Como Foi Minha Primeira Vez

Ruiva perdendo a virgindade


Me lembro como se fosse hoje, eu era uma menina ruiva, sardenta e muito curiosa em relação ao sexo e ao corpo masculino.

- Você tira o calção? Me mostra como é o seu? Perguntei para o Betinho
- Só se depois você mostrar a sua...
- Então tá.

Betinho era meu vizinho e tinha a mesma idade que eu. Era moreno claro e companheiro das minhas traquinagens. No quintal da sua casa, atrás das arvores, Betinho baixou o calção mostrando um pintinho pequeno e murcho.

- Olha se eu fizer assim ele fica duro. - Disse balançando a mão para frente e para trás. Logo o seu pequeno membro cresceu ficando apontando para cima 

- Não dói quando ele fica assim?
- Dói, nada! Dá uma sensação gostosa. Pega nele aqui.

Pela primeira vez descobri o que era ter um cacete na mão. Ele era duro, quente e dava pulinhos para cima mostrando a sua excitação de garoto. Desci minha mão até o seu saco para descobrir as suas bolinhas. Aquilo era tão curioso.

- Agora mostra a sua.

Dei uma risadinha, larguei do seu pau e sai correndo deixando o garoto com o calção arriado.

Apesar de ter ficado bravo comigo por uns dias, Betinho continuou meu amigo e companheiro de brincadeiras.. Poucos anos se passaram e nossos corpos foram se modificando, amadurecendo, até o dia que meu amigo entrou afobado pela porta de meu quarto.

- O que é isso guri? Tá ficando louco? Por que entrar aqui deste jeito?
- Oi Cris, olha o que eu achei no quarto do meu irmão.

Na sua mão um livro com posições sexuais. Curiosa peguei de sua mão e começamos a passar as folhas surpresos com os malabarismos que um casal fazia posando para as fotos. Betinho sentado ao meu lado, não estava se contendo e percebi que o seu calção estava com um volume elevado indicado a sua excitação. Lembrei do dia em que peguei no seu pintinho e excitada pedi para ver de novo.

- Ah, não! Lembro do dia que você me enganou! Eu também queria ver como era e você fugiu. Só mostro se você mostrar primeiro.

Como este garoto estava esperto. Ele tinha razão. Eu não tinha a menor intenção de me mostrar para ele.

- Vai mostra logo! Se você mostrar deixo o livro hoje com você. – Betinho fez a sua proposta.

Ansiosa por ter aquele manual de sacanagem comigo durante a noite e curiosa para ver o que se escondia sob aquele volume que se formava em seu calção aceitei a sua proposta. Então tirei minha bermuda. Os olhos de Betinho se arregalaram quando abaixei minha calcinha. Minha bucetinha era branquinha, tinha os lábios rosados e ralos pêlos da cor dos meus cabelos ruivos. Pela primeira vez Betinho via uma buceta ao vivo.

Então perguntou se poderia tocá-la, respondi que sim com a cabeça e ele com as mãos tremendo alisou a minha bucetinha. Foi uma sensação estranha. Parecia que pequenos choques percorriam pelo meu corpo. Diferente de tudo o que eu já havia sentido, comecei a gostar da mão de Betinho me tocando. O garoto extravasava a sua vontade guardada por alguns anos. Meu corpo esquentou e minha vagina começou a ficar úmida. Senti vontade de segurar no seu cacete de novo e pedi para ele tirar para fora no qual foi atendida prontamente.

Seu calção foi abaixado e um pau agora maior do que eu me lembrava apareceu firme e latejando. Da cabeça roxa e inchada escorria um liquido esbranquiçado, seu pau estava mais grosso e cheio de veias. O segurei com força e Betinho deixou escapar um gemido. Ele alisava a minha bucetinha e eu mexia no seu cacete de cima para baixo, como ele havia feito da outra vez.

Em pouco tempo seu corpo estremeceu e um liquido branco espirrou de seu pau enquanto ele gemia de prazer. Devido ao estado de excitação que o garoto sentia seu esperma escorria com abundancia. Seu rosto tinha uma expressão de prazer. Senti inveja das sensações que provavelmente ele sentia. Estava fascinada com aquilo. Será que seria tão bom? Eu também poderia sentir algo daquele jeito?

Toda aquela sensação de descoberta era incrível, eu estava abrindo caminho para uma nova vida. Depois daquele dia

- Eu também quero me sentir assim. – exclamei ansiosa.
- Acho que eu sei como fazer... Eu vi em um filme um negocio.. Posso fazer?- disse Betinho sorrindo.

Nem passou pela minha cabeça o que ele queria fazer... Afinal ele já estava alisando minha buceta, mas disse que sim. Aquele momento estava sendo muito prazeroso, as descobertas são mesmo incríveis.

Betinho se abaixou e colocou a cabeça no meio das minhas pernas... Achei estranha aquela posição. Eu sentada e ele ajoelhado com a cara enfiada na minha bucetinha. De repente comecei a sentir a sua língua me tocando. O seu toque era delicado e meio desajeitado, sentia a língua quente e levemente úmida passeando por minha buceta. Que sensação boa. Ainda não possuía muitos pêlos na vagina e o contato de sua língua com a minha pele era muito bom. Agarrei os cabelos dele enquanto um calorzinho gostoso ia me dominando. Me senti meio mole, parecia que estava flutuando. Nada no mundo parecia existia, apenas a língua de Betinho me tocando. Aquela sensação foi ficando cada vez melhor, uma espécie de formigamento começou a descer pela minha espinha e de repente parece que alguma coisa explodiu dentro de mim... O que era aquilo? Aaahhhh... Que coisa maravilhosa... Muito bom... Acho que pela primeira vez tive um orgasmo... Que delicia... Betinho continuou me lambendo e pedi para ele parar... a minha bucetinha tinha ficando muito sensível ....

Ele levantou a cabeça limpando a boca com as costas das mãos perguntou:

- Você gostou? Foi bom?

Ainda com o corpo leve pedi para ele ir embora, pois logo meus pais chegariam. Sozinha, fiquei deitada na cama, pensando sobre as sensações experimentadas naquela tarde. Como tinha sido gostoso.

Após este dia procurei evitar Betinho, pois apesar de ter gostado muito desta experiência, fiquei um pouco constrangida e fiquei sem vê-lo por uns dias. Depois disso pedi para ele não falar mais sobre este assunto.

O tempo passou e eu estava com quinze anos. Fazia seis meses que estava namorando um garoto de minha escola. Betinho continuava meu vizinho, porém nossas experiências tinham parado. A curiosidade não tinha sumido, mas não queria fazer mais nada com ele.

Ainda não havia transado, mas minha vontade vinha aumentando de uma forma assustadora. Meu novo namorado, Léo, era um grande sem vergonha! Me bolinava e sempre muito ousado me testava passando a mão pelo meu corpo para ver até onde podia ir. Estava namorando e queria curtir tudo o que eu tinha direito, mas gostaria de esperar a hora certa para entregar. Porém estava ficando louca e logo teria que transar. Ainda sonhava com as sensações que a língua de Betinho me proporcionara.

Um dia estávamos na casa de Léo olhando algumas fotos na internet em seu quarto quando ele me mostrou um site com cenas de sexo. Fomos examinando as fotos e logo um calor iniciava-se no meu corpo (e acredito que também no dele). Começamos a nos beijar e logo Léo me apertava, me desejando loucamente. Beijava a minha boca, lambia o meu pescoço e mordia minha orelha. Coloquei a mão no seu cacete e descobri um membro duro. Me abaixei e o tirei para fora. Beijei os seus pentelhos, agarrei seu pau e fiquei o masturbando enquanto admirava aquele cacete lindo. Ele era muito mais bonito que o pau de Betinho. Eu o enfiei na boca chupando com muita vontade. Tinha um gosto salgado e pulsava na minha boca. Nunca esqueci o gosto daquela carne dura e quente. Léo fechava os olhos e gemia, louco de tesão.

Estava adorando sentir aquele cacete em minha boca. Passava a língua das bolas até a cabecinha, sentindo cada veia, examinando todo o seu tamanho. Olhava para Léo e via sua cara de prazer, seus gemidos. Descobri o poder que a mulher pode ter sobre um homem. Logo, ele se contorceu e um longo jato de porra invadiu toda a minha boca enquanto o seu pau tremia e pulsava.

Léo me levantou e beijou a minha boca sentindo o gosto do seu esperma. Suas mãos alisavam a minha bucetinha por cima da calça e decidi que esta seria a minha primeira vez. E então ele tirou minhas roupas me deixando completamente nua. Fomos para cama e ele mirou o seu cacete na entrada da minha bucetinha. Lambuzado pelos meus fluidos, foi deslizando bem devagar. Eu delirava sentindo e aproveitando cada centímetro que entrava, seu pau era quente e latejava dentro de mim. Meu corpo suava entre ondas de calor que percorriam pela minha espinha. Minha excitação era imensa e quando o seu pau entrou, tirando minha virgindade, senti uma dor incrível. Parecia que estava me rasgando me arrombando. Fiquei sem ar e lágrimas correram pelos meus olhos. Mas a dor vinha acompanhada de prazer, de excitação por aquele momento sacana. Eu dando para o meu namorado com os seus pais na sala. Sangrei um pouco e ele continuou metendo em um vaivém lento. Apesar da dor estava gostando e achei que conseguiria gozar.

Léo, satisfeito e lisonjeado por arrancar o meu cabaço gozou novamente com o corpo tremendo sobre mim. Sua porra quente escorria pela minha buceta e acabei gozando quase no mesmo instante. Saciado, Léo saiu para o lado e pude sentir minha vagina completamente melecada com meus fluidos, um pouco de sangue e sua porra abundante. Me lavei o máximo que pude em seu banheiro e fui embora satisfeita e ardida. Ansiosa por sentir aquelas sensações novamente e descobrir como poderia aumentá-las ainda mais.

By Cris

Sofrimento Nada Virtual



Durante muito tempo tenho trocado e-mail com um carinha que conheci na net. Ele começou com um papo sentimental e acabou confessando estar a procura de uma mulher totalmente liberada com sexo. Mandou uma foto do seu órgão, que teria me impressionado, se não tivesse me deixado assustada. A régua junto ao membro indicava 25 centímetros (e segundo ele 7,5 cm de diâmetro). Como as outras fotos mostravam um garotão bem alimentado, fiquei curiosa e doida para ver aquilo ao vivo, apesar do medo de me expor. Marcamos na casa dele.

Eu achei que com a presença dos seus pais seria seguro. Cheguei ao condomínio na manhã do último sábado, temendo encontrar um farsante gordinho e cheio de espinhas rindo da minha cara. Foi bem diferente. Jota (apelido) estava de short e camiseta e exibia o físico das fotos. .Logo fiquei sabendo que tinha apenas 18 anos (nos emails ele escondia a idade). Mesmo sabendo que era um moleque, eu precisava conhecer o "equipamento" da foto.

