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Surpresa de Uma Fantasia

Há algum tempo tínhamos muita curiosidade em conhecer o sofazão, mas sempre adiávamos, até que um dia um casal de amigos insistiu para irmos juntos, pois também queriam conhecer. Resolvemos então ir. Chegando lá fomos bem recepcionados e nos colocaram a vontade. Dançamos, bebemos e o ambiente começou a tomar um rumo de sensualidade e sacanagem.

Nós e o casal de amigos dançávamos e trocávamos de parceiros. Ora dançava com a esposa dele e ele com a minha. E daqui a pouco elas começaram a tirar as roupas ficando só de calcinha. Começaram a olhar com uma cara de sem vergonha para todos os homens e mulheres. O trenzinho tomou rumo e fomos para o quarto quase escuro para começarmos a transar. Eu com a mulher dele e ele com a minha, depois trocamos.

E naquele clima de tesão outros homens apareciam querendo participar, mas ela não queria. Eu louco para ela aceitar, pois já havíamos feito com os nossos amigos, mas ficava uma coisa meio sem graça, sem novidade. Então de repente apareceu um homem negro e dizia para eu comer ela bem comida. Ela estava de quatro e eu a comendo aí ele começou a passar a mão no bumbum dela e ficava dizendo que era para eu comer ela direitinho.

Ela olhou para trás e me puxou. Disse que queria que aquele negro a comesse. Quando ela falou isso quase gozei. Era uma antiga fantasia dela. Então fiz sinal para ele começar a se aquecer, mas para minha surpresa ele já estava pronto. Sentou-se na cama e colocou seus 24 cm para fora (3 cm a mais que eu), ela abocanhou aquele chocolate e eu me controlando para não gozar...

E depois a mulher do nosso amigo também foi abocanhar o mastro. De repente uma mulher bonita, loira, belo corpo apareceu puxando ele para fora da cama (era a esposa dele) e nosso amigo se foi. E a minha mulher ficou sem sentir aquela pica grande e preta dentro dela. E o sonho foi embora. Continuamos a conversar, dançar e a nos divertir.

Fui ao banheiro e encontrei o nosso futuro amigo, conversamos e ele disse que estava louco para comer a minha mulher, mas que a mulher estava no pé dele. Era a primeira vez que eles estavam freqüentando o Sofazão e era só por curiosidade. Então pedi o telefone dele. Ficamos mais um pouco e terminou a festa. Fomos para casa e transamos pensando na trepada que aquele Negrão daria com a minha mulher.

Resolvi fazer uma surpresa para minha mulher, liguei para ele (Fernando) e fiz uma combinação com ele. Um dia eu a Carla saímos e fomos passear na noite, paramos em um barzinho, e ficamos contemplando a noite. E ela falando que queria encontrar aquele negrão (Fernando) que iria fazer misérias com ele.

Voltamos para casa, tomamos um banho e fomos para nosso quarto para dar uma bela trepada. Transamos e ela falava no Fernando a todo instante. Gozamos e pedi para colocar a calcinha bem enfiada no rabo e ela perguntou o porquê, falei-lhe que queria comê-la de calcinha. Demos um tempo e ela adormeceu. Saí pé por pé do quarto e fui abrir a porta, o nosso amigo estava esperando. Mostrei o quarto e lá estava ela adormecida e com aquela bela bunda para cima.

Deixei-o deitar e ficar com ela, ele deitou já com o mastro em armado, começou a acariciá-la e ela acordou. E quando olhou levou um susto e levantou da cama.. Ele puxou-a e começaram uma ardente transa. Nunca a vi tão excitada, tão molhada. Deixei os dois sozinho no quarto e depois ela me chamou para vê-la sentada naquele mastro foi demais.

Transamos até o amanhecer e tudo isto graças ao Sofazão, hoje a mulher dele é adepta do swing e fazemos nossas festas com aquele nossos amigos, os três casais e outros que conhecemos no sofazão.

