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Virei Uma Travesti Gostosa e Safada II

Eu estava sentada na poltrona no sofá quando ouvi o interfone tocar! Finalmente meu cliente tinha chego. Este já era meu conhecido e como sempre cumpria o horário de forma pontual. Olhei em volta conferindo se estaria tudo no lugar e sorri orgulhosa. O quarto estava muito bonito com uma luz suave, legião urbana nos CDS e um incenso soltando um leve aroma de canela no ar.

Olhei-me no espelho e gostei do que vi. Achei que estava muito bonita, neste instante fiz as contas e calculei que já fazia um ano que estava fazendo programas e na minha aparência, cada vez mais modificada pelos hormônios, percebi que fisicamente não tinha nada que lembrasse um homem. Minha transformação em mulher estaria quase completa se não fosse o pênis que sentia pressionado em minha calcinha minúscula por baixo do vestido de algodão.

Ouço a campainha, ele já estava na minha porta. Olhei uma ultima vez virando de lado e admirando minha parte preferida no espelho, havia aprendido um truque feminino que ao usar sapatos altos ele deixava minha bundinha ainda mais empinadinha. Abri a porta e ele entrou me dando um selinho nos lábios. Já conhecendo o caminho ele entra e eu o convido para sentar, sem demonstrar muita cerimônia já vem me beijando a boca e alisando meu corpo.

- Você tá muito linda! Hoje eu vou me acabar, quero beijar toda esta bundinha. – disse ele em meu ouvido me deixando toda arrepiada.

Seus lábios beijam meu pescoço e com as mãos ele desce as alcinhas de meu vestido. Sem tirar meu sutiã ele o abaixa apenas liberando o biquinho de um dos meus seios. Sua língua brinca de um lado para outro, de cima para baixo, alternando entre linguadas e mamadas como se quisesse tirar leite de meus peitos. Sinto um calor subir pelo meu corpo, vou ficando com tesão e acaricio seu pau por cima da calça social. A dureza mostra o quanto ele esta desejoso por sexo. Uma vontade louca de te-lo em minha boca me invade.

- Estou louca para sentir o teu pau na minha boca. Deixa eu chupar essa delicia? – Peço ao meu macho.
- Claro, estava com saudades dessa sua boquinha – ele vai dizendo enquanto abaixa suas calças e cueca.

O cheiro de sua porra , vazando de tanto tesão, me deixa com água na boca e o engulo de uma só vez. Passo a sugar, primeiro lentamente, enquanto acaricio suas bolas aplicando uma leve pressão. Sei que ele adora quando o massageio seu saco e seus gemidos me estimulam a fazer aquilo com mais afinco... Não demora muito e sinto sua porra se despejar sobre minha língua em abundancia. Ou fazia tempo que ele não transava ou ele sentiu um tesão incrível na minha chupada. Engulo tudo o que posso até deixá-lo limpinho. Terminado o primeiro tempo o convido para irmos até minha cama.

Ele termina de tirar toda a sua roupa e eu fico apenas de calcinha, mas ele não demora a tirá-la. Ao ver que estou com o membro duro o masturba sem muito jeito. Sei que ele não curte muito tocá-lo, mas diz que também quer me dar prazer. Às vezes penso como um homem procura um travesti se não gosta de cacete. Talvez não tenha coragem de admitir ou sua vontade esteja escondida sobre um manto de preconceito e machismo. O verdadeiro prazer não tem sexo e hoje tenho noção que todo homem gosta ou gostaria de transar com um travesti.

Ele me coloca na sua posição favorita: comigo de quatro na beirada da cama toda oferecida a ele. Sua boca beija minha bunda e suas mãos as apertam com vontade.

- Que bundinha gostosa você tem... Que delicia...

Sua língua acaricia meu anus até deixá-lo molhadinho e melado. Ofereço uma camisinha e um gel para lubrificar ainda mais seu pau. Ele usa os dois e começa a penetrar. Vou sentindo aquela ferramenta dura e latejando me preencher toda. Quando seus pentelhos encostam na minha bunda. Coloco as mãos para trás e puxo ainda mais seu corpo de encontro ao meu. Que delicia é ser comida por uma pica gostosa como a dele. Ficamos nesta posição por alguns instantes e vou por cima dele cavalgando como uma amazona. Antes de gozar ele tira seu pau para fora e me pede para fica de joelhos em sua frente. Seu pau goza explodindo em meus seios, aproveito para espalhá-los por eles.

Ele deita na cama ofegante e dizendo que eu estou cada vez mais gostosa. Logo o tempo combinado se esgota e ele vai embora se despedindo como entrou com um selinho em meus lábios.

Não disse anteriormente, mas o programa é cobrado adiantado e depois que ele vai embora vou guardá-lo em lugar mais seguro. Olho para o bolo de notas e fico alegre, o dia tinha sido proveitoso e superara as minhas expectativas.

Tomei um longo banho me deixando novamente limpa e cheirosa. Minha popularidade havia aumentado e vários homens estavam procurando meus serviços. Eu sou branquinha, tenho cabelos loiros naturais, olhos verdes e corpinho de ninfeta: sou magrinha e cheia de curvas. Algumas naturais e outras reforçadas pelos hormônios femininos que tomo constantemente.

Sentada em minha cama penso como parece que foi ontem que sai de casa expulso pelos meus pais ao descobrirem minha condição sexual. A decisão acertada de fazer programas aconteceu naturalmente e me faz ganhar um bom dinheiro fazendo o que eu gosto. Alguns homens desejam que eu seja passiva, mas a maioria gosta mesmo é que eu os coma bem gostoso. Talvez seja melhor para eles serem comidos por um homem com corpo de mulher. Se vocês soubessem a quantidade de homens casados que me procuram... E eu adoro atender todas as suas fantasias, realizar os desejos que com as mulheres não conseguem cumprir...

Este é o segundo relato de minha vida como travesti. Hoje tenho 20 anos e não troco por nada a vida que tenho. Moro em um apartamento legal, tenho carro, curto baladas nos finais de semana e estou feliz com minha condição de menino – mulher e digo a todos que se têm fantasias com travestis  que a realizem! Vocês irão encontrar um prazer incrível na junção de um corpo masculino e feminino.

Conto erótico por Barbie Sapeca
O primeiro conto desta autora foi : Virei Uma Travesti Gostosa e Safada

O Desabrochar de Valeska

Há 5 anos atrás, mais precisamente quando tinha 18 anos, tive minha primeira experiência sexual, foi inesquecível.

Tudo começou quando fomos viajar, eu e minha família, para nossa casa de praia no Guarujá. Íamos passar o verão inteiro, mas como surgiram alguns compromissos na empresa de meu pai, ele resolveu antecipar o retorno para São Paulo, voltaram com ele minha mãe e minhas irmãs, resolvi ficar, pois estava fazendo vários dias de sol e eu não queria perder o final de semana. Era quarta- feira, meu pai concordou que eu ficasse até a segunda seguinte, quando mandaria nosso motorista me buscar.

Eu, na época usava cabelos compridos, tinha aproximadamente 1,68 de altura, era loiro, olhos verdes, e não tinha o corpo bem definido como os outros rapazes da minha idade. Já há algum tempo vinha tendo vontades que me eram estranhas até então, queria me vestir de mulher para poder desfilar para as outras pessoas, sempre que podia usava as roupas das minhas irmãs, mas nunca tivera coragem de sair de casa. Foi nessa ocasião que surgiu pela primeira vez Valeska.

Já tinha tudo planejado quando eles partiram, fui numa loja de lingeries e com meu dinheiro comprei um conjuntinho lindo de calcinha e soutiens, de rendinhas e seda branca,. Passei por uma perfumaria e comprei um batom e alguma maquiagem, apesar de ter uma pele de fazer inveja eu não queria sair sem estar perfeita,

Passei por várias lojas de roupas femininas até achar uma que eu gostasse, entrei na loja e fui atendida por uma balconista, muito simpática por sinal, e pedi para ver mini-saias, ela me perguntou se era para mim, eu respondi que sim, foi somente ai que reparei que as pessoas que haviam me atendido não repararam que eu era um menino, talvez porque eu estava usando uma bermuda pequena e uma camiseta grande, depois de experimentar varias roupas achei uma que me agradou, era uma mini-saia de seda amarelinha toda rodadinha (uma gracinha), e uma blusinha também de seda branca, passei por uma loja de sapatos e comprei uma sandália de salto que combinasse com as roupas que havia comprado.

