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Surpresa

O que vou contar agora foi algo que há dois anos atrás transformou minha vida. Preciso fazer uma introdução para que todos entendam o porque do título deste conto real. Casado na época do ocorrido há 9 anos, pai de 3 filhos e com uma mulher exemplar no que diz respeito a companheirismo, amizade e fidelidade.

Apesar de não ser muito ligada a sexo ela com o passar dos anos passou a fazer tudo que se possa imaginar em relação a sexo, isto é claro devido as minhas constantes exigências, já que eu nunca havia saído com outra mulher depois de casado e então quem teria que atender as minhas fantasias , claro seria ela e assim foi.

Baseado nisto dentre outras coisas fazíamos sexo sempre usando consolos desde muito pequeno até enormes, sempre precisávamos lavar a todos e esconder pois como já disse tínhamos 3 filhos. Em um certo dia cheguei em casa cedo e a cama estava toda desarrumada senti que minha esposa ficou surpresa com a minha chegada mas nada além disso, porém quando entrei no quarto para trocar de roupa achei um dos consolos caído embaixo da cama, para não despertar suspeita não mexi e alguns minutos depois voltei ao quarto e não estava mais lá.

Aquilo me deixou encucado já que nem na minha presença ela gostava de brincar com o consolo sozinha, as vezes eu pedia e ela não fazia, aí pensei nada demais, pois eu também me masturbo, e o tempo passou, dois meses depois cheguei em casa novamente cedo e ela ainda não tinha chegado do trabalho devido a um acidente na Av. Brasil, estava eu na cozinha tomando um café quando ouvi chamarem por ela bem baixo e a voz vinha do muro ao lado , ou seja da casa da vizinha, vizinha esta que tinha um filho de 18 anos chamado Beto, e era ele que a chamava, achei estranho e fui falar com ele, de repente seria a bola de futebol que caíra no meu quintal

Quando cheguei de um ponto que ele não me via ainda, mas eu já o via, reparei que estava só de cueca. Parei e aí maldei tudo, fiquei quieto e deixei ele chamar novamente, quando ele fez isto respondi baixinho forçando uma voz feminina que sei imitar bem, para ele ir embora que meu marido voltaria cedo hoje. E ele respondeu o seguinte: 

- Estou só de cuecas e de pau duro, e meu amigo Vander só esta esperando o meu sinal para pular o muro também.

Fiquei tonto e novamente fazendo voz feminina mandei eles voltarem no dia seguinte, ele se foi. No dia seguinte é claro deixei meu carro lavando no posto e cheguei bem cedo minha esposa chegou logo depois mas não me viu pois eu estava escondido no banheiro de empregada que ela já mais usa. Mais ou menos 1 hora depois Beto pulou o muro já com o seu amigo Vander que era um outro rapaz mais novo ainda porem do mesmo porte do Beto e ainda um pouco gordo.

Eles entraram sem chamar a porta dos fundos já estava aberta aí fui para um lugar que já tinha preparado para assistir o que iria acontecer de camarote era pela janela lateral do quarto pelo vitro de cima que eu já havia aberto antes deles chegarem, foi só levar uma escada de armar e ficou fácil. Quando eles entraram no quarto ela estava deitada de bunda para cima com uma mini calcinha. Minha esposa não é nenhum avião, mas uma mulher com cara de séria, mulher madura e com uma bunda maravilhosa.

O Beto se encaminhou direto para onde eu escondia os consolos enquanto o Vander foi passando a mão pela bunda de minha mulher e ela sem falar nada só gemia percebi ainda que Beto trazia com ele uma máquina fotográfica depois de pegar os consolos disse para minha mulher que já estava de quatro sendo chupada, que ele iria tirar fotos dela dando o cu, para os consolos e para o Vander, já que ele era o seu amigo de número 5 que comia a bunda mais gostosa do bairro

Inicialmente ela disse que não, então ele disse que então iria embora com seu amigo e não a comeria mais, neste instante ela virou-se de frente e disse: Isso não, isso eu não agüento, pode tirar foto a vontade, nisso começou a chupar o pau do Vander que era bastante grande pela idade que fiquei sabendo no transcorrer da foda que tinha 16 aninhos.

Enquanto isso Beto tirava foto de todas as formas, chegava a quase encostar a máquina na buceta dela e nu cu, e depois mandou ela sentar em cima do pau do Vander enquanto ele enfiava o consolo maior e mais grosso no cu dela e tirava fotos a festa durou 1 hora no meio da brincadeira eles gozaram no copo para ela beber, depois enfiaram os dois paus ao mesmo tempo em sua buceta e tudo regado a foto, e importante dizer que eles só a tratavam de puta, vagabunda, vadia etc. e ela adorava por fim enfiaram uma garrafa de coca média e ela pedia mais.

Desci da escada e fui para os fundos da casa e liguei para ela do celular, ela atendeu pois tenho um telefone na mesa de cabeceira e perguntei se estava tudo bem e ela respondeu que estava maravilhoso, pedi para ela esperar um pouco pois eu estava no trânsito e tinha um guarda no sinal, e nisso voltei para o camarote e pude ver que enquanto ela falava comigo eles continuavam com a garrafa enterrada nela e passando seus paus pelo seu rosto e telefone que ela chupava a tudo.

Ouvi quando perguntaram quem era e ela disse que era o corno, aí eles pediram para ela não desligar porque queriam come-la enquanto ela falava com o corno, desci novamente da escada e voltei a falar e sentia sua respiração ofegante ela me perguntou que horas eu chegaria e eu disse que em meia hora estaria em casa , desliguei e fui pegar meu carro quando voltei estava tudo arrumado ela inclusive já tinha ido buscar nossos filhos que estava na casa de sua mãe que mora perto.

Me recebeu como sempre com muito amor e carinho, só que a partir deste dia a trato como uma puta, até porque contei a ela dias depois que tinha visto tudo e inclusive peguei depois as fotos com o Beto e sempre que ela não quer atender a algum pedido meu faço chantagem com as fotos e ela sempre é claro cede aos meus pedidos.

Hoje em dia Beto faz parte da nossa vida sexual além de alguns dos seus amiguinhos. Já colocamos Ana Lúcia minha mulher para transar com cachorros, cavalo e até um boi na fazenda do pai do Beto, e agora acho que ela não consegue mais ficar sem essas loucuras, pois sempre que ficamos mais de uma semana sem isso ela implora por uma loucura.

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Minha Esposa Chupou um Cacetão na Minha Frente!

Desde o início de nossa relação, sempre tive um diálogo aberto com minha esposa. Trocamos nossas fantasias e sempre que possível realizamos as fantasias um do outro. Devido a estas nossas conversas fiquei sabendo que minha mulher tinha uma fantasia sexual desde a sua adolescência e que nunca conseguira realizá-la. Esta seria o desejo de transar com um homem bem dotado. Como estes que aparecem em filmes pornôs.

Como o meu pau é de um tamanho normal (16 cm) e por também sempre fantasiar ver minha esposinha dando para outro homem achei que seria uma boa oportunidade de realizarmos ambas as fantasias. A única exigência que fiz foi de que eu escolheria o macho para ela. A safadinha concordou na hora e disse as características que o homem deveria ter para satisfazer suas vontades insatisfeitas desde a sua juventude.
Não demorou muito e encontrei um rapaz que acreditei ter o que minha esposa queria.

Era um rapaz novo, de uns vinte e três anos, atlético e diziam as meninas do meu trabalho, que ele possuía um membro enorme e grosso. Sem me perder em aproximações que poderiam ser mal interpretadas pelo rapaz. Tratei de abrir o jogo com ele. Contando nossos desejos e pedindo sigilo absoluto caso algo acontecesse. Há princípio um pouco surpreso, foi se soltado e logo pediu para que marcássemos um encontro.

Combinamos em um bar onde tomamos algumas cervejas, eu podia perceber a inquietação de minha esposa que não parava de se mexer em sua cadeira. Ela ficava medindo o rapaz das cabeças aos pés, focando principalmente no volume de sua calça. Já embalado pelo álcool pedi que ele mostrasse o tamanho de sua ferramenta para minha esposa.

Discretamente e escondido sob a toalha da mesa ele puxou seu membro para fora e um grande cacete apareceu. Cabeçudo, duro e ameaçador. Minha mulher soltou um gritinho de admiração por aquilo tudo. Pedi para que ela pegasse no pau para ela confirmar que havia gostado. Receosa por alguém ver alguma coisa, ela colocou a mão em suas coxas e a dirigiu para o seu membro o apertando gostoso.

Achei aquilo um tesão, ver minha esposa na minha frente pegando no pau de outro macho, então pedi para que fossemos logo para um motel. Chegando lá minha mulher estava nervosa e ria a toa dizendo nunca ter visto um cacete daquele tamanho, assim ao vivo. Disse até que pensou que os caras pauzudos dos vídeos pornôs, não existissem e que a sua "grandeza" fosse fruto de algum efeito especial.

Curiosa perguntou para o rapaz quanto mediria o seu cacete. Ele, orgulhoso de sua ferramenta disse com a boca cheia que deveria ter mais ou menos 25 cm. Excitado com aquela admiração toda de minha esposa o rapaz pediu que ela o chupasse logo, pois não agüentava mais de tesão. Minha esposa deu uma olhada para mim, como se pedisse permissão para continuar a aventura e eu acenei com a cabeça consentindo.

Ela passou a lamber a cabeçona como se fosse um pirulito, aos pouco foi colocando a cabeça na boca e em ritmo crescente foi lambendo toda sua extensão até chegar aos seus pentelhos. Ela ergueu seu pau e lambeu as bolas, colocando suavemente uma a uma na sua boca sugando com maestria. Eu via tudo aquilo e ficava louco de tesão, sabia que minha esposa era mestre na arte de chupar e que o cara deveria estar indo as estrelas com a boquinha de veludo da minha mulher. Para confirmar seu prazer ele não demorou a gozar esporrando na cara de minha esposa, gemendo como um doido...

