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Diarista Safada

Meu nome é Regina, tenho 25 anos. Sou casada, tenho um bom marido que me satisfaz em tudo. Somos de família classe média e podemos manter uma diarista três vezes por semana. Ela tem trinta anos mas com um corpinho muito em forma ainda. Nunca tinha olhado uma mulher que não seja só por olhar. Mas um dia fazia muito calor, e para ficar mais a vontade nas tarefas de casa, ela botou um shortinho bem curto que realçava bem suas coxas e bumbum.

Meu marido tinha viajado a negócios e fazia cinco dias que ele tinha ido. Olhando bem para ela comecei a me excitar. Passei a mão na minha xoxota e ela estava super molhada. Para me acalmar fui tomar um banho mas deixei a porta meio aberta. Como tinha boxe dava pra ver se vinha alguém.

Percebi de relance que Rose, a diarista, estava olhando. Fingi que não a vi e comecei a me masturbar, passando as mãos pelos seios e na xoxota. Quando sai do banho, ela chegou e disse que me viu fazendo isso sozinha, e que não precisava, pois ela tava aí para ajudar. Não resisti, deixei ela sem roupa e comecei a chupar os peitinhos e em seguida a buceta.

Ela fez o mesmo comigo. Fomos para o quarto pois na cama ficávamos mais a vontade. Estávamos num delicioso 69, quando olhei para a porta e vi meu marido nos observando. De momento levei um susto, pois ele voltaria somente dois dias depois. Mas me acalmei quando vi que ele já estava sem roupa e de pau duro.

Veio para a cama e enquanto ela chupava o pau dele eu lambia o saco, e nos revezando em seguida. Enquanto ele a penetrava eu a beijava, e enquanto ele me penetrava ela me beijava e chupava meus peitos, me deixando toda arrepiada de tanta tesão. Gozei como nunca tinha gozado. Meu marido em seguida começou um vai vem nela e vi que os dois gozaram também.

Para finalizar pediu que fizéssemos mais uma vez um 69, pois tinha gostado muito de ver isso. Hoje Rose ainda continua a trabalhar em nossa casa e transo muito com ela quando meu marido não tá, para poder me satisfazer, pois ele viaja muito. E quando chega então sempre fizemos a três.

Se vocês gostarem comentem, comentários são a alegria de quem escreve os contos.

Beijos

Conto erótico recebido por email by Regina

Depilação entre Amigas

Quem acompanha meus contos, sabe quem e como é a: Mazé, minha esposa; Olívia, minha enteada; e Paulinha colega de trabalho de Olívia. Paulinha era virgem anal (Até em 28/05 veja em: No Motel com Paulinha), mas Olívia achava que a iniciação anal de Paulinha ainda estava por acontecer, na presença dela; combinamos várias vezes que nunca dava certo. 

Marcamos para 18/05, segunda passada, na casa de Olívia as 16:00h, Olívia havia me entregue cópia das chaves da casa dela. Cheguei as 14:00h, elas não me viram chegar, aproximei-me do quarto e vi Olívia despida ajoelhada na cama forrada por um lençol e Paulinha também despida, deitada e sendo depilada por Olívia, aquilo me deixou excitadíssimo, fiquei de pau duro. Elas comentavam que estavam ansiosas e que as horas não passavam, Paulinha disse estar excitada com a depilação e a manipulação da Olívia em sua vagina, continuei observando, até que ao me ver, Paulinha assustou-se e tentou cobrir-se, assustando também a Olívia. Sorri e disse:

- Podem continuar. Não sabia que era tão excitante assistir a uma depilação. Olha como estou... Olívia respondeu que sim, principalmente quando movem seu clitóris de um lado para o outro; Paulinha disse que depende de quem a está depilando, aquela era uma das situações em que estava excitadíssima. 

Aproximei-me para ver melhor, Paulinha ficou meio encabulada, mas deixou que Olívia continuasse. Não me contive levei um dedo até ao minúsculo grelo de Paulinha e pressionei, ela contraiu-se toda, Olívia reclamou tirando minha mão e pedindo para eu não atrapalhar. Deixei Paulinha e fui com a mão para a boceta de Olívia que estava com a perna direita ajoelhada e a esquerda curvada, encontrei seu grelo, e com a mão direita massageei seu peito, ela pediu para parar, insisti e introduzi um dedo na vagina. Ela estava toda melada e perguntei:

- Tu já gozou, foi?
- Não.
- Tu ficou meladinha assim só por que está mexendo com a Paulinha é?

Ela não respondeu. Enfiei o resto do dedo, e vi que a Paulinha estava com a cabeça fora da cama assistindo a tudo. Retirei o dedo de dentro de Olívia, me virei para Paulinha, dei um beijinho na boca dela, ela fechou os olhos e enfiei o dedo com o liquido da Olívia na boca dela. Ela quis tirar, não deixei. Depôs que chupou ela disse nunca ter sentido o sabor de outra, que era diferente, Olívia assistia a tudo fazendo a depilação na boceta da Paulinha. Olhei para Olívia e pedi:

- Deixa tirar mais pouquinho?

Olívia abriu as pernas para receber meu dedo, enfiei dois e levei para Paulinha chupá-los, abocanhei seus peitos chupando-os alternadamente. Paulinha começou a rebolar sua pélvis, propus a Olívia que chupasse Paulinha, ela se recusou, mas introduziu um dedo nela. Insisti para que Olívia chupasse o grelinho, ela ficou receosa, retirei meus dedos da Paulinha, segurei a mão de Olívia e tirei seus dedos da boceta de Paula e fiz Olívia chupar; Paulinha viu aquilo e pediu:

- Chupa minha boceta que depois eu chupo a tua. Completei dizendo.
- Chupa onde tu gostas de ser chupada. É bom ir treinando, assim quando for com tua mãe tu vai saber o que fazer.
- Mas tu não perde tempo mesmo. Não é? Seu sacana!

Segurei a cabeça dela e fui baixando-a devagarzinho até a xaninha. Ela lambeu de leve a procura do grelo de Paulinha, passou a dedilhar e meter o dedo na Paulinha, que já estava com cara de puta, mamei seus peitos, mordiquei seus mamilos, ela puxou-me pela gravata e pediu:

- Deixa ver teu cacete.

Retirei minha roupa, abri as pernas e ajoelhei-me na cama deixando-a entre minhas pernas, baixei salivei seus peitos e coloquei meu caralho entre seus peitos e comecei fodê-los. Olívia veio mamou os peitos, os mamilos da Paulinha; meu cassete cuspiu entre os peitos da Paula, me punhetou, chupou e lambeu meu caralho; esfregou nos peitos e mamilos da Paulinha, colocou entre eles e voltou a chupar os peitos da Paula e a se masturbar ao mesmo tempo, Eu estava em ponto de gozo, mas me segurei para não gozar ainda, quando Paulinha começou a gozar, Pegou os cabelos da Olívia e puxou-a para um beijo de língua, não agüentei, levantei e terminei-me masturbando em cima delas, que, pararam com o beijo para receber meu sêmen em suas faces e bocas.

A Paulinha tinha gozado, mas a Olívia ainda não. Ela quase me derruba ao subir em cima da Paulinha e colocar a buceta em cima da cara dela para ser chupada; continuei me masturbando e derramando o resto do esperma nas costas da Olívia que escorreu até o tórax da Paulinha; coloquei meu caralho entre a bunda da Oliva e os peitos da Paulinha. Olívia é escandalosa, começou a gritar que ia gozar falando:

- Toma sua vaca, tu não disse que é gostoso! Então bebe meu gozo, sua lésbica. Chupa minha buceta, bebe meu gozo, sua vagabunda. Eu sabia que tu gostavas de chupar uma mulher.

Eu assistia aquilo tudo chupando o pescoço, metendo a língua no ouvido e tentando beijar a boca de Olívia que não deixava. Paulinha estava admirada. Quando Olívia terminou, arriou seu corpo para o lado e para traz levando o meu com seu peso. Ficamos os três alguns minutos sem falarmos nada um com o outro, até que comentei:

- Se soubesse que era tão bom transar com vocês e se não fosse a Mazé, teria tentado há anos. Faz tempo que vocês se curtem? Paulinha logo rebateu:
- Não! Nunca tinha feito isto com ela, nem com nenhuma outra! Quero que ela me diga de onde ela tirou essa historia que sou lésbica e de que ela sabia que eu gostava de mulher.

Olívia se explicou dizendo que nada mais era que: Tesão de momento é o mesmo que ele (eu) quando nos chama de puta, cadela, prostituta ou vagabunda. Concordei com Olívia. Paulinha se conformou e Olívia completou sorrindo:

- Mas se eu soubesse que era tão bom assim, já teria dado pra ti há muito tempo. Paula remendou:
- E eu que sou Lésbica. Sorrimos os três.

Fui ao banheiro me lavar, Olívia me acompanhou e deixei-a usar o chuveiro enquanto eu urinava, ela voltou à cama e fui me lavar. Quando volto, Olívia estava do lado de dentro da cama de costas para Paulinha que acariciava suas costas e bumbum enquanto conversavam. Perguntei o que falavam. Oliva respondeu que comentavam sobre o que acabara de acontecer e que tinha sido excelente Talvez me deixassem de fora algumas vezes. Sorriram a valer.

Propus que me convidassem como platéia, pois adoraria ver elas duas mulheres transarem, não gosto de sapatões metidos a homens. Iremos pensar no caso, foi o que me responderam. As safadas sorriram. Deitei-me entre as duas passando por cima da Paulinha que segurou meu membro, ficou punhetando e comentou com a Olívia:

- Tua mãe tem muita sorte; encontrar um pau deste que nunca amolece! E perguntou:
- Tu já o viu mole?
- Isto é um tarado mulher. Tu já viu algum tarado mole?
- Quer dizer que vocês também são taradas?! Vocês me falaram que se masturbam todos os dias e muitas vezes após terem transado.
- há isto acontece quando o cara não me satisfaz. Paulinha emenda:
- Ou quando passo mais de uma semana sem trepar. Ai tenho que botar algo na boceta pra gozar.
- Falar nisto cadê teu consolo Olívia? Vamos usar agora?!

