Pode Me Chamar de Putinha, Vadiazinha ou Sem - Vergonha

É isso mesmo! Pode me chamar de putinha, vadiazinha ou sem – vergonha que eu sei que sou mesmo e, dependendo da ocasião, até gosto de ser chamada assim. Como disse em meus contos anteriores sempre soube que gostava de sexo mais que as outras garotas e por isso me meti em tantas situações inusitadas que aos poucos vou contando por aqui.

Desta vez quero narrar duas situações ocorridas e relacionadas ocorridas comigo. De início a primeira vez que fui "obrigada" a ficar noiva aos dezoito anos. Nesta época havia arrumado um namoradinho e , lógico, transávamos feitos doidos em todos os lugares que fossem possíveis. Descobri que o risco de ser pega aumentava meu prazer. Então um dia fodíamos feito doidos nas escadas de emergência do prédio de meu apartamento.

Eu estava apoiada no corrimão das escadas e meu macho me comia socando na minha bucetinha por trás quando a porta de acesso abriu e o sindico nos pegou em flagrante. Sorri embaraçada e pensei que talvez o velhinho fosse querer participar, querer uma chupetinha ou algo parecido, mas acho que nem agüentava mais. Pois mandou nós nos vestirmos e me entregou na cara dura para os meus pais. Depois de ouvirmos uma bela bronca, eles decidiram que meu namorado deveria se transformar em meu noivo e, assim que possível, casássemos para eu não ficar “mal – falada”.Tadinhos, nem sabem a filha que tem.

Para não ter problemas e ganhar mais tempo seguimos a ordem de meus pais e noivamos , mas a minha vontade por sexo era imensa e não pensava em passar a vida inteira somente fodendo com ele. Acreditava que ainda tinha muito a conhecer neste campo. Nessa espoca eu estava com 18 anos.

Corroborando esta minha opinião, fiquei doidinha quando conheci um negão que havia se mudado para perto de minha casa. Ele era alto, com um metro e noventa ,mais ou menos ,e tinha um volume inacreditável no meio de suas pernas. Sempre pensei que era lenda essa coisa de negões pauzudos, ainda mais por que nunca tinha visto um, e por isso minha curiosidade era imensa.

Para minha sorte talvez nem precisasse me esforçar muito para esclarecer minhas duvidas pois o negão era daqueles bem safados. Sempre que passava por mim me cumprimentava sorrindo e mostrando dentes brancos e bem feitos. Então me secava de um jeito que eu quase molhava a calcinha. Sabe aquela olhada sacana, que parece tirar a roupa da gente?

E a oportunidade surgiu de um jeito diferente das outras vezes que transei, desta vez acho que nem ele planejou nada. Certa noite, la pelas 20 horas voltava da casa de meu noivo, que fica pertinho da minha casa , quando vejo um rapaz meio cambaleante andando próximo a minha rua. Nem fiquei assustada. Apenas me chamou a atenção quando ele baixou as calças e começou a urinar em uma árvore. Curiosa como eu ,só eu mesmo, fiquei olhando para ver se conseguia ver o pau do cara quando ele vira o rosto para o meu lado e vejo que era o meu negão. A vontade de ver seu pau aumentou ,mas ele rapidamente o guardou e sorriu para mim vindo em minha direção.

-Oi vizinha você pode me ajudar? - disse ele.

Curiosíssima , perguntei o que ele queria, então me pediu para eu ajuda-lo a ir até sua casa. Ansiosa por ver se a lenda do negão pauzudo era verdade. Deixei que ele apoiase em meu ombro e fui com ele até sua casa. Ele morava com uma irmã casada, que para minha sorte não estava em casa. Assim que entramos ele perguntou se eu queria beber alguma coisa. Aceitei e sentei no sofá enquanto ele me servia uma cerveja gelada. Não demorou muito e entusiasmado pela bebedeira ele já veio me beijando na boca. Cheguei a pensar no meu noivo, mas como estávamos nesta situação devido sermos pegos em flagrante ,achei que não tínhamos um compromisso sério entre nós , apenas um acordo para evitar a ira de meus pais.

Me entreguei ao seu beijo já pensando no pau daquele homem espremido na sua calça. O negão tarado logo começou a apertar meus seios e senti minha vagina se umedecer. Gemi entre os beijos que ele me dava sem parar e sua mãozona safada começou a apertar minhas pernas subindo até chegar na minha bucetinha. A curiosidade em ver seu pau só aumentava. Então ele tirou minha blusinha e começou a beijar meus seios por cima do sutiã.

Eu já estava ficando a mil quando decidi tomar controle da situação, mudei de posição e fiquei por cima dele lhe arrancando a camisa e beijando todo o seu corpo, rapidamente fui até suas calcas que lhe arranquei o deixando só de cueca. A "mala" estava de lado, podia ver que já estava duríssima, e tratei logo arrancá-la para fora e matar minha curiosidade.

Quando vi seu pau pude comprovar minhas suspeitas, realmente ele era o cara com o maior pau que havia visto. Passei a lambê-lo como se fosse um pirulito, tentei enfiá-lo na boca mas não conseguia  por mais que um terço do seu cacete na boca sem me afogar. Chupava cada centímetro e descia até suas bolas que envolvia com a boca e lhe dava chupões que o deixavam louco de tesão , ele dizia:

- Chupa minha cadelinha ,engole meus ovos, chupaaaa.

Sem enjôar de chupar aquele caralho preto, o fiz por uns bons minutos até que ele segurou meus cabelos e me puxou de encontrou aos seus lábios. Com sua língua invadindo minha boca e seu pau tocando a minha barriga devido a nossa diferença de altura. Fui sendo envolvida em uma sensação de excitamento que já conhecia bem.

Uma vontade deliciosa de ser penetrada pelo negão crescia a cada segundo ,acompanhada de um receio de ser machucada com aquela ferramenta descumunal. Beijando minha boca e passando para o meu pescoço ele foi me virando de costas, mordendo minha nuca e enchendo as mãos com meus seios.

Ele abaixou seu corpo até a cabeçona do seu pau tocar minha bucetinha por baixo. Ela estava quente como um ferro em brasa. Minha vagina não estava diferente e pingava como uma cachoeira de tanto tesão que eu sentia. Temerosa pelo seu cacetão e querendo auxiliar sua penetração apoei minhas mãos em meus joelhos ficando inclinada para frente. Ele começou a forçar e parecia que não conseguiria entrar. Senti lágrimas escorrerem pela minha face quando, com um tranco, a glande finalmente entrou. Parecia que ele tinha colocado o pulso fechado dentro de mim de tão grande que era o cabeção. Um pouco nervosa , senti ele forçando e deslizando totalmente para dentro de mim.

Seus pêlos tocaram minha bunda, suas mãos apertavam meus seios e ele aguardava eu me recuperar um pouco da estocada que havia levado. Ele tinha consciência que seu cacete parecia de um jegue. Aos poucos foi fazendo movimentos lentos de dentro para fora. A sensação de ser preenchida desta forma era incrível. Pensei que a dor que sentia não poderia piorar, mas ele foi se empolgado cada vez mais.

Ele me puxava pelas ancas com muita força fazendo nossas carnes estalarem ao encontrar-se. Meu corpo inteiro suava, sentia o líquido escorrer pela vagina e minhas pernas estavam amortecidas. Quase não podia parar em pé enquanto era comida violentamente pelo rapaz. Tremores percorriam todo o meu corpo .

A violência de suas estocadas por trás eram tão fortes que quase chegavam a me erguer do chão. Eu começei a forçar, tentando sair daquela cilada, colocando meus quadris para frente, mas ele vinha me empurrando cada vez mais até me pressionar contra uma parede. Eu parecia aquelas cadelas no cio com o cachorro engatado atrás, com o pau do cara grudado dentro de mim. Pois por mais que eu tentasse fugir  ,indo para frente, ele vinha atrás com seu pau dentro de mim. Minha vagina ardia e pulsava em torno do seu cacete latejante que parecia queimar dentro de mim.

Nunca havia sido penetrada desta forma, nunca dei para um cara com um membro tão avantajado quanto aquele. Comecei a ter orgasmos simultâneos e intermitentes. Parecia que ia desfalecer quando o senti urrando e enchendo minha bucetinha com jatos quentes. Suas arremetidas continuavam, mesmo com ele esporrando, e logo fiquei toda melecada com nossos movimentos fazendo aqueles barulhos característico.

Como uma cobra saindo da toca, ele tirou seu pau descomunal de dentro de mim e o bateu nas minhas nádegas me chamando de putinha gostosa. Neste instante, não agüentei e me sentei recostada à parede. Parecia que eu havia disputado a corrida dos cem metros rasos, estava sem fôlego e toda amortecida.

Fiquei um tempo por ali e depois fui tomar um banho sozinha , em sua casa mesmo. Olhei para minha vagina e com a mão tentava verificar se ela tinha ficado maior, depois de alojar aquela “coisa”, mas não conseguia perceber nada, apenas uma ardência ao tocá-la. Notei também que ela estava inchada, com os lábios mais a mostra, como se estivesse assada. Realmente meu corpo havia sentido as conseqüências daquela transa louca.

Fui embora e fiquei uns dias toda doida e cheguei a fazer compressas com água morna colocadas sobre a minha pobre bucetinha. Será que meu noivo iria perceber que eu estava arreganhada? Eu estava arregaçada?

Apesar da transa ter sido gostosa e ter minha curiosidade em transar com um cara pauzudo como aquele pensei que transar com caras de paus medianos era melhor. Uma aventura aqui ou ali com um cara bem dotado até valia a pena, mas teria que ter um prazo grande entre elas.

Conto erótico by Cris.

A Neta da Dona Marta

Este relato é verdadeiro e seus nomes não foram trocados! Estava eu Juliano fazendo meus exercícios matinais normalmente num domingo! Pratico artes marciais e por isso treino todos os dias! Já totalmente tomado pelo suor e com os músculos contraídos retirei minha camisa só ficando com a calça do kimono!

