Meu Motorista me Comeu

Desde pequena fui sempre muito mimada. Minha vontade era lei dentro de casa. Meus pais, pessoas influentes e ricas na cidade em que morávamos, não mediam esforços para realizar as vontades de sua única filhinha. Eu, Sara.

Quando completei meus dezoito aninhos, já era uma linda mulher. Com cabelos castanhos até a cintura, peitos arrebitados e durinhos, uma bunda deliciosamente torneada e um rosto,modéstia a parte, perfeito! Eu sabia que era muito gostosa e utilizava os meus atributos para enlouquecer alguns dos empregados de papai, que talvez por puro medo, não se atreviam a chegar perto da filha do patrão.Até o dia em que Felipe veio trabalhar lá em casa.

Papai, insatisfeito com o trabalho do atual motorista, iniciou uma série de entrevistas procurando um candidato para o cargo, sem obter êxito. Como eu estava de férias da facul me ofereci para ajudá-lo. Enquanto tomávamos café, puxei assunto:

- Pai, estive pensando, acho que posso ajudá-lo a escolher o novo motorista. -Papai estranhou meu interesse.
- Ora Sara , eu não quero aborrecer a minha filhinha com algo tão chato.
- Papai, eu realmente quero ajudá-lo, o senhor tem tanto trabalho lá na fábrica.
- Minha linda, eu realmente estou bem atarefado, tem certeza que não vai atrapalhar as suas férias?
- De forma alguma! Será um prazer!
- Então está decidido. Você tem carta branca para escolher nosso novo motorista. Se precisar fazer algum teste a chave do carro está aqui.

Papai parecia aliviado em me transferir aquela tarefa e eu estava excitadíssima! Era oportunidade perfeita para colocar alguns candidatos à prova! Com um beijo no rosto me despedi de meu pai e corri para o quarto para me "arrumar" para entrevista daquela manhã.

Assim que encostei a porta do quarto, meu reflexo no espelho, atrás de minha cama, sorriu para mim. Lentamente fui tirando minha roupa e me olhando no espelho. Eu estava linda! As longas tardes na piscina de minha casa haviam deixado a minha pele com um bronzeado irresistível.
Olhei para minha buceta, recém depilada e coloquei um de meus dedos na "portinha". Humm... Só de pensar no que estava para fazer a xota escorria. Fui para o chuveiro e durante o banho tive que me masturbar para aliviar a tensão e o tesão.

Escolhi um modelito bem sexy para receber meu candidato. Era um vestido que não deixava muito para a imaginação. Me olhei novamente no espelho e gostei do que vi. Estava cheirosa, gostosa e cheia de tesão. Desci para esperar o rapaz.A essa altura só estavam os empregados em casa. Papai já havia saído para a fábrica e mamãe para seu dia de beleza no salão. Encontrei nossa governanta na escada.

- Sofia, papai falou com você? Perguntei de forma bem inocente.

A empregada me olhou de cima abaixo, reparando em todos os detalhes de minha "produção" e já adivinhando minhas intenções em "ajudar" meu querido pai.

- Sim ,a senhorinha vai fazer as entrevistas nesta manhã?
- Isso mesmo Sofia. Assim que o primeiro chegar, mande-o direto para a biblioteca. Ahhh ... e eu não quero ser interrompida, entendeu?
- Perfeitamente senhora. – disse se retirando.
A campainha não demorou a tocar. Quando a porta da biblioteca se abriu eu estava sentada atrás de uma grande mesa de madeira que escondia parcialmente meu corpo. Sofia não demorou a sair. Parecia querer ficar longe dali o mais rápido possível. Sorri confiante e cumprimentei o rapaz.

- Bom dia! Qual o seu nome? – Perguntei
- Bom dia! É Felipe, senhora.
- Sente-se Felipe. Apontei a cadeira a minha frente e olhei fixamente para seu rosto.
- Sim senhora.
- O que veio fazer aqui Felipe? - E me levantei. O olhar de Felipe devorou meu corpo. Lentamente fui saindo detrás da mesa e me aproximando da cadeira onde ele estava.
- Eu... Bem... Vim me oferecer para a vaga de motorista.
- É? E você dirige há muito tempo? -Dizendo isso toquei levemente uma de suas mãos e pude sentir Felipe um pouco trêmulo:
- Está com frio, querido?
- Não... É que... Quero dizer... Sim, eu dirijo há algum tempo e não, eu não estou com frio.

Eu adorava aquele tipo de jogo. Me posicionei atrás de Felipe e sussurrei em seu ouvido:
- Senti você tremer.