Ela levantou e foi ao guarda roupas, enquanto isto, deitado mesmo, virei para Paulinha fiquei mamando o peitinho direito de Paulinha. Ela segurava como quem segura para um bebe mamar. Retirou, procurou posição e me deu o esquerdo, ela espremia e eu chupava; enchia minha boca com eles. Que mamada gostosa, aquela!

- Era assim que eu botava minha filha para dormir enquanto assistia TV. Falei que não queria dormir. Foi à hora que Olívia sentou na cama e ficou observando a mamada, ela curvou seu corpo por trás da Paulinha, pegou o outro peito para mamar, fiquei cara a cara com Olívia, eu observava sem tirar a mama da boca, Olívia me olhou e comentou:

- O bico dos peitos dela é grande não é? São maiores que os meus?
- São. E são tão gostosos quanto os teus.

Paulinha curvava o pescoço para nos ver mamando nela, agora ela segurava os dois peitos para serem chupados, ao mesmo tempo em que começava a contorcer sua pélvis. Olívia levou a mão para a buceta da Paulinha e ficou dedilhando até meter um dos dedos e depois me dar para chupá-lo, meteu novamente e levou para si. Era lindo vê-la chupando o dedo que acabara de sair da gruta da Paulinha, vi que Paulinha também se excitara com aquela visão, desci meu corpo até achar sua gruta, Olívia continuou mamando Paulinha e com a mão direita abriu os lábios vaginais da Paulinha para eu chupar o grelinho.

Após alguns minutos, Olívia desce seu corpo e chega à bunda da Paulinha; vi por entre as pernas da Paula, que Olívia tinha introduzido um dedo na boceta dela. Meteu mais um e com a cabeça por cima do quadril da Paula, me olhou e levou seus dedos para eu chupar. (que mulher safada! que puta experiente! como ela aprendeu rápido! que dedos deliciosos... Até pouco tempo, mal sabia o papai mamãe).

Baixou sua cabeça e notei que Paulinha ficou a jogar seu traseiro para traz impossibilitando-me de chupa sua boceta. Levantei a cabeça, fiquei masturbando seu grelo e olhei o que Olívia estava fazendo. A Danada estava metendo a língua no cuzinho da Paulinha, peguei o consolo 24X8, que estava jogado na cama, atrás da Paulinha e tentei introduzir em sua boceta, estava difícil, pois, quando ela empinava a bunda para receber a língua da Olívia, suas pernas se fechavam; cuspi no consolo e fiquei masturbando-a. Olhei para Olívia e pedi:

- Lubrifica e alarga o cuzinho dela pra mim! Meu cassete, não agüenta mais de tanto tesão, está melando toda tua cama.
- Agüenta ai, que quando tiver no ponto eu te chamo.
Deixei Paulinha com o consolo entre as pernas e fui para traz da Oliva fiz – mesmo que ela fazia com a Paulinha, meti a língua e chupei seu cuzinho gostoso. Ela rebolava gostoso, Paulinha falou:
- Até mês passado eu mal sabia o que era gozar, Mal gemia enquanto transava. Agora estou com uma vontade louca de gritar. Gozo só em ver as putarias de vocês.

Ela se contorcia jogando a bunda para Olívia, masturbando-se com o consolo entre suas pernas. Pôs o braço fora da cama, pegou meu caralho, espalhou o lubrificante natural pela cabeça dele, e começou a me masturbar. Eu não ia agüentar muito tempo; posicionei-me atrás de Olívia que não para de chupar o cu da Paulinha, levei meu caralho até seu botãozinho e meti a cabeça do meu pau, senti quando passou pelo músculo anal.

Ela deu um gritinho, depois empurrou sua bunda de encontro a meu cassete; entrou tudo, ela ficou rebolando para os lados e para frente e para trás, isto ela sabia fazer bem: Dar o cu. Ela adora (pelo menos comigo, até agora só comi seu anus), dar o co. Paulinha não tirava os olhos de nossa transa, Olhei pra ela e falei:

- Está vendo como ela gosta? Eu não te disse que eu metia todinho no co dela?! Olha aqui, olha... Ta vendo como ela faz gostoooso? Depois vou fuder o teu do mesmo jeito. Vou te arrobar teu cuzinho. Vou te enrabar! Aaaiii! Não estou agüentando, vou gozar de nooovo! Ai que cuzinho gostoso, minha safada. Vou gozar no teu cú Olívia! Vou encher teu cuzinho de gala! Vou derramar meu esperma nas tuas tripas, Minha putiiinha. Aii minha cadela gostosa! Aaiiii, aiiii. Aiii gosta! Isto mastiga meu cassete com teu cu! Faz como tua mãe faz. Prende meu cassete com teu rabo!

- Goza no meu cuzinho goza, meu gostoso. Come tua cadela! Por isto que tu me pegou de quatro foi? Pra imaginar que sou tua cachorrinha é? Vem meu cachorro, enche o cuzinho da tua cadela com teu esperma! Pensei que tu ia esperar pra gozar no cu da cachorrinha da Paula. Mas goza no meu mesmo! Goza. Vem não vou desperdiçar nada. Quero teu gozo todo dentro de miiiim! Aaaiii... Aiiiii! Huuum, ai, aiiiii! Vem. Goza filho duma égua, Vou gozar tambeeeém. Aiii! goza comiiiigo.

Ela rebolava de um jeito tão frenético, que era impossível eu não gozar. Paulinha não era muito de gritaria, nem de falar sacanagens, mas já estava entrando na festa.

- Não para não Olívia, chupa meu cuzinho, chupa!

Oliva puxou-a de lado expondo sua xana, ela tirou o consolo de entre as pernas da Paulinha e caiu de boca na boceta dela. Paulinha que soltou uns gritinhos inibido, ouvi um grande estalo. Olhei e vi a mão da Olívia descendo de encontro às ancas da Paulinha e ordenando. Goza sua vaca, grita vaiii! Pode gritaaar puta disfarçada! Aaiiiiii Acho que estou gozando! Grita sua égua! Quero ouvir tu gritar. Deu outra tapa, agora com mais força. Paulinha gritou: Para. Para! Já estou gozaaando. Não bate mais não! Ai sua cadela. Se quer me chupar, chuuuupa! Aaiii! Huuumm, arf, arf, arf! Não me bate mais não! Sua vagabunda. Aaiiiii. Estou gozaaaando, sua porra.

Estoquei tão rápido e com tanta força para acompanhar o gozo delas, que numa desta estocada meu pênis saltou fora do cu da Olívia. Tentei meter novamente no cu dela, mas foi tarde demais. Gozei na entrada do anus; e para não gozar no chão, dirigi meu cassete para cima gozando na bunda dela. Paulinha não tirou os olhos do meu cassete que espirrou sêmen na bunda da Olívia, fiquei meio que de joelhos, botei na boca da Paulinha. Com nojo, ela quis rejeitar. Mas forcei e gozei boa parte em sua boca.

Olívia chupava o grelo e masturbava a Paulinha com a mão direita, com a esquerda masturbava a si mesma até seu espasmo final. Sentou no chão e escorou seu corpo na cama, assistiu o restante de meu gozo na boca e cara da Paula, que ficou com os cabelos todos melecado do esperma que escorria pelos cantos da boca.

Aquelas duas roubaram toda a energia de meu corpo, não agüentei o peso de meu corpo, e cai no colchão ao lado de Paulinha, que cuspindo, limpando os lábios e reclamando, que: estava com gosto de merda na boca. Sorrimos. Paulinha reclamou e pediu para que eu, nunca mais fizesse aquilo. E continuou:

- Quem já se viu tirar o pênis de dentro do cú de uma e meter na boca da outra? Ela realmente não tinha gostado. Mas bebeu o que pôde.
Olívia com respiração alterada falou:

Liga pra ela não Magão, depois ela se acostuma. Chupei o a bundinha dela e foi ótimo, eu também nunca tinha feito isto. Levantou e foi ao banheiro. Minha esposa chegou. Depois conto o resto. Vou contar também a foda com de ontem com ela. Aguardem.


 Roberto_monteiro@yahoo.com.br

Conto erótico recebido por email by Roberto

Eu, Meu Marido e Rafael ...

Somos casados há mais de 10 anos e meu marido sabe que eu adoro um pau grosso, já brincamos muito com vibradores, mas o real é que é bom. Acertamos uma vez em procurar um garoto de programa na primeira viagem que fizéssemos, o critério de escolha é claro seria o instrumento.

Fomos para a Bahia, e depois de 3 dias de praia, marquinha de biquíni e cervejas, decidimos colocar o plano em ação. Entramos em um site e localizamos o garoto. Eu tenho pouco mais de 30 anos, mas estou ótima. Gostosa. Marcamos no bar do hotel onde estávamos hospedados e em meia hora chega o rapaz, Rafael, alto, forte e simpático. Nos sentamos e começou aquele papo sem muito futuro.

Roberto me pediu uma roska (vodka com fruta) e eu engoli e me soltei de vez, os chamei para subirmos e fui direto para o chuveiro, eles ficaram sentados me esperando. Saí de lá apenas de toalha e meio bêbada. Comecei a beijar Rafael, na boca, no pescoço e me enroscar, enquanto meu marido apenas olhava. Ele tb me beijava e amassava toda com mãos fortes e grandes. 

Fui para a cama e pedi para eles começarem a brincadeira. Meu marido disse que apenas iria olhar, Rafael arrancou a camisa e a calça e colocou para fora o negócio que pelo site já era grande, imagine para mim já cheia de vodka.