Ela, satisfeita por ter feito aquele "gigante" gozar, sorria toda melecada com a porra e dizia que tinha sido ótimo, havia adorado por ter um membro daqueles a sua disposição. O cara arfava sem ar devido ao prazer intenso que sentira e depois daquilo, como havíamos combinado entre nós antes, fomos embora do motel.
Deixamos o rapaz em casa e transamos somente nós dois, pela noite inteira. Nunca sentimos tanto prazer em transar como naquela noite. Parecia que havíamos voltado para nossa adolescência.

Descansando, depois de uma foda bem dada, acertamos que na próxima vez ela sentiria o poder daquela vara na sua bucetinha gostosa e isso acabou acontecendo exatamente dez dias após este nosso primeiro encontro. Como foi? Isto eu conto em outra oportunidade se assim for à vontade de vocês leitores desta história.

Conto erótico recebido por email - Casal Iniciante no Ménage


A Festa na Multinacional

Papeando com um grande amigo na praia meio deserta outro dia, quando são poucos os freqüentadores não tendo sol, escutei uma história das mais estranhas. Inclusive ele disse que ia me contar uma coisa muito secreta, porque confiava totalmente em mim e essa história estava até tirando o sono dele, razão pela qual queria saber minha opinião a respeito do que ia me narrar. Já super curioso com o que seria, fiquei atento ouvindo.

Otávio, que é o nome dele, é casado com uma moça bem bacana em todos os sentidos, de nome Maria. Ele me disse que uma certa noite, ainda cedo, lá pelas sete horas, o diretor da multinacional onde a esposa trabalha tinha convidado alguns chefes de setores, homens e mulheres, e ele também (que sempre sai de seu emprego e vai buscar a mulher no dela), para tomarem umas bebidas num bar da moda, bem perto da empresa.

Isto faz parte da filosofia das grandes empresas, para motivarem seus funcionários num contato mais direto entre chefias e demais empregados. Como sempre nessas reuniões de colegas e chefes, o pessoal vai bebendo, bebendo, enquanto fala do trabalho, e alguns bebem mais do que podem. Foi assim que um dos tais chefes bebeu tanto que ficou caído numa mesa grande, criando um certo constrangimento para a turma diante dos olhares dos outros fregueses.

Aí a esposa de meu amigo falou que como a empresa era em frente, ela e o marido iriam levar o bêbado para lá, onde lhe dariam bastante café, e Otávio disse mesmo que o colocaria no chuveiro, e se isso não bastasse, eles o deixariam dormindo num sofá.

O diretor e os demais funcionários disseram que isso seria ótimo, e o casal foi levando o bêbado, com certa dificuldade. Ele teria uns 56 anos, e era gordo, o que dificultava muito seu transporte para a empresa. Quase chegando à porta da firma, o bêbado deu uma certa melhorada e disse:

- Quem são vocês e para onde estão me levando?

A esposa de meu amigo disse que eram seus colegas de trabalho e iam tomar café, ao que ele disse:

- Que café. Eu quero é vodca.

A muito custo o casal conseguiu chegar à sala do bêbado e em pé, junto a duas mesas de trabalho, o bêbado, ainda tonto, abriu bem os olhos, piscando, e momentaneamente, conseguindo firmá-los, disse:

- Quando bebo eu fico com muito tesão e quero foder uma mulher.

Enquanto Otávio estava procurando a garrafa térmica com café, sua esposa se encostou à mesa de trabalho do bêbado, porque ele ficou em pé na sua frente, caindo por cima dela com todo o seu peso, e ela tentou ampará-lo, quase caindo ao chão os dois. E o bêbado continuou dizendo:

- Olha minha piroca tá dura.

Dizendo isso, botou o pau para fora, que verdadeiramente era imenso, e estava durão. Ato contínuo, o bêbado fixou bem os olhos na esposa de meu amigo e se projetou para cima dela, gritando:
- Você é mulher, vou te foder.

Devido ao seu peso, de uns 8O ou mais quilos, ele se jogou sobre Maria, empurrando-a, e ela, frágil, caiu de costas, inclinada sobre a mesa, ante o impacto do peso corporal, e ao mesmo tempo em que, surpresa e imobilizada, gritava pelo marido, o bêbado levantou seu vestido e com força abriu suas coxas, rasgando sua calcinha frágil, com a mulher berrando apavorada para o marido:

- Ai, depressa, ele vai me foder. Socorro. Otávio me acode.

O marido, vendo a cena, desesperado e surpreso, gritou:

- Espera aí, amor. Vou apanhar um ferro ou qualquer coisa e vou dar uma porrada na cabeça desse safado.

Só que enquanto ele procurava o tal objeto pesado o bêbado conseguiu com sua força descomunal, abrir a vagina da mulher, e foi forçando a enorme cabeça de sua pirocona na buceta de Maria. Quando Otávio chegou, com uma estatueta de bronze pesada para bater na cabeça do bêbado, gritando que tinha que bater com cuidado senão ele poderia matar o desgraçado, a esposa, já totalmente com o caralhão enfiado em sua buceta, sentiu algo gostoso com a estranha foda e suplicou:

- Não, Otávio, você pode matar ele. Ele já está me enfiando a piroca. Aiiii. Ela é muito grande e muito grossa. aiiii, ela já está entrando, nãooo. Meu aaamor, agora ele já me enfiou tudo. Eu tenho medo de você matar ele com esse peso. Espera e deixa-o gozar, depois ele nem vai saber o que me fez. Relaxa e deixa, porque daqui a pouco ele vai gozar; e depois ele está tão bêbado que amanhã não vai se lembrar de nada. Aiii. Que pirocão. Esse bêbado safado tem uma piroca enorme e muito grossa. Ela está começando a me deixar com muito tesão, amor. Na verdade estou até gozando. Aiiii, esse desgraçado é bom de foda. Ai, Otávio, meu amor. Vou gozar querido. Mete bêbado safado, você não quer me comer? Então fode, empurra toda essa pirocona e goza. Me fode toda, mete. aiii.

E assim falando Maria gozou adoidado na frente de Otávio, que estava perplexo, sem saber nem o que pensar parado, olhando a esposa foder. E o estranho mesmo é que com a cena o marido acabou por ficar de pau duro também, completamente excitado, vendo sua mulher sendo fodida bem na sua frente. O bêbado, terminando de foder, ficou caído no chão, e o casal ainda excitado com tudo achou melhor ir embora, antes que alguém da firma fosse até lá para ver porque eles estavam demorando. Voltando ao tal bar onde estava todo mundo da empresa, eles disseram que tinham dado café, mas o bêbado não melhorava, molharam sua cabeça, e mesmo assim ele ficou caído, e aí eles acharam melhor deixarem-no deitado num sofá. O diretor disse:

- Ótimo, porque mais tarde os seguranças vão chegar e depois eu telefono para eles da minha casa.

Vocês fizeram um bom serviço, muito obrigado mesmo.

Dizendo isso, o meu amigo, bem envergonhado, me disse:

- Puxa vida, em mesmo não estou me entendendo. Pode uma coisa dessas? Eu sei que minha mulher me ama e eu a amo também, mas o certo é que isso nos deixou bem tesudos, com a cena de minha esposa sendo fodida por aquele bêbado.
Eu respondi que em matéria de sexo tudo é possível, até o que a gente nem imagina.

Conto erótico recebido por email - by Marcelo

Relatos de Minha Esposa

Uma das coisas que mais me excitam é quando minha esposa Janaina me relata a noite as cantadas que leva durante o dia. Uau, é uma coisa de louco! Fico em ponto de bala. Quer saber algumas delas? Num carnaval em Salvador, no meio da multidão, enquanto observávamos o desfile de um trio elétrico, veio um negão por trás e levantou a saia dela sem cerimônia, passando o pau nas coxas dela. Janaina agüentou firme e não fez escândalo.

Ficou suja com a porra do cara e tudo bem... Ela só me contou isso quando estávamos no quarto do hotel. Disse que ainda olhou para trás, viu o rosto do cara, mas, como estava gostando, não falou nada. Em outro carnaval, desta vez no Rio, num camarote de um clube, enquanto eu dava tranquilamente uma volta pelo salão, dois rapazes a enconcharam enquanto sambava, sentindo-se o recheio daquele sanduíche singular.

Janaina notou quando um deles tirou o pau para fora e masturbou-se, alcançando o orgasmo. Ela deu o endereço a um deles, que a procurou no dia seguinte. Depois foram a um motel onde rolou tudo a que tinham direito. Nas mais variadas posições, ainda em ritmo de samba. As aventuras não param por ai. Num elevador de hotel, em São Paulo, Janaina percebeu que um homem posicionou-se por trás e começou a encostar o cacete na bundinha dela. Após parar em vários andares, o elevador foi esvaziando.

Ela, porém, continuava do mesmo modo que estava e o rapaz também não se afastava. Quando chegaram ao ultimo andar saltaram e, como não havia ninguém por perto, subiram para o terraço. Enquanto ela olhava a vista panorâmica o rapaz por trás subia a saia e começava a fazer quase da mesma forma que o parceiro baiano da primeira historia. Colocou o pau para fora e com medo de serem flagrados por algum funcionário ou hospede do hotel, fizeram sexo em pé mesmo, sem trocarem uma só palavra.

O camarada tinha tanta pressa que, segundo ela, gozou por cima da calcinha, sem penetração. Mas como eu posso acreditar nisso? Creio que ela talvez tenha sido comida por trás. E acho que ela nega este fato porque raramente permite que eu faca sexo anal com ela. Alega que dói demais. Curioso é que depois da transa, cada um foi para o seu lado, sem maiores comentários. Em outro hotel, em Salvador, o gerente convidou Janaina para olhar o pôr-do-sol da cidade.

