Sexo em Público

Olá... Bom a história que irei contar hoje realmente aconteceu. Em um Sábado do ano passado, no mês de agosto, aqui onde moro teve uma Festa Italiana. É é um evento grande o qual ocorre todo ano durante o mês de agosto. Na verdade é em todos os finais de semana do mês de Agosto... Mais vamos para o que interessa.

Neste dia toda a galera tava combinando de ir nessa festa, logicamente eu não sabia direito quem iria. Eu só sabia que ia muita gente o qual algumas eu ainda não conhecia. A galera combinou de sair às 18h30min e alguns foram comigo. Já na festa todos se encontraram, aí eu passei a conhecer várias pessoas, cada um estava curtindo da sua maneira. Eu adoro beber, sou fã de um álcool, antes não sabia me controlar agora já maneiro.E  com certeza Festa Italiana tem muito vinho, portanto já viu...

Comecei a beber uns golinhos e a ficar meio alegre, minha amiga -Vamos chamá-la de Isabela, me apresentou a seu irmão,  que era noivo e iria se casar no final do ano. Quando olhei para ele já me enchi de fogo, meu corpo todo estava em chamas. Logo pedi pra ela falar que eu queria ficar com ele e imediatamente ele aceitou. Ficamos juntos a festa toda e fiquei mais amiga dos amigos dele. A hora passou que nem vimos , a festa costumava acabar às 23:30 e ficamos enrolando lá até a meia noite e quinze.

Durante as horas a qual eu passei ao lado dele eu bebi cerca de 2 litros e meio de vinho e eu não havia comido nada o dia todo, então deu pra imaginar como eu estava né. A galera se reuniu e decidiu ir embora, afinal a festa já tinha acabado e não havia mais quase ninguém lá. A caminho de casa, o qual era longe, a gente foi conversando e basicamente ele me carregando, num certo ponto da volta para casa ,eu falei pra ele que estava mal e ao mesmo tempo que disse isso caí de joelhos no chão e ele educadamente me levantou, mais um pouco a frente pedi que parássemos, pois não agüentava mais andar.

Paramos em uma rua muito movimentada, começamos a nos beijar e o meu fogo foi aumentando cada vez mais, me deixando louca de tesão. Ele começou a me acariciar e notou que minha buceta estava toda molhada, comecei passar a mão em seu pau que já estava duro de excitação, não estava dando pra conter de tanto prazer que estava rolando naquela hora, então decidi que seria ali mesmo... Sem me importar se alguém iria ver; me virei de costas para ele que abaixou minhas calças, me inclinou um pouco e penetrou aquele pau imenso na minha buceta me empurrando contra parede e me fazendo gritar de tanto prazer.

Ele enfiava aquela vara com tanta vontade que naquele momento estava passando uma van lotada de homens que gritavam pra ele meter mais em mim, a nossa excitação era tão grande que nem aquela van passando conseguiu fazer a gente parar de meter. Ele acelerou até me fazer gozar; eu gritava de prazer e ele ,só com os meus gritos, gozou me deixando toda melada.

Uma coisa eu garanto: nada melhor que uma foda pra tirar o álcool do corpo e da mente. Depois desse dia nunca mais o vi e a única noticia é que ele casou e já vai ser pai... Essa loucura eu garanto que faço de novo mais só que dessa vez sem beber ....Beijinhos e até a próxima !!!!!!!

Conto erótico recebido por email - autora anônima

Primeira e Última Vez que Transei com Outro Homem

Gostaria de esclarecer aos leitores deste blog que não sou gay, nunca pensei o ser, mas acabei transando com outro homem, na posição de passivo. Porém prometi para mim mesmo que esta foi a ultima vez e não tenho a vontade de repeti-la.

Eu estava em uma fase boa da vida, trabalhando , estudando e namorando uma mulher maravilhosa que me satisfazia na cama, mas um dia, eu estava em uma sala de bate papo na net com um nick que dizia a minha idade. Já era de madrugada e um rapaz me enviou uma mensagem privada dizendo ser um ano mais velho que eu e que gostava de transar com outro cara. Não sei por que motivo eu o respondi, conversamos mais um pouco e acabei por adicionar este rapaz no MSN. Para minha surpresa, na foto do seu perfil ele estava nu com um pênis bonito e duro a mostra.

Ao ver aquilo fiquei excitado, nunca tinha tido essa sensação antes, de ficar de pau duro ao ver outro membro, mas foi o que aconteceu. Teclamos por mais alguns dias até que decidimos nos encontrar. Fomos para um parque que tem aqui na minha cidade. Andamos um pouco e acabamos por entrar em uma trilha que vai para o meio da mata.

Paramos próximo a uma grande árvore e ficamos conversando. E, em um momento que fiquei de costas, ele se aproximou e me abraçou por trás me fazendo sentir seu pau duro contra a minha bunda. Ele me apertava contra o seu corpo e logo passou a beijar meu pescoço. A sensação era boa. Sem me virar ele tirou minha camiseta e passou a beijar e lamber minhas costas.

Sua boca foi descendo até chegar a minha bermuda. Lentamente a abaixou e tirou minha cueca. Mostrando toda a sua experiência ele beijava e apertava minhas nádegas. Então ele as abriu e senti o toque macio de sua língua no meu anus. Que delicia era isso. Ele fazia movimentos circulares e ameaçava penetrar meu cuzinho com sua língua. Com as pernas moles eu já havia apoiado as minhas mãos em meus joelhos ficando inclinado, aproveitando aquela chupada.

De repente ele parou e me virou de frente para ele, tirou suas calças e seu pau saltou duro. Pediu para que eu o chupasse o que fiz com um pouco de receio. Tinha um gosto diferente de buceta. Ele segurava minha cabeça e fodia minha boca como se estivesse penetrando alguém.

Com um gemido um jato de porra se despejou na minha boca. O gosto era estranho e procurei engolir logo para não o sentí-lo. Então tirei seu pau a tempo de levar outro jato de seu esperma próximo aos meus lábios. Ele gozava e gemia me chamando de sua putinha gostosa.

Sem dar um tempo para descansar e com seu pau ainda duro ele me fez virar de costas para ele. Apoiei minhas mãos na árvore e ele colocou a cabecinha do seu pau no meu cu. Com força foi penetrando. Eu sentia dor até que com um tranco mais forte ele deslizou para dentro de mim o que me fez soltar um grito abafado. Sentia seus pentelhos na minha bunda e uma ardência no rabo. Eu estava dando o cu pela primeira vez.

Suas estocadas passaram a serem efetuadas com rapidez. Sentia seu pau sair e antes que a cabecinha escapasse ele voltava e me penetrava até seu púbis bater na minha bunda.Ficamos assim por algum tempo até que ele gozou novamente enchendo meu cuzinho com sua porra. Eu me masturbava enquanto ele me comia e também não demorei a gozar.

Depois desse dia o bloqueei nos contatos do MSN, não o procurei e nem falei mais com ele. Tive a experiência que queria, mas como já havia planejado, tinha sido a primeira e última vez. Promessa que cumpri e esta memória, ocorrida a mais de dez anos, nunca mais se repetiu.

Conto erótico by Marcelo – recebido por email

Meu Coroa Safado

Sabadão de verão, calor acima dos trinta graus: a noite perfeita para sair e tomar umas cervejas. Combinei com uma amiga de ir para um barzinho tomar todas e lá dei sorte! Pois um carinha super gato e mais velho não parava de me encarar. Sabe esses homens com cara de homens? Sem brincadeira ele parecia o George Cloney de tão bonito.

Depois de nos olharmos por um tempo ele veio e perguntou se poderia sentar ao meu lado para conversarmos um pouco. Claro que permiti. Ele era muito legal e tinha um papo interessante. Logo minha amiga também encontrou um gatinho para conversar e eu acabei ficando com o coroa.

Ele tinha um beijo delicioso e demorado. Muito safado me perguntou se nós poderíamos sair dali e ir para um lugar mais reservado . Ahhh o velho papinho... Apesar de não ter o costume de fazer isto com freqüência aceitei o convite e fomos para o seu apartamento

Assim que entramos começamos a nos agarrar , trocando beijos alucinados. Meu corpo estava quente e fiquei bastante excitada com suas caricias. Sua mão começou a apertar minha bundinha e eu gemi gostando da sua “pegada”. Habilmente utilizando de seus recursos aprendidos ao longo da vida, ele também não deixou de encher a mão com um de meus seios. Assim eu era alisada por todos os lados. Percebendo minha excitação ele lascou a mão por cima da minha calça , apertando minha bucetinha que, a esta altura, já estava completamente encharcada.

