares sobre meu clitóris até que a introduziu facilmente devido ao tesão que eu sentia.

As outras meninas, vendo que eu estava entregue, largaram meu braço e passaram a se masturbar enquanto Raquel me fodia, colocando e tirando a escova de dentro de mim. Bruna me virou de costas para ela e passou a lamber meu cuzinho. Que delicia que estava aquilo. Não demorou muito e eu já estava gozando com o cabo da escova atolado na minha buceta.

Ela continuou me comendo até todas elas gozarem, se masturbando e vendo eu ser fodida por Raquel. Esta ainda não satisfeita disse autoritária.

-Se ajoelha e me chupa.

Nunca tinha feito isso com outra garota, mas procurei fazê-lo, pois sabia que não teria como fugir dali. Passei a chupá-la do jeito que gosto de ser chupada e Raquel pareceu gostar, pois logo gozou puxando meus cabelos contra sua buceta.

-Que delicia. Essa cadelinha chupa gostoso mesmo...

Nesse instante uma das garotas do grupo das cinco entrou no banheiro e disse para elas se apressarem, pois tinha muitas garotas querendo entrar. Então as três se arrumaram e me disseram que se contasse algo do que havia acontecido para alguém iriam me furar. Ruth ainda me mostrou um canivete que tinha no bolso.

Bruna apertou minha bunda e falou que da próxima vez ela queria ser chupada.

Fiquei sozinha no banheiro pensando no que aconteceu... Por incrível que pareça Curti ser chupada e comida por aquelas garotas. Tinha adorado ser mais uma vitima da gangue do banheiro e torci para que acontecesse de novo. O que não demorou a ocorrer, mas isto eu conto em outra oportunidade...

Conto erótico recebido por email e escrito por Carol-PR

Lésbica

Sou casado, minha esposa e eu somos um casal bonito, tenho 4O anos e ela 36. Ela é loira, corpo bonito e eu acho que também tenho um corpo legal e atraio as mulheres. Mudamos de endereço e no prédio em que fomos morar, o pessoal é muito animado, fazem churrasco de vez em quando. Num desses churrascos, conhecemos várias pessoas e uma delas uma mulher de 35 anos, muito bonita.

Conversamos e minha esposa ficou amiga dela e a convidou para depois ir nos visitar. Os dias passaram e de vez em quando ela aparecia lá em casa. Às vezes ia dormir e ela estava lá conversando com minha esposa, saía de lá muito tarde. Um dia fui dormir e ela estava lá ainda, acordei com sede e fui tomar água e quando passei pela sala, vi nossa amiga com a boca na xoxota de minha mulher.

Minha esposa com a cabeça para trás se contorcia de tesão. Fiquei ali observando e quando acabaram, sai antes que me vissem. Minha esposa depois chegou no quarto, deitou e dormiu como anjo. No dia seguinte falei com ela que assisti tudo, ela assustou, mas como não falei nada no momento da transa, ela disse já está transando com nossa amiga algumas semanas. Disse a ela não me importar e que gostaria de participar o que ela logo tratou de providenciar.

Alguns dias depois nossa amiga apareceu em casa e minha esposa já tratou de ir beijando-a. Começamos então a festa. Ela chupava minha mulher como eu nunca havia chupado, confesso ter ficado com inveja. Durante a festa, eu esta chupando minha mulher e ela com um consolo preso numa cinta enrabava minha mulher. Aí ela parou e foi chupar meu pau. Engoliu todo meu pau, eu estava louco de tesão quando ela enfiou o dedo no meu cu, fiquei meio assim, mas deixei, deu um tesão gostoso.

Ficou ali com um dedo e logo enfiou dois. Minha mulher virou e começou a chupar meu pau, num delicioso 69 e nossa amiga, quando vi, encostou o console no meu rabo e enfiou até o cabo, minha mulher abrindo minha bunda e ela me comendo. Olha, nunca gozei tanto na minha vida, ali todos comiam todos, hoje não transo com minha mulher sem ela me comer com um vibrador preso na cinta, maior que o meu pau. Que acham disso?