Comecei a beijar o pau dele e lamber as bolas, pesadas e grandonas, adoro ficar chupando de quatro e rebolando, ele então começou a apertar a minha bunda e esfregar os dedos nas minhas entradas. Que delícia! Aquele pau mal cabia a cabeça na minha boca, imagine na minha xoxotinha.

Ganhei uma chupada gostosa dele no meu grelinho que estava totalmente duro e melado, e resolvi experimentar a bitola do cara. Fui sentando devagar e percebendo o quanto entrava, como estava muito melada e excitada, o pau entrou todo, mas me alargou toda também.

Senti minha xoxotinha virar uma bucetona em segundos. Com a luz pouquinha e o tesão muitão, comecei a cavalgar e não demorou veio o primeiro gozo, lá de dentro, senti caminhando por minha virilha e estremecendo meu corpo todo. Nossa! Delícia!

Rafael me virou de costas e começou a me penetrar por trás, abrindo a minha bunda com as mãos, e exibindo meu cú, fiquei com medo dele tentar meter lá, mas meu marido não iria deixar. Meu rabinho já estava queimadinho e devia estar lindo todo aberto com aquele pauzão enfiando e saindo.

Ele cuspia no meu cuzinho e esfregava o polegar, falando que dava o maior tesão foder uma bunda daquelas, isto me fazia rebolar mais e gozar outras vezes, de quatro e já toda largada. Pensei, já estou fazendo uma doideira, vou ver se cabe tudo em minha bundinha, me virei para trás e pedi ao Rafael, "come meu rabo bem gostosa seu safado".

Não precisou falar outra vez, ele sacou da minha xoxotinha toda vermelha e começou a forçar meu cú. Caramba, aquilo parecia que era quatro vezes maior. Mas a cabeça passou e ele deu aquela paradinha estratégica, acostumei com a bitola e ele foi descendo o peso e sumindo dentro da minha bunda com um pau enorme e grosso.

Meu marido veio para perto de mim e começou a me beijar muito gostoso, me vendo sofrer e chegar perto da terceira gozada em menos de 30 minutos. Rafael começou a bombar mais forte e esfregar meu grelinho, empinei a bunda e mandei ele socar tudo. Caramba! Estava sendo arrombada na frente de meu marido e ia gozar de novo, no pau daquele cara desconhecido e muito gostoso.

Senti o pau dele dar os sinais de gozo e o meu veio junto, gozamos forte, gostoso e juntos.Parei, ele saiu de dentro e foi ao chuveiro, meu marido me deu outro beijo e me disse que tinha filmado quase tudo, inclusive aquela gozada.

Ufa!!! Estou sentindo um calor... 

Conto erótico recebido por email by Roberta da Bahia

Nosso Primeiro Menage

Já fazia alguns meses que eu vinha pedindo para Laura, minha namorada , fazermos o Ménage Feminino. Enquanto transávamos ficava falando sobre as posições, o que eu gostaria de ver e fazer em um ménage, que ela poderia ter varias partes do corpo excitadas simultaneamente, etc.

E cada dia que passava ela ficava mais excitada com a possibilidade, até que um dia ela perguntou se poderia ver a menina antes, então convidei-a para irmos a uma boate de sacanagem onde poderíamos ver várias meninas, conversar e escolhermos juntos, ela topou na hora e disse que tinha muita vontade de conhecer estas boates de sacanagem.

Então combinamos para semana seguinte. Era uma Sexta-Feira, quando fomos nos arrumar ela fez questão de se arrumar sozinha, deixei-a e fiquei aguardando na sala, quando ela entrou na sala percebi como ela também estava louca para conhecer uma boate de sacanagem e/ou experimentar uma transa a três, tinha colocado um vestido preto bem curtinho, sem sutiã só meia, liga, e com uma calcinha fio dental que eu havia dado de presente, fiquei louco, e fomos.

Antes de entramos fui me certificar que não havia nenhum conhecido então entramos, sentamos éramos o único casal na casa mas ninguém ligou, estavam mais preocupados com as putas e nos também, começamos a beber, e logo vi uma menina alta pernas grossas, perguntei para minha namorada o que ela achava ela me respondeu que era muito bonita e que poderia chamá-la se quisesse, então chamei-a era linda mas ela não saia com casal conversamos um pouco e ela se foi, minha namorada lamentou e disse que com ela seria legal, senti que ela estava muito excitada, terminamos o drink e comecei a beijá-la.

Fui enfiando minha mão entre as pernas dela e a masturbá-la, ela foi abrindo as pernas então penetrei meu dedo nela e senti como já estava quente e molhadinha, paramos seu vestido era tão curto que já não tampava quase nada sua calcinha e liga estavam bem a vista, mostrei para ela, não se importou e continuou assim, ela estava muito empolgada e excitada, pelo lugar, pelo clima, pelas putas, e na verdade por estar se sentindo uma puta.

Continuamos bebendo, vi outra menina e quando ia me levantar, ela me segurou e disse que ela gostaria de ir chamar, e foi, parecia uma puta isto me deixou muito excitado, vi ela conversando com a menina e as duas vieram sentaram e ficamos conversando ela já estava mais a vontade e também fazia perguntas como duração, onde seria, etc.

Mas esta cobrou muito caro, não deu, depois deixei minha namorada escolher, chamou mais duas meninas nesta altura sentia como ela estava louca para fuder com outra mulher, ambas não saiam com casal, estávamos frustrados, pois estava ficando tarde estávamos cansados e as que restavam eram as mais feias, mudamos de mesa, sentamos perto de onde as meninas ficam dançando só de calcinha para se exibir, então veio uma menina muito bonita de rosto e corpo, fiquei louco, ficamos assistindo a menina dançar e perguntei o que ela achava ela disse que tinha um corpo muito bonito, que toparia mas preferia deixar para o dia seguinte pois já era tarde e estava cansada.

Então comecei a masturbá-la enquanto assistíamos a menina dançando, insisti novamente, mas ela preferia no dia seguinte mais descansada, então desanimei e quando ia parar de masturbá-la ela segurou a minha mão, então continuei masturbando enquanto ela assistia a menina dançando, a boate já estava mais vazia e os homens que lá estavam já estavam bem acompanhados para notarem agente, comecei a murmurar no seu ouvido que estava louco para vê-la na cama com outra mulher, sendo chupada, etc.

Comecei a enfiar meu dedo dentro dela cada vez com mais forca ,ela não tirava os olhos da menina e a mão do meu pau. Perguntei se aquela menina a excitava e ela mordeu os lábios e balançou a cabeça confirmando, não demorou muito já estava enfiando dois dedos dentro dela de tão molhadinha e gozada (acho) que estava, quando a menina parou de dançar ela foi chamar, pegamos o telefone e marcamos para o outro dia.

No dia seguinte ligamos a tarde inteira e não conseguimos falar com a puta, tentamos a noite e nada, estava frustrado, acho que ela também, então perguntei o que ela achava de procurarmos no jornal e ligarmos do motel, ela fez um pouco de doce, mas no fundo estava excitadíssima com a possibilidade, então topou.

Fomos para o motel tarde, enquanto minha namorada se masturbava assistindo ao filme pornô eu tentava ligar, todas davam ocupados ou ninguém atendia, cansado fechei o jornal e comecei a chupá-la, já estava toda molhadinha, chupei toda a bucetinha dela, coloquei ela de quatro no chão com o corpo apoiado na cama, e comecei a penetrá-la, como a bucetinha dela estava quente e seus seios durinhos logo comecei a sussurrar ao ouvido para deixarmos para outro dia e combinarmos com calma,

Então ela resmungou, disse que já não aquentava mais esperar, nesta hora ela começou a enfiar sua buceta cada vez mais forte no meu pau, falou que queria que fosse naquele dia e quase implorando pediu que eu continuasse ligando, puxei o cabelo dela e comecei a penetrá-la com forca, chamei-a de vadia e que só iria ligar se ela goza-se, então ela respondeu que já estava toda gozada, mas ia gozar novamente, e ficou gemendo sussurrando baixinho para eu ligar, gozar para Laura é muito fácil ela se excita muito facilmente.

Assim que paramos de transar minha namorada pegou o jornal e me deu, retornei a ligar para agências e finalmente consegui. Me encaminharam uma menina (falaram que era bonita de corpo, rosto pernas, seios, etc.), já deveriam ser quase 2 h da manha, a menina chegou e a recepção do motel me alertou que eu iria pagar dobrado, então reclamei horrores e acabei aceitando, logo em seguida me liga o gerente pedindo desculpas e falou que me cobraria o preço normal.

Sentia minha namorada excitada e envergonhada ao mesmo tempo, antes de eu abrir a porta ela vestiu a minha camisa e a calcinha, a menina não era tão bonita como esperávamos, tinha as pernas grossas e bem torneadas e um bumbum delicioso, mas seus seios não eram durinhos e não era bonita de rosto. Senti um pouco de decepção no olhar da Laura, a menina foi se trocar, e perguntei a ela se desejaria que dispensássemos a menina, ela respondeu que até chamarmos outra iria demorar muito, ótimo ela estava realmente com vontade.

Estava um pouco nervoso também, nos apresentamos sentamos na beirada da cama e a menina então começou a se despir, comecei a beijar a Laura e lentamente fui tirando a camisa dela . A puta sentou ao lado da Laura e então começamos a chupar os seios da Laura ao mesmo tempo, acariciávamos suas pernas, começamos a morder e chupar os biquinhos dos seios e a minha namorada começou a gemer, abrimos as pernas dela e a puta começou a masturbá-la, a Laura gemia cada vez mais. Deitamos ela na cama, nesta hora me retirei ,sentei na poltrona e deixei as duas sozinha na cama,

A puta começou a tirar lentamente a calcinha da Laura que estava completamente excitada e não ofereceu o menor esforço. Abriu as pernas e a puta deitou sobre ela começando a chupar seus seios, estava completamente excitado! Era maravilhoso aquela cena, depois lentamente a puta foi chupando a barriga até chegar na bucetinha da Laura, nesta hora começou a acariciar e apertar os biquinhos dos seus próprios seios e a se contorcer de tesão, fiquei assistindo aquela cena maravilhosa. Em seguida a Laura começou a chupar os dedos e olhar para mim, vi que era hora de participar também.