Pronto estava tudo preparado para a grande noite, lá pelas 7 da noite tomei um banho, tinha passado água oxigenada nos meus pelinhos da perna para que sumissem no meu lindo bronzeado, depilei minha virilha, minhas axilas, para que tudo fosse perfeito, passei uma hora me maquiando, fiz uma maquiagem bem leve, passei o batom vermelho que havia comprado e coloquei as roupas, gente fiquei surpresa com o resultado, realmente fiquei uma gracinha,

Coloquei 2 esponjinhas para fazer os peitinhos, e um lacinho amarelo para prender meus cabelos, tinha na época as duas orelhas furadas, aproveitei e coloquei um par de brincos com a figura de cavalos marinhos, que tenho até hoje e fui até o espelho verificar o resultado, gente, fiquei linda. Às 8:30 horas da noite surgiu pela primeira vez, Valeska. Que prazer indescritível! Passei pelo calçadão da praia e fui cantada por vários gatos, que sensação gostosa à de sentir a saínha roçando pelas pernas, a lingerie colada no corpo

Os meninos não paravam de mexer comigo me chamavam de loirinha gostosa, de tesão, foi incrível. Lá pelas 22:00 h passando por uma av. beira mar cruzei com um gato que mudou minha vida, ele era alto, loiro tipo surfista e forte, estava usando um bermuda justa e pude observar que ele tinha um belo volume entre as pernas. Ele, percebendo meus olhares, veio em minha direção. Gente, eu gelei por dentro e fiquei toda arrepiada por fora, meu cuzinho não parava de piscar,

Ele se aproximou e começamos a conversar. Ele se chamava Eduardo e era realmente lindo. Resolvi arriscar, pensei que se tivesse de perder o cabaço teria que ser com ele. Até então ele não havia percebido que eu era um menino e me convidou para passearmos pelas areias da praia. Após algum tempo ele me abraçou de uma forma viril, mas gentil, e me deu um demorado beijo na boca. Nunca senti tanto tesão por alguém, resolvi arriscar e contei para ele toda a verdade, pensei que ia levar umas porradas, mas o que aconteceu foi que ele disse, já que estamos aqui e você é uma gracinha, tudo bem eu vou te desvirginar do mesmo jeito.

Gente, nunca amei um homem como aquele, ele me levou para o apartamento que ele estava dividindo com outros rapazes, que na hora estava vazio, e começamos a nos amar. Ele me deu um beijo demorado, começou a lamber minhas orelhas, fiquei toda tesuda, comecei a alisar aquele cacete maravilhoso , ele parou de me beijar e me mandou que ajoelhasse, tirou aquele falo maravilhoso para fora,

Nunca chupei um pau tão gostoso, lambia as bolas, os pêlos, subia devagarinho até chegar à cabeça, colocava tudo na boca e sugava com tesão. Ele tinha 21 cm de cacete (eu medi com uma régua), que pau enorme e gostoso, ele me fez parar e pediu que eu desfilasse para ele. Comecei a roçar minha bundinha no cacete dele que levantou minha saínha, abaixou minha calcinha e enfiou o dedo no meu cuzinho, que naquela hora não agüentava mais de vontade de sentar gostoso. Ele enfiava o dedo até o fim e tirava, que delícia, me levou para sua cama com o dedo enfiado no meu cuzinho, me obrigou a ficar de quatro e passou margarina por toda a extensão daquele cacete maravilhoso,

Eu já estava gemendo de tanto tesão, ele encostou no meu cuzinho e foi empurrando devagarinho, nunca senti tanta dor e tesão ao mesmo tempo, ele ia empurrando amorosamente devagarinho, e eu ia sentido ele entrar por dentro. Após algum tempo ele conseguiu colocar tudinho dentro de mim, eu já não sentia dor, só prazer de ser comida por um homem com tanto carinho. Ele bombava com vigor dentro de mim e eu rebolava feito um cadela no cio, ele gozou com jatos fortes e eu, quase ao mesmo tempo, gozei também sem me tocar.

Ficamos transando até os amigos dele aparecerem, ele me levou embora, pois como ele mesmo disse, aquela não era hora de uma menina andar sozinha, fomos abraçado até perto de minha casa, quando chegamos próximo ele me deu um gostoso beijo, me chamou de sua putinha e me convidou para irmos à praia juntos no dia seguinte. No outro dia corri comprar um biquíni para mim e fui à praia com ele, usei uma fita adesiva para esconder meu pênis e fui para praia de biquíni. Ficamos com a galera dele o dia inteiro e à noite nós transávamos na minha casa.

Tenho até hoje varias fotos com meu gato e sempre que posso saio com ele. Tudo o que está escrito è a mais pura verdade. 

Conto recebido por email by Valeska

Geórgia, Meu Amante de Batom

Conheci Geórgia num show de uma famosa dupla sertaneja no Vale do Anhagabaú. Era um daqueles shows imensos, ao ar livre e de graça, onde normalmente há um monte de tumultos. Assim que bati os olhos nela, percebi logo que era um travesti. E daqueles bem bonitões.

Meu nome é Adalberto, tenho 5O anos, e desde garotão que sinto uma atração muito grande por outros homens. De uns tempos pra cá, passei a sentir atração também por travestis que m grande escala sabem fazer um homem delirar de prazer.

O show corria animado, com o povão cantando e dançando junto com os artistas e eu de olho na Geórgia. A cada empurra-empurra que acontecia, eu aproveitava a oportunidade para me aproximar mais dela. Até que num determinado momento eu cheguei a ficar lado a lado com ela e sempre que o público fazia uma onda eu me encostava-se a ela. É claro que Geórgia percebeu minha intenção e não se fez de rogada, começou também a se esfregar em mim.

Quando o show terminou, tanto eu quanto ela, estávamos de pau duro. Convidei-a para tomar alguma coisa gelada, pois estava fazendo muito calor e ela aceitou. Fomos a um barzinho ali nas imediações e aí eu sugeri que fôssemos até minha casa, onde poderíamos ficar mais à vontade. Ela sorriu maliciosamente e respondeu que estava mesmo precisando ficar bem à vontade.

Chegamos em casa rapidinho, pois eu também moro nas imediações do Vale do Anhagabaú, e assim que entramos mal deu tempo de fechar a porta e Geórgia foi logo me pegando por trás e dizendo que estava sentindo que eu estava precisando de um macho. Nem tive tempo de responder, pois ela abaixou minha roupa, eu estava vestindo calça de elástico, levantou sua saia, enfim, e me fez sentir sua pica grande e grossa no rabo.

Eu me sentia sendo currado por aquele travesti gostoso e másculo. Ela enterrou tudo de uma só vez, rasgando meu cu numa foda alucinante. Trepamos feito cães, ali na sala mesmo, sem nem ao menos tirar a roupa. Foi demais!

À medida que ela se movimentava, entrando e saindo do meu rabo, ia me chamando de cadelinha gostosa e eu ia me sentindo a própria. Ao mesmo tempo em que me fodia o cu, Geórgia ia me punhetando divinamente, com uma sabedoria de fazer inveja a qualquer um. Nem dá pra explicar a sensação que eu sentia enquanto estávamos trepando.

Aquele mulherão atrás de mim, gemendo e dizendo coisas obscenas, dotada de um caralho que devia ter uns 2O cm, com o saco a bater sem parar na minha bunda... Gozamos urrando feito bichos. Ela caiu sobre mim e ficamos alguns segundos deitados no chão da sala, com nossa respiração ofegante e com o coração querendo sair pela boca. Mas não estávamos satisfeitos e muito menos, saciados.

Se tem uma coisa que eu adoro, é ver um travesti como a Geórgia, de bom gosto e bem tratado, nu. O contraste do corpo de mulher com uma verga poderosa, me deixa sempre arrepiado de tesão. E Geórgia era linda demais.

Comecei a despi-la e, à medida que seu corpo ia ficando nu, meu cacete ia endurecendo e latejando de desejo. Comecei a mamar seus seios, redondos e firmes, e a lamber seu corpo lisinho de mulher, deixando-a também tão tesuda quanto eu. Quando enfim, ela ficou nua, e eu pude vê-la inteira com o cacete em riste, caí de boca naquela obra de arte que tremia diante de mim.

Fiz uma chupeta fenomenal, sentindo uma gula insaciável dentro de mim. Ela gozou na minha boca, gritando delícias de se ouvir numa hora como estas. Depois tomamos um demorado banho frio, bem relaxante, e fomos nus para cozinha, onde tomamos um lanche bem reforçado, para recuperamos nossas energias. Geórgia, mesmo com o cacete meio caído, estava deliciosamente linda.

Depois do lanche, ela pediu para dar um telefonema, e enquanto isso eu coloquei para tocar uma música bem romântica, pois eu estava muito a fim de me aninhar nos braços dela e dançar coladinho ao seu corpo que era bem mais forte e maior que o meu. Enquanto eu fantasiava me imaginando em seus braços, não pude deixar de ouvir que ela estava cancelando um compromisso para ficar comigo.

Fiquei envaidecido com aquilo e me dispus a tratá-la melhor ainda a partir daí. Assim que desligou o telefone, Geórgia veio toda carinhosa pro meu lado, enlaçando-me pela cintura e eu, feliz, abracei-me a ela cruzando meus braços ao redor do seu pescoço. Começamos a dançar e não demorou para estarmos esfregando nossos paus que começavam a nos incomodar entre as pernas.

Estávamos tesudos outra vez e ela me disse que agora queria fazer amor decentemente, em cima de uma cama. Fomos para o quarto abraçados e nos atiramos na minha cama que é bem macia e confortável. Geórgia se deitou sobre mim e me deu um banho de língua delicioso. Chupou meu cacete e depois se sentou em cima dele para uma cavalgada rápida e prazerosa. Deliramos de gozo e depois foi a minha vez de cavalgar em cima daquela linda mulher de pinto grande e gostoso.

Transamos a noite inteira e Geórgia só foi embora quando o sol raiou. A partir deste dia, de vez em quando a gente se encontra e eu adoro quando ela chega toda perfumada, maquiada e feminina. Gosto mais ainda de grudar minha boca na dela e tirar todo seu batom, lambuzando-me e deixando-a toda lambuzada. A gente sempre acaba rindo das manchas que deixamos em nossos rostos. Geórgia é meu amante eventual e com ele vivo momentos de intenso prazer.

