A Primeira Vez que Gostei de Dar

Já tinha feito sexo com alguns antigos namorados, mas sempre achei que faltava alguma coisa. Sempre tive o maior tesão por um visinho meu, mas nunca tive coragem de me insinuar, mas como tava na maior seca, louca pra dar uma trepada, decidi partir pra cima.Num certo dia coloquei uma saia jeans bem curtinha e uma blusinha cor de rosa sem sutiã e na primeira oportunidade puxei assunto e comecei a olhar pra ele de uma maneira diferente e convidei ele pra fazer um programa pra descontrair. Ele me perguntou:

- Que tipo de programa? Respondi:
- Só depende de você.

Isso foi suficiente,ele me convidou pra entrar no ap dele e ligou o dvd dizendo que ia colocar um filme. Como ele não era nada bobo o filme era pornô. Ele sentou no sofá, e apontou pro espaço vazio no lado dele e disse: senta aqui, senta! Sentei bem juntinha dele e ele logo partiu pra cima, colocou a mão no meio das minhas pernas me puxando pro lado dele.

Aquela mão foi explorando cada pedacinho, e quando o percebi já enfiava um dedo na minha bucetinha, que já tava explodindo como um vulcão de tão molhada. Ele ficou naquela provocação por um tempo, mordia minha orelha e dizia baixinho:

- Ta querendo dar minha mimosa? Não vai se arrepender de me provocar! Vou te comer todinha!

Fiquei louca com aquilo, eu tava louca pra dar pra ele, abri sua calça jeans e comecei a provocá-lo, ele se levantou rápido e tirou as calças e as cuecas deixando a mostra o maior pau que já vi, com uns 22 cm, fiquei louca e cai de boca naquele pau e fiz um boquete que ele jamais vai esquecer,lambi o saco dele, e mamei bastante naquele pau.

Ele se afastou e sentou no sofá de novo, eu fui por cima, coloquei uma perna de cada lado e fui sentando naquele pau, que latejava de tanta ereção. Fui sentando de vagarinho e de repente tava com todo aquele pau dentro de mim. Ele ria e dizia senta vadia, senta no pau, que é isso que tu á querendo. Depois de cavalgar naquele pau e gozar gostoso, quase aos gritos, ele deu uma gargalhada e me disse, agora vamos parar de brincar, você vai ver o que é ser fudida.

Ele me colocou de quatro apoiada na guarda do sofá e enfiou com tudo na minha bucetinha, ele parecia que não cansava, e enfiou bem forte, eu sentia o saco dele batendo na minha bunda, ele metia sem piedade, puxava meu quadril pra trás e dizia: - Era isso que tu queria vadia??? Tava querendo pau. Comigo você vai ter pau, vai ter até pedir pra eu parar. Aquilo me deixou com mais tesão ainda e eu gritava de prazer e pedia mais e mais, isso parecia que irritava ele, ele puxava meus cabelos pra trás e metia mais e mais e mais.

Ele saiu de repente de dentro da minha bucetinha e começou a brincar só na portinha, arrastava aquele pau desde meu cuzinho até bem na frente, e fez isso muitas vezes, quando ele parou com aquele baita pau na entrada do meu cuzinho achei que ele queria só me provocar, eu nunca tinha dado meu cú e achei que ele iria falar alguma coisa se quisesse, mas ele me segurou forte pelo quadril e meteu de uma só vez aquele pau no meu cuzinho, tentei fugir, mas ele me segurava firme e metia mais e mais, foi uma dor terrível, ele me arrombou toda de uma só vez, eu gritava de dor, ele ria e dizia grita vadia, não era o que tu queria?

- Achou que eu ia me contentar só com a buceta? Eu sentia aquele pau desfazendo as minhas pregas e ele começou um movimento de vai e vem, e depois de alguns minutos a dor foi passando, e comecei a gostar daquilo, e ele foi metendo e metendo, e arrombando, me comendo todinha, eu gozei gostoso, sem parar com aquele pau entrando e saindo do meu cu. Ele voltou a meter na minha buceta e foi aumentando cada vez mais o ritmo, eu já tava toda assada, mas ele não parava, e me pegava cada vez mais, até que ele gozou dentro da minha buceta, me encheu de porra, que escorria pelas minhas pernas.

Depois disso nos atiramos no chão da sala e começamos a ver o filme pornô que tinha ficado esquecido. Foi uma trepada maravilhosa, finalmente achei um homem que me fizesse sentir realmente fudida, arrombada e acabada.

Conto erótico recebido por email by Lele

Promessa é Dívida- Uma Bundinha por uma Chupeta?

Tenho 21 anos e o que venho a relatar neste blog aconteceu no inicio da minha adolescência. Eu já tinha 1,70 de altura e era bem magro, pois dei uma esticada rápido. Nesta época devia ter uns 59, 60 kg., sou moreno claro, olhos verdes, sem muitos pêlos e um rosto ainda com traços infantis.

Assim que eu e a turma da minha rua descobrimos o que era gozar nos masturbávamos com freqüência, inclusive fazendo campeonatos vendo revistas, vídeos na net ou filmes que baixávamos e víamos no dvd. Também tínhamos a mania de comparar nossos cacetes , vendo qual era o maior, o mais grosso ou até quem conseguia gozar mais longe. . Hahahaa, hoje lembrando disso tudo acho graça!

Entre esses nossos amigos tinha um rapaz chamado Rogério, ele era o que tinha o pau maior. Descobrimos ao medir todos com uma fita métrica e o dele tinha exatamente 18 centímetros, era cheio de veias grossas, cabeça roxa e brilhante e um saco com bolas enormes. Rogério tinha 1,75 de altura e uns 69 kg. Era bem encorpado, pois desde cedo praticava natação. Mas até aí eu não olhava para ele com outros olhos, o considerava como um amigo como todos os outros.

Um dia estava em sua casa, vendo uns filmes que ele tinha baixado no micro do seu quarto. O vídeo era um tesão! Uma mulher muito gostosa chupava o cacete do cara e depois colocava na sua bundinha empinada. Já estava quase gozando nas calças de tanto tesão. Eu estava em pé ao lado de meu amigo que se esparramava na sua cadeira segurando o pau por cima da bermuda.

Um dado momento ele se levantou e foi até o banheiro do seu quarto. Pensei que ele iria pegar alguma coisa para limpar o pau quando gozasse e fiquei concentrado vendo o filme e quando me abaixei para repetir uma cena no player Rogério veio por trás de mim e me encoxou de surpresa. Eu estava de calça de moletom, ele de bermuda, então pude sentir seu pau duro se esfregando no meu traseiro. Assustei-me com aquilo e me esquivei de lado no mesmo instante.

- O que é isso cara? Tá ficando louco?

- Pô cara, foi mal! Mas é que vi você aí com essa bundinha gostosa... Ainda mais nessa posição...

- Sai fora, meu! Você disse que eu tenho uma bundinha gostosa?

- Ô... Um tesãozinho! Ela é redondinha e empinada. Já até bati uma punheta pensando em comer ela bem gostoso.

- Cara, parece que você ta falando de uma bunda de mulher. Vou embora, pois as punhetas tão te deixando louco. – dizendo isso fui me dirigindo à porta, mas ele veio para cima de mim, pegou minha mão e fez-me encostar no seu cacete.

- Olha só, to quase gozando só de encoxar sua bundinha... Não vai embora não. Vamos bater uma juntos? Eu bato uma para você e você bate para mim...

No inicio me senti meio ofendido por ele ter se esfregado em mim, mas eu também tava morrendo de tesão por ver o filme e achei que seria legal ter outra mão tocando o meu pau, afinal nunca isso havia acontecido antes e a curiosidade foi o pingo de água para eu ceder ao seu pedido.

Colocamos outro vídeo no seu pc, deixamos o media player no tamanho da tela e sentamos na beirada da cama já os dois com a roupa abaixada até os pés. Nós dois estávamos com os paus duros e pingando de tesão. Rogério segurou meu pau e começou lentamente a me masturbar, que delicia ter outra mão fazendo aquilo que eu já me acostumara a fazer sozinho. Eu nem prestava atenção no filme, me apoiei com as mãos atrás da cabeça e me deitei na cama enquanto ele me masturbava. Acho que não durou dois minutos e eu comecei a gozar com longos jatos de porra espirrando para todos os lados.

- Agora é minha vez! Disse Rogério em seguida.

Peguei no seu pau e iniciei os movimentos de cima até embaixo. Apesar de ser diferente ter outro pau que não fosse o meu na minha mão achei gostoso. Rogério gemia e então disse:

- Que tesão! Dá um beijinho nele, dá?

Tive vontade de fazer o que ele me pediu, mas resolvi retrucar...

- Que é isso? Você só bateu para mim. Não vou chupar não...

- Ah vai cara, só uma chupadinha...

Pensei um pouco e fiz minha proposta:

- Tá bom, mas depois você chupa o meu...

Com Rogério concordando, me inclinei sobre ele e coloquei seu pau na minha boca, ele já estava todo melecado e senti um gosto meio ruim, mas fui chupando e engolindo rápido para não sentir o gosto. Eu chupava e aquilo me dava tesão. Eu estava de pau duro e mil pensamentos passavam pela minha cabeça. Queria engolir aquele pau todo, queria lamber seu cuzinho e meter na sua bundinha. Também tinha vontade de me sentar sobre ele e atolar aquele pauzão na minha bunda. Comecei a me masturbar enquanto o chupava.

