Delícia de Cunhadinha



Adoro ler contos eróticos na net onde me delicio com experiências contadas por outras pessoas. Acho que o fato de ter tomado conhecimento de tais experiências estimulou-me a dividir esta aventura guardada em segredo durante anos

Na época em que começou história estava casado a pouco tempo e habitando a mesma pequena e simples casa de uma cidade do interior de São Paulo onde ainda moro. Minha mulher, Valquiria, não trabalha fora e é fogosa e ardente, de uma voracidade insaciável. Sempre chego tarde do trabalho e, por isso, preferimos fazer amor pela manha até nos sentirmos exaustos e saciados. Só então vou trabalhar. Como trabalho o dia inteiro, minha mulher sentia-se muito solitária e sem ninguém para conversar, salvo as visitas que lhe faziam sua irmã Julia, um brotinho de 18 aninhos.

Numa dessas visitas minha mulher pediu a irmã para vir morar conosco. Não me opus pois achei que seria bom para ela ter com quem conversar e fazer compras. Minha cunhada dormiria no sofá da sala, sem trazer transtorno ao nosso relacionamento. Certa manhã, depois de fazer amor com minha mulher, fui tomar banho. Valquiria ficou na cama ainda embriagada pelo prazer. O banheiro ficava no fim do corredor, e, como a porta estava entreaberta, entrei sem bater. Julia saia do banho. Foi uma surpresa!

Ao ver-me, com um movimento rápido dos braços, cobriu os seios e o triângulo do amor. Sai do banheiro um pouco sem graça e nervoso com a cena, mas ao mesmo tempo excitado com seu corpinho tesudo. Imediatamente meu membro ficou duro e indisfarçável sob o short. A imagem do corpo novo e molhado ficou gravada em meus olhos. Seus seios, pequenos de mamilos róseos, brilhavam como uma flor orvalhada, pontiagudos, sobressaindo na pele clara. Seu corpo bem feito era uma escultura de carnes duras.

Ela saiu do banheiro e me encontrou no corredor. Pedi desculpa e ela deu apenas um sorriso maroto. Entrei no banheiro e me masturbei. O episódio passou sem maior importância. Nem cheguei a comentar com minha mulher por ter achado o caso banal e possível de ocorrer com qualquer pessoa.

Quando eu chegava tarde do trabalho às vezes minha mulher ainda estava acordada, mas dormia logo após assistir a ultima novela. Julia, ao contrario, ficava até altas horas da madrugada assistindo aos filmes da televisão em nosso quarto. Numa dessas vezes, depois do jantar, coloquei um short largo sem nada por baixo para ficar mais confortável.

Minha cunhadinha já estava sentada ao pé da cama como de habito. Deitei e fiquei assistindo ao filme. Em dado momento levantei uma das pernas e meu calção ficou meio levantado. Julia mudou de posição. Só então me dei conta de que ela olhava meu membro, que se mostrava por uma das pernas do meu calção, através do reflexo do espelho da penteadeira onde ficava a televisão.

Fiquei louco. Não era um acidente como quando a surpreendi no banheiro. Ela me olhava propositadamente. Minhas idéias andaram a mil. Senti o corpo tremer e uma excitação sem precedentes me invadir o corpo, circulando como meu sangue, cada vez mais rápido, fazendo com que meu membro fosse ficando duro, a pulsar e latejar por debaixo do meu short levantado.

Meu membro cresceu até a glande sair do meu calção. Julia estava com o olhar paralisado no espelho que mostrava também, nos seus olhos de menina, toda a malícia de mulher. Por vezes sua língua umedecia os lábios finos e vermelhos que ela mordia vagarosamente deixando transparecer todo o seu desejo despertado. Não me movia para evitar que isso desmanchasse a cena.

Valquiria dormia por trás de nós dois sem saber, nem por sonho, a batalha imaginaria que se travava entre mim e sua irmãzinha. Ficávamos naquela maravilhosa tortura de tesões até as duas da manhã quando a televisão saiu do ar. Julia se levantou. Nos olhamos, seus olhos me devoravam, penetravam em mim com um brilho sedutor de desejo. Desligou a televisão e fomos dormir. Fui trabalhar pensando no que ocorrera a noite.

Seu corpo e o episódio não me saiam da cabeça. Fiquei até com medo de alguém no serviço perceber a mudança. Dei uma desculpa ao meu patrão e voltei para casa mais cedo. Valquiria ainda estava acordada. Julia, mais gostosa do que nunca, vestia uma blusinha branca e um short que deixava transparecer as suas formas bem feitas com o triângulo estufado na frente.

Fomos todos assistir á televisão. Valquiria, como sempre, dormiu antes de terminar a novela. Eu e Julia ficamos a sós. Meu corpo tremia de excitação. Fiquei na mesma posição da noite anterior, só que puxei a ponta do meu short para deixar de fora a metade do meu membro que latejava suas veias grossas como um animal arisco. Julia, aos pés da cama, apoiou-se sobre o cotovelo e virou a cabeça em direção a seu ombro, como se com os dedos procurasse pequenos cravos.