Conto erótico recebido por email

Virei Uma Travesti Gostosa e Safada

Desde pequeno sabia que era diferente dos outros meninos de minha idade, não gostava de jogar bola, vídeo game ou brincar de carrinho. O que eu curtia era ficar com as meninas e brincar de boneca ou andar de um lado para outro com elas. Me sentia diferente e feminina. Este sentimento aumentou quando cheguei na minha adolescência. Com trejeitos e atitudes de uma garota me descobri uma menina no corpo masculino. Gostava de tudo que minhas amigas gostavam, mas no meio das pernas tinha um pênis em vez de uma xoxotinha.

Minha família era meio careta neste sentido e eu vivia escutando que deveria fazer coisas de homens e abandonar este meu estilo feminino. Mas não havia jeito de mudar o que já nascera comigo. Apesar de sentir atração física por garotos até os 13 anos nunca tinha feito nada com eles. Nada de troca-trocas ou brincadeiras de garotos com sentido sexual. Eu era uma menininha e apesar de ter vontade de tocar um corpo masculino era um pouco tímida para isso.

Um pouco mais velha, ainda adolescente e já consciente de minha condição, decidi tomar hormônios e iniciar a transformação do meu corpo, decisão esta, ainda oculta de meus pais. Já era delicado e com algumas curvas femininas, mas elas começaram a se desenvolver mesmo algum tempo depois dos hormônios. Até peitinhos eu estava ganhando!

Certo dia, enquanto estava sozinha em casa, peguei as roupas femininas que secretamente comprava, me maquiei toda e me admirava no espelho de casa quando meus pais chegaram. Foi aquela briga e sem nesta historia me ater muito ao fato por considerar triste e desnecessário vou resumir o resultado: fui expulsa de casa. Ainda novinha, com uma mala embaixo do braço e pouco dinheiro no bolso fui para uma pensão próxima ao centro da minha cidade e neste momento a minha vida começa a mudar.

Nesta época usava meus cabelos naturalmente loiros um pouco acima dos ombros, tinha os olhos claros, cintura fina, magrinha e com já tinha peitinhos de ninfeta. Além de uma bundinha empinada e gostosa. Ela é, na verdade, o meu orgulho pois é bonitinha naturalmente sem precisar me encher de silicone como fazer outras “meninas”.

Uns dias após sair de casa, usava calça jeans e camiseta, e passeava pela cidade pensando no que ia fazer da vida quando um carro para ao lado da calçada e lentamente começa me acompanhar. Um pouco assustada olho para o motorista e vejo um senhor de uns quarenta anos, usando óculos e camisa social me fazendo sinal para ir falar com ele. Confiando na sua boa aparência me aproximei para ver o que ele queria.

Inesperadamente, ele me perguntou quanto eu cobraria por um programa. Fiquei admirada com aquilo e pensei quanto poderia ganhar com aquilo, afinal o coroa não era de se jogar fora. Tremendo igual vara – verde me apóie na janela do carro e disse confiante:

- São cinqüenta reais, mas só faço sexo oral!
- Feito. – disse ele. - Pode Subir no carro

O cara devia estar com muita falta de sexo ou me achou gostosa, pois fiquei sabendo mais tarde, que este é o preço que algumas “meninas” profissionais cobram pelo programa inteiro.

Um pouco receosa entrei no seu carro e ele conduziu até uma rua deserta, fora do centro da cidade. Assim que parou o carro abriu a braguilha da sua calça e tirou seu cacete para fora já duro. Não era muito grande, mas era extremamente grosso com uma cabeçona vermelha e brilhosa. Sem jeito me debrucei sobre ele e introduzi seu membro na minha boca. Dei a primeira chupada como se chupasse uma manga, ele gemeu, gostei e fiz novamente desta vez colocando quase todo o seu pau na boca. Fui tirando seu pau da boca, posicionando minha língua embaixo do membro.

O coroa gemia e dizia que eu era a sua putinha, o seu viadinho. Eu agora já totalmente à vontade com seu pau na boca, o engolia , lambia e apertava suas bolas. Logo ele suspirou e gozou despejando seu leitinho quente na minha boca. Engoli tudo sem deixar escorrer nenhuma gota.

Satisfeito o coroa ajeitou seu pau para dentro da calça e passou uma nota de cinqüenta reais dizendo que da próxima vez queria experimentar a minha bundinha. Me deixando perto da pensão. Desci do carro extasiada. Havia ganho dinheiro com uma coisa que faria de graça. Pensei, fiz contas e calculei que se fizesse duas ou três vezes aquilo por dia poderia ganhar um bom dinheiro. E para isso teria que ser a mais gostosa por ali. Eu era novinha, já tinha curvas femininas, bastaria me pintar e vestir uma roupa que realçasse as minhas formas. A única coisa que pensei é que deveria escolher uma cara gatinho para tirar a virgindade do meu rabinho.

Então, finalmente completei a minha transformação. Pegue o dinheiro que ainda tinha e fui ao cab
elereiro, deixei meus cabelos loiros lisos e repartidos ao meio, eles estava cumpridos e ficava até a metade de minhas costas. Me maquiei como uma menina, delineando os olhos para destacar ainda mais o verde. Em casa tomei um banho bem demorado, me depilei toda e usei meu perfume favorito, vesti uma lingerie preta com rendas. Coloquei uma saínha que ficava até a metade de minhas coxas, sapato preto alto e uma blusinha branca que amarrei na metade de minha barriguinha a deixando de fora. Olhei para a imagem que estava refletida no espelho e gostei do que vi. Se algum conhecido me visse assim talvez não me reconhecessem. Eu parecia mesmo uma mulher.

Usando o mesmo caminho que fiz antes, passei a andar na calçada rebolando e olhando para os carros que passavam, alguns buzinavam, outros ainda gritavam para fora do carro me chamando de gostosa e outras coisas. Eu sorria lisonjeada. Até que um astra preto e com filme nos vidros parou ao meu lado, o vidro se abriu e vi um rapaz de uns trinta anos, bonitinho e um pouco nervoso.

 Quanto é pelo programa: Você é puta, né?
 Oi, eu faço programas mas... Não sou mulher. - disse ao gatinho torcendo para que ele não se importasse com isso.
 Nossa... Mas você parece mesmo uma menina, quanto é teu programa?

Imaginei quanto cobraria. Não queria fazer muito caro para não espantá-lo, mas também não queria que fosse barato. Disse o preço de R$ 150,00 para ver sua reação, se ele dissesse que era muito caro abaixaria logo para R$ 100,00. Não foi o que aconteceu. Ele pediu para eu subir no carro. Com a adrenalina a mil, abri a porta e sentei ao seu lado. Milhares de coisas vieram a minha cabeça. E se esse cara fosse louco e quisesse me bater? E se o seu cacete fosse muito grande e eu não agüentasse no meu rabinho? A situação de perigo me deixava excitada e tive uma ereção. Meu pau doía sob a calcinha apertada.

Reparei melhor no rapaz ao meu lado que conduzia o veiculo para um motel, ele dizia algo sobre a musica, acho que nervoso, e eu olhei para as suas coxas grossas sob o jeans. Decidi que já que esta
Va ali iria lhe dar uma boa experiência e aproveitaria o Maximo daquela situação. Apertei sua perna e deixei a mão por ali. Ele olhou para mim e sorriu. Subi a mão, posicionando entre suas pernas e chei até o seu pau que apertei e senti o volume que se formava. Ele estava com tesão e seu pau devia estão tão duro quanto o meu.

 Já estamos chegando... - disse ele talvez apenas para falar alguma coisa.

Eu estava com tesão e não queria esperar, então abri sua calca e procurei liberar seu cacete para fora. Surgiu um pau bonito e cumprido, Todo babado com um liquido branco. Não resisti e abocanhei ele ali mesmo. Ele gemeu enquanto eu passava a língua pela cabecinha, pela lateral do seu pau, conhecendo sua rigidez, seu tesão. Ele estava muito excitado, pois não me demorei a chupar seu pau quando senti ele estremecer e um jato de porra grudar no céu da minha boca. Ele continuava dirigindo enquanto segurava minha cabeça com uma das mãos. Eu sugava e lambia tudinho para deixá-lo bem limpinho.

Me levantei e sorri para ele com uma cara de safada, chegamos ao motel e assim que desci do carro, antes mesmo de entrar no quarto o agarrei dando um beijo gostoso nele. Entramos nos agarrando no e já fui tirando sua camisa, a baixei sua calças e vi que ele ainda tinha disposição ara me comer, pois seu pau estava duríssimo, apontado para cima. Ele começou a tira minha blusinha enquanto me beijava e lambia meu pescoço. Tirem ou meu sutiã e se deliciou com meus peitinhos, suas mãos acharam o zíper de minha saia e fiquei um pouco preocupada. Será que ele não se assustaria com meu pauzinho duro? Procurei relaxar lembrando que eu disse que não era mulher.

