Com Duas é Bem Melhor

Sempre tive a fantasia de transar com duas mulheres ao mesmo tempo, mas nunca pensei que poderia acontecer comigo, até que...

Numa Quinta-feira de 1998 estava num barzinho de um amigo assistindo pelo telão um clássico de Palmeiras X cruzeiro. Da mesa em que estava percebi duas garotas que não paravam de olhar para mim, dando alguns sorrisos convidativos. Educadamente me dirigi à mesa e perguntei se podia assistir o jogo na companhia delas, o que fui prontamente atendido. Elas me disseram que não estavam ali para assistir o jogo e sim para comemorar o aniversário de Patrícia que completara 18 anos. A outra chamava-se Kátia e tinha 21 anos. Eram primas e residiam numa cidade próxima à minha, mas atualmente estavam morando com uma tia em função dos estudos.

Perguntei a Kátia porquê elas olhavam tanto e sorriam e ela, sem cerimônias, disse que estava a imaginar meus olhos verdes sobre ela e minha boca acariciando seu corpo. Fiquei meio desconcertado à princípio, mas me recompus do susto e disse que talvez seus desejos pudessem se realizados. Kátia ela loira, com cerca de 1,7Om de altura e tinha um belo par de olhos verdes, pele clara e um corpo perfeito.

Ela riu e perguntou se poderia me dar um beijo na boca. Fiquei um pouco receoso, pois o barzinho estava cheio. Pedi a ela que me acompanhasse até o carro e ela atendeu. Entramos no carro fui logo beijando-a e afagando seus cabelos. Ela tinha um beijo muito sedutor, oferecia a língua para ser sugada, passava a língua em volta de minha boca e me apertava contra si. Excitado com aquele beijo sedutor, resolvi tocar nos seios dela.

Para minha surpresa ela não mostrou nenhuma resistência e começou a sussurrar nos meus ouvidos. Pelo tato senti que seus seios eram fartos, porém durinhos. Já estava ficando louco e pedi a ela que parássemos, pois já estava perdendo a cabeça, foi quando ela me disse que queria mesmo que eu perdesse a cabeça, que desse prazer a ela. Fingi que não entendi, ou acabaria transando com ela ali dentro do carro mesmo.

Voltamos à mesa e sentamos na companhia de Patrícia que com um olhar safado me perguntou porquê estávamos vermelhos e despenteados, se havia acontecido algo no carro. Eu disse que não, que havíamos apenas trocado alguns beijos. Patrícia olhou para mim, deu um suspiro e disse que devia Ter sido muito bom e que ela também queria sentir minha boca.

Nestas alturas eu já não prestava atenção em jogo nenhum e comecei a imaginar as duas na cama comigo. Continuamos naquela conversa picante. Kátia me dizia que não era mais virgem, que transformou-se em mulher com 16 anos com um namorado e que apesar de não ter tido muitos parceiros, adorava sexo. Patrícia revelara que ainda era virgem, que dava uns sarros com o namorado , mas ficava só nisto.

Falei com elas que eu era divorciado à 6 anos, que adorava sexo em toda sua plenitude e que no momento estava só. Confidenciei também que tinha a fantasia de transar com duas mulheres ao mesmo tempo e que as duas estavam me deixando muito excitado.

Cheguei a mostrar, discretamente, o volume que se formara em minha calça, denunciando que meu pau estava duro e fervendo de tesão. Elas riram e insinuaram algo entre si, até que Kátia pediu que eu fosse ao banheiro que elas precisavam conversar em particular.

Quando voltei Kátia disse ao meu ouvido que elas duas estavam morrendo de vontade de fazer amor comigo, de serem beijadas e amadas. Tomei coragem e perguntei a Kátia se elas topavam ir a um motel comigo, disse que seria educado e compreensivo com elas e que a Patrícia não precisava se preocupar, pois retornaria virgem. Kátia me disse que já havia combinado com Patrícia quando eu me retirei para ir ao banheiro e que elas adorariam.