Eu beijava e lambia seu pescoço, dava mordidinhas em sua orelha e então não resisti mais e sussurrei em seu ouvido:

- Me come, me come logo que tô morrendo de tesão.

Meu coroa foi me empurrando até o sofá de sua sala e me fez sentar ficando na altura do seu pau. Abaixei sua calça e um cacete grande e gostoso saltou para fora , era irresistível ficar na frente daquilo sem desejar enfiá-lo inteiro na boca. Pois então foi o que eu fiz, engoli aquela ferramenta o máximo que pude lhe arrancando gemidos de prazer . Eu o chupava e apertava suas bolas rijas. Seu pau já estava todo melecado e percebi que logo gozaria , para não desperdiçar aquele liquido precioso tratei logo de tirar minha roupa.

Ele ,me tratando como uma princesa me chupou dos pés a cabeça, que língua tinha aquele homem. Acariciava todas as partes que tenho tesão, meu pescoço, nuca, bico dos seios, parte interna das coxas e finalmente minha bucetinha ensopada. Gozei pela primeira vez somente com um leve toque de sua língua em meu clitóris, senti as paredes internas de minha vagina se contraírem e urrei de prazer com meu corpo flutuando em ondas de prazer.

Não agüentávamos mais e , comigo sentada no sofá ele levantou minhas pernas na altura de seus ombros e direcionou a cabecinha do seu pau para dentro de mim. Com força enterrou tudo de uma vez, seu pau deslizou e me preencheu completamente. Sua púbis encostava na minha e seus movimentos iniciaram de forma rápida , com arremetidas fortes e curta.

A sinfonia do sexo preenchia o som ambiente do lugar com os meus gemidos , nossas respirações aceleradas e o barulho de suas estocadas. Tava sendo comida por um macho de verdade! Decidi aproveitar ainda mais aquele homem e me coloquei na posição que mais gosto: de quatro. Me apoiei no encosto do sofá , ficando de costas para ele.

Foi só o tempo de seu pau encontrar minha bucetinha novamente para eu ir a loucura. Adorava transar assim e comecei a gozar novamente. Desta vez com seu pau dentro de mim, senti minha vagina o mastigando em contrações involuntárias. Ele não resistiu e anunciou que estava gozando.

A cada estocada ,sentia minha vagina se melecar com sua porra, ao final ela escorria pelas minhas pernas indicando a abundância e o prazer que ele também sentira. Terminado o ato, estava com as pernas tremendo e super cansada. Fomos para o seu quarto e dormimos abraçadinhos. Pela manhã fui embora e chegamos a nos encontrar outras vezes, mas devido ao seu trabalho ele acabou se mudando de cidade.

Nas minhas lembranças ficam somente as sensações inesquecíveis da primeira noite com meu coroa. Passem dias, meses e anos nunca esquecerei de como fui comida e o do quanto prazer senti naquela noite.

Conto erótico recebido por email by Rachel

Dei na Biblioteca da Escola

Sempre fui muito sacana e, assim que perdi a virgindade descobrindo que dar é uma delicia, passei a querer sempre ter um parceiro fixo. Gostava de namorar por longos períodos e transar de todas as formas, pois acho que entre um casal deve rolar de tudo para que o homem não procure se satisfazer com outras mulheres, então peguei gosto em transar nas mais inusitadas situações.

Aos 18 anos eu estava em um grande colégio, namorava um colega de classe a uns dois anos e sempre tive a fantasia de transar por ali. A sensação de perigo e o risco de sermos pegos aumentava o meu tesão e eu ficava imaginando como poderia realizar esta minha fantasia. Meu namorado era um safado e adorava me comer , porém ficou meio receoso quando lhe contei sobre essa vontade de transar no colégio.

- Não vai dar Bruna, se pegam a gente vamos ser expulsos! – dizia ele.

Mas meu namorado não sabia que justamente esse risco e a punição que teríamos ao sermos pegos é que me excitava. Eu teria que dar um jeito e arranjar um cantinho para dar gostoso. Apesar de gostar de sexo eu também não sou burra e inconseqüente, por isso pensei em algum lugar mais seguro.

Para incentivar meu namorado a me ajudar a pensar em realizar esta situação eu o provocava no colégio. Nós ficávamos em algum lugar na hora do recreio e eu o beijava demoradamente. Arriscava até pegar no seu pau por cima do agasalho de sua calça. Seu membro logo correspondia , ficando duro na minha mão e bastante visível devido ao tipo de calca que usávamos.

Nem preciso dizer que também ficava excitada sentindo minha vagina se umedecer e molhar a minha calcinha. A vontade que eu sentia era de me atirar em qualquer cantinho e dar gostoso para ele. Uma vez ou outra éramos surpreendidos pelo zelador que mandava nos separamos e “parar com a pouca vergonha”. Ele era um velhinho chato, mas gente boa, pois nunca nos levou para a coordenação. Apenas ralhava e ficava resmungando como um velho da sua idade faz. Dizia que no seu tempo não tinha destas coisas e blá,blá,blá.

Então um dia eu estava com muita vontade de transar e escolhia um livro na biblioteca quando decidi que a coisa podia rolar por ali, pois o local era imenso. Liguei para o meu namorado no celular e pedi para ele ir me encontrar. Ele veio meio assustado, pensando que tinha acontecido alguma coisa comigo e chegou perguntando se eu estava bem. Minha resposta foi grudar no seu pescoço e beijar seus lábios de um jeito bem sacana.

Ele, ainda surpreso e sem entender nada, sentiu seu pau ser segurado pela minha mão que foi logo o tirando para fora da calça. Sua reação foi tentar parar e desgrudar-se de mim, dizendo que eu estava louca e eu , sem largar o seu pau, o levei para uma salinha que estava atrás de nós e que servia de depósito e recuperação dos livros. Entramos no lugar, comigo o puxando pelo pau , e eu fui logo baixando a minha calca de agasalho e ficando de costas para ele. Sabia que não tínhamos muito tempo e que tudo deveria ocorrer de forma mais rápida possível

Com seu pau de fora e eu me oferecendo ali, na sua frente, com a bundinha empinada e pedindo que ele colocasse na minha buceta, sua reação não foi outra, senão meter sua vara em mim. Com poucas estocadas eu já estava gozando alucinada de tesão. Eu me apoiava na parede e estava sendo comida na biblioteca de minha escola! Aquilo era demais para mim. Sério mesmo! Acho que gozei umas três vezes fazendo minhas pernas amolecerem e ficarem bambas.

Meu namorado também não agüentou muito tempo e gozou rápido enchendo minha bucetinha com seu creminho morno. Nos arrumamos e corremos dali, pois alguém poderia ter ouvido alguma coisa. Durante a aula eu não tirava o sorriso dos lábios por ter realizado minha fantasia e achando graça por sentir a porra do meu namorado escorrer pela minha bucetinha, fazendo cócegas e melecando a minha calcinha...

Conto erótico by Safadinha

A Tia da Camila

Todos os anos costumo passar as férias na casa de minha vó no litoral. Lá reunimos toda a família para comemorarmos as festas de final de ano. Devido sempre estar no litoral fiz diversos amigos e amigas aos longos dos anos das mais distantes cidades. É uma turma legal que costuma sair para beber, dançar e se divertir. Entre nós já rolou algumas pegações, sempre tem aquele papinho de fulano querer ficar com a ciclana e coisas assim, mas para mim o que acabou rolando foi com a tia de uma amiga minha.

Isso ocorreu de forma natural e não porque eu não goste de mulheres de minha idade ou porque a tia da minha amiga seja um tesão de mulher, meu interesse por ela surgiu acho que simplesmente pelo desafio de me aventurar com uma mulher mais velha e experiente. Em uma destas manhãs de verão nos reunimos na praia, ajeitei minha cadeira e fiquei olhando o movimento das mulheres andando pela areia. Como naquela hora ainda não havia muita coisa interessante por lá direcionei meus olhares para a tia da minha amiga Camila.

Ela já era uma coroa comparada a mim, possuía uma filha de dez anos que prometia ser muito bonita ,loira e com os olhos claros. Olhava para a mulher reparando em suas curvas e calculando se quando ela tinha uns 15, 20 anos era tão bela quanto sua filha prometia ser. Ela usava um biquíni azul e estava estendida de costas para o sol , se bronzeando. Eu estava a uma distância de uns 5 metros dela. Acho que acabei fixando muito meu olhar em seu corpo, pois de repente percebi que ela estava me olhando, sacando que eu não desviava a atenção sobre o seu corpo.

Fiquei um pouco envergonhado, afinal ela era mais velha e tia de minha amiga, e então desviei o olhar. Passado um tempinho voltei a olhar para ela que agora estava sentada em uma esteira conversando com uma amiga sua. Novamente fui notado, e ela olhou para mim dando um sorriso. Naquela hora não pude distinguir se por achar graça de um pirralho como eu a estar secando, por se sentir lisonjeada ou por algum tipo de interesse.

