Pode Me Chamar de Putinha, Vadiazinha ou Sem - Vergonha

É isso mesmo! Pode me chamar de putinha, vadiazinha ou sem – vergonha que eu sei que sou mesmo e, dependendo da ocasião, até gosto de ser chamada assim. Como disse em meus contos anteriores sempre soube que gostava de sexo mais que as outras garotas e por isso me meti em tantas situações inusitadas que aos poucos vou contando por aqui.

Desta vez quero narrar duas situações ocorridas e relacionadas ocorridas comigo. De início a primeira vez que fui "obrigada" a ficar noiva aos dezoito anos. Nesta época havia arrumado um namoradinho e , lógico, transávamos feitos doidos em todos os lugares que fossem possíveis. Descobri que o risco de ser pega aumentava meu prazer. Então um dia fodíamos feito doidos nas escadas de emergência do prédio de meu apartamento.

Eu estava apoiada no corrimão das escadas e meu macho me comia socando na minha bucetinha por trás quando a porta de acesso abriu e o sindico nos pegou em flagrante. Sorri embaraçada e pensei que talvez o velhinho fosse querer participar, querer uma chupetinha ou algo parecido, mas acho que nem agüentava mais. Pois mandou nós nos vestirmos e me entregou na cara dura para os meus pais. Depois de ouvirmos uma bela bronca, eles decidiram que meu namorado deveria se transformar em meu noivo e, assim que possível, casássemos para eu não ficar “mal – falada”.Tadinhos, nem sabem a filha que tem.

Para não ter problemas e ganhar mais tempo seguimos a ordem de meus pais e noivamos , mas a minha vontade por sexo era imensa e não pensava em passar a vida inteira somente fodendo com ele. Acreditava que ainda tinha muito a conhecer neste campo. Nessa espoca eu estava com 18 anos.

Corroborando esta minha opinião, fiquei doidinha quando conheci um negão que havia se mudado para perto de minha casa. Ele era alto, com um metro e noventa ,mais ou menos ,e tinha um volume inacreditável no meio de suas pernas. Sempre pensei que era lenda essa coisa de negões pauzudos, ainda mais por que nunca tinha visto um, e por isso minha curiosidade era imensa.

Para minha sorte talvez nem precisasse me esforçar muito para esclarecer minhas duvidas pois o negão era daqueles bem safados. Sempre que passava por mim me cumprimentava sorrindo e mostrando dentes brancos e bem feitos. Então me secava de um jeito que eu quase molhava a calcinha. Sabe aquela olhada sacana, que parece tirar a roupa da gente?

E a oportunidade surgiu de um jeito diferente das outras vezes que transei, desta vez acho que nem ele planejou nada. Certa noite, la pelas 20 horas voltava da casa de meu noivo, que fica pertinho da minha casa , quando vejo um rapaz meio cambaleante andando próximo a minha rua. Nem fiquei assustada. Apenas me chamou a atenção quando ele baixou as calças e começou a urinar em uma árvore. Curiosa como eu ,só eu mesmo, fiquei olhando para ver se conseguia ver o pau do cara quando ele vira o rosto para o meu lado e vejo que era o meu negão. A vontade de ver seu pau aumentou ,mas ele rapidamente o guardou e sorriu para mim vindo em minha direção.

-Oi vizinha você pode me ajudar? - disse ele.

Curiosíssima , perguntei o que ele queria, então me pediu para eu ajuda-lo a ir até sua casa. Ansiosa por ver se a lenda do negão pauzudo era verdade. Deixei que ele apoiase em meu ombro e fui com ele até sua casa. Ele morava com uma irmã casada, que para minha sorte não estava em casa. Assim que entramos ele perguntou se eu queria beber alguma coisa. Aceitei e sentei no sofá enquanto ele me servia uma cerveja gelada. Não demorou muito e entusiasmado pela bebedeira ele já veio me beijando na boca. Cheguei a pensar no meu noivo, mas como estávamos nesta situação devido sermos pegos em flagrante ,achei que não tínhamos um compromisso sério entre nós , apenas um acordo para evitar a ira de meus pais.

Me entreguei ao seu beijo já pensando no pau daquele homem espremido na sua calça. O negão tarado logo começou a apertar meus seios e senti minha vagina se umedecer. Gemi entre os beijos que ele me dava sem parar e sua mãozona safada começou a apertar minhas pernas subindo até chegar na minha bucetinha. A curiosidade em ver seu pau só aumentava. Então ele tirou minha blusinha e começou a beijar meus seios por cima do sutiã.

Eu já estava ficando a mil quando decidi tomar controle da situação, mudei de posição e fiquei por cima dele lhe arrancando a camisa e beijando todo o seu corpo, rapidamente fui até suas calcas que lhe arranquei o deixando só de cueca. A "mala" estava de lado, podia ver que já estava duríssima, e tratei logo arrancá-la para fora e matar minha curiosidade.

