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Enquanto Minha Mãe Não Estava... Dei Rapidinho para meu Vizinho

Blog de Contos Eróticos
Olá, voltei a este excelente blog para contar mais uma de minhas aventuras. Eu estava em casa bem tranqüila organizando minhas coisas quando me deparei com algumas fotos minhas com meu ex namorado, comecei a lembrar de algumas de nossas aventuras e fui sentindo um calorzinho que começou a se espalhar pelo meu corpo, quando percebi já estava com a calcinha molhadinha de tesão.

Deitei na cama e por cima da roupa passei a acariciar minha xoxota, aquilo estava delicioso e logo eu enterraria meus dedinhos para aumentar o meu prazer. Foi quando ouvi uma batida na porta, do outro lado minha mãe me chamava. Que saco! Odeio ser interrompida desse jeito.

Me ajeitei rapidamente e abri a porta mal humorada dizendo:

- O que é mãe? Tô arrumando minhas coisas!
- Calma mocinha, disse ela, só queria te avisar que o Bruno está aí na sala para falar com você
O Bruno era um vizinho muito gato que eu já havia ficado algumas vezes, já tínhamos transando, mas nunca havia sido nada sério. Nada de amor,só sexo! Ele foi o garoto que relatei a transa em um de meus contos....

- Eu vou passar no mercado quer alguma coisa. - minha mãe me tirou de meus pensamentos....
- Não mãe, não quero nada.
- Então tá, se comporte - disse ela saindo de casa enquanto eu chegava na sala.

Olhei para o Bruno e lhe dei um sorriso já agarrando seu pescoço e lhe dando um beijo na boca. Apesar de ter sido interrompida eu ainda estava com um tesão incrível, fazia tempo que não transava e isto estava me matando. Meu beijo não foi só daqueles superficiais, eu o beiijei com muita vontade, já passando as minhas mãos em suas costas e acariciando suas coxas.Nosso beijo demorou alguns minutos.

- Ooo , mas que recepção heim? - disse ele quando afastei meus lábios dos seus.
- Vamos logo para o meu quarto! Antes que minha mãe chegue... Tô morrendo de tesão

Apesar de surpreso, mas não querendo "negar fogo", Bruno me seguiu enquanto eu o puxava pelas mãos. Tranquei a porta do quarto por preocupação e fui logo abrindo suas calças e me ajoelhando aos seus pés. Seu pau pulou para fora das calças já duro e latejando. O abocanhei com vontade sentido o gostinho salgado daquele liquido transparente que já pingava abundantemente.

Chupei, lambi e babei naquele membro delicioso, nem das bolas eu me esquecia, lambendo uma por uma. Suguei com tanta vontade que ele não demorou a gozar na minha boca me fazendo babar com sua porra. Continuei chupando até não restar mais nada dentro dele.
- Agora é minha vez - disse ele me deitando na cama.

Tirei toda a minha roupa e ele enfiou sua cabeça entre minhas pernas. Sua língua morninha começou a acariciar minha xoxota que estava muito sensível. Logo no seu primeiro toque um tremor de tesão percorreu meu corpo todo. Gemia e agarrava seus cabelos enquanto ele me chupava. Minha mãe podia chegar a qualquer momento, então tudo tinha que ser muito rápido. A sensação de ser pega aumentava ainda mais minha vontade.

Eu estava quase gozando com sua boca, mas eu não queria que fosse assim, por isso implorei alucinada:

- Vai, me come logo! Estou louca para sentir seu pau dentro de mim.

Bruno veio por cima e logo senti seu pau quente tocando a entrada da minha buceta que estava encharcada de tanto tesão. Devido a isso seu pau deslizou para dentro como se aquele lugarzinho tivesse sido feito sob medida para ele. Que delícia esta sensação de ser penetrada, de sentir seus pentelhos encostarem no meu corpo e saber que ele estava inteiro dentro de mim. Apertei sua bunda como se quisesse que ele entrasse ainda mais em mim e cochichei no seu ouvido:

- Mete.... Mete gostoso em mim.... Eu quero que você faça com muita força.

Atendendo meu pedido ele passou a estocar com força e rapidez, eu gemia e delirava com seu corpo sobre o meu. Minha excitação era tanta que eu sentia meus líquidos molharem nossas virilhas, um calor invadiu meu corpo e foi crescendo de um jeito até explodir em um gozo incrível que me fez ir as alturas. Sentia minha xotinha mastigando seu pau em contrações involuntárias. Com isso ele também gemeu e gozou quase no mesmo instante. Eu mal me recuperava do prazer que sentira quando sua porra quente me invadiu. Ele continuou metendo e espirrando dentro de mim, eu estava sem ar com tudo aquilo.

Um barulho lá fora me tirou do estado de sonolência e cansaço, uma moleza após a transa. Vesti minhas roupas e ele também. Com meu corpo meio mole, mas ainda sentindo tesão fui ver quem estava na sala... Alarme falso! Minha mãe não chegara e o barulho tinha sido feito na rua... Será que dava tempo para mais uma rapidinha?

Conto Erotico recebido por email - by Bia Safadinha

Garota Insaciavel

Confraria dos Contos

No final de janeiro, fui com minha namoradinha a uma festa na Floresta, um bairro classe média aqui de Belo Horizonte Sei que acabei me excedendo na bebida e amarrei o maior porre. Susete minha garota, resolveu me levar para sua casa, onde eu ficaria até melhorar. Proibindo-me de pegar no volante, ela guiou o carro até Cidade Jardim Chegando a porta de sua residência, apoiando-me em seu ombro, entrei

Ela tez com que me sentasse no sofá da sala, enquanto me fazia um café bem for te e amargo Pediu que não fizesse barulho, pois os pais estavam dormindo. Assim que terminou de falar, surgiu na sala sua irmã Ana. Eu já a conhecia, mas fiquei surpreso ao vê-la coberta por um transparente baby doll que me deixava ver as formas perfeitas de seu corpo adorável.

Susete pediu que ela me fizesse companhia enquanto fervia a água e conseguia um comprimido para eu tomar. O meu estado não era dos melhores eu via Ana meio desfocada e sentia um mal-estar horrível. Ela, carinhosamente sentou se ao meu lado no sofá e colocou uma almofada sob a minha cabeça. Mesmo zonzo, eu conseguia ver, e não parava de olhar para suas pemas bem-feitas, sua vulva coberta por uma minúscula calcinha, que deixava a mostra parte de seus pêlos.

Seus seios também não escapavam ao meu olhar e se ofereciam tenros debaixo daquele tecido levíssimo Uma porção de coisas passava por minha cabeça Entre elas, a vontade de pegar Ana e trepar com ela ali mesmo, na sala. Porém, a chegada de Susete dissipou todas aquelas idéias de bêbado. Tomei o café e minha namorada voltou á cozinha para buscar o comprimido. Ana, levantando-se, foi até o aparelho de televisão e o ligou.

Quando se abaixou, deixou a vista sua bundinha arrebitada e carnuda. Apesar de estar com os reflexos entorpecidos, meu membro latejou sob a roupa. Ela, com o corpo ainda levemente curvado, virou-se para mim, proporcionando-me a visão de seus seios fartos e bem delineados e de mamilos pontudos e róseos. Susete me faz tomar o remédio e novamente me recostei no sofá. Um filme de bangue bangue gritava no vídeo e eu quase morria com o barulho detestável dos tiros.

Aos poucos fui melhorando. 0 mal estar passou e com ele a dor de cabeça. Susete pediu-me licença para tomar um banho e mais uma vez fiquei a sós com Ana. Assim que sua irmã saiu da sala, ela veio em minha direção e sentou-se ao meu lado. Num movimento instintivo, passei a mão em tomo de sua cabeça e a encostei em meu peito.

Ela, um pouco surpresa, levantou-se e ai trocamos um olhar temo, que acabou encorajando-me a beija-la. Nossas bocas se colaram sem pressa e nos entregamos a um beijo longo, molhado e gostoso. Assim que ouvimos barulho no corredor, nos separamos e logo Susete chegou a sala, com uma toalha em volta do corpo. Acenou que esperássemos, pois iria vestir uma roupa. Mais alguns minutos e minha garota voltou. Eu, alegando ter melhorado, disse que ia embora. Mas Susete argumentou que eu não deveria ir, que podia dormir aquela noite em sua casa.

Simulei hesitar, fiz que não,. porém ela insistiu, ajudada por Ana. Claro, acabei ficando. Enquanto Susete foi arrumar um quarto para mim, tentei dar uma sarrada em Ana, mas ela se esquivou, dizendo que era cedo para tal coisa. Beijou-me e foi se deitar. Deitado, não consegui dormir. A imagem do corpo de Ana não me saia da cabeça.

Meia hora, creio, se passou e ouvi barulho na maçaneta da porta. Em segundos ela se abriu e Ana entrou. Fez sinal para que não fizesse barulho. Só de cueca, me levantei e fui ao seu encontro. Nem precisamos de palavras, nos abraçamos apertado. Meu pênis - que não é dos menores - automaticamente endureceu e parte dele ficou para fora da cueca, atingindo as coxas de Ana.

Seus seios se comprimiram contra meu peito e nossas línguas famintas novamente se encontraram. Ela pediu-me para não fazer barulho, pois sua irmã poderia acordar. Concordei e logo minhas mãos apertaram suas nádegas e foram abaixando a sumaria calcinha que mal lhe cobria o sexo. Por sua vez, sem perda de tempo, ela desceu sua mão até o meu sexo, agarrando-o com volúpia.

Meus dedos lhes atingiram o interior da vagina, arrancando-lhe gemidos de prazer. A cada movimento deles, ela vibrava mais. Devagar, fomos nos chegando até a cama e lentamente nos deitamos. Sem parar os movimentos sobre seu clitóris embrasado, esperei que ela tirasse o baby doll, ficando inteiramente nua. Um perfume silvestre se desprendia daquele corpo fresco, jovem. Agradecida, Ana apertava forte meu pênis, que latejava em sua mão.

Nossos beijos eram dados com sofreguidão e ela já me pedia para penetra-la. Atirei minha cueca ao acaso e meu pênis se arremessou contra a abertura de sua vagina. Um empurrãozinho e a glande entrou. Ana estremeceu, engoliu um gemido e pediu-me para enfiar. Fui, devagar. Seus olhos estavam fechados, e a boca entreaberta não continha os gritos -abafados - daquela fêmea alucinada. Acelerei os movimentos e um grito mais alto fugiu de sua boca.

