Tadinha de Mim II

Eu e Jussara somos grandes amigas. Ela é bem baianinha, cabelos castanhos enroladinhos, tipo Daniela. Eu, ao contrario, sou tipo fininho, super branca, cabelos negros, 1,68 e 5O kg. Nós duas sempre atraímos muitos olhares gulosos. Foi conversando muito que penetramos na intimidade uma da outra, e onde ela me declarou suas preferências e desejos sexuais, entre as quais se destacava o sexo anal.

Acabei confessando a ela, depois de uma noite onde tinha bebido um pouco, que eu também não só adorava sexo anal, como gostava de fazer sexo com dois ao mesmo tempo. Ela ficou boquiaberta, se excitou toda e perguntou se já tinha feito isso mesmo, que ela só tinha visto em filme, e que no fundo morria de vontade de experimentar mas tinha medo e não tinha mesmo cara de propor isso a ninguém.

Falei para ela que sendo ela tão minha amiga, não teria grilo algum de levá-la para fazer isso com meus dois amantes, sem comprometê-la pois eles não a conheciam, mas eram caras super legais e finos. Vi seus olhinhos brilhando como de criança falando de brinquedo novo, mas ela dizia não ter coragem para tanto. Numa sexta feira a noite a chamei para sair comigo, Renato e Danilo, meus amantes, sem dizer a ela que eram eles meus algozes, e fomos jantar fora.

O papo foi ótimo e não falamos de sacanagem, só de assuntos culturais. Depois Renato nos chamou para o seu apartamento para ouvir uns CDs e quando chegamos cochichei no seu ouvido são eles dois. Ela corou na hora e vi que ficou apreensiva pois não estava esperando, já que sempre saíamos com outras pessoas. Comecei a dançar com Renato, e em minutos já estávamos nos beijando com ele acariciando minha bunda. Renato, ouvindo minhas ordens, foi lentamente subindo meu vestido, mostrando minha bundinha nua (tinha tirado a calcinha).

Jussara continuava sentada de boca aberta. Tirei a camisa de Renato, depois abri sua calça, e ele puxou meu vestido me deixando nua enquanto eu dançava suavemente. Peguei seu cacete duro de 23 cm e me abaixei para mamá-lo. Danilo, como eu ordenara, só olhava também sentado agora junto a Jussara e acariciando seu corpo e cabelos. Renato deitou no tapete e eu o cavalguei por cima, subindo e descendo cada vez mais forte, me exibindo da melhor forma possível para minha amiga. Depois me levantei, fui até ela, e sem dizer uma palavra a levantei do sofá e comecei a tirar seu vestido dizendo que sua chance tinha chegado.

Ela chegou a tentar esboçar uma reação, mas Danilo a abraçou por trás beijando sua nuca e orelhas que eu sabia serem seus pontos fracos e ela foi cedendo às minha mãos e ficando nua. Não resisti a abracei encostando nossos corpos e seios. Renato, que estava nu a abraçou por trás. Eu segurei suas nádegas e as abri, deixando sua bucetinha pronta para ser penetrada por trás. Renato entendeu o recado e meteu de uma vez, fazendo-a revirar os olhos e soltar um gemido gutural profundo. Danilo tirou a roupa e veio por trás de mim com sua verga imensa (quem se lembra do outro episódio, tem apenas 28,5 cm).

Daí caímos os quatro no sofá e foi uma deliciosa troca de visões e enfiadas vigorosas. Depois de bem melado, Danilo, como sempre, enfiou na minha bunda, já acostumada ao seu cacetão, no que chamei Renato para completar o serviço. Ele então mergulhou na minha xoxota, me fazendo gozar imediatamente com as duas piconas navegando dentro do meu corpinho indefeso. Jussara, abestalhada, nos alisava olhava fixamente para os dois paus me penetrando simultaneamente, dizendo que eu era louca de agüentar aquilo, que não acreditava no que estava vendo, e eu dizia para ela tua vez vai chegar, bandida.

