Loirinha Bronzeada e Sozinha

Imaginem uma loirinha de 2O anos com um corpinho de 16. Era verão e eu estava muito bronzeada. Eu tinha uma vontade enorme de me mostrar e deixar os caras excitados. Na casa de praia de uma tia me vi sozinha por dois dias pois ela iria visitar uma amiga que estava em uma praia ao lado e eu ia ficar sob os cuidados de uma vizinha. Eu estava realmente excitada com aquela situação.

Era uma sexta feira e fazia muito calor por isso coloquei um biquíni de cordinha bem pequeno e apertado na pare de cima. Meus peitos são fartos só ficavam com os biquinhos tapados. Eu passei o dia inteiro tomando banho de sol e desfilando para dois pedreiros que concertavam o telhado do vizinho. Os caras já estavam loucos. Um deles era negro (o que me deixava mais excitada, ficava imaginando o pau negro dele na minha pele dourada e em meus seios) e tinha uns 35 anos o outro era branco, mas tinha o cabelo moreno.

Eu descobri que era tarada, pois eu tinha muito medo e nunca tinha transado realmente, não até o fim. Naquele dia eu passava a mão pelo meu corpo, fingindo que eles não estavam ali eu nem olhava para eles. De repente um deles veio pedir água para mim, ele estava suado e fazia questão de demonstrar que estava olhando para o meu corpo. Eu fui em direção à geladeira e deixei-o apreciar minha bundinha, quando me virei ele estava com a mão no pau e pediu para usar o banheiro, eu mostrei onde era e fiquei sentada perto tentando olhar, ele viu e começou a se masturbar, eu fiquei com medo, ele voltou para o trabalho.

Mas isso me deixou mais excitada, no final da manhã eu já estava tomando banho de sol com as cordinhas desamarradas e sem a parte de cima, quando chegou uma amiga minha e viu o que eu estava fazendo e entrou na jogada. Ela era mais piradinha do que eu e mostrava os peitos para quem quisesse ver. Não demorou muito e o cara negro desceu da escada e veio em nossa direção, ele estava só de bermuda e com o pau bem duro, pediu um copo de água e ficou olhado para os peitos da minha amiga, eu que estava com as cordinhas desamarradas segurei de um lado e pedi para ele amarrar do outro, ele me botou sentada no colo dele, eu senti o pau dele na minha bunda , ele amarrou , mas quando eu me levantei ele começou a pegar na minha bunda; eu fiquei louca de tesão e não me dei conta que estava no meio do pátio. Ele esfregou o pau na minha bunda e eu entrei assustada e chamei minha amiga que ficou só olhando.

Nós entramos e fomos para a parte dos fundos, onde abrimos a porta. No meio da sala ele sentou e ficou se masturbando, eu e ela ficamos olhando e meio sem saber o que fazer (eu tinha 20 anos, e ela tinha 18) nos sentamos em volta dele. Eu coloquei meus pés no pau dele e comecei a masturbá-lo, ela levantou-se e deu a bunda para ele chupar. Ele era um negrão e o contraste entre nossas cores me dava tesão. Cheguei mais perto para ver melhor seu pau e com as duas mãos o coloquei na boca, esfreguei em meus seios, na minha bunda... Ele queria que eu sentasse, mas eu tive medo. Minha amiga estava de quatro para ele e ele fodia ela com o dedo.

Foi a coisa mais excitante da minha vida. Ele queria a todo custo que nós déssemos para ele e nos chamava de putinhas. Disse que queria gozar e minha amiga começou a chupar seu pau junto comigo, nossas línguas se encontrava e o seu membro latejava. Ele gemia e nos xingava. Ela decidiu sentar na cara dele enquanto eu enfiava todo seu pau na boca, logo ele disse que ia gozar e fiquei esperando sua gozada dentro da minha boca que engoli tudo.Troquei de lugar com minha amiga e gozei também.

Nunca mais vou me esquecer do constrangimento que ficamos depois, fiquei deitada com as pernas moles enquanto ele botava a bermuda, minha amiga estava sentada e disse para ele ir embora, ele apontou para mim e disse que voltava no outro dia.. Mas essa é outra história tão excitante quanto esta.
Um beijão para todos vocês e obrigado se vocês publicarem essa história neste espaço. Sei que não sou escritora mas precisava compartilhar essa história. Por favor não publiquem meu email...

Conto erótico recebido por email – autora anônima

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