Ela suspirou, gemeu, disse coisas que eu não conseguia entender. Seu corpo se grudou ao meu e sua boca mordeu meu ombro. Anunciou com a voz quebrada que estava gozando. Chorando convulsamente, pediu-me que gozasse; queria sentir meu esperma quente em suas entranhas. Em movimentos ágeis, gozei, despejando-lhe que me pedira. Ela afrouxou os braços em tomo de meu peito e relaxou. Poucos minutos depois de nos separarmos, aquela potra insaciável já queria mais. Enxugou-se com o lençol e, puxando-me, fez com que minha cabeça fosse encontrar seu sexo.

Comecei a chupa-la. Minha língua se agitou sobre seu clitóris, que se tomou intumescido dentro de minha boca. Ela, suspirando, curtia deliciosamente aquela caricia. Escorreguei a língua do clitóris e saboreei os sucos que se desprendiam de sua vagina. Ela, ao mesmo tempo que arfava, mexia ritmadamente sua pélvis contra minha boca. Um pouco mais e ela puxou meu corpo para cima e com uma das mãos guiou meu pênis 
já ereto para sua gruta. Bem lubrificada, não tive dificuldades para penetra-la e, em três firmes movimentos, estava todinho dentro dela.

Suas pemas, suspensas no ar, acompanhavam os meus movimentos até que se entrelaçaram em tomo do meu corpo - ela estava começando a gozar. Não parei de me movimentar dentro daquela mulher. Obtive absoluto controle da ejaculação e fiz com que chegasse a vários orgasmos. Tive um certo receio de - a qualquer momento - Susete, ou quem quer que fosse, ouvir os gemidos, o palavreado de Ana. Só muito depois, rodando com ela na cama em posições as mais acrobáticas, é que me permiti o gozo, que aconteceu aos solavancos, tal era a minha excitação.

Acendi um cigarro e conversamos um pouco. Disse-lhe que estava com sede e ela foi até a geladeira e me trouxe água. Bebi. Voltamos ao papo - sobre a primeira vez dela - e novamente nos acariciamos. Ana, com a voz mais tema deste mundo, disse-me que queria que eu fizesse algo com ela. incentivei-a a levar adiante e então pediu-me para ejacular em seu rosto.

A principio não entendi direito, mas ela me fez calar. e iniciou uma deliciosa chupada em meu membro. Sua boca quente e escolada logo realizou o grande milagre e meu pênis, em poucos segundos, endureceu. Deitada de costas, comigo ajoelhado sobre a parte superior de seu corpo, prosseguiu a falação. Pelas minhas expressões de prazer ela ia controlando meu orgasmo, que se prolongou por alguns minutos. Mais um pouco e comecei a ejacular, o que a fez tirar meu instrumento de sua boca, colocando-o a altura de seu rosto.

Em golfadas, meu sêmen atingiu seus olhos, nariz e boca, Ela o apertava e me agradecia o favor que lhe fizera. Imaginei, feliz, que tantas vezes que ela quisesse poderia abusar destes meus favores. Cuidei de tomar um banho - rápido - e quando voltei para a cama não encontrei mais Ana. Era inútil qualquer tentativa de procura-la. Mas o sono não demorou a pintar e dormi como um anjo. No outro dia, sai bem cedo. Susete me levou a porta e marcamos um encontro para mais tarde, na faculdade. Quanto ao que ocorrera durante aquela noite, ela não se tocou de nada.

Conto Erotico recebido por email - autor anônimo

Devorada na Mesa da Cozinha

Confraria dos Contos

Essa história aconteceu a pouco tempo. Na festa junina do meu colégio, todos os meus amigos estavam, inclusive Raquel. Raquel é maravilhosa. Baixinha, porém com uma buceta pequena e apertadinha, seios fartos e durinhos e uma bunda de tirar o folego. Não perdendo a chance, peguei ela na festa.

Já era 1 da manha, e ela queria ir para casa. Falou que não tinha com quem ir e pediu para eu ir leva-la. Não hesitei em aceitar. Andando pela rua, ela falou que seus pais viajara e que estava com medo de dormir sozinha em casa. Falei que iria dormir com ela, caso ela deixa-se. Ela respondeu que sim. Nessa hora, meu pau deu sinal de vida.

Não iria perder a chance de fuder com essa mulher. Ao chegarmos no seu prédio, no elevador, comecei a beija-la, esfregando o meu pau, duro, na sua grutinha. Ela percebeu e empurrava a buceta no meu pau. Ao chegarmos ao seu andar, ela abriu a porta da sala e fomos para a cozinha. Sentei num banco e ela foi pegar uns copos no armário, porém como era muito alto, ela pediu minha ajuda.

Cheguei por trás dela, espremendo-a na bancada, que ficava logo abaixo do armário. Não resisti e comecei a passar a mão pelas suas grossas pernas. Ela deixava. Virei ela e comecei a beija-la com força. Peguei ela e coloquei-a sentada na mesa, colocando as suas duas pernas em cima de dois bancos, abrindo suas pernas e deixando a calcinha a mostra.

Comecei a tirar o seu vestido, querendo aquela buceta de qualquer modo. Tirei a calcinha e comecei a chupar aquela gruta. Era deliciosa. Pequena, apertadinha e com poucos pentelhos. Colocava a língua o mais fundo que podia, e eu conseguia ver ela se controcendo toda, já deitada na mesa. Tirei o vestido dela e deixei-a pelada. Tirei a minha camisa e quando abri o zíper da calça e botei meu pau para fora, ela tomou um susto. Ela nunca tiva visto um pau tão grande.

Realmente, meu pau é grande (22 cm). Ela foi logo engolindo-o. Quase gozei na hora em que ela começou a mamar. Ela chupava muito. Ela tentava engoli ele todo. Ela chupava a glade e depois descia ao máximo. Ela parou de chupar e ofereceu a boceta. Já estava escorrendo líquido pela sua perna e fazendo poças na mesa.

Arreganhei ela e comecei a botar. Primeiro a cabeça. Ela de um suspiro e pediu para enfiar todo. Obedeci e dei um estocada forte, para afundar todo o meu pau na sua bucetinha. Ela pulou. Comecei a acelerar as estocadas e ela começou a gemer muito alto. O nosso tesão subia cada vez mais.

Ela forçava a boceta para frente no momento que eu a penetrava. Só faltava as bolas entrarem. Logo ela gozou e começou a tremer. Fazia tempo que ela não fodia. Coloquei mais umas vezes e gozei com fartura. Gozo ficou escorrendo pelas suas pernas. Deitamos na própria mesa.

Alguns minutos depois, não resistindo, comecei a bolinar ela por trás, passando o meu pau pelo seu cu, querendo come-lo de qualquer modo. Deixei-a deitada na mesa, e comecei a beijar a sua bucetinha, por baixo, e seu cu. Ela estava toda molhadinha. Foi quando eu puxei-a, colocando as suas pernas para baixo da mesa, deixando a vista a sua buceta e o seu cu maravilhoso

Eu encostei a cabeça do meu pau no cu dela. Ela tremeu, e começou a falar besteiras, pedindo que eu metesse o mais rápido possível. Obedeci. A cabeça entrou e ela deu um suspiro e, de uma vez, botei o resto. Ela gritava, de dor e de tesão. Eu botava e tirava rapidamente e ela empinava o bumbum, querendo que tudo entrasse de uma vez.

Ela já não falava coisa com coisa quando eu tirei o meu pau do seu cu. Ela virou e pediu para que eu gozasse no seu corpo, na sua boca. Gozei com muita fartura, deixando seu peitos brancos e sua sede saciada.

Ficamos ali mais algumas horas e fomos tomar um banho. Depois eu conto essa história. Se quiserem aproveitar como Raquel aproveitou nesse conto, não hesite em deixar um recado para mim.

Conto Erótico recebido por email - autor anônimo

Cristina e Seu Amigo


Me chamo Cristina , tenho 18 anos e sou estudante. Eu sou branquinha tenho cabelos pretos e olhos claros , o que chama a atenção de muitos homens. Tenho um corpo bem atraente, as coxas grossas,bunda bem redonda e arrebitada e uma cintura fininha.

Eu tenho um amigo bem bonito ele se chama Ruan, tem 23 anos e um corpo bem definido. O que mais chama atenção no corpo dele são as coxas. Ele tem namorada , mais tem um caso comigo. Ia fazer um ano que nos conhecemos , e resolvemos comemorar. Eu estava na casa dele e ele me propôs sairmos para dar uma "voltinha".

Eu entendi a mensagem , fui pra casa , tomei um banho coloquei um jogo de calcinha e sutiã preto e passei um perfume delicioso. Logo escutei a buzina do carro, desci as escadas e fui ao seu encontro. Ele estava lindo e com uma cara super safada. Ele parou num bar e comprou 12 lata de cerveja. Nós paramos num estacionamento escuro e começamos a beber . Na terceira latinha eu já estava começando a ficar tonta. E ele ainda estava lúcido.

O álcool estava me subindo a cabeça, e entre risos eu estava imaginando mil e uma coisas e esse clima me excitava . O calor do ambiente estava tomando conta da gente , então Ruan tirou a camisa. Foi quando resolvi fazer um brinde a nossa amizade ,ele começou a me beijar, passar a língua na minha orelha e me falar coisas obscenas, eu já estava sentada no colo dele e mesmo ele estando de calça jeans eu sentia seu pau entre minhas pernas,pois estava de saia. Estavam passando algumas pessoas na rua , mais nós não estávamos nem aí pra elas .

Isso só excitava mais a gente. Tinha um cara nos observando , Ruan vendo isso me sugeriu darmos um show pro cara , foi aí que ele abaixou minha blusa e começou a chupar meus seios, o cara assistia tudo de dentro do seu carro. Já devia ser quase 1:00hs da manhã não havia mais ninguém na rua , só o cara que estava dentro do carro. Nos descemos do carro , Ruan encostou no carro e eu fiquei de frente pra ele ele tirou minha calcinha e eu fiquei só de blusa e saia, ele passou a mão na minha bunda até achar meu cu,depois enfiou o dedo , nisso minha saia já estava no chão e eu semi nua no estacionamento e o cara do carro estava vendo tudo.