Senti a esporrada de Renato na minha buceta e entrei em outra convulsão de gozo. Me largaram quase desfalecida e partiram para cima de Jussara, que levou um susto ao ver o tamanho da pica do Danilo mas já era tarde, pois eles a colocaram em cima do monstro e Danilo comeu sua bucetinha com gosto. Jussara gemia e soluçava quase chorando sentada sobre o monstro, que dizia ser a maior trolha da sua vida.

Ela foi se abaixando e deitando sobre Danilo, no que eu subi em suas costas e abri novamente sua bunda, desta vez oferecendo seu cuzinho ao Renato. Passei a mão na minha buceta melada e passei no cuzinho de Jussara preparando-a para ser enrabada. Ela não podia se mexer e tentava fugir, mas Danilo segurou seus pulsos, eu a escancarei com as mãos e Renato completou o sacrifício metendo no seu cú lentamente.
Ela chorava de dor e prazer e disse para mim que tinha mentido para mim, e que nunca tinha dado o cú, que era tudo cena, mas agora era tarde, pois tinha uma baita pica entalada até o talo em seu rabo além do outro que se regalava na sua xota. Ela dizia que estava sendo arrombada e que se vingaria, me obrigando a fazer um Fist Fucking.

Perguntei o que era aquilo, mas não tive resposta. Na verdade ela gozou até quase desmaiar. Dormimos um pouco e fomos para o banho para reanimar o corpo. Quando saí do banho encontrei os três com cara de cúmplices. Ela disse que era a minha vez, que se eu não sabia o que era Fist Fucking ia aprender da forma mais difícil. Sorri achando que era brincadeira, pois qualquer coisa que fizessem eu poderia tirar de letra, mas não foi bem assim.

Eles tinham até preparado o ambiente, com meia luz, som de Enya e umas almofadas no chão. Danilo se deitou com o pau em riste e me fizeram sentar em cima. Ele pegou meu rosto e me beijou. Recostei meu corpo e senti mãos suaves e oleosas abrindo minha bunda. Eram as mãos de Jussara, cheias de creme, me massageando e iniciando uma penetração anal com seus dedos.

Achei que apenas seria enrabada outra vez, e não entendia a novidade, já que eu tinha dado a pouco para Danilo que era bem maior que Renato, mas a mão de Jussara continuava lá, colocando creme, massageando meu cuzinho, e me penetrando primeiro com o dedo indicador, depois dois, entraram três dedos e comecei a estranhar, aí ela me enfiou o mindinho.

Percebi sua intenção macabra e foi a vez de Renato me imobilizar e impedir minha fuga. Senti que o polegar também me penetrava e me alargava toda. Vieram os nós dos dedos que entraram com alguma dificuldade, me arreganhando toda. Jussara, com toda a delicadeza de uma fêmea, ia me invadindo até que percebi que entrara até o punho, mas ela, oleosa, continuava me entubando. Renato metia o pausão na minha boca, forçando até minha garganta e me impedindo de gritar.

Pela estreita membrana interna senti a mão de Jussara de dentro do meu cú espalmando e apertando o cacete de Danilo dentro da minha buceta. Vi pelo espelho, que eles haviam colocado especialmente para me aterrorizar, que ela havia enfiado quase o antebraço inteiro na minha bunda, o que, apesar de sua constituição física feminina delicada, equivalia a um caralho maior e mais grosso que a de Danilo. Era como se eu tivesse duas super picas dentro de mim, sendo que uma com cinco dedinhos serelepes e mexilhões.

Eu chorava e gemia ao mesmo tempo, sendo o gozo mais forte, louco demorado, explosivo e arrasador de toda a minha vida. Eles me fizeram ter uma série de gozos convulsivos e quase mortais e me largaram morta sobre as almofadas. Foi essa a vingança endiabrada de Jussara, me fazendo o Fist Fucking até o fim. Mas juro que nem eu tenho coragem de repetir a façanha, pois fiquei um bom tempo sentando de ladinho depois.

 Conto erótico recebido por email - Autora Anônima

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