Não percebi que havia uma pessoa me olhando, pois ao lado morava um casal velho e eu não conversava muito com eles! Praticando algumas voadoras de relance percebi ao girar uma pessoa me fitando! Só que quando olhei de novo esta tinha sumido!

O dia estava perfeito não tinha ninguém em casa, pois minha família tinha viajado para uma cidade próxima visitar uns parentes. Preparando o almoço sou interrompido por um chamado no portão. Fui ver quem era! Era a senhora Marta que morava ao lado. Dirigindo-me a ela não percebi que esta estava acompanhada!.Estando eu meio longe do portão ela já indagava:

-Por favor, filho posso usar seu telefone!

Eles não possuíam telefone e minha mãe os deixava usarem o nosso, então mandei que ela entrasse: -Entre dona Marta. Foi quando lembrei que a carne estava no fogo e estava quase queimando. Corri para cozinha.Depois de um breve tempo dona Marta entra..Eu a vejo entrando pelo vidro da cozinha .mas acompanhada por alguém.

.No momento pensei que fosse o senhor Felício, mas quando me viro. -Juliano esta é minha neta Samantha. Ela veio passar um tempo aqui enquanto eu e meu marido vamos viajar! Eu fiquei sem fala.

. -Bom dia Fabiano. Meu nome é Samantha da Silva!..
-Prazer. É ...Bem .O telefone está na sala pode entrar dona Marta!

Eu parecia um otário! Mas também podia a menina era um anjo. Com seus 16 anos e seu rosto angelical ,conseguiram conquistar meu coração de 17 anos. Ela era morena muito gata. E aparentava ser muito tímida. Depois de ficar reparando tanto nela até deixando ela envergonhada de tanto secá-la até que ela falou:

-Fabiano o que você estava fazendo?
-Cozinhando. por que? 
-Porque o que lá se fosse já era! -dizendo isto ela aponta para o fogão.

Olhando para ele percebo que meu almoço já era. 
-Pôde deixar eu arrumo isto para você.-dizendo isto ela começa a limpar o fogão.

Fazendo isto eu comecei a fita-la pois ela esta de costas e não tinha angulo melhor. Ela tinha uma bunda tão arrebitadinha tão gostosa que na hora que a vi o tesão tomou conta de mim! 

-Você é daqui?- perguntei a ela. 
-Sou, eu moro na vila. Nisto quando percebo dona Marta já havia acabado de ligar e já chamava Samantha para ir. Despedi-me das duas e as acompanhei até o portão. Percebi que ao fitá-la ela me retribuía com sorrisos lindos. Mais tarde, depois de improvisar uma comida, fui tomar um sol à beira da piscina. Quase dormindo acordo com uma voz angelical:

-Quem é a felizarda de tudo isto?-perguntou Samantha sentada em cima do muro trajando um vestido curto que realçava mais ainda seu corpo.

-Se você se refere a alguma namorada. A resposta é uma : de ninguém!-afirmando isso percebo que um leve sorriso brota nos belos lábios de Samantha!

-Você está sozinha?-pergunto-lhe já com segundas intenções.
-Não meus avós estão de saída daqui a pouco. Bom minha vó me disse que você acessa a internet é verdade?
-Bom eu acesso por quê?
-Eu sempre tive curiosidade em conhecer! Dizendo isto não esperei, mas uma palavra.
-Bom você quer conhecer mesmo?
-Quero! 
-Venha a minha casa às 8:00 horas que eu lhe mostrarei.

Ela com um grande sorriso agradeceu e confirmou sua presença.  Na hora combinada ela chega trajando um lindo vestido branco, muito bem produzida, cumprimenta-me e depois entra.

-Você vai sair depois daqui?
-Não por quê?
-Pois está linda.

Dizendo isso eu a deixo encabulada e vermelha. Eu estava trajando uma calça de moletom e uma camisa preta do Iron Maiden. Encostei a porta da cozinha, pois no bairro que moro todo cuidado é bem-vindo. Levei-a ao meu quarto coloquei uma cadeira ao meu lado e comecei a conectar na internet.

Depois de mostrar para ela alguns sites eu mostrei o bate papo. Entrei, conversei com algumas pessoas e depois a deixei acessar um pouco. 
-Bom vou entrar em outra sala. Tudo bem?-indaga Samantha com sua voz melodiosa. 
-Fique a vontade gata! 

E para meu espanto adivinhem em que sala ela entrou. Na sala de sexo. Eu não a impendi. Ela pediu-me umas explicações sobre os comandos e eu dei. Foi quando para demonstrar um comando precisei pegar o mouse ficando a poucos centímetros de seu rosto e aconteceu o que eu queria um beijo ardente e gostoso.

Foi quando percebi que ela armou tudo isto só para ficar comigo. Quando me dei por si ela estava sentada em meu colo de frente para mim com suas pernas se roçando com as minhas. Eu como sou um tarado, não deixei por menos comecei a acariciar sua bunda , que para retribuir ela pegou em meu pênis e começou a masturbá-lo..

Eu tomado pelo tesão retirei as alças de seu vestido e comecei a chupar seus seios que estavam duros de tesão. Depois se levantando e retirando completamente o vestido ficando somente de calcinha ela pediu que eu ficasse sentado, e eu obedecendo recebi um grande prêmio.

Ela pediu que eu fechasse meus olhos e quando senti seus lábios carnudos e gostosos chupando meu pênis não acreditei. Como aquela coisa celestial poderia esconder um demônio do prazer. Depois de literalmente mamar em meu pênis era minha vez de retribui e retirando sua calcinha comecei a chupar com gosto aquela bucetinha. Era uma delícia eu a fiz gozar só com a língua mesmo assim seu fulgor continuava.Foi então que ela me disse:

-Vou te contar uma coisa. Sou virgem!

Quando ouvi aquilo quase fiquei louco, uma virgem só pra mim beleza!

-Tratarei de você com carinho gata!

Dizendo isto começamos a fazer um delicioso meia-nove. Depois chegou a grande hora perfurar aquele cabaço delicioso. Acomodei-me na cama e pedi para ela sentar em meu pênis, ela fez sem demora. AHHHHHHHH!Delícia no começo ela estava meia morta, mas depois um vulcão tomou conta dela. Ela mexia alucinadamente e meu pênis estourava de tesão ela gemia e gostava muito!

Depois de um tempo gozei novamente, e ela pediu que trocássemos de posição e eu aceitei. Ela ficou de quatro e eu admirei aquela gruta do amor e então ela pediu que nos juntássemos de novo. E eu fiz sem demora.. A cama mexia gemidos de prazer ecoavam no ar. Depois de uma bela metida de quatro e me pediu, mas uma coisa que eu fizesse uma espanhola nela. Pois ela tinha assistido um filme e gostaria muito de realizar aquilo. Não recusei. E então me levantando comecei a bater uma deliciosa punheta nos belos seios de Samantha... Quando percebi que iria gozar avisei Samantha:

- Samantha. Não agüentarei irei gozar!

Dizendo isto, imaginei que ela pararia de movimentar seus seios e de chupar meu pênis. Mas foi ao contrário ela começou mais rapidamente e chupou mais fortemente meu pênis. Gozei. Ela chupou tudo . No dia seguinte continuamos, mas isso eu vos conto em outra ocasião.

Conto erotico recebido por email - Usuário Anônimo

Quando Chupei a Boceta da Yara

No outro dia, após decepção com Rafaela, Yara veio falar comigo. Comendo-a com os olhos, louca de desejo, escutei-a dizer que Rafaela estava “puta” comigo por eu não ter ido à sua casa de manhã ajudá-la na pesquisa de Ciências.

— Ela não mereceu — justifiquei.

— E eu… será que mereço? — indagou ela.

— Acho que sim — respondi. — A gente vê isso depois da aula.

Por sorte, só tivemos as duas primeiras aulas, que foram ocupadas com a prova de Português. A bomba do poço que abastecia a escola havia queimado. E falta de água, numa região de clima quente, é um verdadeiro desastre. Por isso, cada um que terminava a prova era dispensado e eu aguardei no pátio a saída de Yara, que me acompanhou até meu quarto. Eram três horas. Eu ia fazer a pesquisa para ela. Na verdade, como eu não poderia acessar a internet naquele horário, eu ia ceder-lhe minha própria pesquisa, que estava quase pronta.

— Você fica sempre sozinha em casa? — perguntou ela enquanto eu ligava o computador.

Falei-lhe do horário de trabalho de titia, enfatizando o fato de que eu dispunha de tempo e muita liberdade dentro de casa. Principalmente em meu quarto.

— Que calor! — exclamou ela.

— Vou ligar o ar-condicionado, mas por que não toma um banho?

Ela pensou.

— É que eu não gosto de tomar banho e vestir a mesma roupa.

— Fica pelada.

— Você promete não me agarrar? — brincou ela.

— Ah! isso eu não posso prometer…

Quando ela saiu do banho, enrolada na toalha, sua monografia estava pronta e salva num CD. Seu único trabalho seria imprimi-lo.

— Você tem uma escova de dentes que eu possa usar? — pediu.

Eu tinha, sim; ela a usou. E enquanto eu tomava banho, ela tomou meu lugar frente ao computador.

— Você gosta de tirar foto de paca, hem! — notou ela, rindo, enquanto passava as minhas fotos preferidas. Eu me esquecera de tornar a ocultar a pasta com minhas fotos preferidas.

— Não apenas de tirar foto — soprei em seu ouvido abraçando-a por trás. 

Ela segurou minhas mãos. Eu sabia que ela me aceitaria, desde o momento em que pediu a escova de dentes. E ela aceitou meu beijo.

— Você já ficou com outra menina? — perguntei mordiscando-lhe a orelha.

— Não…

— E nunca teve vontade?

— Pra falar a verdade, já… mas nunca…

Mas nunca aparecera a ocasião.

— Aquele dia, lá em casa, não rolou mais nada porque você não quis — confessou ela ao final daquela tarde em que eu a conduzi à cama.

