Tango para a Doutora Tarada

Tinha ido visitar um primo no hospital e não pude deixar de admirar a beleza da médica que estava atendendo-o. Madura, a doutora Regina era super atenciosa e educada. Ao fim da visita, fez questão de me levar até o carro, dizendo que logo Flávio estaria recuperado.

Ia entrar no meu carro quando ela falou que achava que me conhecia de algum lugar. Hum, aí tem sacanagem, pensei, de olho na blusa branca a realçar os biquinhos dos peitos. Mas ela colocou a mão na minha e disparou: Já sei, freqüentamos a mesma academia de ginástica!

Claro, como fui esquecer?! Regina era uma das gatas mais cobiçadas da academia, vivia cercada pelos caras. Diante de tanto assédio, preferia ficar na minha e investir em outras mulheres, entre uma e outra sessão de ginástica. Talvez por isso minha fisionomia tenha ficado na memória de Regina como o único homem que não dava bola para ela.

Na saída do hospital, combinamos, então, que jantaríamos juntos no dia seguinte. Nem acreditei que a gostosona estivesse me dando aquele ponto todo. Para impressionar, comprei um terno novo e reservei uma mesa no restaurante mais sofisticado da cidade.

Regina estava mais linda do que nunca, num vestido transparente, realçando as formas trabalhadas por meses de ginástica. Durante o jantar, diante de um pato com amoras, contou que estava cansada de ser assediada por todos. Eles estão mais interessados em trepar comigo do que ter uma relação séria, reclamou. Hum, pensei de novo, com o pau já subindo a temperatura.

Ao convidá-la para dançar, pude dizer na orelhinha dela um sempre te amei daqueles. A mulher se derreteu nas minhas mãos, coxa com coxa, sexo com sexo. Dois para lá, dois para cá. O pau durão ameaçava explodir com toda força. Duas músicas depois, perguntei se ela não preferia ouvir um repertório melhor lá em casa. Segurando meu braço, Regina topou, com uma condição: Só se for um tango.

Pois bem. Ao chegar no apartamento, desencavei meu único disco argentino, coloquei para tocar e fui abrir um vinho reserva especial. Você sabe dançar tango?- perguntou. Achei que a melhor resposta seria um beijão de língua naquela boquinha convidativa. Ao mesmo tempo, a mão levantava o vestido até a altura da calcinha. Regina estava toda molhadinha de tesão e não tinha como esconder isso.

Com a mão na cintura de Regina, fui estabelecendo um grau de sensualidade maior à medida que a música avançava. No fim, outro beijão, enquanto rolávamos no chão, arrancando as roupas, transpirando sexo, desarrumando a sala. Nua, Regina era muito melhor do que pensava. A xoxota raspadinha era um detalhe à parte, pronto para ser invadido.

Ao abrir as pernas, Regina brilhava naquele ponto, mais irrigadinha ainda. Passei a língua ali, como uma sonda a procurar tesouros no fundo do mar, e encontrei vários. Ela soltava gemidos de prazer, segurando firme a minha cabeça, para que não tirasse a boca dali nunca. Estou gozando, gritou alto, apertando ainda mais o meu crânio.

Quase desmaiada, Regina me soltou e pude colocar ali a minha pica, dura como nunca, como um escafandro de borracha. Como era quente aquela xoxota! Ainda de olhos fechados, Regina pediu que entrasse devagar, mas resolvi não atender ao pedido. Numa só estocada, mostrei à médica a força do meu instrumento cirúrgico.

Ela foi aos céus, abrindo ainda mais as pernas para depois enlaçá-las nas minhas costas. Quase pude sentir o útero de Regina contra o meu pau, que ia e vinha todo justo dentro daquela buceta carequinha e meladinha. Aliás, mais meladinha ainda depois que jorrei ali o remédio preferido da minha médica.
Quando me refazia do esforço, Regina levantou-se e colocou novamente o disco do tango, dançando sozinha, nua, esbanjando sensualidade, reanimando meu caralho instantaneamente. Com a ponta dos dedos do pé, ela passou por ali, deslizando dos bagos ao cabeçote, provocando um gostoso arrepio, que ia do pênis e se espalhava por todo o corpo.

Levantei e abracei forte a minha médica desnuda. O tango ainda corria e pude dançar encaixado nela, o pau roçando a xoxota em brasa, as unhas cravando naquela bundinha firme. Ao encostar o rosto naquela cabeleira, senti novamente o perfume delicioso de Regina e não segurei.

Com um gesto firme, joguei-a no chão e caí por cima dela. Um leve tapa no rosto de Regina foi a provocação que faltava. Ela agarrou meu caralho e ordenou: Assim, só com o caralho aqui dentro. Meti e fui em frente. Ia e vinha toureando a fêmea, de boca naqueles mamilos durinhos. Quando gozei, Regina sorria de felicidade e realização.

Namorei a doutora Regina por um semestre, repetindo trepadas sempre iniciadas por um tango argentino. Isso até conhecer e me apaixonar por uma acadêmica que auxiliava Regina. Chamava-se Flávia e, tão fogosa como a antecessora, preferia abrir os trabalhos ao som da salsa.

Epa...

Conto erótico recebido por email - by Airton

1 comentários:

Anônimo disse...

Só aguentou uma vezinha e a outra morrendo! Essas mulheres que ainda não me conheceram! Aff... Seu fanfarrão... By Jota cbt

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