E, quando ela passava por um apartamento vazio, foi subitamente empurrada para dentro por esse mesmo gerente, que tratou logo de fechar a porta. Em seguida, despiu-a sob alguns protestos. Não devem ter sido muitos. Ela refletiu ou pelo menos disse isso e viu que um escapão seria bem pior, acabando por aceitar a transa. Apos ter sido lambida por ele, muito lambida alias, Janaina foi para a cama com o tal gerente.

Em pouco tempo, ensaiaram uma posição parece mas não e, ou seja, penetração;o vaginal com a mulher deitada de bruços. Não satisfeito, o homem, em seguida, meteu a vara no anus da minha esposinha. Ela sentiu uma dor imensa e dilacerante. Gritou, xingou e ameaçou a chamar a policia, ainda de acordo com o relato dela. Mas ele murmurava no ouvido da vaquinha: Estou gozando, pode deixar que eu tiro logo.

E assim o fez. As vezes, minha esposa me conta estes casos semanas ou meses depois de terem ocorrido. Mas sempre consegue que eu fique com mais tesão. Brevemente, mandarei outras aventuras da mulher com quem me casei ha muitos anos e gostosa pra cacete. Meu e dos outros!

Conto erótico recebido por email - Maridão Corno e Feliz

Raspadinha no Motel

Mesmo com doze anos de um casamento feliz, vida sexual ativa e agradável e toda a criatividade na cama, um dia sentimos que a rotina começava a pintar entre a gente. Teria o nosso tesão acabado? O problema nos preocupou mas, como sempre fomos um casal aberto ao diálogo, conversamos sobre nosso caso e não demorou muito para concluirmos que precisávamos incrementar nossa vida, sem esquecer, é claro, os cuidados necessários. Achamos que a melhor saída seria um ménage à trois.

Colocamos um anúncio no Adult Friend e recebemos dezenas de mensagens. Fizemos uma seleção e escolhemos um cavalheiro que tinha fotos que nos agradou. Interessante foi o pedido diferente que ele fez: gostaria que quando fosse trepar com minha mulher ela estivesse com a bucetinha toda raspada. A sacana da minha esposa adorou a idéia e desde o dia em que soube disso nunca mais aparou os pentelhos para dar aquela cortada depois.

Finalmente, nos encontramos os três na suíte de um hotel onde eu e minha mulher tínhamos nos hospedado antes. Quando Paulo chegou logo ficamos os três nus. Ele ficou deitado na grande cama, muito tranqüilo com as mãos sob a nuca, as pernas abertas e entre elas minha mulher estava a acariciar embevecida o caralhão. Eu os observava e me masturbava lentamente numa poltrona próxima. Apesar de iniciantes,podia se dizer que estávamos calmos. Talvez eu fosse o mais tenso, mas fui relaxando diante do tesão de ver a minha fogosa esposa com outro, ela que até então só transava comigo.

Minha mulher dedicava a maior atenção ao amante mas, por mim, tudo bem. Paulo era a novidade e fiquei no meu canto só olhando e me masturbando. Ela lambia aquele saco e acariciava as bolas com a pontinha das unhas arrancando-lhe gemidos prazerosos. Entre uma chupada e lambida dela Paulo me dizia o quanto estava curtindo aquela sacanagem.

Quem sai na chuva é para se molhar. Como não havíamos estipulado limites (somente o uso da camisinha), eu lhes disse que fossem adiante. Ela tratou de deitar e rolar chupando aquela possante rola. Paulo, vendo que minha mulher não agüentava mais tratou de prepará-la para a raspadinha. Primeiro começou a chupar o grelinho longamente fazendo-a gozar várias vezes. Depois, cobriu seus pentelhos com creme de barbear.

Pediu para que ela mantivesse as pernas abertas e começou a raspá-la com o barbeador num lento ritual. A nossa excitação diante daquela cena foi incrível. Como não estava resistindo ajoelhei-me na cama e meti minha vergalha duríssima na boca sensual de minha mulher. Mal seus lábios envolveram meu pau, comecei a gozar na hora, jogando porra no rosto, pescoço e seios dela. Como para ela tudo era festa, minha querida esposa começou a passar o dedo indicador de uma das mãos pelo esperma derramado sobre si.

Nesse meio tempo, Paulo, que acabara de raspar a xoxota cada vez mais melada de desejo, agora começava a raspar os pentelhos que rodeavam o cuzinho, fazendo-a gemer ainda mais. Quando ele terminou o trabalho, ela praticamente subia pelas paredes de tesão. Paulo colocou a camisinha e, ajoelhando entre as pernas dela, deixou-a na posição de frango assado. Podia ver o rosto feliz da minha amada, enquanto ele ia metendo aquela tora.

Raspada como estava a xoxota dela, eu tive a visão total e absoluta da incrível penetração e de como a bucetinha dilatou-se ao máximo para receber o caralho invasor. Depois de muito tempo, ao senti-la praticamente exaurida, sem forças, finalmente gozou e, entre gemidos e espasmos, ambos estavam ofegantes, quase desfalecidos.

Depois disso, me aproximei dela e, ajoelhando entre as pernas ainda entreabertas, mergulhei meu cacete na xoxotinha. Me movimentei um pouco dentro dela para lubrificar minha ferramenta e virei-a de lado para meter lentamente no cuzinho. Ela gemeu malandramente e tratou de empurrar a bunda de encontro ao meu ventre. Fui até o fim, até meu saco bater no traseirinho macio. Foi eletrizante!

Gozamos a valer com aquelas trepadas no motel. Tanto que já estamos à procura de outro parceiro como Paulo.

Conto recebido por email - by Casal Ardente

Padrinho da Suruba

Sou casada, mãe de dois filhos, trabalho com meu marido em nosso escritório. Somos muito felizes e sentimos tesão um pelo outro. Tenho 28 anos, sou loura, gostosa e taradinha por sexo. Com o passar dos tempos, passei a prestar mais atenção no nosso padrinho de casamento. Flávio também casou jovem, assim como eu, é louro, têm 23 anos, olhos verdes. Depois que comecei a reparar nele, nossos olhares se tornaram mais maliciosos.

Certa vez, encontrei com ele no centro da cidade, mas, como estava com pressa, não conversamos direito. Só que ganhei um elogio daqueles, tipo: Como você está gostosa. Fiquei nas nuvens e pensei que um dia ele seria meu numa cama. Chegando em casa, comentei com meu marido e ela me deu a maior força para sair com Flávio.

O tempo foi passando e, quando ele vinha em nossa casa, passei a provocá-lo com roupas, gestos e até com palavras. Meu marido e eu tínhamos pensado em Flávio até na hora em que transávamos. Eu chegava a chamar pelo nome dele na hora em que estava gozando. Flávio também passou a me provocar, vinha sempre em casa com shorts curtos e apertados.

Que pernas! Não agüentava mais esperar pela tão sonhada noite, até que finalmente aconteceu. A esposa de Flávio foi passar uns dias no litoral e ele foi até minha casa para pedir que nós a levássemos à rodoviária. Na hora de ir, meu marido me disse que iria sozinho e que na volta nós três sairíamos. Meu coração disparou e minha xaninha ficou molhadinha na certeza de que, naquela noite, aquele cacetão seria meu.

Fomos a um bar tomar um drinque e, na volta, entramos num motel. Os três: eu, meu marido e Flávio escondido no porta-malas. Chegando lá, Flávio foi tomar banho e eu fiquei com meu maridinho na cama, só me roçando de calcinha. Quando o querido padrinho de casamento saiu do banheiro, seu pau ficou duro só de olhar minha bunda.

Meu marido o chamou com um aceno e, não sei nem como, ele entrou embaixo de mim e me colocou sentada naquele pau. Eu gemia e pedia que ele enterrasse aquele tronco na minha xoxotinha, lambuzada e apertada. Não sei como agüentei todo aquele pau. Fodemos em todas as posições possíveis e inimagináveis.

 Ele gozou umas três vezes. Na hora em que Flávio me comeu por trás, meu marido deixou de ficar no canto só olhando para chupar minha xaninha por baixo. Mas não me contentei somente com isso. Queria a dupla penetração e ela acabou acontecendo.

Meu marido foi colocando o pau no meu cu, enquanto Flávio me comia pela frente. Era uma orgia total! Acabamos gozando os três juntos. Após um maravilhoso banho relaxante na hidromassagem, começamos tudo de novo. Eu chupava ora um, ora outro. Sentei na piroca de Flávio e fiquei rebolando enquanto chupava o pau do meu marido. Os dois gozaram em cima de mim e gozei como nunca. Tomamos outro banho e fomos levar Flávio na casa dele. Espero repetir essa façanha maravilhosa por muitas vezes e, com certeza, continuarei contando para vocês o nosso tesão em outras aventuras. 

Conto Erótico recebido por email by casal liberal

Surpresa de Uma Fantasia

Há algum tempo tínhamos muita curiosidade em conhecer o sofazão, mas sempre adiávamos, até que um dia um casal de amigos insistiu para irmos juntos, pois também queriam conhecer. Resolvemos então ir. Chegando lá fomos bem recepcionados e nos colocaram a vontade. Dançamos, bebemos e o ambiente começou a tomar um rumo de sensualidade e sacanagem.

Nós e o casal de amigos dançávamos e trocávamos de parceiros. Ora dançava com a esposa dele e ele com a minha. E daqui a pouco elas começaram a tirar as roupas ficando só de calcinha. Começaram a olhar com uma cara de sem vergonha para todos os homens e mulheres. O trenzinho tomou rumo e fomos para o quarto quase escuro para começarmos a transar. Eu com a mulher dele e ele com a minha, depois trocamos.

E naquele clima de tesão outros homens apareciam querendo participar, mas ela não queria. Eu louco para ela aceitar, pois já havíamos feito com os nossos amigos, mas ficava uma coisa meio sem graça, sem novidade. Então de repente apareceu um homem negro e dizia para eu comer ela bem comida. Ela estava de quatro e eu a comendo aí ele começou a passar a mão no bumbum dela e ficava dizendo que era para eu comer ela direitinho.