Sim, eu a conduzi à cama. E curti seu corpo. Lentamente. Deitando-me nua em cima dela, beijei seus lábios e rosto. Mordisquei as orelhas. Soprei levemente em seus ouvidos. Ela se arrepiou. Estimulei seus seios com a língua e com os dentes, beijei seu ventre, seu umbigo, suas coxas. Depois me posicionei entre suas pernas. Peluda e tesuda, a boceta me aguardava. Aproximei a boca, aspirei o leve cheiro de excitação. Olhei para o seu rosto, vi ansiedade, passei a língua por suas virilhas. Passei duas vezes. Três vezes. Ela abriu mais as pernas. Os pequenos lábios brilhavam, untados com seu líquido íntimo.

Então comecei a lamber.

— Ai, que gostoso…

Lambi bastante, passando a língua por toda a extensão de sua vulva, depois, com os dedos, abri os grandes lábios e me dediquei ao seu clitóris. Contorcendo-se de tesão, ela pegou o travesseiro para abafar os gemidos. Eu aspirei e lambi seu bombom incansavelmente, até que um longo grito, abafado pelo travesseiro, chegou aos meus ouvidos. Até esse dia, ela não sabia o que era o verdadeiro orgasmo.

(Adaptado do livro Érika 12 — www.editoraschoba.com.br)

Conto erótico recebido por email by Érika

A Festa na Multinacional

Papeando com um grande amigo na praia meio deserta outro dia, quando são poucos os freqüentadores não tendo sol, escutei uma história das mais estranhas. Inclusive ele disse que ia me contar uma coisa muito secreta, porque confiava totalmente em mim e essa história estava até tirando o sono dele, razão pela qual queria saber minha opinião a respeito do que ia me narrar. Já super curioso com o que seria, fiquei atento ouvindo.

Otávio, que é o nome dele, é casado com uma moça bem bacana em todos os sentidos, de nome Maria. Ele me disse que uma certa noite, ainda cedo, lá pelas sete horas, o diretor da multinacional onde a esposa trabalha tinha convidado alguns chefes de setores, homens e mulheres, e ele também (que sempre sai de seu emprego e vai buscar a mulher no dela), para tomarem umas bebidas num bar da moda, bem perto da empresa.

Isto faz parte da filosofia das grandes empresas, para motivarem seus funcionários num contato mais direto entre chefias e demais empregados. Como sempre nessas reuniões de colegas e chefes, o pessoal vai bebendo, bebendo, enquanto fala do trabalho, e alguns bebem mais do que podem. Foi assim que um dos tais chefes bebeu tanto que ficou caído numa mesa grande, criando um certo constrangimento para a turma diante dos olhares dos outros fregueses.

Aí a esposa de meu amigo falou que como a empresa era em frente, ela e o marido iriam levar o bêbado para lá, onde lhe dariam bastante café, e Otávio disse mesmo que o colocaria no chuveiro, e se isso não bastasse, eles o deixariam dormindo num sofá.

O diretor e os demais funcionários disseram que isso seria ótimo, e o casal foi levando o bêbado, com certa dificuldade. Ele teria uns 56 anos, e era gordo, o que dificultava muito seu transporte para a empresa. Quase chegando à porta da firma, o bêbado deu uma certa melhorada e disse:

- Quem são vocês e para onde estão me levando?

A esposa de meu amigo disse que eram seus colegas de trabalho e iam tomar café, ao que ele disse:

- Que café. Eu quero é vodca.

A muito custo o casal conseguiu chegar à sala do bêbado e em pé, junto a duas mesas de trabalho, o bêbado, ainda tonto, abriu bem os olhos, piscando, e momentaneamente, conseguindo firmá-los, disse:

- Quando bebo eu fico com muito tesão e quero foder uma mulher.

Enquanto Otávio estava procurando a garrafa térmica com café, sua esposa se encostou à mesa de trabalho do bêbado, porque ele ficou em pé na sua frente, caindo por cima dela com todo o seu peso, e ela tentou ampará-lo, quase caindo ao chão os dois. E o bêbado continuou dizendo:

- Olha minha piroca tá dura.

Dizendo isso, botou o pau para fora, que verdadeiramente era imenso, e estava durão. Ato contínuo, o bêbado fixou bem os olhos na esposa de meu amigo e se projetou para cima dela, gritando:
- Você é mulher, vou te foder.

Devido ao seu peso, de uns 8O ou mais quilos, ele se jogou sobre Maria, empurrando-a, e ela, frágil, caiu de costas, inclinada sobre a mesa, ante o impacto do peso corporal, e ao mesmo tempo em que, surpresa e imobilizada, gritava pelo marido, o bêbado levantou seu vestido e com força abriu suas coxas, rasgando sua calcinha frágil, com a mulher berrando apavorada para o marido:

- Ai, depressa, ele vai me foder. Socorro. Otávio me acode.

O marido, vendo a cena, desesperado e surpreso, gritou:

- Espera aí, amor. Vou apanhar um ferro ou qualquer coisa e vou dar uma porrada na cabeça desse safado.

Só que enquanto ele procurava o tal objeto pesado o bêbado conseguiu com sua força descomunal, abrir a vagina da mulher, e foi forçando a enorme cabeça de sua pirocona na buceta de Maria. Quando Otávio chegou, com uma estatueta de bronze pesada para bater na cabeça do bêbado, gritando que tinha que bater com cuidado senão ele poderia matar o desgraçado, a esposa, já totalmente com o caralhão enfiado em sua buceta, sentiu algo gostoso com a estranha foda e suplicou:

- Não, Otávio, você pode matar ele. Ele já está me enfiando a piroca. Aiiii. Ela é muito grande e muito grossa. aiiii, ela já está entrando, nãooo. Meu aaamor, agora ele já me enfiou tudo. Eu tenho medo de você matar ele com esse peso. Espera e deixa-o gozar, depois ele nem vai saber o que me fez. Relaxa e deixa, porque daqui a pouco ele vai gozar; e depois ele está tão bêbado que amanhã não vai se lembrar de nada. Aiii. Que pirocão. Esse bêbado safado tem uma piroca enorme e muito grossa. Ela está começando a me deixar com muito tesão, amor. Na verdade estou até gozando. Aiiii, esse desgraçado é bom de foda. Ai, Otávio, meu amor. Vou gozar querido. Mete bêbado safado, você não quer me comer? Então fode, empurra toda essa pirocona e goza. Me fode toda, mete. aiii.

E assim falando Maria gozou adoidado na frente de Otávio, que estava perplexo, sem saber nem o que pensar parado, olhando a esposa foder. E o estranho mesmo é que com a cena o marido acabou por ficar de pau duro também, completamente excitado, vendo sua mulher sendo fodida bem na sua frente. O bêbado, terminando de foder, ficou caído no chão, e o casal ainda excitado com tudo achou melhor ir embora, antes que alguém da firma fosse até lá para ver porque eles estavam demorando. Voltando ao tal bar onde estava todo mundo da empresa, eles disseram que tinham dado café, mas o bêbado não melhorava, molharam sua cabeça, e mesmo assim ele ficou caído, e aí eles acharam melhor deixarem-no deitado num sofá. O diretor disse:

- Ótimo, porque mais tarde os seguranças vão chegar e depois eu telefono para eles da minha casa.

Vocês fizeram um bom serviço, muito obrigado mesmo.

Dizendo isso, o meu amigo, bem envergonhado, me disse:

- Puxa vida, em mesmo não estou me entendendo. Pode uma coisa dessas? Eu sei que minha mulher me ama e eu a amo também, mas o certo é que isso nos deixou bem tesudos, com a cena de minha esposa sendo fodida por aquele bêbado.
Eu respondi que em matéria de sexo tudo é possível, até o que a gente nem imagina.

Conto erótico recebido por email - by Marcelo

Quando Chupei a Primeira Boceta

A primeira foi Kelly. Após muito tempo bicando as calcinhas de minhas colegas da sexta série, fantasiando e sonhando com o formato, o cheiro e o sabor do que havia por trás daquelas peças sensuais, chegou, finalmente, o meu dia.

Estávamos no apartamento de cobertura do meu tio Hamilton. Giovana, de 1X anos, e Kelly, de 1X, se encontravam no banheiro quando entrei, a tempo de ver Kelly fazendo xixi acocorada no piso do boxe, fora do alcance da água. Estava pelada e depilada, mas o que me impressionou foi seu clitóris. Grande.

Mais tarde, ela estava sentada na espreguiçadeira ao lado da piscina, de topless, com os olhos fechados de modo sonhador. Não tive dúvidas. Agachando-me, pus na boca um de seus lindos peitinhos. Ela teve um sobressalto, abriu os olhos, eu me atirei à piscina. Pouco depois, ela se atirou também à água.

— Tô a fim de chupar tua xoxota — disse-lhe eu sem rodeios.

Era isso que eu queria. Eu estava que não aguentava mais de vontade de meter a boca numa boceta.

— Amanhã eu venho sozinha — prometeu ela.

Ela veio. Eram quinze horas. De posse de uma cópia da chave do apartamento, eu resolvera deixar tudo para a tarde. Desse modo, evitaria ter de improvisar o almoço. Era um dia de prolongamento do feriado da Independência, o que, para mim, dava na mesma, pois minha escola, como também outras da região, simplesmente ignorava os sábados letivos.

Vestida de saia azul e blusa branca com o desenho de um poodle, ela explicou, do alto dos sete centímetros a mais que lhe davam as sandálias de afivelar:

— Tive um trabalhão pra despistar a Giovana.

Ela tirou as sandálias.

— Tô a fim de tomar um banho na piscina — disse ela. — Mas não pude vestir o biquíni, senão a Giovana ia desconfiar. Vou mergulhar de calcinha mesmo.

Ocupada em aliviar a tensão da espera numa taça de vinho doce surrupiado da adega do titio, eu a vi tirar a blusa e a saia. Em seguida, ela se dirigiu à piscina. Acompanhei-a.

Ela se jogou na água, eu fiquei observando.

Ela saiu da água, com a calcinha branca colada ao sexo, e se esticou na espreguiçadeira. Peguei a taça de vinho e fui para perto dela.

