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Loirinha Bronzeada e Sozinha

Imaginem uma loirinha de 2O anos com um corpinho de 16. Era verão e eu estava muito bronzeada. Eu tinha uma vontade enorme de me mostrar e deixar os caras excitados. Na casa de praia de uma tia me vi sozinha por dois dias pois ela iria visitar uma amiga que estava em uma praia ao lado e eu ia ficar sob os cuidados de uma vizinha. Eu estava realmente excitada com aquela situação.

Era uma sexta feira e fazia muito calor por isso coloquei um biquíni de cordinha bem pequeno e apertado na pare de cima. Meus peitos são fartos só ficavam com os biquinhos tapados. Eu passei o dia inteiro tomando banho de sol e desfilando para dois pedreiros que concertavam o telhado do vizinho. Os caras já estavam loucos. Um deles era negro (o que me deixava mais excitada, ficava imaginando o pau negro dele na minha pele dourada e em meus seios) e tinha uns 35 anos o outro era branco, mas tinha o cabelo moreno.

Eu descobri que era tarada, pois eu tinha muito medo e nunca tinha transado realmente, não até o fim. Naquele dia eu passava a mão pelo meu corpo, fingindo que eles não estavam ali eu nem olhava para eles. De repente um deles veio pedir água para mim, ele estava suado e fazia questão de demonstrar que estava olhando para o meu corpo. Eu fui em direção à geladeira e deixei-o apreciar minha bundinha, quando me virei ele estava com a mão no pau e pediu para usar o banheiro, eu mostrei onde era e fiquei sentada perto tentando olhar, ele viu e começou a se masturbar, eu fiquei com medo, ele voltou para o trabalho.

Mas isso me deixou mais excitada, no final da manhã eu já estava tomando banho de sol com as cordinhas desamarradas e sem a parte de cima, quando chegou uma amiga minha e viu o que eu estava fazendo e entrou na jogada. Ela era mais piradinha do que eu e mostrava os peitos para quem quisesse ver. Não demorou muito e o cara negro desceu da escada e veio em nossa direção, ele estava só de bermuda e com o pau bem duro, pediu um copo de água e ficou olhado para os peitos da minha amiga, eu que estava com as cordinhas desamarradas segurei de um lado e pedi para ele amarrar do outro, ele me botou sentada no colo dele, eu senti o pau dele na minha bunda , ele amarrou , mas quando eu me levantei ele começou a pegar na minha bunda; eu fiquei louca de tesão e não me dei conta que estava no meio do pátio. Ele esfregou o pau na minha bunda e eu entrei assustada e chamei minha amiga que ficou só olhando.

Nós entramos e fomos para a parte dos fundos, onde abrimos a porta. No meio da sala ele sentou e ficou se masturbando, eu e ela ficamos olhando e meio sem saber o que fazer (eu tinha 20 anos, e ela tinha 18) nos sentamos em volta dele. Eu coloquei meus pés no pau dele e comecei a masturbá-lo, ela levantou-se e deu a bunda para ele chupar. Ele era um negrão e o contraste entre nossas cores me dava tesão. Cheguei mais perto para ver melhor seu pau e com as duas mãos o coloquei na boca, esfreguei em meus seios, na minha bunda... Ele queria que eu sentasse, mas eu tive medo. Minha amiga estava de quatro para ele e ele fodia ela com o dedo.

Foi a coisa mais excitante da minha vida. Ele queria a todo custo que nós déssemos para ele e nos chamava de putinhas. Disse que queria gozar e minha amiga começou a chupar seu pau junto comigo, nossas línguas se encontrava e o seu membro latejava. Ele gemia e nos xingava. Ela decidiu sentar na cara dele enquanto eu enfiava todo seu pau na boca, logo ele disse que ia gozar e fiquei esperando sua gozada dentro da minha boca que engoli tudo.Troquei de lugar com minha amiga e gozei também.

Nunca mais vou me esquecer do constrangimento que ficamos depois, fiquei deitada com as pernas moles enquanto ele botava a bermuda, minha amiga estava sentada e disse para ele ir embora, ele apontou para mim e disse que voltava no outro dia.. Mas essa é outra história tão excitante quanto esta.
Um beijão para todos vocês e obrigado se vocês publicarem essa história neste espaço. Sei que não sou escritora mas precisava compartilhar essa história. Por favor não publiquem meu email...

Conto erótico recebido por email – autora anônima

Tinha Palmito Na Salada

Trabalho com representação comercial e passo os dias zanzando de um lado para outro atendendo clientes e fechando contrato de vendas. Devido a isto tenho o costume de almoçar todos os dias em restaurantes. Escolho sempre os buffets que geralmente tem comida boa e barata.

Em uma sexta-feira corrida, consegui ir almoçar lá pelas 13h. Aproveitei que estava próximo ao centro da cidade e me dirigi a um restaurante que sempre costumo ir quando estou por aquela região. Por isso conheço quase todos os funcionários do local e, desta vez, me surpreendi por uma nova atendente que auxiliava na reposição do vasto buffet de saladas.

Ela era linda! Mesmo de uniforme podia perceber quanto ela era atraente, uns vinte anos, loira com os cabelos presos sob a touca, 170 de altura e olhos verdes. Tinha pernas grossas e uma cinturinha que fazia seu corpo parecer um violão, apesar de seus peitinhos serem pequeninos como os de uma adolescente. Para não negar que o RS é o celeiro das maiores beldades do pais, fiquei sabendo que ela era gauchinha, da cidade de Caxias do Sul ,e estava morando sozinha por aqui.

Passei a almoçar lá no restaurante quase todos os dias com a intenção de vê-la. Sempre que podia fazia uma brincadeirinha ou uma piadinha e logo passamos a criar um laço de amizade. Assim que ela me deu uma brecha a convidei para sair. Sorridente e um pouco ruborizada ela aceitou meu convite.

No horário combinado passei para buscá-la no seu serviço. Ela vestia um topzinho, valorizando seus peitinhos deliciosos e suas curvas perfeitas. Reparei nela, enquanto estacionava o carro e reafirmei minha sorte por estar saindo com uma mulher tão gostosa.

Fizemos o programinha básico, tão conhecido pelos malandros solteiros, a levei para jantar. Tomamos um vinho, o que a deixou alegrinha, e depois a convenci a ir para um motel. De inicio ela relutou um pouco, mas deu tudo certo e logo estávamos nos atracando em uma suíte.

Sua língua entrava em minha boca e passeava por todos os cantos, suas mãozinhas delicadas me apertavam o tórax e entravam por minha camisa. Aquela garota tinha um fogo incrível. Será que ela sempre era assim ou estava “necessitada”? Retribuindo suas caricias e já com o pau explodindo apertei seus peitinhos por cima da camisa. Ela gemeu e eu fui descendo minhas mãos delineando sua cintura até chegar à bundinha farta que apertei com vontade enchendo as duas mãos. Puxei ainda mais seu corpo de encontro ao meu, sem deixar de sentir aqueles beijos gostosos e excitantes que eram intermináveis. Nós dois já estávamos sem fôlego e respirávamos pesadamente.

Me afastei um pouco dela e apertei sua coxa, subi minha mão louco de vontade de alisar sua bucetinha por cima da calça, mas ela me conteve, segurando minha mão e direcionando até sua cintura. Pensei por um momento que não fosse rolar nada, mas ela continuava me beijando da mesma forma. Essa safada queria mesmo era me provocar... Pois ela ia ver! Iria lhe dar uma surra de pica que ela nunca mais esqueceria. Eu estava com um tesão danado e já podia sentir meu pau melecando minha cueca.

Tentei abrir os botões de sua camisa e não houve resistência. Lindos peitinhos de ninfeta apareceram sob um sutiã preto e com rendas. Abaixando um dos lados liberei o biquinho que apareceu saliente. A auréola do seio era toda rosadinha e como um imã atraíram minha boca de forma imediata. Com o contato de meus lábios ela jogou a cabeça para trás, gemendo e suspirando. Que tesão era essa mulher... O bico do seio ficou mais durinho e eu alternava entre sugadas e lambidas... Queria aproveitar cada segundo ao seu lado... Decidi tirar sua camisa e seu sutiã para dar igual atenção aos dois seios.

Então ela segurou meu cacete por cima das calças mostrando sua vontade. Com dificuldade abriu minhas calças, tentando liberá-lo. Parei minha sessão de chupadas e abaixei minhas calças fazendo surgir meu pau latejante. Ela se ajoelhou aos meus pés e sem se demorar o fez sumir dentro de sua boquinha delicada. Uau... Que boca tinha essa garota. Acho que nunca havia sido chupado desta forma, com tanta vontade e maestria. Ela sugava meu pau, lambia, molhava minhas bolas com sua lingüinha gostosa. Sentia meu saco e cacete todo melado com sua saliva e minha porra. Não agüentava mais. Precisava meter logo nesta garota, senão ia gozar logo na sua boquinha.

Puxei-a para cima, a peguei no colo e a levei para a cama. Como um tarado me posicionei por cima dela beijando seus lábios, seu pescoço e seios passando para a barriguinha e indo abrir sua calça ,louco para sentir o gosto da sua bucetinha na minha boca. Inesperadamente ela colocou a mão na frente me impedindo de fazê-lo. Olhei para seu rosto sem falar nada indagando o motivo. Ela ficou com uma expressão séria e disse:

-Olha... Eu preciso falar com você... Não sei o que vai pensar...
-Por que me segurou? Você é virgem? Não quer mais transar?
-Não isso... É que...

Que bosta! O que estava acontecendo? Na hora H, do bem bom ,esta garota viria regular? Será que ela tinha algum problema? - Pensei comigo mesmo...

- É que... Acho que você não percebeu, mas...
- Fala logo mulher! - disse exaltado.
-Não fica bravo comigo, mas é que... Esse é o problema... Eu não sou mulher.
-O que? Me ajoelhei da cama assustado.
-É isso que eu disse... Acho que você não percebeu, às vezes acontece, eu sou uma transexual não sou mulher. Se quiser podemos ir embora... - disse ela levantando-se da cama.

