Carnaval dos Meus Sonhos

Aquele ano haveria de ser diferente. Isso eu havia jurado a mim mesma. Nada mais de passar o carnaval no campo com as crianças, tirando água do poço e comendo pão dormindo. Nada mais também de levar as meninas para aquela praia selvagem e agüentar os mosquitos.

E isso tudo enquanto meu marido gazeteava na Capital, usufruindo (isso sim!) férias de minha pessoa. Os homens gostam de aproveitar as férias dos filhos para ficarem livres de suas caras-metades por algum tempo. Talvez até fosse bom umas férias mútuas, não fossem as meninas. Umas pentelhas. Não me davam sossego.

Viviam no meu pé o tempo todo. Queriam fazer tudo o que eu fazia. Ainda bem que sempre fui esperta. Lembro-me de uma vez na praia, que pra poder dar para aquele mulatão bonito eu tive de ir até quase o alto mar. A nado! Pra depois entrar no botinho dele, mas foi tudo tão apressado, olhando as meninas ao longe, que nem deu gosto.

Não. Aquele carnaval iria ser diferente. A santa sogrinha adoecera (ainda bem!) E o maridinho querido havia viajado com as crianças. Para tomarem a bênção, talvez pela última vez, da vovozinha ( iche!) Seria a minha vez então. Mas eu iria pregar uma peça em todo o mundo. Preparei uma fantasia de gatão e, como sou alta, esbelta, até um pouco ossuda, não foi difícil passar por homem.

Pus uma roupa fechada até em cima e uma máscara, com bigodes e tudo. E lá fui para o baile. Foi um carnaval inesquecível. Tomei logo uma atitude masculina e ao chegar me dirigi ao bar, pedindo uma cerveja. Sentei com as pernas abertas (ufa, que fogo!) e me pus a examinar o ambiente. Quantas gatinhas!

Eu nunca havia tido uma experiência com mulher. Seria o caso de experimentar? Passou perto de mim uma garota de bumbum arrebitado e seios fogosos. Passei a mão no peitinho dela e ela gostou. Estremeceu-se toda. Deu-me uma piscadinha e disse:

— Que gato mais bonito! Vamos fazer uma ninhada?

Saí atrás dela no cordão e continuei a alisar seus seios e seu traseiro. Era macia. Um floco de espuma, redondinha, cheia de carninhas doces. Que gostosinha! Tive vontade de rolar com ela no chão e esfregar minha xoxota na dela, de beijá-la, de acariciá-la... Enfiei a mão em seu minúsculo sutiã e apertei o biquinho, durinho.

Com o dedo, fiz movimentos circulares em seu mamilo, e ela se contraiu de prazer. Agarrei seu seio com a mão, como se fosse uma bola de borracha; ela se largou toda. Como as mulheres são gostosas! Por isso que meu marido era tão safadão. Pensei em meus próprios seios, pequenos, miúdos mesmo, sem aquela maciez de espuma.

Fui empurrando a menina para um canto e logo enfiei a mão por dentro de sua minúscula calcinha lantejoulada. Encontrei sua caixinha molhada. Passei a alisar seu clitóris, primeiro devagar, depois aumentando os movimentos, primeiro circulares, depois para cima e para baixo, e de um lado para outro.

Senti seu grelinho duro, e então introduzi dois dedos em sua vagina. Que quentinho! Ela gozou, ali, em pé mesmo, e me encharcou a mão. Então ela procurou o meu instrumento para me dar retorno e, claro, que não encontrou. Daí subiu sua delicada mãozinha para meu busto e pareceu surpreender-se. Foi aí que me lascou:

— Gatão de meia pataca! Ainda prefiro meu marido!

E saiu dançando na pista me deixando na mão. Fiquei morrendo de vontade, mais ela não me ligou mais. Então foi para perto de uma coluna e fiz uma siririca. Ai, ai, carnaval dos meus sonhos!

Continuei a rodopiar pelo salão. Foi quando vir aquele morenão vestido de Tarzan, com uma tanga que deixava à mostra todo seu aparato. Eta, pedaço de homem! Fui me chegando para perto dele e me agarrei em sua cintura. Sentir seu corpo suado, com cheiro de macho. Fique excitadíssima.

Daí ele se virou de frente para me e me fez virar para o outro lado. Saímos dançando, eu na frente, ele grudado em minhas ancas. Sentir seu sexo duro em meu bumbum. Ele me empurrava com seu cacete, e eu dançava bem devagarzinho, para ele empurrar mais. Daí ele foi me levando para fora do salão, onde havia um belo terraço, cheio de plantas. Era uma noite bonita, quente, de céu limpo. Então ele falou:

— Vem gatão, vem meu gatinho, que eu quero comer seu rabinho.