Minha saia foi ao chão e ele olhou para mim só de calcinha. Ela era bem pequenina e meu pau duro de lado se destacava pressionado contra o tecido rendado. Apesar de meu pau ter uns 13 cm ele estava bem visível. Para minha surpresa o safado pediu para que eu desse uma voltinha bem devagar. Virei de costas para ele e coloquei as mãos no joelho arrebitando a bundinha para ele. A calcinha era fio dental e minhas nádegas arrebitadas cobriam quase todo o tecido que se perdiam entre elas.

 Nossa! Que tesão de rabinho! Hoje vou me acabar disse ele apertando com as duas mãos as polpas da minha bundinha, e se abaixando para beijá-las.

Que tesão. Sua boca beijava e lambia minha bundinha e logo ele afastou a tira da calcinha que cobria meu cuzinho e passou a acariciá-lo com sua língua curiosa que lambia todas as minhas preguinhas. Pensei que por sorte tinha achado o cara certo para comer o meu rabinho pela primeira vez.
Sentia meu cuzinho se contraindo, piscando louco de tesão para ser penetrado por aquele pauzão que eu acabara de chupar. Pensei em fazê-lo de novo, mas ele disse que queria comer logo meu cuzinho. Sem tirar minha calcinha, talvez para não ver meu pau. Ele colocou uma camisinha e posicionou a glande entre as polpinhas da minha bunda com a cabeça tocando meu reguinho, ficou brincando deste jeito por um tempo, me deixando ainda mais com vontade de te-lo dentro de mim. Eu pedia:

 Vai me come meu macho gosto, me fode vai... Deixa eu experimentar esse pauzão no meu cuzinho? Deixa?

Então ele colocou a glande na entrado do meu cuzinho e foi penetrando lentamente. Eu estava com tanta vontade que a dor que senti foi pouca perto do prazer de estar sendo enrabada si um homem tão gostoso. Sentia seu pau dentro de mim abrindo caminho entre minhas entranhas que se moldavam ao seu cacete. A dor aguda que senti, fui sinalizada por um pouco de sangue que saiu no seu pau. Assim que ele viu ficou ainda mais louco.

 Que tesão minha putinha. Eu estou arregaçando esse seu cuzinho...
 Então vai... Me come gostoso! Me fode com vontade vai.

Ele passou a bombar com força, tirando e colocando o cacete para dentro de mim. Eu gemia de dor e prazer. Aquilo não demorou muito e logo ele anunciou que estava gozando. Tirou a camisinha e gozou por cima da minha bundinha. Urrando de prazer.
Então falou que queria tomar um banho comigo. Fomos para o chuveiro onde fiquei nuazinha na frente dele. Eu não tinha gozado e meu pau estava um pouco duro. Ele ensaboava meus peitinhos, minhas coxas, mas evitava tocar no meu pau. Olhei para baixo e via que a água que escorria estava rosada. Ele devia ter mesmo arregaçado meu cu. Tomamos o banho juntos e nos vestimos.

Ele disse que adorou comer meu cuzinho e disse que queria me ver de novo. Disse que sempre estaria no mesmo local onde ele me pegou.

Recebi o dinheiro e fui deixada perto de casa. Tive que ir direito embora, pois como estava com o cuzinho doendo não ia rolar outro programa. Pensei comigo mesma que poderia me acostumar com aquilo e que ganhar a vida dando a bundinha não seria tão mal.

Conto Erótico escrito por Barbie Sapeca

As Aventuras de Debbi

Mais uma vez surgia a oportunidade das ruas verem Debbi ao vivo e a cores, e mais uma vez a minha coragem para realizar essa vontade não permitia que Debbi fosse vista andando por aí. A verdade é que todas as vezes que as oportunidades surgiam para mim, eu não conseguia aproveitá-las e acabava em casa frustrada e morrendo de tesão sem ninguém para me satisfazer.

Mas já que não se pode viver sempre fugindo de seus desejos internos, eu havia decidido que na próxima vez eu iria sair vestida de mulherzinha custasse o que custasse. E não demorou nem 2 horas para acontecer um fato que me colocaria na maior aventura de Debbi nas ruas.

Por obra do destino, minha família resolvera viajar de última hora para o sítio e todos sabiam que eu tinha prova bimestral na segunda-feira pela manhã, ou seja, nem pensar em viajar, pois eu acabaria me distraindo e prejudicando meus estudos (até parece né? Eu nunca fui grande coisa como estudante).

8 horas da noite e eu estava sozinha em casa assistindo um filme e confesso que nem me passava na cabeça em sair de Debbi, pois estava até um pouco cansada, mas o filme que eu estava vendo era de universitários e não parava de passar cenas de meninas de torcidas uniformizadas com suas saínhas rodadas e seus corpinhos super bem moldados e, como eu morro de tesão por essas roupinhas, PRONTO! Comecei a ficar com o cuzinho piscando e falei pra mim mesma: É hoje, ou vai ou racha.

1O horas da noite eu estava entrando em meu carro (já dirigia e tinha carta viu?) com uma calça e camiseta para a sociedade, mas com minha roupinha predileta por baixo (daqui a pouco eu falo) e o resto dos acessórios na minha mochila de ginástica. Fiquei quase uma hora rodando por São Paulo para encontrar um lugar deserto, ou quase, e que não fosse tão perigoso para me trocar.

Quando encontrei o tal lugar (para quem conhece fica numa rua chamada Ubatuba na lateral do Estádio do Pacaembu) me troquei super rápido, tirando a calça, a camiseta e ficando com uma blusinha de seda branca um pouco transparente, sutiã branco, calcinha branca (tudo de rendinha e seda), uma mini-saia rodada amarelinha clara (uma gracinha), e uma sapatinho branco, além disso, coloquei uma peruca longa loira, passei batom, me maquiei e sai andando. Logo na saída um susto: um carro da polícia militar parou bem ao meu lado no farol e ficaram me olhando, mas deram risadinhas, sinal que eu estava enganando bem.

Rodei mais uma meia hora sendo um pouco paquerada, mas sem dar muita bola para não chamar a atenção, e percebi que estava ficando chato, pois não estava propriamente nas ruas, o que eu queria era sair, andar e sentir o mesmo que havia sentido da minha última vez que havia saído de Debbi. Resolvi parar o carro perto do centro e saí por aí. Foi fantástico, foi maravilhoso, nem sei descrever o que senti quando ganhei as ruas de novo.

Alguns carros buzinavam para chamar a minha atenção e outros caras a pé me cantavam, porém as coisas não eram tão iguais como da última vez, pois algumas pessoas percebiam que eu não era realmente uma garota, primeiro pela minha aparência já mais adulta, segundo porque o lugar que eu estava era de domínio de outras bonecas profissionais e não profissionais que sempre estavam por lá e terceiro porque uma garota não estaria lá àquela hora da noite e vestida tão chiquezinha como eu estava.

Depois de um tempinho entrei num barzinho de freqüência mista, ou seja, tinha de tudo: héteros, casais, lésbicas, gays e bonecas como eu (algumas eram um pouco diferentes, deu pra entender né?). Entrei, sentei numa mesa e pedi uma cerveja. Não demorou a aparecer um cara perguntando se podia me fazer companhia, como eu estava morrendo de tesão e nunca havia dado o rabinho resolvi arriscar. Ele era alto, um pouco musculoso, usava barba, cabelos grisalhos e aparentava ter uns 45 anos mais ou menos.

Conversamos bastante e ele sabia o que eu era é lógico, mas mesmo assim foi um papo muito legal. Lá pelas tantas após umas cervejinhas (pagas por ele que eu não sou boba né?) ele me convidou para ir ao seu apartamento que ficava ali perto. Eu estava com tesão, morrendo de vontade de dar e louca pra perder o cabacinho, mas ainda não havia perdido a minha sanidade mental e nem estava tão bêbada para aceitar  ir ao apartamento de um cara sem conhecê-lo. Dei uma desculpa qualquer e falei que preferira ficar por ali mesmo. Resolvi ir ao banheiro, pois estava tomando muita cerveja e por ser diurético já não me agüentava mais.

Por se tratar de um bar misto não haveria problema eu utilizar o banheiro masculino mesmo vestido de mulher, o que não podia era entrar no banheiro feminino, pois seria uma falta de respeito e  lá fui eu. Quando entrei resolvi utilizar o box por ser mais privativo e como eu estava de mulherzinha resolvi me sentar para fazer xixi (tá rindo de que? eu também achei engraçado, mas sou assim né? Fazer o que).

De repente a porta do box se abriu e para a minha surpresa era o meu querido amigo da mesa que disse: Se a gente não pode transar lá em casa, pelo menos você vai fazer uma chupetinha pra mim aqui e agora. Eu nem preciso dizer que gelei por dentro, por fora e esquentei no cuzinho né? Ele fechou a porta do box e abaixou as calças botando para fora um cacete que jamais havia visto tão gostoso e grande e se como eu era virgem no cuzinho, mas não na boquinha resolvi mandar ver.

Chupei gostoso todo aquele pauzão começando pela cabeça e descendo bem devagar até os pentelhos e dando um belo trato nas bolas. Ora eu punha uma inteira na boca, ora outra para depois subir com lambidinhas por toda a extensão daquele falo maravilhoso que pulsava na minha mão e boca. Depois engoli tudo e ele empurrou a minha cabeça mais para dentro, eu sentia que iria sufocar, mas a minha vontade era tanta que nem me importei e continuei a chupar mais e mais. Meu cuzinho piscava e não agüentando mais pedi pra ele me comer ali mesmo.