Não podia acreditar que isso estivesse acontecendo comigo. Como uma linda mulher daquela era um homem? Como eu podia ter me enganado? Ela era muito feminina e até sua voz era de mulher. Meu pau ainda latejava de desejo.

-Espera um pouco – disse segurando sua mão. - Nunca transei com uma transexual, não sei o que fazer... Mas não quero que vá embora.

Seus olhos, que antes haviam se enchido de lágrimas, agora sorriam junto com seus lábios.

-Você não se importa? - Perguntou
-Não... Nunca tinha imaginado que faria isso de transar com uma transexual, mas você é linda – disse indo procurar seus lábios.

Não tínhamos mais segredos, a beijei ardentemente e a deitei novamente na cama. Continuando de onde havia parado fui baixar suas calças e, desta vez não houve resistência. Um ar de algo proibido pairava no ar e meu desejo pelo seu corpinho aumentava à medida que sua pele branquinha era revelada. Tirei as calças pelos seus pés, e fui subindo beijando suas pernas. Como uma pele tão linda, macia e sem pelos podia ser de um homem?

Lambi suas coxas e fiquei de cara com sua calcinha. A hora da verdade havia chegado. Como seria a partir de agora? Podia perceber um volume sob o tecido e, sem esperar mais, abaixei sua calcinha. Para minha surpresa um pau mediano, de uns 15 centímetros saltou para fora completamente duro. Seu pau e seu saco eram todos depilados e pela primeira vez vi um cacete que não fosse o meu tão de perto. Achei diferente ela estar de pau duro e, confesso que fiquei excitado com isso.

Sem tocá-lo subi até seus lábios para beijá-la de novo. Senti a rigidez de seu membro me cutucando. Será que me acostumaria com isso? Ela, então, tomou a iniciativa e me jogou para o lado da cama subindo em mim. Tirou minha camisa, terminou de tirar minhas calças e me deixou nu na cama para em seguida recomeçar a melhor chupeta que me já fizeram. Agora, dona da situação, ela se posicionou sobre o meu pau, mirando a glande no seu cuzinho e foi sentando lentamente, o guiando com a mão e fechando os olhos. Se deliciando com cada espaço do seu rabinho que era conquistado por meu pau.

Logo estava inteiro dentro dela. Seu cuzinho era apertadinho e quente. Olhava para seu rosto, sua expressão de prazer, seus lindos seios, sua cintura delineada e não podia acreditar que no meio de suas pernas tinha um cacete duro que se mexia a medida que ela se movia para cima e para baixo. Por ser uma situação inédita e com um ar de proibido, eu estava muito excitado e não demorei a gozar enchendo seu cuzinho com minha porra . Ela continuou rebolando em cima do meu pau sem desencaixá-lo e veio novamente me beijar, sussurrando no meu ouvido que eu era muito gostoso.

Fomos tomar um banho juntos para nos refrescarmos. Ela passava o sabonete em mim e eu deslizava minhas mãos por todo aquele corpinho. O seu pau ainda estava meia bomba e eu não sabia o que fazer. Começamos a nos acariciar e logo eu estava de pau duro novamente. Corremos para a cama e continuamos a nossa brincadeirinha. Eu estava louco de tesão por aquela gostosa. Ela me chupava, posicionada entre minhas pernas e aos poucos foi mudando de posição se colocando com o corpo ao meu lado. Essa garota estava com más intenções comigo? Sem parar de me chupar ela começou a se masturbar como se estivesse me oferecendo seu cacete duro. Olhava para o pau dela e o achei até bonitinho todo depilado e pequenino. Resolvi retribuir o prazer intenso que ela me dava e, em um momento de puro tesão, sem pensar no que estava fazendo, coloquei o seu pequeno membro na minha boca.

Achei o gosto estranho, mas fui me empolgando , imaginando que aquilo era nada mais que um grande clitóris, passei a sugá-la com vontade e ela começou a gemer. Então eu acabei gozando na sua boca e ela despejou sua porra na minha. Achei nojento, ainda não estava preparado para aquilo , e cuspi para fora da cama. Mas o troço grudava na minha boca e dentes.

Ela deitou a meu lado sorridente, dizendo que eu havia me saído bem e a feito gozar gostoso.

Olhei para aquela loirinha ao meu lado. Realmente era uma linda fêmea que ainda me traria muito prazer... Mas no meu lugar o que você faria? Largaria a loira no motel? Ou a comeria mesmo assim?

Conto erótico recebido por email – by usuário genérico

Amor Dentário - Conto Erótico

Silvia. Se não me engano era esse o seu nome. Uma mulher experiente do alto de seus 35 anos, um monumento de mulher. Os seios duros e arrebitados como duas pêras maduras a espera de uma boca esfomeada. Suas pernas torneadas e morenas, como se vivesse na praia. Lábios vermelhos e carnudos esbarravam em dentes brancos e bem tratados. O seu rosto e seu corpo, jamais denunciaria o que Silvia passou em sua vida.Casada duas vezes, mãe de dois filhos, um em cada casamento, expulsa de casa aos 16 anos, quando se viu jogada no mundo e se casou com um caminhoneiro bêbado que a maltratava muito. Com ele teve um filho, Pedro.

Mas Silvia não agüentou muito tempo e caiu no mundo com Pedro no colo a procura de um amor, de alguém que tratasse essa bela mulher da forma que ela merecia. Como em um passe de mágica, o amor bateu na porta de Silvia. Ela encontrou Jonas, um empresário rico que não ligou para o passado da bela Silvia e casou com ela. Juntos, Jonas e Silvia viveram anos maravilhosos, tiveram mais uma filha, Raquel.Uma menina doce e bonita como a mãe.Pedro foi criado por Jonas como se fosse seu filho. Estudou em colégios caros na capital paulista e foi fazer faculdade na Inglaterra aonde se casou e só volta para o Brasil nas festas de fim de ano.

Mas, após 15 anos de felicidade, o mal bateu a porte de Silvia novamente. O seu marido, Jonas, faleceu subitamente vitima de um enfarte. Todos os bens do empresário estavam nas mãos de Silvia. A bela mulher agora cuidava dos negócios de seu ex-marido e de sua filha, Raquel, já adolescente com a idade de 18 anos.

E foi nessa época que conheci Silvia. Me chamo Fernando e tenho um consultório odontológico, bastante badalado na Av. paulista. Posso dizer que sou respeitado no meio e que venci na minha profissão. Silvia veio ao meu consultório em uma Sexta-feira chuvosa carregando ao seu lado Raquel. A mãe reclamava de uma dorzinha no siso e a filha veio apenas para fazer uma consulta de rotina. Pedi para Silvia entrar no consultório e me deparei com uma bela mulher a minha frente.

Trajando um vestido negro e com um decote bastante abusado, a bela mulher parecia realmente uma viúva alegre.Ela me explicou o que sentia e pedi para que sentasse na cadeira, que eu a examinaria. Silvia sentou-se, e seus lábios vermelhos foram se abrindo, se entregando todo para que eu pudesse vislumbrar aquele paraíso. Não conseguia pensar nos estudos que tive na faculdade e não conseguia prestar atenção naqueles dentes brancos e bem tratados. Apenas imaginava o meu pau dentro daquela boca, em uma deliciosa chupeta. Foi quando ouvi:

- É muito grave Doutor?
- Ah, acredito que não – respondi ainda meio tonto com a beleza de Silvia.

A bela mulher sorriu e percebeu o meu desejo sobre ela e os meus olhos percorrendo pelo seu corpo inteiro até parar naquele decote ousado que usava, novamente Silvia me perguntou:

- Os meus dentes ficam mais para cima – exclamou um tanto zangada . Me desculpei e prossegui com a consulta até que tive que me aproximar de sua boca e senti a sua respiração forte sobre o meu rosto.

Nesse momento toda a minha vida, a minha carreira não importava mais, joguei longe os aparelhos ortodônticos e a beijei como há muito tempo não beijava ninguém. Para a minha surpresa a bela empresária me respondeu da mesma maneira, com um beijo forte e ardente, onde nossas bocas se encontravam e nossas línguas se trombavam em um doce balanço como o mar. As coisas foram ficando quentes. E em poucos minutos já estávamos nus rolando pelo chão do consultório, minha boca já havia percorrido todo aquele corpo se deliciando com o mel que saia de sua buceta, uma coisa louca

Silvia pegou no meu membro, que já estava explodindo e começou a me masturbar em um ritmo desenfreado, até que colocou a cabeça do meu pau em sua boca e começou a sugá-lo e sugá-lo, aquela viúva me deixava complemente maluco. Peguei Silvia pela cintura e a virei de bruços, com a bundinha arrebitada virada para que eu pudesse desfrutar daquela gruta cheia de prazer, tentei penetrar Silvia em seu buraquinho, mas a bela mulher resistiu bravamente.

Desisti da minha tara pelo seu cuzinho e passei a investir em sua bucetinha já encharcada, foi quando penetrei forte em Silvia que gemeu com toda força. Tapei a sua boca com a minha mão, para que a sua filha e nem a minha secretária pudessem ouvir o som referente ao nosso amor que saia do consultório. Não deu certo, Silvia não parava de gemer. Novamente me esqueci do mundo e comecei a estocar o meu pau naquela bucetinha apertada até que gozei profundamente. Estávamos nos dois deitados sob o chão do meu local de trabalho, quando a porta se abriu e tomamos um susto, era Raquel, a filha de Silvia.

Meus olhos viam uma moça de 18 anos, com um sorriso maroto, os cabelos negros e lisos trajando um vestido rosa, a moça parecia ser uma adolescente muito comportada e ingênua. Parecia apenas. Ao me ver deitado nu ao lado de sua mãe, a jovem Raquel despiu-se do vestido, ficando apenas com uma calcinha de algodão, branca em minha frente. Os seus seios pequenos, os biquinhos rosados, a sua pele macia e o seu rosto de criança novamente me levaram a ereção.