Conto erótico recebido por email – Casal swinguer

Foda Recente

Essa aconteceu segunda-feira, 26 de maio deste ano, e me fez vencer o receio de escrever e narrar essa experiência deliciosa. Sou Phille, jornalista free-lancer, tenho 28 anos, moro em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro e estou de bem com a vida. Recentemente me envolvi com uma mulher de 23 anos, Jóia.,inteligente e bonita. Ela tem cabelos curtos, seios pequenos com mamilos sempre durinhos e apontados para cima, e uma bunda simplesmente deliciosa.

A boca é um sonho, assim como seus olhos. Apesar do clima de cumplicidade, as coisas demoraram a acontecer. Escrevemos muitos contos e poesias juntos, lemos toda a obra de Ítalo Calvino, e a nossa sexualidade ficava sempre em segundo plano. Pelo menos era o que eu acreditava. Joana alimentava uma série de fantasias comigo, algumas delas em relação ao contraste latente de nossas peles. Ela é muito branca, e eu tenho a pele bem negra.

Como costumo raspar a cabeça e cultivo um cavanhaque, algumas mulheres acham que tenho cara de malvado e safado, o que me diverte muito. Semana passada, depois de 1 mês de relacionamento intelectual intenso, saímos para jantar no Mdm Butterfly. Durante o jantar, entre uma dose de sake e outra, ela foi contando sobre alguns homens de sua vida. Quando relatava as histórias e os seus orgasmos, ela sempre demonstrava preferência pelas relações mais fortes, intensas.

Eram casos onde os rapazes não haviam lhe dado muita chance de escolha e ela se sentia subjugada. Preferi não contar nenhum dos meus casos, e fiquei sorrindo pelo canto da boca. Ela então me disse que eu estava com uma puta cara de safado e que deveria estar imaginando um monte de sacanagens com ela. Eu estava brincando com os hashis entre os dedos e ela comentou que eu estava simulando uma foda. Não neguei. Ela continuou a falar:

— Tenho várias fantasias sacanas com você, só não disse antes porque você poderia misturar esse tesão com a paixão que sente por mim.

Fiquei na minha e continuei sorrindo, louco para comê-la. Uma das minhas vontades era provar o caldo daquela buceta, lamber gostoso aquele grelo sem tirar a calcinha, só afastando para o lado. Pagamos a conta e saímos do restaurante. Ao chegarmos a porta, encontramos o editor chefe do jornal onde trabalhei. Ele se desfez em elogios a qualidade do meu trabalho e isso parece ter despertado ainda mais o tesão dela.

Quando entramos no carro, Joana parecia a própria imagem do desejo. Andamos alguns metros e não resisti a tentação de colocar minha mão sobre sua coxa. Nossa, como desejei tocar aquela pele. Dava para sentir o calor da buceta próximo aos meus dedos. Ela fingiu não querer o toque e entendi qual era o seu jogo. Avancei a mão com decisão e toquei sua buceta por cima da calcinha. Ela gemeu forte e quase perdeu o controle do carro. Eu, deliciado, já estava de pau duro e com a outra mão belisquei seu mamilo durinho, chamando-lhe de puta.

Em seguida penetrei forte com dois dedos pela lateral da calcinha, e o mel daquela xoxotinha escorreu todo para a palma da minha mão. Ela gemia e falava que eu era um canalha, um estrupador safado. Ela parou próximo ao meu prédio e mandei-lhe seguir com o carro. Vocês tinham que ver aquele rostinho lindo completamente transtornado pelo tesão. Eu já não agüentava mais de vontade de ver Joana gozando. Entramos numa rua deserta e ela perguntou, gemendo forte:

— O que você vai fazer comigo? O que você quer, negão? Me foder?

Não falei nada. Abaixei o banco dela e deixei 3 dedos entrarem na sua xoxota, com uma certa força, fazendo pressão naquele pontinho que parece um ossinho, logo acima da entrada da vagina. Ela pirou e gozou imediatamente. Um gozo farto, melado, que veio forte, quase como um jorro, babando toda a calcinha e meus dedos. Lambi um pouco daquele suco e passei o resto nos lábios e nos seios dela, lambendo tudo depois.