Eu ajoelhei no chão e comecei a chupá-lo enquanto ele me masturbava com o dedo do pé. Nós gozamos e eu engoli toda sua porra. O cara do carro estava batendo uma punheta. Ruan me deitou no capu e abriu bem minha pernas, e enfiou a cara no meio delas, me fazendo gozar de novo. Depois me colocou de quatro no chão e enfiou sua pica de 22cm na minha buceta, dando estocadas fortes em mim. Nisso o cara do carro já estava em pé do lado de fora vendo tudo descaradamente . Eu e Ruan parecíamos dois animais no cio .

Ruan gozou novamente. O cara do outro carro estava perto da gente, Ruan pegou uma lata de cerveja , derramou em cima de mim e mandou o cara me chupar eu fui ao delírio de ser chupada por outro homem. Esse cara estava com a pica latejando , então virei de costaas para que ele me enrabasse

Abri minha bunda com minha mãos e deixei que ele cuidasse do resto. Eu nunca vi pica do tamanho desse cara era imensa eu chorava de dor e prazer, ele era violento mais isso me excitava,Ruan já estava ereto de novo e decidiu que fizéssemos uma penetração dupla eu aceitei na hora , então nós três gozamos juntos. E depois fomos embora. Essa foi uma das melhores transas que já tive.

Conto erotico recebido por email - autor anônimo

Peguei meu Tio Comendo Minha Prima

Bom irei conta para vocês como peguei meu tio comendo á sua própria sobrinha Sempre percebi as brincadeira que meu tio tinha com á minha prima não era brincadeira de um tio com uma sobrinha ele lhe agarrava muito. Então comecei a marca juntinho em cima dele dois. Um dia marcamos de ir á piscina eu e meu tio minha prima resolveu ir também fomos nos três chegamos lá eu tirei minha roupa e fiquei só de sunga e cai logo na piscina.

Meu tio demorou um pouco minha prima foi troca de roupa e veio com um biquíni pequeno (alias minúsculo) meu tio ficou louco quando-a viu de biquíni e pulou logo dentro da piscina para disfarçar que tinha ficado excitado. Minha prima entrou na água e ficava no raso até porque ela não sabia nada meu tio sempre perto dela levava ela pró fundo mais sempre agarrando ela e passando a mão no corpo dela.

A tarde foi caindo e fomos para a casa do meu tio que morava sozinho eu fui logo tomar um banho para tirar o cloro que fica da água da piscina entrei no banheiro e deixei os dois na sala conversando demorei umas meia hora e sai meu tio pediu-me que fosse a padaria comprar pão para tomarmos café eu fui deixando-o sozinho com a minha prima eu fui e voltei rápido da padaria e quando cheguei na casa do meu tio entrei bem divaga e vi meu tio tocando uma punheta e olhando minha prima tomando banho então voltei á porta e fiz barulho para que ele percebesse entrei na cozinha.

E ele respondeu-me você foi tão rápido eu o respondi não a padaria que estava vazia ele fez café para nos tomarmos esperamos minha prima sair do banho e foi a vez dele entra no banho não demorou muito ele saiu do banho e tomamos o café e chamei minha prima para irmos embora fomos nos dois ela foi para a casa dela e eu fui para a minha casa então resolvi de ir mais uma vez na casa do meu tio e quando chequei lá não tinha ninguém não foi muito difícil de saber a onde ele estava fui correndo para a casa da minha prima chequei lá e vi que a porta estava fechada dei a volta por trás da casa e a porta da cozinha também estava fechada só a janela que estava aberta pulei a janela sem fazer barulho e escutei um gemido na sala meu tio estava dando linguada na buceta da minha prima e ela estava gemendo cada vez mais alto.

Me deu vontade de dar um flagra nos dois mais ao mesmo tempo eu estava gostando daquela safadeza dos dois e deixei para ver até aonde aquilo ia dar e depois de varias linguada na sua buceta eles dois começarem a fazer um 69 eu me excitei e comecei a tocar uma punheta que gozei e fiquei olhando.

Depois do 69 escutei quando minha prima falou:

-Agora quero que coma minha buceta

E ele começou a come-la e tirou seu pau da buceta dela e pediu a ela que se deitasse de bruço e encarava nela, que tava ate para sentir o prazer que ela estava sentindo mais o cara não agüentou e gozou sem come o cu dela mais não foi por ai que a aquela foda terminou depois de algum tempo ela começou a chupar seu pau novamente ate fica duro e falou para ele :

-Agora você tem que come meu cu

Meu querido tio então ele colocou ela de quatro e mandou brasa naquele Cu dando cada empurrada que a garota chorava não sei se era de dor ou de prazer. Eu não podia ficar só olhando aquela situação e resolvi sai e dar um flagra nos dois meu tio tomou um baita susto que quase morreu do coração minha prima ficou sem ação naquela hora e eu fiquei como otário nessa história.

Meu tio me deu um baita esporro e foi embora e minha prima não quis transar comigo e ainda por cima perdi a amizade deles dois hoje em dia me arrependo do que fiz.

Conto Erótico recebido por email - autor anônimo

Rebolei no Pau de um Tiozinho na Sauna

Rebolei Pau de um Tiozinho na Sauna
Ola gente! Meu nome é Natalia tenho 23 anos e o que vou relatar aqui é real eu tinha 19 anos. Foi assim:

Eu e minha mãe freqüentamos um clube, geralmente vamos aos domingos porque sábado tenho preguiça de acordar cedo. Mas este clube quase não tem quase ninguém, minha mãe tem este convênio por ser funcionária da prefeitura e por lá é muito chato e por isso não vai muita gente).

Eu particularmente vou para tomar sol e nadar tranqüila. Até mesmo porque quando eu estava com esta idade eu tinha um corpo consideravelmente gostoso, e geralmente em clubes lotados isso dá trabalho, porque os garotos sempre davam um jeitinho de me encoxar na piscina ou endurecer o pênis e passar perto de mim para exibir ele duro dentro da sunga (que da pra ver bastante).

Tenho cabelo cumprido, seios grandinhos e fartos durinhos, com bicos apontados pra cima, bundinha empinada e saliente, magra, boca carnuda e coxas grossas. Naquele dia estava um calor imenso de tal jeito que resolvi nadar um pouco enquanto minha mãe dormia debaixo de um guarda sol. Eu estava de tanguinha e meu biquíni era vermelho, a peça de cima agarrava meus seios deixando-os bem juntinhos e empinados, quase pulando para fora do decote. A peça de baixo é bem justinha, mas não é fio dental, porém mesmo assim entrava no meu reguinho, pois minha bundinha engolia o biquíni e minha xota é estufadinha e lisa. Meu biquíni marcava minha bucetinha, por isso a todo momento eu esticava pra não ficar entrando.

O sol estava bem forte e eu já tinha tirado os óculos, então resolvi tirar a tanga e pular na piscina. Fui correndo e mergulhei de olhos fechados sem pensar, então quando emergi me levantei e abri os olhos foi quando percebi que estava sem a parte de cima do biquíni e na minha frente um homem de uns quarenta anos mais ou menos. Foi tão repentino que demorei a me dar conta de que estava de frente para ele com os meus seios a mostra, pois a água batia um pouco acima da minha cintura.

Então de imediato eu envolvi meu braço cobrindo meus biquinhos que estavam durinhos e salientes. Ele muito sem jeito me falou que ia procurar o biquíni para mim, enquanto eu tapava meus bicos com a palma da mão, mas aquilo foi me deixando excitada. Fiquei pensando: será que ele ficou com o pau duro? O que será que ele achou dos meus melões? Finalmente ele achou e me trouxe o biquíni, então eu já assanhada com a situação, tirei as mãos dos seios deixando a mostra novamente (para provocar) coloquei meu biquíni na frente dele e dei aquela olhada na sunga dele, mas estava debaixo d’água e não dava pra ver direito. Então sai da Piscina.

Eu estava com tesão e resolvi ir para a sauna feminina aonde eu poderia me masturbar, pois não havia ninguém... Entrei na sauna, afastei o biquíni para o lado e pus meus seios de fora, que delícia! Aquelas gotas no meu corpo descendo nos meu seios, eu esfregava minha bucetinha que já estava molhadinha de tesão. Com as pernas bem abertas coloquei meu dedinho indicador e o dedo do meio na buceta e me mandei ver pensando em como seria o cacete daquele homem..

Foi quando escutei um barulho na porta, rapidamente coloquei meu biquíni de volta e guardei meus seios de volta para dentro do biquíni. Era ele! O tiozinho se sentou e ficou ali na maior cara de pau. Eu disse a ele que ali era a sauna feminina, mas com a maior safadeza ele me falou que sabia, mas como o clube estava vazio ele veio me fazer companhia. Eu disse a ele que tudo bem ..

Ele puxava conversa como desculpa para ficar secando minha bucetinha e meus seios, até que uma hora ele faz a pergunta sacana de homens com intenções a parte.

- .Você é virgem?

Eu disse que não, mas para não morrer o assunto eu falei que transava com meu EX todos os dias, mas como se fosse uma conversa comum entre amigos. Então ele com olhar meio baixo me disse que tinha saudades do seu tempo de moleque quando era bem viril.

Eu perguntei como assim? Ele falou que o pênis dele não levantava tão bem assim. Então eu já querendo dar pra ele de todo jeito eu falei pra ele que comigo não existia “Pau mole". Com ar de desafio o tiozinho me disse que ele seria o meu primeiro. Eu com mais tesão ainda desafiei ele dizendo que poderia deixar o cacete dele bem durinho. Ele aceitou...

Então me ajoelhei na frente dele e coloquei o seu pau para fora da sunga, puxei aquela pele para deixar a cabeça a mostra, me abaixei ainda mais e dei uma chupadinha beeem molhadinha deixando uma babinha escorrer. Olhei pra ele com a carinha mais safada que eu tinha e voltei a mamar, chupando com vontade.

Chupei segurando o pau dele para a cabeça não escapar da minha boca e quando senti o pau dele estava inchando dentro da minha boca, aumentado cada vez mais. Foi quando o pau dele escapou da minha boca em uma sugada que dei. Fez até barulhinho de rolha, foi quando me deparei com aquele cacete duro grande, cabeçudo e grosso.

Ele estava duro e pulsando na minha mão. Neste momento eu segurava o seu caralho e batia ele na palma da minha outra mão dizendo:

- Fiz ficar duro, agora vou querer sentar. – Ele somente sorriu provavelmente desejando isto tanto quanto eu.

