O Banho II

Após aquela memorável primeira noite, Lúcia pediu um tempo para pensar... Olha... Foi demais. Esta talvez tenha sido uma das melhores noites da minha vida, mas foi muito pra minha cabeça. Eu nunca tinha feito isso antes... Sair com um quase desconhecido, e ainda transar com ele a noite toda como nós fizemos. Eu nunca fiz isso antes. Sempre critiquei minhas amigas que diziam ter feito isso. Olha acho melhor a gente não se ver mais,foi muito gostoso, mas não sei se foi muito legal.

Não preciso dizer que eu não entendi porra nenhuma. Mas tudo bem... O livre arbítrio existe pra isso, e eu já tô ficando meio velho para ficar forçando situações. O tempo foi passando. Fui me enturmando com a nova vizinhança (O pessoal era bem legal. Independente do que tinha acontecido, havíamos acertado em cheio quando escolhemos aquele local para morar.) e tentei tocar a minha vida em frente.

Mas estava difícil. Eu ficava lembrando daquela boquinha maravilhosa lambendo meu cacete, da carinha de prazer que ela fazia enquanto engolia todo meu caldo... E ficar morando na mesma rua que aquela maravilha e saber que a maravilha estava no esquema Casa pra escola e escola pra casa era uma tortura. Até que a providência resolveu dar uma mãozinha. Uma bela manhã, estava tirando o carro da garagem para ir pro serviço quando vi um pouco mais a frente ela saindo de carro.

Tinha chovido muito na noite anterior, e havia muitas poças dágua na rua, encobrindo até eventuais buracos. De repente, só notei que o carro dela, deu uma porrada em alguma coisa dentro da poça que estava na rua. O carro dela ficou todo torto depois disso. Ela parou logo depois da poça, numa área já seca (ou menos molhada...) e foi verificar o estrago.

Com a chuva, uma tubulação de água estourou, e abriu um buraco razoável que havia ficado coberto pela poça. Isto é, para efeitos práticos, estava invisível. Depois de presenciar esta cena, saí com o carro por cima da calçada, desviando da poça e parei um pouco depois para verificar se eu poderia ajudar em algo. Ela estava quase desesperada. Aquele era o dia marcado para a apresentação da monografia, e ela já estava atrasada para a faculdade.

Como a faculdade dela ficava mais ou menos no caminho para o meu serviço, eu ofereci uma carona. Disse pra ela deixar o carro por ali mesmo, porque todos a conheciam. Depois ela voltava ali com alguém para dar um jeito. Mas agora o negócio era chegar na escola. Ela concordou, e eu fui voado até a escola dela. Durante o caminho, perguntei como ela estava, como iam as coisas, etc etc etc.. Aquela conversa mole só pra passar o tempo. Durante o papo, ela deu um corte meio esquisito, dizendo:

— Lembra aquele dia? Continuo pensando no que a gente fez até hoje...

O problema foi que ela disse isso quando eu já estava estacionando o carro, na porta da faculdade dela. Bom... eu disse que também pensei muito naquilo, mas ela tinha um monografia para apresentar, e ela já estava atrasada. Disse que a noite eu passasse na casa dela e a gente saía pra conversar sobre isso.

Dito isso, ela me deu um beijinho rápido e saindo do carro sumiu escola adentro. Não preciso dizer que só de imaginar um encontro com ela a noite, foi difícil esconder o volume reticente dentro da calça durante todo o dia no serviço. A noite, depois de chegar, tomei um banho, botei uma roupa e fui bater lá. Dª. Jurema apareceu na porta, e disse que a Lúcia já vinha. Enquanto isso foi me perguntando sobre o que eu achava da rua, etc...

Lúcia apareceu com um vestido tipo tubinho preto, coladíssimo no corpo, com os cabelos soltos, e aparentemente nada por baixo. Pensei comigo... É HOJE!! Saímos dali, perguntei como havia sido a apresentação, qual a gravidade do estrago no carro, etc etc... Até que perguntei o que ela havia pensado. Ela pediu para irmos até aquele barzinho da primeira noite. Tudo bem...

Chegando lá, ela disse que chegou a sonhar com a nossa transa. Comentou com algumas amigas sobre o que aconteceu, e disse que ficou louca de vontade de fazer outra vez. Era noite de quarta-feira, tinha que trabalhar na quinta... Mas eu tinha um monte de horas extras no serviço, estava tudo em dia por lá... Quer saber... Dane-se... Vambora.