Ainda brinquei um pouco com a calcinha antes de tirá-lá. Enfie na bundinha e na racha e fiquei curtindo o visual. Que tesão! Ela me beijou gostoso e mordeu meu lábio inferior, esticou a mão e pegou meu pau, já completamente duro. Joana riu quando sua mãozinha não conseguiu se fechar em torno do caralho. Como a cabeça não passava direito em sua boca, ela lambeu gostoso, mordiscou dos lados e passou a língua de forma tesuda no meu saco raspadinho. Ao mesmo tempo me masturbava e gemia coisas como:

— Põe essa pica em mim, crioulo safado! Fode sua branquinha, mete essa pica com força e me arregaça! Quero mamar essa porra toda! Esporra na minha cara!

Eu aproveitava cada minuto daquele boquete divino, já esquecendo do perigo de estar fodendo na rua. Alguns carros passavam e nós nem ligávamos. O cheiro de foda dentro do carro era um tesão a mais e ver aquele rostinho lindo chupando meu pau me tirava do sério. Parei com a mamada e levantei as pernas dela. Na maldade, rasguei a calcinha e ela quase não acreditou quando fiz isso. Coloquei-a de quatro no banco do motorista e enfiei o pau naquela buceta carnuda tão sonhada.

Fodia com fúria e logo nas primeiras estocadas ela gemeu forte e deu outra jorrada, como eu nunca tinha visto antes. Tirei meu pau de dentro dela e dei para que ela mamasse outra vez. Ela chupou e começou a falar, como se estivesse em transe:

— Que delícia o gosto da minha buceta na sua pica. Goza! Mistura tua porra com a minha!

Relaxei e esporrei gostoso naquela boquinha. A porra vazava pelos seus lábios e ela deixava escorrer para o queixo, uma das poucas sacanagens que ela sabia que eu adorava. Foram 6 jatos fartos de porra, que delícia. Ela mamou gostoso, a boca cheia de esperma, com um sorriso safado, de quem quer mais. Beijei forte aquela boca que havia me causado tanto prazer e coloquei-a de quatro novamente.

Chupei a buceta toda melecada por trás. Lambia o clitóris durinho. Era bem grandinho e quando puxei aquela pelezinha para trás ele cresceu e ela gemeu de novo, pedindo para eu meter mais dedos. Puxei um pouco do melado da xoxota e meti um dedo no cuzinho rosado. O gemido não sai da minha cabeça. Como é gostoso sentir o cheiro, o gosto e os sons de uma mulher com tesão.

Dentro do universo pequeno do carro dela, a experiência sensorial era ainda mais concentrada. Colocar o dedo naquele rabo só me deu ainda mais vontade de descobrir se meu pau caberia no cuzinho de Joana. Mandei ela sentar no meu pau e o caralho entrou fácil, macio. Algumas estocadas e ela já estava gozando, beijando minha boca ao mesmo tempo que eu tocava aqueles biquinhos durinhos, que peitinho lindo!

Numa das subidas dela, o pau escapou e quando ela foi meter de novo, me mexi e a pica foi parar na porta do cuzinho. Nunca tive uma penetração tão gostosa! O gritinho veio junto com a passagem da cabeça pelo anelzinho. Ela soltou o corpo e a pica deslizou para dentro. Virei o corpo sem tirar e bombeei de quatro. Delícia.... ela gemia e não há duvida que os carros que passaram na rua entendiam o significado daquela movimentação.

Coloquei a mão por baixo para masturbá-la, e ela já estava tocando o grelo... deixei. Queria ver aquela menina gozando pelo cu. Joana. Então corcoveou e rebolou mandando eu socar a pica no rabo dela. Atendi seu desejo e ela pediu para que eu avisasse quando fosse gozar. Dei uns tapas gostosos, deixando a marca da minha mão na sua bunda. Ela começou a gozar, do mesmo jeito louco que das outras vezes, as coxas babadas, melecadas com o caldo dela. Meu pau fazia aquele barulhinho tesudo, de molhadinho.