Tentei investigar muito sutilmente sobre a coroa fazendo perguntas para a sua sobrinha. Descobri que ela estava junto com uma irmã e a filha passando a temporada por ali e que seu marido só aparecia nos finais de semana. Como disse antes, ela não era nenhuma beldade, somente uma mulher loira e encorpada, bem mais alta que eu, típica descendente de alemã.

Percebi que um leve clima começou a rolar entre eu e a coroa, pois agora eu havia me acostumado a olhar para ela , seja para reparar no seu corpo ou para ver se ela estava me olhando. Quase sempre nossos olhares se encontravam e minha imaginação começou a rolar a mil por hora. Passei a me masturbar imaginando eu com aquele mulherão, ela toda peladinha em uma cama a minha disposição, pensei que beijaria seu corpo inteiro e então ela me mostraria sua experiência de mulher casada, chupando meu pau deliciosamente me fazendo gozar na sua boquinha e depois... Puxa, transar com uma mulher mais velha deveria ser ótimo mesmo – pensava comigo mesmo.

Fantasiava diversas situações quando aconteceu um fato determinante para a minha vida naquele verão. Um dia eu havia acordado um pouco mais tarde e fui para a praia, no caminho fui passando na casa do pessoal e todos já tinham ido. Quando passava na rua da coroa, distraído e pensando na noite anterior onde havíamos saído para beber, fui surpreendido pela minha musa saindo por seu portão e perguntando se eu poderia ajudá-la a trocar o chuveiro.

Não entendia e nem sei nada sobre esse assunto, mas não podia perder a oportunidade de conhecer o banheiro onde ela ficava peladinha tomando banho. Disse que poderia dar uma olhada e lá fui eu entrando na casa da coroa. Pelo que vi o lugar estava deserto e assim que entrei no banheiro a loira me perguntou se poderia esclarecer uma dúvida sua.

- Claro que sim – respondi.

Então ela perguntou, na lata, por que eu olhava tanto para ela... Fiquei sem graça e disse baixando os olhos que era por eu achá-la uma mulher bonita e em forma ( para não dizer gostosa). Ela achou graça e gargalhou, provavelmente lisonjeada pelas palavras de um adolescente que poderia estar fantasiando com diversas meninas da sua idade, mas a escolheu como musa.

- E quando você olha para meu corpo, como já vi você fazendo, o que pensa? – disse se aproximando de mim. Senti o pau endurecer neste instante me deixando com um tesão danado e mesmo assim tive vergonha de dizer-lhe meus desejos, acho até que meu rosto corou.

- E então... – continuou ela – o que você pensa quando me olha? – desta vez ela foi mais direta, tirando sua camiseta e me mostrando seu biquíni. Seus seios grandões estavam bem pertinho de mim e eu os olhei com muita vontade ,desejando tocá-los, fazê-los saltar do biquíni e beijá-los enquanto minha coroa gemia. Tremendo de tesão olhei para os olhos claros da loira e ela veio devagarzinho, colando seu rosto ao meu ,até que não agüentei e avancei sobre ela procurando beijar seus lábios.

Nossa... que loucura! Acho que a situação é que me deixava excitado daquela forma, eu na casa de uma mulher mais velha e casada, tia de minha amiga fazendo aquilo... Tinha dificuldade de respirar, devido a adrenalina que sentia e mesmo assim a apertei junto a mim passando minhas mãos pelo seus corpo. Passava a mão em suas costas, agarrava no seu cabelo com força e em dado momento puxei seu quadril de encontro ao meu a fazendo sentir a minha ereção.

Aquilo iniciou um fogaréu naquela mulher! Ela apertou meu tórax , desceu sua mão pela minha barriga e agarrou meu pau com vontade, sentindo o quanto eu estava duro, logo se ajoelhou, livrou-me da bermuda e passou a me sugar como nunca havia sido chupado antes. Que delicia... Pena que não consegui me segurar por muito tempo, pois o tesão que eu sentia era muito grande, então meu pau começou a esguichar longos jatos de porra na sua boquinha que continuo sugando, parecendo que queria tirar todos os líquidos do meu corpo.

Mesmo tendo gozado meu pau mantinha a ereção e então tratei logo de tirar a pouca roupa que a coroa tinha, rapidamente ela estava como nos meus sonhos : nuazinha diante de mim. Um mulherão de mais ou menos 1,80 cm de altura, com a uma buceta de pêlos loiros, aparados e umas marquinhas de sol deixando seu corpo uma tentação sem tamanho. Me abaixei aos seus pés e ela ficou com as costas apoiada na parede e com uma das pernas sobre meu ombro. Passei a enfiar a língua naquela grutinha rosada , rodeada por pelinhos loiros. Que tesão! Chupei, lambi e penetrei sua buceta com minha língua. Acredito que ela gozou na minha boca, pois os seus líquidos aumentaram junto com seus gemidos.

Não agüentando mais disse que queria meter na sua buceta gostosa. Ela deitou por ali mesmo, no chão do banheiro, e eu mirei meu pau para o meio de seus lábios vaginais. Forcei e meu pau deslizou inteiro para dentro como se tivesse sido sugado. Passei a meter com força e bem rápido, desta forma gozei uma vez. Paramos e continuamos novamente, me fazendo gozar pela terceira vez naquela manhã. E eu queria ainda mais, mas como poderia chegar alguém retornando da praia, ela resolveu parar e dizer que continuaríamos em outro dia.

Fui para minha casa nas nuvens , não acreditando no que eu acabara de fazer. Será que eu havia me saído bem? Eu gozei como nunca e tive um prazer maravilhoso, mas será que ela sentira a mesma coisa? – Pensava comigo mesmo. A resposta ocorreu nos encontros continuados que tivemos em outros dias. Ou eu havia me saído bem ou ela apenas curtia a aventura de transar com um homem mais novo. Depois desta temporada de verão acabei ficando ausente da praia , devido a um namoro que durou 4 anos e como nossas cidades ficam longe nunca mais a vi.

Hoje fazem uns 10 anos que este fato ocorreu, nesta época do ano, e imagino como ela deve estar... Será que continua gostosa?

Conto erótico recebido por email - autor Alexandre

O Amante Perfeito

Quando minha mãe se casou pela segunda vez, além de um padrasto ganhei um tio-torto, 18 anos mais velho que eu. Minha infância era feliz e minha relação com o novo tio não era nem próxima nem distante: ele simplesmente ignorava a minha existência. Fui crescendo e passei a olha-lo com olhar comprido de namorar moço bonito, até me transformar numa bela moça, o que, claro, não iria passar despercebido pelas pessoas mais indiferentes, que tivessem me visto crescer. Logo arranjei um na morado e fui perdendo os meus jeitos de donzela.

Isso teria me deixado muito feliz, não fosse o meu descabaçador casado e pai de quatro filhos. Agora que já passou tanto tempo acho até engraçado, mas na época fiquei francamente decepcionada, descrente dos homens, e fui chorar no ombro do tio Toni, que se mostrou muito compreensivo e amigo, com palavras apenas, pois me lembro que em dado momento, em que ia me dando um braço, me afastou bruscamente, arranjou uma desculpa qualquer e foi embora.

Depois desse episódio, vivi bem uns dois anos sem pensar em namorado nem em transar, até que comecei a entrar num cio que não estava dando mais para agüentar. Eu acordava de noite morrendo de desejo e não adiantava me masturbar que não passava: era pior ainda. Eu andava com vontade de subir pelas paredes Precisava fazer sexo e não sabia com quem. Ou sabia? A imagem do Toni sempre pintava nas minhas fantasias. Mas nunca pensei que pudesse me atrever. Mas pude, e quando vi estava defronte ao apartamento dele, tocando a campainha.

- Não vai me mandar entrar?

Perguntei para Toni, que me atendeu com uma cara de quem não estava entendendo o que uma moça como eu estava querendo aquela hora. Deviam ser umas dez da noite No apartamento de um homem sozinho! Aconteceu alguma coisa? Tudo bem na sua casa? - Ele quis saber.

Eu disse que não era nada disso, estava tudo bem. E fui entrando antes que me arrependesse. Minhas pernas começaram a tremer e eu disse de supetão, porque do contrario não conseguiria:

- Eu vim aqui porque quero ir pra cama com você.

Disse assim de cara. Ele ficou surpreso, abobado, levou um tempo para me agarrar  com o rosto afogueado e me beijou a boca com sofreguidão. Só depois começou a me fazer roçar com os peitinhos no seu tórax; ele ficou enlouquecido pois eram quentinhos e macios como pães-de-ló recém-saidos do forno.