Não perdemos tempo, pagamos a conta e partimos para o motel. Durante o percurso Patrícia, que estava sentada no banco de trás, começou a passar a mão sobre meu pau que já estava doendo de tão duro. Aos poucos foi conseguindo abrir o zíper e quando dei por mim já estava com o pau pra fora sendo acariciado pelas delicadas mãos de Patrícia. Kátia não perdeu tempo, abaixou-se e começou a passar a língua pela glande, elogiando a perfeição de meu pênis.

Dizia que estava muito gostoso, que estava cheirosa e quente. Pedi que parassem pois estava excitado demais para continuar dirigindo. Kátia parou de passar a língua, mas Patrícia não recuou, continuou passando suavemente a mão.

Ao entrar no Motel as duas foram direto para a ducha e pediram para eu ir tirando a roupa. Como não tinha muita pressa (apressado come cru) abri uma garrafa de vinho branco e fiquei degustando até que elas voltassem. Me arrepiei dos pés à cabeça quando as duas ninfetas saíram do banho. A safada da Patrícia tinha um corpo escultural e um queimado de biquíni que me deixou pirado; seios pequenos, durinhos e pontudos, um bumbum redondo e consistente. Quase pirei!

Kátia um pouco mais alta e forte não deixava a desejar: pele alva e limpa, seios fartos e duros e um exuberante bumbum. As duas não deixaram nem eu colocar o copo na mesa e já foram logo me agarrando e me tirando a roupa. Jogaram-me sobre a cama e derramaram vinho sobre meu corpo.

Enquanto Kátia encarregava de me passar a língua (ou seria melhor sugar) sobre meus peitos e boca, Patrícia lambia minhas coxas e passava a língua por todo meu pau. Ah! Eu pensei que iria morrer de tanto tesão, sentia febre por todo o corpo. Meu pau queimava em brasa. Tentava pegar na bucetinhas delas, mas elas não deixavam.

Diziam que iria me torturar primeiro, que me iriam enlouquecer. Patrícia engolia meus 2O cm de pica e parecia querer arrancar meu pau inteiro. Me controlava ao máximo para não inundar aquela boquinha de esperma, quando me pediram para virar de costas para cima. Como estava à fim de aproveitar ao máximo daquela transa atendi o pedido das priminhas.

Mal virei e Kátia começou a derramar vinho sobre minha bunda e a lamber sorvendo todo o vinho, não imaginei que ela fosse fazer isto, mas quando assustei ela já estava com a língua no meu cuzinho. Eu sentia calafrios de tanto tesão. Patrícia abriu as pernas e começou a esfregar a bucetinha no meu pescoço. Dava para perceber o quanto ela estava molhadinha.

Tentava virar a cabeça para chupar aquela flor, mas não conseguia. Não agüentando mais as duas me viraram novamente e fiquei a imaginar o que iria acontecer agora (acho que elas combinaram tudo quando estavam na ducha). Patrícia veio sobre minha cabeça e abriu as pernas, oferecendo aquela fenda virgem para chupar. Como era gostosa aquela bucetinha. A visão me enlouquecia, aquela flor sobre minha cabeça e aquele bumbum queimado com um minúsculo biquíni. Segurei suas pernas e fui enfiando a língua naquela bucetinha divina.

Passava a língua sobre seu clitóris e enfiava a ponta da língua em sua fenda. Patrícia delirava, urrava, chorava e pedia para eu enfiar a língua toda na sua buceta. Kátia delicadamente foi sentando sobre meu pau, cm a cm minha rola foi enfiando naquela bucetinha úmida e quente, até que senti que sua bucetinha havia engolido tudo.

Ela sabia como deixar um homem louco, pois tirava bem lentamente para depois engolir de uma só vez, ela rebolava sobre meu pau, fazia vai e vem. Depois de muitas chupadas na Patrícia que gozara inúmeras vezes eu e a Kátia gozamos quase que juntos. Inundei aquela xaninha de esperma que chegou a escorrer para fora.

Patrícia não ficara satisfeita só com a chupada, pois agarrou meu pau e começou a chupá-lo, chegando a morder delicadamente e lá estava ele de novo, duro e pronto para o ataque. Como eu havia suado muito resolvi tomar um banho antes de recomeçar e Kátia me acompanhou até a banheira. Na banheira ela agarrou meu pau e disse que estava ficando com ciúme de Patrícia, que eu só havia chupado sua priminha e que ela não ia ficar só recebendo rola na buceta.

