Suruba na Ilha do Mel

Desta história que passo a narrar fui apenas coadjuvante e espectador. Há uns oito anos atrás fiz uma viagem com um amigo de faculdade para a paradisíaca Ilha do Mel, no Paraná. Passamos o feriado em um camping cheio de gatinhas e uma rapaziada jovem. Logo todo mundo se entrosou e fizemos muitas amizades maneiras. Porém nem eu nem meu colega conseguimos nos arrumar, pois o número de homens neste lugar é sempre maior que o de meninas.

No domingo praticamente todo mundo foi embora, mas nós resolvemos ficar e curtir um pouco mais a Ilha. O camping ficou quase vazio, com apenas 4 barracas, contando com a nossa. Duas eram ocupadas por um grupo de 7 universitários italianos que estavam viajando pela América do Sul. A outra era de duas garotas que estudavam educação física em Londrina.

A mais bonitinha delas tinha passado todo o feriado com um dos italianos. A outra, que se chamava Sandra, era meio feiosa, grandona. Talvez quando tinha seus 18 anos pode ter sido uma bela de uma raimunda, pois tinha um bundão, mas naquele tempo já estava meio passada. Os seios eram fartos, o que deu para conferir de perto pois no dia em que a Ilha estava vazia ela fez topless, provavelmente pra chamar a atenção de um dos outros gringos.

Ela não era do tipo de perder tempo, tinha dado pra dois caras no feriado. O segundo deles inclusive nos contou depois tudo em detalhes, dizendo que ela praticamente implorou para ele enrabá-la de quatro. No fim da tarde ficamos todo o grupo em roda ouvindo meu amigo tocar violão e depois ficamos batendo papo, bebendo e escutando música gravada.

Falávamos um pouco em portunhol, mas a maior parte do tempo nos entendíamos melhor em inglês. A Sandra não entendia nada de inglês, então quando falavam com ela eu e meu amigo que traduzíamos. Logo a outra garota e o namorado italiano se mandaram pra barraca.

Estávamos ouvindo uma fita minha que eu tinha gravado uns sambas. Inventamos pra Sandra que eles estavam pedindo pra ela dançar. Ela ficou fazendo um doce, mas depois aceitou e pra minha surpresa arrebentou, fazendo jus à fama de sensualidade da mulher brasileira. Rebolando, com a ponta do indicador na boca, ela se abaixava até ficar agachada, e subia novamente entre assobios e uivos de todos.

Percebi que ela adorava se sentir gostosa e desejada. Depois disso um italiano fez um elogio qualquer e o meu amigo já disparou que ele tinha achado ela um tesão. Eles falavam as coisas mais inocentes e gente pervertia tudo, dizendo que o cara falou que tinha ficado de pau duro, que o outro tava louco pra transar com ela, que a bunda dela era linda. Ela só ria, e os caras não entendiam nada. Aí fizemos o contrário, falamos pra eles que ela havia prometido dançar de novo peladinha se todos eles ficassem só de cuecas, que ela queria ver se eles ficavam excitados.

Um dos caras ficou meio de lado na porta da sua barraca e não entrou na brincadeira. Os outros fizeram a maior algazarra, e acabamos convencendo-a que eles queriam vê-la dançar sem roupa. Ela por fim tirou o short e ficou dançando de biquíni, enterrado no traseiro. Incentivada por todos tirou a parte de cima e ficou lá com os peitões balançando ao ritmo da música.

Ela estava super excitada, assim como os caras. Dava pra notar que ela estava se sentindo o máximo, desejada. Ainda mais porque dos 5 que estavam na sacanagem, 3 eram realmente bonitos. Um deles tinha um pau que pelo calção já chamava atenção pelo volume. Era pra ele que ela concentrava o espetáculo. Virou de costas e rebolando se aproximou até sentir o ferro lhe encostando na bunda.

Foi agarrada pela cintura e quando o cara alcançou os seios ela só fechou os olhinhos e suspirou. Eu e meu amigo só dávamos risada, a gringada estava alucinada! Depois de desvencilhar deste ela voltou para o meio da roda e sensualmente tirou a parte de baixo, ficando completamente nua! Se aproximou de um grandão de olhos azuis e foi fazendo aquele passo de mulata se agachando na frente do cara, que não agüentou e arrancou o pinto pra fora se masturbando a centímetros da cara dela.

Ela não resistiu e caiu de boca, chupando como um picolé. O joelho do cara até dobrou. Depois de alguns segundos ela passou para o próximo, desceu o calção dele e pagou outro boquete. Pela cara dele ela era bem entendida na arte. Todo mundo aplaudia e fazia a maior zona, dando gritos de incentivo. Todos os cinco a cercaram e ela ajoelhou no meio da roda, alternando chupadas em todos aqueles caralhos. Pegava um em cada mão e punha na boca, tentando engolir os dois ao mesmo tempo. Às vezes chupava um e batia uma punheta pra outros dois.