Ficamos conversando numa área de lazer do condomínio. Com um pouco mais de intimidade, Jota começou a elogiar minhas formas, de um jeito abusado, típico de adolescente avançadinho. Eu estava me mordendo de curiosidade e não resisti muito... Ria de tudo o que ele dizia e não reagi quando ele encostou a perna em mim. Num instante estávamos nos beijando, sua língua quente descobrindo todos os cantos da minha boca. Com as mãos ele explorava meu corpo, experimentando meus peitos e minhas coxas.

Mas não podíamos exagerar porque uma babá estava passeando com a criança perto da gente. Jota na maior cara de pau pegou minha mão e enfiou dentro do seu short, sem deixar a babá perceber. Levei um bom tempo apenas percorrendo toda a extensão daquele cacete rígido, que eu mal conseguia segurar. Estava doida para ver aquilo, admirá-lo, colocá-lo na boca, recebê-lo...

Sem poder realizar meus desejos, contentei-me em punhetar aquele tesouro, fazendo Jota gemer baixinho. A cada movimento me impressionava mais o tamanho descomunal daquela vara e minha bocetinha já estava derretendo de tesão. Passados uns dez minutos, o monstro começou a pulsar na minha mão, finalmente expelindo um potente jato de porra gosmenta. Eu espalhei a gosma no pau de Jota, que amoleceu lentamente.

Tirei a mão de dentro do short e levei a mão à boca para sentir o gostinho do néctar daquele garotão ultra-dotado. Fiquei hipnotizada com o sabor almiscarado na boca e a imaginação a mil. Jota então perguntou se eu queria conhecer o resto do condomínio. Totalmente dominada eu disse que sim e fui atrás dele. Passamos por uma quadra de vôlei e chegamos a uma das piscinas. O tempo estava fechado e aquela área estava deserta. Paramos na beira da piscina e começamos a nos beijar novamente, eu me roçando no volume imenso abaixo da cintura do Jota.

Ele se afastou e habilidosamente levantou minha blusa. Sobre o sutiã, começou a morder meus mamilos enrijecidos, me levando à loucura. Eu mal me continha, quando Jota interrompeu as carícias, dizendo que precisava mijar. Como ele demorava muito a voltar e minha boceta queimava de vontade de ser arrombada pelo colosso juvenil, resolvi procurá-lo. Rapidinho encontrei um vestiário. A porta estava aberta e eu fui entrando.

Fiquei deslumbrada. Jota estava mijando. Seu caralho, mesmo mole, era gigantesco. Não acreditava ser capaz de acomodá-lo inteiro na minha vagininha delicada. Fui chegando perto para admirar melhor. Sem demonstrar surpresa, Jota virou para mim e com um movimento de cabeça me pediu para chupá-lo. Hipnotizada, eu caí de joelhos e abocanhei seu pênis brochado, ainda respingando urina. Nem me importei.

Apoiando-o na língua, fui fechando a boca devagar, tentando reanimá-lo. Aos poucos, Jota foi endurecendo, endurecendo e em pouco tempo eu não conseguia mais mantê-lo na boca. Passei a chupar só a cabecinha, segurando o que conseguia do resto com a mão. Eu mamava com vontade, queria satisfazer o dono de uma pica tão imponente. E também queria que ele me fodesse bem gostoso.

Autoritário, o moleque me mandou tirar a roupa. Eu protestei, mas não tinha condições de negar. Imagina se ele resolve não me enfiar aquele cacete possante? Tirei toda a roupa, ensaiando um striptease no final para deixá-lo ainda mais animadinho. Sua jeba apontava para cima, comprovando cada um dos 25 centímetros da foto. Jota elogiou meu corpo, dizendo que eu era um tesão de mulher, que devia ter muita gente querendo me comer por aí. Eu não ouvia, pensava só em ser penetrada pelo seu pau.

Ele então me disse para me apoiar sobre a pia, deixando a bundinha exposta. Obedeci cegamente, tremendo de pensar nos estragos que ele ia me causar. Pelo espelho, vi Jota se aproximar até praticamente engatar em mim por trás. Segurando seu cacete com a mão, esfregou a cabeça de baixo para cima, espalhando minhas secreções vaginais até o orifício anal. Estava quase gozando só de imaginar. Jota ficou brincando daquele jeito por alguns minutos, aumentando meu desejo ao extremo.

Eu já estava maluca quando a cabeçona começou a me empurrar. Parecia impossível aceitar aquilo dentro da minha bocetinha, mesmo lubrificada. Quando finalmente ia deslizar a ponta do caralho para dentro, Jota se afastou, rindo. Nessa hora, entraram dois caras muito parecidos com ele. Sem deixar que eu falasse, Jota os apresentou como seus irmãos (um de 16 e outro de 20) e disse:

- Primeiro vai ter que dar para eles. -Mandei que tomassem no cú, mas os três ficavam rindo, tinham pleno controle da situação. O caçula abaixou a calça, revelando que o dote era de família. Era quase tão grande quanto o irmão, apenas mais fino. Depois o mais velho fez o mesmo, me deixando de queixo caído. Sua piroca ainda mais grossa que a de Jota e o comprimento deveria ser o mesmo, se não maior. Não sabia se corria ou se atacava aqueles três milagres da natureza.

Jota facilitou as coisas se atirando em cima de mim, me lambendo toda, enquanto seu pênis gigante me cutucava por baixo. Sua língua roçando meus seios, ombros e pescoço me enlouqueciam e logo ele conseguiu me colocar de volta na posição. O caçulinha então tomou a frente e apontou a vara no meu cú. Antes de forçar a passagem, ele voltou atrás e pediu uma camisinha para o irmão. Eu gemia, precisava ser fodida O molequinho bem-dotado empurrou o pau contra meu cú, que não ofereceu muita resistência. Comparado com os dos irmãos, era fino, e entrou facilmente.

Mas ele era afoito (com seus 16 anos) e começou a estocar muito rápido, me fazendo gritar. Ele dizia:

- Grita, sua gostosa! Diz que meu pau é gostoso!

Apesar do mau jeito, o caçulinha me arrombava deliciosamente, atolando o pau no meu traseiro até encostar as bolas. Gozei duas vezes. .Logo ele esporrou e aliviou a ardência do meu rabinho. Jota então ligou o chuveiro e me empurrou para baixo da água morna. Aquela água escorrendo pelo meu corpo aumentou meu fogo e eu puxei-o pelo braço, pedindo para que me comesse de qualquer jeito. Jota começou a separar minhas pernas, me deixando meio sem apoio, e meteu o caralho no meio.

Eu gelei ao me dar conta das dimensões daquele pênis precoce, que já tentava me invadir a boceta, separando ao máximo meus lábios vaginais. Lubrificadíssima, aceitei a penetração com certa facilidade, apesar do tamanho do visitante. Ele mexia lentamente, devido à posição, o que era perfeito para me acostumar. O vaivém daquela vara enorme me fazia morder os lábios, tentando abrir espaço para Jota ir mais fundo. Rapidamente a sensação de prazer mudou para um misto de preenchimento total e dor. Eu sentia os pentelhos daquele macho e sabia que seu cacete estava fundo em mim, machucando meu útero.

Percebendo meu desespero, Jota me encostou na parede fria e me ergueu, abrindo de vez minhas pernas. Eu estava prestes a ser arrombada sem piedade. Numa posição mais adequada, Jota passou a me foder com força, investindo com tudo contra minha bocetinha esfolada. Seu pau arregaçava meus tecidos vaginais, me levava ao céu e depois me maltratava. Eu gritava:

-Isso! Aiiiiiiiii. Fode! Não. Ai. Fode. Come essa sua bocetinha apertada!

E ele comia, sem se cansar. Resistindo à dor, gozei intensamente e deixei que Jota soubesse, fazendo com que ele acelerasse ainda mais o ritmo. Suas bombeadas estraçalhavam minha vagina, me fazendo murmurar, pedindo que parasse, mas eu queria mais. Finalmente, depois de acabar comigo, ele berrou que ia gozar tirando o seu pau e se livrando da camisinha, esporrou na minha barriga uma quantidade impressionante de líquido viscoso.Eu caí anestesiada, quase sem sentidos. Pude ver o mais velho dos irmãos me olhando e dizendo:

- E eu, não vou experimentar nenhum dos seus buraquinhos tesudos?

Tremi só de pensar ser arrombada por mais um. Me esforçando para levantar, peguei aquele pau monstruoso com a mão e iniciei uma punheta. Ele protestava dizendo que também queria me comer. Eu dizia que não agüentaria. Para convencê-lo, me debrucei no seu colo e comecei um boquete. Chupava devagar, lambia da ponta ao talo, engolia as bolas, apertava o saco.Ele começou a gemer e, se ajeitando, segurou minha cabeça. Seu pau se esfregava nos meus lábios e batia no céu da boca.

- Fode minha boquinha doce, fode!

Ele esqueceu do resto e passou a estocar como se estivesse me comendo. Podia sentir suas veias tremendo, anunciando uma enxurrada de porra. E foi o que recebi. Eram jatos sucessivos, de sêmen grosso, grudento e abundante. Eu engolia o que podia e o resto escorria pelos cantos da boca. Depois do gozo do irmão Jota começou a me bolinar, tentando me preparar para mais. Eu estava afim, mas não conseguiria. Disse que minha mãe ia me buscar e já devia estar me procurando. Os três se amedrontaram e me deixaram ir, não sem antes dar uma chupetinha simultânea em todos. Fiz com prazer e, para ser sincera, aceitaria tomar no cú de novo. Fica para a próxima.

Autora Desconhecida

Tadinha de Mim



Tadinha mesmo. Bem que dizem que a curiosidade matou o gato. Mas vamos do começo. Sou uma garota de corpo fino, 1,68m, 50 kg, e pelo que dizem muito sexy. Tenho cabelos pretos e pele bem clara, 21 anos, estudo comunicação e minha turma é super legal e unida. Fazemos muitos programas juntos e costumamos ir a um barzinho próximo da faculdade para papear. Muitas vezes o tema descamba para sacanagem e, um belo dia, o tema foi o tamanho do pênis. Foi um colega nosso que perguntou a queima roupa a todas as garotas do grupo se achávamos isso importante.

Umas disseram que não, aquele papo de importante é ser competente, enquanto outras diziam que volume era muito bom, inclusive eu, apesar de não ser tão experiente assim. Meu noivo, aliás, não é muito bem dotado assim como os poucos que o precederam, e eu sempre morri de curiosidade e desejo em saber como seria transar com um pau bem grande. Renato então disse que mesmo as gulosas do grupo correriam do seu primo, que tinha uma coisa enorme, entre 25 a 30 cm, além de ser tala larga.

Quase engasguei ao ouvir isso e, entre gargalhadas e exclamações de espanto, todas pularam fora. O papo acabou, mas aquilo ficou na minha cabeça, pois desde garota tinha sonhos eróticos envolvendo superdotados. Quase um mês depois, estava só eu e Renato conversando, quando tomei coragem e perguntei a ele como ia seu primo. Ele sorriu e perguntou se tinha ficado curiosa. Gaguejei mas disse que sim, que nunca tinha visto um muito grande e morria de vontade de pelo menos ver. Renato achou graça e disse que poderia arranjar uma maneira daquilo acontecer sem me comprometer ou ao meu noivado.