Não seja por isso, disse a ela já colocando-a à beira da banheira de hidro e abrindo suas pernas. Ela se deitou e abriu aquela bucetinha que já estava arrombada de tanto levar rola. Massageei seu clitóris com a ponta da língua até sentir seus sussurros. Enfiava a língua em sua fenda e passava por toda extensão de sua buceta. Chupava seu grandes lábios dando umas mordidinhas. Kátia pedia para não parar, dizia que aquilo era bom demais, que ela ia morrer de tanto gozar, que me amava, que eu era maravilhoso demais, até explodir num gozo estrondoso.

Enquanto Kátia se recompunha eu tirei o suor do corpo e me enxuguei. Quando voltamos ao quarto, lá estava Patrícia fingindo dormir deitada com as pernas abertas e aquela bucetinha virgem à mostra. Parecia que implorava para ser penetrada. Kátia era muito gostosa, mas Patrícia era um TESÃO de mulher. Cheguei mansamente sobre ela e comecei a passar levemente a língua naquela bucetinha, Patrícia fingindo dormir sussurrava baixinho.

Temos de umedecer bem aquela xaninha, disse a Kátia que eu iria passar a cabeça da rola na porta daquela bucetinha virgem, que eu não iria penetrar. Comecei então a passar a cabeça da rola naquela fenda úmida e cheirosa, corria meu pau de uma extremidade a outra e às vezes tentava empurrar um pouquinho para certificar da virgindade de minha ninfeta (era virgem mesmo) .

Estes movimentos na entrada de sua xaninha estava me deixando louco. Patrícia estava tão molhada que a cabeça de meu pau já estava toda lambuzada. Ela começou a sussurrar mais alto e a contorcer seu corpo até que num movimento rápido ela levantou o quadris da cama e me puxou pelas pernas. Ela acordou e implorava para eu enfiar tudo nela, que ela estava quase gozando e que não iria se arrepender.

Eu estava louco para enfiar naquela ninfeta e não resisti, fui enfiando aos poucos e sentindo o quebrar de seu hímen. Era demais para mim, ela urrava de dor e tesão e pedia para eu não parar, para enfiar tudo igual eu fiz com a Kátia. Gritava que eu era safado, tarado, gostoso, tesudo e outras coisas que não me recordo. Como era gostosa aquela buceta.

Quando ela disse que estava gozando e começou a me arranhar as costas, não segurei e encharquei aquela xaninha de porra, gozando junto com ela. Acho que foi uma das mais gostosas gozadas que já dei na minha vida. Patrícia enrolou-se numa toalha e correu para a ducha para se lavar, pois estava escorrendo sangue misturado ao esperma.

Fui junto com ela e tomei uma ducha rápida, voltando para o quarto. Já estava um pouco cansando pois havia me masturbado em casa quando tomava banho e já havia gozado duas vezes com as priminhas. Kátia me disse que estava chateada comigo, que foi ela que programou tudo para estarmos ali e que eu não estava dando a atenção devida a ela. Que ela queria mais rola e que desta vez não iria dividir com ninguém.

Pedi ela um tempinho para me recompor, que depois nós conversaríamos. Deitei um pouco e Kátia ficou do meu lado abraçada em meus peitos. Como Patrícia demorava no banheiro, cheguei a acreditar que ela estava se vestindo. Mero engano, ela saiu toda sequinha e perfumada do banheiro e deitou do outro lado de mim já começando a passar a mão sobre meu pau. Seu toque era muito macio e gostoso e logo meu cacete já estava duro novamente.

Quando ela se levantou e já ia sentar sobre ele, Kátia a empurrou e disse que agora era a vez dela, sentando numa só estocada sobre meu cacete. Patrícia veio sobre minha cabeça e ofereceu aquela bucetinha para ser chupada e começou tudo novamente. Vale ressaltar que não consegui gozar na bucetinha de Kátia desta vez, mas ela pediu para ser enrabada e ainda gozei no seu cuzinho. Minhas ninfetas priminhas retornaram para sua terra natal no final de 98, me deixando saudades e boas e gratificantes lembranças.

Conto Erótico Recebido por email by Asthar

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