Meu amante me virou e abaixou minha meia-calça, minha calcinha e lambeu meu cuzinho que já não agüentava mais de vontade de dar e sentar gostoso. Quando ele pós a cabecinha na portinha de meu rabinho, eu perdi a noção das coisas e abri o buraquinho com minhas mãos implorando pra ele me comer logo. A cabeça começou a entrar lentamente e quando já tinha uns 2 ou 3 centímetros dele dentro de mim, o segurança apareceu e nos expulsou de lá dizendo que se nós não pagássemos a conta e saíssemos imediatamente iria chamar a polícia.

Aproveitei enquanto o meu amigo pagava a conta debaixo das broncas do gerente e do segurança do local, para sair de fininho e correr para casa, pois não sou boba pra ficar e ver se eu iria me meter em alguma complicação.Quase foi desta vez que eu perdi o cabacinho. Cheguei em casa feliz por ter chupado um pau gostoso e feliz por ser tratada como mulher, mas com uma ponta de frustração por não ter dado o rabinho pela primeira vez. Ficaria para uma próxima oportunidade.

Conto erótico recebido por email – By Debbi

Revolução Sexual

O relato que venho a contar é um dos únicos que eu guardo com carinho, hoje com 42 anos me sinto um homem realizado emocionalmente e sexualmente, vamos ao que interessa: Em 1972, com a revolução sexual e dos tóxicos, eu vindo de uma família muito rigorosa, fui morar com meus avós no interior de Goiás, Multunópolis, você podem rir com um nome desses porque foi o que eu fiz quando soube que iria para aquele fim de mundo!

Não me esqueço do dia em que meus pais me levaram forçado para rodoviária. Eu pensava que minha vida estaria acabada, que nunca mais sentiria o gosto de uma xoxota paulista por entre meus lábios. Subi no ônibus imaginando como seria cansativa a viagem, mas por minha surpresa, estava sentada ao meu lado talvez a mulher mais linda e gostosa que vi em toda minha vida. Joana era uma mulher madura, aquelas que parece que tem tudo sobre controle, olhos verdes, cabelos longos e dourados, estatura mediana e uma bundinha... hum, nem gosto de lembrar...usava uma blusinha rosa que realçava o contorno de seus seios médios que tinham bicos salientes, sua saia era comprida, mas não deixava de realçar os contornos de sua pernas grossas e torneadas.

Ao me sentar, senti no ar o cheiro de seu perfume que penetrou por minhas narinas (me deixando de pau duro), como eu estava com uma calça jeans apertada foi quase inevitável disfarçar a ereção, me deixando sem graça. Joana notando meu constrangimento puxou logo assunto durante a viagem. Nesta parte do relato lembro a vocês que eu era um garoto inexperiente com apenas 17 anos de idade e Joana aparentava ter uns 32 anos. Conforme conversávamos, percebi que Joana me lançava um olhar penetrante e insinuante.

No meio da conversa acidentalmente o meu braço esbarrou em seus seios que logo observei ficaram excitados, então percebi que os faróis estavam acesos para mim. Com a desculpa de guardar minha carteira na mala, abaixei a cabeça e cautelosamente olhei por debaixo de sua saia, que por coincidência abriu mais as pernas proporcionando uma ampla visão de sua xoxota cheirosa que estava coberta apenas com uma tanguinha vermelha provocante que deixava alguns de seus pêlos pubianos aparecendo.

Ao me levantar, olhei profundamente para seus lindos olhos e ela me beijou com voracidade de uma tigresa indomável, como já era noite e percebendo que a metade do ônibus já havia dormido, Joana disse para mim que estava morrendo de tesão desde o primeiro momento que me viu, pois seu marido não satisfazia seus desejos.

Então com muita agilidade, ela colocou a mão dentro de minha calça acariciando minhas bolas e subindo até a cabeça do meu cacetão que estava quase explodindo de tanta excitação, então abri meu zíper para liberar meu membro que foi tomado pela sua linda e grande boca em uma deliciosa e louca chupeta! Joana tinha experiência no que fazia primeiro passava a língua em minha glande depois abocanhava com toda vontade do mundo, ao mesmo tempo fazia movimentos com as mãos simulando o vai e vêm alucinante de uma xoxota.

Seus movimentos me levaram a loucura a tal ponto que não pude mais segurar o gozo que explodiu em jatos fortes de porra em toda sua boca escorrendo pela sua face, quase desmaiei de tanto prazer... ! Então ela falou bem baixinho no meu ouvido:

— Me faz gozar como você gozou.

Comecei acariciando suas coxas de uma forma muito especial, pois queria retribuir o que havia me feito. Quando cheguei lá, minha mão encheu com um volume estranho por entre suas pernas, foi quando ela me olhou e disse a pior frase de toda minha vida, um verdadeiro pesadelo:

— Agora pode me chamar de João.

Depois desse dia nunca mais tive relações com quem eu realmente não conhecia! Se você mulher quiser tirar o meu trauma de adolescência deixe um recado para mim por aqui...

Conto erótico recebido por email - By Aventureiro Sexual


Tinha Palmito Na Salada

Trabalho com representação comercial e passo os dias zanzando de um lado para outro atendendo clientes e fechando contrato de vendas. Devido a isto tenho o costume de almoçar todos os dias em restaurantes. Escolho sempre os buffets que geralmente tem comida boa e barata.

Em uma sexta-feira corrida, consegui ir almoçar lá pelas 13h. Aproveitei que estava próximo ao centro da cidade e me dirigi a um restaurante que sempre costumo ir quando estou por aquela região. Por isso conheço quase todos os funcionários do local e, desta vez, me surpreendi por uma nova atendente que auxiliava na reposição do vasto buffet de saladas.

Ela era linda! Mesmo de uniforme podia perceber quanto ela era atraente, uns vinte anos, loira com os cabelos presos sob a touca, 170 de altura e olhos verdes. Tinha pernas grossas e uma cinturinha que fazia seu corpo parecer um violão, apesar de seus peitinhos serem pequeninos como os de uma adolescente. Para não negar que o RS é o celeiro das maiores beldades do pais, fiquei sabendo que ela era gauchinha, da cidade de Caxias do Sul ,e estava morando sozinha por aqui.

Passei a almoçar lá no restaurante quase todos os dias com a intenção de vê-la. Sempre que podia fazia uma brincadeirinha ou uma piadinha e logo passamos a criar um laço de amizade. Assim que ela me deu uma brecha a convidei para sair. Sorridente e um pouco ruborizada ela aceitou meu convite.

No horário combinado passei para buscá-la no seu serviço. Ela vestia um topzinho, valorizando seus peitinhos deliciosos e suas curvas perfeitas. Reparei nela, enquanto estacionava o carro e reafirmei minha sorte por estar saindo com uma mulher tão gostosa.

Fizemos o programinha básico, tão conhecido pelos malandros solteiros, a levei para jantar. Tomamos um vinho, o que a deixou alegrinha, e depois a convenci a ir para um motel. De inicio ela relutou um pouco, mas deu tudo certo e logo estávamos nos atracando em uma suíte.

Sua língua entrava em minha boca e passeava por todos os cantos, suas mãozinhas delicadas me apertavam o tórax e entravam por minha camisa. Aquela garota tinha um fogo incrível. Será que ela sempre era assim ou estava “necessitada”? Retribuindo suas caricias e já com o pau explodindo apertei seus peitinhos por cima da camisa. Ela gemeu e eu fui descendo minhas mãos delineando sua cintura até chegar à bundinha farta que apertei com vontade enchendo as duas mãos. Puxei ainda mais seu corpo de encontro ao meu, sem deixar de sentir aqueles beijos gostosos e excitantes que eram intermináveis. Nós dois já estávamos sem fôlego e respirávamos pesadamente.

Me afastei um pouco dela e apertei sua coxa, subi minha mão louco de vontade de alisar sua bucetinha por cima da calça, mas ela me conteve, segurando minha mão e direcionando até sua cintura. Pensei por um momento que não fosse rolar nada, mas ela continuava me beijando da mesma forma. Essa safada queria mesmo era me provocar... Pois ela ia ver! Iria lhe dar uma surra de pica que ela nunca mais esqueceria. Eu estava com um tesão danado e já podia sentir meu pau melecando minha cueca.

Tentei abrir os botões de sua camisa e não houve resistência. Lindos peitinhos de ninfeta apareceram sob um sutiã preto e com rendas. Abaixando um dos lados liberei o biquinho que apareceu saliente. A auréola do seio era toda rosadinha e como um imã atraíram minha boca de forma imediata. Com o contato de meus lábios ela jogou a cabeça para trás, gemendo e suspirando. Que tesão era essa mulher... O bico do seio ficou mais durinho e eu alternava entre sugadas e lambidas... Queria aproveitar cada segundo ao seu lado... Decidi tirar sua camisa e seu sutiã para dar igual atenção aos dois seios.

Então ela segurou meu cacete por cima das calças mostrando sua vontade. Com dificuldade abriu minhas calças, tentando liberá-lo. Parei minha sessão de chupadas e abaixei minhas calças fazendo surgir meu pau latejante. Ela se ajoelhou aos meus pés e sem se demorar o fez sumir dentro de sua boquinha delicada. Uau... Que boca tinha essa garota. Acho que nunca havia sido chupado desta forma, com tanta vontade e maestria. Ela sugava meu pau, lambia, molhava minhas bolas com sua lingüinha gostosa. Sentia meu saco e cacete todo melado com sua saliva e minha porra. Não agüentava mais. Precisava meter logo nesta garota, senão ia gozar logo na sua boquinha.