Ele gozou rapidamente, o primeiro jato atingiu minha boca e cuspi tudo, tirando a boca do seu pau. Rogério gemia e dizia que tinha sido uma delicia. Eu ainda estava com tesão e não tinha terminado minha punheta. Então me deitei ao seu lado, ainda com a mão no seu pau. Ia cobrar a minha chupeta, mas meu amigo tinha outras idéias pela cabeça, pois ele virou para mim e segurou minha bunda por baixo de meu corpo.

- Nossa, que tesão você me deu. Agora deixa eu comer tua bundinha deixa. – Essa sua bunda é uma delicia – dizia apertando minhas nádegas e deixando escorregar um dos dedos até meu cuzinho. Quando o senti, descobri o quanto sou sensível nessa região, pois um arrepio percorreu meu corpo... Porém não queria admitir isso

- Não Rogério! Agora é sua vez de chupar...

- Só vou chupar se você me der a bundinha, e se não fizer vou dizer para todo mundo que você me chupou!

Pensei o que ia fazer e disse: -Então tá, mas vai devagar! – concordei por entender que não tinha jeito... Tinha que fazer ele me chupar, pois aí ele não poderia falar nada para ninguém. Meio sem jeito me virei de costas para ele deitando de bruços na cama. Meu amigo como se tivesse admirado com minha bunda passou a beijá-la e lambe-la. A sensação era muito boa e ficou ainda melhor quando senti suas mãos abrirem as polpas das minhas nádegas. Sua língua morna e úmida passou ligeiramente pelo meu anus me fazendo arrepiar inteirinho. Só quem já sentiu uma língua neste lugar sabe o quanto é bom!

Sua língua foi passando pelo meu cuzinho por diversas vezes, ela fazia movimentos circulares acompanhando a beirada do meu anus. Meu pau estava latejando e doido de tanto tesão que eu sentia. Então senti um dedo sendo pressionado, tentando me invadir. Dava parar perceber que ele tinha o lubrificado com sua saliva e aos poucos foi entrando em mim. Seu dedo era fino e o que eu sentia não era tão ruim. Ainda mais que ele não parava de mordiscar minha bunda com muito tesão.

De repente outro dedo foi me penetrando lentamente, agora já estava com dois enfiado no rabo os sentindo se movimentarem de dentro para fora e vice versa. Estava bom!

- Que tesão de cuzinho você tem... Vou me acabar nesse seu rabinho... – disse seu amigo quando foi deitando por cima de mim e mirando seu pau entre minhas nádegas.

Aquele pedaço de carne, quente e rija passeando por minha bunda era bom, mas me assustei quando senti a cabecinha no meu cuzinho. E o medo piorou na medida que minhas pregas eram abertas para acomodá-los no meu rabo. Que dor eu senti! Seu pau foi pressionando e me invadindo, vi estrelas quando o senti inteiro dentro de mim, com seus pentelhos me esfregando a bunda... A penetração estava concluída! Eu já tinha sido enrabado.

- Ah... Que bundinha gostosa... Que cuzinho apertadinho... – dizia ele no meu ouvido.

Como um doido e sem jeito meu amigo começou a meter com vontade me fazendo sentir dores, eu gemia e isso o dava mais tesão, pois ele aumentava cada vez mais a velocidade. Para minha sorte a minha tortura não demorou muito, pois o meu amigo, com a excitação de me comer gozou logo tudo dentro do meu cu...

- Aaahh eu to gozando... – gemia ele enquanto desabava por cima de mim com a respiração acelerada...

Mesmo com a dor que eu senti por perder a virgindade do meu rabo eu ainda estava de pau duro e também querendo gozar, saí de baixo dele dizendo que agora queria ser chupado. Para minha surpresa o sacana do Rogério me disse que teria de ficar para outro dia, pois estava cansado e sua mãe logo chegaria em casa. Eu reclamei mais um pouco dizendo que ficara com o cu ardendo a toa e ainda tava com tesão, mas não teve jeito... Esfreguei o pau na cara dele, me fiz de bravo e fui embora tocar uma sozinho em casa... Que sacana ele tinha sido comigo: me comeu e não chupou meu pau, mas não ia deixar quieto eu ia cobrar a minha dívida!

Conto erótico by Rogério recebido por email

Na Cozinha de Um Bar

Sou nova neste negócio de contos eróticos, mas vou contar uma história que aconteceu comigo há alguns anos.

Estava de férias numa cidade que sempre visito e, ao passar perto de um barzinho bem badalado da cidade, encontrei velhos conhecidos, um deles um carinha que já tinha me comido. Sentei com eles e logo fui fazendo amizade com todo mundo, inclusive com umas meninas lésbicas que ficaram interessadas em mim. Eu usava uma calça jeans bem justa e uma blusa preta toda esvoaçante e que realçava bem meus seios. Sou bem branquinha e, como era verão, estava bronzeada de praia.

Não sigo o padrão top model, mas sou um mulherão e chamo muito a atenção desde novinha. Entre conversas e cervejas, o dono do bar foi se aproximando de mim e a conversa foi ficando interessante, mas em nenhum momento ele chegou a falar que queria me comer, embora eu percebesse isso nos olhares dele para mim.

Precisei ir em casa, perto dali, tomar um remédio, e prometi voltar. Voltei logo depois e ele ficou animado, me chamou pra sentar mais perto e, de repente, veio no meu ouvido e disse que tinha me achado muito gostosa e queria me dar uns amassos. Eu que já esperava aquilo, sorri pra ele e disse que teríamos que fazer aquilo discretamente, pois estávamos no bar dele e isso poderia causar impressões ruins no público.

Como eu não podia mais beber cerveja porque tinha tomado remédio, ele perguntou se eu não queria uma água e me chamou pra ir até a cozinha pegar. Entendi o recado e fui... Quando chegamos, começamos a nos beijar enlouquecidamente, ele metia a língua bem fundo na minha boca e se roçava todo em mim. Fiquei excitadíssima e fui me encostando na bancada da pia, afastando as pernas para ele se esfregar melhor. Ele desceu um lado da minha blusa e chupou um dos meus seios, depois fez o mesmo no outro, gemendo e me fazendo gemer também...

Peguei o pau dele e comecei a masturbar, ele dizia pra não parar, que estava muito bom, e continuava mamando e dizendo que meus peitos eram lindos e duros. Logo resolvemos mudar de posição, ele se entou numa cadeira e eu sentei em cima dele, com a blusa completamente abaixada e os seios livres para as chupadas dele.

Ele levava as duas mãos na minha bunda, me puxando contra seu pau duríssimo, e chupava minhas tetas deliciosamente, lambendo e mordendo os biquinhos. Ele saiu de cima da cadeira e falou pra eu sentar, e passou a esfregar o pau nos meus peitos molhados de saliva e com os bicos quase estourando de tanto tesão. Quando estávamos assim, entrou o outro carinha com quem eu já tinha transado, e vendo aquela cena, ele entrou, fechou a porta e parou do nosso lado, dizendo que eu era mesmo uma safadinha muito gostosa.

Tirou o pau e deu pra masturbar, enquanto o outro continuava esfregando o dele nos meus peitos. Masturbei o antigo com uma mão e,com a outra, peguei o pau do cara do bar e direcionei para minha boca. Ele adorou sentir meus lábios e língua no seu cacete, falava pra eu chupar mesmo que tava muito bom, e o outro que eu punhetava, ficou ainda mais excitado com aquilo, veio com a mão e abriu o zíper a minha calça, enfiando a mão por dentro da calcinha e acariciando, dizendo que meus pentelhinhos eram macios e quentes.

Levantei um pouco a bunda da cadeira, sem parar de chupar e masturbar, e ele puxou minha calça para baixo, tirando e me deixando só de calcinha. Disse pro outro olhar meu corpão gostoso e foi o que ele fez. Tirou o pau da minha boca e começo a me acariciar toda, dizendo que eu era linda e gostosa daquele jeito, só de calcinha. Acariciou minhas coxas e desceu para beijá-las, enquanto isso o outro enfiou o pau na minha boca.

Fiquei chupando enquanto tinha minhas coxas lambidas, mordiscadas e chupadas pelo dono do bar, que dizia que eu tinha um cheirinho delicioso e começou a afastar minha calcinha. Abri as pernas, mas não adiantou muito, o pedacinho de pano atrapalhava, então, novamente levantei um pouco a bunda e deixei ele arrancar minha calcinha, o que fez rapidamente, descendo pelas minhas pernas e beijando e lambendo meus pés.

Quando voltou, eu estava toda arreganhada e ele ficou louco, chupou meu grelo com muita vontade e começou a meter a língua na minha buceta. Estremeci, sentindo que gozaria, e foi o que aconteceu, gozei na boca dele, que ficou ainda mais doido de tesão. Entorpecida pelo orgasmo, parei de chupar o outro, que ficou olhando a cena: eu toda aberta, ofegante, a buceta melada de saliva e do meu melzinho delicioso, e o outro doido pra meter, e falou: "mete logo, aproveita que agora ela não vai mais resistir".