Então coloquei uma coxa ao lado dele e a outra no outro lado, ficando de joelhos em cima dele, com o seu pau duro mirando em minha xoxota. Tirei meu biquíni liberando meus peitos e desamarrei a parte de baixo ficando peladinha em cima dele. Então segurei a base do seu cacete e mirei na minha bucetinha e fui descendo, sentia cada centímetro do cacete duro e pulsante na minha bucetinha.

Eu pulava em cima daquele caralho e punha o dedinho na boca fazendo cara de safada gemendo igual uma putinha, rebolando no seu pau duro. Meus seios balançavam no ritmo das estocadas, as metidas faziam o barulho do quadril dele batendo no vão das minhas pernas( Poc!Poc!Poc!) e o pau entrando e saindo... Foi quando eu gozei cavalgando nele,eu gemia e dizia a ele para meter gostoso e que eu queria beber o seu leitinho.

Ele meio gaguejando disse que iria Gozar. Rapidamente eu desatei do caralho dele e peguei bem firme começando a mamar bem gostoso quando senti a primeira jorrada na minha goela, foi tão forte que tirei o caralho dele da boca na hora e levei outra na cara melando todo meu rosto e depois outra no pescoço. Larguei o seu pau e ele respingou o resto nos meus seios.

Eu estava toda melada de gozo quentinho . Então me limpei e sai da sauna. Acordei minha mãe se não ela ficava ali e conversamos um pouco, eu ele e minha mãe. Ela nem deveria imaginar que sua filhinha tinha acabado de transar bem gostoso

Conto Erótico recebido por email – by Estudante Sapeca

Meu patrão me Comeu de Quatro em sua Mesa!!

Confraria dos Contos

Foi uma época complicadinha eu tinha meus 18 aninhos. Meus pais me davam uma vida boa,mas humilde, pois tinha certas coisas que eles não podiam me dar e eu queria muito!! Por isso sai para procurar emprego... Não conseguia em lugar algum, pois eu nunca havia trabalhado na vida. Totalmente sem experiência estava determinada a achar qualquer coisa, mas ninguém me aceitava.

Até que fui em um armazém, chegando lá perguntei ao balconista onde estava o patrão dele. Ele respondeu que estava no andar de cima. Então subi as escadas e bati na porta que estava fechada. Uma voz rude e grossa gritou lá de dentro pedindo para eu entrar. Assim que o fiz vi que ele era um homem que aparentava ter uns 40 anos e tinha a expressão de ser bem sério, porém quando me viu mudou completamente a expressão de seu rosto.

Para ajudar vocês a imaginar minha história irei me descrever: eu tenho cabelos compridos e castanhos, boca carnudinha, seios cheínhos e duros com bicos empinados pra cima, barriginha definida, uma bunda bem empinada, grande e toda arrebitada. Ele ficou todo educado e perguntou o que eu desejava. Falei que estava atrás de emprego e ele, olhando direto ao meu decote, me ofereceu emprego dizendo que eu podia começar amanhã mesmo!

Fui pra casa toda contente, mas percebi que ele ficou com tara por mim pelo jeito que olhava no meu decote. Eu como já sou bem taradinha já pensei: Bom se isso me favorece porque não? No outro dia acordei cedo, tomei banho e coloquei uma calcinha rosa que não é fio dental, mas agarra toda na minha bundinha entrando no meu reguinho, uma saínha preta deixando toda minha coxa de fora e um blusa branca de alcinha bem decotada de um jeito que meus peitos ficassem bem a mostra.

Indo para o trabalho percebi que estava bonita, pois os homens da rua me viam e mexiam comigo, me chamando de gostosa e outras coisas. Eu fingia que nem ouvia, mas adoro quando mexem comigo deste jeito. Chegando lá entrei e meu patrão estava a minha espera, ele parecia muito ansioso! Passei pelo balconista que quase me comeu com os olhos.

Então meu novo chefe disse ao balconista para me mostrar o que eu tinha que fazer. Ele disse que eu tinha que mostrar onde estavam os produtos para os clientes, só que eu estava toda assanhada e resolvi dar uma provocadinha me abaixando para pegar um produto, fiquei com a bundinha voltada para ele mostrando minha calcinha rosa toda atochada no meu rego.

Ele disse: - Isso, assim mesmo que pega, vai... - Devolvendo a provocada

Eu me levantei, cheguei pertinho dele com meu decotinho todo a mostra, e perguntei se eu estava pegando direitinho. Quase engolindo meu decote com os olhos ele gostou da idéia e me pediu pra pegar outro produto que estava embaixo, Claro que eu obedeci e fui pegar o tal produto. Então ele veio por trás e senti minha bunda bater nele, o acertando em cheio no seu pau que estava duro.

Percebi que ele fez de propósito e dei uma gemidinha me levantando e pedindo desculpas. Ele disse que tudo bem que não era para eu me preocupar, pois estava fazendo direitinho tudo o que ele estava me explicando. Então pediu para eu achar o óleo para ele e eu encontrei “novamente bem embaixo” só que ele ficou ao lado quando me agachei.

Percebi que ele fez isso para ver o meu decote, acho que de onde ele estava podia ver até a metade da auréola de um dos meu bicos, eu me levantei com o óleo na mão e entreguei a ele, na sua frente eu arrumei meu decotinho dando uma subidinha, notei que meus bicos já estavam bem durinhos e bem marcados no decote.

Então ele foi cuidar de seu serviço e me deixou lá trabalhando. Mas trabalho não tinha nada! Ninguém aparecia naquele lugar. Eu ficava rebolando pela loja, deixando o balconista louco, mas acho que ele deveria ser tímido, pois não tentava mais nada. Então o tempo passou e chegou o fim de tarde. Eu queria um vale, pois de noite eu pretendia sair, mas estava com vergonha de pedir no primeiro dia. Pensei um pouco e tomei coragem indo para a sala do chefe. Bati na porta e ele pediu para eu entrar.

Quando entrei cheguei perto da sua mesa e perguntei se ele podia me adiantar alguma coisa. Ele perguntou de volta que antes de me adiantar algo eu teria que adiantar meu trabalho também. Eu tinha certeza que ele queria era me comer, mas não sabia se ele estava falando disso. Então perguntei o que ele queria a mais de mim. Ele se levantou, chegando bem perto, e com uma mão segurou minha cintura e com a outra pegou na minha nuca me lascando um beijo na boca.

Nossa aquilo me surpreendeu! Subindo pela minha cinturinha ele encaminhou sua mão por debaixo da minha blusinha chegando aos meus seios os apalpando bem gostoso, então tirou sua boca da minha e afastando as alcinhas da minha blusinha deixou meus seios de fora com os bicos durinhos de tesão a mostra. Apalpando meus seios ele dizia que era isso que ele queria e começou a me mamar, chupava minha aurelinha contornando com a língua o meu biquinho me deixando toda molhada.

Como já estava entregue, resolvi fazer o que eu estava querendo: peguei no pau dele e comecei a apalpar sentindo que estava duríssimo. Me pareceu que era grande e então abri a cinta da calça dele, e me abaixei e pus seu pau para fora da cueca, ele parou de chupar meu seio para me ver pegando no cacete. O pau dele não era enorme, mas era um cacete de homem mais velho, grosso, peludo e com um baita cabeção.

Não era como dos namorados que já haviam me comido. Envolvi minhas mãos naquela pica e dei uma puxadinha para deixar toda cabeça a mostra, dei uma chupada na cabeça, deixando uma babinha escorrer. Voltei com a boca naquele cacete delicioso, mas mamando bem gostoso, eu chupava movimentando minha cabeça para frente e para trás o segurando na base.

Apesar de não ser tão grande era bem grosso de uma forma que não cabia muito bem na minha boca. Isso me fazia salivar e babar bastante no seu cacete me dando muito tesão. Eu o sentia pulsar dentro da minha boca enquanto ele falava que eu chupava muito bem.

Ele não agüentou mais e me levou até a sua mesa onde me deitou, então começou a tirar minha saia me deixando apenas de calcinha, ele abriu minhas pernas, afastou minha calcinha para o lado e meu deu uma chupada na buceta que fiquei louca. Ele sugava, lambia meu grelinho, com minha bucetinha atolada em seu rosto, chupou até eu gozar na sua boca.

Então ele se levantou, arreganhou mais minhas pernas e pegou no pau mirando e o introduzindo todo na minha bucetinha toda molhada. Nossa eu me sentia uma putinha dando pra ganhar dinheiro. E dava estocadas de leve, me comendo enquanto eu dava gemidinhas louca de tesão. Aquele pau grosso e cabeçudo entrando em mim, eu gemia muito e dava gritinhos.

Então ele tirou o pau, me puxou da mesa e me virou de costas para ele e enterrou na minha bucetinha. Ele me chamava de cadela e eu estava morrendo de tesão sentindo aquele cacete grosso e duro escovar minha bucetinha. Foi quando ele tirou seu pau e me virou, eu já fiquei de joelhos, pois eu já sabia o que ele ia me dar.

Levei uma gozada no rosto, ele esguichou muito fazendo aquela porra grossa e quentinha escorrer do meu rosto. Então nos limpamos e ele foi até a mesa, puxou a gaveta e pegou o dinheiro e me deu! Eu me senti uma putinha profissional e depois desta ainda transamos outras vezes me fazendo adorar meu trabalho.

Conto Erótico recebido por email – by Estudante Sapeca

Minha Doce Vizinha e sua Bucetinha Marcada


Esse fato ocorreu quando eu tinha 18 anos. Os nomes foram trocados para evitar problemas. No meu prédio tinha uma garota, Carlinha. Ela tinha só 18 anos, mas já era um pequeno tesão. Embora fosse baixinha, tinha um corpinho lindo: bundinha empinada, peitinho começando a se desenvolver e uma bucetinha que não havia um homem que quando passasse por ela não olhasse. Tudo isso era reforçado pelas roupas que ela usava, uns shortinhos minúsculos, que deixavam a bucetinha marcada.

Os caras mais novos do prédio eram doidos para pegá-la, mas ela só deixava uma mão boba e nada mais. Eu sempre tinha tido vontade de pegá-la, e foi então que ela começou a dar mole para mim. Ela ficava sempre junto de mim, quando sentava junto sempre botava a perna sobre a minha, ficava naquelas brincadeirinhas que me deixavam cada vez mais louco.