Conto erótico recebido por email – Casal Ardente(SP)

Mulher de Trinta

Nunca imaginei como era bom, como algumas amigas me diziam, que somente uma mulher sabe dar prazer a uma outra, pois os corpos são iguais e cada uma sabe exatamente onde tocar. Gritei de prazer e comecei a retribuir, lambendo-a como louca. Seus enormes peitos eram sugados por mim como eu gostaria que me chupassem e nunca tinha conseguido.

Moro no interior de uma grande capital. Fui mãe muito cedo, tenho dois filhos e depois de poucos anos de casada descobri que meu marido pulava a cerca. Logo quis a separação, minha família me condenou achando que eu deveria ter feito vista grossa, afinal ele era um bom pai. E me achando culpada pela separação, passei a me dedicar ao meu filho caçula. O mais velho foi morar com o pai e a sua nova mulher. Paulinho foi extremamente mimado por mim. Matriculei-o em uma das melhores escolas da minha cidade, pois havia colocado na minha cabeça que ele deveria ter a melhor educação possível.

Já estávamos na metade do ano e Paulinho demonstrava que com suas notas seria reprovado se eu não fizesse alguma coisa rapidamente. O que daria chance ao meu ex-marido de comentar alguma coisa. Me enchi de coragem e fui à escola falar com a diretora. Foi uma longa conversa, na qual Dona Margô perguntou tudo sobre meu filho e eu. E lógico, sobre meu relacionamento com o seu pai, do qual eu estou separada há dois anos.

Enquanto falávamos, fui recordando do quanto esqueci de mim como mulher esse tempo todo. Meu corpo, nesses dois anos de separação não tinha sido tocado por ninguém. Minhas noites eram monótonas e solitárias. Meus dias, entre o escritório de advocacia, no qual eu era assistente de um velho advogado, e os afazeres domésticos eram sempre rotineiros. Perdida nesses pensamentos quase não ouvi Dona Margô me aconselhar: E, então Sônia o que acha da idéia? Meu Deus, eu não sabia nem o que ela tinha falado. Comecei a chorar para disfarçar a situação. Aí ela com calma explicou o que estava me propondo.

Já tinha dado certo para muitas outros alunos na mesma situação do meu filho. As duas matérias em que Paulinho tinha mais problemas, ela se propunha a ceder horas extras de dois professores para fazer um acompanhamento em casa, por um mês. Aceitei sem pestanejar. Acertamos então que em julho, os dois professores se alternariam dando aulas particulares para meu filho.

Resolvido parcialmente esse problema, decidi pensar em mim. Jovem, e bastante bonita, mas ao mesmo tempo tão desanimada com a vida afetiva e sexual, iniciei algumas transformações bem femininas. Mudei a cor do cabelo, comprei uns jeans bem apertadinhos e algumas lingeries sensuais. Percebi o quanto ainda era admirada na rua. Tinha pernas longas, pele queimada de sol, o corpo ainda rijo, enfim uma bela mulher de 36 anos. E vendo essas mudanças comecei a ser tomada por um tesão que quase me pirou.

Tirava a roupa em frente ao espelho e me olhava. Os lábios salientes da xoxota balançando entre os pentelhos. Minha mão começava a caminhar pelo meu corpo com uma grande avidez indo até o clitóris e com uma incrível rapidez gozava na minha mão. Assustei-me com o que estava acontecendo comigo. E pensava: Será que o problema com o Paulinho na escola tinha me descontrolado tanto?

Não confidenciei a ninguém o que estava acontecendo comigo. Mas todo dia, eu só pensava em chegar em casa, arrancar a roupa e roçar o meu clitóris... E deliciosamente gozar. Chegou o mês de julho. Meu filho me avisou que Márcia e Alberto, os dois professores dariam início as suas aulas de recuperação. Aquilo me deixou mais nervosa e impaciente.

Férias, Paulinho em casa e mais dois desconhecidos atrapalhando as sessões do meu ato solitário. Márcia chegou primeiro. Abri a porta, uma boca carnuda me falou: Olá Sônia, vim te ajudar. Uma idéia louca passou pela minha cabeça. Disfarcei. Naquele dia, ela e Paulinho conversaram muito, fizeram alguns exercícios e riram juntos. Enquanto eu a observava. Aquela boca carnuda, os cabelos curtinhos, ruivos e mais abaixo um par de peitos querendo pular pelo decote da blusa. Meu Deus, o que era isso?