Felipe inspirou profundamente. Meu perfume penetrou em suas narinas deixando-o meio tonto. Da posição em que eu estava pude reparar no volume de suas calças. Girei a cadeira e o virei de frente para mim.

- Perdeu a voz... Felipe?
- Por que você está fazendo isso? Apesar de estar começando a se excitar, Felipe estava confuso.
- Estou te testando... Algum problema? Sabe, olhando assim... Bem de perto... Você é bem interessante. -Disse enquanto meu olhar desceu de seu rosto para o volume que seu pau fazia sob a calça.

- Muito interessante - E lambi os lábios olhando fixamente para sua calça.
- Estás mexendo com fogo garota .

Neste momento Felipe não se segurou mais. Com ambas as mãos segurou a minha bunda e me forçou a sentar em seu colo. A frágil barreira criada pela minha calcinha, não impediu de sentir o calor de seu membro por debaixo das calças. Dei um grito e tentei me soltar.

- O que é isso? O que pensa que está fazendo? - E tentava me livrar daquelas mãos que seguravam meu corpo firmemente em direção a aquele pau duro que Felipe roçava na minha bucetinha molhada.
- Passando no teste. – disse ele se levantando comigo agarrada em seu colo e me jogando no sofá. O impacto fez com que meu vestido deixasse a mostra meus peitos.

- Linda - Murmurou ele.
- Pare com isso! Fique longe de mim!

A excitação estava dando lugar ao medo. Felipe não parecia disposto a parar. Ele segurava firmemente meus braços e falava com a boca bem próxima aos meus seios. Seu bafo quente deixava os mamilos arrepiados.

- Ué , pensei que era um teste.

Quando Felipe abocanhou um de meus peitos eu me contorci de prazer. Era a primeira vez que um empregado fazia aquilo. Já tinha ficado com alguns meninos do colégio, mas as carícias não passavam de beijos sem graça. Ia gritar novamente, mas me lembrei que não adiantaria. Sofia tinha recebido ordens minhas para não me interromper! Tentei falar com ele novamente.

- Felipe para. Meu pai vai te matar.

Felipe abocanhava os meus peitos, chupando com sofreguidão e estava ficando difícil até respirar. De repente, ele interrompeu a carícia e me olhou.

- Não vai me matar não. Ele vai me contratar como motorista sua putinha safada. E você, cachorra, vai me dar um bom salário. Está pensando que pode se oferecer desse jeito para um homem e querer sair na boa? Você vai adorar sair de carro comigo. E vai começar a pensar melhor antes de colocar um vestido desses.

Enquanto falava, Felipe colocou a mão por debaixo do vestido, afastando minha calcinha e massageando minha buceta molhada.

- Olha, só.Você tá meladinha!Que delícia! Eu vou comer você é agora!

Definitivamente eu não esperava por aquilo! Todos os outros empregados fugiam de medo do meu pai. Felipe nem parecia se importar. Os dedos dele massageavam meu grelo em um ritmo frenético! De repente, ele interrompeu a carícia para trocar os dedos por sua língua.Com um puxão, ele arrancou a minha calcinha, rasgando-a pelos lados. Fui uma loucura! Que boca. Eu já não gritava mais tentando fugir, estava gemendo de prazer.

- Puta... Safada... Goza na minha boca... Piranha... - e enfiava a língua em mim.
- Aiii... Felipe... Aiiiiii... Shhhhh... Que delícia... Hummmm.
- Vou comer sua buceta, sua puta ... - e me chupava mais.

Estava adorando ser chamada por aqueles nomes. Felipe se afastou do sofá e abriu as calças, colocando o pau pra fora.

- Que tal retribuir a chupada que eu te dei? Putinha...
- Felipe, eu não sei fazer isso... Precisamos parar... Eu...
- Ah, ah! Foda-se, garota! Para quem estava se oferecendo igual à uma puta quando eu cheguei ... Você pode ser a "riquinha" da cidade, mas não tem classe... É uma vadia... Gosta de humilhar seus empregados, não é? Hoje você vai aprender um pouco da vida.

E lá foi ele, esfregando o pau no meu rosto. Seu cheiro de homem encheu minhas narinas e abri a boca para recebê-lo. As palavras dele me atingiram. Eu realmente humilhava os outros e merecia um castigo. Só não esperava gostar tanto de ser castigada! Não demorei a pegar o jeito e logo Felipe começou a gemer.

- Tá vendo? Você já nasceu puta. Olha como já chupa direitinho. Isso,vai vagabunda ... Me chupa mais!