Silvia percebeu o meu entusiasmo e começou a beijar a filha enquanto eu chupava aqueles seios de menina. A garota apenas apreciava e fechava os olhos, sentindo muito prazer, Até que desvencilhando da boca da mãe agarrou o meu pau e começou a chupar como se fosse um picolé. Silvia ria enquanto tirava a calcinha da filha que aprovava tudo com um olhar de tesão muito forte. A bucetinha de Raquel piscava em um ritmo frenético com a sua mãe chupando todo o seu grelo e quem se dava bem era eu, que era sugado por aquela boquinha virgem intensamente.

Agarrei Raquel em meus braços e ameacei penetrar naquele túnel de prazer, que sua mãe já tinha deixado todo molhado para min, mas, para minha surpresa, Silvia me pediu que não fizesse isso, que a penetrasse por trás, gostaria que a filha se casasse virgem. Era um pedido de seu ex-marido, Jonas. Consenti na hora o pedido de Silvia e virei a bundinha de Raquel para min enquanto a menina se apoiava na minha cadeira de dentista.

Preparei bem o buraquinho da garota e comecei a colocar a cabeçinha do meu pau, bem devagar, para que a bela menina não sentisse dor. Foi quando Silvia me empurrou e o meu pau entrou com tudo no cuzinho da menina, que até aquele momento não havia murmurado nada, mas não agüentou e soltou um grito cheio de dor e prazer. Passei a estocar meu pau no buraquinho de Raquel enquanto Silvia beijava a boca de sua filha e chupava os seios da menina.
Gozei de uma maneira mais intensa do que com Silvia, estava comendo o cú da filha da cliente que eu havia acabado de fazer sexo! Percebendo que eu tinha gozado, Silvia começou a se vestir e Raquel passou a fazer o mesmo. As duas se levantaram, abriram à porta do meu consultório e foram embora me deixando nu, sentado no chão de meu local de trabalho. Nunca mais ouvi falar de Silvia ele nunca mais veio ao consultório.

Tentei ligar inúmeras vezes para o telefone que tinha deixado para cadastro, mas ele, e o endereço de Silvia, não existiam. Minha vida continua solitária, me dedico cada vez mais ao trabalho quem sabe uma nova viúva e a sua filhinha desamparada não vem ao meu consultório para fazer uma obturação, por exemplo.

By Doutor po email

Carnaval dos Meus Sonhos

Aquele ano haveria de ser diferente. Isso eu havia jurado a mim mesma. Nada mais de passar o carnaval no campo com as crianças, tirando água do poço e comendo pão dormindo. Nada mais também de levar as meninas para aquela praia selvagem e agüentar os mosquitos.

E isso tudo enquanto meu marido gazeteava na Capital, usufruindo (isso sim!) férias de minha pessoa. Os homens gostam de aproveitar as férias dos filhos para ficarem livres de suas caras-metades por algum tempo. Talvez até fosse bom umas férias mútuas, não fossem as meninas. Umas pentelhas. Não me davam sossego.

Viviam no meu pé o tempo todo. Queriam fazer tudo o que eu fazia. Ainda bem que sempre fui esperta. Lembro-me de uma vez na praia, que pra poder dar para aquele mulatão bonito eu tive de ir até quase o alto mar. A nado! Pra depois entrar no botinho dele, mas foi tudo tão apressado, olhando as meninas ao longe, que nem deu gosto.

Não. Aquele carnaval iria ser diferente. A santa sogrinha adoecera (ainda bem!) E o maridinho querido havia viajado com as crianças. Para tomarem a bênção, talvez pela última vez, da vovozinha ( iche!) Seria a minha vez então. Mas eu iria pregar uma peça em todo o mundo. Preparei uma fantasia de gatão e, como sou alta, esbelta, até um pouco ossuda, não foi difícil passar por homem.

Pus uma roupa fechada até em cima e uma máscara, com bigodes e tudo. E lá fui para o baile. Foi um carnaval inesquecível. Tomei logo uma atitude masculina e ao chegar me dirigi ao bar, pedindo uma cerveja. Sentei com as pernas abertas (ufa, que fogo!) e me pus a examinar o ambiente. Quantas gatinhas!

Eu nunca havia tido uma experiência com mulher. Seria o caso de experimentar? Passou perto de mim uma garota de bumbum arrebitado e seios fogosos. Passei a mão no peitinho dela e ela gostou. Estremeceu-se toda. Deu-me uma piscadinha e disse:

— Que gato mais bonito! Vamos fazer uma ninhada?

Saí atrás dela no cordão e continuei a alisar seus seios e seu traseiro. Era macia. Um floco de espuma, redondinha, cheia de carninhas doces. Que gostosinha! Tive vontade de rolar com ela no chão e esfregar minha xoxota na dela, de beijá-la, de acariciá-la... Enfiei a mão em seu minúsculo sutiã e apertei o biquinho, durinho.

Com o dedo, fiz movimentos circulares em seu mamilo, e ela se contraiu de prazer. Agarrei seu seio com a mão, como se fosse uma bola de borracha; ela se largou toda. Como as mulheres são gostosas! Por isso que meu marido era tão safadão. Pensei em meus próprios seios, pequenos, miúdos mesmo, sem aquela maciez de espuma.

Fui empurrando a menina para um canto e logo enfiei a mão por dentro de sua minúscula calcinha lantejoulada. Encontrei sua caixinha molhada. Passei a alisar seu clitóris, primeiro devagar, depois aumentando os movimentos, primeiro circulares, depois para cima e para baixo, e de um lado para outro.

Senti seu grelinho duro, e então introduzi dois dedos em sua vagina. Que quentinho! Ela gozou, ali, em pé mesmo, e me encharcou a mão. Então ela procurou o meu instrumento para me dar retorno e, claro, que não encontrou. Daí subiu sua delicada mãozinha para meu busto e pareceu surpreender-se. Foi aí que me lascou:

— Gatão de meia pataca! Ainda prefiro meu marido!

E saiu dançando na pista me deixando na mão. Fiquei morrendo de vontade, mais ela não me ligou mais. Então foi para perto de uma coluna e fiz uma siririca. Ai, ai, carnaval dos meus sonhos!

Continuei a rodopiar pelo salão. Foi quando vir aquele morenão vestido de Tarzan, com uma tanga que deixava à mostra todo seu aparato. Eta, pedaço de homem! Fui me chegando para perto dele e me agarrei em sua cintura. Sentir seu corpo suado, com cheiro de macho. Fique excitadíssima.

Daí ele se virou de frente para me e me fez virar para o outro lado. Saímos dançando, eu na frente, ele grudado em minhas ancas. Sentir seu sexo duro em meu bumbum. Ele me empurrava com seu cacete, e eu dançava bem devagarzinho, para ele empurrar mais. Daí ele foi me levando para fora do salão, onde havia um belo terraço, cheio de plantas. Era uma noite bonita, quente, de céu limpo. Então ele falou:

— Vem gatão, vem meu gatinho, que eu quero comer seu rabinho.

Eu nada respondi, para ele não descobrir o meu embuste. E ele foi me levando para uns arbustos e me deitou no chão, de bruços. Fiquei bem quietinha. Aí o meu Tarzan mostrou que era um selvagem mesmo. Desceu minhas calças e, sem perceber nada, nhact! Enfiou-me todo o seu calibre no bumbum e urrou como estivesse em plena selva, Eta, égua! Ao sentir o violento cacete, gozei no ato. Ele me deixou toda molhada de seu leite quente e disse:

— Rapazinho mais gostoso! Quero te encontra de novo! Mostra-me teu rostinho, quero te curtir!
Então eu só levantei um pouco a mascara para ele me beijar. Senti sua língua invadir-me a goela! Que beijo de arromba! Ficamos a nos enfiar a língua, um dentro da boca do outro, um tempão.

Mais daí ele se excitou e quis de novo. Então me virei e sentir de novo aquele vigoroso cacete a dilatar meu anelzinho. Dei vários arrancos para trás, para que entrasse tudo, tudo. Mas daí ele procurou meu aparato para uma massagem, e encontrou um xoxota. Teve a maior decepção! Eu resolvi falar:

— Já dei o que você queria?

Ele se mostrou furioso. Deu-me um tabefe na cara e foi-se embora. Que mundo incompreensível! Resolvi então assumir a minha própria individualidade. Tirei a mascara. Tirei a blusa. Fiquei só de frente única. Fui ao banheiro e me maquiei toda. Eu estava em ponto de bala!

Foi daí que encontrei aquele casal. Sair sozinha dançando pelo salão e os dois quando me viram vieram ao meu encontro. A moça me segurou os seios e o rapaz apertou me xoxota. Depois os dois me viraram, ela esfregou a xoxota em meu bumbum e ele se pôs a mamar em meus seios, ali mesmo na pista.

Sugeri que aquele não era o melhor lugar para uma suruba. E eles resolveram me levar para o Aptº. deles. Assim que chegamos ficamos todos nus. A moça era loura, muito bonita e atraente; os pêlos de seu púbis eram clarinhos. Ele era moreno claro, um belo cacete tamanho família, corpo peludo, um pouco atarracado.

Fomos os três para a cama, que era larga e confortável. A moça disse ambos haviam gostado muito de mim, e que era de uma pessoa assim que precisavam para realizar as suas fantasias. Contou que eram recém-casados, mas logo acharam que faltava alguma coisa para completar a sua felicidade. E eu me propus desde logo a ser aquela alguma coisa...

A moça me pegou de frente e começou a roçar seus mamilos nos meus, e a me beijar com seus lábios carnudos e sensuais. Logo também me empernou com suas coxas roliças, e passou a roçar firmemente sua xoxota com a minha. Enquanto isso, o rapaz veio por detrás e começou a roçar seu peito peludo em minhas costas, algo de enlouquecer!

Com suas duas mãos, acariciava também, ora os meus seios, ora os seios dela. Depois ele desceu as mãos e passou a bolinar nossas xoxotas, quase ao mesmo tempo, o que nos deixou ainda mais excitadas. Eu senti seu mastro crescer e procurar meu anelzinho. Relaxei o corpo para que ele pudesse se posicionar. E gozamos os três, juntos! Foi uma melação completa.

