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Diarista Safada

Meu nome é Regina, tenho 25 anos. Sou casada, tenho um bom marido que me satisfaz em tudo. Somos de família classe média e podemos manter uma diarista três vezes por semana. Ela tem trinta anos mas com um corpinho muito em forma ainda. Nunca tinha olhado uma mulher que não seja só por olhar. Mas um dia fazia muito calor, e para ficar mais a vontade nas tarefas de casa, ela botou um shortinho bem curto que realçava bem suas coxas e bumbum.

Meu marido tinha viajado a negócios e fazia cinco dias que ele tinha ido. Olhando bem para ela comecei a me excitar. Passei a mão na minha xoxota e ela estava super molhada. Para me acalmar fui tomar um banho mas deixei a porta meio aberta. Como tinha boxe dava pra ver se vinha alguém.

Percebi de relance que Rose, a diarista, estava olhando. Fingi que não a vi e comecei a me masturbar, passando as mãos pelos seios e na xoxota. Quando sai do banho, ela chegou e disse que me viu fazendo isso sozinha, e que não precisava, pois ela tava aí para ajudar. Não resisti, deixei ela sem roupa e comecei a chupar os peitinhos e em seguida a buceta.

Ela fez o mesmo comigo. Fomos para o quarto pois na cama ficávamos mais a vontade. Estávamos num delicioso 69, quando olhei para a porta e vi meu marido nos observando. De momento levei um susto, pois ele voltaria somente dois dias depois. Mas me acalmei quando vi que ele já estava sem roupa e de pau duro.

Veio para a cama e enquanto ela chupava o pau dele eu lambia o saco, e nos revezando em seguida. Enquanto ele a penetrava eu a beijava, e enquanto ele me penetrava ela me beijava e chupava meus peitos, me deixando toda arrepiada de tanta tesão. Gozei como nunca tinha gozado. Meu marido em seguida começou um vai vem nela e vi que os dois gozaram também.

Para finalizar pediu que fizéssemos mais uma vez um 69, pois tinha gostado muito de ver isso. Hoje Rose ainda continua a trabalhar em nossa casa e transo muito com ela quando meu marido não tá, para poder me satisfazer, pois ele viaja muito. E quando chega então sempre fizemos a três.

Se vocês gostarem comentem, comentários são a alegria de quem escreve os contos.

Beijos

Conto erótico recebido por email by Regina

Minha Amiguinha Putinha.

Eu ainda era novinha na época e decidi fazer um trabalho com uma amiga minha. Vou chamá-la de Camila. Ela era realmente linda. Tinha lábios carnudos e feições angelicais. Cabelo loiro, mais ou menos 1.62... Era magra, tinha um quadril largo e bunda grande. Os seios eram médios, marcando que estavam crescidos. Eu não ficava atrás. Já tinha seios formados como hoje, cintura fininha também, cabelos pretos, bunda empinada.

Eu tinha um namorado na época, mas não mantinha relações sexuais com ele. Sempre que podia ele me pedia pra chupar o seu cacete, eu fazia, mas não me acostumava a gostar daquilo, apesar de ser heterossexual. Mas quando ele queria me chupar eu dizia que não. Achava melhor só depois de mais tempo de namoro e sempre conseguia contornar.

Nesse dia fui almoçar na casa de Camila. Depois do almoço fomos fazer o trabalho. Antes disso ela disse que ia tomar um banho e começou a tirar a roupa na minha frente pra entrar no banheiro. Quando eu vi aquilo fiquei muito excitada. Fiquei assustada porque eu sabia que era hetero, mas fiquei na minha. Certamente Camila deveria ter notado como eu a olhei, pois entrou no banheiro rindo maliciosamente.

Ao sair do chuveiro e começar a se enxugar, tirou a toalha e ficou se apalpando. Me chamou até lá.

- Olha só amiga, como eu já tenho muito peito.

Eu dei uma olhada generosa, e falei contente:

- É sim, são belos seios.
- Quero ver os seus.

Quando ela falou isso, tomei um susto. Não deveria ser muito ruim mostrar os seios... Amigas fazem isso pra comparar o tamanho. Mas a voz de Camila insinuava algo mais. Então, sem nenhuma malícia, tirei a blusa. Camila olhou provocante, e perguntou se podia tocar. Eu consenti. Ela deu pequenos toques, e depois apalpou-me os mamilos. Sem me dar conta eu me excitei um pouco. Ela disse:

- Já tenho pêlo na buceta quer ver?

Camila não esperou manha resposta. Pegou minha mão e passou de leve em sua buceta. Senti ela molhadinha. Tirei a mão rapidamente e saí do banheiro. Ela me encarou;

- Já estou ficando uma bela moça não é?

Aquilo me perturbava, mas concordei e acenei positivamente com a cabeça, dando um largo sorriso. De repente Camila sentou numa cadeira á minha frente, abriu as pernas e começou a acariciar sua buceta.

- Quando eu quero diversão eu faço assim ó...

Ela mostrava o que fazia, apontando pra buceta com os olhos e massageando os lábios e o grelinho loucamente. Olhei perplexa e muito excitada... Camila começou a me chamar com o dedinho. Assustada, me dirigi á porta. Em vão, estava trancada. Antes que eu pudesse fazer alguma coisa, ela pôs a mão dentro do meu short, e começou a tocar minha buceta por cima da calcinha. Senti uma onda de calor passando por todo o meu corpo. Queria me livrar, mas estava cheia de tesão.

Ela foi mais ousada e meteu a mão por dentro da calcinha também. Me puxou até a cama e fez uma siririca louca em mim. Eu gemia baixinho pra ninguém ouvir. Ela esfregava e apertava meu grelinho. Ao mesmo tempo, colocava um dedinho devagar na minha buceta. logo passava de novo as mãos nela, bem rápido, e me deixava sem fôlego
.
Pedia pra ela parar sem forças de tanto tesão, mas era inútil, se eu falava ela fazia bem mais forte. Tirou meu short, e passou a língua pela minha virilha. Quando senti aquela língua molhadinha no meu grelinho, explodi... Dei um grito e ninguém ouviu.

A casa era grande, era a minha sorte. Rebolava naquela língua que ia de pouquinho em pouquinho engolindo meu gozo.Eu empurrava a cabeça dela contra a minha buceta, e ela esfregava o rosto lá. Gozei mil vezes, e delirei. .Quando não agüentava mais, sentei. Ela me encarou e perguntou cheia de malícia:

- Gostou?

Meio que com raiva a deitei com força na cama... Ela já estava nua, pois a toalha tinha ficado na cadeira. Abri as suas pernas, e meti-lhe a língua de uma forma que a fiz tremer e gritar.
Ela esperneava, e eu segurava as pernas pra que elas não me acertassem. Quando ela fazia menção de querer fechá-las eu as abria ainda mais e dizia:

- Não faz isso eu quero gozar, ai ai ai vai vai vai.

E eu só provocava. De repente quando a vi vermelha de tanto tesão, chupei o grelho de uma forma que ela gritou e chorou ao mesmo tempo gozando na minha cara, bebi tudo. Era salgadinho, ótimo!
Meti dois dedos de uma vez , o que pode parecer pouco mais a estraçalhou já que era virgem. Chorava e chorava, pedia pra parar, mas eu não quis.Eu gritava:

- Toma isso vadia gostosa, toma.

E socava os dedos várias vezes repetidas até que ela me empurrou mais ainda... dizendo:

- Por favor, eu não agüento mais, pára!

Ela se contorcia de tanto prazer, mas dizia que ia explodir porque não agüentava mais o tesão. Gozava muito na minha cara e eu lambia. Pra terminar peguei um objeto cilíndrico que estava ali perto , e sem pensar duas vezes meti. Dessa vez gritava:

- Vai, mete porra

Sem pensar nenhuma vez eu tirava e colocava o objeto que parecia um porta lápis forrado á borracha, algo assim. Estava tão molhada, que o objeto voava pra dentro de sua xana, escorregava pelas minhas mãos. Quando vi que a sua xaninha já tava ficando roxa de tanta socada, eu parei. Ela se deitou e fechou os olhos ofegando e quase dormindo. A cutuquei...

- Não dorme putinha...

Com muito esforço ela sentou-se na cama, e disse que quase morreu... choramingou, disse que tava doendo muito, mas que não era mesmo pra eu ter parado.
Foi ai que de repente ela sentou no meu colo, encaixando-se na minha cintura e grudando a buceta dela com a minha. Começou a esfregar nosso grelinhos! Que maravilha. Fazia movimentos com o quadril, esfregava, eu gemia de tesão por causa daquele contato de atrito. Quando eu gozei ela finalmente parou., fui tomar um banho , e quando voltei ela já estava dormindo na cama de tão cansada.

A acordei pra que ela ao menos vestisse um pijama, pois estava nua e qualquer uma iria estranhar, ela toda aberta na cama sem roupa alguma e suada. Ela levantou e foi tomar um banho, mas antes que eu saísse do quarto beijou o cantinho da minha boca. Minha mãe já me esperava no carro lá fora  Pois eu havia telefonado, tive de ser rápida... Pedi que ela não dissesse á ninguém, e ela concordou. Saí daquele quarto bastante satisfeita.