Ela olhou para trás e me puxou. Disse que queria que aquele negro a comesse. Quando ela falou isso quase gozei. Era uma antiga fantasia dela. Então fiz sinal para ele começar a se aquecer, mas para minha surpresa ele já estava pronto. Sentou-se na cama e colocou seus 24 cm para fora (3 cm a mais que eu), ela abocanhou aquele chocolate e eu me controlando para não gozar...

E depois a mulher do nosso amigo também foi abocanhar o mastro. De repente uma mulher bonita, loira, belo corpo apareceu puxando ele para fora da cama (era a esposa dele) e nosso amigo se foi. E a minha mulher ficou sem sentir aquela pica grande e preta dentro dela. E o sonho foi embora. Continuamos a conversar, dançar e a nos divertir.

Fui ao banheiro e encontrei o nosso futuro amigo, conversamos e ele disse que estava louco para comer a minha mulher, mas que a mulher estava no pé dele. Era a primeira vez que eles estavam freqüentando o Sofazão e era só por curiosidade. Então pedi o telefone dele. Ficamos mais um pouco e terminou a festa. Fomos para casa e transamos pensando na trepada que aquele Negrão daria com a minha mulher.

Resolvi fazer uma surpresa para minha mulher, liguei para ele (Fernando) e fiz uma combinação com ele. Um dia eu a Carla saímos e fomos passear na noite, paramos em um barzinho, e ficamos contemplando a noite. E ela falando que queria encontrar aquele negrão (Fernando) que iria fazer misérias com ele.

Voltamos para casa, tomamos um banho e fomos para nosso quarto para dar uma bela trepada. Transamos e ela falava no Fernando a todo instante. Gozamos e pedi para colocar a calcinha bem enfiada no rabo e ela perguntou o porquê, falei-lhe que queria comê-la de calcinha. Demos um tempo e ela adormeceu. Saí pé por pé do quarto e fui abrir a porta, o nosso amigo estava esperando. Mostrei o quarto e lá estava ela adormecida e com aquela bela bunda para cima.

Deixei-o deitar e ficar com ela, ele deitou já com o mastro em armado, começou a acariciá-la e ela acordou. E quando olhou levou um susto e levantou da cama.. Ele puxou-a e começaram uma ardente transa. Nunca a vi tão excitada, tão molhada. Deixei os dois sozinho no quarto e depois ela me chamou para vê-la sentada naquele mastro foi demais.

Transamos até o amanhecer e tudo isto graças ao Sofazão, hoje a mulher dele é adepta do swing e fazemos nossas festas com aquele nossos amigos, os três casais e outros que conhecemos no sofazão.

Conto erótico recebido por email – Casal swinguer

Minha Mulher

Quando casamos, minha esposa era tímida. Tinha medo do mundo. À medida que o tempo foi passando fui lhe ensinando algumas sacanagens e ela foi aprendendo muito rápido a curti-las. Muitas aventuras, somente entre nós dois. Acontece que, dentro de sua ingenuidade estava o hábito de usar roupas folgadas e sem sutiã.

Ela andava pelo pátio de casa com um vestido verde de algodão e os seus seios balançavam maravilhosamente para todos os lados. Eram grandes e firmes. Deliciosos, daqueles de fazer qualquer homem babar. E ela, muitas vezes, se ajoelhava no pátio para limpar os tapetes com uma escova e seus seios ficavam praticamente amostra para os olhares, por cima da blusa. Esse exibicionismo inocente foi me excitando a cada dia e eu fui conversando com ela a respeito.

E então eu lhe pedia para sair com esse tipo de roupa na rua também. Ela foi pegando um jeito malicioso e começou a gostar disso. Nós íamos às lojas de roupas e escolhíamos em acordo peças de roupas bem pequenas, blusas com decotes e saias curtas.

Ela experimentava e já saia da loja usando-as. Por onde passávamos os homens ficavam de olho grudado nela. Aquilo me excitava muito. Íamos aos bares e eu, sempre que surgia uma oportunidade, lhe pedia para abrir um pouco as pernas e mostrar as calcinhas para alguém. Ela obedecia a tudo o que eu pedia e muitas vezes chegava com a calcinha encharcada em casa. Eu tinha o prazer de chupá-la por inteiro.

Aí começamos a freqüentar os ônibus e lotações da cidade. Ela botava um vestido fino, sem sutiã e sem calcinha e nós pegávamos um ônibus na hora do pique. Sempre ficava um cara grudado no traseiro dela. Pegamos uma vez um minhocão na Bento. Ficamos no meio, na gaita, ela se segurou num ferro que tem no meio do corredor do ônibus e eu me encostei na lateral de frente para ela. Onde ela estava, todos que passavam se esfregavam nela.

Ela me dava um sorriso maroto de prazer. Um cara, uma vez, se agarrou na cintura dela e se aproveitou o que pode. Ela só sorria para mim para ver se eu estava aprovando. Eu fazia sinal que sim e ela continuava a forçar a bunda contra o pau do cara. Nas lotações, sentávamos no último banco e ela tirava a blusa e ficava com os seios de fora e eu chupava-os até alguém entrar no lotação.

Uma vez, numa viagem para a praia de Cidreira, tivemos que ir em pé. Até que um cara a convidou para sentar no lugar dele. Ela aceitou, mas falou que tinha lugar para os dois. Aí, ela sentou no meio dos dois caras, praticamente no colo. Depois ela me contou que o cara devia ser bem dotado, pois sentiu o volume enorme durante o trajeto inteiro.

Uma vez demos uma festa em comemoração ao último dia em uma casa que alugávamos. A maioria das convidadas não apareceram e a festa ficou só com duas mulheres: minha esposa e uma amiga dela que tava com o namorado. Para não estragar a festa pedi a minha esposa que dançasse com os convidados. Ela aceitou prontamente. Ela vestia uma minissaia rodada verde e uma blusinha de alcinhas, rosa. Sem sutiã e sem calcinha.

Cada vez que ela baixava o ombro, a alcinhas caía e a blusa ficava segura na ponta do mamilo. Enquanto ela dançava com os convidados e estes se esfregavam nela tudo o que podiam a alcinhas caiu uma centena de vezes e ela levantou até se cansar, quando se cansou, não levantou mais e os seios ficaram aparecendo.

Foi a sensação da festa. Na madruga, o pessoal meio alto, começou a bolinar minha esposa. Teve um momento que a agarraram em um canto e a lamberam e tocaram em todos os lugares possíveis. Chegou ao ponto de ela me pedir para falar com eles. Eu perguntei a ela se ela estava gostando. Ela disse que estava gostando muito, mas que tinha medo que fosse muito além do que ela pudesse conter e ficava preocupada comigo.

Eu disse a ela que aproveitasse e botasse para fora suas fantasias. Todos a comeram. Até o namorado da amiga, que foi embora indignada. Eu só observei. Foi bárbaro. Depois transamos todo o domingo. E ela finalmente me deu seu traseirinho. Foi uma aventura e tanto. Hoje não fizemos mais isso. Aproveitamos enquanto os filhos não chegaram. Mais valeu a experiência.

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

Motorista de Madame

Tudo começou com a leitura de uma revista erótica onde eu e minha esposa tivemos a idéia de colocar um anuncio com nosso email. Eu jornalista, minha esposa bailarina, iniciantes nas artes do amor a três, tínhamos que redigir um texto diferente. E assim enviamos uma nota mostrando interesse em conhecer alguém, dos dois sexos que atendesse às nossas expectativas.

Para nossa surpresa, nossa caixa de entrada ficou lotada de emails e hoje acreditamos que o sucesso deveu-se ao fato de termos elaborado um texto claro e de alto nível. E assim passamos horas lendo as menagens recebidas escondidos dos nossos filhos com aquele sentimento de cumplicidade, ostoso que une um casal numa hora dessas. Fomos criteriosos.

Olhávamos as fotos. Primeiro decidimos telefonar para uma garota de Santos e ficamos espantados com  a vontade dela. Queria pegar um ônibus imediatamente, dizendo que hospedagem não era problema pois tinha amigos no Rio. Isso nos assustou um pouco. Mas de repente abrimos um email e para nossa surpresa, vimos que nossa busca chegava ao fim.

O autor, que a partir daqui chamaremos de Jorge era o que eu tinha imaginado para a minha esposa, branco, cabelos negros, físico perfeito, limpo, bem vestido. A Sônia é daquelas mulheres, que a cada dia que passa fica melhor. Mãe de dois filhos, corpo escultural, às vezes tímida outras vezes sacana não parece ter 35 anos. Eu, um amante que vê no sexo uma coisa divina, romântica, e inesgotável nas suas formas não tenho vícios, a não ser amar.

O Jorge revelou-se um companheiro ideal. Nos Encontramos num restaurante de um shopping no Rio. A principio percebemos que éramos todos iniciantes naquele tipo de relacionamento. Ficamos amigos, comemos uma pizza tomamos um chope e prometemos nos encontrar. Na volta para casa Sônia manifestou uma insatisfação quanto à idade (23) de Jorge.

Diante desse problema, não manifestei mais o meu desejo que era vê-la sendo penetrada por aquele garanhão. O tempo passou (1 ano) e, em fevereiro deste ano, Jorge ligou para a Sônia dizendo que nunca nos tinha esquecido e que queria nos encontrar. Então de comum acordo, decidimos que era a hora de embarcarmos nas nossas fantasias. Elaboramos um plano. Tudo tinha que ser natural. Sônia morrendo de medo falava:

— Se eu não sentir nada não insiste!