Então repousamos uns quinze minutos (já estava quase amanhecendo) e fomos tomar um belo banho de espuma em sua vasta banheira. Os dois me lavaram com todo o carinho, e, enquanto isso, me enfiavam o dedo na xoxota e me beliscavam os seios.Pronto! Eu já estava querendo começar tudo de novo. E começamos. Só que desta vez a moça quis assistir ao meu ato de amor com meu marido.Ele me massageou inteira e me deu um banho de língua.

A moça a tudo assistia e siriricava, acariciando-se a xoxota.Quando nos dois gozamos, eu passei a assistente. Eles fizeram amor de todas as maneiras, desde o papai-mamãe até o sessenta-e-nove. Fiquei excitada de ver tanto gozo. Então os dois, quando já haviam gozado, passaram a me dar prazer em conjunto, subindo e descendo as mãos, mordiscando meus seios, lambendo-os, friccionando-me o clitóris, beijando-me (uma verdadeira loucura!).

Quando me dei conta já eram nove horas da manhã. Então resolvi ir para casa, ver como estavam as coisas. E foi bom, pois meu marido me telefonou para dizer que minha sogrinha havia morrido. Fiz um ar muito triste, mas triste eu estava de ter de ir para lá e deixar meu casalzinho em pleno carnaval. Mas esta é uma história feliz.

Depois do enterro retornamos, eu, meu marido e as meninas. E eu logo telefonei ao meu casalzinho querido do carnaval.Todas as semanas, principalmente nos dias em que meu marido trabalhava à noite, nós três nos encontrávamos. Eu fiz o casalzinho mais feliz e o casalzinho é tudo o que me faltava.

Meu marido, com o luto, passou uma temporada muito desinteressado de sexo. E isso não me fez mal nenhum. Porque sexo, agora, é o que não falta para mim! Estou tão feliz que nem preciso esperar pelo próximo carnaval.


SUELY SANTANA - SÃO PAULO /SP.

Ah. Eu Tô Maluco

Meus amigos, minhas amigas internautas, a história que passo a relatar agora, é muito recente aconteceu à apenas um mês. Sou um universitário tenho 21 anos, e estou me formando neste ano, durante o trote da nossa Faculdade acabei conhecendo três garotas lindas, todas com 19 anos. Durante o primeiro semestre saímos muitas vezes, fomos a várias danceterias, fomos ao litoral, mas nunca rolou nada a mais (para minha infelicidade).

Só que tudo isto mudou a apenas um mês, estávamos em uma inocente festa junina, bebendo quentão e vinho quente, quando decidimos dar uma esticadinha e as 23:00h fomos a uma choperia. Por onde eu passava o público parava e olhava afinal eu estava acompanhado de três mulheres lindíssimas, as quais aqui vou chamar apenas de Princesa, Gata e Sereia.

Bebemos mais um pouco, jogamos muita conversa fora e quando já eram 02:00h da madrugada, decidimos ir embora, fui então levá-las para casa da Sereia pois elas já haviam combinado com suas mães, que iriam dormir todas lá, pois os pais e o irmão da Sereia estavam viajando. Quando cheguei na porta do prédio, enquanto me despedia da Gata e da Princesa, ela percebendo que eu estava um pouco alto, pediu que também dormisse em seu apartamento, pois tinha medo que eu dirigisse naquele estado, com eu estava um pouco cansado decidir aceitar.

Subimos todos para o seu apartamento, Princesa e a Gata se acomodaram no quarto dos pais, eu no quarto do irmão e a Sereia foi ao seu quarto. Quando o relógio já apontava às 3:00h, acordei com uma tremenda vontade de ir ao banheiro afinal já havia bebido muita cerveja aquela noite. Enquanto estava no banheiro sem querer acabei derrubando um vidro e xampu, e acabei acordando a Sereia, que veio ver o que tinha acontecido.

De repente ao abrir a porta acabei vendo minha amiga de uma maneira que nunca tinha visto antes, ela estava com seus cabelos louros longos soltos, vestida com um baby doll de seda marfim, que delineavam as suas curvas como nunca, a sua bundinha era empinada desafiando a bendita lei da gravidade, e os seus seios estavam durinhos eu conseguia ver a sua auréola rosada por traz da seda.

Com aquela visão o meu membro ficou ereto de imediato, que eu quase não entendia o que ela falava comigo, e aquela hora eu apenas pensava eu agarrá-la e devorá-la. Sem falar nada apenas cheguei perto dela e dei-lhe um beijo profundo, e para minha surpresa fui prontamente retribuído, sentindo as nossa línguas se entrelaçarem.

As minhas mãos começaram a deslizar por aquele corpo tentador, minhas mãos se deliciavam em sua bundinha enquanto com a língua ela quase que me tira o fôlego. Entre beijos e muito esfrega levei-a até o meu quarto, chegando lá mais do que prontamente ela me sentou na beirada da cama, e ajoelhada ao chão me livrou de minha bermuda juntamente com a cueca fazendo saltar o meu pênis totalmente ereto, que foi abocanhado e sugado como um pirulito de criança, não sobrava muito o que fazer a não ser me deliciar com aquele bola gato, cada vez que eu era sugado o meu pinto crescia até chegar um ponto que eu não agüentava faz.

Pedi para comer sua bucetinha, mas ela disse que eu era o seu escravo e que iria fazer o que gostava comigo. Sem muita reação apenas me inclinei para trás e aguardei o gozo chegar, lambuzando aquela boquinha toda, que continuou me sugando até acabar com toda a porra, alguns minutos depois quando ela já havia acabado o serviço oral todinho, ela simplesmente se levantou, me deu um beijo na testa e falou um durma bem.

Me deitei e fiquei com aquelas palavras Durma Bem na cabeça, não conseguia pregar os olhos, decidi então ir até a sacada do apartamento para tomar um ar fresco. Chegando a sacada encontrei a Princesa debruçada olhando para a lua, a minha visão era maravilhosa pois ela tinha a bundinha mais gostosa que já havia visto (melhor que da Carla Perez), perguntei a ela se também havia perdido o sono, ela me respondeu que sim e pelo mesmo motivo meu.

Pois havia escutado os sussurros ofegantes meus e da Sereia. E ela disse que tinha muita vontade de fazer também pois ainda era virgem, pois era noiva a 4 anos, e juntamente com seu noivo juraram se casar virgens. Ouvindo tudo aquilo não me contive e cheguei perto dela dando-lhe um beijo e descendo minhas mãos pelos seus seios, até encontrarem a sua buceta.

De imediato ela se afastou de mim, pois ela me disse que era um juramento. De imediato falei a ela que iria respeitar, mas se ela estava mesmo com vontade, ela poderia confiar em mim que eu não iria ultrapassar os limites. Ela voltou a se aproximar me beijou, e de repente se virou de costas, falando que já tinha uma solução, a buceta seria do seu noivo, mas aquele cuzinho aquela noite seria todinho meu.

Comecei então a deslizar as minhas mãos pelos seus seios, enquanto o meu pênis encostava em sua bundinha, mesmo estando vestidos, enfiei a minha língua em sua orelha, e sussurrei a ela, que aquela noite seria inesquecível. Fui levando ela ao meu quarto, mas antes passamos pelo banheiro e peguei um vidro de Óleo Johnsons, chegando ao quarto nos livramos de nossas roupas pude então ver a 8° maravilha do mundo ali, na minha frente, ela era muito linda, já estávamos doidos de tanto tesão, coloquei ela de quatro na cama, mesmo sem o meu caralho no seu cú, ela já gemia e se contorcia feito uma serpente, peguei o óleo, passei em minha piroca, coloquei mais um pouco óleo nas mãos e lambuzei naquele cuzinho que estava fervendo.

Primeiro encostei a cabecinha bem devagarzinho, a Princesa deu um pequeno gemido, aos poucos fui sentindo aquele cuzinho, e colocando a cabeça e com muito cuidado coloquei todo o meu pau, ela chorava de sentir dor, perguntei se queria que parasse, ela ordenou que não, fui aos poucos dando pequenas estocadas até ela se acostumar com o meu pau em suas entranhas.

Depois de algumas estocadas ela já se sentia na liberdade de rebolar, e pedir que eu fosse mais rápido, comecei a acelerar, ela se contorcia e retorcia feito uma potranca no cio, cada estocada minha ela soltava um suspiro, um gemido, o nosso ritmo cada vez mas acelerado, até que ela disse que devia estar gozando, tendo um orgasmo, pois esta era a primeira vez, e ela não sabia que aquela sensação era mesmo um orgasmo, a cada segundo o nosso ritmo aumentava até que eu não estava agüentando mais, e ela juntamente comigo teve mais um orgasmo sensacional, enchi aquele cuzinho com tanta porra, que chegava a escorrer lambuzando aquela bundinha deliciosa.

Aos poucos fomos no recompondo, quando percebi ela já havia dormido nos meus braços. Durante mais de uma hora fiquei no que já havia acontecido comigo, mas eu ainda não tinha fudido nenhuma bucetinha, foi quando tomei coragem e decidi ir até o quarto onde estava a Gata, como um ladrão fui abrindo a porta bem devagar e tive uma visão maravilhosa, uma gata loura, com uma bundinha de dar inveja a muitas garotas e uns seios daqueles bem pequenininhos mas tentadores e deliciosos.

Fui me aproximando e cada vez chegando mais perto, comecei a acariciar o seu rosto, e acordei ela. Ela achou estranho, afinal o que eu fazia no quarto dela, falei que eu estava doido por ela, que já fazia muito tempo que eu já não olhava para ela apenas como amigo, mas sim como uma mulher, uma linda mulher, e logo em seguida sem deixar muita alternativa, comecei a beijá-la.

Ela encostou no meu ouvido e me falou bem baixinho que também era doida por mim à algum tempo. Ficamos nos beijando por um bom tempo sentia a sua língua carnuda e quente chegar até a minha garganta, as nossas mãos deslizando pelos nossos corpos, eu beijando a sua boca, seu pescoço acariciando os seus seios a sua bundinha, e ela me retribuindo tudo.

Aos poucos fui descendo até chegar nos seus seios, os biquinhos estavam durinhos, chupei-os como nunca tinha chupado os de nenhuma outra garota, enquanto isto ela delirava, pois ela adorava ser chupada, fui descendo até chegar na sua buceta que aquele dia estava raspadinha, parecendo uma pré-adolescente, o cheiro de uma bucetinha molhada é sensacional, com a língua fui abrindo aquela rosa até encontrar o seu grelinho, que passei a mordiscar e chupar fazendo que ela gozasse a primeira e a segunda vez.

