O Síndico da Suruba

A reunião de condomínio estava chatíssima até adentrar o recinto a nova vizinha do 3O6, uma quarentona fantástica, num vestidinho folgado, deixando à mostra as laterais de peitos ainda firmes. Até o síndico, o Jonas, ficou abalado, confundiu datas e trocou números, depois de levantar da cadeira e oferecê-la à ilustre proprietária. Ao reclamar de um problema no encanamento, ela quase viu uma legião de respeitados senhores se transformar em bombeiros prontos a segurarem o cano e ao mesmo tempo, apagar o fogo naquele verão nordestino.

Olhando bem para a estranha, a mulher do síndico, dona Ana, parecia já entender tudo, só manjando, vendo uns com a mão no pau, a maioria sem prestar mais atenção em nada. Como a maioria dos assuntos da pauta já tinha se esgotado, Jonas deu por encerrado os trabalhos.

O pessoal foi saindo e sobraram umas seis pessoas: o casal de síndicos, eu, meus vizinhos recém-casados e a quarentona boazuda, que se chamava Vânia. Ficamos conversando animados sobre os mais variados assuntos. Na verdade, os homens sustentavam a conversa de olho em Vânia, interessados em deixá-la bem à vontade.

Atenciosa, Ana convidou a todos para beber um drinque na cobertura onde moravam. O calor estava forte e o convite foi aceito naturalmente. Muito animada, parecendo velha moradora do prédio, Vânia disse no elevador que gostava de aproveitar ao máximo a vida e disse:

— Isso me faz esquecer que fui viúva um dia, e emendou. — Não existe nada pior para uma mulher jovem do que a viuvez.

Nunca tinha comido viúvas e, confesso, não passava pela cabeça traçar uma. Mas aquela estava me tentando. O mesmo devia estar passando pela mente de Jonas e Tobias, o recém-casado. A propósito, a mulher dele, Rita, era um pitéu, prato para se comer com a pimenta do lado. As perninhas roliças ficavam à vontade no shortinho que usava, realçando o bronzeado.

Na cobertura dos síndicos, uma hora depois, o clima ficou mais leve ainda com os drinques que Ana preparava e as piadas contadas por Jonas. Àquela altura, notei que a anfitriã estava arrastando a asa para Tobias, enquanto Jonas ia mostrar o apartamento a Rita. Só me sobrava a boazuda, que não parava de falar, cruzando e descruzando as pernas.

O jazz que vinha do aparelho de som dava um clima gostoso à coisa. Ana e Tobias preparavam drinques juntinhos, trocando receitas e, pelo que pude ver, roçando as pernas dentro do barzinho. Jonas e Rita não voltavam nunca e aquilo me intrigava. Tinha cheiro de sexo no ar.

Convidei Vânia para irmos à varanda apreciar a paisagem e aproveitei para tentar encontrar os dois sumidos. Foi quando ouvi gemidos baixinhos vindos da janela de um dos banheiros. Só podia ser o sacana do Jonas comendo Rita, obrigando-a a pagar um boquete como taxa - extra do condomínio. Notei que Vânia também ouvia os gemidos e parecia mais excitada:

— Que calor, hein?

Já que a festa estava começando, não neguei fogo. Agarrei a quarentona por baixo do vestidinho e peguei firme, direto na calcinha, arrancando-a com um só puxão.

— Nossa, que disposição, balbuciou, roçando o rosto na minha barba e abrindo a minha calça.

Em busca do conforto de um quarto, arrastei-a para dentro do apartamento. Ao passar pela sala, pude ver Ana levando na bundinha, nas mãos do felizardo Tobias, ainda dentro do bar. Na certa, usava algum licor como lubrificante...

Encontramos um quarto aberto e entramos. Depois de botar a camisinha e colocar o tronco na gruta de Vânia, percebi que estava na mesma suíte onde Jonas e Rita transavam. Os gemidos agora eram mais altos, rivalizando com os nossos. Vânia era mais gostosa do que aparentava, com uma mexida fantástica, abrindo e fechando as pernas aceleradamente.

Estava tão concentrado no que fazia que acabei me esquecendo dos outros dois. Só lembrei ao ver Jonas de boca nos peitos de Vânia e sentir a língua de Rita lambendo minha bunda. Os quatro pareciam bichos, sem travas. Claro que nossos ruídos despertaram o interesse de Ana e Tobias, que chegaram no quarto peladões e querendo mais foda.

Não sei quem, talvez Jonas ou Tobias, desligou a luz. O quarto ficou no breu total. Ali, ninguém era de ninguém... Uma boca logo veio procurar o meu pau, enquanto eu chupava a xoxota de Ana, raspadinha e bem apertada. Pelo que eu ouvia, Vânia estava sendo ensanduichada por Jonas e Tobias, uivando de prazer, falando frases desconexas e, de vez em quando, o nome do marido. O carrossel não parou aí. Depois, foi a vez de Jonas comer Ana, como de hábito, e eu meter em Rita, a mais assanhada de todas, apesar daquela sua carinha de esposa fiel. Aliás, enquanto tomávamos banho, ela deu também para Tobias, o maridão.

Foi uma noite daquelas. Agora, mesmo continuando chatas, não perco uma reunião de condomínio. Só por saber que ela é o aperitivo de uma suruba a seis.

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

1 comentários:

Anônimo disse...

adorei

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