Me aproximei da ponta da cama e ofereci a minha pica já totalmente dura a Laura que começou a chupá-la com extrema volúpia, a puta também não dava descanso para a bucetinha da Laura, seintia seu corpo todo excitado, seus seios estavam extremamente duros e ela chupava meu pau com muita vontade, então começou a simultaneamente a chupar minha pica e masturbá-la com muita forca . Percebi que ela queria que eu gozasse em sua boca, não deu para chegar ao clímax ,mas de repente a Laura parou, senti que nesta hora ela estava gozando, mas não tirou a boca do meu pau,

Eu estava com  muito calor e com pau todo lambuzado, aproveitei e comecei a esfregar nos seios da Laura, ela estava em pleno êxtase, aproveitei e perguntei se a puta havia trazido o consolo, ela confirmou e então disse que a Laura adorava ser penetrada pelo consolo e ter o clitóris chupado ao mesmo tempo. A puta não pensou duas vezes pegou o consolo colocou uma camisinha, sai de cima da Laura que se masturbava. Então ela abriu a bucetinha para a puta que começou a penetra-la com o consolo, era bem largo e pensei que não daria mas a puta penetrou tudinho, a Laura já devia estar toda molhadinha pela facilidade com que o consolo penetrou sua buceta,

Quando a puta começou a chupá-la ela começou a gemer deitei ao seu lado a Laura começou a apertar a minha pica, morder os lábios, então comecei a sussurrar ao seu ouvido se ela estava gostando, ela gemendo disse sim, então comecei a falar que ela parecia uma vadia, que eram poucas as mulheres que aceitam isto, a chamá-la de puta, etc.

Ela começou a gemer cada vez mais e apertar meu pau com extrema forca, ela estava adorando comecei a morder os biquinhos dos seios dela com forca, a Laura gemia de dor e tesão ao mesmo tempo, fazia movimentos com os quadris forçando seu clitóris contra a boca da puta, Laura então me pediu para chupá-la, ela simplesmente adora quando eu a chupo.

Penetrei todo o consolo na Laura e comecei a chupar seu clitóris sem parar a puta começou a chupar e morder os seios da Laura, a puta tentou beijá-la mas ela virou o rosto, que pena adoraria ver elas se beijando, comecei a tirar e colocar todo o consolo na bucetinha da Laura cada vez mais rápido e a cada penetrada a Laura gemia de tesão ate que ela começou a gozar . O consolo começou a sair todo lambuzado de sua bucetinha, aproveitei e comecei a chupar seu clitóris e a puta continuava chupando os seios, pescoço e orelha da Laura,

Laura se levantou e veio me beijar, pensei que ela fosse querer descansar um pouco, ainda não havia gozado estava muito excitado e minha pica totalmente dura, ficamos ajoelhados nos beijando então ela colocou minha pica em seu clitóris e começou a esfregar sua buceta na minha pica, a puta veio participar e se ajoelhou por trás da Laura ficamos nos acariciando, a Laura apenas me abraçava e deixava que eu e a puta acariciássemos todo o seu corpo, a puta apertava os seios dela, a masturbava, estava adorando, mas de repente quando a puta foi me beijar a Laura viu, ficou chateada e foi se deitar, mas ela já estava tão excitada, que não foi difícil recomeçar, a puta começou a chupar meu pau

Pensei que a Laura fosse se retirar puta da vida mas não, começou a assistir a cena e a se masturbar olhando a puta chupando toda a minha pica, fiquei empolgado com a reação, tirei o cabelo da puta da frente para que a Laura pudesse assistir tudo, a Laura pegou o consolo e começou a brincar com ele, mas não parava de olhar a puta chupando a minha pica. Aproveitei e comecei a acariciar a puta e a masturbá-la, fiquei na duvida se deveria fude-la ali na frente da Laura e optei por não fazê-lo,

Mas mais tarde ela me confessou que desejou me ver fudendo a puta na sua frente, pena não ter rolado, a Laura já estava enfiando todo o consolo na sua buceta e masturbando seu clitóris ao mesmo tempo, chamei-a para chupar minha pica, e Laura já completamente excitada, ficou de quatro e começou chupar a minha pica, em seguida posicionou sua bundinha na frente da puta que percebeu o que a Laura desejava e começou a enfiar o dedo na buceta da Laura, depois foi consolo nesta hora a Laura começou a gemer de dor parou de me chupar

Seu tesão era tanto que começou a forçar sua buceta com forca contra o consolo para penetrá-lo todo dentro dela, a puta começou a chamá-la de gostosa e a elogiar seu corpo, então chamei a Laura de vagabunda e mandei-a chupar a minha pica ela recomeçou com extrema volúpia era maravilhoso assisti-la de quatro chupando a minha pica e a puta penetrando o consolo nela e seu corpo se movimentando todo num vai e vem sem parar, a Laura começou a gozar já estava tão excitada e já não agüentando mais de tesão que foi lentamente tirando sua buceta do consolo, deitamos ela, eu ainda não havia gozado.

Não pude deixar a Laura descansar, recomeçamos com a Laura deitada e eu e a puta mordendo e lambendo a sua bunda, comecei a enfiar meu dedo na buceta da Laura ela começou a se agarrar ao lençol a puxar a fronha, sua buceta estava toda molhadinha não resisti coloquei a de quatro e comecei a fude-la com muita forçaa, a Laura gemia sem parar pedindo para gozar dentro dela, a puta ficou sem ter o que fazer ficou assistindo a cena, gozei muito dentro da bucetinha da Laura, ela completamente exausta se deitou, relaxamos um pouco, conversamos um pouco e a puta foi tomar um banho, perguntei se continuaríamos mas a Laura falou que por hoje já tinha sido o suficiente, dispensamos a puta depois do banho.

Ficamos conversando perguntei o que ela tinha achado, disse que foi bom, gostaria que fosse uma menina mais bonita, perguntei se gostaria de fazer novamente, disse que faria sem problema desde que não se torna-se uma rotina, disse para ela que eu achava que faltou a puta ter a cinta -pênis e para fude-la e ter mais opções. Ela concordou, perguntei para ela se faltou alguma coisa que disse que gostaria de ter visto eu fudendo a puta, eu sorri, e disse que gostaria que a próxima vez fosse com alguma amiga dela, ela sorriu também, e isto se tornou uma outra estória.

Conto erótico recebido por email by casal safado

Ménage - Realizando as Taras de um Casal

Iniciei na arte do ménage há pouco tempo e já tive várias experiências prazerosas. Uma delas foi com um casal muito legal que conheci através de uma casa especializada em troca de casais aqui na nossa cidade. Quinta-feira, solteiros podem ir sozinhos e foi nesta oportunidade que tive a felicidade de encontrá-los.

Antes de iniciar a narração de minha aventura devo dizer que desde a minha adolescência sempre fui louco por bundinhas. Não importava se era de homem ou mulher, ficava de pau duro só de vê-las e imaginar um cuzinho rosado entre as nádegas suculentas. Acabei ficando viciado e em todas as relações procuro colocar no cuzinho das garotas que arranjo por ai.

Voltando ao relato, o casal formado por Márcio e Natália eram muito fogosos e, no clube onde nos conhecemos, já me contaram algumas de suas fantasias que me comprometi em realizá-las em uma próxima oportunidade. No clube apenas bebemos, conversamos muito e trocamos confidências. Acredito que a afinidade foi recíproca, pois não demorou muito e eles me ligaram para marcar direto em um motel.

Assim que chegamos nos servimos de um wisky e Natalia já foi se despindo mostrando toda a exuberância do seu corpinho loiro e mignom. Ela era linda e um tesãozinho de mulher, usava uma calcinha preta fio dental e um sutiã super ousado. Assim que a vi daquele jeito meu cacete ficou duríssimo e também tirei a roupa. Marcio ficou só observando quando Natália se ajoelhou aos meus pés e foi enfiando meu cacete na boca. Ela o chupava com sofreguidão, lambendo toda a extensão, cuspindo na cabeça e tornando a engolir de novo o deixando bem babado.

A chupeta da loira Natália era demais e não resisti enchendo sua boquinha com minha porra. Com longos jatos, urrei de prazer enquanto ela engolia o liquido branco e cremoso em grandes goles. Ela o chupou até deixá-lo limpinho. Olhei para o Márcio que estava com o pau de fora se masturbando, reforçando seu lado voyeur.

Então coloquei Natália na cama, que ficou de pernas abertas me olhando de forma marota. Ela tinha uma bucetinha com pêlos castanhos claros bem aparados e lábios vaginais salientes. Nesse instante Natalia olhou para o marido e disse:

- Tá vendo tudo meu corninho? Tá vendo a bucetinha de sua mulher quer vai ser comida por outro macho?

Aquilo pareceu excitá-lo ainda mais e Márcio ejaculou sozinho, se masturbando com a cena. Natalia pediu para que eu me deitasse na cama de barriga para cima e veio por cima de mim ajeitando sua buceta úmida sobre o meu cacete. Senti como ela era apertadinha quando lentamente foi sentando em cima de mim até eu estar totalmente dentro dela.

- Que delicia de cacete! – disse ela rebolando em cima de mim e começando a me cavalgar com maestria. Ficou assim por alguns minutos até gozar gemendo alto e se contorcendo toda.