Apertou com força e eu deixei, sem medo de que ele pudesse estragar os meus troféus tamanho tesão eu tinha. O Toni era muito mais gostoso do que eu tinha imaginado, ainda mais assim pegando fogo, com a pele macia do rosto se esfregando na minha, com os lábios roçando de mansinho meu pescoço e mordiscando, lambendo e descendo para a minha cintura Os seios esperando ansiosos, ele maltratando meu desejo, assim de propósito para ficar mais gostoso.

Minha blusa no chão. Ele rodeando minha cintura, meu dorso, e finalmente chupando os bicos eriçados dos meus seios, eu sentindo um prazer infinito, de ser o Toni a estar me chupando os seios, de ver meu tio, tão sério e tão distante, ali ajoelhado diante de mim, me tirando a roupa. bestificado com o que estava acontecendo. Ali no hall de entrada mesmo, ele me tirou a saia e depois a calcinha, lambeu o meu umbigo, meus pêlos, e depois enfiou a língua pontuda na minha fenda até sentir o meu brotinho endurecer.

Então ele afastou os lábios e começou a mamar aquela coisa dura até me fazer gozar Sem agüentar mais, ele me tomou nos braços e me carregou para o seu ninho, para me comer melhor, pois chegara o momento supremo de meter aquela doce maravilha em mim. Tive vontade de cantar uma opera, da mais pura alegria. O membro dele estava duro como algo, não vou dizer que não doeu pois eu era quase virgem, mas até a dor era gostosa. Ele ficou por cima de mim sem largar o peso todo, suspenso pelos braços.

E assim ele entrava e saia, me arrancando a cada vez uma sensação de precipício, o que me fazia gemer e grunhir; eu estava fora de mim. Não sentia a cama por debaixo do corpo, me sentia nas nuvens, ele gozava e continuava dentro sem arrefecer. Gozou desse jeito três vezes e eu, calculo, umas nove. No intervalo entre o primeiro e o segundo ato, eu e o Toni conversamos muito e ele me confessou que ha muito tempo me desejava como louco. Disse que queria me comer de cabeça pra baixo, de tudo quanto era jeito, que queria o meu anus. Me deu muito medo, mas concordei.

Afinal não poderia negar nada ao homem que estava amando com paixão. Fiquei de quatro na cama, ele passou vaselina no meu anus e no membro dele, da cabeça até a raiz, e empurrou no meu buraquinho virgem. Entrou fácil, fácil. Doeu horrivelmente, mas eu não queria que ele tirasse. Ele gozou muito lá dentro. Foi assim que partimos para o terceiro ato, onde ele me compensaria do sofrimento para me ensinar uma coisa que eu não tinha imaginado que pudesse ser tão bom: o meu primeiro sessenta-e-nove.

Pôs-me aquela fantástica peça, bem lavadinha, dentro da boca e começou a chupar com sofreguidão a minha 'bela-adormecida', que imediatamente se assanhou. Ter o membro dele na minha boca era uma delicia. Eu procurava acariciá-lo de todos os modos que sabia e imaginava, e de tanto passear a minha língua e sugar arranquei-lhe a seiva que me inundou a boca. Bebi ao mesmo tempo que gozava. Durante toda a noite Toni acabou mais umas seis vezes dentro de mim, mas antes dava-me uma chupada gostosa. Gozei demais naquela noite. Tio Toni é o amante perfeito. Para sempre....

Conto erotico recebido por email

Marcela, Ruivinha Alucinante

Eu tinha 18 anos na época. Eu já suspeitava que minha ex-namorada, Marcela (+/- 1,65; magra; olhos verdes, um lindo cabelo ruivo, um par de peitos durinhos, corpo malhadinho e uma bundinha de enlouquecer), ainda sentia tesão por mim. (Esse havia sido um namoro só de beijos e amassos - ela era do tipo santinha). Um dia, nossa turma decidiu ir num karaokê.

Fomos em umas 15 pessoas, e a Mar estava lá. Por volta das 2h00 da manhã, eu estava meio bêbado e ela veio falar comigo. Começou perguntando de outras meninas, dando umas indiretas. Eu hesitei um pouco, pois já havia sido chifrado por ela (por isso o namoro acabou). Só que eu não agüentei, olhando para o seu lindo rosto, suas coxas numa calça jeans apertadinhas, não resisti e dei um beijo longuíssimo nela.

Depois de um tempo, perguntei se ela não queria dar uma volta. Ela topou (para minha surpresa) e fomos para o lado de fora do bar. Fomos até o estacionamento, que estava lotado. Ficamos nos beijando entre os carros um bom tempo, até que eu comecei a apertá-la com força, passando a mão nas suas bunda e nas suas coxas.

Ela pedia pra eu parar, mas era como se eu não ouvisse. Eu queria algo mais, e queria naquele momento. Foi quando eu pedi: posso chupar os seus peitos. Ela disse que não. Eu forcei a barra e ela acabou deixando. Levantei aquela camisetinha  que ela usava até o pescoço. Tirei o sutiã e vi aqueles dois peitinhos apontando para mim.
Eu apertava e mordiscava as pontinhas ao mesmo tempo. A Marcella dava gemidinhos baixinhos, o que me excitava mais ainda. Comecei a me abaixar, beijando sua barriguinha, e então, abrindo sua calça jeans. Ela quis me parar, mas seu tesão era tanto que ela até me ajudou a abrir o zíper. Abaixei sua calcinha e comecei a brincar com a minha língua naquela bucetinha virgem!

Depois meu dedo acompanhou a minha língua e ela gozou um monte. Foi quando eu tirei minha pica (que tinha uns 14 cm na época) totalmente dura, em ponto de bala. Ela começos a chupar, e sua inexperiência me excitava mais do que tudo. Ela fazia o vai vem com a minha ajuda segurando sua cabeça, quando senti que ia gozar e avisei-a.

Ela engoliu tudo, com medo de se sujar e que alguém descobrisse. Paramos por aí. Já havíamos sumido a mais de 1h30min, e não queríamos que ninguém pensasse nada. Entramos, ela foi para o banheiro feminino lavar o rosto. Esperei por ela e nos juntamos aos nossos amigos. Bebemos mais um pouco e continuamos nos beijando até de manhã.

Eu vou contar como fodi a Marcella inteira nos próximos contos!

Conto erotico recebido por email...

Pizza

Éramos seis pessoas reunidas na casa de um amigo, juntamente com bebidas e pizzas. Eu tinha acabado de voltar de viagem e estava morrendo de saudades dele: seu cheiro, seu corpo, seu beijo. Estávamos na sala conversando até que surgiu falar sobre sexo. Comecei a ficar tensa, eufórica, cheia de tesão e percebi que ele também estava inquieto. Até que...

- Gente, nós vamos colocar a pizza no forno – Falou, puxando minha mão e me carregando para a cozinha. Trancou a porta, passando pela cozinha sem ao menos ligar o forno e me levou até a área de serviço.

Eu estava de saia. Me trouxe com ele até a parede, me beijando, me acariciando, mordendo meu pescoço, meu colo, meus seios... E foi lentamente, descendo, arrancando a minha calcinha e mandando-me colocar as mãos na parede e abrir bem as pernas. Já sentado no chão, meteu a língua dele dentro de mim, abrindo a minha vagina com os dedos indicadores das duas mãos.

Ele sabia que eu adorava aquilo e sabia como eu adorava aquilo. Minha mão estava na sua cabeça, acariciando seus cabelos e sem agüentar mais de tanto tesão, puxei-o para cima e fui andando para trás, onde me deparei com a máquina de lavar. Fiz ele sentar ali mesmo, pegando um banco para eu me sentar e, logo em seguida, tirei a sua calça.

Abri suas pernas e acariciei a parte interna de suas coxas (ele adorava isso!). Fui subindo, lentamente, fazendo com que meus dedos tivessem um contato leve com sua pele. Passei a mão por suas pernas, por sua virilha, seu saco... Cheguei até seu pênis, ereto, pronto para ser lambido. E foi o que fiz. Chupei todo o seu pênis, de baixo para cima, até chegar a cabeça, que estava completamente molhada.

Lambi aquele líquido e quando ia começar a fazer o sexo oral, ele subitamente levanta, me joga para cima da máquina de lavar, senta na cadeira e coloca minhas pernas apoiadas em seu ombro, continuando o que eu havia parado enquanto estava de pé. Ele meteu a língua fazendo "os movimentos certos, no lugar e na velocidade certa", e eu me contorcendo, apertando com força a minha coxa, expressando a sensação que sentia no momento sem fazer muito barulho.