O pau de Felipe estava quente e pulsando na minha boca. Ele me puxava pelos cabelos em direção àquele pau grande e grosso. Cada vez que ele me xingava, eu me sentia mais ordinária e intensificava mais as minhas chupadas naquele que era o primeiro caralho que eu saboreava. Felipe tirou o pau de minha boca, se segurando para não gozar. Me colocou em pé e se sentou no sofá aonde eu estava.
- Aprende rápido, né sua puta? Quase me fez gozar na sua boquinha ... Mas quero te dar leite em outro lugar.
- Felipe... Eu... Eu realmente sou virgem!
- Cala boca sua puta. Seu cabaço não me interessa. Não vou comer sua buceta. Eu sei o que estou fazendo.

Senti um calor no meio da xota , precisava daquele homem dentro de mim. Justamente porque ele disse que não. Eu realmente era muito mimada. Me sentia uma puta nas mãos de Felipe.

Felipe me encaixou em cima de sua pica, mas não penetrou minha buceta. Ficou esfregando o pau ali até ficar completamente melado. A essa altura eu queria que ele metesse com tudo, mas ele se segurou. Sentir aquele pau na entrada da minha buceta me fez perder de vez o juízo.

- Me come logo Felipe! Pedi e ele riu.
- Tá implorando vagabunda?
- Sim, me come, vai!

Enquanto falava eu empurrava o corpo para baixo querendo que ele enfiasse o pau em mim. Felipe continuava me segurando e rindo.

- Vai me dar o emprego, vadia?
- Claro! O emprego é seu, mas enfia o pau em mim. Por favor...

Eu rebolava para ver se conseguia escorregar toda para sua pica, mas ele me segurava de um jeito que o pau só esticava meu cabaço, sem rompê-lo.

- Sua cadela... Eu tenho juízo e pelo menos uns dez anos a mais do que você.. Não vou tirar seu cabaço, mas vou te comer.

A essa altura, seu pau estava completamente melado com o caldo da minha buceta e não foi difícil encaixá-lo no meu cuzinho e meter de uma vez só. O grito que eu dei, com certeza foi escutado por todos os empregados da casa. Eu não estava preparada para aquilo! Doeu muito. Meu cuzinho também era virgem! Tentei sair de seu colo, mas Felipe não deixou.

- Já vai se acostumando com o tamanho vagabunda. -E enquanto me segurava abocanhou novamente meus peitos que estavam na sua cara.
- A dor já vai passar.

Ele tinha razão. Após alguns segundos eu não sentia mais a dor. Apenas seu membro pulsando no meu cu.

- Tá pronta? -Perguntou antes de começar a rebolar bem devagar.

Eu fechei os olhos e comecei a gemer. Senti o prazer em receber aquele macho me inundando. Felipe iniciou uma cavalgada lenta e a medida que a dor era totalmente substituída pelo prazer comecei a acompanhá-lo.

- Isso minha putinha. Rebola no meu pau. Vou te arrombar todinha minha gostosa..Que cuzinho apertado. Puta.
- Aiiii, tá bom. Vai - Eu já sentava com força naquela pica. Meus peitos subindo e descendo ao ritmo da nossa foda. Estava adorando dar o rabinho para ele.

- Vou te dar o que você tava querendo... Puta! - E tirou o pau de mim.

Me senti vazia e já ia reclamar quando percebi Felipe rindo da minha cara.
-É, vou comer muito esse cuzinho.

Dizendo isso, Felipe virou meu corpo me colocando de "quatro". Fiquei completamente aberta para recebê-lo. Aquela posição me deixava completamente exposta, mas não senti vergonha. Eu queria que ele continuasse a me comer. Desta vez, ele enfiou o pau bem devagar, mas logo em seguida começou a socar o pau até o fundo.

Com as mãos em minha cintura me puxava de encontro ao seu corpo. Não demorei a ter o meu primeiro orgasmo anal. Eu gemia igual uma cadela no cio. Aquele homem sabia muito bem como fuder uma mulher.

- Minha vez de gozar. Sua putaahhhh ....

Senti um jato de porra dentro do meu rabo. Sentir Felipe gozando me fez ter certeza de que ele seria meu motorista particular. Logo depois ele foi embora. Fui para o meu quarto tomar banho e esperar por meu pai. Meu cuzinho doía, mas eu estava feliz! Mais tarde, papai, acostumado com as minhas decisões, não se opôs a contratação de Felipe, mas estranhou quando informei o valor de seu salário.

- Sara... Estamos acostumados a pagar um salário menor aos nossos empregados. Existem gerentes na fábrica que não ganham o que está oferecendo a esse rapaz. Ele é somente um motorista.

- Papai, é o meu motorista. Ele merece, acredite.
- Tudo bem, Sara. Ele está contratado!

Por Nati Venturini

1 comentários:

Anônimo disse...

mim ligar gata..... estou esperando

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