Não saciada Natalia, desencaixou meu pau e começou a chupá-lo novamente. Então disse ao seu marido:

- Vem meu corninho, vem para cá! Sei que você também está louco para chupar este cacetão gostoso. Lembra das vezes que chupava o pau do seu funcionário no estoque da loja? Vem logo...

Márcio sorriu e veio em minha direção. Em nossas conversas anteriores já havia me explicado que também gostava de um cacete e eu não me opus aos seus desejos. Então ficaram os dois se revezando em me chupar. Márcio parecia uma putinha me lambendo as bolas e o pau. Achei aquilo maravilhoso. Ter o casal dividindo meu cacete.

Alucinada de tesão Natália ficou de quatro e pediu para que eu metesse na sua buceta. Comecei a fuder a loirinha enquanto Márcio, embaixo dela, lambia sua buceta e minhas bolas. Não agüentei mais e anunciei que iria gozar. Ele tirou meu pau de dentro da sua esposa e fez com que eu gozasse em todo sou rosto. Natalia gozou em seguida e Márcio gozou com sua esposa chupando o seu pau. A safadinha ainda lambeu todo o rosto do marido limpando a porra que escorria pela sua face.

Após esse encontro ainda nos encontramos mais algumas vezes, até ele ser transferido para São Paulo. Em outra oportunidade realizei a fantasia de Natalia que era ver seu marido ser fodido por outro macho, mas isso conto em outro relato.

Conto erótico by Sérgio

A Festa na Multinacional

Papeando com um grande amigo na praia meio deserta outro dia, quando são poucos os freqüentadores não tendo sol, escutei uma história das mais estranhas. Inclusive ele disse que ia me contar uma coisa muito secreta, porque confiava totalmente em mim e essa história estava até tirando o sono dele, razão pela qual queria saber minha opinião a respeito do que ia me narrar. Já super curioso com o que seria, fiquei atento ouvindo.

Otávio, que é o nome dele, é casado com uma moça bem bacana em todos os sentidos, de nome Maria. Ele me disse que uma certa noite, ainda cedo, lá pelas sete horas, o diretor da multinacional onde a esposa trabalha tinha convidado alguns chefes de setores, homens e mulheres, e ele também (que sempre sai de seu emprego e vai buscar a mulher no dela), para tomarem umas bebidas num bar da moda, bem perto da empresa.

Isto faz parte da filosofia das grandes empresas, para motivarem seus funcionários num contato mais direto entre chefias e demais empregados. Como sempre nessas reuniões de colegas e chefes, o pessoal vai bebendo, bebendo, enquanto fala do trabalho, e alguns bebem mais do que podem. Foi assim que um dos tais chefes bebeu tanto que ficou caído numa mesa grande, criando um certo constrangimento para a turma diante dos olhares dos outros fregueses.

Aí a esposa de meu amigo falou que como a empresa era em frente, ela e o marido iriam levar o bêbado para lá, onde lhe dariam bastante café, e Otávio disse mesmo que o colocaria no chuveiro, e se isso não bastasse, eles o deixariam dormindo num sofá.

O diretor e os demais funcionários disseram que isso seria ótimo, e o casal foi levando o bêbado, com certa dificuldade. Ele teria uns 56 anos, e era gordo, o que dificultava muito seu transporte para a empresa. Quase chegando à porta da firma, o bêbado deu uma certa melhorada e disse:

- Quem são vocês e para onde estão me levando?

A esposa de meu amigo disse que eram seus colegas de trabalho e iam tomar café, ao que ele disse:

- Que café. Eu quero é vodca.

A muito custo o casal conseguiu chegar à sala do bêbado e em pé, junto a duas mesas de trabalho, o bêbado, ainda tonto, abriu bem os olhos, piscando, e momentaneamente, conseguindo firmá-los, disse:

- Quando bebo eu fico com muito tesão e quero foder uma mulher.

Enquanto Otávio estava procurando a garrafa térmica com café, sua esposa se encostou à mesa de trabalho do bêbado, porque ele ficou em pé na sua frente, caindo por cima dela com todo o seu peso, e ela tentou ampará-lo, quase caindo ao chão os dois. E o bêbado continuou dizendo:

- Olha minha piroca tá dura.

Dizendo isso, botou o pau para fora, que verdadeiramente era imenso, e estava durão. Ato contínuo, o bêbado fixou bem os olhos na esposa de meu amigo e se projetou para cima dela, gritando:
- Você é mulher, vou te foder.

Devido ao seu peso, de uns 8O ou mais quilos, ele se jogou sobre Maria, empurrando-a, e ela, frágil, caiu de costas, inclinada sobre a mesa, ante o impacto do peso corporal, e ao mesmo tempo em que, surpresa e imobilizada, gritava pelo marido, o bêbado levantou seu vestido e com força abriu suas coxas, rasgando sua calcinha frágil, com a mulher berrando apavorada para o marido:

- Ai, depressa, ele vai me foder. Socorro. Otávio me acode.

O marido, vendo a cena, desesperado e surpreso, gritou:

- Espera aí, amor. Vou apanhar um ferro ou qualquer coisa e vou dar uma porrada na cabeça desse safado.

Só que enquanto ele procurava o tal objeto pesado o bêbado conseguiu com sua força descomunal, abrir a vagina da mulher, e foi forçando a enorme cabeça de sua pirocona na buceta de Maria. Quando Otávio chegou, com uma estatueta de bronze pesada para bater na cabeça do bêbado, gritando que tinha que bater com cuidado senão ele poderia matar o desgraçado, a esposa, já totalmente com o caralhão enfiado em sua buceta, sentiu algo gostoso com a estranha foda e suplicou:

- Não, Otávio, você pode matar ele. Ele já está me enfiando a piroca. Aiiii. Ela é muito grande e muito grossa. aiiii, ela já está entrando, nãooo. Meu aaamor, agora ele já me enfiou tudo. Eu tenho medo de você matar ele com esse peso. Espera e deixa-o gozar, depois ele nem vai saber o que me fez. Relaxa e deixa, porque daqui a pouco ele vai gozar; e depois ele está tão bêbado que amanhã não vai se lembrar de nada. Aiii. Que pirocão. Esse bêbado safado tem uma piroca enorme e muito grossa. Ela está começando a me deixar com muito tesão, amor. Na verdade estou até gozando. Aiiii, esse desgraçado é bom de foda. Ai, Otávio, meu amor. Vou gozar querido. Mete bêbado safado, você não quer me comer? Então fode, empurra toda essa pirocona e goza. Me fode toda, mete. aiii.

E assim falando Maria gozou adoidado na frente de Otávio, que estava perplexo, sem saber nem o que pensar parado, olhando a esposa foder. E o estranho mesmo é que com a cena o marido acabou por ficar de pau duro também, completamente excitado, vendo sua mulher sendo fodida bem na sua frente. O bêbado, terminando de foder, ficou caído no chão, e o casal ainda excitado com tudo achou melhor ir embora, antes que alguém da firma fosse até lá para ver porque eles estavam demorando. Voltando ao tal bar onde estava todo mundo da empresa, eles disseram que tinham dado café, mas o bêbado não melhorava, molharam sua cabeça, e mesmo assim ele ficou caído, e aí eles acharam melhor deixarem-no deitado num sofá. O diretor disse:

- Ótimo, porque mais tarde os seguranças vão chegar e depois eu telefono para eles da minha casa.

Vocês fizeram um bom serviço, muito obrigado mesmo.

Dizendo isso, o meu amigo, bem envergonhado, me disse:

- Puxa vida, em mesmo não estou me entendendo. Pode uma coisa dessas? Eu sei que minha mulher me ama e eu a amo também, mas o certo é que isso nos deixou bem tesudos, com a cena de minha esposa sendo fodida por aquele bêbado.
Eu respondi que em matéria de sexo tudo é possível, até o que a gente nem imagina.

Conto erótico recebido por email - by Marcelo

Raspadinha no Motel

Mesmo com doze anos de um casamento feliz, vida sexual ativa e agradável e toda a criatividade na cama, um dia sentimos que a rotina começava a pintar entre a gente. Teria o nosso tesão acabado? O problema nos preocupou mas, como sempre fomos um casal aberto ao diálogo, conversamos sobre nosso caso e não demorou muito para concluirmos que precisávamos incrementar nossa vida, sem esquecer, é claro, os cuidados necessários. Achamos que a melhor saída seria um ménage à trois.

Colocamos um anúncio no Adult Friend e recebemos dezenas de mensagens. Fizemos uma seleção e escolhemos um cavalheiro que tinha fotos que nos agradou. Interessante foi o pedido diferente que ele fez: gostaria que quando fosse trepar com minha mulher ela estivesse com a bucetinha toda raspada. A sacana da minha esposa adorou a idéia e desde o dia em que soube disso nunca mais aparou os pentelhos para dar aquela cortada depois.

Finalmente, nos encontramos os três na suíte de um hotel onde eu e minha mulher tínhamos nos hospedado antes. Quando Paulo chegou logo ficamos os três nus. Ele ficou deitado na grande cama, muito tranqüilo com as mãos sob a nuca, as pernas abertas e entre elas minha mulher estava a acariciar embevecida o caralhão. Eu os observava e me masturbava lentamente numa poltrona próxima. Apesar de iniciantes,podia se dizer que estávamos calmos. Talvez eu fosse o mais tenso, mas fui relaxando diante do tesão de ver a minha fogosa esposa com outro, ela que até então só transava comigo.

Minha mulher dedicava a maior atenção ao amante mas, por mim, tudo bem. Paulo era a novidade e fiquei no meu canto só olhando e me masturbando. Ela lambia aquele saco e acariciava as bolas com a pontinha das unhas arrancando-lhe gemidos prazerosos. Entre uma chupada e lambida dela Paulo me dizia o quanto estava curtindo aquela sacanagem.