Fiquei logo excitada com a idéia, e passei a ouvir o seu plano, que concordei imediatamente. No sábado seguinte, disse ao meu noivo que faria um trabalho com colegas pela manhã e fui para a casa do Renato buscar um "livro". Coloquei uma roupa super sensual e, cúmulo da ousadia, dispensei as peças íntimas, apesar de não planejar fazer nada além de ver. Eram 9:00 da manhã quando cheguei, e encontrei os dois de calção voltando da praia. Renato foi tomar banho e disse para eu ficar a vontade pois depois me daria o livro.

Danilo era muito bonito e amável e enquanto me fazia companhia, notei que ele se deliciava com minha blusa, que por ser super cavada, deixava ver parte dos meus seios. Vi que ele foi ficando excitado, mas logo Renato o chamou. Ele foi tomar banho e Renato apareceu secando os cabelos apenas com uma bermuda larga. Ficamos conversando e estávamos ambos visivelmente excitados. Foi quando reparei no volume bastante grande na sua bermuda, e ele meio sem graça percebendo meu olhar, perguntou se eu queria ver.

Engoli em seco e disse que sim. Renato abaixou a bermuda que foi ao chão e eu me deparei com algo enorme e lindo. O danado falava do primo, mas o seu pênis tinha uns 23 cm contra uns 16 do meu noivo. Fiquei maravilhada com aquilo e com a permissão do dono resolvi segurá-lo. Sentia sua consistência rija e macia e seu calor em minhas mãos. Coloquei as duas mãos em volta da coisa e ainda assim sobrava pau pra muita coisa. Puxei a pele para trás liberando a cabeçona brilhante e convidativa, e comecei a masturbá-lo quando apareceu Danilo.

Eu e ele ficamos sem jeito, mas Renato o chamou dizendo que eu estava apenas fazendo uma pesquisa científica e disse que eu precisava de mais material. Danilo riu muito e se aproximou, deixando cair a toalha. Quase tive um troço, aquilo era maior do que podia imaginar. Minha curiosidade me colocara frente a frente com dois superdotados, sendo que o segundo caralho tinha 28,5 cm além de super grosso. Era muito maior do que eu poderia imaginar e pensava se seria possível ter aquilo tudo dentro da bocetinha.

Eu manipulava ao mesmo tempo aquelas duas picas com carinho, e me senti simplesmente poderosa ao constatar que eu os tinha sob meu poder de fêmea. Julguei que podia fazer o que quisesse e abocanhei Danilo, que mal cabia em minha boca. Troquei para Renato e mamava os dois um pouquinho de cada vez. Se me deixassem ficaria mamando a manhã inteira, mas Renato ficou de pernas bambas e se sentou no sofá, o que me obrigou a ficar de quatro para continuar mamando. Ele puxou minha blusa, soltando meus seios, enquanto Danilo levantava minha saínha e manipulava minha bunda macia.

Ficamos nisso um bom tempo, até que me percebi toda nua. Senti Danilo manipulando meu clitóris e minha xaninha até que com um dedo foi me penetrando, depois dois, até que um terceiro me penetrou, sabia eu, para me preparar para o que eu já não negaria dado ao meu grau de tesão e curiosidade. Senti a cabeçona me alargando toda e passando, depois a veio aquela coisa grossa, imensa, lentamente, abrindo espaço e me invadindo, numa foda para mim incalculável. Eu já não chupava, só gemia e me contorcia pedindo piedade e cuidado.

Estava toda entupida de pica, que entrava e saia lentamente para não me machucar muito. Quando Danilo gozou quase tive um troço sentindo as esguichadas no meu útero. Ele se retirou e botou seu pintão na minha boca para eu lavá-lo na base da chupada, enquanto Renato rapidamente tomou seu lugar. Renato reclamou do primo que ele tinha me alargado e que aquilo estava um pântano, e tomou outro caminho dizendo que queria algo mais apertado. Ele aproveitou que eu estava com a boceta e a bunda toda lambrecada e enfiou o dedo no meu ânus.

Como já fazia sexo anal com meu noivo e simplesmente adorava isso, resolvi deixá-lo aproveitar, já que não era o gigante, e foi o que ele fez. Mesmo assim doeu bastante quando entrou, afinal era bem maior do que o eu estava acostumada, mas fui acomodando e curtindo aquela gostosa enrabada enquanto o caralhão de Danilo já endurecia em minha boca de novo. Danilo me puxava para cima dele, e eu fui sentando na sua verga sem tirar o pau de Renato do meu cú. Foi uma loucura. Os dois metiam com força e eu me sentia uma puta sendo estuprada. Eles me chamavam de puta, cadela e perguntavam como é que eu agüentava aquilo com um sorriso na cara.

Gozava sem parar e estava tonta, tão tonta e enlouquecida de tesão que resolvi fazer a loucura suprema e completar minhas fantasias, dizendo simplesmente: "troquem de lugar". Danilo não acreditou e disse que eu não agüentaria, que nem com puta ele tinha conseguido fazer sexo anal na vida. Disse que queria pelo menos tentar, que eu me esforçaria, e que queria lhe dar essa primeira vez, já que ele tinha feito o favor de realizar meus desejos.

Renato tirou de mim lentamente e depois de alguns preparativos pensando na melhor forma de acolher aquela picona, colocamos dois travesseiros sobre a cama onde me deitei de bruços colocando-os sob a bunda. Apesar de estar melada, Renato pegou vaselina e colocou um bom tanto nos dedos e enfiou no meu cuzinho que já estava alargado por ele. Ainda passou bastante por fora do cu, e deu uma enfiada funda e forte com o próprio cacete, preparatória para o bruto que viria. Aí veio Danilo. Ele esfregava, tentava, e eu sentia a ponta da cabeça me alargando o traseiro. Eu relaxava ouvindo palavras doces e sendo acariciada por Renato e, de repente, senti a cabeça entrando naquele terreno pantanoso. Juro que vi estrelas e tentei desistir, mas Danilo foi mais rápido e disse:

- Agora que cheguei até aqui sua puta, eu vou comer sua bunda gostosa até rasgar o teu cu.

Dizendo isso me segurou pelos ossos da bacia, me imobilizando e meteu "metros" de pica no meu rabo, me encaixando e impedindo minha fuga. Perdi o fôlego enquanto ele afundava mais e mais, e me surpreendi quando descobri que atrás, ao contrario da bocetinha, era possível enterrar tudo, já que cú não tem fundo. Depois de me comer um bocado e satisfazer seus anos de secura, ele me colocou de quatro e Renato entrou por baixo de mim para meter na minha boceta ao mesmo tempo, comprimindo ainda mais os meus dutos internos.

Deram então início ao bombardeio, que foi impiedosamente cumprido pelos dois tarados até que entre jorros de porra me largaram prostrada na cama. Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Eles, bestificados e saciados, diziam que nunca imaginaram também que uma mulher pudesse suportar o que agüentei e que aquilo tudo era superior a qualquer filme de putaria já visto pelos dois.

Quando me levantei, estava quebrada, com o corpo literalmente moído e a bunda em frangalhos, mas morta de felicidade. Tomei um banho, onde pude analisar o tamanho do estrago no meu traseiro e nos despedimos. Nem é preciso dizer que retornei outras vezes ao apartamento de Renato, inclusive levando outra colega "muito curiosa" para quem sigilosamente contei o lance e que tive o enorme prazer de assistir sendo dilacerada pelos monstros, antes de me submeter também aos seus caprichos. Hoje sou uma mulher realizada, pois tenho a sorte de poder aplacar minha fome sempre que tenho vontade.

Autora Desconhecida

O Acordo do Prazer



Daniela era um estouro. Que garota sensacional! Na flor dos seus 18 aninhos já era uma gata selvagem, que impressionava por sua beleza: olhos verdes, cabelos loiros, lisos, um corpo esguio, seios durinhos, uma bundinha pequena, porém muito provocante. E provocante também era seu jeitinho de ser: carinhosa com os animais, amiga de todos, gostava de se vestir sem luxo, geralmente jeans e camiseta, bem a vontade. Menina de família respeitosa, vinda do Sul, seus pais a controlavam como ninguém:

- Namorar, minha filha, só no sofá da sala - dizia sempre seu pai, por detrás de sua face carrancuda.

De origem alemã, sua família tinha rígidos padrões de comportamento, e eu tive de aceitar isso quando comecei a namorá-la. Mas ela se comportava bem na frente dos pais, era amiga, ajudava em casa, não dava trabalho a ninguém. Namorávamos no sofá, com sua família por perto: eram apenas beijos inocentes, carinhos no rosto. Mais do que isso não podia.

Certo dia seus pais resolveram ir jantar fora, confiando na menina, mas não sem antes deixar uma recomendação:

- Vamos sair, mas o Carlinhos está de olho em vocês, hein? - disse o velho, meio em tom de brincadeira. Carlinhos era o irmão de Daniela, um alemãozinho bastante amigo de sua irmã, e que recebia a "missão" de nos vigiar como sendo uma responsabilidade de guerra.

Bastou os pais de Daniela saírem para que começasse o amasso: sentamos no sofá, e me atrevi a uma carícia mais forte; a menina não só aceitou como também retribuiu. Nos beijávamos intensamente, minha mão em sua barriga subia procurando os seios, por dentro da camisa. Logo eu já estava beijando aqueles mamilos saltados, aquela pele cor de leite que só Daniela tinha. A garota já segurava em meu membro, por cima de minha bermuda. Sem parar de beijar seus peitos, peguei a mão da menina e a coloquei por debaixo da bermuda, deixando que ela mesmo descobrisse a potência de meu membro.

A essa altura eu já havia aberto a calça da menina e minhas mãos ávidas já encostavam em seus pelos macios, procurando fazer movimentos que deixassem a menina ainda mais fogosa. Ela já estava sem camisa e eu acabara de tirar sua calça, deixando-a apenas de calcinha. De repente olhei para o lado, lembrando-me das palavras do pai de Daniela, e assustado constatei que não estávamos sozinhos na sala: por trás de uma cadeira no outro canto se escondia o seu irmão, nos olhando fixamente.

Ele viu que eu o descobrira, mas nem se abalou, continuou ali, nos olhando. Apavorado, falei no ouvido da garota sobre a presença de seu irmão. Ela nem conversou: levantou-se, foi aonde estava o irmão e levou-o para o quarto, sem camisa mesmo, seios à mostra, apenas de calcinha. Não resisti e fui atrás, ver o que aconteceria. Daniela conversou com o irmão, e após alguns minutos ela voltava à sala:

- Pronto, tudo resolvido.

Quis saber o que ela havia conversado com o irmão, mas ela não quis me contar. Insisti, mas nada de Daniela se abrir. Ela dizia apenas que havia feito um acordo com o irmão, e que eu poderia ficar tranqüilo que ele nunca revelaria algo. Meio relutante, voltamos ao sofá, onde recomeçamos. Após alguns instantes olhei para o local aonde havia encontrado o seu irmão, e... Ele estava lá novamente.