Ela disse que tinha pego a chave do apartamento de uma amiga, e que poderíamos ir para lá, pois a amiga tinha viajado. (Melhor... estávamos no final do mês e o salário já tinha ido... Eu já estava visitando o meu amigo cheque especial...) Chegamos no prédio da amiga, guardei o carro na garagem, e entramos no elevador. Isso aí, já era mais ou menos Meia noite e meia. Quando entramos no elevador e ele começou a subir, ela veio se encostando e disse que tinha o maior tesão de transar em um elevador.

Enquanto ela dizia isso, ia abrindo o zíper da minha calça e começando a fazer carinho no parceiro. Aí eu não agüentei. Segurei aquela coisinha linda pela cintura, virei de costas pra mim, fui subindo o vestido até a cintura, deixando a bundinha mais linda que eu conhecia de fora. Passe um pouco de saliva na cabeça e fui colocando dentro daquela bundinha. Ela a princípio reclamou... me chamou de louco...

Nunca tinha feito por ali... Eu respondi que: Fazer no elevador era fantasia dela... Comer aquele rabinho era a minha. O elevador tinha um espelho no fundo, e vi uma das cenas mais lindas, que era ter aquela morena se segurando pra não gritar de prazer, enquanto eu agasalhava todo o meu parceiro dentro daquele cuzinho apertadinho.

Um pouco depois, senti que aquele buraquinho começou a apertar e ela não estava conseguindo mais conter os gemidos. Não agüentei e acabei gozando tudo dentro daquela bunda maravilhosa, só de ver o gozo estampado naquele rostinho. Aí ela apertou o andar certo onde ficava o apartamento da amiga, e fomos pra lá. Chegando lá, vi uma mesa preparada com Morangos, Champanhe, etc etc etc... Só uma coisa me chamou a atenção. A mesa estava posta para TRÊS!

Perguntei sobre o porquê deste pequeno detalhe quando sai de dentro do apartamento, a amiga, só de shortinho e um top que mal escondia os bicos dos seios. Nessa hora lembrei de uma frase de uma amigo meu... DIVISA ATRAI DIVISA. Realmente.. vocês já notaram que mulher bonita e gostosa só anda em bando.... Ela comentou comigo que aquela era a amiga que ela havia criticado antes, e que havia sido a confidente de nossa primeira noite. Esta amiga havia ficado curiosa sobre quem era o cara que convenceu você a fazer isso???? E deu a idéia do encontro. A amiga reclamou de que nós havíamos demorado muito pois ela tinha visto o carro estacionar na vaga dela há uns 2O min.

Fomos contar a história do elevador, entre morangos e alguns goles de champanhe. Dei um beijo maravilhoso nas duas, e perguntei se poderia tomar um banho, pois estava um pouco suado (Afinal, elevadores não prezam por sua ventilação...) Elas me levaram ao banheiro, tiraram a minha roupa e me deram o melhor banho que eu já tomei. Depois do banho, caíram de boca no meu cacete, que a essas horas já não sabia mais para quem que dava atenção.

Fiquei louco com a chupeta que a amiga estava fazendo no meu cacete, e ela tinha uma xoxotinha maravilhosa, aparadinha dos lados, pequenininha, uma coisa muito linda. Eu estava louco pra colocar tudinho lá dentro, quando virei coloquei aquela coisa linda de quatro e enfiei tudo de uma vez naquela bucetinha... Enquanto eu enfiava tudo, ela estava lambendo loucamente a xoxotinha e o cuzinho da Lúcia, que com o estímulo começava a colocar pra fora parte do líquido que eu havia colocado lá uns 2O min. antes.

Eu senti uma coisa que ninguém nunca tinha feito antes comigo. Essa amiga tinha um controle da xoxota que eu nunca vi. Ela me apertava quando queria. Era a coisa mais louca que eu já havia sentido. Com isso aí, não consegui mais me segurar, e avisei que ia gozar. com o aviso, veio a amiga e disse que desta vez quem queria um banho era ela, e passou a chupar tudo.

Quando eu ia gozar, arranquei o cacete daquela boquinha, e mirei no rosto. Vendo isso, Lúcia juntou seu rosto ao dela para que eu pudesse dar um banho nela também. Foi uma coisa de louco. 

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

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