Quem sai na chuva é para se molhar. Como não havíamos estipulado limites (somente o uso da camisinha), eu lhes disse que fossem adiante. Ela tratou de deitar e rolar chupando aquela possante rola. Paulo, vendo que minha mulher não agüentava mais tratou de prepará-la para a raspadinha. Primeiro começou a chupar o grelinho longamente fazendo-a gozar várias vezes. Depois, cobriu seus pentelhos com creme de barbear.

Pediu para que ela mantivesse as pernas abertas e começou a raspá-la com o barbeador num lento ritual. A nossa excitação diante daquela cena foi incrível. Como não estava resistindo ajoelhei-me na cama e meti minha vergalha duríssima na boca sensual de minha mulher. Mal seus lábios envolveram meu pau, comecei a gozar na hora, jogando porra no rosto, pescoço e seios dela. Como para ela tudo era festa, minha querida esposa começou a passar o dedo indicador de uma das mãos pelo esperma derramado sobre si.

Nesse meio tempo, Paulo, que acabara de raspar a xoxota cada vez mais melada de desejo, agora começava a raspar os pentelhos que rodeavam o cuzinho, fazendo-a gemer ainda mais. Quando ele terminou o trabalho, ela praticamente subia pelas paredes de tesão. Paulo colocou a camisinha e, ajoelhando entre as pernas dela, deixou-a na posição de frango assado. Podia ver o rosto feliz da minha amada, enquanto ele ia metendo aquela tora.

Raspada como estava a xoxota dela, eu tive a visão total e absoluta da incrível penetração e de como a bucetinha dilatou-se ao máximo para receber o caralho invasor. Depois de muito tempo, ao senti-la praticamente exaurida, sem forças, finalmente gozou e, entre gemidos e espasmos, ambos estavam ofegantes, quase desfalecidos.

Depois disso, me aproximei dela e, ajoelhando entre as pernas ainda entreabertas, mergulhei meu cacete na xoxotinha. Me movimentei um pouco dentro dela para lubrificar minha ferramenta e virei-a de lado para meter lentamente no cuzinho. Ela gemeu malandramente e tratou de empurrar a bunda de encontro ao meu ventre. Fui até o fim, até meu saco bater no traseirinho macio. Foi eletrizante!

Gozamos a valer com aquelas trepadas no motel. Tanto que já estamos à procura de outro parceiro como Paulo.

Conto recebido por email - by Casal Ardente

Padrinho da Suruba

Sou casada, mãe de dois filhos, trabalho com meu marido em nosso escritório. Somos muito felizes e sentimos tesão um pelo outro. Tenho 28 anos, sou loura, gostosa e taradinha por sexo. Com o passar dos tempos, passei a prestar mais atenção no nosso padrinho de casamento. Flávio também casou jovem, assim como eu, é louro, têm 23 anos, olhos verdes. Depois que comecei a reparar nele, nossos olhares se tornaram mais maliciosos.

Certa vez, encontrei com ele no centro da cidade, mas, como estava com pressa, não conversamos direito. Só que ganhei um elogio daqueles, tipo: Como você está gostosa. Fiquei nas nuvens e pensei que um dia ele seria meu numa cama. Chegando em casa, comentei com meu marido e ela me deu a maior força para sair com Flávio.

O tempo foi passando e, quando ele vinha em nossa casa, passei a provocá-lo com roupas, gestos e até com palavras. Meu marido e eu tínhamos pensado em Flávio até na hora em que transávamos. Eu chegava a chamar pelo nome dele na hora em que estava gozando. Flávio também passou a me provocar, vinha sempre em casa com shorts curtos e apertados.

Que pernas! Não agüentava mais esperar pela tão sonhada noite, até que finalmente aconteceu. A esposa de Flávio foi passar uns dias no litoral e ele foi até minha casa para pedir que nós a levássemos à rodoviária. Na hora de ir, meu marido me disse que iria sozinho e que na volta nós três sairíamos. Meu coração disparou e minha xaninha ficou molhadinha na certeza de que, naquela noite, aquele cacetão seria meu.

Fomos a um bar tomar um drinque e, na volta, entramos num motel. Os três: eu, meu marido e Flávio escondido no porta-malas. Chegando lá, Flávio foi tomar banho e eu fiquei com meu maridinho na cama, só me roçando de calcinha. Quando o querido padrinho de casamento saiu do banheiro, seu pau ficou duro só de olhar minha bunda.

Meu marido o chamou com um aceno e, não sei nem como, ele entrou embaixo de mim e me colocou sentada naquele pau. Eu gemia e pedia que ele enterrasse aquele tronco na minha xoxotinha, lambuzada e apertada. Não sei como agüentei todo aquele pau. Fodemos em todas as posições possíveis e inimagináveis.

 Ele gozou umas três vezes. Na hora em que Flávio me comeu por trás, meu marido deixou de ficar no canto só olhando para chupar minha xaninha por baixo. Mas não me contentei somente com isso. Queria a dupla penetração e ela acabou acontecendo.

Meu marido foi colocando o pau no meu cu, enquanto Flávio me comia pela frente. Era uma orgia total! Acabamos gozando os três juntos. Após um maravilhoso banho relaxante na hidromassagem, começamos tudo de novo. Eu chupava ora um, ora outro. Sentei na piroca de Flávio e fiquei rebolando enquanto chupava o pau do meu marido. Os dois gozaram em cima de mim e gozei como nunca. Tomamos outro banho e fomos levar Flávio na casa dele. Espero repetir essa façanha maravilhosa por muitas vezes e, com certeza, continuarei contando para vocês o nosso tesão em outras aventuras. 

Conto Erótico recebido por email by casal liberal

Surpresa de Uma Fantasia

Há algum tempo tínhamos muita curiosidade em conhecer o sofazão, mas sempre adiávamos, até que um dia um casal de amigos insistiu para irmos juntos, pois também queriam conhecer. Resolvemos então ir. Chegando lá fomos bem recepcionados e nos colocaram a vontade. Dançamos, bebemos e o ambiente começou a tomar um rumo de sensualidade e sacanagem.

Nós e o casal de amigos dançávamos e trocávamos de parceiros. Ora dançava com a esposa dele e ele com a minha. E daqui a pouco elas começaram a tirar as roupas ficando só de calcinha. Começaram a olhar com uma cara de sem vergonha para todos os homens e mulheres. O trenzinho tomou rumo e fomos para o quarto quase escuro para começarmos a transar. Eu com a mulher dele e ele com a minha, depois trocamos.

E naquele clima de tesão outros homens apareciam querendo participar, mas ela não queria. Eu louco para ela aceitar, pois já havíamos feito com os nossos amigos, mas ficava uma coisa meio sem graça, sem novidade. Então de repente apareceu um homem negro e dizia para eu comer ela bem comida. Ela estava de quatro e eu a comendo aí ele começou a passar a mão no bumbum dela e ficava dizendo que era para eu comer ela direitinho.

Ela olhou para trás e me puxou. Disse que queria que aquele negro a comesse. Quando ela falou isso quase gozei. Era uma antiga fantasia dela. Então fiz sinal para ele começar a se aquecer, mas para minha surpresa ele já estava pronto. Sentou-se na cama e colocou seus 24 cm para fora (3 cm a mais que eu), ela abocanhou aquele chocolate e eu me controlando para não gozar...

E depois a mulher do nosso amigo também foi abocanhar o mastro. De repente uma mulher bonita, loira, belo corpo apareceu puxando ele para fora da cama (era a esposa dele) e nosso amigo se foi. E a minha mulher ficou sem sentir aquela pica grande e preta dentro dela. E o sonho foi embora. Continuamos a conversar, dançar e a nos divertir.

Fui ao banheiro e encontrei o nosso futuro amigo, conversamos e ele disse que estava louco para comer a minha mulher, mas que a mulher estava no pé dele. Era a primeira vez que eles estavam freqüentando o Sofazão e era só por curiosidade. Então pedi o telefone dele. Ficamos mais um pouco e terminou a festa. Fomos para casa e transamos pensando na trepada que aquele Negrão daria com a minha mulher.

Resolvi fazer uma surpresa para minha mulher, liguei para ele (Fernando) e fiz uma combinação com ele. Um dia eu a Carla saímos e fomos passear na noite, paramos em um barzinho, e ficamos contemplando a noite. E ela falando que queria encontrar aquele negrão (Fernando) que iria fazer misérias com ele.

Voltamos para casa, tomamos um banho e fomos para nosso quarto para dar uma bela trepada. Transamos e ela falava no Fernando a todo instante. Gozamos e pedi para colocar a calcinha bem enfiada no rabo e ela perguntou o porquê, falei-lhe que queria comê-la de calcinha. Demos um tempo e ela adormeceu. Saí pé por pé do quarto e fui abrir a porta, o nosso amigo estava esperando. Mostrei o quarto e lá estava ela adormecida e com aquela bela bunda para cima.

Deixei-o deitar e ficar com ela, ele deitou já com o mastro em armado, começou a acariciá-la e ela acordou. E quando olhou levou um susto e levantou da cama.. Ele puxou-a e começaram uma ardente transa. Nunca a vi tão excitada, tão molhada. Deixei os dois sozinho no quarto e depois ela me chamou para vê-la sentada naquele mastro foi demais.

Transamos até o amanhecer e tudo isto graças ao Sofazão, hoje a mulher dele é adepta do swing e fazemos nossas festas com aquele nossos amigos, os três casais e outros que conhecemos no sofazão.