- Dani, ele está lá ainda...
- Não liga, finge que você não vê.
- Mas isso não é ruim?
- Não, faz parte do acordo: eu combinei que ele poderia ver tudo o que fazemos ok?

E assim continuamos. Naquela noite seu irmão contou aos pais que havíamos jogado cartas, depois visto televisão, coisas assim. Inventou uma história tão boa que os pais passaram a confiar em nós. Agora eles saíam quase todos os sábados, para nossa alegria: Daniela me chupava como uma louca: colava sua boca ao meu membro e sugava, querendo sorver todo o líquido que viria. Eu já não tinha receios sobre o Carlinhos, que nos observava todas às vezes, em algumas situações bem de perto, até.

Eu afundava meu pau na xoxota de Daniela, bem na frente de seu irmão; em seguida, retirava e colocava na boca da menina, ejaculando logo após em seus peitos. A menina gostava de cavalgar, e se sentava em meu colo, controlando a penetração. Eu retirava meu pinto e o deixava bem à mostra, para que Carlinhos visse. Eu achava bastante interessante que ele gostasse de ver aquilo.

E assim nossas transas se sucederam, até que no ano seguinte Daniela foi estudar na Alemanha, e perdemos contato um com o outro. Essa história bem que poderia parar por aqui, mas os acontecimentos que se sucederam foram até bastante interessantes. Após alguns anos, eu andava no shopping quando vi uma menina muito parecida com Daniela: a vi de relance, e passei a segui-la.

De costas o cabelo era igual, idêntico ao de minha ex-namorada. Eu até acreditaria que fosse ela, não fosse o fato de a menina aparentar ser mais nova que Daniela. Ela entrou em uma lanchonete, e quando se sentou pude ver aqueles olhos verdes, brilhantes, e aquele rosto... Mas... Não era uma menina, mas sim um menino, e bem conhecido. Me aproximei e sentei a seu lado:

- Oi Carlinhos, lembra de mim? Sim, era ele, o irmão de Daniela. Ele estava com o cabelo comprido, e tinha as feições muito parecidas com as de sua irmã. No começo ele ficou meio espantado, mas aos poucos já ríamos como velhos amigos. Ele me disse que sua irmã ainda não tinha voltado, e que agora ele era praticamente filho único. Bem, naquela tarde nos despedimos e cada um foi para seu lado.

Sábado. Eu estava de bode, procurando algo para fazer, quando toca o telefone: era o Carlinhos, me convidando para ir em sua casa. Seus pais iriam sair, e ele não queria ficar sozinho. Em nome da amizade de sua irmã eu aceitei, e mal caiu a noite eu já batia em sua porta. Entrei em sua casa, e ele trouxe um álbum de fotos. Olhávamos e ríamos, nos lembrando daquele tempo. Em certa altura, uma foto de Daniela me fez tocar em seus cabelos; eles eram iguais aos da irmã. Estremeci, e o rapaz também.

Sentados naquele velho sofá, nos olhamos fixamente, e não pude deixar de observar sua beleza: seus olhos, sua boca, seu rosto. Continuamos a olhar as fotos, mas agora minhas intenções eram outras: eu queria descobrir os segredos daquele rapaz, suas intimidades, seus desejos.

- Carlinhos, me diz uma coisa, que eu sempre quis saber: você gostava de ficar nos olhando, eu e sua irmã, não é?
- Claro. Eu aprendi muito com isso.
- Mas qual foi o trato que sua irmã fez com você? Como ela te convenceu a não contar nada pros seus pais? O menino relutou, mas enfim respondeu:
- Bom, sabe, ela me prometeu duas coisas: primeiro que eu sempre poderia olhar o que vocês estavam fazendo...
- Certo, e o que mais?
- Bom, e...
-Sim, fala..
- E que um dia eu também poderia fazer essas coisas com você.

O rapaz me olhou, mas antes que eu pudesse dar qualquer resposta ele me beijou com vontade. Agora eu entendia tudo: ele sempre gostara de mim e me desejava em suas fantasias secretas. Fechei os olhos e senti que era Daniela que me beijava. Mas ao segurar por entre suas pernas, voltei a perceber que era seu irmão: puxei por debaixo de seu jeans um pequeno membro, rodeado por uma bela penugem loira. Seu pinto estava extremamente duro, embora ainda fosse pequeno.

O rapaz segurou também no meu membro, e em pouco tempo já estávamos sem roupas, fazendo exatamente as mesmas coisas que eu fazia com Daniela. O garoto não tinha receios, e me chupava com vontade. Eu lambia aquele corpinho doce. Gostava daquilo. Colocava a língua em todos os espaços, procurando atingir os pontos mais íntimos, mais impenetráveis. O menino estremecia. Continuei a lamber seu corpo, e acabei por lamber seu pinto. Chupei-o.

E assim ele gozou em minha boca, um gozo ralo, quase água. Naquela noite eu gozei em seu corpo, mas sem penetrá-lo, apenas prendendo meu pinto entre suas coxas. Mas nas vezes seguintes fizemos de tudo, de tudo mesmo. O rapaz apreciava meu corpo, e eu sua malicia. Nosso caso durou alguns meses, e de repente acabou. Ele começou a namorar uma colega de escola, e perdeu sua atração sexual por mim.

Chegamos à conclusão de que aquilo tudo não passara de uma curiosidade, pois ambos experimentávamos o sabor daquela descoberta. Continuamos amigos, é claro, como as coisas devem ser. Hoje em dia nos falamos às vezes, e sempre nos recordamos daqueles maravilhosos momentos que passamos em um velho sofá. Essa é a minha história. Eu acredito que o sexo não tem restrição, desde que a relação seja sincera, verdadeira, e que haja respeito e compreensão mútua. E sem se esquecer que a amizade é a base de tudo e que o interesse nestas descobertas deve partir sempre da pessoa menos experiente, claro. Afinal, o interesse pelo sexo deve aparecer espontaneamente.

Ela me Chamava de Tio e Só Queria na Bundinha


- Oi tio, tudo bem com você? - Bom dia, tio. - Boa tarde, tio.

Era assim que minha vizinha me cumprimentava sempre que eu cruzava com ela no elevador ou nas áreas comuns de nosso prédio. Não que eu fosse assim, tão velho. Eu estava com vinte e oito anos e ela com uns dezessete. Acho que fazia mesmo era para me provocar.

A Grazi era uma menina moleca, sempre de shorts ou bermudas. Volta e meia usava trancinhas e rabos de cavalo. Alegre e bem humorada encantava a todos no condomínio. Mas apesar deste seu jeito de criança já era uma mulher possuindo curvas e formas generosas. Os olhos verdes mais lindos que já vi, cabelos castanhos claros compridos e uma imensidão de sardas compunham aquele rostinho inocente, de uma beleza com traços quase infantis. Olhando somente para o seu corpo ninguém poderia dizer à idade que tinha, com pernas grossas, quadris largos, cintura fina e seios médios. Um corpo destes, tipo violão. Se ela se vestisse como uma adulta e se maquiasse um pouco passaria tranqüilo por uma mulher de uns vinte e poucos anos.

Esperta como nenhuma outra, tinha um jeito próprio de seduzir, de cativar as pessoas. Sabia que era gostosa e aquele comportamento de menina, meio provocador ,era de deixar qualquer marmanjo doido.

Apesar de desejá-la não tinha a pretensão de conseguir leva-la para cama ou conseguir maiores intimidades. Certo dia a mãe desta garota me chamou para ir até o seu apartamento dar uma olhada no computador que estava com vírus. Trabalho com informática e sempre que meus vizinhos têm algum problema com suas máquinas sou chamado para resolver.

Levei alguns cd´s e fiquei sozinho, no quarto da garota fazendo o meu trabalho. Eliminado os problemas comecei a verificar o HD com um antivírus para me certificar que estava tudo bem quando vejo alguns arquivos de fotos com nomes sugestivos. Não agüentei de curiosidade e abri as fotos... E... O que vejo? Fotos da gatinha completamente nua tiradas por ela mesma na frente do espelho. Fazendo diversas poses, sorrindo , segurando os peitinhos, passando a mão na xoxotinha e surpresa : ela chupando o cacete de um moleque. Senti meu pau endurecer na mesma hora. Pensei em mandar algumas fotos para o meu e-mail com a intenção de admirá-la com mais calma, porem, fui interrompido pelo barulho de alguém chegando. Fechei os arquivos e o programa continuou verificando a máquina.

- Oi, tio! Conseguiu arrumar meu micro? – A danada entrou no quarto de tênis e roupa de malhação, toda justinha, colada no seu corpinho lindo. Mais gostosa que nunca.

Meio abobalhado com aquela visão e com as fotos dela nua ainda na cabeça fiquei corado e gaguejei para falar.

- T-tá... Tá tudo bem... O mi-cro já tá fun-cionan-do...

Ela deu uma risada e talvez adivinhando o que eu tinha visto ainda me perguntou:

- Mas tio, eu não vou perder nada do que tava gravado, né?

- Não, não foi necessário formatar a máquina. Tudo está aí. – Disse me recuperando da surpresa.

- Então... Você chegou a ver alguma coisa no meu pc? Algumas fotos?

A pergunta veio como um punhal e minha resposta foi interrompida pela mãe da garota que entrou no quarto.

- Deu tudo certo?

- Deu sim. A máquina já está OK.

- Que bom e quanto nós te devemos?

- Ora, o que é isso? Não precisa pagar não. – Eu disse me levantando e querendo correr dali.

- Então deixa eu te acompanhar até a porta...

Acenei com a cabeça e fui embora amaldiçoando a falta de tempo de salvar as fotos daquela beldade. Ela me deixou tão nervoso que me senti como um adolescente. E antes mesmo de eu entrar no meu apartamento a garota apareceu correndo atras de mim.

- Oi , tio. Obrigada por não ter contado sobre as fotos para minha mãe . Se você não contar para ninguém curto com você também. - disse me dando um beijo no rosto e correndo para o seu apartamento de novo.

Não consegui tirar isto da minha cabeça: “Curto com você também!”. Pensava naquela gata nuazinha. Seu corpo... a foto dela chupando um cacete fino de moleque. Ah, se ela conhecesse um pau de homem ...

Logo no próximo final de semana estava sentado no sofá de minha sala tomando uma cerveja e lembrando que não a vira mais pelo condomínio quando ouço a campainha tocar. Abri a porta e tive uma surpresa: a garota do apartamento ao lado estava de pé , na frente de minha porta.

- Oi tio, posso entrar?

- Pode... mas teve mais algum problema com o computador?

- Não só vim agradecer – disse entrando no meu apto.

Olhou para a cerveja que estava na mesa do centro e tomou um gole, sentando no sofá e cruzando aquelas pernas maravilhosas.

 Você está sozinho? Perguntou olhando para os lados.

 Estou. - Disse .