Gozei rapidamente, liberando uma descarga elétrica que me deixou encharcada e que ele conhecia bem como era. Ele olhou para mim com um sorriso satisfeito pelo serviço feito. Me secou com sua língua (ele adorava isso!), colocou a minha calcinha e me ajudou a descer de cima da máquina de lavar. Ouvimos a porta batendo. Nos olhamos e percebemos que havíamos perdido a noção de tempo. Ele olha pra mim e pergunta:

- E aí? Tá a fim de comer uma pizza?!

Conto erotico recebido por email - autora anônima

Perdi a Virgindade do Rabinho com Meu Cunhado

Minha história começa no verão onde eu completaria meus dezessete anos. Passaríamos a temporada em nossa casa de praia e além de mim, minha irmã e meus pais, estava por lá também o namorado de minha irmã. Um rapaz de vinte e cinto anos, loiro e com os olhos verdes. Um macho que chamava a atenção por onde passava devido ao seu porte e sua beleza física. Minha irmã sabia como escolher um homem.

Eu também não ficava atrás. Possuo os olhos verdes, seios médios com bicos rijos e pontudos, bundinha empinada e pernas torneadas. Sabia que era gostosa e provocava meu cunhando circulando com um shortinho curto pela casa ou andando apenas com a toalha enrolada em meu corpo após o banho. Provocava tanto que podia notar o membro duro do meu cunhado sob sua bermuda folgada quando me via nestes trajes. Ele já devia estar em ponto de bala e louco para me comer.

Eu também estava louquinha de vontade de viajar por aquele corpinho que minha irmã já devia estar se deliciando, mas a oportunidade não surgia, pois durante o dia o casal dificilmente se separava e, apesar deles dormirem em quartos separados, desconfiava que andavam se visitando durante a calada da noite. E, em uma oportunidade, acabei comprovando minha teoria.

Eu estava deitada sem sono quando ouvi alguém andar pelo corredor de casa. Em seguida a porta do quarto ao meu lado rangeu e fiquei imaginando se era minha irmã que havia ido tomar água ou se era o meu cunhado que a visitava. Levantei nas pontas dos pés e espiei pela fechadura do quarto de minha irmã. Não conseguia ver nada devido a escuridão, mas ouvia meu cunhado gemendo.

- Para de fazer barulho... Alguém vai acordar – dizia minha irmã.
- Continua... Continua que eu to quase... Engole ele todo...

Ouvia aquilo e sentia meu corpo arder de desejo. Minha irmã o estava chupando! No mesmo instante imaginei aquele seu cacete duro sob a bermuda sendo lambido e sugado. Coloquei a mão em minha bucetinha por baixo da calcinha e senti meus dedos se molharem pela baba que não parava de sair. Que fogo eu estava!

Com um gemido mais forte percebi que ele estava gozando. Devia estar bom, pois ele demorou alguns segundos naquilo. Logo o ouvi dizer que queria mais.

- Me deixa colocar agora, deixa?
- Você tá louco! Daqui a pouco meus pais acordam! Volte para o seu quarto que amanhã a gente dá um jeito! Vamos fazer na praia...

Contrariado, o ouvi insistir um pouco mais até que ele se convenceu e ouvi ele vindo para a porta. Neste instante corri para a cozinha, enchi um copo de água para disfarçar e voltei rapidamente para o meu quarto a tempo de pega-lo no corredor.

- Oi Bruno, sem sono? Perguntei provocante. – ele vestia apenas um calção e seu forte tórax estava à mostra revelando seus músculos tão deliciosos.

- É... – disse meio sem graça. Eu ia pegar água...
- Mas a cozinha é para o outro lado – disse eu rindo e tomando um gole do meu copo... - Quer um pouco?

Ele percebendo minha risadinha maliciosa olhou para meu corpo e viu que eu estava com um pijama curtinho e sem sutiã por baixo da camiseta. Após me despir com os olhos disse em seguida.

- Um pouco da sua água ou de você?

Olhei para ele e perguntei:

- O que você acha?

Então ele veio para cima de mim beijando minha boca com vontade.

Senti o meu corpo estremecer e imediatamente coloquei a mão na sua vara. Ele já estava de pau duro que latejou em minha mão. Então o puxei para o meu quarto decidida a satisfazer os desejos que minha irmã não fora capaz ou não tivera coragem de fazê-lo.

Em meio à amassos alucinantes, confessei em seu ouvido que havia ouvido ele com minha irmã, então perguntei o que ele queria de minha irmã. Que eu faria a sua vontade. Então ele sussurrou no meu ouvido:

- Eu queria colocar no cuzinho dela. Você vai me deixar colocar no teu?

Uma pontada de medo percorreu meus pensamentos. Eu nunca tinha feito aquilo, mas não ia deixar meu cunhadinho na vontade de novo, ia provar que era mais safada que minha irmã. E submissa, respondi sua pergunta virando de costas e apoiando meus braços na cama. Fiquei com a bundinha levantada só esperando sua investida.

Ele, gentilmente, abaixou meu pijama e se ajoelhou passando a beijar minha bunda e lambendo meu reguinho. Sua mão foi acariciar minha bucetinha e descobriu como eu estava com vontade de transar.

- Olha só! Você já está prontinha... Louca de vontade de dar o rabinho.–

Minha buceta molhada deve te-lo deixado com um tesão enorme, pois ele passou um pouco de saliva no seu pau e no meu cu e já veio forçando a penetração. Percebemos que aquilo não ia ser tão fácil, pois apesar de fazer força seu pau não entrava. Fui auxiliando, fazendo força para abrir meu cuzinho até que a cabecinha entrou me fazendo soltar um gemido abafado. Ele forçou um pouco mais e não demorou a entrar inteiro dentro de mim.

- Nossa que cuzinho apertado. – dizia ele iniciando os movimentos de entra e sai lentamente.

Comecei a me masturbar enquanto ele metia. Tomávamos cuidado para não fazer barulho, afinal a maninha estava no quarto ao lado. Suas arremetidas não duraram muito, logo o senti espirrar seu leite dentro de mim. Eu continuei acariciando minha xota até gozar em seguida...

Nos beijamos e ele foi para seu quarto, prometendo que voltaria em outra noite para fazermos com mais tempo. Sua promessa foi cumprida e acabamos transando por cinco noites naquele verão e até hoje minha irmã nunca desconfiou de nada. Eles terminaram e eu acabei não o vendo mais. Em outra oportunidade posso contar mais alguma coisa...

Beijos da Isa Safadinha. Se vocês gostaram por favor comentem...

Conto erotico recebido por email

Dei a Bundinha mas Continuo Virgem

Na época eu era uma loirinha nova e virgem, mas não agüentava mais! Eu precisava transar! Todas as minhas amigas da escola já tinham feito e somente eu ficara para trás. Me sentia excluída, elas já sabiam o que era ser mulher e era ruim estar em uma roda onde a conversava rolava em torno de sexo e eu não tinha conhecimento do assunto. Estava me sentindo desenturmada. Elas comentavam sobre os garotos da escola e sobre os membros que se destacavam nas calças do agasalho. Ficava embaraçada e um pouco constrangida. Eu teria que fazer algo para não ser mais uma ET no meu grupo.

Em casa minha mãe conversava comigo sobre sexo desde cedo e fui instruída a transar somente quando achasse a “pessoa certa”, mas e se ela nunca aparecesse? E se somente depois dos vinte eu a encontrasse? Como casaria sem saber como era o sexo? Não podia esperar e ficar nesta duvida, nesta aflição. Então pensei em como poderia resolver este problema... Bom ... Sexo anal poderia ser a solucao. Vi na internet que várias garotas faziam isso para preservar a virgindade para um cara que realmente amasse.. Entao era isso!  Eu poderia dar o meu cuzinho .Dessa forma saberia o que era transar e a bucetinha ficaria reservada para o cara certo ( desde que ele não demorasse muito... rs....)

Achei minha idéia incrível pois desde pequena descobri que eu tinha muito prazer quando encostava no meu ânus Na adolescência achava minha bundinha bonitinha. Ela era branca, empinada e bem redondinha. Ficava olhando no espelho e imaginava com seria ser comida ali. Como um pau poderia entrar naquele buraco tão fechadinho? Cheguei a me aventurar com um dedinho e achei a situação excitante. Parecia que estava fazendo alguma coisa proibida, que trilhava um caminho novo que me instigava cada vez mais.

Mas aí veio a minha maior duvida e preocupação: Quem seria o eleito para tirar minha virgindade e comer meu cuzinho? Teria que ser uma escolha bem feita! Não poderia ser um moleque que saísse contando para todo mundo que transou comigo e nem um garoto muito inexperiente. Também pensei que eu teria que disfarçar, me deixando seduzir para que minguem percebesse que a vontade de dar a bundinha era minha. Tinha que faze-lo pensar que a idéia de comer meu cuzinho era dele.

