Perdi a Virgindade do Rabinho com Meu Cunhado

Minha história começa no verão onde eu completaria meus dezessete anos. Passaríamos a temporada em nossa casa de praia e além de mim, minha irmã e meus pais, estava por lá também o namorado de minha irmã. Um rapaz de vinte e cinto anos, loiro e com os olhos verdes. Um macho que chamava a atenção por onde passava devido ao seu porte e sua beleza física. Minha irmã sabia como escolher um homem.

Eu também não ficava atrás. Possuo os olhos verdes, seios médios com bicos rijos e pontudos, bundinha empinada e pernas torneadas. Sabia que era gostosa e provocava meu cunhando circulando com um shortinho curto pela casa ou andando apenas com a toalha enrolada em meu corpo após o banho. Provocava tanto que podia notar o membro duro do meu cunhado sob sua bermuda folgada quando me via nestes trajes. Ele já devia estar em ponto de bala e louco para me comer.

Eu também estava louquinha de vontade de viajar por aquele corpinho que minha irmã já devia estar se deliciando, mas a oportunidade não surgia, pois durante o dia o casal dificilmente se separava e, apesar deles dormirem em quartos separados, desconfiava que andavam se visitando durante a calada da noite. E, em uma oportunidade, acabei comprovando minha teoria.

Eu estava deitada sem sono quando ouvi alguém andar pelo corredor de casa. Em seguida a porta do quarto ao meu lado rangeu e fiquei imaginando se era minha irmã que havia ido tomar água ou se era o meu cunhado que a visitava. Levantei nas pontas dos pés e espiei pela fechadura do quarto de minha irmã. Não conseguia ver nada devido a escuridão, mas ouvia meu cunhado gemendo.

- Para de fazer barulho... Alguém vai acordar – dizia minha irmã.
- Continua... Continua que eu to quase... Engole ele todo...

Ouvia aquilo e sentia meu corpo arder de desejo. Minha irmã o estava chupando! No mesmo instante imaginei aquele seu cacete duro sob a bermuda sendo lambido e sugado. Coloquei a mão em minha bucetinha por baixo da calcinha e senti meus dedos se molharem pela baba que não parava de sair. Que fogo eu estava!

Com um gemido mais forte percebi que ele estava gozando. Devia estar bom, pois ele demorou alguns segundos naquilo. Logo o ouvi dizer que queria mais.

- Me deixa colocar agora, deixa?
- Você tá louco! Daqui a pouco meus pais acordam! Volte para o seu quarto que amanhã a gente dá um jeito! Vamos fazer na praia...

Contrariado, o ouvi insistir um pouco mais até que ele se convenceu e ouvi ele vindo para a porta. Neste instante corri para a cozinha, enchi um copo de água para disfarçar e voltei rapidamente para o meu quarto a tempo de pega-lo no corredor.

- Oi Bruno, sem sono? Perguntei provocante. – ele vestia apenas um calção e seu forte tórax estava à mostra revelando seus músculos tão deliciosos.

- É... – disse meio sem graça. Eu ia pegar água...
- Mas a cozinha é para o outro lado – disse eu rindo e tomando um gole do meu copo... - Quer um pouco?

Ele percebendo minha risadinha maliciosa olhou para meu corpo e viu que eu estava com um pijama curtinho e sem sutiã por baixo da camiseta. Após me despir com os olhos disse em seguida.

- Um pouco da sua água ou de você?

Olhei para ele e perguntei:

- O que você acha?

Então ele veio para cima de mim beijando minha boca com vontade.

Senti o meu corpo estremecer e imediatamente coloquei a mão na sua vara. Ele já estava de pau duro que latejou em minha mão. Então o puxei para o meu quarto decidida a satisfazer os desejos que minha irmã não fora capaz ou não tivera coragem de fazê-lo.

Em meio à amassos alucinantes, confessei em seu ouvido que havia ouvido ele com minha irmã, então perguntei o que ele queria de minha irmã. Que eu faria a sua vontade. Então ele sussurrou no meu ouvido:

- Eu queria colocar no cuzinho dela. Você vai me deixar colocar no teu?

Uma pontada de medo percorreu meus pensamentos. Eu nunca tinha feito aquilo, mas não ia deixar meu cunhadinho na vontade de novo, ia provar que era mais safada que minha irmã. E submissa, respondi sua pergunta virando de costas e apoiando meus braços na cama. Fiquei com a bundinha levantada só esperando sua investida.

Ele, gentilmente, abaixou meu pijama e se ajoelhou passando a beijar minha bunda e lambendo meu reguinho. Sua mão foi acariciar minha bucetinha e descobriu como eu estava com vontade de transar.

- Olha só! Você já está prontinha... Louca de vontade de dar o rabinho.–

Minha buceta molhada deve te-lo deixado com um tesão enorme, pois ele passou um pouco de saliva no seu pau e no meu cu e já veio forçando a penetração. Percebemos que aquilo não ia ser tão fácil, pois apesar de fazer força seu pau não entrava. Fui auxiliando, fazendo força para abrir meu cuzinho até que a cabecinha entrou me fazendo soltar um gemido abafado. Ele forçou um pouco mais e não demorou a entrar inteiro dentro de mim.

- Nossa que cuzinho apertado. – dizia ele iniciando os movimentos de entra e sai lentamente.

Comecei a me masturbar enquanto ele metia. Tomávamos cuidado para não fazer barulho, afinal a maninha estava no quarto ao lado. Suas arremetidas não duraram muito, logo o senti espirrar seu leite dentro de mim. Eu continuei acariciando minha xota até gozar em seguida...

Nos beijamos e ele foi para seu quarto, prometendo que voltaria em outra noite para fazermos com mais tempo. Sua promessa foi cumprida e acabamos transando por cinco noites naquele verão e até hoje minha irmã nunca desconfiou de nada. Eles terminaram e eu acabei não o vendo mais. Em outra oportunidade posso contar mais alguma coisa...

Beijos da Isa Safadinha. Se vocês gostaram por favor comentem...

Conto erotico recebido por email

1 comentários:

Anônimo disse...

Nossa que delicia

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