Puxei-a para cima, a peguei no colo e a levei para a cama. Como um tarado me posicionei por cima dela beijando seus lábios, seu pescoço e seios passando para a barriguinha e indo abrir sua calça ,louco para sentir o gosto da sua bucetinha na minha boca. Inesperadamente ela colocou a mão na frente me impedindo de fazê-lo. Olhei para seu rosto sem falar nada indagando o motivo. Ela ficou com uma expressão séria e disse:

-Olha... Eu preciso falar com você... Não sei o que vai pensar...
-Por que me segurou? Você é virgem? Não quer mais transar?
-Não isso... É que...

Que bosta! O que estava acontecendo? Na hora H, do bem bom ,esta garota viria regular? Será que ela tinha algum problema? - Pensei comigo mesmo...

- É que... Acho que você não percebeu, mas...
- Fala logo mulher! - disse exaltado.
-Não fica bravo comigo, mas é que... Esse é o problema... Eu não sou mulher.
-O que? Me ajoelhei da cama assustado.
-É isso que eu disse... Acho que você não percebeu, às vezes acontece, eu sou uma transexual não sou mulher. Se quiser podemos ir embora... - disse ela levantando-se da cama.

Não podia acreditar que isso estivesse acontecendo comigo. Como uma linda mulher daquela era um homem? Como eu podia ter me enganado? Ela era muito feminina e até sua voz era de mulher. Meu pau ainda latejava de desejo.

-Espera um pouco – disse segurando sua mão. - Nunca transei com uma transexual, não sei o que fazer... Mas não quero que vá embora.

Seus olhos, que antes haviam se enchido de lágrimas, agora sorriam junto com seus lábios.

-Você não se importa? - Perguntou
-Não... Nunca tinha imaginado que faria isso de transar com uma transexual, mas você é linda – disse indo procurar seus lábios.

Não tínhamos mais segredos, a beijei ardentemente e a deitei novamente na cama. Continuando de onde havia parado fui baixar suas calças e, desta vez não houve resistência. Um ar de algo proibido pairava no ar e meu desejo pelo seu corpinho aumentava à medida que sua pele branquinha era revelada. Tirei as calças pelos seus pés, e fui subindo beijando suas pernas. Como uma pele tão linda, macia e sem pelos podia ser de um homem?

Lambi suas coxas e fiquei de cara com sua calcinha. A hora da verdade havia chegado. Como seria a partir de agora? Podia perceber um volume sob o tecido e, sem esperar mais, abaixei sua calcinha. Para minha surpresa um pau mediano, de uns 15 centímetros saltou para fora completamente duro. Seu pau e seu saco eram todos depilados e pela primeira vez vi um cacete que não fosse o meu tão de perto. Achei diferente ela estar de pau duro e, confesso que fiquei excitado com isso.

Sem tocá-lo subi até seus lábios para beijá-la de novo. Senti a rigidez de seu membro me cutucando. Será que me acostumaria com isso? Ela, então, tomou a iniciativa e me jogou para o lado da cama subindo em mim. Tirou minha camisa, terminou de tirar minhas calças e me deixou nu na cama para em seguida recomeçar a melhor chupeta que me já fizeram. Agora, dona da situação, ela se posicionou sobre o meu pau, mirando a glande no seu cuzinho e foi sentando lentamente, o guiando com a mão e fechando os olhos. Se deliciando com cada espaço do seu rabinho que era conquistado por meu pau.

Logo estava inteiro dentro dela. Seu cuzinho era apertadinho e quente. Olhava para seu rosto, sua expressão de prazer, seus lindos seios, sua cintura delineada e não podia acreditar que no meio de suas pernas tinha um cacete duro que se mexia a medida que ela se movia para cima e para baixo. Por ser uma situação inédita e com um ar de proibido, eu estava muito excitado e não demorei a gozar enchendo seu cuzinho com minha porra . Ela continuou rebolando em cima do meu pau sem desencaixá-lo e veio novamente me beijar, sussurrando no meu ouvido que eu era muito gostoso.

Fomos tomar um banho juntos para nos refrescarmos. Ela passava o sabonete em mim e eu deslizava minhas mãos por todo aquele corpinho. O seu pau ainda estava meia bomba e eu não sabia o que fazer. Começamos a nos acariciar e logo eu estava de pau duro novamente. Corremos para a cama e continuamos a nossa brincadeirinha. Eu estava louco de tesão por aquela gostosa. Ela me chupava, posicionada entre minhas pernas e aos poucos foi mudando de posição se colocando com o corpo ao meu lado. Essa garota estava com más intenções comigo? Sem parar de me chupar ela começou a se masturbar como se estivesse me oferecendo seu cacete duro. Olhava para o pau dela e o achei até bonitinho todo depilado e pequenino. Resolvi retribuir o prazer intenso que ela me dava e, em um momento de puro tesão, sem pensar no que estava fazendo, coloquei o seu pequeno membro na minha boca.

Achei o gosto estranho, mas fui me empolgando , imaginando que aquilo era nada mais que um grande clitóris, passei a sugá-la com vontade e ela começou a gemer. Então eu acabei gozando na sua boca e ela despejou sua porra na minha. Achei nojento, ainda não estava preparado para aquilo , e cuspi para fora da cama. Mas o troço grudava na minha boca e dentes.

Ela deitou a meu lado sorridente, dizendo que eu havia me saído bem e a feito gozar gostoso.

Olhei para aquela loirinha ao meu lado. Realmente era uma linda fêmea que ainda me traria muito prazer... Mas no meu lugar o que você faria? Largaria a loira no motel? Ou a comeria mesmo assim?

Conto erótico recebido por email – by usuário genérico

Travesti Amador

Nunca fui muito das brincadeiras de menino. Sempre tive um corpo meio roliço, poucos músculos e quase nenhum pelo. Na época em que tudo aconteceu eu tinha 18 anos e minha irmã namorava um rapaz de 23, que eu já tinha reparado, olhava bastante para mim.

Confesso que também o achava um gato. Certo dia, ele chegou cedo lá em casa perguntando por minha irmã. Disse-lhe que ela havia saído e só retornaria à noite. Ele perguntou se eu estava sozinho. Respondi que sim e pediu para ficar e tomar um banho de piscina. Logicamente, deixei. Pediu-me, então, uma sunga emprestada e fomos para a piscina.

Lá ele não tirava os olhos de mim. Provocativamente, deitei-me de bruços. Notei que ele olhava fixamente para minhas costas. De repente, começou a elogiar meu corpo, perguntando se eu não tinha grilo em ter as formas meio femininas. Disse que não me importava com isso.

Ele se ofereceu para passar creme em minhas costas. Aceitei e durante uns cinco minutos ficamos calados, enquanto ele acariciava minhas costas, escorregando a mão, às vezes. Ele disse:

— Você se incomodaria de vestir um dos biquínis de sua irmã, pra eu ver?

Respondi que achava o pedido meio estranho. Ele insistiu e acabou me convencendo. Era a primeira vez que eu fazia aquilo. Fui para o quarto dela e resolvi me produzir. Escolhi um biquíni vermelhinho, bem cavado. Quando me olhei no espelho, me senti bem.

Tinha me descoberto! Vesti por cima do biquíni um shortinho amarelo, bem curtinho e calcei um par de sandálias de salto alto. O shortinho deixava de fora um belo pedaço de meu bumbum redondinho. Quando cheguei de volta à piscina, ele enlouqueceu. Me abraçou logo e começou a se esfregar em mim. Veio por trás de mim e eu rebolava bastante, para provocá-lo.

Logo ele estava duro como aço. Aquele enorme volume se apertando em minhas nádegas me deixou maluco. Ele tirou meu short e ficou admirando e elogiando meu corpo. Eu desfilei para ele, de um lado para o outro. Então comecei um strip-tease, bem lento e provocante. Ele foi à loucura. De repente me vi com seu membro na boca, sugando-o com prazer.

Ele me perguntou se eu era virgem. Respondi que sim e ele prometeu carinho. E cumpriu. Com paciência e prazer foi me dando as dicas necessárias para que eu pudesse me entregar para ele sem dor. Adorei quando o senti inteiro dentro de mim. Transamos a tarde inteira e, antes que minha irmã voltasse, ele foi embora.

Durante dois anos, fomos amantes. Fiz tudo que ele me pediu. Eu me produzia cada vez mais para dar-lhe prazer. Ele retribuía com carinho e seu membro delicioso em mim de todas as formas possíveis. Hoje tenho 22 anos e tive outros namorados. Adoro relatar minhas aventuras.

Conto erotico enviado por email by Travesti Amador

O Importante é Gozar

Somos casados ha seis anos e a cada dia nosso casamento fica melhor e nossas relações sexuais tem contribuído muito para isto. Andréia é uma mulher de 28 anos, morena clara, seios médios, coxas roliças, bumbum torneado e tudo durinho, um verdadeiro tesão, constantemente é assediada na rua, uma verdadeira dama da sociedade e uma puta depravada na hora de foder.