O dono do bar, então, olhou pra mim com um sorriso e um olhar safado e falou: "Agora eu vou foder você, sua puta". Começou a meter, primeiro de leve, depois mais rápido, e eu logo me recuperei, comecei a rebolar com o pau dele dentro de mim e ele logo gozou, me enchendo de porra. Mal saiu de dentro, virou pro amigo e disse:

-Agora é com você, que essa cadela já é sua mesmo.

Já fazia um tempo que aquele cara tinha me comido, mas quando ele colocou seu pau na entrada da minha xana, estava bem animado e eu fiquei doida, dizia pra ele me foder sem parar, me comer bem gostoso, e ele atendeu o pedido da sua putinha, fazendo um entra-e-sai frenético que me levou a mais um orgasmo, antes dele dizer pro outro que também ia gozar, tirar o pau e esporrar no meu corpo inteiro.

Então, o dono do bar pegou uma garrafa grande de água, abriu e começou a jogar em mim aos poucos, me esfregando com as mãos e dizendo que eu não poderia sair com cheiro de porra no corpo. Enquanto me lavava, beijava minha boca e apertava minhas tetas. Quando eu estava limpinha e toda molhada, me colocou de novo em cima da bancada da pia e de posicionou ao lado das minhas pernas.

Ficou chupando meus seios e acariciando meu pentelhos e minhas coxas. Logo abri as pernas e deixei que ele enfiasse dois dedos na minha buceta e massageasse meu grelo. Ele chamou o amigo e falou pra ele também sentir meu melzinho na boca, então, o amigo se agachou de frente pra mim, afastou os lábios da minha xana e começou a lamber, a chupar meu grelo e a me foder com a língua, enquanto ele chupava e mordia meus peitos e também massageava meu grelo.

Gozei feito uma cadela no cio com aqueles dois machos tesudos, bati uma punhetinha dupla pra eles gozarem e depois nos vestimos e voltamos normalmente pro bar, onde os clientes começavam a chegar e esperavam atendimento.

Conto erótico recebido por email  by Lú

Diarista Safada

Meu nome é Regina, tenho 25 anos. Sou casada, tenho um bom marido que me satisfaz em tudo. Somos de família classe média e podemos manter uma diarista três vezes por semana. Ela tem trinta anos mas com um corpinho muito em forma ainda. Nunca tinha olhado uma mulher que não seja só por olhar. Mas um dia fazia muito calor, e para ficar mais a vontade nas tarefas de casa, ela botou um shortinho bem curto que realçava bem suas coxas e bumbum.

Meu marido tinha viajado a negócios e fazia cinco dias que ele tinha ido. Olhando bem para ela comecei a me excitar. Passei a mão na minha xoxota e ela estava super molhada. Para me acalmar fui tomar um banho mas deixei a porta meio aberta. Como tinha boxe dava pra ver se vinha alguém.

Percebi de relance que Rose, a diarista, estava olhando. Fingi que não a vi e comecei a me masturbar, passando as mãos pelos seios e na xoxota. Quando sai do banho, ela chegou e disse que me viu fazendo isso sozinha, e que não precisava, pois ela tava aí para ajudar. Não resisti, deixei ela sem roupa e comecei a chupar os peitinhos e em seguida a buceta.

Ela fez o mesmo comigo. Fomos para o quarto pois na cama ficávamos mais a vontade. Estávamos num delicioso 69, quando olhei para a porta e vi meu marido nos observando. De momento levei um susto, pois ele voltaria somente dois dias depois. Mas me acalmei quando vi que ele já estava sem roupa e de pau duro.

Veio para a cama e enquanto ela chupava o pau dele eu lambia o saco, e nos revezando em seguida. Enquanto ele a penetrava eu a beijava, e enquanto ele me penetrava ela me beijava e chupava meus peitos, me deixando toda arrepiada de tanta tesão. Gozei como nunca tinha gozado. Meu marido em seguida começou um vai vem nela e vi que os dois gozaram também.

Para finalizar pediu que fizéssemos mais uma vez um 69, pois tinha gostado muito de ver isso. Hoje Rose ainda continua a trabalhar em nossa casa e transo muito com ela quando meu marido não tá, para poder me satisfazer, pois ele viaja muito. E quando chega então sempre fizemos a três.

Se vocês gostarem comentem, comentários são a alegria de quem escreve os contos.

Beijos

Conto erótico recebido por email by Regina

O Hóspede Tarado

Meu nome é Camila, a história a seguir se passa quando eu era mais nova e tinha 18 anos. Sou baixa (1,56 cm), não sou magra, mas sou gostosa (é o que dizem), meus cabelos castanho-claros, ondulados, chamam atenção por seu comprimento chegando até a cintura, meus olhos são castanho-escuro, os seios são bem fartos (sutiã tamanho 50), uma bunda bem chamativa, a pele bem branca e a bucetinha sempre raspadinha e cheirosinha.

Início de dezembro. Logo no terceiro dia de férias meu pai me avisou que um amigo se hospedaria em nossa casa por 5 dias e que chegaria no dia seguinte. Papai queria alguns favores profissionais desse amigo e pediu que eu o tratasse da melhor maneira possível, me avisando que ele era um pouco chato e metido. Pensei que não seria tão difícil agradar e conviver com alguém por cinco dias, mas estava enganada.

No dia seguinte a cozinheira faltou e fui fazer o almoço enquanto papai o buscava no aeroporto. Estava na cozinha com uma saia preta, rodada, bem curta, uma blusa branca bem decotada, avental e pés descalços. Ao ouvi-los chegar fui até a sala para cumprimentar o hospede.

Dr. Eduardo Andrade era um homem alto, magro, branco, usava óculos, seus olhos negros passavam frieza para quem os encarava, cabelos negros, roupa elegante, nariz empinado e pouco mais de 35 anos. Não chegava a ser feio num primeiro instante, mas seus modos o tornavam intragavelmente feio.

Papai estava de costas, ao bar, preparando um drink. Fui em sua direção, ele me olhou de cima a baixo com nojo, mas mantive a cabeça ereta e falei :

- Ola doutor, é um prazer conhecê-lo. E fui em sua direção estendendo minha mão que ele deixou ao ar dizendo com superioridade:

- Ora Augusto, você deveria escolher melhor e dar menos liberdade aos seus criados, essa gentinha tem cada uma. - Papai sem graça e com raiva ao mesmo tempo me abraçou para espanto de seu colega e falou rispidamente:

-Essa é Camila, minha filha, que na ausência da cozinheira da casa foi preparar a refeição para recebê-lo.

Sem dar a mínima para o engano ele apenas disse “Ah, sim, mas nesse trajes eu poderia confundi-la não só com uma empregada”. Olhei para meu pai que nada disse, estava indignada com aquele homem insinuando que eu me vestia como uma prostituta, voltei a cozinha espumando de ódio.

Servi o almoço para os dois, mas não fiquei a mesa com eles, nos dias que se seguiram fiz o máximo de esforço para não cruzar com aquele homem nojento, mas era inevitável e tudo que ele fazia ou dizia era de um conteúdo de estrema estupidez.

No quarto dia eu decidi me banhar na banheira de ofurô que tínhamos perto da piscina no terraço. Como a banheira era num elevado construído acima da piscina eu podia ver tudo que ocorria no terraço, mas ninguém poderia me ver ali.

Fiquei lá durante alguns minutos até ouvir um gritinho e algumas vozes, e um barulho. Ajoelhei-me no local onde se fica sentado na banheira e fui olhar lá em baixo. A cena era atordoante e ao mesmo tempo excitante. Eduardo estava prensando Lurdes (a empregada) na parede de costas para ele, estava com o pau para fora da calça e levantava a saia do uniforme dela, ela tentava se libertar, mas ele era mais forte, arrancou sua calcinha e enfiou o pau na bunda dela, pela dificuldade e pela expressão no rosto dela devia estar metendo em seu cuzinho.

Ele tapava a boca dela com uma mão, com a outra apertava ferozmente seus peitos, mordia a orelha dela e metia muito forte nela, socava a rola com brutalidade, ela se debatia, mas de nada adiantava.
Como eu estava apoiada de mau jeito escorreguei na banheira fazendo muito barulho de água batendo. Ele levantou a cabeça e pensou durante alguns segundos, mas depois continuou, agarrou Lurdes e a jogou no chão, colocou-a de quatro e mandou ver no rabo dela, ela tentou gritar e ele tampou a boca dela com a mão, depois a puxou virando-a de frente para ele e deu um tapa em seu rosto, meteu mais uma vez o pau gozou dentro dela, gemendo bem alto. Falou algo em seu ouvido e ela fez que sim com a cabeça, saiu correndo e desceu as escadas que davam acesso ao resto da casa.

Esperava que ele fosse embora, mas ele que estava apenas com o pau mole balançando para fora da calça social tirou a camisa e o resto da roupa ali, ficando pelado na beira da piscina, acendeu um cigarro e ficava olhando para onde eu estava, pensativo. Quando seu cigarro terminou, ele veio em direção a banheira, o medo me invadiu, subiu as escadas e ao chegar à beira me viu e sorriu maliciosamente. Me levantei tentando sair da água, mas ele me empurrou de volta e fez menção de entrar. Subi no banco da banheira e olhei para baixo, ele me olhava nos olhos e fez que não com a cabeça, como se dissesse “não faça isso”.

