A Tia da Camila

Todos os anos costumo passar as férias na casa de minha vó no litoral. Lá reunimos toda a família para comemorarmos as festas de final de ano. Devido sempre estar no litoral fiz diversos amigos e amigas aos longos dos anos das mais distantes cidades. É uma turma legal que costuma sair para beber, dançar e se divertir. Entre nós já rolou algumas pegações, sempre tem aquele papinho de fulano querer ficar com a ciclana e coisas assim, mas para mim o que acabou rolando foi com a tia de uma amiga minha.

Isso ocorreu de forma natural e não porque eu não goste de mulheres de minha idade ou porque a tia da minha amiga seja um tesão de mulher, meu interesse por ela surgiu acho que simplesmente pelo desafio de me aventurar com uma mulher mais velha e experiente. Em uma destas manhãs de verão nos reunimos na praia, ajeitei minha cadeira e fiquei olhando o movimento das mulheres andando pela areia. Como naquela hora ainda não havia muita coisa interessante por lá direcionei meus olhares para a tia da minha amiga Camila.

Ela já era uma coroa comparada a mim, possuía uma filha de dez anos que prometia ser muito bonita ,loira e com os olhos claros. Olhava para a mulher reparando em suas curvas e calculando se quando ela tinha uns 15, 20 anos era tão bela quanto sua filha prometia ser. Ela usava um biquíni azul e estava estendida de costas para o sol , se bronzeando. Eu estava a uma distância de uns 5 metros dela. Acho que acabei fixando muito meu olhar em seu corpo, pois de repente percebi que ela estava me olhando, sacando que eu não desviava a atenção sobre o seu corpo.

Fiquei um pouco envergonhado, afinal ela era mais velha e tia de minha amiga, e então desviei o olhar. Passado um tempinho voltei a olhar para ela que agora estava sentada em uma esteira conversando com uma amiga sua. Novamente fui notado, e ela olhou para mim dando um sorriso. Naquela hora não pude distinguir se por achar graça de um pirralho como eu a estar secando, por se sentir lisonjeada ou por algum tipo de interesse.

Tentei investigar muito sutilmente sobre a coroa fazendo perguntas para a sua sobrinha. Descobri que ela estava junto com uma irmã e a filha passando a temporada por ali e que seu marido só aparecia nos finais de semana. Como disse antes, ela não era nenhuma beldade, somente uma mulher loira e encorpada, bem mais alta que eu, típica descendente de alemã.

Percebi que um leve clima começou a rolar entre eu e a coroa, pois agora eu havia me acostumado a olhar para ela , seja para reparar no seu corpo ou para ver se ela estava me olhando. Quase sempre nossos olhares se encontravam e minha imaginação começou a rolar a mil por hora. Passei a me masturbar imaginando eu com aquele mulherão, ela toda peladinha em uma cama a minha disposição, pensei que beijaria seu corpo inteiro e então ela me mostraria sua experiência de mulher casada, chupando meu pau deliciosamente me fazendo gozar na sua boquinha e depois... Puxa, transar com uma mulher mais velha deveria ser ótimo mesmo – pensava comigo mesmo.

Fantasiava diversas situações quando aconteceu um fato determinante para a minha vida naquele verão. Um dia eu havia acordado um pouco mais tarde e fui para a praia, no caminho fui passando na casa do pessoal e todos já tinham ido. Quando passava na rua da coroa, distraído e pensando na noite anterior onde havíamos saído para beber, fui surpreendido pela minha musa saindo por seu portão e perguntando se eu poderia ajudá-la a trocar o chuveiro.

Não entendia e nem sei nada sobre esse assunto, mas não podia perder a oportunidade de conhecer o banheiro onde ela ficava peladinha tomando banho. Disse que poderia dar uma olhada e lá fui eu entrando na casa da coroa. Pelo que vi o lugar estava deserto e assim que entrei no banheiro a loira me perguntou se poderia esclarecer uma dúvida sua.

- Claro que sim – respondi.

