Fantasia Real

Se você não está sozinho agora e nem vai poder ficar, deixe pra ler esta mensagem mais tarde, com o quarto trancado. Hoje, quando terminei de ler sua mensagem, eu não me sujei e nem fiquei molhada, fiquei completamente excitada. Eu havia acabado de sair da piscina, ainda estava com o corpo quente do sol e após a leitura, o calor no meu corpo se tornou insuportável me obrigando a ir direto tomar uma ducha.

Optei por uma ducha morna. Eu o sentia bem próximo de mim. Você havia conseguido expressar com muita naturalidade e clareza, todo o tesão que estava guardado em você, e isto me contagiou. Me dirigi ao banheiro completamente excitada, apaixonada e saudosa do homem amado e do corpo másculo e forte que fode como ninguém.

Entrei no banheiro com o corpo mole e afogueado, tranquei a porta e me dirigi ao box. Abri o torneira e deixei que a água caísse lentamente sobre meu corpo na esperança de que eu fosse esfriar, mas como já disse, eu o sentia muito próximo e não pude evitar o que vou narrar a seguir. A água caia morna sobre mim de uma forma gostosa.

Escorrendo da minha cabeça para os meus ombros, as minhas costas, chegando até a marquinha branca que o biquíni havia deixado na minha bundinha e depois escorria pelas minhas coxas abaixo. Isto me deixou ainda mais excitada. Resolvi então deixar que ela escorresse por sobre o meu rosto e do rosto, ela rumou para os meus seios descendo pela barriga e chegando inocentemente na minha bucetinha que a esta altura já estava alagada e dolorida de tanto tesão, de tanto desejo.

Eu estava desesperada, queria você, precisava de você. Fechei os olhos e comecei a imagina-lo ali, naquele box comigo. Comecei a tocar os meus seios como se fosse você que o fizesse. Apertando primeiro o biquinho e depois ele todinho. Podia sentir a sua mão me tocando e a cada toque seu me sentia mais relaxada.

Você me tocava de uma maneira tão carinhosa e faminta que eu mal podia resistir. Então, com os olhos ainda fechados e a mente totalmente aberta, deixei a imaginação correr solta. A medida que você me tocava, eu já podia toca-lo também. Beijei primeiro sua boca e enquanto sua mão acariciava os meus seios a minha depois de um abraço apertado já descia vagarosamente pelo seu corpo até chegar no enorme volume que já explodia sunga afora.

Apertei carinhosamente o seu pau enquanto minha boca descia da sua para sugar o seu peito. Podia ouvir o seu gemido de prazer quando lhe tirei a sunga e abocanhei seu pau. Primeiro só a cabecinha e em seguida ele todinho já estava em minha boca. Não sei como, mas a esta altura você já estava deitado no chão e eu, sem tirar a boca do seu pau escorreguei meu corpo por sobre o seu até encaixar minha bucetinha na sua boca.

Você, com a ponta da língua a provou em volta, lambendo como se fosse um sorvete. Aquilo pareceu deixa-lo enlouquecido, pois logo, e com uma certa fúria, meteu a língua nas minhas entranhas como se quisesse sugar tudo que havia dentro de mim e eu já sem forcas para resistir deixei jorrar o meu primeiro gozo daquela transa na sua boca e quanto mais eu gozava, mais você chupava e novamente explodi em sua boca.

Resolvi soltar o seu pau e retornar com a boca para o seu peito e subindo novamente para os seus lábios enquanto agora, o masturbava com as minhas mãos. Agachada sobre você, fazia com que seu pau escorregasse de um lado para o outro, na minha buceta molhada. Minha língua não parava, eu estava faminta de você, estava sedenta de sexo.

Lambia o seu rosto, beijava a sua boca e sugava com força o seu peito, lhe arrancando gemidos cada vez mais roucos, enquanto minha mão não parava de roçar seu pau na minha bucetinha. Você implorava para me penetrar e minha buceta implorava para ser penetrada, então, sentei-me no seu pau como nunca o havia feito antes e naquele vai e vem frenético, explodimos juntos num gozo que nos levou quase alem da lua. (Eu já havia me masturbado até gozar, mas ainda queria mais. Então continuei em meus devaneios).