Conto erótico recebido por email – autora anônima

Iniciando por Trás

Minha vida sexual começou precocemente graças à ousadia de uma empregada doméstica muito arteira. Tinha meus 18 anos de idade, quando espiei enquanto Maria tomava banho e ela me apanhou em flagrante e ameaçou de contar ao meu padrasto. Meu padrasto era muito severo e costumava me espancar sob o mínimo pretexto, a idéia de que ela me delataria me deixou apavorada de maneira que lhe implorei que não o fizesse e lhe prometi que faria qualquer coisa desde que não contasse nada a ele.

- Qualquer coisa? Ela perguntou com um meio sorriso nos lábios.
- Qualquer coisa. Repeti eu.
- Tá bem. Depois do jantar a gente conversa.

No fim do dia após o jantar, quando meu padrasto já havia subido para dormir (morávamos num sobrado) ,ela entrou no meu quarto e disse que vinha cobrar a minha dívida. Ela me mandou tirar as calças, o que recusei muito assustado, mas ela se pôs a gritar e eu com medo que meu padrasto ouvisse mais que depressa tirei as calças e fiquei pelado da cintura pra baixo, pois eu não usava cueca para dormir.

Ela segurou meu pinto e deu uns puxões fortes e doloridos, depois me deitou em seu colo de barriga para baixo. Em seguida começou a dar tapas na minha bunda. Eu quis gritar, mas o medo do meu padrasto era maior do que a dor que eu estava sentindo.

Ela não estava apenas me surrando, ela também estava me fazendo carícias. Dava dois ou três tapas e depois passava a mão suavemente por toda a minha bundinha de menino, sempre descendo os dedos pelo meu rego e acariciando o meu cuzinho.

Não demorou muito e ela estava enfiando bem fundo o dedo indicador dentro do meu cú. No começo isso incomodava, mas depois comecei a sentir um certo prazer e me relaxei um pouco mais. Ela se cansou logo de mexer na minha bunda e me virando de frente começou a alisar e beijar meu pau. Em seguida começou a chupar meu membro, ao mesmo tempo em que continuava a enfiar os dedos no meu cú.

Tanto inventou, tanto fez que acabei gozando em cima das pernas dela. Ela riu muito da minha atrapalhação e depois tirou rapidinho a calcinha, esfregou ela no meu rosto e depois puxou minha mão até sua buceta. Para mim tudo aquilo era maravilhoso e inusitado e eu estava com muita curiosidade e tesão.

Comecei devagarzinho, com muita hesitação a alisar os seus pelos pubianos e a passar os dedos pelos lábios da sua xoxota. Começou a sair um líquido que era meio gosmento, mas tinha um cheiro muito bom. Não demorou muito e ela me segurou pelos cabelos e me forçou a encostar a cara na buceta dela - isso me assustou muito, eu estava apavorado, mas ela ria muito e gritava:

- Chupa seu filho da puta; chupa minha periquita, lambe, lambe, eu quero que você limpe ela toda com sua língua. No começo eu tentei resistir porque tinha nojo, devido à minha inexperiência, mas acabei gostando da coisa e ela gozou na minha cara. Nem bem ela gozou já me empurrou, se levantou e foi embora dizendo:

- Amanhã eu volto para comer o teu cuzinho. Nem consegui dormir direito aquela noite, fiquei pensando em tudo que tinha acontecido e me lembrando que ela tinha enfiado os dedos no meu cú, pensei:

- Será que eu sou viado? Eu nunca havia sentido tesão pelos outros meninos, como podia sentir prazer com o dedo dela em minha bunda? Embalado por esses pensamentos aterradores, dormi e no dia seguinte, contei o caso para meus colegas da escola, (como se tivesse acontecido com um primo meu) e todos ficaram muito excitados.

Foi aí que eles me contaram que todo adulto chupava bucetas e que isso era considerado a maior sacanagem. Sentindo-me o maior dos sacanas e bastante excitado, mal vi à hora dela voltar ao meu quarto nessa noite. Tudo se repetiu mais ou menos como na noite anterior, só que no sentido contrário, comecei chupando e acabei levando tapas na bunda. Só que na hora dos tapas, aconteceu uma coisa nova.

Ela tirou debaixo do travesseiro uma cenoura fina e comprida, enfiou dentro da boca para molhá-la com saliva e depois foi enfiando devagarzinho no meu cú, enquanto me chupava. Nessa noite ao dormir eu estava apavorado, tinha gostado da história da cenoura, sentia o maior tesão no cú e achava que estava virando viado.

Durante a aula, no dia seguinte olhei para os garotos mais bonitos da classe, pensando como seria comê-los e ser comido por eles, mas não conseguia nem imaginar isso, sentia o maior nojo e não conseguia sentir tesão por eles, mas a idéia de ser comido pelas meninas da classe me excitava muito e eu ficava sonhando com o cair da noite. Nessa noite a sacanagem continuou, e eu estava louco de vontade de enfiar meu cacete na buceta dela e ela disse que deixaria se eu deixasse ela enfiar um pepino na minha bunda.

Ela mostrou o pepino, não era muito grande e eu acabei concordando - para falar a verdade eu fiz uma cara contrariado como se ela tivesse a abusar de mim, mas no fundo, no fundo, bem lá no fundo do meu cú, eu estava morrendo de vontade.

Fizemos um meia nove, comigo por cima e enquanto eu chupava a buceta dela, ela chupava o meu pau ao mesmo tempo em que enfiava o pepino na minha bunda. Aquela foi a primeira vez em minha vida que comi uma buceta e depois disso eu me sentia um homem importante e o mais sacana dentre os meus colegas de escola.

Nossa sessão de sacanagem quase todas as noites, durou cerca de seis meses e foi ficando cada vez mais divertida, mas essas diversões tinham um preço cada vez mais alto, pois todas as noites ela comia a minha bunda e cada vez trazia um negócio maior para enfiar nela. Foram salsichas, bananas, nabos, chuchus, salames e até mesmo invólucros de perfumes e desodorantes que tivessem a ponta redonda e fossem cilíndricos, lembrando um pinto.

Mas o que é bom dura pouco e ela acabou saindo de casa de meu padrasto, sem jamais contar que eu a espiei no banheiro. Os anos foram se passando e hoje sou um homem feito, com 35 anos de idade, mas ainda gosto de ser enrabado por uma mulher fogosa que goste de fazer sexo comigo.

Conto erotico recebido por email - autor anônimo

Ufa... Ainda estou Cansada

Depois de alguns meses sem namorado, reencontrei no shoping um casal dos tempos de balada, quando morei em SP, sentamos em um café e ficamos umas duas horas fofocando sobre aqueles tempos. Marcelo e Carla são muito simpáticos e ele sempre quis me comer, me cantou várias vezes e até já demos uns amassos, mas trepar mesmo nunca tinha rolado.

Acabamos o papo e nos despedimos trocando telefones e tal. Quando cheguei em casa, fiquei lembrando de como tinha sido bom os amassos do passado e arrisquei uma ligada para ver se ele se manifestava novamente, sem a presença da Carla. Liguei e iniciamos um papo meio sem jeito, aí comentei que tinha achado ele muito bem, mais forte e bem bonito. Ele me retribuiu o elogio e me pediu para ligar uns trinta minutos depois. Não entendi por que, mas aceitei.

Logo uns quinze minutos ele me ligou, Marcinha, o que você vai fazer hoje à noite? Tenho uma balada que acho que você vai gostar. Hummm... Fiquei animada e cheia de tesão, pois já estava há uns quatro meses sem meter nada alem de meus próprios dedinhos na coitadinha e isto não era correto. Ele me disse que era uma festinha entre amigos mais chegados, e ao estilo picante.

Falei, Olha Marcelo, não sei não, como é este negócio? Aí ele me disse que seria uma festinha numa suíte de motel com outros 2 casais, todos pessoas de alto nível, e Carla também iria. Com esta declaração eu fiquei meio zonza, Ué! Ela também vai? Ele me disse que ela era bi e tinha me achado muito interessante e queria fazer uma brincadeira em grupo. Não respondi nada e desliguei completamente atordoada. Porra! Eu queria trepar com o cara, ele estava me oferecendo a mulher dele e mais outros casais... Fui tomar uma ducha e pensar.

Lá pelas 9:30 da noite Carla me ligou. Oi Marcinha, como é? Você não vem com a gente? Vai ser lindo e muito gostoso. Vem. Topei. Voltei para o banheiro, me depilei completamente e passei hidratante e parti para o abate. Calcinha preta, Blusinha soltinha sem sutiã e uma saia molinha que estava um arraso. Já sai de casa toda molhada de tesão. Como seriam os outros casais? E este negócio de ex-amigo, ficante e mulher... Nossa, estava ficando louca.

Cheguei no motel, informei que estava indo para a suíte, a portaria confirmou e eu entrei. Vaga para 4 carros na garagem e já haviam dois carros, quer dizer, a coisa já estava rolando.Subi e encontrei Carla brincando de pole dance no escurinho para Marcelo e um casal bem simpático, ele Cleber mais coroa e a mulher Bete uns 30 anos, malhada e bonita. Marcelo me recebeu logo com um uísque e um beijo na boca. Que bom que você veio você está linda e gostosa como sempre.

Sentei e fiquei olhando a performance de Carla, que tem pernas muito bonitas e uma bunda pequena e durinha com uma marquinha de fio dental bem sacana. Carlinha desceu da plataforma e me puxou de volta junto com Marcelo, ficamos em três no roça roça e esfrega esfrega, naquele escurinho. Hummm, Já estava quase pingando pela buceta de tanto tesão.