Então ela perguntou, na lata, por que eu olhava tanto para ela... Fiquei sem graça e disse baixando os olhos que era por eu achá-la uma mulher bonita e em forma ( para não dizer gostosa). Ela achou graça e gargalhou, provavelmente lisonjeada pelas palavras de um adolescente que poderia estar fantasiando com diversas meninas da sua idade, mas a escolheu como musa.

- E quando você olha para meu corpo, como já vi você fazendo, o que pensa? – disse se aproximando de mim. Senti o pau endurecer neste instante me deixando com um tesão danado e mesmo assim tive vergonha de dizer-lhe meus desejos, acho até que meu rosto corou.

- E então... – continuou ela – o que você pensa quando me olha? – desta vez ela foi mais direta, tirando sua camiseta e me mostrando seu biquíni. Seus seios grandões estavam bem pertinho de mim e eu os olhei com muita vontade ,desejando tocá-los, fazê-los saltar do biquíni e beijá-los enquanto minha coroa gemia. Tremendo de tesão olhei para os olhos claros da loira e ela veio devagarzinho, colando seu rosto ao meu ,até que não agüentei e avancei sobre ela procurando beijar seus lábios.

Nossa... que loucura! Acho que a situação é que me deixava excitado daquela forma, eu na casa de uma mulher mais velha e casada, tia de minha amiga fazendo aquilo... Tinha dificuldade de respirar, devido a adrenalina que sentia e mesmo assim a apertei junto a mim passando minhas mãos pelo seus corpo. Passava a mão em suas costas, agarrava no seu cabelo com força e em dado momento puxei seu quadril de encontro ao meu a fazendo sentir a minha ereção.

Aquilo iniciou um fogaréu naquela mulher! Ela apertou meu tórax , desceu sua mão pela minha barriga e agarrou meu pau com vontade, sentindo o quanto eu estava duro, logo se ajoelhou, livrou-me da bermuda e passou a me sugar como nunca havia sido chupado antes. Que delicia... Pena que não consegui me segurar por muito tempo, pois o tesão que eu sentia era muito grande, então meu pau começou a esguichar longos jatos de porra na sua boquinha que continuo sugando, parecendo que queria tirar todos os líquidos do meu corpo.

Mesmo tendo gozado meu pau mantinha a ereção e então tratei logo de tirar a pouca roupa que a coroa tinha, rapidamente ela estava como nos meus sonhos : nuazinha diante de mim. Um mulherão de mais ou menos 1,80 cm de altura, com a uma buceta de pêlos loiros, aparados e umas marquinhas de sol deixando seu corpo uma tentação sem tamanho. Me abaixei aos seus pés e ela ficou com as costas apoiada na parede e com uma das pernas sobre meu ombro. Passei a enfiar a língua naquela grutinha rosada , rodeada por pelinhos loiros. Que tesão! Chupei, lambi e penetrei sua buceta com minha língua. Acredito que ela gozou na minha boca, pois os seus líquidos aumentaram junto com seus gemidos.

Não agüentando mais disse que queria meter na sua buceta gostosa. Ela deitou por ali mesmo, no chão do banheiro, e eu mirei meu pau para o meio de seus lábios vaginais. Forcei e meu pau deslizou inteiro para dentro como se tivesse sido sugado. Passei a meter com força e bem rápido, desta forma gozei uma vez. Paramos e continuamos novamente, me fazendo gozar pela terceira vez naquela manhã. E eu queria ainda mais, mas como poderia chegar alguém retornando da praia, ela resolveu parar e dizer que continuaríamos em outro dia.

Fui para minha casa nas nuvens , não acreditando no que eu acabara de fazer. Será que eu havia me saído bem? Eu gozei como nunca e tive um prazer maravilhoso, mas será que ela sentira a mesma coisa? – Pensava comigo mesmo. A resposta ocorreu nos encontros continuados que tivemos em outros dias. Ou eu havia me saído bem ou ela apenas curtia a aventura de transar com um homem mais novo. Depois desta temporada de verão acabei ficando ausente da praia , devido a um namoro que durou 4 anos e como nossas cidades ficam longe nunca mais a vi.

Hoje fazem uns 10 anos que este fato ocorreu, nesta época do ano, e imagino como ela deve estar... Será que continua gostosa?

Conto erótico recebido por email - autor Alexandre

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