Amor Dentário - Conto Erótico

Silvia. Se não me engano era esse o seu nome. Uma mulher experiente do alto de seus 35 anos, um monumento de mulher. Os seios duros e arrebitados como duas pêras maduras a espera de uma boca esfomeada. Suas pernas torneadas e morenas, como se vivesse na praia. Lábios vermelhos e carnudos esbarravam em dentes brancos e bem tratados. O seu rosto e seu corpo, jamais denunciaria o que Silvia passou em sua vida.Casada duas vezes, mãe de dois filhos, um em cada casamento, expulsa de casa aos 16 anos, quando se viu jogada no mundo e se casou com um caminhoneiro bêbado que a maltratava muito. Com ele teve um filho, Pedro.

Mas Silvia não agüentou muito tempo e caiu no mundo com Pedro no colo a procura de um amor, de alguém que tratasse essa bela mulher da forma que ela merecia. Como em um passe de mágica, o amor bateu na porta de Silvia. Ela encontrou Jonas, um empresário rico que não ligou para o passado da bela Silvia e casou com ela. Juntos, Jonas e Silvia viveram anos maravilhosos, tiveram mais uma filha, Raquel.Uma menina doce e bonita como a mãe.Pedro foi criado por Jonas como se fosse seu filho. Estudou em colégios caros na capital paulista e foi fazer faculdade na Inglaterra aonde se casou e só volta para o Brasil nas festas de fim de ano.

Mas, após 15 anos de felicidade, o mal bateu a porte de Silvia novamente. O seu marido, Jonas, faleceu subitamente vitima de um enfarte. Todos os bens do empresário estavam nas mãos de Silvia. A bela mulher agora cuidava dos negócios de seu ex-marido e de sua filha, Raquel, já adolescente com a idade de 18 anos.

E foi nessa época que conheci Silvia. Me chamo Fernando e tenho um consultório odontológico, bastante badalado na Av. paulista. Posso dizer que sou respeitado no meio e que venci na minha profissão. Silvia veio ao meu consultório em uma Sexta-feira chuvosa carregando ao seu lado Raquel. A mãe reclamava de uma dorzinha no siso e a filha veio apenas para fazer uma consulta de rotina. Pedi para Silvia entrar no consultório e me deparei com uma bela mulher a minha frente.

Trajando um vestido negro e com um decote bastante abusado, a bela mulher parecia realmente uma viúva alegre.Ela me explicou o que sentia e pedi para que sentasse na cadeira, que eu a examinaria. Silvia sentou-se, e seus lábios vermelhos foram se abrindo, se entregando todo para que eu pudesse vislumbrar aquele paraíso. Não conseguia pensar nos estudos que tive na faculdade e não conseguia prestar atenção naqueles dentes brancos e bem tratados. Apenas imaginava o meu pau dentro daquela boca, em uma deliciosa chupeta. Foi quando ouvi:

- É muito grave Doutor?
- Ah, acredito que não – respondi ainda meio tonto com a beleza de Silvia.

A bela mulher sorriu e percebeu o meu desejo sobre ela e os meus olhos percorrendo pelo seu corpo inteiro até parar naquele decote ousado que usava, novamente Silvia me perguntou:

- Os meus dentes ficam mais para cima – exclamou um tanto zangada . Me desculpei e prossegui com a consulta até que tive que me aproximar de sua boca e senti a sua respiração forte sobre o meu rosto.

Nesse momento toda a minha vida, a minha carreira não importava mais, joguei longe os aparelhos ortodônticos e a beijei como há muito tempo não beijava ninguém. Para a minha surpresa a bela empresária me respondeu da mesma maneira, com um beijo forte e ardente, onde nossas bocas se encontravam e nossas línguas se trombavam em um doce balanço como o mar. As coisas foram ficando quentes. E em poucos minutos já estávamos nus rolando pelo chão do consultório, minha boca já havia percorrido todo aquele corpo se deliciando com o mel que saia de sua buceta, uma coisa louca

Silvia pegou no meu membro, que já estava explodindo e começou a me masturbar em um ritmo desenfreado, até que colocou a cabeça do meu pau em sua boca e começou a sugá-lo e sugá-lo, aquela viúva me deixava complemente maluco. Peguei Silvia pela cintura e a virei de bruços, com a bundinha arrebitada virada para que eu pudesse desfrutar daquela gruta cheia de prazer, tentei penetrar Silvia em seu buraquinho, mas a bela mulher resistiu bravamente.

