A Sobrinha do Meu Vizinho

Eu acabara de mudar para um apartamento que havia recém adquirido, e por casualidade dessa vida, mudou-se para o mesmo prédio um amigo que há muito não via, para minha surpresa trazia junto com a família uma sobrinha que iria passar uns tempos por lá.

Era um escândalo aquela gatinha de l9 aninhos, mas nada me passou pela cabeça com relação a ela, mas com o passar do tempo foram ficando mais íntimas as nossas famílias a ponto dela fazer amizade com a minha esposa e filhos pequenos. Certa ocasião ela perguntou-me onde trabalhava, e quando disse aonde ela retrucou dizendo que era perto do seu local de trabalho, quase sem querer, eu disse que qualquer dia poderíamos almoçar juntos, já que trabalhávamos tão perto.

Qual foi o meu susto quando, no dia seguinte, um colega foi me chamar dizendo que havia um avião no atendimento querendo falar comigo. Ora, não era outra pessoa senão aquela minha vizinha tão simpática. Aproveitei a oportunidade para chamá-la para almoçar, o que ela prontamente aceitou, e quanto ao local ela pediu que fosse qualquer um onde pudéssemos ir na minha moto, confessando que sempre desejou andar na garupa da minha reluzente 75O Four.

Quem não atenderia um pedido feito por uma linda mulher, e assim fomos parar no Rios, ali no Aterro do Flamengo, pois estava fazendo um dia muito agradável. No caminho começou uma verdadeira tortura, pois eu sentia seus seios pressionando minhas costas e suas mãos apoiadas nas minhas pernas enquanto pilotava com destino ao restaurante, já estava ficando com tesão, mas por sorte o paletó disfarçava.

Ao chegarmos ao Rios nos sentamo do lado de fora e ela disse que preferiria beliscar algo e tomar uns chopes do que almoçar, e assim o fizemos, depois de uns chopinhos eu que ainda estava um pouco confuso com a situação perguntei se ela não achava estranho estar ali com um vizinho casado e com mais de doze anos de diferença na idade.

A pergunta mais pareceu como uma senha para o início da sacanagem, ela chegou mais para perto e colocando a mão sobre minha perna disse que desde a primeira vez que me viu sentiu-se atraída por mim e tascou um beijo minha boca. Instintivamente correspondi e comecei ali mesmo a bolinação, já estava estourando de tesão quando disse que estávamos fazendo a coisa certa no local errado e sugeri que fossemos para um motel, o que ela concordou de imediato.

O caminho para o motel mais próximo foi outra loucura com ela na garupa enfiando as mãos por dentro das minhas calças e apertando a minha pica, só mesmo o meu anjo da guarda para fazer com eu não perdesse o controle da moto.

Entramos num motel que fica de frente para o Aterro do Flamengo, subimos céleres até a suíte já no melhor dos amassos, entre a porta da suíte e a cama foram ficando espalhadas pelo chão as nossas roupas, não tivemos sequer oportunidade de olhar a maravilhosa vista ou mesmo de fechar as cortinas, eu vasculhava cada centímetro do corpo daquela gatinha com as minhas mãos e língua, seu corpo exalava um leve odor de tesão, sua grutinha estava toda molhadinha, fui descendo pelo seu pescoço, seios durinhos os quais eu chupava e intercalava com umas leves mordidas enquanto ela gemia de prazer,

Continuei descendo pelo seu colo fazendo uma escala no umbigo até chegar aos seus pelinhos dourados e naquela bucetinha úmida e cheirosa, enquanto isto ela segurava o meu cacete com suas mãos macias e apertava com vigor gemia mais ainda e pedia que a chupasse, enfiei a minha língua naquela racha e comecei a mordiscar o seu grelinho, começamos então um delicioso sessenta e nove com ela por cima, ela já estava gozando na minha cara, descia aquele líquido denso de dentro da sua buceta, eu procurava não desperdiçar nada, um verdadeiro néctar dos deuses.

Quando senti que esta prestes a gozar, dei um jeito de sair daquela posição e passar para cima, ela já estava gozando pela segunda vez e rapidamente abri as suas pernas e enfiei a cabeça do meu pau na sua xaninha e comecei a penetrar bem devagar de modo que pudesse controlar a minha ejaculação, ela me apertava com os seus músculos vaginais de uma forma que eu nunca sentira com outra mulher, quando consegui enfiar toda a minha vara na sua buceta começamos um frenético movimento de vai e vem que culminou com um gozo alucinante, eu perdi totalmente o controle sobre mim.

Meu corpo vibrava de uma forma nunca antes experimentada, ela gritava como louca e apertava-me com as pernas contra o seu corpo e quase dilacerava o meu pau com os seus músculos internos, foi uma loucura indescritível. Passamos algum tempo para recuperar as forças, e sem que uma palavra fosse dada começamos a nos acariciar e recomeçamos tudo de novo, ficamos nesta sacanagem até perto da meia noite, só fudendo e gozando.

Muitas foram as vezes que saímos novamente, abusamos do risco de sermos descobertos, trepamos até mesmo na casa de máquinas da piscina do nosso prédio, bem perto das nossas famílias enquanto eles estavam curtindo um churrasco. Já se passaram muitos anos, foi em 1983, e até hoje quando passo por perto ou vejo aquela fêmea, que hoje é um mulherão, fico excitado, assim como estou no momento.

Reinei durante muito tempo naquela área, quase perdi a cabeça e joguei o casamento para o alto, mas por sorte não o fiz, pois com certeza hoje estaria fazendo parte da coleção de ex-maridos e de casamentos desfeitos que ela contabilizou, e se por um acaso eu puder encontrá-la novamente será apenas para transar e gozar sem qualquer compromisso! OUVIU?

Conto Erótico recebido por email – autor anônimo

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