Eu concordei. Marcamos encontro no mesmo local e ao chegarmos Jorge deu dois beijinhos na Sônia e sentou-se no banco de trás. No percurso para o encontro combinamos que se ela sentisse vontade que passasse para o banco de trás, mas ela permaneceu quieta no banco da frente, conversando com o nosso amigo. Decidimos ir ver os ensaios das Escolas de Samba, Salgueiro e Mangueira.

A partir daqui começa a mais bonita experiência que eu já passei e quero testemunhar para que sirva de incentivo a todos aqueles que acreditam na força do amor. Ao chegarmos perto da Praça Saens Pena, onde deveria ocorrer o desfile do Salgueiro, verificamos que não havia aglomeração,e que somente alguns componentes estavam no local. Sônia pediu que eu saíse do carro e comprasse para ela um isqueiro e perguntasse ao pessoal o que tinha acontecido com o ensaio.

Assim o fiz, saí do carro, já com a adrenalina tomando meu coração e imaginado o que iria ocorrer. O desfile tinha sido cancelado e ao voltar depois de comprar o isqueiro vejo os dois se beijando. Dei um tempo. Curti aquela cena. Transportei-me para o corpo de minha mulher, fiquei molhado, senti meu pênis crescer entre as pernas e decidi interromper com uma brincadeira.

Os dois coraram e riram. decidimos então ir na Mangueira. Ao chegarmos lá o ensaio já tinha terminado e rolava um Baile Funk. Ao voltarmos para o carro Sônia manifestou vontade de sentar no banco de trás com Jorge, eu imediatamente encarnei o papel de motorista de madame, não sem antes acertar o retrovisor para tirar uma casquinha do que iria ocorrer. Os dois começaram a se beijar. carícias de todos os tipos que me fizeram errar o caminho.

Passei por dentro de Favelas, becos, ruas sem saída, até que consegui chegar à Av. Brasil e rumar para o motel Comodoro na entrada da Dutra. A recepcionista foi taxativa:

— Três não entram!

Falei para ela que era o motorista da madame. Ela disse que e eu tinha que deixar o casal ali e aguardar do lado de fora. Fui categórico, tinha ordens de não abandonar a madame nem nessas horas e que ia ficar na garagem dentro do carro. Eles engoliram a estória, Mesmo assim tive que alugar um outro apartamento ao lado. Subimos para o quarto. Aí nossos corações podiam ser ouvidos claramente. a excitação era tanta que as nossas calças pareciam que iam rebentar. A Sônia tremia. Entramos no apartamento e eu deixei que as coisas acontecessem. Sentei no sofá apreciando aqueles dois amantes cheios de tesão que agora beijavam-se enlouquecedoramente.

Meu pau latejava querendo sair da calça. As carícias aumentaram e de repente, Sônia para minha surpresa, começa a tirar a roupa de Jorge este a tirar a roupa dela. E de repente na minha frente a cena que eu havia sonhado. Dois lindos corpos se amando, ao vivo. O Jorge era bem dotado, atendia a todas as minhas expectativas de um homem para Sônia.

Mas aí notei que eles estavam constrangidos de eu estar ali sentado olhando para eles. E decidi perguntar se eles queriam que fosse para o outro apartamento. Eu iria até que me chamassem. Jorge ficou quieto mas a safada da minha mulher disse logo que queria. Era domingo, 11 horas da noite. Ao chegar no outro apartamento tirei a roupa, liguei a televisão e tentei fazer passar o tempo, não assistindo filme de sacanagem.

Procurei assistir tv mas era impossível. O tesão e a expectativa me matavam. O que será que estão fazendo?Será que ela está em cima dele? Cisa de que eu tanto gosto. Será que ele está machucando aquela bucetinha apertada com aquele caralho descomunal? E as imagens tomavam conta de minha cabeça..

Assim fiquei uma hora. Passado esse tempo decidi ligar para eles. A voz de minha mulher parecia cansada entremeada de suspiros e pequenos gritinhos. E me pedia para aguardar mais um pouco. Quase fui à loucura. Será que ela seguiu as recomendações, de usar camisinha? Será que ele a machucou? Será que ela chupou o pau dele?.

E pior, será que conseguiu enterrá-lo todo na boca como faz com o meu? Ao entrar no apartamento o fiz bem devagar para curtir aquele momento de pegá-los no flagrante. E assim foi. Ao entrar encontrei Sandra de pernas abertas recebendo aquele falo com toda a vontade. Para minha surpresa o chão estava repleto de camisinhas rasgadas.

Aproveito para denunciar a péssima qualidade das camisinhas nacionais. Os dois nem ligaram para a minha presença e ele, penetrando num ritmo perfeito, já tinha desistido da camisinha e agora fodia minha mulher com gosto. Sentei no sofá, tirei o pau para fora e comecei a acariciá-lo. A um determinado momento a pedido dela tirei a roupa e me juntei a eles.

Enquanto Jorge fodia a buceta de Sônia eu enfiei o meu caralho na boca dela. Quando eu fiz isso ele murmurou é incrível, é demais e começou a gozar. Ele não parava e eu comecei a achar que ele estava nesse ritmo desde que eu saí do apartamento. Fiquei bestificado. Quando vi que ele estava suando muito, não cansado, eu me oferecei para trocar com ele.

Acreditem ele gozou mais uma vez. Eu tomei o lugar dele enquanto tomava banho,e para minha agradável surpresa minha mulher estava toda molhada, macia, quente e passou a urrar de prazer. Um prazer interior completo de ter tido ao mesmo tempo o vigor de um macho de 23 anos e o amor daquele que sempre vai amá-la.

A noite foi completa tentamos todas a posições possíveis. Sônia só não deixou infelizmente que eu comesse o cú dela enquanto aquele caralho maravilhoso esporava as suas entranhas. A um determinado momento, aproveitando que ele estava no banheiro fiquei de joelhos na cama e fiz com que ela ficasse na mesma posição só de bunda para a porta do banheiro e comecei a beijá-la.

Eu sabia que Jorge não ia resistir. E assim foi ao sair do banheiro o pau dele cresceu de novo e ele veio por trás e penetrou. Ela deu um grito, me agarrou com força e começou a tocar uma punheta em mim. O Jorge metia com forca escancarando aquela buceta já machucada pelas diversas camisinhas. E assim gozamos juntos.

Saímos do hotel prometendo nos encontrar outro dia. E assim aconteceu de novo. Infelizmente nosso relacionamento terminou, pois Jorge incentivado por nós tentou contar á sua namorada. Esta ciumenta e com razão, pois Jorge é um espécime raro, não permitiu que ele nos encontrasse mais. Aqui fica o nosso agradecimento a Jorge por dois dias maravilhosos e uma mensagem para a namorada dele. O Jorge foi feito para o amor não o perca.

Conto erótico recebido por email

Eu, Minha Esposa e Meu Amigo

Tenho uma esposa muito gostosa. 1.69m, cabelos escuros e longos, cinturinha fina e coxas bem grossas e duras. Na praia, todos ficam enlouquecidos ao ver aquela bunda gostosa com um biquíni bem enfiado. Além disso, ela tem 3O anos e é linda de rosto. Sempre que transávamos, nós dois demonstrávamos muita vontade de ter novas experiências sexuais e ficávamos imaginando ou uma mulher ou outro homem na cama.

Certa vez, convidamos o Henrique, um antigo amigo nosso dos tempos de faculdade, para jantar lá em casa. Ele estava saindo de um relacionamento, tinha brigado com a namorada. A Andréia fez uma bela janta, na qual conversamos amenidades e tomamos duas garrafas de vinho branco, bem gelado. Notei que enquanto jantávamos, o Henrique e minha esposa trocavam alguns olhares rápidos, e também sentia uma movimentação embaixo da mesa, pois eles estavam encostando as pernas.

Depois fiquei sabendo que minha esposa tirou o sapato e passou boa parte do tempo acariciando com os pés as pernas de meu amigo. Após o jantar, convidamos o Henrique para sentar no sofá e ouvir músicas. O clima entre nós três era uma mistura de medo, tesão e muito desejo. Quando estávamos sentados, à meia luz na sala, tirei a Andréia para dançar.

Ficamos dançando alguns minutos na frente do Henrique, que observava excitado nossos beijos e amassos de pé. Enquanto eu a beijava, passava a mão na sua gostosa bunda. Em seguida, criei coragem e chamei o Henrique para dançar com a Andréia. Entreguei a mão dela a ele, e em seguida dançaram juntinhos. Não demorou muito e estavam esfregando um o corpo no outro e a Andréia deu-lhe um beijo de língua que durou uns cinco minutos.

Eles se lambuzaram um com a saliva do outro. Eu que estava sentado no sofá, fiquei super excitado em ver minha esposinha começando a realizar seu mais profundo desejo, sua tara de alguns anos. Mas ainda faltava muita coisa. Enquanto se beijavam muito gostoso, levantei e fui até os dois. Levei uma das mãos nas costas do Henrique e a outra na da Andréia, e uni ainda mais os dois, apertando-os um contra o outro. Em seguida disse ao Henrique:

— Vamos te tratar super bem. Queremos dar e receber prazer...

Então ele disse:

— Jorge, façam o que bem entenderem comigo...

A dica estava dada e a primeira coisa que fiz foi me abaixar na frente do Henrique chamando minha esposa. De relance passei a mão entre as pernas da Andréia e pude sentir que estava umedecida como nunca antes. Sua calça preta colada no corpo estava manchada na xoxotinha, de leve. Então pedi a ela que se ajoelhasse na frente do Henrique.

Em seguida, eu mesmo abri a calça dele e tirei sem pudor aquele pau grosso e duro pra fora, baixando suas calças até o joelho. Olhei para a Andréia e ela sabia o que fazer. Mamou naquele cacete como uma cadela no cio. Batia punheta, chupava, lambia, engolia tudo. Era lindo de ver. Fez isso durante uns 15 minutos enquanto eu só assistia e me masturbava. De repente a Andréia levantou, deu um beijo em mim e no Henrique e nos puxou para a cama, dizendo:

— Jorge, quero ser comida pelo Henrique e gozar como nunca... Faça como a gente faz em nossas fantasias... Eu tô cheia de tesão...