No começo eu fiquei com receio, afinal tenho 29 anos, mas eu estava numa situação insustentável. Então resolvi partir para o ataque. Um dia nós estávamos conversando na entrada do prédio, quando ela disse que iria subir. Eu me despedi do resto do pessoal e fui subir com ela. Quando entramos no elevador, havia um monte de gente nele, e, no aperto, com ela na minha frente, a safada ficou encostando a bundinha em mim.

Meu pau ficou duro na hora. Assim que as outras pessoas desceram, faltavam dois andares para o dela, e então eu agi: dei um belo beijo nela. O andar dela passou, e o beijo não acabava. Ela beijava sem jeito, nunca tinha beijado, mas estava completamente entregue à mim. Eu estava sozinho em casa, meus pais estavam viajando, então fiz com que ela fosse para lá.

Ela era tão inocente mas ao mesmo tempo tão decidida que merecia ser comida com todo o carinho, pois não é todo dia que se encontra uma menina desse tipo: bonita, virgem e disposta a tudo. Nós começamos nos beijando no sofá, e com a mão comecei a percorrer o corpinho dela. Passava a mão pelos pequenos peitos, pelas pernas, pela bunda, e ela cada vez mais submissa. Então eu a virei de costas e comecei a beijar a sua nuca, e minha mão foi direto na sua bucetinha. Ela se arrepiou na hora, e eu resolvi tirar sua camisa.

Quando vi aqueles peitinhos fiquei doido: eram pequenos, mas com o mamilo rosado e os biquinhos completamente duros. Comecei a chupá-los, não conseguia parar, era realmente uma delícia. Enquanto chupava, minha mão tratou de tirar o short dela. Ela ainda estava de calcinha, então eu pedi para ela esperar um pouco enquanto eu ia pegar umas camisinhas no banheiro. Quando eu chego, ela já estava completamente nua. A visão daquela bucetinha, com aqueles poucos cabelinhos loiros, fez meu pau doer de tão duro.

Eu a levei para o meu quarto, e comecei a percorrer todo seu corpo com minha língua. Quando cheguei na buceta, comecei a lamber só por fora, o suficiente para arrancar gemidos dela. Mal enfiei a língua lá dentro, ela pareceu que ia enlouquecer: gemia, gemia alto, e eu caprichando cada vez mais nas lambidas.

Quando ela gozou, deu um grito que todas as pessoas do prédio devem ter ouvido. Eu parei, e ela continuou deitada no chão, meio que desfalecida. Então eu tirei minha bermuda, e embora eu não tenha nada extraordinário, o tamanho é normal, ela ficou meio assustada: a buceta dela era realmente apertadinha, seria difícil de entrar, mas ela estava realmente apaixonada, queria ir até o fim.

Eu coloquei a camisinha e comecei a pincelar na frente da buceta, tentei entrar, mas estava realmente apertado. Fui então bem devagar, a cabeça mal entrou ela começou a gritar dizendo que estava doendo, mas agora já era tarde: fui empurrando e quando vi já estava quase toda dentro. Fiquei parado por um tempinho para ela se acostumar e então comecei a movimentar. Quando eu começava a tirar, ela gemia, e então eu empurrava e ela gritava.

Ela não parava de gemer, devia estar doendo muito, mas em pouco tempo a dor virou puro prazer, e nós gozamos juntos. Eu então tirei meu pau e vi o sangue escorrendo no meio das pernas dela. Ela estava com os olhos cheios de lágrimas, numa mistura de dor, felicidade e prazer. Eu passei a beijá-la, mas logo ela deu sinal de querer mais. Eu perguntei se ela estava disposta a aprender tudo, e ela disse que faria qualquer coisa por mim.

Então eu botei ela de quatro e comecei a lamber a buceta e o cu. Minha língua passava pelos dois buracos, e aquele cuzinho não parava de piscar. Depois de bem lubrificado, comecei a tentar penetrá-lo. Estava difícil, mas pedi para ela rebolar, e depois que a cabeça entrou eu puxei ela de uma só vez. O grito que ela deu foi incrível, o sangue começou a escorrer, mas comecei a bombear, e ela não parava de gemer e falar umas coisas que não consegui entender. Ela estava doida, o prazer que ela estava tendo e me dando era algo incrível.

O meu pau saiu sem querer, e ela mudou de posição: sentou no meu pau, de costas para mim. Enquanto ela subia e descia, eu beijava seu pescoço e com minha mão fazia carícias na buceta. Meti dois dedos, depois três, e então ela gozou. Eu ainda não tinha gozado, então voltei para a buceta, dessa vez com ela de quatro. Metia sem parar, e ela sempre pedindo mais. Meti até o fim, meti tudo, e gozei. Já estava cansado, mas então ela pegou meu pau e passou a chupá-lo sem jeito, mas com muito tesão.

Em pouco tempo ela pegou o jeito. Como dessa vez eu estava sem camisinha, avisei que iria gozar, e foi aí que minha menina me surpreendeu: começou a chupar cada vez mais rápido e engoliu cada gota do meu gozo. Eu então a levei para o banheiro, e ficamos nos abraçando e trocando carícias. Ela disse que tinha que ir embora, pois estava ficando tarde, mas queria gozar mais uma vez. Eu a coloquei sobre o vaso, com as pernas para cima, e comecei a enfiar na bucetinha.

O volume de líquido que escorria da buceta era grande, ela, com os olhos fechados, dizia que queria dar para mim pelo resto da vida. Quando ela gozou, nos despedimos e prometi que passaríamos muitas noites iguais àquela.

Conto Erótico recebido por email - autor anônimo

Transa no Gabinete

Olá! É a primeira vez que escrevo aqui. O que vou contar é verídico e aconteceu em Abril do ano 2001 . Era mais um dia de trabalho, como todos os outros. Eu havia saído cedo de casa. Fui para a academia (estava um pouco fora de forma) e depois, como sempre, fui para o trabalho.

Começo às 11h00min h. É um Gabinete de um político da esfera municipal. Naquele dia, havia ficado sozinho pela parte da tarde. Lá pela 15h00min h, ela aparece: toda cheirosa, calça jeans bem apertadinha, decote insinuante (seus seios pareciam querer pular fora). Enfim, uma mulher pronta para matar.

Começamos a conversar. Ela estava atrás do político com o qual trabalho (sua mãe havia mandado-a para pegar alguns remédios). Começamos a conversar. Ela estava sentada em minha frente. Vez ou outra cruzava e descruzava as pernas, em um jogo de movimentos sensuais e insinuantes. Falamos de tudo: política, religião, futebol e... Sexo.

Descobri que ela havia perdido a virgindade recentemente (tinha apenas 18 anos). Com o tempo, ela soltou o cabelo, alegando estar com calor (pude perceber como era sensual). Queixava-se de dores nas costas. Sugeri que lhe fizesse uma massagem, e para minha surpresa, ela concordou. Comecei a alisar-lhe os cabelos. Minhas mãos desciam e subiam, em um movimento circular no seu pescoço e nas suas costas.

Ela baixou a alça direita da camisa. Tinha um ombro lindo. Comecei a alisá-la e percebi que ficava arrepiada com isso. Sugeri, falando ao pé do seu ouvido, que baixasse a outra alça. Sem hesitar, ela assim o fez. Agora, além de alisar-lhe os ombros, comecei a passar as mãos em seus seios. Eram do tamanho médio, do jeito que eu gostava.

Comecei a brincar com seus mamilos; ela fechou os olhos e começou a ofegar. Soltava gemidos de prazer. Nessa altura, já havia arriado toda a blusa; comecei então, a chupar-lhe os seios. Meu Deus, que cheiro gostoso, que pele macia. Passava a língua em movimentos circulares, isso a deixava louca de prazer. Interrompi por um instante a chupação, pois me lembrei que a porta estava aberta.

Quando voltei, deparei-me com uma cena maravilhosa: ela estava nuazinha. Seu corpo era escultural, perfeito. Ela empurrou-me na parede e começou a beijar feito uma louca. Passava a língua em todo o meu corpo (já estava sem a camisa, nessa hora). Abriu o meu zíper bem lentamente. Meu pau pulou, já latejando.

Sem hesitar, começou a chupá-lo. Passava a língua na cabeça, lambia o saco, metia tudo na boca. Quase perco as forças. Mas, em um movimento rápido, levantei-a e coloquei-a de costas para mim. Ele arrebitava a bunda, pressionando meu pau. Eu mesmo, forçando com as mãos, coloquei-a de quatro, apoiada em uma cadeira. Naquela posição, lambi aquela buceta gostosa cheirosa.

Ela queria gritar e eu não deixava por motivos óbvios (estávamos no meu trabalho). Lambia seu cuzinho; metia o dedo na buceta. Não agüentando mais, inclinei-a mais ainda. Com uma só estocada, enfia minha pica naquela xana gostosa. Ela ensaiou um gemido mais alto, ato que impedi puxando sua cabeça para trás e beijando-a. Botava e tirava daquela buceta, num movimento desvairado

. Não demoramos muito e, de repente, gozamos quase que juntos. Fiquei um tempo abraçando-a naquela mesma posição, sem tirar o cacete (que continuava duro), de dentro daquela buceta. Passados uns 10 minutos, ela começou a massagear meu pau novamente e sussurrou:

- Quero que coma meu cuzinho".

Mas essa é uma outra história. Até a próxima.

Marcella, Ruivinha Alucinante

Eu tinha 18 anos na época. Eu já suspeitava que minha ex-namorada, Marcela (+/- 1,65; magra; olhos verdes, um lindo cabelo ruivo, um par de peitos durinhos, corpo malhadinho e uma bundinha de enlouquecer), ainda sentia tesão por mim. (Esse havia sido um namoro só de beijos e amassos - ela era do tipo santinha). Um dia, nossa turma decidiu ir num karaokê.

Fomos em umas 15 pessoas, e a Mar estava lá. Por volta das 2h00 da manhã, eu estava meio bêbado e ela veio falar comigo. Começou perguntando de outras meninas, dando umas indiretas. Eu hesitei um pouco, pois já havia sido chifrado por ela (por isso o namoro acabou). Só que eu não agüentei, olhando para o seu lindo rosto, suas coxas numa calça jeans apertadinhas, não resisti e dei um beijo longuíssimo nela.

Depois de um tempo, perguntei se ela não queria dar uma volta. Ela topou (para minha surpresa) e fomos para o lado de fora do bar. Fomos até o estacionamento, que estava lotado. Ficamos nos beijando entre os carros um bom tempo, até que eu comecei a apertá-la com força, passando a mão nas suas bunda e nas suas coxas.