Quando vi seu pau pude comprovar minhas suspeitas, realmente ele era o cara com o maior pau que havia visto. Passei a lambê-lo como se fosse um pirulito, tentei enfiá-lo na boca mas não conseguia  por mais que um terço do seu cacete na boca sem me afogar. Chupava cada centímetro e descia até suas bolas que envolvia com a boca e lhe dava chupões que o deixavam louco de tesão , ele dizia:

- Chupa minha cadelinha ,engole meus ovos, chupaaaa.

Sem enjôar de chupar aquele caralho preto, o fiz por uns bons minutos até que ele segurou meus cabelos e me puxou de encontrou aos seus lábios. Com sua língua invadindo minha boca e seu pau tocando a minha barriga devido a nossa diferença de altura. Fui sendo envolvida em uma sensação de excitamento que já conhecia bem.

Uma vontade deliciosa de ser penetrada pelo negão crescia a cada segundo ,acompanhada de um receio de ser machucada com aquela ferramenta descumunal. Beijando minha boca e passando para o meu pescoço ele foi me virando de costas, mordendo minha nuca e enchendo as mãos com meus seios.

Ele abaixou seu corpo até a cabeçona do seu pau tocar minha bucetinha por baixo. Ela estava quente como um ferro em brasa. Minha vagina não estava diferente e pingava como uma cachoeira de tanto tesão que eu sentia. Temerosa pelo seu cacetão e querendo auxiliar sua penetração apoei minhas mãos em meus joelhos ficando inclinada para frente. Ele começou a forçar e parecia que não conseguiria entrar. Senti lágrimas escorrerem pela minha face quando, com um tranco, a glande finalmente entrou. Parecia que ele tinha colocado o pulso fechado dentro de mim de tão grande que era o cabeção. Um pouco nervosa , senti ele forçando e deslizando totalmente para dentro de mim.

Seus pêlos tocaram minha bunda, suas mãos apertavam meus seios e ele aguardava eu me recuperar um pouco da estocada que havia levado. Ele tinha consciência que seu cacete parecia de um jegue. Aos poucos foi fazendo movimentos lentos de dentro para fora. A sensação de ser preenchida desta forma era incrível. Pensei que a dor que sentia não poderia piorar, mas ele foi se empolgado cada vez mais.

Ele me puxava pelas ancas com muita força fazendo nossas carnes estalarem ao encontrar-se. Meu corpo inteiro suava, sentia o líquido escorrer pela vagina e minhas pernas estavam amortecidas. Quase não podia parar em pé enquanto era comida violentamente pelo rapaz. Tremores percorriam todo o meu corpo .

A violência de suas estocadas por trás eram tão fortes que quase chegavam a me erguer do chão. Eu começei a forçar, tentando sair daquela cilada, colocando meus quadris para frente, mas ele vinha me empurrando cada vez mais até me pressionar contra uma parede. Eu parecia aquelas cadelas no cio com o cachorro engatado atrás, com o pau do cara grudado dentro de mim. Pois por mais que eu tentasse fugir  ,indo para frente, ele vinha atrás com seu pau dentro de mim. Minha vagina ardia e pulsava em torno do seu cacete latejante que parecia queimar dentro de mim.

Nunca havia sido penetrada desta forma, nunca dei para um cara com um membro tão avantajado quanto aquele. Comecei a ter orgasmos simultâneos e intermitentes. Parecia que ia desfalecer quando o senti urrando e enchendo minha bucetinha com jatos quentes. Suas arremetidas continuavam, mesmo com ele esporrando, e logo fiquei toda melecada com nossos movimentos fazendo aqueles barulhos característico.

Como uma cobra saindo da toca, ele tirou seu pau descomunal de dentro de mim e o bateu nas minhas nádegas me chamando de putinha gostosa. Neste instante, não agüentei e me sentei recostada à parede. Parecia que eu havia disputado a corrida dos cem metros rasos, estava sem fôlego e toda amortecida.

Fiquei um tempo por ali e depois fui tomar um banho sozinha , em sua casa mesmo. Olhei para minha vagina e com a mão tentava verificar se ela tinha ficado maior, depois de alojar aquela “coisa”, mas não conseguia perceber nada, apenas uma ardência ao tocá-la. Notei também que ela estava inchada, com os lábios mais a mostra, como se estivesse assada. Realmente meu corpo havia sentido as conseqüências daquela transa louca.

Fui embora e fiquei uns dias toda doida e cheguei a fazer compressas com água morna colocadas sobre a minha pobre bucetinha. Será que meu noivo iria perceber que eu estava arreganhada? Eu estava arregaçada?

Apesar da transa ter sido gostosa e ter minha curiosidade em transar com um cara pauzudo como aquele pensei que transar com caras de paus medianos era melhor. Uma aventura aqui ou ali com um cara bem dotado até valia a pena, mas teria que ter um prazo grande entre elas.

Conto erótico by Cris.

1 comentários:

Anonymous disse...

Nossa, adorei como voce descreve a situacao

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