Conto erótico recebido por email – Casal swinguer

Um Final de Semana Sacana

Eu e a Suely, a Su, já namorávamos há uns seis meses e resolvemos ir para a fazenda dos pais dela no final de semana. Fomos na Sexta à noite para lá. Era uma bela fazenda, muitas arvores, um belo pomar, uma cachoeira, cães por todo lado, era um belo lugar. Ao amanhecer no sábado, estávamos tomando café da manhã, era por volta de 1O h., o telefone tocou, era um amigo do casal, convidando-os para irem passar o dia em sua casa na cidade vizinha. Os pais de Suely foram, deixando nós só com a empregada, a qual foi deixado o pedido para que fizesse o almoço e depois estaria dispensada para fazer o que quisesse. Após o termino de seu serviço, a empregada se retirou e falou que ia sair e que voltava ao final da tarde.

Ótimo, estávamos sozinhos, eu e ela. Fomos para a varanda e deitamos na rede onde começamos a nos enlouquecer de beijos, abraços e carícias. Com o passar do tempo as coisas começaram a esquentar, crescer e a umedecer. Ela estava se deliciando com meus carinhos amorosos e estava louca para transar. Eu não havia tocado no assunto ainda, mas já estava sacando o que ia acontecer. Ela já havia transado antes, no outro relacionamento que teve, mas nós ainda não. Não agüentando mais, coloquei minha mão por cima de sua blusa sobre seus seios que estavam com os biquinhos durinhos.

Ela não se manifestou. Sai da rede, a coloquei sentada dentro das minhas pernas e comecei a beijar suas costas e a passar a língua, subindo em direção a sua nuca. Ao passar pelo feche do soutien, o desabotoei e continuei o meu caminho até a sua nuca. Tirei seu cabelo de lado e comecei a beija, morder e a esfregar o meu cavanhaque em sua nuca, indo em direção a suas orelhas, deixando ela mais arrepiada ainda. Não agüentando mais, ela se virou para mim, beijou-me e me puxou para cima dela. Indo parar no jardim da casa, logo em frente da varanda, estávamos nós no chão.

Comecei a tirar sua camiseta, juntamente com seu soutien já desabotoado. Seus peitinhos ficaram ao tempo, pedindo para que os mamasse. Fiz com todo o prazer imaginável. Ela começou a esfregar suas mãos em meu peito tirando minha camiseta e em seguida abrindo minha calça, tirando assim o meu pau para fora e começando a me masturbar.

Logo em seguida, enquanto chupava seus seios e ela me masturbava, puxei seu shortinho para baixo e comecei a cutucar com meu dedo o seu clitóris e sua bucetinha que parecida as cataratas do Iguaçu de tanta água e gostosura acumulada. Ela pediu para que parasse e então viramos um para o outro e ela começou a fazer uma chupetinha deliciosa. Como chupava aquela menina. Ela pegou com tanta força e começou a descascar e a chupar e engoli-lo inteiro. Era muito bom, uma sensação nunca antes experimentada. Su tinha os lábios de mel e uma garganta profunda.

A virei para mim e começamos a fazer um 69. Abri suas pernas e seus lábios enfiando com muito êxito a minha língua. Su delirava de tesão. Já não agüentando pediu para que eu enfiasse o meu pau e a matasse de tesão e que a fizesse gozar. Mas ainda não era hora. Virei ela de quatro e comecei a chupar o seu cuzinho. Cutucava com minha língua seu rabinho quente e apertadinho e ela chegava a arrancar grama de tanta vontade de dar. Ambos pelados e ainda no jardim, resolvemos ir para uma cachoeira que ficava atrás da casa. Fomos até lá, era um lugar lindo.

Su se deitou por sobre a pedra que ficava a beira do riozinho que ali nascia e me chamou para penetrar em sua bucetinha com meu pintão. Começamos a trepar gostoso. Ela me apertava e assim continuava a me arranhar e a me segurar. Já sem forças de tanto prazer, ela me deu um chave de pernas e ficou esperando o seu golpe de mestre, a gozada na cachoeira. Su delirava e como gritava e gemia. De tanto sexo.

Su era muito gostosa, tinha uma bundinha deliciosa e durinha, era tudo do tamanho ideal. Mas eu não havia gozado ainda, então me deitei no chão e ela veio por cima de mim com uma posição de coqueirinho. Enquanto estávamos lá escutamos chegar um carro, mas não saímos. Não eram os pais dela e sim uma amiga da cidade que veio fazer uma visita a ela. Su já havia visto ela, mas nem se abalou, pois se visse a casa vazia iria embora.

Continuamos a nossa empreitada na cachoeira com  ela  sobre mim a me engolir todo e a gemer e gritar como nunca tinha visto antes. De repente sua amiga que conhecia a casa e freqüentava ali desde criança, nos descobriu, devido aos gritos e sussurros de Su.

Nossa! Vocês estão mesmo com vontade de trepar, hein! Será que eu posso entrar nesta também? Perguntou Virgínia sua amiga. Su ficou vermelha de vergonha na hora, mas não se abalou e respondeu que estava de acordo. Nos levantamos e eu disse a Virgínia que para entrar no clima deveria ficar de quatro e deixar que eu chupasse o seu cuzinho. Su deu uma saidinha e foi até o seu quarto me deixando na cachoeira com Virgínia.

Então ela tirou sua roupa e sem que eu falasse nada, já se virou de costas para mim e abriu bem suas pernas para que eu pudesse chupá-la. Me abaixei e comecei a lamber o seu cuzinho e enfiando o dedo em sua buceta ia dando o prazer a ela. Mas não era bem isso que ela queria e gostava. Ela queria é fazer uma gulosa. Me pediu e eu é claro a correspondi imediatamente. Me levantei e coloquei meu pau em sua cara, e ela a chupar meus bagos, meu saco, a cabecinha e todo o seu comprimento, até o pé.

Chupava delicadamente e com toda a vontade de sugar até a ultima gota. Enquanto isso, Su volta do quarto e trás consigo uma toalha com algo dentro e um pote de mouse de chocolate. Ela deu o mouse para Virgínia, onde pegou um pouco e espalhou por sobre o meu pau, assim continuando a chupar com mais intensidade, e Su pegou outro tanto e passou pelo meu peito e barriga. Seguiram assim as duas a me chupar.

Quando eu falei que iria gozar, as duas se disputaram pela vaga de quem iria engolir primeiro. Cada uma dava uma chupada e revezando fui chegando ao orgasmo. Foi uma disputa e tanto. As duas se esbaldando e se lambendo todas, uma a outra para não deixar uma gota de porra em desperdício. Após o fato Su e Virgínia pediram para que eu esperasse um pouco. Elas estavam tirando par ou ímpar para saber quem iria dar o cuzinho primeiro.

Virgínia ganhou e me pediu para ir bem devagar. Então fomos para dentro de casa, mais precisamente para o quarto de Su e lá estava um monte de cremes e lubrificantes. Virgínia se deitou na cama de quatro e a espera de rola comecei a roçar o meu pau em sua bucetinha, assim penetrando nela para pegar um pouco de caldinho vaginal. Su me deu o seu creme lubrificante e enquanto enfiava o meu pau na buceta da Virgínia, enfiava com o dedo o lubrificante em seu cu, que era demais apertadinho. Tirei o dedo e o pau, pondo este em posição de ataque, enfiando em seu cu sem dó.

Virgínia gritava e enquanto isso Su se virou para mim e debaixo daquela toalha que tinha levado para a cachoeira estava um pau de borracha. Ficou Su, a passar a língua pelo corpo de Virgínia e a enfiar o pau de borracha em sua buceta. Era duplamente penetrada. Virgínia se contorcia para fugir das rolas que nela eram introduzidas, mas não tinha como, era fato consumado a sua satisfação em ser penetrada duplamente.

Não agüentando mais de tanto tesão se virou de frente para mim e foi então que ao enfiar o meu pau em sua bucetinha começou a gozar e a gritar como uma louca. Su subiu sobre ela e começou a por a sua bucetinha na boca de Virgínia. Como o seu pau de borracha estava de lado e seu lubrificante também não hesitei. Sem que percebesse, passei o lubrificante e comecei a passar pela borda de seu cu.

Su se arrepiava e pediu para que eu colocasse. Empurrei o pau de borracha em seu cú. Era linda aquela suruba. Eu ia comendo Virgínia que chupava a buceta de Suely e que era enrabada pelo pau de borracha que eu manuseava. Su estava louca e então saiu de cima de Virgínia que por sua vez tinha que ir embora. Nos despedimos dela na cama mesmo. Sua roupa ainda estava lá na cachoeira, e lá foi ela embora.

Já era tarde então resolvemos ir para a cachoeira novamente. Entramos na água, pois era verão e estava muito calor. Mas eu ainda não tinha comido Su e seu cu. Ela se equilibrou numa das pedras que havia na beira do riacho e comecei a enfiar gostoso, ia enfiando tudo e até o fundo. Até que escutamos um carro chegar. Olhamos através das arvores e eram os pais de Su que estavam chegando.

Tirei o meu pau rapidinho, colocamos a sunga e o biquíni que estavam ao lado do riacho. E esperamos por eles. Tudo ocorreu bem, então lembramos de nossas roupas que estavam jogadas no jardim, mas sem que eu percebesse, Su ao ir no quarto pela primeira vez as tirou e colocou no lugar.Ainda bem. Nada de feridos e tudo a mil maravilhas. Eta! Final de semana sacana.

Conto Erótico recebido por email – autor anônimo

Amante Só as Segundas

Durante um ano, vivi uma experiência inusitada depois que conheci Gisele, uma mulher absolutamente bela e, como fazia questão de dizer, muito bem casada. Trabalhávamos na mesma empresa,em filiais diferentes, e nos encontramos numa festa de fim de ano num hotel. O detalhe é que a festa durou todo um fim de semana e, para nós, outros 36O dias.