Marcelo tirou a roupa e ficou de cueca, já de pau duro se esfregando em mim. Bete subiu e começou a tirar a minha roupa, levantando a minha blusa e lambendo meus seios. Eu não acreditava, mas estava sendo comida por duas lobas safadas.

Cléber abriu o roupão e ficou e masturbando e olhando nossa farra, recostado na cama. Carla subiu na cama e de quatro foi engatinhando até ele e começou sua sessão de boquete, nua, louquinha e cheia de tesão. Acompanhei e comecei também em Marcelo. Hummm, quanto tempo sem mamar em ninguém, estava faminta. E ele tem um pau muito gostoso, grosso mas não muito grande.

Em menos de um minuto ele encheu a minha boca de leite e me deixou na mão. Tive que partir para Cleber e montei nele enterrando tudo até o fundo. É um pau grande também, mas ele sabia foder melhor. Apertava a minha bunda e beijava meus bicos como um tarado. Fui me estremecendo e veio a primeira gozada, urrando e socando na minha bucetinha faminta.

Sai de cima e fiquei deitada ao lado vendo as duas se comerem, beijos, lambidas, dedos e gemidos foram enchendo os meus ouvidos de tesão de novo. Marcelo começou a lamber meu cuzinho e esfregar o polegar na minha rodinha. Encostei a cabeça no travesseiro e empinei o rabo para rebolar e receber aquele carinho safado. Cléber encostou no meu ouvido e falou

Você deixa eu comer esta bundinha primeiro? Foi falando e se acomodando atrás. Marcelo veio para frente me dando o pau para chupar e Cleber começou a dedilhar meu cuzinho. Primeiro o polegar esfregando, depois enfiando devagar, depois colocou o dedo médio e o indicador até o meio. Fiquei rebolando e acostumando para receber o cacete. Senti ele tirar os dedos, passar o Ky no pau e no meu furinho, empurrando devagar para dentro. Nossa... Meu cú foi abrindo e ele travou a minha cintura com as mãos e desceu o pau até o fundo. Quase morri, sentindo minhas pregas se abrirem e o pau sumir dentro da minha bunda.

Marcelo que estava quase gozando não agüentou e me mandou mais leite na goela. Não sabia se mamava, rebolava ou gemia, mas estava maravilhoso dar o cú daquele jeito. Mais uns cinco minutos de bombadas e estava toda esfolada e pedindo para Cleber gozar logo ou sair de dentro. Senti as bombadas aumentarem o ritmo e a cabeçona ir inchando lá dentro pronta para derramar mais leite. Hummm ... Gozada na bunda... Parecia que minha bunda era uma varanda de tão larga que estava.

Fui para a ducha e voltei uns dez minutos depois, encontrei as duas loucas se beijando enquanto Marcelo metia em Bete. Me vesti, dei um beijo em todos e sai pedindo menos... Estava totalmente mole, meu cú ardendo e minha buceta toda olhada de porra e tesão. Cheguei em casa e dormi quase 10 horas seguidas. No dia seguinte marcamos outro café e fomo bater um papinho de novo...

Conto erótico recebido por email by Tarada sem freio

Minha Primeira Transa Bi

Meu nome é Marquinhos, tenho atualmente 31 anos e sou um bissexual mais para passivo. O relato que passo a narrar é sobre minha primeira vez com outro homem. Faz bastantes anos que não tenho uma relação deste tipo, pois tenho namorada e ela nada sabe deste meu passado.

Voltando para a minha história: Na época estava com 19 anos e a coisa aconteceu em uma temporada de verão no litoral onde minha família possui uma casa de verão. Eu estava sozinho tomando uma cerveja gelada em um quiosque a beira mar. O calor era intenso e o lugar estava cheio, eu me distraia olhando para as pessoas na praia quando um homem de uns 30 anos perguntou se poderia sentar-se comigo, pois as outras mesas estavam todas ocupadas.

Não me opus ao seu pedido e ele sentou-se na cadeira ao lado. Ele era um homem moreno claro, de 1,70 de altura, magro e usava bermudas, chinelos, óculos escuros e a camiseta estava pendurada em seu ombro. Tinha cara de ser extrovertido e gente – boa, começamos a conversar e logo estávamos dividindo as cervejas. Naturalmente, entre uma conversa entre homens, não podíamos deixar de falar sobre mulheres e sexo.

Então ele me disse que fazia tempo que não transava, pois sua esposa estava na sua cidade e por isso estava subindo pelas paredes, com um tesão enorme e não agüentava mais ficar na diversão solitária. Eu prestava atenção no que ele dizia até que ele me surpreendeu ao falar que para acabar com sua carência transaria até mesmo com outro homem.

Já embalado pela bebida e de pau duro com as coisas que ele me falava perguntei se ele gostava de ser chupado por outro homem. Ele confirmou com a cabeça e eu emendei dizendo que fazia tempo que eu tinha esta fantasia e nunca tinha realizado por não ter uma oportunidade de fazê-la com discrição. Ele sorriu, sorveu mais um gole da cerveja e me disse que poderíamos ir para a sua casa, pois estava sozinho e sua mulher só viria no final de semana com os filhos.

Fomos para lá e assim que entramos ele abaixou sua bermuda revelando um cacete duro e enorme, calculei mais de 18 centímetros, era grosso e tinha uma cabeça roxa e brilhosa. Eu já havia visto diversos filmes pornôs de transas entre homens, mas ver aquilo ao vivo, latejando de desejo por minha causa foi uma sensação incrível. Ajoelhei-me aos seus pés e iniciei a chupada, lambendo da cabeça as bolas. Acariciava seu saco e tentava colocar seu cacetão inteiro dentro da minha boca o que não conseguia fazer direito. Chupei com muita vontade até ele encher minha boca com sua porra.

Ele gemeu bastante quando gozou e a quantidade de esperma que ele ejaculou foi enorme. O homem era muito safado e ainda não satisfeito disse que queria comer meu cuzinho. Eu estava com um tesão incrível, com o pau duríssimo e aceitei seu pedido me colocando no sofá de quatro como se fosse uma putinha. Ele veio por trás e fez o maior arregaço na minha bunda. Lágrimas pingaram de meus olhos com a dor de ser comido pela primeira vez. Ele socava com força, batendo sua pele com força contra a minha. Eu me masturbava, enquanto era enrabado daquele jeito. Gozei duas vezes assim, com o seu pau atolado na minha bundinha e devo dizer que foram uns dos maiores orgasmos que já tive, até mesmo melhor de quando transava com minhas namoradinhas.

Depois de ele gozar novamente e eu dar para ele mais uma vez acabei tomando gosto pela coisa. Acho a relação com outro homem muito prazerosa, é uma aventura fazer isto, dá uma impressão de algo proibido e gostoso. Infelizmente o temor por não ser algo discreto me impede de fazer sexo desta forma com maior freqüência. Gostaria de encontrar outros homens da região de SC, de 25 a 35 anos com paus não muito grandes para esse tipo de relação: puro sexo e prazer, sem maiores envolvimentos.

Conto erótico by Marquinhos – recebido por email

Nosso Primeiro Menage

Já fazia alguns meses que eu vinha pedindo para Laura, minha namorada , fazermos o Ménage Feminino. Enquanto transávamos ficava falando sobre as posições, o que eu gostaria de ver e fazer em um ménage, que ela poderia ter varias partes do corpo excitadas simultaneamente, etc.

E cada dia que passava ela ficava mais excitada com a possibilidade, até que um dia ela perguntou se poderia ver a menina antes, então convidei-a para irmos a uma boate de sacanagem onde poderíamos ver várias meninas, conversar e escolhermos juntos, ela topou na hora e disse que tinha muita vontade de conhecer estas boates de sacanagem.

Então combinamos para semana seguinte. Era uma Sexta-Feira, quando fomos nos arrumar ela fez questão de se arrumar sozinha, deixei-a e fiquei aguardando na sala, quando ela entrou na sala percebi como ela também estava louca para conhecer uma boate de sacanagem e/ou experimentar uma transa a três, tinha colocado um vestido preto bem curtinho, sem sutiã só meia, liga, e com uma calcinha fio dental que eu havia dado de presente, fiquei louco, e fomos.

Antes de entramos fui me certificar que não havia nenhum conhecido então entramos, sentamos éramos o único casal na casa mas ninguém ligou, estavam mais preocupados com as putas e nos também, começamos a beber, e logo vi uma menina alta pernas grossas, perguntei para minha namorada o que ela achava ela me respondeu que era muito bonita e que poderia chamá-la se quisesse, então chamei-a era linda mas ela não saia com casal conversamos um pouco e ela se foi, minha namorada lamentou e disse que com ela seria legal, senti que ela estava muito excitada, terminamos o drink e comecei a beijá-la.

Fui enfiando minha mão entre as pernas dela e a masturbá-la, ela foi abrindo as pernas então penetrei meu dedo nela e senti como já estava quente e molhadinha, paramos seu vestido era tão curto que já não tampava quase nada sua calcinha e liga estavam bem a vista, mostrei para ela, não se importou e continuou assim, ela estava muito empolgada e excitada, pelo lugar, pelo clima, pelas putas, e na verdade por estar se sentindo uma puta.

Continuamos bebendo, vi outra menina e quando ia me levantar, ela me segurou e disse que ela gostaria de ir chamar, e foi, parecia uma puta isto me deixou muito excitado, vi ela conversando com a menina e as duas vieram sentaram e ficamos conversando ela já estava mais a vontade e também fazia perguntas como duração, onde seria, etc.

