A Gangue do Banheiro

Depois de anos morando em uma cidadezinha do interior estava indo para capital. Meu pai fora transferido devido uma promoção no trabalho e toda a família iria se mudar. De inicio fiquei meio triste por deixar minhas amigas e os lugares que conhecia tão bem, mas depois que me mudei uma espécie de euforia me dominou. Fiquei encantada com os prédios enormes e altos, ônibus coletivos tão compridos como carretas e parques muito bem conservados em meio à cidade como um oásis em uma selva de pedra. Diante de tantas novidades passei a adorar tudo e também estava ansiosa para começar as aulas e conhecer meu novo colégio.

Fui estudar em um colégio publico próximo a minha casa. Apesar de tímida fiz algumas amizades, mas a diferença entre nossos os universos, Eu uma garota do interior e elas da cidade grande me faziam sentir um peixe fora da água quando elas começavam a falar de coisas da cidade que eu não conhecia. Por isso, às vezes, gostava de ficar no recreio um pouco sozinha.

Em um destes dias, no intervalo do colégio, percebi cinco garotas em volta de uma menina baixinha e franzina, esta prestava atenção no que a mais alta falava e assim que a conversa delas terminou, a baixinha sorriu e foi para o banheiro feminino. Depois de um tempinho as garotas foram para lá também, ficando duas na porta. Achei aquilo estranho e, receosa de ir até lá, fiquei esperando para ver o que aconteceria, mas o sinal do colégio tocou, indicando que as aulas estariam recomeçando e, infelizmente, não pude esperar para saber o que aconteceu.

Depois deste dia comecei a reparar no grupo de meninas que sempre andavam juntas no intervalo. Às vezes elas esperavam alguma garota entrar no banheiro e iam atrás, enquanto três ficam lá dentro, duas ficam na porta impedindo outras de entrar.

Perguntei para algumas colegas o que acontecia e elas ficaram caladas não revelando o que elas faziam lá dentro. Pensei que elas estavam assaltando as meninas, mas então, uma pontadinha de malicia me atingiu. Não era mais virgem e nem bobinha nesta área. Imaginei que talvez elas fossem lésbicas? Espiavam as meninas que entravam no banheiro? Nunca tinha tido relações com outra garota, mas achei excitante a idéia delas espiarem as meninas...

Continuei observando as garotas e descobri que o grupo era formado por : Ruth , uma morena –clara , magrinha , com sardas e corpo normal, mas bem feito, Raquel tinha os cabelos loiros e era bem alta para sua idade. Parecia uma atleta com um corpo forte e bem definido, Bruna era morena e muito bonita, tinha uns olhos verdes marcantes, Cíntia era mulatinha , dessas bem bundudinhas e Márcia era uma loirinha , com os cabelos acima do ombro, peitinhos pequenos e pernas grossas.

Em outros dias ficava prestando atenção nas garotas até que, depois de um feriado acabei esquecendo delas, pelo menos naquele instante. Tinha participado de um churrasco e bebido muito liquido no dia anterior, por isso estava louca para ir ao banheiro. Mal o sinal do intervalo tocou ,corri louca de vontade de me aliviar. Entrei em um dos box e sentei na privada satisfeita com a sensação de esvaziar minha bexiga. Já estava quase terminando e ouvi um barulho do lado de fora. Pensei que talvez fosse outra menina chegando ao banheiro quando o trinco do reservado onde estava estalou. Falei um:” - Tem genteeee” . Mas o trinco estalou de novo e com uma batida mais forte a porta se abriu quase acertando meu rosto.

Do lado de fora três meninas me olhavam com um sorriso sacana no rosto.

-Que é isto? Este box tá ocupado, procurem outro. - disse brava
-Nos queremos este mesmo. - disse uma delas.
-Mas você não pode esperar eu terminar ? Tem que abrir a porta deste jeito?
-Sim, a gente queria ver você mijando – falou a com sardas.