Avisei que ia gozar e ela virou-se(não sei como!) e meteu a pica na boca. Enfiou a mão esquerda por debaixo da minha bunda e sem o menor pudor, enfiou o dedo médio no meu cu. Espirrei uma cachoeira de esperma na boca da daquela putinha, que gozada gostosa! Ela brincou com a porra, me beijou durante alguns minutos e me abraçou. Relaxamos, eu guardei a calcinha dilacerada no bolso e ela me levou em casa.

Na quarta feira ultima nos separamos. Ela, ao se despedir, disse que a experiência havia sido forte demais e teve medo de não ser igual numa próxima vez. Não forcei a barra. Mal sabe ela que seria bem melhor.

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Loirinha Bronzeada e Sozinha

Imaginem uma loirinha de 2O anos com um corpinho de 16. Era verão e eu estava muito bronzeada. Eu tinha uma vontade enorme de me mostrar e deixar os caras excitados. Na casa de praia de uma tia me vi sozinha por dois dias pois ela iria visitar uma amiga que estava em uma praia ao lado e eu ia ficar sob os cuidados de uma vizinha. Eu estava realmente excitada com aquela situação.

Era uma sexta feira e fazia muito calor por isso coloquei um biquíni de cordinha bem pequeno e apertado na pare de cima. Meus peitos são fartos só ficavam com os biquinhos tapados. Eu passei o dia inteiro tomando banho de sol e desfilando para dois pedreiros que concertavam o telhado do vizinho. Os caras já estavam loucos. Um deles era negro (o que me deixava mais excitada, ficava imaginando o pau negro dele na minha pele dourada e em meus seios) e tinha uns 35 anos o outro era branco, mas tinha o cabelo moreno.

Eu descobri que era tarada, pois eu tinha muito medo e nunca tinha transado realmente, não até o fim. Naquele dia eu passava a mão pelo meu corpo, fingindo que eles não estavam ali eu nem olhava para eles. De repente um deles veio pedir água para mim, ele estava suado e fazia questão de demonstrar que estava olhando para o meu corpo. Eu fui em direção à geladeira e deixei-o apreciar minha bundinha, quando me virei ele estava com a mão no pau e pediu para usar o banheiro, eu mostrei onde era e fiquei sentada perto tentando olhar, ele viu e começou a se masturbar, eu fiquei com medo, ele voltou para o trabalho.

Mas isso me deixou mais excitada, no final da manhã eu já estava tomando banho de sol com as cordinhas desamarradas e sem a parte de cima, quando chegou uma amiga minha e viu o que eu estava fazendo e entrou na jogada. Ela era mais piradinha do que eu e mostrava os peitos para quem quisesse ver. Não demorou muito e o cara negro desceu da escada e veio em nossa direção, ele estava só de bermuda e com o pau bem duro, pediu um copo de água e ficou olhado para os peitos da minha amiga, eu que estava com as cordinhas desamarradas segurei de um lado e pedi para ele amarrar do outro, ele me botou sentada no colo dele, eu senti o pau dele na minha bunda , ele amarrou , mas quando eu me levantei ele começou a pegar na minha bunda; eu fiquei louca de tesão e não me dei conta que estava no meio do pátio. Ele esfregou o pau na minha bunda e eu entrei assustada e chamei minha amiga que ficou só olhando.

Nós entramos e fomos para a parte dos fundos, onde abrimos a porta. No meio da sala ele sentou e ficou se masturbando, eu e ela ficamos olhando e meio sem saber o que fazer (eu tinha 20 anos, e ela tinha 18) nos sentamos em volta dele. Eu coloquei meus pés no pau dele e comecei a masturbá-lo, ela levantou-se e deu a bunda para ele chupar. Ele era um negrão e o contraste entre nossas cores me dava tesão. Cheguei mais perto para ver melhor seu pau e com as duas mãos o coloquei na boca, esfreguei em meus seios, na minha bunda... Ele queria que eu sentasse, mas eu tive medo. Minha amiga estava de quatro para ele e ele fodia ela com o dedo.