Levantamo-nos do chão e resolvemos tomar banho, estávamos exaustos e felizes. Eu esfregava a mim e você a si próprio, até que meu sabonete caiu e tive que abaixar para pega-lo, foi então, que você resolveu esfregar as minhas costas para mim em troca de que depois eu esfregasse as suas. Peguei o sabonete do chão com a bucetinha queimando novamente de tesão.

Não quis olhar para o seu pau, pois sabia que você estava exausto, então resolvi neste momento, para ver se eu relaxava, esfregar as suas costas. Fui para trás de você e comecei o ritual de esfregar o sabão, mas olhando aquelas costas largas e musculosas, não me contive e num ímpeto o abracei por traz. Deixei que meu corpo nu tocasse por inteiro o seu e como quem não quer nada comecei a roçar os meus seus em você enquanto brincava com meus dedos no teu peito e nos teus lábios.

Eu o abraçava forte e me esfregava em você deixado sem querer, claras as minhas intenções, Foi então, que você repentinamente se voltou para mim e num impulso quase instintivo tomou meus seios em sua boca apertando-os e sugando-os tão forazmente que pensei que desta vez você os fosse devorar.

Foi ai, que percebi que sua exaustão já não mais existia e seu pau, já mais duro do que um mastro, aguardava ansioso o toque de minhas mãos com a certeza de que o boquete viria na mesma seqüência. Virei-me, depois de quase enlouquece-lo com minha boca no seu pau, de costas para você. Você lambia a minha nuca enquanto eu, com a mão para traz ainda o masturbava.

Você me chupava a nuca entremeando com pequenas mordidinhas e uma respiração quente que já estava me deixando quase sem fôlego. Mais uma vez virávamos de frente um para o outro e nos beijávamos e nos esfregávamos. Você num determinado momento levantou uma da minhas pernas e mais uma vez sugou o mais intimo do meu ser, indo e vindo com a língua da minha vagina ao meu cuzinho me deixando cada vez mais extasiada.

Virei-me novamente de costas para você e deixei que me abraçasse por traz. Senti o volume enorme do seu pau por entre as minha coxas chegando com a cabecinha até a minha bucetinha, então ajoelhei-me ao chão, trazendo-o carinhosamente comigo, abaixei-me um pouquinho para frente para facilitar a penetração e você sem perder tempo enfiou seu pau na minha buceta que o deixou totalmente molhado então começou a brincar esfregando o enorme mastro da buceta ao cuzinho até ver que tudo já estava totalmente lubrificado.

Eu já estava excitadissima e você não queria mais me deixar implorar, então, vagarosamente, mas com firmeza adentrou o meu cuzinho enquanto eu com meus dedos voltava a penetrar minha buceta numa masturbação suave e eficiente pois no instante em que voltei meu rosto para beijar seus lábios explodi mais uma vez no mais delicioso gozo e olhando nos seus olhos com minha boca ainda na sua , pude ver que você explodia junto comigo, só que desta vez, no buraquinho apertado do meu cuzinho. Foi realmente maravilhoso.

Terminamos de tomar banho. Tudo parecia tão real. Masturbei-me duas vezes no banheiro e quando cheguei ao quarto para me vestir, vi a cama tão arrumadinha e meu corpo estava tão fresquinho e feliz que tranquei-me e deitada na cama masturbei-me novamente. Cara, nunca fiz isto com tanta eficiência como hoje.

É incrível como é fácil gozar quando estou, ou finjo que estou com você. Agora, devo confessar que depois de escrever este relato, estou com a bucetinha novamente implorando por sexo, com aquela dorzinha gostosa e a sensação de que esta abrindo e fechando como se estivesse piscando. Mais uma vez, vou dar a ela, o que ela esta pedindo e vou gozar pra você, com você.

Te AMO.

O que acharam?

Conto erotico enviado por email - autor anônimo

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