Continuei chupando aquela bucetinha e aos poucos fui me virando até que o meu caralho ficou ao seu alcance e ela o abocanhou ficamos num delicioso 69 por um bom tempo, e ela gozou mais uma vez. o meu pau já latejava de tanto tesão, então coloquei-a de quatro e fui, até que enfim penetrando aquela bucetinha úmida, aos poucos fomos aumentado o nosso ritmo, ela cada vez rebolava mais, e pedia que eu fosse mais, eu de imediato atendi.

Naquela posição e que estava eu tinha a visão privilegiada de ver o seu cuzinho piscando, mas a minha piroca estava sendo sugada pela sua bucetinha. Percebendo que nós dois iríamos gozar dentro de mais alguns instantes, naquela posição que estávamos, cada vez mais aumentando o ritmo, e conforme aumentava o nosso ritmo comecei a acariciar o seu cuzinho com o meu dedo indicador, primeiro apenas acariciava depois enfiava até que enfiei o dedo todinho, e aos mesmo tempos enchi aquela buceta de porra, e ela desfaleceu em outro orgasmo sensacional.

Depois de mais esta foda, eu estava morto e o sol já estava raiando, eu decidi ir embora já que cada uma estava em um quarto, me despedi de todas e fui embora para casa, naquele dia eu tirei o sono dos deuses.

Enviado por email – autor anônimo

A Mulher que Soltava Faíscas de Prazer

Era uma quinta-feira à noite e o calor estava forte, quando retornava do trabalho. Estava cansado, porém feliz pelos resultados obtidos naquele dia, quando entrou no ônibus um casal. Ela era linda, trajando um vestido preto que deixava suas belíssimas costas e ombros de fora. Aparentando uns 25 anos, tinha um corpo escultural, olhos verdes e cabelos louros.

Era impossível deixar de observá-la, mas, infelizmente, eles desceram dois pontos antes do meu. Por vários dias, busquei rever aquela mulher, que não saía da minha cabeça. Eu circulava várias e várias vezes pelas ruas próximas daquele ponto. Foi inútil. Só a reencontrei um mês depois, num sábado pela manhã. Ela entrou no ônibus e eu estava de carro, logo atrás. Ela sentou-se próxima a uma janela e eu parei o carro estrategicamente numa curva, para tentar ganhar um olhar daquela beldade.

Não deu outra. Quando o ônibus passou, nossos olhares se encontraram e ela deu um leve sorriso. Continuei seguindo o coletivo e fiz sinal para que descesse, mas não fui atendido. Ela desceu no terminal e a perdi de vista mais uma vez. Três semanas depois, na quinta-feira de manhã, saí de casa um pouco atrasado e, ao me aproximar daquele ponto de ônibus, lá estava ela.

Parei o carro e ofereci carona. Ela me reconheceu e deu um belíssimo sorriso, aceitando o convite. Disse que seu nome era T (vamos chamá-la assim, pois é realmente um tesão). Contou que estava há pouco tempo na cidade e falou sobre o noivo. Chegamos ao trabalho dela, trocamos cartões e combinamos novas caronas, se a encontrasse no mesmo horário.

Na sexta, saí de casa e estacionei próximo ao ponto. Lá estava ela, maravilhosa. Seguimos o mesmo percurso e a convidei para tomar café. Na cafeteria, nossas mãos se tocaram sem querer e a sensibilidade de ambos aflorou. Convidei-a a tomar um chopinho no final do expediente. Sexta não vai dar, já marquei com meu noivo, justificou.

Fui trabalhar mas não consegui me concentrar. No final da tarde, estava visitando um cliente, quando recebi o recado: Favor ligar para T até as 18h. Eram 17h2Omin e meu coração foi a mil. Liguei para minha secretária e confirmei a informação. Telefonei para T e ela disse que, realmente, tinha um tempinho.

Deixei o cliente para trás e fui ao encontro. Cheguei à pizzaria combinada e minha vontade era de abraçá-la, beijá-la. No entanto, teria que ter paciência, senão, perderia minha gata. Duas horas depois, disse que não poderia ficar mais, deixando transparecer que também lamentava.

Levei-a em casa e ganhei um delicioso beijo, antes que falasse: Vamos almoçar na segunda, pois meu noivo vai estar no meu pé, no fim de semana. Os dois dias se arrastavam. Não conseguia deixar de pensar naquela mulher.

Quando a segunda-feira chegou, pensei em mandar flores mas freei a idéia, para não despertar a desconfiança dos colegas dela. No almoço, falei da saudade e da alegria de reencontrá-la. disse. O clima de sedução foi Você está com cara de adolescente apaixonado, aumentando e era nítido que ambos preferiam estar num lugar mais discreto.

Antes deste momento chegar, trocamos muitas carícias durante cafés e almoços. Foi num dia, na ida para o trabalho, que T acabou dizendo que estava louca para ficar sozinha comigo, pois gostaria de me fazer uma surpresa. Não conseguia acreditar, minhas mãos suavam.

Telefonei para o escritório cancelando tudo e partimos para o motel Quando entramos no quarto, tentei abraçá-la, porém, ela recusou. Foi para o banheiro, enquanto eu pedia o café. O garçom trouxe o pedido e T ainda não tinha saído do banheiro. Aquilo estava me deixando super curioso e excitado.

Quando a porta se abriu lentamente, fui vendo aquela mulher que eu desejava mais linda e exuberante. Ela vestiu-se toda de branco num figurino extremamente erótico. Quando eu ia avançar, disse que queria tomar café, toda lânguida. Aceitei o jogo de sedução e, entre beijos e carícias, fomos nos alimentando, mais à vontade do que nunca.

Meu pau latejava e ela me provocava, cruzando as pernas e se insinuando. Ao terminar, fui tirando a roupa dela, deslizando a mão pelo corpo excitado. Beijei as pernas de T, enquanto tirava a cinta-liga e as meias dela. Ao chegar na calcinha, tirei-a com os dentes e comecei a chupá-la. Lambi e acariciei aquela bucetinha cheirosa, que liberava seu néctar.

Aos poucos, fui percebendo seu gozo e intensifiquei os movimentos com minha língua, até que ela gozou intensamente. O corpo de T vibrava. Enquanto ela se refazia do gozo, continuava a percorrer minha boca por todo o corpo, centímetro a centímetro, degustando seu sabor.

Ela voltou a ficar excitada, pedindo que a penetrasse, pois queria sentir meu pau na bucetinha. Porém, eu queria vê-la mais excitada ainda e continuei procurando seus pontos sensíveis. Ela se contorcia toda, implorando pela penetração. Ao massagear o clitóris de T, fui penetrando meu dedo na vagina.

Ela movimentava o quadril, expondo totalmente seu sexo. Coloquei o segundo e o terceiro dedos. Ela gemia gostoso e pude perceber novo gozo, forte e intenso. Ela estava totalmente embriagada, tomada de prazer e isto me excitava. Com uma mão acariciava a bucetinha e, com a outra, colocava a camisinha para penetrá-la.

Quando ela percebeu que eu estava pronto, posicionou-se de quatro, deixando-me numa posição privilegiada. A visão daquele bundão empinado era demais! Coloquei meu pau na posição e ela forçou o quadril para trás, engolindo o caralho de uma vez. Começamos um delicioso vaivém, e aquela bucetinha sabia massagear muito bem o meu pau.

Os movimentos foram acelerando, ela gemia e pedia mais. Pelo espelho, podia ver a sua expressão de prazer. Gozamos e ficamos ali juntinhos, aproveitando aquele momento incrível. Depois de um breve descanso, os corpos colados voltaram a dar sinal de vida. As mãos deslizando nas peles e o cheiro de sexo enchendo o ambiente.

-Quero dar o cuzinho, disse baixinho, enquanto eu começava a beijar sua nuca.

Fui descendo pelas costas, passando pela bundinha e não resisti a dar umas mordidinhas, só para sentir seu corpo arrepiar. Passei, então, a língua no cuzinho, deixando-a totalmente entregue. Após colocar nova camisinha, comecei a penetração bem devagar

- Não vou agüentar, seu pau é muito grosso pro meu cuzinho apertado, dizia, enquanto eu acariciava seus ombros.

Aos poucos, o anelzinho foi engolindo meu pau. Ela começou a forçar o quadril para trás e a rebolar a bunda, se transformando numa pantera louca para me devorar. Urrava de prazer, com as unhas cravadas na cama. Gozamos como animais! Foi a primeira de uma história de trepadas selvagens.

Enxaqueca Providencial

Num dia destes, estando em minha sala de trabalho, fui repentinamente tomado pôr uma forte enxaqueca. Como nas outras vezes, fui em busca de um suco de laranja para melhorar. A caminho do bar, encontrei o meu colega Fábio, que fez questão de me acompanhar.

Ao passarmos pelo ponto de ônibus, vimos uma garota loura, de mais ou menos uns 19 anos, corpo perfeito, pernas roliças, seios empinadinhos, sob uma minissaia de fazer inveja às outras garotas. Eu e Fábio nos olhamos e percebemos que os nossos pensamentos coincidiam: afastamos a idéia do suco de laranja, eu esqueci a dor de cabeça e ficamos à sombra de uma árvore, admirando aquela garota, que, pelo material de estudo, ia ao cursinho pré-vestibular.

Resolvemos acompanhá-la e descobrir onde ela estudava. O ônibus estava cheio de estudantes. Recomendei ao Fábio que ficássemos perto dela, pois éramos dois e, provavelmente, ela também ficaria ao lado de alguma amiga, como é costume das vestibulandas.

Dito e feito: a garota logo iniciou um bate-papo com outra, ao meio do corredor do ônibus, chamando-a de Gigi. Prestei atenção na conversa e soube que a gata se chamava Gisele. Nós estávamos bem próximos a elas e notamos que vez pôr outra olhavam para trás e riam.