Mas esta cobrou muito caro, não deu, depois deixei minha namorada escolher, chamou mais duas meninas nesta altura sentia como ela estava louca para fuder com outra mulher, ambas não saiam com casal, estávamos frustrados, pois estava ficando tarde estávamos cansados e as que restavam eram as mais feias, mudamos de mesa, sentamos perto de onde as meninas ficam dançando só de calcinha para se exibir, então veio uma menina muito bonita de rosto e corpo, fiquei louco, ficamos assistindo a menina dançar e perguntei o que ela achava ela disse que tinha um corpo muito bonito, que toparia mas preferia deixar para o dia seguinte pois já era tarde e estava cansada.

Então comecei a masturbá-la enquanto assistíamos a menina dançando, insisti novamente, mas ela preferia no dia seguinte mais descansada, então desanimei e quando ia parar de masturbá-la ela segurou a minha mão, então continuei masturbando enquanto ela assistia a menina dançando, a boate já estava mais vazia e os homens que lá estavam já estavam bem acompanhados para notarem agente, comecei a murmurar no seu ouvido que estava louco para vê-la na cama com outra mulher, sendo chupada, etc.

Comecei a enfiar meu dedo dentro dela cada vez com mais forca ,ela não tirava os olhos da menina e a mão do meu pau. Perguntei se aquela menina a excitava e ela mordeu os lábios e balançou a cabeça confirmando, não demorou muito já estava enfiando dois dedos dentro dela de tão molhadinha e gozada (acho) que estava, quando a menina parou de dançar ela foi chamar, pegamos o telefone e marcamos para o outro dia.

No dia seguinte ligamos a tarde inteira e não conseguimos falar com a puta, tentamos a noite e nada, estava frustrado, acho que ela também, então perguntei o que ela achava de procurarmos no jornal e ligarmos do motel, ela fez um pouco de doce, mas no fundo estava excitadíssima com a possibilidade, então topou.

Fomos para o motel tarde, enquanto minha namorada se masturbava assistindo ao filme pornô eu tentava ligar, todas davam ocupados ou ninguém atendia, cansado fechei o jornal e comecei a chupá-la, já estava toda molhadinha, chupei toda a bucetinha dela, coloquei ela de quatro no chão com o corpo apoiado na cama, e comecei a penetrá-la, como a bucetinha dela estava quente e seus seios durinhos logo comecei a sussurrar ao ouvido para deixarmos para outro dia e combinarmos com calma,

Então ela resmungou, disse que já não aquentava mais esperar, nesta hora ela começou a enfiar sua buceta cada vez mais forte no meu pau, falou que queria que fosse naquele dia e quase implorando pediu que eu continuasse ligando, puxei o cabelo dela e comecei a penetrá-la com forca, chamei-a de vadia e que só iria ligar se ela goza-se, então ela respondeu que já estava toda gozada, mas ia gozar novamente, e ficou gemendo sussurrando baixinho para eu ligar, gozar para Laura é muito fácil ela se excita muito facilmente.

Assim que paramos de transar minha namorada pegou o jornal e me deu, retornei a ligar para agências e finalmente consegui. Me encaminharam uma menina (falaram que era bonita de corpo, rosto pernas, seios, etc.), já deveriam ser quase 2 h da manha, a menina chegou e a recepção do motel me alertou que eu iria pagar dobrado, então reclamei horrores e acabei aceitando, logo em seguida me liga o gerente pedindo desculpas e falou que me cobraria o preço normal.

Sentia minha namorada excitada e envergonhada ao mesmo tempo, antes de eu abrir a porta ela vestiu a minha camisa e a calcinha, a menina não era tão bonita como esperávamos, tinha as pernas grossas e bem torneadas e um bumbum delicioso, mas seus seios não eram durinhos e não era bonita de rosto. Senti um pouco de decepção no olhar da Laura, a menina foi se trocar, e perguntei a ela se desejaria que dispensássemos a menina, ela respondeu que até chamarmos outra iria demorar muito, ótimo ela estava realmente com vontade.

Estava um pouco nervoso também, nos apresentamos sentamos na beirada da cama e a menina então começou a se despir, comecei a beijar a Laura e lentamente fui tirando a camisa dela . A puta sentou ao lado da Laura e então começamos a chupar os seios da Laura ao mesmo tempo, acariciávamos suas pernas, começamos a morder e chupar os biquinhos dos seios e a minha namorada começou a gemer, abrimos as pernas dela e a puta começou a masturbá-la, a Laura gemia cada vez mais. Deitamos ela na cama, nesta hora me retirei ,sentei na poltrona e deixei as duas sozinha na cama,

A puta começou a tirar lentamente a calcinha da Laura que estava completamente excitada e não ofereceu o menor esforço. Abriu as pernas e a puta deitou sobre ela começando a chupar seus seios, estava completamente excitado! Era maravilhoso aquela cena, depois lentamente a puta foi chupando a barriga até chegar na bucetinha da Laura, nesta hora começou a acariciar e apertar os biquinhos dos seus próprios seios e a se contorcer de tesão, fiquei assistindo aquela cena maravilhosa. Em seguida a Laura começou a chupar os dedos e olhar para mim, vi que era hora de participar também.

Me aproximei da ponta da cama e ofereci a minha pica já totalmente dura a Laura que começou a chupá-la com extrema volúpia, a puta também não dava descanso para a bucetinha da Laura, seintia seu corpo todo excitado, seus seios estavam extremamente duros e ela chupava meu pau com muita vontade, então começou a simultaneamente a chupar minha pica e masturbá-la com muita forca . Percebi que ela queria que eu gozasse em sua boca, não deu para chegar ao clímax ,mas de repente a Laura parou, senti que nesta hora ela estava gozando, mas não tirou a boca do meu pau,

Eu estava com  muito calor e com pau todo lambuzado, aproveitei e comecei a esfregar nos seios da Laura, ela estava em pleno êxtase, aproveitei e perguntei se a puta havia trazido o consolo, ela confirmou e então disse que a Laura adorava ser penetrada pelo consolo e ter o clitóris chupado ao mesmo tempo. A puta não pensou duas vezes pegou o consolo colocou uma camisinha, sai de cima da Laura que se masturbava. Então ela abriu a bucetinha para a puta que começou a penetra-la com o consolo, era bem largo e pensei que não daria mas a puta penetrou tudinho, a Laura já devia estar toda molhadinha pela facilidade com que o consolo penetrou sua buceta,

Quando a puta começou a chupá-la ela começou a gemer deitei ao seu lado a Laura começou a apertar a minha pica, morder os lábios, então comecei a sussurrar ao seu ouvido se ela estava gostando, ela gemendo disse sim, então comecei a falar que ela parecia uma vadia, que eram poucas as mulheres que aceitam isto, a chamá-la de puta, etc.

Ela começou a gemer cada vez mais e apertar meu pau com extrema forca, ela estava adorando comecei a morder os biquinhos dos seios dela com forca, a Laura gemia de dor e tesão ao mesmo tempo, fazia movimentos com os quadris forçando seu clitóris contra a boca da puta, Laura então me pediu para chupá-la, ela simplesmente adora quando eu a chupo.

Penetrei todo o consolo na Laura e comecei a chupar seu clitóris sem parar a puta começou a chupar e morder os seios da Laura, a puta tentou beijá-la mas ela virou o rosto, que pena adoraria ver elas se beijando, comecei a tirar e colocar todo o consolo na bucetinha da Laura cada vez mais rápido e a cada penetrada a Laura gemia de tesão ate que ela começou a gozar . O consolo começou a sair todo lambuzado de sua bucetinha, aproveitei e comecei a chupar seu clitóris e a puta continuava chupando os seios, pescoço e orelha da Laura,

Laura se levantou e veio me beijar, pensei que ela fosse querer descansar um pouco, ainda não havia gozado estava muito excitado e minha pica totalmente dura, ficamos ajoelhados nos beijando então ela colocou minha pica em seu clitóris e começou a esfregar sua buceta na minha pica, a puta veio participar e se ajoelhou por trás da Laura ficamos nos acariciando, a Laura apenas me abraçava e deixava que eu e a puta acariciássemos todo o seu corpo, a puta apertava os seios dela, a masturbava, estava adorando, mas de repente quando a puta foi me beijar a Laura viu, ficou chateada e foi se deitar, mas ela já estava tão excitada, que não foi difícil recomeçar, a puta começou a chupar meu pau

Pensei que a Laura fosse se retirar puta da vida mas não, começou a assistir a cena e a se masturbar olhando a puta chupando toda a minha pica, fiquei empolgado com a reação, tirei o cabelo da puta da frente para que a Laura pudesse assistir tudo, a Laura pegou o consolo e começou a brincar com ele, mas não parava de olhar a puta chupando a minha pica. Aproveitei e comecei a acariciar a puta e a masturbá-la, fiquei na duvida se deveria fude-la ali na frente da Laura e optei por não fazê-lo,

Mas mais tarde ela me confessou que desejou me ver fudendo a puta na sua frente, pena não ter rolado, a Laura já estava enfiando todo o consolo na sua buceta e masturbando seu clitóris ao mesmo tempo, chamei-a para chupar minha pica, e Laura já completamente excitada, ficou de quatro e começou chupar a minha pica, em seguida posicionou sua bundinha na frente da puta que percebeu o que a Laura desejava e começou a enfiar o dedo na buceta da Laura, depois foi consolo nesta hora a Laura começou a gemer de dor parou de me chupar

Seu tesão era tanto que começou a forçar sua buceta com forca contra o consolo para penetrá-lo todo dentro dela, a puta começou a chamá-la de gostosa e a elogiar seu corpo, então chamei a Laura de vagabunda e mandei-a chupar a minha pica ela recomeçou com extrema volúpia era maravilhoso assisti-la de quatro chupando a minha pica e a puta penetrando o consolo nela e seu corpo se movimentando todo num vai e vem sem parar, a Laura começou a gozar já estava tão excitada e já não agüentando mais de tesão que foi lentamente tirando sua buceta do consolo, deitamos ela, eu ainda não havia gozado.