Ela pedia pra eu parar, mas era como se eu não ouvisse. Eu queria algo mais, e queria naquele momento. Foi quando eu pedi: posso chupar os seus peitos. Ela disse que não. Eu forcei a barra e ela acabou deixando. Levantei aquela camisetinha da KAS que ela usava até o pescoço. Tirei o sutiã e vi aqueles dois peitinhos apontando para mim.
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Eu apertava e mordiscava as pontinhas ao mesmo tempo. A Marcella dava gemidinhos baixinhos, o que me excitava mais ainda. Comecei a me abaixar, beijando sua barriguinha, e então, abrindo sua calça jeans. Ela quis me parar, mas seu tesão era tanto que ela até me ajudou a abrir o zíper. Abaixei sua calcinha e comecei a brincar com a minha língua naquela bucetinha virgem!

Depois meu dedo acompanhou a minha língua e ela gozou um monte. Foi quando eu tirei minha pica (que tinha uns 14 cm na época) totalmente dura, em ponto de bala. Ela começos a chupar, e sua inexperiência me excitava mais do que tudo. Ela fazia o vai vem com a minha ajuda segurando sua cabeça, quando senti que ia gozar e avisei-a.

Ela engoliu tudo, com medo de se sujar e que alguém descobrisse. Paramos por aí. Já havíamos sumido a mais de 1h30min, e não queríamos que ninguém pensasse nada. Entramos, ela foi para o banheiro feminino lavar o rosto. Esperei por ela e nos juntamos aos nossos amigos. Bebemos mais um pouco e continuamos nos beijando até de manhã.

Eu vou contar como fodi a Marcella inteira nos próximos contos!

Conto erótico recebido por email by Gen13

Bancária Safada


Olá sou o Tony, vou relatar algo que se passou comigo há 3 anos atrás. Certo dia fui ao banco em companhia de um amigo levantar um cheque, entramos na instituição e logo nos deparamos com a senhora que passo a tratar de Linda.

Veio logo ao nosso encontro para nos atender, pediu-me a identificação, olhou para mim deixando-me encabulado, e implicou com a minha idade, dizendo que era garoto. Depois de tanta conversa fui para outro balcão e notei que não tirava os olhos de mim. Peguei o dinheiro e, ao sair, ela nos travou na porta com conversas banais.

Meu amigo notou que ela queria alguma coisa e começou a fazer perguntas sobre a sua vida. Ela disse que vivia sozinha e que o namorado vivia em outra cidade e que só vinha de 3 em 3 meses, então combinamos um encontro para o mesmo dia, à noite. Fomos para a casa de Linda, encontramo-la sozinha, usava uma saia comprida que dava para perceber aquelas pernas grossas, peito de uma trintona que só de olhar já morria de tesão.

Depois de algum tempo o meu amigo nos deixou a sós e ficamos num papo desinteressado por uns 10 min. Praticamente eu não prestava atenção no que ela dizia, apenas me imaginava a chupar aqueles seios, a vontade que tinha de lamber a sua rata. Quando em determinado momento ela se levantou para observar não sei o quê, eu a acompanhei. Naquele momento os nossos rostos se cruzaram e eu de pronto avancei com um beijo e ela correspondeu.

Levei-a para o cadeirão, arranquei a sua blusa - ela já sem soutien - e comecei a chupar os seios. Ela gemia e gritava o meu nome, que acabara de saber através da minha identificação. Vi que era uma mulher muito carente, apertava-me chupava-me o pescoço, foi ai que rebentou a calcinha de tanto tesão. Comecei a chupar aquela rata gostosa, toda molhadinha e ela não parava de gemer, de dizer o meu nome.

Ai ela passou a mão na minha calça e notou que eu já estava pronto para tudo. Tirou meu mano da calça e começou a chupá-lo como uma esfomeada. Lambia-me as bolas e gritava de prazer. Foi assim que abri aquelas pernas e a penetrei. Ela gemeu de prazer, ficamos no vai-e-vem, ela gemendo, gritando de prazer com aquela cara de safada, carente. A fodi ate dizer chega, pedindo para me vir na sua cara. Desde esta data transamos como loucos, numa outra oportunidade contarei mais alguma coisa

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Fui Comida Dentro da Balada - Parte 2


Por vergonha ou para me fazer de difícil e não ver o velho que me comeu dentro da casa noturna que começava a freqüentar fiquei sem ir até lá no final de semana seguinte. Passado uns dias de minha transa não agüentei e contei para minha amiga Cristiane o que havia acontecido sem revelar muitos detalhes pois ainda sentia vergonha por dar para aquele coroa....... diante de minha confissão, me olhando com os olhos surpresos ela acabou me contando que estava apaixonada pelo segurança que vi ela abraçada naquela noite. 

Ele tinha vinte e cinco anos e era casado mas ficava com várias meninas na casa o que a fazia ter ciúmes dele. Constantemente ele ligava e pedia que ela fosse mais cedo para encontrá-lo mas sempre recusava pois tinha medo de se envolver ainda mais e acabar sofrendo.

A Cristiane , minha companheira de baladas , era muito bonita, morena clara com cabelos levemente ondulados um pouco abaixo do ombro, olhos castanhos e com bonita um corpo torneado, com seios maiores que o meu e uma bunda enorme. Quando saíamos juntas fazemos o maior sucesso com os garotos que babam quando passamos. Adoramos dançar dance music e funk de um jeito bem provocante e sensual e ver a cara de bobo que os garotos fazem... hahaha......

Incentivada ( e talvez excitada ) pelo que eu havia contado , me convidou para ir com ela mais cedo no próximo domingo antes da abertura da casa encontrar o seu amigo pois como estávamos em duas não daria para rolar mais nada e nós duas estaríamos seguras.

Conforme combinado , no próximo domingo, lá estávamos eu e minha amiga tocando a campainha do lugar. A Cristiane havia ligado antes e avisado que nós iríamos aparecer Estava com um frio na barriga pois as lembranças da última vez que estive ali estavam bem frescas na minha cabeça. Na verdade tinha gostado de transar naquela situação. Será que nesta noite encontraria o gerente? Como eu me sentiria? Teria vergonha? Nojo ? Ou com tesão? Logo o segurança apareceu e abriu o portão.. De um modo muito descontraído ele me cumprimentou com um beijinho no rosto e nos conduziu para dentro da casa noturna.

Fomos até o bar e pegamos algumas cervejas , minha amiga ficou abraçada com ele e conversávamos animadamente quando ouvimos o som de uma buzina. O segurança explicou que iria receber umas caixas de bebidas e que precisaria ir até o estoque para que o motorista descarregasse os engradados. Para não ficarmos sozinhas fomos com ela até o estoque.

Quando o segurança abriu a porta para receber a mercadoria ... que surpresa! O gerente estava com uma caminhonete e algumas caixas de bebidas destiladas na mão. Fiquei meio boba com a surpresa...... não esperava encontrá-lo daquele jeito..... ele me cumprimentou com um sorriso safado , acenou para minha amiga e colocou em um canto as caixas que carregava. O segurança pegou o resto das caixas na caminhonete , entrou e trancou novamente a porta. Que situação!!!!

- Chefe , vou com a Cristiane levar estas caixas até o bar..... cuida bem da nossa amiga...... disse o segurança pegando uma caixa e levando minha amiga pelo braço....

Ela me olhou com os olhos assustados....parecia que queria pedir socorro... ser salva...... mas que situação! Como fomos burras! Eles já deviam ter combinado tudo!!!! Armado para ficamos deste jeito....Abismada vi como que em câmara lenta minha amiga sendo levada para o bar ficando eu e o gerente sozinhos no estoque......... poderíamos ser estupradas sozinhas ali, aqueles caras podiam fazer o que queriam com a gente e ninguém poderia nos salvar....éramos um banquete para aqueles caras... duas meninas novinhas totalmente a mercê para que fizessem o que queriam com a gente.. pensei comigo mesma... será que ela agüentaria aquele homem de dois metros de altura? Não ia nem adiantar gritar.... lá da rua ninguém nos ouviria...aaahhh.... mas que se foda..... ela não disse que era apaixonada por ele? 

E depois foi idéia dela vir aqui antes do funcionamento da casa... e alem do mais deveria me preocupar comigo pois enquanto pensava, paralisada com a situação o gerente já foi me abraçando , me apertando forte..... por cima de sua calça pude sentir que ele já estava de pau duro..... só de pensar no tamanho de seu pau comecei a ficar excitada..... ... filha da puta.... não acredito que estava nesta situação de novo..... com esse velho estúpido....

- Olha espera um pouco.... eu não sou assim.... da última vez foi sem querer...... disse meio gaguejando.....

- Ah o que é isso loirinha??? Eu sei bem que você curtiu a nossa transa!!!! E agora nos estamos aqui de novo... dessa vez vai ser ainda melhor.....

Com a sensação de medo e excitada com a lembrança de nosso último encontro vi o gerente abrir suas calças e tirar para fora aquele pauzão , cabeçudo e cheio de veias..... novamente ele me fez abaixar e conduziu seu pau até a minha boca..... agachada ali.... em meio as garrafas de bebidas... chupei com vontade.... erguia o seu pau e passava a língua em suas bolas..... chupava uma por uma .... passava a língua do saco até a cabeça de seu pau..... apesar do tamanho abocanhava aquela cabeçona e o sugava..... tava gostoso ouvir ele gemer daquele jeito....

- Aaaahhhhh. ..... como você chupa gostoso....... vai minha cadela .... me faz gozar ....... meu tesãozinho......

Como da ultima vez, usando uma certa brutalidade, ele me ergueu e me beijou com força....tirou minha blusinha e sutiã e depois foi a vez de minha calça ....eu não acreditava que estava acontecendo de novo.... aquele velho..... estúpido.... iria me comer.....Então ele me deitou no chão sujo e arrancou a minha calcinha..... passou a lamber minha bucetinha como um louco..... aquilo estava ficando gostoso...... a situação toda era excitante e a minha bucetinha já estava encharcada.....

-Huuuuuummmm...... que delicia...... me chupa .... me fode bem gostoso com esse pauzão..... disse contorcendo meu corpo pelo chão......que língua quente.... aaahhh......