Aí, eu entrei em paranóia; como sou um homem de meia-idade e meu colega é um rapaz elegante, porte atlético, loiro, de olhos verdes, na plenitude de seus 21 anos, acreditei que tal disparidade estivesse causando risos. Mas não era nada disto.

Aproximamo-nos mais um pouco e aconteceu o inevitável: o contato com o corpo de Gisele, quando o ônibus lotou mais um pouco. A minha braguilha, ao roçar suas ancas, aumentou o meu grau de excitação, Olhei para o lado e vi Fábio, na mesma posição, roçando em Gigi. Propositadamente, a cada parada de ônibus, eu pressionava o meu pênis no traseiro de Gisele e ela parecia não se incomodar nem um pouco.

Notei que a conversa entre as duas tornava-se cada vez mais alegre. Acreditei que estivessem gostando e se excitando também. Em dado momento, sem que ninguém percebesse, Gisele virou-se de lado, passou os livros para o outro braço e, sutil e silenciosamente, deixou sua mão direita cair na altura do meu pênis.

De repente, com a ponta dos dedos, ela procurou alisar minha glande de leve. Fitei seu rosto e vi que ela mordia os lábios, excitada. O calor que se desprendia de seu corpo era febril. Gisele não resistiu e encheu a mão. Não foi possível suportar esta situação. Aproximei-me do seu ouvindo e indaguei se ela não gostaria de matar aula, junto comigo.

Com um simples aceno de cabelo, ela respondeu que sim. Tudo parecia liberado, naquela hora. Combinamos descer no próximo ponto. No entanto, havia o meu colega que já mostrava total entrosamento com a outra. Gisele fez um sinal de aprovação e deduzi que sua amiga nos acompanharia.

Descemos na Avenida Paulista e, como meu carro estava em frente à empresa, pegamos um táxi e fomos até lá. Então, sugeri que fôssemos até um terreno que tenho á beira da represa. No caminho, Gisele se postou ao meu lado e iniciou um verdadeiro interrogatório.

Notei que, embora ansiosa, ela estava um pouco receosa em manter um relacionamento mais íntimo com uma pessoa um pouco mais velha. Finalmente, chegamos ao Paraíso das Árvores, o meu terreno. Encostei o carro de tal forma que avistássemos a represa, cuja paisagem é maravilhosa.

Fabio e Gigi logo embrenharam-se naquele matagal. Ficamos a nós. Aquele ar puro e aquela paisagem proporcionavam um ambiente dos mais agradáveis e excitantes. Peguei Gisele pela mão e saímos a passar, trocando efusivos beijos e acalorados abraços, a todo o momento.

Olhei para o seu corpo e não acreditei ter tudo aquilo em minhas mãos. Sua pele parecia veludo, aquelas pernas cobertas de penugens louras, sua voz meiga e louca... Paramos e sentamos sob um eucalipto. Gisele abraçou-me fortemente e, num demorado beijo, senti minha língua ser tragada pôr sua boca.

Neste instante, ela mordeu meus lábios e unhou minhas costas. Meu corpo tremeu de excitação. Corri a mão pelo seu ventre e a senti toda arrepiada. Quando me aproximei de sua vulva, sob a calcinha, ela gemeu e, num bote certeiro, arrancou meu membro para fora da calça e, ao mesmo tempo em que o friccionava, chupava-o, deliciosamente.

Era insuportável aquela situação. Sua língua fina e quente deslizava no meu pênis latejante. Subia até a barriga, mordiscava os testículos e, quando chegava à glande, dava a cada sugada, arrancando de mim um gozo alucinante. Então, desvencilhei-me rapidamente da calça e da camisa.

Gisele parecia ter enlouquecido. Tirei a camiseta dela e alisei suas costas; toquei seus seios, cujos mamilos estavam pontiagudos. Mamei-os. Passava a língua e mordia aqueles biquinhos durinhos. Gisele gemia. Inesperadamente, ela se livrou da minissaia e da calcinha, ficando completamente linda, quer dizer, nua.

Então jogou-se sobre meu corpo e pediu que a apertasse. Ao passar a mão sobre sua vagina, a notei toda molhadinha. Quando toquei na parte superior de seus lábios vaginais, Gisele gritou: 'Não!' Com todo o cuidado, ajoelhei-me e abri suas pernas roliças e vislumbrei sua gruta rosada. Introduzi língua em sua vagina apertada, fazendo Gisele delirar.

Quando toquei em seu clitóris, pareceu desmaiar. Depois, refez-se e explicou-me que era virgem e não sabia pôr que guardava tantos tabus e preconceitos, 'parecem resquícios da educação familiar'. No entanto, ela acrescentou que o que gostava mesmo era de gozar.

Sugeri que fôssemos até a represa tomar um banho para aliviar aquela situação; afinal tínhamos tempo para saborear tudo. Ao entrarmos naquela água gelada, na altura do quadril, Gisele começou a brincar de fazer ondinhas, que sacudiam meu pênis e batiam na sua vagina, o que despertou nosso tesão.

Saímos correndo da água em direção ao carro. Deixei-a correr na minha frente, só para apreciar aquele belo traseiro. Aquelas nádegas balançando pareciam ter sido esculpidas pôr mãos de artista.

No meio do caminho, Gisele tropeçou e caiu. Fui ajudá-la, mas ela não aceitou: abocanhou meu membro e, como uma desvairada, em movimentos de vaivém, levou-me, outra vez, ao êxtase. Passei novamente a mão em sua grutinha, de onde saia um líquido opaco e viscoso.

Ao encostar o dedo médio em seu clitóris intumescido, Gisele arrancou o membro de sua boca e começou a rocá-lo naquela vagina em brasa. Tal era a força com que ela esfregava que chegou a esfolar meu pênis e a gozar várias vezes, continuadamente.

Como ao nosso lado havia um tronco deitado, Gisele sentou-se em cima dele e começou a 'cavalgá-lo’, friccionando aquela grutinha na madeira suja, enquanto pedia que eu me masturbasse e jorrasse sobre ela. Lambuzei-a todinha com meu esperma. Ela, então, lubrificou as mãos e virou-se de quatro, oferecendo-me o ânus.

Estranhamente, ela me contou que nunca havia dado a bundinha. Mas como tudo tem a primeira vez, pedi-lhe que relaxasse, pois aquele relacionamento não a prejudicaria em nada, apenas nos divertiríamos. Peguei o membro e fui introduzindo.

Quando a glande tocou na borda de seu ânus, Gisele regulou. Pedi que ficasse calma e procurasse relaxar. Para excitar mais, toquei em seu clitóris e comecei a massageá-lo. Aos poucos, fui introduzindo-lhe o pênis e, à medida que penetrava, Gisele movimentava-se freneticamente.

Aquele buraquinho era tão apertado que pensei não colocar mais que a metade do meu falo. Ao chegarmos ao climax, Gisele, repentinamente, parou de movimentar-se e passou a piscar o ânus sem parar. Seus olhos fechados e sua fisionomia tranqüila traduziam a satisfação.

Pegamos nossas roupas e fomos para o carro, ao encontro de Fábio e Gigi. Ao nos aproximarmos, olhei para o alto e avistei, em cima duma arvore, numa calcinha manchada de sangue. Pensei que Fábio houvesse cometido algum ato abusivo com Gigi.

Mas, quando perguntei aos dois o que havia acontecido, a moça me explicou que estava mestruada e Fábio, possesso pôr não ter aproveitado nada, pendurara a calcinha em cima da árvore e dormira. Depois, deixamos as gatinhas em casa e fomos bater o ponto no trabalho. Volta e meia, vou ao meu terreno com Gisele para reviver aqueles deliciosos momentos.

Enviado por email por Marcelo

Fui Comida Dentro da Balada

Era o fim de uma tarde de domingo, estávamos no verão e naquele dia o calor estava muito forte. Eu e minha amiga Cristiane estávamos indo até uma casa noturna que havia sido aberta há pouco tempo em minha cidade. A Cristiane, com dezessete anos, já estava freqüentando as matinês de domingo fazia algumas semanas. Mas para mim seria a primeira vez. Estava usando um vestidinho preto que marcava o meu corpo.

No local fiquei deslumbrada com a iluminação, as músicas e as pessoas bonitas que dançavam descontraídas ao som do DJ. Cristiane já conhecia diversos garotos e eu acabei me enturmando também, Os garotos me assediavam e eu me fazia de difícil. Ainda não tinha achado ninguém que me interessasse. Quem acabou me chamando mais a atenção foi o gerente da casa, um senhor de cabelos grisalhos. Não por sua beleza ou porte físico, mas pelo poder que ele representava ali dentro. As meninas corriam atrás dele para receber entradas ou bebidas grátis e estar ao seu lado representava um certo “status“ dentro da casa noturna.

Sempre procurei o melhor para mim e os garotos que insistentemente tentavam ficar comigo dentro da casa me desinteressavam, pois eu pretendia ganhar a atenção do tal gerente. Afinal eu sempre soube aproveitar a minha beleza. Loira, cabelos lisos pela cintura, olhos verdes. No auge de minha juventude possuo um rosto de menina e corpo de mulher com seios médios, cinturinha fina, pernas grossas e bumbum arrebitado. Utilizando de meus atributos para seduzir o tal gerente conseguiria a sua atenção. Não que planejasse ficar com aquele cara, ou que me faltasse dinheiro para as bebidas, queria apenas que ele ficasse caidinho por mim para usufruir das vantagens de ser sua amiga e conseguir algumas entradas e bebidas grátis.

Depois de freqüentar o lugar por algumas vezes encontrei a oportunidade que esperava. Entramos cedo, na abertura da casa, e então avistei o gerente em uma roda, dançando e conversando com algumas conhecidas minhas. Fui até eles, cumprimentei todos na rodinha e logo estava conversando animadamente com todos, posicionada estrategicamente ao lado do gerente. Aos poucos fui jogando meu charme para o senhor e sempre que podia encostava disfarçadamente meu corpo no dele, dançando de um jeito sensual. Eu estava com uma saia curtíssima, um top e botas pretas. Bem piriguete e provocante. O gerente foi ficando todo animadinho e estava todo derretido com a atenção que eu estava dando para ele. O jogo já estava ganho. O cara estava no papo.