Ela aceitou um gole e fechou os olhos. Eu me inclinei e chupei seus peitinhos.

Chupei mesmo, sem o temor de sermos surpreendidas. Eram uma delícia aqueles seios pequeninhos. Quando procurei seu beijo, ela não recusou; mas correspondeu um tanto friamente.

— Vou tomar um banho de chuveiro — disse ela levantando-se.

Eu já tinha ligado o condicionador de ar no quarto do Hamilton e preparado a cama com os lençóis que encontrei no roupeiro. O quarto, com as cortinas, fechadas, estava bem fresquinho. Eu estava decepcionada com a atitude de Kelly. Pela sua rapidez em aceitar meu convite, eu tinha imaginado bem diferente aquele encontro.

As coisas, porém, estavam demorando muito a acontecer. Com a sensação de estar perdendo terreno, liguei o televisor. Após uma espera angustiante, a sensação tomou forma de desilusão, ao vê-la entrar, vestida como quando chegara. Faltavam-lhe apenas as sandálias.

— Tenho que ir pra casa — desculpou-se ela.

Eu não poderia aceitar a derrota.

— Não vai, não! — retruquei agarrando-a pela cintura e derrubando-a na cama.

Ela se debateu um pouco, depois se aquietou. Eu levantei a frente de sua saia e tentei tirar a calcinha molhada. Ela se opôs, segurando-a firmemente.

— Não vou forçar a barra — disse eu, sentando-me a seu lado. — Só acho que, se você não queria, não devia ter vindo. Eu fiquei tão contente ontem, quando a gente conversou na piscina. Vou confessar uma coisa: faz tempo que eu tenho vontade de chupar uma xoxota…

— E nunca chupou? — interrompeu-me ela com vivo interesse.

— O máximo que rolou, até hoje, foi um ou dois beijinhos.

— Mentirosa! — disse ela mais descontraída. — Você já chupou meus peitinhos.

— É verdade — concordei. — E gostei muito.

— Também vou confessar uma coisa — disse ela. — Sabe a Giovana? A gente já se beija sempre. Outra colega da escola também.

É comum. As meninas se beijam. E, às vezes, as coisas vão mais longe. No caso de Kelly, que vivia sempre com tesão (como eu mesma constatei) e se masturbava com frequência (como ela confessou), o desejo de que as coisas fossem mais longe era uma constante. Mas seu desejo sempre encontrava obstáculos. Certa vez em que ela foi dormir na casa de Giovana, esta começou a beijá-la. Depois de muitos beijos, Giovana se pôs a chupar os seios de Kelly. Não era a primeira vez. Dominada pelo desejo e impulsionada pela curiosidade, Kelly baixou a calcinha e empurrou a cabeça de Giovana para baixo. A boca de Giovana chegou bem perto; mas se afastou. Depois disso, não aparecera outra oportunidade.

— Vamos dar um final feliz a essa história? — propus. — Faz de conta que eu sou a Giovana.

Logo estávamos as duas só de calcinha. Toda a tensão, ou vergonha, ou medo, que ela demonstrara no início havia desaparecido. Quando eu lhe beijei a boca, ela correspondeu com ardor; quando eu chupei os peitinhos, ela suspirou, baixou a calcinha até os joelhos e começou a empurrar minha cabeça, lentamente. E lentamente minha boca foi se aproximando daquela boceta que tinha me impressionado na véspera.

Que emoção!

O bom de uma coisa inacabada é que pode ser retomada a partir do ponto onde foi interrompida. Para dar melhor desempenho à interpretação, aproximei depois afastei a boca. Então, contorcendo-se, na agonia da espera, ela implorou, de olhos fechados:

— Chupa, por favor!

A partir daí, a história não tinha mais enredo. Segurando sua calcinha, eu a retirei completamente. Kelly abriu as pernas, eu me deitei entre elas e chupei sua boceta com avidez, com sofreguidão. E era uma delícia. Deslizando a língua pelos lados, pela fenda, indo e voltando, eu lhe mostrei o mundo maravilhoso que ela não conhecia.

— Ai! que gostoso… — suspirou ela.

Meus lábios envolveram seu grelo. Ela soltou um gemido. Sob o efeito de minhas lambidas e sucções, seu clitóris despertou, e inchou, e endureceu. E Kelly, surpresa com tanto prazer, gemeu e retesou o corpo para anunciar que estava tendo um orgasmo.

Era hora de parar.

Satisfeita da vida, apoiei a cabeça em sua coxa. Com o rosto bem próximo da primeira boceta que eu provava em minha vida lésbica, aspirando seu cheiro de excitação, senti sua mão vir afagar meus cabelos. De meu lado, molhei um dedo na boca e me pus a deslizá-lo delicadamente ao redor de seu clitóris.

— Gostou do meu pinguelo? — perguntou ela.

— Muito.

Feliz, muito feliz, eu lhe beijei a xoxota e comecei tudo de novo. Beijando, mordiscando, lambendo, aspirando, mostrei a Kelly todo o prazer que uma boca pode proporcionar. E seus gemidos, como música em meus ouvidos, foram prenúncio das muitas bocetas que eu ainda iria provar. Ao final, cansada de tanta emoção, adormeci.

(Adaptado do livro Érika 12 — www.editoraschoba.com.br)

Conto erótico recebido por email by Érika

Dei para Outro Cara por Raiva do meu Noivo

Não tenho a pretensão de ser escritora e conheço minhas limitações literárias, pretendo com este texto desabafar e fazer uma confissão anônima sobre alguns fatos de minha vida. Descobri o blog Confraria dos Contos através de uma amiga que o achou no google e, depois dela ler algumas historias por aqui que achou interessante me passou o link por email dizendo: leia as historias deste blog, talvez elas te inspirem...

Por que ela disse isto? Bom, ela é minha amiga intima e sabe de todas minhas aventuras sexuais. Que afinal não são muitas e nem muito picantes, acho que sou meio travadona em relação a sexo, acho que minha educação me deixou assim, pois sou filha de pais evangélicos apesar de eu não seguir esta religião.

Voltando a minha vida sexual devo dizer que nunca havia tido experiências excitantes, destas contadas por aqui, também nunca fiz sexo anal. Oral até faço, geralmente por pedido do meu parceiro, mas deixo claro que me avisem a hora de gozar, pois odeio o gosto que o esperma tem, então na hora H tiro a boca e finalizo o masturbando. Posições sexuais? Geralmente o tradicional papai-mamãe, às vezes de ladinho ou comigo por cima e raramente fico de quatro, pois acho esta posição muito submissa, coisa que não gosto de ser. Perdi minha virgindade aos dezenove anos, com um rapaz que era meu noivo, mas não chegamos a nos casar, pois acabei conhecendo um outro homem, relação esta que passo a narrar...

Sou ruiva, tenho olhos azuis, 1,72 de altura, pernas grossas, bunda e seios normais, e sou bem cinturada. Nesta época trabalhava como secretaria na área administrativa de uma grande loja de departamentos. E tinha um colega de trabalho, gerente de setor que vivia dando em cima de mim. Mandava bilhetinhos, me presenteava com alguns mimos e chegou até me dar flores. Ele me cercava de todas as maneiras possíveis e eu sempre resistia a suas investidas.

Até o dia em que tive uma briga feia com meu noivo, nunca tive confirmação, mas tenho certeza que ele me traia. E com o coração cheio de raiva, querendo me vingar dele, resolvi que naquele dia, caso meu colega de trabalho me assediasse iria me submeter as suas vontades. E foi o que aconteceu: Como sempre ele fez algumas brincadeirinhas, e me convidou para jantar no que aceitei de imediato.

Jantamos e enquanto conversávamos pensava no meu noivo me traindo, talvez com alguma vagabundinha do seu trabalho, e o ódio crescia dentro de mim. Pensei comigo mesma: se este cara tentar me comer eu dou. Não demorou muito para que ele perguntasse se eu queria ir para outro lugar. Fomos para uma rua cheia de moteis e vendo que eu não me opunha entrou no primeiro que passamos.

Chegando lá ele já veio me beijando e tirando minha roupa rapidamente. Logo estávamos nus, bebendo champanhe, abraçados ao som de uma musica romântica. Por incrível que pareça aquele clima me fazia lembrar do meu noivo e cada vez que pensava nele me dava mais raiva e livrava minha consciência de qualquer sentimento de culpa que eu pudesse sentir.

Então meu amigo me deitou na cama e beijou meus seios, sugando e passando a língua nos bicos que estãavam salientes. Logo sua boca encontrou minha vagina a passou a sugá-la gostoso. Já estava gozando pela segunda vez, somente sendo chupada quando ele vestiu uma camisinha e colocou seu pau na entrada da minha bucetinha.

Pensei comigo mesma, eu estava dando para meu segundo homem, um pau diferente daquele que tirou minha virgindade. Lentamente ele foi introduzindo dentro de mim até sentir sua virilha encontrar a minha. Com estocadas ritmadas ele me comia gostoso, minhas pernas enlaçavam sua cintura e eu tremia de prazer.

Com um gemido forte ele gozou, deitando ao meu lado. Mas eu ainda não estava satisfeita e passei a masturbá-lo até sentir que estava duro novamente. Sentei em cima dele e coloquei seu pau na minha vagina. Nesta posição eu controlava a penetração a conduzindo de um jeito que fosse mais prazeroso para mim. Assim gozei em cima de seu pau pela terceira vez naquela noite.

Aí então foi a minha vez de ficar exausta, simulando um cochilo pensei no que havia feito e achei que seria melhor terminar logo meu noivado. A fila tinha que andar. Cheguei ainda a sair outras vezes com meu colega de trabalho, mas a relação não amadureceu e acabei por terminar também nossas transas.

Conto erótico recebido por email - by Ana Paula

Transei com o Coroa da Vendinha

Conheci Osvaldo quando fiz quinze anos. Ele trabalhava em uma vendinha, tinha uns quarenta anos era baixinho e barrigudo. Nada nele parecia atraente a uma mulher e eu nem pensava nele como homem, afinal para mim ele não passava de um coroa.