Seu olhos fitavam meu membro, já em ponto de bala, numa expressão que parecia prestes a explodir de tesão. Valquiria dormia profundamente. Com a ponta dos dedos, puxei a perna do calção, deixando minha lança praticamente de fora. Era a medida do pecado, como o diabo gosta. Podia ver que Julia também já estava completamente alucinada.

Lentamente virou o corpo buscando uma posição melhor que pudesse acariciar meu membro. Suas mãos delicadas e finas, seus dedos longos e indecisos passaram a masturbar-me vagarosamente enquanto seu corpo, como uma serpente, deslizava sobre a cama até conseguir, num leve bote, abocanhar a presa. Era um sonho. Um delírio de sussurros silenciosos.

Ao mesmo tempo em que com a mão fazia suaves movimentos de vaivém, chupava-me deliciosamente. Sua língua úmida e quente deslizava sobre a chupeta até conseguir arrancar de mim um gozo tão alucinado que só tive tempo de levar a mão a boca para calar o grito de satisfação que explodiu dentro de mim. Julia mamou meu liquido até a ultima gota. Sentia me exausto pelo prazer que jamais alcançara com minha mulher. Embriagado de felicidade relaxei o corpo sobre a cama. Julia levantou-se sem barulho e foi para a sala.

No dia seguinte era sábado e eu não trabalhava. Valquiria acordou cedo e foi fazer compras com a mãe. Logo que saiu Julia levantou-se. Eu fingi que ainda dormia. Vi quando ela passou pela porta do quarto em direção ao banheiro, Imediatamente me desfiz do calção e tirei o lençol de cima, ficando nu, com o membro completamente duro. Percebi que, ao voltar do banheiro, Julia parou na porta do quarto e por instantes ficou a me olhar. Em seguida caminhou silenciosamente até a beira da cama, onde se sentou. Fiz que acordei.

Ela estava com uma camisola vermelha de tecido fino por onde eu podia ver dois lindos seios sustentando o tecido. Era hora de agradecer o magnífico prazer que ela me proporcionara. Puxei-a para mim e beijei-a. Fui beijando-a, vasculhando seu ouvido com minha língua, enquanto a livrava da camisola e da minúscula calcinha que usava.

Pus me de joelhos e passei a percorrer seu corpo com a língua, passando do ouvido para os seios tenros, onde fiquei bom tempo chupando e mordiscando os mamilos endurecidos de desejo. Julia soltava gemidos de satisfação enquanto suas mãos apertavam minha cabeça contra seu peito, como se quisesse enfiá-los inteiro dentro de minha boca. Deslizei mais para baixo. Julia delirava.

Abri suas pernas roliças, que deixaram descobrir a perfumada gruta rosada. Introduzi a língua em sua vagina apertadinha e molhada, fazendo Julia entrar em um louco delírio. Já não abafava mais os gemidos. Arfava e gemia sem medo. Trançou as pernas nas minhas costas e mexia deixando fluir com liberdade o gozo prolongado, enquanto eu sugava, completamente doido de tesão, aquele suco maravilhoso. Eu estava a ponto de explodir.

Mas Julia era virgem e eu não poderia desfrutar as delicias do seu triângulo. Ela, porém, queria que eu gozasse dentro. Puxou-me e me pos deitado ao seu lado. Em seguida passou a lamber-me o membro lubrificando-o com sua língua macia. Deitou se de bruços e pediu-me que metesse em seu rabinho.

Rolei para cima dela, que num movimento leve, empinou a bundinha para que eu tivesse melhor posição. Seu corpo de menina guardava dentro de si uma mulher sedutora. Acomodei meu pênis em suas nádegas rígidas e passei a introduzir no seu buraquinho apertado. Vagarosamente fui-me afundando. Senti meu grosso membro abrir caminho naquelas carnes, que se dilatavam guardando-me todo.Com maestria Julia ia rebolando e alterava movimentos lentos de vaivém, intercalados com suspiros de dor e prazer. Seus olhos fechados e suas feições traduziam a satisfação que sentia em ser possuída Aumentava o ritmo rebolando e fazendo galopar nossos corpos suados. Seus suspiros eram mais fortes quando eu mordia sua nuca.

Queria prolongar aquilo o maior tempo possível, até que não agüentei mais e gozei como nunca. Julia também alcançara o orgasmo e caímos cansados. Ficamos deitados por uns quinze minutos, em silencio. Em seguida levantei-me e fui tomar um banho, Julia voltou para a sala para descansar.

Varias vezes repetimos a cena nos meses que se seguiram, até que os pais de Valquiria se mudaram para o Estado do Paraná e Julia os acompanhou. Mas todos os anos, em suas férias do trabalho, Julia vem para São Paulo e fica em minha casa. E sempre conseguimos dar um jeito de reviver aqueles lindos momentos.


1 comentários:

Anônimo disse...

Gozando em familia, delicia, fiquei de pau duro
Em familia todos maiores de idade, tomando os devidos cuidados , será prazeiroso para todos.
-Gostaria de ler contos eroticos de mulheres que já se entregaram aos prazeres do sexo com seu
irmão ou pai.

Luizão.

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