Senti que era o momento de fazer minha esposa feliz. Fomos pra cama. Ela ficou de quatro com aquela bunda branquinha pra cima. Na mesma hora pedi ao Henrique que se aproximasse. Ele estava com aquele pau duro e grosso bem ereto. A cabeça bem grossa e vermelha prenunciava o que iria acontecer. Em seguida, abri a xoxotinha da Andréia que estava encharcada de tanto tesão e segurei com os dedos bem aberta para que o Henrique pudesse entrar. Quando ele colocou seu pau dentro da minha esposa, ela enlouqueceu e começou a gritar. Gemia, urrava alto e dizia:

— Me fode gostosão. Me fode como nunca eu fui fodida. Mete esse cacete tesudo dentro de mim. Aproveita que muitos querem me comer além do Jorge e eu tô dando pra ti. Fode, fode... aaahhhhhh!
O tesão da Andréia não tinha fim e o meu também não. Então fui para frente dela e enfiei meu pau duro na boquinha dela enquanto meu amigo metia na xoxota por trás, de quatro. A loucura era tanta que não agüentei e gozei na boca da minha esposa, caindo extasiado ao lado da cama. Minha esposa já havia gozado duas vezes no cacete do Henrique e a excitação não passava.

 Ele era muito bom de cama e não gozava, pois queria levar ela à loucura. Depois ele foi por baixo e ela cavalgou bastante naquela tora enorme de meu amigo. Eu enlouquecia de vê-la sendo comida por outro. Era um tesão. A Andréia continuava gritando:

— Aaaahhhhh... Aaaaahhhhh... Que pau gostoso! Me come, tesudo. Me come como eu nunca fui comida. Atola esse caralho grosso em mim.

Era tão bom ouvir aquilo, que eu ao lado me masturbei e gozei de novo. De repente, foi aquela explosão de prazer. A Andréia gozou a terceira vez em cima do Henrique que também não se segurou e jorrou seu leite dentro dela. Na hora do gozo, a Andréia começou a chorar e dizer:

— Aaiii... Aaiiii... Que delícia! Que tesão! Aaiii meu amor, nunca tinha sentido tanto prazer...

Naquela noite o Henrique dormiu conosco. Minha esposa se agarrou nele e dormimos os três felizes. Ainda transamos mais algumas vezes durante aquele mês, até que o Henrique foi transferido para o nordeste. De lá pra cá nunca mais falamos com ele, mas a Andréia continua tarada e deliciosa e ainda fazemos nossas fantasias.

Conto Erótico recebido por email -autor anônimo

Cátia, Caco e o Corno.

Ano passado, aqui em Recife, recebi e hospedei no meu apartamento, na praia de Boa Viagem, um amigo que eu e minha mulher não víamos há muito tempo. Caco mora no Rio de Janeiro, veio a serviço ao Nordeste pelo curto prazo de dois dias e atendeu ao meu convite para que ficasse em minha casa.

Cátia, minha mulher, é uma fogosa potranca de 35 anos, morenaça e boazuda, capaz de virar a cabeça de qualquer homem ou mulher, de tão gostosa e tesuda. Somos casados há 18 anos e de uns quatro anos para cá, sei que ela tem dado uns pulinhos fora de casa e me colocado chifrinhos de vez em quando. Como eu também dou muitas escapadinhas, não ligo. Acho que essa prática estimula o casamento.Desconfiamos um do outro, mas nunca vimos nada, ou melhor, eu nunca vira até julho passado,quando surpreendi minha mulher e meu amigão Caco numa trepada alucinante em nosso próprio apartamento.

Naquela noite, lanchamos — eu, ela e Caco (nossos filhos estavam com os avós em João Pessoa). Ficamos na sala conversando e ouvindo uma musiquinha suave. Desde a chegada de Caco, notei que Cátia estava muito atenciosa com ele e mais saidinha nas conversas. Observei que as tiradas dela estavam maliciosas e picantes, sempre tendendo para sexo.

Cátia, extremamente provocante e sensual, estava com um short curtinho, tamancos altos, uma mini-blusa sem sutiã, maquilagem perfeita com olhos delineados e cabelos soltos e, propositalmente, jogava um charme para cima do nosso visitante. Caco devorava-a com o olhar e ela correspondia. Diante do flerte discreto que presenciei, desconfiei que aqueles dois fossem me colocar um belo par de chifres.

Às dez horas da noite, nos deitamos e fingi que tinha adormecido logo. Meia hora depois, percebi que Cátia se levantou e passei a segui-la. Como o nosso apartamento é duplex, fiquei nas escadas e no escuro, espreitando tudo que acontecia no andar de baixo. Minha mulher estava com uma camisola preta curtíssima que deixava as deslumbrantes pernas e coxas à mostra, tendo o sexo protegido apenas por uma mínima tanguinha. Ela se dirigiu até a cozinha como se fosse beber água. No momento em que Cátia servia-se de água no bebedor elétrico, Caco surgiu, nem bem sei de onde, e agarrou-a por trás. Meu amigo, que estava só de cueca, enlaçou-a pela cintura, encostando o pênis no bumbum e nas coxas de Cátia.

Ela largou o copo e arrepiou-se toda, jogando a cabeça para trás e chegando o corpo dela de encontro ao de Caco, roçando a bundinha no cacete dele. Cátia virou o rosto e com a boca procurou a língua dele. Beijaram-se e as mãos de Caco vieram para os lindos seios de minha esposa. Caco virou-a de frente e ambos encaixaram as coxas. Caco a pegava pelo magnífico traseiro, enquanto ela colocava os braços em volta do pescoço dele.

Eu estava boquiaberto e excitadíssimo com a cena. Nunca tinha visto Cátia tão sedenta e faminta por um macho. Cátia começou a alisar o pênis de Caco por cima da cueca com muito tesão e volúpia. Até que não agüentou mais e abaixou a cueca, liberando o membro para fora. De imediato, caiu de boca no pau de Caco e passou a chupá-lo com a habilidade de uma veterana. Mamava com os lábios para dentro, evitando que os dentes o machucassem e com a mão masturbava-o de vez em quando para dar-lhe maior ereção.

Caco, depois de algum tempo, levantou-a e puxou-a para a sala de tevê, onde se atiraram sobre vários almofadões. Caco tirou a camisola e a calcinha dela e lhe deu um banho de língua. Chupou-a e beijou-a toda, da cabeça aos pés, demorando nos seios e na vulva. Cátia gemia baixinho e eu, numa ereção doida, estava prestes a me masturbar.

O espetáculo era algo fascinante: meu melhor amigo e minha tesuda mulher comiam-se alucinadamente. O pior de tudo é que pela conversa dos dois percebi que estavam matando a saudade, depois de um ano separados. Já tinham sido amantes quando moramos em Manaus e no Rio. Como era a primeira vez que eu via Cátia trepando com outro homem, tudo era novidade e tesão para mim.

Depois, Caco a virou de bruços e enfiando o enorme cacete entre as coxas,passou a beijar-lhe as costas, nuca e pescoço. Em seguida, meu amigo puxou minha mulher pelos quadris, fez com que ela ficasse de joelhos sobre as almofadas para começar a penetrá-la por trás.

Com a mão esquerda na vulva, abriu o caminho e, com a direita, introduziu o pênis todinho nela. Caco ora puxava minha mulher pelas ancas, ora tracionava-a pelos ombros, fazendo com que o falo entrasse completamente nela. A cena era de uma beleza fenomenal: Cátia de quatro, apoiada nos braços e nos joelhos, com os belos cabelos negros nas costas, a bundinha empinada, levando rola por trás. Meu amigo era um sujeito também jovem, com 35 ano e os dois, muito bonitos, faziam um par deslumbrante.

Depois de uns dez minutos nessa posição, Caco foi por baixo e Cátia cavalgava, sentando na boneca. Beijavam-se na boca e, de vez em quando, ele a erguia e chupava-lhe os seios. Minha esposa gozou ruidosamente, gemendo, gritando e imprimindo um movimento de sobe e desce com os quadris impressionantes, tal a rapidez.

Ainda com Cátia meio anestesiada, meu amigo a virou e mandou ferro num sensacional papai-e-mamãe. As bocas se colaram, as línguas duelaram, a respiração ficou meio ofegante e ambos jogavam as regiões pubianas de encontro à do outro com uma velocidade impressionante. Não agüentei e corri ao banheiro para me masturbar.

Quando Cátia retornou à nossa cama, eu já estava lá e fingia dormir. Ela estava exausta e logo caiu em sono profundo. No dia seguinte, Caco foi comigo para a fábrica da multinacional em que trabalhamos, como se nada tivesse acontecido. Por volta das três horas da tarde, ele alegou que já tinha terminado a tarefa que o trouxera a Recife e me pediu que o levasse até o shopping, onde iria se encontrar com uma gata que conhecera no avião.

Levei-o e deixei-o na porta. Me escondi no meio dos carros do estacionamento, vi que a mulher era realmente uma gata, mas que Caco não a havia conhecido no vôo: era minha mulher, Cátia. Rapidamente, segui-os e vi quando entraram num motel para fazerem sabe-se lá que loucuras.

À noite, transaram novamente na sala de tevê e,no dia seguinte, Eu continuo aqui em Recife, levando e botando chifres. Ah, como é bom! Num outro dia, flagrei minha mulher saindo da academia de ginástica no carro dela, levando o professor. Segui-os. Sabe o que eu vi? Os dois foram namorar em Olinda dentro do carro e depois vi-os entrar num motel. Quanto chifre e quanta sacanagem!