Nisso ele me virou com a barriga para baixo e começou a passar a língua no meu cuzinho....que delicia..... ele mordia minhas nádegas e passava a língua no meu reguinho e ia até a bucetinha.... meu cuzinho piscava.....empolgado, começou a enfiar o dedo para dentro do meu anus.... e eu senti um pouco de dor....

- Para........ assim não.......... tá doendo........ eu nunca fiz isso.......o que você pensa que sou???.......

Então ele puxou o meu quadril me fazendo ficar de quatro e me segurou os seios falando no meu ouvido.....

- Então hoje eu vou tirar o cabaço do seu rabinho.... vou fuder ele bem gostoso.... você vai ver........

Sentia aquele pau enorme encostado na minha bundinha .....parecia que estava em brasa.... fiquei assustada..... aquele pau não conseguiria entrar no meu cuzinho... esse cara iria me rasgar toda.... ....que velho mais safado....

O gerente começou a passar o pau pelo meu reguinho e na bucetinha.... lubrificava o seu pau com o caldinho que escorria pelas minhas pernas......colocou a cabeça na porta do meu cuzinho...... um calafrio percorreu meu corpo..... um misto de excitação e medo de ser arrombada me dominava..... forçou um pouco..... doeu bastante e dei um gritinho........ aquilo não ia entrar.........ele passou o pau de novo na minha buceta para
deixa- lo mais molhado e tentou de novo..... me contrai toda e encolhi a bundinha.... não ia dar..... percebendo isso o velho se levantou e correu até uma salinha e trouxe um pote com ele.... passou o conteúdo no seu pau e um pouco no meu rabinho. Experiente e paciente me colocou de lado e tentou enfiar novamente.....

Com dificuldade meu cuzinho foi se abrindo e a cabeça mais lubrificada entrou..... senti pontadas de dor e soltei um gemido....... Tava doendo mas eu estava muito excitada!!!! Ele me segurou mais um pouco e foi enfiando o que faltava..... aaaaahhhhh

- Calma gatinha..... já vai entrar......affffffffffff........ ta sentindo ? Já entrou metade.........

- Aiiiiiiii , ta doendo....... como teu pau é grande!!!! Ahhhh.......

Logo o seu pau tava todo dentro de mim...... não acreditava que tinha entrado tudo....... saia até lágrimas dos meus olhos..... ele ficou um pouco parado esperando eu me acostumar com o tamanho e sem tirar o pau do meu cuzinho me colocou novamente de quatro e começou a bombar devagar........

Apesar da dor ... sentia um prazer que nunca havia sentido...... tava ficando gostoso....... huuuummmmm....... meu cuzinho doía mas começava a gostar de estar dando o rabo..... o velho safado percebendo isto começou a se mexer com maior rapidez e logo estava metendo em uma velocidade incrível...... o barulho de sua virilha batendo na minha bunda era alto... pensei que poderia ser ouvido até de fora da sala.... comecei a rebolar e gozei dando gritinhos de tesão aaahhhhh não sabia que dar o cú me faria gozar tão gostoso .... o caro foi ficando louco com meus gritos.....

- Vai minha putinha ...haaaaa..... goza.....rebola no meu pau.....mexe gostoso.... igual quando você dança....vai minha cadelinha......

Era um vai e vem alucinante , já tinha gozado, meu corpo suava, meu cuzinho ardia , eu não imaginava que seria assim.... ele foi socando o pau até explodir em um gozo enorme..... seu corpo estremecia...... senti que estava sendo inundada com muita porra.....

- Nossa que bundona gostosa você tem!!!! Cuzinho apertadinho.... Foi a melhor foda que já tive!!! ele disse se levantando e desta vez, sendo um pouco mais atencioso me puxou pela mão ...

- Venha .,.... tem um banheiro lá atrás... vamos nos lavar.....

Fui o seguindo até o banheiro e tomei um banho com ele para me recompor. Meu cuzinho ardia e sangrava um pouco.... mas que merda! Eu , bonita e assediada por vários garotos tinha dado meu cú para um malcriado, velho e bruto....

No resto da casa , estava tudo silencioso, meu cuzinho doia e imaginei se a minha amiga também tinha passado por um sacrifício igual ao meu , dolorido e delicioso...

Chegada Inesperada


Meu nome é Celina(fictício), essa história se passou na minha festa de aniversário, sou baixa 1,56m, tenho seios grandes,bem branca, cabelos longos batendo na cintura e castanhos, olhos castanhos. Um rosto bonito, coxas grossas, bunda grande, buceta sempre raspadinha e cheirosinha...

No segundo dia de festa após ter passado a noite com meu primo em segundo grau e ter tomado café no sítio com todos os convidados sem que obvio ninguém desconfiasse de nada, eu me preparava para ir a piscina com uns amigos quando um carro entra pela porteira, nossa fiquei muito feliz. Havia brigado com minha mãe uns dias antes da festa e ela tinha dito que não iria, quando a vi chegando com meu padrasto fiquei radiante, fazia muito tempo que não a via, a ultima vez tinha quase um ano e ele fazia mais de 3 anos que não via, pois os dois viajam muito e matem contato apenas pelo telefone.

Corri para abraçar minha mãe assim que o carro estacionou, perdi completamente a noção, por alguns segundos parecia uma criança que recebera um doce. Nos abraçamos durante longos segundos e depois fui cumprimentar Roberto, seu marido.

Nossa, eu era tão criança a ultima vez que o tinha visto que nem me lembrava o quanto era charmoso, bonito. Mas deve ser porque naquela época eu ainda não pensava nessas coisas.Um homem de 37 anos, pele branca, cabelos grisalhos, não muito alto, com as pernas torneadas. Abracei-o dando dois beijinhos no rosto e ele me disse que eu estava um mulher. Em seu ouvido sussurrei “Você nem sabe o quanto!”.

Senti que ele ficou corado, sem graça. E fui com mamãe até o meu quarto que era o único que estava vago, como eles não dormiriam lá não haveria problema. Eles jogaram as mochilas e minha mão foi ao banheiro colocar um biquíni. Eu que já estava de biquíni por baixo da roupa tirei-a ali mesmo na frente de meu padrasto que tentava conter os olhares, mas era praticamente impossível, seus olhos percorreram minhas coxas, minha virilha, meus seios onde parou por alguns segundos, e me virei levemente para que de lado ele pudesse observar minha bunda com o biquininho bem encravadinho.

Ele me desejava e não podia mais esconder, o volume em sua bermuda era evidente.Minha mão saiu do banheiro e desceu correndo dizendo que esqueceu o protetor no carro e que ia direto p a piscina, mandando Beto encontrá-la lá. Ele foi até o banheiro e saiu rapidamente só de sunga, eu muito esperta fingi que o biquíni tinha desamarrado para que ele pudesse amarra, ele sentou-se na cama e eu fiquei de costas na frente dele, empinando bem a bundinha, ele terminou de amarrar e tentou se levantar mas eu o empurrei de volta na cama, disse que precisava dele p passar o óleo nas minhas costas.

Fechei a porta com a chave.
- Ta fechando porque?
- Ahh Beto, para ninguém me ver de bundinha p cima passando óleo, eu tenho vergonha. - E fiz carinha de tímida.
- E de mim não tem vergonha?
- Não, você é como se fosse meu paizinho né? - fiz voz de criança e caminhei ate ele com o vidrinho de óleo na mão, me joguei na cama de bumbum p cima e ele começou a passar nos meus ombros, descendo pelas minhas costas e voltava p cima.

Eu podia sentir seu nervosismo em sua respiração.
- Nossa! - disse mordendo os lábios -Que mãos fortes, tá tão gostoso.
- Já chega né? Passei nas costas todas.
- Ainda falta uma parte. -E ele continuou passando.
- Pode descer, ou você acha que eu só bronzeio do biquíni p cima? - Ele passou as mão em minha polpinha, respirando fundo as vezes, descia por minhas coxas ate meus pezinhos.

Ele parou e falou que tinha acabado, eu levantei rápido me sentando em frente a ele na cama e segurando sua mão para que não se levantasse. Ele me olhou nos olhos

- O mais você quer guria? -Empurrei ele que estava sentado com pernas de chinês na cama fazendo-o se deitar e subi em cima dele, seu pau estava muito duro, senti latejando na minha bucetinha, ele tentou se levantar, quando jogou seu corpo para frente eu beijei sua boca, ele relutou no inicio mas se entregou

Nossas línguas brincavam em nossas bocas e eu dei uma reboladinha em seu pau, sentindo seu volume gostoso, ele enrolou meus cabelos em sua mão puxando minha cabeça para traz, beijava meu pescoço e me chamava de cadela, sua outra mão apertava meu peito com ferocidade, ate machucando um pouco, ele me jogou de costas para cima na cama e subiu em cima de mim. “Tem que ser rápido, se não sua mãe vem procurar a gente” “Então vem Beto”. Sentia seu pau duro pressionando minha bunda, ele afastou minha calcinha do biquíni p o lado e colocou o pau para fora, eu empinei um pouco a bunda e minha xotinha a essa altura melada sentiu a pica entrar bem devagar.

Quando o pau gostoso entrou todo em mim ele jogou seu corpo sobre o meu, sentia seu peso todo sobre o meu corpo se seu pau profundamente cravado em mim, ele começou um vai e vem aumentando rapidamente a velocidade, eu já gemia gostoso, e ele começou a bombar, puxou meus cabelos e beijava e mordia minha orelhina, me chamava de puta, safada e metia feito um animal em mim, anunciou que ia gozar e encheu minha xota de porra quente.

Ajeitou o pau na sunga e endireitou minha calcinha, me proibindo de ir limpar

-Quero que você fique gozadinha a festa toda e pode avisar p o seu pai que hoje você vai dormir na casa da mamãezinha ok?

Fiz que sim com a cabeça e ele me beijou mais uma vez, sai do quarto e ele saiu logo depois. Pensamos que ninguém havia reparado, mas eu tinha me esquecido de uma pessoa.

Senti meu braço sendo puxado p dentro de um dos quarto no primeiro andar, um barulho e minha cara estava ardendo, ate eu perceber de onda havia recebido o tapa levaram alguns segundos. Meu primo Olavo me olhava nos olhos visivelmente transtornado, “

- Porque você fez isso?
- Porque as putas merecem apanhar na cara
- Do que você ta falando?
- Do seu padrasto no seu quarto, os gemidos que eu ouvi quando cheguei perto da porta. Eu podia ouvir os barulhos lá fora, o almoço estava quase pronto e meu pai gritava tentando me encontrar, a musica rolava e meus amigos se divertiam e tudo isso podia ir por água a baixo se meu primo resolvesse contar p meu pai.