Eu sou claro, olhos verdes, 1,75 m com 72 kg, e o que mais gosto de fazer nesta vida e muita sacanagem. Desde nossa primeira relação, em função de sua virgindade, que comi seu cuzinho, e desde então sempre tenho que satisfazei-la desta forma. Nas primeiras relações anais ela ficava excitada, mas sempre no início doía um pouquinho, mas com o tempo foi adquirindo experiência e hoje é uma verdadeira professora na arte de dar o cuzinho.

Logo após nosso casamento, até mesmo para minha surpresa, em uma de nossas trepadas, quando fizemos um 69, Andréia enfiou a língua no meu cú e percebeu que fiquei todo arrepiado, após molhá-lo com sua boquinha, passou a acariciá-lo com seu dedo. Sentiu que meu pau aumentou de tamanho em sua boca e que meu cuzinho estava todo relaxado não pensou duas vezes e tratou de enfiá-lo fundo fazendo delirar de tesão, ao mesmo tempo que chupava seu grelo e também retribuía suas carícias anais.

Com toda sua depravação Andréia se virou colocando-me na posição de frango assado e depois de lubrificar mais uma vez meu cuzinho com sua saliva enfiou um vibrador no meu cú. Fiquei um pouco assustado com sua iniciativa, afinal todos nós sempre aprendemos que isto não é coisa de macho. Percebendo isto Andréia sussurrou no meu ouvido:

-Calma meu gostoso, relaxa que vou te ensinar como é gostoso dar o cú, minha vontade era mesmo de enfiar meu grelo ao invés deste vibrador, relaxa e goza para sua putinha ver...

Quando já estava tudo dentro ela passou a me bater uma punheta enquanto tocava uma siririca com a outra ponta do vibrador que ficou de fora. Foi uma loucura, eu gritava, xingava gemia e ela falava para eu contrair meu cuzinho no seu grelo igual ela sempre fazia com o meu pau, neste dia gozamos várias vezes e adormecemos um sono pesado e gostoso.

No dia seguinte ninguém tocou no assunto e fiquei um pouco encucado com tudo aquilo, mas com vontade de repetir a dose. Com o tempo Andréia passou a ensinar-me todas as sua técnicas e ela mesma tratou de comprar mais um vibrador para que ao mesmo tempo em que eu enfiasse meu pau e um dos vibradores em sua bucetinha e seu cuzinho com outro ela fazia o mesmo comigo, como ganhava nova vida nosso relacionamento sexual, melhorando ainda mais nossa vida conjugal.

Quem poderia imaginar que aquela gatinha com a carinha mais angelical do mundo fosse tão sacana. Com o tempo fomos ficando viciado neste negócio e só gozamos se um metesse no cuzinho do outro ao mesmo tempo que também enfiava em sua bucetinha.

Passamos a inventar verdadeira orgias onde cada um falava para o outro suas fantasias sexuais, quem que gostávamos que estivesse ali com a gente participando daquela foda maravilhosa e de que forma que seria esta participação, chegávamos a trepar por 4 horas seguidas, ela tinha orgasmos múltiplos e eu sempre deixava para gozar juntinho com sua última gozada.

Adoro escutá-la dizendo o nome de duas de suas melhores amigas, que eram muito gostosas e que transpiravam sexo. Sempre que vinham ao nosso apartamento a conversa acabava em sexo, principalmente quando eu não estava presente, assim elas trocavam confidências, fazendo com que nossas transas ficassem cada vez melhor.

Em uma de minha ida a São Paulo descobri nas bancas de jornais uma revista de travestis que na capa trazia nada mais nada menos que a deliciosa Bruna Mastroiani, que deixa a sensual Roberta Close comendo poeira, principalmente depois de sua radical decisão. Comprei a revista e corri até o hotel para poder saboreá-la. A Bruna era tudo aquilo que queríamos: uma mistura do charme, sensualidade, doçura de uma mulher acompanhado de um avantajado e maravilhoso grelo que juntos formavam um conjunto perfeito.

Chegando em casa, após uma semana longe, e doidos de tesão corremos para uma foda, escondi a revista debaixo do travesseiro e no meio da foda, no auge do tesão apresentei a Bruna para a Andréia, exatamente como imaginava, seu tesão triplicou enquanto folheava a revista, passando a gozar como nunca, gritando pela presença da Bruna, pedindo a Bruna para descabaçar o meu cuzinho, enquanto ela chupava meu pau e enfiava o seu dedo no cuzinho da nossa mais nova amiga, como fantasiávamos e fodíamos gostoso, tínhamos o verdadeiro sentimento de que aquilo tudo acontecia de verdade.

Andréia chorava de desejo e queria trepar com a Bruna ou mesmo outro travesti bem feminino e gostosa como ela. Foi então que conheci nos pontos de prostituição de Brasília a Bianca, após tentar selecionar ao máximo as outras várias opções, tarefa difícil já que os travestis do Brasil são considerados os melhores do mundo, basta olhar os sucessos que fazem na Europa.

Escolhida a “garota” combinamos o preço do programa e fomos para um dos estacionamentos do parque da cidade, estava tremendo de tanto tesão. Bianca era morena-clara, com 1,8O m, um corpo todo torneado de silicone, hormônios e muita malhação em academia. Seus seios eram macios sua cintura fininha com,um quadril perfeito , sua voz doce como de uma sereia, seu rosto lindo como de uma mulher, felizmente tinha acertado na escolha de primeira.

Chegando ao local foi logo tirando sua tanguinha e o vestidinho transparente deixando a mostra o seu grelo já duro fazendo com que o meu caralho ficasse envergonhado do seu tamanho. - Vem cá mamar no grelo da boneca, me deixa bem molhadinha, dizendo isto Bianca já puxava minha cabeça para baixo encorajando-me a chupá-la. Procurava lembrar como é que a Andréia me chupava para não fazer feio diante daquela maravilhosa mulher.

Não conseguia nem enfiar a metade na boca, por mais que tentasse, devido ao tamanho. Bianca também era muito depravada e confessou que me tinha achado um tesouro e queria fazer de tudo comigo. Era seu verdadeiro escravo do prazer, tudo que ela mandava eu fazia sem nenhuma resistência.

Subia e descia minha boca em seu grelo, depois subia e chupava seus seios, seu pescoço, sussurrando gemidos em seus ouvidos deixando tão louca de tesão quanto eu. Juntava meu caralho com seu grelo, masturbando os dois simultaneamente, enquanto esfregávamos nossos corpos já suados, deixando os vidros do carro embaçados.

O meu devia ser um pouco maior que a metade do dela, como era depravada, fazia me lembrar a Andréia. Virando seu corpo começamos um 69, sua boca conseguia me engolir por inteiro, sugando-me de uma forma que só quem tem muita experiência da noite é capaz. Logo após virou-me de quatro e passou a lamber meu cuzinho com aquela língua doce e grande, me deixando todo arreganhado, conforme Andréia havia me ensinado, estava todo arrepiado e o tremor do meu corpo aumentava de tanto tesão. Gemeu no meu ouvido:

-Isto meu macho gostoso, fica bem relaxadinho que a boneca vai te fazer sentir um verdadeiro homem. Quero ver você chorar no grelo da sua gata, sua boca não conseguiu engolir tudo, mas seu cuzinho do jeito que esta relaxado vai agüentar tudo com certeza.

Como adora falar uma sacanagem enquanto fodia, a voz sensual da Bianca e suas palavras depravadas aumentavam cada vez mais a minha vontade de perder o meu cabaço de verdade, e não de brincadeirinha como minha esposa fazia comigo com seus dedos e os vibradores. Estava doido para senti-la dentro de mim, estava com um pouco de medo, pois achava que não conseguiria engolir tudo aquilo, já que minha professora havia me ensinado e viciado com coisas muito menores e mais finas.

Apesar de estar todo relaxado e lubrificado com um creme que ela havia me passado, disse que estava doido para ela me enrabar, só que havia feito uma promessa para minha esposa que esta minha primeira saída era apenas para conseguir um travesti bem feminino, gostosa, greluda e depravada para por em prática nossas fantasias.

Queria que ela realmente arrancasse meu cabaço, porém na presença de minha Andréia. Para minha surpresa e para aumentar ainda mais o meu tesão disse que o que ela mais gostava era de transar com um casal liberal como nós, onde a esposa gostava de ver o seu verdadeiro macho de frango-assado chorando para levar no cu.

Apesar de nunca ter ficado tão excitado pedi para ela não me fazer gozar pois queria logo chegar em casa para trepar com minha esposa e contar as novidades. Peguei seu telefone e já deixamos mais ou menos combinado quando seria o tão esperado encontro. Dito e feito, chegando em casa pulei para cima da Andréia com tanto tesão contido que ela ficou até assustada, pois nunca tinha me visto assim.

Fui tirando sua roupa e caindo de boca na sua gruta, lambia do cuzinho até os seus seios, deixando seu rabinho bem lubrificado para logo em seguida tratar de enfiar, pois era ali o lugar que ela mais gosta de gozar. Quando comecei a contar para ela o que havia acontecido minutos antes ela não acreditava e a cada mínimo detalhe que falava sua excitação ia aumentando :

- Conta mais, conta mais, e como era seu grelo? Era grandão? E seus peitinhos? Sua barriguinha? Sua bundinha? Sua lingüinha? Queria saber tudo sobre a adorável Bianca, enquanto enfiava no seu rabinho. Meu puto, o que ela fez com você? Te chupou?Pegou no seu pau? Esfregou aquele grelo todinho em você? Comeu o seu cuzinho?