Foi a coisa mais excitante da minha vida. Ele queria a todo custo que nós déssemos para ele e nos chamava de putinhas. Disse que queria gozar e minha amiga começou a chupar seu pau junto comigo, nossas línguas se encontrava e o seu membro latejava. Ele gemia e nos xingava. Ela decidiu sentar na cara dele enquanto eu enfiava todo seu pau na boca, logo ele disse que ia gozar e fiquei esperando sua gozada dentro da minha boca que engoli tudo.Troquei de lugar com minha amiga e gozei também.

Nunca mais vou me esquecer do constrangimento que ficamos depois, fiquei deitada com as pernas moles enquanto ele botava a bermuda, minha amiga estava sentada e disse para ele ir embora, ele apontou para mim e disse que voltava no outro dia.. Mas essa é outra história tão excitante quanto esta.
Um beijão para todos vocês e obrigado se vocês publicarem essa história neste espaço. Sei que não sou escritora mas precisava compartilhar essa história. Por favor não publiquem meu email...

Conto erótico recebido por email – autora anônima

A Disputada Federal

Desde que me mudei para Brasília não consigo mais dormir sozinha. A solidão do poder, felizmente, está longe da minha cama. Ao contrário do que alguns pensam, a cidade é uma festa. Como o meu noivo viaja muito coleciono namorados. Sorte que por aqui todos são muitos discretos. Por conta do trabalho minha preferência sexual recai sobre o pessoal dos consulados. É fascinante provar homens das mais variadas nacionalidades. Mas, cá entre nós, continuo preferindo vocês, os brasileiros.

Minha última aquisição entre os compatriotas foi um empresário da construção civil. Com ele pude realizar uma das grandes fantasias sexuais que cultivava: transar num prédio em obras e mais: com todos os peões trabalhando ao mesmo tempo! Carlos (vamos chamar assim o meu namorado) achava a idéia uma loucura e sempre adiava a nossa engenhosa trepada. Capitulou quando interrompi um super-boquete e decretei:

- Só continuo se for no último andar do prédio que você está construindo.

Com o pau na mão ele não teve alternativa... Quando chegamos na obra os olhares da galera convergiram para minha minissaia, claro. Carlos estava visivelmente puto e só relaxou quando entramos no elevador de capacete de pedreiro e tudo.

Ali mesmo recomecei o trabalho que tinha interrompido, lambendo aquele cacetão lustroso. Quando chegamos na cobertura em construção continuei com o pau na boca andando toda desajeitada com a mão de Carlos a me beliscar a bunda. Ao chegarmos no terraço ele parou e eu pude arrancar daquele caralho um jorro quente de porra.

- Você é doida de pedra mesmo. Vamos embora. Daqui a pouco pode chegar alguém.

Falando assim Carlos demonstrava que, definitivamente, não me conhecia. A festa estava apenas começando e fiz questão de dizer isso antes de voltar a mamar o compasso do meu engenheiro. Quando o bicho estava no ponto, me encostei no parapeito pedindo para ser enrabada. Uma linguada no meu cuzinho foi a introdução. O divertido é que lá embaixo os peões trabalhavam na obra do playground sem saber de nada.

Carlos comia minha bundinha com o maior carinho, indo e vindo em movimentos circulares e certeiros, me dando o máximo de prazer. Gozei no justo momento em que ouvi o barulho da porta de um elevador se abrindo. Dei uma espiadela e vi que era Tião, o mestre-de-obras, admirado com o que estava vendo. Compenetrado, Carlos nem notara a presença do empregado que, àquela altura, se escondera atrás de uma pilastra.

Depois de gozar, Carlos disse que ia descer, pois estava atrasado. Avisei que ia em seguida:

- Vou procurar algum lugar para me limpar.

Carlos desceu e eu continuei no mesmo ponto, com a bundinha levemente empinada, admirando a vista de Brasília, certa de que Tião logo apareceria.Mesmo esperando, arrepiei ao sentir aquela mão calejada apalpar minha bunda. A rebolada foi instintiva e deixou mais louco o peão. O tempo todo continuei a olhar para a frente, deixando o resto por conta de Tião. Experiente, ele dispensou o meu cuzinho e foi enfiando bem lentamente na minha xaninha. O tamanho do bate-estaca era incrível, me provocando uma sensação de ardência e excitação. Para evitar um grito, fiquei chupando meus dedos. Enlouquecida, rebolava cada vez mais, com aquela pilastra entalada na minha xoxota chapiscada de prazer.