Viúvo, fora casado por um longo tempo e do relacionamento sua esposa lhe deixara dois filhos, um de 19 anos e outro de 17. Assim como o pai também não tinham predicados que lhes fizessem interessantes aos olhares femininos.

Nesta época eu era praticamente uma viciada em doces, comia vários por dia, alternando entre torrones, doces de leite, doces de amendoim, chocolates e etc. Devido a esse meu vicio freqüentava com habitualidade a vendinha , pois ficava na minha rua e os doces eram baratinhos.Seu Osvaldo era um velho sozinho e às vezes, quando eu entrava no seu comércio o flagrava tomando uma pinguinha. Animado pelo álcool se atrevia a fazer alguns gracejos para mim.

- Aaahhh se eu fosse mais novo hein?

Quando ouvi suas gracinhas pela primeira vez fiquei um pouco assustada, afinal aquele cara tinha a idade para seu meu pai, mas aos poucos fui seduzida pelos “brindes” que ele me dava sempre que eu comprava um doce, às vezes umas balinhas, uma barrinha de chocolate, e por isso acabei nem ligando mais para as bobeiras que ele falava.

Comentei o que acontecia com uma vizinha, minha amiga de dezesseis anos, e ela me mostrou uma senhora toda empertigada que sempre passeava com seu cãozinho por ali.

- Ta vendo aquela mulher? Ela é amante do Osvaldo da vendinha. Todo final de tarde, assim que ele fecha as portas, ela adentra pelo portão ao lado e ficam fazendo safadezas em um quartinho que ele tem nos fundos.

Achei aquilo interessante e perguntei como ela sabia disso. Então me contou que seus pais pediram para ela comprar um quilo de açúcar para um bolo de chocolate e quando chegou na venda já estava fechada. Temendo não comer a guloseima naquela noite, entrou pelo portão lateral para pedir ao seu Osvaldo que lhe vendesse o açúcar, mas fora surpreendida pelos gemidos que vinham de um puxadinho.

Curiosa espiou pela ventarola de uma janela e viu a senhora debruçada sobre uns engradados de bebidas com o vestido erguido acima de seus quadris e o Osvaldo lhe arremetendo com força por trás. Imaginou que talvez o pênis dele fosse grande, pois a senhora gemia sem parar, não sabia se o que ela sentia era dor ou prazer. Em outra oportunidade, já não procurando produto algum para comprar, espiou novamente e com os olhos arregalados me contou que viu a senhora ajoelhada aos pés de Osvaldo, segurando com as duas mãos o pênis dele e chupando com vontade. Só parou quando a porra começou a vazar pelos cantos de seus lábios.

Naquela noite, fiquei rolando na cama antes de dormir, pensando na cena que minha amiga me descrevera. A boca da senhora chupando sem parar, levando estocadas por trás debruçada nos engradados de bebidas. Não sei por que, mas me masturbei pensando naquilo antes de adormecer.

Sabendo dos horários que os encontros aconteciam, decidi usar o exemplo de minha amiga e espiar da mesma forma o casal transando nos fundos do quartinho. E dito e feito. Entrei pela lateral do bar já pensando que se fosse pega diria que queria comprar algum produto. Mas não foi o que aconteceu. Assim que entrei alguns metros pelo corredorzinho já podia ouvir alguns barulhos e, por trás da janela, pude ver eles se beijando enquanto ele a bolinava toda. A senhora foi empurrada para uma mesa que ficava encostada na parede, ergueu o vestido, colocou a calcinha de lado e pude ver o Osvaldão a penetrando com força. Da onde eu estava não podia ver o pinto dele, só o rosto dela se contraindo a cada estocada. Eles ficaram assim por um longo tempo até que gozaram, se arrumaram e eu tive que sair correndo para não ser pega.

Daquele dia em diante já não era indiferente aos gracejos de Osvaldo.

- Se no meu tempo, tivesse uma vizinha loirinha e bonita assim eu não perdoava... – dizia ele.

Eu sentia uma quentura por dentro, acho que corava e saía pensando no pinto do seu Osvaldo. Será que aquela cara da senhora era de dor? Será que seu pinto era realmente grande? Tentava adivinhar o tamanho e olhava para as calças dele procurando avistar alguma coisa e ele então, acho que percebeu que alguma coisa mudara em mim. Seria meus olhares ou meu rosto corado? Como se tivesse sido incentivado passou a ser ainda mais atrevido.

- Nossa, esse seu vestidinho deixa seus peitinhos uma delicia heim?

Achei aquilo um absurdo! Como um coroa daqueles me falava uma coisa dessas? Saí da venda me sentindo toda tremula Como ele dirigia palavras tão grosseiras como aquelas a uma menina como eu? Que indecência! Imaginei o seu pinto duro e uma vontade louca me invadiu. Cheguei em casa e pensamentos lascivos tomaram conta de minha mente. Livrei-me das roupas e , deitada na cama com as pernas abertas, enfiei os dedos entre os lábios da minha vagina, Eles já estavam molhados e pegando fogo. O orgasmo veio intenso, me fazendo erguer os quadris da cama desejando que o pinto de Osvaldo desse uma última arremetida dentro de mim enquanto gozava.

No dia seguinte decidi que tinha que parar com aquilo, não agüentava mais fantasiar com o velho do Osvaldo. Juntei todos os meus trocados, tomei um banho me perfumando toda, coloquei um vestido que marcava meu corpo e fui para a venda.

- Boa tarde Osvaldo, eu quero um engradado de refrigerante. – Pedi a ele.
- Pois não garota, vou pegar um geladinho aqui para você...
- Não, eu quero um sem gelo, daquele lá de trás. – Disse apontando para o fundo do bar.

Ele me olhou com uma expressão curiosa, provavelmente adivinhando meus pensamentos libidinosos, e gritou para dentro da venda:

- Toninho, o Toninho, fica aqui na venda que eu vou até lá no estoque. – dizendo isto pediu para que eu lhe seguisse.

Assim que entramos no quartinho ele parou e ficou me olhando esperando algum sinal que liberasse sua investida. Neste momento me senti um pouco tímida e virei de costas para ele, que aproveitou e se aproximou me abraçando por trás. Pude sentir seu pau duro me cutucando as nádegas e lembrei dele transando naquele mesmo quartinho. Seus lábios passaram a beijar meu pescoço e joguei a cabeça para trás aproveitando aquele carinho gostoso enquanto procurava seu pau com a mão. O agarrei e me deu uma vontade louca de chupá-lo.

Então me abaixei e o tirei para fora. Seu membro estava pulsando e duro como pedra. Eu arregacei a pele que cobria seu cacete descobrindo uma cabeçona roxa e brilhante. Aproximei minha boca e senti um cheiro forte de suor, antes de engoli-lo pela metade. Com ele dentro da boca o acariciava com a língua enquanto mexia nas suas grandes bolas. Fiquei fazendo movimentos o colocando para dentro e para fora da minha boca até sentir que ele iria gozar. Tirei – o da boca segundos antes dele jorrar toda a sua porra que caiu ao meu lado.

Levantei-me, satisfeita e dando por encerrado a minha aventura sexual quando ele disse que queria retribuir o prazer que eu lhe proporcionara. Dizendo isto, me colocou em cima da velha mesa onde ele comia a senhora, ergueu meu vestido e colocou minha calcinha de lado. Não opus resistência, afinal uma chupada não serial tão mal.

Osvaldo, então, se abaixou e colocou sua cabeçona entre minhas pernas passando a língua nos meus pentelhos loiros. Minha vagina já expulsava a grande quantidade de líquidos que a excitação pela situação gerava.

- Que delicia, ela tá molhadinha, olha só.
- Fica quieto e chupa logo – Ordenei autoritária.

Sua língua espalhava a saliva por toda a extensão da minha bucetinha. Às vezes, ela tentava me penetrar, me fazendo senti-la em movimentos circulares nas paredes internas da minha vagina. Que loucura eu estava fazendo! Eu apertava sua cabeça desejando que ele entrasse todo dentro de mim. Quase não agüentei de tesão quando senti minhas pernas terem tremores involuntários que foram crescendo e subindo até explodirem em um orgasmo incrível e diferente de outros que eu já sentira. Osvaldo continuou me lambendo, até eu pedir para que ele parasse.

- Agora deixa eu meter nessa bucetinha, deixa? – Pediu o velho Osvaldo.
- Não , hoje não posso , tenho que ir para casa antes que alguém venha atrás de mim.

Dizendo isto ajeitei minhas roupas e fui embora correndo. Assustada comigo mesmo por ter me permitido transar com um cara como seu Osvaldo. Como eu dera para um cara mais velho e sem me sentir atraída fisicamente por ele? Com tantos gatinhos por ai... O que uma vontade reprimida não é capaz, né? Duro foi agüentar as insistências investidas dele querendo transar comigo de novo...

Conto erótico by Postadora

Tadinha de Mim II

Eu e Jussara somos grandes amigas. Ela é bem baianinha, cabelos castanhos enroladinhos, tipo Daniela. Eu, ao contrario, sou tipo fininho, super branca, cabelos negros, 1,68 e 5O kg. Nós duas sempre atraímos muitos olhares gulosos. Foi conversando muito que penetramos na intimidade uma da outra, e onde ela me declarou suas preferências e desejos sexuais, entre as quais se destacava o sexo anal.

Acabei confessando a ela, depois de uma noite onde tinha bebido um pouco, que eu também não só adorava sexo anal, como gostava de fazer sexo com dois ao mesmo tempo. Ela ficou boquiaberta, se excitou toda e perguntou se já tinha feito isso mesmo, que ela só tinha visto em filme, e que no fundo morria de vontade de experimentar mas tinha medo e não tinha mesmo cara de propor isso a ninguém.

Falei para ela que sendo ela tão minha amiga, não teria grilo algum de levá-la para fazer isso com meus dois amantes, sem comprometê-la pois eles não a conheciam, mas eram caras super legais e finos. Vi seus olhinhos brilhando como de criança falando de brinquedo novo, mas ela dizia não ter coragem para tanto. Numa sexta feira a noite a chamei para sair comigo, Renato e Danilo, meus amantes, sem dizer a ela que eram eles meus algozes, e fomos jantar fora.