Pensei em quem poderia ser e achei a pessoa perfeita para isso. Ele era apaixonadinho por mim , dois anos mais velho e já haviamos ficado algumas vezes juntos. Seu nome era Tiago . Para concretizar meus desejos resolvi ligar para ele sabendo que seria convidada para nos vermos, dito e feito.

Fomos ao shopping e ficamos juntos de novo. Ele gostava mesmo de mim, dizia sempre que eu era linda e que queria namorar comigo. Mas eu não queria um namorado , queria apenas transar ,mas não poderia falar isso com ele. Ficamos juntos mais algumas vezes e começamos a nos provocar, um passando a mão no outro. Eu sentia seu pau duro roçando em mim enquanto nos beijavamos e ele , por ser um pouco mais velho, também deveria sentir que eu ficava excitada.

Um dia conversamos sobre sexo e disse a ele que tinha vontade de fazer mas não queria perder minha virgindade. Ele sorriu , baixou os olhos e disse:

- Mas tem algumas coisas que podemos fazer sem voce perder a virgindade
- Do que voce esta falando? Perguntei interessada.
- Bom... Tem sexo oral e... Também anal....

Sorri para ele e perguntei se ele conseguiria ficar só nisso , sem tentar colocar na minha xoxotinha.

Ele rapidamente disse que sim, respeitaria minha vontade e só colocaria na bundinha.

- Mas será que não vai doer – questionei
- Não, não. Se você quiser mesmo, eu arrumo um lubrificante e faço com cuidado.

Combinado todos os detalhes, acertamos que na próxima semana eu iria até sua casa. Eu quase morri de ansiedade, louca para que os dias passassem depressa. Em uma sexta-feira, exatamente as 15 hs da tarde eu estava entrando na casa de Tiago, ele logo me levou para o seu quarto. Estavamos sozinhos em casa e tudo poderia acontecer sem pressa. Nos beijamos e sem perder tempo ele começou a passar a mão por todo o meu corpo. Como é bom beijar sabendo que vai rolar alguma coisa a mais.

Ele apertava meus peitinhos e decidiu senti-los por baixo da roupa. A situação esava um pouco incômoda e eu tive que tirar minha camiseta. Rapidamente ele passou a sugar meus seios, passando a liígua e brincando com os biquinhos que estavam salientes. Nós dois respiravamos com dificuldade, tanto era o tesão que sentíamos.

Logo nossa roupas foram deixadas de lado e Tiago me deitou na cama fazendo eu abrir minhas pernas para ele. Então se posicionou com sua cabeça entre elas e passou a me chupar. Que delícia !Que lingua gostosa! Gozei com ele fazendo isso e Tiago, ávido por me penetrar e sabendo das minhas condições ,me virou e começou a lamber meu cuzinho com deliciosas linguadas quentes e molhadas. Eu já estava doida ,implorando para que ele me fodesse bem gostoso.

De quatro ele começou a forçar a cabeça do seu pau na entradinha de meu cu ,mas estava muito apertadinho e não entrava. Um lubrificante foi sacado do criado mudo e tive meu cuzinho lambuzado com seus dedos trémulos. O gel era geladinho e fazia cócegas no meu ânus quente Depois de ter o rabinho todo melecado. Ele espremeu o tubo por toda extensão de seu pau e  espalhou com mão. Eu olhava para trás acompanhando tudo o que ele fazia. Então ele mirou no meu cuzinho e forçou a cabecinha que entrou com alguma dificuldade. Sentia meu esfincter enforcar seu cacete. Acho que eu estava nervosa e ele percebeu isso pois murmurou no meu ouvido:

- Calma minha querida, agora que a cabecinha já entrou o resto vai deslizar para dentro traquilamente.. - Dizendo isso forçou mais um pouco e senti aquele troço entrar no meu rabo como se fosse um trem... Parecia que não acabava nunca. Senti um pouco de dor e soltei um grito. Vi estrelas e tentei fugir afastando minha bunda mas ele me puxou pelos quadris. Eu disse assustada:

-Tá doendo demais... Tira....Tira...

- Por favor não me pede isso.

- Aiiii – Eu rebolava e tentava desengatar dele mas o maldito me segurava com força pelos quadris

- Se eu tirar você não vai deixar eu colocar de novo.

Comecei a chorar baixinho e ele sussurrava no meu ouvido:

- Calma amorzinho, relaxa que a dor já passa – Disse mordiscando minha orelha.

Aos poucos tive a impressão que a dor diminuiu e eu fiquei mais calma. Percebendo isso, continuou a enfiar seu cacete dando umas pequenas pausas quando sentia que estava doendo muito. Ele se curvou e beijou minha boca de lado enquanto com uma de suas mãos estimulava o meu clitoris.

Ele me chamava de putinha gostosa e dizia que estava adorando foder meu rabo. Eu  ia para frente e para trás sentindo cada milimetro entrando e saindo do meu rabinho. Minha bunda batia nas coxas dele e seu pau deslizava macio para dentro de mim. As vezes eu segurava no seu saco e sentia suas bolas rijas. Para dar mais prazer eu apertava o cuzinho em torno do seu cacete pois assim li que era bom.  Mas cada vez que fazia isso a dor aumentaaa , mas eu pensei que deveria tornar a experiência mais prazeirosa possivel para ele e então disse com voz melosa.

- Vai... Come minha bundinha... Me fode... Que delícia!

Ele comecou a se empolgar e fazer com mais força, a cada estocada eu sentia minhas pregas sendo arrebentadas enquanto ela bombava rapidamente. Me senti uma putinha e pedi ainda mais, não que eu tivesse parado de sentir dor mas por que achei a situação muito excitante. Comecei a sentir um prazer intenso e gozei, gozei sem mesmo tocar na minha bucetinha. Decidi trocar de posição e deitei ele na cama. Mirei o seu pau no meu cuzinho e fui sentando devagarzinho. Que delicia era sentar naquele cacete. Assim eu podia controlar a velocidade e a profundidade que aquele cacete delicioso entrava em mim. Acabei esquecendo da dor e tentei somente me concentrar no prazer

Agora por cima eu cavalgava , sentando e descendo conforme queria, nesta posição senti algo quente deslizar por meu rabinho a cada estocada, mas continuei fazendo os movimentos de cima para baixo até que ele anunciou que estava gozando, com um gemido forte senti seu pau espirrar dentro de mim e parei de me mexer, fiquei apenas rebolando sem tira-lo de dentro

Ele ofegava e eu, mais relaxada, senti seu pau amolecer, desencaixei e vi que seu pau estava todo melecado de sangue, senti um pouco de vergonha mas ele não ligou muito para aquilo. Me deu um beijo no rosto e me convidou para um banho.

Embaixo do chuveiro nos beijamos e nos ensaboamos. Eu sentia o cuzinho arder e pude ver a água rosada descendo pelo ralo... Mas eu estava contente e uma sensação de felicidade invadia o meu peito. Agora eu sabia o que era transar, sabia o que é ter um homem me dando prazer e me penetrando... A virgindade da minha vagina? ah... esta ainda podia esperar mais um pouco, né?

Conto erótico recebido por email by Dai

Remédio Na Academia - Parte II

Pulei da maca e mandei que sentasse numa cadeira. Ajoelhada, caí de boca no pênis grandioso, tentando engoli-lo inteiro. Pude sentir o gosto do líquido que saía timidamente da cabeça daquela preciosidade. A excitação era tamanha que impedia minha concentração no boquete, uma coisa que adoro. Eu precisava daquela vara pulsante em mim...

Apesar do Valter parecer ser certinho, perguntei se tinha camisinha. Ele respondeu que não, mas que no armário devia ter, porque a academia fazia campanhas de prevenção. Rapidamente peguei algumas e, afoita, abri uma delas. Deslizando o plástico, me dei conta da real dimensão do canhão, comprido e grossíssimo. Tirei o top e escalei aquele homem, que se agitava na cadeira.

Valter me segurou pela cintura e me puxou violentamente contra seu corpo, atochando o pau de uma vez só dentro de mim. A penetração, porém, foi indolor por causa da lubrificação abundante. Eu comprimia os músculos da vagina, pressionando o cacete de Valter, sentindo-o escorregando, se esfregando nas paredes. À medida que minha boceta secava, as estocadas eram mais lentas e exigiam esforço maior. Percebi que o caralho estava me esfolando por dentro, mas não podia parar, rebolando naquele mastro plastificado.

