Mulher de Trinta

Nunca imaginei como era bom, como algumas amigas me diziam, que somente uma mulher sabe dar prazer a uma outra, pois os corpos são iguais e cada uma sabe exatamente onde tocar. Gritei de prazer e comecei a retribuir, lambendo-a como louca. Seus enormes peitos eram sugados por mim como eu gostaria que me chupassem e nunca tinha conseguido.

Moro no interior de uma grande capital. Fui mãe muito cedo, tenho dois filhos e depois de poucos anos de casada descobri que meu marido pulava a cerca. Logo quis a separação, minha família me condenou achando que eu deveria ter feito vista grossa, afinal ele era um bom pai. E me achando culpada pela separação, passei a me dedicar ao meu filho caçula. O mais velho foi morar com o pai e a sua nova mulher. Paulinho foi extremamente mimado por mim. Matriculei-o em uma das melhores escolas da minha cidade, pois havia colocado na minha cabeça que ele deveria ter a melhor educação possível.

Já estávamos na metade do ano e Paulinho demonstrava que com suas notas seria reprovado se eu não fizesse alguma coisa rapidamente. O que daria chance ao meu ex-marido de comentar alguma coisa. Me enchi de coragem e fui à escola falar com a diretora. Foi uma longa conversa, na qual Dona Margô perguntou tudo sobre meu filho e eu. E lógico, sobre meu relacionamento com o seu pai, do qual eu estou separada há dois anos.

Enquanto falávamos, fui recordando do quanto esqueci de mim como mulher esse tempo todo. Meu corpo, nesses dois anos de separação não tinha sido tocado por ninguém. Minhas noites eram monótonas e solitárias. Meus dias, entre o escritório de advocacia, no qual eu era assistente de um velho advogado, e os afazeres domésticos eram sempre rotineiros. Perdida nesses pensamentos quase não ouvi Dona Margô me aconselhar: E, então Sônia o que acha da idéia? Meu Deus, eu não sabia nem o que ela tinha falado. Comecei a chorar para disfarçar a situação. Aí ela com calma explicou o que estava me propondo.

Já tinha dado certo para muitas outros alunos na mesma situação do meu filho. As duas matérias em que Paulinho tinha mais problemas, ela se propunha a ceder horas extras de dois professores para fazer um acompanhamento em casa, por um mês. Aceitei sem pestanejar. Acertamos então que em julho, os dois professores se alternariam dando aulas particulares para meu filho.

Resolvido parcialmente esse problema, decidi pensar em mim. Jovem, e bastante bonita, mas ao mesmo tempo tão desanimada com a vida afetiva e sexual, iniciei algumas transformações bem femininas. Mudei a cor do cabelo, comprei uns jeans bem apertadinhos e algumas lingeries sensuais. Percebi o quanto ainda era admirada na rua. Tinha pernas longas, pele queimada de sol, o corpo ainda rijo, enfim uma bela mulher de 36 anos. E vendo essas mudanças comecei a ser tomada por um tesão que quase me pirou.

Tirava a roupa em frente ao espelho e me olhava. Os lábios salientes da xoxota balançando entre os pentelhos. Minha mão começava a caminhar pelo meu corpo com uma grande avidez indo até o clitóris e com uma incrível rapidez gozava na minha mão. Assustei-me com o que estava acontecendo comigo. E pensava: Será que o problema com o Paulinho na escola tinha me descontrolado tanto?

Não confidenciei a ninguém o que estava acontecendo comigo. Mas todo dia, eu só pensava em chegar em casa, arrancar a roupa e roçar o meu clitóris... E deliciosamente gozar. Chegou o mês de julho. Meu filho me avisou que Márcia e Alberto, os dois professores dariam início as suas aulas de recuperação. Aquilo me deixou mais nervosa e impaciente.

Férias, Paulinho em casa e mais dois desconhecidos atrapalhando as sessões do meu ato solitário. Márcia chegou primeiro. Abri a porta, uma boca carnuda me falou: Olá Sônia, vim te ajudar. Uma idéia louca passou pela minha cabeça. Disfarcei. Naquele dia, ela e Paulinho conversaram muito, fizeram alguns exercícios e riram juntos. Enquanto eu a observava. Aquela boca carnuda, os cabelos curtinhos, ruivos e mais abaixo um par de peitos querendo pular pelo decote da blusa. Meu Deus, o que era isso?