Não pude deixar a Laura descansar, recomeçamos com a Laura deitada e eu e a puta mordendo e lambendo a sua bunda, comecei a enfiar meu dedo na buceta da Laura ela começou a se agarrar ao lençol a puxar a fronha, sua buceta estava toda molhadinha não resisti coloquei a de quatro e comecei a fude-la com muita forçaa, a Laura gemia sem parar pedindo para gozar dentro dela, a puta ficou sem ter o que fazer ficou assistindo a cena, gozei muito dentro da bucetinha da Laura, ela completamente exausta se deitou, relaxamos um pouco, conversamos um pouco e a puta foi tomar um banho, perguntei se continuaríamos mas a Laura falou que por hoje já tinha sido o suficiente, dispensamos a puta depois do banho.

Ficamos conversando perguntei o que ela tinha achado, disse que foi bom, gostaria que fosse uma menina mais bonita, perguntei se gostaria de fazer novamente, disse que faria sem problema desde que não se torna-se uma rotina, disse para ela que eu achava que faltou a puta ter a cinta -pênis e para fude-la e ter mais opções. Ela concordou, perguntei para ela se faltou alguma coisa que disse que gostaria de ter visto eu fudendo a puta, eu sorri, e disse que gostaria que a próxima vez fosse com alguma amiga dela, ela sorriu também, e isto se tornou uma outra estória.

Conto erótico recebido por email by casal safado

A Viagem

Nas minhas últimas férias fiz duas reservas numa pousada em Porto Seguro: para mim e para meu amigo. Uma semana antes ele teve problemas e não pode ir. Eu não queria ir sozinho, então resolvi convidar uma amiga, que estava muito triste por ter terminado seu noivado. Ela aceitou na hora.

Jô era uma deliciosa morena, Bonita, 22 anos e bem liberal. E uma boneca de seios grandes e bem durinhos, além de seu bumbum maravilhoso. Viajamos e como eu adoro dirigir, fomos de carro. Na estrada, começaram algumas excitantes brincadeirinhas. Estava muito calor e ela usava somente uma mini-blusa e uma saia curta. Não usava calcinha nem sutiã.

Depois de quatro horas de viagem e uma super gulosa que acabou com uma esporrada em sua boquinha, eu estava exausto e como Jô também dirigia, nós trocamos de lugar. Quando ela estava na direção, eu não me contive e comecei a sugar suas tetas, seu umbigo e depois sua xoxota. A cada lambida, eu dava uma pequena mordida em seu clitóris para acordá-la.

Por volta das 23 horas, resolvemos parar num motel para descansar e retomar a viagem. Assim que chegamos, tomamos uma ducha e voltamos para o crime. Primeiro fizemos um 69 delicioso e depois coloquei meu pau em sua xana carequinha. Ela depilou-se, pois sabia que eu adorava uma xoxotinha sem pelos. A cada estocada, ela gemia e implorava:

-Me fode gostoso.

Ela chegou ao clímax duas vezes. Depois se virou e começou a mamar no meu pau até ganhar uma gozada na cara. Descansamos um pouco e após outro banho, coloquei-a de quatro, passei lubrificante em seu cuzinho e enfiei minha jeba. No início doeu um pouco, mas depois que seu rabinho engoliu meu pau inteiro, eu mandei ver.

Jô dedilhava seu clitóris e acariciava meus bagos; não demorou muito e chegamos juntos a outro orgasmo maravilhoso. Pela manhã, acordei com ela chupando meu cacete e acabamos dando outra bem dada. Seguimos viagem e chegando a Porto Seguro, tiramos à bagagem do carro e fomos à praia. Estávamos tomando sol e acabamos fazendo amizade com Lucia. Loira, bonita, hiper bronzeada, chamava a atenção de todos.

Convidei-a para tomar uma ducha em nosso hotel. Jô adorou a idéia. Com um sorrisinho, Lúcia aceitou. Chegando lá, tomamos uns drinks e pintou o clima. Fomos os três para o chuveiro. Acabamos depilando a xana da Lú, que ficou uma gracinha. Fomos para cama molhados. Primeiro deixei as duas se melarem.

Uma chupando a outra, que visão excitante. Jô chupava tudo, do meu saco até a cabeça do meu pau. Então caí de boca no sexo da loira, que estava lambendo a nova amiga. Após algum tempo, Lú abriu as pernas e me chamou. Meti a rola naquela linda carequinha enquanto ela chupava a Jô, que se deliciava com o oral. Lúcia gozou e ficou de quatro para que eu colocasse em seu bumbum.

Jô veio por baixo e enquanto eu penetrava o loló da loira, elas faziam um 69 e se melaram de novo. Foi uma gozada a três. Ficamos os 10 dias trepando sem parar e no último dia demos uma super saideira. Em Porto Seguro, eu passei as melhores férias da minha vida. Eu nunca mais vi a loirinha fogosa. De vez em quando, Jô vai em casa para nós matarmos saudades da viagem.

As Histórias da Angel

Meu nome é Angélica, mas meu apelido é Angel... Hoje tenho 19 anos e vou contar a minha história para vocês. Cresci ouvindo de minha mãe que sexo é a melhor coisa do mundo, ela mesmo dava para qualquer um a toda hora. Eu mesma nem conheci meu pai. Como minha mãe não tinha condições de me criar, me mandou para ser criada pelo irmão dela, que na época ainda era casado e sem filhos.

Saí de Minas com 18 anos e vim morar aqui para poder continuar a estudar. Meu tio, que estava com 54 anos na época, me tratava super-bem, me paparicava me comprando sempre roupas, sorvete, me levava ao cinema e etc. Eu achava que ele fazia isso por não ter tido filhos e ficava feliz. Eu só achava meio estranho, pois ele dizia que meninas não deviam usar sutiã, que isso era coisa para velhas com o peito caído.

E só me comprava camisetinhas brancas bem fininhas que praticamente mostravam tudo dos meus peitos. Eu ficava muito envergonhada, mas não podia fazer nada a não ser agradecer os presentes que ele me dava. Afinal eu tinha ido para casa dele só com um saco de supermercado com poucas roupas. A gente ia jantar e sempre quando a esposa dele estava na cozinha trazendo as comidas, ele ficava encarando meus seios com cara de tarado, que chegava a lamber os lábios. Eu sentia que ele ficava passando a mão no pau dele por debaixo da mesa.

Ficava tão envergonhada que os biquinhos dos meus peitos ficavam duros na hora piorando mais ainda minha vergonha. Quando minha tia chegava ele disfarçava mas sempre que podia olhava meus bicos duros roçando na camiseta com os movimentos que eu fazia para comer. Naquela noite, escutei minha tia brigando com ele. Chamava ele de velho safado, que as roupas que ele me comprava eram indecentes. Que a camiseta que eu estava no jantar era tão transparente que dava para ver até a cor dos meus bicos e etc. Lembrei da frase da minha mãe: Homens são todos uns tarados.

Uns meses depois meu tio se separou dela e foi aí que tudo começou a acontecer. Ficamos só eu e ele morando na casa. Ele passou a se atrever para cima de mim cada vez mais... Quando um dia eu voltei da escola, ele estava com um velho amigo dele na sala vendo um filme pornô. Eu não sabia o que fazia de tanta vergonha, só dei boa tarde e fui para o meu quarto. Ele veio atrás de mim e pediu para eu colocar uma daquelas camisetas e servir uma cerveja para eles.

Fiz o que ele me mandou e ao servir os dois quase comeram meus peitos com os olhos... Ao servir meu tio ele encostou o copo de cerveja de propósito num dos meus bicos que ficou logo duro pelo gelado. O calor estava insuportável e pedi se podia sair para tomar um banho. Meu tio me mandou sentar e assistir o filme com eles. Eu resisti e disse que não gostava daquilo. Ele se levantou e me sentou a força. Eu olhava o chão e ele me mandava ficar olhando o filme.

Depois de alguns minutos o escutei falando para o amigo dele: Olha só os biquinhos dela. Não são deliciosos? O amigo respondeu: E como camarada! E como! Já deu uma mamadinha neles? São tão durinhos que eu to doido para dar uma lambidinha... Meu coração começou a disparar de nervoso quando me olhei e vi que com o calor, minha blusa tinha ficado toda molhada e totalmente transparente. Era o mesmo que estar nua!

Depois de algum tempo vi que eles passavam a mão no pau deles e eu então saí rápido e fui para o banheiro. Acho que fiquei a tarde toda por lá. Quando saí, vi que eles não estavam mais na casa e então comi alguma coisa, fiz o jantar e fui dormir. No meio da noite eu tomei um susto, pois quando acordei, vi meu tio em cima de mim, totalmente bêbado, puxando bem devagarzinho minha camiseta para cima.

