Um Coroa Muito, Muito meu Amigo

Certa vez eu e minha família para uma restinga aqui no Rio de Janeiro. Como militar, meu pai tem preferência para este tipo de lugar, que fica sob os cuidados da marinha  Ele resolveu levar, então um casal de amigos dele. Gente super legal. Ele já é um coroa de mais de 40 e a esposa dele até que é nova. Mas ele brincou muito com a gente, correu comigo, jogamos vôlei e tudo.

Um dia estávamos na praia e resolvemos fazer uma caminhada por uma trilha. No caminho todos foram desistindo menos nós dois. Aos 18 anos, eu nunca havia pensado nem em namoro, muito menos em homens mais velhos. Mas a conversa foi rolando, rolando e eu passei a admirar aquele sujeito, bem mais velho do que eu. Aquilo ficou na minha cabeça o dia todo a noite inteira.

No dia seguinte, fomos pra outra praia e eu comecei a torcer para ter outra trilha e percebi que queria que ele fosse comigo, mais ninguém. E foi o que fizemos, partimos para outra caminhada e eu torcendo pra todo mundo desistir de novo. Cheguei a ficar mal-humorada, ninguém entendendo nada... Até que, enfim, só nós dois continuamos a subir, procurando uma gruta que uma placa indicava, mas que nunca chegava. Os outros cansaram e voltaram.

Eu o desafiei e ele aceitou e fomos nós. No meio do caminho, comecei a puxar conversa e me surpreendi com meu próprio papo. Eu fiquei perguntando pra ele sobre namoradas dele, quando ele começou a namorar, se tinha problema de diferença de idade. Acho que aí ele percebeu, por que sorriu e disse que não tinha problema nenhum, que a menina tinha que ser bonita, inteligente e muito gente fina assim como eu!

Claro, fiquei toda vermelha. E sorri. E aí, nem acredito, eu disse que nem sabia beijar direito. Não sei como, não lembro direito, meus sentidos acho que piraram, pois minha boca falava e meu cérebro não pensava em nada... lembro que ele sorriu, disse que poderia me ensinar e eu então fiquei com as pernas bambas. Só me lembro daquelas mãos no meu rosto que ficava cada vez mais vermelho e aquela boca vindo na direção da minha.

Ele me chamou de "minha Lolita" e eu achei que ele tinha errado meu nome, mas ele me explicou que não. Que meu nome é inconfundível... E me beijou. Eu fiquei toda enrolada, não sabia beijar direito mesmo! Então ele, na maior paciência me ensinou. E foi aí que eu passei a adorar aquele cara! Ele não riu de mim, não debochou... Apenas me beijou várias vezes até que eu conseguisse trocar língua com língua, beijar com vontade mesmo.

Combinamos então que seríamos namoradinhos secretos. Eu, jamais poderia ser amante de um homem casado e com a idade de meu pai. Além disso, eu ainda queria ser criançona, não queria me preocupar com isso de homem e mulher. Mas adorei beijar tanto é que no meu Orkut eu coloquei essa comunidade de "amo beijar na boca" e ninguém entendia nada, porque eu não costumava beijar ninguém. Com o tempo, a gente se ligou através da internet, do Orkut e do MSN.

Eu adorava receber recados dele e respondia toda feliz. Quando a gente se via, geralmente lá em casa, nas festas de família, sempre dávamos um jeito de fugir e trocar beijinhos. Até que um dia ele apareceu na porta de minha faculdade, dizendo que veio me buscar. Entrei no carro dele e ele perguntou se eu queria ir pra casa e eu disse que não, que queria ficar um pouco com ele.

Mas por causa da minha idade, não dava pra sair com ele sem chamar a atenção. Acabou que eu sugeri lá em casa mesmo. Meus pais estavam em seus trabalhos, meu irmão na escola. Casa vazia durante, pelo menos, três horas. E fomos pra lá. Namoramos muito. Ele confessou que tinha muita tara em “gatas da faculdade” e que eu ficava ainda mais linda com a roupa que eu vestia.

Eu nem entendi o que era tara, mas quando ele explicou, me senti o máximo. Então nos beijamos de um jeito muito diferente. Muito, muito quente. E pela primeira vez eu senti aquele calor estranho no corpo e senti também um estranho volume na calça dele. E quando aquele volume encostou no meio de minhas pernas eu percebi que a coisa estava ficando séria. E disse pra ele “me ensina isso também".