Procurei esconder minha vagina com a mão, enquanto percebi que as outras duas garotas não estavam ali. Será que montavam guarda na porta do banheiro?

-O que vocês querem comigo?
-Queremos você – disse a loira altona entrando no pequeno reservado. Me levantei para tentar fugir e a outra garota entrou para segurar o meu braço. As duas me puxaram para fora e me seguravam enquanto a morena dos olhos verdes se abaixou ficando na altura da minha buceta. Eu ainda estava com as calças arriadas e tentava fugir, mas elas eram mais fortes do que eu.
-Olha só que bucetinha bonitinha tem essa garota. - Disse a morena alisando minha vagina ainda úmida da urina que havia feito.
-Come logo ela – disse a loira que segurava meu braço.

Come logo ela? Essas garotas queriam mesmo transar comigo aqui? A força? – Pensei.

A morena alisou mais um pouco minha vagina e depois passou a beijar meus pelos pubianos.

-O que é isso? O que vocês vão fazer? - Perguntei me debatendo.

A loira então, colocou a mão na minha boca dizendo para eu ficar quietinha senão iria me encher de porrada. A situação apesar de parecer assustadora, passou a ficar excitante no momento que senti a língua da Bruna adentrar entre os meus lábios vaginas e tocar meu clitóris.

Minhas calças foram tiradas e uma de minhas pernas foi colocada no ombro de Bruna que me chupava gostoso. Quase sem querer gemi mostrando que aquilo estava gostoso.

-Olha só, a vagabundinha está gostando Bruna...

Bruna chupava mais gostoso que qualquer outro homem havia me chupado antes e o medo de ser estuprada pelas garotas me enchia de tesão. Descobri nesta hora como é excitante ser dominada.

-Deixa eu comer esta Gostosa Bruna, Deixa eu foder ela. - Disse a loirona altona.
-Então vai Raquel, mete nela gostoso. - Disse Bruna levantando-se.

Me comer? Como ela vai me comer – Pensei comigo enquanto a minha resposta ia sendo revelada. Do bolso de Raquel surgiu uma escova de cabelos com um cabo grosso que desceu até minha vagina. Ela brincou um pouco, fazendo movimentos circulares sobre meu clitóris até que a introduziu facilmente devido ao tesão que eu sentia.

As outras meninas, vendo que eu estava entregue, largaram meu braço e passaram a se masturbar enquanto Raquel me fodia, colocando e tirando a escova de dentro de mim. Bruna me virou de costas para ela e passou a lamber meu cuzinho. Que delicia que estava aquilo. Não demorou muito e eu já estava gozando com o cabo da escova atolado na minha buceta.

Ela continuou me comendo até todas elas gozarem, se masturbando e vendo eu ser fodida por Raquel. Esta ainda não satisfeita disse autoritária.

-Se ajoelha e me chupa.

Nunca tinha feito isso com outra garota, mas procurei fazê-lo, pois sabia que não teria como fugir dali. Passei a chupá-la do jeito que gosto de ser chupada e Raquel pareceu gostar, pois logo gozou puxando meus cabelos contra sua buceta.

-Que delicia. Essa cadelinha chupa gostoso mesmo...

Nesse instante uma das garotas do grupo das cinco entrou no banheiro e disse para elas se apressarem, pois tinha muitas garotas querendo entrar. Então as três se arrumaram e me disseram que se contasse algo do que havia acontecido para alguém iriam me furar. Ruth ainda me mostrou um canivete que tinha no bolso.

Bruna apertou minha bunda e falou que da próxima vez ela queria ser chupada.

Fiquei sozinha no banheiro pensando no que aconteceu... Por incrível que pareça Curti ser chupada e comida por aquelas garotas. Tinha adorado ser mais uma vitima da gangue do banheiro e torci para que acontecesse de novo. O que não demorou a ocorrer, mas isto eu conto em outra oportunidade...

Conto erótico recebido por email e escrito por Carol-PR

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