Voltando a si depois de me arregaçar com aquele começo impetuoso, Valter passou a me beijar calorosamente, enfiando a língua fundo na minha boca. Embaixo, me bombava com movimentos regulares, encravando o pau até o fim, me lembrando de como era bom ser arrombada por um membro de respeito. Gozamos juntos, eu de forma prolongada, soltando gritinhos e gemidos, que depois tememos que alguém tivesse escutado.

Desmontei do garanhão, que levantou para tirar, com muita dificuldade, a camisinha, apertadíssima nele. Ao ver o cacete reluzente livre, ajoelhei de novo e abocanhei-o sofregamente. Tendo matado as saudades de ter a boceta invadida por um cacetão latejante, me apliquei no boquete. O gosto havia se misturado ao do preservativo, mas o sêmen que se espalhara compensava o que tinha de desagradável.

Depois de chupar bem a cabeçorra, passei a lambê-lo por inteiro, da base à pontinha. O saco eu acariciava com as mãos, mexendo nas bolas. Ele nem chegou a amolecer. Ficou debilitado por um instante, mas logo começou a endurecer dentro da minha boca, atingindo sua grossura máxima. Meus lábios apertavam- no e com as mãos na bunda de Valter eu induzia-o a fodê-los devagar.

Ficamos vários minutos nos divertindo oralmente, até que Valter disse que precisava me foder de novo. Peguei outra camisinha e segurei seu pênis pela base. Vendo-o totalmente esticado, não agüentei e abocanhei a cabeçorra novamente. Com metade do pau dentro da boca, eu esfregava minha língua na cabeça e no que conseguia alcançar daquele tronco latejante.

Saciada, coloquei a camisinha na ponta e comecei a desenrolá-la. Parecia que não ia caber. Valter sentou na cadeira e esperou, mas eu queria variar. Me debrucei na maca, apontei a bundinha para cima e fechei os olhos. A reação foi rapidíssima. Numa fração de segundo, senti a pica protegida forçando meu cuzinho. Desacostumada, eu me assustei com o diâmetro daquela vara e contraí o ânus, praticamente impedindo a penetração.

Valter então pôs em prática sua experiência. Delicado, encostou um dedinho na entrada e iniciou movimentos circulares, forçando vagarosamente a entrada. Quando conseguiu me penetrar, tirou o dedo e deu uma bela cusparada na mão. Esfregando a saliva em toda a extensão, meteu o dedo mais uma vez, dessa vez pondo outro em seguida. Ao tentar o terceiro, me fez dar um gritinho abafado nos panos da maca.

Valter retirou ambos e voltou à posição original, encostando a pemba no meu traseiro. Nessa tentativa, deixou a gentileza de lado e me arrombou mesmo, enterrando seu caralho em um segundo, até o talo. Eu mordia os panos, apertava o colchãozinho da maca com as mãos e resistia bravamente.

Meu cu estava sendo desbravado por um membro colossal. Ele parecia fora de si, metendo sem controle, arrebentando minhas preguinhas, testando a elasticidades dos meus músculos. Seus testículos encostavam na minha vagina, mostrando o quão fundo aquelas estocadas iam.

Somente depois de uns cinco minutos de sofrimento comecei a me acostumar e a aproveitar a sensação de preenchimento proporcionada por Valter Tentei rebolar, mas era impossível. Apenas recebia as pancadas do professor impiedoso... Porém, era uma sensação ótima, um pau latejando no meu rabinho, espremido, pedindo passagem. Era quente, era grosso, era melado.

O suor de Valter pingava nas minhas costas, evidenciando o esforço que aquele homem fazia para desbravar meu cuzinho. Gozei descontroladamente. Quando ele disse que também ia gozar, pensei que uma transa daquela exigia um fecho de ouro. Convenci-o a interromper a foda e a me proporcionar um último prazer. Valter despiu o pau e mandou que eu chupasse bem gostoso.

Cumpri suas ordens obedientemente, primeiro pousando a cabeça na língua e depois engolindo o máximo que pude. Seu caralho tremia na minha boca, soltando pinguinhos de esperma, que só me animavam a mamar mais e mais. Eu deslizava a língua sobre as veias saltadas, me enrolava nos pentelhos, provocava tremores ao abocanhar um ovinho...

Até que Valter me segurou pela cabeça, meteu o cacete fundo, quase impedindo minha respiração e anunciou o gozo. Um jato de porra foi direto na minha garganta, e outros explodiram na minha boca... o pau se libertou a tempo de soltar outros esguichos no meu rosto.

Eu buscava cada gota, saboreando o gosto entre salgado e azedo do leite espesso de Valter. Enquanto punhetava-o em busca dos últimos pingos, alguém bateu na porta. Não respondemos e depois saímos na surdina. Valter entrou no vestiário dos professores e eu fui para o feminino, com uma ardência entre as pernas e um gostinho maravilhoso na boca.

Conto recebido por email by Cathy

Oral na Loirinha

Não sei se vocês, leitoras dos meus contos, já repararam que tenho uma leve queda por loiras. Pois é, adoro todas, mas as loiras... Irresistíveis. Gosto do tipo Suzana Werner: Loirinha, pele branquinha, bochechas rosadinhas, enfim... Bom, nesse conto, a penetração foi apenas um complemento, vou detalhar mais o que aconteceu nas preliminares.

No meu caso que sou quarentão, é essencial, pois a segunda ou terceira ereção já fica meio complicado e como a garota que transei era mais nova e muito fogosa, tive que me desdobrar nas preliminares senão, provavelmente ela não gostaria muito do nosso caso.

Não tive muita dificuldade porque ela era exatamente o tipo de mulher que adoro. Loira, 1, 55  cm mais ou menos, uns 55 kg, cabelos lisos até o meio das costas, pele clarinha, uns 27 ou 30 anos no máximo, enfim um tesão de loirinha. Como eu a conheci? Através dos meus contos, ela leu alguns, gostou da minha maneira de escrever, nos comunicamos durante algumas semanas, e... Ela mora sozinha, e como sou corretor de imóveis, foi fácil arrumarmos um motivo para que fosse em seu apartamento sem gerar desconfiança de porteiros, vizinhos e demais curiosos.

Fui fazer uma avaliação apenas. O primeiro contato ao vivo é meio constrangedor, mas assim que entrei em seu apartamento e a vi, segurei em suas mão, nos olhamos em meio a sorrisos sem graça e sem dizer uma palavra sequer, nos beijamos longamente.

Não estranhe as coisas que fizemos, pois tudo foi previamente combinado, em nossos contatos através de e-mail e encontros em salas de bate papo, sempre dissemos um ao outro o que gostamos de fazer. Pedi a ela que vestisse um vestido bem solto e decotado, adoro isso, e ela estava vestida do jeito que pedi. Nosso beijo foi muito longo, um beijo apaixonado.

Fechei a porta atrás de mim e nos agarramos, ela abriu minha camisa e passava as mãos em meu peito, nossos corpos estavam colados, nossas bocas também, colocava minha língua inteira dentro de sua boca, ela mordia, chupava e eu fazia da mesma forma. Adorei ter sua língua dentro de minha boca.

Isso me excitava demais. Nem preciso dizer que meu pau já estava estourando o zíper da minha calça. Ainda encostado na porta, ela se virou e começou a esfregar sua bundinha em meu pau. Ela me prensava forte contra a porta e rebolava bem de leve, eu acariciava seus seios por cima do vestido e beijava sua nuca, colocava minha língua em sua orelha, reparei que sua pele se arrepiava toda, ela segurava em minha cintura apertando-me contra ela.

Por cima do vestido, sentia os bicos de seus seios duros, ela começou a passar seu pezinho em minha canela me deixando doido de tesão, pois ela sabia que eu gostava disso. Segurou-me pela mão e me levou até seu quarto, nos beijamos novamente, então ela se afastou, abriu a janela de seu quarto e debruçou na janela como se estivesse olhando para fora naturalmente. Aproximei e encostei em sua bundinha deliciosa, segurei em sua cintura e fiquei a encochando delicadamente.

Ela empinava bem a bundinha e eu fazia movimentos como se estivesse transando, movimentos suaves. Ela gemia de tesão e vi que estava prestes a gozar, então me ajoelhei no chão e comecei a beijar suas pernas. Levantei seu vestido e vi sua tanga branca, deixando as polpinhas da bunda aparecendo, não resisti, beijava aquela bundinha branquinha deliciosa, passava meu rosto, a língua, e coloquei minha boca em sua bucetinha, por cima da calcinha mesmo.

Senti ela gozando, sua calcinha ficou úmida, seu corpo estremecia, só parei de chupá-la quando ela deu o último suspiro de tesão. Ela fechou a janela e deitou em sua cama ficando com as pernas para fora da cama. Lentamente tirei seu vestido deixando-a apenas de calcinha, observei seu corpo perfeito, seus seios eram lindos, durinhos, bicos rosados e não resistindo mais, comecei a chupá-los.