Ele perguntou se eu tinha certeza, eu disse que sim e logo minha tarde virou uma loucura. Ele começou a me beijar por inteira. E foi uma seqüência de coisas novas pra mim. Pela primeira vez um homem me tocou o seios, pela primeira vez um homem me beijou os seios, pela primeira vez um homem me beijou o corpo todo, me fazendo tremer e arrepiar de medo e de algo que aprendi ser verdadeiro tesão, de que tanto ouvia falar entre as amigas.

Algo muito bom. Pela primeira vez um homem me deixou toda nua, me alisou o bumbum, beijando meu buraquinho o que me fez dar uns gritinhos escrotos, mas grito mesmo foi quando ele beijou minha xotinha. Ele dizia que ela era linda e deliciosa e eu dizia coisas sem pé nem cabeça. E passava a língua e chupava e me alisava toda. Então, pela primeira vez, eu vi um pau de um homem. Aquela coisa grande e roliça.

Ele pediu pra eu segurar e eu segurei. E fiz carinho. Então ele empurrou minha cabeça pra baixo e disse pra eu mamar ele, como se fosse um picolé. E pela primeira vez eu provei um pau.. Um pau de verdade na boca! Um homem de verdade me alisando por inteiro e dizendo que eu era uma gata maravilhosa, uma ninfeta fantástica, um sonho de qualquer homem.

Mas eu não queria qualquer. Queria ele! Perguntei se ele iria me fazer mulher e ele disse que não, que queria me preservar, queria que eu fosse ainda uma mulher maravilhosa. Então nos esfregamos muito, como se estivéssemos transando. Quando o pau dele encostou na minha xota eu senti me molhar ainda mais, senti que ela ficava ainda mais inchada e me dava muita vontade de gritar. Eu não entendia nada, mas sabia que era muito bom. Sabia que aquilo tudo era demais pra mim e que ninguém poderia saber mesmo. Mas eu queria mais, eu queria sentir aquela coisa que as amigas falavam.

Mas ele não queria de jeito nenhum, disse que eu iria me arrepender, que eu tinha que aproveitar mais minha vida, tinha que ser apaixonante. Então me lembrei de minha prima que dizia que dava a bundinha pro namorado pra poder continuar virgem. Ele riu. Isso dói muito, minha linda. Eu fiz biquinho, quase chorei. Mas chorei mesmo quando ele cedeu aos meus apelos e a minha chantagem emocional.

Apesar de todo carinho, de passar gel, creme e mais um monte de coisas, aquilo doeu mesmo. Derramei lágrimas enquanto sentia minha bunda rasgar e ele dizia morde o travesseiro e grita... Mas eu queria ficar o ouvindo gemer, ele dizer que eu era apertadinha, que meu cuzinho era delicioso, que eu era uma mulher maravilhosa e que me amava! Quando entrou tudo ele perguntou se eu agüentaria as bombadas.

Eu sentia tudo doer e tudo tremer. Achei q fosse desmaiar. Mas depois das primeiras bombadas eu não segurei e soltei um berro que acho que toda vizinhança ouviu. E fiquei enlouquecida, rebolava e dizia que aquilo era demais, era muito bom... Alguns minutos depois ele dizia que ia gozar, mas eu queria ver como era, como funcionava de verdade. Já tinha lido sobre o leite do homem, o esperma. Queria saber como era que saia, se era leite mesmo. Pela primeira vez tomei um banho de porra. No rosto e nos peitinhos. Depois namoramos mais e mais, com mais beijos e beijos. Naquela tarde, ele ainda me enrabou mais duas vezes. Numa delas me encheu de leite na bunda. Naquela tarde eu bebi leite quente direto na fonte e até engoli.

Naquela tarde eu gozei como uma mulher iniciando no sexo pode gozar, pois nem sabia que sensação era aquela e repeti mais e mais... Era um homem e uma menina – mulher brincando de uma brincadeira sem limites... Me apaixonei ainda mais. Sou uma mulher com dezoito anos apaixonada por um homem bem mais velho do que eu, que sabe que é amor impossível. Mas e daí? Ainda espero o dia em que ele me deflore. Meu cabacinho só pode ser dele, de ninguém mais.

Conto erótico recebido por email by Gata1992

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