Não pensei duas vezes e pulei, cai na piscina e nadei até a borda mais próxima, ele ainda descia as escadas, subi correndo e tentei alcançar a porta da escada, ele foi mais rápido e apareceu na minha frente me encurralando no canto da porta. “LURDES, PAAAI” eu gritei e ele começou a gargalhar

- Não tem mais ninguém em casa, grita vai, grita que eu adoro. - Ele se aproximou me prensando na parede

- Você ta adorando! Você é uma puta exibicionista que quer um macho para acabar com teu fogo.

Ele cheirava meu pescoço, passava a mão na minha xotinha molhada por baixo do biquíni. Veio me beijando e por um segundo eu correspondi, depois lembrando da situação mordi seus lábios bem forte, ele gritou e me deu um tapa que estalou meu rosto, eu cuspi em sua cara

- Adoro rebeldia. – Disse ele arreganhando a parte de cima do meu biquíni e mordendo meus peitos. Ele mamava e mordia ferozmente. Eu estava totalmente presa e ele roçava a pica dura em minha xotinha por cima do biquíni.

Ele se encaixou em minhas pernas e afastou meu biquíni, me agarrando pelos peitos começou a meter tudo em mim bem forte. Sua expressão era animalesca. A sensação de um pau entrando bem forte em mim sempre meu deixava louca e aos poucos fui cedendo, rebolava e gemia em seu pau. Ele sorria “Ta gostando é puta?” e socava mais forte.

Ele tirou o pau da minha xotinha e me virou de costas na parede e como Lurdes meteu seu pau em meu cu sem dó. Socava tudo em mim e eu quase desmaiei de tanta pica que estava recebendo, após alguns minutos ele deu uma estocada bem funda e ficou me mandando rebolar, me dava tapas na bunda e chamava de puta toda hora.

Me abaixou e colocou o pau na minha boca, minha cabeça estava prensada na parede e ele começou a foder minha boca bem fundo, eu engasgava e perdia o ar, rezando para terminar logo ate que senti os jatos de porra em minha garganta.

No dia seguinte ele foi embora bem cedo e procurei Lurdes para conversar, ela me disse que não fez nada porque no fundo tinha gostado, a muito tempo que o marido dela não a comia e ela bem ou mal sentia-se mulher, perguntei-lhe da humilhação e ela sorrindo me respondeu:

- Pergunte ao seu pai se ele não conseguiu o favor que queria.

Eu fiquei sem entender nada. Depois de um tempo fiquei sabendo que o Dr. Eduardo também tinha comido a cozinheira lá de casa e a faxineira do vizinho. Meu pai estava feliz com o trabalho e resolvi ficar na minha.

Espero que gostem e comentem

Conto erótico recebido por email - Camila "A Aluninha"

O Ataque da "Barbie"

Fazer terapia sexual é um saco. Mas a coisa pode piorar se toda a sua família souber que você está fazendo. Como eu disse no conto anterior sei de outras primas que estão fazendo, mas desconheço quem são. As mães delas souberam manter segredo. Mas minha mãe, essa não soube ficar calada. Eu descobri isso na noite de Réveillon de 2010, quando toda minha família (ou grande parte dela) se reuniu no sítio de minha tia, o mesmo que descrevi em um conto anterior.

E descobri por causa do comportamento de alguns primos e até tios que puxavam conversa comigo, entravam no assunto, e logo virava uma cantada tipo “se você está sentindo falta, eu posso fazer o que ele fazia, e ainda melhor”. Foi horrível. Uma noite que deveria ser alegre estava um terror para mim. E foi aí que ele entrou na minha vida.

Ivan é filho de um amigo da família que, de vez em quando, participam de nossas festas. Ele é um pouco mais velho do que eu, não é feio e é muito educado. Já havia me paquerado algumas vezes, mas eu cortava logo. Naquela noite de Ano-Novo eu estava tão triste que acabei cedendo às conversas dele e começamos a namorar. Na verdade, conversamos mais que namoramos, já que eu queria alguém para levantar meu astral.

Depois de muitas horas de papo-furado nos beijamos e eu percebi que ele não tentara nem mesmo um abraço mais audacioso. Então decidi que Ivan seria meu “agente regulador”, ou seja, meu namoro com ele seria direito, equilibrado, comportado. Afinal, ele é namorado da Mayara e não mais um homem da Garota Suburbana. E deu certo. Ou quase. Já estamos em março de 2010 e até agora nem mesmo colocar as mãos em meus seios, ainda que por cima da blusa, ele sequer tentou.

Talvez tenha sido esse seu maior erro. No início deste mês de março íamos ao cinema quando o carro dele furou o pneu. Na troca, Ivan se sujou todo e passamos na casa dele para que tomasse outro banho e colocasse outra roupa. No começo, pensei que fosse uma desculpa para irmos a casa dele, e tal. Mas não. Como sempre, ele estava sendo puro e sincero. Ao entrarmos na casa dele, seu irmão mais velho estava na sala vento TV. Fomos apresentados e Ivan pediu para que Alberto “fizesse sala” para mim enquanto ele se aprontava de novo.

Alto, bonito, corpo bombado, cabelo tipo escovinha e cavanhaque de traços finos. O jeito manso de falar e os trejeitos não deixavam dúvidas de que Alberto era uma Barbie, um gay moderno. Assim que ficamos a sós, Alberto puxou conversa. Elogiou meu vestidinho tipo “tomara-que-caia” de estampas coloridas.

- O Ivan é um bom sujeito, não é? – perguntou-me ele.
- Sim, claro, respondi
- Ideal para namorar moças de família, certo? Ele não chega junto, não tenta passar a mão, não encoxa... – e riu.

Eu não sabia o que responder, acho até que fiquei com um sorriso idiota no rosto. O cara é doido?

- Você é moça de família, certo? Digo, você é virgem, certo? – Eu congelei. Achei que fosse uma piada. Alberto sentou ao meu lado e respirou fundo, como se buscasse algum odor familiar e sorriu – Sim, você é virgem, posso sentir o cheiro do seu cabaço!

Algo dentro da minha calcinha se mexeu. Meu coração acelerou. Eu não conseguia falar nada. Do fundo do corredor, Ivan anunciou que iria tomar banho. Quis dizer para ele me levar junto, a voz não saiu.

- Não precisa ficar assim, eu sou muito bom com cheiros, sabe? – E Alberto sentou-se ao meu lado, bem próximo, para falar baixo: “Seu cheiro é forte, marcante. Você até é virgem, meu bem, mas é uma cachorrona!” – E sorriu, como se tivesse me dado uma boa notícia. Eu continuei com minha cara de babaca.

- Mas você é muita areia para o caminhão do Ivan, não acha? Olha seu rosto, meu bem. Que coisa mais linda, instigante – e alisava meu rosto enquanto falava. “Olha essa boca, carnuda, linda... Desde pequena é assim?” Eu afirmei, com a cabeça. Alberto passava os dedos em minha boca. “Então desde nova você deve pagar muito boquete, não é? Homem não resiste à menina com bocão carnudo” e riu-se de novo.

Ele tinha dentes lindos e perfeitos. Mas, que conversa era aquela? Boquete? Sim, desde nova minha boca recebe, chupa e mama picas. Mas eu não disse isso para ele. Suas mãos já desciam para meus seios e eu quase fiquei sem respirar.

- Que seios lindos! São verdadeiros? Ou é silicone? – Eu murmurei “verdadeiros”. Alberto fez uma cara de espanto e, simplesmente, “libertou” meus seios puxando meu tomara-que-caia. “Olha como são grandes e redondos e firmes! Que audácia a sua ter seios assim, garota!”

E alisava, apertava, amassava meus seios. Seus dedos seguraram meus mamilos, esfregando os biquinhos. Eu comecei a ficar zonza, algo que sem ar.

-Eles devem ter crescido cedo, ainda novinha, não é?” Eu balancei a cabeça confirmando. “Então desde novinha você deixa os garotos mamarem nestes seios, não é? Por isso eles são tão certinhos!”

Não consegui responder, mas me lembrei que sim, que eu “amamentei” desde cedo. Meus seios provocavam desejo nos garotos, mas inveja nas meninas. Lembro de uma que perguntou o que eu fazia para ter seios destacados já com 11 anos. Eu disse que era por que deixava os meninos chuparem eles.

Ela adotou a idéia e acho que todos os garotos da escola mamaram nela. Não sei se adiantou, nunca mais a vi, mas se não deu certo ela deve me odiar até hoje. Ou não, sabe-se lá... As mãos de Alberto já estavam nas minhas pernas, que ele elogiava, enquanto subia por minhas coxas, que ele enaltecia, mas eu já não conseguia manter um pensamento no lugar. Sem disfarçar, ele me forçou a inclinar o corpo para poder pegar na minha bunda, e, claro, disse que era um lindo rabo. Eu me recostei de lado no sofá enquanto Alberto continuava me vistoriando como se eu fosse uma vaca premiada.