Deliciei-me em seus seios durante uns vinte minutos aproximadamente, minhas mãos percorriam em seu corpo, acariciava sua bucetinha, que novamente estava latejante. Seus seios não eram grandes e entrava quase todo em minha boca, mordiscava seus biquinhos rosados, fui descendo minha língua por sua barriga até chegar em sua virilha.

Ajoelhei no chão e tirei sua calcinha, sua bucetinha era vermelhinha, poucos pelos convidativa ao sexo oral, beijei seu umbigo e fui descendo novamente, abri suas pernas e dei leves mordidas em sua coxa, na parte interna bem próximo a sua bucetinha, ela segurava na minha cabeça forcando-me a chupá-la, mas desci por suas pernas, beijei cada milímetro, beijei seus pés, dedinho por dedinho, fui subindo pela outra perna até chegar em sua bucetinha.

Comecei beijando as laterais, minha loira urrava de tesão, passava a língua entre a bucetinha e o cuzinho e isso a deixava totalmente arrepiada, coloquei minha língua bem pertinho de seu cuzinho e fui subindo, passei por sua bucetinha bem devagar, abri com meus polegares seus lábios vaginais e coloquei minha língua lá dentro, nesse instante ela começou a gozar.

E eu passei a chupá-la com mais vigor, sugava seu clitóris colocando-o dentro de minha boca, ela se contorcia de tesão e cruzou suas pernas em volta de minhas costas me apertando, beijava sua bucetinha como se fosse um beijo de língua, fazia movimentos circulares, segurei em sua bunda e levantei um pouco para que ficasse de frente com meu rosto, ela delirava de tesão me pedindo para que não parasse e obedeci e chupei-a com mais gosto ainda até que ela lentamente foi se soltando e relaxando, gemia baixinho, disse que nunca tinha sido chupada tão gostoso antes.

Puxou-me pela mão e me deitou ao seu lado. Ficamos namorando um tempinho e ela me perguntou se eu não queria dar um banho nela. Topei prontamente, pois meu pau já estava quase estourando e não agüentava mais de vontade de fode-la. Entramos no banho e logo estávamos totalmente ensaboados, minhas mãos deslizavam em seu corpo, estava colado atrás dela sentindo sua bundinha roçando em meu pau e acariciando seus seios.

A espuma em nossos corpos era muito excitante, muito bom passar a mão no corpo dela, sentir toda a maciez de sua pele, o tempo todo ela acariciava meu pau e até que não resistindo mais a tanto tesão, pedi a ela para arrebitar sua bundinha e encostar na parede, pois ira fode-la em pé e fui prontamente atendido.

Segurei em sua cintura, posicionei meu pau e fui colocando bem devagar, entrou tudo, lentamente ela começou a rebolar, eu segurava em sua cintura e a puxava para trás fazendo com que meu pau a penetrasse fundo, acariciava seus seios durinhos, ela rebolava muito gostoso.

Ela me disse para comê-la da maneira que eu quisesse, pois não iria gozar naquele momento, então eu me encostei na parede e pedi que ela fizesse os movimentos.

Com meu pau todinho dentro, ela passou suas mão por trás de mim segurando em minha bunda e me apertou com força e começou a rebolar em meu pau, rebolava forte e parava, inclinava seu corpo para frente, arrebitava a bundinha e me segurava forte novamente fazendo meu pau entrar até o talo, alternava movimentos rápidos e lentos e não agüentei cinco minutos com isso e gozei, gozei como nunca, vários jatos de esperma saíram do meu pau inundando sua bucetinha loira, agarrei forte em sua cintura e cheguei até a levantá-la do chão de tanto tesão. Nos beijamos longamente e terminamos nosso banho.

Nem preciso dizer que depois disso rolou muita transa, principalmente de 4 que é uma das posições que mais gosto, um 69 delicioso, cheguei a colocar minha língua em seu cuzinho fazendo-a delirar de tesão. Mas isso foi apenas o complemento de uma preliminar que nunca mais esqueço. Também... Essa loirinha é meu sonho de consumo. Beijo a todas.

Conto erotico recebido por email by Corretor

Zé Me Come ?

Antes de inciar minha historia devo alerta-los que não se trata propriamente de um conto erótico, talvez e, se tudo der certo, possa ser considerada a introdução de um relato sexual. Meu nome é Juliana, Jú para os amigos, sou baixinha , 1,52 de altura, 40 kg, bundinha empinada e seios pequeninos. Junto com meu rosto angelical pareço ser mais nova do que realmente sou. Tenho1x anos e ainda sou virgem.

Converso bastante com minhas amigas sobre sexo e a primeira vez.  Algumas já tiveram sua estréia e outras ,como eu,  esperam o momento correto ou a oportunidade de virarmos mulher e realmente sabermos o que é ter uma relação sexual. Apesar de ainda não ter sido penetrada eu morro de vontade de fazer logo, a ansiedade sempre foi meu pior defeito , acho que só vou relaxar quando souber como é e satisfazer minha curiosidade.

Já faz algumas semanas que estou ficando com um garoto de minha idade. Ele é um gatinho ,possui os olhos azuis e é moreno claro. Sempre achei bonito pessoas com olhos azuis, pois são mais raros. Namoramos por aí e quando temos privacidade ficando sozinhos os beijos vão esquentando. Ele passa a mão nas minhas costas e as vezes aperta a minha bundinha. Isso me deixa louca de tesão e sento minha vagina umedecer, um calor me invade e a vontade de ficar nua e abraçada a ele é enorme...

Já havia lido sobre masturbação e como fazer de forma legal ,mas comecei com isso após ter esses beijos mais fortes com o Zé Carlos, meu ficante! Um dia, após ficamos juntos aqui em casa e ele ir embora,  fui para o banheiro e liguei o chuveiro, deslizei o sabonete pelo corpo imaginando ser as mãos de Zé, ensaboei minha bundinha e esfreguei meu cuzinho,depois coloquei um dos dedos no meu clitóris e uma sensação boa de prazer me incentivou a continuar.

Fiquei brincando com o dedo, fazendo movimentos em torno do meu grelinho e as vezes o apertando. Não sei quanto tempo fiquei fazendo isso, mas acho que gozei pois senti um prazer envolvendo meu corpo e explodindo em uma sensação de felicidade que não sei descrever direito. Só sei que foi muito bom e minhas pernas ficaram moles depois disso, uma preguicinha gostosa se espalhou pelo meu corpo.

Achei tudo maravilhoso e acabei viciando nisso, passei a fazer quase todos os dias que tinha encontros com o Zé. Passei então a deseja-lo cada vez mais dentro de mim...Até o dia que fiz uma loucura e segurei seu pinto por cima de sua bermuda. Ele estava duro! Já havia sentido aquela coisa roçar em mim por cima de nossas roupas ,mas não imaginava que era assim tao... duro!

Naquele dia me masturbei gostoso pensando no seu membro em minha mão , que delícia deveria  ser senti-lo em outros lugares. Imaginava tudo isso e ia a loucura. Agora sempre que ficamos, ele segura minha bundinha e eu seguro seu pau. Mas... a coisa não passa disso... o que acontece? Será que ele não me deseja como eu o desejo? Então por que ele fica de pau duro? O que acontece que ele não me come? Por que segura só na minha bunda e não tenta pegar nos meus peitos ou até mesmo na minha vagina? Sera que é por que meus seios não são tão grandes? Puxa... Não consigo entender o que se passa na cabeça dele... Ele não percebe que estou pronta para fazermos amor? O que posso fazer para convênce-lo?

Sei que a maioria das pessoas deve ler isso e me aconselhar a conversar com ele, mas isso afirmo com certeza que não vou faze-lo. Como vou dizer para ele me comer? Não , não tem como e eu não vou fazer... Não quero que a minha primeira vez seja marcada assim... Já imaginou eu pensar para a vida inteira que só fiz sexo por que pedi para que meu namorado o fizesse? Não , isso eu não vou querer...

Também não adianta alguém dizer que devo fazer algo, mas o que mais posso fazer? Já segurei no pau dele e isso é o meu máximo! Então estou em um beco sem saida e não sei o que fazer... ahhh Zé... porque voce não me come? Por favor zé me come?

Espero narrar na próxima vez que perdi minha virgindade, conselhos são bem vindos desde que não digam nada do que disse acima, tipo para conversar ou fazer algo que disse que não faria...Sei que esta história não deve ter excitado ninguém e também essa não era minha intenção. O que eu gostaria mesmo é que alguém me ajudasse a resolver esse problema....

Conto erótico recebido por email by Juliana
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