Conto erótico recebido por email - By Marido Feliz

Amiguinho Meu e de Minha Esposa

Sou casado a O3 anos e há três meses atrás comecei a perceber que minha esposa andava meio sem vontade de transar. Para animá-la mais, começamos a assistir filmes pornográficos antes de ir para cama. Um dia alugamos um filme onde o tema era o marido ver a esposa sendo fodida por outros homens. Quando fomos transar ela me falou:

- Você já se imaginou me vendo ser comida por outro homem?

Eu respondi que durante o filme estava imaginando justamente isso. Foi aí que surgiu o desejo de realizarmos essa idéia. Somos um casal bonito, ela é branca, 26 anos, 1,73m, 59 kg, cabelos negros, sou branco, 29 anos, 1,75m, 72 kg, cabelos castanhos, portanto, não era difícil encontramos pretendentes, porém, fomos exigentes na escolha. Queríamos que fosse um homem de boa aparência, musculoso e bem dotado e principalmente desconhecido. Começamos então a procurar esse sujeito.

Um dia fomos à praia e vimos um homem que chamou a atenção. Ele era mais alto que eu, com certeza fazia musculação, e através de sua sunga dava para imaginar o tamanho do bruto. Ela manifestou o interesse por ele, então colocamos nossas esteiras próximas a ele. Minha esposa é muito gostosa, tem uma bunda que levanta até defunto. Ela, muito safada, deitou-se com aquilo tudo virado para ele.

Logo percebi que ele não tirava os olhos do rabo dela. De vez em quando ela se virava, e fazendo de conta que eu não soubesse de nada, dava uns sorrisos meio tímidos a ele. Quando percebi que ele já estava interessado no assunto, disse a minha esposa em voz relativamente alta para que ele pudesse ouvir que eu iria ao apartamento tomar um banho. Deixei-a sozinha para que um dos dois tomasse a iniciativa da aproximação.

Fiquei de longe observando, aí vi minha esposa tentando passar o bronzeador nas próprias costas (essa nunca falha), então o garanhão se ofereceu na execução da tarefa. Ela gentilmente aceitou a oferta. Deixei-os a sós durante uns 4O minutos, quando me aproximei, ele tentou disfarçar, porém eu disse a ele que poderia ficar ao nosso lado para trocarmos umas idéias. Depois de alguns papos furados, o convidamos para ir ao nosso apartamento para brincarmos de vídeo game Nintendo 64. Ele se fez meio de desinteressado, mas acabou aceitando.

Quando chegamos ao apartamento ela foi tomar um banho. Fiquei com ele na sala ensinando a jogar Mário 64. Quando ela saiu do chuveiro, disse a ele para também refrescar o corpo suado da praia. Enquanto isso minha esposa colocou um shortinho super agarrado, onde entrava tudo naquela baita buceta, ficava tudo marcado, entrando nos regos. Assim que ele saiu do chuveiro, eu entrei, demorei uns 1O minutos.

Com certeza os dois já haviam se esfregado, porém, tudo parecia normal quando saí. Minha esposa não conseguia controlar direito o joystick, então para entrar logo no assunto, disse a ela para treinar na minha rola um pouquinho. Tirei para fora e ela começou a brincar comigo. Ele fez de conta que não via nada, então falei a minha esposa para treinar no joystick dele. Imediatamente ela me obedeceu, tirou a sunga dele e começou a acariciar aquela rola enorme.

Caramba, a minha parecia de neném perto daquilo, e olha que eu tenho uns 18 cm. Além de grande era grossa, parecia ator de filme pornô. Ela começou a chupar com tanto gosto, mal cabia em sua boca, tinha uma cabeça enorme. Puxa que tesão que eu estava ao vê-la com um membro daquele na boca. Pedi a ela para que chupasse até gozar, eu queria vê-la sendo toda melecada com o gozo dele. Ela novamente me obedeceu, chupou tanto que o coitadinho gozou na carinha dela, ela ficou toda molhada.

Então eu pedi para que ele à fodesse. Como quem dava as ordens era eu, fui atendido. Nossa a coitadinha gemia tanto com aquele membro esfolando a bucetinha dela, mas, ainda pedia para ele socar mais forte. Como ela é safada. Não satisfeito, ainda coloquei meu pau na boquinha dela para que chupasse enquanto era arregaçada.

Foi tanto tesão que sentimos na nossa experiência que agora estamos desejando algum homem bem dotado e que tenha uns dois amiguinhos dispostos a participar da festa. Um abraço a todos.

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

Dividindo a Patroa

Casados há cerca de cinco anos, eu e minha mulher decidimos curtir a vida da forma mais descomplicada possível. Afinal, o tempo passa e não adianta acumular vontades diante de um futuro que não podemos imaginar como será. Somos jovens, saudáveis, bonitos e com muito amor para dar. Daí a idéia de colocarmos em prática algumas fantasias que vínhamos alimentando com freqüência. O mais difícil foi entrar no assunto. Depois da coisa resolvida em nossas cabeças, partimos para a consolidação de nossos planos.

Minha mulher (vou chamá-la de Flora) é uma mulher escultural, mato-grossense descendente de índios, tal qual Luiza Brunet. Meu desejo era dividi-la com alguém. Afinal, seria egoísmo da minha parte querer aquilo tudo só para mim.

Depois do consentimento dela, partimos para a escolha de nossos parceiros. O primeiro foi um afoito amigo que costumava freqüentar nossas rodas de conversa. Com a porteira aberta, o rapaz foi logo se sentindo em casa e, numa rápida viagem de negócios que fiz, aconteceu o esperado.No meu retorno, Flora, um tanto quanto frustrada, me relatou a transa. Frustrada porque o rapaz não soube aproveitar a situação, talvez por estar com a consciência pesada, já que se tratava da esposa de um dos melhores amigos.

Logo em seguida, pintou um paquera na faculdade. Aí a coisa melhorou, pois ela ficou deslumbrada; não só com o apetite do coleguinha, como com o tamanho do que ela qualificava ser um baita tarugo. Foram algumas transas, todas relatadas minuciosamente quando minha mulher voltava para a casa. Não preciso descrever aqui a emoção que é ficar em casa aguardando por este retorno. Só mesmo com boas doses de um legítimo uísque.

As coisas aconteciam naturalmente, mas eu pensava em outras alternativas para aumentar a emoção. O simples relato das transas de minha esposa em motéis já não satisfazia minha imaginação. Só que ela resistia a qualquer idéia mais audaciosa, como uma transa a três ou uma simples espiada pela fresta da janela ou da porta. Mas, um belo dia aconteceu algo que merece ser contado neste Fórum.

No início deste ano, aproveitando o verão, em uma viagem a Bonito, no Mato Grosso do Sul, pude, enfim, assistir ao vivo a uma cena que sempre imaginei em filmes eróticos. Mas não, lá estava ela, minha mulher, nos braços de outro homem, sob minha cumplicidade total.

Tudo começou num fim de tarde, no mais badalado balneário da cidade, depois de alguns dias curtindo o sol e as águas afrodisíacas da cidade, com rios congestionados por cardumes inesgotáveis de dourados. Flora me deixou num barzinho tomando cerveja e foi dar uma volta com seu minúsculo biquíni.

Foi quando ela resolveu dar uma paradinha num campo de vôlei, onde um grupo de rapazes se divertia. Um deles foi atraído pela beleza ímpar de minha mulher e se desligou da turma, indo dar um mergulho no rio, buscando aproximação. Ela logo percebeu, mas preferiu retornar ao bar, de onde saímos em seguida.

Para nossa surpresa, o rapaz nos seguiu de carro até o hotel, onde estávamos hospedados. Quis o destino que ele morasse bem próximo ao hotel e, algumas horas mais tarde, os dois já conversavam na calçada, enquanto eu via televisão. O papo foi rápido e objetivo. O tempo de ela retornar e me avisar que faria uma visitinha ao recém-conhecido. Por precaução, deixou o endereço do tal André, pois éramos turistas e não sabíamos com que tipo de gente estávamos lidando.

Não consegui me concentrar no telejornal. O sangue subia à cabeça numa velocidade espantosa. Mais espantoso foi o que vi quando cheguei à casa do rapaz. Não tinha autorização para ir até lá, nem eles imaginavam uma visita àquela altura dos acontecimentos. Como a porta da sala estava aberta, fui logo entrando. O rapaz, claro, ficou um tanto quanto sem jeito. Flora estava sem a parte de cima, enquanto ele massageava os mamilos, começando a tirar a saia dela.

Passado o susto e percebendo minhas intenções, ele continuou as carícias. Foram para a cama, enquanto eu procurava me acomodar num pequeno sofá para testemunhar aquela inusitada cena. Mais à vontade, só de calcinha, ela começou a chupar o enorme pau do nosso anfitrião. Aliás, quando cheguei, a primeira coisa que notei foi o tamanho da vara do sujeito que, apesar do susto que levara, continuava em posição de ataque.

Foram minutos de muita excitação e gostosa contemplação, até Flora pedir para ficar a sós com André. Como ela insistia em não dividir com ninguém aquele momento, fui até a cama e murmurei algumas palavras de carinho e incentivo. Estava deitada sobre André, ainda de calcinha, e resolvi facilitar as coisas. Delicadamente, executei o penúltimo ato. Já que ele iria desfrutar daquilo que eu tão bem conhecia, não quis dar o gostinho de despi-la por inteiro.

Quando finalmente percebi que estava sobrando no ambiente, resolvi deixá-los, não sem antes admirar os primeiros movimentos daquele pau rumo à bucetinha mais cheirosa e gostosa que conheci em toda a minha vida. Só não podia dizer que era só minha, óbvio.

O que rolou lá dentro ela me contou em detalhes depois, durante uma cervejinha tranqüila num bar em frente ao hotel. Pelo que pude deduzir, foi tão bom que, alguns dias depois, recebemos em nossa residência um telefonema de André, que estava numa cidade próxima, perguntando se nos poderia fazer uma visita. Claro que podia. Tanto que naquela mesma noite cedi minha cama a ele, enquanto da sala podia ver, pela porta entreaberta, minha mulher devorando nosso amigo de Bonito. A noite só não foi mais completa porque não tive a autorização de Flora para participar ativamente da festa.

