Troca Troca sem Cartola

Ex-jogador de futebol, montei um time assim que cheguei a Brasília. Jogávamos nos fins de semana, no clube, atraindo uma boa torcida para as peladas. Principalmente no que diz respeito à ala feminina.

Após os jogos, fazíamos um belo churrasco, acompanhado de cervejinhas bem geladas. Foi numa dessas ocasiões que alguém sugeriu que organizássemos uma pelada entre mulheres. As presentes se entusiasmaram e começaram a formar um time, me convidando para técnico, já que eu era o mais experiente da turma. Aceitei o desafio e marcamos um treino para dois dias depois.

Cheguei antes do horário marcado e fui logo abordado pela jogadora mais pontual. Enquanto as outras não chegavam, Ruth mostrou que entendia um pouco de bola, fazendo algumas embaixadinhas. Tinha pernas perfeitas e aquilo me fez pensar se agüentaria segurar o tesão diante de um time inteiro de garotas. Acho que, para me testar, Ruth se abaixou para pegar a bola, deixando à mostra aquele shortinho entrando no bumbum.

Aquilo foi só o aperitivo. As outras jogadoras eram do barulho. Tinha loura, negra, morena, ruiva... Ruth e Selminha eram as melhores em campo e, ao que tudo indicava, fora dele também. Depois do treino, suadinhas, foram para o vestiário e demoraram horas no banho. A primeira a sair, mais uma vez, foi Ruth.

Linda, de cabelo molhado e perfumada, ela tinha cheiro de gol. Fomos beber uma água de coco no bar e, pouco depois, chegou Selminha. Elogiei o desempenho das duas e combinei de mostrar alguns vídeos com partidas memoráveis, no meu apartamento. Estavam tão animadas com o jogo marcado para o próximo fim de semana que adoraram a idéia.

— Vamos hoje mesmo, não temos tempo a perder, insistiu a Selminha.

Fomos para lá em carros separados. Sozinho, começava a armar outras jogadas na minha cabeça. As duas eram gatíssimas e mereciam uma tabelinha. Estava sem transar há uma semana e aquilo estava me excitando.

No meu apartamento, servi drinques às moças e pedi que ficassem à vontade. Como estavam com os pés cansados, ficaram descalças e bem relaxadas. Na telinha, Garrincha entortava os adversários, enquanto meus olhos mediam as adversárias. Tinham peitinhos firmes e médios, bocas carnudas e pernas longas. O pau já estava duro como um travessão.

Quando Selminha levantou para ir ao banheiro, fui trocar a fita e dei uma roçada na bundinha de Ruth, procurando a pequena área. Ela não falou nada, voltou ao sofá e ficou olhando, com o canto do olho, para o volume no meu calção.

Disposto a incendiar a galera, coloquei um dvd porno justo na hora que Selminha voltava.

— Desculpem, troquei o cd, disfarcei, arrancando risinhos delas.
— Deixa um pouquinho para relaxar, pediu Ruth, passando levemente os dedos sobre a xoxota, olhando bem nos meus olhos.
— É, é ótimo para relaxar, devolvi, com a mão no pau e os olhos faiscando.
— Tá quente aqui, né?, comentou Selminha, indo para a cozinha pegar uma cerveja.

Na mesma hora, Ruth levantou e passou a mão no meu pau, falando:

— É assim que vocês se protegem na hora da barreira?

Lasquei um beijo naquele bocão e agarrei-a pela cintura, esfregando o caralho naquela xoxota quentinha. Aí Selminha me abraçou por trás, beijando minha nuca e mordendo meu pescoço. Quando liberei uma mão para alisá-la, percebi que estava nuinha.

Virei para beijá-la, dando tempo à Ruth para que tirasse a roupa, a dela e a minha. Rolamos no chão como numa comemoração de um gol: eu chupando a xoxota de Ruth e Selminha mamando minha rola, quase mordendo-a. As mãos, ah, as mãos! Levava desvantagem em relação às unhas compridas, mas enfiava os dedos em todos os buracos que encontrava, molhadinhos ou não.

Depois, revezamos. Lambia a xaninha de Selminha e Ruth chupava meu pau. Foi na boquinha dela que gozei à vontade, deixando as duas mais nervosas ainda. Elas se masturbavam diante da televisão, arrancando suspiros e gemidos, dengosas e molhadinhas.

Aí, foi a vez de Selminha beber na boquinha da garrafa, dando tratos à bola. Ia e vinha com uma disposição de lateral direito. Quando sentiu que eu ia gozar mais uma vez, pediu que segurasse. Sentou em cima da vara e rebolou tudo que sabia. Para não ficar de fora da jogada, Ruth lambia os peitos da amiga.

— Estou gozando, anunciou Selminha, toda lânguida.

Como estava muito tarde, combinamos de prosseguir a brincadeira após a pelada das meninas peladas. E, para nosso prazer, comemorando a vitória delas. Com a vantagem de contarmos com mais uma atração nas nossas brincadeiras, a goleira Rita, especialista em agarrar varas por trás. Mas isso é papo para outro dia.

Conto erótico recebido por email – autor anônimo

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