 É que naquele dia... você viu minhas fotinhos, não viu? - A garota levantou-se e ficou mais próximo de mim que ainda estava parado perto da porta. - Sabe... eu sempre te curti.

Estava paralisado. Não sabia se atacava de uma vez ou se esperava para ver exatamente o que ela queria de mim A musa de meu predio, provavelmente a inspiradora de várias punhetas dos garotos do condomínio.

 Queria te agradecer por ter arrumado meu pc e não ter contato para minha mãe sobre as fotos.

Com a sua proximidade não aguentei mais e a beijei já com o membro duríssimo por causa daquela situação. Ela me abraçou e eu a apertei roçando meu pau duro no seu corpo. Depois de vários beijos , perguntei se ela iria curtir comigo como o carinha na foto . Sua mão desceu até o meu cacete e o apertou por cima da calça.

 Se você quiser... só não posso transar por que ainda sou virgem.

Sorri para ela que se abaixou e tirou meu pau para fora iniciando o boquete de meus sonhos. Ela chupava com vontade passando a língua pela cabecinha e indo até o saco. Olhava para mim e segurava as minhas bolas. Lamentei por não ter uma máquina para eternizar aquele momento.

Desejei loucamente penetrar aquela garota. Puxei ela para cima e comecei a tirar suas roupas.

 Eu quero te ver como nas fotos.

Nuazinha em pelo pude admirar todo o seu corpo lindo. Beijava sua boca, acariciava sua nuca e deslizava minhas mãos por seu corpinho delicioso. Naquela posição meu pau encostou na sua bucetinha. Provavelmente com medo que eu tentasse algo ela virou de costas para mim jogando sua cabeça para trás e rebolando enquanto eu beijava seu pescoço.

Aquilo me deixou doido e perguntei no seu ouvidinho:

 Deixa eu comer esta bundinha, deixa?

Ela apenas gemeu e sorriu. Ajeitei meu pau entre aquelas nádegas branquinhas e fiquei me esfregando. Sua bundinha era linda e ela rebolava sensualmente. Meu pau já estava todo babado e eu só imaginava como seria meter naquela bundinha linda. Passava a língua nas suas costas e dava beijinhos na sua nuca. Toda arrepiada ela falava:

- Aaahhh... Que tesão! Como você mexe gostoso.

Pensei comigo: essa era a hora! Ela ia liberar. Desci pelo seu corpo com a língua passando pela sua pele até chegar na sua bunda. Abri as suas pernas e separei suas nádegas até ver aquele cuzinho rosado e fechadinho. Comecei a passar a língua do reguinho até chegar no seu cuzinho. Depois subia com a língua novamente e ficava o acariciando de cima para baixo. Ela estremecia e rebolava de tesão dando uns gemidinhos. A garota falava quase sem voz:

- Nossa, que delicia! Que tesão!

Virei minha gatinha de frente e passei a lamber a sua bucetinha. Com um dos dedos passei a massagear seu anus em movimentos circulares e aos poucos fui pressionando o seu cuzinho tentando penetra- la levemente sem deixar de chupar sua buceta. Ela só gemia e como não reclamava de dor ou coisa parecida fui enfiando cada vez mais até te-lo inteiro enterrado no seu cuzinho. Me lembrei de suas fotos e comecei a fazer movimentos de dentro para fora. A garota fechava os olhos e gemia baixinho. Passei um dedo na sua bucetinha deixando o melado e tentei colocar mais um dedo. Ela sentiu um pouco de dor e ergueu seus quadris, mas não falou nada para reclamar. Com os dois dedos atolados no seu anus percebi que ela estava preparada.

Coloquei-a de ladinho e fiquei por trás beijando sua nuca enquanto passava meu pau pelo seu cuzinho. Passei um pouco de saliva na mão e levei até o seu anus .Então lubrifiquei a cabeça do pau na babinha que escorria da sua bucetinha virgem. Ela empinava a bundinha e eu fui enfiando devagar. Ela ficou tensa e toda retesada . Forcei um puco e a cabeça passou. Um gritou de dor escapou de seus lábios e ela retesou a bundinha trancando a entrada do meu pau. Sussurrei no seu ouvido:

- Calma minha gatinha, relaxa. O mais difícil já foi. Agora é só entrar o resto.

Com a cabeça parada dentro do seu cuzinho, fiquei passando a língua no seu pescoço e dando beijinhos até a garota relaxar. Forcei mais um pouco e minha pica foi entrando devagar. Às vezes ela colocava a mão para trás e segurava meu corpo pedindo para eu parar um pouco. Paciente e louco para tirar o cabaço daquela bundinha linda. Eu esperava até ela liberar e eu começar a enfiar de novo. Quando senti que estava tudo dentro , ela respirava forte e estava ofegante. Esperei mais um pouco e comecei a me mexer devagar. Ela empinava a bundinha e já dominado pelo tesão comecei a enfiar com força e rapidez. Ela gemia e rebolava na minha pica. Até que tirei todo o meu pau e a virei de frente. Coloquei suas pernas no meu ombro e antes de meter vi que seu cu já estava arregaçadinho. Comecei a foder com força vendo seu rostinho se contrair de dor e tesão.

Não agüentando mais e gozei naquele cuzinho enchendo seu rabinho com a minha porra. Depois disso passei a chupá-la até a fazer gozar gostoso na minha boca. Fomos tomar um banho, abri sua bundinha e lavei seu cuzinho. Ela me disse que estava um pouco ardido, mas que tinha sido gostoso. Olhei e vi o seu anus todo avermelhado e um pouco abertinho. Depois deste dia passamos a transar semanalmente fodendo sempre a sua bundinha. Respeitei a vontade dela de guardar sua bucetinha para a hora certa e ela até me enviou algumas daquelas fotos posando nuazinha só para mim. E nem adianta me pedirem pois sou muito ciumento com a minha garotinha.

By Alex

Experiência em Dupla Penetração



Conto esta história estimulada por outras que venho lendo por este infinito campo da internet... Eu estava no parque da cidade, não muito tempo atrás. Era fim de tarde e geralmente os casais vão até lá para namorar nos carros neste horário ... Não sou de ficar bisbilhotando, mas vi duas mulheres num dos carros e fui me chegando, curiosa. Elas faziam muito barulho, por que mesmo com os vidros fechados era possível ouví-las.

Quase caí de susto quando abriram uma das portas do lado onde eu estava, pulei atrás de uma árvore e fiquei olhando. Elas olharam ao redor e como não havia ninguém, pois estavam num dos extremos do estacionamento, eu vi a maior, uma morena enfiar a mão dentro da saia da outra (uma menina pequena, de cabelos escuros) que deu um gritinho. Levantando a saia dela mostrou uma bocetinha sem pelos. Então a morena puxou o clitóris da outra com força pelo que pude ver, e depois colocando a mão em baixo do banco do carro puxou dois consolos de uma sacola, eram gigantes... Ato contínuo pegou o maior, que mesmo a distância eu podia ver que tinha rugosidades e tinha + ou - 25 cm sendo que era muito grosso.

Forçava a grutinha da outra que gemia cada vez mais alto até que soltou um grito meio abafado, olhei e tinha entrado metade de uma só vez. A morena esfregava o clitóris dela com força e então passou a chupá-lo enquanto enfiava o consolo nela. A pequenina já havia gozado e podia ver que a outra não lhe daria paz tão cedo.

Nisto, senti algo em minha perna e uma mão em minha cintura que tentava baixar meu short de lycra. Virei o rosto rápido e vi um daqueles homens que vigiam os carros e estava com a pica pra fora esfregando-a em minhas pernas enquanto puxava meu short, eu pedi pra parar, ia gritar mas ele meteu a mão em minha boca e fez que me bateria se eu falasse algo, fiquei quieta, tremia de medo.

Então ele enfiou a mão em meu short e procurou meu cuzinho, onde enfiou um dedo. Minha bocetinha estava totalmente molhada da visão que tinha tido antes. Ele então tentou novamente baixar meu short, eram claras suas intenções, e achei que ele iria me estuprar se não tomasse uma atitude, peguei a mão dele deixei-a em meus seios e segurei aquele pau feioso, muito grosso e o masturbei rapidamente.

Ele gozou em pouco tempo, e usando a surpresa, me desvencilhei dele e corri ajeitando meus seios e minha roupa como dava. Corri muito. Chegando ao carro entrei e fui rápido pra casa. Ainda estava muito excitada quando tomei banho e resolvi assistir um filme de sacanagem pra me aliviar. O telefone tocou no meio do filme, eu estava na cama, quase gozando com dois dedos em minha grutinha. Era um amigo, que disse estar com muita saudade, queria conversar também por que estava triste e estava embaixo de meu prédio.

Deixei-o subir e coloquei um roupão, tinha colocado também sutiã, ele chegou e conversarmos um pouco, tomarmos um chá e comemos alguns biscoitos. Ele me perguntou o que eu fazia, e porque estava tão diferente do normal, meu rosto estava quente, ainda do tesão que sentira. Contei a ele que estive no parque e que vi as duas mulheres... Não mais. Nossa conversa então se encaminhou pra perguntas sobre as preferências, e se eu havia ficado excitada..

Eu lhe disse então que estava assistindo um filme pornô antes dele chegar. Pediu pra assistirmos juntos, eu sabia suas intenções! E talvez até o quisesse também.. Depois de um tempo vendo o filme, ele se mudou de posição e pude ver o efeito do pornô no meu amigo.Estava com uma tremenda ereção. Ele olhava pra meu roupão entreaberto, eu sabia que ele podia ver meu sutiã (tenho seios grandes, e por isso havia colocado o sutiã, para que se ele visse algo não fosse direto minha pele, pois até então não tinha qualquer vontade em relação a ele).

Eu tentava me conter, minha bucetinha estava ensopada. Então, quando o filme acabou, ele se virou para mim e disse que estava tremendamente excitado, mas que minha presença era o maior fator de excitação, vez que nunca tinha assistido a um filme com uma mulher. Eu disse a ele brincando que tinha visto o tamanho da excitação dele. Ele sorriu. Perguntou se queria ver, eu disse que claro que sim.

Ele então abriu a braguilha, puxou um pau grosso e cheio de veias, lindo. Eu tive água na boca quando vi. Ele se masturbava lentamente. Eu coloquei minha mão entre as pernas e em pouco tempo nos masturbávamos nos olhando. Gozei logo depois dele, que molhou a própria camisa toda. Era muito gozo, e eu tinha pena de que tivesse desperdiçado tudo aquilo. Nos recompusemos, nos despedimos, estávamos meio sem graça.

Dois dias depois, em uma sexta-feira ele me ligou dizendo que não me tirava da cabeça e que seu pau doía de duro. Pedi a ele então que me encontraria com ele caso ele arrumasse outro amigo, de pica bem grande, pois eu queria ser comida de todos os jeitos. Ele disse que tentaria encontrar um amigo que há muito não via. Antes do fim do dia me ligou, combinamos então que seria no dia seguinte, sábado, e iríamos acampar, pois aí seria possível fazer tudo que quiséssemos.