Os outros ficavam bolinando-a, apertando seus peitos, enfiando a mão na sua buceta, beijando seu pescoço, passando o pau na cara dela, faziam de tudo. Eu, meu amigo e o outro italiano que tinha saído de lado, um magrinho com cara de criança, ficamos só olhando. Quando a menina sentiu que aquele cara do pau maior estava ficando bastante excitado, ela começou a sugá-lo no maior frenesi.

Segurava a cacete com a mão, massageando-o enquanto chupava o saco. Em seguida subia com a língua por toda a extensão até a ponta, onde dava umas lambidas, engolia só a cabecinha e ficava sugando, ela sabia tudo!! Um cara se deitou por baixo dela e começou a chupar sua buceta, fazendo com que ela acelerasse os movimentos de entra-e-sai do pau em sua boca.

O cara não agüentou aquilo e esporrou na boca dela, que tentava acomodar aquela tora em espasmos. Foi seguido por um ao lado que se masturbava e na hora de gozar aproximou o caralho do rosto dela, lançando um jato espesso bem na bochecha e outro no queixo. Ela não deixou barato, chupou o cara sorvendo as últimas gotas de porra.

Outros dois assumiram a posição e deram as picas pra ela chupar. O último se ajeitou atrás dela e começou a enfiar o pau melado direto no rabo, tudo isso sem camisinha. Ela dava gritinhos enquanto a pica italiana ia abrindo caminho em seu rabinho. Seus gemidos só eram abafados quando um dos paus a sua frente era enterrado em sua garganta.

Ela era segurada pela cabeça, e forçada a não parar de chupar, mesmo com o outro fodendo com vontade seu cuzinho. Ela jogava a bunda para trás a cada estocada, fazendo aquela ferramenta branca entrar até as bolas encostarem em sua buceta. Um dos caras ejaculou rapidamente em sua boca, e com apenas um em cada extremidade ela pode prosseguir com mais facilidade até atingir junto com os dois seu orgasmo, anunciado entre berros:

-Ahhhh! Enfia bem fundo! Ai que tesão!!! Me come seu sacana, me faz gozar, não pára! O cara gozou lá dentro, e o sêmen escorria pela sua coxa. Mal ela terminou, o cara do cacetão a puxou para uns colchonetes que ele havia espalhado no chão. Ele se deitou e ela veio por cima, encaixando a pica na entrada da sua buceta melada e deixando ela entrar devagarinho.


O cara era bem dotado, mas ela não ficava devendo. Sua xoxota era enorme, com os lábios e os grelos bem salientes. Ela se depilava deixando apenas um fiozinho de pentelhos no centro. Ela aceitou facilmente a tora do rapaz e começou a cavalgá-lo bem devagar, trazendo o corpo pra cima até a ponta do pinto aparecer. Quando ele enfiava tudo novamente percebia-se no rosto dela uma expressão de prazer intenso. Ela rapidamente gozou de novo.

Aquele que tinha gozado batendo punheta já estava novamente em ponto de bala e se posicionou para comê-la por trás. Quando ela percebeu a intenção começou a murmurar gemendo:

-Eu não vou agüentar, ai, dois não

O cara como não entendia mesmo portguês foi acomodando a cabeça e forçando a entrada. Aceitando ela ficou balbuciando

-Ai que delícia, me fode seu italiano tarado, ai ai, que pica gostosa, adoro esse seu pau duro, come sua putinha brasileira.

Ela se remexia como uma verdadeira piranha, adorando receber dois paus ao mesmo tempo, ensanduichada no meio dos dois gringos que metiam com vigor em movimentos sincronizados. A cena era realmente um espetáculo. Reparei que meu amigo se masturbava, assim como um dos italianos.

Um outro só assistia, boquiaberto. Procurei pelo quinto e só então percebi que ele estava enrabando o magrinho que tinha deixado a roda no início da sacanagem. Ele era gay, então por isso não quis participar da suruba... Na posição de frango assado o amigo metia nele até o fundo, e pela empolgação dos dois percebi que estavam prestes a gozar.

Atraído por um gemido mais alto voltei meus olhos para os corpos no meio da roda. Sandra estava gozando pela enésima vez, com o rapaz embaixo dela sugando, lambendo e mordiscando seus seios. O outro por trás estava prestes a gozar e enfiava tudo de uma vez em movimentos acelerados. Gritava em italiano chamando a menina de puta.

Acabaram gozando os dois ao mesmo tempo, inundando todos os buraquinhos dela de porra. O cara ainda tirou da bunda e deu pra ela chupar. Pensei que ela iria ter nojo, mas com ela não tinha tempo quente, deixou o pau limpinho lambendo o resto de porra que escorria. Ela estava satisfeita e acabada, mas os caras queriam mais e foderam ela por mais de uma hora. Neste tempo gozaram várias vezes em sua bunda, sua buceta, sua cara e sua boca.

Ela adorava engolir porra, acabou me confessando no outro dia, quando ela não podia nem andar direito, estava toda arrombada. Estes italianos com certeza guardaram uma boa lembrança daqui e levaram uma ótima história pra contar para os amigos quando retornassem à Europa.

Autor anônimo enviado por email

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