Morrendo de pavor eu não abri mais os olhos e achei melhor fingir que dormia. Ele foi subindo, subindo até meus peitos ficarem todos para fora. Acendeu a luz do abajur da mesinha e falou:

-Estou seco para dar uma boa chupada nesses bicos e não passa de hoje. Se você não quiser voltar para a sua mãe fica QUIETINHA!

Começou então a pegar os bicos com os dedos, puxava eles para fora, devia molhá-los na saliva porque eu os sentia todos lambuzados. Apertava mais e mais e com dois dedos ele pegava na pontinha deles e puxava dizendo que queria ver eles bem durinhos para dar uma chupetinha. Uma sensação doida começou a tomar conta de mim. Eu não consigo descrever ela até hoje.

Foi uma mistura de nojo, asco, medo, mas eu percebi que estava achando muito gostoso. Nunca nenhum homem tinha nem passado a mão nos meus peitos. Só tinha dados uns beijos na boca de uns garotos da minha terra. E o pior de tudo é que a parte do corpo que mais sinto tesão é justamente nos biquinhos do meu peito. Quando eu me masturbava, sempre passava um pouquinho de óleo na pontinha deles e ficava passando a ponta dos dedos nos bicos até gozar. Ficava louca de tesão. Bem, depois de meus bicos estarem para lá de duros e salientes, ele passou só a pontinha da língua em movimentos rápidos.

Depois meteu a boca e mamou que nem bebê, sugava eles para fora como se quisesse que saísse leitinho deles. O nojo que eu senti foi virando tesão com o tempo. Até que ele de repente parava e ia embora. Eu abria os olhos e via a porra dele por todo o lençol. Isso foi praticamente toda a noite. Na véspera de eu fazer 19 anos, ele me ofereceu uma bebida no jantar e disse que era para eu ficar mais alegre.

Que eu ia dormir melhor e mais rápido, pois ele tinha um presente maravilhoso para mim, depois que a meia-noite entrasse. Eu bebi e até que gostei. Comecei a ficar meia zonza depois do terceiro copo e não me lembro de mais muita coisa. Só lembro de estar já na cama. Apaguei logo e não sei quanto tempo depois, acordei toda amarrada e nua! Ele disse que já estava há mais de meia hora ali fazendo de tudo comigo... Meus bicos do peito estavam tão duros, mas tão duros que ele deve ter mamado uma meia hora sem parar...

O safado percebeu que eu fico louca de tesão nos biquinhos e me excitava demais por aí... Como eu era virgem, ele fez de tudo comigo, mamou meus bicos, colocou a pica para fora e vi que era grossa e estava toda lambuzada. Passou ela na minha cara e me obrigou a chupar a cabeça... Me dava ordens: Mama a cabecinha... Isso. Passa a ponta da lingüinha no meu caralho. Isso sobrinha putinha ... Mama gostoso. Suga a cabeça e chupa bem...

Passou ela toda melada no meu peitinho. Pincelando cada bico. Arreganhou minhas pernas mais ainda e ficou horas mamando meu grelinho. Abria minha bucetinha e o grelinho pulava bem para fora e ele passava a ponta da língua nele para eu ver. Enfiava a língua na portinha, lambia lá por dentro. A frase da minha mãe veio de novo na minha cabeça.

E me vi ali, com o irmão da minha mãe, um velho de 55 anos em cima de mim me lambendo, mamando, me chupando toda e eu arreganhada... Minha buceta toda aberta para ele, meus bicos duríssimos pulavam pela minha respiração ofegante. Totalmente pelada e indefesa para aquele velho safado e tarado. E eu, já com 19 anos, adorando aquilo tudo que me deixava completamente maluca.

Meu corpo todo latejava e a idéia de ele ser bem mais velho que eu me deixava mais excitada. Comecei a me sentir uma putinha bem safada e percebi que ia querer aquilo todos os dias. Senti vontade de falar isso para ele, mas fiquei com medo. Ele gozou na minha boca e mandou-me engolir tudinho.

Depois me desamarrou, encostou as costas na cama, me encaixou no meio das pernas dele, e eu de costas para ele deitei no seu peito. Ele tinha trazido o espelho da cômoda para ficar bem em frente da gente. Mandou eu arreganhar as pernas para ver a bucetinha pelo espelho. Colocou uma porção de saliva nas mãos e começou a acariciar meus seios me mandando olhar pelo espelho para me excitar. Eu fiquei cheia de tesão com aquilo.

Mandou eu encher meu dedo com a saliva dele e começar a bolinar meu grelinho me masturbando. Perguntou se eu estava gostando e eu com medo disse que sim. Isso minha criancinha... Titio vai te fazer ficar louquinha todas as noites de tanto que você vai gozar. Esses biquinhos vão ficar maiores de tanta mamadinha...

Goza para o titio goza putinha safada. Tá gostando do titio fazer essas coisas todas com você? Claro que está. Antes de você acordar, titio mamou direto nesses biquinhos durinhos e você gemeu gostoso, titio ficou maluquinho e lambeu essa xoxotinha todinha. Tava molhadinha de tesão. Sabia que assim que coloquei os olhos em você titio ficou maluco? Vai se masturbando... Aquela velha só me atrapalhava.

Eu queria já ter feito isso há mais tempo em você sua putinha. Eu ficava maluco de ver toda hora esses peitinhos nas blusinhas que eu comprava. Eu fazia de propósito para poder ver esses biquinhos duros quase rasgando a camisetinha. Uhmm que vontade eu tinha de rasgar e cair de boca nesses bicos e mamar até cansar.

Amanhã a gente vai comprar umas camisolinhas brancas todas transparentes e você só vai usar isso para dormir, viu? Uns shortinhos bem curtinhos para por essas popinhas arrebitadas para fora e bem apertadinhos que eu quero ver marcar a rachinha da tua xoxotinha. Eu escutava tudo aquilo e ficava cada vez mais louca!

Me sentia uma putinha ninfeta bem safada doida para fazer tudo aquilo para deixar ele mais doido por mim. Até que eu gozava do corpo todo estremecer e ele me soltava para enfiar a língua toda dentro da minha xoxota e puxar o caldinho de lá de dentro e saborear com cara de tarado na minha frente. Isso passou a ser nossa rotina de todo dia.

Ele inventa tanta sacanagem gostosa de fazer que não tem como não ficar todo dia excitada. Eu respiro sexo e safadeza todos os momentos do dia... No início ele me obrigava a fazer as coisas, mas depois de algumas semanas, eu acabei ficando tarada e bem putinha ... Adoro as sacanagens que ele faz comigo.

Morro de tesão. Todo dia ele inventa uma putaria para fazer. Trás os amigos velhos dele, trás umas putinhas ninfetas da rua. Filma tudo e a gente faz sempre uma suruba bem gostosa. Um dia ele trouxe a Jack para morar com a gente que é uma piranhinha de rua. Ela tinha 19 anos. Ele me fazia mamar o grelo dela, ficarmos bastante tempo mamando os biquinhos uma da outra e ele batendo uma punheta olhando...

Ele é tarado em bicos de peito de meninas e como eu também sou, o tesão nosso é de endoidecer. Fico louca quando mamam meus bicos... Faço qualquer coisa! Uma noite, eu não agüentei de tesão, minha amiga putinha estava mamando num bico e meu tio mamando bem gostosinho o outro...

Quase pirei e foi nesse dia que meu tio tirou meu cabaço, da xotinha e do cu enquanto a Patrícia me chupava toda... Foi uma delícia! Eu jamais me acostumaria a ficar um dia sem uma sacanagem dessa. Fiquei com tara em homens bem mais velhos, garotas novinhas e lésbicas velhas também! Quanto mais o cara for velho mais me dá tesão...

Eles ficam babando quando pegam nos meus peitinhos e bundinha... Enfiam o dedo na minha xoxotinha, lambem meu grelo, meu cuzinho piscando. E alguns o pau nem sobe mais, mas meu tio me manda dar uma mamada para deixar eles felizes e eu dou uma chupetinha gostosa no pau deles... Ele me faz ficar pelada na janela, me mostrar para os outros. Me manda colocar uma camiseta bem transparente e sair com ele para passear na rua. Fica cheio de tesão vendo os caras olharem sedentos meus biquinhos.

Eles já ficam 24 horas do dia durinhos e bem arrebitadinhos. Ele toda hora que pode passa os dedos e aperta. Em todo lugar! Quando dá, ele levanta ou abaixa minha blusa e mordisca os bicos e dá uma chupada para eles ficarem mais durinhos para os outros verem. Inventa cada história, cada sacanagem que eu, mesmo já acostumada fico às vezes assustada, mas no fim eu deliro de tanto tesão. Já me levou numa boate de putaria e me fez tirar a roupa toda e dançar que nem uma puta sendo bolinada por uns 2O homens.

Vive levando mulheres lá em casa e faz com que elas façam de tudo comigo enquanto ele bate uma punhetinha. Leva garotinhas novinhas, velhos, gringos que ele conversa no meio da rua. Tudo que uma pessoa pode imaginar é pouco para o que a gente já fez. Eu tenho milhões de histórias para contar! Milhões! E adoro escrever sobre isso.

Quando achei este blog me excitei sabendo que deixarei outras pessoas excitadas lendo as coisas que acontecem comigo.  Vou escrever mais e aos poucos vou contando as minhas histórias. Gosto de falar sacanagens! Às vezes vou para os chats e me masturbo bem gostoso. Entro em chats de lésbicas e de homens bem mais velhos. Adoooro!