O papo foi ótimo e não falamos de sacanagem, só de assuntos culturais. Depois Renato nos chamou para o seu apartamento para ouvir uns CDs e quando chegamos cochichei no seu ouvido são eles dois. Ela corou na hora e vi que ficou apreensiva pois não estava esperando, já que sempre saíamos com outras pessoas. Comecei a dançar com Renato, e em minutos já estávamos nos beijando com ele acariciando minha bunda. Renato, ouvindo minhas ordens, foi lentamente subindo meu vestido, mostrando minha bundinha nua (tinha tirado a calcinha).

Jussara continuava sentada de boca aberta. Tirei a camisa de Renato, depois abri sua calça, e ele puxou meu vestido me deixando nua enquanto eu dançava suavemente. Peguei seu cacete duro de 23 cm e me abaixei para mamá-lo. Danilo, como eu ordenara, só olhava também sentado agora junto a Jussara e acariciando seu corpo e cabelos. Renato deitou no tapete e eu o cavalguei por cima, subindo e descendo cada vez mais forte, me exibindo da melhor forma possível para minha amiga. Depois me levantei, fui até ela, e sem dizer uma palavra a levantei do sofá e comecei a tirar seu vestido dizendo que sua chance tinha chegado.

Ela chegou a tentar esboçar uma reação, mas Danilo a abraçou por trás beijando sua nuca e orelhas que eu sabia serem seus pontos fracos e ela foi cedendo às minha mãos e ficando nua. Não resisti a abracei encostando nossos corpos e seios. Renato, que estava nu a abraçou por trás. Eu segurei suas nádegas e as abri, deixando sua bucetinha pronta para ser penetrada por trás. Renato entendeu o recado e meteu de uma vez, fazendo-a revirar os olhos e soltar um gemido gutural profundo. Danilo tirou a roupa e veio por trás de mim com sua verga imensa (quem se lembra do outro episódio, tem apenas 28,5 cm).

Daí caímos os quatro no sofá e foi uma deliciosa troca de visões e enfiadas vigorosas. Depois de bem melado, Danilo, como sempre, enfiou na minha bunda, já acostumada ao seu cacetão, no que chamei Renato para completar o serviço. Ele então mergulhou na minha xoxota, me fazendo gozar imediatamente com as duas piconas navegando dentro do meu corpinho indefeso. Jussara, abestalhada, nos alisava olhava fixamente para os dois paus me penetrando simultaneamente, dizendo que eu era louca de agüentar aquilo, que não acreditava no que estava vendo, e eu dizia para ela tua vez vai chegar, bandida.

Senti a esporrada de Renato na minha buceta e entrei em outra convulsão de gozo. Me largaram quase desfalecida e partiram para cima de Jussara, que levou um susto ao ver o tamanho da pica do Danilo mas já era tarde, pois eles a colocaram em cima do monstro e Danilo comeu sua bucetinha com gosto. Jussara gemia e soluçava quase chorando sentada sobre o monstro, que dizia ser a maior trolha da sua vida.

Ela foi se abaixando e deitando sobre Danilo, no que eu subi em suas costas e abri novamente sua bunda, desta vez oferecendo seu cuzinho ao Renato. Passei a mão na minha buceta melada e passei no cuzinho de Jussara preparando-a para ser enrabada. Ela não podia se mexer e tentava fugir, mas Danilo segurou seus pulsos, eu a escancarei com as mãos e Renato completou o sacrifício metendo no seu cú lentamente.
Ela chorava de dor e prazer e disse para mim que tinha mentido para mim, e que nunca tinha dado o cú, que era tudo cena, mas agora era tarde, pois tinha uma baita pica entalada até o talo em seu rabo além do outro que se regalava na sua xota. Ela dizia que estava sendo arrombada e que se vingaria, me obrigando a fazer um Fist Fucking.

Perguntei o que era aquilo, mas não tive resposta. Na verdade ela gozou até quase desmaiar. Dormimos um pouco e fomos para o banho para reanimar o corpo. Quando saí do banho encontrei os três com cara de cúmplices. Ela disse que era a minha vez, que se eu não sabia o que era Fist Fucking ia aprender da forma mais difícil. Sorri achando que era brincadeira, pois qualquer coisa que fizessem eu poderia tirar de letra, mas não foi bem assim.

Eles tinham até preparado o ambiente, com meia luz, som de Enya e umas almofadas no chão. Danilo se deitou com o pau em riste e me fizeram sentar em cima. Ele pegou meu rosto e me beijou. Recostei meu corpo e senti mãos suaves e oleosas abrindo minha bunda. Eram as mãos de Jussara, cheias de creme, me massageando e iniciando uma penetração anal com seus dedos.

Achei que apenas seria enrabada outra vez, e não entendia a novidade, já que eu tinha dado a pouco para Danilo que era bem maior que Renato, mas a mão de Jussara continuava lá, colocando creme, massageando meu cuzinho, e me penetrando primeiro com o dedo indicador, depois dois, entraram três dedos e comecei a estranhar, aí ela me enfiou o mindinho.

Percebi sua intenção macabra e foi a vez de Renato me imobilizar e impedir minha fuga. Senti que o polegar também me penetrava e me alargava toda. Vieram os nós dos dedos que entraram com alguma dificuldade, me arreganhando toda. Jussara, com toda a delicadeza de uma fêmea, ia me invadindo até que percebi que entrara até o punho, mas ela, oleosa, continuava me entubando. Renato metia o pausão na minha boca, forçando até minha garganta e me impedindo de gritar.

Pela estreita membrana interna senti a mão de Jussara de dentro do meu cú espalmando e apertando o cacete de Danilo dentro da minha buceta. Vi pelo espelho, que eles haviam colocado especialmente para me aterrorizar, que ela havia enfiado quase o antebraço inteiro na minha bunda, o que, apesar de sua constituição física feminina delicada, equivalia a um caralho maior e mais grosso que a de Danilo. Era como se eu tivesse duas super picas dentro de mim, sendo que uma com cinco dedinhos serelepes e mexilhões.

Eu chorava e gemia ao mesmo tempo, sendo o gozo mais forte, louco demorado, explosivo e arrasador de toda a minha vida. Eles me fizeram ter uma série de gozos convulsivos e quase mortais e me largaram morta sobre as almofadas. Foi essa a vingança endiabrada de Jussara, me fazendo o Fist Fucking até o fim. Mas juro que nem eu tenho coragem de repetir a façanha, pois fiquei um bom tempo sentando de ladinho depois.

 Conto erótico recebido por email - Autora Anônima

Outro conto enviado por essa usuária: Tadinha de Mim

Relatos de Minha Esposa

Uma das coisas que mais me excitam é quando minha esposa Janaina me relata a noite as cantadas que leva durante o dia. Uau, é uma coisa de louco! Fico em ponto de bala. Quer saber algumas delas? Num carnaval em Salvador, no meio da multidão, enquanto observávamos o desfile de um trio elétrico, veio um negão por trás e levantou a saia dela sem cerimônia, passando o pau nas coxas dela. Janaina agüentou firme e não fez escândalo.

Ficou suja com a porra do cara e tudo bem... Ela só me contou isso quando estávamos no quarto do hotel. Disse que ainda olhou para trás, viu o rosto do cara, mas, como estava gostando, não falou nada. Em outro carnaval, desta vez no Rio, num camarote de um clube, enquanto eu dava tranquilamente uma volta pelo salão, dois rapazes a enconcharam enquanto sambava, sentindo-se o recheio daquele sanduíche singular.

Janaina notou quando um deles tirou o pau para fora e masturbou-se, alcançando o orgasmo. Ela deu o endereço a um deles, que a procurou no dia seguinte. Depois foram a um motel onde rolou tudo a que tinham direito. Nas mais variadas posições, ainda em ritmo de samba. As aventuras não param por ai. Num elevador de hotel, em São Paulo, Janaina percebeu que um homem posicionou-se por trás e começou a encostar o cacete na bundinha dela. Após parar em vários andares, o elevador foi esvaziando.

Ela, porém, continuava do mesmo modo que estava e o rapaz também não se afastava. Quando chegaram ao ultimo andar saltaram e, como não havia ninguém por perto, subiram para o terraço. Enquanto ela olhava a vista panorâmica o rapaz por trás subia a saia e começava a fazer quase da mesma forma que o parceiro baiano da primeira historia. Colocou o pau para fora e com medo de serem flagrados por algum funcionário ou hospede do hotel, fizeram sexo em pé mesmo, sem trocarem uma só palavra.

O camarada tinha tanta pressa que, segundo ela, gozou por cima da calcinha, sem penetração. Mas como eu posso acreditar nisso? Creio que ela talvez tenha sido comida por trás. E acho que ela nega este fato porque raramente permite que eu faca sexo anal com ela. Alega que dói demais. Curioso é que depois da transa, cada um foi para o seu lado, sem maiores comentários. Em outro hotel, em Salvador, o gerente convidou Janaina para olhar o pôr-do-sol da cidade.

E, quando ela passava por um apartamento vazio, foi subitamente empurrada para dentro por esse mesmo gerente, que tratou logo de fechar a porta. Em seguida, despiu-a sob alguns protestos. Não devem ter sido muitos. Ela refletiu ou pelo menos disse isso e viu que um escapão seria bem pior, acabando por aceitar a transa. Apos ter sido lambida por ele, muito lambida alias, Janaina foi para a cama com o tal gerente.

Em pouco tempo, ensaiaram uma posição parece mas não e, ou seja, penetração;o vaginal com a mulher deitada de bruços. Não satisfeito, o homem, em seguida, meteu a vara no anus da minha esposinha. Ela sentiu uma dor imensa e dilacerante. Gritou, xingou e ameaçou a chamar a policia, ainda de acordo com o relato dela. Mas ele murmurava no ouvido da vaquinha: Estou gozando, pode deixar que eu tiro logo.