O tal amigo era boa pinta e gente fina. Ficamos conversando durante a viagem que não durou muito mais que uma hora. Montamos a barraca, troquei de roupa dentro dela e quando saí pude ver os meus dois companheiros de shorts e com as barracas também armadas. Fiquei logo tarada, pois esperava por aquilo ansiosamente. Almoçamos e pedi pra dormir um pouco. As 4 da tarde saímos pra andar, eu na frente e os tarados só queriam ficar atrás. Sabia que minha bunda estava aparecendo bastante sob a bermudinha de lycra, pois ela é gostosa, grande e redonda da qual cuido muito e me orgulho.

Foi quando meu amigo passou a mão em mim. Virei pra ele e não tive tempo de protestar, o outro me agarrou e passando a mão sobre meus seios me beijava. De surpresa passei a ativa, pedi pra eles tirarem os shorts pra eu ver o que tanto queria . Uma beleza a tal cimitarra tinha lá seus 22 cm mais ou menos. Delícia, mal podia esperar. Mas eles ficaram me bolinando por vários minutos até que gozei.... E de novo, e de novo. Não me fizeram provar suas picas duríssimas apesar de quererem.

Voltamos e fizemos um triangulo, eu era chupada, chupava e batia uma punheta pro outro. Em pouco tempo pararam, mas meu amigo que estava em minha boca gozou muito espirrando em meu rosto seu esperma. Apertava muito o outro pau e puxei-o a minha boca, delicioso sentir o seu calor. Meu amigo então pegou uma camisinha e já se preparava pra me penetrar. Quando o fez seu pau entrou de uma só fez. Parei tudo e só queria sentí-lo em mim. Estava delicioso. Ele entrou até o fundo e se movimentava rápido. Não demorou a gozar me fazendo chegar lá com ele.

O outro então tomou sua posição e eu o empurrei. Ele caiu sentado e eu subi, colocando seu pau na entradinha de minha gruta. Segurei-o e esfregava com força pra frente e pra trás. Sentei nele devagar até sentir o fim próximo. Era delicioso, grosso e longo. Em pouco tempo já me mexia com velocidade e gozamos rápido eu primeiro ele logo depois.

Ficamos nus e fizemos a janta, depois de algumas horas, já escuro começamos de novo. Meu amigo pra minha surpresa pegou o pau do outro cara e o masturbava. Parecia gostar de fazer isto. Então me coloquei entre os dois e segurei um cacete em cada mão, me sentia poderosa, com dois belos espécimes a meu dispor. Vestiram as camisinhas. Então resolvi completar meu desejo, peguei o pau de meu amigo e guie-o a minha gruta, mexendo um pouco, tirei e depois sentei sobre o outro. Estava morrendo de tesão!

Depois de lubrificá-lo bem, sai também, subi novamente em meu amigo e mandei o outro me penetrar o cuzinho, sabia que iria doer, mas meu amigo era muito grosso pra deixar que fosse lá. Depois de uma ou duas subidas e descidas naquela pica gostosa de meu amigo o carinha se chegou e começou a forçar a entrada. Colocou saliva, mas não entrava, eu estava um pouco nervosa e pedi que pegasse vaselina que havia em minha nécessaire. Com a tora lubrificada entrou devagar, forçando muito a cabeça, dei um grito e pedi pra parar. Ele esperou um pouco e começou a forçar de novo, meu amigo puxava meus seios e chupava os biquinhos. Eu estava gozando quando o outro estava na metade em meu cuzinho.

Em pouco tempo ele já se movimentava com razoável força e rapidez. Não demorou estávamos os três gritando palavrões e gozando. Repetimos isso ainda outra vez antes de dormirmos. Acordei com uma pica entre as pernas e o meu amigo colocando minha mão sobre seu pau, sorri e o masturbei, chupei até gozar. O outro ouvindo tudo e já acordado enfiou em minha bucetinha por trás, deitados mesmo. Segurava meus peitos enquanto mexia. Começou então a se movimentar rápido dando pancadas grandes no fundo de minha buceta. Eu estava já soluçando quando ele tirou a pica e gozou em minha bunda por fora, me melando inteira. Ainda fui penetrada mais duas vezes por meu amigo e outra por ele antes de irmos embora. O tal cara nada sabia de mim, além de morar longe , o que foi minha exigência a meu amigo. Hoje gostaria de repetir a experiência.

Gang do Colégio de Moças

Já se passou 20 anos, mas ainda me lembro dos quatro anos em que estudei num colégio interno de uma cidadezinha no sul de SC.

Tudo começou quando minha mãe me matriculou naquele colégio de classe média em regime de internato. Nos podíamos receber visitas, mas só tínhamos permissão para sair no período de ferias. Nosso dormitório era um enorme salão sem paredes divisórias, onde as camas eram dispostas em fileiras lado a lado. Nos fundos ficavam os muitos sanitários.

Durante a noite, quando as luzes eram apagadas e a monitora que os vigiava retirava-se para seu quarto, eu notava que várias moças se levantavam e corriam para o banheiro.

Eu não tinha idéia do que faziam lá, até que uma noite precisei ir ao banheiro e notei vários sussurros e gemidos nos reservados trancados. Fiquei curiosa e não me contive: espiei pelo buraco da fechadura num dos reservados onde os gemidos eram bem altos. O que vi me deixou estarrecida e também excitada. Reconheci Mara, a moça mais bonita da nossa classe, com Vera, uma lourinha sardenta, duas belas mulheres de seus 19 e 20 anos. Ambas nuas, as camisolas jogadas no chão. Estavam abraçadas, beijando-se na boca e esfregando as xoxotas uma na outra. Em dado momento, Vera começou a chupar os seios de Mara, que levantou uma perna e apoiou sobre o vaso sanitário. Vera então abaixou-se e começou a lamber a xoxota de Mara.

A esta altura eu já não agüentava mais de tesão, minha calcinha estava toda molhada, corri para um reservado desocupado e me masturbei gostosamente. Saí do banheiro ao mesmo tempo que Mara e Vera. Vera disse, oi e sorriu, Mara me olhou nos olhos de uma maneira diferente e não disse nada.

Deste dia em diante Mara sempre vinha conversar comigo, no refeitório procurava sempre sentar-se a minha frente. Nos tornamos amigas. Eu sentia uma incrível atração por ela, sonhava com ela em meus braços. Sabia que era proposital: quando eu estava sentada estudando e ela chegava encostando de leve os seios no meu rosto. Mas, tinha vergonha de tomar qualquer iniciativa.

Após dois meses no internato, já sabia como as coisas funcionavam. Muitas moças tinham seus grupinhos de 3 ou 4,que chamavam de gang. Transavam entre si, uma com outra ou as vezes todas juntas. Respeitavam tacitamente algumas regras, como não introduzir nada na vagina, já que quase todas nós, apesar de termos mais de 18 anos, éramos virgens, e nunca transar com meninas de outras gangs. Quando isso acontecia, dava em briguinhas e discussões. Usávamos um código: durante o dia a gang combinava quem transaria com quem e a noite, após a monitora apagar as luzes e se retirar, as meninas tiravam a calcinha e sutiã, deixavam embaixo do travesseiro e aguardavam até uma das moças passar em frente da cama e lhe tocar os pés este era o sinal combinado para irem ao banheiro. Eu mesma já havia levado duas cantadas de outras garotas que me queriam em sua gang, mas só tinha olhos pra Mara. A cada dia que passava mais aumentava a minha atração por ela. Sabia que ela não pertencia a nenhuma gang, pois tinha notado que ela só ia ao banheiro com Vera.

Meus sonhos começaram a realizar-se quando um dia, na hora do recreio, estava conversando com Mara e chegou Vera, a lourinha sardenta. Alegre e extrovertida ela abraçou Mara, uma pontinha de ciúmes e inveja de Vera, que, para meu espanto me perguntou: “quer também?”, largou Mara e abraçou, passando a mão na minha xoxota e falando baixinho no meu ouvido: “deliciosa”. Depois afastou-se sorrindo, deixando-me a sós com Mara. Fiquei toda embaraçada, ainda mais quando Mara me perguntou, sem rodeios, se eu não queria fazer amor com ela. Respondi gaguejando que sim. “Então, me espere esta noite.”

Após as aulas, no banho, fiquei imaginando como seria transar com Mara. Estava com tesão e medo, pois nunca, havia transado com ninguém, muito menos com uma mulher. Mas, a vontade era mais forte e eu a queria. A noite, escovei os cabelos passei no corpo um perfume francês que nunca havia usado e me deitei ansiosa e excitada. Assim que a monitora apagou as luzes, tirei a calcinha, pus embaixo do travesseiro e fiquei aguardando. Mara demorou, pensei que não viesse mais. Já estava quase dormindo, quando senti alguém tocar-me os pés. Era Mara. Senti um tesão incrível, me levantei cambaleante e a segui. Mara me esperava na porta do banheiro. Sem falar nada, me pegou pela mão, puxou-me para dentro e travou a porta. Eu estava tremendo, Mara abraçou-me fortemente e beijou-me enfiando a língua na minha boca. Estremeci ao sentir o calor de seu corpo. Rapidamente ela despiu sua camisola e me ajudou a tirar a minha Fiquei observando seu corpo nu, que era muito bonito. Mara voltou a me abraçar fortemente esfregando seus seios fartos e durinhos contra os meus, pequeninos. O tesão que eu sentia era incrível. Mara enfiava a língua nos meus ouvidos e murmurava baixinho frases pornográficas e excitantes, enquanto apertava minhas nádegas, pressionando a minha xoxota contra a dela num roça-roça gostoso. Não agüentei mais e gozei gostosamente. Teria gritado se Mara não tapasse minha boca com um beijo ardente. Continuamos abraçadas. Mara recomeçou a beijar-me e, me fez sentar no vaso sanitário, levou os seios a minha boca e me mandou chupar. Mamei com vontade, alternando as chupadas, ora num, ora noutro. Sentia um tesão enorme com seus mamilos durinhos entre meus lábios e, teria mesmo chupado sua xana se ela me pedisse. Mas Mara tomou minha mão a guiou até sua vagina, enquanto também acariciava a minha, que estava tão molhada que o liquido escorria pela perna abaixo. Ela passou também a chupar meus seios. Nos duas éramos um contraste. Eu tenho os seios pequenos e a xoxota com poucos pelos, enquanto Mara tinha os seios grandes e a xoxota bem cabeluda. Sentia seu clitóris durinho entre meus dedos, e ele era bem maior que o meu. Ela massageava meu sexo com uma habilidade incrível, e eu gozei novamente e senti que Mara estava quase gozando quando bruscamente me virou de costas e me fez ficar de quatro, apoiando as mãos sobre o vaso. Ela me agarrou por trás e abriu minhas nádegas com as mãos, tentando esfregar seu clitóris no meu ânus. Ao sentir seus pelos pubianos esfregando no meu botão, me abri o mais possível e lamentei que Mara não tivesse um grande pênis para me penetrar. Ela gozou tão alto que tive receio de acordar as outras meninas. Demos mais uma roçadinha e gozamos novamente.

