Diário de Uma Donzela - Raptada, Aprisionada e Abusada

Não podia acreditar que isto estava acontecendo comigo. Sempre fui moça séria e sonhava em casar, ter filhos e constituir uma família decente, baseada nos bons costumes e na lei dos homens. Porém foi através desta última que vim para aqui. Malditas leis dos homens. Malditas dividas de jogos. Meu pai, jogador compulsivo, contraiu dividas de alto valor no mercado e devido a falta de pagamento o senhor, proprietário dos títulos de cobrança, solicitou que meu pai tivesse confiscado o que ele tinha de mais valor: eu, sua filha.

Estou com dezenove anos, sou bem magrinha e tenho cabelos ruivos compridos até a cintura, minha aparência é de uma garota mais nova do que realmente sou e por isso, sempre fui bastante assediada pelos rapazes, porém, devido aos últimos acontecimentos já não tenho mais esperança de conseguir realizar meu sonho de casamento. Quem ousaria me desposar depois de tudo isso?

Tudo aconteceu rápido. Os homens invadiram minha casa e me trouxeram para as propriedades do tal senhor. Um velho de uns cinqüenta anos, calvo e barrigudo. Isto aconteceu faz exatamente sete dias atrás e durante todas as noites que passei aqui, aprisionada neste quarto, o velho vem abusar de mim. Aproveitar-se de minha juventude e inocência (a esta altura já perdida). Antes de ser trazida para cá já havia percebido os olhares de cobiça do, agora, meu dono. Mas eu o repudiava e sentia até nojo dele, por achá-lo um velho tarado por olhar para uma moça com cara de menininha como eu. Mas as circunstancias me trouxeram até ele.

No primeiro dia assim que cheguei e fui presa neste quarto, três de suas empregadas vieram preparadas para me dar um banho. Arrancaram-me as roupas e lavaram todo meu corpo com esponjas e essências perfumadas, incluindo minhas partes intimas que nunca antes haviam sido tocadas. Na hora nem pensei que haveria algum tipo de maldade comigo, mas foi o que aconteceu.

Terminado o meu banho e vestida com uma camisola larga, sentei na beirada da cama ficando horas sozinha no escuro iluminada apenas pela luz fraca de velas.. Então a fechadura estalou e com um ranger de porta igual aos dos meus mais tenebrosos pesadelos sua sombra se projetou quarto adentro. Por um breve instante pensei que seria libertada, mas ele entrou todo esbaforido e enrolado em um roupão, visivelmente estava de banho tomado. Quando o vi chorei e pedi para que ele me deixasse ir embora e voltar para a minha família.

Sem expressar uma palavra ou se comover com meus lamentos o velho aproximou –se de mim e parou a minha frente. Ergui a cabeça com os olhos marejados de lagrimas e me assustei com sua expressão altiva. Ele tirou seu roupão aumentando ainda mais meus temores ao constatar a sua nudez .Seu corpo era todo peludo e grisalho, ele tinha uma barriga avantajada e quase obscena. Por baixo dela um pênis grosso e cabeçudo jazia inerte.

- Chupa! – Ordenou com sua voz grossa.

Coloquei as mãos no rosto e me debrucei sobre elas, ciente de qual seria o meu destino naquela noite. Perderia todas as minha virtudes.

- Eu disse para chupar! – Disse novamente, agarrando os meus longos cabelos e puxando minha cabeça de encontro ao seu falo.

Diante de minha resistência e empenho para me afastar daquela coisa flácida, ele usou sua força e esfregou meu rosto no seu pau e disse sem seguida:

- Se não fizer o que mando vou mandar chicoteá-la e jogar seu corpo para os porcos comerem.

Assustada e relutante passei a língua no seu membro. Passei a lambe-lo com o rosto molhado de lagrimas. E o que estava inerte começou a dar sinais que ainda estava vivo. O troço passou a crescer e levantar. Podia ver suas veias latejantes e a mágica que estava se iniciando. Aos poucos seu membro cresceu com minhas lambidas e ameaçadoramente se encontrou totalmente em estado da mais pura ereção. O velho gemia sem deixar de segurar os meus cabelos.

- Ahhh... Beija ele... Beija.....

Passei a dar beijos estranhando o gosto que aquilo deixava em minha boca.

- Agora chupa... Engole ele todo.... – dizia o velho tarado.

Eu sem opções o segurei pela primeira vez., olhei para aquela cabeçona roxa e brilhosa e coloquei na boca , tentando me ater somente a sua glande mas, com um movimento brusco ele forçou todo o seu pau para dentro de minha boca. Parecia que aquilo tinha ido até minha garganta, não agüentei e vomitei , melequei todo o seu pau e o restante despejei no chão...

- Sua porca vagabunda – Gritou me pegando pelos cabelos e me jogando na cama.

Usando todo a sua força subiu sobre mim me fazendo ficar com a cabeça entre suas pernas. Ofereceu seu saco para eu lamber e disse que se eu vomitasse de novo iria me arrepender. Passei a dar lambidas naquela carne enrugada enquanto ele se masturba e gemia.

- Vai minha virgenzinha... Vou te ensinar o que é um homem....

Em poucos instantes seu corpo estremeceu, ele gritou e mirou seu pau para o meu rosto. Um liquido branco e quente espirrou indo atingir minha testa, outro jato veio e grudou-se nas minhas bochechas.

-Que delicia... Sente... Sente a minha porra...

Finalmente... Já havia visto cavalos cruzarem e depois que o macho gemia ele relaxava, desencaixava da fêmea e ia embora satisfeito. Pensei que meu martírio naquela noite estava acabado. Ledo engano, o velho falou em seguida:

- Agora eu vou sentir o gosto da sua grutinha. – Disse saindo de cima de mim e indo até a altura de minhas coxas. Com força, abriu minha camisola e rasgou minha calcinha de algodão. Minha bucetinha depilada apareceu sobre seus olhos famintos.

 Que delicia... Toda peladinha, do jeito que eu gosto.

Sua língua quente e áspera encontrou a pele sensível da minha bucetinha umidificando com sua saliva, uma vez duas vezes, ele não parava de me lamber. Meus lábios vaginais já estavam molhados quando ele me tocou em algo que me causou uma sensação diferente, como se fosse uma pontada, um arrepio. Sua língua fazia movimentos circulares e as vezes tocava aquele local de novo. E de novo. Minha vagina passou a umedecer cada vez que o lugarzinho especial era tocado. Quando estava quase gostando e esquecendo o lugar que estava ele parou e encaixou aquele troco grosso na entrada da minha bucetinha.

Começou a fazer força e eu vi estrelas enquanto minha ultima virtude foi para os ares. Ao contrario de antes, não senti prazer nenhum enquanto era deflorada. Somente dor, e repugnância por esta sendo violada desta forma. Por sorte ele não se demorou muito mas para mim foi uma eternidade
Sentia meu sangue escorrer enquanto ele metia seu pau para dentro de mim. Com estocadas ritmadas ele me comia enquanto arfava em cima de mim. Em poucos movimentos ele gozou dizendo que era uma delicia comer uma virgenzinha. Senti ele espirrar dentro de mim e se corpo estremecer.

Saciado ele saiu de cima de mim e me deixou na cama com minhas dores e pensamentos. Chorei sozinha até adormecer derrotada e cansada. Não era mais donzela, não poderia mais ser uma mulher decente, estava jogada na vida. No lençol a marca de minha pureza que se fora anunciava minha vergonha.

Aqui encerro a narração da primeira parte do meu desafortunado martírio

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