Conto Erótico recebido por email - By Angel

Amante Só as Segundas

Durante um ano, vivi uma experiência inusitada depois que conheci Gisele, uma mulher absolutamente bela e, como fazia questão de dizer, muito bem casada. Trabalhávamos na mesma empresa,em filiais diferentes, e nos encontramos numa festa de fim de ano num hotel. O detalhe é que a festa durou todo um fim de semana e, para nós, outros 36O dias.

Na verdade, bem menos, já que Gisele só transava comigo às segundas-feiras, quando o marido ia a uma cidade vizinha a negócios. Diante da regularidade dos encontros, rachei o aluguel do apartamento com um colega para poder melhor recebê-la. Ali, a mulher muito bem casada mostrava-se por inteiro, fazendo tudo que uma fêmea deve fazer na cama. Do boquete à trepadinha de quatro, sem falar no cuzinho, liberado no gran-finale da sessão da tarde.

A cada insistência para que a encontrasse nos outros dias da semana, Gisele respondia com uma trepada mais vigorosa, como se fosse à última.

— Já disse que só posso encontrar com você na segunda, mas não me deixe!

Dizia quase chorando, mordiscando minha vara com a xoxota, trancando-a nas entranhas fogosas. Com a boca propriamente dita, mordia minhas orelhas e pescoço, cheia de fome. Para nós, a semana começava cheia de emoções.

Para satisfazê-la, só gozava depois de cansá-la bem. No final da trepada, Gisele reclamava que, apesar de muito bem casada, na cama, o marido era do tipo que gozava rapidinho e uma só vez. Como não queria discutir a respeito do casamento dela, continuava no meu papel de amante das segundas-feiras, dando no couro no melhor estilo garanhão.

Um dia arranjei outra namoradinha e Gisele descobriu. Injusta e irracional, achava absurdo que eu trepasse nos outros dias da semana também. Não adiantava explicar, argumentar, porque ela dizia que meu pinto era só dela.

— Esse pau não é de mais ninguém, dizia.

Caindo de língua nele, chupando-o como se não tivesse um em casa. E não deveria ter mesmo...O problema é que comecei a ficar preocupado. Inventei que dispensara a namoradinha, mas Gisele não acreditou,iniciando um discurso:

— Por você, faço qualquer sacrifício, topo até dividi-lo com outra mulher às segundas-feiras. Pode trazer essa piranhuda na próxima semana. Vamos ver quem fode melhor.

O desafio estava lançado, o difícil foi convencer Mariana, a namoradinha, a fazer parte do inusitado triângulo.

- Desculpe, mas não queria falar dessa louca que atormenta a minha vida há anos, sempre me raptando às segundas-feiras. Depois que você provar que gosta de mim, ela vai sumir com certeza, disfarcei. E estarei livre dela para sempre, falei sem convicção.

Na segunda-feira seguinte, lá estávamos os três sentados num bar de hotel, quebrando o gelo da situação surreal. Gisele era pura simpatia, dizendo que estava curiosa para conhecer Mariana. O fato é que as duas estavam um tesão, despertando a atenção dos outros clientes. Um deles, mais ousado, chegou a mandar um torpedo para Gisele. Descobri depois que o corno era amigo do marido dela, o corno propriamente dito.

Algumas doses de uísque mais tarde, fomos para o apartamento. Vendo que ninguém estava ali para brincadeira, Mariana partiu para o ataque, tirando a roupa e ajudando Gisele a se despir. Mais rápida, a primeira começou a chupar a outra, àquela altura não entendendo nada. Para não ficar de fora, peguei Gisele por trás, fazendo-a gozar a valer.

A cena era de cinema: ajoelhada, Mariana metia a língua na xoxota de Gisele e no que sobrava do meu pau, que entrava pelos fundos. Gisele se contorcia, pedindo que não parassem. — Adorei a surpresa, dizia baixinho.

Já arrependida de tentar jogar Mariana para escanteio. Tanto que depois invertemos o sanduíche, deixando ela como recheio. Aí Gisele pôde mostrar as famosas credenciais de chupadora.

Resultado: Gisele se apaixonou também por Mariana e para evitar maiores confusões, tive que fazer uma opção. O jeito foi deixar a amante das segundas e transformar Mariana numa mulher bem casada. Com o seguinte detalhe: toda segunda-feira, trepo com ela antes de sair de casa, na hora do almoço e no jantar. Pinto escaldado tem medo de fria.

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

Lésbica

Sou casado, minha esposa e eu somos um casal bonito, tenho 4O anos e ela 36. Ela é loira, corpo bonito e eu acho que também tenho um corpo legal e atraio as mulheres. Mudamos de endereço e no prédio em que fomos morar, o pessoal é muito animado, fazem churrasco de vez em quando. Num desses churrascos, conhecemos várias pessoas e uma delas uma mulher de 35 anos, muito bonita.

Conversamos e minha esposa ficou amiga dela e a convidou para depois ir nos visitar. Os dias passaram e de vez em quando ela aparecia lá em casa. Às vezes ia dormir e ela estava lá conversando com minha esposa, saía de lá muito tarde. Um dia fui dormir e ela estava lá ainda, acordei com sede e fui tomar água e quando passei pela sala, vi nossa amiga com a boca na xoxota de minha mulher.

Minha esposa com a cabeça para trás se contorcia de tesão. Fiquei ali observando e quando acabaram, sai antes que me vissem. Minha esposa depois chegou no quarto, deitou e dormiu como anjo. No dia seguinte falei com ela que assisti tudo, ela assustou, mas como não falei nada no momento da transa, ela disse já está transando com nossa amiga algumas semanas. Disse a ela não me importar e que gostaria de participar o que ela logo tratou de providenciar.

Alguns dias depois nossa amiga apareceu em casa e minha esposa já tratou de ir beijando-a. Começamos então a festa. Ela chupava minha mulher como eu nunca havia chupado, confesso ter ficado com inveja. Durante a festa, eu esta chupando minha mulher e ela com um consolo preso numa cinta enrabava minha mulher. Aí ela parou e foi chupar meu pau. Engoliu todo meu pau, eu estava louco de tesão quando ela enfiou o dedo no meu cu, fiquei meio assim, mas deixei, deu um tesão gostoso.

Ficou ali com um dedo e logo enfiou dois. Minha mulher virou e começou a chupar meu pau, num delicioso 69 e nossa amiga, quando vi, encostou o console no meu rabo e enfiou até o cabo, minha mulher abrindo minha bunda e ela me comendo. Olha, nunca gozei tanto na minha vida, ali todos comiam todos, hoje não transo com minha mulher sem ela me comer com um vibrador preso na cinta, maior que o meu pau. Que acham disso?

Conto erótico recebido por email – Casal Ardente(SP)

Mulher de Trinta

Nunca imaginei como era bom, como algumas amigas me diziam, que somente uma mulher sabe dar prazer a uma outra, pois os corpos são iguais e cada uma sabe exatamente onde tocar. Gritei de prazer e comecei a retribuir, lambendo-a como louca. Seus enormes peitos eram sugados por mim como eu gostaria que me chupassem e nunca tinha conseguido.

Moro no interior de uma grande capital. Fui mãe muito cedo, tenho dois filhos e depois de poucos anos de casada descobri que meu marido pulava a cerca. Logo quis a separação, minha família me condenou achando que eu deveria ter feito vista grossa, afinal ele era um bom pai. E me achando culpada pela separação, passei a me dedicar ao meu filho caçula. O mais velho foi morar com o pai e a sua nova mulher. Paulinho foi extremamente mimado por mim. Matriculei-o em uma das melhores escolas da minha cidade, pois havia colocado na minha cabeça que ele deveria ter a melhor educação possível.

Já estávamos na metade do ano e Paulinho demonstrava que com suas notas seria reprovado se eu não fizesse alguma coisa rapidamente. O que daria chance ao meu ex-marido de comentar alguma coisa. Me enchi de coragem e fui à escola falar com a diretora. Foi uma longa conversa, na qual Dona Margô perguntou tudo sobre meu filho e eu. E lógico, sobre meu relacionamento com o seu pai, do qual eu estou separada há dois anos.

Enquanto falávamos, fui recordando do quanto esqueci de mim como mulher esse tempo todo. Meu corpo, nesses dois anos de separação não tinha sido tocado por ninguém. Minhas noites eram monótonas e solitárias. Meus dias, entre o escritório de advocacia, no qual eu era assistente de um velho advogado, e os afazeres domésticos eram sempre rotineiros. Perdida nesses pensamentos quase não ouvi Dona Margô me aconselhar: E, então Sônia o que acha da idéia? Meu Deus, eu não sabia nem o que ela tinha falado. Comecei a chorar para disfarçar a situação. Aí ela com calma explicou o que estava me propondo.

Já tinha dado certo para muitas outros alunos na mesma situação do meu filho. As duas matérias em que Paulinho tinha mais problemas, ela se propunha a ceder horas extras de dois professores para fazer um acompanhamento em casa, por um mês. Aceitei sem pestanejar. Acertamos então que em julho, os dois professores se alternariam dando aulas particulares para meu filho.

Resolvido parcialmente esse problema, decidi pensar em mim. Jovem, e bastante bonita, mas ao mesmo tempo tão desanimada com a vida afetiva e sexual, iniciei algumas transformações bem femininas. Mudei a cor do cabelo, comprei uns jeans bem apertadinhos e algumas lingeries sensuais. Percebi o quanto ainda era admirada na rua. Tinha pernas longas, pele queimada de sol, o corpo ainda rijo, enfim uma bela mulher de 36 anos. E vendo essas mudanças comecei a ser tomada por um tesão que quase me pirou.