No outro dia, Mara disse-me que ela e Vera me queriam para formar nossa gang, e convidou-me novamente para aquela noite, dizendo que Vera também iria. A noite quando eu e Mara chegamos ao reservado, Vera já estava lá nos esperando. Estava nua, tinha um corpo bonito, cheio pintinhas. Os pelos de sua xoxota eram louros, iguais aos seus cabelos. Mal tranquei a porta e retirei a camisola, fui agarrada por Vera na frente, enquanto Mara me abraçava por trás. Fiquei como recheio de sanduíche, com Verinha roçando sua vulva loura na minha e, Mara pressionando seu sexo peludo no meu rabinho. Verinha abaixou-se, começou a beijar minhas coxas e logo passou a lamber minha xota. Era a primeira vez que sentia uma língua em meu sexo e era gostoso demais senti-la fazendo movimentos circulares em volta do meu clitóris, enquanto Mara roçava minhas nádegas e acariciava meus seios. Gozei gostosamente, lambuzando o rosto de Verinha com meus sucos. Foi tão maravilhoso que quis recompensar minhas amigas de alguma forma. Larguei Vera, sentei no chão e puxei Mara para mim, procurando sua xoxota. Mara abriu as pernas o mais que pode encostando a vulva no meu rosto. Nunca imaginei que seria tão bom chupar uma xoxota, sentir o grelo grande e intumescido de Mara na minha boca. Ela gozou logo e Vera tomou o seu lugar, oferecendo sua xoxota para que eu chupasse. O que vi me deixou complexada. Apesar de pequena estatura, Vera tinha o clitóris ainda maior do que o de Mara. Fiquei maravilhada com seu grelo vermelho e duro apontando para o meu rosto e chupei-o com muita vontade. Assim formamos nossa gang.

Transávamos 2 ou 3 vezes por semana uma com a outra ou as 3 juntas. O fato mais sensacional aconteceu depois, quando descobrimos Maria, uma aluna do segundo ano, mulata, bem feínha e gordinha. Uma beata, nome que dávamos as moças que não tinham gang e não transavam. Vera contou que, quando tomava banho, o chuveiro queimou e, por isso passou ao chuveiro ao lado, que estava ocupado por Maria. Pediu licença para tomarem banho juntas, Maria permitiu. O que ela viu foi incrível: Maria tinha o clitóris tão grande que saía para fora dos lábios. Era do tamanho do meu dedo indicador parecia um pequeno pênis, conforme o relato de Vera, que deixou a mim e a Mara com as calcinhas molhadas. Combinamos conquistá-la para nossa gang, mas não foi fácil. Maria era arredia, nem Mara, nem Vera, nem eu conseguíamos. Como eu insistisse, ela ficou irritada que passou um mês sem falar. Mas um dia, numa difícil prova de matemática, Vera, que era a melhor aluna na matéria, passou cola para ela. Maria tirou nota 9, ficou tão agradecida a Vera que concordou em ir ao reservado com ela e confidenciou que tinha vontade de ser como nos, mas tinha complexo de seu corpo e, principalmente do seu clitóris, que era enorme. Vera disse que nos já sabíamos, por isso e que estávamos taradas por ela e, que nos levaria junto. Mas, ela só concordou em transar com Vera.

No outro dia Vera me disse que Maria era sensacional, seu clitóris sempre durinho proporcionava prazeres incríveis. Mas como Maria levava muito para ter um orgasmo, Vera teve que chupá-la por um longo tempo até que conseguisse gozar.

Só depois de um mês que Maria, agora mais desinibida, aceitou ficar na gang. Ficamos encantadas mas tivemos que adiar nossa estréia por mais 3 dias, pois Maria estava mestruada e tínhamos combinado que seria com as quatro juntas. Enfim, a grande noite. Trancamos o reservado, tiramos as camisolas e abraçamos Maria, todas ao mesmo tempo. Vera disse que iria aquecê-la e chupou a xoxota de Maria por alguns minutos, enquanto nos a beijávamos na boca e seios. E então Vera exclamou: “Olhem!” Não pude deixar de dar um gritinho de admiração, quando olhei. O grande clitóris de Maria estava ereto, saía uns 5 centímetros para fora de sua xoxota. Vera foi a primeira. Observei o grelão de Maria desaparecer na vagina da lourinha. Verinha gozou rapidamente. Eu já não agüentava mais de tesão e tomei o lugar dela. Que sensação gostosa ser penetrada por Maria! Nunca havia sentido nada parecido, o seu clitóris roçando no meu, deslizando por toda extensão da minha fendinha. Maria forçava a entrada da minha xoxota e cheguei a ter medo de ser deflora da. Tive o orgasmo mais gostoso da minha vida! Depois foi a vez de Mara. Quando terminou, Maria continuava do mesmo jeito, com seu clitóris intumescido. Agora tínhamos que fazê-la gozar. Eu e Mara chupávamos os seus seios enquanto Vera lhe chupava o grelo. Maria demorou muito tempo mas teve um orgasmo prolonga do. Assim completamos nossa gang. Transávamos sempre e era cada vez melhor. Eu e Verinha nos alternávamos chupando o clitóris de Maria até fazê-la gozar. Inexplicavelmente, Mara não chupava xoxota. Embora pedíssemos, ela nunca fazia.

O tempo passou, estávamos no ultimo ano, fazendo os exames finais, e a nossa gang transou pela ultima vez. No outro dia Vera e Maria foram embora.

Eu ficaria mais uma semana para o exame de latim, que era o ultimo. Mara, que havia passado direto por média, não quis ir embora e resolveu ficar comigo. Nesta semana nos duas transamos todas as noites. Após o exame, tivemos nossa ultima noite. Não fomos ao banheiro, já que o dormitório estava praticamente vazio, pois todas as moças haviam partido. Mara iria embora no dia seguinte. Juntamos nossas camas num canto do dormitório. “Você terá uma surpresa”. Mara me disse. Deitamos nuas. Mara, em cima de mim, começou chupando meus seios e foi descendo, passando a língua no meu umbigo, ventre, até que alcançou minha xoxota. Aquela era a surpresa. Mara nunca havia feito isso antes. Fiquei muito feliz. Mudamos para a posição de sessenta e nove, nos chupamos muito e dormimos assim. No outro dia, os familiares de Mara vieram buscá-la. Nossa despedida foi um rápido beijo no rosto, e as lagrimas não me deixavam falar nada. Voltei correndo para o dormitório, na certeza que ali se encerravam um dos melhores períodos da minha vida.

Hoje, estou casada com um engenheiro e nos mudamos com freqüência.

Sei apenas onde está Maria, com quem tive dois encontros casuais. Com Mara e Vera me correspondi ainda por algum tempo, depois perdemos contato.

By Mirna
Conto Publicado em vários sites e revistas eróticas

Fantasias de Uma Noite de Verão



Eram dez horas da noite e eu estava sozinha em casa, deitada nua no meu quarto. Fazia tempo que não transava e já estava subindo pelas paredes. Sem namorado e saindo pouco as opções eram reduzidas. Não agüentava mais. A carência e falta de um corpo masculino me levavam a loucura. Fiquei imaginando os corpos sarados que havia visto em um filme antes de ir me deitar e um calorão subia pelo meu corpo. Minha vagina queimava como se estivesse em brasa e inconscientemente minha mão a tocou enquanto minha mente viajava...

Parecia cochilar quando um barulho me tirou de meu torpor. No escuro pressinto a presença de alguém no quarto e fico receosa. No mesmo instante, sinto uma língua tocando as minhas pernas. Lentamente, ela vai subindo pela parte interna até chegar nas minhas coxas. Com movimentos circulares e leves mordiscadas vou sendo levada à loucura. Um calafrio de tesão percorre o meu corpo tão carente, tão desejoso de um toque. Relaxo mais e aproveito a sensação que a sua língua deslizando pelas minhas carnes proporcionam.

Sua mão sobe pelas minhas pernas, até chegar na vagina molhada, por reflexo contorço meu corpo erguendo os meus quadris da cama como se estivesse oferecendo minha bucetinha para ele. Seus dedos acariciam o clitóris e me penetram suavemente apenas para serem retirados no mesmo instante. Imagino meu “torturador” os levando até a boca para experimentar o gosto de meu prazer.

Sinto sua língua tocar os lábios de minha vagina, os lambendo com delicadeza. De cima até embaixo. De um lado e depois do outro. Minhas mãos agarram o lençol enquanto meus gemidos e suspiros invadem o silêncio do quarto. Meu corpo suado estremece com ondas de arrepios. Minha vagina molhada explode em um gozo alucinante e grito de prazer enquanto sinto o corpo daquele estranho deslizar sobre o meu, subindo até se encaixar por entre minhas pernas. Sua boca alcança os meus lábios em um beijo molhado e provocante. A língua invade minha boca me tirando o ar. Seu pau encosta na minha bucetinha melada forçando a entrada e se alojando dentro de meu corpo. Mesmo bem lubrificada sinto como o seu cacete é enorme e ergo minhas pernas para auxiliar a sua penetração. Sua virilha encosta na minha. Beijo o seu pescoço e mordo a sua orelha elogiando o seu pau.

- Ah... Que delicia! Que pau delicioso...

Com as minhas pernas apoiadas nos seus ombros ele começa a se movimentar com força. Para dentro e para fora. O tamanho do seu pau e a violência das estocadas geram sons que rompem o silencio da noite. A cama rangendo, meus gemidos a cada entrada e a nossa respiração ofegante parecem música para mim. O contato com a sua pele quente, o suor por nossos corpos e o prazer que sinto abarrotam meu corpo e minha mente.

-Aiiiii... Vai... Me come gostoso! Me fode! – grito completamente desvairada enquanto gozo

Meu corpo se contorce e sinto um turbilhão se esvair de minha vagina. Meus fluídos e todo o meu tesão acumulado parecem explodir enquanto o seu pau estremece com jatos de porra quente se alojando na minha buceta. Fico curiosa em saber o que virá agora e minha resposta vem quando ele me vira de bruços na cama e sua boca encontra a minha bunda. Ele beija, lambe as nádegas e delicadamente as separa com as mãos. Sinto sua língua tocar o meu anelzinho. Nunca havia sentido tanto prazer.

- Ai, como isto é bom... Assim... Que delicia...

Meu cuzinho começa a piscar de tesão, a vontade de ser penetrada é imensa. Quero tê-lo inteiro dentro de mim, sentir os seus pentelhos baterem na minha bunda, ser dominada e subjugada. Não existe nada mais excitante do que ser penetrada de quatro.

O estranho me coloca na posição e a sua pica encosta na minha bunda. Pincelando o pau pelo meu cuzinho, começa a forçar a entrada. Dor... Agüento firme e peço alucinada.

- Vai, mete tudo. Me fode bem gostoso.