No dia seguinte, Márcia veio novamente. Seriam dois dias dela e dois com Alberto. Foi nesse dia que entendi o que era loucura mesmo. Márcia começou a tirar minha roupa devagarinho, passando meu corpo inteiro, menos na minha bucetinha, que já estava molhadíssima. Pensei que iria gozar a cada segundo que ela ameaçava encostar sua língua quentinha ali. Mas nada. Ela me virou de costas e ávida lambeu meu cu enfiando a língua.

Não pensei em mais nada, só não queria morrer. Nunca imaginei como era bom, como algumas amigas me diziam, que somente uma mulher sabe dar prazer a uma outra, pois os corpos são iguais e ela sabe exatamente onde tocar. Gritei de prazer e comecei retribuir, lambendo-a como louca. Seus enormes peitos eram sugados por mim como eu gostaria que me chupassem e nunca tinha conseguido. Finalmente, Márcia percebeu meu desespero e com algumas lambidinhas rápidas no meu clitóris me fez gozar. O quarto girou. Minha cabeça voava. E eu queria mais. Mas Márcia: Soninha, temos um mês para morrer de tanto gozar.

Nessa noite um medo enorme se apossou de mim. Será que eu era lésbica? E agora o que seria da minha vida? Mas, mesmo assim me masturbei bastante gozando mais uma vez solitariamente. No outro dia o professor Alberto veio. Tímido, magro, de óculos. Um tipo comum. Conversamos um pouquinho, e eles partiram para a aula de recuperação. Saí, fui ao escritório trabalhar e voltei no final do dia. Tensa, bastante nervosa, e culpava Paulinho por isso ter acontecido. A trepada com sua professora.

Quando eu cheguei eles já estavam no final da aula. Era fim de semana, Paulinho iria para a casa de seu pai. Mandei que ele fosse arrumar suas coisas. Nisso tocou a campainha, nenhuma palavra, Márcia me empurrou para o quarto, trancou a porta e sorriu. Alberto nos acompanhou. No início, de longe, apenas olhando as carícias que trocávamos. De repente começou a apalpar o volume no meio de sua perna, bem devagarinho. Paramos. Olhamos aquele homem magro, bem-feito de corpo tirar os óculos e continuar a mexer no seu pau, ainda coberto pela calça. Chegando perto de nós duas, beijou Márcia na boca. Morri de ciúmes.

Meu grelo latejava, molhando minhas pernas. Minha boca tremia de vontade de morder e lamber. Foi o que fiz, deitei os dois no chão e iniciei um roça-roça em cima deles com a minha buceta molhada e quente, chupando uma hora o pau de Alberto, outra os peitos de Márcia. E depois sua xota quentinha.

Ela dava gemidos baixinhos e começou a chupar o meu grelo e o cu, alternando com sofreguidão. As horas pareciam não passar. Aí de repente aquele pau grosso, duro encostou na minha entrada de trás. Lentamente Alberto começou a meter seu pau no meu rabo enquanto Márcia chupava minha buceta. Eu, desvairada acariciava tudo que via na minha frente. Finalmente senti um jorro de porra no meu cu. Meu grelo estava inchado de tanto ser chupado. Sentimos que não iríamos parar por ali. O pau de Alberto continuava duro e dentro do meu apertado cuzinho. Márcia queria ser sugada por Alberto. E foi prontamente atendida. O mês passou mais rápido que qualquer outro na minha vida. Não sentia culpa nem preocupação com nada.

Estava finalmente sendo recompensada pela vida, com muito delírio e prazer. Paulinho foi reprovado, mas jurando que irá estudar no próximo ano. Márcia e Alberto continuam dando aulas para ele em casa. Gozo quase todos os dias sozinha ou com eles. Ando molhadinha o tempo todo e sempre correndo para não perder o horário das aulas.

Conto erótico recebido por email,by Soninha
Protected by Copyscape Duplicate Content Penalty Protection