E assim o fez. As vezes, minha esposa me conta estes casos semanas ou meses depois de terem ocorrido. Mas sempre consegue que eu fique com mais tesão. Brevemente, mandarei outras aventuras da mulher com quem me casei ha muitos anos e gostosa pra cacete. Meu e dos outros!

Conto erótico recebido por email - Maridão Corno e Feliz

A Festinha

Os nomes das pessoas que participaram desta historia serão trocados para evitar constrangimentos. Tudo começou quando eu (Joe) e mais 3 amigos (Ross, Chandler e Richard) resolvemos visitar uma cidade próxima a nossa para curtirmos uma festinha com algumas garotas que havíamos conhecido na universidade de nossa cidade.

Ao chegarmos lá rodamos de carro um pouco até entrarmos no clima que a tequila estava nos proporcionando. Após muito rodarmos e as garrafas esvaziarem resolvemos parar em um barzinho da cidade para esperarmos as garotas e aumentar a expectativa. Depois de meia hora elas chegaram e nos chamaram para irmos à casa de uma delas , cujos pais haviam viajado. Lá chegando começamos a conversar e continuamos bebendo.

Literalmente fomos invadindo o bar da casa enquanto o tesão ia crescendo em nossas calças. De repente Chandler agarrou a dona da casa e começou a boliná-la na frente de todos nós, correndo suas mãos por todo o corpo dela. Não agüentando de tesão Ross agarrou a outra menina colocando sua mão sedenta de sexo dentro da calcinha dela acariciando sua vagina que já estava molhada e latejando.

Quando dei por mim, Richard já estava deitado no sofá tirando a camiseta da outra menina, que acariciava gentilmente seu pênis já rígido e latejante. Ao observar que algo já havia começado me atraquei com a bela morena de olhos azuis. Não agüentando de tesão coloquei a mão dela dentro de minha calça (pois não uso cueca ) para que ela me masturbasse enquanto beijava seus mamilos rosados , mordendo ferozmente sem dó.

Foi quando Chandler atirou a menina contra o balcão do bar arrancou violentamente a calcinha dela e já foi introduzindo seu membro já quase explodindo de tesão naquela buceta sedenta de sexo. Richard estava sentado no chão enquanto a guria que estava com ele sugava seu pinto vigorosamente e ele fazia caras de prazer intenso. Ross sentado no sofá derramava licor sobre os peitos com bicos duros e lambia impulsivamente enquanto ela cavalgava sobre ele.

Quando dei por mim, já estava totalmente nu sobre a vadiazinha com suas pernas arreganhadas para cima apoiadas em meus ombros para que ela sentisse as minhas bolas batendo em seu anus e ela sentia o canhão inteiro penetrando aquele campo de guerra já um tanto devastado de muitas batalhas. Richard , já um tanto bêbado jogou whisky sobre a buceta da ardente putinha que saiu aos berros , gritando de dor.

Ao ver a cena, Richard não resistiu, caiu de boca para não desperdiçar o whisky derramado. Ao sentir sua verga raspando em seus lábios, a vaquinha começou a lamber e dar leves mordidas enquanto chupava em uma sensação de alivio e prazer, foi um incrível 69. Chandler já louco para comer aquele cu que mais parecia um girassol pegou um batom que estava ao chão e enfiou naquele anus piscante para dar uma lubrificada, enfiando então sem dó ou arrependimento todo seu caralho de uma só vez.

A piranha gritava em um misto de dor e prazer , cavalgando como se estivesse em um rodeio. Eu, já alucinado e completamente torto da bebedeira fiz com que aquela puta adolescente sentasse sobre meu caralho com sua buceta quente e úmida e se abaixasse para que eu pudesse morder seus peitos que esfregavam em minha cara. Já com a putaria generalizada , gritos ecoavam por todos os lados, que putaria!

Depois de horas , já cansados e sem nem ao menos lembrarmos direito os nomes das piranhas , fomos embora( obviamente satisfeitos e levando alguns brindes do bar , afinal precisávamos de combustível para volta) e elas já tinham bebido muito da nossa porra. Isso aconteceu já faz algumas semanas, mas todos os dias pensamos em voltar àquela casa, refazer a viagem. e que viagem!

Conto erótico recebido por email - by Marcelo

Raspadinha no Motel

Mesmo com doze anos de um casamento feliz, vida sexual ativa e agradável e toda a criatividade na cama, um dia sentimos que a rotina começava a pintar entre a gente. Teria o nosso tesão acabado? O problema nos preocupou mas, como sempre fomos um casal aberto ao diálogo, conversamos sobre nosso caso e não demorou muito para concluirmos que precisávamos incrementar nossa vida, sem esquecer, é claro, os cuidados necessários. Achamos que a melhor saída seria um ménage à trois.

Colocamos um anúncio no Adult Friend e recebemos dezenas de mensagens. Fizemos uma seleção e escolhemos um cavalheiro que tinha fotos que nos agradou. Interessante foi o pedido diferente que ele fez: gostaria que quando fosse trepar com minha mulher ela estivesse com a bucetinha toda raspada. A sacana da minha esposa adorou a idéia e desde o dia em que soube disso nunca mais aparou os pentelhos para dar aquela cortada depois.

Finalmente, nos encontramos os três na suíte de um hotel onde eu e minha mulher tínhamos nos hospedado antes. Quando Paulo chegou logo ficamos os três nus. Ele ficou deitado na grande cama, muito tranqüilo com as mãos sob a nuca, as pernas abertas e entre elas minha mulher estava a acariciar embevecida o caralhão. Eu os observava e me masturbava lentamente numa poltrona próxima. Apesar de iniciantes,podia se dizer que estávamos calmos. Talvez eu fosse o mais tenso, mas fui relaxando diante do tesão de ver a minha fogosa esposa com outro, ela que até então só transava comigo.

Minha mulher dedicava a maior atenção ao amante mas, por mim, tudo bem. Paulo era a novidade e fiquei no meu canto só olhando e me masturbando. Ela lambia aquele saco e acariciava as bolas com a pontinha das unhas arrancando-lhe gemidos prazerosos. Entre uma chupada e lambida dela Paulo me dizia o quanto estava curtindo aquela sacanagem.

Quem sai na chuva é para se molhar. Como não havíamos estipulado limites (somente o uso da camisinha), eu lhes disse que fossem adiante. Ela tratou de deitar e rolar chupando aquela possante rola. Paulo, vendo que minha mulher não agüentava mais tratou de prepará-la para a raspadinha. Primeiro começou a chupar o grelinho longamente fazendo-a gozar várias vezes. Depois, cobriu seus pentelhos com creme de barbear.

Pediu para que ela mantivesse as pernas abertas e começou a raspá-la com o barbeador num lento ritual. A nossa excitação diante daquela cena foi incrível. Como não estava resistindo ajoelhei-me na cama e meti minha vergalha duríssima na boca sensual de minha mulher. Mal seus lábios envolveram meu pau, comecei a gozar na hora, jogando porra no rosto, pescoço e seios dela. Como para ela tudo era festa, minha querida esposa começou a passar o dedo indicador de uma das mãos pelo esperma derramado sobre si.

Nesse meio tempo, Paulo, que acabara de raspar a xoxota cada vez mais melada de desejo, agora começava a raspar os pentelhos que rodeavam o cuzinho, fazendo-a gemer ainda mais. Quando ele terminou o trabalho, ela praticamente subia pelas paredes de tesão. Paulo colocou a camisinha e, ajoelhando entre as pernas dela, deixou-a na posição de frango assado. Podia ver o rosto feliz da minha amada, enquanto ele ia metendo aquela tora.

Raspada como estava a xoxota dela, eu tive a visão total e absoluta da incrível penetração e de como a bucetinha dilatou-se ao máximo para receber o caralho invasor. Depois de muito tempo, ao senti-la praticamente exaurida, sem forças, finalmente gozou e, entre gemidos e espasmos, ambos estavam ofegantes, quase desfalecidos.

Depois disso, me aproximei dela e, ajoelhando entre as pernas ainda entreabertas, mergulhei meu cacete na xoxotinha. Me movimentei um pouco dentro dela para lubrificar minha ferramenta e virei-a de lado para meter lentamente no cuzinho. Ela gemeu malandramente e tratou de empurrar a bunda de encontro ao meu ventre. Fui até o fim, até meu saco bater no traseirinho macio. Foi eletrizante!

Gozamos a valer com aquelas trepadas no motel. Tanto que já estamos à procura de outro parceiro como Paulo.

Conto recebido por email - by Casal Ardente

Uma Tarde no Escritório

Para que gosta de histórias normais, sem absurdos sexuais ou homossexualismos, eis uma experiência vivida por mim recentemente:

Há um ano atrás, minha empresa tinha uma funcionária, destas que sabem cruzar as pernas ao sentar, que quando passa a língua entre os lábios para saborear uma bebida, você logo imagina ela com seu pau na boca, chupando deliciosamente. Eu olhava discretamente aquelas pernas e já imaginava-me chupando ela toda, começando da pontinha do seu dedinho, passando pelos seios e mergulhando naquela xoxotinha que, quando ela vinha de calça comprida, dava para reparar o formato.

Tesão recolhido à parte, afinal assédio sexual em funcionária não faz meu gênero, apesar de meus 36 anos, minha boa aparência e meu apetite sexual insaciável, sempre a tratava com todo o respeito, mas sempre que podia, disfarçava e sacava discretamente seu bumbum maravilhoso e ficava imaginando ela de quatro, com seu bumbum de frente para mim e eu com meu cacete apontado em seu alvo, pronto para atirar várias vezes. 

Eis que, um belo dia, ela me entregou um envelope.Neste envelope havia um convite de casamento: O seu. Imaginei logo o quão felizardo era o noivo. Ia possuir aquele corpinho todas as vezes que quisesse. Passaram-se os dias e eu só via as colegas comentando sobre o casamento com ela, como era, como deixava de ser. Eis aí que me meti na conversa e perguntei:

- E a despedida de solteira ? Como é que vai ser ? Já programou ?