Quando tive a oportunidade, pedi para ele se poderia me arrumar uns “convites” para a semana seguinte e no mesmo instante ele disse que sim. Pediu para procurá-lo mais tarde, pois poderia me arrumar vários convites. Dei um tchauzinho e fui procurar minhas outras amigas.

A Cristiane, minha companheira de baladas, estava em um canto abraçada com um segurança da casa. Parecia até que eles estavam juntos, pois o cara a apertava contra o seu corpo de quase 2 metros de altura e acariciava ousadamente as suas costas. Quando A Cristiane me viu ficou um pouco sem graça pelos amassos que estava levando e largou o segurança para dançar comigo.

Lá pelas 21 h., o gerente da casa me encontrou no bar bebendo uma cerva e disse para eu ir até a sua sala que ficava no andar superior da casa para pegar tomar alguma coisa e pegar os convites. Fiquei meio envergonhada e receosa por ter que ir até a sua sala, mas acabei indo para não perder a oportunidade.

A sala possuía uma mesa, cadeiras, um pequeno frigobar, um sofá e vidros espelhados que nos davam uma visão da pista de dance, mas de lá ninguém conseguia nos ver. Da sala conseguia ouvir as batidas alucinantes da dance music. Assim que entramos , percebi que aquele cara estava com más intenções comigo e acabei ficando um pouco assustada. Queria correr dali, mas aquela situação toda mexia comigo. A música, o pessoal dançando freneticamente na pista lá embaixo, aquele som e as cervejas que havia tomado. Tudo tinha um ar de proibido. Inusitado. Curioso.

Então Gilmar chegou perto de mim, me olhou nos olhos e foi logo lascando um beijo na minha boca que acabei correspondendo. Como beijava bem! Sua língua entrava em minha boca explorando todos os cantos. No inicio de forma lenta e carinhosa, mas logo passou para um ritmo mais acelerado e quente. Meu, pensei: Estou beijando um quarentão! Nunca tinha ficado com alguém tão mais velho que eu, somente uns garotos de minha idade. Bom, já que estava na sala e ninguém ia ver mesmo. Fui me envolvendo naquele beijo e logo senti sua mão deslizar por minhas costas e aos poucos foi chegando até o meu bumbum. Ele me apertou ao encontro de seu corpo e senti sua genitália dura como pedra.

Aquilo foi me deixando meio perturbada, assustada! Estávamos sozinhos e não sabia até onde ele iria. Mas o amasso estava gostoso e fui deixando meus instintos me levarem. Aos poucos também fui pressionando minha genitália contra a dele. Péssima idéia! Ele achou que estava tudo bem e já foi enfiando a mão por baixo de meu top, acariciando os meus seios, fiquei sem saber o que fazer Tomada por uma espécie de medo por estar ali com um estranho, mas com um calor dominando o meu corpo. Suas mãos desceram até as minhas pernas e subiram novamente por baixo de minha saia até encontrar a minha calcinha. Os seus dedos entraram pela lateral e logo os seus dedos estavam acariciando o meu grelinho Pedi que parasse.

- Espera. Assim eu não quero. Chega. Vamos voltar lá para baixo?

Ele murmurou de um jeito bem safado no meu ouvido.

- Minha loirinha. Você não estava jogando charme para mim? Vestida desse jeito me provocando? Dançando daquele jeito. E agora vai correr? Não. Eu vou te foder. Quero sentir essa bucetinha. Te comer bem gostoso. Sabia que adoro esporrar na boca de uma cadelinha?

Pensei em gritar. Nunca tinham falado comigo deste jeito. Que falta de respeito! E aquela mão que não parava. Já estava ficando louca. O cara sabia o que estava fazendo. Eu queria sair dali. Correr. Gritar. Mas não conseguia. Ele dominava a situação e me segurava firme.

Aquilo era muito diferente das outras vezes que havia tirado uns sarros com uns namoradinhos.
O cara era um estranho, bem mais velho do que eu e aquele misto de medo de ser estuprada e o tesão que estava sentindo me deixavam louca.

- Ahhhhh. Para. Eu não quero. Me deixa descer.

- Você quer sim loirinha. Posso sentir sua buceta molhadinha. E essa sua bundinha. Arrebitada. Durinha. Aaaaaahhh. Que tesão.

Enquanto ele falava senti sua mão abrir o zíper de minha saia que logo estava no chão. Meu top foi arrancado me deixando com os seios de fora. Sua boca desceu até eles sugando vorazmente. O cara os lambia, mordia e sugava os mamilos. O que era aquilo? Seus dedos entravam por minha calcinha e acariciavam o meu cuzinho. Nossa! Que tesão estava sentindo. Minha bucetinha já estava encharcada e o meu cuzinho até piscava sentindo aqueles dedos me acariciando.

Então ele abriu sua braguilha e senti o seu pau duro e quente como brasa se esfregar em minha bucetinha por cima da calcinha. Meio mole, sem forças ainda falei.

- Ainnnn. Para. Assim não. Devagar. Por favor! Me deixa ir.Ahhh.

Como resposta ele colocou minha calcinha de lado e começou a pincelar aquela rola por toda a minha bucetinha, me provocando. Desci minha mão até suas bolas, apertei seu pau . Como era grande. Eu estava até com medo daquele pauzão. Será que conseguiria entrar inteiro na minha bucetinha?Encostada na parede ele me pressionava e continuava pincelando na entrada da minha bucetinha e foi mexendo até que senti a cabecinha entrar, apesar de molhada doeu um pouco e dei um gemido de dor. Ele deve ter pensando que era de prazer e foi enfiando o resto bem devagar, fui sentindo tudo aquilo me preenchendo, me arrombando, entre os meus gemidos senti sua virilha encostar na minha Não acreditava que aquele pau estava inteirinho dentro de mim.

- Aiinnn. Ta doendo. Teu pau é muito grande. Tira.

- Calma minha menina. Você já o agüentou todo. Que bucetinha gostosa, quentinha, molhadinha, nossa! Você é um tesãozinho saiba?

Ele ficava gemendo no meu ouvido e mexendo com o pau de cima para baixo Estava ficando gostoso. Estava bom me sentir pressionada na parede, aquele pauzão entrando e saindo. Comecei a rebolar e mexer com o quadril.

- Vai. Mete. Aahhhh. Sim. Que delicia!- Falei com a voz melosa

- Isso meu tesão .Mexe.Goza comigo. Assim. Mexe.

Nisso senti um prazer incrível, aquela sensação dominado todo o meu corpo. Estava gozando, minha bucetinha se contraia, estava toda suada, as minhas pernas amoleceram.


- Goza minha loirinha. Goza no meu pau, aperta ele bem gostoso. Agora vou gozar na sua boquinha.

Nesse mesmo instante ele tirou o pau da minha buceta e me fez abaixar, fiquei com o pau na altura do meu rosto, o segurei nas bolas e coloquei a cabecinha na minha boca brincando com a língua. Logo o seu pau explodiu dentro da minha boca. Senti o seu caldo quente na minha garganta, fiquei com nojo e tentei tirar o pau da minha boca, mas ele segurou minha cabeça me obrigando a engolir tudo, o corpo dele se contorceu. Pensei que ele fosse até cair, mas ele continuou a gozar na minha boca. A porra era tanta que escorria pelo canto dos meus lábios.

- Nossa loirinha. Como a sua você é gostosa. Acho que foi a melhor bucetinha que já comi.

Agora, me recompondo aos poucos. Pude ver loucura que fiz, havia dado para um cara dentro da balada. Ele me largou encostada na parede limpou o seu pau na cortina que estava perto. Que porco. Colocou o pau dentro das calças e arrumou a sua roupa. Fui pegando minhas roupas e também me vestindo. Enquanto ele se vestiu rapidamente me dizendo enquanto terminava de se arrumar:

- Na próxima vez quero comer tua bundinha, ta? Disse ele destrancando a porta da sala.

Sai da sala e desci as escadas ainda com as pernas bambas e a bucetinha ardendo. Avistei minha amiga dançando na pista e pedi para ir embora.

- Mas onde você estava garota? Te procurei por todos os lados? Estava em algum canto com um gatinho, né?

Preferi não contar nada. O que ela poderia pensar de mim? Que eu era mais uma “vitima” do gerente garanhão? Dizer que engoli toda aquela porra? Fomos embora, mas combinamos de voltar ao lugar na semana seguinte. Fui dormir com a bucetinha ardendo, mas satisfeita pela aventura e prazer que senti.

Em outra vez que fui até lá eu e minha amiga demos para o gerente e o segurança no estoque de bebidas. E o velho cumpriu a promessa e comeu o meu cuzinho. Mas isto é outra história.

By Bianca - enviado por email
Continuação do conto desta autora aqui -> Fui Comida Dentro da Balada - Parte II

Comi a Sobrinha de Minha Mulher


Minha esposa tem vinte e um anos, é branquinha, tem 1,67 de altura 55 kg, cabelos pretos longos na altura da cintura e olhos verdes. Uma deusa! Na verdade, não sei o que ela viu em mim, porque não me acho bonito e sou mais baixo que ela. Nos conhecemos a nove meses em um aniversário de um amigo pois não sou muito de sair, não bebo, não fumo, sou muito caseiro e só saio de casa para o trabalho a não ser casamentos e festas sociais de amigos, bom... Em uma destas festas que conheci Fernanda.

Tínhamos muito em comum, ela estava passando férias em minha cidade, sua amiga era amiga de meu amigo e a convidou para esse evento. Depois de nos conhecermos começamos a namorar apesar dela morar em outro estado. Sua mãe tem uma confecção e com freqüência vem fazer compras aqui para revender em sua cidade. Por isso sempre que ela vinha nos encontrávamos, depois de um mês de namoro ela contou a sua mãe que não aceitou de jeito nenhum pois não me conhecia, era a filha caçula, tinha só ela das três irmãs em casa e ,por isso, a mãe mimava muito ela.