No dia seguinte, Márcia veio novamente. Seriam dois dias dela e dois com Alberto. Foi nesse dia que entendi o que era loucura mesmo. Márcia começou a tirar minha roupa devagarinho, passando meu corpo inteiro, menos na minha bucetinha, que já estava molhadíssima. Pensei que iria gozar a cada segundo que ela ameaçava encostar sua língua quentinha ali. Mas nada. Ela me virou de costas e ávida lambeu meu cu enfiando a língua.

Não pensei em mais nada, só não queria morrer. Nunca imaginei como era bom, como algumas amigas me diziam, que somente uma mulher sabe dar prazer a uma outra, pois os corpos são iguais e ela sabe exatamente onde tocar. Gritei de prazer e comecei retribuir, lambendo-a como louca. Seus enormes peitos eram sugados por mim como eu gostaria que me chupassem e nunca tinha conseguido. Finalmente, Márcia percebeu meu desespero e com algumas lambidinhas rápidas no meu clitóris me fez gozar. O quarto girou. Minha cabeça voava. E eu queria mais. Mas Márcia: Soninha, temos um mês para morrer de tanto gozar.

Nessa noite um medo enorme se apossou de mim. Será que eu era lésbica? E agora o que seria da minha vida? Mas, mesmo assim me masturbei bastante gozando mais uma vez solitariamente. No outro dia o professor Alberto veio. Tímido, magro, de óculos. Um tipo comum. Conversamos um pouquinho, e eles partiram para a aula de recuperação. Saí, fui ao escritório trabalhar e voltei no final do dia. Tensa, bastante nervosa, e culpava Paulinho por isso ter acontecido. A trepada com sua professora.

Quando eu cheguei eles já estavam no final da aula. Era fim de semana, Paulinho iria para a casa de seu pai. Mandei que ele fosse arrumar suas coisas. Nisso tocou a campainha, nenhuma palavra, Márcia me empurrou para o quarto, trancou a porta e sorriu. Alberto nos acompanhou. No início, de longe, apenas olhando as carícias que trocávamos. De repente começou a apalpar o volume no meio de sua perna, bem devagarinho. Paramos. Olhamos aquele homem magro, bem-feito de corpo tirar os óculos e continuar a mexer no seu pau, ainda coberto pela calça. Chegando perto de nós duas, beijou Márcia na boca. Morri de ciúmes.

Meu grelo latejava, molhando minhas pernas. Minha boca tremia de vontade de morder e lamber. Foi o que fiz, deitei os dois no chão e iniciei um roça-roça em cima deles com a minha buceta molhada e quente, chupando uma hora o pau de Alberto, outra os peitos de Márcia. E depois sua xota quentinha.

Ela dava gemidos baixinhos e começou a chupar o meu grelo e o cu, alternando com sofreguidão. As horas pareciam não passar. Aí de repente aquele pau grosso, duro encostou na minha entrada de trás. Lentamente Alberto começou a meter seu pau no meu rabo enquanto Márcia chupava minha buceta. Eu, desvairada acariciava tudo que via na minha frente. Finalmente senti um jorro de porra no meu cu. Meu grelo estava inchado de tanto ser chupado. Sentimos que não iríamos parar por ali. O pau de Alberto continuava duro e dentro do meu apertado cuzinho. Márcia queria ser sugada por Alberto. E foi prontamente atendida. O mês passou mais rápido que qualquer outro na minha vida. Não sentia culpa nem preocupação com nada.

Estava finalmente sendo recompensada pela vida, com muito delírio e prazer. Paulinho foi reprovado, mas jurando que irá estudar no próximo ano. Márcia e Alberto continuam dando aulas para ele em casa. Gozo quase todos os dias sozinha ou com eles. Ando molhadinha o tempo todo e sempre correndo para não perder o horário das aulas.

Conto erótico recebido por email,by Soninha

0 comentários:

Postar um comentário

Ocorreu um erro neste gadget