Para minha surpresa, seus dedos entraram por baixo de minha calcinha e desfilaram pelo meu rego até que chegaram ao meu buraquinho. Meu coração disparou e eu arregalei os olhos, encarando Alberto. Com o dedo ele alisava o olhinho, numa suave pressão. Meu esfíncter deu uma forte piscada. Acho que de alegria. Alberto sorriu e sussurrou:

- Meu bem, uma cachorrona com um corpão desses tem hormônios explodindo. Por isso seu cheiro é tão forte, tão fêmea... Que inveja! Mas uma cachorra que preserva a virgindade apesar da explosão de hormônios pedindo sexo, paga um preço por isso, querida... E aposto que o seu preço foi isto aqui... – E pressionou meu cuzinho, que deu outra forte piscada, como se confirmasse a teoria de Alberto – Sabe o que é mais triste? – continuou ele – É que meu irmão não sabe, não entende, e não vai te ajudar em nada!

E tirou os dedos e as mãos, se afastando de mim. Eu continuei recostada no sofá, em estado de choque. Ou coisa parecida. A porta do banheiro se abriu e Alberto fez um gesto para eu me recompor.

- Ivan, disse Alberto quando o irmão chegou na sala, todo cheiroso e bem arrumado, - Quero oferecer um lanche para sua linda namorada, mas não tem tomate para eu fazer meu suco especial! Por favor, vá ao mercado comprar alguns.

Ivan argumentou que íamos ao cinema, mas Alberto fez um escândalo, dizendo que tinha sessão o dia inteiro e queria fazer um lanche com o suco especial dele que eu, certamente, iria amar, lamber os beiços e pedir mais. Vencido, Ivan foi, cheio de recomendações sobre o que comprar, pois Alberto incluiu outros itens para poder caprichar no lanche. Fomos para a cozinha e Alberto me piscou o olho e disse:

-“Viu como ele é ingênuo? Nem conferiu o que tinha e o que não tinha....

Ele mexeu em alguns itens, colocou sobre uma bancada e me chamou para irmos ao escritório. Para minha surpresa, quando chegamos lá, Alberto me segurou pelos braços e me fez sentar num móvel baixo, encostado na parede. Levantou meu vestido e elogiou minha calcinha de renda fina. Abriu minhas pernas e começou a cheirar minha xota, ainda que por cima da calcinha. “Você é muito cheirosa”, ele repetia. Com os dedos, afastou a calcinha e enfiou o nariz na minha racha, fungando fortemente.

-Muito cheirosa”, dizia, “E que lapa de buceta, querida!

Logo, Alberto passou a me dar fortes linguadas, que me fizeram tremer. E me chupava com força, me deixando muito molhada. Então ele se levantou, colocou a pica para fora e começou a esfregá-la em minha xota, por cima da calcinha. Aí ele mais uma vez libertou meus seios, me trouxe o mais possível para perto de seu corpo, e começamos a tirar um sarro violento, quente, animal. O móvel sacudia tanto que achei que ele fosse quebrar.

Alberto urrou feito um louco e se afastou de mim, segurando a piroca na minha direção. Jatos de porra atingiram minha buceta, que estava exposta, pois a renda tinha se rasgado toda. Exposta e avermelhada, inchada de tanta ralação. Alberto, então, caiu de boca na minha xota de novo, lambendo e sugando a própria porra. Com a boca cheia, ele veio me beijar e eu tentei fugir. Mas ele segurou minha boca com força e eu cedi, recebendo o que sobrou daquele leite quente, que ambos engolimos.

Arfando, Alberto sorriu para mim e disse:

-“Vá para o banheiro e se ajeite, cachorra. Não se esqueça de lavar a boca”.

Saímos juntos do quarto nesse momento Alberto apontou um tipo de pilastra na parede do corredor e sussurrou: “Ta vendo esta pilastra, cachorra? Da próxima vez que você vier aqui, vou te apoiar nela, de costas, inclinada, e comer seu cuzinho, ok? Já foi enrabada por uma Barbie? Então se prepare, será uma experiência inesquecível!!!” E foi para a cozinha, preparar o lanche.

Ivan chegou tempos depois, já estávamos com tudo pronto, só faltando os ingredientes para finalizar. Depois, fomos ao cinema. Durante a sessão eu pensava que, se Ivan tentasse me alisar, teria espaço livre, pois a calcinha estava toda rasgada, mesmo. Isso não aconteceu. Em casa, tive que me livrar daquela calcinha para não levantar perguntas de minha mãe.

Ivan era mesmo um ingênuo, perfeito para Mayara. Mas a Garota Suburbana estava mesmo era pensando naquela tal pilastra, em se inclinar e esperar o “ataque da Barbie” para descobrir se seria inesquecível mesmo...

Conto erótico recebido por email - by Mayara

Minha Amiguinha Putinha.

Eu ainda era novinha na época e decidi fazer um trabalho com uma amiga minha. Vou chamá-la de Camila. Ela era realmente linda. Tinha lábios carnudos e feições angelicais. Cabelo loiro, mais ou menos 1.62... Era magra, tinha um quadril largo e bunda grande. Os seios eram médios, marcando que estavam crescidos. Eu não ficava atrás. Já tinha seios formados como hoje, cintura fininha também, cabelos pretos, bunda empinada.

Eu tinha um namorado na época, mas não mantinha relações sexuais com ele. Sempre que podia ele me pedia pra chupar o seu cacete, eu fazia, mas não me acostumava a gostar daquilo, apesar de ser heterossexual. Mas quando ele queria me chupar eu dizia que não. Achava melhor só depois de mais tempo de namoro e sempre conseguia contornar.

Nesse dia fui almoçar na casa de Camila. Depois do almoço fomos fazer o trabalho. Antes disso ela disse que ia tomar um banho e começou a tirar a roupa na minha frente pra entrar no banheiro. Quando eu vi aquilo fiquei muito excitada. Fiquei assustada porque eu sabia que era hetero, mas fiquei na minha. Certamente Camila deveria ter notado como eu a olhei, pois entrou no banheiro rindo maliciosamente.

Ao sair do chuveiro e começar a se enxugar, tirou a toalha e ficou se apalpando. Me chamou até lá.

- Olha só amiga, como eu já tenho muito peito.

Eu dei uma olhada generosa, e falei contente:

- É sim, são belos seios.
- Quero ver os seus.

Quando ela falou isso, tomei um susto. Não deveria ser muito ruim mostrar os seios... Amigas fazem isso pra comparar o tamanho. Mas a voz de Camila insinuava algo mais. Então, sem nenhuma malícia, tirei a blusa. Camila olhou provocante, e perguntou se podia tocar. Eu consenti. Ela deu pequenos toques, e depois apalpou-me os mamilos. Sem me dar conta eu me excitei um pouco. Ela disse:

- Já tenho pêlo na buceta quer ver?

Camila não esperou manha resposta. Pegou minha mão e passou de leve em sua buceta. Senti ela molhadinha. Tirei a mão rapidamente e saí do banheiro. Ela me encarou;

- Já estou ficando uma bela moça não é?

Aquilo me perturbava, mas concordei e acenei positivamente com a cabeça, dando um largo sorriso. De repente Camila sentou numa cadeira á minha frente, abriu as pernas e começou a acariciar sua buceta.

- Quando eu quero diversão eu faço assim ó...

Ela mostrava o que fazia, apontando pra buceta com os olhos e massageando os lábios e o grelinho loucamente. Olhei perplexa e muito excitada... Camila começou a me chamar com o dedinho. Assustada, me dirigi á porta. Em vão, estava trancada. Antes que eu pudesse fazer alguma coisa, ela pôs a mão dentro do meu short, e começou a tocar minha buceta por cima da calcinha. Senti uma onda de calor passando por todo o meu corpo. Queria me livrar, mas estava cheia de tesão.

Ela foi mais ousada e meteu a mão por dentro da calcinha também. Me puxou até a cama e fez uma siririca louca em mim. Eu gemia baixinho pra ninguém ouvir. Ela esfregava e apertava meu grelinho. Ao mesmo tempo, colocava um dedinho devagar na minha buceta. logo passava de novo as mãos nela, bem rápido, e me deixava sem fôlego
.
Pedia pra ela parar sem forças de tanto tesão, mas era inútil, se eu falava ela fazia bem mais forte. Tirou meu short, e passou a língua pela minha virilha. Quando senti aquela língua molhadinha no meu grelinho, explodi... Dei um grito e ninguém ouviu.

A casa era grande, era a minha sorte. Rebolava naquela língua que ia de pouquinho em pouquinho engolindo meu gozo.Eu empurrava a cabeça dela contra a minha buceta, e ela esfregava o rosto lá. Gozei mil vezes, e delirei. .Quando não agüentava mais, sentei. Ela me encarou e perguntou cheia de malícia:

- Gostou?

Meio que com raiva a deitei com força na cama... Ela já estava nua, pois a toalha tinha ficado na cadeira. Abri as suas pernas, e meti-lhe a língua de uma forma que a fiz tremer e gritar.
Ela esperneava, e eu segurava as pernas pra que elas não me acertassem. Quando ela fazia menção de querer fechá-las eu as abria ainda mais e dizia:

- Não faz isso eu quero gozar, ai ai ai vai vai vai.