Tirava a roupa em frente ao espelho e me olhava. Os lábios salientes da xoxota balançando entre os pentelhos. Minha mão começava a caminhar pelo meu corpo com uma grande avidez indo até o clitóris e com uma incrível rapidez gozava na minha mão. Assustei-me com o que estava acontecendo comigo. E pensava: Será que o problema com o Paulinho na escola tinha me descontrolado tanto?

Não confidenciei a ninguém o que estava acontecendo comigo. Mas todo dia, eu só pensava em chegar em casa, arrancar a roupa e roçar o meu clitóris... E deliciosamente gozar. Chegou o mês de julho. Meu filho me avisou que Márcia e Alberto, os dois professores dariam início as suas aulas de recuperação. Aquilo me deixou mais nervosa e impaciente.

Férias, Paulinho em casa e mais dois desconhecidos atrapalhando as sessões do meu ato solitário. Márcia chegou primeiro. Abri a porta, uma boca carnuda me falou: Olá Sônia, vim te ajudar. Uma idéia louca passou pela minha cabeça. Disfarcei. Naquele dia, ela e Paulinho conversaram muito, fizeram alguns exercícios e riram juntos. Enquanto eu a observava. Aquela boca carnuda, os cabelos curtinhos, ruivos e mais abaixo um par de peitos querendo pular pelo decote da blusa. Meu Deus, o que era isso?

No dia seguinte, Márcia veio novamente. Seriam dois dias dela e dois com Alberto. Foi nesse dia que entendi o que era loucura mesmo. Márcia começou a tirar minha roupa devagarinho, passando meu corpo inteiro, menos na minha bucetinha, que já estava molhadíssima. Pensei que iria gozar a cada segundo que ela ameaçava encostar sua língua quentinha ali. Mas nada. Ela me virou de costas e ávida lambeu meu cu enfiando a língua.

Não pensei em mais nada, só não queria morrer. Nunca imaginei como era bom, como algumas amigas me diziam, que somente uma mulher sabe dar prazer a uma outra, pois os corpos são iguais e ela sabe exatamente onde tocar. Gritei de prazer e comecei retribuir, lambendo-a como louca. Seus enormes peitos eram sugados por mim como eu gostaria que me chupassem e nunca tinha conseguido. Finalmente, Márcia percebeu meu desespero e com algumas lambidinhas rápidas no meu clitóris me fez gozar. O quarto girou. Minha cabeça voava. E eu queria mais. Mas Márcia: Soninha, temos um mês para morrer de tanto gozar.

Nessa noite um medo enorme se apossou de mim. Será que eu era lésbica? E agora o que seria da minha vida? Mas, mesmo assim me masturbei bastante gozando mais uma vez solitariamente. No outro dia o professor Alberto veio. Tímido, magro, de óculos. Um tipo comum. Conversamos um pouquinho, e eles partiram para a aula de recuperação. Saí, fui ao escritório trabalhar e voltei no final do dia. Tensa, bastante nervosa, e culpava Paulinho por isso ter acontecido. A trepada com sua professora.

Quando eu cheguei eles já estavam no final da aula. Era fim de semana, Paulinho iria para a casa de seu pai. Mandei que ele fosse arrumar suas coisas. Nisso tocou a campainha, nenhuma palavra, Márcia me empurrou para o quarto, trancou a porta e sorriu. Alberto nos acompanhou. No início, de longe, apenas olhando as carícias que trocávamos. De repente começou a apalpar o volume no meio de sua perna, bem devagarinho. Paramos. Olhamos aquele homem magro, bem-feito de corpo tirar os óculos e continuar a mexer no seu pau, ainda coberto pela calça. Chegando perto de nós duas, beijou Márcia na boca. Morri de ciúmes.

Meu grelo latejava, molhando minhas pernas. Minha boca tremia de vontade de morder e lamber. Foi o que fiz, deitei os dois no chão e iniciei um roça-roça em cima deles com a minha buceta molhada e quente, chupando uma hora o pau de Alberto, outra os peitos de Márcia. E depois sua xota quentinha.

Ela dava gemidos baixinhos e começou a chupar o meu grelo e o cu, alternando com sofreguidão. As horas pareciam não passar. Aí de repente aquele pau grosso, duro encostou na minha entrada de trás. Lentamente Alberto começou a meter seu pau no meu rabo enquanto Márcia chupava minha buceta. Eu, desvairada acariciava tudo que via na minha frente. Finalmente senti um jorro de porra no meu cu. Meu grelo estava inchado de tanto ser chupado. Sentimos que não iríamos parar por ali. O pau de Alberto continuava duro e dentro do meu apertado cuzinho. Márcia queria ser sugada por Alberto. E foi prontamente atendida. O mês passou mais rápido que qualquer outro na minha vida. Não sentia culpa nem preocupação com nada.

Estava finalmente sendo recompensada pela vida, com muito delírio e prazer. Paulinho foi reprovado, mas jurando que irá estudar no próximo ano. Márcia e Alberto continuam dando aulas para ele em casa. Gozo quase todos os dias sozinha ou com eles. Ando molhadinha o tempo todo e sempre correndo para não perder o horário das aulas.

Conto erótico recebido por email,by Soninha

Meu Marido Comeu um Gay no Clube de Swing

Eu e meu marido sempre fomos muito liberais e abertos em relação ao sexo e devido a isto curtimos nosso casamento aproveitando todos os prazeres que a vida pode oferecer. Um dia destes combinamos de ir a um clube de swing ver o que rolava e quem sabe realizar alguma das fantasiamos que compartilhávamos.

Vesti um top justíssimo e uma mini sai jeans bem curtinha. Meu marido estava muito tímido, morrendo de vergonha de encontrar alguém conhecido ou do que poderia acontecer por ali. E eu , ao contrário estava me sentindo muito puta e safada por estar em um lugar como aquele que transpirava sexo. Paramos na pista de dança e eu dancei muito atiçando a vontade de meu marido. Provoquei tanto que ele acabou perdendo um pouco da timidez e sussurrou no meu ouvido para que eu tirasse minha calcinha. Imediatamente fui até o banheiro e a tirei, percebi que estava toda molhada e fui para a pista , de mini saia e sem nada por baixo.

Quando voltei percebi que tinha um carinha de uns vinte e poucos anos dançando perto de meu marido. Ele tinha um metro e setenta de altura, cabelos castanhos e era um pouco fortinho, devia malhar para se manter assim , tão gostosinho. Ainda sem me aproximar , notei que o rapaz não tirava os olhos de meu marido e o estava discretamente paquerando e ele, apesar de um pouco envergonhado , estava gostando da situação.

Cheguei perto do meu homem e continuei o provocando, até que ele não agüentou e colocou minha mão por baixo de minha saia. Senti seus dedos se lubrificarem com meus líquidos enquanto ele me fodia com os dedos. Gozei ali mesmo, no meio da pista de dance, neste instante o rapaz percebeu o que estava rolando e se aproximou puxando conversa.

Logo estávamos entrosados e fomos até um ambiente escuro que existia no local. Meu marido tirou o pau para fora e o rapaz, sem demorar, caiu de boca o engolindo com vontade. Aquilo me deixou louca e ergui minha saia virando de costas e pedindo para meu marido me comer ali mesmo pois desejava muito ter seu pau enterrado na minha xoxotinha.

Meu marido me comia enquanto eu começava a chupar o pau do rapaz viadinho. Que loucura. Após eu gozar gostoso com o cacete do meu marido pedi que ele metesse também no viadinho. Este sorriu e se apoiou na parede. Meu marido não queria e eu tive que convece-lo a fazer. Então se posicionou atrás do rapaz e sem dificuldades conseguiu introduzir o pau no cuzinho do viado. Acho que seu cuzinho já devia estar acostumado a levar rola. Pois nem no meu rabinho o pau de meu marido entra tão fácil.

A cena que eu acompanhava ali, a cores era fantástica, nem em meus sonhos mais sacanas podia imaginar algo igual. Um rapaz jovem , forte e de pau duro sendo enrabado pelo meu marido. Fiquei só os olhando enquanto acariciava minha bucetinha. Ele comia o viadinho com vontade , metendo com força na bundinha do gayzinho arrancando gemidos e suspiros.

Com uma última estocada meu marido gozou quase no mesmo instante que o viadinho que se masturbava enquanto era comido. Olhei para o sacana do meu marido e perguntei se ele queria me comer novamente e ele disse que sim, mas queria ir para nossa casa. Então nos despedimos de nosso novo amigo e fomos para casa ainda mais loucos de tesão. Desta vez, sozinhos, passamos a noite transando e lembrando dos nossos momentos no clube de swing.

Se você também curte fantasias e transas assim deixe seu recado por aqui, não pretendemos ter relações ao vivo, mas gostaríamos de trocar experiências.

Conto erótico recebido por email – By Casal liberal a procura...

Uma Espada para Duas Guerreiras

Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava às mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. — Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos, completou.

Quando Bia voltou para a sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque.

Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bucetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demonstrou uma certa satisfação ao ver que a bucetinha dela estava totalmente depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bucetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gozou muito gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da buceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas.

Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a buceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.
Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso liquido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela buceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a buceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ninguém parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Bia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram.

Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro dágua. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Bia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha.

Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bucetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho.

— Agora, parou de doer, vai mais rápido, ordenava.

Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!

Conto Erótico recebido por email - by Guerreiro
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