Imediatamente ela me olhou com um sorriso de espanto, afinal, todos os meus assuntos com ela sempre foram voltados ao trabalho, e falou: 

- Olha, eu estou pensando muito. Gostaria de fazer bem diferente. Nada de festas com amigas, Clube das mulheres, etc. Quero que seja inesquecível. 

Nisto cada uma deu uma opinião e o papo se encerrou. Só que dali para frente, uma pequena barreira foi quebrada entre a gente.Agora eu já falava de assuntos extra-trabalho e ela, muito safadinha (adoro mulheres assim), cruzava as pernas sempre que ficava de frente para mim e fazia questão que eu visse sua calcinha. Aquele clima me dava tanto tesão, que precisava de muita concentração para me levantar da mesa e ninguém reparar que eu estava de pau duro.

A uma semana de seu casamento, mais precisamente 3 dias antes, eis que ficamos a sós no escritório, somente eu, ela e um trabalho de digitação no micro para fazer. Ela estava com uma mini saia preta que deixava a mostra sua lindas pernas bronzeadas. Sentada em frente ao micro, eu de minha mesa, ditava o que ela precisava digitar. Propositadamente ela fingia que não entendia o que dizia para ser digitado e me que falou:

- Seria melhor você vir para mais perto de mim, acho que vai mais rápido.

Imediatamente me levantei e ela logo reparou, pelo volume de minhas calças, que meu pau estava assanhado. Posicionei-me ao seu lado, de forma que, de vez em quando, seu ombro roçava suavemente em meu cacete. A cada roçadinha eu ficava mais louco de tesão. Meu coração disparava, minha mãos suavam. Eu não conseguia mais disfarçar. Ela por sua vez, aumentava a freqüência com que roçava o ombro em minha pica. Sua desfaçatez era tanto que, todas as vezes que ela mudava a digitação de uma ficha para outra, ela descia a sua mão discretamente e puxava ainda mais a sua mini-saia para cima de forma que suas coxas ficassem mais a vista.

Já não agüentando mais (Meu pau já estava duro demais e já latejava dentro de minhas calças), puxei um papo extra-trabalho:

- E aí. Está ansiosa com o casamento ? Falta só 3 dias.

Imediatamente ela, levantou-se e, ao ficar de pé, sua boca ficou tão próxima à minha boca que quase nos beijamos. Sua coxa encostou em meu pau e ela sentiu o volume de prazer que a guardava. Ela então encostou mais ainda sua coxa em meu pau e disse:

- Estou tão ansiosa que gostaria de ensaiar a minha noite de núpcias. Você acha que eu vou me comportar bem ? Eu, absolutamente fora de mim, com o coração disparado, respondi:

- Acho que você tem tudo para fazer do seu noivo um macho feliz, afinal não é qualquer um que pode ter nos seus braços uma noiva como você. Gostaria muito de estar no lugar dele. Sem falar mais nada, ela jogou seus braços em meu pescoço e me beijou.

Um beijo tão gostoso, que enquanto escrevo, posso sentir seus lábios molhados no meus. Eu a envolvi em meus braços e numa mistura de tesão e prazer, acariciava sua bundinha de forma que a mini-saia subiu tanto que agora minha mão já estava em sua calcinha. Imediatamente, tirei sua calcinha e continuei beijando-o, intercalando beijos com deliciosas mamadas em seus seios fartos e saborosos.

Já sem calcinha, sentei-a na mesa do computador. Ela então colocou suas pernas em minhas costas eu encaixei o bruto em sua buceta que parecia uma brasa. Seu tesão era tanto que eu sentia seu mel escorrendo pela minhas pernas. Não satisfeito, joguei tudo o que tinha na mesa no chão e a coloquei suavemente em cima da mesa, de frente para mim, encostada na parede eu a penetrei de uma forma que ela podia ver meu cacete entrando e saindo varias vezes de sua bucetinha.

Apos sentir seu delicioso gozo, sentei-me na cadeira e ela veio por cima de mim. Sentou-se no meu pau e engoliu ele inteiro, enquanto me beijava maravilhosamente. A cadeira era destas reguláveis que se ajustam ao sentar. Nossos movimentos de sobe e desce eram ajudados pelo mecanismo da cadeira que proporcionava muito mais tesão. Gozamos juntinhos. Foi incrível. Quando achei que iríamos continuar o trabalho, uma vez que ela sentou-se novamente na cadeira de digitadora, ela me puxou para si e começou a chupar meu cacete de uma forma tão gostosa que não resisti e gozei em sua boca.

O incrível na hora que gozei, foi ela ter posicionado meu pau como se fosse uma mamadeira, abocanhando somente a cabeça e recebendo todo o jato de porra sem deixar cair uma única gota para em seguida, lavar meu pau todinho com sua língua de cima em baixo. Não satisfeito, Coloquei-a com a barriguinha apoiada no encosto da cadeira, de forma que sua bundinha ficou de frente para mim, com muito carinho, penetrei em sua bundinha vagarosamente até o ponto máximo e comecei a movimentar meu cacete em movimentos de entra e sai.

Ela gozou fantasticamente com aquela pica em sua bunda. Depois de mais uns beijos deliciosos, colocamos novamente a roupa e reiniciamos o trabalho de digitação como se nada tivesse acontecido.Três dias depois, no dia do seu casamento, na hora de cumprimentar os noivos (Aquela tradicional fila de babacas, parece até que vão receber doces), ao beijá-la respeitosamente no rosto, ela murmurou em meu ouvido: 

-Foi fantástico. Quando lembro-me daquela noite no escritório, fico logo molhada....

Ela saiu do trabalho eu não mais a vi.Espero que seu noivo tenha feito ela esquecer esta noite, caso contrário, acho que seu casamento não deverá durar muito.

Conto erótico recebido por email by Empresário

Último Verão

Tudo aconteceu no ultimo verão, época em que as praias de Salvador ficam lotadas de turistas. Foi assim que conheci Mariana, uma garota do Espírito Santo, que estava passando uma semana em minha cidade na casa da prima Nair. As duas tinham ido a praia em Jaguaribe e foi lá que as conheci, depois de ficar paquerando Mariana.

No nosso primeiro encontro, não rolou nada além de um beijinho por que Nair estava sempre por perto. Mesmo assim, Mariana me deu o telefone da casa da prima e me pediu para ligar no dia seguinte. Depois, levei-as em casa e fiquei fazendo meus planos. No dia seguinte saímos eu e Mariana,para outra praia também muito freqüentada. Após algum tempo, como era inevitável, já estávamos nos maiores amassos.

Ficamos mais um tempinho por lá, quando então convidei minha turista para ir a um lugar aconchegante. Fomos direto para o meu apartamento. Após um banho refrescante e termos bebido alguma coisa, nos entregamos as maiores loucuras no chão da sala mesmo. Que fera! Morena, baixinha e com um corpo de anjo!

Depois de nos chuparmos num gostoso sessenta-e-nove, ela assumiu uma postura de amazona, sentando em meu pau. Naquela cavalgada frenética, não íamos segurar por muito tempo a pressão. Quando estava para gozar, ela encostou os lábios no meu ouvido e pediu: Enfia um dedo no meu cuzinho. Atendi de imediato e, depois de lubrificá-lo, foi como se o mundo tivesse desabado. A gata começou a gemer e sacudir a bunda de uma maneira incrível, gozando abundantemente. Segundos depois, eu a acompanhei.

Diante de meu olhar malicioso, ela me explicou que ha uns dois anos era fã do sexo anal, apos ter perdido a virgindade com o namorado. Ela me disse que não dispensava o prazer também no coito vaginal. Perguntei a ela se estaria disposta a realizar uma fantasia que eu vira num filme erótico de sexo anal. Ela topou no ato, mas não entrei em detalhes. Marcamos um encontro para outro dia e finalizamos com uma transa anal que foi uma loucura. No dia combinado, fomos direto para o meu apartamento.

Subimos, conversamos um pouco e começamos a trocar as primeiras caricias. Ela estava tão assanhada que foi logo tirando a roupa. Depois de um banho, deitei-a de bruços com a bunda empinada, sustentada pelos joelhos. Tirei da sacola um lenço que havia trazido e vendei seus olhos, dizendo que deveria apenas relaxar e aproveitar o clima. Comecei a chupar e a lamber as orelhas e a nuca, falando o quanto ela era gostosa, ao mesmo tempo em que deslocava minha boca para as costas.

Cheguei finalmente a nádegas maravilhosas, mordiscando as bochechas, ate que as separei e vislumbrei o furinho cor-de-rosa convidativo. Passei a acariciá-lo com a língua, fazendo voltas e deixando minha gata molhadinha. Pus o par de luvas que havia comprado, lubrifiquei o cuzinho de Mariana com um pouco de vaselina e passei a introduzir lentamente o dedo médio no anus, ao mesmo tempo que, com a outra mão, acariciava o grelo. Simultaneamente, perguntava a ela um monte de sacanagens. Mariana dizia estar adorando.

Meu pau estava em brasa e resolvi prolongar a brincadeira, introduzindo o segundo dedo no rabinho da minha taradinha, intensificando os movimentos de entra e sai e me posicionando para chupar seu clitóris. Mariana gemia. Passados alguns minutos, troquei os dedos por um pênis de borracha que havia comprado numa sex shop.

Ela ficou encantada, nunca havia sido penetrada por um, mas fiquei impressionado por ter recebido aquilo tudo. Para atender o pedido dela, penetrei-a pela frente sem tirar o consolo do traseiro e sem descuidar dos movimentos de vaivém. Mariana era só gemidos e gritinhos contidos, dizendo ter adorado a fantasia. Naquele dia, alem de filmá-la nessa situação, voltei a penetrá-la duplamente, apenas invertendo as posições. Desta vez, enfiei no cuzinho delicioso, onde gozei intensamente acompanhado por minha gatinha anal. Infelizmente, Mariana voltou a terra natal, levando e deixando saudades.

Conto erótico recebido por email by Baiano
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