E eu só provocava. De repente quando a vi vermelha de tanto tesão, chupei o grelho de uma forma que ela gritou e chorou ao mesmo tempo gozando na minha cara, bebi tudo. Era salgadinho, ótimo!
Meti dois dedos de uma vez , o que pode parecer pouco mais a estraçalhou já que era virgem. Chorava e chorava, pedia pra parar, mas eu não quis.Eu gritava:

- Toma isso vadia gostosa, toma.

E socava os dedos várias vezes repetidas até que ela me empurrou mais ainda... dizendo:

- Por favor, eu não agüento mais, pára!

Ela se contorcia de tanto prazer, mas dizia que ia explodir porque não agüentava mais o tesão. Gozava muito na minha cara e eu lambia. Pra terminar peguei um objeto cilíndrico que estava ali perto , e sem pensar duas vezes meti. Dessa vez gritava:

- Vai, mete porra

Sem pensar nenhuma vez eu tirava e colocava o objeto que parecia um porta lápis forrado á borracha, algo assim. Estava tão molhada, que o objeto voava pra dentro de sua xana, escorregava pelas minhas mãos. Quando vi que a sua xaninha já tava ficando roxa de tanta socada, eu parei. Ela se deitou e fechou os olhos ofegando e quase dormindo. A cutuquei...

- Não dorme putinha...

Com muito esforço ela sentou-se na cama, e disse que quase morreu... choramingou, disse que tava doendo muito, mas que não era mesmo pra eu ter parado.
Foi ai que de repente ela sentou no meu colo, encaixando-se na minha cintura e grudando a buceta dela com a minha. Começou a esfregar nosso grelinhos! Que maravilha. Fazia movimentos com o quadril, esfregava, eu gemia de tesão por causa daquele contato de atrito. Quando eu gozei ela finalmente parou., fui tomar um banho , e quando voltei ela já estava dormindo na cama de tão cansada.

A acordei pra que ela ao menos vestisse um pijama, pois estava nua e qualquer uma iria estranhar, ela toda aberta na cama sem roupa alguma e suada. Ela levantou e foi tomar um banho, mas antes que eu saísse do quarto beijou o cantinho da minha boca. Minha mãe já me esperava no carro lá fora  Pois eu havia telefonado, tive de ser rápida... Pedi que ela não dissesse á ninguém, e ela concordou. Saí daquele quarto bastante satisfeita.

Conto erótico recebido por email – autora anônima

Um Coroa Muito, Muito meu Amigo

Certa vez eu e minha família para uma restinga aqui no Rio de Janeiro. Como militar, meu pai tem preferência para este tipo de lugar, que fica sob os cuidados da marinha  Ele resolveu levar, então um casal de amigos dele. Gente super legal. Ele já é um coroa de mais de 40 e a esposa dele até que é nova. Mas ele brincou muito com a gente, correu comigo, jogamos vôlei e tudo.

Um dia estávamos na praia e resolvemos fazer uma caminhada por uma trilha. No caminho todos foram desistindo menos nós dois. Aos 18 anos, eu nunca havia pensado nem em namoro, muito menos em homens mais velhos. Mas a conversa foi rolando, rolando e eu passei a admirar aquele sujeito, bem mais velho do que eu. Aquilo ficou na minha cabeça o dia todo a noite inteira.

No dia seguinte, fomos pra outra praia e eu comecei a torcer para ter outra trilha e percebi que queria que ele fosse comigo, mais ninguém. E foi o que fizemos, partimos para outra caminhada e eu torcendo pra todo mundo desistir de novo. Cheguei a ficar mal-humorada, ninguém entendendo nada... Até que, enfim, só nós dois continuamos a subir, procurando uma gruta que uma placa indicava, mas que nunca chegava. Os outros cansaram e voltaram.

Eu o desafiei e ele aceitou e fomos nós. No meio do caminho, comecei a puxar conversa e me surpreendi com meu próprio papo. Eu fiquei perguntando pra ele sobre namoradas dele, quando ele começou a namorar, se tinha problema de diferença de idade. Acho que aí ele percebeu, por que sorriu e disse que não tinha problema nenhum, que a menina tinha que ser bonita, inteligente e muito gente fina assim como eu!

Claro, fiquei toda vermelha. E sorri. E aí, nem acredito, eu disse que nem sabia beijar direito. Não sei como, não lembro direito, meus sentidos acho que piraram, pois minha boca falava e meu cérebro não pensava em nada... lembro que ele sorriu, disse que poderia me ensinar e eu então fiquei com as pernas bambas. Só me lembro daquelas mãos no meu rosto que ficava cada vez mais vermelho e aquela boca vindo na direção da minha.

Ele me chamou de "minha Lolita" e eu achei que ele tinha errado meu nome, mas ele me explicou que não. Que meu nome é inconfundível... E me beijou. Eu fiquei toda enrolada, não sabia beijar direito mesmo! Então ele, na maior paciência me ensinou. E foi aí que eu passei a adorar aquele cara! Ele não riu de mim, não debochou... Apenas me beijou várias vezes até que eu conseguisse trocar língua com língua, beijar com vontade mesmo.

Combinamos então que seríamos namoradinhos secretos. Eu, jamais poderia ser amante de um homem casado e com a idade de meu pai. Além disso, eu ainda queria ser criançona, não queria me preocupar com isso de homem e mulher. Mas adorei beijar tanto é que no meu Orkut eu coloquei essa comunidade de "amo beijar na boca" e ninguém entendia nada, porque eu não costumava beijar ninguém. Com o tempo, a gente se ligou através da internet, do Orkut e do MSN.

Eu adorava receber recados dele e respondia toda feliz. Quando a gente se via, geralmente lá em casa, nas festas de família, sempre dávamos um jeito de fugir e trocar beijinhos. Até que um dia ele apareceu na porta de minha faculdade, dizendo que veio me buscar. Entrei no carro dele e ele perguntou se eu queria ir pra casa e eu disse que não, que queria ficar um pouco com ele.

Mas por causa da minha idade, não dava pra sair com ele sem chamar a atenção. Acabou que eu sugeri lá em casa mesmo. Meus pais estavam em seus trabalhos, meu irmão na escola. Casa vazia durante, pelo menos, três horas. E fomos pra lá. Namoramos muito. Ele confessou que tinha muita tara em “gatas da faculdade” e que eu ficava ainda mais linda com a roupa que eu vestia.

Eu nem entendi o que era tara, mas quando ele explicou, me senti o máximo. Então nos beijamos de um jeito muito diferente. Muito, muito quente. E pela primeira vez eu senti aquele calor estranho no corpo e senti também um estranho volume na calça dele. E quando aquele volume encostou no meio de minhas pernas eu percebi que a coisa estava ficando séria. E disse pra ele “me ensina isso também".

Ele perguntou se eu tinha certeza, eu disse que sim e logo minha tarde virou uma loucura. Ele começou a me beijar por inteira. E foi uma seqüência de coisas novas pra mim. Pela primeira vez um homem me tocou o seios, pela primeira vez um homem me beijou os seios, pela primeira vez um homem me beijou o corpo todo, me fazendo tremer e arrepiar de medo e de algo que aprendi ser verdadeiro tesão, de que tanto ouvia falar entre as amigas.

Algo muito bom. Pela primeira vez um homem me deixou toda nua, me alisou o bumbum, beijando meu buraquinho o que me fez dar uns gritinhos escrotos, mas grito mesmo foi quando ele beijou minha xotinha. Ele dizia que ela era linda e deliciosa e eu dizia coisas sem pé nem cabeça. E passava a língua e chupava e me alisava toda. Então, pela primeira vez, eu vi um pau de um homem. Aquela coisa grande e roliça.

Ele pediu pra eu segurar e eu segurei. E fiz carinho. Então ele empurrou minha cabeça pra baixo e disse pra eu mamar ele, como se fosse um picolé. E pela primeira vez eu provei um pau.. Um pau de verdade na boca! Um homem de verdade me alisando por inteiro e dizendo que eu era uma gata maravilhosa, uma ninfeta fantástica, um sonho de qualquer homem.

Mas eu não queria qualquer. Queria ele! Perguntei se ele iria me fazer mulher e ele disse que não, que queria me preservar, queria que eu fosse ainda uma mulher maravilhosa. Então nos esfregamos muito, como se estivéssemos transando. Quando o pau dele encostou na minha xota eu senti me molhar ainda mais, senti que ela ficava ainda mais inchada e me dava muita vontade de gritar. Eu não entendia nada, mas sabia que era muito bom. Sabia que aquilo tudo era demais pra mim e que ninguém poderia saber mesmo. Mas eu queria mais, eu queria sentir aquela coisa que as amigas falavam.

Mas ele não queria de jeito nenhum, disse que eu iria me arrepender, que eu tinha que aproveitar mais minha vida, tinha que ser apaixonante. Então me lembrei de minha prima que dizia que dava a bundinha pro namorado pra poder continuar virgem. Ele riu. Isso dói muito, minha linda. Eu fiz biquinho, quase chorei. Mas chorei mesmo quando ele cedeu aos meus apelos e a minha chantagem emocional.