Me ajoelhei na sua frente e perguntei “O que você vai fazer?” “Eu devia estragar sua festa...” e continuou falando mas uma coisa me chamou atenção e não pude ouvir o resto, o volume que seu pau duro fazia em sua bermuda, ele havia ficado excitado ao ouvir meu padrasto me fuder, esta em pé na minha frente falando “... loucura me meter com uma criança...” e eu segurei suas pernas na minha frente, beijei seu pau por cima da calça

-O que você ta fazendo? continuei beijando, passei minha língua no volume e ele ficou ainda mais duro em meu rosto “Cachorra” Abri o velcro da bermuda e puxei para baixo junto com a sunga, aquela pica gostosa e cheia de veias pulou em meu rosto, eu segurei e lambi, ele tentou recuar mas caiu sentado no chão, eu engatinhei ate seu pau e comecei a chupá-lo com vontade, arrancando gemidos, massageei as bolas, chupei gostoso, dei o melhor de mim, ate sentir minha boca ser invadida por toda a porra quente dele, engoli tudinho e fiquei observando enquanto ele me olhava sem saber o que dizer.

Levantei e sai do quarto para achar meu pai. O resto do dia foi tranqüilo até a parte em que meu pai e meu padrasto discutiram a “importância de eu passar um tempo na casa da minha mãe”...Como meu pai tem minha guarda meus planos acabaram frustrados e fui p casa com ele, mas as férias estavam chegando e eu com certeza ia arrumar um modo de me aproximar mais deles.

Meu primo foi me visitar mais uma vez na minha casa e nos discutimos, acho que ele tava gostando de mim, sei lá, ai quando percebeu que num ia rolar nada serio falou que ia viajar e nunca mais voltou. Espero que tenham gostado

Beijos

Aluninha

Um Coroa Muito, Muito meu Amigo

Certa vez eu e minha família para uma restinga aqui no Rio de Janeiro. Como militar, meu pai tem preferência para este tipo de lugar, que fica sob os cuidados da marinha  Ele resolveu levar, então um casal de amigos dele. Gente super legal. Ele já é um coroa de mais de 40 e a esposa dele até que é nova. Mas ele brincou muito com a gente, correu comigo, jogamos vôlei e tudo.

Um dia estávamos na praia e resolvemos fazer uma caminhada por uma trilha. No caminho todos foram desistindo menos nós dois. Aos 18 anos, eu nunca havia pensado nem em namoro, muito menos em homens mais velhos. Mas a conversa foi rolando, rolando e eu passei a admirar aquele sujeito, bem mais velho do que eu. Aquilo ficou na minha cabeça o dia todo a noite inteira.

No dia seguinte, fomos pra outra praia e eu comecei a torcer para ter outra trilha e percebi que queria que ele fosse comigo, mais ninguém. E foi o que fizemos, partimos para outra caminhada e eu torcendo pra todo mundo desistir de novo. Cheguei a ficar mal-humorada, ninguém entendendo nada... Até que, enfim, só nós dois continuamos a subir, procurando uma gruta que uma placa indicava, mas que nunca chegava. Os outros cansaram e voltaram.

Eu o desafiei e ele aceitou e fomos nós. No meio do caminho, comecei a puxar conversa e me surpreendi com meu próprio papo. Eu fiquei perguntando pra ele sobre namoradas dele, quando ele começou a namorar, se tinha problema de diferença de idade. Acho que aí ele percebeu, por que sorriu e disse que não tinha problema nenhum, que a menina tinha que ser bonita, inteligente e muito gente fina assim como eu!

Claro, fiquei toda vermelha. E sorri. E aí, nem acredito, eu disse que nem sabia beijar direito. Não sei como, não lembro direito, meus sentidos acho que piraram, pois minha boca falava e meu cérebro não pensava em nada... lembro que ele sorriu, disse que poderia me ensinar e eu então fiquei com as pernas bambas. Só me lembro daquelas mãos no meu rosto que ficava cada vez mais vermelho e aquela boca vindo na direção da minha.

Ele me chamou de "minha Lolita" e eu achei que ele tinha errado meu nome, mas ele me explicou que não. Que meu nome é inconfundível... E me beijou. Eu fiquei toda enrolada, não sabia beijar direito mesmo! Então ele, na maior paciência me ensinou. E foi aí que eu passei a adorar aquele cara! Ele não riu de mim, não debochou... Apenas me beijou várias vezes até que eu conseguisse trocar língua com língua, beijar com vontade mesmo.

Combinamos então que seríamos namoradinhos secretos. Eu, jamais poderia ser amante de um homem casado e com a idade de meu pai. Além disso, eu ainda queria ser criançona, não queria me preocupar com isso de homem e mulher. Mas adorei beijar tanto é que no meu Orkut eu coloquei essa comunidade de "amo beijar na boca" e ninguém entendia nada, porque eu não costumava beijar ninguém. Com o tempo, a gente se ligou através da internet, do Orkut e do MSN.

Eu adorava receber recados dele e respondia toda feliz. Quando a gente se via, geralmente lá em casa, nas festas de família, sempre dávamos um jeito de fugir e trocar beijinhos. Até que um dia ele apareceu na porta de minha faculdade, dizendo que veio me buscar. Entrei no carro dele e ele perguntou se eu queria ir pra casa e eu disse que não, que queria ficar um pouco com ele.

Mas por causa da minha idade, não dava pra sair com ele sem chamar a atenção. Acabou que eu sugeri lá em casa mesmo. Meus pais estavam em seus trabalhos, meu irmão na escola. Casa vazia durante, pelo menos, três horas. E fomos pra lá. Namoramos muito. Ele confessou que tinha muita tara em “gatas da faculdade” e que eu ficava ainda mais linda com a roupa que eu vestia.

Eu nem entendi o que era tara, mas quando ele explicou, me senti o máximo. Então nos beijamos de um jeito muito diferente. Muito, muito quente. E pela primeira vez eu senti aquele calor estranho no corpo e senti também um estranho volume na calça dele. E quando aquele volume encostou no meio de minhas pernas eu percebi que a coisa estava ficando séria. E disse pra ele “me ensina isso também".

Ele perguntou se eu tinha certeza, eu disse que sim e logo minha tarde virou uma loucura. Ele começou a me beijar por inteira. E foi uma seqüência de coisas novas pra mim. Pela primeira vez um homem me tocou o seios, pela primeira vez um homem me beijou os seios, pela primeira vez um homem me beijou o corpo todo, me fazendo tremer e arrepiar de medo e de algo que aprendi ser verdadeiro tesão, de que tanto ouvia falar entre as amigas.

Algo muito bom. Pela primeira vez um homem me deixou toda nua, me alisou o bumbum, beijando meu buraquinho o que me fez dar uns gritinhos escrotos, mas grito mesmo foi quando ele beijou minha xotinha. Ele dizia que ela era linda e deliciosa e eu dizia coisas sem pé nem cabeça. E passava a língua e chupava e me alisava toda. Então, pela primeira vez, eu vi um pau de um homem. Aquela coisa grande e roliça.

Ele pediu pra eu segurar e eu segurei. E fiz carinho. Então ele empurrou minha cabeça pra baixo e disse pra eu mamar ele, como se fosse um picolé. E pela primeira vez eu provei um pau.. Um pau de verdade na boca! Um homem de verdade me alisando por inteiro e dizendo que eu era uma gata maravilhosa, uma ninfeta fantástica, um sonho de qualquer homem.

Mas eu não queria qualquer. Queria ele! Perguntei se ele iria me fazer mulher e ele disse que não, que queria me preservar, queria que eu fosse ainda uma mulher maravilhosa. Então nos esfregamos muito, como se estivéssemos transando. Quando o pau dele encostou na minha xota eu senti me molhar ainda mais, senti que ela ficava ainda mais inchada e me dava muita vontade de gritar. Eu não entendia nada, mas sabia que era muito bom. Sabia que aquilo tudo era demais pra mim e que ninguém poderia saber mesmo. Mas eu queria mais, eu queria sentir aquela coisa que as amigas falavam.

Mas ele não queria de jeito nenhum, disse que eu iria me arrepender, que eu tinha que aproveitar mais minha vida, tinha que ser apaixonante. Então me lembrei de minha prima que dizia que dava a bundinha pro namorado pra poder continuar virgem. Ele riu. Isso dói muito, minha linda. Eu fiz biquinho, quase chorei. Mas chorei mesmo quando ele cedeu aos meus apelos e a minha chantagem emocional.

Apesar de todo carinho, de passar gel, creme e mais um monte de coisas, aquilo doeu mesmo. Derramei lágrimas enquanto sentia minha bunda rasgar e ele dizia morde o travesseiro e grita... Mas eu queria ficar o ouvindo gemer, ele dizer que eu era apertadinha, que meu cuzinho era delicioso, que eu era uma mulher maravilhosa e que me amava! Quando entrou tudo ele perguntou se eu agüentaria as bombadas.

Eu sentia tudo doer e tudo tremer. Achei q fosse desmaiar. Mas depois das primeiras bombadas eu não segurei e soltei um berro que acho que toda vizinhança ouviu. E fiquei enlouquecida, rebolava e dizia que aquilo era demais, era muito bom... Alguns minutos depois ele dizia que ia gozar, mas eu queria ver como era, como funcionava de verdade. Já tinha lido sobre o leite do homem, o esperma. Queria saber como era que saia, se era leite mesmo. Pela primeira vez tomei um banho de porra. No rosto e nos peitinhos. Depois namoramos mais e mais, com mais beijos e beijos. Naquela tarde, ele ainda me enrabou mais duas vezes. Numa delas me encheu de leite na bunda. Naquela tarde eu bebi leite quente direto na fonte e até engoli.

Naquela tarde eu gozei como uma mulher iniciando no sexo pode gozar, pois nem sabia que sensação era aquela e repeti mais e mais... Era um homem e uma menina – mulher brincando de uma brincadeira sem limites... Me apaixonei ainda mais. Sou uma mulher com dezoito anos apaixonada por um homem bem mais velho do que eu, que sabe que é amor impossível. Mas e daí? Ainda espero o dia em que ele me deflore. Meu cabacinho só pode ser dele, de ninguém mais.

Conto erótico recebido por email by Gata1992
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