Atendendo o meu pedido o seu pau entra tudo de uma vez e sinto uma pontada de dor intensa... Minhas pernas amolecem e penso até que vou desmaiar. Seu pau começa a mexer dentro de mim. Que delicia quando ele sai bem devagarzinho e entra com força. Não agüento mais... Enquanto sou penetrada vigorosamente toco o meu clitóris e gozo no mesmo instante. Rebolo, choro de dor e prazer completamente extasiada pela situação. Seu pau palpita dentro de mim e vibra gozando abundantemente. Caio para o lado esgotada e desfalecida. Deliciada pelas sensações que dominaram o meu corpo.

Seus lábios tocam os meus em um beijo carinhoso. Mesmo no escuro vejo o seu vulto sair pela porta de meu quarto. Sinto o corpo suado e relaxado. A minha bucetinha melada e meu cuzinho arrombado ardem prazerosamente. Fico imaginando como seria o seu rosto. Algum safado conhecido? Um delicioso estranho? Minha mente viaja em devaneios enquanto meus olhos pesam e adormeço profundamente...

Seria um sonho ou realidade?


By Camilinha - DevaneiosdeCamilinha.blogspot.com

Perdendo a Virgindade da Minha Bundinha

Janeiro, mês de férias, engraçado como esperamos tanto por elas e depois ficamos entediados torcendo para voltar logo as nossas atividades. Acordo tarde todos os dias e por isso acabo ficando sem sono à noite, rolando na cama e pensando na vida. Decidi escrever esse conto em uma destas noites.

Apesar de jovem já amei alguém com todo o meu coração e para mim isto já vale muito. André, o primeiro homem que fez eu me sentir como uma mulher, uma fêmea! Foi com ele que eu descobri o significado do sexo, aquele que me iniciou nos caminhos do prazer.

Com minha sexualidade desabrochada novos pensamentos foram me dominando, fui ficando mais liberal. Me desvencilhei das amarras que uma criação rigorosa haviam sido impostas. Agora criava fantasias, tinha desejos, minha mente fervilhava de pensamentos. Imaginava como poderia ter mais prazer e fazer meu companheiro mais feliz na cama. Eu devia isso para ele.

Transei com Carlos, meu primeiro namorado, por um misto de curiosidade, tesão e medo de ser a última de minhas amigas que havia transado. Agora, com André, tinha relações por vontade, para ter prazer. Também queria fazer André gozar, ter sensações incríveis e ficar cada vez mais apaixonado por mim. Não queria que ele tivesse vontade de olhar para outra mulher, queria que tudo entre nós fosse perfeito. Um casal apaixonado aproveitando o máximo que o sexo pode oferecer.

Praticávamos sexo rápido e muitas vezes às escondidas, morrendo de medo de sermos pegos em flagrante. Em outras oportunidades que conseguíamos ficar sozinhos, com mais tempo, as relações eram mais elaboradas. Certa vez, escondida de minha mãe, comprei um jogo de sutiã e calcinha preta, a tanguinha era bem cavadinha e uma cinta liga completava o meu traje. Fiz uma surpresa para André que quase caiu para trás quando me viu vestida daquele jeito. Gozou várias vezes e transou comigo como um doido, como se fosse a primeira vez.

Com a evolução de nossas transas, assiduamente, ele tentava comer a minha bundinha. Ainda não tinha feito isto e para ser sincera, nunca havia pensado em fazer, não tinha este desejo e para mim sexo anal era uma espécie de tabu. Achava que somente prostitutas e gays faziam este tipo de coisa. Quando transávamos, comigo de quatro, André, “meio sem querer”, deixava o seu pau escapar e encaixava no meu cuzinho. Sentia algo diferente, mas eu mesma pegava seu pau e o guiava para dentro de minha vagina. Além do tabu e falta de desejo ouvia falar que doía “pra caramba” e em muitas vezes a relação não era consumada devido a isto. Em algumas oportunidades eu reclamava e falava que daquele jeito eu não queria.

Devido a sua insistência, um medo dele procurar este tipo de sexo em outro lugar e até por uma certa curiosidade comecei a pensar no assunto. Vi alguns filmes pela internet, li alguma coisa sobre o assunto e ficava imaginando como seria. Qual o prazer nisto? Doía bastante? Por que esta tara que o brasileiro tem na bunda? Seria gostoso? Esquisito?

Diante de tantas dúvidas e depois de fazer uma vasta pesquisa na net. Decidi experimentar, fazer uma certa preliminar sozinha. Só para ver como seria e qual a sensação que eu sentiria. Se achasse muito ruim tiraria esta idéia de minha cabeça e me manteria firme na decisão de não praticar esta modalidade sexual.

Certa noite, no chuveiro tive minha experiência. Fiquei abaixada no box e enquanto me masturbava acaricei meu cuzinho para ver o que eu sentiria. Tateei o ânus e decidi lubrificar um dos meus dedos. Coloquei a pontinha do indicador e a sensação foi meio estranha, mas um pouquinho gostosa. Enfiei mais um pouco e logo estava, o máximo que conseguia, com o dedo enfiado no meu cú. Senti uma leve pontada de dor e apesar de me sentir estranha não achei tão ruim a sensação. Fiz mais algumas vezes, consciente que estava me preparando para o dia em que perderia a virgindade do meu rabinho.

Em uma noite na qual André estaria sozinho e me convidara para ir até sua casa pensei comigo mesma:- É hoje! Sem contar sobre a minha decisão me aprontei para a noite colocando uma calcinha fio dental bem sexy para realçar o seu desejo pela minha bundinha. Queria deixá-lo louco de tesão e neste dia atenderia a todas as suas vontades.

Na sua casa, nos agarramos na sala. Beijos ardentes, carícias, aquela mãos explorando o meu corpo já tão familiar para ele. Tirei sua camisa e sua calça. Me abaixei e fiquei de cara com aquele volume imenso. Ele estava com um tesão danado. Arranquei a sua cueca e o seu pau apareceu apontando para o alto, pingado de prazer.

Antes de enfiá-lo em minha boca, olhei admirada para aquele cacete que já havia me proporcionado tanto prazer, o pau que me fizera gozar pela primeira vez. Tinha viciado em chupá-lo. Ele adorava isto e eu me orgulhava de dar este prazer para ele. Para mim o seu pau tinha um gosto doce...

- Gosto tanto de seu pau, André. Ele é tão gostoso! Tão grande – apertei seus testículos querendo senti-lo em minhas mãos.

- Vai , chupa logo, engole o meu pau .- disse não agüentando mais de tanto tesão.

Gentilmente, passei a língua em torno da glande antes de engoli-lo por inteiro. Enquanto o chupava apertava suas bolas. Sabia que ele adorava isto. Seu gozo veio rápido e o retirei da boca, continuando a masturbá-lo. Ele gemeu, ficou um pouco aproveitando as sensações que sentira e nos deitamos com ele trocando de lugar comigo.

Sua língua explorava a minha bucetinha tocando suavemente as extremidades dos grandes lábios, indo até o clitóris com pequenos beijos, com sua língua macia tentava me penetrar forçando passagem apenas para retirá-la e começar minha deliciosa tortura. Sentia sua respiração e seus lábios quentes me acariciando, passeando por toda a minha vagina. Eu mordia os lábios, sentia meu corpo transpirando. Minha bucetinha estava encharcada, lambuzada. Sua saliva se misturava ao liquido que saia abundante devido ao estado de tesão em que eu me encontrava. Ele se agarrava as minhas coxas as apertando firmes enquanto chupava minha bucetinha. Eu contorcia meu corpo. Insistente nas suas vontades, com uma de suas mãos desceu acariciando o meu cuzinho rosado, ele tateava e fazia movimentos circulares. Aceitei esta nova carícia com gemidos de prazer. Estava ansiosa e um arrepio percorria toda a minha espinha.

- Aahhh... Não para! Me chupa! – disse alucinada – As sensações foram ficando intensas. Minha bucetinha se contraía e latejava, meu corpo se retesou com ondas de prazer, estava gozando, que sensação maravilhosa. Estava adorando gozar tão facilmente com André.

Sua língua continuou passeando por toda a minha bucetinha e o seu dedo, que acariciava o meu cuzinho foi substituída pela sua língua. Ela passeava delicadamente pelo meu anus, sabia o que este safado queria. Já fazia algum tempo que ele tentava comer o meu cuzinho. Desta vez, após pensar muito sobre isso, decidi ser levada por meus instintos. Submeter-me aos seus desejos. Sua língua acariciava o meu ânus me dando um prazer intenso. Minha bucetinha estava encharcada e já estava desejando sentir o pau de André atolado na minha bundinha.

Percebendo que eu estava gostando de ter o cuzinho acariciado e por não ter reclamado como das outras vezes, André decidiu tentar me penetrar com um de seus dedos. Lubrificado com sua saliva seu dedo foi forçando passagem, tentando entrar no meu cuzinho. Não sem sentir uma pontada de dor o seu dedo foi entrando no meu ânus. Lentamente ele foi mexendo, tirando e colocando enquanto que seus lábios e sua boca beijavam e sugavam a minha bucetinha. Aquilo estava ficando ótimo e eu estava descobrindo uma nova forma de prazer. Achei que meu cuzinho piscava em volta do dedo de André desejando que fosse o seu pau.

Ciente que eu estava pronta André me colocou de quatro. Eu rebolava a minha bundinha enquanto ele esfregava a cabecinha de seu pau na entrada de meu cuzinho, pincelava de cima para baixo para me provocar. Suas mãos agarraram meus cabelos me puxando com força, com tesão. Gostava da sensação de ser dominada, subjugada. Me senti como uma fêmea.Gemi enquanto ele sussurrou no meu ouvido.

- Meu tesão, minha loira gostosa... Hoje eu vou comer este teu rabinho. Vou enfiar bem gostoso nessa sua bundinha gostosa e você vai gostar.

- Vai, então me come! Coloca este teu pau na minha bundinha. – Disse já entregue.

Então André colocou seu pau na porta do meu cuzinho. Tesão , medo e com a idéia de estar quebrando um tabu tornavam a transa ainda mais excitante! Seu cacete forçou um pouco a entrada e senti uma pontada de dor. A cabeça do seu pau era muito maior que seus dedos. Ele forçou mais um pouco e eu contrai a bundinha assustada. Achei que não iria conseguir.

- Calma minha gata... Calma... Eu vou te comer bem gostoso e você vai adorar. – disse sussurrando no meu ouvido

Relaxei um pouco mais e ele colocou mais força no seu pau fazendo a cabecinha entrar. Soltei um gemido de dor e excitação. Lentamente seu pau foi entrando, me preenchendo de uma forma que nunca havia sentido. Estava bom. Logo senti que seu pau estava inteiro dentro de mim. André foi fazendo movimentos para dentro e para fora devagar. Receoso de me machucar. Eu já estava esquecendo a dor e me entregando ao prazer. Para demonstrar isso comecei a rebolar. Excitado por ter conseguido alcançar o objeto de desejo André logo gozou me enchendo com a sua porra. Quando senti o seu prazer e os seus gemidos acabei gozando.

André deitou ao meu lado e me beijou com muita paixão. Agora eu era sua por completo...

By Camilinha - continuação do conto : Quando Virei Mulher
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