Apesar de todo carinho, de passar gel, creme e mais um monte de coisas, aquilo doeu mesmo. Derramei lágrimas enquanto sentia minha bunda rasgar e ele dizia morde o travesseiro e grita... Mas eu queria ficar o ouvindo gemer, ele dizer que eu era apertadinha, que meu cuzinho era delicioso, que eu era uma mulher maravilhosa e que me amava! Quando entrou tudo ele perguntou se eu agüentaria as bombadas.

Eu sentia tudo doer e tudo tremer. Achei q fosse desmaiar. Mas depois das primeiras bombadas eu não segurei e soltei um berro que acho que toda vizinhança ouviu. E fiquei enlouquecida, rebolava e dizia que aquilo era demais, era muito bom... Alguns minutos depois ele dizia que ia gozar, mas eu queria ver como era, como funcionava de verdade. Já tinha lido sobre o leite do homem, o esperma. Queria saber como era que saia, se era leite mesmo. Pela primeira vez tomei um banho de porra. No rosto e nos peitinhos. Depois namoramos mais e mais, com mais beijos e beijos. Naquela tarde, ele ainda me enrabou mais duas vezes. Numa delas me encheu de leite na bunda. Naquela tarde eu bebi leite quente direto na fonte e até engoli.

Naquela tarde eu gozei como uma mulher iniciando no sexo pode gozar, pois nem sabia que sensação era aquela e repeti mais e mais... Era um homem e uma menina – mulher brincando de uma brincadeira sem limites... Me apaixonei ainda mais. Sou uma mulher com dezoito anos apaixonada por um homem bem mais velho do que eu, que sabe que é amor impossível. Mas e daí? Ainda espero o dia em que ele me deflore. Meu cabacinho só pode ser dele, de ninguém mais.

Conto erótico recebido por email by Gata1992

Fui GP por um dia em Salvador

Tenho 24 anos e bem nascida, estava namorando há 4 anos um cara interessante, por quem me apaixonei, mas ele em pouco tempo mudou de comportamento, acabou comigo e fiquei sabendo que fui trocada por uma colega de faculdade. Quase pirei de raiva e orgulho e resolvi fazer uma viagem com uma amiga, na hora de embarcar ela furou comigo e eu mesmo assim viajei para o Rio onde fiquei 3 dias, depois segui para Salvador.

Já em Salvador no taxi para o hotel, fui ouvindo no rádio a entrevista de uma ex-garota de programa que havia montado um site de garotas, e deixado de fazer programa apenas para administrar a coisa. Ela falava bem, e pelo que notei era bem relacionada socialmente.

Chegando no hotel tive a curiosidade de entrar no tal site e vi que haviam não só meninas, como também rapazes e até travestis, muita gente bonita, sarada e o contato para quem quiser anunciar. Me passou pela cabeça, que seria uma boa vingança para aquele babaca fazer uma loucura destas. No próprio site obtive o contato de um fotografo que fazia a produção de muitas daquelas fotos e liguei.

Em algumas horas estava nua no hotel posando para um desconhecido, e cheia de tesão. Para minha sorte ele era bem feiozinho e ficamos apenas nas fotos. Postei no site, paguei uma taxa e esperei a senha para ativar o anúncio. Na mesma tarde já estava com tudo pronto e anúncio ativo.

Começou a tocar o celular. Vc gosta de chupar ... Vc trepa no meu carro ... Mas numa destas besteiras que escutei bastante me ligou um cara com voz mais de coroa elogiando as fotos e a minha beleza, perguntando o cachê e se eu estaria disponível em uma hora. Foi a primeira abordagem descente que recebi e a voz do cara me deixou estimulada. Em uma hora estava toda linda dentro de um taxi indo para um motel encontrar uma pessoa que não imaginava como seria. Cheguei na portaria informei o numero da suíte e entrei.

Subi as escadas nervosa e toquei na porta, de lá de dentro ele me disse “entre meu amor, está aberta”. Fui entrando no meu salto alto, vestidinho soltinho de balada e achei o coroa encostado na cama com um balde de gelo e um prosecco na mão. Gostei ! disse para ele. “ do prosecco?” , não , de você. Realmente era o tipo do executivo charmosão, coroa, sem barriga, e com cara de boa vida. Ele merecia umazinha sem dúvida.

Tomei uma tacinha, amassos para lá e para cá, ele me pediu um boquete para animar o menino que estava dormindo e acordou na minha boquinha de veludo. De pau duro ele me pediu para fazer uma dancinha de streaper, enrrolei umas coisas e ele me despiu com uma cara de tarado tesudo que eu quase gozo. Aquilo era um homem e não aquela promessa de coisinha que me comia há um tempão.

Me joguei na cama somente de calcinha e recebi a melhor chupada da minha existência, o cara lambia, enfiava a língua na minha bucetinha e no meu cú, esfregava meu grelo ... Putz... estava muito bom. A pedidos me virei de quatro e ele começou a me lamber na bunda e no cú de uma forma que eu fui me empinando e rebolando que já estava quase derrubando o teto e a cama. Gemia feito uma vadia e escutava ele me pedindo, “geme gostosa, rebola esta bunda na minha cara que vou te fuder muito daqui a pouco”...

Pegamos uma camisinha, encapotei o menino e me preparei, de costas, deitada com a bundinha para cima com as pernas meio abertas e olhando para trás pedindo rola. Ele veio e foi esfregando o pau em mim, abrindo as minhas nádegas e deixando meu cú todo exposto. Esfregava o pau na minha buceta e os dedos no meu cú, me lambia o pescoço e foi encaixando a cabeça na minha bucetinha já totalmente molhada. Uiiii, deslizou fácil e me encheu toda como eu gosto. Não era um pauzão mas ele sabia foder, e eu já estava quase derretida com algumas socadas profundas e outras fortes que me deixaram louca.

Me virei e sentei por cima, deixando a minha silhueta à mostra para ele ver meus seios balançando, eu adoro trepar assim, me mostrando meio no escuro, meio na luz... Subia e descia naquele pau e fui traída pelo tesão ... Gozei naquela rola igual uma adolescente apaixonada, enterrei tudo, apertei ele contra meu corpo e quase disse eu te amo.

Fiquei uns trinta segundos paradinha e ele me pegou de quatro e meteu até gozar. Também ficou esgotado depois disto. Já não tem mais pique para me agüentar !!! Hummm! Eu é que estava quebrada no pau.

Fomos para a ducha, ele me disse que havia deixado meu cachê na cabeceira da cama e saiu, “nem precisava pagar” pensei comigo.

Fiquei na cama por uns 10 minutos e o celular tocou de novo, era uma voz bem mais jovem e queria uma brincadeira rapidinha. Falei que topava e sugeri o mesmo motel em que já estava. Fechou. Fiquei aguardando um pouco e ele me ligou informando o número da suíte. Sai da que estava e fui andando pelo estacionamento, alguns carros passavam, os homens de comiam com os olhos e as mulheres com a inveja ... Sou gostoso mesmo e bonita.

Cheguei e subi já quase refeita da gozada anterior. Abriu a porta um negro de uns 30 anos, mais para gorducho e simpaticão. Entrei meio desconfiada, será que ele vai ter dinheiro para me pagar ? Papinho rápido, entrei logo no assunto de pagamento antecipado e partimos para o negócio. Ele abriu o roupão e mostrou a peça ainda meio mole, mas já a caminho ... Nossa !!! Era grosso !!! E preto, para mim que sou branquinha e de cuzinho rosa aquilo era a minha aventura na África, e me enchi de tesão, ainda mais pensado no meu ex!!! Ele nunca chegaria nem perto daquela bitola, nem tomando Viagra de canudinho !!

Arrancamos a roupa e fui direto no boquete, a pedidos, de quatro na cama, chupoando ele em pé e enfiando os dedos na minha bucetinha. Tadinho, era capaz de sentir o cheiro do outro pau. Estava maravilhoso chupar aquele pauzão preto e lamber as bolas grandonas. Fui passando a mão na bunda dele e tentando enfiar um dedinho, ele me falou, “ vc gosta de brincar em cú? E começou a esfregar o polegar no meu cuzinho. Eu já estava atiçada desde o cara anterior, e deixei ele se divertir, gemendo e rebolando minha bunda bem cachorra. Queria mesmo parecer uma vadia gostosa, daquelas de filme pornô.

Ele me virou de costas, me deu uma chupada que ia do cú ao grelo e pediu para sentar nele. Fui tentando e empurrando, aquela rola estava me lascando a buceta mas estava delicioso, subia e descia e rebolava, balançando os peitos na cara dele que estava doidinho também. Me virei de costas, afastei as pernas e pedi para ele enfiar por traz na buceta, ele veio e socou muito gostoso, e ficou abrindo a minha bunda e olhando meu cuzinho piscar. Eu estava querendo dar o cú pra ele, mas estava com medo do tamanho.

Só que ele não me deixou opção, tirou da frente e foi empurrando, com tanto jeito que quando pedi para ele esperar, já estava mais da metade dentro. “deixa eu socar branquinha e encher esse cu de leite” ... E foi descendo o peso e acabando de me arrebentar toda. Adorei e senti as minhas pregas relaxarem para receber meu negão sacana. Ai, se meu ex sabe que eu estava dando o cú para aquele cara, negro, gordo e gostosão, e que eu estava quase gozando de novo...