Eu nada respondi, para ele não descobrir o meu embuste. E ele foi me levando para uns arbustos e me deitou no chão, de bruços. Fiquei bem quietinha. Aí o meu Tarzan mostrou que era um selvagem mesmo. Desceu minhas calças e, sem perceber nada, nhact! Enfiou-me todo o seu calibre no bumbum e urrou como estivesse em plena selva, Eta, égua! Ao sentir o violento cacete, gozei no ato. Ele me deixou toda molhada de seu leite quente e disse:

— Rapazinho mais gostoso! Quero te encontra de novo! Mostra-me teu rostinho, quero te curtir!
Então eu só levantei um pouco a mascara para ele me beijar. Senti sua língua invadir-me a goela! Que beijo de arromba! Ficamos a nos enfiar a língua, um dentro da boca do outro, um tempão.

Mais daí ele se excitou e quis de novo. Então me virei e sentir de novo aquele vigoroso cacete a dilatar meu anelzinho. Dei vários arrancos para trás, para que entrasse tudo, tudo. Mas daí ele procurou meu aparato para uma massagem, e encontrou um xoxota. Teve a maior decepção! Eu resolvi falar:

— Já dei o que você queria?

Ele se mostrou furioso. Deu-me um tabefe na cara e foi-se embora. Que mundo incompreensível! Resolvi então assumir a minha própria individualidade. Tirei a mascara. Tirei a blusa. Fiquei só de frente única. Fui ao banheiro e me maquiei toda. Eu estava em ponto de bala!

Foi daí que encontrei aquele casal. Sair sozinha dançando pelo salão e os dois quando me viram vieram ao meu encontro. A moça me segurou os seios e o rapaz apertou me xoxota. Depois os dois me viraram, ela esfregou a xoxota em meu bumbum e ele se pôs a mamar em meus seios, ali mesmo na pista.

Sugeri que aquele não era o melhor lugar para uma suruba. E eles resolveram me levar para o Aptº. deles. Assim que chegamos ficamos todos nus. A moça era loura, muito bonita e atraente; os pêlos de seu púbis eram clarinhos. Ele era moreno claro, um belo cacete tamanho família, corpo peludo, um pouco atarracado.

Fomos os três para a cama, que era larga e confortável. A moça disse ambos haviam gostado muito de mim, e que era de uma pessoa assim que precisavam para realizar as suas fantasias. Contou que eram recém-casados, mas logo acharam que faltava alguma coisa para completar a sua felicidade. E eu me propus desde logo a ser aquela alguma coisa...

A moça me pegou de frente e começou a roçar seus mamilos nos meus, e a me beijar com seus lábios carnudos e sensuais. Logo também me empernou com suas coxas roliças, e passou a roçar firmemente sua xoxota com a minha. Enquanto isso, o rapaz veio por detrás e começou a roçar seu peito peludo em minhas costas, algo de enlouquecer!

Com suas duas mãos, acariciava também, ora os meus seios, ora os seios dela. Depois ele desceu as mãos e passou a bolinar nossas xoxotas, quase ao mesmo tempo, o que nos deixou ainda mais excitadas. Eu senti seu mastro crescer e procurar meu anelzinho. Relaxei o corpo para que ele pudesse se posicionar. E gozamos os três, juntos! Foi uma melação completa.

Então repousamos uns quinze minutos (já estava quase amanhecendo) e fomos tomar um belo banho de espuma em sua vasta banheira. Os dois me lavaram com todo o carinho, e, enquanto isso, me enfiavam o dedo na xoxota e me beliscavam os seios.Pronto! Eu já estava querendo começar tudo de novo. E começamos. Só que desta vez a moça quis assistir ao meu ato de amor com meu marido.Ele me massageou inteira e me deu um banho de língua.

A moça a tudo assistia e siriricava, acariciando-se a xoxota.Quando nos dois gozamos, eu passei a assistente. Eles fizeram amor de todas as maneiras, desde o papai-mamãe até o sessenta-e-nove. Fiquei excitada de ver tanto gozo. Então os dois, quando já haviam gozado, passaram a me dar prazer em conjunto, subindo e descendo as mãos, mordiscando meus seios, lambendo-os, friccionando-me o clitóris, beijando-me (uma verdadeira loucura!).

Quando me dei conta já eram nove horas da manhã. Então resolvi ir para casa, ver como estavam as coisas. E foi bom, pois meu marido me telefonou para dizer que minha sogrinha havia morrido. Fiz um ar muito triste, mas triste eu estava de ter de ir para lá e deixar meu casalzinho em pleno carnaval. Mas esta é uma história feliz.

Depois do enterro retornamos, eu, meu marido e as meninas. E eu logo telefonei ao meu casalzinho querido do carnaval.Todas as semanas, principalmente nos dias em que meu marido trabalhava à noite, nós três nos encontrávamos. Eu fiz o casalzinho mais feliz e o casalzinho é tudo o que me faltava.

Meu marido, com o luto, passou uma temporada muito desinteressado de sexo. E isso não me fez mal nenhum. Porque sexo, agora, é o que não falta para mim! Estou tão feliz que nem preciso esperar pelo próximo carnaval.


SUELY SANTANA - SÃO PAULO /SP.

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