A cada nova resposta e detalhe seu corpo ficava mais quente, sua salivação e seu suor aumentavam, juntamente com seu tesão. Gozamos como uns loucos e como nunca havíamos gozado até então, só ficou decepcionada que depois de toda aquela sacanagem não ter tirado o meu cabaço, mas se conformou, pois era também o que ela mais queria ver. Porém este caso vou contar na próxima história...

By Casados e Felizes por email


Suruba no Motel


Este é o relato de uma aventura que realizamos ao conseguir reunir na suíte de um motel, além de nós (eu e minha esposa), mais dois parceiros: Bruno e Camila, um travesti que conhecemos há bastante tempo, com quem nos encontramos sempre que viajamos ao Rio.

Às vésperas de nossa viagem, falei do que tinha em mente à Elba (minha mulher), e ela, como sempre, concordou plenamente. Da minha cidade, por telefone, combinei os detalhes com nossos parceiros e tudo aconteceu conforme o programado.

Para não haver problemas na portaria do motel, liguei uma hora antes, informando que iríamos entrar em quatro pessoas, para ocupar uma única suíte, acertando todos os detalhes, inclusive preços, para que tudo transcorresse na mais perfeita tranqüilidade.

Entramos juntos no motel, Elba, eu e o Bruno, tendo Camila chegado logo após de táxi. Acomodamo-nos na sala de estar da suíte, bebendo vinho branco e conversando animadamente, sobre sexo, como não poderia deixar de ser. Logo se criou um clima gostoso, Camila botando o caralho do Bruno para fora e ele fazendo a mesma coisa em relação a ela.

Eles (Bruno e Camila) até então não se conheciam, mas se entrosaram muito bem. Elba brincava com eles, dizendo que Bruno era o namorado de Camila. Rapidamente os dois estavam de pau duro, masturbando-se mutuamente, enquanto Elba fazia a mesma coisa em mim. Ela, sem calcinha, oferecia seu grelinho para que eu massageasse do jeito que ela gosta.

Não resisti muito tempo naquela função puxando Elba pela mão, levei-a para a cama, para que eu pudesse chupar sua gostosa buceta deixando nossos amiguinhos na sala namorando. Tão logo Elba teve seu primeiro orgasmo na minha língua, Camila e Bruno vieram juntar-se a nós. Cedendo meu lugar, eles simplesmente atacaram com suas línguas os orifícios de Elba. Enquanto um chupava a buceta, o outro chupava o cuzinho, fazendo-a gozar loucamente.

Em seguida foi a vez do Bruno ser presenteado com um banho de línguas de Elba e Camila, que não tiveram dificuldades em dividir entre si, a tora de 23cm do garoto. Enquanto uma punhetava, a outra mamava aquela rola enorme, arrancando suspiros do felizardo. Eu, assistindo a cena, percebi que se continuassem mamando e punhetando o garoto, rapidamente ele gozaria. Além disso, estava ansioso para ver aquela massa de músculos, invadindo a buceta da minha putinha.

Entreguei a ela uma camisinha, sinalizando que queria vê-la fodendo o caralho do rapaz. Entendendo o que eu queria ela encamisou o caralho que iria invadir sua grutinha, deitou-se na cama e aguardou. O garoto posicionou-se entre suas pernas, alojou a cabeçorra na entrada da perseguida, e foi penetrando vagarosamente os seus vinte e três centímetros, arrancando suspiros da minha amada.

Quando as bolas do garoto bateram na bundinha dela, ele iniciou o movimento de vai-e-vem, de entra e sai, enquanto ela falava:

-Fode. Fode gostoso essa buceta... Enfia essa tora todinha dentro de mim...

Eu estava extasiado com aquela cena, mas queria que minha esposinha sentisse mais prazer ainda do que já estava sentindo. Então pedi à Camila que chupasse a buceta dela ao mesmo tempo em que o Bruno lhe fodia. Esta não se fez de rogada, atendendo meu pedido prontamente, o que fez com Elba gemesse, gritasse com mais intensidade.

Camila, além de chupar os grandes lábios da buceta de Elba, aproveitava a deixa, lambendo o caralho e o saco do garoto, enquanto com a mão livre, masturbava-se a si própria. Eu assistia a tudo e também e também me masturbava, mas Elba sinalizou que queria meu pau em sua boca e eu lhe atendi. Embora estivesse super gostosa a chupada que ela me dava, dei meu lugar à Camila, pois queria ver minha putinha agasalhando dois enormes caralhos, um em sua boquinha e outro na delicada xoxotinha, os quais, somadas suas medidas, resultavam em quase quarenta e cinco centímetros.

Assistindo aquela cena emocionante e carregada de erotismo , eu me masturbava e dizia:

-Assim, putinha ...Fode. Come a rola inteirinha do Bruno, e mama gostoso, engole todo o caralho da Camila ...

Não resistindo à minha provocação e a ação dos dois caralhos em seu corpo, ela gozou longa e demoradamente, entre suspiros e delírios. Bruno goza junto com ela. Bruno vai para o banheiro, deixando Elba prostrada, juntamente comigo e Camila, que inicia uma gostosa mamada em meu cacete, enquanto com a mão livre, soca, cadenciadamente seu próprio cacete que está enorme e muito grosso, entre seus dedos. A mamada que ela me dava era muito gostosa e merecia reciprocidade. Além disso, eu estava louco para sentir aquele caralho nas minhas mãos e na minha boca.

Posicionei-me melhor, e passei a masturbar Camila, e logo em seguida a chupar aquele caralho enorme e duro que nem ferro, num perfeito sessenta e nove. Elba dá sinais de que está recuperada e passa a assistir meu colóquio com Camila. Então, lembrei-me que era hora de Elba ter Camila dentro de si. Devidamente encamisada, Camila assumiu sua condição de macho, penetrando na insaciável buceta da minha putinha.

Elba pedia para ser fodida com força e com profundidade. Camila não se fazia de rogada. Fodia com vigor, com força, entrando e saindo vigorosamente na buceta já inchada da minha querida putinha. Além de estocá-la com decisão e vigor, ainda provocava:

-A putinha gosta de foder o caralho da Camila, gosta??? Tá gostoso o caralho da Camila nessa buceta tá??? A putinha gosta de foder outro caralho pro maridinho assistir???

Elba delirava com essas perguntas e ia respondendo:

-Ai, adoro foder esse caralho, é muito grande, muito grosso, muito gostoso... Enfia esse caralhão todinho... Quero sentí-lo todinho dentro de mim.... Sim, adoro foder esse e outros caralhos pra ele ver, pois ele adora ver sua putinha fodendo grandes caralhos...
Nesse clima ela não resistiu e logo em seguida, gozou uma vez mais, quase desfalecendo com Camila sobre o seu corpo. Camila retirou-se para o banheiro. Bruno estava sentado numa poltrona, descansando e assistindo tudo o que acontecera após ele ter gozado. Depois de tudo o que tinha acontecido eu estava louco para foder minha mulher, sentir sua buceta alargada após a visita dos dois cacetões.

Mal ela se recuperara, eu montei sobre ela, sentindo a gostosa temperatura de sua grutinha. Que delícia! Fodemos gostoso, sob a assistência dos nossos dois parceiros. Em determinado momento, Elba puxou-me para o banheiro, ficou de quatro apoiada na pia, e pediu que eu a penetrasse por trás em sua grutinha arrombada.

Atendi o pedido e fodi com muita vontade, tendo a minha frente um belo panorama: a linda bundinha dela se movimentando gostosamente para mim. Avisei que ia gozar e ela disse que eu podia vir que ela estava me esperando. E assim, gozamos juntinhos, um gozo muito gostoso e inesquecível. Enquanto ela tomava banho, voltei para cama para me recuperar, onde encontrei Camila, que ainda não havia gozado. Mal me deitei ao seu lado ela me disse baixinho no ouvido:

-Só eu não gozei ainda. Vai me fazer gozar?
Eu respondi:
-Com certeza!

E comecei a alisar sua rola que já estava a meio pau. Rapidamente a rola cresceu na minha mão, e eu então, passei a mamar com muita vontade o grande caralho de nossa amiga, que chegava a ofegar pelo prazer que lhe estava proporcionando. Botava tudo o que podia na boca, lambia a cabeçona, e alisava suas bolas. Camila estava adorando e eu percebia que estava prestes a gozar.

Como não queria receber sua porra em minha boca, fui interrompendo a chupada e passei a massagear e masturbar carinhosamente aquele caralho que tanto prazer dera à minha mulher. Assim, acarinhando suas bolas e masturbando-a fiz Camila gozar. Enquanto soltava jatos de porra sobre sua própria barriga, ela estremecia, oportunidade em que eu praticamente ordenhava o seu cacete, para extrair toda a porra de suas entranhas.

Quando terminei a função, recebi os aplausos de Elba e Bruno, que a tudo assistiam. Elba gostou do que viu, e veio deitar-se ao meu lado, e assim adormecemos. Depois Bruno me contou que, enquanto dormíamos, ele ainda comeu o cuzinho da Camila.

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