Minha cabeça estava girando e lá veio outra gozada de puta, “ mete negão, acaba com este cú seu filho da puta ...” e ele largou o leitinho ... Hummm... Caiu sobre minhas costas e ficou beijando meu pescoço.Chuveiro, tchauzinho e hotel ...

Adorei ser uma putinha por um dia inteiro, de 4 horas, mas valeram muito.

Conto erótico recebido por email by Ana Paula

No Colégio com a Negrinha


Na época de colégio fazíamos vários trabalhos em equipe, e foi num destes tabalhos que rolou com pretinha. Ela não era muito bonita, porém vários de meus amigos já tinham gozado na boca e no cuzinho dela, porém ela ainda era virgem, pois não deixava ninguém meter na sua buceta, pois dizia que para meter na buceta só depois de casar.

Porém neste trabalho que fizemos eu e ela ficamos incumbidos de irmos para a biblioteca do colégio pesquisar sobre dois assuntos, então nos combinamos de ficar após o termino das aulas de sexta feira e iniciarmos nossas pesquisas, mas durante a semana ela veio com um papo estranho, me perguntando se eu tinha namorada e falei que tinha. Então perguntou se ela chupava meu pau e lhe falei que sim, mas,ela reclamava que meu pau era muito grande e grosso e que não conseguia enfiá-lo todo na boca, e ela falou:

- Então você nunca gozou na boca dela e respondi que não, porém já gozei varias vezes na buceta dela e ela gostou.

Assim a semana passou e chegou sexta feira, e logo ao termino da aula fomos fazer nossas pesquisas,  chegando lá ela foi pegar um banquinho e também toalha pequena na sua bolsa, então lhe falei: 

-Deixa que eu procuro na prateleiras mais baixas e você procura nas de cima, e ela disse: Não, eu vou sentar no banquinho, e assim falando sentou-se e colocou a toalha aberta em cima das perna e disse:

- Vem cá, chega pertinho de mim, então caminhei até sua direção e ao me aproximar ela foi logo passando a mão no meu pau que deu sinal de vida ficando duro, então ela abriu o zíper de minha calça e o colocou para fora e ficou admirada ao vê-lo e disse: 

-Cara, eu nunca vi um pinto tão grande assim, olha que já mamei muitos pintos, mas grande assim é o primeiro, e assim falando começou a enfiar minha rola na boca e começar a mamar , e ela chupava maravilhosamente gostoso, em dado momento ela tirou minha rola da boca e disse:

- Goza na minha boca, eu quero engolir toda sua porra, e voltou a mamar, então senti a porra subindo na minha pica e agarrei-a pelo cabelo e comecei e fazer um vai e vem rápido dentro da sua boca que sugava meu pau com força, então gozei violentamente na garganta dela e ela engoliu tudo, e ao terminar pegou a toalha limpou o que havia escorrido para fora de sua boca, e começou a tocar punheta me colocando novamente de pau duro.

Então ficou de quatro levantou a saia, abaixou a calcinha e me pediu para enfiar tudo no cuzinho dela, o que não me fiz de rogado e fui metendo tudo dentro e a pretinha gemia e rebolava loucamente no meu pau e metia o dedo na buceta, até gozou no momento que eu enchia seu cu com minha porra, então ela me limpou minha vara e se limpou também, e voltamos a fazer nosso trabalho de colégio, porém não deu tempo de terminar e combinamos de voltar no sábado pela manhã para terminar.

Só que na sexta feira ela combinou com a faxineira do colégio era muito amiga dela, para deixar a porta do vestiário feminino aberta, para ela ir para lá fazer sacanagem comigo, e faxineira que também era bem safadinha deixou, então no sábado ao chegarmos ao colégio, subimos em direção a biblioteca, mas, porém quando chegamos na porta, ela me puxou e me levou em direção aos vestiários que ficavam no final do corredor, então entendi que ela queria novamente chupar minha rola e engolir minha porra, só que ao chegar no vestiário ela tirou o vestido e estava totalmente nua por baixo.

Então eu a abracei e a beijei, então ela tirou minha roupas me deixando pelado, e como no vestiário tinham duas camas fomos para uma delas e nós deitamos então ela começou a chupar minha rola e me ofereceu sua buceta para que eu chupasse, então ficamos nós chupando por uns dez minutos, até que ela deitou-se ao meu lado e disse:

- Nunca dei minha buceta pata homem nenhum, pois eu até hoje não tinha encontrando uma pica que me fizesse ficar satisfeita, mas com você foi diferente, então hoje eu vou perder meu cabaço, vem mete tua pica todinha na minha buceta tira meu cabaço, me faz mulher.

Pedi para ela abrir as pernas e fui para cima dela coloquei a cabeça da minha rola na entradinha de sua buceta e comecei a empurrar devagarzinho para dentro, até que cheguei no cabacinho dela, momento que a beija na boca e dei um cutucada mais forte rompendo ele e tirando sua virgindade, neste momento uma lagrima desceu de seu olho então fiquei parado dentro dela e lhe disse:

- Você agora é mulher, eu te fiz mulher, e ela me abraçou e me beijou, então lhe perguntei, Doeu muito e ela me respondeu: Só um pouquinho, mais já passou e agora você vai ficar parado?

Então comecei a meter na buceta dela que gemia baixinho dizendo: Tá gostoso, tá muito gostoso, me faz gozar, então acelerei um pouco os movimentos para fazer ela gozar o que não demorou muito, e ela gozou muito rebolando, então continuei no mesmo ritmo em senti a porra vindo e fui acelerando mais os movimento, até ficar muito rápido de despejar toda minha porra naquela buceta que recebia porra pela primeira vez, e a neguinha ficou muito feliz na hora que gozei, e disse:

-Ai como é gostoso sentir porra quente sendo jogada dentro da buceta, joga mais joga, então voltei a socar minha rola ainda dura na buceta dela e gozei de novo,

Assim nós tornamos amantes, pois eu comia ela e minha namorada, e assim foi por muito tempo, até que minha namorada engravidou e nós casamos. Mas mesmo assim ainda comi a neguinha uns dois meses depois do meu casamento

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

Amiguinho de Escola


Estudávamos juntos desde o primeiro ano e nunca nos demos muito bem, vivíamos nos provocando e se xingando, mas assim que entrei na adolescência ele passou a mexer comigo de um modo diferente. Sempre que ele estava perto me imaginava tirando sua roupa e chupando um pau grosso e cheio de veias, pensava em lamber suas bolas e sugar a cabecinha do seu cacete. Estes pensamentos eram estranhos para mim e temia virar gay, daqueles tipo mulherzinha, mas lendo sobre esse assunto na internet descobri que eu sou bissexual, pois também gosto de mulher.

Minha vontade de tê-lo pelado perto de mim só aumentava e quando tínhamos aulas de educação física e tínhamos que tomar banho na escola eu não conseguia resistir e ficava de pau duro, meu membro latejava e eu ficava até um pouco receoso da galera ver e tirar sarro por eu estar daquele jeito.

Certo dia combinamos com a galera da escola de ir em uma casa noturna que abrira em um a cidade vizinha e devido a distância teríamos que dormir por lá, na casa de um dos primos de nosso amigo. A noite foi incrível e no final fomos em cinco dormir na casa do de um dos rapazes. Ao meu lado, andando na rua de madrugada o carinha que eu estava afim vinha conversando comigo.

Eu estava morrendo de tesão e quase nem conseguia falar nada, sentindo meu pau duríssimo apertado na minha calca. Assim que chegamos o dono da casa foi dormir no quarto de seu irmão mais novo, dois ficaram na sala e eu e o alvo de meus desejos ficamos juntos no quarto(!) Como , as vezes tudo dá certo para acontecer alguma situação né? Pelo menos foi o que eu pensei.

Fiquei de cueca e camiseta e me deitei na cama, ele veio somente de cueca, apagou as luzes e deitou ao meu lado sem falar nada. Senti um desejo incontrolável, por ver suas coxas grossas despidas e não resisti, fingindo dormir coloquei uma mão sobre o seu pênis e deixei ela lá, sentindo sua grossura. Como meu amigo não falou nada e nem se mexeu, deslizei minha mão para baixo de sua cueca e acariciei suas bolas. Senti seu pau endurecer na minha mão e me aproximei mais dele, encostando minha cabeça no seu pescoço, ele não se mexeu.

Não agüentando mais, fingi que estava acordando e tirei a mão do seu pau. Para minha surpresa ele se mexeu e perguntou se estava tudo bem comigo. O safado estava fingindo que dormia. Ai tive a minha oportunidade e perguntei se ele me desejava, ele sorriu e me perguntou se queria transar com ele. Nos beijamos e fizemos um 69 de ladinho, muito delicioso. Depois ele me comeu de quatro e encheu meu rabinho com seu leitinho Dormimos satisfeitos e gozados.

No dia seguinte ele me pediu para que eu não contasse nada para ninguém e que não deveríamos ter feito aquilo. Concordei e hoje em dia apesar de vê-lo andar de mãos dadas com uma namoradinha no colégio, sei que ele assim como eu, também curte outro macho e talvez algum dia eu o chantageie para tê-lo de novo junto a mim...

Conto erótico by Marcinho – recebido por email,
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