Na verdade, bem menos, já que Gisele só transava comigo às segundas-feiras, quando o marido ia a uma cidade vizinha a negócios. Diante da regularidade dos encontros, rachei o aluguel do apartamento com um colega para poder melhor recebê-la. Ali, a mulher muito bem casada mostrava-se por inteiro, fazendo tudo que uma fêmea deve fazer na cama. Do boquete à trepadinha de quatro, sem falar no cuzinho, liberado no gran-finale da sessão da tarde.

A cada insistência para que a encontrasse nos outros dias da semana, Gisele respondia com uma trepada mais vigorosa, como se fosse à última.

— Já disse que só posso encontrar com você na segunda, mas não me deixe!

Dizia quase chorando, mordiscando minha vara com a xoxota, trancando-a nas entranhas fogosas. Com a boca propriamente dita, mordia minhas orelhas e pescoço, cheia de fome. Para nós, a semana começava cheia de emoções.

Para satisfazê-la, só gozava depois de cansá-la bem. No final da trepada, Gisele reclamava que, apesar de muito bem casada, na cama, o marido era do tipo que gozava rapidinho e uma só vez. Como não queria discutir a respeito do casamento dela, continuava no meu papel de amante das segundas-feiras, dando no couro no melhor estilo garanhão.

Um dia arranjei outra namoradinha e Gisele descobriu. Injusta e irracional, achava absurdo que eu trepasse nos outros dias da semana também. Não adiantava explicar, argumentar, porque ela dizia que meu pinto era só dela.

— Esse pau não é de mais ninguém, dizia.

Caindo de língua nele, chupando-o como se não tivesse um em casa. E não deveria ter mesmo...O problema é que comecei a ficar preocupado. Inventei que dispensara a namoradinha, mas Gisele não acreditou,iniciando um discurso:

— Por você, faço qualquer sacrifício, topo até dividi-lo com outra mulher às segundas-feiras. Pode trazer essa piranhuda na próxima semana. Vamos ver quem fode melhor.

O desafio estava lançado, o difícil foi convencer Mariana, a namoradinha, a fazer parte do inusitado triângulo.

- Desculpe, mas não queria falar dessa louca que atormenta a minha vida há anos, sempre me raptando às segundas-feiras. Depois que você provar que gosta de mim, ela vai sumir com certeza, disfarcei. E estarei livre dela para sempre, falei sem convicção.

Na segunda-feira seguinte, lá estávamos os três sentados num bar de hotel, quebrando o gelo da situação surreal. Gisele era pura simpatia, dizendo que estava curiosa para conhecer Mariana. O fato é que as duas estavam um tesão, despertando a atenção dos outros clientes. Um deles, mais ousado, chegou a mandar um torpedo para Gisele. Descobri depois que o corno era amigo do marido dela, o corno propriamente dito.

Algumas doses de uísque mais tarde, fomos para o apartamento. Vendo que ninguém estava ali para brincadeira, Mariana partiu para o ataque, tirando a roupa e ajudando Gisele a se despir. Mais rápida, a primeira começou a chupar a outra, àquela altura não entendendo nada. Para não ficar de fora, peguei Gisele por trás, fazendo-a gozar a valer.

A cena era de cinema: ajoelhada, Mariana metia a língua na xoxota de Gisele e no que sobrava do meu pau, que entrava pelos fundos. Gisele se contorcia, pedindo que não parassem. — Adorei a surpresa, dizia baixinho.

Já arrependida de tentar jogar Mariana para escanteio. Tanto que depois invertemos o sanduíche, deixando ela como recheio. Aí Gisele pôde mostrar as famosas credenciais de chupadora.

Resultado: Gisele se apaixonou também por Mariana e para evitar maiores confusões, tive que fazer uma opção. O jeito foi deixar a amante das segundas e transformar Mariana numa mulher bem casada. Com o seguinte detalhe: toda segunda-feira, trepo com ela antes de sair de casa, na hora do almoço e no jantar. Pinto escaldado tem medo de fria.

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

Lésbica

Sou casado, minha esposa e eu somos um casal bonito, tenho 4O anos e ela 36. Ela é loira, corpo bonito e eu acho que também tenho um corpo legal e atraio as mulheres. Mudamos de endereço e no prédio em que fomos morar, o pessoal é muito animado, fazem churrasco de vez em quando. Num desses churrascos, conhecemos várias pessoas e uma delas uma mulher de 35 anos, muito bonita.

Conversamos e minha esposa ficou amiga dela e a convidou para depois ir nos visitar. Os dias passaram e de vez em quando ela aparecia lá em casa. Às vezes ia dormir e ela estava lá conversando com minha esposa, saía de lá muito tarde. Um dia fui dormir e ela estava lá ainda, acordei com sede e fui tomar água e quando passei pela sala, vi nossa amiga com a boca na xoxota de minha mulher.

Minha esposa com a cabeça para trás se contorcia de tesão. Fiquei ali observando e quando acabaram, sai antes que me vissem. Minha esposa depois chegou no quarto, deitou e dormiu como anjo. No dia seguinte falei com ela que assisti tudo, ela assustou, mas como não falei nada no momento da transa, ela disse já está transando com nossa amiga algumas semanas. Disse a ela não me importar e que gostaria de participar o que ela logo tratou de providenciar.

Alguns dias depois nossa amiga apareceu em casa e minha esposa já tratou de ir beijando-a. Começamos então a festa. Ela chupava minha mulher como eu nunca havia chupado, confesso ter ficado com inveja. Durante a festa, eu esta chupando minha mulher e ela com um consolo preso numa cinta enrabava minha mulher. Aí ela parou e foi chupar meu pau. Engoliu todo meu pau, eu estava louco de tesão quando ela enfiou o dedo no meu cu, fiquei meio assim, mas deixei, deu um tesão gostoso.

Ficou ali com um dedo e logo enfiou dois. Minha mulher virou e começou a chupar meu pau, num delicioso 69 e nossa amiga, quando vi, encostou o console no meu rabo e enfiou até o cabo, minha mulher abrindo minha bunda e ela me comendo. Olha, nunca gozei tanto na minha vida, ali todos comiam todos, hoje não transo com minha mulher sem ela me comer com um vibrador preso na cinta, maior que o meu pau. Que acham disso?

Conto erótico recebido por email – Casal Ardente(SP)

Meu Marido Comeu um Gay no Clube de Swing

Eu e meu marido sempre fomos muito liberais e abertos em relação ao sexo e devido a isto curtimos nosso casamento aproveitando todos os prazeres que a vida pode oferecer. Um dia destes combinamos de ir a um clube de swing ver o que rolava e quem sabe realizar alguma das fantasiamos que compartilhávamos.

Vesti um top justíssimo e uma mini sai jeans bem curtinha. Meu marido estava muito tímido, morrendo de vergonha de encontrar alguém conhecido ou do que poderia acontecer por ali. E eu , ao contrário estava me sentindo muito puta e safada por estar em um lugar como aquele que transpirava sexo. Paramos na pista de dança e eu dancei muito atiçando a vontade de meu marido. Provoquei tanto que ele acabou perdendo um pouco da timidez e sussurrou no meu ouvido para que eu tirasse minha calcinha. Imediatamente fui até o banheiro e a tirei, percebi que estava toda molhada e fui para a pista , de mini saia e sem nada por baixo.

Quando voltei percebi que tinha um carinha de uns vinte e poucos anos dançando perto de meu marido. Ele tinha um metro e setenta de altura, cabelos castanhos e era um pouco fortinho, devia malhar para se manter assim , tão gostosinho. Ainda sem me aproximar , notei que o rapaz não tirava os olhos de meu marido e o estava discretamente paquerando e ele, apesar de um pouco envergonhado , estava gostando da situação.

Cheguei perto do meu homem e continuei o provocando, até que ele não agüentou e colocou minha mão por baixo de minha saia. Senti seus dedos se lubrificarem com meus líquidos enquanto ele me fodia com os dedos. Gozei ali mesmo, no meio da pista de dance, neste instante o rapaz percebeu o que estava rolando e se aproximou puxando conversa.

Logo estávamos entrosados e fomos até um ambiente escuro que existia no local. Meu marido tirou o pau para fora e o rapaz, sem demorar, caiu de boca o engolindo com vontade. Aquilo me deixou louca e ergui minha saia virando de costas e pedindo para meu marido me comer ali mesmo pois desejava muito ter seu pau enterrado na minha xoxotinha.

Meu marido me comia enquanto eu começava a chupar o pau do rapaz viadinho. Que loucura. Após eu gozar gostoso com o cacete do meu marido pedi que ele metesse também no viadinho. Este sorriu e se apoiou na parede. Meu marido não queria e eu tive que convece-lo a fazer. Então se posicionou atrás do rapaz e sem dificuldades conseguiu introduzir o pau no cuzinho do viado. Acho que seu cuzinho já devia estar acostumado a levar rola. Pois nem no meu rabinho o pau de meu marido entra tão fácil.

A cena que eu acompanhava ali, a cores era fantástica, nem em meus sonhos mais sacanas podia imaginar algo igual. Um rapaz jovem , forte e de pau duro sendo enrabado pelo meu marido. Fiquei só os olhando enquanto acariciava minha bucetinha. Ele comia o viadinho com vontade , metendo com força na bundinha do gayzinho arrancando gemidos e suspiros.

Com uma última estocada meu marido gozou quase no mesmo instante que o viadinho que se masturbava enquanto era comido. Olhei para o sacana do meu marido e perguntei se ele queria me comer novamente e ele disse que sim, mas queria ir para nossa casa. Então nos despedimos de nosso novo amigo e fomos para casa ainda mais loucos de tesão. Desta vez, sozinhos, passamos a noite transando e lembrando dos nossos momentos no clube de swing.

Se você também curte fantasias e transas assim deixe seu recado por aqui, não pretendemos ter relações ao vivo, mas gostaríamos de trocar experiências.

Conto erótico recebido por email – By Casal liberal a procura...
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