Desisti da minha tara pelo seu cuzinho e passei a investir em sua bucetinha já encharcada, foi quando penetrei forte em Silvia que gemeu com toda força. Tapei a sua boca com a minha mão, para que a sua filha e nem a minha secretária pudessem ouvir o som referente ao nosso amor que saia do consultório. Não deu certo, Silvia não parava de gemer. Novamente me esqueci do mundo e comecei a estocar o meu pau naquela bucetinha apertada até que gozei profundamente. Estávamos nos dois deitados sob o chão do meu local de trabalho, quando a porta se abriu e tomamos um susto, era Raquel, a filha de Silvia.

Meus olhos viam uma moça de 18 anos, com um sorriso maroto, os cabelos negros e lisos trajando um vestido rosa, a moça parecia ser uma adolescente muito comportada e ingênua. Parecia apenas. Ao me ver deitado nu ao lado de sua mãe, a jovem Raquel despiu-se do vestido, ficando apenas com uma calcinha de algodão, branca em minha frente. Os seus seios pequenos, os biquinhos rosados, a sua pele macia e o seu rosto de criança novamente me levaram a ereção.

Silvia percebeu o meu entusiasmo e começou a beijar a filha enquanto eu chupava aqueles seios de menina. A garota apenas apreciava e fechava os olhos, sentindo muito prazer, Até que desvencilhando da boca da mãe agarrou o meu pau e começou a chupar como se fosse um picolé. Silvia ria enquanto tirava a calcinha da filha que aprovava tudo com um olhar de tesão muito forte. A bucetinha de Raquel piscava em um ritmo frenético com a sua mãe chupando todo o seu grelo e quem se dava bem era eu, que era sugado por aquela boquinha virgem intensamente.

Agarrei Raquel em meus braços e ameacei penetrar naquele túnel de prazer, que sua mãe já tinha deixado todo molhado para min, mas, para minha surpresa, Silvia me pediu que não fizesse isso, que a penetrasse por trás, gostaria que a filha se casasse virgem. Era um pedido de seu ex-marido, Jonas. Consenti na hora o pedido de Silvia e virei a bundinha de Raquel para min enquanto a menina se apoiava na minha cadeira de dentista.

Preparei bem o buraquinho da garota e comecei a colocar a cabeçinha do meu pau, bem devagar, para que a bela menina não sentisse dor. Foi quando Silvia me empurrou e o meu pau entrou com tudo no cuzinho da menina, que até aquele momento não havia murmurado nada, mas não agüentou e soltou um grito cheio de dor e prazer. Passei a estocar meu pau no buraquinho de Raquel enquanto Silvia beijava a boca de sua filha e chupava os seios da menina.
Gozei de uma maneira mais intensa do que com Silvia, estava comendo o cú da filha da cliente que eu havia acabado de fazer sexo! Percebendo que eu tinha gozado, Silvia começou a se vestir e Raquel passou a fazer o mesmo. As duas se levantaram, abriram à porta do meu consultório e foram embora me deixando nu, sentado no chão de meu local de trabalho. Nunca mais ouvi falar de Silvia ele nunca mais veio ao consultório.

Tentei ligar inúmeras vezes para o telefone que tinha deixado para cadastro, mas ele, e o endereço de Silvia, não existiam. Minha vida continua solitária, me dedico cada vez mais ao trabalho quem sabe uma nova viúva e a sua filhinha desamparada não vem ao meu consultório para fazer uma obturação, por exemplo.

By Doutor po email

0 comentários:

Postar um comentário

Ocorreu um erro neste gadget