Remédio Na Academia - Parte II

Pulei da maca e mandei que sentasse numa cadeira. Ajoelhada, caí de boca no pênis grandioso, tentando engoli-lo inteiro. Pude sentir o gosto do líquido que saía timidamente da cabeça daquela preciosidade. A excitação era tamanha que impedia minha concentração no boquete, uma coisa que adoro. Eu precisava daquela vara pulsante em mim...

Apesar do Valter parecer ser certinho, perguntei se tinha camisinha. Ele respondeu que não, mas que no armário devia ter, porque a academia fazia campanhas de prevenção. Rapidamente peguei algumas e, afoita, abri uma delas. Deslizando o plástico, me dei conta da real dimensão do canhão, comprido e grossíssimo. Tirei o top e escalei aquele homem, que se agitava na cadeira.

Valter me segurou pela cintura e me puxou violentamente contra seu corpo, atochando o pau de uma vez só dentro de mim. A penetração, porém, foi indolor por causa da lubrificação abundante. Eu comprimia os músculos da vagina, pressionando o cacete de Valter, sentindo-o escorregando, se esfregando nas paredes. À medida que minha boceta secava, as estocadas eram mais lentas e exigiam esforço maior. Percebi que o caralho estava me esfolando por dentro, mas não podia parar, rebolando naquele mastro plastificado.

Voltando a si depois de me arregaçar com aquele começo impetuoso, Valter passou a me beijar calorosamente, enfiando a língua fundo na minha boca. Embaixo, me bombava com movimentos regulares, encravando o pau até o fim, me lembrando de como era bom ser arrombada por um membro de respeito. Gozamos juntos, eu de forma prolongada, soltando gritinhos e gemidos, que depois tememos que alguém tivesse escutado.

Desmontei do garanhão, que levantou para tirar, com muita dificuldade, a camisinha, apertadíssima nele. Ao ver o cacete reluzente livre, ajoelhei de novo e abocanhei-o sofregamente. Tendo matado as saudades de ter a boceta invadida por um cacetão latejante, me apliquei no boquete. O gosto havia se misturado ao do preservativo, mas o sêmen que se espalhara compensava o que tinha de desagradável.

Depois de chupar bem a cabeçorra, passei a lambê-lo por inteiro, da base à pontinha. O saco eu acariciava com as mãos, mexendo nas bolas. Ele nem chegou a amolecer. Ficou debilitado por um instante, mas logo começou a endurecer dentro da minha boca, atingindo sua grossura máxima. Meus lábios apertavam- no e com as mãos na bunda de Valter eu induzia-o a fodê-los devagar.

Ficamos vários minutos nos divertindo oralmente, até que Valter disse que precisava me foder de novo. Peguei outra camisinha e segurei seu pênis pela base. Vendo-o totalmente esticado, não agüentei e abocanhei a cabeçorra novamente. Com metade do pau dentro da boca, eu esfregava minha língua na cabeça e no que conseguia alcançar daquele tronco latejante.

Saciada, coloquei a camisinha na ponta e comecei a desenrolá-la. Parecia que não ia caber. Valter sentou na cadeira e esperou, mas eu queria variar. Me debrucei na maca, apontei a bundinha para cima e fechei os olhos. A reação foi rapidíssima. Numa fração de segundo, senti a pica protegida forçando meu cuzinho. Desacostumada, eu me assustei com o diâmetro daquela vara e contraí o ânus, praticamente impedindo a penetração.

Valter então pôs em prática sua experiência. Delicado, encostou um dedinho na entrada e iniciou movimentos circulares, forçando vagarosamente a entrada. Quando conseguiu me penetrar, tirou o dedo e deu uma bela cusparada na mão. Esfregando a saliva em toda a extensão, meteu o dedo mais uma vez, dessa vez pondo outro em seguida. Ao tentar o terceiro, me fez dar um gritinho abafado nos panos da maca.

Valter retirou ambos e voltou à posição original, encostando a pemba no meu traseiro. Nessa tentativa, deixou a gentileza de lado e me arrombou mesmo, enterrando seu caralho em um segundo, até o talo. Eu mordia os panos, apertava o colchãozinho da maca com as mãos e resistia bravamente.

Meu cu estava sendo desbravado por um membro colossal. Ele parecia fora de si, metendo sem controle, arrebentando minhas preguinhas, testando a elasticidades dos meus músculos. Seus testículos encostavam na minha vagina, mostrando o quão fundo aquelas estocadas iam.

Somente depois de uns cinco minutos de sofrimento comecei a me acostumar e a aproveitar a sensação de preenchimento proporcionada por Valter Tentei rebolar, mas era impossível. Apenas recebia as pancadas do professor impiedoso... Porém, era uma sensação ótima, um pau latejando no meu rabinho, espremido, pedindo passagem. Era quente, era grosso, era melado.

O suor de Valter pingava nas minhas costas, evidenciando o esforço que aquele homem fazia para desbravar meu cuzinho. Gozei descontroladamente. Quando ele disse que também ia gozar, pensei que uma transa daquela exigia um fecho de ouro. Convenci-o a interromper a foda e a me proporcionar um último prazer. Valter despiu o pau e mandou que eu chupasse bem gostoso.

Cumpri suas ordens obedientemente, primeiro pousando a cabeça na língua e depois engolindo o máximo que pude. Seu caralho tremia na minha boca, soltando pinguinhos de esperma, que só me animavam a mamar mais e mais. Eu deslizava a língua sobre as veias saltadas, me enrolava nos pentelhos, provocava tremores ao abocanhar um ovinho...

Até que Valter me segurou pela cabeça, meteu o cacete fundo, quase impedindo minha respiração e anunciou o gozo. Um jato de porra foi direto na minha garganta, e outros explodiram na minha boca... o pau se libertou a tempo de soltar outros esguichos no meu rosto.

Eu buscava cada gota, saboreando o gosto entre salgado e azedo do leite espesso de Valter. Enquanto punhetava-o em busca dos últimos pingos, alguém bateu na porta. Não respondemos e depois saímos na surdina. Valter entrou no vestiário dos professores e eu fui para o feminino, com uma ardência entre as pernas e um gostinho maravilhoso na boca.

Conto recebido por email by Cathy

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