Não queria que ela saísse de casa, porém mesmo assim, continuamos a namorar. Ela queria de qualquer jeito sair de casa e se casar comigo, pois não suportava mais sua mãe pegando no seu pé. Fernanda era muito carente de amor até por que sua vida sempre foi de casa para o trabalho/ escola. Sua mãe sempre interferia em seus namoros de forma que nenhum namorado durava com ela. Queria que agora fosse diferente, então combinamos de nos casar mesmo sem o consentimento dos seus pais e sem eu não os conhecer.

O que acabou acontecendo é que ela deixou tudo para trás e veio morar comigo. Nessa época eu trabalhava de instrutor de informática numa escola particular, já tinha minha casa, mas morava com meus pais. Então nos casamos e fomos morar em minha casa. Quando chegou aqui ela prestou vestibular e acabou passando no curso de medicina, logo depois arranjou um emprego de secretária e vivíamos bem, ela passava o dia trabalhando e a noite ia para a faculdade, só chegando em casa depois da 22hs.

Eu trabalhava até às 18hs e ficava na casa de meus pais que era próxima da minha, esperando a hora dela chegar. Neste período eu não ganhava muito bem, quando era solteiro dava pra muitas coisas mas depois de casado começou a apertar as coisas, também atrasava muito as contas, então decidir procurar um novo emprego.

Depois de dois meses casado arranjei um novo emprego, ganhava bem melhor, mas só que era à noite, saia de casa às 22h e só voltava as 6h. Então minha esposa teria que ficar só à noite, pedi que ela dormisse na casa de meus pais e na minha folga dormiríamos juntos, mas ela não gostava. Preferia seu espaço, tinha mais privacidade, teríamos que arranjar uma solução. Pedi para minha irmã de 21 anos ficar com minha esposa, mas ela tinha medo de dormir só com Fernanda. Tentei pedir para minha sobrinha de 15 anos pousar em minha casa, mas também não deu certo.Então minha esposa me disse:

- Tenho uma sobrinha chamada Amanda, filha de minha irmã mais velha, ela é muito apegada a mim e tenho certeza que se eu pedir ela vem morar com a gente, mesmo porque ela não gosta do padrasto dela. Vivia dizendo que quando eu casasse moraria comigo. O que você acha?

Achei ótimo! Então ela ligou para sua irmã e pediu que colocasse sua Amanda no ônibus que ela esperaria aqui na rodoviária. Sua irmã aceitou e logo providenciou tudo, dois dias depois cheguei do trabalho às 7h e minha esposa me avisou que estaria indo pegar sua sobrinha na rodoviária.

Tomei meu café da manhã e fui dormir. Minha esposa saiu levando com ela uma cópia da chave de casa para não me acordar quando voltasse. Meio - dia acordei e ouvi vozes na cozinha. Levantei e fui até lá. Ao chegar me deparo com uma coisinha mais linda que já vi. Uma loirinha de olhos verdes quase da altura de minha mulher e muito bem feita.

Levei um susto porque não conhecia a família de minha esposa e não sabia que sua sobrinha ela tão linda! Minha esposa me apresentou e logo, com um lindo sorriso, ela me saudou com um bom dia. Eu e minha esposa nos amamos muito. Ela confia completamente em mim porque eu vivo em função dela. Também somos iguais na cama, só pra se ter uma idéia, fazemos amor todas as noites e por várias vezes. Quanto mais ela quer, mais eu também quero. É uma loucura e, às vezes, só vamos dormir depois das 5h da manha.

Nossa rotina acabou correndo da seguinte forma: Na hora que eu chegava em casa pela manhã minha esposa saia para trabalhar ,mas antes tomávamos nosso café juntos. Depois disso eu ia dormir e sua sobrinha só acordava depois das 8h que é a hora que chega nossa empregada.

Nossa casa não tem porta nos quartos e a sobrinha dormia num quarto vizinho ao nosso. Estava curioso para saber como ela dormia, então quando eu passava em frente seu quarto olhava e a via de vestidinho branco transparente com uma calcinha geralmente branca. Ficava logo de pau duro e ia imaginando como se aproximar daquele tesão, acho que ela percebia isso porque as vezes, quando eu me acordava, ela estava no nosso quarto trocando de roupa porque suas roupas ficavam no guarda-roupas de nosso quarto.

Ela nem imaginava que eu pudesse me acordar e se trocava frequentemente sentada na nossa cama na maior naturalidade. Um dia ouvi um barulho e abri levemente os olhos, vi que ela estava sem calcinha procurando uma para vestir, fiquei louco de tesão e percebi que sua xaninha era bem pequeninha com pelos loirinhos. Já estava mexendo demais comigo, mas não tinha como atacar porque temia a empregada.

Tinha que bolar ficar só com ela. Também observei que quando fazia amor com minha esposa ela ficava olhando, pela porta, percebi isso varias vezes. Parece que ela queria descobrir isso também.

Em certo dia a empregada ligou para avisar que estar doente e que não poderia ir trabalhar. Esta era a chance que eu queria! Dormi até meio dia e quando me acordei percebi ela na cozinha fazendo um lanche. Disse que era pra nós porque não sabia cozinhar, eu falei que não precisava porque eu iria comprar comida pronta. Sai para comprar uma pizza.

Quando cheguei observei que ela estava vestida com uma blusa grande de minha esposa. Dava para ver que ela estava só de calcinha e não usava sutiã pois seus peitinhos estavam quase furando a blusa.

Após comermos perguntei se ela tinha gostado, ela disse que tinha adorado aquele almoço diferente, então comecei a conhecê-la. Perguntei de que tipo de filmes ela gostava e ela falou de romance e ficção. Ela perguntou por que eu queria saber aquilo. Então eu disse que tinha uns vídeos no quarto, mas que não eram de romance e nem de ficção. Perguntei se ela queria assistir e ela concordou. Fomos ao quarto e eu sentei na cama pedindo para que ela sentasse numa cadeira. A loirinha me surpreendeu dizendo que preferia sentar na cama porque era mais confortável. Dizendo isto sentou-se ao meu lado. Coloquei um filme pornô e meio sem graça disse:

- Se você não gostar eu tiro ok?
-Tudo bem! -Exclamou ela enquanto olhava atentamente cada cena de sexo que rolava na fita. Nesse momento eu já estava de pau duro, acho que ela também estava molhada, pois de repente ela perguntou :

- Isto é realmente bom?
- Sim. É ótimo!
- Por isso que você e a titia sempre fazem isso? Perguntou ela.
- Claro que sim. - Respondi

Nesse momento eu estava bem perto dela e arrisquei colocar minha mão em suas pernas. Ela não reagiu. Comecei a mexer minha mão subindo até suas partes íntimas, observando que ela gostava porque sua respiração ficou mais forte. Em certo momento não agüentei e perguntei:

- Você gostaria de provar como é bom?
- Não é perigoso a tia saber?
- Vai ser um segredinho nosso! Você vai gostar mesmo porque precisa aprender para depois quando casar fazer como eu e sua tia fazemos.

Meu cacete já estava latejando quando comecei a forçar a mão entre suas coxas. Encostei no seu ouvido e dei umas mordidinhas na sua orelha , ela parece gostar pois nesse instante ela se deitou ao meu lado e levantou sua blusa. Ela estava só de calcinha mesmo! A safada parecia que previa o que iria acontecer.

Nesse instante me atirei em cima dela puxando sua calcinha e revelando uma xaninha linda na minha frente. Coloquei meu dedo e percebi que ela já está toda molhada. Comecei a massagear e ela ficou se torcendo como um verdadeiro pecado humano ao meu lado. De repente eu abri mais suas pernas e comecei a chupar sua xotinha. Ela suspirava e gozava respirando pesado.

Tirei minha roupa e coloquei meu pau na sua mão pedindo que ela fizesse do jeito que a tia dela faz.Meio sem graça ela colocou na boca e começou a chupar. Inicialmente devagar e depois aumentando seus movimentos me fazendo gozar dentro de sua boquinha. Quando ela sentiu o gosto cuspiu logo com nojo. Então me pediu deixando louco:

- Vai... Coloca na minha bucetinha, mas devagar porque eu nunca fiz isso.

Abri bem suas pernas e comecei a passar a cabeça do meu pau na entradinha da sua buceta e ela, doida, pediu:

- Coloca logo!

Ela já estava bem lubrificada e fui introduzindo lentamente enquanto ela se torcia toda. Segurei-a bem forte e dei uma estocada fazendo entrar de uma só vez. Então ela gritou forte e tentou me empurrar, mas já era tarde! Eu estava inteirinho dentro dela. Entre seus soluços comecei a me movimentar colocando para dentro e para fora. Que delicia aquela xotinha quentinha, apertada e gostosa. Dei várias estocadas até gozar dentro dela.... Acabei fazendo isso três vezes. Desde adolescente não conseguia fazer igual. Ela também acabou gozando me fazendo sentir sua vagina contrair-se em volta do meu cacete.

Desabei sobre ela deixando meu pau ainda dentro até sentí-lo amolecer e sair sozinho da sua bucetinha. Olhei para o meu pau e para o lençol, havia sangue por tudo... Seu cabacinho já era!Levantei-me para ir ao banheiro tomar banho e ela veio logo em seguida. A safada era igual a tia dela pois queria ainda mais... Ao chegar ao chuveiro começou a me beijar e a chupar meu pau de novo. Apesar do meu cansaço ele levantou e eu fui ficando em ponto de bala.

Então eu a ergui, levantando seu corpo até encaixar sua bucetinha no meu membro e aos poucos fui a fazendo descer até sentir meu pau escorregar e entrar nela novamente. Meti assim por um tempo e depois desencaixei, colocando a de costas apoiada na parede do banheiro. Comia sua bucetinha por trás e ela parecia gostar, pois empurrava sua bundinha na direção do meu cacete sem dó. Nós não conseguíamos parar de transar e quando percebi já eram seis da noite. Minhas pernas já estavam até bambas de tanto foder.

Depois desta maratona tivemos que parar, pois logo minha esposa chegaria mas combinamos de repetir isso outras vezes. Acabei dispensando a empregada com a justificativa de que nós mesmos nos viraríamos com o almoço. Com isso eu e Amanda teríamos mais privacidade para transar sempre que quiséssemos.
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