Ao clarear o dia, deixei os dois no sofá da sala, num descontraído bate-papo, e fui até a padaria comprar pão e leite para um café da manhã que certamente teria que ter outros ingredientes, tamanho o desgaste físico dos dois.

Para minha surpresa, quando retornei, os dois estavam de novo no quarto. Só que desta vez André comia Flora por trás. Cheguei de mansinho e fiquei observando, ouvindo os gemidos da mulher amada. Aí pude entender a profundeza do verso mais bonito que existe no repertório do rei Roberto Carlos: Amanhã de manhã, nossa chama outra vez tão acesa; o café esperando na mesa esquecemos de tudo... A propósito, Bonito é hoje nossa rota obrigatória.

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

História Real

Conheci a gata que é minha esposa no escritório onde trabalho. Há vários anos atrás ela trabalhou lá como recepcionista por poucos meses, mas foi tempo suficiente para me deixar totalmente tarado por ela. O corpo dela é simplesmente sensacional, e ela sempre ia trabalhar vestida de maneira bastante sensual, embora sem ser vulgar.

Tentando na medida do possível disfarçar eu comia com os olhos aqueles peitos que os decotes descobriam em parte, e aquelas coxas deliciosas e firmes que a mini-saia exibia. Mais tarde, quando nós já namorávamos, ela me contou que o que chamou a atenção dela para mim foi o volume que eu carregava sob o zíper da calça. Pudera!

Quando depois de alguns meses ela pediu demissão eu a procurei, nós saímos algumas vezes e começamos a namorar. Nossos anos de namoro e noivado foram tórridos de sexo e volúpia, além de, é claro, muito amor entre nós. Nossas transas sensacionais nesta época não caberiam neste relato, e eu precisaria escrever aqui muitas noites em seguida para contar apenas as mais excitantes.

Já durante o namoro eu sentia uma forte curiosidade sobre os namoros e transas anteriores da minha gata. Assim, fiquei sabendo que ela era virgem antes de nossa primeira transa. Mas, não satisfeito com isso, eu queria saber os detalhes dos beijos e carícias íntimas dela com os namorados anteriores.

Durante o noivado foi que ela me falou, durante algumas de nossas transas mais quentes, do desejo dela de transar com outros homens. No começo eu não dei muita importância a isto. Considero estas fantasias normais, e eu também tinha as minhas, que contava para ela. Isto só tornava nossas transas mais excitantes. Após o casamento nosso amor e nosso tesão não diminuiu.

Entretanto, ela continuava sempre a insistir que desejava transar com outros homens. Pouco a pouco, isto foi se tornando para nós dois a única fonte de prazer na transa. Não era tão excitante se nós não imaginávamos ela transando com outro homem. A esta altura dos acontecimentos eu me assustei e quis que nós parássemos com aquela história.

Minha esposa porém fincou o pé: não abria mão daquela idéia. Sem saber se queria realmente ou não, eu concordei. Continuamos a conversar sobre o desejo dela de me trair (já era como falávamos então) só que, mais e mais era eu quem pedia que ela transasse com outro(s) homem(s). Ela, é claro, adorava ouvir eu pedindo isso. Até que, uma noite, decidimos partir para a ação.

Minha gata se vestiu com uma blusa colante que eu havia dado de presente para ela e que ela estava reservando para usar em alguma ocasião especial, e uma calça justa que a deixaram bastante apetitosa. Passamos em dois ou três bares interessantes e bem freqüentados de nossa cidade até que, no último deles ela flertou com um cara de uma mesa próxima.

Eu aproveitei para me retirar e fui para casa esperar por ela. Ela chegou três horas depois. Foram horas agonizantes porém de intenso prazer para mim. Quando minha gata finalmente chegou eu a chupei da cabeça aos pés estremecendo de prazer ao sentir o cheiro de outro macho ainda no corpo dela.

Finalmente enfiei meu caralho naquela bucetinha que outro havia usado a menos de uma hora e gozei também dentro dela. Foi o prazer mais intenso que já senti. Infelizmente, agora que eu sei como é bom ser corno, minha esposa não quer repetir a experiência, embora diga que continua sentindo desejo de transar com outros homens.

Conto erotico enviado por email - autor anônimo

Suruba Após As Compras

Vida de casado tem cada uma! E para torná-la mais leve é que passo a contar minha experiência de corno ativo neste conto erótico. Há dois meses levei a patroa, Carla, às compras. Ela reclamara na véspera que ultimamente eu andava pastoso, sem aquele furor dos primeiros anos de casado. Carla, ao contrário, dizia-se mais fogosa com o passar dos dias. O calor na rechonchuda aumentava a cada ausência minha.

Em verdade deixava o serviço no Centro e ficava por lá, enchendo a cara nos botecos. Chegava em casa embriagado sem forças até para encarar o prato de sopa que Carla deixava em cima do fogão. Ao entrar no quarto, minha mulher fazia cara feia — se isso era possível naquele rostinho de anjo, — mas mesmo assim exigia que eu cumprisse minhas obrigações. Sem sucesso, não tinha jeito de o pinto empinar.

Ao entrarmos no supermercado para as compras do mês, Carla ainda se queixava das constantes broxadas, mas logo fechou o bico. Na seção de bebidas importadas um rapaz chamou-lhe a atenção enquanto eu passava a examinar os rótulos de vinhos. Com o rabo de olho vi quando o rapaz, com cara de boliviano, entregou um cartão a Carla. A sorte é que eu ainda não bebera a primeira do dia.

Diante da prateleira de massas senti as mãos da patroa trêmulas e geladas ao me entregar o pacote de macarrão para colocar no carrinho. O que diz o cartão? Indaguei. Ela se fez de boba mas, com mais um pouco de insistência, entregou: É um convite para uma noite de swing. Bom, muito bom. -Pensei com minha ressaca. Vamos juntos, emendei.

Carla desistiu das compras no ato. Tenho que me produzir então, disse apressada sem a menor cerimônia. Nunca pensei em dividir aquela buceta com outro marmanjo, mas seria melhor assim. Era a solução para não ganhar chifres e ficar chupando o próprio dedo.

Prontos para partir rumo a tal suruba ainda perguntei a Carla se não ficaria arrependida depois. Respondeu que não e me aplicou um beijão cinematográfico, deixando meu caralho petrificado. Pensei em desistir da festa e comê-la ali mesmo na cozinha de casa. Mais prática, Carla se ajoelhou e iniciou um demorado boquete, tirando o leite que tantas vezes negara àquela boca carnuda. Engoliu uma parte da porção mágica e usou a outra como creme para a pele do rostinho bonito.

Já refeitos de nossa brincadeirinha fomos à festa querendo muito mais. O local combinado era a cobertura de um prédio cheia de vidros e plantas. Na recepção o tipo boliviano pegou Carla pela mão e disse que gostaria de apresentá-la a uns amigos. Uma moça, também com traços de índia, me pegou pelo braço dizendo que faria o mesmo. Que farra! Todas as mulheres estavam à vontade, copos na mão e sacanagens na cabeça. Adriana, a moça que me recebeu, conhecia todas elas. Vamos para o quarto do segundo andar, gostosão, convidou-me. Em pouco tempo, já estava na quinta dose e nem recordava mais que chegara ali com Carla.

Só lembrei da patroa ao passar por uma saleta de mãos dadas com Adriana. Lá estava Carla com o tipo boliviano, um tal de Chico. Estavam os dois no maior amasso, ele estocava aquela xoxota ali mesmo, em cima de uma mesa. Pensei que aquilo poderia me deixar puto da vida, mas fiquei com o maior tesão pela Adriana. Carreguei-a até o outro andar, como havia proposto, e nem esperei que tirasse a roupa.

Fui quase rasgando tudo. Não parecia que tinha passado por uma fase broxante na minha vida. Aliás, isso era tudo que não estava, meu cacete ficou duro como há muito tempo eu não conseguia. Queria foder Adriana todinha, esquecendo que minha mulher estava trepando com outro ali embaixo.

Adriana começava o meu segundo boquete do dia, quando uma cena aumentou minha excitação. Duas gatas entraram no cômodo onde estávamos, completamente nuas e cheias de amor para dar. A princípio, pensei que fosse essa tal história de lesbian chic, mas que nada. Gulosas, começaram a me morder nas orelhas, pescoço, bagos, nuca e pernas.

Gozei na boquinha de Adriana num só jato. Aí foi a vez de uma das anônimas adotar meu caralho com mãos hábeis de massagista oriental. A outra veio por trás e começou a beijar minha bunda. Adriana presenciava tudo, de pernas abertas e dedos no grelinho.

Logo o mastro começou a hastear minha bandeira, com as duas moças iniciando um delicioso rodízio de bucetas no meu colo. Uma mais apertadinha que a outra, mas igualmente molhadinhas. Não querendo perder a farra, Adriana me deitou e esfregou a chavasca na minha boca. A língua entrava e saía daquela gruta com fúria e acabei gozando dentro de uma das duas sem saber em qual delas. Quase ao mesmo tempo, Adriana gritava de prazer:

-Morde meu grelo, enfia tudo, rasga minha xota!

Coisa de louco. O cheiro de sexo dominava o ambiente, mas ainda deu para sentir um perfume conhecido no ar. Quando levantei a cabeça, encontrei Carla na soleira da porta, com ar extasiado e olhos fogosos. Sentindo a senha, as três partiram para outra pica, nos deixando sozinhos. Nem abrimos a boca, em poucos segundos, estávamos agachados. Eu por trás, enrabando minha patroa e escrava, que se deliciava a cada cravada. Desde aquela noite, não perdemos uma festinha promovida pelo Chico e a Adriana, afinal tão bem casados quanto nós.

Conto erotico enviado por email - by Gozador
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