Pena que Tião gozou logo, enchendo todo meu corpo com o gostoso cimento branco que saía dele. Ao ouvir o barulho do elevador descendo, respirei fundo, me ajeitei e fui embora anestesiada. Na cama ou em pé, doutor ou pedreiro, o brasileiro realmente é o melhor.

Conto erótico recebido por email – autora anônima

Chuva Negra na Minha Horta

Quando eu era adolescente, morei no interior de Minas Gerais e foi lá que conheci Fernando. Estudamos juntos e, apesar das trocas de olhares, infelizmente não passamos disso. Aos 16 anos, fui morar em Vitória, Espírito Santo, onde me casei e tive duas filhas. Sempre retornei a minha cidade natal, mas nunca me encontrei com meu coleguinha. Soube por terceiros que ele também havia saído dali para estudar na capital mineira. Fernando fez curso superior, se casou e teve duas filhas também. Anos depois, voltou para o interior.

Depois de 17 anos, agora já separada do meu marido, encontrei casualmente com aquele menino, que se tornou um homem maravilhoso. Parece um príncipe negro que caiu na minha vida como um temporal intenso. Ele tem uma boca linda, lábios grossos e sensuais, capazes de levar qualquer mulher à loucura quando chupada por eles. Tem um bigode bem excitante e, assim que vi, fiquei molhadinha só de imaginá-lo roçando meu grelinho.

Modéstia à parte, também não fico para trás. Apesar de ter ficado grávida duas vezes, tenho um corpo provocante: pernas grossas, bumbum grande, cintura fina e uns peitinhos gostosos. Um conjunto harmônico que, com certeza, deixaria qualquer homem excitado. Com o meu príncipe negro não foi diferente: ele também me desejou, queria conhecer melhor as minhas curvas deliciosas.

Um dos nossos encontros aconteceu no carnaval, quando ele veio à minha cidade com a família. Eu estava com umas amigas na piscina de um hotel à beira-mar e levei um susto ao vê-lo. Olhou bem fundo nos meus olhos e entendi tudo: precisávamos ficar a sós. Saí de fininho, sem que minhas amigas percebessem, e nos encontramos no carro de Fernando. Nos amamos alucinadamente. Nossas roupas foram arrancadas facilmente, nos deitamos no banco traseiro e começamos a nos beijar por inteiro. Que delícia! Que loucura maravilhosa!

O Fernando é um expert na arte de excitar uma mulher. Beijava-me na boca, nos seios, na minha barriguinha, no grelo, nas coxas... Consegui me ajoelhar e abocanhei aquele mastro enorme e duro que mal cabia na minha boca. Chupei, lambi e tentei engoli-lo o máximo possível para levar meu príncipe à loucura. Sempre que podia, eu parava um pouquinho só para admirar o cacete que, naquele instante, era só meu.

Quando já não agüentávamos mais, ele se sentou e eu fiquei sobre ele, de modo que pudesse chupar minhas tetas deliciosas. Fomos nos ajeitando até que aquela pica negra e grossa começou a entrar no meu buraquinho já latejante, lambuzado de tesão e de saliva do meu homem. Num vaivém frenético, abraçados e suados pelo esforço e calor dos nossos corpos, chegamos no limite máximo, sem nos preocuparmos com a possibilidade de que alguém aparecesse. O gozo final expressava a relação dos corpos ardentes. Naquele momento de amor e tara, ele derramou sêmen sobre o meu corpo.

Infelizmente, não pudemos partir para um segundo tempo, já eram 15hs e a esposa de Fernando o esperava para retornarem a Minas Gerais. Cheguei ao hotel em transe. Olhei para minhas amigas e fui andando devagar em direção ao chuveiro da piscina, enquanto escorria pelas minhas pernas o esperma ainda quente do meu príncipe.

Foi divino! Maravilhoso.

Conto erotico enviado por email - by Anônima

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